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Científicos europeos alertan sobre posibles efectos extremos por el récord de temperatura en el océano. El registro histórico de calor marino detectado en junio, junto al inicio de un fuerte El Niño, dispara las advertencias sobre cambios en el clima mundial y la estabilidad de los ecosistemas oceánicos.Los expertos advierten que el planeta podría estar entrando en una fase desconocida de desequilibrio climático. La mayor parte del calor adicional que genera el cambio climático se absorbe en los océanos, que capturan más del 90 % del exceso de energía provocado, principalmente, por la quema de combustibles fósiles como el petróleo, el carbón y el gas.En 2025, este desequilibrio energético llegó a 23 zettajulios extra de calor. Eso es unas 200 veces la electricidad generada en todo el mundo en el año 2024, según cálculos de la Organización Meteorológica Mundial. Es decir, una cantidad colosal de energía extra inyectada al medio marino.Haz gestos…Escuchar audio
La Dirección Meteorológica de Chile entregó una actualización de la alarma meteorológica que rige sobre las regiones de Coquimbo, Valparaíso y la Metropolitana, incluyendo ahora a O'Higgins.
As sucessivas ondas de calor que atingem a Europa, com intensidade e duração jamais vistas, além de inéditas para a época do ano, disparam o alerta sobre a aceleração das mudanças climáticas no mundo – uma advertência que vale também para países acostumados às altas temperaturas, como o Brasil. Especialistas apontam que, por ter um clima tropical, o fenômeno é menosprezado no país e carece de políticas públicas adequadas para ser enfrentado. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Os episódios designam os períodos de pelo menos cinco dias em que as temperaturas ultrapassam em 5°C ou mais os valores médios registrados em 30 anos, em cada região. As ondas de calor sempre existiram, porém estão se tornando mais frequentes e intensas, devido às mudanças climáticas. No Brasil, ainda são tratadas como "normais" para o clima tropical e têm até apelidos como “calorão”, “veranico de outono” ou “de inverno”. Entretanto, pouco se ouve falar sobre as mortes que elas causam, ao contrário da Europa. "Em países tropicais como o Brasil, uma onda de calor significa temperaturas muito elevadas e, normalmente, umidade muito baixa. Essa é uma condição bastante prejudicial para a saúde”, explica Marcelo Seluchi, coordenador-geral de Operações e Modelagens do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). "Em todos os estados brasileiros, desde o Rio Grande do Sul até o Rio Grande do Norte, nos últimos 40 ou 50 anos, o número de ondas de calor está aumentando sistematicamente. As mais perigosas talvez sejam aquelas da primavera, em setembro, outubro e novembro, que são meses típicos da estação seca, quando a umidade está muito baixa”, salienta. El Niño potencializa o aquecimento Essa condição climática pode levar à proliferação de incêndios florestais, que afetam a qualidade do ar e provocam doenças respiratórias. Além disso, costuma ocorrer em momentos de seca em que os reservatórios de água estão mais baixos. A menor evaporação eleva ainda mais as temperaturas, sem falar nos impactos para o consumo humano e a agricultura. No Norte e no Nordeste, o aumento do desmatamento provoca ondas de calor mais frequentes e intensas desde 2020, potencializadas por fenômenos naturais como o El Niño, que volta a ocorrer na Terra em 2026. "O El Niño é associado ao aquecimento do Pacífico. O oceano mais quente acaba atuando como se fosse um aquecedor 'nos pés' da atmosfera. É uma fonte de calor”, observa Seluchi. "Nas últimas décadas, tanto a atmosfera quanto os oceanos estão, de alguma forma, trabalhando no mesmo sentido para provocar ondas de calor mais frequentes”. 120 mil mortes em 20 anos Um estudo inédito publicado pela Fiocruz e pela Universidade da Bahia mostrou o amplo impacto das ondas de calor na saúde dos brasileiros: 120 mil pessoas morreram em decorrência das altas temperaturas nos últimos 20 anos. Pela primeira vez, os pesquisadores revisaram os dados de mortalidade e internações por doenças do aparelho circulatório e cardiovasculares no Sistema Único de Saúde (SUS) em quase todos os municípios do país, e compararam as informações com a ocorrência de calor extremo. "A gente normaliza esse risco de morrer por causa do calor porque nós somos um país tropical, então parece que nós somos acostumados, mas na verdade o país é muito extenso territorialmente, com perfis climáticos totalmente distintos e com vulnerabilidades também distintas”, afirma Beatriz Oliveira, especialista em saúde pública da Fiocruz e coordenadora do estudo. “A morte ou a internação por calor ocorre, e ela não é banal. O principal ponto é reconhecer isso como um problema de saúde pública”. Reduzir a exposição ao calor Os idosos são, de longe, os mais vulneráveis ao calor, tanto para internação quanto ao risco de morte. Na sequência, as crianças e as mulheres completam os três grupos prioritários para políticas públicas nos períodos prolongados de temperaturas extremas. Oliveira ressalta que os residentes em cidades pequenas – que compõem a grande maioria dos municípios brasileiros e têm baixa capacidade de adaptação ao calor – são os mais expostos. “As coisas estão acontecendo mais rápido do que a nossa capacidade de agir. A gente tem que procurar estratégias para reduzir a nossa exposição”, frisa a especialista. "A gente precisa pensar em cidades, sejam as menores ou maiores, mais arborizadas. Cidades em que suas residências possam ter ventilação, possam ter sombra, e em novos materiais que possam absorver esse calor. Ter transportes públicos de qualidade, com ar-condicionado, e que os locais onde as pessoas esperam o transporte tenham sombra”, exemplifica. Registros históricos confirmam tendência de aquecimento Nas últimas semanas, o calor extremo na Europa e também nos Estados Unidos reacendeu na internet a disseminação de teorias alternativas para subestimar o fenômeno, como a de que o planeta poderia estar próximo de um novo período de resfriamento. "Na comunidade científica séria, isso não está previsto”, garante Marcelo Seluchi, doutor em Ciências Meteorológicas pela Universidade de Buenos Aires. Ele lembra que os registros históricos dos últimos três séculos reafirmam a tendência de aquecimento da Terra, causado pelas emissões de gases de efeito estufa gerados, principalmente, pela industrialização e demanda global de energia. "Ao longo dos séculos, sempre tivemos oscilações do clima, como eras polares, a Pequena Era Glacial, nos séculos 17 e 18, com uma série de invernos mais rigorosos. Mas, se nós observarmos os últimos 100, 120 anos, é muito claro que a temperatura está agora aumentando numa taxa sem precedentes na história – inclusive, a taxa é maior do que a prevista algumas décadas atrás”, adverte Seluchi.
Se aconseja prestar especial atención a las personas mayores, los menores y las personas con enfermedades crónicas.
A Organização Meteorológica Mundial avisa que a onda de calor na Europa ainda continua e já matou mais de 1300 pessoas. O balanço final vai ser feito depois do verão e os números vão subir. Por cá, o país vai ser assolado pelas temperaturas elevadas novamente na próxima semana, desta vez em todo o território, e a ministra da Saúde mostra-se preocupada com os efeitos de mais esta onda. Neste episódio, conversamos com o climatologista do IPMA Ricardo Deus.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 13/06
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 14/06
Hay un informe muy importante de las Naciones Unidas, de la Organización Meteorológica Mundial, que habla que vamos atener temperaturas de calor de un extremo nunca visto. Ya hemos superado las proyecciones que se habían establecido con respecto a las últimas mediciones en el Acuerdo deParís.El Acuerdo de París es un documento que filmaron todos los países. En ellos hay metas que hay que cumplir y no se estáncumpliendo esas metas. Vamos a tener patrón desigual de lluvias, vamos a tener climas más húmedos, climas más secos, cambios estacionales y es probable que se desarrollen condiciones para que de vuelta aparezca el fenómeno del niño y después el fenómeno de la niña.No podemos seguir con estas medidas que no se toman y van a derivar en situaciones que no son agradables.No podemos seguir con esa actitud extractiva y no respetando las leyes de la naturaleza. La naturaleza tiene sus leyes y tiene sus tiempos. Estamos inmersos en un ecosistema y ese ecosistema no puede ser alterado por el ser humano en forma impune.
Secas mais severas, chuvas intensas e ondas de calor podem voltar a ganhar força nos próximos meses, segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM). Em um comunicado, no último dia 2, a agência da ONU informou que os dados mostram que o El Niño, fenômeno que aquece as águas e afeta o clima pelo mundo, deve chegar nos próximos meses e há fortes indícios de que ele seja intenso. O El Niño é um fenômeno climático natural caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial central e oriental. Ele faz parte de um ciclo conhecido como Oscilação Sul do El Niño (ENSO), que alterna entre três fases: El Niño, La Niña e neutralidade.No Espírito Santo, conforme explica a professora de Oceanografia da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), doutora Kyssyanne Oliveira, a maior consequência direta não é necessariamente uma mudança comprovada no volume total de chuvas, mas sim o aumento expressivo da temperatura, com a atuação do fenômeno podendo ser sentida já a partir de agosto. Além dessa questão voltada às chuvas, outras consequências Brasil e ES: "o aquecimento 'anômalo' é uma grande bacia oceânica, aquecendo a atmosfera, e impactando aqui. Essa atmosfera mais aquecida, falando dos impactos, falamos de temperaturas acima da média, temos dias mais quentes. Entra na questão do agronegócio. Nem todo cultivo, tolera dias mais quentes. Cultivos mais sensíveis, como plantações, tendem a sofrer mais", explica.A professora explica que o Atlântico também é impactado e aí aparece o impacto na pesca. O Atlântico Sul (que vai da latitude de Vitória-ES até o Rio Grande do Sul), tendem a trazer essas temperaturas, acima da média, aquecendo o Atlântico Sul, e isso impacta também na pesca. Em entrevista à CBN Vitória, ela detalha o assunto.
Secas mais severas, chuvas intensas e ondas de calor podem voltar a ganhar força nos próximos meses, segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM). Em um comunicado, no último dia 2, a agência da ONU informou que os dados mostram que o El Niño, fenômeno que aquece as águas e afeta o clima pelo mundo, deve chegar nos próximos meses e há fortes indícios de que ele seja intenso. O El Niño é um fenômeno climático natural caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial central e oriental. Ele faz parte de um ciclo conhecido como Oscilação Sul do El Niño (ENSO), que alterna entre três fases: El Niño, La Niña e neutralidade.No Espírito Santo, conforme explica a professora de Oceanografia da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), doutora Kyssyanne Oliveira, a maior consequência direta não é necessariamente uma mudança comprovada no volume total de chuvas, mas sim o aumento expressivo da temperatura, com a atuação do fenômeno podendo ser sentida já a partir de agosto. Além dessa questão voltada às chuvas, outras consequências Brasil e ES: "o aquecimento 'anômalo' é uma grande bacia oceânica, aquecendo a atmosfera, e impactando aqui. Essa atmosfera mais aquecida, falando dos impactos, falamos de temperaturas acima da média, temos dias mais quentes. Entra na questão do agronegócio. Nem todo cultivo, tolera dias mais quentes. Cultivos mais sensíveis, como plantações, tendem a sofrer mais", explica.A professora explica que o Atlântico também é impactado e aí aparece o impacto na pesca. O Atlântico Sul (que vai da latitude de Vitória-ES até o Rio Grande do Sul), tendem a trazer essas temperaturas, acima da média, aquecendo o Atlântico Sul, e isso impacta também na pesca. Em entrevista à CBN Vitória, ela detalha o assunto.
Al leer el título seguramente se te ha venido a la cabeza la estación meteorológica de Netatmo y que este producto podría ser una alternativa a la misma, pero nada más lejos de la realidad. Este dispositivo es una pantalla de tinta electrónica que muestra información meteorológica.
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) alertou esta semana para uma probabilidade de 80% de desenvolvimento de um episódio de El Niño entre Junho e Agosto de 2026, fenómeno que poderá agravar secas, chuvas intensas e ondas de calor em várias regiões do planeta. Paulo Magalhães, especialista em alterações climáticas, sublinha que o fenómeno não é novo, mas ocorre agora num contexto de aquecimento global que potencia os seus impactos. Segundo a mais recente actualização da agência das Nações Unidas, as temperaturas excepcionalmente elevadas das águas do Pacífico tropical estão a criar condições favoráveis à formação deste fenómeno climático, cuja influência se faz sentir à escala global através de alterações nos padrões de temperatura e precipitação. Para Paulo Magalhães, especialista em alterações climáticas, o fenómeno não é novo, mas ocorre agora num contexto de aquecimento global que potencia os seus impactos. “O El Niño é um fenómeno que sempre existiu”. “O que parece estar a acontecer é que os fenómenos que já aconteciam começam a acontecer com mais frequência e com mais intensidade”. O investigador do Centro de Investigação Interdisciplinar em Justiça da Faculdade de Direito da Universidade do Porto recorda que o último episódio ocorreu em 2023 e 2024 e esteve associado a temperaturas globais recorde. Segundo o director executivo da Casa Comum da Humanidade, o aquecimento das águas do Pacífico equatorial altera a circulação atmosférica e oceânica, desencadeando efeitos em cadeia em todo o sistema climático: “Há mais evaporação e altera toda a dinâmica termodinâmica da circulação atmosférica e dos oceanos. Este efeito é global”. “Há modelos que apontam para um fenómeno mais forte e outros para um fenómeno moderado”, referiu Paulo Magalhães, que acrescenta que “as alterações são maiores, chegam aos seis graus de aumento da temperatura da água. A questão é perceber que energia será libertada do oceano para a atmosfera”. Segundo o especialista, o excesso de energia acumulado no sistema climático acaba inevitavelmente por se dissipar, contribuindo para fenómenos meteorológicos extremos: “Há energia a mais no sistema, com o aquecimento global, tem de se dissipar por algum lado. Se está no mar, mais cedo ou mais tarde passa para a atmosfera e altera todas as dinâmicas de circulação”. Embora a OMM sublinhe que ainda não está demonstrado cientificamente que as alterações climáticas aumentem a frequência ou a intensidade dos episódios de El Niño, Paulo Magalhães considera que os dados observados levantam questões relevantes: “O último foi em 2023-2024 e estamos em 2026. Passados dois anos já estamos novamente perante esta possibilidade, quando a média era mais ou menos de sete anos”, observou. “Os protocolos que tínhamos para medir e aferir estas alterações podem ter de ser revistos porque a realidade está a ultrapassar esses quadros”. Quanto às regiões potencialmente mais afectadas por um episódio forte de El Niño, Paulo Magalhães aponta para a América Latina, África e partes da Ásia, destacando também a vulnerabilidade europeia perante o aquecimento global: “A Europa está a aquecer duas vezes mais rápido do que estava previsto. E dentro da Europa, a Península Ibérica é a mais afectada”. No seguimento do alerta da OMM, o secretário-geral da ONU, António Guterres, numa declaração em vídeo, apelou a que todos encarem “esta situação com o grau de urgência climática que ela representa”. “As condições de El Niño vão deitar mais combustível para a fogueira de um planeta em aquecimento. Os impactos serão ainda mais fortes e sentidos ainda mais longe. Atravessarão fronteiras com uma velocidade devastadora”, apelando mais uma vez a “pôr fim à dependência dos combustíveis fósseis”. Para Paulo Magalhães, a dificuldade em responder ao problema resulta da predominância de interesses económicos de curto prazo sobre os objectivos colectivos de médio e longo prazo. “O modelo económico está baseado nos combustíveis fósseis e a lógica dos benefícios a curto prazo supera o interesse colectivo”. O especialista defende que o desafio actual ultrapassa a dimensão política ou geopolítica, entrando no domínio das próprias leis da física. “Desta vez, o limite é físico. Não é uma questão geopolítica, de força ou de poder. É uma questão de física e de ciência”. “O nosso principal bem era um clima estável, o padrão de circulação estável dos oceanos e da atmosfera. Esse bem invisível é precisamente aquilo que estamos a perder”, conclui.
Rússia lança onda de 73 mísseis e 656 drones contra Kiev, Dnipro e outras cidades, matando ao menos 22 pessoas e ferindo mais de 130. E ainda:- Sul-coreanos foram às urnas hoje para eleger prefeitos, governadores e representantes regionais em todo o país- Trump declara seu apoio ao colombiano Abelardo de la Espriella, que vai disputar o segundo turno da eleição presidencial na Colômbia contra o esquerdista Iván Cepeda- Organização Meteorológica Mundial alerta que há chance de 80% a 90% do fenômeno El Niño se iniciar em junho e durar até novembro Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com
Al menos 86 personas, entre ellas personal sanitario, han resultado heridas en los ataques israelíes contra un hospital en el Líbano. Los bombardeos rusos dejan varios civiles muertos, decenas de heridos y viviendas, hospitales y comercios destruidos en Ucrania. La Organización Meteorológica Mundial confirma la llegada de El Niño. Bangladesh presidirá la próxima Asamblea General de la ONU.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Decisão, tomada à revelia do governo brasileiro, foi pedida por Flávio Bolsonaro a Trump e é criticada por especialistas. Planeta deve enfrentar novo recorde de calor até 2030, diz Organização Meteorológica Mundial. Meta lança assinaturas pagas para Instagram, Facebook e WhatsApp. E confira dicas da agenda cultural para São Paulo e Rio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 24/05.
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 23/05.
El hambre en el mundo alcanza cifras devastadoras: 266 millones de personas sufren inseguridad alimentaria aguda en 47 países, una cifra que se ha duplicado en diez años. La guerra en Oriente Medio agrava la crisis de suministros médicos en Irán y deja un rastro de violencia en Líbano con ataques a civiles, personal médico y periodistas. La Organización Mundial de la Salud alerta del colapso sanitario en Gaza. La Organización Meteorológica Mundial advierte de la llegada de un fuerte El Niño.
Um terremoto com magnitude 7.5 atingiu a costa nordeste do Japão nesta segunda. As informações são da Agência Meteorológica do país As prefeituras de três cidades emitiram alertas para tsunamis com ondas de até três metros. O tremor teve epicentro no Oceano Pacífico e ocorreu a 10 km de profundidade.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 21/04.
Governo do Estado de São Paulo vai investir R$ 110 milhões na aquisição de oito novos radares meteorológicos em parceria com a Universidade de São Paulo e a SP Águas, a agência estadual de águas. Os equipamentos ampliam a capacidade de previsão e emissão de alertas climáticos em todo o estado.
Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, trata dos temas mais relevantes sobre Meio Ambiente e mudanças climáticas. A coluna vai ao ar às 6ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
El programa 2846 de Radiogeek, les habló de varios temas importantes. Samsung renueva su gama media – Llegan los nuevos Galaxy A57 5G y Galaxy A37 5G; Apple introduce la verificación de edad para las cuentas de iCloud en el Reino Unido; Un jurado declara negligentes a Meta y Google en un histórico juicio por adicción a las redes sociales; Google afirma que Android con Chrome es "la plataforma móvil más rápida para navegar por internet"; Google lanza el modelo de generación de música Lyria 3 Pro y por último ChatGPT obtiene pronósticos meteorológicos de AccuWeather en tiempo real. Toda esta información la pueden encontrar desde nuestra web www.infosertec.com.ar o bien desde el canal de Telegram/Whastapp, o Instagram. Esperamos sus comentarios.
No hay grandes aventuras de fin de semana esta vez, Edgar Hita ha tenido unos días normalitos. Luismi Pérez está de celebración, es el día Meteorológico Mundial. Repasamos la prensa, la actualidad deportiva y nos detenemos en la contraportada. Cerramos con Adriana Mourelos y un grabófono muy político, con mucha actualidad, pero marcado por la nostalgia. Todo esto junto a David Muñoz y todos sus personajes.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Agência Meteorológica da ONU confirmou que a última década, encerrada em 2025, foi a mais quente já registrada desde 1850. Entre 2015 e 2025, os termômetros bateram recordes sucessivos, com todos os principais indicadores do clima em nível de alerta. E ainda: Duas pessoas morrem após avião colidir com veículo em aeroporto de Nova York.
Cada año, la Tierra recibe energía del sol y la devuelve al espacio. Cuando el sistema está en equilibrio, la cantidad que entra y sale es aproximadamente la misma. Pero ese equilibrio ya no existe. El planeta retiene cada vez más calor, y la velocidad a la que lo hace no deja de aumentar. Por primera vez, el informe anual sobre el Estado Mundial del del Clima 2025 de la Organización Meteorológica Mundial incluye el desequilibrio energético de la Tierra como uno de sus indicadores clave. El exceso de ese calor se acumula en los océanos y equivale a 18 veces el consumo energético anual de la humanidad. El ciclo se retroalimenta y los océanos se calientan al doble de velocidad que hace dos décadas.
Čo dokáže - šialené počasie aj mínus pár percent svetového HDP. Reportéri Denníka E každú stredu komentujú správy o ochrane planéty, životnom prostredí a počasí.
La periodista especializada en ciencia, Patricia Fernández de Lis, habla en esta nueva edición de La Ciencia en Hora 25 sobre un estudio publicado por la revista Science Advances que demuestra que el mundo sufre hoy un 65% más de días con "riesgo meteorológico extremo de incendios", desmontando la teoría de algunos políticos de que el aumento de incendios se debe al aumento de pirómanos.
Capítulo 2490 del 11 mar 2026 Algo que hacía mucho tiempo que tenía ganas de tener, ayer me la regalaron, una estación meteorológica Netatmo y os cuento un poco algo de ella, que, aunque no es una novedad en el mercado, si lo es para mí, y quizás para vosotros una desconocida. Si quieres apoyar este podcast, invítame a un café me ayudaras a mantenerme despierto y a los gastos de este podcast. Únete al grupo de telegram del podcast en t.me/daytodaypod. Usa el enlace de afiliado de Amazon para ayudar a mantener el podcast. Soy miembro de la Asociación Podcast. Si te registras y usas el código SP7F21 tendrás 5€ de descuento el primer año. https://www.asociacionpodcast.es/registrarse/socio/?coupon=SP7F21 Date de alta en Curve con este código y conseguiremos 5£: DO6QR47E Ya sabéis que podéis escribirme a @spascual, spascual@spascual.es el resto de métodos de contacto en https://spascual.es/contacto.
Hobsons Bay Coast Guard, banda australiana que nos sorprende y atrapa con su tercer álbum, “Weather report” (Grabaciones de Impacto). Sonidos de new wave, psicodelia, garage, weirdo pop y guitarras surferas para un disco conceptual que emplea desastres meteorológicos y debacles climáticos como metáforas de la vida y nuestra relación con la naturaleza.Playlist;HOBSONS BAY COAST GUARD “Heat wave” (Weather report, 2025)HOBSONS BAY COAST GUARD “Tornado time” (Weather report, 2025)HOBSONS BAY COAST GUARD “Earthquake” (Weather report, 2025)HOBSONS BAY COAST GUARD “Landslide” (Weather report, 2025)JD McPHERSON “Good bullets reprise” (The Lowdown O.S., 2026)JD McPHERSON “A white van” (The Lowdown O.S., 2026)J.J. CALE “Sensitive kind” (5, 1979)DAMAGED BUG “Over-exposed” (2026)THE DAHLMANNS “What’s inside a mind” (Life in reverse, 2026)SQUEEZE “Why don’t you” (Trixies, 2026)KURT BAKER “My brave face” (2016)SIMON LOVE “But I’m getting used to it” (The one true prince of Wales (in exile after abdication, 2026)OLD LADY “River’s turning” (Tears around last call, 2025)DALLAS GOOD and RICHARD REED PARRY “The Brightest light” (Were "The Watchtowers", 2026)COURTNEY BARNETT “Site unseen” (Creature of habit, 2026)ADAM AMRAM “Walking backwards” (To the end, 2025)Escuchar audio
Organização Meteorológica Mundial revela que regresso do fenômeno climático caracterizado pelo aquecimento anormal pode intensificar temperatura do planeta; fenômeno oposto, o La Niña, vem perdendo força.
Con Jordi Carbó analizamos la previsión meteorológica con especial atención al viento y a un cambio de escenario destacado a partir del fin de semana.
Polárna žiara nad Slovenskom? Fascinujúci úkaz, za ktorým sme kedysi cestovali na ďaleký sever, nám pred pár dňami maľoval oblohu priamo nad hlavami. Prečo sa objavuje čoraz častejšie? A aký je pohľad odborníka na aktuálnu zimu, ktorá prekvapila aj tam, kde sa jej nevedeli dočkať? S meteorológom Petrom Jurčovičom sme sa v podcaste Ekocaste pozreli nielen na oblohu, ale aj na realitu tu na zemi.Čo sa v podcaste Ekocaste dozviete? Čo sa deje v atmosfére alebo na Slnku, že tento úkaz prišiel až do našich zemepisných šírok? Ako náročné je zozbierať všetky aktuálne informácie a priniesť ich divákom? Aké zdroje a modely využíva, aby bola predpoveď čo najpresnejšia? Je táto zima v niečom extrémna?
As geleiras guardam a memória da evolução do clima no planeta – mas estão ameaçadas pelo aquecimento global. Na Antártida, pesquisadores de 13 países – inclusive do Brasil – começaram a abastecer o primeiro acervo glacial do mundo, para garantir a preservação desse patrimônio natural para as futuras gerações. Lúcia Müzell, da RFI em Paris As amostras que inauguraram o Santuário da Memória do Gelo (Ice Memory Sanctuary), instalado na base científica franco-italiana Concordia, foram retiradas dos Alpes. O primeiro cilindro, de 128 metros, saiu do Mont Blanc, na França, e o segundo, de 99 metros, foi extraído do Grand Combin, na Suíça. A prioridade é resguardar vestígios das geleiras que provavelmente não resistirão até o fim deste século, destruídas pelo aumento da temperatura média da Terra. "Os cilindros de gelo retirados de geleiras ameaçadas de desaparecer serão conservadas na Concordia pelas próximas décadas e séculos à frente, para estarem disponíveis para as futuras gerações de cientistas, quando essas geleiras, infelizmente, terão derretido”, indica o biologista Jérôme Fort, vice-presidente da Fundação Ice Memory e diretor de pesquisas do Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS), da França. "Elas serão um rastro da história do nosso planeta: são arquivos extraordinários não só da história do clima, como da vida na Terra.” 'Balão' gigante formou a caverna de gelo O transporte da Europa até o polo sul foi quase uma operação de guerra: os cilindros precisaram ser mantidos a -20 °C durante todo o trajeto, que durou 50 dias. A chegada ocorreu no último dia 14. O santuário das geleiras, a 3,2 mil metros de altitude, é um projeto ambicioso, iniciado em 2015. O local foi construído todo em gelo, praticamente sem necessidade de outras infraestruturas, à exceção de uma espécie de balão gigante que serviu de fôrma para a caverna, agora transformada em “biblioteca do gelo”. A estrutura tem 35 metros de comprimento e fica a 9 metros abaixo da superfície. A temperatura constante de -54 °C no local permitirá preservar os cilindros por pelo menos 24 anos. Depois, a pressão do gelo tende a começar a deformar a caverna, e será preciso construir uma nova. Geleiras da América do Sul estão entre as mais ameaçadas Entre os pesquisadores que participam do projeto, tem um brasileiro: Jefferson Simões, diretor do Centro Polar e Climático do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Membro da Academia Brasileira de Ciências e com 29 viagens à Antártida no currículo, Simões é o primeiro glaciólogo do país. "O que nós estamos vendo, ao longo das últimas quatro décadas, é o derretimento principalmente das geleiras não polares. São as que estão nos trópicos, nas regiões temperadas, a exemplo dos Andes, dos Alpes, das Montanhas Rochosas e do Himalaia”, afirma. As da Venezuela já não existem mais, e outras desaparecerão em poucos anos, como as das montanhas Rwenzori, na África Central. "As geleiras, como um todo, guardam um registro muito importante. Elas são formadas pela acumulação, ao longo de milhares de anos, de cristais de neve, que, ao precipitarem-se e se acumularem, com o passar do tempo, carregam todas as características da atmosfera no momento em que se formaram”, sublinha Simões. Importância para a compreensão do aquecimento global O glaciólogo destaca a contribuição das geleiras para a paleoclimatologia, o estudo do passado do clima e de suas variações. Esses registros foram fundamentais para a descoberta e comprovação do aquecimento global. A análise das bolhas de ar retidas no gelo, ao longo de 800 mil anos, levou os cientistas a identificarem o acúmulo anormal de dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (N2O) na atmosfera – os principais gases de efeito estufa. "Foi ali que nós demos as evidências de que esses gases atingiram, nos séculos 20 e 21, uma concentração nunca antes vista”, ressalta. Simões é o representante brasileiro no Comitê Científico de Pesquisa Antártica do Conselho Internacional para a Ciência (ICSU), onde é um dos coordenadores de projetos de “perfuração de gelo não polar”. Ele participou das operações de captura de uma amostra na geleira Illimani, na Bolívia, que está sendo transportada para o Ice Memory Sanctuary. No futuro, a meta é coletar cilindros de outras partes dos Andes, como da calota de gelo Quelccaya, no Peru. "Nos trópicos, no Peru e na Bolívia, elas estão derretendo mais rapidamente e guardam registros, por exemplo, da história da química da atmosfera da Amazônia. Essa é uma das áreas pelas quais nós temos muito interesse, para reconstruir a história não só das queimadas e das mudanças do ciclo hidrológico, como também a história das culturas pré-colombianas”, salienta o pesquisador. Acervo com 20 amostras Além da amostra de Illimani, devem chegar nos próximos meses ao Ice Memory cilindros já recolhidos em Svalbard, no mar da Groenlândia, no Cáucaso e nas montanhas de Pamir, no Tajiquistão. No total, 20 amostras farão parte do acervo. Segundo projeções dos cientistas, metade das geleiras do mundo terá desaparecido até 2100. "Desde 1975, as geleiras perderam mais de 9 trilhões de toneladas de gelo, o equivalente a um bloco do tamanho da Alemanha, com 25 metros de espessura", observou Celeste Saulo, secretária-geral da Organização Meteorológica Mundial, na inauguração do projeto. O Ice Memory custou € 10 milhões nesses primeiros 10 anos, a maior parte financiados por fundos públicos de instituições científicas, e cerca de um terço por organizações filantrópicas. * Colaborou Géraud Bosman-Delzons, da RFI
Conversamos con el meteorólogo Andrés Moncada, de la Dirección Meteorológica de Chile, sobre las condiciones climáticas que favorecen la propagación del fuego en la región del Ñuble y Biobío, además de la alerta de calor extremo para la zona centro sur del país.
Conversamos con el meteorólogo Andrés Moncada, de la Dirección Meteorológica de Chile, sobre las condiciones climáticas que favorecen la propagación del fuego en la región del Ñuble y Biobío, además de la alerta de calor extremo para la zona centro sur del país.
Además de nuestro habitual repaso de la última quincena y del pronóstico de los próximos días, cerramos 2025 apuntando las claves del año meteorológico que estamos a punto de despedir. Tanto Santi Parrado "Meteo Bedunia" como Miguel Iglesias, de la asociación Noromet, coinciden en destacar como hecho más significativo la crisis de los incendios forestales de este verano en León y sus implicaciones desde el punto de vista meteorológico y como evidencia del cambio climático.
Meteorológust kérdeztünk arról, mi vár ránk az év hátralévő napjaiban.
El ministro de Defensa contó en 6AM por qué la ayuda del ejército no llegó a tiempo en medio del ataque en Buenos Aires, Cauca
La Unión Europea acuerda 143 días de pesca en el Mediterráneo el próximo año, con medidas medioambientales. La Audiencia Nacional investiga a Koldo, un expresidente de la SEPI y un implicado por corrupción y malversación en contratos gubernamentales. Jaén celebra la beatificación de 124 mártires de la Iglesia. En Murcia, detienen a un cirujano acusado de violar a una paciente anestesiada.En fútbol, destaca el Atlético de Madrid-Valencia. Meteorológicamente, una DANA causa lluvias en el suroeste peninsular y Canarias, para luego afectar con abundancia al Mediterráneo (Murcia, Valencia, Baleares).Se detiene en Ciudad Real a los padres de un bebé de seis meses por su muerte violenta. La investigación sobre la muerte de Isaac Andic sigue abierta, sin pruebas concluyentes, y podría archivarse.La situación política genera perplejidad por la indiferencia ante la corrupción. Expertos critican la normalización del escándalo y la polarización que prioriza el "bando" sobre la ética. Advierten ...
Organização Meteorológica Mundial reafirma importância de previsões sazonais para setores sensíveis ao clima; atualizações também orientam operações humanitárias em várias partes do mundo.
Jordi Carbó trae la previsión meteorológica. Además hablamos de la temporada de pimientos, esenciales en nuestra cocina y una fuente natural de vitaminas A y C, antioxidantes y fibra. Para conocer mejor este cultivo y su valor gastronómico y nutricional, nos acompaña Javier Sopesens, ingeniero agrónomo y agricultor en Movera.
El aumento de casos de gripe aviar prohíbe la cría de aves de corral al aire libre en España a partir del lunes. En la Cumbre del Clima en Brasil, Lula lanza un fondo global mientras Pedro Sánchez reivindica el modelo energético español. Estados Unidos reduce operaciones de vuelo por tensión. El Papa y Mahmud Abás piden el fin del conflicto en Gaza. En deportes, un enfrentamiento entre un jugador del Rayo Vallecano y su entrenador es noticia. Meteorológicamente, Galicia está en aviso amarillo por lluvias y viento, con temperaturas a la baja, y Baleares en alerta naranja el sábado. En política, se debate cómo Pedro Sánchez pretende gobernar tras el bloqueo de Junts, criticando la "parálisis legislativa" y la "apropiación indebida de la democracia". La investigación de la Audiencia Nacional sobre la financiación del PSOE, con indicios de blanqueo, es clave. Se describe la situación como una "anomalía constitucional" donde predomina el "postureo" político y la "debilidad de nuestro ...
Tres periodistas declaran que tenían el email de confesión de la defensa del novio de Ayuso antes que el fiscal general del Estado. La Generalitat envía a millones de catalanes un ES-Alert ante la previsión de lluvias torrenciales que afectan también a Baleares. Y Donald Trump desea suerte al Zohran Mamdani aunque critica sus políticas 'comunistas' para Nueva York.
En el 24 Horas de RNE hablamos con Juan Manuel Gutiérrez Llorente, investigador del CSIC en el Instituto de Física de Cantabria y autor del Panel Intergubernamental sobre el Cambio Climático, y con Ernest García, experto en Sociología ecológica y en cómo el cambio climático influye en los movimientos sociales, sobre cómo este fenómeno global nos obliga a replantear nuestras infraestructuras, la gestión del territorio y la manera en que debemos prepararnos como sociedad para afrontar un mundo en transformación.Escuchar audio
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Em aniversário da Organização Meteorológica Mundial, secretário-geral da ONU destacou que mais de 60% dos países já possuem sistemas de alerta precoce para múltiplos riscos; ele pediu que COP30 no Brasil contribua para conter aquecimento do planeta.
Con Jordi Carbó repasamos la previsión meteorológica y ponemos rumbo a los bosques del Parque Micológico de la Comunidad de Albarracín, una de las joyas micológicas del Sistema Ibérico. Con Gonzalo Castillo conocemos cómo arranca la temporada y qué deben saber los aficionados antes de salir al monte.
Desde Sediles, dos hermanas han creado un proyecto artesanal que pone en valor el producto local. Hablamos con Luisa Pablos sobre cómo una mermelada puede convertirse en motor de vida para un pueblo.