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Enquanto Trump e o Conselho de Segurança da ONU decidem oo futuro de Gaza, Netanyahu e seu governo continuam incendiando o país.Bloco 1- Projeto dos EUA para Gaza é aprovado no Conselho de Segurança da ONU.- EUA e Arábia Saudita se aproximam. E Israel? Como fica?- Cisjordânia em chamas. Pogroms, evacuação de assentamentos e atentado.Bloco 2- Crise política no mundo ultraortodoxo por conta da lei de alistamento.- Supremo permite que Levin indique chefe da investigação no caso da Procuradora do exército.- Governo decide criar uma Comissão de Inquérito para investigar o 07/10. Investigados querem indicar os investigadores. Bloco 3- Personagem da semana- Palavra da semana- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuroNo exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuroNossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - @doladoesquerdo e @joaokminstagram - @doladoesquerdodomuroyoutube - youtube.com/@doladoesquerdodomuroTiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #328 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
Num quadro em que o Irão continua a ser ‘o' inimigo dos Estados Unidos no Médio Oriente, a visita de ‘estadão' do príncipe-herdeiro da Arábia Saudita à Casa Branca assume os seus verdadeiros contornos. E percebe-se melhor a razão que leva Donald Trump a correr o risco de intranquilizar os seus amigos israelitas ao permitir a venda de caças F-35 ao reino árabe. Com a União Europeia prestes a tomar uma decisão sobre o uso dos ativos russos congelados em Bruxelas, percebe-se melhor a razão que leva o presidente ucraniano a fazer um périplo de compras que o levou a Atenas, Paris e Madrid. Mais a norte, e perante as inesperadas dificuldades do primeiro-ministro britânico em ‘singrar' à frente do executivo apesar de anos e anos seguidos de governos conservadores, percebe-se melhor a razão que leva o povo a apostar cada vez mais no extremista Nigel Farage.
Il 18 novembre il presidente statunitense Donald Trump ha ricevuto alla Casa Bianca il principe ereditario saudita Mohammed bin Salman. Con Lorenzo Trombetta, giornalista.Il parlamento sloveno ha approvato a larga maggioranza una legge voluta dal governo che aumenta i poteri della polizia in aree definite “ad alto rischio”, accusata di essere repressiva e discriminatoria nei confronti della comunità rom. Con Luka Lisjak Gabrijelčič, storico e giornalista sloveno.Oggi parliamo anche di:Musica • Wednesday dei BleedsCi piacerebbe sapere cosa pensi di questo episodio. Scrivici a podcast@internazionale.it Se ascolti questo podcast e ti piace, abbonati a Internazionale. È un modo concreto per sostenerci e per aiutarci a garantire ogni giorno un'informazione di qualità. Vai su internazionale.it/abbonatiConsulenza editoriale di Chiara NielsenProduzione di Claudio Balboni e Vincenzo De SimoneMusiche di Tommaso Colliva e Raffaele ScognaDirezione creativa di Jonathan Zenti
Confira no Morning Show desta quinta-feira (20): O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, permanece preso na superintendência da Polícia Federal em São Paulo. Ele foi detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos enquanto tentava embarcar para fora do Brasil. Vorcaro é o principal alvo de uma operação que investiga um esquema de venda de títulos de crédito falsos. Um homem que passeava com seus cães no bairro Brooklin, região nobre da capital paulista, foi abordado por três criminosos, que estavam em três motos. A vítima era policial civil, reagiu e acabou sendo baleado por um dos bandidos. As posições recentes do vice-prefeito de São Paulo, Mello Araújo (PL), cobrando mérito pelo fim da concentração de usuários de drogas na chamada Cracolândia, na capital paulista, não foram bem avaliadas pelos aliados do prefeito da cidade, Ricardo Nunes (MDB), e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). A avaliação interna é de que Mello Araújo age de forma isolada, enquanto as gestões municipal e estadual trabalham em conjunto. O deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) foi visto em Miami, nos Estados Unidos, segundo um jornalista do portal PlatôBR. Ramagem, que foi condenado a 16 anos de prisão por envolvimento na tentativa de golpe de Estado, está proibido de deixar o Brasil por determinação do STF. Embora a defesa tenha recorrido da sentença, a viagem infringe as medidas cautelares impostas e eleva o alerta das autoridades para um alto risco de fuga. O ex-deputado Deltan Dallagnol entrou com uma ação na Justiça Federal de Curitiba contra o presidente Lula (PT), a primeira-dama Janja, e as empresas de locação do iate de luxo que hospedou o casal durante a COP30. O motorista de carreta Dener Laurito dos Santos, de 52 anos, confessou à Polícia Civil ter inventado a história de que foi amarrado a supostos explosivos dentro da cabine do caminhão no Rodoanel Mário Covas, na Grande São Paulo. O presidente Donald Trump recebeu Cristiano Ronaldo e Mohammed bin Salman, príncipe herdeiro da Arábia Saudita, na Casa Branca na última terça-feira (19). Vale ressaltar que Cristiano Ronaldo tem contrato com o Al-Nassr, da Arábia Saudita, até 2027 e o clube é controlado pelo Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
O erechinense Camillo seguiu o conselho de um professor do ensino médio e, quando chegou a hora de escolher um curso superior, fez Química Industrial em Porto Alegre. Por lá, também engatou um mestrado e um MBA, mas não sem antes emplacar um estágio na Alemanha ainda na graduação.De volta ao Brasil e depois de trabalhar na Braskem, ele foi abordado não uma, mas duas vezes via LinkedIn para ir trabalhar na Arábia Saudita. Da segunda vez, com uma entrevista presencial (em Dubai), deu certo.Neste episódio, o Camillo conta sua peculiar trajetória, além das particularidades, das vantagens e desvantagens, e dos desafios de morar na terra onde ele quase foi convertido acidentalmente.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaCamillo Delfino, Pesquisador em Inovações Petroquímicas em Al Khobar, Arábia SauditaLinks:Podcast Xadrez VerbalCarreira sem Fronteiras #42: Personal Trainer em Al Khobar, Arábia SauditaA Black November da Alura começou! Aproveite o maior desconto do ano e inscreva-se na Alura com até 50% de desconto!TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
O episódio desta semana do podcast Diplomatas teve como tema principal a recepção de Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos, a Mohammed bin Salman (MBS), príncipe herdeiro e governante de facto da Arábia Saudita, num evento luxuoso na Casa Branca que também contou com Cristiano Ronaldo, jogador e capitão da selecção portuguesa de futebol e do clube saudita Al-Nassr. Teresa de Sousa e Carlos Gaspar partiram da visita de MBS a Washington D.C. para analisar a estratégia da Administração Trump para o Médio Oriente, que incluiu a aprovação recente de uma resolução no Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre as propostas do Presidente dos EUA para um cessar-fogo na Faixa de Gaza. No âmbito dos últimos desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia e a política europeia de defesa, a jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA responderam a uma pergunta de um ouvinte do podcast sobre os esforços de concertação dos investimentos dos países da União Europeia na produção e aquisição de armamento. No final do episódio, Teresa de Sousa e Carlos Gaspar reflectiram sobre os 80 anos volvidos dos julgamentos de crimes de guerra nazis pelo Tribunal Militar Internacional de Nuremberga. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O capitão da seleção visitou a Casa Branca no mesmo dia do príncipe regente saudita, acusado de ordenar a morte de um jornalista há oito anos. Ronaldo está a ajudar a lavar a imagem saudita no mundo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O capitão da seleção visitou a Casa Branca no mesmo dia do príncipe regente saudita, acusado de ordenar a morte de um jornalista há oito anos. Ronaldo está a ajudar a lavar a imagem saudita no mundo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cristiano Ronaldo esteve ontem na Casa Branca, integrado na comitiva da Arábia Saudita. Mohammed bin Salman, acusado pela CIA de ter mandado matar um jornalista do “The Washington Post” que era crítico do regime saudita, saiu ontem da Casa Branca com elogios do presidente dos Estados Unidos pelo seu histórico em defesa dos direitos humanos. Para conversar sobre o significado desta visita à Casa Branca, recebemos no Expresso da Manhã o comentador da SIC Rui Cardoso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira na edição do Jornal da Record desta terça (18): Inep anula três questões da prova por suspeita de vazamento. Lula rebate críticas de chanceler da Alemanha sobre realização da COP30 em Belém. Presidente brasileiro sanciona lei que proíbe uso de linguagem neutra em documentos e materiais oficiais do governo. Trump se reúne em Washington com o príncipe da Arábia Saudita. Reino Unido divulga dados sobre imigração após anunciar mudança nas regras de asi
Depois da visita do príncipe da Arábia Saudita aos EUA, Francisco Pereira Coutinho diz que Trump quer fazer "grande negócio" no Médio Oriente. Na Ucrânia, guerra de atrito vai durar ainda algum tempo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Projeto que libera a divulgação dos documentos do caso Epstein foi aprovado na Câmara e no Senado, seguindo agora para assinatura de Donald Trump. E mais:- Príncipe saudita Mohammed bin Salman diz que só assina os Acordos de Abraão se houver um caminho concreto para criar um Estado palestino- População equatoriana diz não no plebiscito em que o presidente Daniel Noboa pedia a criação de uma Constituinte e a instalação de bases militares estrangeiras no país para ajudar os Estados Unidos no combate ao narcotráfico- Vaso sanitário feito de ouro maciço 18 quilates por um artista italiano foi vendido por mais de 12 milhões de dólares Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
Trump envia uma proposta de força de paz para Gaza. O Presidente norte-americano vai receber o herdeiro da Arábia Saudita e precisa de convencer Israel de diversos fatores, para manter um frágil cessar-fogo. Conseguirá fazer tudo sozinho, com sucesso e sem misturar realidade com propaganda? O cessar-fogo em Gaza corre, de facto, perigo? Ouça o comentário de Nuno Rogeiro na versão podcast do programa Jogos de Poder, emitido na SIC a 18 de novembro. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Orlando Samões destaca o impacto da venda de aviões de combate norte-americanos à Arábia Saudita. Admite ainda que os ataque energéticos na Ucrânia vão intensificar-se com a chegada do inverno.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Conselho de Segurança da ONU aprova plano de paz que autoriza a criação de uma força internacional de estabilização para garantir a segurança de Gaza e preparar o terreno para um possível Estado palestino no futuro. E tem ainda:- Ex-primeira-ministra de Bangladesh, Sheikh Hasina, pe condenada à morte por ter comandado a repressão ao levante estudantil de 2024- Nos EUA, Donald Trump afirma que pretende vender caças F-35 para a Arábia Saudita, medida controversa que pode redesenhar o equilíbrio militar no Oriente Médio- Governador do Pará e o prefeito de Belém criticam as falas depreciativas do chanceler da Alemanha Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
The New York Times dá conta de pressões internas para travar venda de caças à Arábia Saudita, pelas boas relações com a China. Diário de Notícias: medicamentos até 30€ não aumentam no próximo ano. See omnystudio.com/listener for privacy information.
The New York Times dá conta de pressões internas para travar venda de caças à Arábia Saudita, pelas boas relações com a China. Diário de Notícias: medicamentos até 30€ não aumentam no próximo ano. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Aproveite o Black November da Insider Store com o cupom de desconto RESUMIDO: https://creators.insiderstore.com.br/RESUMIDOBFGrupo oficial da Insider no WhatsApp com Flash Promos: https://creators.insiderstore.com.br/RESUMIDOWPPBF--Faça sua assinatura! www.resumido.cc/assinatura--Tom Brady clona cachorro, Ucrânia gamifica guerra com drones e menina chora ao se despedir de brinquedo de IA. Por outro lado, Rosalía lança álbum sem IA e mega investidor aposta US$ 1 bi no estouro da bolha tech.Humanidade virou aposta?No RESUMIDO #338: Rosalía lança manifesto anti IA, Tom Brady clona o próprio cachorro, Ucrânia gamifica guerra com drones, menina chora ao se despedir de brinquedo de IA, Microsoft chama busca por consciência de máquina de absurda, Arábia Saudita quer exportar IA, Google planeja data center no espaço e muito mais!--Ouça e confira todos os links comentados no episódio: https://resumido.cc/podcasts/alugue-um-amigo-online-para-ferias-falsas-ia-erra-metade-das-noticias-cama-inteligente-travada
Bom dia! ☕As roupas com tecido tecnológico da Insider estão aqui.Aqui você entende as condições do Plano 50 da Ademicon.No episódio de hoje:
Carlos Mota Santos acredita que o risco financeiro para o Estado das grandes obras públicas é baixo e revela que a próxima aposta da consultora é a Arábia Saudita. Este episódio teve moderação de João Silvestre, editor-executivo do Expresso, e João Vieira Pereira, diretor do Expresso, e contou com a participação de Carlos Mota Santos, CEO da Mota-Engil. A edição esteve a cargo de João Martins.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Trump envia uma proposta de força de paz para Gaza aos árabes, isto porque irá receber o herdeiro da Arábia Saudita e precisa de convencer Israel de vários fatores, para manter um frágil cessar-fogo. Conseguirá fazer tudo sozinho de forma bem sucedida e sem misturar realidade e propaganda? A verdade é que mesmo após Trump gritar vitória, Gaza permanece sob um clima instável de paz. Ouça a análise de Nuno Rogeiro na versão podcast do programa Jogos de Poder, emitido na SIC a 4 de novembro.Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Tenha acesso a +15 modelos de IA, cursos, ferramentas exclusivas e 30 dias grátis pra testar: https://go.adapta.org/campaign/adapta-mm-youtubeO Brasil está condenado a ser o país da "meia-entrada" e do "ganho fácil"?No Market Makers de hoje, recebemos Ivan Barboza, sócio e gestor do fundo de ações da Ártica Long Term (que acumula 29% de rentabilidade ao ano em 12 anos), para discutir os motivos estruturais que travam o crescimento do Brasil. Em uma carta recente, a Ártica provoca: por que não saímos do lugar?Ivan aponta problemas profundos que vão além da política. Ele explica como a "cultura do ganho fácil" e a mentalidade de que "CDF é otário" são os verdadeiros freios da nossa educação e produtividade. Discutimos também como programas de benefícios, como o Bolsa Família, criam uma "armadilha populista" que desincentiva o trabalho formal (CLT) e gera falta de mão de obra na indústria.Além disso, o gestor detalha como o complexo sistema tributário brasileiro incentiva mais o lobby do que a eficiência. Segundo ele, no Brasil, "vale mais a pena fazer lobby do que fazer a melhor cadeira do mundo".Mas, então, como um investidor de longo prazo navega nesse cenário de "mediocridade estável"? Ivan Barboza revela sua estratégia para lucrar com a volatilidade gerada por esses ruídos. Ele explica por que ignora o "Tarcísio Trade" e foca em comprar boas empresas quando todos estão pessimistas – como agora, momento em que a alocação do investidor local na bolsa está nas mínimas de 25 anos.Para fechar, o gestor abre a carteira da Ártica e detalha três teses de investimento:-Suzano (SUZB3): Por que ele está comprando a "Arábia Saudita da celulose" enquanto o preço da commodity está em baixa.-Track & Field (TFCO4): A "marca de luxo" do exercício que criou um nicho protegido e cresce de forma consistente.-Charmcare (Japão): A surpreendente tese internacional para investir no envelhecimento da população japonesa.Você concorda com o Ivan? O maior problema do Brasil é a nossa cultura de "querer levar vantagem" ou são as regras do jogo (impostos, política) que nos travam? Deixe sua opinião nos comentários!
Mohammed bin Salman e la sua “Vision 2030” ha affascinato tanti, nonostante i suoi metodi e la dura repressione - compreso l'omicidio - contro i suoi detrattori. E quello di MbS è un potere capace di insinuarsi anche nei meandri più profondi della Silicon Valley. Gli articoli citati nella puntata sono: Money talks: the deep ties between Twitter and Saudi Arabia, 9 ottobre 2025, https://www.theguardian.com/technology/2025/oct/09/twitter-saudi-arabia-deep-ties-elon-musk-prince-mohammed. Gli inserti audio della puntata sono: معالي الأستاذ بدر العساكر ضيف برنامج الليوان مع عبدالله المديفر ( حكايا مسك , والشباب ), canale Youtube روتانا خليجية, 23 maggio 2019. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Esta semana falamos sobre a decisão final de um dos casos mais mediáticos dos últimos tempos, da graça que tem a liberdade de expressão e do festival que juntou humoristas na Arábia Saudita.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bruno Huberman - Para onde irá Israel? - programa 20 MinutosAO VIVO AGORA: BRUNO HUBERMAN ANALISA O FUTURO DE ISRAELEm um momento decisivo para o Oriente Médio, convidamos o especialista em política internacional Bruno Huberman para um debate urgente no "20 Minutos". Com a escalada de conflitos, mudanças no cenário geopolítico e pressões internas e externas, qual é o caminho que Israel pode seguir?
Joana Gomes Cardoso é a convidada de Conversas com CEO.A comissária-geral de Portugal na Expo Osaka diz que se criou um momento extremamente propício para Portugal em relação ao Japão e a países asiáticos como a Coreia e a China. Para já, houve negócios de anos que se concretizaram, com especial relevo para as empresas familiares, e acordos com universidades. Reconhece que a contratação pública e a instabilidade política foram os maiores desafios que enfrentou na organização da Expo Osaka, desejando agora que não se perca a experiência e o know-how que se acumulou, aproveitando-os para as duas que já estão a chegar, em Belgrado, em 2027, e na Arábia Saudita, em 2030. Falou também de como a sua vida de adolescente no Japão a ajudou a vencer desafios na organização e a ajudar outros países a compreender o temperamento de um país que, diz, é muito parecido com o dos portugueses. Como nós, não conseguem dizer não.
A notícia principal é o avanço crucial no cessar-fogo em Gaza, impulsionado pelo plano de paz de 20 pontos proposto pelo ex-presidente dos EUA, Donald Trump.O Hamas respondeu ao ultimato de Trump e concordou em libertar todos os reféns israelenses remanescentes – tanto vivos quanto mortos. O grupo também manifestou apreço pelos esforços de Trump para acabar com a guerra.O Plano e a Reação de Trump O plano de paz exige que o Hamas entregue a administração da Faixa de Gaza a um corpo de tecnocratas ou independentes palestinos. O Hamas aceitou essa transferência de administração.Donald Trump celebrou o acordo, descrevendo-o como um "dia muito especial" e "sem precedentes". Ele agradeceu abertamente às nações mediadoras, incluindo Catar, Turquia, Arábia Saudita, Egito e Jordânia, por ajudarem a unificar os esforços para acabar com a guerra e alcançar a paz no Oriente Médio.Crucialmente, Trump instruiu Israel a parar imediatamente o bombardeio de Gaza, afirmando acreditar que o Hamas está pronto para uma paz duradoura.As Condições e os Pontos de Contenção Embora o Hamas tenha aceitado partes do plano, a sua resposta constitui uma aceitação parcial, servindo como uma base inicial para negociações adicionais, e não uma aceitação completa.Os principais entraves permanecem: o Hamas não concordou com o desarmamento ou desmilitarização, que são exigências-chave de Israel. Líderes do Hamas deixaram claro que não vão depor as armas antes que a ocupação israelense termine. Além disso, o Hamas busca garantias de que Israel se retirará totalmente de Gaza.A Resposta de Israel e os Próximos Passos O gabinete do Primeiro-Ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou que Israel está se preparando para a implementação imediata da primeira fase do plano, focada na libertação dos reféns. No entanto, há relatos de que Netanyahu ficou surpreso com o entusiasmo de Trump pela resposta do Hamas, pois o lado israelense via a declaração como falha em atender a aspectos cruciais do plano.Líderes internacionais, incluindo o Reino Unido, França e Itália, saudaram a decisão do Hamas. Os próximos 72 horas foram considerados críticos, pois intensas negociações devem ocorrer para resolver as questões pendentes, como o desarmamento e a retirada militar, determinando se o acordo levará de fato ao fim da guerra. A pressão está agora sobre Netanyahu para aceitar o acordo e levar os reféns para casa.
Um pacto pouco comentado pode reordenar a segurança no Oriente Médio e no Sul da Ásia. Arábia Saudita e Paquistão firmaram um acordo segundo o qual uma agressão contra um será considerada agressão contra ambos. Na prática, isso abre a porta para uma dissuasão “terceirizada”: Riad poderia se abrigar sob o poder militar paquistanês — inclusive o nuclear — sem arcar com os custos e sanções de um programa próprio.
Nesse episódio, Edu Aurrai, Felipe Mesquita e Rodrigo Cunha falam sobre a aquisição da Electronic Arts por um grupo de capital privado, liderado pelo PIF da Arábia Saudita; a Tencent acusando a Sony de tentar "monopolizar a cultura" no caso de plágio envolvendo Light of Motiram; os eventos de Kojima, Playstation e Xbox na TGS 2025; e muito mais. Duração: 130 min Comentados: Imagens do logo de Physint da Kojima Productions Poster de Physint da Kojima Productions Poster de Physint da Kojima Productions em outro formato COMPRE O MARS 2120, METROIDVANIA BRASILEIRO: PC (STEAM) PLAYSTATION 4, PLAYSTATION 5 XBOX ONE, XBOX SERIES S|X NINTENDO SWITCH Vídeos: Trailer de Palfarm - Jogo spin-off de Palworld! KOJIMA PRODUCTIONS and Niantic Spatial: A New Dawn DEATH STRANDING MOSQUITO(Working Title)| Teaser Trailer OD - KNOCK Teaser Trailer State of Play | September 24, 2025 Annapurna Direct From Tokyo RGG DIRECT 2025 New VIRTUA FIGHTER Project Tokyo Game Show Special Stage (battle system) [4K] Xbox Tokyo Game Show 2025 Broadcast
O Presidente dos EUA propôs um plano de paz em 20 pontos para Gaza, incluindo cessar-fogo, libertação de reféns, governo provisório e reconstrução. Benjamin Netanyahu aceitou com reservas: recusa um Estado palestiniano, vai manter tropas em Gaza e desconfia da Autoridade Palestiniana. Para a investigadora do IPRI Diana Soller, os maiores entraves são a aceitação do Hamas, a falta de confiança entre as partes e a influência da extrema-direita israelita. O Presidente norte-americano apresentou um plano de paz em 20 pontos para pôr fim à guerra em Gaza. A proposta prevê um cessar-fogo imediato, a libertação dos reféns, a criação de uma administração provisória formada por técnicos independentes e um programa de reconstrução económica no território. O primeiro-ministro israelita aceitou o plano com muitas reservas: recusa a ideia de um Estado palestiniano, garante que o exército israelita vai permanecer em Gaza e mantém desconfiança em relação à Autoridade Palestiniana. Apesar da proposta de Donald Trump, levantam-se sinais de desconfiança quanto ao plano de paz. A investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI), Diana Soller, recorda que “houve várias tentativas ao longo da história, das quais a que mais se aproximou de qualquer coisa palpável foram os acordos de Oslo de 1993. E, portanto, temos boa razão para duvidar que este plano chegue efectivamente ao fim”. Ainda assim, a investigadora admite que o contexto é diferente: “Há aqui um grande incentivo para Benjamin Netanyahu que não havia noutras ocasiões, que é o facto de Benjamin Netanyahu estar a trocar o sonho da Grande Israel, pelo menos no que diz respeito à faixa de Gaza, pela hegemonia na região. O eixo Arábia Saudita-Israel, que tem condições para se pacificar perante este plano, vai ser, no fundo, o eixo que dominará o Médio Oriente daqui para a frente. E nesse aspecto em particular, parece-me que há aqui uma pequena esperança de que se chegue a algum lado.” Quando questionada sobre o impacto do crescente isolamento do primeiro-ministro, Diana Soller considera que esse factor não é determinante. Embora Benjamin Netanyahu esteja cada vez mais isolado, tanto a nível internacional como interno, a analista sublinha que "ele não demonstra sensibilidade a pressões externas, com excepção dos Estados Unidos". O plano de paz sugere uma administração provisória em Gaza, liderada por técnicos independentes. Muitos questionam a legitimidade de uma administração tecnocrática. Diana Soller contrapõe: “Uma administração tecnocrata temporária não é propriamente uma administração sem legitimidade. A própria população está cansada da guerra, parte dela está profundamente revoltada com o Hamas, também responsável pela fome e por assassínios permanentes dentro da faixa de Gaza.” E acrescenta: “A verdade é que o Médio Oriente não é propriamente conhecido por ser um conjunto de democracias e, portanto, não vejo como esse possa ser o maior entrave. Os verdadeiros entraves são, em primeiro lugar, o Hamas aceitar, porque de facto isso implica uma rendição total, e em segundo lugar a construção de confiança entre Israel e a Autoridade Palestiniana. Isso parece-me muito mais difícil. E o passo a passo deste plano mostra em que qualquer um dos passos pode fracassar.” A viabilidade do plano também depende do apoio regional: “Não seria possível um plano sem o apoio dos países árabes que se tornaram parte interessada, porque o que está em questão é a estabilidade da região e uma certa hegemonia da Arábia Saudita e de Israel que coloque de lado o Irão, o maior desestabilizador regional. Parece-me que os países árabes e muçulmanos envolvidos têm efectivamente interesse em que o plano dê certo.” Benjamin Netanyahu já declarou que não vai aceitar um Estado palestiniano, fragilizando um dos eixos políticos do plano de Donald Trump. “O que se passa aqui relativamente à recusa do Estado palestiniano está relacionado com a ala mais à direita da coligação de Benjamin Netanyahu. Vamos ver como é que isso se resolve internamente e, nomeadamente, através de outros partidos se oferecerem para apoiar o governo. Mas vamos ver”, comenta. A investigadora alerta, ainda, para o factor demográfico: “O problema é que a janela de oportunidade está a fechar-se porque a população judaica ortodoxa que apoia estes partidos de extrema-direita está a tornar-se cada vez maior em Israel. Já representa cerca de 30%. E todos os responsáveis políticos estão cientes dessa realidade. Agora, um dos outros entraves será a configuração governativa em Israel, que terá de passar por algumas alterações, alguns ajustes, alguma capacidade de aceitação pelas partes, porque um tipo de oportunidade como esta não vai voltar a surgir tão cedo.” Em Israel, as famílias dos reféns ganharam protagonismo ao exigir que a libertação seja prioridade. Mas o seu peso é relativo, acrescenta a investigadora: “Não são actores centrais, são uma parte da opinião pública que tem chamado a atenção a Benjamin Netanyahu, e com toda a razão, de que há um contrato social entre o Estado de Israel e a sua população: ninguém fica para trás. Vamos ver como é que eles de facto vão conseguir, ou se vão conseguir, pressionar o governo no sentido de cumprir o plano.” Na visão de Diana Soller, a chave não está aí: “Benjamin Netanyahu já se terá comprometido com Donald Trump e põe em causa a relação de Israel com os Estados Unidos. Isso é a única coisa que verdadeiramente pode ter impacto nestas escolhas.” A resposta à questão sobre os actores centrais é inequívoca: “Os Estados Unidos, Israel e o Hamas, além dos Estados árabes que parecem estar a apoiar este plano e que terão um papel fundamental no seu desenvolvimento. Agora, nesta fase, são claramente os Estados Unidos, Israel e o Hamas.”
Em meio às festividades do ano novo judaico vemos um país isolado internacionalmente e se destruindo internamente, com o esfacelamento de suas instituições.Bloco 1- Avanço do exército para a conquista e ocupação de Gaza continua deixando um rastro de mortes e destruição- Líder do Hezbollah diz que Arábia Saudita deve se juntar na luta contra Israel, o inimigo em comum.- Presidente sírio diz que está pronto para o diálogo, apesar da agressão israelense.Bloco 2- Ministra Mai Golan, investigada por corrupção, continua obstruindo a atuação da justiça.- Hanin Zoabi, ex-deputada do Balad, é presa para interrogatório depois de fala na Suíça.- Naftali Bennett diz que não permitirá o adiamento ou manipulação das próximas eleições.- Comissão Grunis não vê impedimentos na nomeação de David Zini para chefe do Shin Bet.Bloco 3- Assembléia Geral da ONU- Reconhecimento em massa da Palestina.- Repercussões em Israel.- Os discursos na ONUBloco 4- Palavra da semana- Dica cultural - Zeev Shternhell - The birth of fascist ideology : from cultural rebellion to political revolution- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuroNo exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuroNossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - @doladoesquerdo e @joaokminstagram - @doladoesquerdodomuroyoutube - youtube.com/@doladoesquerdodomuroTiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #320 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
Conferência Internacional de Alto Nível reafirma compromissos internacionais para a Solução Pacífica da Questão Palestina e a Implementação da Solução de Dois Estados; iniciativa é presidida por França e Arábia Saudita.
Silksong está entre nós. Agora o jogo tão aguardado foi lançado e, apesar deste programa ser focado em notícia, a gente falou não só do impacto de sua chegada, mas também do jogo em si um pouquinho. O programa também teve conversas sobre a aquisição de parte do EVO pelo Fundo Soberano Saudita, o motivo de Star Wars Outlaws vir em um Game-Key Card no Switch 2 e mais.Participantes:Guilherme JacobsHeitor De PaolaAssuntos abordados:00:00 - Silksong está entre nós34:00 - Star Outlaws precisou ser em um game-key card por conta da velocidade de leitura dos cartuchos50:00 - Fundo Soberano Saudita adquire parte do EVO1:05:00 - Negociações para levar Pefect Dark em frente deram errado1:08:00 - Rumores indicam que PlayStation 6 virá de cara com leitor de disco separadoVenha fazer parte do Discord do Overloadr! Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Civilization END - The Decline and Fall of the American Empire - Jiang XueqinPt-brJiang Xueqin é um professor e analista geopolítico chinês que ganhou notoriedade por suas previsões precisas sobre conflitos internacionais. Com base em conceitos de psico-história — inspirados na obra Fundação, de Isaac Asimov — ele utiliza seu canal no YouTube, chamado Predictive History, para antecipar eventos geopolíticos com base em padrões históricos e teoria dos jogos.Em 2024, Jiang alertou para a possibilidade de um confronto militar entre os Estados Unidos e o Irã, impulsionado por três forças principais:O lobby de Israel (incluindo o AIPAC e grupos cristãos sionistas)Interesses financeiros de Wall StreetA Arábia Saudita, que vê o Irã como ameaça existencialEle também criticou a doutrina militar americana de “choque e pavor”, argumentando que os EUA negligenciam princípios clássicos de guerra, como logística e apoio popular. Jiang comparou a possível invasão do Irã à desastrosa expedição de Atenas à Sicília no século V a.C., prevendo que os EUA enfrentariam resistência local, terreno hostil e colapso logístico.Além disso, Jiang alertou que uma segunda presidência de Donald Trump poderia acelerar esse cenário, com figuras como Jared Kushner e Nikki Haley favorecendo uma escalada militar. Ele chegou a sugerir que os EUA poderiam recorrer a operações de bandeira falsa para justificar uma invasão.===Eng-usJiang Xueqin is a Chinese professor and geopolitical analyst who has gained attention for his remarkably accurate predictions about global conflicts. Drawing on the concept of psychohistory — inspired by Isaac Asimov's Foundation series — Jiang runs a YouTube channel called Predictive History, where he uses historical patterns and game theory to forecast geopolitical developments.In 2024, Jiang warned of a looming military confrontation between the United States and Iran, driven by three powerful forces:The Israel lobby (including AIPAC and Christian Zionist groups)Financial interests on Wall StreetSaudi Arabia, which views Iran as a strategic threatHe criticized the U.S. military doctrine of “shock and awe,” arguing that it overlooks classical principles of warfare such as logistics and public support. Jiang compared a potential U.S. invasion of Iran to Athens' disastrous Sicilian Expedition in the 5th century BCE, predicting that the U.S. would face fierce resistance, mountainous terrain, and logistical collapse.Jiang also warned that a second Trump presidency could accelerate this scenario, citing figures like Jared Kushner and Nikki Haley as proponents of military escalation. He even suggested the U.S. might use a false-flag operation to justify intervention.
Hoje Lucas e Luma contam pro Marcelo as Mil e Uma Maravilhas da Arábia Saudita!Edição: Daniel BayerArte da Capa: Daltrinador
Quase 180 países participam de negociações globais para um tratado juridicamente vinculante sobre a poluição plástica, em Genebra, na Suíça. No ano passado, em Busan, na Coreia do Sul, países produtores de petróleo emperraram as discussões. O encontro começou na terça-feira (5) e deve durar dez dias. Para o Brasil, um dos principais pontos de discussão e das propostas apresentadas nas negociações é a questão da saúde humana, explica Maria Angélica Ikeda, diretora do Departamento de Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores e negociadora-chefe da delegação brasileira. “As pesquisas já encontraram microplásticos no corpo humano, no feto, na placenta, no leite materno. Segundo os cientistas, estamos ingerindo muitos microplásticos por várias vias – alimentos, líquidos, etc. O Brasil enfatiza a importância de promover e fortalecer as pesquisas científicas sobre essa inter-relação entre poluição por plásticos e saúde”, diz Ikeda. “Nós sabemos que há muita oposição de algumas outras delegações por várias razões específicas. Estamos abertos ao diálogo e à negociação. Temos, como sempre, como princípio, a flexibilidade, porque queremos ouvir todas as delegações e chegar a um resultado consensual. Mas gostaríamos de preservar o conteúdo relacionado à saúde no tratado”, assinalou a negociadora brasileira. Outro ponto defendido pela delegação brasileira é a transição justa para os trabalhadores da cadeia do ciclo de vida dos plásticos, sobretudo os trabalhadores informais, incluindo os catadores de materiais recicláveis. "Os catadores dependem de valores justos para o material reciclável, para poder garantir sua renda. Eles vendem esse material para os recicladores. Então, é muito importante protegermos esses trabalhadores das flutuações de mercado e prover regulações que realmente assegurem essa fonte de renda”, enfatizou Ikeda. A representante do governo brasileiro também defende a criação de um mecanismo financeiro ambicioso, para que os países em desenvolvimento tenham meios de implementar o acordo. WWF apresenta relatório contundente A organização de conservação WWF corrobora as preocupações com a saúde. Um relatório da WWF de julho de 2025, intitulado Plásticos, Saúde e Um Planeta, destaca que a poluição por partículas plásticas microscópicas representa uma ameaça física e química, devido aos aditivos tóxicos. Substâncias como ftalatos, bisfenóis e PFAS ("químicos eternos") são particularmente preocupantes, associadas a riscos de infertilidade, câncer, doenças respiratórias e cardiovasculares, além de impactos no desenvolvimento cerebral. O relatório defende uma abordagem de “Saúde Única” (One Health), reconhecendo as profundas interconexões entre a saúde humana, animal e ambiental. Entre as reivindicações da WWF estão o banimento e a eliminação progressiva de plásticos de uso único e de químicos perigosos. Atualmente, menos de 6% das 16.000 substâncias químicas usadas em plásticos são reguladas internacionalmente, embora mais de 26% sejam conhecidas por serem perigosas. A ONG pede regras harmonizadas e vinculantes para o design de produtos plásticos, a fim de melhorar a gestão e a reciclagem dos materiais, além de financiamento e transferência de tecnologia para países em desenvolvimento. Assim, como a delegação brasileira, a WWF também solicita a transição justa para os trabalhadores da cadeia do ciclo de vida dos plásticos, incluindo os catadores de materiais recicláveis. “Uma questão de direitos humanos”, explica Michel Santos, gerente de Políticas Públicas do WWF-Brasil. Críticas à posição brasileira Embora o Brasil tenha uma Política Nacional de Resíduos Sólidos avançada, que prevê o ciclo de vida completo do produto, o país não tem defendido amplamente a redução da produção no tratado, devido à pressão da indústria petroquímica, que não quer ver essa redução no Brasil e no mundo, aponta Santos. Ele ressalta que a indústria insiste que bastam medidas de gestão e reciclagem ("midstream" e "downstream") para resolver o problema, mas a WWF defende que, sem medidas "upstream" (redução da produção), uma solução de fato não será alcançada. Santos lamenta que iniciativas domésticas importantes, como a Estratégia Nacional de Oceanos Sem Plásticos, estejam paralisadas e “desidratadas” por influência dessa indústria. Ele enfatiza que “o capital não pode se sobrepor à saúde das pessoas e à saúde do meio ambiente”. Perspectivas para o tratado Apesar do impasse em Busan, há um otimismo cauteloso em Genebra a respeito de um acordo. Maria Angélica Ikeda compartilha essa visão: “Acredito, pelas conversas com as outras delegações, que existe uma intenção forte dos países de conseguir um acordo em Genebra”. No entanto, ela reconhece que o texto é extenso, aborda muitos temas e as posições dos países são divergentes, o que torna a negociação desafiadora. Michel Santos elogia políticas em relação ao plástico de países como Noruega, Alemanha, México e Guatemala, que defendem um tratado ambicioso. Ele teme que outros, produtores de petróleo como Arábia Saudita, Rússia e Kuwait, possam tentar arrastar as discussões e evitar acordos vinculantes.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (07/08/2025): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que planeja debater com outros líderes do Brics a possibilidade de o grupo dar resposta conjunta ao tarifaço imposto por Donald Trump. Em entrevista à agência Reuters, Lula afirmou que falará primeiro com premiê da Índia, Narendra Modi, com quem tem conversa marcada para hoje, e com o presidente da China, Xi Jinping. Além de Brasil, China e Índia, integram o Brics África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia, Irã e Rússia. Segundo Lula, a ideia é construir uma posição unificada diante do que considera “ação abusiva” do governo dos EUA. Os produtos brasileiros já estão sujeitos a tarifa de 50%. Ontem, Trump taxou a Índia em mais 25% (chegando no total a 50%) por compra de petróleo da Rússia. E mais: Economia: Tarifa sobre exportações aos EUA afeta 906 municípios brasileiros Política: Hugo Motta e Alcolumbre reagem a tentativas bolsonaristas de travar Congresso* Internacional: Sem acordo para trégua, Trump planeja encontrar Putin e Zelenski Metrópole: Moradores de várias regiões da capital paulista criam uma frente antirruídoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Carrossel parte-se a meio e faz 23 feridos na Arábia Saudita. Veja o vídeoc8807a05-b36e-f
Brasil endossou documento que marca desfecho da conferência internacional de alto nível em Nova Iorque; organizadores França e Arábia Saudita ressaltam ênfase em campos como política, segurança, ajuda humanitária, economia e justiça.
Conferência ministerial sobre tema é organizada na ONU por França e Arábia Saudita; secretário-geral diz que sucesso passa por vontade política, liderança corajosa e que se aceite a verdade de que se está vivendo em um ponto de ruptura.
O consagrado treinador português que também fez história no Flamengo deixou o Al Hilal para dirigir o arquirrival Al Nassr, time do mais vitorioso jogador português de todos os tempos. Em entrevista à RTP, Jesus afirma que Ronaldo foi fundamental na mudança de ares.
O programa em português que foi ao ar ao vivo em rede nacional nesta quarta-feira na Austrália. O noticiário do dia. Conheça Larissa Maxine, a artista brasileira que participa de produções de Hollywood na Austrália. De Portugal, o correspondente Francisco Sena Santos conta que Eduardo Souto de Moura, um dos maiores arquitetos do país e que já havia sido laureado com o equivalente ao Nobel da Arquitetura, acaba de receber o Prêmio Imperial do Japão. E também trazemos uma conversa da RTP com o treinador Jorge Jesus, que acaba de trocar o Al Hilal pelo rival Al Nassr, da Arábia Saudita. Ele agora vai treinar Cristiano Ronaldo.
No sexto e último episódio, acompanhamos os últimos anos de Neymar entre lesões, polêmicas e a ausência dos campos. Fora dos holofotes europeus, ele aceita a proposta bilionária do Al-Hilal e vai para a Arábia Saudita, onde joga pouco e se machuca rápido. Em sua volta ao Santos, Neymar e seu pai emplacam um contrato de R$ 105 milhões. Fora de campo, se associa a casas de apostas e enfrenta escândalos ao lado do pai, seu parceiro para todas as horas. Com entrevistas exclusivas de PVC, colunista do UOL, e de Marcelo Teixeira, presidente do Santos, o episódio levanta a pergunta: ainda dá tempo do Projeto Neymar se concretizar e o craque voltar a ser o herói que o Brasil sonhou? #podcastneymar #ep6 Assine o UOL e tem acesso a todos os podcasts: https://uol.com.br/uolpodcasts Podcast "Neymar" Apresentação: Juca Kfouri, e de Pedro Lopes. Reportagem: Pedro Lopes e Thiago Arantes Roteiro: Helena Dias. Pesquisa: Pedro Lopes, Thiago Arantes, Helena Dias e Bárbara Falcão Coordenação: Ligia Carriel e Daniel Tozzi. Montagem: Djeferson Barbosa. Desenho de som e finalização: João Pedro Pinheiro. Trilha sonora original: João Pedro Pinheiro. Trilhas adicionais: Epidemic Sound. Direção de voz: João Pedro Pinheiro e Mirella Guilhen. Design: Suellen Lima. Motion design: Leonardo Henrique Rodrigues. Direção de arte: Gisele Pungan e René Cardilho. Redes sociais: Ananda Portela Gerente geral de reportagens especiais: Diego Assis Diretor de reportagem: Alexandre Gimenez Diretor de conteúdo do UOL CS: Murilo Garavello