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Criado num apartamento pequeno em Moema, sem nenhum contato com o verde, o botânico e paisagista Ricardo Cardim reflete sobre a urgência de resgatarmos um entendimento mais profundo sobre nossa interdependência com a natureza, sobre a vocação improvável que o arrastou da odontologia para a criação de florestas de bolso
Desde pequena, Sabrina carregava a sensação de não pertencer a lugar algum. Na escola, era a criança que ficava sem recreio porque não conseguia acompanhar a aula, sofria bullying e acabou encontrando abrigo justamente entre os “desasjusados”. Sem entender o que acontecia dentro de si, cresceu tentando anestesiar uma dor. Aos 13 anos, encontrou no álcool uma fuga, que só a fez afundar. Na vida adulta, suas crises emocionais passaram a afetar o trabalho, os relacionamentos e a própria vontade de continuar vivendo.Durante muito tempo, todos enxergavam apenas uma mulher emocionalmente descontrolada. Até que vieram os laudos. Autismo, TDAH, ansiedade, depressão e síndrome de Tourette. O diagnóstico trouxe respostas, mas também o peso de aceitar que aquela diferença tinha alguns nomes.Nessa época, o Glück já fazia parte da sua vida. Ele chegou filhote e, logo nos primeiros meses, Sabrina descobriu que ele era surdo. Em vez de desistir, aprendeu uma nova forma de se comunicar com seu cãozinho. Adaptou comandos, treinou cada gesto e construiu uma linguagem com ele..Anos depois, aquele cachorro que já era companhia se tornou seu cão de assistência, que auxilia a Sabrina em momentos de crise.Hoje, antes mesmo que Sabrina perceba uma crise chegando, o Glück percebe. Ele encosta a cabeça na sua perna, cutuca suas mãos e tenta chamar sua atenção. Quando ela começa a se machucar, batendo a cabeça ou arranhando o próprio rosto, ele salta sobre seu corpo e faz o que os especialistas chamam de terapia de pressão. O peso do seu corpo interrompe o caos. Sabrina respira, acaricia seu pelo e, aos poucos, volta para a realidade.Ela costuma dizer que existe uma diferença enorme entre sair sozinha e sair ao lado dele. Antes, uma crise no meio da rua podia fazê-la ficar totalmente perdida. Hoje, ela sabe que não está sozinha.Porque, às vezes, o que salva uma vida não é apenas encontrar um diagnóstico, mas um ser vivo que, mesmo sem ouvir uma única palavra, aprende exatamente como cuidar de você.
Nesta quinta-feira, o economista do organismo de consultoria Novaminds, Pascal de Lima, uma voz conhecida das nossas antenas, publicou um artigo de opinião no jornal português Expresso com um título em forma de interrogação: "Estaremos a caminhar directamente para uma nova crise financeira?". Nesta crónica, Pascal de Lima passa em revista as crises mais recentes a que assistimos, a crise de 2007 / 2008 desencadeada depois da falência do banco americano Lehman Brothers, a crise de 2010-2012 das dívidas públicas de países como a Grécia e Portugal e agora os sinais que surgiram durante a pandemia de Covid 19 e têm vindo a acumular-se cada vez mais com os conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente. Nestes últimos dias, desvaneceram as esperanças que poderiam ter existido sobre uma diminuição da tensão no Irão, com o cessar-fogo a ser quebrado por Washington e Teerão. Um dos pontos que continuam a provocar estes choques é o estatuto do Estreito de Ormuz, via comercial estratégica, que o Irão pretende gerir. Isto evidentemente não deixa de ter consequências a nível económico, refere Pascal de Lima que começa por recordar o historial das crises pelas quais passamos nestes últimos vinte anos. RFI: Como poderíamos descrever as três crises que conhecemos desde 2007? Pascal de Lima: As três crises têm naturezas diferentes. A crise de 2007 / 2009 foi sobretudo uma crise do crédito privado e do sistema bancário. Nasceu do excesso de crédito imobiliário e também da titularização e da ilusão de que os riscos tinham sido totalmente dispersos quando, na realidade, tinham sido amplificados. Isto é a primeira característica da crise de 2007 / 2009. Desde a crise de 2010 / 2012 foi diferente. Foi uma crise da dívida soberana. Depois de se salvarem os bancos e apoiarem a economia, os Estados ficaram mais endividados e, na zona Euro, isso revelou uma fragilidade estrutural. É que tínhamos uma moeda comum, mas não uma verdadeira união orçamental. E aqui começaram as divergências entre países do Norte e países do Sul, por exemplo a crise da Grécia. E a última crise, que é uma crise um pouco diferente, que foi uma crise aberta a partir dos anos 2020. Não é uma crise financeira clássica, é uma espécie de vulnerabilidade macrofinanceira híbrida. Começou com a pandemia, continua com a inflação, a guerra na Ucrânia e a subida das taxas de juro, da energia, a dívida pública, a dívida privada também. E, de modo geral, a finança não bancária. Portanto, a grande diferença é esta: que em 2008 o risco estava sobretudo nos bancos e no crédito privado. Em 2010 deslocou-se para o Estado e hoje está mais espalhado, mais difuso e mais difícil de ler. RFI: Depois da crise provocada pela falência em 2007 da Lehman Brothers, houve uma série de países que prometeram e inclusivamente adoptaram dispositivos supostamente para proteger os seus respectivos sistemas económicos da especulação bolsista. Aprendeu-se alguma coisa? Pascal de Lima: Houve muita regulamentação bancária contra os excessos da especulação. A especulação bolsista continua. Mas a regulamentação financeira, particularmente sobre as transacções financeiras, aumentaram muito no mundo, claro, e mais particularmente com a impulsão dos Estados Unidos para a Europa, porque claramente houve excessos no domínio financeiro, excessos da especulação. Portanto, houve muitas regulamentações financeiras e também taxas em certos países, taxas sobre transacções financeiras um pouco excessivas, que pôde criar variações importantes nos mercados financeiros. RFI: Entretanto, há outro aspecto que tem vindo a ter cada vez mais importância, é concentração cada vez maior de grupos que engolem outras empresas que estejam no mesmo ramo. O que significa também que há uma maior fragilidade. Pascal de Lima: Sim, dizemos em inglês 'too big to fail' para dizer que normalmente um grande grupo com fusões e aquisições não pode falhar. Mas, evidentemente, com essas crises constatamos exactamente o contrário. Portanto, observamos que quanto maior é o grupo financeiro, quanto mais internacional é um grupo financeiro, claramente concentra também muitos riscos. E, portanto, se há uma parte do sistema financeiro que sente fraqueza, os grandes bancos claramente vão impactar directamente sobre os consumidores nas taxas de juros. RFI: O que dizer sobre as criptomoedas, que são um 'player' cada vez mais importante? Pascal de Lima: As criptomoedas são outro sinal também desta nova fragilidade financeira. Não são hoje o coração mesmo do sistema, como os bancos em 2008, mas mostram uma financeirização mais dispersa, mais tecnológica e, por vezes menos regulada. Portanto, temos a regular cada vez mais os bancos. Estamos a regular cada vez mais o mercado financeiro, mas aparecem outras tecnologias que vão contornar as regulamentações e, portanto, em caso de stress no mercado, as criptomoedas podem simplificar ainda mais a volatilidade e a perda de confiança. RFI: Outro aspecto que também tem estado a ter cada vez mais importância é tudo o que tem a ver com as novas tecnologias. Pascal de Lima: A contribuição destas empresas é enorme em termos de inovação, produtividade e novos modelos económicos, mas também cria novas dependências, dependências tecnológicas, dependências perante o 'cloud', dependência dos dados, dependências das plataformas que muitas vezes são plataformas americanas com dados europeus. A tecnologia é ao mesmo tempo uma solução, mas também cria novas fontes de vulnerabilidade. RFI: Relativamente à última crise a que se refere no seu artigo no Expresso, a crise vigente desde 2020, como é que tem evoluído nestes últimos seis anos? Pascal de Lima: Desde 2020, o que podemos observar são sinais, sinais fracos. Portanto, o primeiro sinal foi claramente a pandemia. Isso é o ponto inicial. Provocou uma contracção brutal da actividade económica, obrigou todos os Estados, os bancos centrais, a intervir de forma excepcional. Mas houve depois outros sinais que foi também o aumento da dívida pública, que sempre continua e portanto, houve a pandemia com as despesas públicas da amortização da crise económica e das empresas. E agora também o aumento da dívida pública e o crescimento muito significativo do balanço dos bancos centrais. Portanto, evitou-se, de certa forma, uma grande depressão, mas ficou uma economia mais endividada e mais dependente das condições monetárias. Esse é o segundo sinal. Houve dois outros sinais que acabam por chegar em 2026. O sinal apareceu em 2021, com as tensões nas cadeias de abastecimento e os estrangulamentos logísticos e mostrou a fragilidade realmente da globalização, da modernização. E acabamos com a guerra da Ucrânia, que tem impactos até hoje com o choque energético, a inflação e a amplificação do choque energético com a questão do Irão. Portanto, o sinal principal é que entramos num regime económico e financeiro muito mais instável, com muitos critérios, com a dívida aumentando, inflação, taxas de juro, energia aumentando e profundamente ligada com a geopolítica. RFI: Temos estado num conflito 'on / off' entre os Estados Unidos e o Irão. O que é que se pode antever para a economia mundial se este conflito continua? Pascal de Lima: Hoje, não estamos perante um risco político isolado. O problema é que quando há uma tensão no Médio Oriente, rapidamente se transforma num choque económico com um choque energético e depois um choque inflacionista, depois um choque da taxa de juro e finalmente um choque financeiro. É por isso que no artigo falo de uma possível crise financeira. O ponto central é o Estreito de Ormuz. Se houver uma ameaça séria à circulação do petróleo e também do gás nessa zona, os mercados antecipam imediatamente uma subida dos preços da energia. Isso reacende a inflação e obriga outra vez os bancos centrais a manter taxas de juro mais elevadas, enquanto as taxas estavam bastante baixas há pouco tempo. Portanto, isso é muita volatilidade financeira e torna-se mais difícil o refinanciamento dos Estados e das empresas. E, portanto, o Irão mostra bem que o risco financeiro contemporâneo é híbrido. Primeiro, geopolítico, energético, monetário. E esperamos que não seja como 2008. Mas o risco financeiro é também real. RFI: Relativamente ainda a outro conflito que mencionou há pouco o conflito da Ucrânia. O que é que se pode antever para os países europeus, uma vez que tem havido cada vez mais aquele discurso de se virar para uma 'economia de guerra'? Pascal de Lima: A economia de guerra, economia de soberania, de limitar as dependências críticas é exactamente isso o objectivo da Europa, é o objectivo do Ministério da Economia (francês). O conflito na Ucrânia teve também um impacto muito forte na Europa, provocou o choque energético com a subida do gás, do petróleo e dos custos de produção e depois alimentou a inflação. Portanto, obrigou os bancos centrais à subida das taxas de juro e fragilizou o crescimento europeu. Isso é o primeiro aspecto. Depois, antecipando o que se pode passar efectivamente é difícil, mas é possível identificar cenários de dependência energética europeia, de tensões geopolíticas com a Rússia, vulnerabilidade das cadeias de abastecimento e falta de autonomia estratégica da Europa. Não conseguimos antecipar quase nada. E agora pede-se para antecipar outras coisas enquanto não conseguimos fazer com que os políticos antecipem crises geopolíticas de que muitos economistas já falaram já há dez, 20, ou 30 anos. Portanto, isso é o problema número um. RFI: Qual é o seu sentimento precisamente sobre o facto dos dirigentes políticos e nomeadamente os dirigentes europeus, anteciparem ou não estas crises? Acha que efectivamente eles têm estado à altura destes desafios? Pascal de Lima: Nenhum dos políticos tomou em consideração os conselhos dos economistas. Eu acho que é incrível, porque tudo isto são reformas estruturais. É um erro dizer que não foi nada antecipado. Era possível antecipar e, portanto, o problema é que os políticos antecipam muitas vezes demasiado pouco. Vêm os sinais fracos, mas reagem tarde, porque a decisão política é geralmente de curto prazo, enquanto os riscos económicos e geopolíticos se acumulam a longo prazo. Por isso, têm comissões de peritos, economistas internacionais, que falam sempre essas questões. Mas não tomam em consideração a opinião dos peritos no domínio da geopolítica e da antecipação de factos de longo prazo.
Filho de argentinos, ele nasceu em Buenos Aires mas se mudou para o Rio de Janeiro ainda bebê. Aprendeu a andar de bicicleta bem cedo e nas viagens frequentes a Búzios com a família, costumava remar ou tentava velejar. Sua mãe era antropóloga, historiadora e mantinha um laboratório fotográfico em casa. Ainda criança, assistia às revelações de fotografias em preto e branco e fez suas primeiras fotos durante shows e atividades do dia a dia. Já morando em Sao Paulo, na adolescência passou a fotografar os amigos andando de skate. Sua primeira imagem publicada saiu na revista Yeah Skate. Mais tarde, ingressou no curso de Biologia da USP, mas interrompeu a graduação quando se mudou para os Estados Unidos. Durante os dois anos em que viveu por lá, adquiriu seus primeiros equipamentos profissionais, cobriu o Campeonato Mundial de Balonismo no Novo México, e começou a enviar fotografias para publicações brasileiras. De volta ao Brasil, participou da cobertura do Rock in Rio II. Uma das imagens produzidas durante o evento foi publicada na capa da revista Trip. A partir daí, passou a colaborar com diferentes veículos editoriais e direcionou seu trabalho para esportes, viagens, aventura e comportamento. Em 1995 e 1997, acompanhou uma equipe brasileira na Race Across America. Em 1998, cobriu uma das maiores corridas de aventura do mundo, o Raid Gauloises e o primeiro evento da modalidade no Brasil, a EMA. Ao longo dos anos seguintes, documentou campeonatos mundiais de triathlon, provas de corrida de aventura, mountain bike, rafting, dezenas de edições do Ironman Brasil e diversos outros eventos esportivos no Brasil e no exterior. Paralelamente ao trabalho editorial, realizou expedições próprias. Pedalou pelo Salar de Uyuni, desceu a Estrada da Morte na Bolívia, remou no Alasca, cruzou dunas do Saara em uma expedição de sandboard, participou de campanhas da Sea Shepherd na Antártida e no Canadá e realizou travessias de bicicleta e caiaque em diferentes regiões do continente americano. Ao longo de mais de três décadas de carreira, teve trabalhos publicados em jornais, revistas e livros no Brasil e no exterior. Expôs em cidades como Berlim, Innsbruck, Florença e Filadélfia. É autor dos livros Cruzando a América em Duas Rodas e Imagens de Uma Expedição, além de coautor de Graffiti Brasil. Conosco aqui, o fotógrafo apaixonado por viagens, expedições, natureza e manifestações culturais, movido pela curiosidade de ver de perto e entender o mundo através da fotografia, o portenho Ignácio Aronovich. Inspire-se! Race Smart - check your heart Este episódio é oferecido pela @z2perfomance e pela @2peaksbikes A Z2 agora está com nova embalagem dos géis: abre fácil, com melhor fluxo de sucção e bordas arredondadas pra não te machucar durante o treino ou prova. E tem mais novidade: Barz, a nova barra de energia da Z2! Disponível em Berries & Limão Siciliano e Chocolate & Amendoim, feita com ingredientes naturais para um lanche prático e nutritivo a qualquer hora. Outra novidade é o gel de 75g de carboidratos, ideal pra estratégias de alto consumo. Siga @z2performance e fique por dentro do universo da Z2. A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Renan Fontenele, especialista em lançamentos com 8 anos de mercado digital e mais de 30 mil alunos em diversos segmentos.A história dele começa numa concessionária. Trabalhava vendendo carros na Chevrolet quando descobriu que a internet podia potencializar suas vendas. Quando saiu da empresa, a esposa estava grávida do segundo filho. Apostou tudo sem rede de proteção.Não tinha dinheiro para comprar curso. Aprendeu tudo pelo YouTube. Entrava nos lançamentos dos maiores players domercado, se cadastrava, acompanhava cada etapa e montava documentos com tudo que via. Modelava o que funcionava e aplicava do seu jeito.Em 8 anos de lançamentos passou por tudo: lançou com 1.000 pessoas na live, meta de 100 vendas e vendeu só 2. Aprendeuque audiência não garante venda. E nos últimos 2 anos teve mais resultado do que em todos os outros juntos.No Kiwicast, ele falou sobre:● Por que saiu da Chevrolet com a esposa grávida e apostou tudo no digital● Como aprendeu lançamento do zero sem gastar um real em curso● O que aconteceu no lançamento com 1.000 pessoas na live que vendeu só 2● O que separa um lançamento que bate meta de um que queima dinheiro● Por que lançamento não saturouAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
"Se você acha que o Blues moderno se resume a caras de terno tocando solos bonitinhos em grandes festivais... você precisa resetar os seus ouvidos agora mesmo. O nosso personagem de hoje não aprendeu a tocar na Igreja e nem herdou uma guitarra de família. Ele aprendeu a arranhar os primeiros acordes escondido no expediente de uma loja de penhores onde trabalhava. E mesmo depois de tocar no Coachella e rodar o mundo, ele continuou batendo concreto na construção civil para pagar as contas.Hoje, no Garimpando Bolachas, nós vamos abrir as portas do mundo sonoro e realista de Black Joe Lewis. Aumente o volume, porque o som aqui é sujo, é bruto, e é 100% real. Bloco 1: A Introdução Impactante· "Você provavelmente já ouviu histórias de astros da música que enriqueceram e esqueceram as origens.Mas o cara de quem vamos falar hoje faz o caminho inverso. Ele já tocou nos maiores festivais do planeta, mas se você bobear, encontra ele batendo concreto em uma obra no Texas para pagar as contas da semana. Bem-vindos ao [Garimpando Bolachas]. Hoje nós vamos quebrar tudo com o som garageiro, visceral e operário de Black Joe Lewis." "Se o blues tradicional chora as pitangas, o blues de Black Joe Lewis chuta a porta. Misturando o peso do punk rock com o groove do funk de James Brown, ele criou um dos sons maisbarulhentos da última década. Mas o mais impressionante não é o som. É de onde ele veio."Bloco 2: A Origem na Loja de Penhores e o TrabalhoBraçal "Joe Lewis nasceu no Arizona, mas foi em Austin, no Texas, que a mágica — ou o acidente — aconteceu.Ele não foi um garoto prodígio. Aprendeu a tocar guitarra já adulto por puro tédio. Ele trabalhava em uma loja de penhores e, entre um cliente e outro, pegava as guitarras do estoque para arranhar uns acordes." "Dessa crueza nasceu seu estilo: sem frescura, sem teoria musical perfeita, apenas pura energia. E essa realidade dura moldou sua carreira. Joe Lewis é a definição do músico decolarinho azul. Ele nunca largou o trabalho braçal. Em entrevistas, ele conta com naturalidade que alterna turnês mundiais com empregos em redes de fast-food ou na construção civil. É essa vida real que dá o tom das suas letras sobre falta de dinheiro, frustração e sobrevivência."Bloco 3: O Sucesso com os Honeybears e a Ironia doNome· "Em 2007, as coisasescalaram. Joe juntou uma cozinha de peso e uma seção de metais violenta, fundando o Black Joe Lewis & The Honeybears. O impacto foi imediato.A revista Esquire apontou os caras como grande promessa. · "O álbum de estreia, Tell 'Em What Your Name Is!, levou a banda para os palcos principais do Coachella e do Bonnaroo. Mas preste atenção no nome: Black Joe. Essa é uma provocação histórica genial. 'Old Black Joe' era uma canção do século XIX que romantizava a escravidão no sul dos Estados Unidos. Joe Lewis adotou o nome de forma totalmente irônica, como quem diz: 'Agora o Black Joe está no controle, e o som é meu'."Bloco 4: A Crise com a Indústria e o Legado Punk "Mas a indústria da músicaadora domesticar os artistas, e com o Joe não deu certo. No disco ElectricSlave, de 2013, ele mandou as fórmulas pop para o espaço. O som ficou mais sujo, quase um hard rock garagem. Ele preferiu o circuito de clubes barulhentos a se render ao comercialismo." "Para ele, o palco não é umlugar de glamour, é uma válvula de escape. É onde ele descarrega a raiva docansaço diário da vida de trabalhador. Se você gosta da crueza de Gary Clark Jr., The Black Keys ou The White Stripes, Black Joe Lewis é parada obrigatória na sua playlist."
Meu livro: Forte, Independente e Decepcionada https://amzn.to/3PXZBB2 Você sempre ouviu que ser independente era uma qualidade? Neste episódio de Descobri Depois de Adulta, conversamos sobre a independência emocional e por que, muitas vezes, aquilo que chamamos de força pode ter surgido como uma estratégia de sobrevivência. Se você sente dificuldade para pedir ajuda, faz tudo sozinha e acredita que precisa dar conta de tudo o tempo todo, este episódio pode mudar a forma como você enxerga a sua própria história.
Você acredita que algumas pessoas simplesmente nascem carismáticas e outras não?Neste episódio do ECOTRIMCAST, Marcello Cotrim desmonta essa visão limitada e mostra que o carisma não é um privilégio de poucos, nem uma qualidade aleatória recebida ao nascer. O carisma é a expressão da essência divina através da personalidade.O problema é que, ao longo da vida, muitas pessoas aprendem a sufocar o próprio brilho. Condicionamentos religiosos, medo do julgamento, ansiedade, repressão do prazer, necessidade de aprovação, máscaras sociais e comparação constante fazem a personalidade se desalinha da essência.E quando isso acontece, o carisma enfraquece.Marcello explica por que a religião, os traumas e a moral do inconsciente coletivo podem podar a liberdade, o desejo, a autonomia e o poder pessoal. Também mostra por que a inveja nasce quando a pessoa deseja manifestar a “cor” do outro, em vez de valorizar a energia divina que já carrega em si.Neste episódio, você compreenderá:• por que todo mundo tem carisma;• como a personalidade funciona como linguagem da alma;• por que tentar parecer carismático vira teatro;• como ansiedade, medo de errar e medo de rejeição enfraquecem sua presença;• por que comparação e inveja desviam energia da própria evolução;• como alinhar essência, valores, emoções, pensamentos e comportamento;• por que carisma verdadeiro nasce da liberdade interna.Carisma não é agradar.Não é ser simpático o tempo todo.Não é tentar imitar quem brilha.Carisma é quando a sua personalidade deixa de ser uma máscara e passa a ser uma expressão real da sua alma.Comece suas Meditações Espiritualistas:https://www.lojamotivacional.com.br/categoria-produto/cds-digitais/Conheça os cursos e eventos de Marcello Cotrim:https://www.lojamotivacional.com.brInscreva-se no canal, compartilhe este episódio e envie para alguém que acredita que nasceu sem brilho, mas talvez apenas tenha aprendido a se esconder.
Você já sentiu que suas forças e contatos esgotaram e a única saída era a fé? Neste episódio do canal Dedé Melo, recebe Pedro Franco, fundador da InChurch, para um testemunho forte de fé que vai transformar sua visão sobre negócios e ministério.DEVOCIONAL PROFÉTICO PARA EMPREENDEDORES:https://empreendendonoreino.com/devocionalprofetico/Inscreva-se no canal - @Canaldedemelo Pedro revela os bastidores de como "Deus abriu uma porta impossível" quando todas as portas do mercado pareciam fechadas. Descubra como aprender a depender de Deus pode levar seu projeto a níveis que o networking humano jamais alcançaria.Neste vídeo você vai ver:A história real com Deus por trás da maior startup cristã da América Latina.O segredo de quando Deus surpreende e faz o impossível acontecer.Por que não é pela força, mas pela graça e direção do Espírito Santo.Como manter Deus no controle de tudo em meio aos desafios do empreendedorismo.Se você precisa de um milagre na vida real ou de uma direção para o seu chamado, este vídeo é para você. Não é sobre capacidade, é sobre disponibilidade.
Aos 32 anos, Evandro viu sua vida mudar de forma repentina: o cabeleireiro que sonhava em ter o próprio salão passou a depender de cuidados diários após um AVC grave. Mas, para Anderson, o amor que construíram juntos nunca coube dentro de um diagnóstico. Anderson e Evandro se conheceram pela internet. Em poucos meses já dividiam a mesma casa, os mesmos planos e o sonho de empreender juntos. Com o passar dos anos, tornaram-se família um para o outro. No segundo semestre de 2023, começaram as dores de cabeça de Evandro. Eles não sabiam, mas eram sinais de que algo estava errado.Na segunda-feira de Carnaval de 2024, Anderson foi visitar a família em outra cidade e quando voltou, encontrou Evandro apoiado na pia do banheiro, pedindo ajuda porque já não sentia as pernas. Horas depois, ele estava inconsciente no hospital.Foram dias de incerteza, até que em um breve momento de esperança, Evandro voltou a falar. E, logo depois, a notícia que mudaria tudo: ele havia sofrido um AVC.Foram quase cinquenta dias de UTI até que os médicos falaram em cuidados paliativos. Anderson imaginou que estava se despedindo. Em vez disso, precisou aprender a cuidar. Aprendeu a aspirar a traqueostomia, adaptar a casa e reorganizar toda a vida.Em meio à rotina do hospital, uma pergunta mal feita atravessou Anderson. Um médico quis saber onde estava a família de Evandro. Por um instante, ele percebeu tudo o que haviam construído juntos, e respondeu que a família estava ali. Nos seus irmãos, nas cunhadas, na sua mãe que não saía do seu lado, sobretudo na sua presença também. Porque, depois de tantos anos compartilhando a vida, Anderson não era, nem nunca foi um simples companheiro. Ele é a família do Evandro.Atualmente, o quadro do Evandro é bastante complexo. Ele se comunica por olhares, expressões e pequenos sinais que só quem ama aprende a traduzir. E Anderson aprendeu que cuidar não é abandonar a própria vida, mas encontrar novas formas de compartilhá-la.Porque o caminho não ficou mais fácil, só ficou mais leve. E, às vezes, o amor não cura, no sentido que a gente acredita que seja a cura, mas permanece. E permanecer, em certos momentos, é o gesto mais bonito que existe.
QUAL O SEU NÍVEL DE INVESTIDOR? FAÇA O TESTE E DESCUBRA: https://lp.mmakers.com.br/cmm06-m3-club-quiz?xpromo=MI-CMM06-YT-BANNER-X-20260616-BANNERSOBREQUIZINVESTIDOR-MM-XO Brasil aprendeu alguma coisa com Collor, impeachment, Lava Jato, polarização, Lula, Bolsonaro e as crises entre política, imprensa e mercado?Neste episódio do Market Makers, Thiago Salomão e Leopoldo Rosa recebem Dora Kramer, uma das jornalistas políticas mais experientes do Brasil, com mais de 50 anos de carreira cobrindo os bastidores do poder.Dora acompanhou de perto a Constituinte, o impeachment de Fernando Collor, a era FHC, os governos Lula, Dilma, Temer, Bolsonaro e agora o terceiro mandato de Lula. Também é coautora de “Passando a Limpo”, livro histórico sobre os bastidores do governo Collor, além de autora de obras como “O Resumo da História” e “O Poder pelo Avesso”.Na conversa, Dora fala sobre o que mudou — e o que nunca mudou — na política brasileira, os bastidores da imprensa, a relação entre jornalismo e poder, a polarização, os erros do mercado financeiro ao interpretar Brasília e o cenário político e econômico rumo a 2026.Será que o Brasil está repetindo os mesmos erros? O jornalismo político ainda consegue ser independente? E o mercado entende de fato como Brasília funciona?Deixe seu comentário: qual foi o momento político mais importante da história recente do Brasil?Abra sua conta na Binance: https://binance.onelink.me/y874/MMAkers FALE COM UM CONSULTOR DA iPLACE: https://hovqr.me/80d97140
Por que algumas pessoas se aproximam quando sentem medo, enquanto outras se afastam?
Neste episódio do Agro Resenha, Paulo Ozaki conversa com Cláudio Tomazela sobre a evolução da irrigação no Brasil, desde os primeiros pivôs centrais até os desafios atuais de manejo, tecnologia, capacitação e tomada de decisão no campo. A conversa mostra por que irrigar não é simplesmente aplicar água, mas usar um insumo estratégico com precisão, conhecimento e visão de longo prazo. Para quem atua no agronegócio, o episódio traz aprendizados valiosos sobre eficiência, sustentabilidade, formação de equipes, perfil do produtor e o custo real de deixar oportunidades produtivas na mesa. PARCEIROS DESTE EPISÓDIO Este episódio foi gravado diretamente de uma das maiores feiras agrícolas do Brasil, a AGRISHOW em Ribeirão Preto/SP, em uma parceria do Agro Resenha com o Grupo Piccin. O Grupo Piccin, que hoje contempla o foco de trabalho em equipamentos, componentes e inovação, começou com o trabalho de um homem, Santo Piccin. Com a evolução da agricultura, os desafios se tornaram mais complexos, exigindo a utilização de implementos agrícolas mais eficientes. Grupo Piccin: excelente em produzir o melhor para o campo. Site: https://piccin.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/grupopiccinFacebook: https://www.facebook.com/grupopiccinLinkedIn: https://www.linkedin.com/company/piccin-máquinas-agrícolas-ltdaYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCk4BdnkZnq7gObUiR0XQR7g Este episódio também foi trazido até você pela SCADIAgro! A SCADIAgro trabalha diariamente com o compromisso de garantir aos produtores rurais as informações que tornem a gestão econômica e fiscal de suas propriedades mais sustentável e eficiente. Com mais de 30 anos no mercado, a empresa desenvolve soluções de gestão para produtores rurais espalhados pelo Brasil através de seu software. SCADIAgro: Simplificando a Gestão para o Produtor Rural Site: https://scadiagro.com.br/Podcast Gestão Rural: https://open.spotify.com/show/7cSnKbi7Ad3bcZV9nExfMi?si=766354cb313f4785Instagram: https://www.instagram.com/scadiagro/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/scadiagroYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCQxErIaU0zBkCAmFqkMohcQ E por fim, esse episódio também tem apoio da Nutripura Nutrição e Pastagem! A Nutripura, que tem como base valores como honestidade, qualidade e inovação nos produtos e excelência no atendimento, atua há mais de 20 anos no segmento pecuário, oferecendo os melhores produtos e serviços aos pecuaristas. Fique ligado nos artigos que saem no Blog Canivete e no podcast CaniveteCast! Com certeza é o melhor conteúdo sobre pecuária que você irá encontrar na internet. Nutripura: O produto certo, na hora certa. Site: http://www.nutripura.com.brBlog Canivete: https://www.nutripura.com.br/pub/blog-canivete/Instagram: https://www.instagram.com/nutripura/Facebook: https://www.facebook.com/Nutripura/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/nutripura/YouTube: https://www.youtube.com/user/TvNutripura INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: http://www.instagram.com/agroresenhaTwitter: http://www.twitter.com/agroresenhaFacebook: http://www.facebook.com/agroresenhaYouTube: https://www.youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/arp-zap-01 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br QUERO PATROCINARSe você deseja posicionar sua marca junto ao Agro Resenha Podcast, envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: Cláudio TomazelaEdição: Will OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Agro Resenha, Paulo Ozaki conversa com Cláudio Tomazela sobre a evolução da irrigação no Brasil, desde os primeiros pivôs centrais até os desafios atuais de manejo, tecnologia, capacitação e tomada de decisão no campo. A conversa mostra por que irrigar não é simplesmente aplicar água, mas usar um insumo estratégico com precisão, conhecimento e visão de longo prazo. Para quem atua no agronegócio, o episódio traz aprendizados valiosos sobre eficiência, sustentabilidade, formação de equipes, perfil do produtor e o custo real de deixar oportunidades produtivas na mesa. PARCEIROS DESTE EPISÓDIO Este episódio foi gravado diretamente de uma das maiores feiras agrícolas do Brasil, a AGRISHOW em Ribeirão Preto/SP, em uma parceria do Agro Resenha com o Grupo Piccin. O Grupo Piccin, que hoje contempla o foco de trabalho em equipamentos, componentes e inovação, começou com o trabalho de um homem, Santo Piccin. Com a evolução da agricultura, os desafios se tornaram mais complexos, exigindo a utilização de implementos agrícolas mais eficientes. Grupo Piccin: excelente em produzir o melhor para o campo. Site: https://piccin.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/grupopiccinFacebook: https://www.facebook.com/grupopiccinLinkedIn: https://www.linkedin.com/company/piccin-máquinas-agrícolas-ltdaYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCk4BdnkZnq7gObUiR0XQR7g Este episódio também foi trazido até você pela SCADIAgro! A SCADIAgro trabalha diariamente com o compromisso de garantir aos produtores rurais as informações que tornem a gestão econômica e fiscal de suas propriedades mais sustentável e eficiente. Com mais de 30 anos no mercado, a empresa desenvolve soluções de gestão para produtores rurais espalhados pelo Brasil através de seu software. SCADIAgro: Simplificando a Gestão para o Produtor Rural Site: https://scadiagro.com.br/Podcast Gestão Rural: https://open.spotify.com/show/7cSnKbi7Ad3bcZV9nExfMi?si=766354cb313f4785Instagram: https://www.instagram.com/scadiagro/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/scadiagroYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCQxErIaU0zBkCAmFqkMohcQ E por fim, esse episódio também tem apoio da Nutripura Nutrição e Pastagem! A Nutripura, que tem como base valores como honestidade, qualidade e inovação nos produtos e excelência no atendimento, atua há mais de 20 anos no segmento pecuário, oferecendo os melhores produtos e serviços aos pecuaristas. Fique ligado nos artigos que saem no Blog Canivete e no podcast CaniveteCast! Com certeza é o melhor conteúdo sobre pecuária que você irá encontrar na internet. Nutripura: O produto certo, na hora certa. Site: http://www.nutripura.com.brBlog Canivete: https://www.nutripura.com.br/pub/blog-canivete/Instagram: https://www.instagram.com/nutripura/Facebook: https://www.facebook.com/Nutripura/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/nutripura/YouTube: https://www.youtube.com/user/TvNutripura INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: http://www.instagram.com/agroresenhaTwitter: http://www.twitter.com/agroresenhaFacebook: http://www.facebook.com/agroresenhaYouTube: https://www.youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/arp-zap-01 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br QUERO PATROCINARSe você deseja posicionar sua marca junto ao Agro Resenha Podcast, envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: Cláudio TomazelaEdição: Will OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Hevelin Reis e Guilherme Garozzi, casal e sócios por trás de uma das maiores plataformas de inglês do Brasil, com mais de 20 mil alunos e 1,6 milhão de seguidores.A história de Hevelin com o inglês começa aos 8 anos, quando foi morar na Inglaterra com a família. Aprendeu o idioma para se adaptar e para ajudar os próprios pais, que ainda não eram fluentes. Voltou ao Brasil com uma habilidade que poucos tinham, e quando fez entrevista para um banco internacional, foi exatamente o inglês fluente que garantiu a vaga.Ficou 10 anos no banco. Cresceu, foi premiada, foi reconhecida. Mas chegou um momento em que ela não se via mais nos próximos passos. O propósito tinha acabado. Foiquando o incômodo virou decisão.Guilherme, mais tradicional e cético com o digital, precisou ser convencido. Mas quando ele entrou de cabeça, os dois passaram a construir juntos. E o que veio depois foi a reconstrução de um negócio do zero, com método, com foco e com resultado real.No Kiwicast, eles falaram sobre:● Como ela criou o método de ensino da língua inglesa● Como funciona a estrutura digital deles● O que é necessário para reconstruir um negócio digital do zero● Por que ter foco em um único caminho muda tudoAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Somos igreja dentro e fora das paredes. Dê o play e faça parte do corpo.comagape.com
Os sintomas também podem ser uma forma de pedir ajuda.Neste episódio de Bom Dia, Obvious, Marcela Ceribelli recebe a psicóloga Luísa Steiger para uma conversa sobre emoções, infância e as relações que moldam a forma como sentimos e nos conectamos com o mundo.Elas falam sobre vulnerabilidade, família, papéis de gênero e a importância de aprender a nomear emoções em uma cultura que muitas vezes transforma afeto em silêncio.Para receber em primeira mão a pré-venda do Clube do Livro clique aquiNos acompanhe também: Marcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliInstagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaOuça também, outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou: AQUIAurora: O despertar da mulher exausta: AQUIInstagram de Luisa Steiger: AQUILEIA: A quarta reação: Como a necessidade de agradar nasce do trauma e nos desconecta de quem somos. CLIQUE AQUI e use o cupom OBVIOUS20 para comprar com 20% de desconto. Válido até 31/maio Livros citados:Livros de Rosa Monteiro: AQUI Livro Girlhood: No corpo de uma mulher, de Melissa Febos: AQUI
Pedro Nuno Santos voltou à AR a chamar cobardes aos "taticistas" e levou logo troco de Fernando Medina. Num estilo destrutivo, o ex-líder parece empenhado em ser o maior inimigo de si próprio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
PUB Neste episódio do VF sentamo-nos com o Alexandre Monteiro, especialista em decifrar pessoas! Aprendeu com os melhores espiões do mundo e senta-se hoje connosco para nos ensinar a tirar melhor proveito dos nossos relacionamentos através de técnicas úteis, que vão mudar a tua forma de olhar para as pessoas. As pessoas revelem-nos mais sobre o que verdadeiramente são e precisam, do que nós pensamos. Ao anteciparmos as suas necessidades, podemos agir de maneira a que nos entreguem o que queremos. Não é manipulação, é persuasão. E pega a visão quem quer
Cada cabeça uma sentença. Essas palavras são importantes se você quiser viver melhor com os outros.
Pequenos textos, contos, histórias, lendas, pensamentos ou apenas uma frase que sirvam de reflexão para todos os que nos ouvem na RLX-Rádio Lisboa. No mundo em que vivemos faz-nos falta parar e refletir sobre tudo o que nos rodeia…
Neste vídeo, vamos refletir sobre relacionamentos, emoções ecomportamentos que impactam diretamente a forma como nos vinculamos, noscomunicamos e cuidamos de nós dentro das relações.Sou Paula Freitas, psicóloga, psicoterapeuta de casale terapeuta sexual, e aqui no canal compartilho conteúdos sobre:✔️relacionamentos saudáveis✔️comunicação no casal✔️amor, apego e limites✔️autocuidado emocional✔️saúde mental e vínculos afetivosA ideia é trazer uma psicologia prática, acessível ereflexiva, para te ajudar a construir relações mais conscientes, leves erespeitosas, começando pela relação com você mesma(o). Se esse conteúdo fezsentido para você:
Onde se explora a necessidade de reformular os métodos de avaliação no ensino superior face à ascensão da inteligência artificial generativa. O autor defende que o foco deve transitar do produto final para a visibilidade do processo de aprendizagem, priorizando o raciocínio crítico e a autoria do aluno. Em vez de proibir a tecnologia, sugere-se a sua integração ética, recorrendo a estratégias como defesas orais, microtarefas e a reflexão sobre o uso de ferramentas digitais. Esta mudança de paradigma valoriza a capacidade de transferência de conhecimento e a resolução de problemas do mundo real, transformando o erro numa oportunidade pedagógica. Em última análise, a avaliação deve tornar-se um processo formativo e dialógico que comprove o desenvolvimento intelectual genuíno dos estudantes.
A casa onde morava foi a segunda da Barra da Tijuca. Cresceu entre a praia e a lagoa. Aprendeu a nadar cedo, foi um dos primeiros a surfar no Quebra-Mar e bateu muita bola na areia. Levou o surfe a sério e viveu no Havaí por um ano, onde disputou competições e realizou um curso de guarda-vidas. Também praticou judô, karatê e jiu-jitsu. Em um teste para ingressar na natação do Fluminense, se envolveu em uma discussão que despertou no treinador da equipe de polo aquático o interesse por ele. Durante mais de dez anos foi jogador, representando também o Flamengo. Chegou a ministrar treinos e viveu intensamente o ambiente competitivo das piscinas. Ingressou inicialmente na Engenharia, mas acabou se formando em Educação Física, conciliando estudos, treinos e trabalho. Em 1982, iniciou no triathlon, junto com as primeiras competições da modalidade no Brasil. Seu excelente condicionamento físico fez com que se destacasse rapidamente em um cenário que já se mostrava bastante competitivo. Ainda no primeiro ano, participou do Ironman do Havaí ao lado de Beto Dolabella e Ronaldo Borges, cruzando a linha de chegada como o melhor atleta sul-americano, com o tempo de 12h00'50". Sua trajetória evoluiu em paralelo ao crescimento do esporte no país, com pódios em diversas provas. Além de competir no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, correu na Argentina, Suíça e até no Suriname. Retornou ao Havaí outras três vezes até 1987 e mostrou, em uma época ainda resistente a essa ideia, que atletas acima dos 30 anos podiam alcançar um alto rendimento. Acostumado a treinar sozinho, competiu também no ciclismo de estrada e em provas de mountain bike. O destaque nas competições o levou a ser eleito interventor e, posteriormente, presidente da Federação de Triathlon do Rio de Janeiro. Fundou uma empresa organizadora de eventos esportivos que, além do triathlon, promoveu provas de mountain bike. Paralelamente ao esporte, construiu sua carreira profissional primeiro como guarda-vidas e depois como policial civil. Participou da criação do centro de instrução do grupamento marítimo no Rio de Janeiro e contribuiu para a formação de gerações de profissionais. Mesmo aposentado, nunca se afastou do esporte, que define como seu vício. Conosco aqui, o policial aposentado que é um personagem central da história do triathlon nacional, pioneiro do Ironman, primeiro Campeão Brasileiro de triathlon, vice-campeão do Triathlon de Zurique em 1984, bicampeão do Triathlon do Atlântico em Mar del Plata, o carioca Marco Antônio Ripper Nogueira. Inspire-se! Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Na escola em que estudou, foi incentivada a ter contato com diferentes modalidades esportivas, como atletismo e ginástica artística. Aprendeu a nadar ainda criança, porém apenas o suficiente para se virar nas viagens à praia. A primeira modalidade pela qual se encantou foi o handebol, que lhe ensinou o conceito de equipe e aflorou sua competitividade. Contudo, algo improvável aconteceu quando tinha 16 anos e foi, com algumas amigas, integrar o time em formação de polo aquático na atlética da Faculdade de Medicina da USP. Durante dois anos, conciliou os treinos na piscina com o handebol, até que chegou a um ponto em que teve de escolher e optou pelo segundo. Em 1998, foi convocada para a seleção brasileira júnior. O início tardio não impediu uma evolução rápida e, dois anos depois, passou a integrar também a seleção adulta. Representou o Club Athletico Paulistano e, posteriormente, passou a defender o Esporte Clube Pinheiros. Integrou a Seleção Brasileira feminina de polo aquático até 2012. Ao longo desse período, participou de cinco Campeonatos Mundiais de Esportes Aquáticos e de dois Jogos Pan-Americanos, encerrando a participação em Guadalajara, em 2011, com a medalha de bronze, após uma estreia pan-americana em 2007, no Rio de Janeiro, com a quarta colocação. Pela seleção, conquistou cinco títulos sul-americanos e foi campeã brasileira interclubes por dezesseis vezes, consolidando uma trajetória marcada por longevidade, regularidade e alto rendimento. Paralelamente à carreira esportiva, escolheu o curso de Nutrição, conciliando os estudos e, depois, o trabalho com os treinos. A decisão de parar com o polo aquático abriu uma oportunidade há tempos aguardada pelo marido: a de ingressar no triathlon. A partir de 2016, a modalidade passou a ocupar o centro da sua vida pessoal e esportiva. A adaptação foi rápida. Em 2017, conquistou o título do Circuito do Troféu Brasil de Triathlon. Em 2018, foi vice-campeã do Triathlon Internacional de Santos. Em 2019, viveu um dos momentos mais marcantes da carreira ao vencer o Ironman 70.3 de Maceió e, meses depois, o Ironman 70.3 de São Paulo. Em 2022, mesmo em meio a um período de reorganização profissional, voltou ao pódio ao conquistar o vice-campeonato do Ironman 70.3 de Florianópolis. Desde então, decidiu focar na carreira, mas sem deixar os treinos de lado. Conosco aqui, a ex-jogadora de polo aquático, nutricionista especialista em fisiologia do exercício e em modulação intestinal, triatleta campeã que, neste ano, tem tudo para voltar a figurar na largada das maiores provas do calendário brasileiro, marcando o início de um novo ciclo esportivo, agora sustentado pela experiência acumulada em uma década, maturidade e integração entre esporte e profissão: a dedicada paulistana Fernanda Palma Lissoni. Inspire-se! Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Você acredita que toma decisões racionais, mas a neurociência prova que você é o resultado de testes feitos na sua infância e adolescência. Neste episódio, William Borghetti revela a verdade brutal: as empresas não são lideradas por adultos, mas por crianças e adolescentes em corpos envelhecidos que ainda buscam aprovação e fogem da rejeição. Através de uma jornada pessoal emocionante da superação de uma infância de abusos ao impacto devastador do suicídio de seu pai, William desconstrói o tabu do silêncio masculino . Aprenda como a neuroplasticidade molda quem você é e por que entender sua "criança interna" é a única forma de se tornar um líder de alta performance no mundo real.Disponível no Spotify:Link: https://open.spotify.com/episode/0nornpzZmlZNFEcDfCJe0n00:00:11 - William Borghetti: A voz da neurociência na adolescência. 00:02:08 - O impacto brutal: A perda do pai e o tabu do suicídio. 00:13:23 - A lista do abuso: Como sobreviver a uma infância desgraçada. 00:19:20 - De Mauá para o mundo: O apoio que cria pilotos de A380. 00:27:39 - O que é neuroplasticidade e por que ela nunca para. 00:43:03 - O sequestro do racional pelo emocional no adolescente. 00:53:54 - Gestão e Liderança: Você não lidera adultos. 01:06:58 - Por que os homens morrem mais? A eficácia do método violento.Siga o William no Instagram:https://www.instagram.com/william.borghetti/Nos Siga:Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast
Você aprendeu a dar conta.Aprendeu a ser forte.Aprendeu a não falhar.Mas em que momento você começou a desaparecer no meio disso tudo?Esse episódio fala sobre o cansaço invisível de viver para corresponder e sobre a dor de não saber mais quem você é quando o papel cai.Um convite a se reencontrar, sem performance.Cocrie essa temporada com a gente: - https://apoia.se/vaipelasombraNos siga aqui também para mais conteúdo:- Instagram- Youtube
O link de acesso ao treinamento Regulação Emocional na prática https://pay.kiwify.com.br/sTlGLMJ
Ela nasceu em São Paulo, filha única de uma mãe solteira. Ainda criança, foi para o interior, onde viveu com os avós enquanto a mãe ficou na capital trabalhando. Cresceu cercada por mulheres fortes e teve na avó, uma importante referência. Aprendeu cedo que o estudo e o conhecimento seriam o caminho mais sólido para progredir. Na juventude, voltou a São Paulo para cursar Fisioterapia na USP. Logo nos primeiros anos, aproximou-se da biomecânica por meio da iniciação científica. Após a graduação, seguiu para o mestrado na área e começou a atender corredores. Alugou uma pequena sala, mas atendia onde havia demanda: em parques e até em uma pista de atletismo. Sempre primou pela excelência. Era direta, técnica e embasada em evidências científicas e observação. Com o tempo, montou o primeiro consultório. O trabalho cresceu, os casos se multiplicaram, ela casou-se, veio a primeira gravidez e a necessidade de reorganizar a rotina. Manteve o foco na excelência enquanto buscava continuamente ampliar seu conhecimento. Em 2017, decidiu começar a correr, o que lhe trouxe uma perspectiva mais ampla sobre sua atuação profissional. Determinada a passar o máximo de tempo possível com o filho, tirou do papel um plano antigo: uma clínica própria que levaria o seu nome. Durante as obras, descobriu a segunda gravidez. Pouco depois da inauguração, no final de 2019, nasceu a filha, e em seguida o mundo parou. A pandemia interrompeu os atendimentos presenciais, mas acelerou algo que ela já vinha construindo. Os cursos online, criados para ampliar o alcance do seu trabalho, se tornaram uma importante ponte entre o conhecimento acumulado e milhares de corredores e profissionais da saúde. Ao mesmo tempo, sua presença cada vez maior no Instagram consolidou seu estilo de comunicação e a transformou em uma porta-voz, muitas vezes contundente, da corrida descomplicada. A notoriedade a levou a ampliar o seu campo de atuação dentro da corrida. Contrariando a tendência e a moda, somente no ano passado decidiu fazer sua estreia em uma maratona. Conosco aqui, a fisioterapeuta mestre em biomecânica que usa o raro dom da comunicação direta e sem rodeios para propagar uma mensagem que a transformou em empreendedora e celebridade no mundo da corrida. Uma corredora fora dos padrões que dominaram as redes sociais, ela escolheu o conhecimento como discurso e a coerência como estratégia, inspirando uma infinidade de pessoas a curtirem o melhor que a corrida pode oferecer. A corajosa e poderosa maratonista assisense, Raquel Ana Castanharo Trento. Inspire-se! Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se. SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Sousa Tavares analisa a resposta de Montenegro às tempestades: “deve ser o mais parecido que tivemos com uma guerra desde as invasões francesas”, para considerar que começou por faltar liderança e que foi o PR quem “puxou a carroça”. Sobre os efeitos, teme consequências económicas graves, propõe que a reconstrução seja feita a ter em conta os erros do passado e critica o momento escolhido pela MAI para deixar as funções. Sobre as presidenciais, diz que os eleitores “fizeram de um dia cinzento, um dia claro”. Fala ainda do papel de Seguro e deixa uma ideia em jeito de provocação sobre o voto dos emigrantes. Por fim, elogios para uma “excelente notícia” que chega da AR.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Profissional Da Saúde Não Aprendeu a Ser Empresário na Faculdade _ Café com Paciente _22
Mandatário distrital de Seguro esteve com Ventura no pré-seminário e diz que o candidato tem valores "anti-cristãos". Socialista quer "mudar o regime" e acusa adversário de querer "mudar de regime".See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu.E, sendo Ele consumado, veio a ser a causa da eterna salvação para todos os que Lhe obedecem…" Hebreus 5:8-9MUTIRÃO DA FÉ PELO BRASIL:"E se o Meu povo, que se chama pelo Meu Nome, se humilhar, e orar, e buscar a Minha Face e se converter dos seus maus caminhos, então Eu ouvirei dos Céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra." II Crônicas 7:14
No Redação AutoMotor, direto do estúdio montado no Rolex 6 Horas de São Paulo, Andrea Amadeo recebe Manu Clauset, piloto de apenas 16 anos, para um papo base, escolhas de carreira e a realidade da pressão no automobilismo.Filha do multicampeão do rally Cacá Clauset, Manu conta como a paixão nasceu vendo o pai competir e por que decidiu começar pelo kart. A transição mirou a Fórmula Delta, mas foi no turismo, na Race Cup, que ela diz ter se encontrado de verdade.No episódio, Manu também fala da sua afinidade com provas longas, das experiências em corridas de endurance como o Cascavel de Prata e do sonho de chegar ao WEC, sem tirar do radar a Stock Car. Ela comenta ainda a importância do apoio dos mais experientes, incluindo o piloto Gaetano Di Mauro, e abre um ponto essencial: saúde mental e preparação física como pilares para sustentar performance sob pressão. Manu tem como ídolo feminina a piloto Bia Figueiredo.---------------------------------------------------------------------------------------------O AutoMotor por Reginaldo Leme é a sua plataforma de conteúdo especializado. Com mais de 50 anos de cobertura na Fórmula 1, Reginaldo Leme é uma das referências internacionais no assunto, e o mais experiente jornalista brasileiro do esporte a motor. Eleito duas vezes como melhor comentarista esportivo do Brasil (2008 e 2016), atualmente ele integra a equipe da Band na cobertura da F-1 e da Stock Car. Inscreva-se já, ative as notificações e compartilhe com seus amigos.---------------------------------------------------------------------------------------------Quer anunciar nos projetos do AutoMotor por Reginaldo Leme?Fale com a gente: oficina259@oficina259.com.brParcerias comerciais, eventos e palestras: danielaleme@oficina259.com.brFaça suas sugestões, dicas, críticas ou correções nos comentários abaixo.---------------------------------------------------------------------------------------------
Convidado: Filipe Figueiredo, historiador pela USP, colunista do jornal O Estado de São Paulo e criador do podcast Xadrez Verbal. Com a maior estrutura militar do planeta, há décadas os Estados Unidos transformaram seu poder bélico em instrumento de política externa. Em nome da segurança nacional e de interesses estratégicos, Washington atuou – direta ou indiretamente – para intervir na política de outros países ao redor do globo. Os resultados deixaram rastros de instabilidade e crises duradouras. A exemplo do que aconteceu no Iraque, no Irã e no Afeganistão, onde a ocupação americana durou duas décadas. Agora, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirma que a intervenção na Venezuela não tem data para terminar – e vai durar até um processo de transição de poder. Neste episódio, Victor Boyadjian conversa com o historiador Filipe Figueiredo. Colunista do jornal O Estado de São Paulo e criador e apresentador do podcast Xadrez Verbal, Filipe relembra o que levou às invasões de países na América Latina e no Oriente Médio – e responde como o movimento MAGA dá uma nova roupagem ao processo de intervencionismo americano. Ele explica o que deu errado em uma série de processos de intervenção e, por fim, traça um paralelo entre as invasões do Iraque e da Venezuela.
"O qual, nos dias da Sua Carne, oferecendo, com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas AO QUE O podia livrar da morte, foi ouvido quanto ao que temia. Ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu." Hebreus 5:7-8"Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?" Jeremias 17:9…Vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos Céus, SANTIFICADO seja o Teu Nome; Venha o Teu Reino, SEJA FEITA A TUA VONTADE, assim na Terra como no Céu; Mateus 6:9-10
A série Talks Estadão Mídia & Mkt traz as trajetórias, desafios e inovações na voz das lideranças da comunicação e do marketing. A primeira temporada é dedicada a mulheres de impacto – profissionais que estão transformando o mercado e redefinindo o futuro dessa indústria. Neste episódio, Aléxia Duffles, diretora de marketing da MRV, fala sobre a força da marca como solução em moradia popular, a diversificação de produtos da empresa e importantes ativações de marketing.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Psicoterapeuta americano Clay Cockrell diz que super-ricos têm dificuldades com relacionamentos e com a ideia de que nunca se tem o suficiente.
"Afagando-lhe o ego e comprando-lhe armamento". Líderes estiveram na Casa Branca para mostrar a "coesão europeia". A análise de Helena Ferro Gouveia e um aviso para a Ucrânia e a adesão à UE.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Anexos al abecé de la música popular de Brasil en forma de compilaciones. Intervienen: Zélia Duncan, Alcione, Moska, Simone, Dona Ivone Lara & Toni Garrido, Leci Brandâo, Emílio Santiago, Maria Rita, Lenine, Fernanda Abreu, Cavaleiros de Jorge, Carlos Malta, Hamilton de Holanda y Henrique Cazes.Escuchar audio
Apesar de ter experimentado diversas modalidades durante a infância, ela não era afeita aos esportes. Quando tinha 15 anos de idade, pisou numa academia de ginástica em busca de alinhar sua estética aos padrões das capas das revistas para adolescentes da época. Pegou gosto pela musculação e, como parte do treino aeróbico, fazia aulas de corrida na esteira e de ginástica. Engravidou cedo, e foi graças à ajuda da mãe que graduou-se em Administração. Depois de dois anos trabalhando como produtora de moda de uma estilista, foi trabalhar na mesma função para a revista O2. Lá, respirando corrida todos os dias, foi incentivada a correr seus primeiros 10 km na rua. Ao cruzar a linha de chegada, algo mudou para sempre. A corrida saiu do papel para se tornar uma mistura de sensações e emoções — uma realidade que a encantaria e se tornaria um estilo de vida. Conheceu a lendária atleta e treinadora Cris Carvalho e, com ela, aprendeu a se dedicar e a treinar duro para buscar o seu melhor. A cada ano, a cada resultado, a dedicação aumentava. Totalmente imersa no mundo da corrida, os treinos, metas e provas eram cada vez mais desafiadores. A vontade de compartilhar suas experiências a levou a criar o primeiro blog sobre corrida para mulheres. Já na era das redes sociais, tornou-se influenciadora e aproveitou os “recebidos” para correr algumas das maratonas mais famosas do mundo. Mas, com o tempo, veio também a pergunta: será que correr mais rápido era sempre correr melhor? Qual o custo de tanta dedicação? Em 2019, após o nascimento do segundo filho, aos 34 anos e decepcionada com a maneira como o mundo corporativo trata as mulheres fez uma transição de carreira e foi do marketing esportivo e de luxo, para nutrição e saúde da mulher. O amor pela corrida permanecia, mas agora acompanhado de uma nova missão: entender o corpo além do desempenho. Formou-se em Nutrição, mergulhou nos estudos e descobriu que saúde não se resume a dietas restritivas ou quilômetros acumulados. Aprendeu, na prática, que o equilíbrio está na escuta, no respeito aos limites e na ciência que sustenta cada escolha. Ela não parou de correr — só mudou o foco. Em vez de buscar apenas o pódio, busca a longevidade, para ser uma mulher madura independente, bonita, saudável, que anda com roupa de ginástica e não fica enchendo o saco dos filhos com problemas de saúde — assim como a sua mãe. Em vez de impor regras, ensina autonomia. E, acima de tudo, prova que reinvenção não é sobre recomeçar do zero, mas sobre levar consigo cada lição aprendida no caminho. Conosco aqui, a mãe que se tornou produtora de moda, fashionista e baladeira; a blogueira que se tornou corredora; a influenciadora que se tornou nutricionista nutriversiva e mentora, cujo trabalho é mostrar que existe uma outra nutrição — que nos emancipa e nos capacita a viver o melhor da nossa vida; a comunicadora, podcaster e futura educadora física; a corredora carioca Paula Narvaez Teixeira. Inspire-se! Um oferecimento da Meia do Correrdor Lupo Sport. Compre com desconto clicando aqui. @luposportoficial SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Neste episódio do IR Cast, Tiago Prado recebe Alexandre Filho, um jovem empreendedor de apenas 21 anos. Alexandre contou como abriu mão da faculdade para empreender ao lado do pai, enfrentando desafios, aprendendo leis de transporte sozinho aos 16 anos e criando uma escola Acesse nossas redes: Instagram: @imigranterico.ofc @tiagopradous caminhoneiros que já impactou centenas de vidas. Mais do que negócios, ele fala sobre propósito, família, sacrifício, liderança e legado.
Duarte Marques, diretor de campanha de Luís Marques Mendes, acredita que timing da candidatura do Almirante é estratégico, pede ainda posicionamento sobre o caso dos marinheiros acusados de indisciplina.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você não aprendeu essa habilidade e ela pode mudar a sua vida | Comunicação não-violenta (CNV)
Sonhar com São Paulo era sonhar com oportunidades. Mas a realidade foi outra e a rua se tornou a casa do Carioca por duros 12 anos. Entre noites frias e dias de incerteza, Carioca fez um amigo, vizinho de calçada, que lhe ofereceu um caminho para sobreviver: se tornar catador e aprender a garimpar.No ferro velho, ele entendeu que o que chamam de lixo tem valor. Aprendeu a separar, carregar, vender. E ali, entre os montes de material reciclável, encontrou um teto. O dono do ferro velho ofereceu um espaço, um barraco simples, mas seu. O primeiro colchão foi um pedaço de papelão, o travesseiro, um bloco de cimento. Mas ele dormiu tranquilo, protegido pela primeira vez em anos.Foi ali que conheceu Jo. A menininha vinha todo dia, levando o almoço de quem trabalhava no ferro velho. No meio das idas e vindas, os dois criaram um vínculo. Até que um dia, com a pureza de uma criança, a Jo olhou para o Carioca e disse: “Se eu tivesse um pai, queria que fosse igual a você.”Aquela frase virou uma chave. Ele, que tinha se acostumado a sobreviver, sentiu a responsabilidade de ser referência. Mas a aproximação não passou despercebida. A mãe de Jo estranhou o quanto a filha falava sobre aquele homem chamado Carioca. Ele foi até a casa dela, explicar que estava certa em se preocupar com a filha.Só que a amizade entre o Carioca e a mãe da Jo foi crescendo. A amizade virou carinho, o carinho virou amor. E assim ele teve a chance de construir uma família.Mas o sentido da sua vida não parou ali. Em 2002, soube que a prefeitura apoiaria grupos organizados de catadores. Com outros 46 trabalhadores, formaram uma cooperativa. Hoje, sua cooperativa tem 352 cooperados, seis unidades, um centro escola. Mais do que coletar e separar materiais, formam e qualificam pessoas, resgatam jovens antes que a criminalidade os adote, dá oportunidade a quem saiu do sistema prisional, a quem envelheceu e o mercado de trabalho descartou.O Carioca entende que os catadores salvam o planeta diariamente. Mas, acima de tudo, salvam uns aos outros. E foi assim que ele encontrou seu lugar no mundo: no amor de uma filha, no encontro com sua esposa e no trabalho que dá dignidade a tantos. Porque, quando se faz algo com verdade, tudo encontra seu caminho.
Se há uns anos se sonhava com a erradicação do sarampo, hoje a taxa de vacinação das populações parece dificultar tal cenário. A Europa pode estar, novamente, em perigo e a culpa é dos anti-vacinas?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com 22 anos, Leticia perdeu toda a memória da sua vida. Como se sua própria história tivesse sido apagada, ela não reconhecia as pessoas, lugares ou sequer a própria imagem em fotografias. Era como se estivesse começando do zero, sem referências, sem um passado.Leticia convivia com alergias severas, mas a situação piorou. Um dia, ela sentiu as pernas ficarem geladas, os sintomas se intensificando, e ela foi levada ao hospital.Durante a internação, ela comeu algo que não podia e seu corpo reagiu violentamente. Parada cardíaca. Fechamento da glote. Uma dor insuportável. Os órgãos foram falhando um a um. Leticia ficou acamada, sem mobilidade, sem controle sobre o próprio corpo.Quando o caso dela parecia não ter solução, um médico alemão apareceu, e em dez dias de tratamento, ela voltou a andar. Mas o mais impressionante veio depois: exames revelaram vários vírus incubados em seu cérebro – meningite, dengue, rubéola, sem conta os fungos. Mas ela acordou sem memória de um dia para o outro? Não. Os esquecimentos vieram aos poucos. Nomes citados por sua mãe pareciam desconhecidos. Pessoas próximas se tornaram estranhas, até mesmo sua mãe. Sua própria imagem no espelho era de uma desconhecida.Forçar a memória trazia dores de cabeça, então ela desistiu de lembrar. Decidiu aceitar. Sem passado para guiar suas escolhas, decidiu construir algo novo. Foi aí que ela descobriu uma facilidade para aprender idiomas. Aprendeu alemão em cinco meses para agradecer ao médico que a ajudou, e seguiu estudando outros.Com medo de esquecer tudo o que construiu novamente, Leticia passou a se apegar a pequenos detalhes e começou a registrar tudo em vídeo, de pequenas anotações a qualquer coisa que garantisse que, se um dia tudo sumisse de novo, ao menos o presente estivava documentado.Hoje ela celebra cada momento. Cada encontro. Cada aprendizado. E se um dia a memória falhar de novo, ela já sabe: o que importa é viver. Criar memórias novas e melhores.
Convidada do "Desculpa Alguma Coisa", videocast de Tati Bernardi no Canal UOL, a influenciadora Juvi Chegas contou sobre o início da carreira, saúde mental, relação familiar e seu recente relacionamento.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, o professor Renato Cardoso iniciou o programa ressaltando que a falta de entender, conhecer e praticar o amor inteligente é a raiz de muitos males nos relacionamentos. Na oportunidade, ele reforçou que as pessoas não entendem que o amor tem que ser inteligente, ou seja, tem que usar a cabeça para conduzir o relacionamento. Como a maioria não usa, então, erra muito. Com isso, elas chegam às crises e não conseguem resolver os problemas. Sempre se incomodou Nesse ínterim, Renato compartilhou o pedido de ajuda de uma aluna. Ela contou que está casada há três anos e marido sempre assistiu pornografia, por causa disso, ela sempre se sentiu incomodada. Ela conversou com o companheiro sobre isso, mas ele não ‘deu bola' para a queixa dela. A aluna perguntou aos professores o que fazer. Em seguida, outra aluna confessou que conheceu um garoto por meio de um aplicativo e eles namoraram por pouco mais de um ano. No início, era tudo muito bom e ele a fazia feliz. Contudo, por causa de alguns problemas que ele estava enfrentando, a aluna começou a receber pouca atenção e passou a cobrá-lo. Fora isso, ela se tornou uma pessoa muito ciumenta. A aluna comentou que o fato de ele morar em outra cidade e nunca ter levado a aluna para conhecer a família fez com que ela se tornasse paranoica. Ela pontuou outras coisas, inclusive, que pegou uma conversa com outra garota. Ela está longe dele, está triste e não quer perdê-lo. Ela não sabe insiste ou não nesse amor. Aprendeu e praticou Por fim, conheça a história da Mara. Ela sofreu muito na infância, ficou traumatizada, passou por diversos relacionamentos e quando adulta sofreu muito no casamento também. Ela não conseguia se entregar de fato na relação e era muito agressiva com o companheiro. Contudo, após aprender e praticar o amor inteligente ela se transformou. Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Minha convidada brincou muito na rua durante a infância. Além das brincadeiras comuns, ela gostava de correr ao redor do quarteirão e pular corda até contar 2 mil. Na escola adorava as aulas de educação física. Aos 13 anos teve acesso à piscina de um clube da cidade e se recorda de ter nadado muitas vezes por horas, tanto que foi convidada a fazer parte da equipe de natação. Acompanhava sua mãe à academia e sonhava frequentar as aulas de ginástica. Quando fez 15 anos, ganhou de presente a matrícula na academia. No segundo ano do colegial, inspirada pela sua ídolo, Fernanda Keller, fugia de algumas aulas para ir ao clube treinar sozinha as modalidades do triathlon. Começou a trabalhar como professora de ginástica e ingressou na faculdade de educação física. Aprendeu todos os tipos de aula, da localizada ao step, da aeróbia até toda a diversidade da franquia Bodypump. Em 2006, Foi convidada por uns amigos a participar da histórica Ecomotion Pró, a maior corrida de aventura brasileira da época. Depois migrou para as corridas de montanha e participou do X Terra Ilhabela, da Maratona Torres Del Paine na Patagônia, do The North Face Challenge São Francisco e da Transgrancanaria. Participou também de três provas de Ironman e fez o trekking ao acampamento Base do Everest, chegou o topo do Kilimanjaro e do Huayna Potosi, na Bolívia. Viajou durante 9 meses através do Oceano Pacífico a bordo de um veleiro, ano passado fez um trekking desafiador de 400 quilômetros no Himalaia e se apaixonou definitivamente pela montanha. Este ano tentou chegar ao cume do Lenin, uma montanha de 7.134 metros de altura entre o Tajiquistão e o Quirguistão. Conosco aqui a educadora física com pós-graduação em musculação e bases fisiológicas do treinamento esportivo, treinadora criadora do método que leva o seu nome, triatleta, aventureira, ultramaratonista e montanhista uberlandense, a acelerada Vanessa Silva de Oliveira. Inspire-se! SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se. Um oferecimento de @BOVEN_ENERGIA. Quando a paixão pelo esporte encontra a energia transformadora, nascem histórias inspiradoras e uma nova etapa do seu negócio está para começar! Sabia que no Mercado Livre de Energia, você está livre das Bandeiras Tarifárias e pode economizar até 40% na conta de energia? É uma alternativa inteligente para empresas que procuram eficiência energética, economia e compromisso com a sustentabilidade, contribuindo com a redução de emissões de carbono em nosso planeta. Com a Boven, você migra com segurança e tranquilidade, aproveitando todas as vantagens desse modelo. Descubra quanto o seu negócio pode economizar com o gerenciamento da Boven. De energia, a Boven entende! boven.com.br