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Morning Call BTG Pactual digital
G7 e Arábia Saudita tentam conter disparada do petróleo | Morning Call BTG Pactual | 09/03/2026

Morning Call BTG Pactual digital

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 29:48


O melhor ativo é sempre a boa informação!Quer receber as informações do Morning Call diretamente no seu e-mail? Acesse: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠://l.btgpactual.com/morning_call_spotify⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Noticiário Nacional
1h 61 passageiros chegam esta madrugada vindos da Arábia Saudita

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 7:21


Guerra Fria
Do apoio russo aos sistemas chineses: quem está por trás da resistência do Irão?

Guerra Fria

Play Episode Listen Later Mar 8, 2026 30:31


No Guerra Fria desta semana, analisa-se o papel das grandes potências no agravamento da crise no Médio Oriente e as suas ligações ao conflito na Ucrânia. Uma das perguntas centrais é até que ponto Rússia e China estão a ajudar o Irão. Ao mesmo tempo, os países árabes parecem entrar numa nova fase de confronto com Teerão. Os Emirados Árabes Unidos assumem publicamente estar em guerra com o Irão, enquanto a Arábia Saudita discute com o Paquistão novas respostas militares para a ameaça iraniana. A desconfiança em relação às promessas de cessar-fogo cresce na região. Este Guerra Fria em podcast de 08 de março acompanha as últimas evoluções da guerra na Ucrânia: ataques ucranianos a infraestruturas energéticas russas, sanções e apreensão de navios da chamada “frota fantasma”, novas instalações militares em território ucraniano e tensões políticas dentro da União Europeia, com a Hungria a aumentar a pressão sobre Kyiv.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Volta ao mundo em 180 segundos
06/03: EUA bombardeiam bunkers iranianos | CIA arma curdos iranianos para rebelião | Super-ricos pagam caro para fugir da guerra no Oriente Médio

Volta ao mundo em 180 segundos

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 5:44


No sétimo dia de ataques dos Estados Unidos e Israel, dezenas de bombas penetradoras de 900 kg foram lançadas contra instalações subterrâneas iranianas usadas para armazenar e lançar mísseis balísticos. E mais:- Exército de Israel ordena a evacuação imediata dos subúrbios no sul de Beirute, no Líbano- Dois drones iranianos atingem o Azerbaijão, na fronteira norte do Irã, destruindo o terminal do Aeroporto Internacional de Nakhchivan e uma escola, ferindo dois civis- Grupos dissidentes curdos iranianos no norte do Iraque estariam se preparando para entrar no Irã, com a CIA fornecendo armas ao grupo- Ministro das Relações Exteriores iraniano declara que o país está pronto para enfrentar uma invasão terrestre das tropas inimigas- Preços dos voos particulares triplicam e executivos e suas famílias têm ido de carro até destinos como Omã ou Arábia Saudita para embarcar em jatos particulares para escapar da guerra no Irã Ouça Daíra no Spotify Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 Segundos Fale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br

Reportagem
‘Aqui não há percepção de que a mulher pode jogar futebol', diz brasileira que atua na Arábia Saudita

Reportagem

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 7:20


Os tradicionais centros do futebol mundial ganharam um concorrente nos últimos anos. As atenções não estão mais divididas apenas entre sul-americanos e europeus. A Arábia Saudita, que vai sediar a Copa do Mundo de 2034, surge como um dos principais mercados emergentes do futebol. O país tem atraído cada vez mais jogadores estrangeiros: Roberto Firmino, Cristiano Ronaldo, Benzema e Sadio Mané são alguns dos principais nomes que desfilam seus talentos em gramados árabes. Marcio Arruda, da RFI em Paris Mas o país não chama a atenção somente de jogadores da modalidade masculina. O campeonato feminino tem atraído cada vez mais mulheres estrangeiras. A liga feminina, chamada de Saudi Women's Premier League, reúne atualmente oito clubes; e seis contam com brasileiras em seus elencos. Uma delas é a mineira Letícia Nunes, que ainda busca seu espaço na seleção brasileira. Enquanto sonha em ser chamada pelo técnico do Brasil, Arthur Elias, a atacante de 28 anos tem se firmado como uma das principais jogadoras do Al-Ittihad Jeddah. Em entrevista ao jornalista da RFI, Marco Martins, a jogadora destacou o bom momento que vive no futebol. “Já é minha segunda temporada aqui na Arábia Saudita. Eu venho de uma temporada boa no ano passado, quando fiz muitos gols. Na atual temporada, o grupo encaixou melhor e temos tido mais vitórias e mais empates, que tem sido um pouco diferente da passada. Acredito que o futebol saudita está numa evolução. Como o grupo está melhorando, o individual também melhora”, afirmou Letícia. Leia tambémBrasil vai sediar a Copa do Mundo Feminina de futebol em 2027 Na última rodada do campeonato saudita, o Al-Ittihad Jeddah venceu o Al-Hilal por 3 a 1. O terceiro gol foi da brasileira, que já tem três na atual temporada. Com a vitória, o time de Letícia assumiu a vice-liderança da liga. “A pretensão da gente é ficar no top 4. Claro, sempre a ideia é ser campeão, acho que nenhuma equipe entra num campeonato sem pensar em ser campeão. Porém, temos um time aqui que é muito forte, que é o Al-Nassr e está disparado na frente da tabela. Mas, de início, é ficar entre os três ou quatro primeiros colocados”, revelou a atacante brasileira. Antes de se destacar na Arábia Saudita, Letícia ganhou projeção no Brasil atuando no futebol mineiro. “Tive uma passagem pelo Ipatinga, que é um time do interior de Minas Gerais. Eu me destaquei lá e fui vista pelo América Mineiro", lembrou. "Na minha opinião, foi no América Mineiro que eu vivi o melhor momento da minha carreira, fazendo muitos gols e tendo muitas participações nos jogos. De lá eu fui para o Bahia, onde também tive uma experiência muito boa. Tanto que eu fui a primeira jogadora do departamento feminino do Bahia a ser vendida para um clube do exterior. De Salvador, eu vim direto para cá” No futebol árabe desde agosto de 2024, Letícia falou das dificuldades que enfrentou em sua primeira experiência fora do Brasil. “Para mim foi um pouco impactante, mas sempre fui corajosa e sem medo dos desafios. Quando cheguei aqui, a cultura e as vestimentas chamaram muito minha atenção. Na rua, todas as pessoas usam roupas semelhantes; as mulheres não mostram o rosto nem o corpo, algo bem diferente da nossa realidade no Brasil", comparou.  "A vida social praticamente não existe para mim. Então, meu convívio é mais com as meninas do clube e as pessoas do trabalho. O lado positivo é que é um lugar muito tranquilo e seguro, onde você tem tempo para fazer suas coisas. E é nisso que eu tento me apegar” “Eu acho que foi algo muito bom para mim. Antes eu não tinha contato com a língua inglesa e hoje eu falo inglês e espanhol. Se por acaso no futuro eu tiver uma oportunidade de ir para algum clube da Europa ou dos Estados Unidos, eu acho que a escolha será muito mais fácil", afirmou Letícia. Experiência gratificante Atualmente, muitas jogadoras brasileiras atuam em gramados europeus. Na França, por exemplo, três jogadoras da seleção do Brasil são destaques em seus clubes: a lateral Isabela e a meia Yaya vestem a camisa do Paris Saint-Germain, enquanto que a zagueira Tarciane é titular no Lyon. "Vir para a Arábia Saudita me deu a chance de evoluir como pessoa. Então, para mim, toda essa experiência é gratificante”, disse a camisa 9 do Al-Ittihad Jeddah. A aventura no futebol da Arábia Saudita tem valido a pena para Letícia e considera que deu um salto financeiro na carreira. "Na minha opinião, a parte financeira daqui é muito melhor do que no Brasil. Isso me trouxe uma estabilidade financeira, que para mim era algo que me incomodava no Brasil em relação ao tempo que ainda tenho na minha carreira e ao que eu poderia conquistar. Aqui eu consegui uma boa estabilidade para eu ficar tranquila. Quando você sabe que está num clube estruturado, tudo isso conta. Hoje eu vejo que isso me ajudou muito”, afirmou. A atacante brasileira contou que as mulheres ainda buscam espaço nesse esporte no país, que só autorizou a entrada de torcedoras em estádios e arenas para assistir a jogos de futebol a partir de 2018. “A torcida comparece, sim, mas se fizermos uma comparação entre um jogo do masculino e outro do feminino, a diferença é grotesca. O futebol feminino aqui na Arábia Saudita ainda precisa evoluir muito. Por ser um país fechado, aqui as pessoas não têm a percepção de que a mulher pode jogar futebol. E eu acho que isso impacta ainda mais se compararmos com Portugal, Brasil ou França. A gente vê que isso é mais comum nesses países; é algo mais natural entre as pessoas”, contou a atacante brasileira. Leia tambémEm Paris, Formiga e Michael Jackson dizem o que falta para o futebol feminino decolar no Brasil A aceitação de mulheres no futebol é uma realidade no Brasil, que conta com jogadoras talentosas, como Bia Zaneratto, Gabi Zanotti e Duda Sampaio, entre outras, e clubes vitoriosos, como o Corinthians, atual vice-campeão intercontinental. Ainda assim, Letícia disse que as jogadoras ainda atravessam incertezas em suas carreiras. “Hoje, no Brasil, eu acredito que os campeonatos estão muito consolidados. Mas, por outro lado, há muita incerteza. Eu conheço muitas atletas que passam por dificuldades: estão em um clube e logo depois estão desempregadas. Querendo ou não, isso é algo complicado porque passa pela parte financeira e psicológica. Eu agradeço ter tido essa oportunidade ao clube Al-Ittihad Jeddah e também à treinadora brasileira Linsey Camila, porque foi ela quem abriu esse caminho para mim” Além de Letícia Nunes, a liga feminina da Arábia Saudita conta com as brasileiras Kathellen (lateral do Al-Nassr), Duda Francelino (meia do Al-Nassr), Rayanne (lateral do Al-Qadsiah), Adriana Maga (atacante do Al-Qadsiah), Aline Reis (goleira do Al-Ula), Tuani (zagueira do Al-Ula), Jaine Lemke (meia do Al-Ula), Priscila Hellen (lateral do Neom) e Keikei (goleira do Eastern Flames). Mesmo que lentamente, o futebol feminino ganha força na Arábia Saudita e, aos poucos, se consolida no cenário mundial. Esta é a quarta edição da Saudi Women's Premier League. O Al-Nassr, que conquistou todos os três títulos da liga feminina saudita disputados até hoje, é o líder da atual temporada com 30 pontos conquistados em 11 rodadas (10 vitórias e 1 derrota). O Al-Ittihad Jeddah da Letícia está na segunda colocação do campeonato, a oito pontos da liderança (7 vitórias, 1 empate e 3 derrotas).

O Assunto
O preço da guerra e o efeito dominó na economia

O Assunto

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 31:09


Convidado: José Roberto Mendonça de Barros, fundador e sócio da consultoria MB Associados, foi secretário de política econômica do Ministério da Fazenda entre 1995 e 1998. O conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã se concentra numa área estratégica para o abastecimento global de energia. O Oriente Médio reúne algumas das maiores reservas de petróleo do planeta – o Irã tem a terceira maior, e a Arábia Saudita, a segunda – e concentra importantes instalações de produção e refino. Toda essa produção precisa atravessar o Estreito de Ormuz, que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã, para abastecer os setores produtivos dos quatro cantos do mundo. Cerca de 20% do volume total de petróleo comercializado passa por esse corredor, que foi fechado pelo governo iraniano. Um cenário que pode se agravar caso a ameaça do general da Guarda Revolucionária iraniana, Ebrahim Jabari, se concretize: caso os bombardeios de Estados Unidos e Israel continuem, irá atacar “todos os centros econômicos” do Oriente Médio. Para explicar como o fechamento do Estreito de Ormuz abre um efeito cascata na economia global, Natuza Nery conversa com José Roberto Mendonça de Barros, fundador e sócio da consultoria MB Associados. Ele, que foi secretário de política econômica do Ministério da Fazenda entre 1995 e 1998, comenta também os impactos da guerra na produção e distribuição de gás natural e fertilizantes, e como isso repercute nas economias de Brasil e Estados Unidos, inclusive com possível alta no preço dos alimentos.

Fernando Ulrich
Israel e EUA contra o Irã: a guerra e seus efeitos no mundo

Fernando Ulrich

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 27:43


No vídeo de hoje, analisamos o início da guerra entre Israel, EUA e Irã e seus impactos imediatos nos mercados. O Estreito de Ormuz está efetivamente bloqueado, paralisando o trânsito de navios que transportam 31% do petróleo bruto e 34% dos fertilizantes mundiais. Essa interrupção já elevou o petróleo Brent para 85 dólares e o gás natural na Europa disparou 50% em um único dia. Infraestruturas no Catar e Arábia Saudita foram atacadas, forçando a interrupção da produção de GNL e ureia. Nos mercados, o S&P 500 caiu 2% e o Ibovespa recuou mais de 6% em dólares, enquanto investidores buscam liquidez no dólar, abandonando ouro e Bitcoin. Politicamente, Trump enfrenta resistência, com apenas 25% de apoio aos ataques e uma comunicação confusa sobre os objetivos da guerra.

Noticiário Nacional
6h EUA retiram pessoal diplomático Arábia Saudita, Omã e Chipre

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 7:10


Geografia em Meia Hora
Como a Guerra no Irã Ameaça a Economia dos EUA e a IA

Geografia em Meia Hora

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 7:39


Neste vídeo, mergulhamos profundamente na crise geopolítica sem precedentes de março de 2026, iniciada pela guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã. Descubra como a tentativa de decapitar a liderança iraniana através da "Operação Epic Fury" desencadeou uma resposta devastadora. O Irã implementou uma guerra assimétrica brilhante e letal, focando no calcanhar de Aquiles do império americano: a infraestrutura dos países do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), como Arábia Saudita, Emirados Árabes e Catar.Explicamos como o Irã transformou a extrema vulnerabilidade hídrica do Golfo em uma arma de guerra, atacando usinas de dessalinização de água que mantêm capitais inteiras vivas. Entenda também as consequências catastróficas do fechamento de fato do Estreito de Ormuz pela Guarda Revolucionária do Irã, cortando não apenas o suprimento global de petróleo, mas bloqueando 85% da entrada de alimentos básicos para a região do Golfo.Mas o impacto vai muito além do Oriente Médio! Revelamos a conexão oculta entre a sobrevivência do Golfo e o boom tecnológico nos EUA. Os fundos soberanos árabes não são mais apenas exportadores de petróleo; eles são o principal motor financeiro que sustenta a revolução da Inteligência Artificial (IA) e o mercado de ações americano. Mostramos como a destruição de data centers no Oriente Médio pode estourar a bolha da IA em Wall Street e como o CCG está usando essa alavancagem financeira trilionária para pressionar o governo dos EUA por um cessar-fogo.Assista até o final para entender por que não se vence uma guerra do século XXI com táticas do século XX e como essa crise vai redefinir o equilíbrio de poder global.#Geopolitica #Irã #EstadosUnidos #InteligenciaArtificial #EconomiaGlobal #Crise2026 #EstreitoDeOrmuz #OrienteMedio

F1Mania - Fórmula 1 e muito mais
As surpresas que o GP da Austrália traz para abrir o mundial 2026 de F1 | EM PONTO #859

F1Mania - Fórmula 1 e muito mais

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 63:47


Neste episódio do Em Ponto, Carlos Garcia e Gabriel Gavinelli comentam sobre as surpresas da abertura do mundial 2026 de Fórmula 1. Opções da Fórmula 1 ficam escassas para substituir Bahrein e Arábia Saudita e WEC é adiado. E mais: Hamilton se faz perguntas desconfortáveis, FIA segue aberta para ajuste nas regras, Norris e McLaren indicados a premiação.

Volta ao mundo em 180 segundos
04/03: Israel ataca cúpula que decide novo líder supremo no Irã | EUA fecham embaixadas no Oriente Médio | Irã ataca base no Chipre

Volta ao mundo em 180 segundos

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 3:33


Segundo mídia israelense, alguns dos 88 membros da chamada Assembleia dos Peritos estariam reunidos em prédio atingido por ataque de Israel. O ataque atingiu também a sede da Presidência e do Conselho de Segurança do Irã. E ainda:- Estados Unidos fecham as embaixadas no Kuwait, Líbano e Arábia Saudita e aconselham que cidadãos americanos deixem 14 países no Oriente Médio- Segundo a Cruz Vermelha, quase 800 pessoas morreram desde o início dos ataques no Irã- Chipre, na Europa, também teve uma base militar operada por Londres atingida por drones suicidas iranianos- Trump anuncia que pretende cortar todo o comércio com a Espanha após o país europeu se posicionar contra o uso das suas bases pelo governo dos Estados Unidos- De acordo com pesquisa do instituto Ipsos, em parceria com a agência Reuter, apenas 27% dos norte-americanos apoiam o conflito Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br

O Assunto
A guerra no Oriente Médio e o futuro do regime iraniano

O Assunto

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 33:33


Convidado: Hussein Kalout, cientista político e conselheiro do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais). Pelo terceiro dia seguido, Estados Unidos e Israel atacam alvos diversos no Irã – e anunciam que mais tropas e mais caças estão a postos para entrar em ação. A retaliação iraniana também segue seu curso: mísseis e drones atingiram o território israelense e a infraestrutura de países que têm bases militares americanas, como a Arábia Saudita. No Líbano, o grupo extremista Hezbollah, aliado do regime iraniano, abriu um novo front de guerra. E o mapa do Oriente Médio tem cada vez mais alvos de todos os lados. No governo dos Estados Unidos, o secretário da Guerra fala em objetivos de curto prazo, mas Donald Trump já projeta pelo menos cinco semanas de ofensiva e diz que levará “o tempo que for necessário”. Já em Teerã, o regime dos aiatolás ainda lamenta da morte de seu líder supremo, Ali Khamenei, que governou o país por quase quatro décadas, enquanto se reorganiza para definir seu sucessor. Para explicar os arcos de aliança que estão formados no Oriente Médio e o processo de sucessão de Khamenei no Irã, Natuza Nery entrevista Hussein Kalout, cientista político e conselheiro do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais). Kalout avalia os riscos de uma escalada militar ainda mais perigosa na região, inclusive em relação ao uso de armas nucleares. E analisa as consequências da escolha do novo líder supremo do regime: se será mais ou menos aberto ao Ocidente. “Um cenário muito mais obscuro”, resume.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 03/03/2026 | 1ª EDIÇÃO: Ofensivas seguem no Oriente Médio | 2ª EDIÇÃO: Israel e EUA x Irã / Conflito afeta geopolítica mundial

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 301:31


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (03): O presidente Donald Trump afirmou nesta segunda-feira (02) que a guerra foi planejada para durar “quatro ou cinco semanas”, mas destacou que os Estados Unidos estão preparados para sustentar os ataques por mais tempo, caso necessário. Na mesma noite, o governo americano emitiu um alerta recomendando que cidadãos deixem 14 países do Oriente Médio, incluindo Arábia Saudita, Egito e Líbano. O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que o país não iniciou a guerra, mas que pretende encerrá-la sob a liderança do presidente Donald Trump. Em declaração pública, ele classificou o Irã como uma ameaça direta à segurança americana. O Exército de Israel informou nesta segunda-feira (02) ter matado um comandante da Jihad Islâmica Palestina no Líbano. Segundo as Forças de Defesa de Israel, Abu Hamza Rami ocupava há anos um dos principais postos do grupo e teria sido responsável por centenas de ataques contra o território israelense. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou nesta segunda-feira (02) que está analisando o pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para disputar o governo de São Paulo. Antes de participar de uma aula magna na Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo, ele reiterou que não pretendia ser candidato, mas admitiu que pode reconsiderar após conversa com Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, negou nesta segunda-feira (02) o pedido de prisão domiciliar humanitária apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, Bolsonaro segue cumprindo pena em regime fechado na Papudinha, em Brasília. Quais são os efeitos da guerra sobre a economia mundial? Para analisar o cenário, a Jovem Pan entrevista Marcos Troyjo, ex-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento. Segundo ele, a escalada do conflito pode redesenhar a geopolítica global, pressionar cadeias produtivas, elevar preços de energia e aumentar a volatilidade nos mercados financeiros. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país “não está onde gostaria” em relação à quantidade de armamentos de ponta disponíveis. Apesar disso, destacou que os EUA possuem estoques “praticamente ilimitados” de armas de médio e médio-alto alcance, garantindo capacidade de sustentação em um eventual conflito prolongado. A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro investiga um estupro coletivo ocorrido na noite de 31 de janeiro, em um apartamento em Copacabana, na zona Sul da capital fluminense. De acordo com o inquérito conduzido pela 12ª Delegacia de Polícia, a vítima, uma adolescente de 17 anos, teria sido atraída ao local em uma emboscada articulada pelo ex-namorado. Quatro jovens foram indiciados e tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça, enquanto outro adolescente tem a conduta apurada pela Vara da Infância e da Adolescência. A polícia segue em busca dos suspeitos. Pesquisa divulgada pelo Real Time Big Data mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o primeiro turno em três cenários estimulados para a Presidência da República. Em todas as simulações, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece em segundo lugar. No eventual segundo turno entre os dois, o levantamento aponta empate técnico dentro da margem de erro. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Noticiário Nacional
1h Incêndio na embaixada dos EUA, em Riade, na Arábia Saudita

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 9:26


Noticiário Nacional
2h Arábia Saudita. Registadas novas explosões em Riade

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 7:27


JORNAL DA RECORD
02/03/2026 | 4ª Edição: Irã afirma que fechou estreito de Ormuz, rota vital para o petróleo mundial

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 33:18


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Embaixadas dos EUA na Arábia Saudita e no Kuwait são atingidas por drones. Donald Trump afirma que guerra pode durar cinco semanas e projeta vitória fácil. Irã diz que não vai negociar e está pronto para guerra longa. 

Notícia no Seu Tempo
Trump fala em enviar tropas ao Irã e 5 semanas de guerra

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 8:34


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (03/03/2026): No terceiro dia de guerra no Oriente Médio, o conflito já envolve 12 países. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a maior onda de ataques ainda está por vir, previu duração de até cinco semanas e não descartou o envio de tropas ao Irã, dizendo que o objetivo é destruir mísseis, aniquilar a marinha iraniana e impedir armas nucleares. Teerã rejeitou negociações, enquanto bombardeios americanos e israelenses continuaram, com centenas de mortos no Irã, incluindo civis, segundo o Crescente Vermelho. Os EUA afirmam ter afundado navios iranianos e reforçado presença militar na região. O Irã lançou mísseis contra bases americanas no Kuwait, Bahrein, Iraque e Emirados Árabes Unidos, além de atingir instalações na Arábia Saudita e no Catar. Em Israel, ataques deixaram mortos, e o Hezbollah entrou na guerra, ampliando a escalada regional. E mais: Economia: Acirramento da guerra faz barril de petróleo avançar até 6,68% Política: Ministros do STJ têm 29 parentes que advogam em ações na Corte Metrópole: MEC propõe carga horária presencial menor na formação de professores Cultura: ‘ Gal, o musical’ será uma das estreias de março em SPSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Resumão Diário
JN: No terceiro dia de guerra, EUA e Israel bombardeiam Irã, que revida e atinge a maior refinaria da Arábia Saudita; Trump diz que conflito pode durar ‘semanas'

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 5:30


A guerra espalhou o caos sobre o Oriente Médio. No terceiro dia de confrontos, o Irã lançou drones contra a maior refinaria de petróleo da Arábia Saudita. Israel e o grupo Hezbollah voltaram a se atacar depois de um ano e meio. O Kuwait abateu por engano três aviões caças dos Estados Unidos. Uma base militar do Reino Unido foi atingida no Chipre. O Irã fechou o Estreito de Ormuz e ameaçou incendiar navios de petróleo. O presidente Donald Trump disse agora que a guerra pode durar entre quatro e cinco semanas. A ONU afirmou que as instalações nucleares iranianas não foram atingidas. E a França anunciou que vai aumentar o arsenal nuclear para proteger a Europa.

Renata Maron Entrevista
Com escalada do conflito no Oriente Médio, exportadores de frango avaliam alternativas para o embarque do produto Halal

Renata Maron Entrevista

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 1:25


“Nós vamos fazer tudo o que é possível para manter o fornecimento” - Ricardo Santin, presidente ABPA Com escalada do conflito no Oriente Médio, exportadores de carne de frango avaliam alternativas para o embarque do produto Halal O Brasil é o maior exportador mundial de carne de frango Halal, ou seja que é preparada de acordo com os preceitos islâmicos, garantindo qualidade e purezaPrincipal destino das exportações de carne de frango do Brasil, os Emirados Árabes Unidos importaram 44,3 mil toneladas em janeiro, volume 14% superior ao registrado no ano passadoE a Arábia Saudita comprou 33,5 mil toneladas, alta de 5%A Associação Brasileira de Proteína Animal acompanha com atenção o conflito no Oriente Médio, região que é uma das maiores compradoras do frango brasileiro A ABPA, Associação Brasileira de Proteína Animal, avalia com atenção as alternativas que poderão ser utilizadas com o fechamento do estreito de Ormuz

Economia
Com produção crescente, Brasil pode compensar redução do petróleo do Oriente Médio, diz especialista

Economia

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 7:15


A escalada de ataques no Oriente Médio fez os preços do gás e do petróleo dispararem no início desta semana, reacendendo temores de uma nova recessão econômica mundial. Para especialistas ouvidos pela RFI, embora o cenário seja preocupante, sua evolução dependerá da duração dos bloqueios das principais fontes de suprimento de petróleo e gás. Eles destacam que o mercado dispõe de mecanismos capazes de mitigar os efeitos da crise e que países como o Brasil podem até se beneficiar da conjuntura. Além de deter a terceira maior reserva comprovada de petróleo do mundo, segundo a Opep, o Irã exerce um papel central no mercado global da commodity por controlar o Estreito de Ormuz. O corredor marítimo, com menos de 50 quilômetros de largura, é vital para o escoamento energético mundial: por ali transitam cerca de 20 milhões de barris de petróleo por dia, o equivalente a aproximadamente 20% do volume global e 80% do petróleo extraído na região. Localizado entre Irã e Omã, no Golfo Pérsico, o estreito também é essencial para o transporte de gás natural liquefeito produzido no Catar, Omã, Arábia Saudita e Irã, abastecendo principalmente economias asiáticas como a China. No sábado, logo após os ataques dos Estados Unidos e de Israel, o Irã declarou o fechamento do estreito. Na segunda-feira (1º), a Guarda Revolucionária iraniana reiterou a informação e ameaçou incendiar qualquer navio que tentasse cruzar a área. Como o canal já havia sido parcialmente fechado em fevereiro, as novas ameaças levaram diversas transportadoras marítimas a suspender suas operações na região. Mercado com oferta excedente No curto prazo, a disparada nos preços do petróleo e do gás afeta diretamente o custo dos combustíveis. No entanto, se o bloqueio persistir, a alta tende a se espalhar para o restante da economia. Um fechamento prolongado do Estreito de Ormuz pode pressionar ainda mais os preços globais de bens e serviços, com impacto especial em grandes importadores de petróleo, como China, Índia e Japão. Ainda assim, Homayoun Falakshahi, diretor de análise de petróleo bruto da Kpler, empresa francesa especializada em inteligência de dados sobre energia e commodities, mantém certo otimismo. “Estamos em um mercado de petróleo com excedente de oferta. Apesar da tendência de alta nas últimas semanas, os preços estão longe dos picos registrados no início da guerra entre Rússia e Ucrânia. Chegamos a quase US$ 140 por barril”, ressalta. “O governo americano sabe disso, e é por isso que se sentiu confortável para lançar operações em larga escala na Venezuela e no Irã.” A Opep+ também reagiu rapidamente, anunciando, no domingo, um aumento de 206 mil barris por dia na produção a partir de abril. Para o presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Roberto Ardenghy, o cenário é grave, mas sua evolução depende essencialmente da duração dos bloqueios das fontes de suprimento. Ele avalia que o mercado dispõe de estratégias para evitar que a crise se intensifique, como o uso de estoques estratégicos e a adoção de rotas alternativas de escoamento. “O mundo hoje está muito mais preparado para enfrentar crises”, afirma. “Os países não divulgam seus números de estoques, mas sabemos que Estados Unidos, China e Japão possuem grandes reservas estratégicas de petróleo para momentos como este.” Ele acrescenta que “uma segunda alternativa são rotas viáveis para escoar o petróleo do Oriente Médio pelo Mar Vermelho, desviando do Estreito de Ormuz”. Posição do Brasil Para Ardenghy, outro fator que poderia aliviar uma crise do petróleo seria o aumento de produção em países exportadores, incluindo o Brasil. Atualmente o 9º maior exportador mundial, o país pode se beneficiar da atual turbulência. “Países como Brasil, Guiana, Argentina, Nigéria e Guiné Equatorial podem ampliar sua produção para compensar a redução do petróleo vindo do Oriente Médio”, afirma. O Brasil já apresenta expansão significativa da produção. “Estamos produzindo cerca de 3,5 milhões de barris por dia, e a meta é chegar, em 2030, a 4,2 milhões. Isso representa uma oferta adicional de cerca de 600 a 700 mil barris”, diz o especialista. Segundo ele, essa trajetória coloca o Brasil - pela qualidade do petróleo, pela distância do conflito e pelo avanço tecnológico - em boa posição para se tornar alternativa aos mercados afetados. Outro ponto favorável é que o país é exportador líquido. “Com o petróleo em alta, a balança comercial brasileira tende a melhorar. No ano passado, o petróleo foi o principal produto exportado pelo Brasil, gerando um superávit de cerca de US$ 30 bilhões. E essa tendência pode continuar em 2026”, afirma. Risco inflacionário Apesar das possíveis oportunidades, Ardenghy alerta para o impacto da crise nos custos globais de transporte, energia e produção agrícola. Se a instabilidade na região se prolongar, especialmente com um bloqueio efetivo no Estreito de Ormuz, ele estima efeitos relevantes nos preços dos alimentos e, consequentemente, na inflação mundial e brasileira. “Haverá pressão, sem dúvida, porque o petróleo é essencial para diversas indústrias. Ele é amplamente utilizado na cadeia produtiva. Por exemplo, fertilizantes como ureia e amônia, nitrogênio, dependem do gás natural. E o Brasil é grande importador desses insumos. Isso terá reflexos aqui também”, explica. Para o especialista, a expectativa é de “pressão inflacionária global em termos de patamares”, embora ele ressalte ser “muito difícil fazer previsões no curto prazo”. “Estamos há apenas quatro dias de conflito. Trata-se de uma região sensível, mas ainda estamos no início. Precisamos aguardar os próximos dias para entender a real dimensão do impacto”, conclui.

Convidado
Médio Oriente: Analista afirma que “não há uma única razão para os ataques ao Irão"

Convidado

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 8:59


No quarto dia do conflito no Médio Oriente, o exército israelita anunciou, esta terça-feira, o envio de forças terrestres para o sul do Líbano, depois de ter confirmado ataques aéreos simultâneos sobre Teerão e Beirute. Face à retaliação iraniana, o Departamento de Estado dos Estados Unidos recomendou a saída do pessoal diplomático não essencial e das respectivas famílias do Iraque, da Jordânia e do Bahrein, como medida de precaução perante o agravamento da situação na região. Em entrevista à RFI, João Henriques, vice-presidente do Observatório do Mundo Islâmico, analisa os objectivos estratégicos em jogo e sustenta que “não há uma única razão para estes ataques ao Irão”. Qual é o objectivo desta guerra? O objectivo desta guerra tem sido dúbio no discurso de Donald Trump. Tem havido diferentes cenários. Poderíamos dizer que o objectivo da guerra foi, até, mais por imposição de Israel: a queda do regime e, naturalmente, no seguimento disso, a criação de condições para que a liderança passasse para uma figura - não vou dizer imposta por Israel ou pelos Estados Unidos - mas para uma figura mais consensual e que alinhasse naturalmente nos propósitos de Israel e dos Estados Unidos. A outra ideia era decapitar completamente o regime, o que não aconteceu, embora ele tenha sido em parte já removido. Estou a falar da liderança iraniana. Mas não há, objectivamente, uma única razão para que estes ataques à República Islâmica do Irão estejam a acontecer. Vimos agora Ali Larijani [secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional] a dizer que não vai ceder a qualquer tipo de reforma. Ali Larijani é o homem com quem Donald Trump poderia negociar, o que leva a pensar que toda esta ofensiva não será capaz de derrubar este regime estruturado e autoritário… Não, não vai acontecer. Porque, se nós verificarmos o perfil dos nomes que são apontados como principais candidatos, o regime teocrático vai manter-se. E nenhum deles vai alinhar com cedências a Israel e aos Estados Unidos. Poderá haver, e há, elementos de uma linha mais branda, mas há determinados pontos que são comuns. Portanto, não há nenhuma cedência aos interesses do Ocidente. São essencialmente interesses de natureza económica e, naturalmente, a preservação de alguma influência política e até securitária na região, que tem estado a ser protagonizada por Israel. Vários Estados, como a Finlândia, a Noruega e a Colômbia, denunciaram um “ataque ilegal”. A Rússia fala em “agressão”. O Senegal condena o uso da força e países como a Suíça, a Irlanda e a Espanha pedem o respeito pelo direito internacional. Os Estados Unidos e Israel falam em “ataques preventivos”. Um ataque destes deveria ter sido lançado com a luz verde do Conselho de Segurança das Nações Unidas? Absolutamente. Este ataque, desde logo, deveria ter sido discutido, votado e eventualmente aprovado no Congresso norte-americano. Isso não aconteceu. A nível macro, as Nações Unidas deveriam ter uma voz activa nesta decisão bilateral, incluindo também Israel. Isto vai, de facto, contra aquilo que são as normas do direito internacional, que não contempla este tipo de intervenção. Trata-se, objectivamente, de uma agressão a um Estado soberano. E a Europa no meio disto tudo? A classe política europeia está dividida. De um lado, há aqueles que afirmam peremptoriamente que esta iniciativa - norte-americana e israelita - faz todo o sentido, porque estão a tentar decapitar as intervenções de um país que é considerado atentatório das liberdades e da paz. E há outros que defendem que tudo isto vai contra aquilo que é o direito internacional instituído e que já deixou de haver regras, porque há um protagonista chamado Donald Trump que decide de sua livre iniciativa, desrespeitando as instituições. O Irão retaliou, atacando não só cidades israelitas e bases norte-americanas, mas também alvos noutros Estados do Golfo, nomeadamente na Arábia Saudita, invocando a legítima defesa. Estes ataques são legais? Aqui volta a haver uma divisão, porque se trata de uma violação da soberania. Mas há o outro lado, que defende a tese iraniana: trata-se de um acto de legítima defesa, porque não estão a atacar a soberania desses países; estão a atacar território - entre aspas - norte-americano que se encontra nesses países. Estou a falar de bases militares que estão nesses países, incluindo Omã, que se disponibilizou para mediar o conflito. E as pessoas perguntam: se Omã está a querer mediar o conflito, porque é atacado? É atacado exactamente porque as forças ocidentais se encontram instaladas nesses territórios. E vai acontecer o mesmo no futuro. Eles vão continuar - estou a falar do Irão e, eventualmente, dos seus aliados, o Hezbollah e, mais a nível regional, os Houthis no Iémen - a atacar as bases norte-americanas. Mas é também uma forma de fazer pressão sobre os Estados Unidos para pararem com a ofensiva? Essa pressão, julgo, não vai ter grande sucesso junto de Donald Trump e, mais ainda, de Benjamin Netanyahu. Os Estados do Golfo poderão também invocar legítima defesa para responder aos ataques iranianos? Não acredito nessa possibilidade. Haverá manifestações públicas de ataque, manifestações de descontentamento e declarações relativas a uma agressão que não deveria ter acontecido, de qualquer maneira. A reacção dos Estados do Golfo perante os ataques iranianos é uma reacção perfeitamente legítima e constitui um motivo de discussão ao nível do direito internacional. O alastramento desta ofensiva já é visível entre Israel e o Líbano. De acordo com o último balanço, os ataques israelitas causaram 52 mortos e mais de 150 feridos. É real o risco de um conflito global? O conflito regional já existe. O risco global não é desejável. E eu, pessoalmente - e muitos analistas - não acreditamos que este conflito se globalize. Até porque, vejamos: o Hezbollah, a partir do Líbano, enviou mísseis para o norte de Israel. A reacção de Telavive é considerada normal e legítima. E isso provocou, de imediato, por parte do Presidente libanês, uma reacção dirigida naturalmente ao Hezbollah, para terminarem com essas agressões. E para entregarem as armas… Exactamente. O Hezbollah vai continuar a ser um apoio para o Irão. Não é crível que estes ataques sejam interrompidos. O Hezbollah vai continuar a atacar território israelita. Ainda sobre o Irão, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira, 2 de Março, que não hesitaria em enviar tropas norte-americanas para o Irão. Donald Trump, que sempre se opôs às guerras, poderá enviar homens para o terreno? Homens para o terreno - como se diz, botas no terreno - é improvável. Até porque os Estados Unidos não estão a confrontar-se com um Estado como a Venezuela. A questão do Irão é bem diversa, muito arriscada e muito perigosa. Para já, porque estão mais preocupados - os Estados Unidos e Israel - em eliminar fisicamente determinadas figuras do que em trazê-las para o seu território para depois serem julgadas. Quais são os impactos desta guerra no Médio Oriente? Impactos económicos? Fala-se já do preço do petróleo, que disparou, e do encerramento do Estreito de Ormuz. A China é o principal país impactado? A China está preocupada, embora ainda não se tenha manifestado de forma contundente, e a Rússia também condenou os ataques. O preço do petróleo já vai na casa dos 100 dólares por barril. O Estreito de Ormuz foi fechado. Todavia, há a possibilidade de haver, por parte dos Estados Unidos, uma acção para eliminar esta intervenção iraniana no Estreito de Ormuz. De qualquer maneira, a China vai contribuir decisivamente para que haja um abrandamento e para que o Estreito de Ormuz seja reaberto. Mas a troco de contrapartidas; terá de ser negociado. A China vai continuar a resolver o problema com a importação de petróleo e gás, mas, naturalmente, vai sofrer as consequências também ao nível dos preços. Esta situação, dentro de dias, começará a fazer-se sentir, com os efeitos do encerramento do Estreito de Ormuz, e estou naturalmente a falar da economia a nível mundial.

Expresso - Expresso da Manhã
Rui Cardoso: “A retaliação do Irão mostra ao Médio Oriente que o guarda-chuva dos Estados Unidos existe, mas deixa muito a desejar”

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 14:51


A capacidade de retaliação do regime iraniano, mais do que fazer mossa nos atacantes, põe em causa a imagem das petromonarquias, como a Arábia Saudita, o Dubai ou os Emirados que se apresentam ao mundo como territórios de paz, com fortes praças financeiras, plataformas para a indústria de aviação e para o turismo. À procura de perceber com que linhas se cose o futuro, partimos para a conversa com o comentador da SIC Rui Cardoso.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 01/03/2026 | Ali Khamenei, líder supremo do Irã, morre durante ataques dos EUA e de Israel

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Mar 1, 2026 299:40


Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (01): O governo do Irã confirmou a morte do líder supremo aiatolá Ali Khamenei. A morte ocorreu durante ataques conjuntos dos Estados Unidos e de Israel. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, celebrou a notícia em suas redes sociais, destacando que o aiatolá não conseguiu escapar da inteligência norte-americana e israelense. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou em suas redes sociais que o Irã sofrerá uma retaliação com força nunca antes vista caso decida atacar alvos americanos ou israelenses. A ameaça ocorre após múltiplos ataques iranianos atingirem nações aliadas no Golfo Pérsico, como Emirados Árabes Unidos, Catar e Bahrein, além de cidades em Israel, incluindo Tel Aviv. A crise no Oriente Médio deve se arrastar por mais tempo após as recentes ofensivas, segundo a análise do professor de relações internacionais Vinícius Rodrigues Vieira. Ele avalia que a morte do líder supremo aiatolá Ali Khamenei não derruba automaticamente a República Islâmica, pois o regime possui uma estrutura de poder complexa e não é baseado no personalismo de uma única figura O governo do Irã nomeou o aiatolá Alireza Arafi para integrar o conselho de liderança interino do país após a morte do líder supremo Ali Khamenei. A rápida movimentação do regime busca evitar um vácuo de poder e demonstrar estabilidade institucional enquanto não há a escolha de um sucessor definitivo. O conselho responsável pela escolha do novo aiatolá, a Assembleia dos Peritos, é formado por 88 clérigos xiitas. O exército do Irã anunciou uma nova onda de bombardeios contra bases militares dos Estados Unidos localizadas no Oriente Médio. A ofensiva militar é uma resposta direta do país após o assassinato do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei. De acordo com o correspondente Luca Bassani, mísseis lançados pelo regime de Teerã foram interceptados próximos à base militar de Erbil, situada no norte do Iraque. Os principais membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), incluindo nações aliadas como Rússia e Arábia Saudita, realizam uma reunião de emergência para discutir os reflexos econômicos dos recentes ataques ao Irã. A grande preocupação do mercado internacional é a ameaça de fechamento do Estreito de Ormuz, rota marítima estratégica responsável pelo escoamento de cerca de 25% de todo o petróleo mundial. O conflito armado no Oriente Médio ganha novos contornos com a retaliação do Irã contra bases militares. O mestre em segurança pública e especialista em ciência política, Rodolfo Laterza, avalia que a operação conjunta entre Estados Unidos e Israel teve um caráter cirúrgico e de choque, mas esbarrou na rápida resposta balística iraniana. O exército de Israel realizou uma nova onda de bombardeios no Oriente Médio, destruindo caças da Força Aérea do Irã em uma ofensiva para diminuir a capacidade militar do país. Após os ataques, o governo iraniano confirmou a morte de quatro oficiais de alto escalão da segurança nacional, incluindo o chefe da Guarda Revolucionária e o ministro da Defesa. O ex-embaixador do Brasil no Irã, Eduardo Gradilone, analisou o histórico das relações diplomáticas e comerciais entre os dois países. Segundo o diplomata, a parceria, que recentemente completou 120 anos, é considerada correta e sem grandes problemas. Gradilone destacou que as exportações do agronegócio brasileiro para o mercado iraniano rendem bilhões em divisas para o Brasil todos os anos. Por outro lado, a balança comercial é bastante desigual, já que o volume de importações de produtos do Irã é pequeno, concentrando-se basicamente em itens como ureia e pistache. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Convidado
EUA: Discurso de Trump “bate recordes no número de mentiras”

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 8:04


O Presidente dos Estados Unidos pronunciou esta semana o discurso sobre o Estado da União. Donald Trump descreveu um país dinâmico, destacando o aumento da produção económica, a redução da inflação e vangloriando-se da política migratória. No entanto, o fact-checking -a verificação de factos- revela que muitas das afirmações não correspondem à realidade, como explicou à RFI o especialista português em política internacional Germano Almeida, sublinhando que este discurso “é um insulto à inteligência dos americanos”. Que análise se pode fazer do discurso de Donald Trump? É um discurso que é um insulto à inteligência dos americanos. É o pior discurso sobre o Estado da União que ouvi até hoje. É um discurso que aumenta os receios de um progressivo autoritarismo de Donald Trump e que, pela sua duração, desrespeita também as regras. Quase duas horas -mais do dobro do normal, o triplo de muitos outros discursos- batendo recordes no número de mentiras. Um chorrilho de mentiras a apresentar uma realidade alternativa. Dizer que herdou uma economia estagnada e que agora está muito boa, quando o crescimento económico com Trump está a cerca de metade do que era com Biden; dizer que a questão da inflacção está resolvida quando não está; voltar ao fantasma da fraude eleitoral, quando não há qualquer evidência nesse sentido. Já antecipando uma derrota nas intercalares, mostra um desrespeito pelos adversários. É alguém que, como tenho dito e escrito, não tem dimensão para ser Presidente dos Estados Unidos, embora os eleitores americanos, há um ano, o tenham querido reconduzir à Casa Branca. Tem legitimidade democrática, mas, na minha opinião, não tem dimensão para o cargo. O slogan da campanha de Trump, “Make America Great Again”, prometia, entre outros aspectos, aumentar o poder de compra dos americanos. Essa promessa tornou-se realidade? Decretam pela palavra que a questão da affordability, da sustentabilidade e do poder de compra, está resolvida. Não está. A instabilidade da política tarifária -que o Supremo considerou ilegal- já antes era marcada por avanços e recuos constantes de Trump relativamente às tarifas. Isso gera instabilidade nos mercados e nas empresas, que não sabem com o que podem contar. Tem sido um factor para que a inflação não se resolva. Não é o único, mas é um deles. Depois há a questão da imigração. Em 2025, foi registado, pela primeira vez desde 1935, um saldo migratório negativo: saíram mais pessoas dos Estados Unidos do que entraram, numa economia que está em crescimento constante e que precisa de mão-de-obra. A perda rápida de imigrantes, nomeadamente em alguns Estados, gera perdas económicas por duas razões: pela falta de mão-de-obra, que cria dificuldades às empresas, e pela quebra no consumo. Os imigrantes são também consumidores. Ainda relativamente à política de imigração e à actuação das autoridades, têm surgido críticas junto da população e até no seio dos republicanos. Há estudos que mostram que 77% dos americanos defendem que as acções do ICE devem ser realizadas com mandado judicial, e apenas cerca de 20% apoiam acções sem qualquer mandado. Mesmo quem defende deportações em massa não defende que indivíduos mascarados, nas ruas dos Estados Unidos, abordem pessoas, as detenham ou usem força excessiva. A morte de dois cidadãos americanos prejudicou a imagem do país? Isso não foi referido por Trump no discurso do Estado da União. Dois cidadãos americanos, que não constituíam qualquer perigo para a ordem pública ou para os agentes envolvidos, foram mortos nas ruas de Minneapolis. É de enorme gravidade. Já aqui falámos das taxas alfandegárias, apresentadas como mecanismo para aumentar o poder de compra. O Supremo Tribunal considerou várias dessas taxas ilegais. Ainda assim, Trump avançou com novas tarifas de 15% para todos os países. Nada parece travar o Presidente. Essas taxas são utilizadas como forma de pressão da política externa? Donald Trump usa as tarifas como instrumento de pressão geopolítica. O Supremo foi muito claro: o Poder Executivo não tem poder tributário. Está escrito no acórdão. O tribunal considerou a grande maioria das tarifas ilegais, especificando as excepções. Levanta-se agora a questão, colocada pelos democratas e por algumas empresas, de um eventual reembolso do que foi pago indevidamente. Não me parece que isso venha a acontecer, mas veremos. Trump insiste numa política de tarifas que considero uma aberração, mas tem legitimidade política para a defender. Em termos de política externa, Donald Trump afirmou que -desde que regressou ao poder- acabou com oito conflitos e falou do Irão, um discurso ambíguo entre ameaças e acordos. Os Estados Unidos podem atacar o Irão? Os Estados Unidos vão atacar o Irão. Não tenho qualquer dúvida, tendo em conta o grau de envolvimento militar actual na região. Noutro contexto, com outro tipo de alianças, poderia discutir-se, tendo em conta o regime actual e o risco do programa nuclear iraniano, que é real. Mas os Estados Unidos estão a agir praticamente sozinhos, contra a opinião de aliados regionais como a Arábia Saudita, a Turquia, o Qatar ou os Emirados Árabes Unidos. Há outra contradição: Trump rompeu, em 2018, o acordo nuclear negociado por Barack Obama, que estava a funcionar, classificando-o como “a pior coisa de sempre”, e agora pretende usar poder militar para forçar o Irão a aceitar um acordo semelhante. Historicamente, os segundos mandatos tendem a privilegiar a política externa. É assim que se explica este intervencionismo -Groenelândia, Venezuela, Irão? Há uma tendência para tentar racionalizar o que não é racional. Não vejo essa racionalidade. Trump dizia ser o Presidente que não fazia guerras. Mas Trump, como tenho escrito, não é para levar a sério. Está cada vez pior. Há sinais de decadência cognitiva e de crescente autoritarismo. A base “MAGA” acreditava que tinha terminado a fase do intervencionismo americano. Mas Trump entusiasma-se com o poder militar. O Irão não é a Venezuela. É um país muito maior, mais distante, com mais capacidade. Sabe-se como uma intervenção militar pode começar; não se sabe como pode terminar. No discurso, Trump procurou preparar o terreno para as eleições intercalares de Novembro. A popularidade do Presidente dos Estados Unidos está em mínimos. Há risco de implosão numa sociedade tão polarizada? As eleições de Novembro podem funcionar como estabilizador, se os americanos, pelo voto, sinalizarem que esta administração está a falhar. Todavia, antecipando uma eventual derrota, Donald Trump e vários senadores republicanos já começam a falar de fraude eleitoral. Nos Estados Unidos, as eleições intercalares envolvem 50 sistemas estaduais distintos. A narrativa será focar os Estados competitivos com administração democrata e alegar irregularidades nesses casos. Não falarão de todos. Nos Estados claramente republicanos, presumem controlo. Há ainda medidas preocupantes, como cortes em programas federais em Estados governados por democratas, numa lógica de retaliação política. Isto é de enorme gravidade e coloca em causa a coesão federal.

Jogabilidade (Games)
Vértice #507: Phil Spencer deixa Xbox, Sony fecha Bluepoint, Romeo is a Dead Man, Crisol

Jogabilidade (Games)

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 169:00


Essa semana viajamos pelo espaço-tempo caçando criminosos em Romeo is a Dead Man e damos nosso sangue por Crisol: Theater of Idols. Nas notícias, o fechamento da Bluepoint, a aposentadoria de Phil Spencer, rumores de um novo Nier, o relançamento peculiar de Pokémon FireRed e LeafGreen e mais! Comece seu dia com a INSIDER #insiderstore Nosso cupom: JOGABILIDADE 00:09:55: Playstation fechou a Bluepoint 00:26:08: Phil Spencer deixa o cargo de CEO do Xbox 00:57:49: Pokémon FireRed e LeafGreen serão relançados em breve 01:10:19: Novo Nier está em desenvolvimento? 01:15:04: Yoko Taro irá escrever o novo anime de Evangelion 01:21:20: EVO agora é da Arábia Saudita 01:30:47: Novo Virtual Boy do Nintendo Switch 01:35:42: Romeo Is a Dead Man 01:57:43: Crisol: Theater of Idols 02:30:06: Perguntas dos ouvintes Contribua | Twitter | YouTube | Twitch | Contato

M80 - Linha de Passe
A equipa da escova de dentes pode ser adversária do Sporting na Liga dos Campeões

M80 - Linha de Passe

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 6:53


Há mais um capítulo na "novela" Margarida Corceiro/Lando Norris. O festejo de Ronaldo que serviu para picar outro jogador português na Arábia Saudita.

Máquina do Esporte
ARENAS PELO MUNDO E A REALIDADE BRASILEIRA | MAQUINISTAS COM THIAGO DE ROSE

Máquina do Esporte

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 67:13


O Maquinistas de hoje recebe Thiago De Rose, consultor estratégico da Arena Events+Venues.O executivo tem vasta experiência na organização e gestão de arenas para grandes eventos esportivos. Thiago já trabalhou na Arena do Corinthians e contou como a gestão foi fundamental para transformar o estádio na verdadeira casa do time.O convidado, que atualmente está no Catar, também falou sobre as diferenças culturais do país e o que ele pode aprender com a experiência brasileira.Thiago fala também sobre algumas arenas no Brasil, principalmente o Allianz Parque, um modelo que, para o executivo, é diferente do restante dos estádiosDicas para ingressar no mercado, a experiência brasileira, perspectivas de futuro na gestão de arenas, e muito mais. Thiago De Rose oferece um panorama do cenário de gestão de arenas no Brasil e no mundo.00:00 Início01:05 O trabalho de Thiago de Rose no Catar01:50 A experiência do executivo no estádio do Corinthians02:50 O negócio de arenas esportivas04:55 A experiência do fã no Brasil07:31 As diferenças da realidade do trabalho no Catar e na Arena Corinthians13:54 Como utilizar as instalações construídas para a Copa do Catar nos próximos anos16:28 Os planos do mercado de arenas na Arábia Saudita20:20 O projeto da Arábia Saudita para a Copa do Mundo23:24 A qualidade do executivo brasileiro para a gestão de arenas28:04 Dicas para quem quer ingressar na gestão de grandes eventos30:42 O possível impacto da Copa do Mundo Feiminina32:03 As especificidades na infraestrutura do futebol feminino35:01 Como uma arena se torna sustentável41:12 É possível manter um estádio sustentável sem um calendário de jogos43:18 O modelo do Allianz Parque48:43 O projeto da arena do Olímpia do Paraguai50:42 O dia a dia da operação de um estádio52:34 Os projetos da Arena Events+Venues53:33 Projeções para o mercado de gestão de arenas57:09 O possível legado da Copa de 2026 nos EUA01:01:48 Momento Gheorghe01:04:16 Momento Erich

M80 - Linha de Passe
Ronaldo marca mais dois, é chamado pelos EUA mas assume-se como sendo da Arábia Saudita!

M80 - Linha de Passe

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 6:10


Estrelas da NBA vistos nos transportes públicos de forma totalmente natural, Ruben Amorim "apanhado" a ver um torneio de ténis e ainda o arranque de nova série para o adepto do United cortar o cabelo!

DW em Português para África | Deutsche Welle
17 de Fevereiro de 2026 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 20:00


Guiné-Bissau: Conselho Nacional de Transição insurge-se contra os críticos do golpe de Estado no país. O que é preciso para reanimar o Sistema Nacional de Saúde moçambicano? Somália e Arábia Saudita reforçam cooperação militar.

Rfinal Nathan
Rfinal #282 - Resenha da etapa da Arábia Saudita da Fórmula E 2026

Rfinal Nathan

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 9:17


by Nathan Sahium

Daily Easy Spanish
Me burlé en YouTube del líder saudita y entonces me hackearon el teléfono y me dieron una paliza en Londres

Daily Easy Spanish

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 26:15


El humorista satírico Ghanem al-Masarir ha obtenido una indemnización de US$4,1 millones por daños y perjuicios, pero no está claro si Arabia Saudita la pagará.

20 Minutos com Breno Altman
Marcelo Bamonte: Guerra dos EUA contra Irã é inevitável? - programa 20 Minutos

20 Minutos com Breno Altman

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 129:50


No programa de hoje, recebemos o analista internacional e especialista em geopolítica, Marcelo Bamonte, para destrinchar um dos temas mais tensos e complexos da atualidade: o impasse entre os Estados Unidos e o Irã.As tensões no Oriente Médio estão em um ponto de ebulição. Com ataques a navios, instabilidade nuclear, atritos por procuração e discursos cada vez mais acirrados, uma pergunta paira no ar e assombra mercados e governos globais: um conflito direto entre EUA e Irã é inevitável?Nesta entrevista especial do "20 Minutos", vamos além das manchetes. Com a profundidade e clareza de sempre, Bamonte vai analisar:O cenário atual: Qual é o ponto real das relações entre Washington e Teerã hoje?Interesses por trás do jogo: Quais são os objetivos estratégicos de cada lado? E de potências regionais como Israel e Arábia Saudita?O fator nuclear: O que aconteceu com o acordo (JCPOA)? Qual o estágio do programa iraniano?Guerra por procuração: Como o conflito já é travado através de grupos em Gaza, Líbano, Iêmen e Síria?Cenários futuros: Quais são os possíveis desdobramentos? Há caminhos para a desescalada ou estamos à beira de um conflito aberto?Impacto global: Como uma guerra afetaria a economia mundial, o preço do petróleo e a segurança internacional?Este é um debate essencial para quem quer compreender as forças que moldam o nosso futuro. Traga suas perguntas nos comentários! As mais relevantes serão respondidas ao final da entrevista.Não perca esta análise estratégica!MarceloBamonte #Geopolítica #EUA #Irã #OrienteMédio #Conflito #Guerra #Nuclear #AnáliseInternacional #20Minutos #AoVivo

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 30/01/2026 | 1ª EDIÇÃO: Tensão entre EUA e Irã / 2ª EDIÇÃO: Trump diz que espera não usar força contra Irã

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 301:58


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (30): O governo dos Estados Unidos está recebendo em Washington autoridades dos setores de defesa e inteligência de Israel e da Arábia Saudita para reuniões separadas sobre o Irã, segundo fontes ouvidas pela Reuters. Os encontros ocorrem em meio à escalada de tensões no Oriente Médio, com o envio de mais navios de guerra americanos para a região e declarações do presidente Donald Trump pressionando Teerã a negociar um acordo nuclear. O governo do Irã acusou a União Europeia de hipocrisia e prometeu reagir após o bloco incluir a Guarda Revolucionária na lista de organizações terroristas. Em comunicado, a chancelaria iraniana classificou a medida como um “movimento perigoso”. O anúncio foi feito pela chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, em meio às críticas internacionais à repressão de protestos no país. O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou, em entrevista ao Jornal Jovem Pan, que o partido terá candidatura própria à Presidência da República em 2026 e descartou a realização de prévias internas para definir o nome. Segundo ele, a escolha será construída politicamente conforme o cenário evoluir. Com a entrada do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, a legenda passa a ter três possíveis candidatos: além dele, Ratinho Júnior e Eduardo Leite. Kassab destacou que o objetivo é garantir protagonismo independente e oferecer uma alternativa ao eleitorado. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, confirmou que a secretária-executiva da pasta, Miriam Belchior, será indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o comando do ministério a partir de abril. Costa pretende deixar o cargo em março para concorrer a uma vaga no Senado pela Bahia. José Maria Trindade comentou. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pretende conversar com o Irã e disse esperar não precisar usar “navios grandes e poderosos” contra o país. A declaração ocorre em meio à escalada de tensão no Oriente Médio, com movimentações militares e pressões diplomáticas sobre o programa nuclear iraniano. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que Gabriel Galípolo percebeu o “tamanho do problema” envolvendo o caso Master e declarou que não houve diálogo entre o Banco Central e o Ministério da Fazenda sobre o tema durante a gestão de Roberto Campos Neto. Segundo Haddad, a falta de comunicação entre as instituições marcou o período anterior e diferenciou a condução atual. A decisão do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, de permanecer no estado para disputar a reeleição intensificou as articulações e a disputa pela vaga de vice na chapa. Três nomes estão no páreo: o atual vice Felício Ramuth, o secretário Gilberto Kassab e o presidente da Alesp, André do Prado. Aliados indicam que a tendência é manter o posto com o PSD, conforme acordo firmado em 2022, mas o PL pressiona para ocupar o espaço, alegando força de bancada e ligação direta com o bolsonarismo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve aproveitar o período de Carnaval para participar de eventos em Recife, Salvador e Rio de Janeiro. A movimentação é vista por aliados como parte de uma estratégia de presença pública e articulação política. A definição do candidato ao governo de Minas Gerais apoiado pelo presidente Lula ainda é incerta entre aliados do Planalto. Apesar da preferência do presidente pelo nome do senador Rodrigo Pacheco, o cenário político no estado segue indefinido. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Ouvi na Bloomberg Línea
Brasil perde 1.200 milionários em 2025 | O plano saudita para diversificar a economia

Ouvi na Bloomberg Línea

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 16:07


[Patrocinado] Descubra como a Mastercard impulsiona a digitalização e o crescimento das PMEs:A Mastercard dá novos passos para fortalecer a digitalização das PMEs na América Latina e no CaribeA incerteza geopolítica e a busca por maior estabilidade patrimonial têm impulsionado um movimento sustentado de grandes fortunas para fora da América Latina em uma tendência que pode se prolongar até 2026 em quatro das maiores economias regionais.

Mercado Flash
T10, Ep. 31 | Pavlidis é desejado por gigante da Arábia Saudita

Mercado Flash

Play Episode Listen Later Jan 25, 2026 11:15


Mercado Flash, domingo, 25 de janeiro. Nesta edição falamos sobre a proposta que o Al Hilal, da Arábia Saudita vai fazer ao Benfica por Pavilidis. Foi assunto a possível chegada de Seko Fofana ao FC Porto e ainda o regresso ao ativo de Nani.

Podcasts epbr
Processo que pode levar ao fim do contrato da Enel em SP avança I comece seu dia

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 3:59


NESTA EDIÇÃO. Aneel avança no processo que pode recomendar a caducidade da concessão da Enel. Brasil ultrapassa 20 GW em geração solar centralizada. Capacidade de produção de biometano em SP deve chegar a um milhão de m³/dia em 2027. Brasil e Arábia Saudita criam grupo de trabalho para cooperação em minerais críticos. ***Locução gerada por IA

La competència - Programa sencer
La Competència | El Cebollita Aguirre.

La competència - Programa sencer

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 53:57


Fa fred: l'Angelines es treu els pits de velcro i parlem amb la Mònica Usart (successos independents). Donald Trump ja té Maduro i ara vol Groenlàndia: en Jep Cabestany, content que toquem el seu tema. El Barça repesca Joao Cancelo i se'n va a l'Aràbia Saudita: connectem amb la Marta Ramon.

JORNAL DA RECORD
30/12/2025 | 4ª Edição: Trabalhadores encerram greve após 16 dias e aceitam proposta da Petrobras

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 22:07


Confira nesta edição do JR 24 Horas: TST decide que greve dos Correios não é abusiva e mantém reajuste salarial. Polícia Federal interroga dono do Banco Master e realiza acareação no STF. Abastecer com etanol é mais vantajoso que gasolina apenas no Mato Grosso do Sul, diz agência. Arábia Saudita bombardeia porto no Iêmen após denúncia de envio de armas.

ONU News
Aliança das Civilizações da ONU conclama jovens a reafirmar paz como prioridade global

ONU News

Play Episode Listen Later Dec 13, 2025 3:00


Fórum em Riad, na Arábia Saudita, promove compreensão mútua entre culturas e religiões; alto representante da Aliança afirma que futuro depende de uma nova geração disposta a escolher diálogo em vez da divisão; inteligência artificial, plataformas digitais e discurso de ódio serão temas de destaque.

ONU News
Aliança das Civilizações da ONU marca 20 anos com um apelo à unidade

ONU News

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 1:05


Duas décadas de trabalho envolvem ações para promover o entendimento entre culturas e religiões em momento em que é observada piora das divisões geopolíticas; evento na Arábia Saudita junta governos, sociedade civil e jovens abordando intolerância, discurso de ódio e respeito mútuo.

NBA das Mina
Project B e CBA

NBA das Mina

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 54:39


No episódio de hoje, analisamos o fenômeno Project B, a liga global de basquete feminino que promete revolucionar o mercado com salários milionários, equity para atletas e torneios espalhados pelo mundo — mas que chega cercada de dúvidas, disputas internas e muita controvérsia. Falamos sobre a estrutura financeira pouco transparente, as especulações envolvendo parceiros ligados à Arábia Saudita, o impacto dessa “nova ordem” no basquete feminino e como grandes estrelas da WNBA decidiram aderir ou rejeitar o projeto.Na segunda parte, destrinchamos o impasse do novo CBA da WNBA, que foi novamente adiado em meio a uma disputa dura entre jogadoras e liga sobre salários, revenue sharing e o futuro competitivo da WNBA. Explicamos como o avanço de ligas alternativas — incluindo o próprio Project B — pressiona ainda mais as negociações, o papel da NBA nesse xadrez político e o que esperar dos próximos capítulos.

Por Falar em Correr
Redação PFC 234 - Recorde na Maratona de Curitiba, SC21K e novidades na Maratona de Porto Alegre

Por Falar em Correr

Play Episode Listen Later Nov 29, 2025 34:07


⁠⁠Enio Augusto⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marcos Buosi⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO CANAL!!!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Il Mondo
La riabilitazione diplomatica dell'Arabia Saudita. In Slovenia una nuova legge minaccia la comunità rom.

Il Mondo

Play Episode Listen Later Nov 20, 2025 24:33


Il 18 novembre il presidente statunitense Donald Trump ha ricevuto alla Casa Bianca il principe ereditario saudita Mohammed bin Salman. Con Lorenzo Trombetta, giornalista.Il parlamento sloveno ha approvato a larga maggioranza una legge voluta dal governo che aumenta i poteri della polizia in aree definite “ad alto rischio”, accusata di essere repressiva e discriminatoria nei confronti della comunità rom. Con Luka Lisjak Gabrijelčič, storico e giornalista sloveno.Oggi parliamo anche di:Musica • Wednesday dei BleedsCi piacerebbe sapere cosa pensi di questo episodio. Scrivici a podcast@internazionale.it Se ascolti questo podcast e ti piace, abbonati a Internazionale. È un modo concreto per sostenerci e per aiutarci a garantire ogni giorno un'informazione di qualità. Vai su internazionale.it/abbonatiConsulenza editoriale di Chiara NielsenProduzione di Claudio Balboni e Vincenzo De SimoneMusiche di Tommaso Colliva e Raffaele ScognaDirezione creativa di Jonathan Zenti

Morning Show
Justiça mantém prisão de dono do Banco Master

Morning Show

Play Episode Listen Later Nov 20, 2025 117:50


Confira no Morning Show desta quinta-feira (20): O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, permanece preso na superintendência da Polícia Federal em São Paulo. Ele foi detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos enquanto tentava embarcar para fora do Brasil. Vorcaro é o principal alvo de uma operação que investiga um esquema de venda de títulos de crédito falsos. Um homem que passeava com seus cães no bairro Brooklin, região nobre da capital paulista, foi abordado por três criminosos, que estavam em três motos. A vítima era policial civil, reagiu e acabou sendo baleado por um dos bandidos. As posições recentes do vice-prefeito de São Paulo, Mello Araújo (PL), cobrando mérito pelo fim da concentração de usuários de drogas na chamada Cracolândia, na capital paulista, não foram bem avaliadas pelos aliados do prefeito da cidade, Ricardo Nunes (MDB), e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). A avaliação interna é de que Mello Araújo age de forma isolada, enquanto as gestões municipal e estadual trabalham em conjunto. O deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) foi visto em Miami, nos Estados Unidos, segundo um jornalista do portal PlatôBR. Ramagem, que foi condenado a 16 anos de prisão por envolvimento na tentativa de golpe de Estado, está proibido de deixar o Brasil por determinação do STF. Embora a defesa tenha recorrido da sentença, a viagem infringe as medidas cautelares impostas e eleva o alerta das autoridades para um alto risco de fuga. O ex-deputado Deltan Dallagnol entrou com uma ação na Justiça Federal de Curitiba contra o presidente Lula (PT), a primeira-dama Janja, e as empresas de locação do iate de luxo que hospedou o casal durante a COP30. O motorista de carreta Dener Laurito dos Santos, de 52 anos, confessou à Polícia Civil ter inventado a história de que foi amarrado a supostos explosivos dentro da cabine do caminhão no Rodoanel Mário Covas, na Grande São Paulo. O presidente Donald Trump recebeu Cristiano Ronaldo e Mohammed bin Salman, príncipe herdeiro da Arábia Saudita, na Casa Branca na última terça-feira (19). Vale ressaltar que Cristiano Ronaldo tem contrato com o Al-Nassr, da Arábia Saudita, até 2027 e o clube é controlado pelo Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Dev Sem Fronteiras
Pesquisador em Inovações Petroquímicas em Al Khobar, Arábia Saudita - Carreira Sem Fronteiras #218

Dev Sem Fronteiras

Play Episode Listen Later Nov 20, 2025 58:25


O erechinense Camillo seguiu o conselho de um professor do ensino médio e, quando chegou a hora de escolher um curso superior, fez Química Industrial em Porto Alegre. Por lá, também engatou um mestrado e um MBA, mas não sem antes emplacar um estágio na Alemanha ainda na graduação.De volta ao Brasil e depois de trabalhar na Braskem, ele foi abordado não uma, mas duas vezes via LinkedIn para ir trabalhar na Arábia Saudita. Da segunda vez, com uma entrevista presencial (em Dubai), deu certo.Neste episódio, o Camillo conta sua peculiar trajetória, além das particularidades, das vantagens e desvantagens, e dos desafios de morar na terra onde ele quase foi convertido acidentalmente.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaCamillo Delfino, Pesquisador em Inovações Petroquímicas em Al Khobar, Arábia SauditaLinks:Podcast Xadrez VerbalCarreira sem Fronteiras #42: Personal Trainer em Al Khobar, Arábia SauditaA Black November da Alura começou! Aproveite o maior desconto do ano e inscreva-se na Alura com até 50% de desconto!TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

Diplomatas
Trump, MBS e Ronaldo na Casa Branca para “limpar a imagem” de um “regime criminoso”

Diplomatas

Play Episode Listen Later Nov 20, 2025 36:52


O episódio desta semana do podcast Diplomatas teve como tema principal a recepção de Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos, a Mohammed bin Salman (MBS), príncipe herdeiro e governante de facto da Arábia Saudita, num evento luxuoso na Casa Branca que também contou com Cristiano Ronaldo, jogador e capitão da selecção portuguesa de futebol e do clube saudita Al-Nassr. Teresa de Sousa e Carlos Gaspar partiram da visita de MBS a Washington D.C. para analisar a estratégia da Administração Trump para o Médio Oriente, que incluiu a aprovação recente de uma resolução no Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre as propostas do Presidente dos EUA para um cessar-fogo na Faixa de Gaza. No âmbito dos últimos desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia e a política europeia de defesa, a jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA responderam a uma pergunta de um ouvinte do podcast sobre os esforços de concertação dos investimentos dos países da União Europeia na produção e aquisição de armamento. No final do episódio, Teresa de Sousa e Carlos Gaspar reflectiram sobre os 80 anos volvidos dos julgamentos de crimes de guerra nazis pelo Tribunal Militar Internacional de Nuremberga. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conversas à quinta - Observador
A História do Dia. Como Ronaldo se tornou no ponta de lança do regime saudita

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Nov 19, 2025 22:38


O capitão da seleção visitou a Casa Branca no mesmo dia do príncipe regente saudita, acusado de ordenar a morte de um jornalista há oito anos. Ronaldo está a ajudar a lavar a imagem saudita no mundo?See omnystudio.com/listener for privacy information.

RESUMIDO
#338 — Rosalía e seu manifesto anti IA / Tom Brady clonou o cachorro / Google quer data center no espaço

RESUMIDO

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025 42:02


Aproveite o Black November da Insider Store com o cupom de desconto RESUMIDO: https://creators.insiderstore.com.br/RESUMIDOBFGrupo oficial da Insider no WhatsApp com  Flash Promos: https://creators.insiderstore.com.br/RESUMIDOWPPBF--Faça sua assinatura! www.resumido.cc/assinatura--Tom Brady clona cachorro, Ucrânia gamifica guerra com drones e menina chora ao se despedir de brinquedo de IA. Por outro lado, Rosalía lança álbum sem IA e mega investidor aposta US$ 1 bi no estouro da bolha tech.Humanidade virou aposta?No RESUMIDO #338: Rosalía lança manifesto anti IA, Tom Brady clona o próprio cachorro, Ucrânia gamifica guerra com drones, menina chora ao se despedir de brinquedo de IA, Microsoft chama busca por consciência de máquina de absurda, Arábia Saudita quer exportar IA, Google planeja data center no espaço e muito mais!--Ouça e confira todos os links comentados no episódio: https://resumido.cc/podcasts/alugue-um-amigo-online-para-ferias-falsas-ia-erra-metade-das-noticias-cama-inteligente-travada