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Oxigênio
#220 – Paul Singer, uma utopia militante 

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 23:09


Um dos mais importantes economistas brasileiros. Marxista, que teve uma carreira brilhante na academia, como professor da USP e da PUC em São Paulo. Houve um período em que teve que ficar afastado, por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual. Uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Este foi Paul Singer, personagem do documentário que faz parte de uma série de documentários de não ficção realizados pelo diretor Ugo Giorgetti. Este terceiro episódio sobre a série teve a colaboração por meio de entrevistas com o ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, a jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer.  Roteiro Liniane Brum: Paul Singer, uma utopia militante: esse episódio é o terceiro de uma série sobre os documentários e as peças de não ficção do diretor de cinema Ugo Giorgetti.  Meu nome é Liniane Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. [Trilha musical] Liniane: A partir do ano de 2020, Ugo Giorgetti assina três documentários biográficos. São produções realizadas sob encomenda, que têm em comum a apresentação de homens que se destacaram em suas áreas de atuação e como pessoas também. São filmes que não partem de uma inquietação artística ou de uma necessidade intelectual. Ainda assim, são autorais.  Estou falando dos filmes Paul Singer, uma utopia militante, produção de 2021, A invenção de Conrado Wessel, de 2024, e Alberto Dines – vínculos de liberdade, que saiu em 2026. Neste episódio vamos tratar de Paul Singer, uma utopia militante. Eu conversei com três pessoas sobre esse documentário. O economista, produtor do filme e ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, que me ajudou a entender os bastidores da produção. A jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. [Vinheta Oxigênio] Liniane: Antes de mais nada, pedi a eles que apresentassem quem foi Paul Singer.   Paula Quental: Ele era de uma família judia, assimilada, como se diz, não era religiosa. Ele vinha da Áustria, a mãe percebeu para onde caminhava a coisa do nazismo. Ele conta, inclusive tá na dissertação, que ele descobriu que era judeu, aos seis anos de idade, quando a Áustria foi anexada por Hitler. Aí, chegaram os amiguinhos dele do colégio, com aquelas bandeirinhas nazistas, com a suástica, e ele queria sair junto (com os meninos) com aquela bandeirinha. Aí, a mãe dele vira para ele e diz: “mas, Paul, você é judeu”. Marcos Barreto: É um dos mais importantes economistas brasileiros, marxista e veio com sete anos fugindo do nazismo, com a mãe, o pai já havia falecido, ele veio com a mãe para São Paulo, e ele faz um curso técnico primeiro, ele começa a trabalhar como metalúrgico, só depois ele vai fazer faculdade. E vai fazer faculdade por conta de uma militância política dele, porque o sindicato, o movimento, achava, o mesmo movimento operário, que eles deveriam se qualificar as lideranças, e sugerem que ele vai fazer economia, e ele faz economia, ele se forma já com quase 30 anos, e ele depois tem uma carreira brilhante na academia, professor da USP, foi professor da PUC em São Paulo também, no período que teve que ficar afastado por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual, uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Paula Quental: Quando ele entrou na USP, ele já tinha lido o Capital, Trotsky, Lenin, Rosa Luxemburgo, que é muito da tradição dele, ele se considerava um luxemburguista. Então, é uma história de alguém que foi mergulhando nos clássicos e foi desenvolvendo um trabalho muito original, porque ele acabou indo para uma vertente, digamos, herética do marxismo, não convencional, heterodoxa, porque ele criticava, por exemplo, a União Soviética, ele criticava o centralismo da economia, ele defendia que deveria vir da base, da economia solidária, das cooperativas. Então, ele era um crítico da Revolução de 17 de outubro, da Revolução Bolchevique. Marcos Barreto: Depois, já mais nos últimos 20 anos da vida dele, ele se dedica a um tema muito importante, que é a economia solidária, então ali ele encontra talvez o assunto dos quais ele estudou, que mais ele pôde misturar uma militância política com um saber acadêmico, e colocou em prática, ele foi secretário de economia solidária no governo Lula e Dilma, até o impeachment da Dilma, praticamente ele ficou em Brasília coordenando essa Secretaria.  Liniane: Esta apresentação foi feita pela Paula e pelo Marcos. E por aí a gente já consegue ver uma trajetória bem particular, que mistura prática militante e teoria, o que já o difere de muitos intelectuais. Faltou o destaque que o Marcelo Justo fez do nosso protagonista, que trago agora. Marcelo Justo: Tem um marco na vida do Singer, tanto pessoal quanto como militante, que é trabalhar em grupo. Ele se destaca como intelectual e parece que o intelectual é uma figura sozinha, isolada, mas ele só tem essa força que ele tem pela capacidade de estar em grupo e de se conectar o Singer é o que a gente chama mais contemporaneamente de um articulador de redes, ele está sempre mantendo redes de amigos e de militantes juntos, que caminham juntos. Liniane: Marcos, como surge a ideia de um filme sobre ele, ou seja, quem fala: “olha, agora tem que ser feito um documentário sobre o Paul Singer”. Marcos Barreto: Quando ele falece, um grupo de amigos, de pessoas que gostavam muito do professor, dizem, bom, a gente precisa fazer alguma coisa pra contar essa história dele, precisamos registrar isso de alguma forma, fazemos um livro, fazemos o que? Não, vamos fazer um filme e aí a gente faz então uma campanha de crowdfunding, pra conseguir o recurso pra fazer o filme. O primeiro passo foi esse: nós não tínhamos diretor, nós não sabíamos exatamente que filme seria, mas a gente resolve fazer algo que tem muito a ver com a economia solidária, uma grande vaquinha, em todos os 27 estados do Brasil, no Distrito Federal, há pessoas que contribuíram pra que o filme fosse feito. E aí ficamos, então, pensando que diretor pode fazer esse filme, ou diretora? Quebramos a cabeça até que eu sugeri que fosse o Ugo Giorgetti.  Liniane: Por que Ugo Giorgetti?  Marcos Barreto: Porque, entre várias coisas, o Paul Singer escolheu a cidade de São Paulo, quer dizer, ele veio criança, ele não escolheu propriamente, foi a mãe dele que veio, porque já haviam familiares em São Paulo. Mas ele acaba vindo pra São Paulo e adota a cidade como a cidade dele. Ele era um apaixonado por São Paulo, falava isso várias vezes, ele voltava às vezes pra Europa, ia fazer palestra, dizendo que não tem nada como São Paulo.  Liniane: Assistindo o documentário, a gente percebe que Ugo Giorgetti traduz o Singer múltiplo. Os entrevistados comentam o olhar do diretor sobre suas conexões com figuras importantes da política, do campo da educação e mesmo e seu papel na difusão de O Capital, de Marx no Brasil. Foi ele quem primeiro traduziu o livro para o português.  Paula Quental: Teve uma passagem no documentário do Ugo Giorgetti, em que ele entrevista o Paul Singer, porque ele fez ainda várias entrevistas com o Paul Singer, em que o Singer lembra da época que ele dividiu o secretariado da Erundina com Paulo Freire. E ele fala que aprendeu muito com o Freire, que se sente extremamente influenciado pelo Freire. E isso até me estimulou a escrever uma sessão na minha dissertação, chamada Dois Paulos, em que eu analiso justamente o aspecto pedagógico da obra do Paul Singer, que ele próprio se coloca como muito influenciado pelo Freire. Marcos Barreto: Com essa amplitude que tem a vida do professor, as pessoas podiam conhecer um lado, mas pouca gente conhecia o todo, e o filme permite esse registro. E do ponto de vista acadêmico, é um registro interessante também, mais uma vez, sem ser algo cansativo, extenuante, chato, ou mais maçante, vamos dizer assim, porque ele está ali, o registro da vida intelectual, de uma forma leve, de uma forma que você compreende e fala nossa, ele fez tudo isso, nossa, foi ele então que traduziu o Capital.  Liniane: No final dos anos 1950, professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, dentre os quais José Arthur Gianotti, Fernando Henrique Cardoso e Ruth Cardoso, organizaram um grupo para fazer a leitura de O Capital. Paul Singer integra esse grupo com a missão de traduzir o livro diretamente do alemão. Não custa lembrar que se trata de uma obra canônica no campo das ciências humanas. E que naquele momento Paul Singer ainda não era o economista, intelectual destacado e homem público da alta burocracia governamental. Aqui, as falas de Marcelo, Marcos e depois a Paula. Marcelo Justo: Isso é um marco né? é um marco, acho que para o Singer, é um marco na esquerda brasileira também, porque é um primeiro momento falando pelos relatos deles, que vão se debruçar sobre a obra do Marx de uma forma sistemática, durante muitos anos, – que é interrompido com o golpe de 64, mas começa, se eu não me engano, em 58, 59 e aí vão para outros autores, não só Karl Marx, que aí vão pegar o Singer como um leitor, desde criança, do alemão. Então ele integra o grupo como quem vai ler, trazer a versão original do alemão, mas é que eles vão comparando também a tradução. Então tem a leitura em alemão, tem a leitura em francês, a leitura do que existia em português. Isso depois vai servir também como base para o Singer depois fazer a tradução, a primeira tradução original em alemão do Capital, aí já nos anos 80. A partir desse grupo sai a tese de doutorado do Fernando Henrique Cardoso, então acho que tem todos esses marcos. O professor Roberto Schwarz até hoje também se refere a esse momento, o professor Michael Löwy, que é conselheiro do nosso instituto, que foi muito amigo do Singer, também se refere até hoje como um marco na vida dele, esse momento de leitura do Capital. Marcos Barreto: E depois tem um segundo momento, que é muito rico também, quando ele é convidado por um grupo de jovens que diz assim: “poxa, a gente queria fazer uma leitura do Capital”. E aí veio a ideia de fazer uma leitura no Teatro de Arena. Então já pensou o que era isso? Você reunia no Teatro de Arena, já na ditadura militar – aí nós estamos falando de um Brasil já fechado do ponto de vista político – e esse grupo se reunia sábado de manhã para fazer a leitura do Capital com a coordenação do professor Paul Singer. Então isso é um marco também, e desta leitura ele também aproveitou, como bom acadêmico, e fez um livro sobre essa experiência. Paula Quental: Eu ouvi do Lincoln Seco, professor de História da USP, que ouviu do Florestan Fernandes, que ele é a pessoa que mais conheceu O Capital no Brasil. Ele editou uma edição da Abril Cultural do Capital, uma edição famosa do início dos anos 1980, que a editora Ubu agora reeditou. E ele lia no original, ele mergulhou, e desde uma externa idade. Liniane: Eu selecionei um trecho do documentário em que o próprio Paul  Singer fala sobre Marx. Ele integra o segmento intitulado por Ugo Giorgetti “Um autodidata na USP”. Ouve só: [Trecho do documentário] Paul Singer: Marx, em primeiro lugar, deu uma visão do capitalismo que ninguém havia dado antes, e que agora se mostra inteiramente verdadeira. Marx está sendo ressuscitado por não marxistas, exatamente como coincide, eu diria, de uma forma ultra surpreendente com este capitalismo extremamente em crises, crises que se repetem etc. porque ele entendeu, uma das coisas que tem Marx, a contribuição dele, é só dele, não é de outros, é que os economistas clássicos, tipo Ricardo, Adam Smith e tantos outros, que não eram reacionários, não, eles não eram de direita, mas eles jamais lembrariam em analisar a economia através de lutas de classes, isso é Marx.  [Efeito Sonoro] (Voz de Paul Singer bem baixinha) [Silêncio prolongado] [Trilha incidental] Liniane: Marcelo, o Instituto Paul Singer e o documentário nascem praticamente ao mesmo tempo e se dedicam à difusão do legado do professor. Em que medida essa coincidência influencia o trabalho da entidade? Marcelo Justo: O Instituto, ele começa em 2021, a organização dele. No final do ano é que ele se formaliza com o CNPJ, e em 2022 é lançado, tornado público o Instituto. Ele é uma iniciativa dos familiares do Paul Singer, basicamente eu e a Helena Singer, que é a minha esposa, filha dele. É uma associação sem fins lucrativos que tem como missão preservar e reinventar esse legado. Um legado que tem esse histórico de uma luta pela democracia, pela solidariedade, a luta contra todas as formas de injustiça e desigualdade. Marcelo Justo: O nosso principal desafio é a difusão, é a divulgação das ideias e obras do Singer. Então, um documentário como esse é muito importante, ajuda muito nisso em 50, 40 e poucos minutos, assim, você tem a trajetória inteira dele, da história de vida, as principais ideias e algumas das polêmicas enfrentadas na trajetória, na vida dele. Então, para a gente, é um material muito importante, muito rico para divulgar.  Liniane: É fato: documentário e Instituto convergem em objetivo e se fortalecem mutuamente. Porém, Marcos Barreto me explicou que o filme foi feito a partir de entrevistas realizadas em momentos diferentes. Na primeira, de 2015, Paul Singer é entrevistado pelo grupo que viria a produzir o documentário. A segunda é feita por Giorgetti, em 2018, antes do falecimento do professor. Já o Instituto, como Marcelo me contou, e formalizado em 2022. Marcos Barreto: O professor, no final da vida, já nos últimos anos, tinha alguns fatores de memória, algumas coisas que estavam começando a falhar. E a gente identificou isso, e a família, e a gente falou, bom, vamos gravar, vamos colocar o Paul Singer falando sobre a vida dele, sobre coisas que ele fez na vida que são marcantes, sobre passagens importantes, vamos quase que fazer uma entrevista com ele. E a gente fez duas sessões grandes com o professor, foi o Fernando Kleyman quem organizou isso, em Brasília. E ele então, por duas sessões de quase três, quatro horas, falou um monte, o que foi ótimo, porque quando a gente conseguiu resolver o dinheiro para fazer o filme, escolher o Ugo, etc, o professor havia já avançado na doença, já tinha dificuldade, o Ugo chegou a conversar com ele ainda em vida, o filme é lançado depois que o professor já faleceu. Liniane: O documentário foi divulgado na imprensa como uma produção que praticou a Economia Solidária. O que significaria essa afirmação, Marcelo? Marcelo Justo: Então, na economia solidária, democracia e autogestão são sinônimos, praticamente, nos escritos dele. Então, o que é isso? As pessoas se organizarem para produzir juntos, sem patrão e sem empregado. Todo mundo é cooperado.  Não é à toa que o documentário tem o nome da utopia militante, que esse é o título do livro dele, que ele se coloca a isso, né? A questão da utopia como uma militância. A militância dele é por essa utopia, que é uma utopia de construir um socialismo que seja democrático, que não seja a experiência do chamado socialismo real, que é uma ditadura de esquerda.  Liniane: Marcos também comentou sobre o termo utopia que está no título do documentário. E destacou, mais uma vez, a multiplicidade de papeis de Singer nos vários espaços em que atuou. Marcos Barreto: Esse título é tão forte e também resume tanto do que é o professor, porque justamente reúne essas duas facetas, que é uma pessoa que é um intelectual brilhante, professor titular da USP, com um militante que nunca deixou de ser militante. Ele foi estudar economia porque ele era um militante, e ele termina a vida como alguém que está pensando a economia solidária, que é algo prático, então ele não tava sendo um teórico da economia solidária, só que aí no meio desse percurso, já nessa última década da vida, nas últimas duas décadas, ele escreve esse livro, que é uma utopia militante, então ele assume ali o quê? Que ao mesmo tempo que ele está defendendo algo que é utópico, que é um desejo do que ele gostaria de ver acontecer, ele assume que aquilo só vai acontecer se tiver militância, ou seja, talvez aí, diferente do socialismo científico, que parte da ideia de que há uma evolução natural da história que vai ligar o socialismo, e que é algo que aliás o Singer não acreditava. Então o título, na verdade, quem escolheu foi o professor Paulo Singer, para o livro, e a gente quando viu, quando foi pensar no título do filme, a gente falou, putz, difícil achar um nome melhor do que Utopia Militante. Liniane: O documentário estreou no Festival Internacional É Tudo Verdade, em 2021, em um momento em que a letalidade do coronavírus alcançava um dos seus picos. Ele foi exibido de modo on-line, mediante a distribuição de duas mil senhas, que se esgotaram em poucos minutos. [Efeito sonoro] Liniane: “A trajetória política e intelectual de Paul Singer: da crítica marxista à Economia Solidária” é o título da dissertação de mestrado defendida por Paula Quental no Instituto de Estudos Brasileiros, o IEB, da USP, a Universidade de São Paulo, em 2024.  Marcelo Justo, que é doutor em geografia pela mesma universidade, organizou o livro “Urbanização e Desenvolvimento”, uma coletânea de textos de Paul Singer. O volume foi editado pela Autêntica em parceria com a Fundação Perseu Abramo.  Marcos Barreto é hoje Diretor Geral do Instituto Equipe Educação, Cultura e Cidadania e Vice-Diretor Geral da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e segue engajado com a divulgação do legado de Singer.  [Vinheta de encerramento Oxigênio] Esse trabalho de divulgação sobre a obra de não ficção do cineasta Ugo Giorgetti é realizado no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone.  As entrevistas, o roteiro e a narração desse episódio foram feitos por mim, Liniane Brum. A revisão do roteiro é da Simone Pallone. A edição é do Guilherme Lopes, estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares da Unicamp, a Cocen. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez.  As trilhas usadas no podcast são de  Blue Dot Sessions, tiradas do Free Music Archive. A gente vai deixar a ficha técnica do filme na descrição do episódio.  As reportagens referentes à divulgação da obra de não ficção de Ugo Giorgetti foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência.  Este episódio conta com o suporte da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas, e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.  Se você gostou do conteúdo, deixe seu like e compartilhe com seus amigos.

Hora América
Hora América - Maielis González: contar Cuba desde la ciencia ficción - 11/06/2026

Hora América

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 30:01


La novela Nuclear -publicada por Yegua de Troya- nos traslada a las ruinas de un proyecto que simbolizó las grandes aspiraciones de la Cuba socialista: la central nuclear de Juraguá, una obra impulsada por la Unión Soviética que nunca llegó a completarse. A partir de ese escenario cargado de memoria y significado, la escritora cubana Maielis González construye una historia que explora las huellas de las promesas incumplidas, el desarraigo, la resistencia y la búsqueda de futuro en un país marcado por la incertidumbre. Sobre literatura, memoria y una Cuba en el foco de la actualidad conversamos hoy con su autora. También recorremos junto a Alberto Ortiz el boom de las librerías latinoamericanas en Madrid y Barcelona, convertidas en espacios de resistencia frente a la gentrificación de sus barrios y el éxodo de los negocios tradicionales; y repasamos las noticias más importantes del día, desde las polarizadas elecciones presidenciales en Colombia hasta el agónico conteo de la segunda vuelta en Perú.Escuchar audio

BacoCast
Armênia: O Segredo Antigo da Produção de Vinho | #10 Baco Valley

BacoCast

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 30:32


A maioria dos amantes do vinho conhece Bordeaux, Toscana ou Rioja.Mas poucos sabem que uma pequena nação do Cáucaso abriga aquilo que a ciência comprova ser a adega mais antiga do mundo.Nesta videoaula especial do Baco Valley, viajamos até à Arménia para descobrir:

Spoil My Movie!
Villa and Secret Beach

Spoil My Movie!

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 21:31


Our friends Rob & Sovi are back a second time with a new property to show us. This time, in addition to sharing more of their real estate insights and expertise, they show us a couple other local spots you can enjoy. Goat tacos and a secret beach? Yes, please! Sovi provides a different Palabra del Dia this time, and also explains the difference between a day mango and a night mango.If you're interested in these properties or are interested in working with Sovi & Rob, send us an email (dominicatedpodcast@gmail.com) or a DM on IG: (at)DominicatedPodcast and we'll set it up.Some of the locations we mentioned are MJ's Seaside Pub, Hard Rock Cafe, and Wings And Waffle, all located in Sosúa. Goat tacos enjoyed at The Waterfront Playa Alicia Restaurant, also in Sosúa.We love tips! Send us a tip at buymeacoffee.com/dominicatedOur theme music is "Beat de Bachata Guaracha" by Flakito Gil Beatz#realestate #property #retirement #expat #dominicanrepublic #playaalicia #chivo #republicadominicana #expat #immigrant #travel #beach #playa #plátanopower #secret

Solo Documental
De Lenin a Yeltsin: el derrumbe de la URSS

Solo Documental

Play Episode Listen Later Jun 7, 2026 53:12


Los dos años decisivos que condujeron al colapso repentino de la URSS, contados por sus principales protagonistas. Moscú, 31 de diciembre de 1991: la bandera roja del Kremlin es arriada y sustituida por la tricolor de Rusia, marcando el fin de la Unión Soviética y de sus ideologías. ¿Quién hubiera imaginado que solo dos años después de la caída del Muro de Berlín, los ciudadanos soviéticos derribarían las estatuas de Lenin en el mismo lugar donde nació el comunismo? Entre 1989 y 1991 tuvo lugar una sucesión de acontecimientos impredecibles e inevitables, a través de una sacudida aceleración de la historia, que puso de manifiesto la rivalidad entre dos hombres y su lucha por el poder: Gorbachov, lastrado por los resultados económicos de su perestroika, y Yeltsin, encarnación de las esperanzas del pueblo ruso. Ilustrado con entrevistas a protagonistas clave, incluido el propio Mijaíl Gorbachov, este documental narra, día a día, los dos últimos años decisivos de la URSS y arroja luz sobre las luchas de poder que llevaron al colapso repentino de uno de los imperios más totalitarios del siglo XX. Documentario: The Last Days of the USSR (2010) Dirigido por: Jean-Charles Deniau & Sergey Kostin Producción: ROCHE Producions

Daily Easy Spanish
Bishkek, la moderna capital de Kirguistán que está demoliendo su imponente arquitectura soviética

Daily Easy Spanish

Play Episode Listen Later Jun 7, 2026 46:37


"Las ciudades que se respetan a sí mismas no derriban los monumentos arquitectónicos", dice una experta ante la pérdida de edificios emblemáticos de la era soviética.

Masdividendos
Actualidad Semanal +D. Semana 23/2026

Masdividendos

Play Episode Listen Later Jun 6, 2026 34:17


En septiembre de 1983, en plena Guerra Fría, Stanislav Petrov estaba de guardia en un centro de mando soviético cuando el sistema de alerta temprana informó de que Estados Unidos había lanzado varios misiles nucleares contra la Unión Soviética. La escena tenía todos los ingredientes para producir una catástrofe: una pantalla convencida de tener razón, un protocolo diseñado para acelerar la respuesta y muy pocos minutos para decidir si aquello era el principio de un ataque real o el error más peligroso de la historia. Petrov no sabía que el sistema estaba equivocado. Tampoco tenía una prueba definitiva que le permitiera ignorarlo con tranquilidad. Lo único que tenía era una sospecha razonable: si Estados Unidos hubiera querido iniciar una guerra nuclear, resultaba extraño que lo hiciera lanzando tan pocos misiles. Aquella señal podía ser correcta, pero la historia que parecía contar no terminaba de encajar. Así que esperó. El sistema había fallado. La lección más útil de aquella noche no es que debamos desconfiar siempre de las máquinas ni que la intuición sea una forma superior de inteligencia. Es algo bastante más incómodo: incluso una señal real puede empujarnos hacia una conclusión equivocada cuando la interpretamos deprisa, bajo presión y dentro de una narrativa que parece demasiado convincente como para cuestionarla. Eso ocurre con frecuencia en los mercados. Una cifra mejora y todos ven una oportunidad. Una empresa presenta resultados excelentes y, sin embargo, cae porque el mercado esperaba algo todavía más extraordinario. Un directivo pronuncia una frase ambiciosa y, durante unas horas, parece haber cambiado el valor de medio sector. La señal existe, pero su significado no siempre es el que aparenta. Esta semana ha estado llena de episodios así: compañías que han sido premiadas por lo que podrían llegar a ser, otras castigadas por no superar una expectativa casi imposible y movimientos que parecen perfectamente racionales hasta que uno se toma la molestia de observarlos con un poco de distancia. En el nuevo episodio de Actualidad Semanal +D no intentamos adivinar qué acción subirá mañana. Intentamos responder a una pregunta mucho más útil: cuándo estamos ante una señal importante y cuándo, simplemente, ante una alarma capaz de secuestrar nuestra atención.

Toca Do Dragão
PROTOCOLO ESTRELA VESPERTINA | 02: Между змеями и товарищами (Entre Cobras e Camaradas)

Toca Do Dragão

Play Episode Listen Later Jun 6, 2026 165:52


Mostre que Você Apoia o Toca: https://apoia.se/atocadodragao#rpg #russia #URSS #ficçaocietifica #ficçaohistorica #scify #rpgdemesa #maddragonturbo #MDT #RPGdoToca #RPGSeguro #FarolDaHistoria"1966. O auge da Guerra Fria. A KGB designa três dos seus melhores agentes para desvendar o Mistério do desaparecimento da Dra. Alekseeva no Complexo de Pesquisa B12. Paranoia, traição e medo, rondam os jogadores a todo instante, nada é o que parece ser. A equipe Sigma-4 conseguirá descobrir o que houve no trágico evento, ou tudo ficará encoberto pela União Soviética? Descubra."Um RPG Do Toca Do Dragão

La ContraHistoria
¿Cómo renació Japón tras la guerra? - Episodio exclusivo para mecenas

La ContraHistoria

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 54:49


Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Japón se rindió el 15 de agosto de 1945, pero el país estaba en la más absoluta ruina. Las grandes ciudades habían quedado arrasadas por los bombardeos, Hiroshima y Nagasaki estaban totalmente destruidas y la flota mercante yacía en el fondo del mar. La producción industrial apenas alcanzaba el 30% de los niveles previos a la guerra. Para colmo de males, la cosecha de arroz de ese año fue muy mala. La ración oficial rondaba las mil calorías diarias en muchas ciudades y 6 millones de repatriados regresaban a un país incapaz de absorberlos. A ese cuadro se sumaba una inflación galopante que había pulverizado el yen. Sobre ese país acabado se estableció la administración de ocupación dirigida por el general Douglas MacArthur, que al principio buscó desmilitarizar, democratizar y castigar al antiguo enemigo. La llegada de la guerra fría y el triunfo comunista en China en 1949 cambiaron las prioridades porque en Washington temían que si los japoneses seguían en la miseria habría revueltas y la Unión Soviética no tardaría en apoderarse del archipiélago. La recuperación se apoyó en tres pilares. El programa GARIOA canalizó hacia el país unos 1.700 millones de dólares en alimentos, fertilizantes, combustible y medicinas, lo que evitó la hambruna que se esperaba para 1946 y 1947. A partir de 1948 se puso en marcha el programa EROA que se encargó de poner en marcha la industria enviando materias primas industriales como el algodón, el mineral de hierro y el carbón. La apuesta fue clara desde el principio: Japón tenía que volver a ser una economía exportadora. En paralelo, el banquero Joseph Dodge llevó a término un plan de ajuste que estabilizó el yen y cuadró las cuentas públicas. Al plan de Dodge le siguió una breve recesión, luego la actividad económica se disparó. En ello tuvo mucho que ver el estallido de la guerra en la cercana Corea. Japón se convirtió en la retaguardia logística de Estados Unidos y sus aliados. Las compras especiales o "tokuju" hicieron crecer los pedidos a las fábricas japonesas, en total unos 2.300 millones de dólares durante el conflicto que aportaron entre el 60% y el 70% de la entrada de divisas. La industria japonesa renació. En 1951 ya había recuperado sus niveles de preguerra y siguió creciendo. El primer ministro Shigeru Yoshida llegó a calificar la guerra de Corea como un regalo caído del cielo. El Tratado de San Francisco de 1951 devolvió la soberanía plena al imperio japonés. La ayuda exterior aportó los recursos en los momentos más difíciles, y la guerra en Corea fue muy oportuna, pero fue la disciplina y el talento de los japoneses el que terminó convirtiendo a un país en la ruina en la segunda economía mundial en cuestión de un par de décadas. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

La ContraCrónica
¿Cómo renació Japón tras la guerra? - Episodio exclusivo para mecenas

La ContraCrónica

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 54:49


Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Japón se rindió el 15 de agosto de 1945, pero el país estaba en la más absoluta ruina. Las grandes ciudades habían quedado arrasadas por los bombardeos, Hiroshima y Nagasaki estaban totalmente destruidas y la flota mercante yacía en el fondo del mar. La producción industrial apenas alcanzaba el 30% de los niveles previos a la guerra. Para colmo de males, la cosecha de arroz de ese año fue muy mala. La ración oficial rondaba las mil calorías diarias en muchas ciudades y 6 millones de repatriados regresaban a un país incapaz de absorberlos. A ese cuadro se sumaba una inflación galopante que había pulverizado el yen. Sobre ese país acabado se estableció la administración de ocupación dirigida por el general Douglas MacArthur, que al principio buscó desmilitarizar, democratizar y castigar al antiguo enemigo. La llegada de la guerra fría y el triunfo comunista en China en 1949 cambiaron las prioridades porque en Washington temían que si los japoneses seguían en la miseria habría revueltas y la Unión Soviética no tardaría en apoderarse del archipiélago. La recuperación se apoyó en tres pilares. El programa GARIOA canalizó hacia el país unos 1.700 millones de dólares en alimentos, fertilizantes, combustible y medicinas, lo que evitó la hambruna que se esperaba para 1946 y 1947. A partir de 1948 se puso en marcha el programa EROA que se encargó de poner en marcha la industria enviando materias primas industriales como el algodón, el mineral de hierro y el carbón. La apuesta fue clara desde el principio: Japón tenía que volver a ser una economía exportadora. En paralelo, el banquero Joseph Dodge llevó a término un plan de ajuste que estabilizó el yen y cuadró las cuentas públicas. Al plan de Dodge le siguió una breve recesión, luego la actividad económica se disparó. En ello tuvo mucho que ver el estallido de la guerra en la cercana Corea. Japón se convirtió en la retaguardia logística de Estados Unidos y sus aliados. Las compras especiales o "tokuju" hicieron crecer los pedidos a las fábricas japonesas, en total unos 2.300 millones de dólares durante el conflicto que aportaron entre el 60% y el 70% de la entrada de divisas. La industria japonesa renació. En 1951 ya había recuperado sus niveles de preguerra y siguió creciendo. El primer ministro Shigeru Yoshida llegó a calificar la guerra de Corea como un regalo caído del cielo. El Tratado de San Francisco de 1951 devolvió la soberanía plena al imperio japonés. La ayuda exterior aportó los recursos en los momentos más difíciles, y la guerra en Corea fue muy oportuna, pero fue la disciplina y el talento de los japoneses el que terminó convirtiendo a un país en la ruina en la segunda economía mundial en cuestión de un par de décadas. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Estelle Midi
Le débat du jour - Jérôme Lavrilleux, chroniqueur : "Et alors, il faut le punir ? Punissons tous les gens qui réussissent dans cette vie ! Vous êtes dans un État soviétique" - 05/06

Estelle Midi

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 3:38


Avec : Jérôme Lavrilleux, propriétaire de gîtes en Dordogne. Pierre Rondeau, économiste. Et Emmanuelle Dancourt, journaliste indépendante. - Accompagnée de Charles Magnien et sa bande, Estelle Denis s'invite à la table des français pour traiter des sujets qui font leur quotidien. Société, conso, actualité, débats, coup de gueule, coups de cœurs… En simultané sur RMC Story.

EL MIRADOR
EL MIRADOR T06C192 Vamos al cine, con Antonio Rentero (05/06/2026)

EL MIRADOR

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 9:43


Como cada semana, repasamos en primer lugar algunas de las películas que proyecta en los próximos días la Filmoteca Regional Francisco Rabal. LA PELICULA ESCONDIDA / Entrada libre hasta completar aforoViernes 5 de junio / 21:00 horas El espectador descubrirá qué película es cuando se apaguen las luces de la sala.Sábado 6 de junio / 19:30 horas / CENTENARIO PACO RABALTiempo de silencio (Vicente Aranda, 1986) España 111´Madrid, años 40. Pedro es un médico joven que trabaja en un centro oficial de investigación sobre el cáncer utilizando cobayas procedentes de Norteamérica. Cuando se queda sin los conejillos de Indias, el conserje del centro le aconseja que recurra a "El Muecas", un amigo suyo que ha criado una pareja de cobayas con el fin de venderla.CICLO: Memoria y Cinefilia. Recuerdos de una sala oscuraLunes 8 de junio / 18:45 horas Dersu Uzala (El cazador) (Akira Kurosawa, 1975) Unión Soviética 141´El capitán Vladimir Arseniev y su destacamento tienen que realizar unas prospecciones geológicas en los bosques de la taiga siberiana. La inmensidad del territorio y la dureza del clima hacen que se extravíe. Condenado a vagar por una tierra salvaje, Vladimir conoce a Dersu Uzala, un cazador nómada que conoce el territorio como la palma de su mano y sabe cómo afrontar las inclemencias del tiempo. Dersu enseñará a Vladimir a respetar la naturaleza y a convivir en plena armonía con ella, una lección que difícilmente olvidará el resto de su vida.En cuanto a los estrenos comerciales de la semana.He-Man y los másters del universo (Travis Knight, 132)Nicholas Galitsine, Camila Mendes, Alison Brie, Morena Baccarin, Kristen Wiig, Jared Leto, Idris ElbaUn niño de diez años, el príncipe Adam, se estrelló en la Tierra en una nave espacial y fue separado de su espada mágica, el único vínculo con su hogar en Eternia. Tras localizarla casi dos décadas después, el príncipe Adam es transportado de vuelta al espacio para defender su planeta natal de las malvadas fuerzas de Skeletor. Pero para derrotar a un villano tan poderoso, el Príncipe Adam primero tendrá que descubrir los misterios de su pasado y convertirse en He-Man: el hombre más poderoso del Universo.Backrooms (Kane Parsons, 105)Renate Reinsve, Chiwetel Ejiofot, Mark DuplassUna extraña puerta aparece en el sótano de una exposición de muebles. Cuando el paciente de una terapeuta desaparece en una dimensión más allá de la realidad, ella deberá adentrarse en lo desconocido para intentar salvarlo. Scary Movie (Michael Tiddes, 96)Anna Faris, Regina Hall, Marlon Wayans, Shawn Wayans, Damon Wayans jr, Gregg Wayans, Kim Wayans6ª entrega de la saga de 'Scary Movie'. 26 años después de conseguir escapar de un asesino enmascarado sospechosamente familiar (Ghostface), el Core 4 están de vuelta en el punto de mira del asesino y ninguna película de terror está a salvo. Marlon Wayans (Shorty), Shawn Wayans (Ray), Anna Faris (Cindy), y Regina Hall (Brenda) se reúnen para acuchillar sin piedad reboots, remakes, requels, precuelas, secuelas, spin-offs, terror elevado, historias de origen, todo lo que tenga la palabra legacy en el título y cada capítulo final que, por supuesto, no es final. Nada es sagrado. Ningún tópico sobrevive.

Informativne oddaje
Utrip dneva

Informativne oddaje

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 34:33


Slovenija dobila četrto vlado Janeza Janše, ki je na prvi seji že opravila menjave na ključnih položajih v Policiji, Sovi in nekaterih drugih institucijah.Ministri nove vlade večinoma prevzeli posle od predhodnikov. Primopredaje potekale mirno in vljudno.Urbanija: Mogoče je tokrat po dolgem času res prva prilika za dolgočasen mandat. Na vrhu Evropske unije in Zahodnega Balkana o skupni zunanji in varnostni politiki ter o vključevanju držav te regije v povezavo.Papež jutri na tedensko potovanje v Španijo; kaj bo sporočil nekdaj močno katoliški, danes pa sekularizirani državi?Vreme: Danes še padavine, jutri nekaj več sonca, a še možne posmazne plohe.Proračunski primanjkljaj v petih mesecih znašal 890 milijonov evrov.Zelenski poslal pismo Putinu, vabi ga na srečanje za končanje vojne.ŠPORT: Slovenski nogometaši na prijateljski tekmi s Ciprom zgolj z remijem.

pape sovi zelenski ministri slovenija evropske prora putinu janeza jan utrip zahodnega balkana
La ContraHistoria
La Comintern

La ContraHistoria

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 81:14


En agosto de 1914 los diputados socialdemócratas alemanes votaron en el Reichstag a favor de los créditos de guerra para financiar la entrada del imperio alemán en la primera guerra mundial. Aquel gesto acabó con la idea que tenían los marxistas de la época de que el proletariado, hermanado por encima de las fronteras nacionales, jamás se mataría en una guerra imperialista. La solidaridad de clase se evaporó en pocos días y los obreros se decantaron por su propio país. Esa traición enfureció a Lenin, exiliado en Suiza, que concluyó que la socialdemocracia se había aburguesado y que había que demoler el viejo edificio socialista para crear una organización de auténticos revolucionarios. En una serie de conferencias minoritarias que dio en Suiza defendió que era el momento de transformar la guerra en una revolución. Eso mismo fue lo que sucedió en Rusia en octubre de 1917 y Lenin se sintió reivindicado. Pero sabía que con Rusia no bastaría para consolidar esa revolución porque era un país agrario y pobre. Tenían que exportar la revolución a Europa occidental, especialmente a Alemania, para que sobreviviese. Eso dio lugar en marzo de 1919 a la Tercera Internacional o Comintern, concebida desde el principio como el estado mayor de la revolución mundial. Su modelo era el partido bolchevique, una máquina centralizada en la que cada partido nacional sería una sección sometida a una disciplina única. El segundo congreso de 1920 fijó 21 condiciones de admisión que partieron al movimiento obrero en dos familias enfrentadas, la de los socialdemócratas y la de los comunistas. Pero la revolución mundial no llegaba. El Ejército Rojo fue derrotado en Varsovia, los comunistas alemanes fracasaron y el capitalismo se estabilizó gracias, entre otras cosas, a que los partidos socialdemócratas llegaron al poder en Alemania, Francia y el Reino Unido. Tras la muerte de Lenin en 1924, Stalin fue eliminando a sus rivales e impuso a la Comintern su teoría del socialismo en un solo país. El ascenso de los nazis al poder obligó a Stalin a hacer algo. En el séptimo congreso, celebrado en 1935, adoptaron la estrategia del Frente Popular, una alianza amplia antifascista que ganó las elecciones en Francia y España en 1936. España pasó entonces a ocupar un lugar central a causa de su guerra civil. La Comintern se encargó de reclutar soldados de 50 países a los que encuadró en las Brigadas Internacionales. Los soviéticos, entretanto, enviaron consejeros y material militar, este último pagado con las reservas del Banco de España. Pero la Comintern ya estaba en crisis, sus principales líderes cayeron durante la gran purga de 1938 y Stalin no le encontraba mucho sentido a aquel organismo. El pacto germano-soviético de 1939 supuso una humillación para los comunistas europeos, forzados a predicar la neutralidad hasta que la invasión alemana de la URSS en 1941 reactivó la cruzada antifascista. En mayo de 1943 Stalin decidió disolver la Comintern como gesto diplomático hacia sus aliados occidentales. Años después la sustituiría por una agencia mucho más pequeña, la Cominform, que tuvo muy poca actividad y desapareció tras su muerte. No hicieron falta más organizaciones para coordinar la actividad de los partidos comunistas. La URSS era ya una potencia mundial y podía llegar sin problemas a donde quisiese, cuando quisiese. En El ContraSello 0:00 Introducción 3:55 La Comintern 1:13:58 Los agentes dobles (y triples) Bibliografía: - “Breve historia de la Unión Soviética” de Sheila Fitzpatrick - https://amzn.to/4enhrXA - “The Comintern” de Jeremy Agnew - https://amzn.to/49HVEav “The Comintern. A history of the Third International” de Duncan Dallas - https://amzn.to/3SmNzSA - “Comrades” de Robert Service - https://amzn.to/4ogZnly · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva #FernandoDiazVillanueva #urss #unionsovietica Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Cuarto Milenio (Oficial)
Cuarto Milenio: El secreto de Vorónezh

Cuarto Milenio (Oficial)

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 38:09


El 27 de septiembre de 1989, en plena Unión Soviética, un suceso insólito sacudió la ciudad de Vorónezh y dio la vuelta al mundo. Un grupo de niños, que jugaba en un parque, aseguró haber visto una esfera luminosa descender del cielo ante decenas de testigos. Según los testimonios, el objeto cambió de forma antes de posarse y de su interior salieron varias entidades de gran tamaño. Describieron a uno de los seres como una figura de casi tres metros de altura, con tres ojos y vestimenta metálica. La noticia fue difundida por la agencia oficial soviética TASS, lo que convirtió el caso en uno de los episodios OVNI más mediáticos. Pero ¿qué pasó realmente? Para desgranar este extraño episodio recibimos al escritor Javier Sierra; Pablo Vergel, sociólogo y editor; a nuestro compañero Pablo Villarrubia que investigó sobre el terreno el caso y Maury González, autor de El secreto de Vorónezh. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Noticias de América
Varias empresas hoteleras dejan de operar en Cuba ante la presión de EE.UU.

Noticias de América

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 2:26


Tres cadenas hoteleras se han retirado esta semana de Cuba: las españolas Meliá e Iberostar y la canadiense Blue Diamon. Las empresas extranjeras instaladas en la isla caribeña tienen hasta el 5 de junio para cortar sus vínculos con el conglomerado económico-militar Gaesa, sancionado por Washington. ¿Por qué si cae Gaesa la economía cubana podría derrumbarse? Explicaciones con el politólogo cubano Oscar Grandio Moráguez.  Para operar en Cuba, toda empresa extranjera tiene que pasar por Gaesa, un conglomerado empresarial vinculado a las fuerzas armadas. Creado en los 90 tras la caída de la Unión Soviética, tiene una particularidad: no rendir cuentas, según explica a RFI el politólogo Oscar Grandio.  "A pesar de ser estatal, las cuentas de Gaesa siempre han estado exentas de auditoría por parte de la Contraloría General de la República. Es un blindaje político que permite que los ingresos de este conglomerado todopoderoso no sean redistribuidos a través del presupuesto del Estado —y aquí está el problema—, sino retenidos bajo un control privado de una familia y del Ejército", detalla. Leer tambiénCuba: un apagón masivo en el este de la isla afecta a siete de 15 provincias En ese sentido, añade que el presupuesto formal y el Estado cubano es simplemente un "cascarón vacío". Gaesa fue sancionada en mayo por la administración Trump, lo que hace correr riesgos a las empresas extranjeras instaladas en la isla. Para Grandio, estas sanciones exponen la profunda influencia de Gaesa en casi todos los sectores de la economía cubana y suponen una presión importante para las compañías privadas, ya que convierten cualquier vínculo con Cuba en una "posible responsabilidad". "Esto crea lo que yo llamo un riesgo de contaminación para cualquier empresa extranjera que opere en Cuba. Estas sanciones amenazan con afectar el modelo de negocio no solamente de Gaesa, sino de cualquier empresa que trabaje con este conglomerado, que repito son todas las empresas que trabajan con Cuba ahora" - Oscar Grandio Moráguez, politólogo cubano A su juicio, estas normativas tendrán un efecto catastrófico que "ya se está viendo", con una retirada masiva de firmas. El autor del libro “Mejor no me callo: Notas ante una transición en Cuba” indicó que primero se retiró la minera canadiense Sherritt y luego las navieras anunciaron la suspensión de operaciones con la isla caribeña porque sus partners son precisamente empresas de Gaesa. Poniendo al conglomerado económico-militar como el principal objetivo de las sanciones, Washington espera poner de rodillas al sistema cubano, sostiene el especialista. "El gobierno norteamericano se da cuenta de que, efectivamente, el control de la economía cubana es de Gaesa, no es el Estado cubano como tal", subraya. Según el politólogo cubano, esto implica también la reducción de la entrada de divisas por la caída de la producción de níquel y cobalto que están bajo control de Gaesa, tras la salida de la canadiense Sherritt. En la misma línea, añade, que el sector de importación de petróleo está en manos del conglomerado. "Hay un efecto disuasorio con estas sanciones, que va a alejar a los pocos inversores extranjeros que aúb operan en la isla. Entonces, si tú sancionas a Gaesa y a los empresarios extranjeros que operan con ella, que son prácticamente todos los que trabajan con Cuba, evidentemente el colapso va a ser mayúsculo", concluye.

Noticias de América
Varias empresas hoteleras dejan de operar en Cuba ante la presión de EE.UU.

Noticias de América

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 2:26


Tres cadenas hoteleras se han retirado esta semana de Cuba: las españolas Meliá e Iberostar y la canadiense Blue Diamon. Las empresas extranjeras instaladas en la isla caribeña tienen hasta el 5 de junio para cortar sus vínculos con el conglomerado económico-militar Gaesa, sancionado por Washington. ¿Por qué si cae Gaesa la economía cubana podría derrumbarse? Explicaciones con el politólogo cubano Oscar Grandio Moráguez.  Para operar en Cuba, toda empresa extranjera tiene que pasar por Gaesa, un conglomerado empresarial vinculado a las fuerzas armadas. Creado en los 90 tras la caída de la Unión Soviética, tiene una particularidad: no rendir cuentas, según explica a RFI el politólogo Oscar Grandio.  "A pesar de ser estatal, las cuentas de Gaesa siempre han estado exentas de auditoría por parte de la Contraloría General de la República. Es un blindaje político que permite que los ingresos de este conglomerado todopoderoso no sean redistribuidos a través del presupuesto del Estado —y aquí está el problema—, sino retenidos bajo un control privado de una familia y del Ejército", detalla. Leer tambiénCuba: un apagón masivo en el este de la isla afecta a siete de 15 provincias En ese sentido, añade que el presupuesto formal y el Estado cubano es simplemente un "cascarón vacío". Gaesa fue sancionada en mayo por la administración Trump, lo que hace correr riesgos a las empresas extranjeras instaladas en la isla. Para Grandio, estas sanciones exponen la profunda influencia de Gaesa en casi todos los sectores de la economía cubana y suponen una presión importante para las compañías privadas, ya que convierten cualquier vínculo con Cuba en una "posible responsabilidad". "Esto crea lo que yo llamo un riesgo de contaminación para cualquier empresa extranjera que opere en Cuba. Estas sanciones amenazan con afectar el modelo de negocio no solamente de Gaesa, sino de cualquier empresa que trabaje con este conglomerado, que repito son todas las empresas que trabajan con Cuba ahora" - Oscar Grandio Moráguez, politólogo cubano A su juicio, estas normativas tendrán un efecto catastrófico que "ya se está viendo", con una retirada masiva de firmas. El autor del libro “Mejor no me callo: Notas ante una transición en Cuba” indicó que primero se retiró la minera canadiense Sherritt y luego las navieras anunciaron la suspensión de operaciones con la isla caribeña porque sus partners son precisamente empresas de Gaesa. Poniendo al conglomerado económico-militar como el principal objetivo de las sanciones, Washington espera poner de rodillas al sistema cubano, sostiene el especialista. "El gobierno norteamericano se da cuenta de que, efectivamente, el control de la economía cubana es de Gaesa, no es el Estado cubano como tal", subraya. Según el politólogo cubano, esto implica también la reducción de la entrada de divisas por la caída de la producción de níquel y cobalto que están bajo control de Gaesa, tras la salida de la canadiense Sherritt. En la misma línea, añade, que el sector de importación de petróleo está en manos del conglomerado. "Hay un efecto disuasorio con estas sanciones, que va a alejar a los pocos inversores extranjeros que aúb operan en la isla. Entonces, si tú sancionas a Gaesa y a los empresarios extranjeros que operan con ella, que son prácticamente todos los que trabajan con Cuba, evidentemente el colapso va a ser mayúsculo", concluye.

História FM
237 Stalingrado: o ponto de virada da Segunda Guerra Mundial

História FM

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 103:12


A Batalha de Stalingrado, travada entre 1942 e 1943, foi um dos confrontos mais decisivos e sangrentos da Segunda Guerra Mundial. Inserida na ofensiva alemã em direção ao sul da União Soviética, a campanha tinha como objetivo garantir o controle de importantes recursos estratégicos e interromper as linhas de abastecimento soviéticas. O que começou como uma tentativa de captura rápida da cidade transformou-se em uma prolongada guerra de atrito marcada por combates urbanos intensos, enormes perdas humanas e condições extremas para soldados e civis. A resistência soviética, seguida pela Operação Urano e pelo cerco do 6º Exército alemão, alterou profundamente o curso da guerra na Frente Oriental, representando uma derrota estratégica da Alemanha nazista e abrindo caminho para uma série de ofensivas soviéticas que avançariam em direção a Berlim. Convidamos Vinicius Moraes para analisar o contexto militar e político da Batalha de Stalingrado, as estratégias adotadas por ambos os lados, a experiência dos combatentes em um dos cenários mais brutais do conflito e o significado dessa batalha para os rumos da Segunda Guerra Mundial.Roteiro: Icles RodriguesEdição: Samuel GambiniInstagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@iclesrodrigues⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠PIX: leituraobrigahistoria@gmail.comAdquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Adquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Adquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Colabore com nosso trabalho em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠apoia.se/obrigahistoria⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠De 03/06 a 07/06 sua compra no PIX te dá 5% de desconto a mais e você ganha brindes cumulativos. Compras acima de 399 têm frete grátis. Use meu cupom HISTORIAFM ou acesse o site pelo link ⁠⁠⁠⁠https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM⁠⁠⁠⁠ e aproveite! #insiderstore

El Café de la Lluvia
Libros prohibidos en Rusia y China: Orwell, Solzhenitsyn, Mao y la censura del poder

El Café de la Lluvia

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 26:09


¿Qué libros han sido prohibidos en Rusia y China? ¿Por qué algunos regímenes consideran determinadas obras una amenaza? En este episodio de El Café de la Lluvia, Javier Fernández conversa con Rubén Almarza sobre algunos de los casos más significativos de censura literaria en dos de las grandes potencias del mundo. Viajamos desde la Unión Soviética hasta la Rusia actual para analizar la prohibición de obras como 1984 y Rebelión en la granja de George Orwell, Doctor Zhivago de Boris Pasternak, Archipiélago Gulag de Aleksandr Solzhenitsyn o incluso la polémica en torno a determinadas traducciones de textos religiosos como la Biblia de los Testigos de Jehová y el Corán. También nos adentramos en la censura china a través de autores como Yan Lianke, Gao Xingjian, Xiaolu Guo o Wei Hui, cuyas obras cuestionan la narrativa oficial del Partido Comunista, abordan los traumas de la Revolución Cultural o rompen tabúes sociales y políticos. Un recorrido por la historia de la censura, la libertad de expresión y el poder de los libros para desafiar a los regímenes autoritarios. ☕ Hazte socio/a de El Café de la Lluvia y forma parte de nuestra comunidad: https://elcafedelalluvia.com/hazte-socio-a-de-el-cafe-de-la-lluvia/ Escúchanos y léenos en nuestra web: https://elcafedelalluvia.com/ ▶️ Suscríbete a nuestro canal de YouTube: https://www.youtube.com/c/ElCafédelaLluvia Recibe nuestros contenidos en tu correo: https://elcafedelalluvia.com/suscripcion-newsletter/ Síguenos en redes sociales: Twitter: https://twitter.com/cafelluvia Instagram: https://www.instagram.com/elcafedelalluvia/ Facebook: https://www.facebook.com/Cafedelalluvia Tu apoyo nos ayuda a seguir dando voz a la cultura, la literatura y el pensamiento crítico. Gracias por acompañarnos ☕✨

Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021

Generales destituidos. Ministros borrados del mapa. Almirantes investigados. Y lo más inquietante: muchos de ellos eran hombres de confianza del propio Xi Jinping. Algo se mueve en las entrañas del Partido Comunista de China, y no parece casual. En este episodio de The Political Room, Daniel e Iván diseccionan las purgas que están sacudiendo al Estado chino desde 2012 y que, desde 2022, se han acelerado de forma llamativa. ¿Es esto una señal de debilidad o la expresión más brutal de un poder que ya no necesita negociar con nadie? Para responder a esa pregunta, primero toca entender el tablero. El Congreso Nacional, el Comité Central, el Politburó, el Comité Permanente: los círculos concéntricos del partido más poderoso del mundo. Quien no conoce la estructura, no puede entender la magnitud de lo que está ocurriendo. Porque lo que está ocurriendo es mayúsculo. De los 35 oficiales de tres estrellas ascendidos por Xi desde 2020, 32 han sido investigados y 29 "depurados". El ejército chino tenía un sistema de compraventa de ascensos tan extendido que la propia CIA lo aprovechó para colocar activos en posiciones clave. Y la guerra en Ucrania hizo saltar todas las alarmas: si el ejército ruso, con todo su aparato, se desmoronó así, ¿qué pasaría con el chino? Xi Jinping tiene una respuesta para todo esto, y la ha elevado a doctrina: la autorrevolución. El partido que se purga a sí mismo no necesita jueces externos, ni prensa libre, ni contrapesos institucionales. Se vigila, se limpia y se fortalece desde dentro. Es su gran apuesta para no repetir el error que, a su juicio, hundió a la Unión Soviética. Un episodio imprescindible para entender cómo funciona el poder real en China, qué hay detrás de cada destitución que aparece en los titulares y hacia dónde apunta un régimen que lleva años preparándose para algo grande.

Fuera de Series
Crítica de CIUDAD DE LAS ESTRELLAS | Crítica SIN SPOILERS | APPLE TV

Fuera de Series

Play Episode Listen Later May 29, 2026 13:27


¿Merece la pena ver Star City en Apple TV+? En esta crítica sin spoilers os cuento qué me ha parecido la nueva serie ambientada en el universo de For All Mankind, una historia alternativa donde la Unión Soviética ganó la carrera espacial. Con Rhys Ifans y Anna Maxwell Martin liderando el reparto, Star City mezcla ciencia ficción, espionaje político y thriller paranoico para mostrarnos el lado soviético de la conquista espacial. Y sinceramente… no esperaba que funcionara tan bien. En este vídeo analizamos: Qué hace diferente a Star City respecto a For All Mankind Las interpretaciones de Rhys Ifans y Anna Maxwell Martin El tono más oscuro y político de la serie Sus conexiones con el universo original Lo mejor y lo peor de esta primera temporada Y por qué puede convertirse en una de las sorpresas del año en Apple TV+ Si os gustan series como For All Mankind, The Americans, Chernobyl o los thrillers de espionaje con tensión constante, creo que aquí hay bastante de lo que rascar.

EL MIRADOR
EL MIRADOR T06C187 En serie con Mar Grandío. Junio se estrena con un aluvión de series y el Mundial como gran fenómeno audiovisual (29/05/2026)

EL MIRADOR

Play Episode Listen Later May 29, 2026 9:35


El mes de junio arranca con una intensa actividad en las plataformas de streaming, sumando un total de 16 estrenos y 11 nuevas temporadas. Entre las novedades más destacadas se encuentra la miniserie Brasil 1970 en Netflix, que narra la histórica victoria del equipo de Pelé en el primer mundial retransmitido en color, y La ciudad de las estrellas en Apple TV+, un spin-off que imagina un pasado donde la Unión Soviética ganó la carrera espacial. Esta oferta televisiva convivirá con el Mundial de fútbol que comienza el 11 de junio, un evento que durará 39 días y que, por su magnitud y consumo masivo, se perfila como el principal competidor de las series tradicionales en el ecosistema audiovisual.

Casus Belli Podcast
B10 La Flota Soviética en la 2GM

Casus Belli Podcast

Play Episode Listen Later May 27, 2026 69:57


Los años anteriores al conflicto, la URSS, lastrada por el atraso del antiguo Imperio Ruso y la posterior Guerra Civil, debió buscar soluciones para armar una flota moderna y creíble frente a los posibles enemigos, especialmente la Alemania Nazi. Esta es la historia de la lucha de la Armada Soviética por conseguir material de primera línea mientras el resto de Europa se rearmaba a pasos agigantados. 👉 CAMISETAS Y TAZAS 👉 https://forms.gle/ikSqJRFBUzmJppih7 ◼️ Edición Limitada Versus Vol.1 👉 https://go.ivoox.com/sq/3153351 ◼️ Casus Belli Podcast pertenece a 🏭 Factoría Casus Belli. Casus Belli Podcast forma parte de 📀 Ivoox Originals. 📚 Zeppelin Books (Digital) y 📚 DCA Editor (Físico) http://zeppelinbooks.com son sellos editoriales de la 🏭 Factoría Casus Belli. Estamos en: 🆕 WhatsApp https://bit.ly/CasusBelliWhatsApp 👉 X/Twitter https://twitter.com/CasusBelliPod 👉 Facebook https://www.facebook.com/CasusBelliPodcast 👉 Instagram estamos https://www.instagram.com/casusbellipodcast 👉 Telegram Canal https://t.me/casusbellipodcast 👉 Telegram Grupo de Chat https://t.me/casusbellipod 📺 YouTube https://bit.ly/casusbelliyoutube 👉 TikTok https://www.tiktok.com/@casusbelli10 👉 https://casusbelli.top 👨💻Nuestro chat del canal es https://t.me/casusbellipod 🎵 La música que aparece en este episodio está cubiertas por licencias privadas de Epidemic Sound, Jamendo, SUNO o SGAE SGAERRDDD/4/1074/1012, o están compuestos por Dani CarAn bajo Licencia Creative Commons Atribución – No Comercial 4.0 Internacional (CC BY-NC 4.0) https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/deed.es ⚛️ El logotipo de Casus Belli Podcasdt y el resto de la Factoría Casus Belli están diseñados por Publicidad Fabián publicidadfabian@yahoo.es 🎭Las opiniones expresadas en este programa de pódcast, son de exclusiva responsabilidad de quienes las trasmiten. Que cada palo aguante su vela. 📧¿Quieres contarnos algo? También puedes escribirnos a casus.belli.pod@gmail.com ¿Quieres anunciarte en este podcast, patrocinar un episodio o una serie? Hazlo a través de 👉 https://www.advoices.com/casus-belli-podcast-historia Si te ha gustado, y crees que nos lo merecemos, nos sirve mucho que nos des un like, ya que nos da mucha visibilidad. Muchas gracias por escucharnos, y hasta la próxima. ¿Quieres anunciarte en este podcast? Hazlo con advoices.com/podcast/ivoox/391278m la Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Escuta Essa
Fim de Semana

Escuta Essa

Play Episode Listen Later May 27, 2026 40:32


Entre 1929 e 1940, a União Soviética conduziu um dos experimentos sociais mais radicais na organização do tempo: eles aboliram a semana de sete dias. Os soviéticos acabaram com o sábado e com o domingo. Era a nepreryvka, uma semana de cinco dias. E adivinha só… o povo não gostou.Este é mais um episódio do Escuta Essa, podcast quinzenal em que Denis e Danilo trocam histórias de cair o queixo e de explodir os miolos. Duas vezes por mês, sempre às quartas-feiras, no seu agregador de podcasts favorito!Ajude o Escuta Essa a voltar a ser semanal! Faça parte do Clube dos Escuteiros agora mesmo em apoia.se/escutaessaMande seus comentários e perguntas no Spotify, nas redes sociais, ou no e-mail escutaessa@aded.studio. A gente sempre lê mensagens no final de cada episódio!...NESTE EPISÓDIO-A The Atlantic tem uma matéria ligando a nepreryvka com nossas rotinas atuais, onde o trabalho invadiu as casas e nem sempre mais compartilhamos os mesmos horários.-O livro "The Seven Day Circle", de Eviatar Zerubavel, que conta a história e a importância da semana na história humana, pode ser encontrado no Archive.org. -O historiador Tony Wood escreveu sobre a reorganização da semana soviética na revista Cabinet. O ensaio conta com imagens soviéticas da época. -É possível ler na íntegra o discurso de Stalin onde ele admite os problemas da semana contínua de trabalho e a "despersonalização" dos trabalhadores. ...AD&D STUDIOA AD&D produz podcasts e vídeos que divertem e respeitam sua inteligência! Acompanhe todos os episódios em aded.studio para não perder nenhuma novidade.

DESPIERTA TU CURIOSIDAD
Los mapas soviéticos que espiaron ciudades españolas en 1950

DESPIERTA TU CURIOSIDAD

Play Episode Listen Later May 25, 2026 8:25


En plena Guerra Fría, la Unión Soviética elaboró una vasta cartografía secreta de ciudades de todo el mundo, incluidas varias españolas. Estos mapas no eran simples planos urbanos, sino documentos estratégicos con un nivel de detalle sorprendente sobre carreteras, puentes, instalaciones ferroviarias, puertos, industrias y puntos sensibles. Su precisión sugiere una combinación de fuentes públicas, inteligencia militar y observación sistemática. Más que herramientas geográficas, formaban parte de una red de conocimiento pensada para anticipar escenarios de conflicto. Y descubre más historias curiosas en el canal National Geographic y en Disney +. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

Leyendas Legendarias
Delfines Kamikaze - Historias del Más Acá 272

Leyendas Legendarias

Play Episode Listen Later May 21, 2026 62:06


Notas Macabrosas: - Hombre entra en templo y destruye figuras religiosas - Una ‘invasión' de pavos reales lleva al límite a los vecinos de un pueblo de Italia - Hombre esperó 10 horas en la guardia de un hospital con un machete clavado en su cabeza   - Un adolescente en Bogotá fue hospitalizado tras introducirse una pila AA por el ano - Un video de una "Gamba" (zarigüeya) mordiendo a un hombre se ha vuelto viral en las redes sociales de Brasil - Habitantes de los alrededores de la presa Endhó denuncian invasión de mosquitos - Tiroteo contra una camioneta en Uptown New Orleans, tenía un maniquí dentro - Zorrillos sorprenden en la Prepa Lázaro Cárdenas - Policía alerta por ciervos 'borrachos' cerca de carreteras en Francia - En un streaming confundieron a un urólogo con un ufólogo - Un tigre escapa en el este de Alemania y hiere a un hombre antes de ser abatido - Mujer Coreana obtiene su licencia de conducir después de 950 intentos - Mujer de McAllen arrestada por fingir ser gerente de Walmart - Una mujer en India fingió que su hijo había caído a una alcantarilla abierta - Condecoran al hombre que golpeó al turista que le tiró rocas a una foca - Funcionarios públicos detenidos en la Feria de San Marcos por no querer pagar una cuenta   - La historia de los delfines suicidas entrenados en la Unión Soviética que Irán compró a Ucrania hace 26 años También puedes escucharnos en Youtube, Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music o tu app de podcasts favorita. Apóyanos en Patreon:https://www.patreon.com/leyendaspodcast​ Apóyanos en YouTube:https://www.youtube.com/c/leyendaslegendarias/join Síguenos:https://instagram.com/leyendaspodcast​https://twitter.com/leyendaspodcast​https://facebook.com/leyendaspodcast​ #Podcast​ #LeyendasLegendarias​ #HistoriasDelMasAca

Leyendas Legendarias
Delfines Kamikaze - Historias del Más Acá 272

Leyendas Legendarias

Play Episode Listen Later May 21, 2026 62:06


- Hombre entra en templo y destruye figuras religiosas - Una ‘invasión' de pavos reales lleva al límite a los vecinos de un pueblo de Italia - Hombre esperó 10 horas en la guardia de un hospital con un machete clavado en su cabeza - Un adolescente en Bogotá fue hospitalizado tras introducirse una pila AA por el ano - Un video de una "Gamba" (zarigüeya) mordiendo a un hombre se ha vuelto viral en las redes sociales de Brasil - Habitantes de los alrededores de la presa Endhó denuncian invasión de mosquitos - Tiroteo contra una camioneta en Uptown New Orleans, tenía un maniquí dentro - Zorrillos sorprenden en la Prepa Lázaro Cárdenas - Policía alerta por ciervos 'borrachos' cerca de carreteras en Francia - En un streaming confundieron a un urólogo con un ufólogo - Un tigre escapa en el este de Alemania y hiere a un hombre antes de ser abatido - Mujer Coreana obtiene su licencia de conducir después de 950 intentos - Mujer de McAllen arrestada por fingir ser gerente de Walmart - Una mujer en India fingió que su hijo había caído a una alcantarilla abierta - Condecoran al hombre que golpeó al turista que le tiró rocas a una foca - Funcionarios públicos detenidos en la Feria de San Marcos por no querer pagar una cuenta - La historia de los delfines suicidas entrenados en la Unión Soviética que Irán compró a Ucrania hace 26 años También puedes escucharnos en Youtube, Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music o tu app de podcasts favorita. Apóyanos en Patreon: https://www.patreon.com/leyendaspodcast​ Apóyanos en YouTube: https://www.youtube.com/c/leyendaslegendarias/join Síguenos: https://instagram.com/leyendaspodcast​ https://twitter.com/leyendaspodcast​ https://facebook.com/leyendaspodcast​ #Podcast​ #LeyendasLegendarias​ #HistoriasDelMasAca

BELLUMARTIS PODCAST
La Batalla de Moscú: Cazas Soviéticos y el Fracaso de la Barbarroja * Cristóbal Vergara Durán * - Acceso anticipado

BELLUMARTIS PODCAST

Play Episode Listen Later May 20, 2026 121:06


Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Acceso anticipado para Fans - ** VIDEO EN NUESTRO CANAL DE YOUTUBE **** https://youtube.com/live/xeydaV2D848 +++++ Hazte con nuestras camisetas en https://www.bhmshop.app +++ En este programa especial de Bellumartis, analizamos el punto de inflexión de la Segunda Guerra Mundial: La Batalla de Moscú. Junto al historiador y autor Cristóbal Vergara Durán, autor de "LOS AVIONES DE CAZA SOVIÉTICOS 1936-1941" ** https://amzn.to/4vgMgnn ** exploramos la defensa aérea del Kremlin y cómo la tecnología aeronáutica soviética, a menudo subestimada, fue capaz de frenar a la invicta Luftwaffe. A través del material exclusivo del libro de Cristóbal, realizamos un recorrido técnico y operativo que va desde los duelos en la frontera durante la Operación Barbarroja hasta la épica contraofensiva de invierno que salvó la capital soviética. Estructura del programa: El Legado Técnico: Análisis de los modelos I-153, I-16, y la llegada de la nueva generación: MiG-3, Yak-1, LaGG-3 y el imponente Pe-3. El Escudo de Moscú: La campaña de bombardeos sobre la capital y la respuesta de las VVS. Grandes Cercos: El impacto de las batallas de Kiev y el asedio de Leningrado en la estrategia aérea. Operación Tifón: El asalto final alemán y la resistencia en los cielos de los Urales. Arsenal de la Democracia: El papel fundamental de la ayuda aliada con los Hurricane y P-40. Contraataque bajo el Hielo: La contraofensiva de invierno y las conclusiones de una campaña que cambió el mundo. SUSCRÍBETE a @BELLUMARTISHISTORIAMILITAR y @BELLUMARTISACTUALIDADMILITAR para no perderte ningún programa y únete a nuestra comunidad de apasionados por la historia militar, la geopolítica y los conflictos del mundo. Apóyanos para seguir creando contenido riguroso e independiente: Patreon: https://www.patreon.com/bellumartis PayPal: https://www.paypal.me/bellumartis Bizum: 656 778 825 Síguenos también en redes: Instagram: https://www.instagram.com/bellumartis Twitter / X: https://twitter.com/Bellumartis Bellumartis Historia Militar — Porque entender el pasado es prepararse para el futuro. #BatallaDeMoscu #HistoriaMilitar #Bellumartis #WW2 #CazasSovieticos #CristobalVergara #FrenteDelEste #AviationHistory #SegundaGuerraMundial #EstrategiaEscucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de BELLUMARTIS PODCAST. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/618669

La ContraCrónica
La guerra vuelve a casa

La ContraCrónica

Play Episode Listen Later May 19, 2026 58:39


Cuatro años y tres meses después desde que Vladimir Putin ordenó a su ejército invadir Ucrania con la esperanza en resolver eso en cuestión de unos pocos días, no solo arde Kiev, también arde Moscú. El pasado domingo el ejército ucraniano envió la mayor oleada de drones contra la capital rusa en más de un año, un ataque que se saldó con tres muertos, 18 heridos y el aeropuerto moscovita de Sheremétievo cerrado. El propio ministerio de Defensa ruso, tan dado a inflar las cifras, reconoció haber derribado 628 drones en 14 provincias distintas, lo que equivale a admitir que los ucranianos son capaces de lanzar grandes enjambres coordinados. La operación, lejos de ser improvisada, es la materialización de una doctrina militar formulada por Zelenski en marzo del año pasado y que los analistas bautizaron con el nombre de “neutralización estratégica”. Sobre el terreno esto significa que Ucrania ha dejado de desangrarse intentando recuperar palmo a palmo el territorio ocupado en el Donbás, y se ha volcado en una guerra asimétrica de largo alcance. Eso supone atacar los activos económicos rusos, romper su cadena de suministros militares y desmoralizar a una población acostumbrada a contemplar la guerra como un espectáculo televisivo. Los objetivos del último mes dicen mucho de esta nueva estrategia. 20 refinerías y terminales bombardeadas sólo en abril (la de Tuapse dejó una columna de humo visible desde 300 kilómetros a la redonda), drones que vuelan a más de 1.700 kilómetros desde sus bases y ataques dirigidos a las empresas de armamento avanzado que se encuentran al norte de Moscú. Los efectos económicos empiezan a notarse. Las exportaciones rusas de crudo han caído y la producción en refinerías también lo ha hecho. En estos momentos se encuentra en su mínimo de los últimos 15 años. Es curioso porque, a raíz de la guerra de Irán, Trump levantó en marzo las sanciones sobre el petróleo ruso para amortiguar el cierre de Ormuz, pero han aparecido los drones ucranianos para arruinarle el plan. Las guerras prolongadas suelen consumir antes a las dictaduras que a las democracias, porque las primeras dependen del mito de la invulnerabilidad del líder. La Rusia zarista cayó tras la derrota frente a Japón en 1905, la Unión Soviética sobrevivió a Stalingrado pero no a Afganistán. Putin conoce bien esos precedentes y concibió esta guerra sobre la premisa de aguantar más que el adversario y convertir el conflicto en una rutina televisiva y, sobre todo, lejana. La estrategia funciona mientras la guerra sea una abstracción. Cuando los drones caen sobre Moscú esa abstracción se evapora. Las señales de nerviosismo en el Kremlin se multiplican. El desfile del día de la victoria de este año pasó a la historia por no exhibir material bélico moderno, ni un tanque, ni un misil por miedo a que eso provocase un ataque ucraniano. Algunas fuentes internas hablan de que en el Kremlin están reconsiderando sus objetivos. Podrían conformarse con acabar con esto anexionándose las regiones ocupadas, pero sin intervenir en el resto de Ucrania. Eso lo presentarían como una gran victoria. Putin sigue siendo popular, pero ya no tanto como hace cuatro años. La curva va en sentido descendente. Este verano sabremos si eso basta para que decida sentarse a negociar. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:39 La guerra vuelve a casa 35:19 Putin y Pedro Baños 45:09 Transnistria 53:27 Niveles de alcoholismo · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #rusia #ucrania Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Entendendo a Notícia
#1117 - CHINA NÃO É O QUE A UNIÃO SOVIÉTICA FOI: OPOSTO IDEOLÓGICO DOS ESTADOS UNIDOS

Entendendo a Notícia

Play Episode Listen Later May 19, 2026 31:00


Tema de abertura de Claudio Zaidan para o progama Bandeirantes Acontece

Professor HOC
O GRANDE MEDO DE XI JINPING

Professor HOC

Play Episode Listen Later May 19, 2026 18:45


Neste vídeo, analisamos um dos maiores medos de Xi Jinping: que o Partido Comunista Chinês apodreça por dentro.A campanha anticorrupção de Xi não é apenas uma tentativa de limpar abusos dentro do Estado chinês. Ela também é uma ferramenta de controle político, disciplina ideológica e reorganização das lealdades dentro do Partido e do Exército de Libertação Popular.Depois de consolidar seu poder, Xi passou a falar cada vez mais em “auto-revolução” do partido, evocando o espírito de Yan'an, a antiga base revolucionária de Mao Zedong. Mas por trás dessa linguagem histórica existe uma preocupação muito concreta: evitar que a China repita o destino da União Soviética.Neste episódio, explicamos como as purgas, investigações e punições dentro do Partido Comunista Chinês revelam a obsessão de Xi com corrupção, deslealdade, facções internas e colapso político.Porque, para Xi, a maior ameaça à China talvez não venha dos Estados Unidos, de Taiwan ou de uma guerra externa. Talvez venha de dentro do próprio partido.

Brasil Paralelo | Podcast
O CRIME DE GUERRA SOBRE O QUAL NINGUÉM QUER FALAR

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later May 18, 2026 12:20


O avanço do Exército Vermelho da União Soviética sobre o território alemão, ocorrido entre 1944 e 1945, é o tema central deste vídeo. Apresentamos registros históricos sobre a conduta das tropas soviéticas em relação à população civil durante a marcha rumo a Berlim, detalhando episódios ocorridos após a Operação Barbarossa e a virada militar em Stalingrado. A partir de dados compilados por historiadores, como o britânico Antony Beevor, exploramos estatísticas de registros hospitalares e diários de oficiais que acompanharam o front. São abordados os panfletos de propaganda distribuídos por Ilya Ehrenburg, o massacre na cidade de Nemmersdorf e os relatos de violência sexual sistemática que, segundo estimativas acadêmicas, afetaram um contingente expressivo de mulheres na Prússia Oriental e na capital alemã.

BELLUMARTIS PODCAST
La Primera Escuadrilla Azul: pilotos españoles en el ojo del huracán soviético *Daniel Ortega* - Acceso anticipado

BELLUMARTIS PODCAST

Play Episode Listen Later May 15, 2026 108:48


Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Acceso anticipado para Fans - ** VIDEO EN NUESTRO CANAL DE YOUTUBE **** https://youtu.be/Zo_yNv7JK-E +++++ Hazte con nuestras camisetas en https://www.bhmshop.app +++++ En este programa especial de Bellumartis, junto al investigador Daniel Ortega https://danielortegaescritor.com/ , diseccionamos la epopeya de la 1ª Escuadrilla Expedicionaria, encuadrada en la Luftwaffe. Basándonos en su obra "La Primera Escuadrilla Azul: En el ojo del huracán" ** https://amzn.to/4toa9Yf **, analizamos su papel destacado durante el avance a Moscú en 1.941, el contraataque del Ejército Rojo y cómo sus pilotos lucharon con el Messerschmitt Bf 109 contra el clima extremo y un enemigo superior. ️ ¡Viaja con nosotros a Normandía! Acompáñanos este julio junto a David Díaz Cabo para recorrer las playas del desembarco. Infórmate en: Grupeando Tours ️ Código de descuento (100€): BELLUMARTIS26 SUSCRÍBETE y apoya a Bellumartis Historia Militar: Patreon: https://www.patreon.com/bellumartis PayPal: https://www.paypal.me/bellumartis Bizum: 656 778 825 Síguenos: Instagram: https://www.instagram.com/bellumartis_historia_militar X / Twitter: https://twitter.com/BellumartisHM Compra en Amazon con el enlace de BHM y apóyanos: https://amzn.to/3ZXUGQl Libros de Paco firmados y dedicados: https://franciscogarciacampa.com/ Política de Privacidad https://franciscogarciacampa.com/politica-de-privacidad/ #segundaguerramundial #EscuadrillaAzul #DanielOrtega #Bellumartis #HistoriaMilitar #SegundaGuerraMundial #SGM #SablesAlVientoEscucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de BELLUMARTIS PODCAST. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/618669

Chutando a Escada
81 anos depois: Rússia, Brasil e a memória da Segunda Guerra

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later May 14, 2026


O que sobrou, 81 anos depois, da Grande Guerra Patriótica para a Rússia, do desembarque da Força Expedicionária Brasileira em Monte Castelo para o Brasil e do legado de Yalta para a ordem internacional contemporânea? Neste episódio em parceria com o Observatório Rússia e América Latina, Daniela Vieira Secches (PUC Minas/Ruslat) recebe Mariana da Gama Janot (INCT-Ineu) e Valdir da Silva Bezerra (@o_russianista), mestre em Relações Internacionais pela Universidade Estatal de São Petersburgo e organizador, com Boris Zabolotsky, do livro 80 Anos da Vitória na Grande Guerra Patriótica (Blucher, 2025). A conversa atravessa a contribuição massiva (e hoje contestada) da União Soviética para a derrota do nazifascismo, a entrada do Brasil no conflito a partir das contradições do Estado Novo e o modo como a memória da guerra foi mobilizada, na era Putin, para preencher o vácuo de identidade aberto pelo colapso soviético. No bloco de notícias, Giovana Dias Branco e Leonardo Henrique Alves de Lima Nascimento, pesquisadores do Ruslat, repercutem o mês de abril: a reaproximação Rússia-Cuba em meio à crise energética da ilha, a suspensão temporária das exportações de fertilizantes russos e seu impacto sobre o agronegócio brasileiro, o relatório sobre o treinamento de mais de mil criadores de conteúdo latino-americanos com participação da RT em espanhol, e a Holding Accountable Russian Mercenaries Act 2.0 (HARM Act 2.0), projeto bipartidário que tenta requalificar o Grupo Wagner e seus sucessores como organizações terroristas no contexto da intervenção dos EUA na Venezuela. No último bloco, Laura Schneider de Lima (PUC Minas/Ruslat) conversa com Boris Zabolotsky (Unifacs) sobre a insegurança ontológica da Rússia no pós-Guerra Fria e indica três filmes incontornáveis para pensar a guerra sem glorificá-la. Aperte o play. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Daniela Vieira Secches (PUC Minas / Ruslat), Valdir da Silva Bezerra (Ruslat), Mariana da Gama Janot (Programa de Pós-Graduação San Tiago Dantas), Giovana Dias Branco (Ruslat), Leonardo Henrique Alves de Lima Nascimento (Ruslat), Laura Schneider de Lima (Ruslat) e Boris Zabolotsky (Universidade Salvador – Unifacs / Ruslat). Capa do episódio: “Raising a flag over the Reichstag”, Yevgeny Khaldei, 2 de maio de 1945. Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio BEZERRA, Valdir da Silva; ZABOLOTSKY, Boris (orgs.). 80 anos da vitória na Grande Guerra Patriótica: memória, reconstrução e perspectivas. São Paulo: Blucher, 2025. Disponível em: https://www.blucher.com.br/bezerra-zabolotsky-os-80-anos-da-vitoria-na-grande-guerra-patriotica-memoria-reconstrucao-e-perspectivas. FERRAZ, Francisco César Alves. A guerra que não acabou: a reintegração social dos veteranos da Força Expedicionária Brasileira (1945-2000). 2003. Tese (Doutorado em História Social) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2003. Disponível em: https://repositorio.usp.br/item/001295507. VAÏSSE, Maurice. As relações internacionais desde 1945. Lisboa: Edições 70. Disponível em: https://www.estantevirtual.com.br/livro/as-relacoes-internacionais-desde-1945-HLQ-9833-000-BK. ESTADOS UNIDOS. Congresso. Câmara dos Representantes. Holding Accountable Russian Mercenaries Act 2.0 (HARM Act 2.0). Projeto de lei bipartidário, 2026. Disponível em: https://joewilson.house.gov/sites/evo-subsites/joewilson.house.gov/files/evo-media-document/wilssc_082_xml-20.pdf. KLIMOV, Elem (dir.). Vá e veja [Idi i smotri]. URSS: Mosfilm; Belarusfilm, 1985. 142 min. ROMM, Mikhail (dir.). O fascismo cotidiano [Obyknovennyy fashizm]. URSS: Mosfilm, 1965. 130 min. Documentário. BALAGOV, Kantemir (dir.). Uma mulher alta [Dylda]. Rússia: Non-Stop Production, 2019. 137 min. ASSAYAS, Olivier (dir.). O mago do Kremlin [The Wizard of the Kremlin]. França/Reino Unido, 2025. Mencionado em entrevista. Capítulos 00:00 — Abertura: 81 anos do fim da Segunda Guerra Mundial 00:04 — Valdir Bezerra: a Grande Guerra Patriótica e o legado soviético contestado 00:10 — Mariana Janot: Estado Novo, FEB e a memória disputada da participação brasileira 00:18 — Era Putin: memória, identidade nacional e renascimento militar 00:24 — O Brasil hoje: defesa, paz e o legado contra o fascismo 00:31 — Boletim Ruslat: Cuba, fertilizantes e a guerra informacional 00:37 — Leonardo Nascimento: Grupo Wagner, Venezuela e a geoeconomia do petróleo 00:44 — Boris Zabolotsky: insegurança ontológica, América Latina e três filmes contra a glorificação The post 81 anos depois: Rússia, Brasil e a memória da Segunda Guerra appeared first on Chutando a Escada.

Diario de Ucrania
Diario de Ucrania - El enigma de un austero Día de la Victoria

Diario de Ucrania

Play Episode Listen Later May 13, 2026 30:26


Rusia celebra el 9 de mayo el Día de la Victoria, que conmemora el triunfo de la Unión Soviética sobre la Alemania nazi. Es un día de exhibición y demostración de fuerza militar en desfiles y celebraciones en todo el país. Pero este año las celebraciones se limitaron a Moscú y San Petersburgo, sin armamento pesado y con rumores de medidas de seguridad adicionales en torno a Putin. El Kremlin temía que los drones ucranianos atacasen el desfile. ¿Ha demostrado una debilidad el presidente ruso? Se lo preguntamos a Carmen Claudín, investigadora senior no residente del Barcelona Centre for International Affairs (CIDOB), y a María Domanska, investigadora senior del OSW, Center for Easter Studies.Escuchar audio

E o Resto é História
Ucrânia, 1986: o desastre nuclear de Chernobyl

E o Resto é História

Play Episode Listen Later May 12, 2026 35:44


Há 40 anos, no dia 26 de Abril de 1986, o reator nº 4 da central nuclear de Chernobyl explodiu, dando origem ao maior acidente nuclear da História. Qual foi a sua influência no fim da União Soviética?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Parlez-moi d'Histoire
Le pacte germano-soviétique (août 1939) et son héritage en Europe centrale

Parlez-moi d'Histoire

Play Episode Listen Later May 11, 2026 28:30


Pour ce numéro de Parlez Moi d'Histoire, Guillaume Perrault reçoit Yves Santamaria, agrégé et docteur en histoire et auteur de 1939, le pacte germano-soviétique (Editions Complexe) ainsi que le journaliste et historien Thierry Wolton, auteur de Une histoire mondiale du communisme (Grasset).Hébergé par Ausha. Visitez ausha.co/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Professor HOC
COMO SERIA O MUNDO SE A ALEMANHA TIVESSE VENCIDO A 2ª GUERRA MUNDIAL?

Professor HOC

Play Episode Listen Later May 11, 2026 21:09


E se Hitler tivesse tomado a decisão certa em Dunquerque?Em maio de 1940, mais de 338 mil soldados britânicos, franceses e belgas estavam encurralados numa praia no norte da França. O Canal da Mancha ficava atrás deles. As divisões Panzer alemãs estavam a poucos quilômetros. A França já estava praticamente derrotada. E a Grã-Bretanha parecia à beira do colapso.Então aconteceu uma das decisões mais debatidas da Segunda Guerra Mundial: Hitler mandou parar.Essa pausa abriu a janela para a Operação Dínamo, a evacuação de Dunquerque, que salvou centenas de milhares de soldados aliados e permitiu que a Grã-Bretanha continuasse lutando.Mas e se essa ordem nunca tivesse sido dada?Neste vídeo, imaginamos uma realidade paralela assustadora: a destruição do Exército Britânico em Dunquerque, a queda política de Churchill, uma possível paz entre Londres e Berlim, uma Alemanha nazista sem front ocidental, a União Soviética enfrentando Hitler praticamente sozinha e um mundo pós-guerra completamente diferente do nosso.Dunquerque não foi apenas um episódio militar. Foi um daqueles momentos raros em que a história inteira pareceu depender de uma margem estreita, de uma decisão específica, de um erro de cálculo.Porque, às vezes, a diferença entre o mundo que existe e o mundo que poderia ter existido é muito menor do que gostaríamos de acreditar.Inscreva-se no canal para mais análises de história, geopolítica e os grandes momentos que moldaram o mundo.

Les matins
Au cimetière polonais de Katyn, le pouvoir russe poursuit son entreprise de réécriture de l'histoire

Les matins

Play Episode Listen Later May 8, 2026 15:09


durée : 00:15:09 - Journal de 8 h - À Katyn, où plus de 4 000 soldats polonais ont été exécutés en 1940 par les Soviétiques, le pouvoir russe poursuit sa réécriture de l'histoire. L'URSS a longtemps affirmé que ce crime était l'œuvre des Allemands, avant de reconnaître la vérité en 1990. À présent, elle est à nouveau contestée.

Le journal de 8H00
Au cimetière polonais de Katyn, le pouvoir russe poursuit son entreprise de réécriture de l'histoire

Le journal de 8H00

Play Episode Listen Later May 8, 2026 15:09


durée : 00:15:09 - Journal de 8 h - À Katyn, où plus de 4 000 soldats polonais ont été exécutés en 1940 par les Soviétiques, le pouvoir russe poursuit sa réécriture de l'histoire. L'URSS a longtemps affirmé que ce crime était l'œuvre des Allemands, avant de reconnaître la vérité en 1990. À présent, elle est à nouveau contestée. - réalisation : La Rédaction de France Culture, Margot Delpierre Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France

Les journaux de France Culture
Au cimetière polonais de Katyn, le pouvoir russe poursuit son entreprise de réécriture de l'histoire

Les journaux de France Culture

Play Episode Listen Later May 8, 2026 15:09


durée : 00:15:09 - Journal de 8 h - À Katyn, où plus de 4 000 soldats polonais ont été exécutés en 1940 par les Soviétiques, le pouvoir russe poursuit sa réécriture de l'histoire. L'URSS a longtemps affirmé que ce crime était l'œuvre des Allemands, avant de reconnaître la vérité en 1990. À présent, elle est à nouveau contestée.

Diplomatas
Alemanha rearma-se e “vai ser a principal potência europeia no domínio estratégico e militar”

Diplomatas

Play Episode Listen Later May 7, 2026 35:28


Um ano depois de Friedrich Merz ter assumido o cargo de chanceler na Alemanha, o episódio desta semana do podcast Diplomatas tem como tema principal os planos e a estratégia de rearmamento da principal potência económica da União Europeia. Carlos Gaspar e Alberto Cunha analisaram o contexto político, económico e geopolítico que sustenta o objectivo alemão de ter o “maior Exército convencional” até 2030, numa era de retraimento militar dos Estados Unidos na Europa e de alteração das relações da Alemanha com a Rússia e com a China. Convidado desta semana no Diplomatas, o professor auxiliar do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa avaliou ainda as dificuldades e desafios internos do Governo CDU-SPD, num cenário de consolidação do apoio popular à AfD, de extrema-direita. Carlos Gaspar reflectiu ainda sobre os problemas da Rússia e de Vladimir Putin na guerra da Ucrânia, em vésperas das comemorações russas, em Moscovo, do Dia da Vitória da União Soviética sobre a Alemanha Nazi, no final da II Guerra Mundial. Por fim, os investigadores do IPRI comentaram os últimos capítulos do conflito no Médio Oriente, nomeadamente a decisão da Administração Trump de suspender a missão naval de escolta de navios mercantes no estreito de Ormuz, ao fim de menos de dois dias de tensões na via marítima com o Irão. Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para antonio.lima@publico.pt ou podcasts@publico.pt. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Scicast
A História do Reator RBMK de Chernobyl (SciCast #686)

Scicast

Play Episode Listen Later May 4, 2026 100:09


Às 01:23 da madrugada de 26 de abril de 1986, em uma sala de controle repleta de luzes piscantes, o operador sênior do terceiro turno da usina nuclear de Chernobyl, Leonid Toptunov aperta o botão AZ-5 comandando o desligamento do reator. Era um procedimento padrão, um simples ato de rotina após um teste de turbina. Mas, naquele instante, a máquina deu sua resposta. O que deveria ser um silêncio veio como um rugido. O medidor de potência, em vez de cair, disparou como um coração em parada cardíaca: 500 MW… 1000 MW… 10.000 MW… Números que não deveriam existir. Um estalo metálico. O chão tremeu como um terremoto localizado. As luzes piscaram, apagaram, depois voltaram, banhando a sala em um clarão fantasmagórico. O maior acidente nuclear da história havia começado. Mas, na verdade, ele já estava escrito. Escrito anos antes, por mãos que ignoraram alertas, por decisões que priorizaram o poder sobre a segurança, por uma arrogância tecnológica que acreditava ter domado o átomo. Neste episódio, nós não vamos contar apenas o que aconteceu. Nós vamos mergulhar no porquê isso estava fadado a acontecer. Como a União Soviética construiu um monstro chamado RBMK – um reator tão grande quanto um prédio, tão potente quanto perigoso. Quem eram os gênios que o conceberam, e quem eram os cientistas que tentaram, em vão, alertar sobre seus defeitos mortais. E como, em poucas horas, a explosão em Chernobyl deixou de ser um simples desastre de engenharia… e se tornou a detonação política que abalaria todo o mundo. Esta é a história não contada dos bastidores da catástrofe. A história do reator que nasceu para ser a epítome da engenharia soviética, e que finalmente se voltou contra seus criadores. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Gustavo Rebello, Glaucia Souza Silva, Guilherme Dinnebier, Lennon Ruhnke, Roberto Spinelli Citação ABNT: Scicast #686: A História do Reator RBMK de Chernobyl. Locução: Gustavo Rebello, Glaucia Souza Silva, Guilherme Dinnebier, Lennon Ruhnke, Roberto Spinelli. [S.l.] Portal Deviante, 04/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-686 Imagem de capa: Referências e Indicações Sugestões de literatura: Roadside Picnic - Arkadi e Boris Strugatsky Sugestões de filmes: Stalker - Tarkovsky Sugestões de vídeos: That Chernobyl Guy T. Folse Nuclear Chernobyl Visually Explained Sugestões de links: https://proatom.ru/ Sequence of Events – Chernobyl Accident Appendix 1 - World Nuclear Association Why INSAG has still got it wrong - Nuclear Engineering International INSAG-7 Sugestões de games: S.T.A.L.K.E.R. - Shadow of Chernobyl S.T.A.L.K.E.R. - Call of Pripyat S.T.A.L.K.E.R. 2 - Heart of Chornobyl Atomic HeartSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcasts do Portal Deviante
A História do Reator RBMK de Chernobyl (SciCast #686)

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Play Episode Listen Later May 4, 2026 100:09


Às 01:23 da madrugada de 26 de abril de 1986, em uma sala de controle repleta de luzes piscantes, o operador sênior do terceiro turno da usina nuclear de Chernobyl, Leonid Toptunov aperta o botão AZ-5 comandando o desligamento do reator. Era um procedimento padrão, um simples ato de rotina após um teste de turbina. Mas, naquele instante, a máquina deu sua resposta. O que deveria ser um silêncio veio como um rugido. O medidor de potência, em vez de cair, disparou como um coração em parada cardíaca: 500 MW… 1000 MW… 10.000 MW… Números que não deveriam existir. Um estalo metálico. O chão tremeu como um terremoto localizado. As luzes piscaram, apagaram, depois voltaram, banhando a sala em um clarão fantasmagórico. O maior acidente nuclear da história havia começado. Mas, na verdade, ele já estava escrito. Escrito anos antes, por mãos que ignoraram alertas, por decisões que priorizaram o poder sobre a segurança, por uma arrogância tecnológica que acreditava ter domado o átomo. Neste episódio, nós não vamos contar apenas o que aconteceu. Nós vamos mergulhar no porquê isso estava fadado a acontecer. Como a União Soviética construiu um monstro chamado RBMK – um reator tão grande quanto um prédio, tão potente quanto perigoso. Quem eram os gênios que o conceberam, e quem eram os cientistas que tentaram, em vão, alertar sobre seus defeitos mortais. E como, em poucas horas, a explosão em Chernobyl deixou de ser um simples desastre de engenharia… e se tornou a detonação política que abalaria todo o mundo. Esta é a história não contada dos bastidores da catástrofe. A história do reator que nasceu para ser a epítome da engenharia soviética, e que finalmente se voltou contra seus criadores. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Gustavo Rebello, Glaucia Souza Silva, Guilherme Dinnebier, Lennon Ruhnke, Roberto Spinelli Citação ABNT: Scicast #686: A História do Reator RBMK de Chernobyl. Locução: Gustavo Rebello, Glaucia Souza Silva, Guilherme Dinnebier, Lennon Ruhnke, Roberto Spinelli. [S.l.] Portal Deviante, 04/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-686 Imagem de capa: Referências e Indicações Sugestões de literatura: Roadside Picnic – Arkadi e Boris Strugatsky Sugestões de filmes: Stalker – Tarkovsky Sugestões de vídeos: That Chernobyl Guy T. Folse Nuclear Chernobyl Visually Explained Sugestões de links: https://proatom.ru/ Sequence of Events – Chernobyl Accident Appendix 1 – World Nuclear Association Why INSAG has still got it wrong – Nuclear Engineering International INSAG-7 Sugestões de games: S.T.A.L.K.E.R. – Shadow of Chernobyl S.T.A.L.K.E.R. – Call of Pripyat S.T.A.L.K.E.R. 2 – Heart of Chornobyl Atomic Heart

FALA COM ELA
FALA COM ELA com Ana Pérez-Quiroga

FALA COM ELA

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 46:36


Angelita é a protagonista do filme que a filha quis eternizar: uma história que começa em Espanha, a caminho do exílio na União Soviética e que transforma o silêncio do sofrimento numa viagem visual. 

Noticias Descafeinadas
El último ciudadano soviético

Noticias Descafeinadas

Play Episode Listen Later Apr 26, 2026 11:07


Un cosmonauta despega representando a la Unión Soviética y mientras está en el espacio, su país deja de existir.Serguéi Krikaliov queda orbitando la Tierra sin saber quién puede traerlo de vuelta. Nacho cuenta la historia del último ciudadano soviético Encontra este y mucho más contenido todos los sábados a las 13hs por www.fm913.com.ar o en Spotify

Enfoque internacional
¿Cuáles fueron los errores que provocaron el desastre de Chernóbil hace 40 años?

Enfoque internacional

Play Episode Listen Later Apr 24, 2026 2:22


El 26 de abril de 1986, el mundo presenció uno de los peores desastres nucleares de la historia: la explosión del reactor número 4 de la central nuclear de Chernóbil, en la entonces Unión Soviética (actual Ucrania). Cuatro décadas después, las consecuencias de aquel accidente siguen siendo visibles, y su relato sigue siendo un recordatorio de los riesgos de la energía nuclear cuando se priorizan la improvisación y la falta de seguridad. Para entender qué salió mal, hablamos con Alfredo García, supervisor y divulgador nuclear, quien explicó en detalle los errores que llevaron a la catástrofe. La noche del accidente, los responsables de la central decidieron realizar una prueba de seguridad para evaluar si el reactor podía auto refrigerarse en caso de un apagón eléctrico. La idea era comprobar si, tras una desconexión de la red, la inercia de la turbina podía generar suficiente electricidad para mantener las bombas de refrigeración en funcionamiento hasta que arrancaran los generadores diésel de emergencia. Sin embargo, la prueba se llevó a cabo en condiciones inadecuadas recuerda. Se bloquearon sistemas de seguridad para realizar la prueba, una decisión que violaba los protocolos. Además los supervisores no estaban bien formados, lo que aumentó el riesgo de errores. “Lo hicieron además en unas condiciones malas desde el punto de vista de la red, porque la red no estaba en ese momento en condiciones de permitir que parara el reactor”, añade Alfredo García, supervisor y divulgador nuclear. El reactor número 4 de Chernóbil, aunque relativamente nuevo (solo llevaba dos años en funcionamiento), tenía un diseño de los años 60. Este tipo de reactores, conocidos como RBMK, fueron creados originalmente para producir plutonio con fines militares, y la generación de electricidad era solo un subproducto. Una de sus mayores deficiencias era la falta de un edificio de contención, una estructura de hormigón y acero diseñada para evitar fugas radiactivas en caso de accidente. Todos los reactores modernos cuentan con esta protección, pero Chernóbil carecía de ella. “La prueba salió muy mal” Durante la prueba, el reactor experimentó lo que los expertos llaman una "excursión de potencia": la energía generada se multiplicó al menos por diez en cuestión de segundos. Esto provocó un aumento brutal de la temperatura en el combustible nuclear, generando una explosión de vapor. “Esa explosión física lo que hizo fue romper la tapa a la parte superior del reactor, y como esa central nuclear no tenía un edificio de contención, como tienen todos los reactores actuales, se produjo una emisión radiactiva al exterior”, puntualiza el experto García.

Les Grandes Gueules
Le communisme du jour - Charles Consigny : "Nous sommes les esclaves de l'État. J'ai l'impression d'être un citoyen soviétique. À quoi ça sert de bosser en France si dès que vous faites un petit effort de plus, l'État

Les Grandes Gueules

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 2:48


Aujourd'hui, Laura Warton Martinez, sophrologue, Charles Consigny, avocat, et Joëlle Dago-Serry, coach de vie, débattent de l'actualité autour d'Olivier Truchot.

Choses à Savoir
Pourquoi la Russie fête-t-elle la victoire contre les nazis le 9 mai et pas le 8 mai ?

Choses à Savoir

Play Episode Listen Later Apr 16, 2026 2:08


La fin de la Seconde Guerre mondiale en Europe est officiellement fixée au 8 mai 1945. C'est la date que la plupart des pays occidentaux — comme la France ou le Royaume-Uni — retiennent pour célébrer la victoire sur l'Allemagne nazie. Pourtant, en Russie et dans plusieurs pays issus de l'ex-URSS, cette victoire est commémorée le 9 mai. Pourquoi cette différence ?Tout se joue en réalité… à quelques heures près.Le 7 mai 1945, une première capitulation allemande est signée à Reims, en France, dans le quartier général des Alliés. Mais Joseph Staline refuse de considérer cet acte comme suffisant. Il exige une nouvelle signature, cette fois à Berlin, au cœur même du Reich vaincu, et en présence des autorités soviétiques.Cette seconde capitulation est donc signée dans la nuit du 8 mai 1945 à Berlin, peu avant minuit heure locale. En Europe de l'Ouest, on est encore le 8 mai. Mais à Moscou, en raison du décalage horaire, il est déjà après minuit. Nous sommes donc le 9 mai.C'est cette différence de fuseau horaire qui explique tout : le même événement tombe le 8 mai à l'Ouest, et le 9 mai à l'Est.Mais au-delà de cette simple question d'horloge, le choix de la date est aussi devenu un symbole politique et historique majeur. En Union soviétique, la “Grande Guerre patriotique” — comme on appelle le front de l'Est — a été particulièrement meurtrière. On estime que plus de 20 millions de Soviétiques ont perdu la vie. La victoire y est donc chargée d'un poids émotionnel immense.En choisissant le 9 mai, les autorités soviétiques ont aussi affirmé leur rôle central dans la défaite de l'Allemagne nazie. Cette date est devenue un pilier de la mémoire nationale, célébrée avec des défilés militaires impressionnants, notamment sur la place Rouge à Moscou.Aujourd'hui encore, le 9 mai reste l'une des fêtes les plus importantes en Russie. Elle ne commémore pas seulement la fin de la guerre, mais aussi le sacrifice colossal du peuple soviétique.En résumé, la différence entre le 8 et le 9 mai n'est pas une divergence historique, mais une question de fuseau horaire. Un même moment, deux dates… et deux mémoires qui, chacune à leur manière, racontent la fin d'un conflit mondial. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.

Podcast diario para aprender español - Learn Spanish Daily Podcast

En este episodio hablamos de Aldrich Ames, el agente de la CIA que traicionó a su país vendiendo secretos a la Unión Soviética durante casi una década. Descubrimos cómo un hombre aparentemente mediocre llegó a convertirse en uno de los espías más dañinos de la historia de los Estados Unidos.