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durée : 01:58:42 - Concertos déconcertants - par : Christian Merlin - Point commun entre le Double Concerto de Brahms, le Triple de Beethoven, les Brandebourgeois de Bach, le Don Quichotte de Strauss, la Rhapsodie sur un thème de Paganini de Rachmaninov ? Ce sont des concertos atypiques qui dévient par rapport à la norme. Laissons-nous déconcerter ! - réalisé par : Marie Grout Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:28:40 - Concertos déconcertants (4/4) - par : Christian Merlin - Point commun entre le Double Concerto de Brahms, le Triple de Beethoven, les Brandebourgeois de Bach, le Don Quichotte de Strauss, la Rhapsodie sur un thème de Paganini de Rachmaninov ? Ce sont des concertos atypiques qui dévient par rapport à la norme. Laissons-nous déconcerter ! - réalisé par : Marie Grout Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:28:34 - Concertos déconcertants (3/4) - par : Christian Merlin - Point commun entre le Double Concerto de Brahms, le Triple de Beethoven, les Brandebourgeois de Bach, le Don Quichotte de Strauss, la Rhapsodie sur un thème de Paganini de Rachmaninov ? Ce sont des concertos atypiques qui dévient par rapport à la norme. Laissons-nous déconcerter ! - réalisé par : Marie Grout Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:15:52 - Schumann & Mendelssohn : Violin Concertos - Albrecht Menzel - Après son premier album "Thoughts", le jeune violoniste allemand Albrecht Menzel interprète deux concertos pour violon de Mendelssohn et Schumann aux tons résolument opposés. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
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durée : 00:28:46 - Concertos déconcertants (2/4) - par : Christian Merlin - Point commun entre le Double Concerto de Brahms, le Triple de Beethoven, les Brandebourgeois de Bach, le Don Quichotte de Strauss, la Rhapsodie sur un thème de Paganini de Rachmaninov ? Ce sont des concertos atypiques qui dévient par rapport à la norme. Laissons-nous déconcerter ! - réalisé par : Marie Grout Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:28:31 - Concertos déconcertants (1/4) - par : Christian Merlin - Point commun entre le Double Concerto de Brahms, le Triple de Beethoven, les Brandebourgeois de Bach, le Don Quichotte de Strauss, la Rhapsodie sur un thème de Paganini de Rachmaninov ? Ce sont des concertos atypiques qui dévient par rapport à la norme. Laissons-nous déconcerter ! - réalisé par : Marie Grout Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:15:44 - Shostakovich, Prokofiev : Violin Concertos - Daniel Matej?a (violin), Prague Radio Symphony Orchestra, Tomáš Netopil - Après avoir remporté l'édition 2022 de l'Eurovision des jeunes musiciens, Daniel Matejca, l'un des violonistes les plus talentueux de ces dernières années, enregistre son premier album chez Supraphon, accompagné de l'Orchestre symphonique de la radio de Prague sous la direction de Tomas Netopil. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:15:44 - Shostakovich, Prokofiev : Violin Concertos - Daniel Matej?a (violin), Prague Radio Symphony Orchestra, Tomáš Netopil - Après avoir remporté l'édition 2022 de l'Eurovision des jeunes musiciens, Daniel Matejca, l'un des violonistes les plus talentueux de ces dernières années, enregistre son premier album chez Supraphon, accompagné de l'Orchestre symphonique de la radio de Prague sous la direction de Tomas Netopil. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:19:49 - Disques de légende du vendredi 19 décembre 2025 - Drôle d'intégrale de ces trois concertos de Bartók, dont le centre n'est pas un soliste, mais un chef : Pierre Boulez. Entre 2001 et 2004, il enregistre ces œuvres avec 3 orchestres et 3 solistes différents. En voici le troisième opus, avec Krystian Zimerman et l'Orchestre symphonique de Chicago. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
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Programação celebra o período do Natal com música, artes cênicas e ações culturais em São Paulo e no interior
Joana Gama é uma das figuras mais singulares da música em Portugal. Pianista e investigadora, construiu ao longo de mais de uma década um percurso onde o piano se cruza com outras artes e onde o tempo, o silêncio e a escuta atenta são matéria central. Em 2025, ano do centenário da morte de Erik Satie, regressa a Le Fils des étoiles, obra rara e pouco tocada, apresentada esta terça-feira, 16 de Dezembro, em Paris, na Casa de Portugal da Cidade Universitária, num formato entre concerto e ritual. A relação com Erik Satie não é recente nem episódica. Desde 2010, que Joana Gama se dedica à sua obra, num trabalho de divulgação que inclui recitais comentados, álbuns discográficos e performances de longa duração. A pianista recorda que Le Fils des étoiles “é um dos grandes mistérios de Satie”, uma obra escrita para o teatro de Joséphin Péladan, num contexto ligado à Ordem Rosa-Cruz, onde “os prelúdios são conhecidos, mas os actos ficaram inacabados, sobrevivendo em manuscritos fragmentários”. Essa incompletude contribui, diz, para a profundidade e para o carácter imóvel e místico da peça. Para Joana Gama, trata-se de uma música que exige outra forma de ouvir. “Não é fogo-de-artifício nem virtuosismo exibido; é o oposto”, sublinha, acrescentando que esta obra pede “concentração absoluta e presença no momento”. A própria estrutura, labiríntica, com materiais que reaparecem em diferentes actos, obriga a intérprete a uma atenção rigorosa: “os mesmos elementos levam-nos por caminhos diferentes”. O contexto simbólico da obra continua a informar a interpretação contemporânea. Joana Gama explica que conhecer a vida, os escritos e as relações do compositor francês Erik Satie “alimenta inevitavelmente a música”. O universo de Joséphin Péladan, marcado pelo misticismo e pelo ritual, permanece como referência, ainda que a intérprete tenha optado por um concerto-ritual centrado nos elementos naturais. “Tudo o que está em baixo é como o que está em cima”, recorda, evocando a tradição hermética que atravessa a obra. Mais do que um concerto, trata-se de uma performance pensada ao detalhe. “A preparação não é só musical”, afirma Joana Gama. Inclui reflexão sobre o ambiente, a luz, o figurino e a forma de estar em palco. “Tudo faz parte”, diz, criticando uma formação musical que muitas vezes ignora a dimensão cénica. O gesto final, o silêncio depois da última nota, o modo de agradecer, são música também. A escuta, do lado do público, é igualmente convocada. Joana Gama acredita que ouvir ao vivo permite uma experiência mais profunda: “num concerto há imersão, há tempo, não há telemóveis”. Mesmo que a obra cause estranheza a quem espera as Gymnopédies ou as Gnossiennes, essa surpresa faz parte do processo. Questionada sobre o que continua a ser radical em Erik Satie, a pianista aponta a liberdade e a curiosidade do compositor. “Experimentou sem obedecer a regras”, diz, lembrando a atenção obsessiva ao detalhe, a caligrafia cuidada, a relação com outras artes. Apesar de ser frequentemente vista como especialista, recusa o rótulo: “a minha relação com Satie é emotiva; toco as peças que gosto”. Essa relação estende-se à música contemporânea e a compositores como Hans Otte ou Federico Mompou. “Procuro desacelerar o tempo”, afirma, defendendo repertórios que criam espaços de calma num mundo acelerado. “Estar parado e em silêncio é quase revolucionário”, diz, numa época obcecada pela produtividade e pelos números. O trabalho com públicos diversos, incluindo crianças e contextos descentralizados, é outra vertente essencial. Concertos de pequena escala, proximidade e ligação à natureza são, para Joana Gama, formas de resistência e de sentido. “Há muita vida para além das grandes salas”, sublinha. Sem apressar o tempo, olha para 2026 com novos projectos: um álbum com a música de Ivan Vukosavljević, a itinerância de espectáculos "As árvores não têm pernas para andar", "Pássaros e Cogumelos" e "E as flores?" e a possibilidade de um novo projecto multidisciplinar.
O Ensaio Geral desta semana traz-lhe uma entrevista à realizadora Teresa Villaverde sobre o filme sobre os sobreviventes de Pedrogão Grande e mostra-lhe a diferença de idade da Companhia Maior, que estreia no CCB uma nova criação com a autoria de Vitor Hugo Pontes. Temos também o filme “Nuremberga”, que estreia esta semana e tem uma relação interessante com o Museu da Farmácia, ouvimos o cardeal Tolentino Mendonça sobre o seu novo livro e descobrimos onde pode começar a ouvir concertos de Natal. Há ainda sugestões de livros com Guilherme d'Oliveira Martins. Tem 92 anos o artista mais velho que a Companhia Maior leva ao palco do CCB numa nova criação com a autoria de Vitor Hugo Pontes. Este é um dos destaques do Ensaio Geral em que entrevistamos a realizadora Teresa Villaverde sobre o filme sobre os sobreviventes de Pedrogão Grande, descobrimos a relação do filme Nuremberga com o Museu da Farmácia, ouvimos o cardeal Tolentino Mendonça sobre o seu novo livro, e descobrimos onde pode começar a ouvir concertos de Natal. Há mais para descobrir. Fique connosco nos próximos minutos
Jed talks about recordings of Rachmaninov's Four Concertos and Paganini Rhapsody that fall “under the radar" according to him, yet have great value and interest. Here are links to the pianists and their interpretations:Concerto No. 1: Tamas Vasary - https://www.youtube.com/watch?v=GRvbD20edYU&list=PLyrANGPNARULY0PWEc0R3HuZNfRP2oD9L&index=1Concerto No. 2: Julius Katchen - https://www.youtube.com/watch?v=n_Evhp3hO1U&list=PLJhYe4hsVJRdwFJnYM10LPS21E4A21ZVB&index=3Concerto No. 3: Mirka Pokorná - https://www.youtube.com/watch?v=n3wBB_v5fskConcerto No. 4: Idil Biret - https://www.youtube.com/watch?v=d4ya80wfAbgPaganini Rhapsody: Yevgeny Sudbin (live performance) - https://www.youtube.com/watch?v=yxiiWDxo1JQ
“Último Rapper” é o mais recente álbum de Phoenix RDC. O trabalho é um testemunho que é transmitido por quem tem o poder que faz da palavra e do microfone uma arma. Com as colaborações de Wet Bed Gang, Nenny, Regula, Valete, Carlão, Chullage, Sam The Kid, Sir Scratch, Stereossauro, Missy Bity e Tekilla, o álbum “Último Rapper” é o afirmar de um percurso de engajamento de mais de duas décadas no rap feito em Portugal que abraça a dura realidade com a paixão e olhar atento do cronista Phoenix RDC. Último Rapper é um disco de futuro, Phoenix RDC afirma que vai “continuar a politicar até não conseguir mais”. Phoenix RDC: Hoje em dia há mais trap, é tudo mais cantado, com notas, e como não havia muito disso, eu fui resgatar todos aqueles artistas que também me fizeram gostar de rap, visto que eu também tenho uma boa exposição, hoje sou ouvido mesmo até pelos mais jovens, para não deixar morrer o rap. Porque eu acredito que dentro do rap tem muitos subgéneros, só que o rap não pode morrer por existirem outros subgéneros, e o rap também tem que se manter, Este é um álbum de rap numa era trap. Eu vou continuar a politicar até não conseguir mais. RFI: Há temas, aqui, que fazem observação sobre as redes sociais, sobre o consumismo, sobre conflitos sociais. Como é que este tipo de tema é aceite pelos mais novos quando existem novas veias do rap que puxam para o outro lado, que não puxa tanto pela cabeça? Phoenix RDC: A mensagem é muito importante. Eu faço questão de trazer sempre uma boa mensagem, porque quem cala consente. Se nós ficarmos calados e não falarmos, não trazermos temas que falem que é importante a música ter mensagem, todos os ouvintes actuais vão achar que é uma coisa normal ter uma música mais oca, porque ninguém fala. Por isso, em muitos dos temas eu faço questão, mesmo, de apontar o dedo, mesmo em entrevistas; de não valorizar tanto esses artistas que às vezes estão à procura de uma música para ficarem famosos. Perdeu-se muito a vontade de querer ser um grande artista, a grande vontade hoje em dia é de ser famoso apenas. Eu acho que, olhando assim, não vamos progredir, não vamos evoluir em termos de arte. RFI: O Phoenix neste trabalho tem mais de metade do álbum com parcerias, com convidados. Estou-me a lembrar de Valete, Chullage, Carlão, entre outros nomes conceituados, tal como o Fenix, que fazem parte da guarda mais experiente do rap feito em Portugal, porquê ir buscar esses parceiros de aventura, de estrada? Phoenix RDC: É para a nova geração também beber de uma fonte boa, que ainda não secou. Se eles estão vivos, para quê esconder o produto? Eu até surpreendi-me, tenho estado a receber um feedback impressionante. Nas minhas plataformas tem o gráfico das idades, diz tudo, o género, e muita malta jovem está a consumir este meu álbum, falam do Chullage, falam do Carlão, falam do Valete. Os miúdos quando estão naquela transição dos 17 para os 18, mudam de escola, vão para a faculdade, eles também já são mais exigentes com o estilo de música que consomem. E também quero motivar outros artistas para que agarrem a caneta, percam mais um bocado de tempo para conseguissem fazer uma boa arte, e para quem não percebe tanto do rap, do hip-hop, para entender e não continuar a dizer que o rap é música para marginais, que está completamente errado. Eu aprendi muito com o rap, com o Chullage, com o Valete, e são artistas que têm álbuns que são enciclopédias. RFI: Há um ou dois temas, se não mais, que fazem referência ao papel da música, a importância da música. Dizem algo como: a música salvou-me, ou mostrou-me um caminho. Falando desse exemplo que o Phoenix gravou com o Wet Bed Gang, como é que surgiu esse tema, como é que foi trabalhado? Eu, o Wet Bed Gang, Nenny, nós somos todos daqui, de Vialonga, está ali o prédio do Gson, ali é o prédio da Nenny, e já estamos a trabalhar para que isso acontecesse há muito tempo. Phoenix RDC: Claro que na altura eles eram mais novos, tinham 13 anos, eu era o mais velho, eu já trabalhava, eu já conseguia comprar material, e eu trazia eles para a minha casa, gravávamos, incentivava. Por vezes, havia um concerto, onde iam pagar um sumo: Fenix, olha, vai haver ali um concerto, consegues nos levar? Eu pegava no meu carro, levava. Mas sempre a lapidarmos. Não achávamos que ia ser tão grande, este boom. Achávamos que íamos ser reconhecidos aqui dentro do Concelho de Vila Franca de Xira, fazer festas no centro comunitário e nada mais. Hoje em dia, aconteceu. E como estamos na correria, eles estão nos concertos deles, a Nenny nos dela, eu nos meus, e nunca tivemos esse tempo é para fazer música, ainda bem que fizemos agora, na altura certa, e veio para o meu álbum. Estamos a fazer o agradecimento, e eu, quando estou a ouvir a música, as letras deles, eu fico mesmo a ter um 'déjà vu', de tudo aquilo que nós vivemos e passámos. Porque, nós não tivemos aquela direcção, infelizmente, porque também somos filhos de famílias numerosas, e estávamos numa condição não privilegiada. Os nossos pais vieram numa altura que também ainda estavam à procura de um espaço, e, então, a música salvou-nos, porque se não fosse a música, hoje se calhar, não sei qual seria o caminho, mas não ia ser um caminho muito agradável. Mas, graças a Deus, estamos a viver da música, estamos a motivar. Antigamente, os miúdos, só queriam estar na rua a brincar com um pau a fingir de pistola, hoje eles agarram o mesmo pau e fingem de microfone. RFI: Chullage é outro dos nomes que aparece no álbum, como é que foi esse trabalho com o Chullage? Phoenix RDC: Numa das festas que nós fazíamos aqui dentro de Via Longa, antes da fama, o Chullage um dia foi um dos nossos convidados, cantor, e foi nessa altura que eu o conheci. Mas eu acho que a nossa união, o que fez mesmo estarmos mais próximos, foi “real recognize, real”. Eu gostei da arte dele, antes de ele conhecer a minha, e quando eu tive voz, ele também conheceu a minha arte. Foi recíproco em momentos diferentes. Quando eu dei o toque, ele disse, olha, é uma honra para mim, e fizemos acontecer. Convidámos a Missy Bity, que também é uma grande artista da Guiné-Bissau. Fizemos magia, a música está perfeita. RFI: Carlão é outro nome que aparece neste álbum. Como é que o Carlão surge? Phoenix RDC: Quando organizaram a festa com todos do hip-hop português, no Altice Arena, estava lá o Carlão, ele elogiou-me, deu-me um abraço, foi a partir daí. A música surgiu porque o Stereossauro é que fez a ponte. Ele tinha um instrumental e disse: olha, esse beat aqui é a vossa cara. Falou com o Carlão, o Carlão curtiu, eu já tinha feito também o refrão e uma parte do meu verso. O Carlão gravou e fizemos acontecer, está aí mais uma bomba. RFI: O trabalho de composição, de escrita, como é que acontece? Como é que vocês trabalham? Phoenix RDC: Quando estamos dentro de um projecto, estou a gravar um álbum, eu já tenho aquilo tudo delineado, já sei o que eu quero, os temas e tudo. Quando vão surgindo os instrumentais, eu vou vendo, porque o instrumental muda muito. Posso ter a letra em papel ou na mente, mas quando chega o beat, eu até às vezes tenho que alterar um bocado os temas. Os temas estão na minha mente, às vezes eu estou a pensar, olha, isso vai ser uma música triste, mas depois vem o instrumental, e dá uma outra cena. Automaticamente, também me traz o artista que eu posso convidar, e que possa encaixar nesse beat. É assim o processo. Todos os beats foram assim. Quando foi a cena com o Regula também, foi a mesma coisa. Liguei e disse, oh Regula, olha, ouve lá esse beat. Eu já sabia que ele ia gostar, porque é um beat tem a ver com a vibe dele. O do Chullage eu já sabia. Isso foram coisas que aconteceram sem planos, porque os produtores também não estavam a me enviar os instrumentais a pensar nisso. Mas tudo se encaixou de forma natural. Hoje eu vejo que os artistas que não responderam à minha mensagem, que deram nega, hoje eu, estando a ver o projecto, eu digo assim, fogo, ainda bem. Isto ficou tão bom, porque as únicas pessoas que responderam foram as pessoas com mais maturidade. É um álbum sem ego. Tenho uma obra que eu até podia dar o nome de um sonho, eu podia chamar este álbum de um sonho. Porque não são só as músicas, foi a energia que foi depositada nesse projecto. É um projecto que eu digo, desde as entradas até a sobremesa, está impecável. Isto aqui é uma partilha. É a Champions League, está uma selecção de Kings. Além de ser uma partilha, é uma seleção de Kings. É um álbum para todos, é uma cena muito completa. RFI: As raízes do Phoenix são Angola. Concertos em Angola, há perspectiva, há possibilidade? Phoenix RDC: Não, não há. Por acaso, ultimamente, os números (nas redes sociais de Phoenix) têm estado a aumentar, mesmo os comentários vindos de Angola. Tem sido muito Angola, Moçambique, mas não, não há muita procura. Há aqui tantos angolanos bons a fazer música, DJ Telly, Wet Bet Gang, aqui tantos angolanos, e a irem de cinco em cinco anos, ou nem isso, para Angola, mesmo para Moçambique, Cabo Verde. Eu gostaria que olhassem mais, valorizassem mais, porque música não é só Kizomba, não é só Kuduro, e eu gostaria muito que valorizassem mais. Phoenix RDC YouTube : https://www.youtube.com/channel/UCqyPFRUdo54aeASdY3Gr4QQ
durée : 01:28:31 - En pistes ! du lundi 24 novembre 2025 - par : Emilie Munera, Rodolphe Bruneau Boulmier - L'Ensemble Caprice et Matthias Maute redonnent vie aux Quatre Nations en respectant scrupuleusement le style du « Prêtre roux ». En Pistes revient aussi sur le dernier disque de David Fray qui explore l'univers baroque à travers Couperin, Rameau, sans oublier Bach. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
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Concertos em Coimbra e dissertações sobre luzes de carros.
Mais uma quarta-feira, mais um episódio do SHOWCASE! E desta vez, os sofás da ESCS FM receberam os NAPA :)00:00-01:30 - Intro01:30-04:18 - O que fariam os NAPA se não fossem uma banda?04:18-07:17 - Eurovisão07:17-09:19 - Colaboração com a Constança Entrudo09:19-12:38 - Que outras formas artísticas usam os NAPA para se expressarem?12:38-15:43 - Onde os NAPA matam as saudades da Madeira, em Lisboa?15:43-24:20 -Ser da Madeira e fazer da música vida24:20-27:14 - O sotaque desaparece a cantar27:14-28:37 - Processo de criação do Logo Se Vê28:37-29:50 - Futuro projeto dos NAPA29:50-32:35 - Primeiro estúdio dos NAPA foi uma garagem32:35-35:24 - Datas anunciadas nos Coliseus35:24-38:42 - Novo single dos NAPA com os Jovem Dionísio 38:42-44:33 - Concertos dos NAPA pela Europa44:33-51:05 - Perguntas Rápidas51:05-51:54 - FinalFicha Técnica:Moderação: Diana Martins e Inês ValenteCoordenação/Realização: Henrique FerreiraProdução: ESCS FM (Ângela Salgueiro, Bernardo Santos, Gonçalo Martinho e Matilde Ricardo)Captação: Ângela Salgueiro, António Esteves, Henrique Ferreira, Mariana Rosa e Vasco CotrimSom: Matilde RicardoEdição: Leonor Fartura e Henrique FerreiraDesign: Afonso Leal e Gonçalo MartinhoGenérico: Pryde
durée : 00:08:01 - Concertos pour violoncelle du XXIe siècle : Mantovani, Schoeller, Amy - Jean-Guihen Queyras - Trois compositeurs, trois œuvres maîtresses de notre temps interprétées par trois orchestres… et un élément central, âme de ce beau projet consacré au violoncelle concertant : Jean-Guihen Queyras. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:10:02 - Elgar, Adès: Concertos pour violon - Christian Tetzlaff, BBC Philharmonic orchestra, John Storga°rds - Le violoniste Christian Tetzlaff, l'Orchestre Philharmonique de la BBC et le chef d'orchestre John Storgårds présentent dans cet album deux concertos pour violon britanniques majeurs, composés respectivement en 1910 et 2005. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
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durée : 00:15:08 - Mozart : "Les premiers concertos viennois" - Ben Kim, Orchestre de chambre du Concertgebouw d'Amsterdam - C'est déjà le troisième disque de concertos de Mozart que Ben Kim enregistre avec l'Orchestre de chambre du Concertgebouw d'Amsterdam depuis 2019. Pour cette nouvelle collaboration, il revient aux premiers concertos écrits après avoir quitté Salzbourg pour Vienne, entre 1782 et 1783. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:15:08 - Mozart : "Les premiers concertos viennois" - Ben Kim, Orchestre de chambre du Concertgebouw d'Amsterdam - C'est déjà le troisième disque de concertos de Mozart que Ben Kim enregistre avec l'Orchestre de chambre du Concertgebouw d'Amsterdam depuis 2019. Pour cette nouvelle collaboration, il revient aux premiers concertos écrits après avoir quitté Salzbourg pour Vienne, entre 1782 et 1783. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
É um dos jovens cantores e compositores brasileiros mais estimados dos últimos anos, tanto a solo na banda O Terno. A poucas semanas dos concertos com orquestra em Portugal, Tim Bernardes vem Posto Emissor falar da colaboração com o maestro Martim Sousa Tavares e também da infância marcada pela descoberta de música muito diferente, bem como da admiração por artistas portugueses – já colaborou com Salvador Sobral e Capitão FaustoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Espazo Activo da Ulla é un espazo de cultura, encontro, lecer e animación. Nace no seo da Asociación Cultural San Campio no ano 2001 a partir de contactos persoais entre membros de asociacións. A realización deste proxecto fundaméntase no valeiro existente de actividades alternativas nesta zona do rural, e na falla de espazos para o encontro; na procura da promoción e a cooperación cultural, a difusión e o espallamento da cultura das terras da Ulla en particular e da galega en xeral. Moita festa, moita festa e o millo sen apañar. "Temos moito que aportar á natureza, o ano pasado fixemos un "hermanamiento" co Larouco e cos incendios que sufriron, cremos que tiñamos mandar esa mensaxe "Coidado da terra"". "Todas as adegas son moi interesantes, todos teñen a súa historia, a súa tapa típica". "Temos que dar moitas grazas aos veciños que colaboran desinteresadamente e que fan que esta festa sexa tan espectacular". sábado, 25 de outubro - domingo, 26 de outubro Vedra, A Coruña Non queda nada para a mellor ruta ghaiteira... o PASABODEGHAS! Aquí tedes as actividades, mostras, xogos populares, espectáculos infantiles, tapas e horarios de toda a ruta. A maiores da adega de Claudino, Pepe da Pedreira, Carmela, Gonzalez, Bouzón, Pegito, Casimiro, Fondal e Picanes este ano súmase a Adega vella de Pereiras. sábado, día 25 17:00 Ruta ghaiteira. 17:45 Irmandade. Castelo conta e o Pasabodeghas. 18:00 Animación musical con Paco Nogueiras. 19:30 Maxia con Mago Iván Tourís. 21:00 Fondaos do Pífaro. 21:30 Subida ghaiteira. 22:00 Viva da terra. 22:30 Concertos de A Requinta de Lampai, Sés e Orquestra Bravú Xangai. domingo, día 26 12:30 Foliada. Con Arte Galega (centro galego de Vitoria Gasteiz), A Carrabouxa (Teo) e San Campio. Pasabodeghas Bus BUS DE IDA E VOLTA DENDE SANTIAGO Orixe (ida): Parada bus Corte Inglés (16:00 h.) Orixe (volta): Casa de Cultura de San Miguel de Sarandón (2:30 h. /hora nova) BUS DE IDA E VOLTA DENDE A ESTRADA Orixe (ida): Restaurante Río Liñares (16:00 h.), Casa do Concello da Estrada (16:15 h.) Orixe (volta): Casa de Cultura de San Miguel de Sarandón (2:30 h. /hora nova) Máis info en www.pasabodeghas.com Máis Información ESPAZO ACTIVO DA ULLA: ✔️Páxina Web: https://www.pasabodeghas.com/ ✔️Facebook: https://www.facebook.com/espazoactivodaulla/ Máis Información “A REQUINTA DA LAXEIRA”: ✔️ Páxina Web: http://www.arequintadalaxeira.com/ ✔️ Facebook: https://www.facebook.com/requintadalaxeira ✔️ Instagram: https://www.instagram.com/requintadalaxeira/ ✔️Instagram: https://www.instagram.com/espazoactivo/ Máis Información CONCELLO DE VEDRA: ✔️Páxina Web: https://www.concellodevedra.es/ ✔️Facebook: https://www.facebook.com/concellodevedra ✔️Twitter: @concellovedra ✔️Instagram: https://www.instagram.com/concellodevedraoficial/ ✔️YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCSYJ80N0JgGdKJJtH5NMvIQ ️ "SUSCRÍBETE" ao podcast Máis Información e outras entrevistas: ✔️Facebook: https://www.facebook.com/PabloChichas ✔️Twitter: @pablochichas ✔️Instagram: https://www.instagram.com/pablochichas/ ✔️Clubhouse: @pablochichas ✔️Twich: https://www.twitch.tv/pablochichas
Mais um ano, mais uma Brasil Game Show nos agraciando com a oportunidade de comparecer e sentir na pele a maior feira de games da América Latina. Esse ano, eles prometiam uma "nova fase", com direito a novo local pra feira e a volta do maior convidado que eles já tiveram: Hideo Kojima, dessa vez maior do que nunca. Junte-se a nós nesse episódio pra lá de especial, onde Victor e Carol explicam o que gostaram, o que odiaram, e que convidado internacional teve que ver Victor chorando na sua frente.PARTICIPANTES: Victor Gurgel, Luã Bitencourt, Felipe Gurgel, Carol BardiniEDIÇÃO: Victor GurgelASSUNTOS DO EPISÓDIO:0:00:00 Introdução: Vamos conversar sobre BGS250:04:47 Uma nova fase, um novo local0:06:48 Talks e os convidados internacionais0:19:45 Os problemas de organização e comunicação0:21:10 Falta de ônibus0:29:04 Meet & Greet do Kojima0:42:58 Concertos de Final Fantasy e PlayStation1:08:06 A feira e os jogos1:36:49 Bate-bola2:00:19 No fim das contas, a BGS25 foi...2:07:18 Considerações finaisQUER APOIAR O PIRATAS?REDES SOCIAIS:Bluesky do VictorTwitch do VictorTikTok do VictorBluesky do LuãINSCREVA-SE E RECEBA NOVOS EPISÓDIOS ASSIM QUE LANÇAREM:FEEDYOUTUBEAPPLE PODCASTSSPOTIFYENDEREÇO DIRETO DO SITE:Acesse aqui: www.piratasdoespaco.com/QUER TER O SEU COMENTÁRIO LIDO NO PRÓXIMO PIRATAS?Comente aqui, no YouTube, ou envie-nos um email: pirataespacialshow@gmail.comVocê também pode mandar mensagens nas redes sociais.Deixe uma mensagem para nós!
durée : 01:58:38 - Le Bach du dimanche du dimanche 19 octobre 2025 - par : Corinne Schneider - Au programme de cette 354e émission : un feu d'artifice de nouveaux Concertos avec Amandine Beyer et Gli Icogniti (Harmonia Mundi, 17 oct.) ; Lars-Ulrik Mortensen et le Concerto Copenhagen (Berlin Classics, 24 oct.) ; puis les 100 ans de Luciano Berio (né le 24 octobre 1925-2003). - réalisé par : Anne-Lise Assada Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
In this episode, we discuss recordings of “Telemann: Violin Concertos. Overture. Suite. Fantasie” (Harmonia Mundi) by Isabelle Faust, Akademie Für Alte Musik Berlin / Bernhard Forck, “Brahms: Piano Concerto No. 2 & Three Intermezzi Op. 117” (Pentatone) by Francesco Piemontesi & Gewandhausorchester Leipzig / Manfred Honeck, “Kalevi Aho: Moonlight Concerto For Viola & Percussion; Concerto For Alto Flute & Strings” (BIS) by Sharon Bezaly, Hiyoli Togawa, Alexej Gerassimez, the Lahti Symphony Orchestra / Anja Bihlmaie & St Michel Strings / Erkki Lasonpalo, “Karolak Songbook” (DUX/V Records) by Andrzej Dąbrowski, Bogusław Kaczmar, Piotr Baron & Darek Oleszkiewicz, “Weekend at Smalls” (Cellar Music) by David Kikoski, and “Cipher” (PHP Records) by Charlie Porter. The Adult Music Podcast is featured in: Feedspot's 100 Best Jazz Podcasts Episode 230 Deezer Playlist Fair use disclaimer: Music sample clips are for commentary and educational purposes. We recommend that listeners listen to the complete recordings, all of which are available on streaming services in the links provided. We also suggest that if you enjoy the music, you consider purchasing the CDs or high-quality downloads to support the artists. “Telemann: Violin Concertos. Overture. Suite. Fantasie” (Harmonia Mundi) Isabelle Faust, Akademie Für Alte Musik Berlin / Bernhard Forck https://open.spotify.com/album/4vNE1YXtVVgTPrABEY058y https://music.apple.com/us/album/telemann-violin-concertos-overture-suite-fantasie/1823706569 https://music.amazon.com/albums/B0FG3JJC8Q “Brahms: Piano Concerto No. 2 & Three Intermezzi Op. 117” (Pentatone) Francesco Piemontesi, Gewandhausorchester Leipzig / Manfred Honeck https://open.spotify.com/album/1iBqEEu2yNnRBA88eOi48p https://music.apple.com/us/album/brahms-piano-concerto-no-2-three-intermezzi-op-117-live/1826974878 https://music.amazon.com/albums/B0FHM8ZFZX “Kalevi Aho: Moonlight Concerto For Viola & Percussion; Concerto For Alto Flute & Strings” (BIS) Sharon Bezaly, Hiyoli Togawa, Alexej Gerassimez, Lahti Symphony Orchestra / Anja Bihlmaier, St Michel Strings / Erkki Lasonpalo https://open.spotify.com/album/3MGjzH99p6dznPQwrvbRZ4 https://music.apple.com/us/album/aho-moonlight-concerto-alto-flute-concerto/1823960782 https://music.amazon.com/albums/B0FG8K8ZDN “Karolak Songbook” (DUX/V Records) Andrzej Dąbrowski, Bogusław Kaczmar, Piotr Baron, Darek Oleszkiewicz https://open.spotify.com/album/071jHAN7pkGLflNATPmIxl No Apple Music https://music.amazon.com/albums/B0FQK1LVKD “Weekend at Smalls” (Cellar Music) David Kikoski https://open.spotify.com/album/2jj8QQdnDWPkrtqrDiQB9u https://music.apple.com/us/album/weekend-at-smalls-feat-joe-martin-billy-hart-randy-brecker/1823080009 https://music.amazon.com/albums/B0FFQNQF6C “Cipher” (PHP Records) Charlie Porter https://open.spotify.com/album/2Nf8PpF9l3pDz6FLn4V18s https://music.apple.com/us/album/cipher/1807658361 https://music.amazon.com/albums/B0F49QRDH5
This week's guest on the Gramophone Podcast is trumpeter Tine Thing Helseth, who talks to Editor Martin Cullingford about her new recording on the Lawo label. Called 'Echoes', it features works by Arutiunian, Penderecki and Weinberg - she talks about the album, as well as her wider work championing her instrument and its repertoire.
durée : 00:15:35 - Le Disque classique du jour du lundi 22 septembre 2025 - Nelson Goerner rêvait depuis longtemps d'enregistrer ces deux chefs-d'œuvre du répertoire concertant. Avec Kazuki Yamada, il a trouvé le partenaire idéal pour aborder les deux concertos pour piano de Ravel avec la sensibilité et la poésie qui lui sont unanimement reconnues. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:15:35 - Le Disque classique du jour du lundi 22 septembre 2025 - Nelson Goerner rêvait depuis longtemps d'enregistrer ces deux chefs-d'œuvre du répertoire concertant. Avec Kazuki Yamada, il a trouvé le partenaire idéal pour aborder les deux concertos pour piano de Ravel avec la sensibilité et la poésie qui lui sont unanimement reconnues. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
ReferencesMethods Mol Biol . 2021:2187:283-301.J Chromatogr A. 2017 Nov 24;1525:116-125.Front Neurol. 2020 May 21;11:437. Blood (2022) 140 (Supplement 1): 10027–10028.Hunter/Garcia; 1974. Live From the Mars Hotel lp.https://music.youtube.com/playlist?list=OLAK5uy_lbOpMMxw8R_c4rEUx7dUhselux-958NXg&si=opoQJxzJWcLFUPtG Vivaldi, A 1723-28 Concertos for two violins RV 505,515,519,530https://music.youtube.com/playlist?list=OLAK5uy_ncKKQdSHhUL8Bm-zqgSEhKXNKgoA8G-WI&si=t93wyzbWwJGkGPhy
durée : 00:17:51 - Disques de légende du mercredi 17 septembre 2025 - Directeur musical de l'Orchestre philharmonique de Berlin pendant plus de quinze ans, Simon Rattle a marqué de son empreinte l'institution par de nombreux enregistrements au disque, comme ici avec deux grands solistes passés dans les rangs de la formation berlinoise, Sabine Meyer et Emmanuel Pahud. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:14:41 - Le Disque classique du jour du lundi 15 septembre 2025 - Ce nouvel opus qui paraît sous le label Naxos nous fait découvrir les deux concertos pour violon et le concerto pour piano de la compositrice noire américaine Florence Price. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:14:41 - Le Disque classique du jour du lundi 15 septembre 2025 - Ce nouvel opus qui paraît sous le label Naxos nous fait découvrir les deux concertos pour violon et le concerto pour piano de la compositrice noire américaine Florence Price. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:21:33 - Disques de légende du mardi 02 septembre 2025 - Exceptionnellement choisi par notre estimée collègue Aurélie Moreau, ce “Disque de légende” réunit deux grandes figures : le pianiste Krystian Zimerman et le chef Seiji Ozawa, dans une version magistrale des deux premiers Concertos de Rachmaninov, parue en 2004 chez Deutsche Grammophon. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:18:51 - Disques de légende du lundi 01 septembre 2025 - L'intégrale des concertos pour piano de Mozart par Robert Levin au pianoforte avec l'Academy of Ancient Music est un projet ambitieux entamé en 1994 sous la direction de Christopher Hogwood. Huit albums ont ainsi été publiés jusqu'en 2001, couvrant une vingtaine de concertos. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:08:45 - L'Invité(e) des Matins - par : Julie Gacon, Sarah Masson - Habité “depuis toujours” par la musique de Chopin et les instruments historiques, le pianiste et claveciniste Justin Taylor a sillonné les festivals cet été pour faire ressortir la beauté des concertos de Bach et leurs influences souvent méconnues. - réalisation : Sam Baquiast, Vivian Lecuivre - invités : Justin Taylor Claveciniste, pianofortiste (1992, Angers)
During the 2024-25 season, Alisa Weilerstein premiered three new cello concertos – Richard Blackford's The Recovery of Paradise (which she has recorded for Pentatone with the Czech Philharmonic conducted by Tomáš Netopil), Gabriela Ortiz's Dzonot (recorded for Platoon with the Los Angeles Philharmonic and Gustavo Dudamel) and Thomas Larcher's Returning into Darkness (premiered with the New York Philharmonic). James Jolly caught up with Alisa to talk about the two new recordings and also hear about her Fragments project that she's bringing to London as part of a South Bank Centre residency later this year. The Gramophone Podcast will now be included in The British Library Sound Archive, catalogued and preserved for future generations as part of the nation's audio and cultural heritage.
Recebemos Jéssica Pinheiro para fazer uma incursão profunda no universo de NieR: Automata, mais um fruto da caótica e brilhante carreira de Yoko Taro. De suas origens improváveis, passando pela diversas rotas da história, carismáticos NPCs e peças de teatro, tentamos responder essa charada críptica que algum deus nos desafiou a desvendar. 00:01:10 - Pré-lançamento 00:39:14 - Início do Jogo 03:34:28 - Rota B 04:25:17 - Rota C 04:56:03 - Peças de Teatro 05:14:25 - Final D e E 06:22:48 - Concertos 06:41:51 - Considerações Finais Contribua | Twitter | YouTube | Twitch | Contato
O cantor Clemente, intérprete de sucessos como “Vais Partir”, faz uma reflexão sobre a sua vida e a sua carreira. Aos 69 anos, o artista acredita que está a passar a melhor fase da sua vida e que agora pode, finalmente, dizer aquilo que pensa. Numa entrevista emotiva, Clemente recorda também o momento, há cinco anos, em que lhe foi diagnosticado um melanoma de grau quatro: “Entrei no carro e chorei durante 15 minutos. Que seja feita a vontade de Deus”. Este programa foi inicialmente emitido na SIC a 29 de junho de 2024, recorde aqui o testemunho do cantor com a versão podcast do 'Alta Definição'. A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Durante 14 anos, pesquisas, viagens e emoções se entrelaçaram para compor “Aldo Baldin – Uma Vida pela Música”, em cartaz no Brasil. O filme, dirigido por Yves Goulart, já recebeu 24 prêmios em festivais pelo mundo, e é um dos dez indicados a Melhor Documentário no Septimius Awards, que acontece no início de setembro em Amsterdã. Mais do que um retrato de uma voz única, o documentário é um símbolo de resistência. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles Ao resgatar um artista ausente da memória popular, a obra convida à reflexão sobre arte erudita, democratização cultural e a necessidade de dar acesso à música clássica a uma nova geração. Aldo Baldin (1945-1994) foi um tenor brasileiro de projeção internacional, considerado um dos intérpretes mais importantes da música erudita do século 20 no Brasil. O cantor nasceu em Urussanga, que também é a cidade natal do cineasta Yves Goulart. Mas o diretor só conheceu a história de seu conterrâneo quando já estava morando nos Estados Unidos. “Eu reconheci a minha cidade na capa de um disco que tinha a Igreja Matriz de Urussanga. Eu me perguntei como que a Igreja Matriz de Urussanga, onde eu fui sacristão, está aqui em Nova York? Que história é essa? Que disco é esse? Virei a capa e estava escrito ‘Aldo Baldin', tenor brasileiro, nascido em Urussanga. Ali, então, foi a minha garra de dizer: precisamos fazer um documentário sobre o tenor catarinense Aldo Baldin”, relembra Goulart. Foram 14 anos de pesquisas, filmagens e viagens, principalmente na América do Sul e na Europa, onde começou e depois se consolidou a carreira do tenor. “Imagina, hoje eu estou com 50 anos, eu comecei quando tinha 35. Foi muito importante esse amadurecimento até para mim como artista, como documentarista, para evoluir nessa linguagem”, diz o cineasta. A viúva de Aldo, Irene Fleisch Baldin, foi quem abriu todas as portas para Yves e assina como diretora musical. Entre os tesouros encontrados, está uma fita cassete gravada por Aldo três dias antes de sua morte precoce, aos 49 anos, na qual deixou sua história contada por sua própria voz, com as pessoas que fizeram parte de sua trajetória. No documentário é possível ouvir Aldo e também ver pessoas citadas por ele, peças-chave da música clássica brasileira e mundial, dando depoimentos sobre a importância do artista pouco conhecido do grande público. Música clássica em tempos de algoritmos Mais do que uma biografia, o documentário reflete sobre o desafio de formar novos públicos para a música clássica. Em tempos de consumo rápido e algoritmos que priorizam conteúdos efêmeros, a ópera e o canto lírico enfrentam dificuldades para dialogar com o grande público. “Eu recebi uma resistência, sim. Eu percebo isso e encaro também com muita humildade e com sabedoria para não me frustrar. O que acontece é que nós estamos afastando o público da música clássica. Tanto é que hoje a gente não chama mais de música erudita, porque fica um distanciamento, uma erudição. Parece que eu preciso saber o que é erudito para colocar isso em algum lugar. Não. A música clássica hoje se fala dessa forma porque ela pode ser de acesso de todos”, diz. O diretor considera que ainda há pouco espaço nos meios de comunicação e nas iniciativas dos governos para dar acesso à arte erudita para um público mais jovem e lembra que antes a música clássica fazia parte até da programação das TVs abertas que exibiam “Concertos para a Juventude". No início de agosto, aconteceram sessões gratuitas do documentário para escolas em Santa Catarina, já que uma das intenções da obra é trazer proximidade e estimular a formação de plateia. "É mostrar para essas crianças, esses jovens, que a gente tem algo a mais do que o samba e o futebol. De que a gente tem a música clássica, temos Heitor Villa-Lobos, Carlos Gomes, Santoro, que nós temos Aldo Baldin e tantos outros. Necessitamos que essa obra continue viva”, entusiasma-se Yves Goulart. De Urussanga para o mundo Em 18 e 19 de agosto, haverá uma sessão especial em Urussanga, no mesmo local onde Aldo se apresentou nos anos 1980. Será a primeira vez que parte da família retratada no documentário verá o resultado final. O diretor planeja, em breve, lançar “Aldo Baldin - Uma Vida pela Música” em cinemas de diferentes países, com prioridade para a Europa e os Estados Unidos, onde reside, e posteriormente disponibilizá-lo em plataformas de streaming, ampliando seu alcance e garantindo que a produção e a história de Aldo cheguem a públicos variados em todo o mundo. “A fotografia, o som, está tudo voltado para o olhar dentro da sala de cinema. Quando você vê o filme na sala de cinema, ele abraça o público e é bonito de ver. Então a gente espera que em breve possamos conseguir os distribuidores na Alemanha e nos Estados Unidos para que a gente possa também estar com o filme nesses lugares. Principalmente na Europa, onde o Aldo fez uma carreira brilhante”, conclui.
In this podcast, Raymond Bisha unearths captivating performances of horn concertos by Rosetti, Vivaldi and Telemann. Did the latter have a few Steins of Alsterwasser to hand when depicting concertising frogs and crows? Listen on...
On the latest episode of ‘New Classical Tracks,' Canadian violinist James Ehnes joins his many friends at the National Arts Center Orchestra to record all of Bach's Violin Concertos. Listen now with host Julie Amacher!
Consider a paid subscription to The Piano Maven podcast via our Substack page (https://jeddistlermusic.substack.com/about), which you also can access by clicking on the "Donate" button here: https://rss.com/podcasts/pianomavenThe teenage Grigory Sokolov's recordings of the Tchaikovsky 1st and Saint-Saëns 2nd Concertos reveal how this gifted pianist already was "Sokolov" at such a tender age - everything is there: the impeccable technique, utmost control of sonority and balance, and almost scientific awareness of his instrument's mechanical and expressive potential.Here are links to the performances:https://www.prestomusic.com/classical/products/9445142--grigory-sokolov-plays-beethoven-chopin-schumann-saint-saens-brahms-tchaikovskyhttps://open.spotify.com/album/62qe7ekY5UygTnFaiNE8RR