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Sexto y último programa de la temporada de ‘D.L. Confidential', el nuevo podcast de la factoría ‘Dimensión Límite' en el que los servicios secretos, la corrupción, el terrorismo de Estado, el crimen organizado o el periodismo de investigación son los asuntos principales. Tras haber entrevistado en este podcast a un policía, un ministro, un juez y un par de periodistas de investigación, en todas las entrevistas ha habido un tema recurrente, troncal, que siempre se repetía: el espionaje. De forma que, como guinda, os traemos al espía. De hecho, al jefe de todos ellos durante toda una década. Y que década… En esta ocasión, junto a Manuel Carballal, hablamos con Félix Sanz Roldán, quien fuera jefe del Estado Mayor de la Defensa (2004-2008), así como director del Centro Nacional de Inteligencia (CNI) entre 2009 y 2019. No fue nada fácil, pero con él conversamos de temas tan controvertidos como la Gürtel, el imán de Ripoll, el fin de Manglano, el Procés catalán, la revelación de secretos o el polémico comisario Villlarejo, así como sobre sus controvertidas reuniones con Corinna Larsen, amante del rey emérito Juan Carlos I, las cuales le fueron solicitadas por… ¡el Gobierno de España! Hablamos incluso de OVNIs… ¿Qué opina el general sobre la discutida desclasificación ufológica del Ejército del Aire? Todo ello, y mucho más, en esta entrevista exclusiva (nunca antes había hablado sobre su mandato en el Centro) que nos ha concedido a nosotros. ¿Por qué? Tendréis que escuchar hasta el final para averiguarlo. Y no adelantamos más... Por último, si quieres colaborar con el programa, puedes hacerlo a través de nuestra cuenta de PayPal para que, libremente, quien así lo crea conveniente, pueda contribuir agradeciendo el trabajo realizado para que este pueda seguir adelante. Toma nota: - E-mail: Apoyodimensionlimite@gmail.com - Página: http://www.paypal.me/dimensionlimite Voz corporativa: Ángel Ruiz Dirige, presenta y produce: David Cuevas.
Ana Pantoja Pérez, bióloga del Centro Nacional de Investigación sobre la Evolución Humana y paleontóloga del proyecto Deathrevol del mismo CENIEH, ha estado revisando junto a un equipo multidisciplinar, los restos del fósil Qafzeh 25, un humano moderno arcaico, hallado en la cueva de Qafzeh (Israel) y datado hace entre 92 000 y 145 000 años. Los restos de los otros 26 individuos que estaban junto a Qafzeh 25, han sido revisados observando el comportamiento mortuorio que tuvieron a la hora de enterrarlos, lo que indica que tenían consciencia de la muerte. En concreto Qafzeh 25 había sufrido un golpe traumático en la cara que le había alcanzado la mandíbula dejándole una marca en el hueso, pero había logrado sobrevivir, al igual que un niño de 11 años cuyos restos indican que sufrió un golpe en la cabeza que le causaron daños neurológicos. pero que logró sobrevivir un tiempo gracias al cuidado de su comunidad.
As sucessivas ondas de calor que atingem a Europa, com intensidade e duração jamais vistas, além de inéditas para a época do ano, disparam o alerta sobre a aceleração das mudanças climáticas no mundo – uma advertência que vale também para países acostumados às altas temperaturas, como o Brasil. Especialistas apontam que, por ter um clima tropical, o fenômeno é menosprezado no país e carece de políticas públicas adequadas para ser enfrentado. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Os episódios designam os períodos de pelo menos cinco dias em que as temperaturas ultrapassam em 5°C ou mais os valores médios registrados em 30 anos, em cada região. As ondas de calor sempre existiram, porém estão se tornando mais frequentes e intensas, devido às mudanças climáticas. No Brasil, ainda são tratadas como "normais" para o clima tropical e têm até apelidos como “calorão”, “veranico de outono” ou “de inverno”. Entretanto, pouco se ouve falar sobre as mortes que elas causam, ao contrário da Europa. "Em países tropicais como o Brasil, uma onda de calor significa temperaturas muito elevadas e, normalmente, umidade muito baixa. Essa é uma condição bastante prejudicial para a saúde”, explica Marcelo Seluchi, coordenador-geral de Operações e Modelagens do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). "Em todos os estados brasileiros, desde o Rio Grande do Sul até o Rio Grande do Norte, nos últimos 40 ou 50 anos, o número de ondas de calor está aumentando sistematicamente. As mais perigosas talvez sejam aquelas da primavera, em setembro, outubro e novembro, que são meses típicos da estação seca, quando a umidade está muito baixa”, salienta. El Niño potencializa o aquecimento Essa condição climática pode levar à proliferação de incêndios florestais, que afetam a qualidade do ar e provocam doenças respiratórias. Além disso, costuma ocorrer em momentos de seca em que os reservatórios de água estão mais baixos. A menor evaporação eleva ainda mais as temperaturas, sem falar nos impactos para o consumo humano e a agricultura. No Norte e no Nordeste, o aumento do desmatamento provoca ondas de calor mais frequentes e intensas desde 2020, potencializadas por fenômenos naturais como o El Niño, que volta a ocorrer na Terra em 2026. "O El Niño é associado ao aquecimento do Pacífico. O oceano mais quente acaba atuando como se fosse um aquecedor 'nos pés' da atmosfera. É uma fonte de calor”, observa Seluchi. "Nas últimas décadas, tanto a atmosfera quanto os oceanos estão, de alguma forma, trabalhando no mesmo sentido para provocar ondas de calor mais frequentes”. 120 mil mortes em 20 anos Um estudo inédito publicado pela Fiocruz e pela Universidade da Bahia mostrou o amplo impacto das ondas de calor na saúde dos brasileiros: 120 mil pessoas morreram em decorrência das altas temperaturas nos últimos 20 anos. Pela primeira vez, os pesquisadores revisaram os dados de mortalidade e internações por doenças do aparelho circulatório e cardiovasculares no Sistema Único de Saúde (SUS) em quase todos os municípios do país, e compararam as informações com a ocorrência de calor extremo. "A gente normaliza esse risco de morrer por causa do calor porque nós somos um país tropical, então parece que nós somos acostumados, mas na verdade o país é muito extenso territorialmente, com perfis climáticos totalmente distintos e com vulnerabilidades também distintas”, afirma Beatriz Oliveira, especialista em saúde pública da Fiocruz e coordenadora do estudo. “A morte ou a internação por calor ocorre, e ela não é banal. O principal ponto é reconhecer isso como um problema de saúde pública”. Reduzir a exposição ao calor Os idosos são, de longe, os mais vulneráveis ao calor, tanto para internação quanto ao risco de morte. Na sequência, as crianças e as mulheres completam os três grupos prioritários para políticas públicas nos períodos prolongados de temperaturas extremas. Oliveira ressalta que os residentes em cidades pequenas – que compõem a grande maioria dos municípios brasileiros e têm baixa capacidade de adaptação ao calor – são os mais expostos. “As coisas estão acontecendo mais rápido do que a nossa capacidade de agir. A gente tem que procurar estratégias para reduzir a nossa exposição”, frisa a especialista. "A gente precisa pensar em cidades, sejam as menores ou maiores, mais arborizadas. Cidades em que suas residências possam ter ventilação, possam ter sombra, e em novos materiais que possam absorver esse calor. Ter transportes públicos de qualidade, com ar-condicionado, e que os locais onde as pessoas esperam o transporte tenham sombra”, exemplifica. Registros históricos confirmam tendência de aquecimento Nas últimas semanas, o calor extremo na Europa e também nos Estados Unidos reacendeu na internet a disseminação de teorias alternativas para subestimar o fenômeno, como a de que o planeta poderia estar próximo de um novo período de resfriamento. "Na comunidade científica séria, isso não está previsto”, garante Marcelo Seluchi, doutor em Ciências Meteorológicas pela Universidade de Buenos Aires. Ele lembra que os registros históricos dos últimos três séculos reafirmam a tendência de aquecimento da Terra, causado pelas emissões de gases de efeito estufa gerados, principalmente, pela industrialização e demanda global de energia. "Ao longo dos séculos, sempre tivemos oscilações do clima, como eras polares, a Pequena Era Glacial, nos séculos 17 e 18, com uma série de invernos mais rigorosos. Mas, se nós observarmos os últimos 100, 120 anos, é muito claro que a temperatura está agora aumentando numa taxa sem precedentes na história – inclusive, a taxa é maior do que a prevista algumas décadas atrás”, adverte Seluchi.
El fenómeno meteorológico El Niño que genera cambios de vientos y lluvias en el Pacífico ya se hace sentir, en particular en Perú. Las temperaturas marinas están más elevadas de los normal y tienen impactos en la pesca. En las costas peruanas, el fenómeno El Niño ya es palpable. La temperatura del agua del litoral norte es 7 grados más caliente de lo normal. Es uno de los efectos de este episodio meteorológico natural que ocurre cada 2 a 7 años. La intensidad es variable pero lo que sabemos es que altera el nivel de vientos y precipitaciones, causa sequias o lluvias torrenciales según las regiones de Latinoamérica. En Perú, país particularmente vulnerable ante los efectos de la Oscilación del Sur -el otro nombre de El Niño -, el aumento de la temperatura marina tiene impactos ya en los recursos pesqueros y en particular la captura de anchoveta, constata Juan Carlos Sueiro, director de pesquerías de la ONG Oceana Perú. “El incremento de las temperaturas marinas ha profundizado la anchoveta, una especie aguas frías. Hay menos anchoveta disponible y la queda arriba es solamente juvenil. Se ha pescado el 25% de la cuota”, detalla Sueiro, entrevistado por RFI. El otro efecto que se ha visto ha sido la proliferación de jaiba morada. “Es una especie de cangrejo que no tiene valor comercial y que rompe las redes con sus tenazas”, agrega el experto. Algunas especies de peces en cambio pueden proliferar con el aumento de la temperatura del agua de mar: los langostinos, el maji maji o el atún. Sin embargo, el organismo peruano que vigila El Niño anticipa un fenómeno fuerte, lo que podría limitar los efectos positivos en la pesca, advierte Juan Carlos Sueiro. Inundaciones y derrumbes Perú aún recuerda los dramáticos episodios de El Niño de 1982-1983 y 1997-1998, cuando inundaciones, derrumbes y enfermedades causaron cientos o miles de muertos. A principios de julio, el gobierno peruano declaró casi 800 municipios de Perú en estado de emergencia ante el "peligro inminente" de intensas lluvias asociadas al fenómeno de El Niño este año, con el fin de permitir "acciones inmediatas de excepción y rehabilitación en los territorios afectados". Según los pronósticos científicos, el evento meteorológico alcanzara una magnitud fuerte de noviembre a diciembre. “Ahora tenemos temperaturas del aire mayores a lo normal. En promedio, tenemos una temperatura mayor en 6 grados. Nuestro verano será más intenso y nos va a generar más precipitaciones”, apunta Elizabeth Silvestre, meteoróloga y profesora de la Universidad Agraria La Molina. Más de 9,3 millones de personas en el país se encuentran expuestas a un nivel de riesgo muy alto por inundaciones y deslizamientos asociados a El Niño, según el Centro Nacional de Estimación, Prevención y Reducción del Riesgo de Desastres (Cenepred). Los expertos recomiendan una serie de medidas para limitar los impactos de las eventuales lluvias torrenciales. “Hay que mejorar y reforzar las vías de comunicación y sacar el agua que se acumule. Las aguas estancadas generan problemas de salud pública. Y el Estado debe tener previsto un programa de ayuda a los pescadores”, preconiza Juan Carlos Sueiro. Por su parte, la meteoróloga Elizabeth Silvestre saluda la declaratoria de emergencia en los municipios vulnerables. “Hay que identificar las zonas inundables y las quebradas que fueron activadas en el evento de 1997-1998, temporada en la que fuimos altamente afectados”, recuerda.
À frente do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, Cnpem, José Roque ressalta importância de inovações que estão sendo desenvolvidas no Brasil; ele destacou busca por tecnologias de futuro que possam reduzir dependência de minerais críticos.
Dois nomes grandes da cultura brasileira, o ator Wagner Moura e o escritor Milton Hatoum, falam da sua arte e das preocupações políticas com o Brasil, neste Ensaio Geral em que olhamos o cartaz do Festival ao Largo e as duas novas exposições do Pavilhão Julião Sarmento. Guilherme d'Oliveira Martins, do Centro Nacional de Cultura (CNC), divulga as suas sugestões semanais.
Dois nomes grandes da cultura brasileira, o ator Wagner Moura e o escritor Milton Hatoum, falam da sua arte e das preocupações políticas com o Brasil, neste Ensaio Geral em que olhamos o cartaz do Festival ao Largo e as duas novas exposições do Pavilhão Julião Sarmento. Guilherme dOliveira Martins, do Centro Nacional de Cultura (CNC), divulga as suas sugestões semanais.
Dois nomes grandes da cultura brasileira, o ator Wagner Moura e o escritor Milton Hatoum, falam da sua arte e das preocupações políticas com o Brasil, neste Ensaio Geral em que olhamos o cartaz do Festival ao Largo e as duas novas exposições do Pavilhão Julião Sarmento. Guilherme d'Oliveira Martins, do Centro Nacional de Cultura (CNC), divulga as suas sugestões semanais.
Um nova atualização sobre o El Niño coloca o Brasil em atenção para os próximos meses, segundo boletim apresentado esta semana pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O panorama foi apresentado em parceria com órgãos federais, como Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden), o Serviço Geológico do Brasil (SGB) e a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec). Segundo Glauber Ferreira, meteorologista do Inmet, de forma geral, o fenômeno do El Niño deve trazer aumento das temperaturas em boa parte do país. Para o Espírito Santo, no contexto da região Sudeste, o Estado pode ter chuvas concentradas em pequenos territórios e temperaturas mais altas que podem atrasar o início da estação chuvosa.
O Jardim de Verão da Gulbenkian, em Lisboa, volta a encher-se de música, cinema e conversas. Nesta edição do Ensaio Geral falamos com o curador Dino D´Santiago, que nos revela o cartaz e que terá disco novo em breve. Mais à frente, a peça de teatro "Polo Norte" da companhia Mala Voadora em busca de um paraíso perdido, o espetáculo de ópera que junta duas obras de Puccini no Coliseu do Porto e “Maite”, o novo livro do escritor espanhol Fernando Aramburo. Guilherme d´Oliveira Martins, do Centro Nacional de Cultura (CNC), desvenda os seus destaques semanais.
O Jardim de Verão da Gulbenkian, em Lisboa, volta a encher-se de música, cinema e conversas. Nesta edição do Ensaio Geral falamos com o curador Dino D´Santiago, que nos revela o cartaz e que terá disco novo em breve. Mais à frente, a peça de teatro "Polo Norte" da companhia Mala Voadora em busca de um paraíso perdido, o espetáculo de ópera que junta duas obras de Puccini no Coliseu do Porto e “Maite”, o novo livro do escritor espanhol Fernando Aramburo. Guilherme d' Oliveira Martins, do Centro Nacional de Cultura (CNC), desvenda os seus destaques semanais.
O Jardim de Verão da Gulbenkian, em Lisboa, volta a encher-se de música, cinema e conversas. Nesta edição do Ensaio Geral falamos com o curador Dino D´Santiago, que nos revela o cartaz e que terá disco novo em breve. Mais à frente, a peça de teatro "Polo Norte" da companhia Mala Voadora em busca de um paraíso perdido, o espetáculo de ópera que junta duas obras de Puccini no Coliseu do Porto e “Maite”, o novo livro do escritor espanhol Fernando Aramburo. Guilherme d' Oliveira Martins, do Centro Nacional de Cultura (CNC), desvenda os seus destaques semanais.
O Jardim de Verão da Gulbenkian, em Lisboa, volta a encher-se de música, cinema e conversas. Nesta edição do Ensaio Geral falamos com o curador Dino D'Santiago, que nos revela o cartaz e que terá disco novo em breve. Mais à frente, a peça de teatro "Polo Norte" da companhia Mala Voadora em busca de um paraíso perdido, o espetáculo de ópera que junta duas obras de Puccini no Coliseu do Porto e “Maite”, o novo livro do escritor espanhol Fernando Aramburo. Guilherme d'Oliveira Martins, do Centro Nacional de Cultura (CNC), desvenda os seus destaques semanais.
La utilización de recursos naturales finitos y el aumento de los residuos a nivel mundial nos indican la necesidad de replantearnos seriamente el modelo de producción y consumo que tenemos. En la mayor parte de los países del mundo la llamada economía circular apuesta por un modelo económico y social más responsable con el medio ambiente y más justo con las personas. Reparar, reciclar, reducir y reutilizar son conceptos claves para hacer frente a los retos que tenemos planteados.Esta semana hablamos de la economía circular con Manuel Guerrero, director de la Fundación Economía Circular. Áureo Díaz Carrasco, director ejecutivo de FEDIT, Federación Española de Centros Tecnológicos. Pablo García Fernández, Senior Manager del Departamento de Transformación Sostenible, responsable del Grupo de Acción Economía Circular de Forética. Y Félix Antonio López, investigador del CSIC en el Centro Nacional de Investigaciones Metalúrgicas, miembro de la Plataforma Temática Interdisciplinar de Sostenibilidad y Economía Circular, Coautor del libro 'Economía circular'.Escuchar audio
Federico y el Dr. Enrique de la Morena hablan con el Dr. Borja Ibáñez, director científico del Centro Nacional de Investigaciones Cardiovasculares.
Estás escuchando #JUNTOSRadio: Cómo hablar sobre los trastornos alimenticios con nuestros hijos ¿Qué papel juegan las redes sociales y modelos de belleza actuales para desarrollarlos? ¿Cómo inciar el acercamiento con tu ser querido que tiene algún trastorno alimenticio? Mitos y realidades más comunes asociados a los trastornos alimenticios. La Dra Romina Barral, Pediatra, profesor asistente de investigación en Pediatría en la Facultad de Medicina de la Universidad de Kansas (KUMC) nos responde estas y otras preguntas. Sobre nuestro invitada: La Dra. Romina Loreley Barral es médica pediatra especializada en Medicina del Adolescente, con una destacada trayectoria clínica, académica y de investigación en Estados Unidos, particularmente en el área de salud reproductiva, equidad en salud y poblaciones latinas rurales. La Dra. Barral nació y se formó inicialmente en Buenos Aires, Argentina, donde cursó la carrera de Medicina en la Facultad de Medicina de la Universidad de Buenos Aires. Posteriormente, fortaleció su formación con entrenamiento específico en investigación en VIH/SIDA en el Centro Nacional de Referencia para la Investigación del SIDA. Completó su residencia en Pediatría en el Wayne State University School of Medicine / Children's Hospital of Michigan. Posteriormente realizó una fellowship en Medicina del Adolescente en el University of Pittsburgh Medical Center (UPMC) / Children's Hospital of Pittsburgh, entre 2008 y 2011, subespecializándose en el abordaje integral de la salud física, mental y reproductiva de adolescents. Está certificada por el American Board of Pediatrics tanto en Pediatría como en Medicina del Adolescente. Desde 2012, la Dra. Barral se desempeña como médica especialista e investigadora en Children's Mercy Kansas City, donde combina la atención clínica con una sólida agenda de investigación. Recursos informativos en español Prueba para identificar trastornos alimenticios https://www.nationaleatingdisorders.org/espanol/ Datos sobre los trastornos alimenticios https://es.aft.org/childrens-health/mental-health/eating-disorders Facebook: @juntosKS Instagram: juntos_ks YouTube: Juntos KS Página web: http://juntosks.org Suscríbete en cualquiera de nuestras plataformas de Podcast: Podbean, Spotify, Amazon Music y Apple Podcast Juntos Radio Centro JUNTOS 4125 Rainbow Blvd. M.S. 1076, Kansas City, KS 66160 Este programa es únicamente con fines educativos. Para recibir un diagnóstico o tratamiento, consulte a su médico. La información proporcionada por el invitado es responsabilidad de este. No tenemos los derechos de autor de la música que aparece en este video. Todos los derechos de la música pertenecen a sus respectivos creadores.
El Premio Fundación BBVA Fronteras del Conocimiento en Ciencias Sociales ha sido concedido en su XVIII edición al Instituto de Investigación Social de la Universidad de Míchigan y al Centro Nacional de Opinión Pública de la Universidad de Chicago, por “sus contribuciones a la medición objetiva y continuada de la opinión pública y la vida social”, según recoge el acta. El jurado les reconoce haber creado “una fuente fiable e inigualable para científicos sociales, responsables de políticas públicas y periodistas” a través de las largas series de datos construidos a lo largo de ocho décadas de investigación
Na primeira edição deste boletim você confere:- Governo do Irã afirma que acordo de paz com os Estados Unidos “nunca esteve tão próximo”; - Justiça da Itália pública decisão que anulou a extradição de Zambelli; - Governo cria Centro Nacional de Monitorização de Medicamentos. O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Thales Faria e Maria Eduarda Palermo, do curso de Jornalismo.Escute agora!
Pensar o amanhã possível exige a coragem de nomear o presente pelo que ele é. A professora Edna Castro passou as últimas décadas provando que as respostas para adiar o fim do mundo não virão dos mercados de carbono, mas das racionalidades milenares que o poder colonial tentou apagar. No quinto episódio da série Utopias Amazônicas: Conversas com os Autores, o LatitudeCast recebe a socióloga Edna Castro, professora emérita da Universidade Federal do Pará (UFPA), doutora pela Escola de Altos Estudos de Ciências Sociais em Paris, com pós-doutorado no Centro Nacional da Pesquisa Científica (CNRS). No livro Utopias Amazônicas, a professora assina o artigo “Utopias Amazônicas: para ser possível amanhã”, um ensaio contundente que desconstrói as narrativas sedutoras do capitalismo verde para propor outras formas de imaginar o futuro a partir do chão da floresta. Conversamos sobre as temporalidades em disputa, o avanço do neoextrativismo 4.0, a captura mercadológica da bioeconomia de escala e a urgência de uma ciência pública e política capaz de decodificar o poder pós-COP30. Utopia não é o lugar que não existe. É o lugar que o poder colonial tentou apagar, e que os povos da Amazônia, em sua tecelagem milenar de reexistências, nunca deixaram de habitar.
Menos de dois anos depois da última ocorrência do fenômeno meteorológico El Niño, que contribuiu para as enchentes históricas no Rio Grande do Sul de 2024 e as secas inéditas na Amazônia, o Brasil progrediu no combate a desastres, mas não aprendeu as lições para avançar na resiliência climática. Os impactos de mais um El Niño devem começar a aparecer no país no segundo semestre, estendendo-se até 2027. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A configuração do fenômeno já está instalada nas águas do oceano Pacífico, salienta o doutor em meteorologia José Marengo, membro do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU) e coordenador-geral de pesquisas do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). “Você vê o padrão de aquecimento no Pacífico Tropical, e está claro. O que nós não sabemos ainda é a intensidade”, frisa. “Estamos em início de junho, e fazer uma previsão em junho para um fenômeno cujo pico de intensidade seria mais ou menos novembro, é muito cedo.” Uma das interpretações dos modelos climáticos aponta para um aquecimento de 4°C das águas do Pacífico Central, o que seria um El Niño "super forte". A grande preocupação agora é se 2026 vai bater novamente os recordes globais de altas temperaturas, como tem ocorrido desde 2023. Os efeitos do fenômeno, que se repete no planeta há milhares de anos, são potencializados pelas mudanças do clima. Foi assim que, em 2024, o ano mais quente registrado na história até o momento, a ocorrência do El Niño impulsionou catástrofes climáticas ao redor do mundo. 'El Niño Godzilla' Mas apesar das perspectivas preocupantes, o coordenador do Cemaden rejeita os discursos alarmantes sobre o tema que, segundo ele, contribuem para desacreditar a ciência. “Você escuta na internet os influencers e qualquer pessoa falando sobre ‘El Niño Godzilla', ‘Super El Niño', fazem shows com nuvens caindo e o capeta aparecendo. Nós, cientistas, tentamos participar em todo tipo de debate possível, para convencer a população de que realmente é um fenômeno, mas que não é o fim do mundo”, afirma. Segundo ele, o discurso alarmista sobre o tema pode gerar o efeito contrário do desejado: o de imobilismo dos gestores. “Depende de nosso papel, como seres humanos, para poder enfrentar. Uma das coisas importantes é a percepção de risco de desastre. Não adianta ter os melhores modelos, os melhores supercomputadores, se as pessoas ainda não entendem a mensagem final”, argumenta Marengo. A memória dos recentes desastres no Brasil aumentou a tomada de consciência de governantes, comunidades e populações, principalmente nos estados mais afetados há dois anos. O Rio Grande do Sul acelera a conclusão de obras para combater novas enchentes, e a vizinha Santa Catarina está em alerta climático. Uma série de medidas para enfrentar incêndios florestais estão previstas pelos governos federal e estaduais no centro e norte do país, mas também no Sudeste, onde o maior problema tende a ser as altas temperaturas. Vulnerabilidade continua Entretanto, de forma geral pelo país, Marengo constata que pouco foi feito contra a vulnerabilidade das populações, que determina qual será a proporção de uma tragédia. É também o que afirma a professora de Urbanismo Maria Fernanda Lemos, da PUC-Rio. Membro do IPCC, ela coordenou um capítulo do último relatório do painel da ONU sobre as cidades. “Não adianta eu só focar num problema de drenagem para diminuir o impacto de chuvas intensas se eu não resolver o fato de que as pessoas moram em situações precárias”, ressalta Lemos. “Eu vou atuar sobre aquele alagamento específico naquele lugar, mas outras situações iguais vão se reproduzir pelo território todo, porque as pessoas continuam vulneráveis: continuam tendo que morar em áreas de risco, de maneira informal, sem acesso à tecnologia, à informação”, acrescenta. É por isso que, apesar de avanços importantes, como a adoção do Plano Clima de Mitigação e Adaptação, o Brasil “não aprendeu as lições” da última passagem do El Niño, avalia a especialista. A professora não vê ações transformativas à altura dos desafios, ou seja, que ajudem a diminuir a exposição das pessoas aos riscos climáticos. Maria Fernanda Lemos menciona a redução da precariedade e das desigualdades como um pilar fundamental da adaptação, assim como a educação ambiental e a inclusão das populações na tomada de decisões. “O que há de pior é que a gente continua fazendo cidade, infraestrutura, habitação e saneamento da mesma forma que a gente sempre fez, que não é resiliente, não é adaptado ao clima. E aí só gera mais vulnerabilidade ainda para esses ambientes, que já são muito ameaçados”, lamenta. “Não tem uma visão abrangente do problema. Só no longo prazo é possível fazer uma adaptação que vai ter resultados de fato concretos”, aponta. Para ouvir a entrevista completa, clique no podcast, acima.
Reisen Reisen - Der Podcast mit Jochen Schliemann und Michael Dietz
Es ist kurz vor Mitternacht. Eine nackte Glühbirne schaukelt im Atlantikwind. Vor Michi auf dem Bürgersteig spielen vier Jungs - Gitarre, Bass, Trommel, Sänger, vielleicht 22 Jahre alt, eine Stimme wie Frank Ocean. Seit einer Stunde kennt er keinen einzigen Song. Dann macht der Drummer einen Auftakt. Drei Akkorde. Bob Marley - Is this Love!? Und plötzlich ist die Straße voll.So fühlt sich Mindelo an.Die dritte Kapverden-Folge ist anders. Kein Wandern, keine Steilküste, keine Vulkankrater. São Vicente ist das genaue Gegenteil von Santo Antão - trocken, kompakt, urban. Und in Mindelo, der kleinen Hafenstadt, die mal als Kohletankstelle des Atlantiks die Welt versorgte, steckt so viel Musik und Geschichte, dass Michi kaum weiß, wo er anfangen soll.Der Flughafen trägt den Namen einer Sängerin, die barfuß auf Bühnen der Welt stand. Cesária Évora. Im Café Mindelo weht abends der Atlantik durch 20 offene Fenster und eine 18-jährige Gitarristin spielt Intoxication vom Kölner Reggae-Star Gentleman, den Michi persönlich kennt.Und wer einen Tag übrig hat, mietet sich ein kleines Auto und fährt einmal um die ganze Insel. Es dauert keine zwei Stunden. Dafürn gibt es den schönsten einsamen Strand der Kapverdischen Inseln. —
A ARCOlisboa, uma retrospetiva do impulsionador da Pop Art Jasper Johns no Museu Guggenheim em Bilbao, a Feira do Livro de Lisboa, com a sugestão de uma biografia sobre o monarca D. João VI, e muita música para ouvir este sábado nos Jardins da Torre de Belém e na Casa Capitão são as propostas do cartaz do Ensaio Geral, onde também escutamos os destaques de Guilherme d'Oliveira Martins, do Centro Nacional de Cultura (CNC).
Construção de unidade de biossegurança máxima, em Campinas, prepara país para realizar pesquisas com vírus altamente perigosos, como ebola; projeto do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais prevê integração com acelerador de partículas, gerando capacidade única no mundo para compreender evolução de doenças.
El PSPV ha celebrado en València su Comité Nacional, donde Diana Morant ha pedido “abrir el partido para ganar” y ha anunciado primarias abiertas para elegir las candidaturas autonómicas y municipales de 2027, en las que podrán participar militantes y ciudadanos no afiliados. Morant ha llamado a construir una alternativa de gobierno frente al Consell del PP, ha defendido un proyecto con contacto social en todas las comarcas y ha reiterado reivindicaciones como la reforma de la financiación autonómica, la quita de la deuda y el derecho civil valenciano.En Alicante, el Centro Nacional de Microbiología estudia la muestra de una mujer que coincidió en un avión con una pasajera infectada por hantavirus, que finalmente falleció. Sanidad mantiene que el riesgo es bajo y que la paciente, de 32 años, está estable, aunque presenta tos. Los resultados de la primera PCR se conocerán en las próximas horas y, si diera positivo, sería trasladada al hospital La Fe de València.Compromís ha registrado una nueva propuesta de comisión de investigación sobre la gestión de la DANA de octubre de 2024 tras el cierre de la actual sin citar a responsables clave. En educación, la consellera Carmen Ortí ha defendido el aumento de plantillas ante la huelga indefinida de profesores, cifrando en 8.000 los nuevos docentes en dos años. En economía, el sector turístico y los transportistas valencianos muestran preocupación por el impacto de la guerra en Oriente Próximo en los precios de la energía y el combustible, y reclaman más ayudas.
La obesidad se ha convertido en un problema de salud mundial, que eleva el riesgo de padecer patologías como el cáncer o la diabetes y enfermedades del corazón. Pero el problema no es tanto la cantidad de grasa corporal sino su calidad y buen funcionamiento. El Centro Nacional de Investigaciones Oncológicas (CNIO) lidera el proyecto ADIPOHealth para descifrar cómo la grasa controla la salud de nuestro cuerpo. Hemos entrevistado a Guadalupe Sabio, líder de este proyecto que ha recibido una prestigiosa ayuda Synergy del Consejo Europeo de Investigación, dotada con 10 millones de euros. Los asteroides son restos rocosos y metálicos de la formación del sistema solar hace unos 4.500 millones de años, con materiales primigenios que no llegaron a formar planetas. Con Carlos Briones hemos hablado de los azúcares esenciales para la vida encontrados en las muestras traídas a la tierra del asteroide Bennu. Con Jesús Martínez Frías hemos comentado un interesante hallazgo arqueológico en el Reino Unido: la evidencia más antigua (400.000 años) del uso de pirita para encender el fuego. Con Fernando Blasco hemos hablado de un problema matemático que ha tenido que esperar varios miles de años hasta encontrar la solución: el número máximo de puntos racionales que puede tener una curva. Un problema relacionado con la criptografía moderna. Pilar Quijada nos ha informado del hallazgo de una molécula que protege el páncreas de la toxicidad asociada a la diabetes. Ya ha iniciado pruebas en modelos animales, cuenta con una patente internacional y hasta con una spin-off para su desarrollo. Con testimonios de Mariano Carrión, investigador del Centro de Neurociencias Cajal. Hemos informado del fallecimiento del biólogo y empresario estadounidense John Craig Venter, uno de los padres del genoma humano, pionero de la biología sintética con la creación de la primera célula bacteriana autorreplicante controlada por un genoma sintetizado químicamente, y del uso de la metagenómica en el muestreo de la vida microbiana oceánica. También hemos contado la concesión del Premio Fundación BBVA Fronteras del Conocimiento en Ciencias Sociales al Instituto de Investigación Social de la Universidad de Míchigan y al Centro Nacional de Opinión Pública de la Universidad de Chicago, por “sus contribuciones a la medición objetiva y continuada de la opinión pública y la vida social”.Escuchar audio
La presidenta Claudia Sheinbaum concluyó su gira en España con una visita al Centro Nacional de Supercomputación en Barcelona, donde avanza la colaboración para desarrollar “Coatlicue”, la supercomputadora más poderosa de América Latina. ¿Cómo impactará este proyecto en la inteligencia artificial en México? En otro tema, los organismos electorales locales enfrentan crisis financiera pese a manejar más de 13 mil millones de pesos, ¿qué estados están en riesgo? Además, fuerzas federales detuvieron en Sinaloa a presuntos integrantes de “Los Chapitos”, grupo vinculado a Joaquín "El Chapo" Guzmán. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
La presidenta Sheinbaum visitó el Centro Nacional de Supercomputación, en Barcelona, España UNAM llama a la paz ante conflicto en Medio OrienteTrump acusa a Irán de romper tregua en OrmuzMás información en nuestro podcast#grc
La contaminación derivada de los explosivos es un problema silencioso, pero persistente. Más allá de las imágenes espectaculares de una detonación, lo que queda en el terreno puede ser incluso más preocupante: compuestos químicos estables, tóxicos y difíciles de eliminar. Entre ellos destaca el 2,4-dinitrotolueno (DNT), un residuo asociado a la fabricación y uso de materiales explosivos como el TNT. El investigador del Centro Nacional de Biotecnología (CNB-CSIC) David Rodríguez-Espeso explica cómo su equipo ha desarrollado una estrategia innovadora: “enseñar” a la bacteria Pseudomonas putida a utilizar el DNT como alimento y degradarlo. El objetivo era ambicioso: transformar un contaminante persistente en una fuente de energía para un organismo vivo.
La contaminación derivada de los explosivos es un problema silencioso, pero persistente. Más allá de las imágenes espectaculares de una detonación, lo que queda en el terreno puede ser incluso más preocupante: compuestos químicos estables, tóxicos y difíciles de eliminar. Entre ellos destaca el 2,4-dinitrotolueno (DNT), un residuo asociado a la fabricación y uso de materiales explosivos como el TNT. El investigador del Centro Nacional de Biotecnología (CNB-CSIC) David Rodríguez-Espeso explica cómo su equipo ha desarrollado una estrategia innovadora: “enseñar” a la bacteria Pseudomonas putida a utilizar el DNT como alimento y degradarlo. El objetivo era ambicioso: transformar un contaminante persistente en una fuente de energía para un organismo vivo.
Entrevista con María Gaitán Valencia, directora del Centro Nacional de Memoria Histórica de Colombia by LA PATRIA
En Capital Intereconomía, en Los Desayunos de Capital, hemos reflexionado sobre el poder de la información en la era digital junto a Ángel Gómez de Ágreda, autor de “Un mundo falaz”. Una conversación que nos invita a cuestionar hasta qué punto nuestra percepción de la realidad está condicionada por la tecnología, la desinformación y los intereses geopolíticos. En un contexto donde los datos se han convertido en un activo estratégico, el equilibrio entre libertad de expresión y control de la información emerge como uno de los grandes debates de nuestro tiempo. Después, en H2 Intereconomía, el foco se ha trasladado al futuro energético con Emilio Nieto, director del Centro Nacional del Hidrógeno, quien ha hecho balance del impulso que está viviendo el sector en España. Con más de 6,2 millones de euros movilizados en proyectos de I+D+i durante 2025, el hidrógeno se consolida como una pieza clave en la transición energética y en el desarrollo industrial, con capacidad para generar innovación, empleo y autonomía energética. La segunda entrevista nos ha llevado al terreno más aplicado de esta tecnología con Javier Galeano, director de Estrategia de Évolution Synergétique, que ha presentado el H2 Tractor, un proyecto que demuestra cómo el hidrógeno empieza a aterrizar en sectores tradicionales. Este tractor impulsado por hidrógeno, que se probará en el Puerto de Algeciras tras su homologación, es un ejemplo claro de cómo la innovación energética se traduce en soluciones reales para la descarbonización.
En Capital Intereconomía, en Los Desayunos de Capital, hemos reflexionado sobre el poder de la información en la era digital junto a Ángel Gómez de Ágreda, autor de “Un mundo falaz”. Una conversación que nos invita a cuestionar hasta qué punto nuestra percepción de la realidad está condicionada por la tecnología, la desinformación y los intereses geopolíticos. En un contexto donde los datos se han convertido en un activo estratégico, el equilibrio entre libertad de expresión y control de la información emerge como uno de los grandes debates de nuestro tiempo. Después, en H2 Intereconomía, el foco se ha trasladado al futuro energético con Emilio Nieto, director del Centro Nacional del Hidrógeno, quien ha hecho balance del impulso que está viviendo el sector en España. Con más de 6,2 millones de euros movilizados en proyectos de I+D+i durante 2025, el hidrógeno se consolida como una pieza clave en la transición energética y en el desarrollo industrial, con capacidad para generar innovación, empleo y autonomía energética. La segunda entrevista nos ha llevado al terreno más aplicado de esta tecnología con Javier Galeano, director de Estrategia de Évolution Synergétique, que ha presentado el H2 Tractor, un proyecto que demuestra cómo el hidrógeno empieza a aterrizar en sectores tradicionales. Este tractor impulsado por hidrógeno, que se probará en el Puerto de Algeciras tras su homologación, es un ejemplo claro de cómo la innovación energética se traduce en soluciones reales para la descarbonización.
Envíame un mensajeRenuncia el director de contra el terrorismo de la Administración Trump porque no está de acuerdo con la Guerra en Irán. No te pierdas el programa.Peregrinación a España y PortugalDel 9 al 21 de noviembre de 2026, te invitamos a una profunda peregrinación a España y Portugal.Disclaimer: This post contains affiliate links. If you make a purchase, I may receive a commission at no extra cost to you.Support the showYouTubeFacebookTelegramInstagramTik TokTwitter
En Capital Intereconomía, en Los Desayunos de Capital, hemos reflexionado sobre el poder de la información en la era digital junto a Ángel Gómez de Ágreda, autor de “Un mundo falaz”. Una conversación que nos invita a cuestionar hasta qué punto nuestra percepción de la realidad está condicionada por la tecnología, la desinformación y los intereses geopolíticos. En un contexto donde los datos se han convertido en un activo estratégico, el equilibrio entre libertad de expresión y control de la información emerge como uno de los grandes debates de nuestro tiempo. Después, en H2 Intereconomía, el foco se ha trasladado al futuro energético con Emilio Nieto, director del Centro Nacional del Hidrógeno, quien ha hecho balance del impulso que está viviendo el sector en España. Con más de 6,2 millones de euros movilizados en proyectos de I+D+i durante 2025, el hidrógeno se consolida como una pieza clave en la transición energética y en el desarrollo industrial, con capacidad para generar innovación, empleo y autonomía energética. La segunda entrevista nos ha llevado al terreno más aplicado de esta tecnología con Javier Galeano, director de Estrategia de Évolution Synergétique, que ha presentado el H2 Tractor, un proyecto que demuestra cómo el hidrógeno empieza a aterrizar en sectores tradicionales. Este tractor impulsado por hidrógeno, que se probará en el Puerto de Algeciras tras su homologación, es un ejemplo claro de cómo la innovación energética se traduce en soluciones reales para la descarbonización.
Dos decretos assinados pelo presidente Lula, um regulamenta a lei aprovada, outro cria o Centro Nacional de Proteção à Criança e ao Adolescente, ligado à Polícia Federal, para receber e centralizar denúncias; e o terceiro estrutura a Agência Nacional de Proteção de Dados, responsável pela fiscalização.Sonoras:
Convidado: Demétrio Magnoli, comentarista da GloboNews e colunista dos jornais O Globo e Folha de S.Paulo. Ali Larijani, o líder efetivo do regime iraniano desde o início da guerra, foi alvo de um bombardeio aéreo israelense na madrugada desta terça-feira (17). Além dele, morreu também Gholamreza Soleimani, chefe da Basij, uma milícia paramilitar e voluntária da Guarda Revolucionária do Irã. A morte de Larijani é a maior baixa do regime dos aiatolás desde o primeiro dia de ataques israelenses e americanos ao Irã, quando o líder supremo do país, Ali Khamenei, foi assassinado. Larijani era o chefe do Conselho de Segurança, o cérebro por trás das estratégias de defesa e da política nuclear do país e o mais influente canal diplomático do governo com o Ocidente. Para explicar quem era Larijani e as consequências da morte dele para o regime e para o futuro da guerra, Natuza Nery conversa com Demétrio Magnoli, comentarista da GloboNews e colunista dos jornais O Globo e Folha de S.Paulo. Demétrio também avalia o risco de uma incursão terrestre no Irã e analisa os objetivos militares de Israel e dos Estados Unidos – onde o diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo se demitiu nesta terça.
Donald Trump, aseguró que Estados Unidos no necesita ni desea apoyo de la OTAN para abrir el estrecho de Ormuz, a pesar de que hace tan solo unos días había presionado para formar una coalición internacional. Joe Kent, el ahora exdirector del Centro Nacional de Contraterrorismo de Estados Unidos, renunció a su cargo luego de pronunciarse en contra de la guerra con Irán. La selección irnaní está negociando con la FIFA para no jugar sus partidos del Mundial 2026 en Estados Unidos.No hay plazo que no se cumpla y ayer Claudia Sheinbaum presentó su Plan B a la reforma electoral. ¿Qué debes saber? La propuesta busca reducir el gasto en instituciones y partidos políticos, aumentar la fiscalización de recursos e incentivar la participación ciudadana.Las labores de limpieza por el derrame de hidrocarburos en el Golfo de México ya tienen un avance del 85%. Las autoridades mexicanas confirmaron que han recolectado 91 toneladas de residuos con hidrocarburo en Veracruz y Tabasco. Y para el vaso medio lleno… En Ecatepec, un grupo de mujeres está demostrando que la paz también se construye desde casa. A través del programa “Semilleros de Cuidados”, impulsado por la organización Paz Cívica, cuidadoras han encontrado herramientas para practicar una crianza sin violencia y también para cuidarse a ellas mismas. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
¿Quién es Joseph Kent? El director del Centro Nacional Antiterrorista de Estados Unidos que presentó su carta de renuncia al presidente Donald Trump by En Perspectiva
El ahora ex director del Centro Nacional contra el Terrorismo asegura que Irán no representaba ninguna amenaza para EE.UU. y que esta guerra fue por presión de Israel.
Arturo Angel, colaborador de W Radio en Nueva York
Xavier Vidal-Folch reflexiona sobre cómo Trump está agotando sus excusas para la guerra con Irán tras la dimisión del director del Centro Nacional de Contraterrorismo
Las noticias que debes conocer esta tarde, con Aimar Bretos
En Capital Intereconomía, en Los Desayunos de Capital, hablamos con Kevin Obregón, founder & CMO de Kymi, para analizar el atractivo de esta solución desde el punto de vista del inversor en el sector agritech. Abordamos dónde está la escalabilidad real en un sector tradicionalmente fragmentado como el agrícola, cuál es el retorno económico tangible de este tipo de tecnología y si Kymi debe entenderse como una compañía de datos, inteligencia artificial o servicios agrícolas. También analizamos qué riesgos estructurales reduce su propuesta y cuál sería su tesis de inversión, en un entorno donde el capital busca modelos eficientes, escalables y con generación de valor clara. En H2 Intereconomía hablamos con Emilio Nieto, director del Centro Nacional del Hidrógeno (CNH2), sobre el balance de actividad del organismo, que ha movilizado más de 6,2 millones de euros en 27 proyectos de I+D+i durante 2025. Analizamos el papel del hidrógeno como vector clave en la transición energética y su impacto en el desarrollo industrial de España. También contamos con Javier Galeano, director de Estrategia de Évolution Synergétique (EVO), para conocer el desarrollo del tractor de hidrógeno H2, que será probado en abril en el Puerto de Algeciras tras completar su homologación, un avance relevante en la aplicación del hidrógeno en maquinaria pesada.
La investigación de enfermedades está condicionada, entre otros aspectos, por el origen social o el país de residencia. Y parece estar concentrada en Europa y Norteamérica, en los llamados "países occidentales". Sin embargo, en el sur global, es decir, en África, en el Sudeste Asiático o en América Latina ocurre lo contrario. Sin embargo, hay estudios que tratan de contrarrestar esta realidad como el que ha publicado la Universidad Autónoma de México (UNAM) con participación del Centro Nacional de Investigaciones Oncológicas (CNIO). Hablamos con Carla Daniela Robles Espinoza, autora principal del estudio sobre el melanoma acral. De la actualidad seguimos el balance final del gobierno de Gabriel Boric en Chile antes del traspaso de poderes con el nuevo presidente José Antonio Kast. Conocemos un informe que apunta crímenes de Lesa Humanidad en El Salvador y nos detenemos en Argentina donde se han identificado nuevas víctimas de la última dictadura militar. Además, despedimos al referente peruano de las letras Bryce Echenique y terminamos con la música del panameño Rubén Blades. Escuchar audio
Este martes la presidenta Claudia Sheinbaum dará una revisión final a la iniciativa de Reforma Electoral Aseguran casi una tonelada y media de cigarros de procedencia ilícita en el AICMEU anunció el cierre de sus embajadas en Kuwait y Arabia SauditaMás información en nuestro podcast
Confira no Morning Show desta sexta-feira (27): Em meio à crescente pressão dos bastidores para que haja um engajamento maior na corrida presidencial, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o senador Flávio Bolsonaro se reuniram para alinhar os ponteiros.O resultado do encontro foi selado nas redes sociais. Flávio publicou uma foto ao lado do governador paulista com uma mensagem de otimismo para o eleitorado de direita. Na publicação, o senador afirmou que os dois "vão fazer história juntos" na construção do que chamou de "Projeto Brasil", com o objetivo de devolver a esperança e recolocar o país no caminho da prosperidade. Os bastidores de Brasília voltaram a ferver durante a mais recente sessão da CPMI do INSS, que terminou marcada por um clima de extrema tensão e por uma dura derrota para o Palácio do Planalto. Intensificando a sua ofensiva, a oposição conseguiu aprovar a quebra dos sigilos fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. O programa Morning Show analisa os desdobramentos da tumultuada sessão da CPMI do INSS. A comentarista Jess Peixoto desconstruiu a narrativa propagada pela base aliada e por parlamentares de esquerda, que alegavam que a votação (que aprovou quebras de sigilo em desfavor do governo) seria inválida devido a um suposto erro de contagem. Para entender como a chamada "farra dos penduricalhos" se sustenta na prática é preciso olhar com atenção para a forma como a folha de pagamento dos magistrados é preenchida.Um levantamento recente, realizado pelo portal G1, escancarou o tamanho dessa manobra: foram contabilizados pelo menos 37 termos diferentes utilizados nas folhas salariais com o único propósito de justificar o pagamento dessas regalias e benefícios extras aos juízes. O Congresso nacional enfrenta um dia decisivo e de muita agitação na capital Buenos Aires, marcado pela votação de projetos legislativos altamente polêmicos e pela ameaça iminente de protestos populares nas ruas. O principal destaque da pauta no Senado é o debate sobre o novo regime penal para adolescentes. O projeto estabelece a redução da maioridade penal no país de 16 para 14 anos. O novo filme "Bugonia" promete dar o que fala. A produção explora um universo marcado por teorias da conspiração, negacionismo, os limites do capitalismo e a guerra de classes. Para entender melhor como todos esses assuntos pesados se conectam na tela e como foi o processo de criação dessa obra, Miriam Spritzer bateu um papo exclusivo com o elenco do longa. Um novo e preocupante levantamento divulgado pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) acende um sinal vermelho para o estado de Minas Gerais em períodos de fortes chuvas. Os dados mostram a dimensão da vulnerabilidade do estado diante das mudanças climáticas e da topografia da região: dos 853 municípios mineiros, mais de 300 são classificados como suscetíveis a graves ocorrências, como deslizamentos de terra, enxurradas e inundações. Quem resolveu usar a sua visibilidade nas redes sociais para falar abertamente sobre o tema foi o ator Sérgio Marone. Com uma carreira estabilizada, sucesso financeiro e sendo considerado pelo público como um dos homens mais bonitos do Brasil, o galã sofre constantemente com a pressão e os questionamentos sobre não estar em um relacionamento sério. A psicóloga Carla Zeglio comentou a situação. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
El último día de febrero es el Día Mundial de las Enfermedades Raras: un día raro para hablar de algo no tan raro: estas casi 7000 enfermedades que afectan a 300 millones de pacientes en el mundo, tres de ellos en España. La mayoría no tienen cura y solo un 5% cuenta tratamiento, por eso, LA INVESTIGACIÓN es la principal esperanza y las asociaciones son vitales. Un documental sonoro de Irene Valiente en el que hablamos con pacientes, familias, asociaciones e investigadoras: conocemos a Vicky Bendito, periodista y activista por los derechos de las personas con discapacidad y enfermedades raras; Daniel de Vicente, miembro de la junta directiva de la Federación Española de Enfermedades Raras y presidente de la Asociación ASMD; a Laura Moreno, madre de Aaron y Nerea, dos adolescentes con una enfermedad genética, rara y neurodegenerativa, a Álvaro Gómez, y su sobrino Guille, ambos afectados por la enfermedad de Charcot Marie-Tooth y Victoria Ropero, madre de Leo, diagnosticado con el Síndrome de Leigh. Y hablamos con los investigadores Lluis Montoliu, del Centro Nacional de Biotecnología del CSIC y la neuróloga Elena Muiño. Más información aquí: https://www.eldiario.es/132_c6acad Haz posible Carne Cruda: http://bit.ly/ProduceCC
Latam-GPT es un modelo de inteligencia artificial impulsado desde Chile para entrenar aplicaciones con datos de América Latina, reducir sesgos y ofrecer una representación más fiel de la región en un sector dominado por desarrollos estadounidenses.A LATAM GPT están actualmente vinculados 16 países, entre ellos Uruguay, Brasil, Colombia, México, Perú, Ecuador y Argentina. Aunque su nombre nos remite a un chat interactivo, LATAM GPT es una gran base de datos que fue entrenada con información de América Latina y que permitirá el desarrollo de aplicaciones tecnológicas. La iniciativa ha sido impulsada por el Centro Nacional de Inteligencia Artificial de Chile (Cenia), una corporación privada con financiamiento público. Además, ha contado con el apoyo de universidades, fundaciones, bibliotecas, entidades gubernamentales y organizaciones de la sociedad civil de países como Chile, Uruguay, Brasil, Colombia, México, Perú, Ecuador y Argentina. RFI ha podido entrevistar al Ministro de Ciencia y Tecnología de Chile, Aldo Valle Acevedo, explicó por qué es necesario este modelo de inteligencia artificial en la región. "Era necesario por razón de una soberanía tecnológica para nuestros países, para nuestra cultura, para nuestra identidad, para nuestras lenguas, porque en este caso hablamos también del portugués, sabemos que las tecnologías de la información, la inteligencia artificial, representan también una amenaza si no incorporamos nuestro propio lenguaje, la cultura, el pasado de nuestros países, pero si no hacemos el esfuerzo nosotros por razón de una soberanía tecnológica, lo que está en riesgo es mucho más. Por efecto de las tecnologías, se va produciendo una cierta enajenación, que es la pérdida finalmente de la propia cultura y de la propia identidad, y por eso empleo la palabra enajenación. Entonces se trata de un proyecto articulador de capacidades, porque solos no lo podemos hacer" ha afirmado Valle Acevedo al micrófono de nuestro compañero Carlos Pizarro. A LATAM GPT están actualmente vinculados 16 países, entre ellos Uruguay, Brasil, Colombia, México, Perú, Ecuador y Argentina. "No es para la competencia entre los países, es para la cooperación" ha sentenciado el ministro Valle Acevedo en RFI añadiendo que, aparte de los siete países adheridos al proyecto, "otros han firmado memorándum, porque también es necesario aclarar aquí, la verdad es que ya están trabajando instituciones de 16 países. No tiene un costo comercial, no llegamos todavía al nivel de la aplicación a la que puede acceder cualquier persona, pero en esta primera etapa, digamos, está disponible para las instituciones, para el Estado, En el estado vemos una gran oportunidad para mejorar las capacidades de respuesta del estado en todas sus prestaciones y esto bien tiene una urgencia, atendido a la velocidad con que esta tecnología se expande e inunda nuestro planeta". Latam GPT es un bien público con la participación de sectores gubernamentales y privados, entre ellos el Banco de Desarrollo de América Latina y el Caribe, y también Amazon Web Service, que contribuye con infraestructu
Hace más de diez años, las autoridades sanitarias certificaron que el sarampión había desaparecido en España, sin embargo, en los últimos meses se han producido nuevos casos que han despertado las alarmas. Sobre este resurgir -en el que también aparecen los ínclitos antivacunas- del sarampión hablamos con la investigadora Noemí López Perea, del Centro Nacional de Epidemiología.
La vacuna del sarampión existe desde los años 60. Y su eficacia está más que demostrada, ha salvado millones de vidas en todo el mundo. En España se administra de forma generalizada desde los 80. En 2017, la Organización Mundial de la Salud, a través de su Comité Regional Europeo, nos acreditó como país “libre de sarampión”, después de comprobar que el virus no había circulado de forma sostenida durante tres años. Pero esa acreditación, que se va renovando, la acabamos de perder. Los casos han subido de alrededor de una decena en 2023, a cerca de 400 en 2025, con datos preliminares. Eso a pesar de que la cobertura vacunal sigue siendo muy alta, y de hecho está muy cerca de las cotas que se consideran necesarias para contener la enfermedad. Pero los virus no entienden de fronteras, y en la Unión Europa, entre 2023 y 2024, el sarampión también aumentó: las tasas se multiplicaron casi por 10. Para entender qué ha pasado, qué ha podido fallar y a qué nos enfrentamos, entrevistamos a Noemí López Perea, investigadora en enfermedades inmunoprevenibles en el Centro Nacional de Epidemiología. CRÉDITOS Realiza: Belén Remacha Presenta: Ana Fuentes Diseño de sonido: Nacho Taboada Dirección: Ana Alonso Coordinación: José Juan Morales Sintonía: Jorge Magaz Si tienes quejas, dudas o sugerencias, escribe a defensora@elpais.es o manda un audio a +34 649362138 (no atiende llamadas).