United Nations agency mandated to protect and support refugees
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Ricardo Pires falou à ONU News sobre os efeitos “da maior crise humanitária” do mundo; risco de morte de crianças este ano é sem precedência segundo especialista em comunicação da agência; pelo menos 33 milhões de sudaneses precisam de ajuda para sobreviver; Acnur espera mais 470 mil refugiados em 2026.
Quantia garantir assistência vital e apoio mais digno a 5,9 milhões de pessoas afetadas em sete países vizinhos, à medida que a guerra se aproxima do quarto ano.
Jornal da ONU com Ana Paula Loureiro. Esses são os destaques desta quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026:Acnur lança apelo de US$ 1,6 bilhão para socorrer refugiados sudanesesGaza começa a remoção de 370 mil toneladas de lixo
“Moçambique, infelizmente, está a tornar-se num país em crise” alerta Isadora Zoni, oficial de comunicação do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) em Moçambique. As cheias severas que atingem o sul e o centro do país desde o início do ano já provocaram o deslocamento de cerca de 392 mil pessoas, agravando uma situação humanitária marcada pela conjugação de crises climáticas e de segurança. As províncias de Gaza, Maputo e várias regiões do sul e centro do país estão entre as mais afectadas. A subida rápida das águas deixou pouco tempo para a retirada das populações, obrigando milhares de famílias a fugir, muitos sem documentos ou bens essenciais. Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), cerca de 100 mil pessoas encontram-se actualmente numa centena de centros de acolhimentos temporários, muitos dos quais instalados em escolas e edifícios públicos. A sobrelotação destes espaços tem vindo a intensificar os riscos em matéria de protecção. “Falamos de escolas, de espaços que não são próprios para receber essa população”, explicou Isadora Zoni, oficial de comunicação do ACNUR em Moçambique. “Infelizmente, os riscos se apresentam mais agravados, especialmente quando nós vemos pessoas dividindo salas de aula.” A falta de privacidade, de iluminação adequada e de serviços básicos aumenta a exposição a situações de violência baseada no género, exploração sexual e abuso. “Quando temos aí 55 mulheres juntas, sem contar as outras salas, os riscos de violência sexual, mesmo violência doméstica, de exploração, de facto são agravados”, alertou Isadora Zoni. O ACNUR tem vindo a trabalhar em coordenação com o Governo moçambicano para identificar as pessoas em situação de maior vulnerabilidade e encaminhá-las para os serviços adequados. “A nossa prioridade é, de facto, trabalhar na identificação dessas populações para que a gente possa também dar o tipo de assistência necessária”, explicou. Entre os grupos prioritários estão crianças desacompanhadas, pessoas com doenças crónicas, idosos e pessoas com deficiência. Esta nova vaga de deslocações ocorre num contexto já marcado pelo conflito armado no norte do país, que provocou o deslocamento de mais de 300 mil pessoas apenas na segunda metade de 2025. Para o ACNUR, a conjugação de crises está a colocar uma pressão crescente sobre serviços públicos já fragilizados. “Moçambique, infelizmente, está a tornar-se num país em crise”, afirmou Isadora Zoni. “Nos últimos seis meses, vimos o deslocamento de 700.000 pessoas. Então, esse número representa um acréscimo da pressão aos serviços públicos.” Apesar das limitações de acesso, as autoridades conseguiram, com o apoio de parceiros humanitários e do sector privado, evacuar cerca de 20 mil pessoas por via aérea, marítima e rodoviária, evitando um número ainda maior de vítimas mortais. No entanto, muitas comunidades continuam isoladas devido a estradas e pontes destruídas e extensas áreas inundadas. Para o ACNUR, esta crise evidencia a vulnerabilidade estrutural do país face às alterações climáticas. Embora reconheça avanços na resposta e na preparação a nível comunitário, a organização insiste na importância do investimento em prevenção. “O investimento na prevenção salva vidas, além de salvar também recursos”, sublinhou Isadora Zoni, acrescentando que se trata de “um trabalho de formiguinha” que exige continuidade e apoio a longo prazo. A resposta humanitária enfrenta, contudo, sérias limitações financeiras. “Um tema que nós não podemos evitar é que sempre precisamos de recursos”, disse a responsável, alertando para o risco de esquecimento após a fase inicial da emergência. “Essa fase das cheias é só a primeira fase e que precisamos ter essa atenção do público, a atenção da comunidade, dos doadores no médio e longo prazo.” Em 2026, o ACNUR estima necessitar de 38,2 milhões de dólares para manter serviços vitais de protecção e apoio a refugiados, deslocados internos e comunidades de acolhimento em Moçambique.
La guerra en República Democrática del Congo no solo no ha cesado sino que sigue obligando a miles de personas a huir de sus casas. En las últimas semanas, la Agencia de Naciones Unidas para los Refugiados, ACNUR, ha detectado que unas 100.000 personas han cruzado la frontera sur entre el país y Burundi para escapar de la violencia creciente.Hablamos con la coordinadora de emergencias de MSF en Burundi, Carolina López Led.Escuchar audio
Factos do passado e presente são narrados por figuras como Graça Machel e estudantes aclamados que estiveram na exposição “Refúgio: Caminhos Cruzados”; mostra retrata 75 anos da criação da agência; deslocamento interno afeta mais de 1,3 milhão de pessoas nas províncias do norte do país.
No Fio da Meada de hoje, Adler Silva puxa um fio que começa no Sistema Interamericano de Proteção dos Direitos Humanos, passa pela Convenção Americana (Pacto de San José da Costa Rica) e chega às grandes dinâmicas contemporâneas de migração forçada, refúgio e conflitos internacionais. O episódio explica, com calma e método, como funciona o sistema regional da OEA, suas bases jurídicas e institucionais, e as diferenças fundamentais entre a Comissão Interamericana e a Corte Interamericana de Direitos Humanos — sempre com atenção especial aos pontos que mais aparecem no CACD. Ao longo do caminho, o fio conecta casos emblemáticos, como Maria da Penha vs. Estado Brasileiro, às responsabilidades dos Estados soberanos em matéria de direitos humanos, ao princípio da subsidiariedade e aos limites da jurisdição internacional. Mas o fio não para aí. A discussão avança para o fenômeno das migrações forçadas, diferenciando refugiados e deslocados internos, analisando dados recentes do ACNUR e aterrissando no marco jurídico brasileiro, com destaque para a Lei nº 9.474/1997 e a Declaração de Cartagena. Por fim, o episódio amplia o olhar para a História Internacional, revisitando as causas estruturais da Primeira Guerra Mundial: a ascensão da Alemanha unificada, a Weltpolitik de Guilherme II, a corrida armamentista, o sistema de alianças e o encadeamento diplomático que levou a Europa à Grande Guerra — numa leitura clássica, ancorada em Henry Kissinger.
ACNUR otorga Premio Nansen a empresario mexicano INE adjudica producción de credenciales a Cosmocolor y Talleres Gráficos Comité del Nobel insta a Maduro a aceptar resultados y renunciarMás información en nuestro podcast
El jefe de la misión de ACNUR en Siria, Gonzalo Vargas Llosa, explica los retos a los que se enfrentan las personas que han vuelto a su país de origen.
Acnur precisa de US$ 38,2 milhões para atender às necessidades dos deslocados internos em 2026; Cerca 100 mil pessoas foram deslocadas nas últimas semanas devido à propagação da violência na região.
Más de 3 mil 700 integrantes del Ejército, la Fuerza Aérea y la Guardia Nacional fueron ascendidos al grado inmediato Hacienda dio a conocer el lanzamiento del Quinto Reporte de Asignación e Impacto de los Bonos SoberanosLa Fiscalía Edomex pide a padres de familia no permitir que los menores utilicen aparatos electrónicos en sitios públicosMás información en nuestro podcast
El gobierno laborista de Keir Starmer presentó este lunes la reforma más dura de la política de asilo desde la posguerra. Entre las medidas que contempla son deportaciones más rápidas, alargar de cinco a veinte años el plazo para obtener la residencia permanente, establecer un cupo anual máximo de refugiados, revisar periódicamente la seguridad de los países de origen y confiscar dinero y joyas a los solicitantes para sufragar su alojamiento y los trámites burocráticos. Además de eso, Starmer amenaza con restringir visados a países, sobre todo africanos, que se nieguen a aceptar repatriaciones. La reforma llega cuando las entradas ilegales en la Unión Europea han caído casi un 25% en el último año, pero en el Reino Unido las solicitudes de asilo superaron las 100.000 en 2024, muchas de ellas cruzando el Canal de la Mancha en pequeñas embarcaciones. El coste de alojar a unos 30.000 solicitantes en hoteles alcanzó los 2.000 millones de libras el año pasado, un gasto que ha disparado el rechazo ciudadano y el ascenso de Reform UK, el partido de Nigel Farage. Dentro del Partido Laborista la propuesta ha desatado una tormenta. Decenas de diputados de izquierda amenazan con votar en contra y esto podría provocar una gran crisis interna dentro del laborismo. El anuncio británico se inscribe en una ola de endurecimiento de la política de asilo que recorre toda Europa, y que pone en cuestión el sistema internacional de asilo tal y como se concibió en 1951. Aquel régimen nació para proteger a disidentes del bloque soviético y como respuesta moral al rechazo a los judíos en los años treinta. Setenta y cinco años después, con 1.000 millones de personas deseando emigrar y viajes muy asequibles, la figura del refugio político se utiliza como coartada para la inmigración económica. La mayoría de solicitudes se rechazan, pero los procesos duran años y permiten permanecer en el país mientras se resuelven. Los críticos señalan que acoger a los refugiados a miles de kilómetros de sus países resulta carísimo, sirve sólo a los más jóvenes y genera rechazo entre los ciudadanos del país de acogida. La historia demuestra que los desplazados por un conflicto que se refugian en países vecinos con cultura y lengua similares regresan antes cuando se acaban los problemas en su país. Un refugiado en un país vecino es mucho más barato de sostener que en Europa o Estados Unidos donde los Gobiernos tienen que asignarles viviendas sociales y subsidios. Cada vez más voces piden replantearse el modelo desde cero. Reforzar la ayuda a ACNUR y a los países de primera acogida, procesar las solicitudes en terceros países seguros (como propone Giorgia Meloni con Albania) y separar con claridad el asilo político genuino de la inmigración laboral. Europa necesita mano de obra por el envejecimiento de su población, pero debe poder decidir cuánta, de dónde y con qué perfil. Eso con el sistema actual es imposible ya que se emplea como puerta trasera para la inmigración irregular. Con el plan de Starmer y los que se están adoptando en otras partes de Europa, el debate ya no es si el actual régimen de asilo está agotado, sino cómo sustituirlo. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:37 La crisis del refugio político 33:30 “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R 35:29 La burbuja de la IA 44:47 Milei Superstar 50:06 Por qué huyen del centro - https://youtu.be/6Wjklc7hyfE · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #inmigracion #asilo Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Guiné-Bissau: Conheça os perfis de Fernando Dias e Sissoco Embaló, candidatos às presidenciais de domingo. Moçambique: Insurgentes alastram e intensificam os ataques em Nampula causando preocupações. ACNUR com desafios de ordem financeira para assistir deslocados no norte de Moçambique.
Entrevista com António Costa Silva sobre o livro "Angola aos Despedaços". Eleições no Chile. Campanha do ACNUR. A Síria. Edição de Mário Rui Cardoso.
Crises causadas por desastres naturais podem destruir casas, comunidades e nações inteiras; vice-diretora geral da OIM fala de expectativas com inclusão da mobilidade climática nas negociações; refugiados da delegação do Acnur e embaixador da Boa Vontade compartilham mensagens.
Novo relatório do Acnur revela que pessoas forçadas a fugir enfrentam uma perigosa combinação de guerra, perseguição e catástrofes climáticas, que as empurra para um ciclo contínuo de deslocação e perda; tema é debatido na COP30, que ocorre em Belém, no Brasil, país citado no relatório.
México no se subordinará en el T-MEC: De la Fuente ONU e Islamic Relief donan 1 mdd para atención a refugiados en MéxicoCierre del gobierno en EU provocaría colapso aéreo por falta de personal: FAAMás información en nuestro Podcast
Líder da agência para refugiados alerta sobre abandono deliberado das leis da guerra: número de deslocados atinge recorde de 122 milhões no mundo; cortes no financiamento ameaçam resposta humanitária e integração de refugiados.
Acnur afirma que desde início do conflito, em 2017, mais de 1,3 milhão de moçambicanos se tornaram deslocados internos; plano humanitário de 2025 precisa de US$ 352 milhões, mas recebeu menos de 20% do valor.
Israel prosigue sus ataques en Gaza mientras continúan las negociaciones de paz en EgiptoUna activista palestina denuncia ante el Consejo de Seguridad ausencia de mujeres en el debate sobre el futuro de GazaFilippo Grandi alerta de la peor crisis financiera de ACNUR en una décadaEl Consejo de Derechos Humanos de la ONU crea un mecanismo para investigar los abusos de los talibanes en Afganistán
Senado discutirá reforma a Ley de Amparo en Parlamento Abierto México, primer destino para quienes huyen de la violencia: ACNUR Bolivia prohíbe matrimonios con menores de 18 años para proteger infanciaMás información en nuestro Podcast
La Asamblea General de la ONU aprueba resolución a favor de los dos Estados y pide a Hamás entregar las armas.El Consejo de Seguridad debate la incursión de drones rusos en Polonia.ACNUR suspende su ayuda a afganos retornados tras veto talibán a trabajadoras locales
La desnutrición infantil en Gaza alcanza niveles récord en agosto, alerta UNICEF. ONU pide levantar restricciones a empleadas afganas tras prohibición de acceso a sus instalaciones. ACNUR pide mayor acceso humanitario y fondos para la crisis olvidada de Myanmar
Las operaciones de rescate continúan en Afganistán dejando 800 personas fallecidas y unas 2.700 heridas en un terremoto de magnitud 6,0 con varias réplicas que sacudió el este del país la madrugada del domingo al lunes. En 'Las Mañanas de RNE' analizamos la situación actual del país con Amaia Lezertua, trabajadora de ACNUR en Kabul: "Ahora mismo todos los esfuerzos están puestos en la ayuda humanitaria". Desde allí necesitan "recursos urgentes, ya que las zonas afectadas carecen de infraestructura básica, muchas de las aldeas afectadas están lejos de hospitales". La dificultad en la asistencia aumenta porque algunas "son difíciles de acceso y Afganistán es un país que ha vivido 40 años de inestabilidad y de conflicto y que tiene una economía muy frágil, unos servicios esenciales que están medio colapsados", explica. Entrevista completa en RNE Audio. Escuchar audio
El RLIF es una iniciativa pionera de ACNUR que apoya directamente ideas y soluciones creadas por y para personas refugiadas, desplazadas por la fuerza y apátridas. Erika Pérez, responsable del Fondo de Innovación Liderado por Personas Refugiadas.Escuchar audio
Crise humanitária em Cabo Delgado continua a marcar a vida de centenas de milhares de deslocados. Em Maputo, escritores lançam hoje uma obra a propósito dos 50 anos das independências nos PALOP. Analisamos se a CEDEAO vai cumprir a sua meta de lançar uma moeda em 2027 e Trump ameaça Rússia com guerra económica caso não haja acordo de paz.
ACNUR reconoce política humanista de México Motín en penal de Tuxpan deja heridos y trasladosPapa León XIV advierte sobre riesgos de los algoritmosMás información en nuestro podcast
ACNUR reconoce a México por proteger a refugiados con enfoque humanista Rescatan sanos a tres hombres perdidos en la Sierra de Guadalupe Tormenta tropical Gil se aleja del país, sin riesgos para MéxicoMás información en nuestro Podcast
La Tertulia de los Lunes con Valentina Arlegui, Miguel Brechner, Martín Bueno y Patricia González. *** Uruguay modificó su pasaporte en abril de este año. El proceso había comenzado en el gobierno anterior, impulsado por la organización civil Somos Todos Uruguayos y respaldado por organismos como ACNUR, que reclamaban que los ciudadanos legales —no nacidos en Uruguay— no fueran identificados como extranjeros en sus documentos. La administración actual concretó la reforma, aunque introdujo un elemento adicional. ¿Cuáles fueron las modificaciones? Por un lado, se sustituyó el rótulo “Nacionalidad” por “Nacionalidad/Ciudadanía”, colocando en todos los casos el código “URY”. Pero, además, se eliminó el campo “Lugar de nacimiento”, un dato que —según la normativa de la Organización de Aviación Civil Internacional— es de inclusión opcional. La aplicación del nuevo pasaporte generó advertencias por parte de algunos países. Alemania informó que no permite el ingreso con este documento y que “en algunas semanas” completará su revisión. Francia suspendió la emisión de visas de larga estadía mientras analiza su validez. Y Japón alertó que podría rechazarlo. La situación afecta especialmente a estudiantes que buscan residencias prolongadas en el exterior. Desde el gobierno se ha relativizado la situación. El canciller Mario Lubetkin aseguró la semana pasada que no hay “rechazos” como tales, sino situaciones puntuales que se están resolviendo con las embajadas. De hecho, remarcó que la mayoría de los viajes —los de turismo— no presentan inconvenientes. No obstante, dejó abierta la posibilidad de revisar el nuevo formato si se constata un perjuicio real. El presidente Yamandú Orsi, por su parte, prometió encontrar una solución técnica. Según publicó El País, una de las opciones que se manejan —en caso de que sea necesario ajustar el documento— sería reimprimir los 17.000 pasaportes emitidos desde abril. En paralelo, desde el Parlamento se solicitó información a Cancillería y a la Dirección Nacional de Identificación Civil, mientras surgen críticas desde la oposición. El ex canciller Omar Paganini, por ejemplo, afirmó que la eliminación del lugar de nacimiento fue una decisión del actual gobierno que complejizó un proceso originalmente pensado solo para unificar el criterio de “ciudadanía”. ¿Cómo se explica este conflicto? ¿El nuevo pasaporte representa un avance en materia de derechos y no discriminación? ¿Fue una medida apresurada que no previó sus consecuencias? ¿Qué soluciones puede adoptar Uruguay sin retroceder en su compromiso con el trato equitativo a todos sus ciudadanos?
Otro grupo de brigadistas viaja a Canadá para apagar incendios ACNUR advierte que recortes dejarán sin ayuda a más de 11 millones de desplazados Temporada de luciérnagas en bosques de Puebla y Edomex Más información en nuestro podcast
Rapto de crianças preocupa na província moçambicana de Cabo Delgado. Investigadora, que vive em Israel desde 2011, conta à DW como viveu dias do conflito Israel-Irão. Número alarmante de pessoas em África suscetível a medicamentos contra o cancro de baixa qualidade ou falsificados, alerta investigação.
Moçambique: Companhia aérea nacional (LAM) está em situação embaraçosa num caso de conflito de interesses. ACNUR alerta para o agravamento da crise humanitária na província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique. Porque é que tantos talentos africanos ficam à porta de entrada na Alemanha? Conheça a resposta.
Repasamos la actualidad con MªDolores Albiac, con quien hablamos de la situación de inseguridad en Colombia, especialmente en el Cauca donde 57 militares secuestrados por disidencias de las FARC han sido liberados; también del último informe de ACNUR sobre los refugiados, con 20 millones de desplazados solo en América Latina, siendo Venezuela el país del que más población huye de todo el mundo; y de las protestas bananeras en Panamá en medio de saqueos y disturbios que se ha saldado con 300 detenidos en todo este mes. Después, Nico Gómez nos resume los octavos de final del Mundial de Clubes de fútbol que enfrenta a equipos americanos y europeos en Estados Unidos.Escuchar audio
El Secretario General ha pedido a Israel e Irán que respeten por completo el acuerdo de alto el fuego. Más de 500 personas han sido asesinadas en punto de distribución de comida en Gaza. ACNUR estima que 2,5 millones de personas refugiadas en todo el mundo necesitarán ser reasentadas en terceros países el próximo año, peor la oferta de plazas es la más baja en dos décadas.
Se realizará una implementación gradual para ajustar el nuevo esquema: Sheinbaum Detienen a traficante con más de 3,400 crías de tortuga en ChiapasACNUR alerta que recortes a ayuda humanitaria ponen en riesgo a millonesMás información en nuestro podcast
Martecito de …. “El héroe del día”, los yaparateanos nos compartieron sus mejores historias de aquella persona que salvó su día... Iñaki de Gran Sur y Cristina de ACNUR, nos contaron del palomazo con causa para los refugiados... en “La hora de los niños” los pequeños nos contaron sus mejores chistes y chismes...
Hace unos días ACNUR publicó su informe sobre los desplazamientos forzosos de personas refugiadas, solicitantes de asilo o desplazados internos, entre otros. Las cifras de 2024 han aumentado con respecto a 2023.Paula Barrachina es portavoz del Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Refugiados en España.Escuchar audio
Donald Trump sigue enviando señales ambiguas en torno a la posible participación de su país en el conflicto abierto entre Israel e Irán. Esta tarde, en su red social, el presidente estadounidense ha mencionado que saben donde se esconde el ayatolá Khamenei, al que de momento dicen no piensan matar. Luego, ha reclamado la rendición incondicional de Irán.Entre otras cosas, hablaremos de la posición de la UE en torno al conflicto abierto entre Irán e Israel, del debate sobre la legislación sobre el aborto en Reino Unido y tendremos una entrevista sobre un informe de ACNUR en torno a los desplazamientos forzosos.Escuchar audio
Angola: Sociedade civil não está surpresa com a existência de crianças angolanas mendigando na Namíbia. Em Cabo Delgado: ONG preocupada com o alastramento da insurgência para regiões antes consideradas estáveis. ONU critica plano de distribuição de ajuda humanitária na Faixa de Gaza usado pela Fundação apoiada pelos EUA.
Sólo 22% de capitalinos pagaron predial en primer trimestre: Brugada ACNUR reconoce a México por proteger a personas refugiadasEU no pedirá pena de muerte para hijo del 'Chapo' GuzmánMás información en nuestro podcast
Alberto Nkutumula eleito juiz do Conselho Constitucional de Moçambique. Investigador defende profissionalização do órgão. ONU alerta para "crise silenciosa" em Cabo Delgado com número de deslocados a aumentar. Tribunal absolve deputado guineense "Manelinho" acusado de tráfico de droga.
El informe anual de Amnistía Internacional señala que la situación de los derechos humanos ha empeorado en el mundo en el último año. Han aumentado las ejecuciones y ha disminuido la protección de los derechos humanos en diferentes conflictos. El informe anual también destaca la creciente movilización de personas de todo el mundo para defender los derechos humanos y la dignidad humana.Esta semana de los derechos humanos con Esteban Beltrán, director de Amnistía Internacional España. Paula Barrachina, portavoz de ACNUR en España. Y Sandra Barrilaro, fotógrafa y activista por los derechos humanos, integrante de la ONG Rumbo a Gaza.Escuchar audio
Ataques de grupos armados levam moradores a abandonar suas casas; para algumas famílias a fuga ocorre pela terceira vez; além do conflito no norte do país, não africana também sofre com desastres naturais incluindo ciclone; Acnur alerta para escassez de recursos para ajuda humanitária.
Las agencias de la ONU desmienten que la ayuda en Gaza haya sufrido desvíos. Estamos presenciando lo que podría ser otra Nakba, dice Comité Especial.ACNUR reduce la atención a refugiados nicaragüenses en Costa Rica por falta de fondos
Cierra ACNUR oficinas en México y despide a 190 empleadosEn el primer trimestre de 2025, el gasto público en México cayó 5.9%Detienen al síndico del ayuntamiento de OcosingoMás información en nuestro Podcast
En Gaza, "la gente se está matando por el agua” tras dos meses de bloqueo total. ACNUR advierte que la crisis financiera obliga a cerrar programas clave para refugiados.Volker Türk advierte sobre los riesgos de la IA para la libertad de prensa.
El Programa Mundial de Alimentos (PMA) ha agotado todas sus reservas para Gaza. La falta de fondos obliga a ACNUR a recortar ayuda a desplazados en Colombia. La nueva bandera de Siria ya ondea en la ONU. Los pueblos indígenas protegen el 80% de la biodiversidad del planeta. Sin embargo, reciben menos del 1% de la financiación climática internacional.
Sudán: Es urgente detener el flujo de armas, dice António Guterres al cumplirse dos años de guerra. El vertido de petróleo en Ecuador afecta a 150.000 personas. ACNUR transporta por vía aérea suministros de socorro para los supervivientes del terremoto de Myanmar.