Podcasts about armadas

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Sem Moderação
“Quando o PS não faz uma rendição total à posição do Governo, o Governo acha que o PS não está a ser colaborativo”

Sem Moderação

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 24:51


Enquanto Donald Trump surpreende com declarações contraditórias sobre um possível acordo com o Irão — anunciando primeiro bombardeamentos e depois uma assinatura iminente —, em Portugal o discurso do Presidente da República no 10 de Junho, nas comemorações do Dia de Portugal nos Açores, recolhe elogios transversais. Diogo Feio e Pedro Delgado Alves analisam as mensagens de Seguro sobre as Forças Armadas, a autonomia regional e o papel de Portugal no multilateralismo. Sobre o diploma das bandeiras, os dois comentadores convergem: é uma guerra cultural que desvia o debate do essencial. Na Prestação Social Única, o PS e o Governo continuam sem acordo, com Pedro Delgado Alves a alertar para os riscos de um “cheque em branco” sobre quem fica de fora e quais os valores a praticar. Já Diogo Feio critica a estratégia socialista de oposição sistemática e apela a uma maior disponibilidade negocial. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 12 de junho. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.

JR 15 Minutos com Celso Freitas
Bolívia em crise: protestos, estado de exceção e incertezas para o futuro

JR 15 Minutos com Celso Freitas

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 15:24


A Bolívia enfrenta uma escalada de instabilidade que já afeta diretamente a vida da população. Há mais de 40 dias, protestos e bloqueios de estradas comprometem serviços essenciais e ampliam a tensão política no país. Diante do cenário, o Congresso autorizou o presidente Rodrigo Paz a decretar estado de exceção, abrindo a possibilidade de atuação das Forças Armadas para conter a crise. O que está na origem desse conflito? Quais fatores explicam a insatisfação popular? E de que forma essa instabilidade pode impactar o Brasil? Para discutir o tema, o JR 15 Minutos recebe Carolina Pedroso, professora de Relações Internacionais da Unifesp e especialista em América Latina.

Convidado
Xenofobia na África do Sul: "É por falta de capacidade que o governo está passivo"

Convidado

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 11:11


Nestes últimos dias, a África do Sul está a ser abalada por uma nova onda de xenofobia, com grupos de cidadãos sul-africanos a atacarem imigrantes, queimarem as suas casas ou os seus comércios. Independentemente de estarem em situação legal ou não, os estrangeiros são acusados por estes grupos de "roubarem os empregos" dos nacionais, num contexto de grave crise social e económica no país, nomeadamente com uma taxa de desemprego de cerca de 32%. Depois de pelo menos nove moçambicanos terem morrido nas violências xenófobas, várias centenas de moçambicanos residentes no país têm estado a fugir da África do Sul, com algum apoio por parte de Maputo. A Nigéria, o Gana e o Maláui também estão a organizar o regresso a casa dos seus cidadãos expatriados na África do Sul. Uma situação que o executivo sul-africano lamenta mas perante a qual parece algo impotente, senão mesmo "complacente", acusam certos governos africanos mais críticos. A nível interno, em ano de eleições locais, a coligação governamental faz frente a sectores de opinião que tentam ganhar visibilidade a pretexto desta nova crise, considera André Thomashausen, professor emérito de direito internacional e constitucional da Universidade da África do Sul, em Pretória. O universitário refere todavia acreditar que este fenómeno não vai durar, por não ter -do seu ponto de vista- nenhum alicerce popular. RFI: Como é que analisa a situação vigente nestes últimos dias na África do Sul? André Thomashausen: Um aspecto deve ser considerado é o aspecto da política interna da África do Sul, em que o partido da esquerda, da minoria, do antigo presidente Zuma, o partido MK ("Umkhonto we Sizwe", partido "Lança da Nação) está a aproveitar esta onda da xenofobia e está a fomentar, a instigar, esta xenofobia para pressionar a coligação que está a governar, que é o ANC, com o partido da Aliança Democrática. É assim, infelizmente. Muito tragicamente, este assunto não é completamente inocente e possivelmente não teria acontecido este ataque de xenofobia se não tivesse sido instigado. E temos uma tradição disso. Sempre quando uma minoria política decide afastar um governo, de repente aparecem ataques xenófobos. Foi assim na altura em que o Jacob Zuma quis substituir o governo do Thabo Mbeki, em 2007. De repente, houve ataques xenófobos. E foi assim, de volta, no fim da era do Zuma, em que novamente isso estalou. Talvez o único aspecto positivo é que esta crise não vai durar tanto tempo. E penso que os espíritos vão novamente acalmar. RFI: Há cerca de uma semana que isto dura. O que é que o leva a crer que vai haver uma acalmia? André Thomashausen: Bom, existe sempre uma solidariedade entre os mais pobres, entre os mais miseráveis. E as vítimas da xenofobia é gente muito pobre e gente que não tem vida estável, que não tem emprego formal e normalmente existe uma solidariedade africana. Na tradição, nas culturas africanas, muito raramente aparece um ódio entre grupos ou um ódio de raça ou ódio nacionalista. Porque as culturas estão todas interligadas. Eu duvido muito que esta vaga seja uma expressão de um sentimento popular alargado. Na maior parte dos casos que temos visto, há uma mão organizadora, há grupos de choque que aparecem num sítio, aparecem com autocarros a transportá-los. Alguém está a organizar esses transportes e a pagar esses transportes. É um bocado um assunto de segurança pública e de segurança do Estado que está aqui a falhar. E assim vamos esperando que venha a faltar o apoio para esta xenofobia. O verdadeiro apoio popular não existe. É gente alheia que aparece num sítio que não vive lá e de repente atacam os que são estrangeiros, os que falam com um sotaque diferente ou que, pela aparência, não pertencem. Um problema dentro da xenofobia, isolado e diferente, é a imigração ilegal que temos experimentado e que temos visto oriunda da Somália e do Sudão, países bastante afastados. São para aí uns 8 mil quilómetros de distância, daqui para o Sudão e para a Somália. E esta migração, essa sim, está a provocar ódio e está a provocar uma resistência forte entre a população que aqui na África do Sul normalmente não é muçulmana e rejeita a cultura desses migrantes. RFI: No começo da nossa conversa, mencionou que há certos sectores políticos que tiram proveito desta situação. Tem aparecido muito o nome de uma organização, a "March and March". O que é que se poderia dizer sobre esta organização e o interesse que teria também em movimentar a multidão contra os imigrantes? André Thomashausen: Bom, mais uma vez, é um rótulo que aparece subitamente, que não tem antecedentes. Não se podem identificar os líderes, gente desconhecida e, no meu ponto de ver, oportunista. Tal como nos anos 30, na Alemanha, houve uma organização nazi que fomentou o ódio contra os judeus, para assim virem a ser notórios e intimidar, provocar a instabilidade. Eu vejo aqui essas organizações também como sendo organizações um bocado fantoches, que não têm uma base popular, não têm milhares de membros ou aderentes. São completamente transparentes. E mais uma vez, eu estou a ver aqui um oportunismo político trágico de tentar provocar uma dificuldade ao governo por gente que falhou nas eleições, que não conseguiu reunir uma maioria de votos e assim, agora estão a tentar destabilizar o país através desta vaga. RFI: Certos países, nomeadamente a Nigéria ou Gana, que têm alguns dos seus expatriados na África do Sul, acusaram o governo de Pretória de ser algo complacente com esta onda de xenofobia que, no fundo, poderia ser interpretada também como uma forma de camuflar as suas próprias incapacidades em gerir questões como a economia, a educação e a saúde. André Thomashausen: Certo. Só que, na realidade, este governo, esta administração, é uma administração que está a sobreviver mal num contexto de Estado já falhado, em que as forças da ordem, a polícia e e Forças Armadas não têm nem sequer a mínima capacidade. Não há veículos e onde há veículos não há verbas para o combustível. Há um elevado sistema de corrupção na polícia e nas Forças Armadas. As Forças Armadas já foram mobilizadas na Província do Cabo para tentar limitar, tentar reduzir a vaga de assassinatos entre mafiosos, entre bandos, criminosos, traficantes de droga e de pessoas. E assim, eu acho que não é por falta de vontade, mas é por falta de capacidade que o governo está assim passivo. Está assim, num papel de observador em que o Presidente Ramaphosa lamenta muito a xenofobia, mas não tem meios realmente para uma estratégia através da qual poderia prender e imobilizar aqueles que estão a instigar esses ataques aos migrantes e refugiados e, evidentemente, também uma percentagem muito elevada de migrantes ilegais. Mas, na realidade, a economia está a empregar essa gente. E isso também tem a ver com a alta taxa de sindicalização dos trabalhadores sul-africanos, que provocam um nível do preço da mão-de-obra muito elevado. E isso cria uma uma atractividade ao emprego dos estrangeiros que não estão sindicalizados. É tudo uma mistura de situações que deveriam ser reformadas, que deveriam ser consideradas, mas só que este actual governo é um governo de crise e é um governo que não tem a capacidade para reagir. RFI: Estamos em ano de eleições autárquicas. Vão acontecer a 4 de Novembro. Pensa que isto também joga nesta crise? André Thomashausen: Absolutamente. É uma maneira de tentar animar os eleitores, tentar atirar culpas aos migrantes, culpas pela falta de prestação de serviços, pelo facto de que 90% das municipalidades estão tecnicamente falidas e já não têm capacidade para garantir o abastecimento de água potável ou a manutenção dos sistemas de esgotos ou transportes públicos, o sistema escolar primário, o sistema de assistência médica básica e assim, é um bode expiatório, acusar a presença dos estrangeiros. E isso tudo entra nas estratégias. Estas eleições vão decididamente reduzir o apoio ao ANC. Vão demonstrar a queda dramática da confiança neste partido da libertação. Mas é normal que depois de 30 anos da grande transferência, em 1990, o partido libertador, com a sua legitimidade histórica, venha a ser desafiado. RFI: Está a dizer que o ANC poderia perder o leme. Mas para que a formação? André Thomashausen: Vai beneficiar a Aliança Democrática, que é um partido liberal do centro-esquerda, completamente multicultural, que tenta fazer renascer o ideal do Nelson Mandela de uma "Nação arco-íris". Há muitos, muitos eleitores tradicionais do ANC que desta vez vão votar na Aliança Democrática. O partido está a apostar nesta oportunidade. E, aliás, está convencido que com a sua antiga presidente, Helen Zille, vão ganhar as eleições em Joanesburgo, a maior metrópole aqui na África do Sul.

Convidado
“Resistência continua dentro e fora da Guiné-Bissau”, afirma activista

Convidado

Play Episode Listen Later May 27, 2026 9:33


O activista guineense Yussef considera que os acontecimentos de 26 de Novembro de 2025 na Guiné-Bissau representaram uma manobra política destinada a impedir a tomada de posse das figuras escolhidas nas urnas. O militante guineense denuncia repressão política, perseguições a opositores e limitações às liberdades democráticas, defendendo que a resistência continua activa tanto no país como na diáspora. RFI: Quando se fala em “golpe de estado cerimonial” na Guiné-Bissau, estamos a falar de uma ruptura do regime ou de uma encenação que formaliza a ausência de democracia? Yussef: Existe um conceito relativamente fechado de golpe de Estado. Normalmente implica a deposição, pela força das armas, dos titulares dos órgãos de soberania e a instauração de um novo regime. Ora, na Guiné-Bissau aconteceu exactamente o contrário. Houve um conluio entre sectores do poder político e das Forças Armadas para manter o regime tal como estava e impedir que a vontade popular expressa nas eleições fosse respeitada. O objectivo foi impedir a divulgação dos resultados eleitorais e evitar que assumissem funções as figuras escolhidas pelo povo guineense, nomeadamente para a Presidência da República. Ou seja, manteve-se tudo na mesma, criando apenas a aparência de um golpe de Estado. Não fomos os únicos a denunciar esta situação. Figuras políticas internacionais importantes, como o ex-presidente nigeriano Goodluck Jonathan e Ousmane Sonko, então primeiro-ministro do Senegal, também manifestaram dúvidas sobre a narrativa oficial. Na Guiné-Bissau existe uma percepção generalizada de que não houve um verdadeiro golpe, mas sim uma tentativa deliberada de impedir o respeito pela soberania popular. O que mudou desde 26 de Novembro de 2025? Há mais medo, mais controlo, mais resistência? Existe simultaneamente mais repressão e mais resistência. A repressão atingiu o auge com o assassínio político do nosso camarada Vigário Balanta. É impossível ignorar o significado desse acto: estamos a falar de alguém que sacrificou a própria vida pela luta democrática na Guiné-Bissau. Não podemos romantizar o diálogo com um regime que assassina opositores e mantém presos políticos. Entre esses casos estão Domingo Simões Pereira, líder do maior partido da oposição, e Fernando Dias, apontado por nós como vencedor legítimo das eleições presidenciais. Mas há muitos outros presos políticos menos mediáticos. Na verdade, a Guiné-Bissau transformou-se numa grande prisão política a céu aberto. Não há liberdade para manifestações, conferências de imprensa ou críticas abertas ao regime. As características de uma ditadura estão presentes. Ainda assim, a resistência continua, tanto dentro do país como na diáspora. Continuamos a denunciar a situação política, os presos políticos e os assassinatos de opositores. A mobilização política fora da Guiné-Bissau, como este debate organizado em Portugal, tem impacto concreto em Bissau? Acreditamos que sim. Na Guiné-Bissau sabe-se que a diáspora continua organizada e mobilizada na defesa das liberdades democráticas. Temos uma responsabilidade acrescida porque vivemos em países onde existem liberdades mínimas para denunciar o que se passa. Não vemos qualquer ruptura entre o povo guineense que está no país e o que vive na diáspora. Fazemos a mesma luta, apenas em geografias diferentes. Ao convidarmos figuras como Armando Lona, que desempenharam um papel importante na resistência política e nas manifestações populares, estamos também a amplificar as reivindicações que nascem dentro da própria Guiné-Bissau. Talvez os resultados não sejam imediatos, mas estamos numa fase de acumulação política: acumulação de experiência, de organização, de solidariedade e de consciência. Acreditamos que esse processo acabará por produzir mudanças concretas. Qual é hoje o custo pessoal e político de ser activista guineense? O caso de Armando Lona é esclarecedor. Quando ficou evidente o carácter repressivo do regime, a Frente Popular decidiu sair à rua sem qualquer garantia de segurança física. Isso demonstra o nível de coragem exigido aos activistas. Os custos são enormes, não apenas para os próprios militantes, mas também para as suas famílias. O regime não hesita em perseguir familiares, tanto na Guiné-Bissau como na diáspora. Mas a história política guineense ensina-nos que a luta pela liberdade sempre teve custos. A geração de Amílcar Cabral sacrificou-se pela libertação política, económica e cultural do país. Mais recentemente, Vigário Balanta tornou-se outro símbolo desse sacrifício. Sabemos os riscos que corremos, mas estamos dispostos a assumi-los. Faz parte da resistência.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 26/05/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: EUA atacam bases militares no Irã / Cláudio Castro é alvo da PF

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later May 26, 2026 301:35


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (26): As Forças Armadas dos Estados Unidos anunciaram novos ataques no sul do Irã, atingindo bases de mísseis e embarcações iranianas que, segundo Washington, tentavam instalar minas marítimas na região. Em comunicado divulgado pelo Comando Central dos Estados Unidos, os militares afirmaram que as ações foram conduzidas em “legítima defesa” com o objetivo de proteger tropas americanas contra ameaças atribuídas às forças iranianas. O Supremo Tribunal Federal articula junto ao governo federal uma resposta institucional à decisão da Justiça dos Estados Unidos que autorizou a notificação do ministro Alexandre de Moraes por e-mail em processo movido pela Trump Media & Technology Group e pela Rumble. O presidente da Corte, Edson Fachin, e outros magistrados mantêm conversas com integrantes do Ministério da Justiça e da Advocacia-Geral da União para avaliar mecanismos jurídicos que preservem a autonomia do Supremo e evitem um desgaste internacional envolvendo Moraes. O ministro da Fazenda Dário Durigan reconheceu que a guerra no Oriente Médio vem causando impactos na economia brasileira, especialmente com reflexos nos preços dos combustíveis e dos alimentos. Apesar disso, Durigan afirmou que o Brasil tem sido menos afetado do que outros países, citando exemplos como Índia, Coreia do Sul, Chile e África do Sul. O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro é alvo da 8ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes financeiros envolvendo o Banco Master. A apuração mira aportes de cerca de R$ 3 bilhões realizados pelo Rioprevidência em fundos ligados ao conglomerado do banqueiro Daniel Vorcaro. Os mandados de busca e apreensão foram autorizados pelo ministro André Mendonça e estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro e no Distrito Federal. Representantes do setor produtivo se reúnem nesta terça-feira com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para tentar impedir o avanço da proposta que acaba com a escala de trabalho 6x1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas. O grupo é liderado por Paulo Skaf e reúne empresários preocupados com os impactos econômicos da medida. A Fiesp e outros setores defendem uma transição mais lenta e alertam para possíveis efeitos sobre custos, produtividade e geração de empregos caso a proposta seja aprovada rapidamente. A atualização da NR-1 entra em vigor nesta terça-feira e amplia a responsabilidade das empresas sobre riscos ligados à saúde mental dos trabalhadores. A nova regra exige que empregadores identifiquem, avaliem e controlem fatores psicossociais, como assédio, estresse extremo e síndrome de burnout, dentro do Programa de Gerenciamento de Riscos. O Ministério do Trabalho e Emprego informou que haverá possibilidade de fiscalização e aplicação de multas. Após pressão de empresas e sindicatos patronais, a medida havia sido adiada por um ano, mas o ministro Luiz Marinho afirmou que não pretende conceder novo adiamento. Para comentar o tema, a Jovem Pan entrevista Josiane Lima, diretora de pessoas da Swile. O deputado federal Mario Frias (PL-SP) apresentou nesta segunda-feira (25) sua defesa ao Supremo Tribunal Federal e negou o uso de emendas parlamentares para financiar o filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O congressista classificou as suspeitas de desvio de verbas públicas como “falsas” e “difamatórias”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou nesta segunda-feira a primeira sessão de radioterapia na região do couro cabeludo. Segundo a equipe médica, o procedimento tem caráter preventivo e foi adotado devido ao histórico do presidente com câncer de pele, já tratado anteriormente. O caso reacende o debate sobre prevenção, acompanhamento médico e cuidados contínuos após tratamentos oncológicos. O oncologista Gustavo Schvartzman explicou o procedimento. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

JORNAL DA RECORD
JORNAL DA RECORD | 25/05/2026

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later May 26, 2026 50:40


Confira na edição do Jornal da Record desta segunda-feira (25): Fim da escala 6 por 1 prevê transição de um ano para jornada de cinco dias e 40 horas semanais. Uma varredura em presídios pelo Brasil encontra mais de 500 celulares escondidos em paredes e colchões. 8 milhões de contribuintes estão no primeiro lote de restituição do imposto de renda. Exclusivo: o relato do comissário brasileiro que foi alvo de ofensas durante um voo internacional. Influenciadora Deolane Bezerra chora em audiência e é transferida para penitenciária no interior de SP. Na série especial, o trabalho das Forças Armadas na reconstrução do RS depois das enchentes de 2024.

JORNAL DA RECORD
JORNAL DA RECORD | 22/05/2026

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later May 23, 2026 39:26


Confira na edição do Jornal da Record desta sexta-feira (22): Justiça italiana nega extradição e solta a ex-deputada Carla Zambelli. Uma varredura em presídios pelo Brasil encontra mais de 500 celulares escondidos em paredes e colchões. 8 milhões de contribuintes estão no primeiro lote de restituição do imposto de renda. Exclusivo: o relato do comissário brasileiro que foi alvo de ofensas durante um voo internacional. Influenciadora Deolane Bezerra chora em audiência e é transferida para penitenciária no interior de SP. Na série especial, o trabalho das Forças Armadas na reconstrução do RS depois das enchentes de 2024.

JORNAL DA RECORD
JORNAL DA RECORD | 21/05/2026

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later May 22, 2026 49:38


Confira na edição do Jornal da Record desta quarta-feira (20): PGR decide manter negociação com Vorcaro para delação premiada. Congresso libera o repasse de dinheiro do Tesouro para prefeituras que têm dívidas com a União. 17 anos depois da tragédia que matou 228 pessoas, justiça francesa condena a Air France e a Airbus pelo acidente do voo 447. Cidade de SC registra frio recorde e termômetros marcam -6ºC. Na série especial, o trabalho das Forças Armadas na maior operação de resgate da história do país durante as enchentes do RS.

Rádio Assembleia - ALMG Novidades
Professora Andreza Aruska - Perfil do jovem que busca carreiras militares

Rádio Assembleia - ALMG Novidades

Play Episode Listen Later May 20, 2026 29:11


Uma análise comparativa de pesquisas produzidas por uma instituição na Inglaterra e, realizadas em 2021 e 2025, revelou crescimento do número de jovens brasileiros interessados em carreiras nas Forças Armadas e nas polícias militares. Em entrevista a Marco Antonio Soalheiro, no Mundo Político, Andreza Aruska de Souza Santos, diretora do Brazil Institute da Universidade king´s College London diz que o paralelo mostrou que o interesse maior está relacionado com melhores salários, carreira estável, moradia e alimentação subsidiadas. Aruska lembra em 2021 a pandemia atingiu mais os vulneráveis que buscaram ascensão social. Elafala que a interpretação da pesquisa aponta essa escolha dos jovens relacionada mais claramente com a economia, mas em particular, pode-se inferir também um aspecto político e ideológico, porque atrai jovens conservadores. Também pontua que a admiração às carreiras militares aparece nas pesquisas com um caráter secundário.

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Lauro Müller tem baixa procura pela vacina da gripe e cobertura não chega a 42%

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later May 8, 2026 4:21


A campanha de vacinação contra a gripe segue em andamento em Lauro Müller, mas a baixa procura pelos grupos prioritários preocupa a Secretaria de Saúde do município. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta, a coordenadora da Atenção Básica, Enfermeira Mariela Bagio Gomes, informou que a cobertura vacinal está muito abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde. Segundo ela, a campanha encerra no próximo dia 30 de maio e, até o momento, apenas 41,97% do público prioritário recebeu a dose da vacina contra a influenza. “Nós não temos boas notícias. A campanha finaliza no dia 30 de maio e a gente tá com uma baixa cobertura vacinal. A gente precisa atingir uma meta de 90% dos grupos prioritários”, destacou. Mariela explicou que o cenário também se repete em outras cidades catarinenses e lembrou que, em 2025, o município também não conseguiu alcançar a meta estipulada. “Ano passado a gente atingiu 70% da cobertura vacinal. A gente acreditava que esse ano ia ser um pouco melhor, principalmente porque tivemos muitas mortes por influenza, tanto de criança quanto de idoso, mas isso não vem acontecendo.” Entre os grupos prioritários, as gestantes são as que apresentam melhor índice de vacinação em Lauro Müller, com 51,88% de cobertura. Já entre as crianças, o percentual é de 40,13%, enquanto os idosos registram 42,18%. Além desses grupos, também fazem parte do público-alvo: Puérperas; Trabalhadores da saúde; Professores; Profissionais das forças de segurança e salvamento; Integrantes das Forças Armadas; Pessoas com deficiência permanente; Caminhoneiros; Trabalhadores do transporte coletivo; Funcionários dos Correios. A coordenadora afirmou que a equipe de saúde realizou diversas ações para ampliar a vacinação, incluindo visitas em grupos de idosos, creches e atendimento domiciliar a pacientes acamados, mas a adesão continua abaixo do esperado. “Quem tem direito à vacina não quer vacinar e quem não se enquadra nos grupos prioritários quer a vacina, mas no momento ainda não está liberado para toda a população.” As vacinas estão disponíveis nas unidades de saúde do Arizona, Barro Branco, Centro e Guatá. O atendimento ocorre das 8h às 12h e das 13h às 17h. Nas quartas-feiras, as unidades encerram o atendimento às 16h. “A gente pede que as pessoas procurem as unidades de saúde para receber a vacina e garantir proteção antes do inverno”, reforçou Mariela.

Convidado
Cenário de eleições antecipadas na Alemanha em 6 a 8 meses "não está excluído"

Convidado

Play Episode Listen Later May 7, 2026 9:50


O primeiro ano de Friedrich Merz à frente dos destinos da Alemanha não está a agradar aos alemães, levando a pensar em possíveis eleições antecipadas, caso a coligação entre o seu partido a CDU/CSU e o SPD continue com desentendimentos constantes. Em caso de eleições antecipadas, o partido em posição mais favorável para suceder na liderança do país é a AfD, uma força de extrema-direita. Um ano depois da sua chegada ao poder, apenas 19% dos alemães aprovam o desempenho político do chanceler Friedrich Merz e muitos dos descontentes são militantes do partido do líder alemão, o partido conservador CDU/CSU. Se a sua acção externa começou por impressionar os alemães, com o chanceler a não se vergar às vontades dos Estados Unidos, o agravamento da situação mundial, nomeadamente a guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irão está a preocupar os alemães já que tem um impacto directo no seu quotidiano, sendo o sector das máquinas e do automóvel um dos grandes motores germânicos. No entanto, esta impopularidade vem sobretudo das desavenças e tensões internas da coligação liderada por Merz entre o seu partido e o SPD, com golpes de sabotagem e declarações que minam a credibilidade do Governo. Em entrevista à RFI, o politólogo angolano residente na Alemanha, Orlando Ferraz diz que o cenário de eleições antecipadas é cada vez mais possível e lembra que no topo da preferência dos alemães está o partido de extrema-direita, AfD. "Existem vozes que não excluem mesmo eleições antecipadas caso este cenário permaneça para além dos seis ou oito meses desse segundo ano do mandato. [...] A mim não me surpreende a ascensão da AfD. Ela já em si já é o maior partido da oposição no Bundestag, portanto num parlamento federal, só isso já diz tudo. E amanhã não nos poderemos surpreender que tenhamos aqui, no mínimo, uma ou um vice- chanceler do AfD. Está tudo aberto e a AfD tem explorado com todos os meios possíveis, esses handicaps, essas avarias que o chanceler e a sua governação vêm cometendo a nível da política interna. Eles têm aproveitado muito bem. E os resultados têm estado aí. Eles vão ascendendo em todas as eleições regionais que se realizam nos estados federados. As últimas foram agora no estado de Baden-Wurttemberg. Eles alcançaram resultados nunca antes alcançados", detalhou Orlando Ferraz. A conjuntura internacional, nomeadamente a guerra na Ucrânia, têm levado a Alemanha a mudar de paradigma no que diz respeito às suas Forças Armadas, muito reduzidas e apoiadas pelos Estados Unidos, desde o fim da Segunda Guerra Mundial. A figura de proa para o reforço das capacidades militares alemãs é Boris Pistorius, ministro da Defesa, e uma possível figura do SPD para suceder a Friedrich Merz. "[A Defesa] Deixou de ser tabu, passou a ser uma questão que os próprios alemães já têm uma percepção diferente daquela que eles tinham, que estava muito ligadas às consequências ou às atrocidades da Segunda Guerra Mundial. Já que após a guerra, a Alemanha praticamente não teve exército convencional nenhum. Mas era um exército que tinha, portanto, a supervisão do exército norte americano, com uma presença muito importante aqui na Europa Ocidental e muito particularmente na Alemanha. O actual ministro da Defesa é muito pragmático e ele é daqueles que acha que a Alemanha perdeu muito tempo ao manter-se na retaguarda, negligenciandos o rearmamento e a modernização do seu exército. Mas agora todos lhe dão razão. A situação do mundo mudou de tal forma que hoje nenhum país se sente seguro. E foram palavras dele próprio, ministro da Defesa há tempos, quando ele justificava, portanto, reformas profundas em todos os ramos das Forças Armadas, onde ele exigiu um orçamento muito mais consequente para que possa fazer face à situação mundial actual. E ele já deu provas suficientes de que ele veio para avançar. E eu vejo nele também um futuro chanceler alemão. Seria um candidato muito forte", concluiu o politólogo.

Ouvi na Bloomberg Línea
EUA diz que gastaram US$ 25 bilhões na guerra contra o Irã até agora

Ouvi na Bloomberg Línea

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 10:22


Autoridades do Pentágono disseram que a guerra contra o Irã custou US$ 25 bilhões até agora, apresentando a estimativa em uma tensa audiência no Congresso em que o secretário de Defesa Pete Hegseth trocou farpas com democratas sobre a condução do conflito pelo governo.Hegseth disse ao Comitê de Forças Armadas da Câmara que o custo valia a pena para garantir que o Irã não obtivesse uma arma nuclear, mesmo com democratas afirmando que o valor subestimava o enorme custo para os contribuintes americanos.

Postal do Dia
Abandonámo-los por serem pretos

Postal do Dia

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 3:04


Milhares de soldados foram deixados à sua sorte depois do 25 de Abril. Serviram as nossas Forças Armadas na Guerra Colonial, mas eram pretos e não tiveram lugar no avião de regresso.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Vida em França
Historiador Yves Léonard lança livro sobre capitão de Abril Otelo Saraiva de Carvalho

Vida em França

Play Episode Listen Later Apr 22, 2026 32:23


Estamos a poucos dias de um novo aniversário da revolução do 25 de Abril em Portugal, uma ocasião para recordarmos uma das suas figuras cimeiras, Otelo Saraiva de Carvalho, que é o objecto de uma biografia elaborada por Yves Léonard, historiador que nestas últimas três décadas publicou inúmeros livros sobre a História de Portugal. "Otelo, la voix de la révolution des œillets", "Otelo, a voz da Revolução dos Cravos" é o nome da nova obra publicada pela Chandeigne & Lima, que Yves Léonard lançou no passado dia 15 de Abril em Paris. Neste livro, o historiador recorda esta figura controversa do passado recente de Portugal, um capitão de Abril que, no decurso dos anos 80, foi acusado de ter ligações com grupos armados em Portugal. Nascido a 31 de Agosto de 1936 em Maputo, Otelo Nuno Romão Saraiva de Carvalho é filho de um funcionário dos Correios e cresce no seio de uma família ligada, pelo avô, ao mundo do teatro. Depois de frequentar o ensino secundário público de Maputo, ele destina-se a uma carreira de actor, o jovem Otelo tendo veleidades de ir para o "Actor's Studio" em Nova Iorque. O destino -e sobretudo o pai- vão encarregar-se de o fazer ingressar na Academia Militar aos 19 anos. Ele estará em serviço activo durante as guerras de libertação de Angola e na Guiné-Bissau, nos anos 60 e início de 70 Será durante os derradeiros anos desses conflitos, que vai crescer dentro dele e de outros militares o projecto de derrubar o regime fascista português. De regresso a Portugal em 1973, envolve-se no Movimento das Forças Armadas e, juntamente com outros capitães, assume a liderança da Revolução dos Cravos a 25 de Abril de 1974. Uma caminhada sobre a qual Yves Léonard destaca que "antes de tudo, Otelo é o homem de África" e que "isto é muito importante para compreender o personagem". "Otelo é um militar, mas não por convicção. Penso que, antes de tudo, Otelo é um actor. Gostava muito do teatro. Otelo tem um avô que é um antigo oficial do Exército português. Portanto, tem uma grande admiração pelo avô. É importante na hora de tomar a decisão de entrar na Academia Militar e depois, nos anos 60, obviamente, é o tempo das guerras coloniais e para Otelo é um momento muito importante. Porque Otelo é um oficial intermédio, isto é, um capitão", começa por dizer o estudioso. "Em África, durante as guerras coloniais, há uma tomada de consciência em torno do sistema salazarista com o papel muito importante das colonias. E para Otelo, há a consciência de que a guerra é o problema maior de Portugal e que a violência não é a resposta", diz o historiador. Ao destacar o papel de Otelo durante o 25 de Abril, Yves Léonard também recorda que, depois, "durante o PREC, Processo Revolucionário em Curso, Otelo tinha um papel muito importante, porque era o chefe do COPCON e o chefe da Região Militar de Lisboa. Tem um papel muito importante durante a crise do fim de Setembro de 1974, durante a crise do 11 de Março de 1975, e depois, durante o 'Verão quente' e no mês de Novembro de 1975. Mas aí já não tinha o controlo da situação política em Portugal". Entrevistado pela radiodifusão portuguesa precisamente um ano após a revolução, Otelo Saraiva de Carvalho não esconde a alegria e o orgulho que continua a sentir depois do 25 de Abril de 1974. Mas efectivamente, neste período em que ele assume um papel preponderante no PREC, começam a surgir as primeiras divisões entre as correntes mais reformistas e as franjas mais à esquerda da revolução. Estas dissensões vão culminar com a desestabilização do 25 de Novembro de 1975. A partir daí, Portugal marca uma viragem mais à direita e em 1976, o general Ramalho Eanes torna-se o primeiro Presidente eleito depois da revolução de Abril, com um pouco mais de 61% dos votos face a Otelo, cuja candidatura recolhe cerca de 16% dos votos. Na primeira metade dos anos 80, Otelo está em ruptura total com o rumo seguido por Portugal na altura. Ele lidera um movimento, o chamado "Projecto Global", que será acusado de ter elos com grupos armados de extrema-esquerda como as FP 25, Forças Populares do 25 de Abril, que cometem ataques semelhantes àqueles que acontecem na mesma altura na Itália ou em França. "É difícil de dizer exactamente o que se passou, porque, por um lado, Otelo tinha vontade de fazer um projecto político com o poder popular que se chama ‘Projecto global'. É um projecto muito ambicioso. No fim dos anos 70, no início dos anos 80 e no mesmo tempo, aparece um grupo muito violento, com atentados terroristas que se chamam FP 25, Forças Populares do 25 de Abril. O problema é fazer uma ligação entre o ‘projecto global' de Otelo e as FP 25. É muito difícil saber exactamente qual é a natureza dessa relação. Mas em Junho de 84, o poder político, o Ministério da Justiça e a polícia têm a convicção de que Otelo é o chefe, senão o inspirador das FP 25", recorda Yves Léonard. Em 1987, Otelo é condenado a 15 anos de prisão por ser considerado responsável das actividades das FP 25. As circunstâncias em que Otelo é condenado geram um debate de largos anos em Portugal, ao ponto que sob o impulso dos socialistas então no poder, uma maioria de parlamentares amnistia Otelo em 1996. Esta medida não deixa de gerar polémica no seio da direita que acusa a esquerda de querer "apagar" a História. A seguir à amnistia, virá mais tarde um novo processo em 2001 durante o qual a justiça vai considerar que não existiam elementos suficientes para estabelecer que Otelo tivesse um qualquer elo com as FP 25. "Temos um julgamento no Tribunal da Boa-Hora no início de 2001 para dizer que Otelo não é responsável, não é o inspirador, não é o chefe das FP 25. É uma decisão de Justiça. Isto é uma forma de verdade. O problema é que depois da amnistia, depois o julgamento da Boa-Hora, muitas pessoas em Portugal continuam a pensar que Otelo é o responsável das FP 25, é uma terrorista. E a imagem de Otelo é péssima", constata o universitário. Apesar de uma decisão favorável da justiça, o nome de Otelo passou a ter um rasto de pólvora de forma duradoira. Paradoxalmente, ele continua a ser acarinhado no exterior, nomeadamente em França, onde várias personalidades do mundo político, nomeadamente o próprio Presidente François Mitterrand, ou artistas como o cantor popular Renaud, não escondem a sua admiração pelo militar que tem uma aura romântica. Para Yves Léonard, este fenómeno explica-se pelo facto de "a Revolução dos Cravos ter sido a última revolução do século XIX, isto é, uma revolução romântica". A aura de Otelo e dos restantes capitães de Abril vai inspirar vários filmes, documentários e reportagens. No ano 2000, estreia o filme 'Capitães de Abril' da actriz e realizadora portuguesa Maria de Medeiros. Presente na apresentação do livro de Yves Léonard, ela recorda a figura de Otelo que conheceu quando era criança. "Realmente eu conheci-o. Eu era muito novinha, adolescente, e lembro-me de ter dançado um rock and roll com o Otelo e era a primeira vez que eu dançava assim com os movimentos do rock and roll em Lisboa, num restaurante que é o ‘Brazuca', que era um lugar muito importante para os capitães de Abril, onde eles se reuniam muito. Depois, quando preparei o meu filme Capitães de Abril. Obviamente, falei muito com o Otelo, também com o Salgueiro Maia e, sobretudo, passei realmente 13 anos da minha vida a fazer pesquisa e a ler tudo o que eu conseguia encontrar nessa época publicado e às vezes sem estar publicado do que eles escreveram. É um privilégio extraordinário da nossa geração, da nossa infância, de miúdos lisboetas, de muitos de nós, termos coincidido com essas figuras importantes da nossa história", diz a cineasta que lamenta a actual tentativa de minimizar o legado do 25 de Abril no espaço público em Portugal. "Infelizmente, eu acho que estes movimentos revisionistas de extrema-direita que alastram não é uma coisa que seja, nem é nada português. Na verdade, acho que é uma importação. É como uma marca importada de outros países, porque está a acontecer por toda a parte. Os discursos são os mesmos. O descrédito atirado para cima da honra não é de quem de facto lutou. É vergonhoso", denuncia Maria de Medeiros. Volvidos 52 anos, o campo conservador está no poder em Portugal e a extrema-direita, em posição de força na Assembleia da República, tenta corroer a herança do 25 de Abril. A questão da memória torna-se tanto mais premente que as testemunhas directas da revolução dos cravos vão partindo. Otelo faleceu a 25 de Julho de 2021, num relativo esquecimento e sem grandes homenagens nacionais. "O que é muito importante, com o 25 de Abril é o papel dos capitães. Os grandes testemunhos da época, obviamente, 50 anos depois, os heróis desaparecem. Por exemplo, Otelo morreu cinco anos atrás, em 2021. E é difícil falar desse período sem os grandes actores do 25 de Abril. É um problema clássico na disciplina da História, a memória, os testemunhos e a história. É importante fazer e dizer a História. É um período complexo porque estamos entre a época da memória, com a presença dos grandes actores do 25 de Abril e o período da História. O problema hoje, é a tentação de dizer que o período antes do 25 de Abril não foi um período tão difícil. É um grande perigo para a democracia portuguesa", considera Yves Léonard para quem "é muito importante hoje sublinhar o papel fundamental da ruptura do 25 de Abril" que marcou "um novo tempo para Portugal, para a democracia em Portugal e para a democracia na Europa". "Otelo, obviamente, é o homem do 25 de Abril, o instigador que simboliza os Cravos de Abril", conclui o historiador.

Convidado
Amnistia Internacional afirma que a "humanidade está sob ataque"

Convidado

Play Episode Listen Later Apr 21, 2026 9:15


O relatório da Amnistia Internacional sobre a situação dos Direitos Humanos no mundo, divulgado nesta terça-feira, 21 de Abril, em Londres, denuncia ataques constantes ao multilateralismo, ao direito internacional e à sociedade civil liderados por Estados poderosos e alerta para a degradação dos direitos humanos em 144 países. Em entrevista à RFI, João Godinho Martins, director executivo da Amnistia Portugal, comenta as conclusões do relatório e afirma que a humanidade está sob ataque. Qual é a situação dos direitos humanos no mundo? O que a Amnistia documenta é o colapso em curso, o colapso de uma sociedade, de um mundo que viveu durante 80 anos sob uma ordem internacional, sob um multilateralismo e que agora vemos extinguir-se. O que a Amnistia vem aqui dizer é que a humanidade está sob ataque: ataque de movimentos transnacionais anti-direitos humanos, ataque de predadores, de autocratas como Vladimir Putin, como Benjamin Netanyahu, como Donald Trump, que querem afirmar o seu domínio e o seu poder sobre todo o mundo e sobre toda a gente. No relatório fazem referência às ferramentas de inteligência artificial. De que forma vieram as novas tecnologias contribuir para a deterioração dos direitos humanos? As novas tecnologias e as redes sociais, nomeadamente a inteligência artificial, e a falta de regulação no espaço digital são, sem dúvida, um problema e um factor que potencia o crescimento destes movimentos anti-direitos. Mas não é o único. São também os nossos decisores políticos, os líderes mundiais, que têm o poder de fazer as leis, de as mudar e de definir as práticas. É verdade que a inteligência artificial, bem como o facto de as grandes empresas tecnológicas estarem resguardadas à volta destes líderes autoritários e destes predadores dos direitos humanos, contribuem para esta situação. A Amnistia, ao longo de 2025, também chamou a atenção para diferentes questões, nomeadamente a utilização do TikTok, por exemplo, e de que forma influencia as nossas crianças, mas também para a inteligência artificial a outros níveis. Por exemplo, quando fizemos a investigação sobre o ataque ilegal dos Estados Unidos contra uma escola no Irão, que matou mais de 100 crianças, falámos também sobre a inteligência artificial e sobre o seu papel nos serviços de informação norte-americanos e nas Forças Armadas norte-americanas. E perguntamos: qual é a responsabilidade e qual foi o peso destas novas tecnologias no assassinato que testemunhámos? A Amnistia Internacional faz referências aos Presidentes Donald Trump, Vladimir Putin e ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu. O que diz o relatório sobre estes líderes políticos? Em 2025, vimos claramente como estes governos poderosos se transformaram em veículos de movimentos anti-democráticos e anti-direitos humanos. Por um lado, Putin e Netanyahu - já vínhamos, ao longo de muitos anos, a observar a sua actuação - tal como vínhamos a observar o Presidente Maduro na Venezuela e o regime chinês. O que vemos hoje, e o que sublinhamos, é que juntamos a nomes como Putin e Netanyahu o nome do Presidente norte-americano, um aliado de Portugal e da Europa, a administração de um país que queríamos democrático e defensor dos direitos humanos e que agora, em 2025, não o demonstra. Por outro lado, não são só estes três líderes: há também quem lhes permite existir, quem permite que continuem a fazer negócios em todo o mundo e a fazer guerras em todo o mundo. Os líderes europeus têm-se demonstrado demasiado submissos a estes ataques à ordem internacional e à actuação destes autocratas, destes predadores. Muitos governos, incluindo Portugal, têm apaziguado os ataques dos Estados Unidos, de Israel e de outros Estados poderosos ao multilateralismo, ao direito internacional e às protecções dos direitos humanos. A secretária-geral da Amnistia Internacional, Agnès Callamard, fala numa “ordem predatória”, alertando para o afastamento de um sistema político baseado em regras internacionais firmes e sublinhando que os países que continuam comprometidos com a democracia e o Estado de direito parecem impotentes. Como se explica este posicionamento? Sem dúvida, vivemos momentos, ao nível internacional, em que estes movimentos antidemocráticos ganham força. Isto é disseminado pelas redes sociais e pelas novas tecnologias, tem impacto nos conflitos de que falamos, mas também na política interna de cada país. Vemos o surgimento de novos partidos e de novos movimentos anti-direitos humanos - movimentos discriminatórios, racistas, patriarcais, conservadores - que procuram fazer regredir os direitos para dimensões em que beneficiam dessa nova situação. O que temos aqui é um efeito em cascata desta erosão da ordem internacional, com reflexos ao nível doméstico, e tudo o que isso significa para as pessoas e para as populações em toda a Europa e em todo o mundo. O documento assinala a degradação dos direitos humanos em 144 países no ano passado. Quais são os conflitos mais urgentes? Se falarmos de conflitos, o genocídio em curso em Gaza, sem dúvida. Os actos de agressão dos Estados Unidos na Venezuela e o assassinato extrajudicial de mais de 150 pessoas em embarcações vindas da Venezuela. A invasão contínua da Rússia na Ucrânia; os protestos no Irão, massivamente reprimidos pelo regime; a participação dos Emirados Árabes Unidos na guerra do Sudão, através de armamento chinês; o envolvimento no Ruanda no Congo; o Líbano, também, obviamente. São todos contextos internacionais de conflito que nos preocupam bastante. Mas também ao nível interno: temos deportações em massa nos Estados Unidos da América; autoridades britânicas que prenderam mais de duas mil pessoas por se oporem pacificamente à proibição de uma ONG; o governo da Sérvia a utilizar software espião; o Quénia a recorrer a tácticas de repressão facilitadas pela tecnologia. Eventos que, há pouco tempo, nos pareceriam extremos e extraordinários e que agora se disseminam por todo o mundo. No relatório fazem igualmente referência a Angola e Moçambique. O que se pode dizer sobre estes dois países? Angola e Moçambique, em 2025, tiveram características bastante comuns, especialmente no que diz respeito ao comprometimento do direito à reunião pacífica e da liberdade de expressão. Em Moçambique, tivemos eleições altamente contestadas que levaram a protestos, os quais foram violentamente reprimidos, causando pelo menos 277 mortos. Houve depois uma repressão pós-eleitoral contínua contra a oposição, com recurso à força excessiva, detenções arbitrárias e desaparecimentos forçados. Um pouco à semelhança do que temos vindo a observar em Angola nos últimos tempos: detenções de activistas, jornalistas e membros da oposição, e forças de segurança que fazem uso ilegal da força em manifestações. Há aqui uma série de ataques ao direito à reunião, ao protesto e à liberdade de expressão, comuns aos dois países. Estes ataques ocorrem em paralelo com outros problemas. Angola enfrenta pobreza extrema, baixos salários e elevado desemprego, especialmente entre os jovens. Moçambique continua a lidar com o conflito no Norte, com o Al-Shabaab, tendo registado dezenas de mortos civis e deslocações massivas de população ao longo de 2025. Quais são as recomendações deste relatório? Os governos têm de resistir e combater o retrocesso na protecção dos direitos humanos. É especialmente importante que combatam os ataques a comunidades racializadas, povos indígenas, refugiados, migrantes, mulheres, meninas e pessoas LGBTI. É necessário enfrentar a discriminação crescente e desenvolver regulamentações mais eficazes para os actores empresariais. As grandes empresas tecnológicas têm de ser reguladas. Todos os Estados, todas as pessoas, em todo o mundo, têm de continuar a fazer tudo o que está ao seu alcance para resistir a estes ataques predatórios. Há uma necessidade urgente de criar alianças globais mais fortes, que juntem diferentes actores e reforcem o sistema multilateral baseado em regras. Sim, há problemas no sistema multilateral - as Nações Unidas têm dificuldades e fraquezas -, mas a solução não é menosprezá-las. A solução é reforçá-las, melhorá-las e dotá-las de melhores meios para defender os direitos humanos das gerações presentes e futuras.

Os Pingos nos Is
Delegado que atuou na prisão de Alexandre Ramagem é convidado a sair dos EUA

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Apr 20, 2026 119:19


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (20):Um novo capítulo de tensão diplomática entre Brasil e Estados Unidos se abriu após o governo de Donald Trump ordenar que um delegado da Polícia Federal brasileira deixe o território americano. O agente, que atuava em colaboração internacional e teve envolvimento em investigações contra Alexandre Ramagem, foi acusado pela gestão Trump de estender perseguições políticas para fora das fronteiras brasileiras. Dados do Portal da Transparência revelam que o Exército Brasileiro destinou quase R$ 40 milhões ao Grupo Master ao longo da gestão do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Os repasses, vinculados a contratos de fornecimento e serviços logísticos, chamam a atenção pelo volume de recursos em um momento de contingenciamento orçamentário nas Forças Armadas. Em meio à queda de popularidade e ao desgaste causado por medidas econômicas severas, o governo Lula inicia uma estratégia de comunicação para tentar "limpar" a imagem da gestão. O objetivo é desvincular o presidente de pautas impopulares, como o aumento de impostos e a volta de taxas em compras internacionais, jogando a responsabilidade para o Congresso ou para a equipe técnica. Em uma nova ofensiva de comunicação, o governo Lula mudou o discurso e passou a negar que tenha promovido aumentos de impostos durante a atual gestão. A estratégia busca blindar a popularidade do presidente ao classificar as novas medidas arrecadatórias como "revisões de benefícios" ou "ajustes setoriais". O Brasil enfrenta um desafio crítico de segurança pública e controle industrial. Relatórios recentes de inteligência indicam que o país se tornou um dos maiores exportadores de insumos químicos fundamentais para o refino de drogas no mundo. Aproveitando a força do parque industrial brasileiro, organizações criminosas têm desviado toneladas de substâncias controladas para laboratórios em países vizinhos e para a produção de sintéticos. O Governo Federal implementou alterações na carga tributária incidente sobre o setor agropecuário, provocando debates sobre o equilíbrio fiscal e a produção nacional. O deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) avalia como essas medidas podem repercutir na estrutura de custos do setor e na economia brasileira. Levantamento dos dados oficiais revela que os gastos do Governo Federal com viagens, incluindo passagens e diárias, atingiram o montante de R$ 1 bilhão. Os valores englobam as agendas nacionais e internacionais de ministros, assessores e comitivas ao longo da atual gestão. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

The John Batchelor Show
S8 Ep764: H.W. Brands examines Lindbergh's 1941 congressional testimony challenging the administration's narrative, arguing that air power actually strengthens hemispheric defense, allowing America to intercept invading armadas 300 miles offshore. Rejec

The John Batchelor Show

Play Episode Listen Later Apr 19, 2026 7:19


H.W. Brands examines Lindbergh's 1941 congressional testimony challenging the administration's narrative, arguing that air power actually strengthens hemispheric defense, allowing America to intercept invading armadas 300 miles offshore. Rejecting the "isolationist" label, Lindbergh proposes a robust defense of the Western Hemisphere rather than the Rhine, drawing thousands to rallies while adopting sharper rhetoric branding interventionists as "defeatists." (6)

Guerra Fria
Do Estreito de Ormuz ao coração da Rússia, o mundo entra numa fase de guerra híbrida sem controlo

Guerra Fria

Play Episode Listen Later Apr 19, 2026 25:23


O Irão prepara uma guerrilha naval que pode bloquear o comércio global, a Ucrânia recupera iniciativa no terreno e Moscovo enfrenta pressão militar, económica e interna, num cenário em que tensões regionais se interligam e aumentam o risco de escalada entre grandes potências. Perceba tudo neste Guerra Fria, com José Milhazes e Nuno Rogeiro. Washington avalia contramedidas, incluindo o uso de meios aéreos para neutralizar a chamada “frota invisível” iraniana. Em paralelo, a guerra na Ucrânia entra numa nova fase, com Kyiv a intensificar ataques em profundidade e a demonstrar capacidade operacional renovada, enquanto Moscovo aumenta a pressão militar para alcançar ganhos políticos antes de momentos internos decisivos. O programa analisa ainda sinais de fragilidade na Rússia, desde dificuldades económicas a quebras de popularidade de Vladimir Putin. No plano global, cruzam-se tensões no Médio Oriente, disputas estratégicas entre grandes potências e dinâmicas de guerra híbrida, num contexto marcado por incerteza e crescente instabilidade internacional. O Guerra Fria foi emitido a 19 de abril na SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Leste Oeste de Nuno Rogeiro
Um acordo entre embaixadores pode evitar o colapso de todo o Médio Oriente?

Leste Oeste de Nuno Rogeiro

Play Episode Listen Later Apr 19, 2026 91:55


Neste episódio de Leste/Oeste, Nuno Rogeiro analisa a fragilidade do cessar-fogo entre Israel e o Líbano, questionando a viabilidade de uma paz duradoura sem a inclusão do Hezbollah nas negociações e os riscos de um efeito dominó no Médio Oriente. O comentador aborda ainda a evolução política na Hungria, com sinais de mudança que podem influenciar o equilíbrio europeu. No Golfo, o Irão apresenta sinais contraditórios, alternando entre demonstrações de recuperação militar e negações de acordos com os Estados Unidos, num contexto de elevada incerteza. Washington ajusta a sua estratégia global, reforçando compromissos na NATO e na Ucrânia, enquanto avalia cenários no Ártico e no Médio Oriente. O alegado bloqueio no Estreito de Hormuz levanta dúvidas quanto à sua eficácia e impacto energético. O analista residente da SIC aborda também a posição do Vaticano sobre a guerra, o papel crescente da China na tecnologia estratégica e os sinais de pressão na economia russa, traçando um retrato de um sistema internacional em tensão crescente. O Leste/Oeste foi emitido na SIC Notícias a 19 de abril.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ilustríssima Conversa
João Paulo Charleaux: Israel comete crimes de guerra em Gaza

Ilustríssima Conversa

Play Episode Listen Later Apr 11, 2026 53:33


Pouca gente já leu o texto da Convenção de Genebra, e a maior parte das pessoas provavelmente tropeçaria se precisasse explicar a diferença entre a Corte Internacional de Justiça e o Tribunal Penal Internacional. No entanto, lembra João Paulo Charleaux, isso não é essencial para que quase todo o mundo entenda alguns princípios humanitários que devem ser respeitados nas guerras —por exemplo, que nada justifica atirar em inimigos rendidos, atacar ambulâncias e hospitais, matar uma população de fome ou torturar crianças. Charleaux, autor do recém-lançado "As Regras da Guerra", analisa como essas normas evoluíram ao longo dos últimos séculos. Neste episódio, ele fala sobre alguns conflitos atuais, como a ofensiva militar de Israel em Gaza e o ataque de Trump ao Irã. Para o autor, o Hamas cometeu uma longa lista de crimes de guerra no 7 de Outubro e Israel tem o direito de se defender. Contudo, em sua avaliação, o país vem ultrapassando de forma calculada os limites legais estabelecidos e isso deve ter um alto custo moral. Ele diz considerar que Israel está cometendo crimes de guerra gravíssimos em Gaza e que o mandado de prisão do TPI contra Netanyahu é acertado. Charleaux também discute os dilemas criados pelo uso cada vez mais frequente de drones e de ferramentas de inteligência artificial nas guerras e o papel que as Forças Armadas do Brasil devem ter em um cenário geopolítico mais extremo. Produção e apresentação: Eduardo Sombini Edição de som: Jéssica Cruz See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio Escafandro
157: Vinte dentes naturais

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Apr 1, 2026 72:52


Em agosto de 1942, no auge da Segunda Guerra Mundial, submarinos nazistas afundaram navios na costa brasileira. O Brasil, que ainda mantinha relações com os dois lados do conflito, se viu obrigado a entrar numa guerra para a qual não tinha qualquer preparação.Foi formada então a Força Expedicionária Brasileira (FEB), que viajou até a Itália para auxiliar as forças aliadas contra o Eixo. Quase 25 mil pracinhas passaram nove meses combatendo no maior conflito armado da humanidade, ajudando a libertar cidades italianas do domínio nazista.Quando retornaram, porém, esses homens não foram considerados heróis por muito tempo. E trouxeram na bagagem romances com jovens italianas, traumas vividos na guerra, e um sentimento geral de admiração por um país aliado: os Estados Unidos da América.Num momento em que o governo de Donald Trump trouxe a guerra para o nosso quintal, o episódio 157 de Escafandro mergulha na missão da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial. Conta como o Brasil atuou na Itália, como essa missão ajudou a moldar nossas Forças Armadas de hoje e reflete sobre o que ela nos ensina a respeito de possíveis futuros conflitos.Mergulhe mais fundoBarbudos, sujos e fatigados: Soldados Brasileiros na Segunda Guerra Mundial (link para compra)Histórias de um pracinha da Segunda Guerra Mundial (link para compra)Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial (link para compra)A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro (link para compra)Episódios relacionados#70: Os generais e o cerco a Brasília#109: General bom, general mau#142: Heil TrumpEntrevistados do episódioIsalete LealPedagoga e diretora da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil em Valença.Mario PereiraGuia turístico e palestrante. Ex-administrador do Monumento Votivo Militar Brasileiro de Pistoia. Francisco Cesar Alves FerrazDoutor em História pela Universidade de São Paulo (USP), professor do Departamento de História da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Autor de "Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial" (Zahar, 2005).Cristina FeresMestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Autora de "A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro" (Editora Intermeios, 2023).Piero LeirnerAntropólogo, professor da Universidade Federal de São Carlos. Autor de livros como “O Brasil no Espectro de uma Guerra Híbrida" (Alameda Casa Editorial, 2020), e "Dois ensaios sobre magia política" (Editora Hucitec, 2025).Ficha técnicaProdução, reportagem e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini

ONU News
Relator da ONU elogia leis sobre migração no Brasil e sugere melhorias

ONU News

Play Episode Listen Later Apr 1, 2026 1:49


Especialista, que visitou o país, deve apresentar relatório sobre o tema ao Conselho de Direitos Humanos, no próximo ano; Gehad Madi reuniu-se com migrante, representantes de povos indígenas, mulheres crianças, autoridades e membros das Forças Armadas; para ele, o Brasil se destaca no acolhimento e outras áreas.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 23/03/2026 | 1ª EDIÇÃO: Ofensivas no Oriente Médio | 2ª EDIÇÃO: Guerra entre Israel e EUA contra Irã

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Mar 24, 2026 301:29


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (23): O Irã lançou um míssil com bombas de fragmentação que foi visto no céu sobre Tel Aviv, Jerusalém e a Cisjordânia, espalhando explosivos na região pouco depois da meia-noite desta segunda-feira (23). O ataque ocorre em meio à escalada da guerra, após ameaças envolvendo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e possíveis retaliações contra infraestrutura iraniana. A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, cumpriu uma agenda intensa em São Paulo, onde se reuniu com movimentos sociais e lideranças feministas para discutir ações de combate ao feminicídio. O encontro também teve como foco a articulação do Pacto Nacional de enfrentamento à violência contra a mulher, em meio a um cenário preocupante: o Brasil registrou recorde de casos de feminicídio em 2025. A Receita Federal deu início oficial ao período de entrega da declaração do Imposto de Renda 2026 (ano-base 2025). Os contribuintes terão entre os dias 23 de março e 29 de maio para enviar seus dados sem multa. O indicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Supremo Tribunal Federal, Jorge Messias, já conta com o apoio declarado de 25 senadores, mas ainda precisa de pelo menos mais 16 votos para atingir os 41 necessários à aprovação. A vaga está aberta há cinco meses, desde a saída do ministro Roberto Barroso. O Irã lançou um míssil com bombas de fragmentação que foi visto no céu sobre Tel Aviv, Jerusalém e a Cisjordânia, espalhando explosivos na região pouco depois da meia-noite desta segunda-feira (23). O ataque ocorre em meio à escalada da guerra, após ameaças envolvendo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e possíveis retaliações contra infraestrutura iraniana. A empresária e influenciadora Martha Graeff, ex-noiva de Daniel Vorcaro, não foi localizada pelas comissões parlamentares que investigam o chamado Caso Master. Convocada para prestar depoimento tanto na CPI do Crime Organizado quanto na CPMI do INSS, ela não respondeu aos contatos oficiais às vésperas das oitivas. O depoimento na CPMI está previsto para esta segunda-feira (23), enquanto a CPI do Crime Organizado marcou a audiência para quarta-feira (25). O vice-ministro das Relações Exteriores de Cuba, Carlos Fernández de Cossío, afirmou que o país está se preparando para um possível ataque dos Estados Unidos, embora tenha ressaltado que a ilha não busca confronto com Washington. O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (23) que os Estados Unidos tiveram conversas boas e produtivas com o Irã e que ordenará às Forças Armadas que adiem quaisquer ataques militares contra usinas de energia e infraestrutura energética iranianas. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 23/03/2026 | 1ª EDIÇÃO: Ofensivas no Oriente Médio | 2ª EDIÇÃO: Guerra entre Israel e EUA contra Irã

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Mar 23, 2026 301:37


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (23): O Irã lançou um míssil com bombas de fragmentação que foi visto no céu sobre Tel Aviv, Jerusalém e a Cisjordânia, espalhando explosivos na região pouco depois da meia-noite desta segunda-feira (23). O ataque ocorre em meio à escalada da guerra, após ameaças envolvendo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e possíveis retaliações contra infraestrutura iraniana. A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, cumpriu uma agenda intensa em São Paulo, onde se reuniu com movimentos sociais e lideranças feministas para discutir ações de combate ao feminicídio. O encontro também teve como foco a articulação do Pacto Nacional de enfrentamento à violência contra a mulher, em meio a um cenário preocupante: o Brasil registrou recorde de casos de feminicídio em 2025. A Receita Federal deu início oficial ao período de entrega da declaração do Imposto de Renda 2026 (ano-base 2025). Os contribuintes terão entre os dias 23 de março e 29 de maio para enviar seus dados sem multa. O indicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Supremo Tribunal Federal, Jorge Messias, já conta com o apoio declarado de 25 senadores, mas ainda precisa de pelo menos mais 16 votos para atingir os 41 necessários à aprovação. A vaga está aberta há cinco meses, desde a saída do ministro Roberto Barroso. O Irã lançou um míssil com bombas de fragmentação que foi visto no céu sobre Tel Aviv, Jerusalém e a Cisjordânia, espalhando explosivos na região pouco depois da meia-noite desta segunda-feira (23). O ataque ocorre em meio à escalada da guerra, após ameaças envolvendo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e possíveis retaliações contra infraestrutura iraniana. A empresária e influenciadora Martha Graeff, ex-noiva de Daniel Vorcaro, não foi localizada pelas comissões parlamentares que investigam o chamado Caso Master. Convocada para prestar depoimento tanto na CPI do Crime Organizado quanto na CPMI do INSS, ela não respondeu aos contatos oficiais às vésperas das oitivas. O depoimento na CPMI está previsto para esta segunda-feira (23), enquanto a CPI do Crime Organizado marcou a audiência para quarta-feira (25). O vice-ministro das Relações Exteriores de Cuba, Carlos Fernández de Cossío, afirmou que o país está se preparando para um possível ataque dos Estados Unidos, embora tenha ressaltado que a ilha não busca confronto com Washington. O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (23) que os Estados Unidos tiveram conversas boas e produtivas com o Irã e que ordenará às Forças Armadas que adiem quaisquer ataques militares contra usinas de energia e infraestrutura energética iranianas. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #96 Ainda Estamos Aqui

Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Mar 23, 2026 94:39


No episódio 96 do Fronteiras no Tempo, C. A., Marcelo Beraba, Willian Spengler e o Estagiário Rodolfo, analisam a representação da ditadura brasileira no cinema e, especialmente, o filme "Ainda Estou Aqui". Eles discutem como a sétima arte aborda esse período sombrio da história do Brasil, comparando a produção nacional com a de outros países da América Latina, como Argentina e Chile, que tiveram diferentes processos de redemocratização e políticas de memória. O episódio explora a importância do cinema como ferramenta de preservação da memória histórica e de reflexão sobre os impactos da ditadura, além de mencionar outros filmes relevantes como "Pra Frente, Brasil", "Eles não usam Black-Tie", "O Que É Isso, Companheiro?", "Batismo de Sangue", "Zuzu Angel", "O ano em que meus pais saíram de férias", entre outros. FINANCIAMENTO COLETIVO Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo MENCIONADOS NO EPISÓDIO Longas Metragens 1978 (trailer) Batismo de Sangue: Ainda Estou Aqui (trailer) Agente Secreto (trailer) Pra frente, Brasil Zuzu Angel Lamarca O que isso companheiro? Eles não usam Black tie O ano em que meus pais saíram de férias Podcasts Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #39 Crimes da Ditadura Civil-Militar (o caso de Higino Pio) Fronteiras no Tempo: Historicidade #55 Carlos Marighella, Cinema e História Fronteiras no Tempo: Historicidade #51 Espionagem, Igreja e Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo: Historicidade #14 Itamaraty e as Forças Armadas na Ditadura Historicidade #9 Histórias da Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo #21 – GOLPE DE 1964 Fronteiras no Tempo #22 DITADURA CIVIL-MILITAR Fronteiras no Tempo #24 FIM DA DITADURA CIVIL-MILITAR Retrato narrado A vida secreta de Jair Artigo acadêmico NUNES, Fernando de Lima. Combatendo o revisionismo: ensino de história da ditadura civil-militar brasileira enquanto disputa de narrativas. História Hoje, v.10, n.19, p.180-188, 2021. Disponível em: https://rhhj.anpuh.org/RHHJ/issue/view/20/showToc MATERIAL COMPLEMENTAR AGUIAR, Carolina Amaral; MORETTIN, Eduardo (orgs.). Cinema e história: circularidades, arquivos e experiência estética. Porto Alegre: Sulina, 2017. LEME, Caroline Gomes. Ditadura em imagem e som: trinta anos de produções cinematográficas sobre o regime militar brasileiro. São Paulo: Editora Unesp, 2013. NAPOLITANO, Marcos. Recordar é vencer: as dinâmicas e vicissitudes da construção da memória sobre o regime militar brasileiro. Antíteses, v.8, n.15, p. 09-44, nov. 2015 POLLAK, Michel. Memória e identidade social. Revista Estudos Históricos. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, v. 5, n. 10, p. 200-212, 1992. RAMOS, Fernão Pessoa; SCHVARZMAN, Sheila (orgs.). Nova história do cinema brasileiro – volume 2. São Paulo: Editora Sesc, 2018. ROSENSTONE, R. A história nos filmes. Os filmes na história. São Paulo: Paz e Terra, 2010. SANTOS, Diogo Eduardo Moysés Carvalho dos. A memória das ditaduras (Brasil e Argentina) pelo olhar infantil no cinema contemporâneo. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia. Departamento de História, Niterói, RJ, 2016. SANTOS, Marcia de Souza. Memórias da ditadura nas telas de cinema: representações fílmicas dos guerrilheiros e da luta armada no período do regime militar brasileiro. Cadernos Ceru, São Paulo, v. 22, n. 2, p. 57-74, 2012. SIMIS, Anita. Estado e cinema no Brasil. São Paulo: Editora Unesp, 2015. SOUZA, Maria Luiza Rodrigues. Um estudo das narrativas cinematográficas sobre as ditaduras militares no Brasil (1964-1985) e na Argentina (1976-1983). Tese (doutorado) - Universidade de Brasília, Programa de Pós-Graduação em Estudos Comparados sobre as Américas, Centro de Pesquisa e Pós-Graduação sobre as Américas (CEPPAC), Brasília, 2007. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #96: Ainda Estamos Aqui. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 23/03/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66698&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba. Hosts: C. A., Marcelo Beraba e Estagiário Rodolfo. Recordar é viver: Willian Spengler. Artes do Episódio: C. A. Edição: Talk’nCast Redes Sociais Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast – Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #96 Ainda Estamos Aqui

Podcast – Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Mar 23, 2026 94:39


No episódio 96 do Fronteiras no Tempo, C. A., Marcelo Beraba, Willian Spengler e o Estagiário Rodolfo, analisam a representação da ditadura brasileira no cinema e, especialmente, o filme "Ainda Estou Aqui". Eles discutem como a sétima arte aborda esse período sombrio da história do Brasil, comparando a produção nacional com a de outros países da América Latina, como Argentina e Chile, que tiveram diferentes processos de redemocratização e políticas de memória. O episódio explora a importância do cinema como ferramenta de preservação da memória histórica e de reflexão sobre os impactos da ditadura, além de mencionar outros filmes relevantes como "Pra Frente, Brasil", "Eles não usam Black-Tie", "O Que É Isso, Companheiro?", "Batismo de Sangue", "Zuzu Angel", "O ano em que meus pais saíram de férias", entre outros. FINANCIAMENTO COLETIVO Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo MENCIONADOS NO EPISÓDIO Longas Metragens 1978 (trailer) Batismo de Sangue: Ainda Estou Aqui (trailer) Agente Secreto (trailer) Pra frente, Brasil Zuzu Angel Lamarca O que isso companheiro? Eles não usam Black tie O ano em que meus pais saíram de férias Podcasts Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #39 Crimes da Ditadura Civil-Militar (o caso de Higino Pio) Fronteiras no Tempo: Historicidade #55 Carlos Marighella, Cinema e História Fronteiras no Tempo: Historicidade #51 Espionagem, Igreja e Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo: Historicidade #14 Itamaraty e as Forças Armadas na Ditadura Historicidade #9 Histórias da Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo #21 – GOLPE DE 1964 Fronteiras no Tempo #22 DITADURA CIVIL-MILITAR Fronteiras no Tempo #24 FIM DA DITADURA CIVIL-MILITAR Retrato narrado A vida secreta de Jair Artigo acadêmico NUNES, Fernando de Lima. Combatendo o revisionismo: ensino de história da ditadura civil-militar brasileira enquanto disputa de narrativas. História Hoje, v.10, n.19, p.180-188, 2021. Disponível em: https://rhhj.anpuh.org/RHHJ/issue/view/20/showToc MATERIAL COMPLEMENTAR AGUIAR, Carolina Amaral; MORETTIN, Eduardo (orgs.). Cinema e história: circularidades, arquivos e experiência estética. Porto Alegre: Sulina, 2017. LEME, Caroline Gomes. Ditadura em imagem e som: trinta anos de produções cinematográficas sobre o regime militar brasileiro. São Paulo: Editora Unesp, 2013. NAPOLITANO, Marcos. Recordar é vencer: as dinâmicas e vicissitudes da construção da memória sobre o regime militar brasileiro. Antíteses, v.8, n.15, p. 09-44, nov. 2015 POLLAK, Michel. Memória e identidade social. Revista Estudos Históricos. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, v. 5, n. 10, p. 200-212, 1992. RAMOS, Fernão Pessoa; SCHVARZMAN, Sheila (orgs.). Nova história do cinema brasileiro – volume 2. São Paulo: Editora Sesc, 2018. ROSENSTONE, R. A história nos filmes. Os filmes na história. São Paulo: Paz e Terra, 2010. SANTOS, Diogo Eduardo Moysés Carvalho dos. A memória das ditaduras (Brasil e Argentina) pelo olhar infantil no cinema contemporâneo. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia. Departamento de História, Niterói, RJ, 2016. SANTOS, Marcia de Souza. Memórias da ditadura nas telas de cinema: representações fílmicas dos guerrilheiros e da luta armada no período do regime militar brasileiro. Cadernos Ceru, São Paulo, v. 22, n. 2, p. 57-74, 2012. SIMIS, Anita. Estado e cinema no Brasil. São Paulo: Editora Unesp, 2015. SOUZA, Maria Luiza Rodrigues. Um estudo das narrativas cinematográficas sobre as ditaduras militares no Brasil (1964-1985) e na Argentina (1976-1983). Tese (doutorado) - Universidade de Brasília, Programa de Pós-Graduação em Estudos Comparados sobre as Américas, Centro de Pesquisa e Pós-Graduação sobre as Américas (CEPPAC), Brasília, 2007. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #96: Ainda Estamos Aqui. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 23/03/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66698&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba. Hosts: C. A., Marcelo Beraba e Estagiário Rodolfo. Recordar é viver: Willian Spengler. Artes do Episódio: C. A. Edição: Talk’nCast Redes Sociais Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.

6AM Hoy por Hoy
“Hay denuncias de incursiones armadas”: Gobernador de Nariño, Luis Alfonso Escobar

6AM Hoy por Hoy

Play Episode Listen Later Mar 17, 2026 11:05


“Hay denuncias de incursiones armadas”: Gobernador de Nariño, Luis Alfonso Escobar

ONU News
No Líbano, Guterres fala de vias diplomáticas disponíveis para solução da crise

ONU News

Play Episode Listen Later Mar 14, 2026 1:54


Chefe das Nações Unidas pede que cessem disparos e bombardeios para o fim dos confrontos que não têm solução militar; comunidade internacional solicitada a reforçar Estado libanês e apoiar as Forças Armadas.

Talking Trek: Star Trek Fleet Command
Maverick Faction Tasks Strategy and Crewing for Conqueror Borg Solo Armadas

Talking Trek: Star Trek Fleet Command

Play Episode Listen Later Mar 7, 2026 201:13


In this episode of Talking Trek, we break down week one of the new Maverick faction in Star Trek Fleet Command and talk through what changed between playtest and live launch. DJ, Tarpy, and Jules Vern dive into the Conqueror Borg solo armadas, the target stat changes, the directive controversy, and why communication around the launch left a lot of players frustrated. We also cover the big strategic question of the week: should you chase loot or focus on tasks? Using live examples and calculator math, the crew explains why Maverick progression is driven much more by alliance milestones and solo tasks than by raw loot pulls from lower targets. If you're trying to decide whether to punch down, push higher targets, or build around alliance scoring, this episode has the breakdown. On top of that, the show touches on the new roadmap, the increasing focus on alliance-based gameplay, and what that means for both large and small alliances going forward. There's also practical advice on Maverick building priorities, when to invest in research, and how to time your task claims so you don't waste a 7-day cooldown. Finally, the back half includes crewing discussion for different ops ranges, live target tests, and a look at which task paths actually pay the best. If you're trying to get the most out of the Maverick faction this month, this is the episode to watch. #StarTrekFleetCommand #STFC #MaverickFaction #TalkingTrek #Scopely #BorgArmadas #STFCGuide #STFCMaverick   1:20 — Show open and episode overview: Maverick faction, Conqueror Borg solo armadas, roadmap, crewing, and weekend events are introduced. 25:49 — Main Maverick discussion begins with Jules Verne joining the show to break down the faction and new armadas. 27:21 — What changed before launch: playtest vs. live release, balance changes, and “subject to change” discussion. 36:38 — Target rebalance debate: original stats vs. updated stats, why the level 55 entry target changed, and whether it should have remained a tutorial target. 40:53 — Core strategy pivot: why loot is less important than first assumed, and why higher-target kills matter more for alliance task progression and Maverick credits. 42:19 — Alliance scoring explained: punching down for loot can hurt team progression compared with hitting the biggest target you can reliably clear. 44:23 — Roadmap / design direction: discussion of GM Conor's post and the game's stronger push toward alliance-based progression. 54:34 — Math on alliance milestones: what it would take for a full alliance to finish the top milestone and thoughts on whether future milestone expansion would help. 1:07:52 — Maverick task rewards breakdown: why the top two tasks matter most and how the payouts compare to the lower tasks. 1:48:39 — Crewing recommendations: bridge choices, below-deck priorities, crit setup, and how to think about forbidden tech / slipstream for these armadas. 2:30:13 — Live test results: a level 72 example shows sustainable wins and why raw loot looks appealing but still does not beat task-based progression. 2:31:00 — Store economics: the Maverick store only has one loot-purchased chest, and its value is minor compared with task rewards. 2:38:54 — Best progression path: rush building level 20, unlock the top solo task, then decide whether to push building or research based on what targets you can clear. 2:40:38 — Important warning: the level 20 task bundle has a 7-day cooldown, so timing your claim matters.  

ONU News
Mulheres vieram mudar Forças Armadas para melhor

ONU News

Play Episode Listen Later Mar 7, 2026 5:44


Livro a ser apresentado em Lisboa retrata presença de portuguesas em forças de paz da ONU; Portugal tem apenas 13,8% de mulheres nas Forças Armadas, mas cada vez mais participam em missões; publicação reúne testemunhos que revelam desafios, conquistas e impacto da presença feminina no terreno.

451 MHz
#186 As regras da guerra — João Paulo Charleaux

451 MHz

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 57:01


O que é permitido na guerra? Na semana em que o mundo vê apreensivo a escalada da nova ofensiva dos EUA e Israel contra o Irã, este episódio recebe o jornalista e escritor João Paulo Charleaux, que prepara o lançamento de As Regras da Guerra (Zahar). Na conversa, ele fala sobre o alastramento dos conflitos no Oriente Médio, de como e por que surgiram as chamadas leis de guerra e da distinção entre guerras ilegais e as consideradas justas. Charleaux ainda critica a influência do pensamento bélico na segurança pública do Brasil e discute como fortalecer as Forças Armadas do país de forma republicana e democrática no cenário de instabilidade geopolítica mundial. Apoio: Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais Assine a Quatro Cinco Um por R$ 10/mês: https://bit.ly/Assine451 Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451

Morning Show
Impactos da guerra entre EUA e Irã no Brasil

Morning Show

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 120:10


Confira no Morning Show desta sexta-feira (06): O ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, determinou a transferência do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para a Penitenciária Federal de Brasília. A decisão atende a um pedido da Polícia Federal e ocorre após a prisão do empresário em uma operação que investiga um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras. Vorcaro está detido na Penitenciária 2 de Potim, no interior de São Paulo. Luiz Phillipi Mourão, conhecido como "Sicário", apontado pelas investigações como o braço direito do empresário Daniel Vorcaro, se tornou assunto nos últimos dias após ser alvo do mandado de prisão preventiva. A defesa do suspeito negou os boatos de morte cerebral, mas confirmou que o quadro clínico dele é considerado gravíssimo. Ele teria tentado tirar a própria vida no exato momento em que foi alvo do mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que o país está preparado para repelir uma eventual invasão terrestre das Forças Armadas dos Estados Unidos. Segundo Araghchi, o governo iraniano está “aguardando” qualquer movimento americano e garante que suas forças estão prontas para defender o território nacional caso ocorra uma ofensiva por terra. Durante a análise das mensagens, a comentarista Jess Peixoto destacou que a agenda do empresário contava com contatos frequentes e diretos com grandes figuras políticas do país, como o ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, além de parlamentares influentes e presidentes partidários como Ciro Nogueira (Progressistas), Davi Alcolumbre (União Brasil), Hugo Motta (Republicanos) e Antônio Rueda (União Brasil). O programa Morning Show traz atualizações sobre o andamento do grave caso de estupro coletivo ocorrido no final de janeiro em Copacabana, no Rio de Janeiro. O repórter Rodrigo Viga, direto do Palácio da Justiça, informou que dois dos quatro jovens adultos já presos pelo crime passam por audiência de custódia nesta quarta-feira. Os outros dois detidos já haviam passado pelo mesmo procedimento anteriormente e tiveram as prisões mantidas pelas autoridades. O correspondente internacional Eliseu Caetano, direto de Miami, nos Estados Unidos, trouxe detalhes de uma reportagem exclusiva publicada pelo jornal Washington Post. Segundo a publicação americana, autoridades confirmaram que o governo russo forneceu informações de inteligência para os iranianos com o objetivo de rastrear e monitorar alvos militares americanos na região do conflito. O painel do Morning Show destacou como Daniel Vorcaro justificava constantemente seus passos citando reuniões com ministros e senadores, demonstrando uma mistura de vaidade e receio de ser exposto. Durante a análise, chamou a atenção dos comentaristas a mensagem em que o investigado compara o ambiente financeiro a uma máfia, assumindo uma postura de "poderoso chefão" nos bastidores do esquema de corrupção. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Diplomatas
EUA atacam Irão: “A última das preocupações de Trump é a democracia ou os direitos humanos”

Diplomatas

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 39:13


O episódio desta semana do podcast Diplomatas teve como tema principal a guerra lançada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão e o alastramento do conflito a outros países do Médio Oriente. Teresa de Sousa e Carlos Gaspar analisaram os objectivos estratégicos dos vários actores envolvidos na guerra, com especial foco na Administração Trump, no Governo israelita e no regime iraniano. Discutiram ainda as diferentes posições dos países europeus sobre a intervenção militar do aliado norte-americano e avaliaram a postura do Governo português sobre a utilização da Base das Lajes, nos Açores, pelas Forças Armadas dos EUA. A jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA também comentaram a nova doutrina nuclear de França, depois de Emmanuel Macron ter inaugurado a “era da dissuasão avançada”, que propõe o aumento do número de ogivas nucleares e a sua deslocação para outros Estados aliados na Europa. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No pé do ouvido
A milícia pessoal de Vorcaro

No pé do ouvido

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 20:46


Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Investigação da PF mostra que o banqueiro, preso novamente por ordem do STF, comandava grupo em ações que envolviam crimes financeiros, corrupção de agentes públicos, obstrução de Justiça e até planos de agressão a jornalistas. Câmara aprova PEC da Segurança, deixando de fora a redução da maioridade penal. Contratos da OpenAI com as Forças Armadas dos EUA fazem usuários abandonarem o ChatGPT. Uma em cada oito vítimas de feminicídio no Brasil tinha medida protetiva. E confira as estreias da semana nos cinemas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 04/03/2026 | 1ª EDIÇÃO: Tensão segue no Oriente Médio | 2ª EDIÇÃO: Daniel Vorcaro é preso pela Polícia Federal

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 301:40


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (04): A terça-feira (03) foi marcada pela intensificação dos ataques no Irã, após bombardeios realizados por Estados Unidos e Israel contra alvos estratégicos do regime iraniano. Em resposta, forças iranianas lançaram novos ataques em países do Golfo que abrigam bases americanas. O presidente Donald Trump afirmou que os EUA estão preparados para agir caso o tráfego de petroleiros pelo Estreito de Ormuz seja ameaçado, destacando que a Marinha norte-americana poderá escoltar embarcações que transportam petróleo pela região. Um alto funcionário do Pentágono atribuiu a Israel a morte do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, durante ataques realizados contra o Irã. A declaração foi feita por Elbridge Colby, subsecretário de Política de Defesa, em audiência na Comissão de Forças Armadas do Senado dos Estados Unidos, no Capitólio dos Estados Unidos. Colby reiterou que o objetivo americano é restringir a capacidade militar iraniana, em meio à escalada do conflito no Oriente Médio. Mojtaba Khamenei, filho mais velho do falecido aiatolá Ali Khamenei, surge como o principal candidato a se tornar o próximo líder supremo do Irã após a morte do pai em ataques liderados por Estados Unidos e Israel no sábado passado. Segundo apuração do The New York Times, três autoridades iranianas indicaram que o conselho de especialistas da Assembleia de Peritos, responsável por eleger o novo líder, teria apontado Mojtaba como o favorito ao cargo. O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi preso novamente pela Polícia Federal em São Paulo durante a terceira fase da Operação Compliance Zero. A investigação apura um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras e a possível prática de crimes como ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos por organização criminosa. O cunhado do banqueiro, Fabiano Zettel, também é alvo de mandado de prisão e ainda não foi localizado. O Tribunal Federal de Falências em Miami, nos Estados Unidos, realiza audiência nesta quarta-feira (04) para decidir sobre o alcance das investigações em território norte-americano envolvendo possíveis bens do banqueiro Daniel Vorcaro no estado da Flórida. A decisão pode ampliar a apuração patrimonial no exterior no contexto das investigações que envolvem o empresário. Indícios apontam que o Federal Bureau of Investigation (FBI) já estaria monitorando movimentações do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A informação surge no contexto da audiência realizada na Flórida, que apura a possível administração e ocultação de ativos nos Estados Unidos. Vorcaro foi preso nesta quarta-feira (04), em nova fase das investigações conduzidas no Brasil. Mensagens de WhatsApp atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, revelariam ameaças contra opositores, segundo investigação da Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero. De acordo com decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, as conversas indicariam a existência de um grupo chamado “A Turma”, apontado como núcleo de intimidação e obstrução de Justiça. A PF afirma que há indícios de ordens para forjar crimes e ameaçar jornalistas e funcionários, além de suspeitas de pagamentos irregulares e lavagem de dinheiro. Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, se apresentou à Polícia Federal após ser alvo de mandado de prisão na terceira fase da Operação Compliance Zero. A investigação apura um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras, além de possíveis crimes como ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos atribuídos a organização criminosa. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Morning Show
Usina nuclear iraniana é atingida por Israel e EUA

Morning Show

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 120:14


Confira no Morning Show desta terça-feira (03): O mundo acompanha com apreensão a nova e perigosa fase do conflito no Oriente Médio. Após a Agência Internacional de Energia Atômica atestar danos em uma usina nuclear iraniana por bombardeios dos EUA e Israel, as capitais europeias acendem o alerta. O correspondente Luca Bassani para responder: a Europa já teme as consequências de um possível vazamento ou o início de uma Guerra Global? Com a rápida escalada no Oriente Médio, o temor de um confronto envolvendo as infraestruturas nucleares do Irã entrou de vez no radar da comunidade internacional. O Morning Show recebe a especialista em Relações Internacionais, Bárbara Regina, para traçar os próximos passos dessa guerra e explicar o real risco atômico. Em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou uma reunião de emergência com o seu assessor especial para assuntos internacionais, Celso Amorim. O encontro de alto escalão no governo brasileiro teve como objetivo central avaliar os desdobramentos da recente escalada militar no Oriente Médio e os reflexos econômicos para o país. O governo federal brasileiro segue avaliando os possíveis impactos da atual crise internacional e da escalada bélica no exterior. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o conflito armado envolvendo o Irã, o Estado de Israel e as forças dos Estados Unidos não deve afetar diretamente a vida dos brasileiros no curto prazo. A Petrobras acompanha com extrema atenção os desdobramentos da guerra no Oriente Médio envolvendo os Estados Unidos, o Irã e nações aliadas. Segundo o repórter Rodrigo Viga, a estatal avalia a possibilidade de anunciar um aumento no preço da gasolina e do diesel já a partir da próxima semana. O senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro, protocolou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com um objetivo de forte impacto nacional. O texto apresentado pelo parlamentar no Congresso propõe o fim do instituto da reeleição para o cargo de presidente do Brasil. O cenário político brasileiro volta a esquentar com a divulgação de uma nova pesquisa eleitoral que projeta as próximas disputas pela presidência. Segundo os dados do instituto Real Time Big Data analisados pela bancada do Morning Show, o atual presidente Lula (PT) Flávio Bolsonaro (PL) aparecem tecnicamente empatados em um eventual segundo turno. Os números mostram Lula com 42% das intenções de voto contra 41% de Flávio, evidenciando a forte polarização que ainda divide o país. O governo dos Estados Unidos admitiu publicamente uma defasagem em seu estoque de equipamentos militares mais sofisticados em meio ao conflito no Oriente Médio. Segundo o correspondente Eliseu Caetano, o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou não estar satisfeito com o número de armas de ponta à disposição das Forças Armadas para enfrentar o regime do Irã. O programa Morning Show interrompeu a análise do cenário internacional para trazer informações de última hora sobre a guerra no Oriente Médio. Durante a transmissão, mísseis haviam acabado de atingir a região central de Israel, deflagrando uma nova onda de tensão no conflito bélico. A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que permite a comercialização de medicamentos em supermercados de todo o país. O texto agora avança para a sanção presidencial para entrar em vigor. A possibilidade de vender remédios fora das farmácias tradicionais, no entanto, gerou forte debate e levantou preocupações imediatas entre especialistas e conselhos da área da saúde. Para analisar os impactos dessa mudança na vida da população, a cobertura recebe o médico Cláudio Lottemberg. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã – 28/02/2026 | EUA e Israel atacam o Irã

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Feb 28, 2026 359:48


Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (28): A escalada de tensão no Oriente Médio atinge um nível crítico. Fabrizio Neitzke, relata que a pressão norte-americana se intensificou após a estagnação das negociações sobre o acordo nuclear iraniano. O cenário de alerta máximo foi disparado quando o governo dos EUA emitiu um comunicado urgente recomendando que seus diplomatas deixassem Israel o quanto antes, temendo retaliações. Milhares de soldados americanos estão em perigo. Após o ataque direto ao Irã, as bases militares dos EUA espalhadas pelo Oriente Médio, como a de Al Udeid no Catar, tornaram-se alvos em potencial para o regime iraniano.Entenda as consequências geopolíticas da "Operação Fúria Épica" e como o Irã está respondendo militarmente a Israel e aos Estados Unidos. O jornalismo da Jovem Pan News traz o relato de Michelle Goldenfeld, uma brasileira que mora a apenas 20 minutos de Tel Aviv, em Israel, sobre o momento exato em que os ataques iranianos começaram a atingir o país. Em entrevista, Michelle conta que o clima de tensão já vinha escalando nos últimos dias, mas a situação atingiu o ápice quando as sirenes de alerta soaram pela manhã. Ela descreve a urgência de se abrigar no quarto antibombas (bunker) da residência e o som contínuo dos alarmes que ecoaram. Em declaração direta, Trump confirmou que as Forças Armadas americanas iniciaram grandes operações de combate dentro do território do Irã. O presidente justificou a ofensiva militar afirmando que o objetivo principal é defender o povo americano e eliminar as "ameaças iminentes do regime iraniano", classificando os líderes do país como um "grupo perverso de pessoas cruéis e terríveis". Na madrugada deste sábado (28), Estados Unidos e Israel atacaram o Irã com mísseis. Para entender o peso geopolítico dos recentes ataques, a bancada recebe o professor de Relações Internacionais, José Niemeyer. Logo de início, o especialista classifica a atual escalada como uma "guerra conflagrada e real" ocorrendo no sistema internacional. Ele alerta que o cenário já se configura como uma guerra convencional, onde dois Estados soberanos uniram forças contra um terceiro Estado soberano, o Irã. A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, classificou a situação no Irã como "muito perigosa" e confirmou que as autoridades já monitoram cenários para eventuais repatriações de cidadãos europeus que estão em zonas de risco. Como primeira medida de segurança, gigantes da aviação europeia, como Lufthansa e Air France, suspenderam seus voos para a região. O jornalismo da Jovem Pan News recebe o professor de relações internacionais, Danilo Porfírio, para analisar a estratégia militar dos Estados Unidos na escalada do conflito contra o Irã. O especialista afasta o temor de que o mundo presencie um desgaste semelhante ao ocorrido na Guerra do Iraque. O presidente da França, Emmanuel Macron, utilizou as redes sociais para fazer um duro alerta, afirmando que a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã traz "consequências graves para a paz e a segurança internacional". O editor de internacional, Fabrizio Neitzke, detalha os pontos centrais do comunicado de Macron. O presidente francês garantiu que a França está preparada para proteger seus cidadãos, interesses e países parceiros na região. O jornalismo da Jovem Pan News repercute o posicionamento oficial do Brasil diante do agravamento do conflito no Oriente Médio. O governo brasileiro expressou "grave preocupação" com os ataques coordenados pelos Estados Unidos e por Israel contra o território iraniano. No comunicado, o Brasil apela para que todas as partes envolvidas respeitem o direito internacional e exerçam "máxima contenção" para evitar uma escalada ainda maior das hostilidades. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Noticiário Nacional
14h Ministro nega atraso das forças armadas na ida para o terreno

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 13:29


3 em 1
Dino proíbe leis que garantam pagamento de penduricalhos / Ex-príncipe real preso

3 em 1

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 121:04


No 3 em 1 desta quinta-feira (19), o destaque foi o ministro Flávio Dino (STF) que proibiu, nesta quinta-feira (19), novas leis com penduricalhos acima do teto constitucional, após a decisão do presidente Lula (PT) de vetar supersalários no Legislativo. O STF analisará o caso na quarta-feira (25). Reportagem: Janaína Camelo. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, elogiou a atuação do ministro Flávio Dino nos seus dois anos de posse, destacando sua busca constante pela transparência no uso de recursos públicos. Segundo Fachin, o magistrado “tem determinado medidas relevantes”. O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, deve comparecer à CPMI do INSS nesta segunda-feira (23) para detalhar sua relação com a autarquia. A oitiva foca em suspeitas sobre contratos de empréstimos consignados. Reportagem: André Anelli. A greve geral na Argentina contra a reforma trabalhista do presidente Javier Milei causou o cancelamento de diversos voos em São Paulo e no Rio de Janeiro. O projeto em votação na Câmara flexibiliza férias e permite jornadas diárias de até 12 horas. Esta é a quarta paralisação convocada desde 2023 em protesto às medidas econômicas do governo. Reportagem: Julia Fermino. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertou para "coisas ruins" caso o Irã não aceite um acordo diplomático. A afirmação ocorreu nesta quinta-feira (19) durante o lançamento oficial do Conselho da Paz, em reunião de alto nível. Forças Armadas americanas encontram-se prontas para um eventual ataque diante da escalada de tensão. Reportagem: Eliseu Caetano. O ex-príncipe britânico, Andrew Mountbatten-Windsor, foi liberado pelas autoridades nesta quinta-feira (19) após prestar depoimento. Embora esteja em liberdade, a polícia mantém a investigação ativa sobre seu suposto envolvimento no caso Jeffrey Epstein. Reportagem: Luca Bassani. O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) foi alvo de uma representação no TSE protocolada pelo deputado Lindbergh Farias (PT). A ação aponta propaganda antecipada em um vídeo do ex-ministro Gilson Machado (PL) que exibe adesivos de campanha para 2026. Reportagem: Misael Mainetti. O Congresso Nacional acumula 77 vetos do presidente Lula (PT) para análise, dependendo exclusivamente da pauta estabelecida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União). Além disso, um projeto na Câmara propõe obrigar a divulgação da agenda semanal de votações legislativas no rádio e na televisão. Reportagem: André Anelli. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), comemorou o rebaixamento da Acadêmicos de Niterói após a escola homenagear o presidente Lula (PT) na Sapucaí. O político classificou a apresentação como de "péssimo nível" e afirmou que a agremiação "já vai tarde" para a série de acesso. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Noticiário Nacional
0h Tempestade, forças armadas mobilizam mais de 3 mil militares

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 9:55


Boletim Folha
Moraes reage a pressão por código de conduta e fala em 'demonização de palestras'

Boletim Folha

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 4:57


Ministério Público Militar aponta descaso de Bolsonaro com ética das Forças Armadas. E Câncer avança no Brasil e deve atingir 781 mil casos anuais entre 2026 e 2028.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 04/02/2026 | 1ª EDIÇÃO: STM pode tirar patente de Bolsonaro | 2ª EDIÇÃO: Eleições presidenciais / Bolsonaro pode perder patente

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 302:28


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (04): O Ministério Público Militar apresentou ao Superior Tribunal Militar ações que pedem a perda de posto e patente do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros quatro oficiais condenados por envolvimento em uma trama golpista. O processo marca uma nova etapa jurídica e pode resultar na expulsão dos militares das Forças Armadas, dependendo da análise do STM. O ministro do Superior Tribunal Militar Carlos Vuyk de Aquino, tenente-brigadeiro do Ar, foi sorteado relator do processo que pede a perda da patente de Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos de prisão por liderar a tentativa de golpe de Estado. A representação, encaminhada pelo Ministério Público Militar, sustenta que o ex-presidente violou ao menos sete princípios éticos da caserna ao atacar o funcionamento dos Poderes e estimular um ambiente golpista dentro e fora das Forças Armadas. Com 46 anos de carreira militar, Aquino tomou posse no STM em 2018 e, durante sabatina no Senado, afirmou ser defensor da democracia e favorável a que o Ministério da Defesa seja comandado por um civil. O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), anunciou o adiamento da oitiva de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que agora está marcada para o dia 19 de fevereiro. A decisão foi tomada após pedido da defesa do banqueiro, que alegou problemas de saúde e se comprometeu a não ingressar com habeas corpus no STF para evitar o comparecimento ou garantir o direito ao silêncio. O senador Carlos Viana (Podemos-MG) ainda afirmou que o ministro do STF Dias Toffoli deve autorizar a liberação de documentos relacionados à quebra de sigilo do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A declaração ocorreu após reunião entre o parlamentar e o magistrado para discutir a convocação do empresário e o acesso às informações reunidas pela Polícia Federal. Segundo Viana, a liberação dos dados deve ocorrer assim que a PF concluir a compilação dos materiais e depoimentos já colhidos, o que pode ampliar o alcance das investigações conduzidas pela comissão. O Senado aprovou a medida provisória que cria o programa Gás do Povo, iniciativa do governo federal voltada ao apoio de famílias de baixa renda no acesso ao gás de cozinha. A proposta já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados e agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Congresso Nacional aprovou projetos que reajustam salários e criam novas gratificações para servidores do Legislativo, abrindo espaço para remunerações que podem ultrapassar o teto de R$ 46 mil. As propostas foram votadas com urgência logo após a retomada dos trabalhos e receberam aval tanto da Câmara quanto do Senado. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os americanos deveriam deixar para trás o escândalo envolvendo o criminoso sexual Jeffrey Epstein, após a divulgação recente de milhões de documentos relacionados ao caso. Segundo Trump, os arquivos não trouxeram novas acusações contra ele e indicariam a existência de uma conspiração contra sua imagem. Em declaração a jornalistas na Casa Branca, o presidente defendeu que o país passe a focar em temas considerados mais importantes para a população, como saúde e questões internas. O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky acusou a Rússia de realizar o ataque mais potente do ano contra a infraestrutura energética da Ucrânia, deixando centenas de milhares de pessoas sem aquecimento durante uma onda de frio extremo. Segundo autoridades, ao menos 71 mísseis e 450 drones foram lançados contra o país na véspera de novas negociações internacionais para tentar encerrar o conflito, que já se aproxima de quatro anos. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 03/02/2026 | 1ª EDIÇÃO: Justiça condena Marçal / Polícia impede ataque na Av. Paulista | 2ª EDIÇÃO: Bolsonaro pode ser expulso das Forças Armadas

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 301:57


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (03): A Justiça de São Paulo condenou Pablo Marçal a pagar uma indenização de R$ 100 mil a Guilherme Boulos (PSOL-SP) por danos morais. A decisão foi motivada pela divulgação de fake news associando Boulos ao uso de cocaína durante a campanha para a Prefeitura de São Paulo em 2024. Uma ação de inteligência da Polícia Civil de São Paulo impediu um possível ataque planejado para esta segunda-feira (02) na Avenida Paulista, na região central da capital. Doze pessoas, com idades entre 15 e 30 anos, foram identificadas e levadas para prestar esclarecimentos após monitoramento do Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad). Segundo as investigações, o grupo articulava uma suposta “manifestação” sem pauta definida, com o objetivo de provocar tumulto, e planejava o uso de bombas caseiras e coquetéis molotov, com instruções compartilhadas por meio de redes sociais. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aumentou o pagamento de emendas voluntárias destinadas ao PT em 2025, totalizando mais de R$ 107 milhões, um aumento de 60% em relação ao ano anterior. Com isso, o partido do presidente Lula foi o que mais ampliou o volume de recursos recebidos no período. O PSB, do vice-presidente Geraldo Alckmin, também teve aumento. Em contrapartida, partidos da base aliada do governador, como PL, Republicanos, MDB, PSD e Novo, registraram queda nos repasses, apesar de alguns ainda concentrarem os maiores volumes absolutos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o combate ao crime organizado será uma das prioridades do governo em 2026 e garantiu que criminosos “pagarão por seus crimes”, independentemente do tamanho de suas contas bancárias ou do patrimônio investido no mercado financeiro. A declaração consta na mensagem presidencial enviada ao Congresso nesta segunda-feira (2). Lula destacou a aprovação de projetos ligados à segurança pública e citou a operação Carbono Oculto. A Rússia retomou nesta terça-feira (03) os ataques contra a infraestrutura de energia da Ucrânia, deixando mais de mil edifícios residenciais sem aquecimento em Kiev. Segundo autoridades ucranianas, os bombardeios ocorrem em meio a temperaturas que se aproximam de 20 graus negativos. O Ministério Público Militar deve enviar ao Superior Tribunal Militar um pedido de expulsão do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros quatro militares de alta patente condenados por envolvimento em um plano de golpe. Caso a representação seja aceita, o STM vai julgar se Bolsonaro, os generais Walter Braga Netto, Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, além do almirante Almir Garnier, são considerados “indignos” e “incompatíveis” para permanecer nas Forças Armadas. O deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) protocolou nesta segunda-feira (02) o requerimento para a instalação de uma CPI destinada a investigar o Banco Master. O pedido conta com 201 assinaturas, superando o mínimo de 171 exigido, e foca na negociação de R$ 12 bilhões em carteiras de crédito sem lastro adquiridas pelo Banco de Brasília (BRB). O príncipe Laurent da Bélgica, irmão do rei Philippe, admitiu que se encontrou duas vezes com Jeffrey Epstein, após inicialmente negar qualquer contato. A confirmação veio depois da divulgação de documentos pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos que mencionam pessoas ligadas ao financista condenado por crimes sexuais. O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos, liderado pela secretária Kristi Noem, anunciou que todos os agentes federais em serviço em Minneapolis, incluindo os do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), começarão a usar câmeras corporais imediatamente, em resposta às mortes de dois cidadãos americanos em confrontos com agentes federais que geraram protestos e críticas ao governo. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Morning Show
Ciro Nogueira alfineta Lula e Flávio Bolsonaro

Morning Show

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 119:44


Confira no Morning Show desta terça-feira (03): Durante uma entrevista exclusiva para a Jovem Pan, o presidente do Partido Progressista (PP), Ciro Nogueira, avaliou o cenário político das eleições este ano e disse que tanto o presidente Lula (PT), como Flávio Bolsonaro (PL), erram em só falar para as suas bolhas e acredita que os dois devem se corrigir. Além disso, Ciro aproveitou para traçar o perfil de eleitor que pode escolher um dos políticos para votar. Os gastos administrativos para manter a máquina pública federal funcionando atingiram o maior patamar dos últimos nove anos. Segundo dados da Secretaria do Tesouro Nacional, as despesas com água, luz, telefone, passagens aéreas e segurança somaram R$ 72,7 bilhões em 2025. O Ministério Público Militar deve enviar ao Superior Tribunal Militar um pedido de expulsão do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros quatro militares de alta patente condenados por envolvimento em um plano de golpe. Caso a representação seja aceita, o STM vai julgar se Bolsonaro, os generais Walter Braga Netto, Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, além do almirante Almir Garnier, são considerados “indignos” e “incompatíveis” para permanecer nas Forças Armadas. A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (02) a Medida Provisória que institui o programa Gás do Povo. A iniciativa assegura a gratuidade total do botijão de gás de 13kg para famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico). Para ter direito ao benefício, é necessário comprovar renda per capita de até meio salário mínimo, visando auxiliar a população mais vulnerável. O senador Veneziano Vital (MDB-PB), pediu um requerimento para que o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, preste um depoimento para a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. O objetivo é que Galípolo esclareça os fatos sobre a decisão de liquidação extrajudicial do Banco Master e qual foi a atuação dele para tentar conter e interromper os danos causados por esse esquema. A área técnica do Tribunal de Contas da União recomendou a suspensão de recursos federais destinados à escola de samba Acadêmicos de Niterói após representação do Partido Novo. Os técnicos apontam possível desvio de finalidade, já que o enredo do Carnaval de 2026 aborda a trajetória pessoal e política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pode ser candidato à reeleição. O caso agora será analisado pela Corte de Contas. O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, delineou a estratégia do governo para a retomada dos trabalhos legislativos. Em entrevista, ele afirmou que um novo projeto, baseado em relatório do deputado Leo Prates, será apresentado após o Carnaval com "urgência constitucional", reforçando o apoio do PT à CPI do Banco Master. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

The Fifth Column - Analysis, Commentary, Sedition
Enthusiastic Armadas, Armenian Bakeries, Ye's Apology Ad - #542

The Fifth Column - Analysis, Commentary, Sedition

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 86:51


-The NYC Rolling Hobo Express-An Enthusiastic Armada Full of Speed and Violence-Iranian Death Toll Discourse and Roger Waters Still Sucks-The Donroe Doctrine and the Near Abroad Dodge-Everyone's Favorite Powder Keg-A Norwegian, A Rat Bag, and a Lunatic-A disgusting thing to say-Noem's Bellebolent Hypotheticals-Stephen Miller's Basement Lotions and the Little Rogaine Carpet-Fingerers, Reach-Arounds, and Reaganite as a Slur-Anne Cool-ter-Fuck You Jonathan-Mehmet Oz, P.I.-Ye's apology ad and the uncanny valley of writing-One from the MailbagPrefer to watch & chat live with other members of the Fifthdom? This episode premieres over on our YouTube channel at 12PM EST.The Fifth Column (A Podcast) is a reader-supported publication. To receive new posts and support our work, consider becoming a free or paid subscriber.Follow The Fifth ColumnYouTube: @wethefifthInstagram: @we.the.fifthX: @wethefifthTikTok: @wethefifthFacebook: @thefifthcolumn This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit www.wethefifth.com/subscribe

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 16/01/2026 | Bolsonaro passa primeira noite na Papuda

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 241:46


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (16): O ex-presidente Jair Bolsonaro passou a primeira noite na chamada Papudinha, área localizada dentro de um batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, onde cumprirá pena de 27 anos por tentativa de golpe. Ele estava detido na Superintendência da Polícia Federal desde 22 de novembro, após ser preso preventivamente por tentar violar a tornozeleira eletrônica. A transferência foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes depois de reclamações da família e da defesa sobre as condições da cela na PF, como o barulho constante do ar-condicionado. Na nova unidade, Bolsonaro ficará sozinho em um espaço de 64 metros quadrados, cinco vezes maior que o anterior, com quarto, sala, banheiro, cozinha, lavanderia e área externa, além de acompanhamento médico, televisão e geladeira. A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) divulgou uma lista de igrejas e líderes evangélicos que tiveram pedidos de convocação, convite ou quebra e transferência de sigilo apresentados na CPMI do INSS. A iniciativa ocorreu após o pastor Silas Malafaia cobrar explicações da parlamentar, depois de ela afirmar que grandes igrejas e pastores estariam ligados a um esquema de fraudes envolvendo descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone com o presidente do Panamá, José Raúl Mulino, sobre a situação da Venezuela após a intervenção militar dos Estados Unidos no início do ano. A ligação, iniciada por Mulino, também abordou a agenda bilateral entre os dois países e a próxima visita oficial de Lula ao Panamá, prevista para o final deste mês. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na quarta-feira (14) que a Ucrânia está impedindo um possível acordo de paz para encerrar a guerra com a Rússia. Trump afirmou que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, estaria pronto para encerrar a invasão da Ucrânia, que já dura quase quatro anos. Segundo ele, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, seria mais reticente. Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta sexta-feira (16) mostra que 53% dos eleitores que conhecem Jair Bolsonaro avaliam o ex-presidente de forma negativa, enquanto 41% têm imagem positiva e 6% dizem não conhecê-lo. O levantamento ouviu 2.004 pessoas presencialmente, entre 8 e 11 de janeiro, e tem margem de erro de dois pontos percentuais. O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Renan Calheiros (MDB-AL), anunciou nesta quinta-feira (15) a criação do grupo especial para acompanhar as investigações relacionadas aos fatos e condutas atribuídas ao Banco Master. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) reuniu-se com o ministro do STF, Gilmar Mendes, para negociar uma transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da cela na Superintendência da Polícia Federal para a prisão domiciliar. O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), afirmou que pode disputar a Presidência da República caso seu nome seja escolhido para liderar um “novo projeto de Brasil”. A declaração foi feita durante um evento no Palácio Iguaçu, em Curitiba. Apesar de admitir a possibilidade de candidatura, Ratinho Jr também disse que pode apoiar outro nome, destacando que a decisão não gira apenas em torno de pessoas, mas de um projeto político consistente para o país. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (15) que, caso os protestos no estado de Minnesota continuem, invocará a Lei de Insurreição para o estado. A lei, de 1807, autoriza o governo a fazer uso das Forças Armadas dentro de solo norte-americano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Morning Show
Flávio fala sobre saúde de Bolsonaro e eleições

Morning Show

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 118:24


Confira no Morning Show desta quinta-feira (15): Após visitar Jair Bolsonaro na sede da Polícia Federal, em Brasília, o senador Flávio Bolsonaro voltou a criticar as condições da sala onde o ex-presidente está detido, classificando o ambiente como barulhento e prejudicial. O parlamentar também comentou a pesquisa Quaest divulgada nesta semana, afirmando que não há grande distância entre ele e o presidente Lula nas intenções de voto. Além disso, Flávio falou sobre o episódio envolvendo Michelle Bolsonaro, que indicou apoio a Tarcísio de Freitas. Um roubo a uma padaria terminou em troca de tiros na tarde desta terça-feira (14) nos Jardins, bairro nobre da Zona Oeste de São Paulo. Câmeras de segurança registraram a chegada dos suspeitos em um carro vermelho, a abordagem a clientes e funcionários e a tentativa de roubo de uma correntinha. Um policial civil que presenciou a ação reagiu e atirou contra um dos criminosos, que foi baleado, mas conseguiu fugir. Durante a fuga, um dos envolvidos chegou a ser atropelado. Um homem que presenciou um assalto a um casal decidiu intervir e usou uma arma de choque contra um dos criminosos na região de Pirituba, na Zona Norte de São Paulo. A ação só foi interrompida quando o comparsa do bandido apareceu, apontou uma arma de fogo e disparou um tiro para o alto, forçando o cidadão a recuar. Toda a cena foi registrada por câmeras de segurança. O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Procuradoria-Geral da República fique responsável pela perícia dos materiais coletados no caso envolvendo o Banco Master, retirando essa atribuição da Polícia Federal. Na decisão, assinada nesta quarta-feira (14), Toffoli fez críticas diretas ao Banco Central, apontando vulnerabilidades na regulação e na fiscalização da instituição financeira, o que ampliou a tensão institucional em torno do caso. A pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (15) mostra que 46% dos brasileiros aprovam a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, em que o presidente Nicolás Maduro foi capturado e levado para julgamento em Nova York. Outros 39% desaprovam a operação, e 15% disseram não saber ou não responderam. O Irã reabriu o espaço aéreo nesta quinta-feira (15) após quase cinco horas de suspensão das operações, em meio a temores de uma possível ação militar dos Estados Unidos. A decisão ocorre em um cenário de forte instabilidade interna, com protestos contra o regime do aiatolá Ali Khamenei que já resultaram em mais de 3,4 mil mortes, segundo dados atualizados por uma ONG internacional de direitos humanos. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Houssein Kalout, cientista político. O navio-hospital chinês Ark Silk Road atracou no porto do Rio de Janeiro no dia 8 de janeiro e parte do Brasil nesta quinta-feira (15), deixando um rastro de desconfiança entre militares brasileiros. Segundo fontes das Forças Armadas, a embarcação possui equipamentos com capacidade de coletar informações estratégicas sobre portos e características geográficas do litoral nacional. A falta de clareza por parte do governo chinês sobre a real missão do navio no país gerou desconforto e acendeu um alerta em meio ao atual cenário de tensões geopolíticas na América Latina. As buscas pelos irmãos Ágatha Isabelle, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos em Bacabal, no interior do Maranhão, entraram nesta quinta-feira (15), no 12º dia e passam para uma nova etapa: equipes do Corpo de Bombeiros já iniciaram uma operação de mergulho em um lago a cerca de 2 km do povoado São Sebastião dos Pretos, local de onde as crianças saíram no último dia 4 de janeiro. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 07/01/2026 | EUA x Venezuela / Trump quer adquirir Groenlândia

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 241:48


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (07): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (06) que o governo interino da Venezuela concordou em entregar entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo de alta qualidade ao país americano, reforçando um acordo energético em meio à crise política na nação sul-americana. O anúncio ocorre poucos dias após uma ofensiva militar dos EUA na Venezuela que resultou na captura do ditador Nicolás Maduro. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seus assessores estão discutindo opções para adquirir a Groenlândia, segundo informou a Casa Branca nesta terça-feira (06). Em comunicado oficial, o governo americano afirmou que todas as alternativas seguem em análise, incluindo o uso das Forças Armadas. A Argentina pediu nesta segunda-feira (05) às autoridades americanas a extradição do presidente venezuelano Nicolás Maduro, atualmente detido nos Estados Unidos, para que ele seja julgado por crimes contra os direitos humanos e crimes contra a humanidade em um processo que tramita na Justiça argentina desde 2023. A União Europeia deu um passo decisivo para a assinatura do acordo de livre comércio com o Mercosul após a Comissão Europeia conquistar o apoio considerado crucial da Itália nesta terça-feira (06). Aposentados e pensionistas que sofreram descontos indevidos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) têm até o dia 14 de fevereiro para solicitar o ressarcimento, segundo anunciou o presidente do órgão, Gilberto Waller. De acordo com o instituto, cerca de 6,2 milhões de beneficiários já contestaram cobranças irregulares, e 4,1 milhões foram ressarcidos até o momento, totalizando R$ 2,8 bilhões devolvidos. O Progressistas (PP) continua avançando no projeto de uma candidatura independente de Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao Palácio dos Bandeirantes. A expectativa é que, na volta do recesso, a sigla converse com o presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda, a respeito do assunto. Internamente, dentro do PP, o entendimento é que não será difícil convencer Rueda do desembarque de Tarcísio, já que o presidente do União sempre foi visto como alguém “mais resistente” ao apoio do nome do atual governador. A direita em São Paulo vive um momento de divisão diante da possibilidade de o senador Flávio Bolsonaro (PL) desistir ou manter a pré-candidatura à Presidência da República. Enquanto setores mais próximos ao Progressistas (PP) avaliam que o cenário dificilmente sofrerá alterações, partidos do Centrão e aliados do governador Tarcísio de Freitas acreditam que o tabuleiro político ainda pode mudar após o Carnaval. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou o deslocamento do ex-presidente Jair Bolsonaro ao Hospital DF Star, em Brasília, para a realização de exames médicos, sob escolta da Polícia Federal. Segundo o despacho, o ex-presidente relatou uma queda da cama durante a noite, com traumatismo craniano leve, tontura e lesões superficiais. Embora a equipe médica da PF tenha apontado que ele estava consciente, orientado e sem déficit neurológico, a defesa apresentou laudo particular recomendando exames urgentes, o que levou Moraes a autorizar tomografia, ressonância magnética e eletroencefalograma, com transporte discreto e vigilância integral. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

História FM
224 Ditadura no Uruguai: os anos de repressão no país platino

História FM

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 86:34


Entre 1973 e 1985, o Uruguai viveu um dos períodos mais autoritários de sua história, marcado pela ruptura institucional, pela repressão sistemática e pela suspensão das liberdades democráticas. O golpe que fechou o Parlamento inaugurou uma ditadura cívico-militar que combinou a atuação direta das Forças Armadas com a presença de presidentes civis submetidos ao poder militar. Em nome da segurança nacional e sob o contexto da Guerra Fria, o regime perseguiu partidos políticos, sindicatos e organizações sociais, promoveu prisões em massa, institucionalizou a tortura e produziu desaparecimentos forçados. Ao longo dos anos, disputas internas no próprio regime, derrotas políticas em plebiscitos e eleições controladas, além da pressão social, abriram caminho para uma lenta transição que culminou no retorno do governo civil em 1985. Convidamos Rodrigo Castro para analisar o funcionamento da ditadura uruguaia, seus mecanismos de repressão e controle, as disputas internas do regime e os dilemas da transição democrática, discutindo também os impactos políticos e sociais desse período na história recente do Uruguai.Instagram: ⁠@iclesrodrigues⁠Adquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Adquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Adquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Colabore com nosso trabalho em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠apoia.se/obrigahistoria⁠⁠⁠⁠⁠O melhor custo-benefício é na INSIDER. Com nosso cupom e os descontos do site seu desconto pode chegar a até 50%! Use o cupom HISTORIAFM para os melhores descontos, ou acesse o site pelo link ⁠https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM⁠⁠ #insiderstore

História FM
222 Império do Japão: da Restauração Meiji ao fim da Segunda Guerra

História FM

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 165:59


Do fim do xogunato à rendição na Segunda Guerra Mundial, o Império do Japão passou por uma transformação profunda que o levou de um país isolado para uma potência industrial, militar e imperialista. A Restauração Meiji desencadeou um processo acelerado de modernização que reorganizou o Estado, impulsionou a industrialização e fortaleceu as Forças Armadas sob a lógica de que apenas um país forte poderia evitar a submissão às potências ocidentais. Esse impulso expansionista ganhou forma em sucessivas guerras — contra a China, a Rússia e em campanhas pela Ásia-Pacífico — que consolidaram o Japão como ator central nas disputas imperiais do início do século XX. Sob crescente nacionalismo, militarismo e autoritarismo, o regime conduziu a população a uma mobilização total para a guerra e foi responsável por graves atrocidades. A derrota em 1945 representou o colapso do império, a ocupação aliada e a construção de um novo Japão sob bases constitucionais democráticas. Convidamos Jojo Netto para analisar o surgimento, a expansão e o declínio do Império Japonês, discutindo as tensões internas, os projetos nacionais e os impactos duradouros desse período na história contemporânea do Japão.Adquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Adquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Adquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Colabore com nosso trabalho em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠apoia.se/obrigahistoria⁠⁠⁠Presente de fim de ano é com a INSIDER. Use o cupom HISTORIAFM ou o link à seguir para estar apto a conseguir até 30% de desconto + 20% de cashback: https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM #insiderstore