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Mudanças climáticas, desmatamento, práticas agrícolas inadequadas e expansão das monoculturas estão acelerando a degradação dos solos em diversas regiões do planeta. Para discutir soluções para essa crise ambiental crescente, representantes de governos, cientistas, organizações da sociedade civil e do setor privado participam da COP17 da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), aberta nesta segunda-feira (17) e que acontece até 28 de agosto em Ulan Bator, na Mongólia. Menos conhecida do que as grandes conferências internacionais sobre clima e biodiversidade, a COP da Desertificação busca chamar atenção para um problema que afeta diretamente a segurança alimentar, a disponibilidade de água e os meios de subsistência de bilhões de pessoas. A desertificação não é o avanço do deserto, como explica Jean-Luc Chotte, pesquisador emérito do Instituto Francês de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD) e especialista em solos. "É a degradação dos solos, a deterioração de suas propriedades físicas, químicas e biológicas, observada em áreas de climas áridos, semiáridos e subúmidos secos. Mas estes lugares não estão desertos: ali vivem agricultores, pastores, muita gente. O termo desertificação é, portanto, complicado", completa. Sob o lema "Restaurar as terras, restaurar a esperança", a conferência ocorre em um contexto alarmante. Cerca de 40% das áreas terrestres do planeta apresentam algum grau de degradação, afetando diretamente 3,2 bilhões de pessoas. A cada ano, aproximadamente 100 milhões de hectares de terras saudáveis e produtivas são perdidos, com prejuízos econômicos estimados em US$ 880 bilhões. As projeções também preocupam. Segundo dados apresentados no âmbito da Convenção, até 2050 a seca poderá atingir três quartos da população mundial. Já a partir de 2030, cerca de 700 milhões de pessoas poderão ser deslocadas em consequência dos efeitos da escassez de água e da degradação dos ecossistemas. Para Tamsir Mbaye, pesquisador do Instituto Senegalês de Pesquisa Agrícola, o evento da Mongólia acontece em um momento decisivo. "A COP17 acontece num momento em que a degradação das terras se tornou uma ameaça global, com consequências diretas para a segurança alimentar, a disponibilidade de água e os meios de subsistência de milhões de pessoas." Após uma COP16 que terminou sem grandes avanços em Riad, na Arábia Saudita, há dois anos, Mbaye considera que chegou o momento de transformar compromissos em ações concretas. Segundo ele, a degradação dos solos assume características diferentes conforme o nível de desenvolvimento dos países. Nas economias mais ricas, ela é frequentemente mascarada pelo uso intensivo de fertilizantes e outros insumos agrícolas. Já nos países mais pobres, especialmente na África Subsaariana, a baixa produtividade e o difícil acesso a esses recursos aumentam a vulnerabilidade das populações rurais. Apesar do cenário preocupante, o pesquisador destaca que existem soluções comprovadas. A Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação estima em cerca de US$ 1 bilhão por dia os investimentos necessários para restaurar os solos degradados no mundo. "Será preciso restaurar as árvores, os solos e os sistemas agrícolas. Se olharmos para o exemplo do Senegal, temos experiências promissoras. Os resultados mostram que, ao associar a pesquisa, o poder público e outros atores, como as ONGs, é possível restaurar os solos e melhorar a renda das populações", afirma. "Restaurar os solos não é apenas proteger o meio ambiente. É investir na paz, na resiliência e no desenvolvimento." A avaliação é compartilhada por Sandra Rulliere, vice-responsável pela Divisão de Agricultura, Desenvolvimento Rural e Biodiversidade da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD). Segundo ela, os custos da restauração são elevados, mas os retornos econômicos justificam amplamente os investimentos. "Os investimentos necessários são enormes, mas têm retorno econômico. Dados da Convenção de Combate à Desertificação indicam que cada dólar investido na restauração de terras degradadas gera entre sete e trinta dólares em benefícios." Para a especialista, recuperar áreas degradadas significa responder simultaneamente a vários desafios globais. "Investir na saúde dos solos é investir na segurança alimentar; é investir no clima, porque os solos armazenam carbono; e é investir na nossa capacidade de adaptação às mudanças climáticas. Uma terra saudável resiste melhor aos eventos climáticos extremos", analisa. Ela destaca ainda o papel dos solos na retenção de água. "Quando um solo consegue captar e conservar água por ser rico em matéria orgânica, essa água pode ser devolvida às plantas, aumentando sua capacidade de crescimento e produção." Brasil leva experiência do Semiárido para a COP17 O Brasil participa da COP17 com a maior delegação de sua história em uma conferência da ONU dedicada ao combate à desertificação. Mais de 100 representantes do governo federal, da comunidade científica, de organizações da sociedade civil e do setor privado foram enviados à Mongólia. A delegação brasileira pretende destacar experiências desenvolvidas no Semiárido, especialmente na Caatinga, o bioma nacional mais vulnerável à desertificação. O país também instalou um Pavilhão Brasil na área oficial da conferência para apresentar políticas públicas, projetos de pesquisa e iniciativas de restauração ecológica. A preocupação brasileira é respaldada pelos números. Atualmente, cerca de 18% do território nacional está localizado em áreas suscetíveis à desertificação, e aproximadamente 39 milhões de pessoas vivem em regiões afetadas pelo fenômeno. Além de compartilhar experiências de adaptação às secas e recuperação de áreas degradadas, o Brasil busca reforçar o debate sobre segurança hídrica e alimentar, dois temas cada vez mais associados aos efeitos das mudanças climáticas e da degradação dos solos.
Entrevistamos a deputada argentina Myriam Bregman, que disputou a última eleição presidencial no país vizinho, e que esteve recentemente no Brasil para o lançamento da versão em português do seu livro "Moderada Nunca".Também observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com destaque para o Acordo de Defesa Conjunta de Meca, entre Arábia Saudita, Paquistão e Turquia.No mais, demos uma volta pela bacia Oceano Pacífico, repercutindo a visita de Putin a uma ilha disputada por Japão e Rússia, irritando Tóquio.Use o código XADREZ na Você Europeu para ter condições exclusivas: https://voceeuropeu.com.br/xadrez/Conheça a Carta Global de Fernanda Simas: https://www.cartaglobal.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/Trilhas sonoras "Black Vortex", "Carpe Diem", "New Hero in Town", "Porch Blues"Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Sob o signo das pesadas simbologias – Acordo de Abraão, Acordo de Meca – a aliança que agrega Paquistão, Arábia Saudita e Turquia é uma resposta imediata ao problema do Irão, ou não fosse uma aliança sunita.Mas vale a pena analisar o que será no futuro, principalmente se se confirmar que o Egipto passará também a fazer parte dela.Israel também está no centro das atenções depois de inviabilizar o acordo de paz para Gaza, apesar de patrocinado pelos Estados Unidos. Vence a fação que diz que só negociará com o Hamas quando os seus membros estiverem todos mortos.Logo ali ao lado, na Síria, há um vento de esperança que continua a correr suavemente pelo país.Adiante se verá se a condenação à morte, à revelia, de Bashar al-Assad mudará ou não o curso dos ventos.Tudo para ver no programa desta semana de A Arte da Guerra, com o embaixador Francisco Seixas da Costa e condução do jornalista António Freitas de Sousa.
A nova aliança militar entre Turquia, Arábia Saudita e Paquistão pode redesenhar o equilíbrio estratégico regional. No episódio 199, analiso o significado geopolítico desse movimento, os interesses em jogo e seus possíveis desdobramentos. E mais: também comento os outros temas estratégicos e geopolíticos mais importantes da semana. Não perca!Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/+IXY-lux3x3A1ZGNhSiga-nos no Twitter - / paulofilho_90 Siga-nos no Linkedin - / paulo-filho-a5122218 Siga-nos no Instagram - / blogdopaulofilho Inscreva-se no canal do Youtube - / paulofil Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK
O presidente Donald Trump garantiu, esta segunda-feira, que a relação com Benjamin Netanyahu continuava a ser "muito boa", mesmo depois do primeiro ministro israelita ter rejeitado o mais recente roteiro norte-americano para Gaza. Esta recusa acontece num momento de maior tensão entre os dois aliados históricos e numa altura em que ambos os líderes enfrentarão desafios eleitorais. Israel oficializou, no domingo, dia 9, a sua recusa do roteiro norte-americano para a Faixa de Gaza. Este plano, promovido pelo presidente Trump, desarmaria o Hamas e obrigaria o Estado Hebreu a deixar o enclave palestiniano, território que controla em 60%. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu condicionou qualquer retirada israelita a um "verdadeiro" desarmamento do movimento islâmico. Por seu lado, o Hamas, movimento islâmico que controla parte do enclave palestiniano, tinha aceitado o plano de Donald Trump, apelando aos Estados Unidos para pressionarem o Estado Hebreu a retirar-se de Gaza. Esta recusa do primeiro-ministro Netanyahu ocorre num momento de maior tensão com o presidente Trump, após as fricções latentes sobre o Irão, guerra que desencadearam juntos, e numa altura em que ambos enfrentarão desafios eleitorais: as eleições legislativas em Israel e as intercalares nos Estados Unidos. Maria João Tomás, professora universitária no ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa) da Universidade de Lisboa, especialista em geopolítica, com enfoque no Médio Oriente, qualificou a recusa israelita como sendo "previsível", dizendo que o primeiro-ministro israelita está "encurralado", enquanto que o Hamas procura a credibilização política com este plano. Claro que era previsível, Netanyahu está-se a sentir encurralado, e com razão, porque esta manobra do Hamas tem uma explicação simples: o Hamas a querer fazer este acordo e a querer retirar-se de Gaza tem um objectivo, que é poder concorrer às eleições sem ser o partido terrorista. Ou seja, vamos trocar isto por miúdos: o Hamas é a Irmandade Muçulmana e como Irmandade Muçulmana quer concorrer às eleições e provavelmente vai ganhá-las, mas não quer concorrer como uma entidade terrorista, quer concorrer como um partido com uma nova roupagem. Netanyahu não lhe interessa que ganhe um partido com uma cosmética nova e não lhe interessa que saia o Hamas, porque ódio gera ódio. E se Netanyahu tiver alguém para ter ódio, tem mais hipóteses para ganhar as eleições. O problema de Netanyahu é as eleições que vai ter e que, dada a conjuntura, tem todas as hipóteses de as perder. Em Gaza, ele quer que continue o Hamas, é conhecido e há provas disto, que Netanyahu deixou, durante muitos anos, que o Hamas fosse financiado. Era necessário que existisse um Hamas para justificar uma política de força, que é isso a única coisa que o Netanyahu sabe fazer. É política de força, pura e simplesmente. Netanyahu não tem interesse em fazer a paz, porque fazendo a paz, não consegue justificar o seu tipo de política. Netanyahu só sabe fazer a guerra, não sabe fazer a paz, nem tem interesse nisso, porque senão perde votos. Contrariamente, o Hamas aceitou o plano. Como explicar esta aceitação? O Hamas quer sair para voltar a concorrer. O Hamas é a Irmandade Muçulmana e sendo a Irmandade Muçulmana quer concorrer às eleições, mas não quer concorrer como partido ligado ao terrorismo. O Hamas é um grupo terrorista, por isso, para concorrer às eleições, quer concorrer com uma nova cosmética, com outro nome. E disso, Netanyahu não gosta. Não gosta, primeiro poraue seja a Irmandade Muçulmana que concorra. E depois, ainda por cima com uma roupagem de meninos que não são terroristas. O presidente Trump confirmou, esta terça-feira, que mantém uma relação "muito boa" com Netanyahu. Antes disto, o primeiro-ministro israelita tinha também confirmado que Trump era "um dos maiores amigos que Israel já teve na Casa Branca". Disse também que "a existência de Israel não está sujeita a negociação". Como analisar estas declarações oficiais e públicas de amizade entre os dois e o que estas revelam sobre o estado da relação entre os dois aliados históricos? A questão é se Trump insiste neste tipo de retórica, pode-lhe custar as eleições das "midterms" [interlacares]. No Michigan, ganhou um democrata radical de esquerda (Abdul El-Sayed), que não é bem contra Israel, mas é como se fosse. E está a crescer esse movimento nos Estados Unidos, porque estão fartos da subserviência de Trump a Netanyahu e é isso que pode custar as eleições a Trump. É normal que ele vá dizer isso, é para ver se assusta o eleitorado americano a dizer que a extrema esquerda está a ganhar, que é para ver se as pessoas votam nele. Mas eu não sei se essa será a estratégia adequada, porque as pessoas nos Estados Unidos estão fartas da subserviência de Trump a Netanyahu. Benjamin Netanyahu terá eleições legislativas em Outubro, as sondagens a colocarem o actual primeiro-ministro com algumas dificuldades. Mas as sondagens também revelam que o plano para Gaza não é bem recebido pela base de direita e de extrema direita do primeiro ministro, e até membros de extrema-direita do seu próprio governo tinham pressionado Netanyahu para abandonar o plano. Como é que este contexto doméstico israelita e esta prova eleitoral podem influenciar esta recusa? A extrema direita de Israel não quer que a Palestina exista. E Netanyahu foi dizer ontem que com ele, a Palestina não vai existir. Pronto, está tudo explicado. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu opôs-se ao cessar-fogo norte-americano com o Irão e não tem participado nas nos mais recentes planos ou até ofensivas americanas ao Irão. Mas esta guerra começou por ser desencadeada pelos dois em Fevereiro. Como analisar esse distanciamento entre os dois aliados relativamente à guerra do Médio Oriente e ao Irão? Netanyahu convenceu Trump que foi o único presidente que aceitou meter-se num ninho de vespas que é o Irão. É muito simples, Trump, por desconhecimento de onde se ia meter, meteu os Estados Unidos numa alhada de que é difícil sair. E Netanyahu conseguiu fazer isso. Nunca tinha conseguido fazer com nenhum presidente americano antes, mas conseguiu com Trump. E nesta altura do campeonato, não interessa a Netanyahu que se faça um acordo com o Irão, porque o que lhe interessa é que haja guerra, porque se houver guerra, ele ganha as eleições. Se houver paz, e ainda por cima essa paz e esse acordo tiver o acordo nuclear como base – e nesta altura o Irão tem todas as condições para reclamar esse direito, visto que os Estados Unidos fizeram o acordo nuclear com a Arábia Saudita. Netanyahu não quer quer que haja um acordo com o Irão e não quer que esse acordo tenha uma cláusula em que o Irão pode ter enriquecimento de urânio. Mas isso será uma condição que o Irão vai reclamar, até porque a Arábia Saudita fez um acordo semelhante com os Estados Unidos. Acresce a tudo isto a "NATO" islâmica, assinada na semana passada, e que está a encurralar ainda mais Netanyahu porque se está a criar um eixo entre a Turquia, o Paquistão e a Arábia Saudita, o qual se vai juntar provavelmente o Egipto, Bangladesh e por aí fora. Isso vai criar um problema gigante a Netanyahu. Netanyahu neste momento está encurralado e não é desta maneira que ele vai conseguir ganhar as eleições. As eleições que ele gosta de ganhar são eleições que tenham violência, ou seja, que tenham guerras, porque é a única maneira de eu conseguir ganhá-las. Nesta altura do campeonato, a conjuntura não é favorável a Netanyahu, muito embora estejam a acontecer outras coisas. Mas estas que eu acabei de dizer não são favoráveis a Netanyahu. A concretização do plano para Gaza, a "Riviera do Médio Oriente" de Donald Trump – na semana passada, houve a primeira reunião focada sobre Gaza – é necessária para a credibilização do Conselho de Paz como uma espécie de alternativa às Nações Unidas? Netanyahu não quer isso e vai fazer tudo por tudo para que isso não aconteça. É só isso que tenho a dizer. Eu não tenho nada, rigorosamente nada contra Israel. Antes pelo contrário, Israel tem o direito de existir. Mas o que nós temos no governo é um governo de extrema-direita. A única coisa que está a fazer é a mesma coisa que Trump: zelar pelos interesses próprios e não pelos interesses do país. Por isso é que o (Abdul) El-Sayed ganhou no Michigan, em que dizia uma coisa muito simples: "nós temos que colocar os americanos primeiro e não América primeiro". Ele pegou na frase do Trump. O que se está a passar em Israel? Netanyahu depende destas eleições para não ir preso, eu acho que isso diz tudo. Ele sabe como é que se ganha as eleições: as eleições que ele quer ganhar não se ganham com paz. Portanto, ele tem que justificar outro tipo de política para que os eleitores israelitas votem nele. Mateus Santa Rita
Foi época de empresas apresentarem resultados trimestrais e, por conta disso, temos algumas notícias relacionadas a esses números, como os ótimos dados apresentados pela Capcom e os não tão bons assim de Roblox. Quem não terá mais resultados a apresentar assim é a EA, que agora foi oficialmente comprada pelo fundo soberano saudita, tornando-se uma empresa de capital fechado (e uma que provavelmente terá sérias demissões no futuro próximo).Participantes:Guilherme JacobsHeitor De PaolaAssuntos abordados:00:00 - A versão de PC de Marvel Tokon está meio quebrada11:00 - A Electronic Arts foi comprada pelo fundo soberano saudita31:00 - Devolver Digital está interessada em voltar a ser uma empresa de capital fechado40:00 - Roblox teve grandes quedas em seu trimestre fiscal mais recente49:00 - A Capcom teve mais um ótimo trimestre1:01:00 - Microsoft estaria trabalhando para jogos de Xbox 360 rodem no PC1:03:00 - Rápidas e curtasVai comprar jogos na Nuuvem? Use o link de afiliado do Overloadr!Use nosso link de filiado ao fazer compras na Amazon Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
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O especialista em relações internacionais Bernardo Valente comenta o novo acordo entre Turquia, Paquistão e Arábia Saudita. Fala ainda sobre a oficialização do acordo no Estreito de Ormuz.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Abra sua conta na COINBASE e ao comprar R$1000 ganhe $10 USDC:https://coinbase-consumer.sjv.io/c/7081608/3861328/9251O que aconteceria se Vladimir Putin decidisse usar uma arma nuclear na Ucrânia?Neste vídeo, analisamos os principais cenários considerados por governos e especialistas: uma detonação demonstrativa sobre o Mar Negro, o uso de uma bomba nuclear tática no campo de batalha ou um ataque contra uma cidade ucraniana.Também relembramos a crise nuclear de 2022, quando autoridades americanas identificaram discussões entre militares russos sobre o possível emprego desse tipo de armamento. Naquele momento, Estados Unidos, China, Índia e outros países enviaram recados a Moscou sobre as consequências de uma escalada nuclear.A análise mostra os possíveis efeitos militares, políticos e econômicos de cada cenário, incluindo uma eventual resposta convencional da OTAN, o isolamento internacional da Rússia, a reação da China e o risco de uma nova corrida nuclear em países como Polônia, Coreia do Sul, Japão e Arábia Saudita.Por fim, discutimos o paradoxo das armas nucleares: enquanto permanecem guardadas, elas funcionam como instrumento de dissuasão. A partir do momento em que são utilizadas, podem provocar uma escalada impossível de controlar.Assista até o final e entenda por que um ataque nuclear poderia transformar a guerra da Ucrânia na maior crise da história.Você já conhece o meu aplicativo? No HOC ACADEMY você tem acesso a cursos e aulas exclusivas, além do BUNKER DO HOC, um feed de notícias e análises em tempo real sobre as coisas mais importantes que acontecem no mundo. Clica no link e não fique de fora dessa!LINK HOC ACADEMY:https://lp.hocacademy.com.br/home-nova/
A aproximação da comunidade internacional à Síria com a visita do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e pela deslocação do Presidente francês a Damasco, alimenta expectativas de recuperação, mas a reconstrução continua condicionada pela pobreza, falta de financiamento, desconfiança nas novas autoridades e instabilidade política e territorial. O investigador Tigrane Yegavian analisa os principais desafios de um país que tenta reerguer-se após mais de 13 anos de guerra. Num momento em que Síria vive uma fase de reconstrução, multiplicam-se os gestos de aproximação internacional e surgem alguns indícios de abertura económica e persistem obstáculos que comprometem qualquer recuperação sustentada de um país devastado por mais de uma década de guerra. Começam a surgir investimentos, sobretudo de empresas turcas no norte da Síria, registam-se novas ligações aéreas entre Damasco e cidades do Médio Oriente e da Europa, incluindo a Alemanha. Ao mesmo tempo, vários países ocidentais admitem levantar progressivamente as sanções económicas que continuam a pesar sobre uma economia fragilizada. Apesar destes sinais, o investigador franco-arménio Tigrane Yegavian, especialista no Médio Oriente, que se encontra em Alepo, no Síria, considera que a realidade continua marcada por uma profunda falta de confiança. A partir de Alepo, onde acompanha a evolução política e social, descreve um país onde as necessidades básicas continuam longe de estar satisfeitas. Segundo o investigador, a prioridade continua a ser a reconstrução das infra-estruturas essenciais. A rede eléctrica, o abastecimento de água, a agricultura e os serviços públicos precisam de investimentos, enquanto as sanções económicas agravaram durante anos a degradação das condições de vida. A maior dificuldade não reside apenas na escassez de recursos financeiros, mas também na reduzida credibilidade do novo poder político. Tigrane Yegavian sublinha que existe um contraste entre o discurso oficial, que procura tranquilizar as minorias religiosas e étnicas, e a realidade no terreno. Os episódios de violência contra comunidades alauitas e drusas nos últimos anos deixaram um clima de receio que continua presente entre a população. No entanto, a substituição em massa de funcionários ligados ao antigo regime de Bashar Al-Assad criou dificuldades na administração pública. Muitos quadros experientes foram afastados e substituídos por elementos das antigas zonas controladas pela oposição, sem experiência administrativa para assegurar o funcionamento do Estado. Esta perda de competências é visível em cidades como Damasco e Alepo. Influência crescente da Turquia Outro dos aspectos destacados por Tigrane Yegavian é o reforço da influência turca, sobretudo no norte do país. A Turquia consolidou uma forte presença económica, comercial e de segurança na região de Alepo, considerada a capital económica da Síria. Além dos investimentos industriais e das ligações económicas, a utilização da moeda turca em algumas transacções comerciais e a crescente integração económica mostram a forte influência. Segundo o investigador, Ancara parece apostar numa presença duradoura na região, enquanto outras potências, como a Arábia Saudita, procuram reforçar a sua influência política e económica em torno de Damasco. Apesar da crescente abertura diplomática, os efeitos na vida da população permanecem limitados. Tigrane Yegavian estima que cerca de 90% dos sírios vivem abaixo do limiar da pobreza. A inflação continua elevada e o acesso a bens essenciais, como trigo, gás, electricidade e água, tornou-se um dos principais problemas da população síria. A estabilidade é outro desafio. Embora algumas cidades tenham um maior controlo das forças de segurança, persistem problemas em várias regiões do país. Damasco continua vulnerável, enquanto o litoral e o sul registam focos recorrentes de tensão. Tigrane Yegavian refere que o actual Presidente enfrenta uma crescente impopularidade e permanece sob forte protecção dos serviços de segurança, num contexto em que o Estado continua sem capacidade financeira para garantir plenamente a ordem pública e consolidar a paz civil. Segundo o investigador, subsistem zonas onde o Governo enfrenta resistência, entre comunidades drusas e nas áreas controladas pelos curdos. Tigrane Yegavian manifesta preocupação com o desaparecimento progressivo da comunidade cristã. Antes de 2012, a Síria contava com cerca de 1,3 milhões de cristãos. Actualmente, estima que permaneçam apenas cerca de 200 mil, consequência da emigração provocada pela guerra e pela instabilidade. Além da fragmentação territorial, o próprio núcleo do novo poder continua dividido entre diferentes correntes políticas e ideológicas. Entre elas encontram-se antigos membros da Hayat Tahrir al-Sham (HTS), um movimento islamista armado que teve origem na antiga filial síria da Al-Qaeda e que, apesar de se ter afastado formalmente da organização e procurar apresentar-se como uma força mais pragmática, continua a suscitar desconfiança devido ao seu passado jihadista. A estas juntam-se sectores ligados aos Irmãos Muçulmanos, organização islamista com uma longa tradição política na região, e outras facções salafistas, que defendem uma interpretação rigorosa do Islão e contam, em alguns casos, com o apoio de potências regionais. Esta diversidade de actores, com agendas e visões distintas para o futuro da Síria, dificulta a consolidação de uma liderança unificada e compromete a estabilidade necessária para lançar um verdadeiro processo de reconstrução nacional.
Circularam nas redes sociais vídeos que mostram milhares de imigrantes chegando até a cidade espanhola de Ceuta, no norte da África, vindo a nado, em boias e em botes da guarda costeira espanhola, que foi acionada diante da multidão. Dez pessoas morreram na travessia. E ainda:- Trump afirma que o Conselho de Paz criado por ele chegou a um acordo para o desarmamento do Hamas e outros grupos armados de Gaza. O desarmamento faz parte de um plano elaborado por ele e prevê ser executado em fases, incluindo a remoção das Forças israelenses do território e a implementação da Força Internacional de Estabilização- Riade, na Arábia Saudita, foi sede de uma reunião com outros 43 países e a União Europeia para discutir uma coalizão de segurança para a navegação comercial- Subiu para 34 o número de mortos após o terremoto queatingiu o sul do. As buscas estão principalmente concentradas nos destroços do shopping que desabou pelo tremor- A ex-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, apresentouuma reclamação ao Comitê de Direitos Humanos da ONU para tentar reverter a condenação de 6 anos de prisão e que a impede de ocupar cargos públicos- Milei altera a Lei de Migrações da Argentina com o objetivo de expulsar ou proibir a entrada de estrangeiros que tenham proferido "mensagens de ódio" contra a Argentina ou os argentinos- Embaixador do Brasil em Assunção, no Paraguai, terá reuniãocom o vice-presidente paraguaio para elaborar uma nota sobre declaração feita pelo presidente Lula dizendo que o Paraguai invadiu o Brasil, Argentina e o Uruguai durante a chamada Guerra do Paraguai, em 1870 Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (30/07/2026): De janeiro a março de 2026, uma em cada três instituições privadas de ensino superior teve queda de pelo menos 20% na captação de novos alunos em cursos de educação a distância (EAD) em relação ao mesmo período de 2025, informa Renata Cafardo. Os dados, de pesquisa amostral do Instituto Semesp, refletem o impacto das novas regras que proíbem cursos totalmente online em áreas como Pedagogia, Saúde e Engenharias – a carga horária a distância permitida passou a ser de 50%. Esta é a primeira vez, desde 2022, que o índice indica redução. Nos últimos anos, o crescimento da modalidade foi exponencial, chegando a uma alta de 700% no número de cursos. Em 2025, o Brasil passou a ter mais estudantes em educação a distância do que em cursos presenciais de graduação. Metrópole: Ventos fortes em SP e Rio deixam mortos, paralisam transportes e causam apagões Economia: Fed mantém taxa de juros nos EUA, mas mercado prevê alta em breve Política: Caiado reforça investida contra Flávio; PL não crê em voto útil Internacional: Ataque da Arábia Saudita a milícia amplia conflito no Oriente MédioSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Orlando Samões aponta que a Arábia Saudita é um aliado vital para equilibrar poder do Irão. Também acrescenta que o apoio militar aos EUA e a ambição nuclear tornam o conflito regional mais complexo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nel The Essential di giovedì 30 luglio, Chiara Piotto parla di: 00:00 le aziende AI comprano migliaia di libri per allenare i loro modelli AI e poi li distruggono; 06:00 gli infermieri in Italia avranno finalmente un aumento di stipendio, mentre il Governo vuole importarne 10mila dall'India; 08:45 l'Arabia Saudita entra - suo malgrado - nel conflitto contro l'Iran al fianco degli Stati Uniti. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Na segunda edição deste boletim você confere:- Iraque convoca reunião urgente de segurança após ataques dos Estados Unidos e Arábia Saudita;- Democratas pedem investigação sobre venda de acesso antecipado a posts de Donald Trump;- Anac limita venda de passagens de companhia aérea argentina.O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Maria Eduarda Palermo e Thales Faria, do curso de Jornalismo.Escute agora!
Nesse episódio, Edu Aurrai e Felipe Mesquita falam sobre o pacote de novidades da Bethesda para o desenvolvimento de seus jogos; a aprovação histórica da União Europeia na aquisição de US$ 55 bilhões da EA pelo fundo soberano da Arábia Saudita; os testes da Microsoft com uma modalidade financiada por anúncios no XBOX Cloud Gaming; a chegada da retrocompatibilidade do XBOX original no PC; a lesão de Ryan Hurst no set da série live-action de God of War; e muito mais. Duração: 69 min Comentados: Beastie Boys – Make Some Noise Soundgarden – Black Hole Sun Tipo Um – Camaleão (Clipe Oficial) Vídeos: Halo: Campaign Evolved | Launch Trailer RESIDENT EVIL – Official Trailer Música da Semana: The Legend of Zelda: The Wind Waker – Intro HD
O Chade anunciou esta semana a decisão de sair do Tribunal Penal Internacional, alegando a eficácia limitada da instituição e uma actuação excessivamente centrada em África. A decisão surge depois de a Venezuela também ter anunciado o abandono do TPI, numa altura em que o procurador Karim Khan foi afastado na sequência de alegações de conduta sexual imprópria, acusações que o próprio nega. André Thomas, professor jubilado de Direito Internacional e Direito Constitucional da Universidade da África do Sul, em Pretória, considera que estas saídas eram previsíveis e reflectem a urgência de as Nações Unidas reformarem o Tribunal Penal Internacional, que, na sua opinião, se tornou num instrumento de justiça ao serviço dos interesses da União Europeia. O que representa a saída do Chade do Tribunal Penal Internacional? Penso que este é o início de um êxodo. Muitos outros países poderão seguir o mesmo caminho e abandonar o Tribunal Penal Internacional. Além disso, como sabemos, os Estados Unidos estão determinados a contribuir para o enfraquecimento, ou mesmo o eventual encerramento, do Tribunal Penal Internacional. Falámos aqui da saída do Chade, mas a Venezuela também já disse que vai sair. Poderá haver aqui uma certa pressão do Presidente dos EUA, quando se sabe que a presidente interina, Delcy Rodríguez, é muito próxima de Donald Trump, Este novo mundo depende essencialmente de cinco pessoas: o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump; o Presidente da China, Xi Jinping; o primeiro-ministro da Índia; e, possivelmente, também o rei da Arábia Saudita. São estas as potências que, na minha perspectiva, exercem maior influência e determinam o rumo dos acontecimentos no mundo. Desde que chegou à Casa Branca, Donald Trump anunciou que pretendia desmantelar o Tribunal Penal Internacional (TPI). Estes anúncios de saída surgem numa altura em que os 125 Estados Partes do TPI se preparam para votar a destituição do procurador Karim Khan, acusado de conduta sexual imprópria. Karim Khan nega as acusações. Pode falar-se de uma tentativa de amordaçar o TPI, precisamente quando este passou a centrar a sua atenção também no Ocidente, emitindo acusações, nomeadamente contra o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, por alegados crimes cometidos em Gaza, e investigando ainda alegados crimes cometidos por militares norte-americanos no Afeganistão? O Tribunal Penal Internacional tem sido, desde a sua criação, uma instituição muito controversa. Foi uma iniciativa europeia e é financiado, em grande medida, pelos Estados Partes, entre os quais se encontram os Estados da União Europeia, que constituem uma parte significativa do seu orçamento. O trabalho do TPI tem sido desenvolvido por pessoas que se auto-intitulam juízes, mas que, na minha opinião, não possuem as qualificações jurídicas adequadas. São nomeadas pelos Estados Partes, num processo em que as preferências políticas dos Estados desempenham um papel relevante. Os alvos do TPI têm sido, em grande medida, dirigentes africanos e outras personalidades que, na perspectiva de alguns críticos, não representam uma ameaça significativa para o Tribunal. O Tribunal admite determinados tipos de prova, incluindo prova indirecta, cuja admissibilidade é regulada pelo seu Estatuto e pelas respectivas regras processuais. Além disso, entendo que o sistema de recursos é insuficiente para assegurar plenamente os direitos dos arguidos. Na minha perspectiva, deveria existir um mecanismo de recurso mais amplo, garantindo uma dupla apreciação das decisões, como sucede em muitos sistemas judiciais nacionais. Das investigações abertas pelo Tribunal Penal Internacional, desde a sua entrada em vigor, nove dizem respeito a Estados africanos. O Chade diz que abandona esta instituição porque existe uma justiça de geometria variável. Estes argumentos são válidos? Sempre considerei a criação do TPI demasiado política. Pretendia, na realidade, dar uma força brutal à política externa da União Europeia, castigando aqueles que eram considerados um obstáculo aos objectivos políticos europeus. E pretendendo que não existem outros criminosos. Há criminosos terríveis neste mundo em relação aos quais o TPI nunca sequer ponderou actuar. Basta falar do Irão, onde regularmente são executadas raparigas de 14 ou 16 anos, após serem chicoteadas em público. São coisas absolutamente horrorosas. Como é que se justifica essa falha do TPI? Penso que sempre houve oportunismo por parte da pessoa encarregada de instaurar os processos, ultimamente o senhor Karim Khan. Já há anos se falava das alegadas vítimas dos seus abusos sexuais. Não é novidade nenhuma. Mesmo assim, manteve-se em funções e começou a emitir mandados de captura contra presidentes e chefes de governo, como o primeiro-ministro Netanyahu, o que, em si, constitui um abuso do Direito Internacional, porque uma das regras mais antigas do Direito Internacional é a imunidade absoluta de um rei ou de um Presidente enquanto estiver no exercício das suas funções. A existência do Tribunal Penal Internacional está ameaçada? Qual será o futuro desta organização? Penso que vai desaparecer, porque os países estão cansados de uma autoridade que se autoproclama detentora da autoridade moral do mundo. Os Estados têm igual direito à soberania, que é o fundamento das relações internacionais e das Nações Unidas, bem como o princípio da igualdade entre os Estados. A maior parte dos países não tolera que um pequeno grupo de países - os países europeus - assuma a responsabilidade de julgar o resto do mundo apenas porque este não obedece às regras da democracia multipartidária europeia. Nem a China, nem a Índia, nem a Rússia, nem a maioria dos países da Ásia o fazem. Assim, será muito difícil haver futuro para este tribunal. A única possibilidade será uma reforma profunda do TPI, sob a responsabilidade do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Isso, sim, é uma possibilidade. Esperemos que aconteça. Eventualmente, dentro de alguns anos, poderá abrir-se esse debate. Quais seriam, na sua opinião, as reformas prioritárias? Deve ser restabelecida a imunidade absoluta dos chefes de Estado, para salvaguardar a paz internacional. Não é possível que um grupo de países determine que um chefe de Estado, eleito ou não eleito, em exercício de funções, deva ser levado a tribunal e, eventualmente, preso. Isso retiraria uma grande parte da controvérsia. De resto, têm de existir todas as garantias processuais próprias de um direito penal moderno e devem ser excluídas as chamadas provas de segunda ou terceira mão, que não são provas. Não vale a pena. Houve um tribunal especial que julgou Charles Taylor, antigo Presidente da Libéria, com base em relatos publicados por jornalistas nos jornais. Não havia qualquer prova directa. Considera que devem ser os próprios países a julgar? Essa justiça deve pertencer aos Estados? Não. Tem de ser uma justiça sob a autoridade das Nações Unidas, que é a única instituição verdadeiramente global que poderá assumir essa responsabilidade de aplicar o Direito Penal Internacional, reservado aos crimes mais graves. E é necessário ter consciência da evolução moderna do Direito Penal. Por exemplo, o TPI aceita o princípio da responsabilidade de comando. Ou seja, um comandante ou um general, que pode estar muito longe das tropas que eventualmente tenham cometido abusos contra os direitos humanos, fica pessoalmente responsabilizado perante o TPI. Parece-me uma situação algo absurda, sobretudo quando esse comandante não dispõe de meios para comunicar com as suas tropas. E isso tem acontecido. Quando diz que a reforma do TPI tem de passar pelas Nações Unidas, considera que a organização está, neste momento, em condições de a concretizar? Existe hoje uma nova multipolaridade, constituída por cinco grandes nações que detêm poder militar e capacidade nuclear. As Nações Unidas têm servido como o fórum capaz de moderar a actuação dos mais poderosos. Esperemos que, no futuro, especialmente com a influência de um novo secretário-geral, a organização possa voltar a desempenhar um papel muito activo e importante no mundo, porque estamos a assistir a uma escalada do uso da força. De repente, países pequenos e grandes começam a recorrer à força militar. Ora, foi precisamente para impedir a ameaça do uso da força e o recurso à força que as Nações Unidas foram criadas. Daí a importância de existir um Tribunal Internacional capaz de julgar os crimes num mundo cada vez mais marcado por conflitos? Absolutamente. Um Direito Penal Internacional pode ser muito importante e muito útil. Mas não se servir apenas os interesses privilegiados ou exclusivos da União Europeia. O TPI não pode continuar a funcionar como um instrumento da União Europeia. Tem de ser verdadeiramente global. Além disso, a falta de boa governação e de mecanismos eficazes de controlo ficou bem patente neste escândalo relacionado com alegados abusos de natureza sexual envolvendo uma das figuras-chave da instituição. Que vergonha!
Enquanto os incêndios devastam o sul da Europa, com França, Espanha e Itália a combater chamas que ameaçam centros turísticos, agrícolas e até instalações estratégicas da NASA perto de Madrid, Portugal responde com solidariedade enviando meios aéreos aos países que historicamente o ajudaram. Na frente diplomática e militar, Marco Rubio e Lavrov reúnem-se em Manila durante apenas 35 minutos, numa cimeira que termina em frustração russa e sem avanços concretos para a paz na Ucrânia. A antiga propagandista pró-Kremlin, e apoiante de Trump, Laura Loomer surpreende ao pedir desculpa à Ucrânia e a entrevistar Zelensky, em Kiev. No terreno, a Ucrânia certifica a sua Marinha para comandar unidades antimísseis da NATO, lança ataques a navios russos no Mar Cáspio a mais de 1600 quilómetros de distância e recebe novos mísseis de cruzeiro, enquanto uma feira de armamento publicitada abertamente termina em tragédia após ataque russo. No Golfo Pérsico, os países árabes avançam com três grandes projetos de oleodutos para contornar o Estreito de Ormuz, enquanto Trump propõe energia nuclear civil à Arábia Saudita em troca da adesão aos Acordos de Abraão. Em Portugal, anuncia-se o maior contrato de defesa naval da história recente do país: a aquisição de três fragatas FREMM EVO por cerca de 3,9 mil milhões de euros, com entrega prevista para 2030. O programa encerra com uma homenagem emocionada a Luís Represas, figura maior da música portuguesa recentemente falecida. Ouça a análise no Leste/Oeste em podcast, emitido a 26 de julho na SIC Notícias. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da ImpresaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Paris recebe, entre os meses de julho e agosto, a EWC, Copa do Mundo de E-sports (esportes eletrônicos). Depois das duas primeiras edições em Riade, Arábia Saudita, o evento desembarca pela primeira vez na capital francesa, reunindo 25 competições de diferentes jogos eletrônicos, US$ 75 milhões em premiações e um público que vem dos quatro cantos do planeta. Renan Tolentino, para a RFI em Paris As dezenas de competições são transmitidas online, para o mundo todo, além do público presente no complexo de exposições de Porte de Versailles, região oeste de Paris. Contando com Cristiano Ronaldo como embaixador, o evento tem torneios de games populares, como Fortnite, Counter-Strike, League of Legends, PUBG: Battlegrounds e EA Sports FC. Atleta de Teamfight Tactics, um jogo de estratégia em equipe, o norte-americano Filup, de 25 anos, explica como é a preparação e os principais desafios na hora de competir. “No caso do nosso game, como é do gênero de estratégia, é necessário muito tempo de planejamento em equipe quando vamos disputar uma competição como essa. Em geral, a gente se prepara jogando partidas e revendo os jogos de times adversários. Investimos muito tempo. E na hora de competir, acredito que um dos maiores desafios é justamente conseguir aplicar durante as partidas a tática que definimos nos treinamentos”, detalha Filup. Ex-jogador de futebol e ex-atleta de e-sports, o brasileiro Wendell Lira já participou de diversas competições internacionais. Hoje, mais focado no streaming e na produção de conteúdos, ele reforça que a rotina de um profissional de esportes eletrônicos vai além do que é mostrado nas telas. “As pessoas não têm noção do quanto é difícil ser um atleta de e-sports. Eu fui atleta de futebol na vida real e sei que você não tem esse cansaço (constante). Você é um atleta (de futebol), mas você tem treinador, tem preparador físico, nutricionista, fisioterapeuta… e você vai lá, treina e vai embora. Agora, um jogador de EA FC, por exemplo, treina umas 12 horas por dia", explica. "Tem todo um esquema tático para aprender, com videoaulas para estudar a mecânica do jogo e, em paralelo, (para alguns) ainda tem a criação de conteúdos. É uma rotina muito desgastante, muito mais difícil do que as pessoas acham. Hoje, ser um pro player vai muito além do que só jogar", comenta Wendell Lira, que em 2015 venceu o Prêmio Puskás de gol mais bonito daquela temporada no futebol, antes de trocar a chuteira pelo joystick e mudar sua carreira para o mundo dos games. Brasil representado No campeonato do game de futebol EA FC Pro, que aconteceu durante a terceira semana da EWC, o Brasil esteve representado por três atletas: GugaFerraz, Paulo Neto e PHzin. Em entrevista à RFI, o holandês Renzo Oemrawsingh, técnico da Team Liquid, equipe de Paulo Neto, elogia o empenho do brasileiro. “Eu fui treinador dele durante cinco anos. Paulo é um grande jogador, que costuma ter um bom desempenho nas competições”, resume. Renzo conta que, como treinador de futebol virtual, seu trabalho é ajudar o atleta a potencializar suas habilidades, além de definir as táticas mais adequadas para enfrentar cada adversário. “Eu tento ajudar os players a desenvolverem as habilidades deles, a encontrarem as melhores estratégias, que podem mudar até mesmo durante as partidas… então, ao longo da semana, nós tentamos reproduzir nos treinamentos esses diferentes cenários de competição, também fazemos videoanálises e buscamos melhorar constantemente, como qualquer outro esporte competitivo", detalha o holandês. "Obviamente, o player tem 98% da responsabilidade, o treinador pode auxiliar nos outros 2% extras. Mas isso é o mais importante, porque todos são bons nesse nível”, avalia Renzo. CR7 embaixador, Aya Nakamura na abertura e Benzema na final A abertura da EWC no início do mês contou com um grandioso show em Paris, com a participação de vários artistas, entre eles, DJ Snake e Aya Nakamura, estrelas da música francesa. O evento tem ainda Cristiano Ronaldo como principal embaixador e garoto-propaganda. De forma quase onipresente, a imagem dele aparece em inúmeros anúncios fixados nas ruas e no metrô de Paris. Além dos competidores, a Copa do Mundo de esportes eletrônicos atrai fãs de diferentes países. Alessandro Grande, de 14 anos, veio de Mantova, norte da Itália, junto com sua família. “Eu gosto de videogames, especialmente jogos de futebol, então acho que é um evento bem legal. Estava esperando por isso há um longo tempo e estou me divertindo bastante. Posso dizer que me sinto muito animado. Vim também para ver meu player italiano favorito, Samugamer, da equipe Sassuolo”. Viajando ainda mais longe, a jovem Jawaher Nasser, de 25 anos, veio com a mãe e o irmão direto de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, só para acompanhar o Mundial de E-sports. Ela conta que os jogos eletrônicos são muito populares no seu país. “É muito legal ver as pessoas reunidas aqui para socializar e compartilhar experiências em torno da cultura dos games, como Fortnite, um dos que mais gosto”, diz Jawaher. O francês Balthazar Kiloso, de 12 anos, esteve presente com os pais e a irmã, para se divertir e torcer por sua equipe preferida, a Team Vitality, uma das principais da França. “É um evento que eu recomendo às famílias, tem muita coisa para fazer, é tudo bem organizado. Me diverti bastante jogando vários games, tem muitos jogos à nossa disposição. Para quem gosta, assim como eu, é bem interessante”, comenta Balthazar. A final do campeonato da EA FC Pro acontece neste domingo (26), com a presença do ídolo do futebol francês Karim Benzema, Bola de Ouro e multicampeão nos gramados da vida real. Já a Copa do Mundo de E-sports de Paris continua até 23 de agosto com torneios de outros jogos eletrônicos. Dos gramados reais ao futebol virtual Em entrevista à RFI no EWC de Paris, Wendell Lira relembrou como, de forma inesperada, o gol mais importante de sua carreira nos gramados da vida real o levaram a se tornar um atleta de futebol virtual. Logo após levar o Prêmio Puskás há 10 anos, o brasileiro recebeu um convite para disputar uma partida de videogame que mudaria sua vida. Ele enfrentou o saudita Abdulaziz Alshehri, então campeão mundial do jogo Fifa (que hoje recebe o título de EA FC). Lira não só venceu, como goleou o melhor do planeta da época por 6 a 1. Resultado impressionante que o fez ganhar notoriedade também no mundo dos games. A fama repentina na comunidade de jogos eletrônicos o levou a pendurar as chuteiras e a investir na carreira como pro player, como são chamados os competidores profissionais. “Eu trabalho com isso há dez anos. Quando deixei o futebol real para trabalhar com o mundo dos e-sports, eu já vislumbrava que esse mercado iria crescer. Mas, mesmo com todo o otimismo que sempre tive, não imaginava que poderia vir a ser tão grande quanto é atualmente". "Então, hoje, quando eu vejo uma competição desse nível, como esse Mundial de E-sports, com premiações absurdamente altas, é um motivo de muito orgulho para mim saber que fiz parte disso. Se eu falasse isso há dez anos, ninguém acreditaria”, conclui Lira.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (25): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o aumento dos investimentos em Defesa e o fortalecimento das Forças Armadas durante visita à Avibras, em Jacareí (SP). Segundo o presidente, o cenário internacional exige que o Brasil esteja preparado para proteger suas riquezas, recursos naturais e fronteiras, mesmo sendo um país pacífico. Reportagem: André Anelli. A Justiça de São Paulo suspendeu a decisão que autorizava o funcionamento do Uber Moto na capital. Com isso, o serviço permanece proibido, e usuários e motoristas continuam sujeitos à fiscalização e multas. A decisão considerou que a segurança viária deve prevalecer sobre os interesses econômicos. Reportagem: Misael Mainetti. Entrou em vigor a lei que autoriza o porte, a posse e o uso de spray de pimenta para defesa pessoal de mulheres maiores de 18 anos. A compra exige documentação e o uso será exclusivamente individual. A norma também prevê um programa nacional de capacitação sobre prevenção da violência. Reportagem: Julia Fermino. O cessar-fogo entre Irã e Estados Unidos perdeu força após novos bombardeios e aumento das tensões no Oriente Médio. Os ataques também envolvem rebeldes Houthis e a Arábia Saudita, ampliando o risco de expansão do conflito. A Jovem Pan entrevista o professor de Relações Internacionais Alexandre Pires, do Ibmec-SP. A pré-campanha de Fernando Haddad definiu o slogan "Desperta SP" para a disputa pelo governo de São Paulo. A campanha afirma que o lema pretende chamar a atenção para problemas que, segundo o grupo, não vêm sendo enfrentados pela atual gestão estadual. Reportagem: João Vitor Revedilho. O procurador-geral do Tribunal Penal Internacional, Karim Khan, foi afastado do cargo após acusações de má-conduta sexual. O advogado britânico nega as acusações e seguirá sendo investigado. Reportagem: Paulo Édson Fiore. Pesquisa Datafolha mostra que Flávio Bolsonaro e o presidente Lula lideram os índices de rejeição para a disputa presidencial, com 48% e 46%, respectivamente. Os percentuais permaneceram estáveis em relação ao levantamento anterior, enquanto os demais pré-candidatos registram índices menores de rejeição. Empresários brasileiros buscam alternativas para reduzir os impactos da tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Entre as estratégias estão ampliar o lobby político, fortalecer parcerias com empresas americanas e diversificar mercados. A Jovem Pan entrevista Tatiana Ribeiro, diretora do Movimento Brasil Competitivo (MBC). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em tom de brincadeira que pretende disputar um novo mandato presidencial. A declaração foi feita durante jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington. Reportagem: Paulo Édson Fiore. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Gli Stati Uniti e l'Arabia Saudita hanno raggiunto un importante accordo per lo sviluppo di un programma nucleare civile nel regno, che sarà realizzato con tecnologia e competenze statunitensi. Con Lorenzo Trombetta, giornalistaSono passati cinquant'anni dal primo storico atterraggio su Marte del 20 luglio 1976, quando la sonda Viking 1 della Nasa compì l'impresa rivoluzionaria di atterrare sul pianeta, e poche settimane dopo fu raggiunta dalla sonda gemella Viking 2. Con Tullia Sbarrato, astrofisicaOggi parliamo anche di:Film • Deep water - incubo dagli abissi di Renny HarlinCi piacerebbe sapere cosa pensi di questo episodio. Scrivici a podcast@internazionale.it Se ascolti questo podcast e ti piace, abbonati a Internazionale. È un modo concreto per sostenerci e per aiutarci a garantire ogni giorno un'informazione di qualità. Vai su internazionale.it/abbonatiConsulenza editoriale di Chiara NielsenProduzione di Claudio Balboni e Vincenzo De SimoneMusiche di Tommaso Colliva e Raffaele ScognaDirezione creativa di Jonathan Zenti
Bloco 1- Israel começa a se retirar de vilarejos no sul do Líbano.- Após acordo com EUA, Arábia Saudita vai iniciar projeto nuclear.- Hamas elege novo líder do movimento.Bloco 2- Partido Democratas elege sua lista para as eleições- Bagatz impede volta de ONG´s à Gaza e Cisjordânia e justificativas são muito preocupantes.Para quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuroNo exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuroNossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - @doladoesquerdo e @joaokminstagram - @doladoesquerdodomuroyoutube - youtube.com/@doladoesquerdodomuroTiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #363 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
No resumo de notícias de hoje, vamos falar da semana caótica da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, com ataque às urnas diante de diplomatas, novas ligações com empresas associadas ao Master, Centrão neutro, Tereza Cristina recusando vice, reconciliação pública com Michelle, recusa de escolta da PF, crise com Silvia Waiãpi, promessa de celular grátis e o apoio torto do PL a Ciro Gomes no Ceará; da Justiça, com Alessandro Vieira na mira da PGR, Bolsonaro ainda mais isolado por Alexandre de Moraes, investigação sobre o filme Dark Horse, Eduardo Bolsonaro podendo ser expulso da PF e mais uma denúncia da Lava Jato anulada; do governo, com o tarifaço de Trump em vigor, pacote de socorro a exportadores, disputa política em torno da crise, decretos sobre big techs e empréstimo destravado para o Amapá; da guerra entre Estados Unidos e Irã, com petróleo nas alturas, orçamento militar recorde, acordo nuclear com a Arábia Saudita e nova tarifa americana contra o Brasil; do cenário internacional, com a França proibindo redes sociais para menores de 15 anos e Daniel Ortega enterrando as eleições na Nicarágua; das novas enchentes no Rio Grande do Sul, com mais de 200 cidades atingidas, alertas funcionando melhor e a prevenção ainda longe do necessário.E claro, não poderiam faltar os nossos quadros: Realidade Distorcida, Two Dots, Keeping Up With the Fofoca, Rivo de Ouro, Como Vota Deputado, Rapidinhas e Cancelamento da Semana, além do anúncio do próximo RivoTalks — sempre com a sua participação aqui com a gente.Vem no chat ao vivo!___Apoie o Rivo! Pix: 54.538.001/0001-13
Passando a Limpo: Igor Maciel, Terezinha Nunes e Ricardo Rodrigues discutem a grande expectativa em torno da reunião convocada pela governadora Raquel Lyra com deputados e prefeitos do PP no Palácio do Campo das Princesas, na tentativa de definir a disputada vaga ao Senado em sua chapa. Com o repórter Pedro Beija trazendo os bastidores ao vivo do local, o grupo destaca o clima de indefinição dos convidados. A bancada também debate as viagens de João Campos para atrair a oposição no interior do estado, o anúncio do pacote de R$ 18 bilhões do governo federal para tentar conter os danos do "tarifaço" americano e o surgimento de notas fiscais milionárias do escritório de Flávio Bolsonaro ligadas a um esquema investigado. Na pauta internacional, o foco foi o inusitado acordo de enriquecimento de urânio assinado entre Donald Trump e a Arábia Saudita, que acendeu o alerta em Israel sobre uma possível corrida por armas nucleares. Na participação de Bruna Barreto Campelo, diretora-geral do TRE-PE, foram detalhados os novos números do eleitorado pernambucano, que cresceu acima da média nacional e superou os 7,2 milhões de eleitores aptos. Já na conversa com o juiz João Targino, o clima foi de celebração pelos 20 anos da Orquestra Criança Cidadã, com direito a concertos no Teatro de Santa Isabel.
Confira na edição do Jornal da Record desta quinta-feira (23): Cenipa divulga relatório sobre queda de avião que matou 62 pessoas e famílias cobram justiça. Motorista bêbado invade a contramão, mata um policial e repete crime que já tinha cometido. Brasil reduz o número de homicídios, mas registra recorde de feminicídios. Mulher com câncer é levada para mesa de cirurgia por engano e morre em hospital. Preço do petróleo chega aos US$ 100 depois de novos ataques terroristas a navios da Arábia Saudita.
NESTA EDIÇÃO. CMSE decide antecipar contratos de usinas termelétricas; setor elétrico reage às regras para o ressarcimento de renováveis por cortes de geração. MPF pede suspensão do aumento da mistura de etanol na gasolina para 32%. Governo inclui minerais críticos e fertilizantes no programa de R$ 18,5 bi em resposta ao tarifaço de Trump. Arábia Saudita firma acordo com EUA para desenvolver energia nuclear. *Locução gerada por IA
Estados Unidos fecham acordo de cooperação nuclear com a Arábia Saudita. A Arábia Saudita terá acesso à tecnologia americana e às empresas americanas a chance de ter instalações de energia nuclear no Oriente Médio. E esta novidade já gera preocupação de vizinhossobre uma "corridaarmamentista insana em todo o Oriente Médio", E ainda:- Subiu para 18 o número de militares americanos mortos naguerra entre Estados Unidos e Irã. Uma nova investigação sobre um ataque iraniano a bases da CIA esconfiam de um possível envolvimento russo no ataque- Pelo menos 5 petroleiros já optaram por rotas alternativas edois navios sauditas que, de acordo com os houthis, violaram o bloqueio no Mar Vermelho, foram atacados- A indicação de Daniel Perez, escolhido por Trump para assumir a embaixada dos EUA no Brasil, avançou no Senado americano. O Comitê de Relações Exteriores aprovou o nome de Perez, que agora vai para votação no plenário- Na Nicarágua, o Congresso seguiu as ordens do presidenteDaniel Ortega e iniciou as medidas para acabar com as eleições no país, elimina a possibilidade da disputa eleitoral prevista para 2027 e oficializa o regime ditatorial- OpenAI informa que alguns dos modelos de inteligênciaartificial dela agiram por conta própria e lançaram um ataque cibernético contra uma empresa Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com
EUA e Arábia Saudita estabelecem acordo nuclear /Morre cineasta Luiz Carlos Barreto / Governo espera novo tarifaço / Esses são assuntos em destaque na edição de hoje do Jornal do Boris
O conflito entre Estados Unidos e Irã volta a escalar, com o bloqueio parcial dos estreitos de Ormuz e de Bab el-Mandeb prejudicando cerca de 25% do tráfego mundial de petróleo e elevando o preço do barril a cerca de 100 dólares. O jornalista Ivan Godoy, especialista em assuntos internacionais, explica como o grupo houthi, ligado ao Irã, ataca navios ligados à Arábia Saudita e a Israel, e analisa também o cenário estagnado da guerra entre Rússia e Ucrânia, marcado por trocas de bombardeios contra alvos econômicos.
Mentre si prospetta anche la chiusura di Bab-el Mandeb, Donald Trump ha formalmente approvato un accordo che consente all'Arabia Saudita di dotarsi di un programma per il nucleare civile che potrebbe aprire la strada all'arricchimento dell'uranio. Ne parliamo con Emily Tasinato, visiting fellow presso Fondazione CSF, esperta di Paesi del Golfo, e con Oliviero Baccelli, responsabile area trasporti del Centro di ricerca Green dell’Università Bocconi.Ribaltone ai vertici delle forze armate in Ucraina. Il presidente Volodymyr Zelensky rimuove il generale Oleksandr Syrskyi. Il nuovo comandante in capo, annuncia Zelensky, sarà il generale Mykhailo Drapatiy. Commentiamo con Davide Maria De Luca, giornalista a Kiev.
NESTA EDIÇÃO. Ameaças às exportações de petróleo da Arábia Saudita levam preço do barril a voltar para a casa dos US$ 90. No Brasil, imposto de exportação de petróleo gerou R$ 9,6 bilhões adicionais em royalties e reduziu embarques para o exterior, diz IBP. Consumidores esperam desconto de pelo menos 15% para considerar a migração para o mercado livre de energia, aponta estudo da McKinsey. Novo primeiro-ministro do Reino Unido reduz impostos sobre contas de luz para aliviar custo de vida das famílias. *Locução gerada por IA
O tarifaço americano sobre produtos brasileiros começou a valer. O governo anunciou R$ 18,5 bilhões e meio em crédito para os setores afetados. Estados Unidos e Arábia Saudita assinaram um acordo de cooperação de energia nuclear. Sem negociação à vista na guerra do Irã, o barril do petróleo ultrapassou os US$ 95. O pré-candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, levantou suspeitas sobre as urnas eletrônicas, com informações já desmentidas pela Justiça Eleitoral. Temporais causaram danos em mais de 140 cidades do Rio Grande do Sul. Morreu, no Rio, Luiz Carlos Barreto, produtor, diretor e fotógrafo de cinema.
Na segunda edição deste boletim você confere:- Governo oficializa nova regra sobre trabalho no comércio em feriados;- Associated Press afirma que Estados Unidos e Arábia Saudita fecharam acordo nuclear;- OMS confirma mais de mil mortes por Ebola no Congo e em Uganda.O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Maria Eduarda Palermo e Thales Faria, do curso de Jornalismo.Escute agora!
Confira na edição do Jornal da Record desta segunda-feira (20): Justiça manda prender advogado que atropelou duas vezes motociclista em SP. Quase 170 milhões de brasileiros estão aptos a votar nas eleições de outubro. Sobe para 43 o número de cidades atingidas pelos temporais no RS. Rebeldes houthis, apoiados pelo Irã, anunciam bloqueio a navios da Arábia Saudita, no Mar Vermelho. EUA confirmam novas tarifas de 50% sobre produtos do Canadá. Dispara o número de bebês internados por problemas respiratórios no Brasil.
Mercado Flash, domingo, 19 de julho. Neste episódio falamos sobre o novo reforço para o ataque do FC Porto. Destacamos também os dois nomes do futebol português que Bruno Lage quer levar para a Arábia Saudita
Mercado Flash, domingo, 19 de julho. Neste episódio falamos sobre o novo reforço para o ataque do FC Porto. Destacamos também os dois nomes do futebol português que Bruno Lage quer levar para a Arábia Saudita.
No trigésimo e último episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi apertam os cintos pela última vez para encerrar a jornada pela Copa do Mundo de 2026.Depois de uma temporada inteira viajando por Estados Unidos, México, Canadá, cultura, futebol, história, polêmicas, comidas, cidades, estádios, mascotes e eliminações traumáticas, a dupla se despede do público e reflete sobre o que foi produzir uma edição maior, mais longa e mais trabalhosa do podcast.O episódio fala sobre as próximas possíveis paradas: a Copa do Mundo Feminina no Brasil, os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028, a Copa do Mundo de 2030 em Espanha, Portugal, Marrocos, Argentina, Paraguai e Uruguai, os Jogos Olímpicos de Brisbane 2032, a Copa de 2034 na Arábia Saudita e até as especulações para 2036 e 2038.Também entram na conversa as dúvidas eternas: vai ter programa? Vai ser na rádio? Vai ter churros? Vai ser semanal? Vai ter tempo? Vai ter dinheiro? Vai ter Copa demais?Com humor, despedida, gratidão, planos absurdos, futuro incerto, saudade antecipada e muita vontade de continuar, o Rota América fecha sua temporada lembrando que a viagem acaba agora — mas a próxima rota já está no mapa.
O português, de 51 anos, deixou recentemente o Al-Fayha, da Arábia Saudita, e deve fazer sua estreia contra o Vitória, na próxima quinta-feira, pelo Brasileirão. Com Luciano Mello, Sergio Santana e João Almirante. Dá o play!
Conselho de Segurança da ONU abordou na segunda-feira relatos de violações do espaço aéreo iemenita pelo Irã e ataques da Arábia Saudita a um aeroporto; alto funcionário das Nações Unidas disse que região não pode dar conta de mais um ciclo de escalada das tensões.
1000 dias de guerra.....Bloco 1- Acordo é assinado entre Israel e Líbano. E o Hezbollah?- Israel vendeu equipamento de defesa aérea para o Catar e Arábia Saudita.- Explosão de assentamentos "enterra" solução de dois estados.- Acordo que libertou reféns israelenses poderia ter sido assinado ao menos um ano antes.Bloco 2- Israel reconhecerá genocídio armênio. Por que agora?- Juízes recomendam que acusação de suborno seja retirada de um dos processos contra Netanyahu.- Suprema Corte congela eleição de corregedor do governo.- Lei Básica Estudo da Torá passa em primeira leitura.- Crime organizado continua deixando várias vítimas.Bloco 3- Personagem da semana- Palavra da semana- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuroNo exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuroNossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - @doladoesquerdo e @joaokminstagram - @doladoesquerdodomuroyoutube - youtube.com/@doladoesquerdodomuroTiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #360 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
No Linha de Passe deste domingo (22), nossos comentaristas analisaram tudo sobre a vitória da Espanha sobre a Arábia Saudita e o empate entre Uruguai e Cabo Verde. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Parlem de la victòria d'Espanya davant de l'Aràbia Saudita al Mundial.
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Nesta segunda-feira (15), nossos comentaristas repercutiram o dia de jogos da Copa do Mundo, com direito a empates da Espanha com Cabo Verde, do Uruguai com a Arábia Saudita e da Bélgica com o Egito. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Donald Trump afirmou que assinou um acordo de cessar-fogo com o Irã. Israel falou em manter tropas no Líbano pelo tempo que for necessário. O Reino Unido proibiu que menores de 16 anos usem as redes sociais. Um acidente de ônibus mata jogadores de um time de basquete no Ceará. Na Copa do Mundo, deu zebra. A estreante Cabo Verde empatou com a favorita Espanha. O Uruguai empatou com a Arábia Saudita. Bélgica e Egito também ficaram no empate. E a Seleção Brasileira vive a expectativa de mudanças para o jogo contra o Haiti.
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