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Mensagens com conteúdos antisemitas atribuídas a Jordan Bardella, actual presidente do Rassemblement National, voltam a colocar o partido francês de extrema-direita sob pressão. A sete meses das eleições presidenciais, analisamos o impacto destas revelações e o desafio que representam para a estratégia de normalização do partido. Falamos das recentes revelações do jornal de investigação Mediapart, que publicou mensagens com conteúdos antissemitas, escritas em 2013 por Jordan Bardella, actual presidente do partido francês de extrema-direita Rassemblement National (RN). Recorde-se que o Rassemblement National, antigo Front National, foi criado por um antigo membro da Waffen-SS, o braço militar da organização nazi alemã, e contou também, entre os seus primeiros membros, com antigos elementos das milícias colaboracionistas de Pétain, conhecidas, nomeadamente, pelos actos de tortura cometidos na Argélia, então colónia francesa. Nos últimos anos, no entanto, o partido tem trabalhado na transformação da sua imagem, procurando normalizar as suas propostas, sobretudo desde que Marine Le Pen sucedeu ao pai, Jean-Marie Le Pen. Esta estratégia permitiu ao partido consolidar a sua presença no cenário político francês e tornar-se uma das principais forças de oposição. Agora, com estas revelações, o RN vê-se novamente confrontado com o seu passado. As recentes revelações colocam Jordan Bardella no centro da polémica. O actual presidente do partido, que poderá ser primeiro-ministro caso Marine Le Pen seja eleita em 2027, rejeita as acusações de racismo e antissemitismo. Falamos com Eric Monteiro, especialista em relações internacionais na Universidade de La Rochelle, em França. Serão estas revelações suficientes para ter um impacto no Rassemblement National, a sete meses das eleições? Até que ponto poderão pesar na campanha eleitoral? Se analisarmos a questão, apercebemo-nos de que, a sete meses das eleicções presidenciais, as sondagens dão Marine Le Pen sempre na liderança do primeiro turno. Em caso de segundo turno entre ela e a maior parte dos candidatos, ela é completamente vencedora, e de maneira incontestável, apesar de ter sido condenada pela Justiça. Portanto, ainda é muito cedo para se saber se estas revelações podem impactar a campanha do rassemblement National. Bardella contesta as afirmações segundo as quais teve estas conversas anti-semitas quando ele tinha 17 ou 18 anos, já era membro do partido. É cedo de mais, pelo menos para saber que impacto verdadeiro isso vai ter nas sondagens. E a sete meses das eleições muita coisa pode acontecer. Não se esqueça que a própria Marine Le Pen ainda está à espera de uma decisão da última instância sobre a sua condenação definitiva ou não. Ou seja, se ela for definitivamente confirmada como condenada por desvio de fundos públicos do Parlamento Europeu da ordem de 4 milhões de euros... Isso quer dizer que teremos potencialmente uma candidata a usar pulseira electrónica. Dá impressão que, efectivamente, a situação geopolítica mundial, os problemas que tocam os franceses no quotidiano, como o preço da gasolina, são as preocupações principais e que o resto pouco importa. Mas aqui são revelações graves. A lei francesa é muito clara quanto a isso. Há liberdade de expressão, mas nos limites da lei. Recordamos que racismo e antisemitismo não são opiniões, são crime. A seu ver, o que é mais preocupante nestas revelações? O que é grave é a tentativa de normalizar a imagem do partido, desde a sua mudança de nome. Como referiu, o partido foi fundado por antigos colaboracionistas do regime nazi durante a Segunda Guerra Mundial. O fundador do partido, Jean-Marie Le Pen sempre foi acusado de ter exercido tortura durante a Guerra da Independência da Argélia. A sua filha, Marine Le Pen, fez tudo para justamente fazer esquecer todas as frases ditas pelo pai e que eram claramente antisemitas. Mudou o nome do partido e inclusive excluiu o pai do partido. Portanto, teoricamente, era uma página que estava virada na história do novo partido de extrema direita. Para eles, na direcção do partido, deve estar a ser muito difícil ver que afinal, foram anos e anos de preparação para dar uma credibilidade ao partido. E agora, temos o jovem líder do partido, Jordan Bardella, que nasceu depois disto tudo, que representa uma nova geração, e finalmente, estas revelações vêm mostrar que mesmo ele compartilha os mesmos conteúdos antisemitas e racistas. Como explicar que um ministro israelita - o ministro israelita responsável pela luta contra o antisemitismo - tenha manifestado o seu apoio a Jordan Bardella, depois destas acusações? Não nos esqueçamos que o governo actual no poder em Israel é uma coligação de partidos de direita com membros da extrema direita de Israel que têm atitudes nas zonas ocupadas na Cisjordânia e em Gaza, que são muito contestadas pela comunidade internacional, inclusive pela ONU. Portanto, acaba por ser um partido de extrema direita em Israel, que vem defender a extrema direita na França. O Presidente francês Emmanuel Macron, pediu ao Rassemblement National que "clarifique" a sua posição e alegou que as acusações são "muito graves". Qual deve ser o papel de um chefe de Estado cessante nesta situação? O Chefe de Estado é garante das instituições e da constituição da lei suprema, e é o chefe das Forças Armadas. O papel do chefe de Estado é de garantir que as leis sejam aplicadas. Portanto, o facto que ele lembre que esta situação deve ser clarificada parece-me saudável. Independentemente das escolhas políticas que ele possa ter tido durante os dois mandatos, é normal que peça esclarecimentos sobre a situação. As acusações são suficientemente graves. Se forem verdadeiras, elas caem mesmo no âmbito do Código Penal. Portanto, tem que haver uma clarificação. Que impacto real isto vai ter? Passam 80 anos desde a Segunda Guerra Mundial e [o holocausto] e, com tudo que a França sofreu, parece-me impossível que não tenha impacto no eleitorado. Realmente, a memória política é curta.
A Guiné-Bissau assinalou recentemente os 53 anos da proclamação unilateral da independência, em 24 de Setembro de 1973. Um momento que marcou a afirmação do país como Estado soberano perante a comunidade internacional. Mais de cinco décadas depois, o activista do movimento político Firkidja de Púbis, Yussef, considera que o país vive actualmente sob "uma ditadura militar" e defende "a mobilização dos guineenses para lutar contra o actual regime". Passados 53 anos da proclamação unilateral da independência, como caracteriza o actual momento político da Guiné-Bissau? Em 2026, a Guiné-Bissau vive uma ditadura militar. Nós temos as Forças Armadas da Guiné-Bissau, diria eu, mais as milícias que foram criadas pelo senhor Sissoco Embaló, que assumiram o controlo do Estado. Toda a estrutura do senhor Umaro Sissoco Embaló , seja militar, seja política, está neste momento no controlo do Estado da Guiné-Bissau. O objectivo é manter o povo da Guiné-Bissau num colete-de-forças, tendo como finalidade «pacificar» o país. Mas pacificar não no sentido de criar condições para o progresso, mas pacificar um pouco à laia do que os portugueses fizeram durante as primeiras décadas do século XX: pacificar para explorar, pacificar para oprimir. Umaro Sissoco Embaló anunciou que vai regressar ao país e que se vai candidatar às eleições presidenciais, que terão lugar no dia 6 de Dezembro. O antigo Presidente da Guiné-Bissau, que foi afastado do poder há quase um ano, na sequência de um golpe de Estado militar, assim o descreveu na altura. Ele tem condições para regressar ao país? Quem é que assegura esse regresso e quem são os aliados? É preciso ser rigoroso nos termos. Na Guiné-Bissau, em Novembro de 2025, não houve um golpe de Estado. Na verdade, houve um golpe de Estado contra a soberania popular. O que aconteceu foi um conluio entre o senhor Sissoco Embaló que se viu derrotado nas eleições presidenciais, e a entourage militar que sempre o apoiou. As milícias do Estado, encabeçadas pelo senhor Horta N'Tam e pelo senhor Tomás Djassi tomaram a si, perante a necessidade de dar um passo atrás, a teatralidade de mostrar à comunidade internacional que teria havido um golpe de Estado, para que os militares assumissem o poder e, durante este período de transição, modificassem a Constituição para que fosse ao encontro dos desejos do senhor Umaro Sissoco Embaló e das forças económicas nacionais e internacionais que o apoiam. Criou-se todo um teatro na Guiné-Bissau. E o senhor Embaló volta no sentido em que as condições objectivas foram garantidas para o seu regresso. Estamos a falar da modificação da Constituição e do novo simulacro de eleições que irá acontecer em Dezembro. Sissoco Embaló pode contar com o apoio do primeiro-ministro, Ilídio Vieira. e do general Horta N'Tam, Presidente de Transição da Guiné-Bissau? O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Ilídio Vieira, criou também um partido político, o Partido Popular Guineense. A criação deste partido pode mostrar uma ambição de também se apresentar às presidenciais? Eventualmente, sim. Não consigo dizer com toda a propriedade, porque não tenho as informações. Eu não faço parte da entourage do senhor Ilídio Vieira Té, até porque não conheço as suas intenções. Mas, repare: entre estes indivíduos, o que os motiva, na verdade, nem é propriamente um projecto de sociedade, uma ideologia ou, melhor dizendo, aquilo que os une é a ambição pessoal e a apropriação das riquezas da Guiné-Bissau. Então, é possível que, tendo em conta esta falta de unidade política e ideológica, esta falta de unidade ética ou moral, possa haver divergências no seu seio. Hoje pode-se acreditar que é o senhor Sissoco Embaló que está na dianteira; amanhã, por ambições, pode ser o senhor Ilídio Vieira Té; num outro dia, pode ser o senhor Tomás Djassi, no outro dia, também pode ser o senhor Horta N'Tam que acredita que, tendo em conta um conjunto de variáveis, tem mais condições para continuar no poder do que o senhor Sissoco Embaló na Guiné-Bissau. No país, há um grupo que quer o progresso, que quer realmente ir ao encontro do Programa Maior, que foi redigido durante a luta de libertação: desenvolvimento, saúde, educação, infra-estruturas, desenvolvimento do nosso potencial enquanto povo. E depois existe um outro grupo, do qual fazem parte, não obstante eventuais contradições que possam existir entre eles, o senhor Sissoco Embaló, o senhor Tomás Djassi, o senhor Horta N'Tam e até o senhor Nuno Nabian Quem é que lidera o grupo que quer o desenvolvimento do país? Aconteceram eleições em Novembro de 2025. A comunidade internacional sabe quem ganhou as eleições. Eles expressaram que o que aconteceu na Guiné-Bissau foi um falso golpe de Estado na sequência daquelas eleições. O povo da Guiné-Bissau escolheu um candidato como seu representante, independentemente das divergências que possam existir com esse mesmo candidato a nível de projecto de sociedade. O povo da Guiné-Bissau deve ser soberano. Aquilo pelo qual se deve lutar é pelo respeito pela decisão popular do povo da Guiné-Bissau neste momento da sua história política. E é a partir daí que nós devemos começar a luta política. Enquanto não existir esse respeito pela soberania do voto, pela soberania da decisão popular, eu creio que nós estamos, ao fim e ao cabo, perante uma grande fábula. O líder da oposição da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, actualmente em Lisboa, considerou o anúncio do regresso de Sissoco Embaló “chocante” e motivo de “inquietação”, questionando se existem garantias de igualdade e de segurança para todos os participantes no processo eleitoral. O senhor considera que essas garantias são para todos? Evidentemente que não. Criou-se na Guiné-Bissau, de uma forma explícita, uma situação de excepção, em que existe esta ideia de que o Estado são estes senhores. Não existe lei na Guiné-Bissau neste momento. A Constituição que foi aprovada, na verdade, é um mero papel, porque não existe qualquer legitimidade. O referendo que aconteceu recentemente não pode ser chamado referendo. Aquilo é um simulacro, porque não existiam pré-requisitos. Ou seja, nós estamos numa situação de excepção. Não existe actividade política na Guiné-Bissau. Ou, pelo menos, a oposição não pode exercer qualquer actividade política. Como é que vamos falar seriamente de eleições, de referendo, de reconciliação, se não existem essas prerrogativas mínimas de um debate político na Guiné-Bissau? Mas a oposição será capaz de se unir para estas eleições? Domingos Simões Pereira pode contar com o apoio de quem? Onde é que se vai posicionar Fernando Dias? Não lhe consigo dizer de forma cabal. Eu creio que o fundamental é encarar a situação de frente. Isto é: existe, neste momento, um poder militar na Guiné-Bissau. Um poder bélico. Estão fortemente armados e colocaram um colete-de-forças no povo da Guiné-Bissau. Colocaram o povo da Guiné-Bissau numa grande prisão a céu aberto. E, perante esta situação concreta, objectiva, é preciso que a oposição se organize para lutar de forma consequente contra esta situação. Não me parece que a retórica possa resolver este conflito, tão-pouco. Penso que as eleições, tendo em conta o contexto que existe na Guiné-Bissau, não poderão resolver este conflito. Quais são as garantias de credibilidade e transparência do acto eleitoral, quando a Comissão Nacional de Eleições é constituída, na maioria, por membros do Conselho Nacional de Transição? O Supremo Tribunal de Justiça da Guiné-Bissau é um órgão que está ao serviço do regime. A Comissão Nacional de Eleições, idem, aspas. Os militares têm armas e não só assassinam activistas na Guiné-Bissau, como, por exemplo, o nosso irmão e camarada Vigário Balanta, como aprisionam líderes da oposição, como, por exemplo, aconteceu com o senhor Domingos Simões Pereira. Apropriam-se das sedes dos partidos políticos da oposição, não permitem que os sindicatos exerçam a sua tarefa e não permitem qualquer liberdade de expressão no país. Perante estas condições, podemos falar de eleições livres, democráticas e transparentes? Obviamente que não. Aquilo de que, na minha óptica, a oposição tem de se consciencializar é que, perante esta força, somente uma força social maior pode colocar em causa o estado de coisas.Isso implica, forçosamente, não obstante as dificuldades, a organização popular, a mobilização popular e, ao mesmo tempo, convocar solidariedades internacionais para lutar, de facto, contra este regime.
The war with Spain continues. Raleigh is badly injured in the attack and sacking of Cadiz, and King Philip organizes not just one new armada - but two - to try and finally overthrow Elizabeth. Meanwhile, Robert Devereux - the Earl of Essex - gets bolder and more powerful. Sponsors: Quince. Get free shipping with your order by using code EXPLORERS at quince.com/explorers The Explorers Podcast is part of the Airwave Media Network: www.airwavemedia.com Interested in advertising on the Explorers Podcast? Email us at advertising@airwavemedia.com Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Do Irão à Ásia, da Ucrânia à NATO, os sinais de uma nova realidade militar multiplicam-se e obrigam a repensar alianças, ameaças e estratégias de defesa, segundo Nuno Rogeiro, no Leste/Oeste em podcast. O funeral de Ali Khamenei transforma-se num acontecimento político, militar e geoestratégico de enorme significado para o Irão. Entre a presença de aliados e adversários, a participação de milícias pró-iranianas e os sinais enviados por países como a Arábia Saudita, a cerimónia revela muito sobre a posição de Teerão depois da guerra e sobre o futuro da chamada “frente de resistência”. No Pacífico, a China acelera a modernização militar e Taiwan prepara-se para um eventual cenário de conflito, enquanto Japão e Coreia do Sul reforçam as suas capacidades. Na Ucrânia, Kyiv intensifica os ataques em território russo e aposta numa “defesa activa”, enquanto Moscovo mantém a pressão. E, em Ancara, a NATO reúne-se para discutir o futuro da Aliança, a defesa aérea, a cooperação militar europeia e o reforço das capacidades dos seus membros. Portugal também está em foco, com novas capacidades para as Forças Armadas e uma participação crescente nos dispositivos da NATO. Ouça o Leste/Oeste de 27 de setembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Muere turista mexicano en Machu Picchu Haití pide a la ONU acelerar despliegue de fuerza contra bandas armadas26 de septiembre, Día Internacional para Eliminar las Armas NuclearesMás información en nuestro podcast#grc
Termina esta sexta-feira a campanha para as legislativas, autárquicas e regional de 27 de Setembro em São Tomé e Príncipe. Durante duas semanas, as sete formações políticas concorrentes passaram o país a pente fino na caça aos votos. Quatro movimentos com assento parlamentar, a ADI no poder, o MLSTP, a coligação MCI-PS/PUN, e o movimento Basta estão a concorrer juntamente com três outras formações sem assento, o PCD, o MDFM e o recém-criado Movimento Político Nossa Terra. As equipas de observadores internacionais, nomeadamente da União Europeia, da CPLP e da Francofonia também já se encontram em campo, enquanto a Comissão eleitoral nacional está a ultimar os preparativos do escrutínio. Antes de o país ir a votos, Jeudiger Nascimento, presidente da Comissão Eleitoral Nacional fez o ponto da situação. RFI: Qual é o seu primeiro balanço da campanha eleitoral? Jeudiger Nascimento: O balanço que eu faço é um balanço positivo. Se nós formos excluir o episódio que aconteceu no primeiro dia, nós podemos dizer que tem sido positivo. Os partidos têm apresentado a sua proposta à população. A população tem estado a ouvir calmamente. Nós não registamos nenhum tipo de situação constrangedora. Então, eu acredito que o balanço tem sido positivo e espero que continue assim até ao final. Que os partidos continuem a apresentar as suas propostas, que o povo escute de forma que no dia 27 possa exercer o direito de voto e fazer a melhor escolha possível. RFI: Como é que avalia a actuação dos partidos políticos? Houve algum tipo de agressividade verbal? Isto tem sido tenso, a seu ver? Jeudiger Nascimento: O mais impressionante, eu até fiquei surpreso nessas eleições porque realmente tenho estado a acompanhar vários partidos na internet para poder também entender até que ponto eles têm estado a agredir uns aos outros. Vi algumas acusações que este não fez aquilo, mas realmente eu vi que os partidos estão muito mais preocupados em tentar expor aquilo que eles pretendem fazer. Então não registei nenhuma agressão verbal, nem ninguém chamou alguém de ladrão, eu percebi que eles estão muito preocupados em apresentar as suas propostas. E eu acho que é assim que deve se fazer em democracia, para que a população possa avaliar melhor e escolher quem ela acredita que tem melhores condições para dirigir o país. RFI: Houve formações que se sentiram lesadas durante este período de campanha eleitoral, tanto pelo Tribunal Constitucional como também pela própria Comissão Eleitoral, que chegaram a acusar de parcialidade. O que tem a dizer quanto a isso? Jeudiger Nascimento: A Comissão Eleitoral fez o seu trabalho, sobretudo na emissão dos certificados. Avisou as candidaturas de que sempre que nós constatamos algo que o nosso sistema detectava como anormal, porque antes de as pessoas entregarem os documentos no Tribunal Constitucional, elas devem pedir sempre à Comissão Eleitoral uma certidão. E desde o início, a Comissão Eleitoral alertou para todos os partidos políticos ‘olha tal candidato ou tal pessoa que está a pedir tal certidão para o seu partido já está inscrito no outro partido'. E sempre essas pessoas que fizeram trocas de partidos, sempre andaram a fazer trocas. Então, realmente eu não entendo o porquê desta acusação. Mas a Comissão Eleitoral tem estado a preparar o processo, tem deixado os partidos fazerem a sua parte, que é expor à população, as suas ideias. Mas nós vimos o que aconteceu com a decisão do Tribunal Constitucional. A Comissão Eleitoral não tem poder nem tem decisão também sobre as decisões do Tribunal Constitucional. Logo, a nossa parte, nós temos cumprido e temos estado a fazer o nosso trabalho da melhor forma possível. RFI: Relativamente ao financiamento das vossas acções na Comissão Eleitoral, há umas semanas atrás evocava-se o facto de não se saber exactamente se haveria condições para realizar as eleições. Isto já é uma situação habitual. Como é que estamos neste momento? Jeudiger Nascimento: A nível da Comissão Eleitoral, tudo o que nós tínhamos que fazer para preparar as eleições, nós temos tudo preparado. É verdade que existem algumas outras situações que não dependem necessariamente da Comissão Eleitoral, como, por exemplo, a situação de segurança pública, a situação dos apuramentos que são feitos pelos tribunais e também até os membros da mesa que a Comissão Eleitoral deve pagar. Estamos à espera que o governo coloque a verba para nós podermos sanar essas situações. Mas nós podemos dizer, por exemplo, que a nível da diáspora nós conseguimos garantir que todos os boletins já estão todos na diáspora. A situação da diáspora está toda garantida. Mas nós acreditamos a nível da Comissão Eleitoral, está tudo pronto para que no dia 27 haja as eleições. Relativamente à organização, ela já é habitual. Nós temos desta vez duas eleições, mas já tivemos também alguns anos atrás. Nós teremos duas urnas. Uma urna destinada às eleições legislativas. E outra destinada às eleições autárquicas em São Tomé. Na Região Autónoma, uma urna para eleições legislativas e outra para eleições regionais. E na diáspora, nós só tivemos uma urna para eleições legislativas. As pessoas deverão dirigir-se às assembleias de voto para entregar os documentos e fazer de forma sigilosa a sua escolha. E depois disso irá se fazer. No final do dia, a contagem irá enviar os resultados para a Comissão Eleitoral que deverá publicar os resultados parciais e depois deixar para os tribunais fazerem também a parte da divulgação geral e parcial. RFI: E em termos de fiscalização e de observação? Jeudiger Nascimento: Aqui em São Tomé quem indica os membros de mesas e os delegados são os partidos políticos. A Comissão Eleitoral não indica ninguém. Então, todas as mesas, os partidos indicaram delegados, indicaram os membros e eles têm esses representantes na mesa, para além de observadores internacionais, que nós temos bastante. Aqui temos observadores da CPLP, da União Europeia e também da Francofonia, que estão aqui em São Tomé. E depois nós temos alguns cidadãos que geralmente estão ligados a partidos políticos que andam, observam e todo o povo pode observar com certeza. Então é algo aberto e de todos nós. E então eu acredito que o processo está todo garantido. RFI: Nestes dias tem havido uma série de acções de formação por todo o país para quem vai estar nas mesas de voto, qual é o balanço que faz destas acções de formação e de sensibilização? Jeudiger Nascimento: Essas acções, elas vêm no sentido de reforçar durante as eleições presidenciais. Nós constatamos que houve alguns erros que não deveriam ter cometido relativamente aos procedimentos de fecho de urnas. Houve pessoas que acabaram por meter todas as actas dentro de urnas e nós tivemos que esperar os magistrados abrirem para nós termos as actas. Então nós estamos nesse reforço e com uma vertente muito prática para que as pessoas que vão para as mesas possam compreender efectivamente como deve se abrir uma urna. Qual é o procedimento durante o processo e como deve fazer o fecho. O que é da Comissão Eleitoral que deve vir para comissão eleitoral. O que é para ser deixado nas urnas para os magistrados, para serem deixados. Além disso, nós estamos a reforçar também os deveres e os direitos dos delegados, deveres e direitos dos mandatários, para que nós evitemos conflitos desnecessários durante o processo. Dos jornalistas, de igual modo, dos próprios observadores que poderão aceder à sala para fazer a sua observação. Então nós temos estado a reforçar essas competências junto dos membros do mês, até porque muitos vão pela primeira vez para que eles possam saber e para que não haja atrito no dia 27. RFI: Quando se fala de eleições, é inevitável falar de ‘banho'. Algumas inovações para evitar este tipo de situações? Jeudiger Nascimento: Realmente não. Nós não temos nenhuma inovação. O que nós temos estado a fazer, investimos muito na sensibilização, explicando às pessoas que o banho, sei lá, 200 dobras, 500 dobras, pode demorar, às vezes horas, se não acabar no mesmo dia. Já o mandato e o futuro do país, quando tem um governante, nós temos quatro anos. É o preço de quatro anos. Jamais vai ser ao preço de 500 dobras. Então é bom que as pessoas vejam bem que receber 500 dobras, esse dinheiro veio de algum lado e depois vai ter que ser restituído, porque ninguém dá de graça para ninguém. Então, que as pessoas tenham consciência de que estão a decidir o futuro do país e o futuro do país não é com 200 dobras, não é com 500 dobras. E tem a geração mais nova que vem. Nós temos necessidades de hospitais e outras coisas mais e nós temos que pensar em tudo isso e votar de forma consciente. Então, esse é o apelo que nós temos estado a fazer à população: votar de forma consciente para que nós tenhamos realmente um governo que se preocupe com a população e que a população depois também possa reclamar. ‘Já que eu voto, eu exerci o meu direito de voto. Então eu tenho direito também de reclamar quando as coisas não vão bem'. E nesse caso nós estamos a falar para aquelas pessoas que querem, por exemplo, decidir não ir votar. Então é bom que as pessoas saibam. Se eu decido não ir votar, então eu também perdi o meu direito de reclamar. Então eu só posso reclamar se eu fiz uma escolha. E eu avaliei que a escolha que eu fiz não está bem. Mesmo que eu não tenha feito escolha para quem vai governar. Mas eu fiz uma escolha e eu tenho que solicitar pedido de conta depois, assim como todos nos vão nos pedir a conta depois também. RFI: Algum dispositivo de segurança específico para o dia 27? Jeudiger Nascimento: Nós temos a Polícia Nacional, que cá está, como sempre, faz o seu trabalho de segurança pública. Temos as Forças Armadas que vão também ajudar a Polícia Nacional, os militares, neste caso as Forças Armadas, não vão como força armada. Vão no sentido de incorporar como agente de segurança pública para reforçar a segurança e dar apoio à população, de forma que todo mundo que saia de casa para exercer o direito de voto também possa voltar para casa em segurança, assim como os próprios agentes que irão. Eles são agentes, mas também são eleitores e vão exercer o direito de voto. Têm o direito também de voltar para casa em segurança. RFI: Tem números? Sabe Quantos agentes das forças da Ordem vão estar mobilizados nesse dia? Jeudiger Nascimento: Nas eleições presidenciais, nós tínhamos mais de 500 agentes, somando os da Polícia Nacional e das Forças Armadas. Então eu acredito que nessas eleições, até mesmo porque aumentou-se o número de mesas, então pode ser um pouquinho mais, mas sempre no sentido de apoiar, não de fazer com que a população tenha receio. É só no sentido de apoiar para que tudo corra como aconteceu nas eleições presidenciais, com muita tranquilidade, paz e harmonia. RFI: Tem estado a liderar a equipa da Comissão Eleitoral Nacional desde o começo do ano. Qual é o primeiro balanço que faz de todos estes meses de trabalho? Jeudiger Nascimento: É desafiante porque nós temos uma equipa formada por pessoas que vêm dos diversos partidos políticos. Conhecemos de antemão como é que os partidos, enquanto partidos políticos, pensam, mas aqui dentro nós temos estado sempre a pautar pelo diálogo. Nem sempre concordamos, mas existe uma plenária para poder dirimir esses casos e temos estado a conversar sempre, a encontrar a melhor forma de fazermos as coisas de forma que o povo seja realmente a pessoa beneficiada. Sempre que os partidos não concordem, nós chamamos os partidos, explicamos ao seu representante e o representante expõe a visão da Comissão eleitoral, porque nós formamos aqui como uma equipa e até agora nós temos estado realmente a funcionar bem, até mesmo porque nós temos tido também uma boa receptividade por parte dos partidos políticos. Têm sempre apoiado, têm escutado e nós ouvimos e eles nos ouvem. Então nós temos feito um bom trabalho. O trabalho da equipa tem sido bastante positivo. RFI: Por fim, qual é o apelo que faz nesta fase final da campanha eleitoral? Jeudiger Nascimento: O apelo que faço é que as pessoas continuem a ouvir as propostas dos partidos e que no sábado e domingo respeitem o período de reflexão. No domingo, as urnas abrem às 07h00. Mas a lei diz que é das 07h00 às 17h00. Que ninguém deixe para votar depois das 17h30, porque milagres não acontecem. Depois desse momento, e se alguém tiver que esperar 200 ou 300 dobras a partir das 17h30, tem que perceber que depois o futuro do país também não irá esperar. Então eu exorto toda a gente que saia de casa. Quem acha que a coisa não vai bem, que precisa exercer o seu direito, então que vá lá na urna, que é o único momento em que o povo tem para ser juiz e vai lá e avalia e decida quem acha que está bem, então vai ali também e faça o mesmo. Se eu achar que está bem, não saio de casa. Então eu estou a prejudicar quem fez bem. Se eu achar que está mal, também não vou sair de casa, então eu vou estar a prejudicar quem pode fazer melhor. Então a altura é das pessoas avaliarem a situação, ouvirem as propostas e depois decidir qual é a melhor proposta e exercer o seu direito de voto.
Em São Tomé e Príncipe, estão praticamente a terminar as duas semanas de campanha para as legislativas, autárquicas e regional de 27 de Setembro. Um processo eleitoral durante o qual, à semelhança de outros anos, se discute dos moldes de uma eventual reforma da justiça. Na óptica de muitos, este sector padece de todos os males: poucos meios, morosidade, opacidade e inclusivamente falta de independência, no caso do Tribunal Constitucional que recentemente foi acusado de ter afastado determinadas candidaturas às legislativas por motivos políticos. Também continua presente o caso do 25 de Novembro de 2022, a morte de quatro pessoas no quartel militar de São Tomé em circunstâncias ainda por ser esclarecidas pela justiça. Herman Costa, bastonário da ordem dos advogados de São Tomé e Príncipe, diz não alimentar muitas expectativas quanto às eleições que se avizinham e considera que a justiça do seu país não está bem. RFI: Como está a justiça em São Tomé e Príncipe? Herman Costa: Temos que dizer a verdade. E a verdade é esta: que a situação da nossa justiça não é boa. Porque nós estamos nas vésperas das eleições legislativas e muitos têm falado do nosso Estado de Direito democrático, desde a implementação da democracia no nosso país, nós temos sido vistos como um exemplo de democracia ao nível da nossa sub-região em África. É uma realidade porque, efectivamente, há alternância do poder, sempre que termina uma legislatura, as eleições são convocadas e os cidadãos são sempre chamados para exercer o seu direito. Mas passados mais de 50 anos da nossa independência, a grande questão que nós colocamos é o conteúdo da democracia. Porque a democracia não pode se resumir no simples acto de realização das eleições. E qual é o conteúdo para além da alternância do poder? E para além do convite legal constitucional da chamada dos cidadãos para poderem exercer o seu direito de voto, há que haver um conteúdo subjacente, aquilo que deve nortear verdadeiramente uma democracia, que é o trabalho em prol dos cidadãos. E isso não se tem verificado ao nível do nosso país. Estamos diante de uma democracia vazia, coxa, na medida em que apenas se verifica o mero acto de realização das eleições. E claro, isto reflecte-se em todos os sectores, nomeadamente no sector da justiça. As instituições democráticas não funcionam como manda a Constituição da República. Um exemplo prático é o clima tenso que vivemos no país entre os partidos políticos, no que toca, por exemplo, à questão da instrução dos processos de candidatura, em que nós vemos aqui uma forte contestação dos partidos políticos relativamente à actuação do Tribunal Constitucional. RFI: E precisamente, relativamente à actuação do Tribunal Constitucional, tem sido frequentemente acusado de ser, no fundo, uma espécie de arma de arremesso para os partidos ou dirigentes políticos em várias ocasiões. O último destes casos foi precisamente a questão das candidaturas às legislativas que, segundo certas correntes de opinião, terão sido condicionadas à sua proximidade com o actual Presidente. Herman Costa: Nós não vamos entrar nestas querelas políticas, como é óbvio. Como dizemos sempre, os assuntos políticos resolvem-se de forma política e os assuntos jurídicos de forma jurídica. Mas não podemos deixar de frisar que a actuação do Tribunal Constitucional ao longo dos anos, desde que foi criado, tem gerado uma grande instabilidade no funcionamento das instituições democráticas, porque não é aceitável que o Tribunal Constitucional, e como referiu e bem, tenha sido usado como uma arma de arremesso em função de interesses instalados, interesses claros, isto é de todo inaceitável. E se em tempos, nós defendemos que era necessário a criação de um Tribunal Constitucional de raiz, separado do Supremo Tribunal de Justiça, como funcionava, hoje já começamos a questionar se efectivamente se justifica ou não termos este Tribunal Constitucional a funcionar nos termos em que funciona, sobretudo no que toca ao modo de eleição dos juízes, que tem gerado uma grande insegurança jurídica no nosso ordenamento jurídico, no funcionamento da nossa Justiça. Porque a imagem negativa que se tem da Justiça ao nível de São Tomé e Príncipe, é verdade que os tribunais judiciais típicos, enfim, na primeira instância, e o Supremo Tribunal de Justiça, funcionam da forma como funcionam. Carecem de recursos para efectivamente cumprir com as suas funções e competências. Mas a maioria das críticas que se ouve, a mancha, a mácula que temos carregado nos últimos tempos ao nível do sector da justiça, deve-se sobretudo à actuação do Tribunal Constitucional ao longo dos anos, desde que foi criado. RFI: Tem-se o sentimento que há uma espécie de concorrência entre o Supremo e o Tribunal Constitucional e que não se chega a perceber muito bem quais são as prerrogativas de ambos os órgãos. Herman Costa: É uma falsa questão, na medida em que a lei é muito clara em relação àquilo que são as competências de cada um dos tribunais. O Supremo Tribunal sabe quais são as suas competências legais e constitucionais, tal como o Tribunal Constitucional também conhece as suas competências legais e constitucionais. Infelizmente, os interesses políticos instalados levam a que os intervenientes, sobretudo, e estamos aqui a falar do Tribunal Constitucional, levam a que, infelizmente, extravasem aquilo que são as suas competências. Agem à margem da lei e da Constituição da República, o que é de todo lamentável. Razão pela qual nós voltámos a questionar se a esta altura e nós vamos levantar esse debate sobre aquilo que tem sido, sobre aquilo que é efectivamente a utilidade do Tribunal Constitucional para o nosso Estado de Direito democrático. RFI: Outro caso que também chocou bastante a opinião pública são-tomense é o caso 25 de Novembro e o seu tratamento a nível judicial. Tribunal Militar, Tribunal Civil. Não se percebe muito bem como é que fica. O que é que se pode dizer exactamente sobre este caso, que acaba por ser muito confuso? Herman Costa: Em primeiro lugar, é preciso que se diga que aquilo que aconteceu no quartel das Forças Armadas no dia 25 de Novembro é absolutamente reprovável. Merece toda e qualquer censura da parte de todos nós. A questão que se prende com o tratamento que foi dado ao processo, já é uma outra questão. O que nós assistimos, foi um empurrar da situação, uma falta de assunção de responsabilidade do próprio Estado no tratamento devido ao caso, porque nós não estamos diante de uma situação de dúvidas ou falta de provas. Houve uma competente investigação, houve uma competente acusação feita pelo Ministério Público de São Tomé e Príncipe, coadjuvado pela Polícia Judiciária Portuguesa. Um trabalho devidamente aturado. O que aconteceu é que, ao nível judicial, faltou coragem ao Poder Judiciário de decidir o caso nos termos da lei. O que se assistiu em relação à transmissão do processo de uma jurisdição para outra e vice-versa, portanto, da Jurisdição Civil para jurisdição militar, da jurisdição militar para jurisdição civil, nada mais é do que a falta de responsabilidade, de coragem de decidir uma causa. Embora sendo ela delicada, o processo tinha que ser decidido nos termos da lei, ao invés da conduta e do comportamento que se assistiu ao nível do Poder Judiciário de empurrar com a barriga, ao invés de responsabilizarem os infractores mediante o justo processo. E nós já o dissemos e voltamos a dizer que uma coisa é a responsabilização criminal dos infractores e outra coisa é a responsabilização do próprio Estado no que toca ao pagamento da indemnização aos familiares das vítimas. Por que carga de água até hoje o Estado não se posicionou no sentido de indemnizar os familiares das vítimas? Isto é uma questão objectiva. Houve mortes, houve familiares que ficaram sem os seus parentes. Isto não carece propriamente da realização do julgamento do processo criminal para indemnizar os familiares da vítima, porque os militares que actuaram da forma como actuaram, actuaram nas vestes de agentes do Estado. E aqui o Estado tem uma responsabilidade. Pode perfeitamente indemnizar os familiares da vítima enquanto se aguarda pela realização do processo-crime que ainda aguardamos. E essa audiência de julgamento tem que ser realizada, porque a culpa não pode morrer solitária. RFI: Durante a campanha eleitoral falou-se muito da reforma da Justiça, que é um chavão habitual há já várias eleições. Uma das reformas que é proposta é, por exemplo, para esses casos um pouco mais delicados, mandar vir juízes de fora, numa espécie de sistema de cooperação durante dois ou três anos, para evitar precisamente a contaminação, por exemplo, do político no terreno da Justiça. O que acha desta ideia? Herman Costa: É preciso que se diga que, em tempos, a própria Ordem já assumiu um posicionamento em relação a este assunto em concreto no âmbito da reforma da Justiça. A vinda de magistrados estrangeiros para cooperar no nosso sistema judiciário. Mas hoje, qual é a apreciação que temos? Não podemos dizer que não dispomos de magistrados com capacidade para dizer direito em São Tomé e Príncipe. Nós temos magistrados com capacidade para dizer direito em São Tomé e Príncipe. Qual é a grande questão a esta altura? Um. Criar condições para que efectivamente os tribunais funcionem de forma plena. O que é que queremos dizer? Não é aceitável que o Estado realize um conjunto de despesas fúteis em aquisição de materiais, bens, serviços, veículos e tal, quando há instituições, sobretudo, estamos a falar do poder judicial, que carecem de meios para dizer direito, porque a Justiça é o pilar de um Estado de Direito democrático. Então é preciso que efectivamente haja investimento na Justiça. Dois. No âmbito da reforma, a esta altura, talvez seja necessário, e nós haveremos de desenvolver este tópico, apostar numa inspecção judicial forte. E nessa perspectiva, sim, a Ordem defende uma cooperação com os nossos parceiros para que nós possamos ter uma inspecção judicial forte. Temos magistrados que podem dizer direito, mas se estiverem sob um processo de inspecção judicial credível, acreditamos piamente que poderão fazer o seu trabalho de forma mais profícua. Mas é preciso também que haja uma responsabilização efectiva dos outros membros dos órgãos de soberania, dos fazedores da política que tentam interferir no funcionamento, a ingerência no Poder Judiciário. RFI: Nós falamos muito dos lugares cimeiros da Justiça. Abordando aquela justiça quotidiana, a justiça que é feita no dia-a-dia dos cidadãos. Que meios é que temos? Quanto tempo demora para se fazer justiça para o cidadão comum? Herman Costa: Como se costuma dizer da justiça, ela é morosa, não só em São Tomé e Príncipe, na medida em que tem que se desencadear um conjunto de diligências até que se descubra a verdade material dos factos. Mas em São Tomé e Príncipe, apesar de alguns esforços feitos, por exemplo, ao nível do Ministério Público, que de forma notória, melhorou significativamente a sua ‘performance' no que toca, por exemplo, à redução da dependência do volume processual que tinham na sua esfera pendente, melhoraram imenso neste capítulo ao nível dos tribunais. A situação ainda continua preocupante. A Justiça é feita por três pilares o Ministério Público, os tribunais e os advogados. E há que haver uma articulação. Se o Ministério Público investiga e acusa, se o Tribunal não dá o devido procedimento para que tudo seja feito em tempo oportuno, é um trabalho inglório, não é? E temos esta sensação, pelo menos ao nível da justiça criminal. O Ministério Público até tem melhorado. Ainda há muito por melhorar, mas o grande entrave está nos tribunais, que, ou por falta de recursos, por falta de magistrados, por causa de ‘N' situações que condicionam o normal funcionamento dos tribunais. Isso tudo tem gerado muita morosidade. Mas porque falou na justiça do quotidiano, do dia-a-dia dos cidadãos, a apreciação que os cidadãos têm. Há um aspecto que é muito importante, que nós não podemos deixar de tocar. Tem a ver com o acesso à Justiça. A nossa Constituição da República define no seu artigo vigésimo, que a ninguém deve ser negado o acesso à justiça sob pretexto de ausência ou falta ou insuficiência económica. É dever do próprio Estado assegurar que os cidadãos tenham acesso à Justiça. E o que nós temos verificado é que, infelizmente, muitos cidadãos não têm este acesso à Justiça. O Estado, para além de denegar este acesso dos cidadãos à Justiça pouco tem feito, porque anualmente há uma contribuição que o Estado dá para a defesa destes cidadãos. Por incrível que pareça, o Estado ficou sem contribuir para os cidadãos vulneráveis para ter uma defesa competente durante quatro anos. Mas, apesar desta ausência de contribuição do Estado, nós, a Ordem dos Advogados asseguramos sempre, ‘pro bono', a defesa dos mais necessitados e, portanto, é preciso haver mais do que reforço. É preciso haver uma assunção efectiva de responsabilidade da parte do Estado para garantir o acesso dos cidadãos à justiça. RFI: Tem alguma expectativa relativamente a estas eleições? Herman Costa: A única coisa que nós podemos esperar é que o processo electivo possa decorrer de forma mais pacífica possível. Que não haja incidentes. Começámos mal porque logo no primeiro dia tivemos aí uma situação pouco abonatória para o clima pacífico que se deseja. Mas em relação à expectativa como tal, ela é praticamente inexistente, no sentido em que, ao ouvirmos os pronunciamentos dos representantes dos partidos políticos, não vemos um projecto concreto para a governação na próxima legislatura, ainda estamos em campanha. Quem sabe eles possam, ainda vão a tempo de poder nos apresentar um projecto que nos convença, porque a campanha serve exactamente para isso.
La presidenta Claudia Sheinbaum encabeza el desfile de este 16 de septiembre Fuerzas Armadas incorporan drones tácticos al Desfile MilitarArabia Saudí derriba dron dirigido hacia La MecaMás información en nuestro podcast#grc
A campanha para as legislativas, autárquicas e regional de 27 de Setembro em São Tomé e Príncipe em está lançada desde 12 de Setembro. Neste âmbito, acompanhamos este período pré-eleitoral, dando a palavra às formações candidatas à governação. Nesta sexta-feira, ouvimos Abnildo Oliveira, líder e cabeça de lista do partido Nossa Terra, na oposição. Rosto conhecido da vida política são-tomense por ter ocupado outros cargos, Abnildo Oliveira preconiza a privatização da Empresa de Água e Electricidade e uma reforma do sector da justiça. RFI: Quais são as prioridades do vosso programa? Abnildo Oliveira: Nós temos uma visão política assente na reforma do Estado em vários sectores, no domínio da defesa, no domínio da terra, no domínio da saúde, educação e particularmente no domínio da justiça, que é necessário que nós possamos dar garantias de segurança jurídica aos investimentos, sejam nacionais, mas sobretudo estrangeiros, para nós dinamizarmos a nossa economia. Porque se nós não investirmos fortemente de forma sustentável na economia do país, teremos poucas receitas para cobrir as despesas no sector social, como a saúde e a educação. RFI: O partido que tem estado no governo negociou com o Banco Mundial e o FMI para haver um envelope reservado para dinamizar o país. E o Banco Mundial e o FMI preconizaram precisamente uma série de reformas, nomeadamente na administração Pública, portanto uma diminuição dos custos e também um aumento dos impostos. O que é que acha dessas preconizações? Abnildo Oliveira: Primeiro, temos que saudar todas as parcerias. Nós precisamos manter e dinamizar a nossa parceria com o Banco Mundial e FMI e os programas que temos com essas instituições. Mas nos últimos anos, o crescimento económico de São Tomé e Príncipe foi fraco e o país continuou muito exposto às crises externas. Este acordo com o FMI, por si só, não vai ajudar a nossa economia. O aumento de impostos para uma população que já vive com um salário mínimo de cerca de 50 Euros, não sei se isto vai fazer com que a população tenha melhor saúde, melhor educação e sobretudo, garantir o básico que é a energia em casa, que é a comida na mesa e termos um governo limpo. Logo na nossa perspectiva, o aumento de impostos, mais uma sobrecarga à nossa população, não vejo isso, na minha opinião, neste momento, como uma medida de política que facilita o bem-estar da população. É verdade que nós temos que alargar a nossa base tributária. O que nós devemos fazer, sobretudo, é levarmos uma política, uma reforma, para que possamos fazer uma transição, diminuir aquilo que é a economia informal para a economia formal. Acreditamos que nessa transição para a economia mais formal, conseguiremos, obviamente, ter uma base tributária mais alargada, mas não sobrecarregar a população com mais impostos. RFI: Falou da necessidade de haver comida na mesa e também energia em casa. A energia foi uma das questões mais prementes destes últimos meses, devido à crise que o país atravessou. Como é que vê precisamente esse aspecto? O que é que prevêem no vosso programa? Abnildo Oliveira: A energia que nós produzimos hoje, ela não é suficiente. Ela não tem qualidade necessária e ela não é sustentável. Logo, se hoje ela está aquém das nossas capacidades de consumo, projectando o país para um desenvolvimento acelerado e sustentável, sobretudo no turismo que é um turismo de excelência, vai requerer um esforço adicional da parte do Estado no investimento no sector da energia. Para isso, vamos ter que abrir as possibilidades. Por essa razão, falamos há pouco tempo, daquilo que é dar as garantias jurídicas para a atracção de investimento externo no país por esta via. Temos como investir no sector da energia e há muitos parceiros interessados em investir no nosso sector de energia. Acredito eu que, desta forma, poderemos ter energia mais sustentável e satisfazer as necessidades, porque não podemos construir um Estado para daqui a um ano, dois anos. Temos de ver a construção de um Estado para daqui a dez, vinte anos. RFI: Ou seja, o que está a dizer, é que preconiza a intervenção do capital privado no sector da energia. Abnildo Oliveira: Obviamente, esta é a nossa visão e assumimos com coragem. O Estado, por si só, não vai assegurar. Não podemos continuar com o 'Estado Providência'. Nós preconizamos a diversificação das fontes de produção de energia, mas temos que dar um passo um pouco mais para a frente, na medida em que havendo uma possibilidade de parceria público-privado e, se for o caso, também avaliando as propostas até à privatização do sector energético. RFI: Outro pelouro que é sempre considerado uma prioridade é a saúde para todos os são-tomenses. Quais são as vossas preconizações? Abnildo Oliveira: Nós elegemos como o centro catalisador da nossa economia um turismo de excelência. E São Tomé e Príncipe, já de algum tempo a esta parte, é consensual da parte de todos os são-tomenses que façamos destas ilhas um centro de prestação de serviços. O nosso grande potencial é o turismo, até porque nós recentemente fomos classificados como o país da Biosfera da UNESCO. Todo o país é um elemento catalisador para o nosso turismo, mas levarmos o país para um estágio de turismo de excelência não seria compaginável sem o respaldo de um sector de saúde a um nível que dê confiança não só aos que nos visitam, mas também aos próprios são-tomenses. Logo, há a necessidade de olharmos para o sector da saúde como um elemento a par da energia. Da mesma forma que temos a necessidade de investir no sector da energia, temos de investir no sector da saúde ao mesmo nível, não só do ponto de vista das infra-estruturas, mas sobretudo na questão da formação e capacitação dos médicos. Sem descurar o assegurar do abastecimento permanente dos medicamentos e consumíveis necessários à nossa população. RFI: Nestes últimos anos tem-se constatado uma forte onda de emigração da população jovem, que constitui também a faixa maioritária no país. Como é que pensa fazer com que se possa reter essa população? Abnildo Oliveira: O Estado, por si só, não vai garantir empregos a toda a população, todos os jovens. A nossa visão é transformar realmente São Tomé e Príncipe como um centro de prestação de serviço, investindo num turismo de excelência. Obviamente que isto traz consigo uma aposta em diversos sectores. Para isso, nós propomos uma Zona Económica empresarial, uma Zona Tecnológica de Informação e também uma zona de educação e pesquisa, uma zona médica, uma zona de alta produção agro-alimentar e sem falar da zona de lazer e turismo. Acreditamos que nesses seis pontos da nossa visão, essas zonas especiais que nós propomos, serão catalisadores da criação de postos de emprego para manter e fixar os que cá estão e também abrir possibilidades para que os que saíram possam regressar e ter a possibilidade de trabalhar. Porque não basta só regressar, é necessário regressar e ter também como garantir o sustento das suas famílias. Quando olhamos para o sector da educação, é verdade que nós temos acesso à educação e muita gente sabe ler e sabe escrever. Mas estamos a falar da questão da qualidade. E nós propomos transformar São Tomé e Príncipe num país bilíngue. Estamos a falar numa questão de visão, um turismo de excelência. Logo, nós são-tomenses, precisamos falar muito bem a língua oficial portuguesa. E precisamos também de uma segunda língua. E a nossa aposta, tem que ser o inglês. Dito isto, claro que nós temos que fazer um investimento sério no sector da educação, no sector da defesa. Nós temos três ramos das Forças Armadas, nós estamos mais virados para o exército e temos uma guarda costeira. Mas é necessário ver, tendo em conta a nossa realidade enquanto ilhas, enquanto arquipélago, olharmos para São Tomé e Príncipe daqui a dez, vinte anos. E a nossa visão é uma aposta pela Marinha. Se nós olharmos para o custo que isto tem para a nossa realidade hoje presente, vamos cruzar os braços e não vamos fazer nada. Mas para quem quer deixar um legado para os seus filhos, tendo em conta que a nossa zona marítima, as nossas riquezas, estão mais no mar, então a nossa visão passa por olhar para as Forças Armadas, mas pela componente da Marinha, sem negar os custos que isto tem por detrás. Mas temos que assumir com coragem, por essa razão que nós colocamos em cima da mesa 'reforma com coragem'. Porque é disto que São Tomé e Príncipe precisa e não podemos olhar o país daqui a um ano, daqui a dois anos. Temos que olhar o país daqui a cinco, dez anos para deixarmos um bom legado para os nossos filhos e os nossos netos.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (07): A crise no Supremo Tribunal Federal (STF) pode fortalecer a campanha de Flávio Bolsonaro e aumentar a mobilização nas manifestações de 7 de Setembro, segundo o cientista político Márcio Coimbra, em entrevista à Jovem Pan. Para Coimbra, o desgaste de Alexandre de Moraes tende a beneficiar o campo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro e pode influenciar os atos previstos para a data. Reportagem: Misael Mainetti. Na véspera do 7 de Setembro, candidatos à Presidência recorreram às redes sociais e a agendas públicas para mobilizar eleitores e reforçar mensagens de campanha. Lula divulgou um vídeo sobre a relação do Brasil com os Estados Unidos, enquanto Flávio Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo, lembrando os oito anos da facada sofrida por Jair Bolsonaro em 2018 e criticando o presidente Lula e Alexandre de Moraes. Reportagem: Matheus Dias. A crise institucional no STF, deflagrada na primeira semana de setembro, tornou-se tema central da corrida eleitoral. O conflito aumentou após André Mendonça retirar o sigilo de relatórios da Polícia Federal sobre a Operação Compliance Zero, que investiga fraudes no extinto Banco Master. Os documentos revelaram mensagens entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes, intensificando a tensão interna e os embates entre os ministros. Reportagem: Bruno Pinheiro. Em pronunciamento em rede nacional, na véspera do Dia da Independência, Lula afirmou que o Brasil é soberano e não aceitará interferências externas em suas decisões políticas, econômicas e comerciais. O presidente destacou a autonomia do país nas relações internacionais e na gestão de suas riquezas naturais e declarou: “Não somos colônia e não seremos colônia de ninguém”. O Desfile Cívico-Militar de 7 de Setembro em São Paulo celebra os 204 anos da Independência do Brasil nesta segunda-feira (7), no Sambódromo do Anhembi. O evento reúne representantes das Forças Armadas, órgãos de segurança, instituições civis e escolas. Reportagem: Marcelo Mattos. Durante sabatina da Jovem Pan, Augusto Cury, candidato à Presidência pelo Avante, defendeu um Estado mínimo e a possibilidade de privatizar estatais ineficientes. Na segurança, propôs classificar facções criminosas como terroristas e reduzir a maioridade penal para 16 anos. Cury também falou sobre o 8 de Janeiro, a disputa eleitoral, pesquisas e afirmou ser contra a reeleição. A entrevista faz parte da série de sabatinas com candidatos à Presidência nas Eleições 2026. A Alternativa para a Alemanha (AfD) venceu a eleição estadual na Saxônia-Anhalt, no leste do país, com cerca de 44% dos votos, segundo resultados parciais. O resultado é histórico para a legenda de extrema direita e representa a primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial que um partido desse espectro chega tão perto de assumir o governo de um estado alemão. Reportagem: Luca Bassani. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta segunda-feira (07): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou na manhã desta segunda-feira (07) do desfile de 7 de Setembro na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Lula está acompanhado da primeira-dama, Janja da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e de ministros do governo. Na ocasião, o presidente defendeu a soberania e afirmou que “o Brasil não será colônia de ninguém”. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, também compareceram. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça liberou o relatório final elaborado pela Polícia Federal (PF) contendo desdobramentos e citações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes no âmbito das apurações do caso Banco Master. O documento foi encaminhado ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, a quem caberá decidir se o feito será submetido a julgamento no Plenário Físico da Corte. Uma manifestação que pede a saída de ministros do Supremo Tribunal Federal acontece na manhã desta segunda-feira (07) na Praça da Liberdade, no centro de Belo Horizonte (MG). Apesar de apartidária, o ato é composto por parlamentares de direita. O pastor Silas Malafaia afirmou que vai “fazer o mais duro discurso” contra o ministro do STF Alexandre de Moraes durante o ato de Flávio Bolsonaro (PL) que acontece na Avenida Paulista na tarde deste 7 de setembro. O desfile cívico de 7 de setembro na Avenida Presidente Vargas, no Rio de Janeiro, reúne dezenas de pessoas para assistir a apresentação militar que comemora os 204 anos da independência brasileira. O evento é parte do calendário da cidade e não possuí viés político. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, causou polêmica neste domingo (06), ao sugerir mudar o nome do estado do Novo México para “Nova América”. As redes sociais do presidente e da Casa Branca fizeram postagens chamando o estado com o “novo nome”. O Desfile Cívico-Militar de 7 de Setembro em São Paulo comemora os 204 anos da Independência do Brasil nesta segunda-feira (7), no Sambódromo do Anhembi, localizado na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana. O tradicional evento reúne representantes das Forças Armadas, órgãos de segurança pública, instituições civis e escolas para celebrar a data. O livro “A Santidade no Brasil” ressalta a fé católica e emociona ao contar a história de 30 brasileiros que foram canonizados pela igreja. A obra é assinada pelo escritor Matheus Bazzo. O feriado de independência em Florianópolis (SC) tem como evento oficial o desfile cívico na Beira–Mar Continental, com desfiles militares e civis. Enquanto isso, na Beira-Mar Norte, manifestantes se reúnem para protestar contra ministros do STF. Esquerda realiza a 32° edição do ato “Grito dos Excluídos”, que reúne militantes e parlamentares em passeata entre a Praça da Sé e o Largo de São Francisco, sede da Faculdade de Direito da USP. O candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) não esteve presente. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Os enviados especiais americano percorrem o eixo Moscovo-Kiev de comboio, impedidos de voar após o bombardeamento russo dos aeroportos ucraniano. As conversações de sete horas no Kremlin revelam uma Rússia preocupada com o impacto das sanções, mas inflexível nas suas exigências territoriais, enquanto Putin faz, pela primeira vez, uma referência vagamente elogiosa à contenção ucraniana. Na Alemanha, as eleições no estado da Saxónia-Anhalt decorrem sob a sombra de acusações de sabotagem russa no aeroporto de Leipzig, ataques à rede energética em vários pontos do país e um ataque de ransomware à cidade de Berlim, com a AfD a liderar nas sondagens impulsionada pelos temas da imigração e da crise económica. Em Ceuta, a entrada maciça de imigrantes ilegais mobiliza Espanha — das ruas ao Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas —, com figuras como António Banderas e o selecionador nacional a expressarem solidariedade para com os habitantes do enclave, enquanto lanchas rápidas misteriosas continuam a aproximar-se das praias em operações aparentemente coordenadas por redes criminosas. Nos Estados Unidos, a guerra económica contra o Irão estende-se a um banco turco com ligações a Pequim, o porta-aviões Lincoln chega à Tailândia em estado de degradação avançada, e um almirante americano é publicamente questionado sobre se obedeceria a ordens de atacar o Canadá. Na frente tecnológica e militar, a Ucrânia debate como interceptar os novos drones russos a jacto com meios cada vez mais escassos. Ouça a análise no Leste/Oeste em podcast, emitido na SIC Notícias a 6 de setembro. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da ImpresaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira no Morning Show desta terça-feira (01): O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve definir na noite desta terça-feira (1º) um dos temas centrais da eleição deste ano: como deve ser o uso de deepfakes pelas campanhas. Ministros do TSE indicam de forma reservada que a tendência é que a Corte mantenha o veto ao uso de vídeos gerados por IA quando o conteúdo apresentar grau de realismo, seja criando pessoas reais, fictícias ou mortas. Deve pesar na configuração de deepfake o elevado grau de realismo da manipulação. Em decisão monocrática tomada nesta segunda-feira (31), o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a suspensão dos atos de campanha e o bloqueio de repasses de recursos para o pré-candidato a presidente Renan Santos, do partido Missão. A medida aponta o uso de perfis em redes sociais que não foram devidamente formalizados junto à Justiça Eleitoral. O advogado da campanha, Arthur Rollo, falou sobre o caso em entrevista à Jovem Pan. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou o envio de forças federais ao Rio de Janeiro para reforçar a segurança durante o primeiro turno das eleições de 2026, marcado para 4 de outubro. A capital fluminense está entre as localidades que receberão o apoio de militares das Forças Armadas para garantir a segurança e a ordem pública durante a votação. A medida foi aprovada por unanimidade pelos ministros do TSE em sessão administrativa. Além do Rio de Janeiro, a Corte autorizou o emprego de forças federais em municípios do Acre, Ceará, Piauí e Tocantins. O estado de São Paulo registrou 18.805 prisões de adultos e apreensões de menores infratores em julho, o maior número para o mês desde 2020. O resultado representa um aumento de 1,7% em relação às 18.488 ocorrências registradas no mesmo mês do ano passado, de acordo com dados da Secretaria da Segurança Pública. As prisões em flagrante foram as que mais contribuíram para o crescimento, passando de 10.350 para 10.929, alta de 5,6%. O ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador, Gustavo Villatoro, afirmou, durante um evento na FIESP, em São Paulo nesta segunda-feira (31), que a impunidade caiu para zero em seu país. El Salvador está há 1306 dias sem homicídios. Cerca de 13 alunos de uma escola em Santa Luzia (MG) estão sendo investigados pela Polícia Civil por aplicarem golpes em uma cantina para comprar lanches. Durante dois meses, os jovens utilizaram comprovantes falsos de transações PIX para simular compras na instituição, gerando um prejuízo de aproximadamente R$ 7.000. A União Europeia suspenderá a partir de quinta-feira (03) a importação de carne bovina e de aves de criação procedentes do Brasil, anunciou nesta segunda-feira (31) a Comissão Europeia, que aguarda garantias brasileiras sobre o cumprimento das normas sanitárias do bloco. Neste momento, a Comissão Europeia reprova o Brasil por não ter apresentado garantias suficientes sobre a conformidade de seus produtos com as regras europeias contra o uso abusivo de antibióticos na indústria pecuária. A Câmara dos Deputados aprovou no dia 13 de agosto um projeto de lei que permite clientes de programas de fidelidade trocarem milhas por dinheiro. Todos os anos 39 bilhões de pontos de milha são jogados fora, um equivalente a R$ 2 bilhões. O estudante João Pedro, de Belo Horizonte (MG), adesivou dois ônibus com uma propaganda com seu rosto com o objetivo de encontrar uma namorada! Com os dois veículos circulando, a propaganda de João pode ter atingido cerca de 1 milhão de pessoas. A psicóloga Lara d'Almeida lança o livro “Tudo que Você Precisa Saber Sobre TDAH” e alerta para os perigos de autodiagnósticos de transtornos a partir de testes em redes sociais e opinião de influenciadores. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (31): Os Estados Unidos realizaram neste domingo (30) bombardeios contra a ilha iraniana de Larak, os primeiros em um mês, segundo o comando militar americano para o Oriente Médio. De acordo com o Centcom, dois lançadores iranianos foram atacados após militares observarem membros da Guarda Revolucionária se preparando para lançar foguetes com minas navais. A Guarda Revolucionária afirmou que os ataques causaram mortos e feridos e prometeu “retaliação” contra a “agressão”. Pouco depois, o grupo informou ter atacado alvos militares americanos na Jordânia com mísseis balísticos e drones. Reportagem: Fabrizio Neitzke. A votação da Medida Provisória (MP 1.357/2026) que zera o Imposto de Importação para compras internacionais de até US$ 50, conhecida como “taxa das blusinhas”, está prevista para ocorrer na comissão mista nesta terça-feira, dia 1º de setembro de 2026. Neste domingo (30), os candidatos à Presidência Ronaldo Caiado e Romeu Zema cumpriram agendas de campanha em estados diferentes do país. Em São Paulo, Caiado participou de uma caminhada pela Avenida Paulista acompanhado da senadora Mara Gabrilli, em uma atividade que buscou fortalecer a presença do candidato do PSD na capital paulista. No Rio Grande do Sul, Zema visitou a feira Expointer, na cidade de Esteio, onde conversou com produtores do agronegócio e defendeu maior segurança no campo e avanço no seguro agrícola. Reportagem: Fabrizio Neitzke. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) manteve a bandeira tarifária amarela para setembro. Este será o quinto mês consecutivo que os consumidores vão pagar a mais pelo consumo de energia elétrica. Segundo a agência, a bandeira amarela é necessária devido às condições menos favoráveis de geração de energia no país em razão do período seco. Nesse cenário, ocorre redução nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas e necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado. Na prática, a bandeira amarela indica cobrança adicional na conta de luz de R$ 1,885 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos. Reportagem: Danúbia Braga. Ronaldo Caiado, candidato à Presidência pelo PSD, participa da sabatina da Jovem Pan News e fala sobre diferentes temas relacionados à eleição e a um eventual governo. Caiado defende a caracterização de todas as facções como terrorismo doméstico, fala sobre segurança máxima nos presídios e atuação das Forças Armadas nas fronteiras, explica sua proposta de superávit primário de 1,5% do PIB e o ajuste fiscal, aborda as qualificações necessárias para exercer a Presidência, fala sobre composição política e chapa puro-sangue, apresenta como pretende se relacionar com Estados Unidos e China e defende o resgate do Itamaraty. O candidato também fala sobre sua relação com o bolsonarismo e afirma ter uma história de 40 anos na vida pública, apresenta sua estratégia para a saúde pública, com foco na qualificação de médicos e nos atendimentos no SUS, e fala sobre incentivos ao agronegócio e seguro rural, defendendo parceria com a iniciativa privada. Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira (31) mostra que, em um eventual segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), o atual presidente aparece com 47,1% das intenções de voto, contra 42,6% do senador. Outros 10,3% afirmam que votariam em branco ou nulo ou que não sabem em quem votar. Lula também aparece à frente de Ronaldo Caiado (PSD). Nesse cenário, o presidente registra 46,6%, contra 41% do candidato do PSD. Brancos, nulos e indecisos somam 12,3%. No 1º turno, o principal movimento do levantamento é o avanço de Augusto Cury (Avante). O escritor passou de 1,6% em julho para 7,8%, crescimento de 6,2 pontos percentuais em um mês. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Violência extrema reforça necessidade de proteção da população do país caribenho; 47 pessoas foram mortas, 22 ficaram feridas e 52 foram sequestradas nesta semana; grupos criminosos ameaçam executar reféns caso operações de segurança continuem.
O programa Meio-Dia em Brasília desta quarta-feira, 26, fala sobre o risco de golpe no final do ano de 2022 e sobre as articulações das Forças Armadas para conter o ímpeto de uma ala do bolsonarismo que queria uma ruptura institucional após as eleições daquele ano.Além disso, o jornal também fala sobre a sabatina da TV Globo com o candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, e fala sobre a primeira rodada de pesquisas da Quaest para os governos nos Estados após o início da campanha eleitoral.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Spotify #ApplePodcasts #AmazonMusic #TuneInRádio #PolíticaBrasileira #BastidoresDoPoder #economia #jornalismo #noticias #politica #FAB #CarlosBaptistaJunior #Aeronautica #BastidoresDaPolitica #RiscoDeGolpe #PoliticaBrasil #Noticias #EntrevistaExclusiva #Militar #Brasil
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (24): Esvaziado pela ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do senador Flávio Bolsonaro (PL) e do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), o primeiro debate dos candidatos à Presidência da República, transmitido neste domingo pela TV Band, contou apenas com a presença de Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Na abertura do debate, os três candidatos presentes criticaram as ausências, em especial as de Lula e Flávio. Ao longo da conversa, os três abordaram temas como segurança, educação, economia e polarização. Reportagem: Beatriz Manfredini. Os candidatos participaram do primeiro debate presidencial, com as campanhas de Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) avaliando a participação como positiva. Augusto Cury (Avante) também participou do debate. Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo) não participaram, e os púlpitos reservados aos três candidatos ficaram vazios. Reportagem: Cassius Zeilmann. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenta aprovar no Congresso Nacional uma medida provisória para zerar o imposto federal de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”. A cobrança está suspensa desde maio, mas a isenção precisa ser validada pelos parlamentares até 8 de setembro para não voltar a valer. O Papa Leão XIV pediu neste domingo (23), em pronunciamento público, que a comunidade internacional faça mais esforços para conter a epidemia do vírus Ebola na República Democrática do Congo. O pontífice afirmou que o país está em suas orações, especialmente diante da epidemia da doença. Reportagem: Luisa Cardoso. Interlocutores do PSD estariam negociando a desistência de Romeu Zema (Novo) da candidatura à Presidência da República. A proposta seria que Zema disputasse uma vaga ao Senado e apoiasse a candidatura de Ronaldo Caiado (PSD) à Presidência. Reportagem: João Vitor Revedilho. Guilherme Derrite, candidato do Progressistas ao Senado por São Paulo, participa de sabatina na Jovem Pan e apresenta suas propostas e posicionamentos para o mandato. Entre os temas, estão a intenção de cumprir os oito anos de mandato, a defesa dos interesses de São Paulo e a parceria com Tarcísio. Derrite também fala sobre segurança pública, prisão perpétua, redução da maioridade penal, facções como terroristas e uso das Forças Armadas nas fronteiras. O candidato ainda aborda o fim da escala 6x1, o apoio a Flávio Bolsonaro e o impeachment de ministros da Suprema Corte. O presidente Lula (PT) afirmou neste domingo (23) que defende as investigações da Polícia Federal sobre seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, suspeito de participar de um esquema de tráfico de influência para a venda de medicamentos ao Ministério da Saúde. Segundo Lula, “todos nós somos obrigados a agirmos corretamente, se alguém está agindo de forma errada, tem que ser investigado. Ninguém está acima da lei”. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Fernando Capano, advogado criminalista. Divulgada nesta segunda-feira (24), a nova pesquisa Nexus aponta Lula (PT) com 41% das intenções de voto no principal cenário estimulado de primeiro turno, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), com 37%. Ronaldo Caiado (União Brasil) aparece com 5%, enquanto Renan Santos e Romeu Zema (Novo) têm 3% cada. Brancos e nulos somam 5%, e indecisos, 3%. Em um eventual segundo turno entre Lula e Flávio, há empate técnico: 46% para o presidente contra 45% para o senador, dentro da margem de erro. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Desde a passada quinta-feira, está lançada na Guiné-Bissau a campanha de informação em torno da nova Constituição a ser submetida a referendo no próximo dia 30 de Agosto. Enquanto o Conselho Nacional de Transição tem apelado ao voto 'Sim' alegando que o texto garante uma maior estabilidade politica ao país, algumas vozes da sociedade civil têm levantado dúvidas sobre o texto e a própria legalidade da organização desta consulta popular. Nesta segunda-feira, Carmelita Pires, jurista e antiga Ministra da Justiça da Guiné-Bissau, publicou nas redes sociais um apelo ao boicote do referendo, ou em segunda instância, ao voto 'Não', após expor as suas reservas sobre a legitimidade da organização do referendo por emanar de uma entidade que tomou o poder pela força, os moldes da fiscalização da consulta e ainda o universo de eleitores que abrange. Na sua publicação, Carmelita Pires sublinha também e sobretudo não ver a utilidade de se organizar um referendo, dado que a nova Constituição -a que chama de 'Constituição Militar'- já foi adoptada pelo Conselho Nacional de Transição e inclusivamente está inscrita no Boletim Oficial da República da Guiné-Bissau desde finais de Fevereiro. RFI: Antes de abordarmos o conteúdo da nova Constituição, o que se pode dizer sobre os moldes do referendo? Carmelita Pires: Estamos perante uma ruptura da ordem constitucional. Nós temos uma Constituição vigente na Guiné-Bissau. Um golpe de Estado que, de repente, quer-se transformar em poder constituinte. E como se não bastasse, já que se refere à questão da organização, a verdade é que, tendo isto tudo na base, nós até nem sabemos o que é que vamos votar. Porque veja bem, se é que vamos votar um referendo, mas de uma Constituição que, entretanto, já está no nosso Boletim Oficial que dá vigor e eficácia a esse acto supostamente jurídico desde 24 de Fevereiro de 2026. A organização é o poder de facto que está a controlar tudo mesmo. Não há hipótese de fiscalização nenhuma porque, em última análise, aquilo que é a fiscalização prévia cabe ao Supremo Tribunal de Justiça, que foi assaltado por militares, como nós sabemos. A participação da diáspora está fora. Completamente. Nós nem sequer conseguimos saber o que é o número de eleitores. E caricatamente, nas vésperas, a semana passada, eles resolveram substituir o cartão dos eleitores por uma espécie de segunda via. Tudo isto indicia uma fraude. RFI: Citou uma série de textos que prevêem, nomeadamente, que não se possa organizar uma consulta popular entre a data em que se marquem eleições e a própria realização de eleições. Menciona igualmente que também não possa haver uma nova remodelação da Lei Suprema guineense antes do prazo de dez anos. Carmelita Pires: Refere-se a duas questões diferentes. Refere-se à própria Constituição que supostamente vai ser submetida a um referendo popular. Eles nessa Constituição, dizem que são dez anos. Ou seja, a própria Constituição, nós estamos a falar, desde a sua origem, que a nossa Constituição de proclamação unilateral do Estado de 1973 e todas as outras, mesmo depois de nós aderirmos à democratização do nosso país, um sistema multipartidário tem os seus mecanismos próprios de prever a revisão. Ora, isto é um bloqueio total do Estado. Isto é, conforme o sistema que eles estão a prever neste tal texto da 'Constituição Militar', é bloquear mesmo o próximo poder que possa surtir das tais eleições que eles próprios também marcaram. A outra questão é na própria lei de referendo. A lei de referendo prevê um prazo de marcação do referendo. Quer dizer que durante um determinado período que a própria lei reconhece, não é possível a convocação e realização do referendo. Refiro-me concretamente ao Artigo 9.º n.°1. Quando este referendo foi convocado, as eleições já estavam formalmente marcadas há quase seis meses. Portanto, tanto a convocação como a realização prevista do referendo situa-se num período que o Artigo 9.º n.°1 da própria lei que eles fizeram, proíbe. RFI: Também menciona no seu 'post' a questão da fiscalização das entidades que vão estar a vigiar este referendo. Carmelita Pires: Efectivamente é mais complicado. Porque qual é que é a fiscalização? Mandou-se a fiscalização prévia para o Supremo Tribunal de Justiça. Volto a dizer, os órgãos de soberania foram todos assaltados antes do tal golpe de Estado. Este Conselho Nacional de Transição vem só confirmar tudo o que já tinha sido apropriado. Então, eles dizem que dá-se ao Supremo Tribunal a fiscalização prévia na veste do Tribunal Constitucional que não existe, veja só. Mas a iniciativa tem que ser requerida pelo Presidente da República de Transição, o militar Presidente da República. Existem também, na própria lei, mecanismos de reclamação e recurso de participação civil, mas muito ténues. Quando, todavia, permanece a questão de que há fiscalização autónoma efectiva, não existe por parte das forças políticas, de organizações independentes do poder que estão a promover este referendo. Tudo suscita muitas dúvidas. Não está nada clara a questão da fiscalização. RFI: E lá está, em simultâneo com o lançamento da campanha de sensibilização sobre este referendo, também se dá posse aos novos juízes conselheiros do Supremo Tribunal. Isto é um mero acaso de calendário, a seu ver? Carmelita Pires: Não, a meu ver, não é um mero acaso. É deliberado. E voltamos sempre a essa questão no Supremo Tribunal ter sido assaltado por homens armados, compulsivamente retirado o seu presidente. Depois, engenharias foram feitas para que se pusesse no topo da cadeia da magistratura do nosso país magistrados que sejam simpatizantes do 'status quo'. E ainda por cima são doze. Mas neste momento, estão empossados oito e parece que se fecha assim. Portanto, não se está a observar sequer a lei do Conselho Superior de Magistratura sobre estas questões, nem sequer a nossa lei judiciária e todas as prerrogativas do Supremo Tribunal. Isto é dramático. O termo, acho que é mesmo esse. Isto é dramático, a forma como estão a ser destruídas as instituições da República, particularmente aquela que é o topo, o cimo da cadeia da Justiça da Guiné-Bissau. RFI: Sobre o conteúdo desse novo texto submetido a referendo, evocou-se muito no espaço público guineense o facto de se fazer algumas alterações no parlamento guineense, que passa a ter menos deputados do que na anterior Constituição. Carmelita Pires: Entrar nesta Constituição que eu chamo 'Constituição Militar', se a origem está viciada, por que razão nós vamos nos dar ao trabalho? Nós, particularmente, que temos esta formação específica de estar a analisá-la. Mas posso lhe só dizer que, enfim, nós estamos a falar de 30 e tal artigos na Constituição vigente e vamos para quatro ou cinco vezes mais do que isso. É uma espécie de "copié-collé" (copy-paste), pega-se no nosso sistema semipresidencial que, já por si, tinha pendor presidencial, em que o presidente já tinha uma série de prerrogativas. Uma delas é presidir o Conselho de ministros como bem entendesse, porque é uma Constituição também feita para uma transição democrática, mas em que estávamos num Estado de partido único, de um poder absoluto. Também já tem as suas anomalias e é natural que nós não estamos contra isto, de que já é chegado o momento, tanto mais que é uma manta de retalhos, para nós irmos para a liberação económica política. E queríamos fazer, mas não nestes termos, porque a sua origem está viciada à partida. E enfim, tem uma série de situações que saem logo ao de cima. Vê-se que é a preocupação do regime, como é o caso, de obrigar quem se candidatar à presidência, tem que estabelecer cinco anos de residência, no mínimo. Parece, aliás, caricatamente, que o próprio ex-presidente com o qual eles estão a trabalhar, também lhe apanha, se for o caso, quando falarmos das próximas eleições. Mantém no poder os órgãos instituídos pela Carta de Transição, nesta nova Constituição militar, até à posse dos futuros titulares dos órgãos de soberania. Ou seja, os órgãos nascidos depois de uma ruptura produzem um texto que é esta Constituição Militar que passa a fundamentar a sua própria permanência no poder. E vão mais longe ainda: impedem, conforme nós dissemos, qualquer nova revisão constitucional em dez anos. Alteram a Constituição depois de uma ruptura militar e pretendem impedir que futuros representantes democraticamente eleitos pelo povo possam revê-la numa década. Admite-se? Isto é, só trazendo ao de cima as coisas mais flagrantes. Mas quando a origem em si da própria Constituição Militar é imposta, é uma interrupção coerciva do processo eleitoral, porque o povo guineense votou a 23 de Novembro de 2025 e depois vem com esta justificação de que dão este golpe pelas imensas razões que eles próprios invocaram e não se sabe em que Constituição é que nós estamos neste momento a navegar. A 'Constituição Militar' é um Golpe de Estado que vai transformar-se em poder constituinte. Quem toma o poder pelas armas não adquire, por esse facto, legitimidade para substituir a Constituição da República e criar uma nova ordem constitucional. Isto é mais que evidente. RFI: Este fim-de-semana, o Presidente de transição, o general Horta Inta-A, disse que o referendo a esta Constituição não visa permitir o regresso de Sissoco Embaló ao poder. Carmelita Pires: Bom, isso são suspeições que caem sobre eles. É gente do Sissoco. O actual Presidente militar esteve em campanha, por Sissoco Embaló, o ex-Presidente. Quando viram que as pessoas estavam a falar por demais ali, puseram nas instituições públicas a fotografia do tal Presidente autoproclamado. E não é só isso. É que não só o próprio Presidente, porque aquilo é pequeno. O chefe de Estado das Forças Armadas, o ex-presidente o tinha posto como chefe de Estado-Maior particular das suas forças. Temos milícias que estão sob a tutela de comandos ou milícias constituídas pelo ex-presidente e temos 30 e tal pessoas que são nomeadas para este tal governo de transição, como para a tal Assembleia forjada, que são pessoas afectas -inclusive posso dizer isto- até do ponto de vista étnico, ao Presidente deposto. Portanto, é natural que ao guineense lhe surjam suspeições. Suspeições sérias. Mas acho que não é só os guineenses. A própria comunidade internacional, porque as Nações Unidas estão lá. A União Africana está lá, a CEDEAO está lá. Todos vêem estas questões porque são flagrantes. RFI: Por fim, no seu 'post', apela à resistência do povo guineense. Apela à abstenção. A seu ver, de que modo é que os eleitores guineenses deveriam actuar no dia 30 de Agosto? Carmelita Pires: Tivemos algumas dúvidas metódicas em relação a um bloqueio total perante tudo o que eu acabei de lhe dizer. Ou então dizer às pessoas vão votar e vão votar 'Não'. Isto porque, veja bem que naquela altura, também para as eleições que eles recusaram até hoje reconhecer, apesar de a CNE já estar outra vez a funcionar, porque é que eles deram um golpe e não protegeram a CNE? Mas agora, já se protege para o tal referendo, não é? Bom, acontece que já nessa altura nós dizíamos como é que vamos a eleições quando estavam a destruir os partidos, não aceitavam determinadas candidaturas. Foi o que foi. E mesmo assim fomos e ganhou-se com maioria. Foram as primeiras eleições na Guiné-Bissau em que, logo à primeira volta de umas presidenciais, já não haveria segunda volta porque se tinha atingido um resultado que nunca tinha sido atingido. Mesmo assim, foi o que foi. Então, é natural que, neste momento, a gente diga 'Não'. Se calhar é melhor bloquear já, porque temos estes dados todos. O reverso da medalha é assim: se a coisa já estiver feita e estiver tudo pronto, como é o caso, de se publicar uma Constituição que já está em vigor supostamente porque essa é a regra jurídica no nosso país, já está tudo arranjado. Então, talvez também sugerir às pessoas, as tais que não desobedecerem, as tais que não boicotarem, que continuem uma resistência cívica. Ou seja, se forem votar, que votem 'Não', com algum receio de que eles aproveitem as pessoas a ir votar no tal dia e possam beneficiar das imagens, para dizer que está tudo bem no nosso país, quando não está. Aí está o apelo à resistência. Não saiam de casa. Isto é tudo o que tem a ver com desvirtuar completamente a proclamação daquele Estado e tudo o que são as instituições e a soberania do país. Ao mesmo tempo, dizer também que se acharem mesmo que têm que ir votar, pelo menos votem 'Não'. 'Não' há Constituição militar, 'Não' ao referendo militar e 'Não' à substituição da Constituição pela força das armas.
No seu espaço de comentário semanal, Nuno Rogeiro cita um estudo francês que aponta que os incêndios têm entre 90 a 95% de origem humana, identificando várias categorias de responsáveis, desde pirómanos a sabotadores. Sobre a situação em Ceuta, Rogeiro sublinha que a maioria dos detidos não era de nacionalidade marroquina. No plano militar e estratégico, destaque para a nova aliança defensiva entre a Turquia, a Arábia Saudita e o Paquistão, enquadrada como um possível contrapeso ao Irão. No plano nacional, destaque ainda para o programa de modernização das Forças Armadas portuguesas, com destaque para a aquisição de novas fragatas e equipamento terrestre. O Leste/Oeste foi exibido a 16 de agosto na SIC Notícias. A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Aos Fatos desta quarta-feira (12) destaca a avaliação da cientista política Adriana Marques, durante participação no programa Três Pontos, de que cabe ao poder civil definir com clareza as funções e os objetivos das Forças Armadas. Outro destaque é a determinação dos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que os Tribunais de Justiça de seis estados e do Distrito Federal identifiquem magistrados que receberam valores considerados “exorbitantes”.
A chegada de Abelardo De La Espriella à presidência da Colômbia reforça a guinada à direita na América Latina e a crescente influência dos Estados Unidos na região. Em seu discurso de posse, na última sexta-feira (7), em uma base militar em Cali, no sudoeste do país, o novo presidente sinalizou a intenção de estreitar as relações com Washington e alinhar sua política de segurança às prioridades dos Estados Unidos. Pedro Pannunzio, especial de Cali para a RFI No fim de semana, De La Espriella ordenou operações militares em várias regiões do país contra dissidências das Farc e o Clã do Golfo, marcando o início de uma estratégia de combate frontal aos grupos armados. As ações conduzidas pela Força Pública resultaram em mortes, prisões e na apreensão de armas e material de inteligência. Durante a posse, o presidente afirmou que um dos primeiros atos de seu governo seria aderir ao "Escudo das Américas", para "fortalecer a ação conjunta das nações livres diante das ameaças que afetam a segurança regional". A declaração foi feita diante de centenas de militares perfilados em posição de sentido. A organização, que reúne países liderados por políticos de direita alinhados a Washington, foi criada em março deste ano pelo governo de Donald Trump com o objetivo de estabelecer uma cooperação militar no continente americano. Os Estados Unidos, por sua vez, anunciaram a intenção de enviar a Colômbia uma ajuda financeira de US$ 1 bilhão “como parte de um pacote de segurança para apoiar o governo do Presidente De La Espriella na conquista de objetivos comuns”, de acordo com um comunicado divulgado pelo Departamento de Estado no dia da posse do novo dirigente sul-americano. No domingo (9), a presidência colombiana divulgou uma nota em que afirma ter recebido “com profunda satisfação” o anúncio da intenção de financiamento. O comunicado diz, ainda, que o pacote fortalece o uso de “tecnologia norte-americana de alto nível” pelas forças armadas do país agora comandado por De La Espriella. Para Vladimir Rouvinski, professor de relações internacionais da Universidade Icesi, em Cali, a nova configuração da relação entre os dois países guarda semelhanças com uma experiência do passado. “O que nós provavelmente veremos é uma espécie de Plano Colômbia 2.0. O Plano Colômbia inicial buscava, em várias frentes, enfrentar a questão do narcotráfico na Colômbia a partir do fortalecimento das Forças Armadas colombianas.” O Plano Colômbia foi um acordo de cooperação bilateral em conjunto com os Estados Unidos criado em 1999. O projeto combinou ajuda financeira em larga escala e apoio militar norte-americano para combater o narcotráfico e enfraquecer grupos guerrilheiros de esquerda, como as FARC. A chegada de De La Espriella ao poder ocorre em um momento de fortalecimento de lideranças de ultradireita na região. O novo presidente colombiano, que nunca havia ocupado um cargo público, tem entre suas promessas a construção de megapresídios inspirados no modelo adotado pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele. Austeridade e política linha-dura Na área econômica, ele deve implementar medidas de austeridade. Em seu primeiro discurso como presidente do país, prometeu publicar um decreto para congelar os gastos públicos, sem explicar exatamente como a medida funcionaria. “O regime que deixa o poder promoveu um crescimento desmedido dos gastos, baseado em um endividamento que enfraqueceu as finanças nacionais”, alegou. Por outro lado, disse que iria eliminar o imposto ao patrimônio. Carlos Ortiz, professor da Universidade del Valle, acredita que as políticas do governo colombiano devem levar o país “novamente a um conflito social”. Para ele, as medidas anunciadas pelo novo governo representam um retrocesso em relação aos avanços democráticos durante a gestão de Gustavo Petro, antecessor de De La Espriella e primeiro presidente de esquerda a governar a Colômbia. “Evidentemente, é um movimento que tende a reduzir os avanços democráticos alcançados no passado e a fortalecer o papel do Estado em favor das grandes corporações e dos grandes oligarcas. Esse afastamento das necessidades dos setores populares, para insistir sempre nos benefícios dos mais ricos, é algo que voltará a se impor com este governo.” Enquanto a direita avança em boa parte da América Latina e a influência de Washington cresce na região, o Brasil permanece sob um governo de centro-esquerda, sem alinhamento com os Estados Unidos. Para o professor Vladimir Rouvinski, o país, no entanto, não está isolado e ainda exerce um importante peso político sobre os vizinhos sul-americanos. Para ele, caso Lula vença as eleições de outubro, o Brasil poderia atuar como uma espécie de contrapeso ao aumento da presença de Washington na América do Sul. “Eu diria que, nesse caso, o Brasil pode desempenhar um papel. Se Lula vencer, o país pode atuar como uma espécie de contrapeso, em muitos sentidos, ao aumento da presença dos Estados Unidos na América do Sul.”
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (07):No editorial desta sexta-feira (07), André Marsiglia comentou sobre a primeira-dama Janja da Silva, que pediu o bloqueio imediato do Discord no Brasil. A declaração foi feita em cerimônia no Palácio do Planalto. Marsiglia afirma que punir a plataforma não fará com que os criminosos paguem pelos seus atos e vai acabar punindo também aquelas que utilizam a rede social de forma lícita. “Eles punirão todos os outros que estão agindo adequadamente dentro da plataforma, mas deixarão de punir aqueles que cometeram o crime”, disse. A Advocacia-Geral da União (AGU) acionará a Justiça para suspender o Discord no Brasil. A ação foi tomada após a primeira-dama Janja Lula da Silva afirmar, em reunião no Congresso Nacional, para bloquear a plataforma. “A gente precisa bloquear o Discord no Brasil de qualquer forma”, disse. Representantes do Discord devem apresentar à Advocacia-Geral da União (AGU), um plano com medidas para ampliar a proteção na plataforma digital até segunda-feira (10). A plataforma digital se comprometeu a assumir uma série de obrigações e responsabilidades na linha de dever de cuidado e proteção. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) criou o Conselho Consultivo para monitorar desinformação e uso indevido de Inteligência Artificial (IA) durante o período eleitoral, tema que ganhou notoriedade no debate. Os membros não serão remunerados e serão escolhidos pelo Presidente da Corte Nunes Marques. O Supremo Tribunal Federal (STF) reduziu a pena de uma das condenadas pelos atos de 8 de Janeiro. Por maioria de 6 a 4, a Suprema Corte reverteu uma decisão do ministro Alexandre de Moraes. Simone Macedo foi condenada a um ano de reclusão em regime aberto, além de multa, por associação criminosa e por incitar publicamente a animosidade das Forças Armadas contra os poderes instituídos. O ator Wagner Moura criticou o avanço da política identitária , que organiza reivindicações com base na identidade de determinados grupos, e classificou-a como “fascismo de esquerda”. A polêmica declaração foi dada em entrevista ao jornalista Pedro Bial, no programa “Conversa com Bial” da TV Globo. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Já está valendo a lei que libera a venda e posse de aerossóis de extratos vegetais, como spray de pimenta, para mulheres acima de 18 anos como medida de defesa pessoal. A Lei nº 15.474/2026 autoriza a comercialização, aquisição e posse de spray de pimenta para fins de defesa pessoal das mulheres, reforçando um importante instrumento de proteção e prevenção à violência. A medida estabelece regras para a aquisição e o uso responsável do equipamento. O alerta vem da Guarda Municipal da Serra. Nesta semana, a corporação reforçou que o "spray não é para intimidação, brincadeiras ou discussões. O uso indevido pode gerar responsabilização".No ato da compra, será necessária a apresentação de documento oficial com foto, comprovante de residência fixa e a Certidão de Antecedentes Criminais comprovando inexistência de condenação criminal por crime doloso — quando há intenção de cometer o crime pelo autor — cometido com violência ou grave ameaça mediante autodeclaração.As especificações técnicas, como a concentração máxima permitida, serão definidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os sprays poderão ter, no máximo, 50 ml. Recipientes com capacidades maiores ficarão restritos para uso das Forças Armadas e forças de segurança pública. Em entrevista à CBN Vitória, a comandante Laís Araújo da Guarda Municipal da Serra, fala sobre o assunto.
Nesta entrevista ao Henrique Nascimento, a major do Exército Brasileiro Gabriela Bernardes fala sobre a trajetória militar, a experiência como primeira brasileira enviada à missão de paz da ONU no Sudão, o papel das mulheres em operações internacionais e a inspiração deixada pelas pioneiras das Forças Armadas brasileiras.
O programa em português que foi ao ar ao vivo em rede nacional pela rádio SBS 2. O noticiário do dia. Nossa entrevista com João Gomes, o rei do piseiro, que fez shows em Sydney no último fim de semana. De Portugal, nosso correspondente Francisco Sena Santos fala sobre o início da Liga Portugal, o campeonato nacional de futebol do país. Também falaremos sobre a fábrica de drones portuguesa que assinou um contrato com as Forças Armadas britânicas. E o aumento de 46% no número de turistas estrangeiros no Brasil desde 2019.O programa em português que foi ao ar ao vivo em rede nacional pela rádio SBS 2. O noticiário do dia. Nossa entrevista com João Gomes, o rei do piseiro, que fez shows em Sydney no último fim de semana. De Portugal, nosso correspondente Francisco Sena Santos fala sobre o início da Liga Portugal, o campeonato nacional de futebol do país. Também falaremos sobre a fábrica de drones portuguesa que assinou um contrato com as Forças Armadas britânicas. E o aumento de 46% no número de turistas estrangeiros no Brasil desde 2019.Siga a SBS em Português no Facebook, X, Instagram e You Tube. Siga a 'SBS Portuguese' no Spotify, Apple Podcasts, iHeart Podcasts, PocketCasts ou na sua plataforma de áudio favorita.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (04): O partido Avante oficializou nesta segunda-feira (3) a candidatura do escritor e psiquiatra Augusto Cury à Presidência da República. Conhecido pelos livros no segmento de autoajuda, Cury afirmou, durante discurso aos filiados e na presença do governador Tarcísio de Freitas, que, se for eleito, pretende propor a mudança do regime presidencialista para o semipresidencialista. Segundo ele, o presidente ficaria responsável pelas questões estratégicas, Forças Armadas e política externa, enquanto um primeiro-ministro administraria o dia a dia do país. Cury afirmou ainda que Tarcísio de Freitas está em seu radar para ocupar esse cargo. Reportagem: Beatriz Manfredini. A Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo impugnou o pedido de registro da candidatura do ex-ministro Ricardo Salles (Novo) ao Senado por falta de documentos e pediu ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) que negue o registro. Segundo o órgão, Salles não apresentou certidões de objeto e pé com informações completas sobre os processos judiciais mencionados em suas certidões. Esses documentos detalham o objeto de cada ação, as decisões já tomadas e a situação atual dos processos. O caso ainda será analisado pelo TRE-SP. Reportagem: Matheus Dias. O presidente da Argentina, Javier Milei, voltou a atacar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao chamá-lo de “ladrão” e “corrupto” durante entrevista à emissora argentina LN+. Milei afirmou que Lula “não é inocente” e disse que as condenações relacionadas à Operação Lava Jato foram anuladas por uma falha no processo jurídico. O argentino também rejeitou as críticas do governo brasileiro ao discurso feito na convenção do Partido Liberal que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, afirmando que sua fala foi espontânea e que “chamar um ladrão de ladrão é infinitamente menos grave do que o próprio roubo”. Reportagem: André Anelli. A greve dos ferroviários das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM começou na madrugada desta terça-feira (04) em São Paulo. Apesar da paralisação, apenas a Linha 13-Jade está totalmente interrompida nesta manhã, enquanto as linhas 11-Coral e 12-Safira operam parcialmente. Segundo o Governo de São Paulo, as linhas concedidas 7-Rubi, 8-Diamante e 9-Esmeralda, além da Linha 10-Turquesa, funcionam normalmente. Reportagem: Danúbia Braga. O Republicanos decidiu adotar uma posição de neutralidade na disputa presidencial. Dos diretórios estaduais da sigla, 19 se posicionaram pela neutralidade, sete defenderam apoio a Flávio Bolsonaro (PL) e apenas um manifestou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em nota, o partido afirmou que a independência na eleição presidencial não representa ausência de princípios ou posicionamento político, mas sim maturidade institucional, respeito ao pacto federativo e compromisso com a unidade partidária, preservando a autonomia das lideranças estaduais dentro das diretrizes estabelecidas pela legenda. Reportagem: Beatriz Manfredini. Seis homens presos nos Estados Unidos admitiram participação em uma sofisticada rede internacional de lavagem de dinheiro ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo as autoridades americanas, a organização teria movimentado e ocultado mais de US$ 30 milhões provenientes do tráfico de drogas. Cinco dos acusados são brasileiros e um é cidadão americano, todos residentes na região de Orlando, na Flórida. Eles foram presos em uma operação conduzida pelo FBI em janeiro deste ano. O processo tramita na Justiça Federal dos Estados Unidos, no Tribunal Distrital do Sul da Flórida, e os réus respondem ao caso em território americano. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Mais de 24 horas depois do terremoto de magnitude 7,1, que atingiu o sul do país, as buscas continuam no Japão. O número de mortos subiu para 13 e as principais esforços agora se concentram nos escombros de um shopping center, na cidade de Kashima. Mais de 300 mil pessoas tiveram que deixar suas casas e procurar abrigos. E tem ainda:- Trump recebeu, no mesmo dia, o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelesnky.Os assuntos com Netanyahu foram o programa nuclear iraniano e as negociações com Teerã; com Zelensky, o tema principal foi o sistema de defesa com mísseis Patriot- Reforma constitucional proposta pelo presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, foi entregue à Assembleia Legislativa e propõe estender o mandato de 6 para 7 anos. O projeto pode ser aprovado já em setembro- No Peru, Keiko Fujimori toma posse como nova presidente do país, adota discurso de conciliação, anuncia ações contra as mudanças climáticas e propõe usar as Forças Armadas para combater a violência no país- Universidade Nacional Autônoma do México suspende as matrículas dos aprovados no vestibular deste ano, isso porque a direção abriu uma investigação sobre suspeitas de uso de inteligência artificial durante os exames on-line Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (25): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o aumento dos investimentos em Defesa e o fortalecimento das Forças Armadas durante visita à Avibras, em Jacareí (SP). Segundo o presidente, o cenário internacional exige que o Brasil esteja preparado para proteger suas riquezas, recursos naturais e fronteiras, mesmo sendo um país pacífico. Reportagem: André Anelli. A Justiça de São Paulo suspendeu a decisão que autorizava o funcionamento do Uber Moto na capital. Com isso, o serviço permanece proibido, e usuários e motoristas continuam sujeitos à fiscalização e multas. A decisão considerou que a segurança viária deve prevalecer sobre os interesses econômicos. Reportagem: Misael Mainetti. Entrou em vigor a lei que autoriza o porte, a posse e o uso de spray de pimenta para defesa pessoal de mulheres maiores de 18 anos. A compra exige documentação e o uso será exclusivamente individual. A norma também prevê um programa nacional de capacitação sobre prevenção da violência. Reportagem: Julia Fermino. O cessar-fogo entre Irã e Estados Unidos perdeu força após novos bombardeios e aumento das tensões no Oriente Médio. Os ataques também envolvem rebeldes Houthis e a Arábia Saudita, ampliando o risco de expansão do conflito. A Jovem Pan entrevista o professor de Relações Internacionais Alexandre Pires, do Ibmec-SP. A pré-campanha de Fernando Haddad definiu o slogan "Desperta SP" para a disputa pelo governo de São Paulo. A campanha afirma que o lema pretende chamar a atenção para problemas que, segundo o grupo, não vêm sendo enfrentados pela atual gestão estadual. Reportagem: João Vitor Revedilho. O procurador-geral do Tribunal Penal Internacional, Karim Khan, foi afastado do cargo após acusações de má-conduta sexual. O advogado britânico nega as acusações e seguirá sendo investigado. Reportagem: Paulo Édson Fiore. Pesquisa Datafolha mostra que Flávio Bolsonaro e o presidente Lula lideram os índices de rejeição para a disputa presidencial, com 48% e 46%, respectivamente. Os percentuais permaneceram estáveis em relação ao levantamento anterior, enquanto os demais pré-candidatos registram índices menores de rejeição. Empresários brasileiros buscam alternativas para reduzir os impactos da tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Entre as estratégias estão ampliar o lobby político, fortalecer parcerias com empresas americanas e diversificar mercados. A Jovem Pan entrevista Tatiana Ribeiro, diretora do Movimento Brasil Competitivo (MBC). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em tom de brincadeira que pretende disputar um novo mandato presidencial. A declaração foi feita durante jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington. Reportagem: Paulo Édson Fiore. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No 3 em 1 desta sexta-feira (24), o destaque foi que a convenção nacional do PL irá acontecer no próximo sábado (25) e o evento irá oficializar a candidatura do senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL), que ainda não encontrou um nome para compor a chapa como vice. Apesar disso, Flávio conseguiu se reconciliar com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), após atrito que afetou a campanha. Reportagem: Misael Mainetti. O presidente da Argentina, Javier Milei, desembarca nesta sexta-feira (24) no Brasil para participar da convenção nacional do PL, que irá oficializar a candidatura do Senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. A expectativa é de que Milei irá fazer um discurso alinhado à direita Brasileira. Reportagem: Julia Fermino. A campanha do senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) mudou a estratégia e deixou de lado os atritos para passar a atacar a campanha de Lula (PT). A aposta agora é abordar temas como segurança pública e custo de vida. Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que irá fazer um “tesouraço” nos gastos do governo que segundo ele “atrasam o Brasil”. A medida é uma referência ao pacote motosserra de Javier Milei na Argentina. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, irá se reunir na próxima terça-feira (28) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A pauta da reunião será a escalada do conflito entre EUA e Irã no Oriente Médio. Reportagem: Eliseu Caetano. O presidente Lula (PT) afirmou que o Brasil precisa investir mais nas Forças Armadas e na defesa nacional como um todo. Segundo Lula: “Há loucos pelo mundo querendo fazer guerra”. O presidente defendeu que o Brasil tem riquezas muito importantes como as terras raras e as florestas. Reportagem: André Anelli. O jornal britânico Financial Times publicou um artigo onde defende que o Brasil foi o país mais afetado pelo tarifaço americano. O jornal avalia que a tarifa brasileira subiu de 11% para 17,7%, o maior aumento entre os principais parceiros comerciais dos Estados Unidos. As lideranças do Republicanos defendem que o partido siga o mesmo caminho do PP e do União Brasil e adote a neutralidade nas eleições de 2026. Apesar disso, o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) segue sinalizando em busca de um apoio do partido. Reportagem: João Vitor Revedilho. O Partido Liberal oficializou nesta sexta-feira (24) a candidatura de Douglas Ruas ao governo do Rio de Janeiro. Na convenção partidária, Ruas fez críticas ao ex-governador do estado Cláudio Castro (PL), seu aliado. Reportagem: Misael Mainetti. O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) ainda não confirmou presença na convenção partidária que ocorre no próximo sábado (24). Cleitinho é o líder das pesquisas na corrida pelo Palácio Tiradentes e grande aposta do PL para formar o palanque no estado para a campanha do senador e pré-candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL). Reportagem: Rodrigo Costa. O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) ironizou a reconciliação entre o senador e também pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). Caiado afirmou que enquanto ele trabalha pelo futuro do Brasil, os eleitores acompanham o caso da família. Reportagem: André Anelli. O terreno do senador Jaques Wagner em Camaçari, na Bahia, valorizou 115 vezes em 26 anos. A valorização está relacionada à construção de uma rodovia que foi projetada pelo próprio senador em 2011 enquanto JAques era governador do estado. Reportagem: Beatriz Souza. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Francisco Pereira Coutinho elogia a decisão de Volodymir Zelensky ao sustituir o comandante-chefe das Forças Armadas. O especialista em direito internacional recorda que a Ucrânia ainda pode fazer cedências ao povo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (21): O governo dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (20) uma tarifa adicional de 50% sobre uma ampla variedade de produtos importados do Canadá. A medida foi apresentada como resposta ao que o governo americano considera um tratamento discriminatório contra produtos dos Estados Unidos, especialmente nos setores de veículos automotores, bebidas alcoólicas e laticínios. O presidente Donald Trump assinou três proclamações que autorizam a aplicação das tarifas com base na Seção 338 da Lei Tarifária de 1930, que permite a imposição de taxas de até 50% sobre importações de países específicos. Reportagem: Paulo Édson Fiore. Durante um evento no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva elogiou a atuação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e destacou a aprovação de projetos no Congresso. O principal destaque do discurso, porém, foram as críticas à gestão de Jair Bolsonaro. Ao exaltar as ações de seu atual mandato, Lula atacou a administração anterior e classificou os ex-ministros do governo passado como “mequetrefes”, afirmando que o Brasil vive agora uma “verdadeira revolução”. Reportagem: Thaís Sprovieri. Uma nova frente de tensão foi aberta no Oriente Médio após rebeldes do Iêmen, aliados do Irã, ameaçarem bloquear uma importante rota marítima usada para o transporte de petróleo. A medida elevou o preço do barril e aumentou as preocupações com o abastecimento global. Um eventual bloqueio obrigaria navios a contornar a África, ampliando o tempo e o custo das viagens. Reportagem: Luca Bassani. A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recorreu nesta segunda-feira (20) da decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu por 90 dias a autorização para que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) visite o pai. Os advogados pedem que Moraes reconsidere a decisão e, caso a proibição seja mantida, querem que o recurso seja analisado pela Primeira Turma do STF. No agravo, a defesa afirma que a suspensão integral das visitas é “desproporcional” à conduta atribuída ao ex-presidente. A decisão de Moraes ocorreu após Flávio Bolsonaro tornar pública uma carta escrita por Jair Bolsonaro, na qual o ex-presidente dava ao filho a condição de porta-voz na disputa eleitoral deste ano. Reportagem: Bruno Pinheiro. Pesquisa Genial/Quaest mostra que 55% dos entrevistados acreditam na reeleição do presidente Lula, enquanto 25% apostam na vitória do senador Flávio Bolsonaro. Em relação ao levantamento de abril, cresceu a percepção de vitória de Lula e diminuiu a expectativa de triunfo de Flávio. A mudança foi observada em diferentes segmentos do eleitorado, incluindo independentes e eleitores de direita não bolsonaristas. As Forças Armadas dos Estados Unidos realizaram o décimo dia consecutivo de ataques contra o Irã, segundo o CENTCOM. A ofensiva teve como alvo centros de comando, instalações militares, lançadores de mísseis e drones, com o objetivo de reduzir a capacidade iraniana de atacar embarcações no Estreito de Ormuz. Os EUA afirmaram que o tráfego comercial na região segue normal. Reportagem: Eliseu Caetano. As negociações comerciais entre Brasil e Estados Unidos seguem travadas, segundo integrantes do governo e representantes do setor privado. Sem uma mesa bilateral ativa, temas como etanol, desmatamento e combate à corrupção não avançaram. Diante do impasse, o governo brasileiro intensificou ações de lobby junto ao setor privado americano para pressionar a administração Trump sobre os impactos das tarifas. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (20): A partir desta segunda-feira (20), os partidos políticos podem realizar as convenções partidárias para definir os candidatos que disputarão as eleições de 2026. O prazo para a realização das convenções vai até 5 de agosto. Nessa etapa são definidas as chapas para deputado estadual, deputado federal, senador, governador e presidente da República. Após a escolha dos nomes, os partidos têm até 15 de agosto para registrar as candidaturas na Justiça Eleitoral, e a campanha eleitoral começa oficialmente no dia 16 de agosto. As eleições serão realizadas em 4 de outubro. Reportagem: André Anelli. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega ao recesso parlamentar com pelo menos 23 derrotas consideradas relevantes no Congresso Nacional desde o início do terceiro mandato. O cenário para os próximos meses é visto como mais desafiador, já que o calendário eleitoral reduzirá o período de votações no Legislativo. A diminuição das sessões pode dificultar o avanço de propostas prioritárias do Palácio do Planalto, como a PEC que prevê a redução da jornada semanal para 40 horas e o fim da escala 6x1. Desde 2023, o governo enfrentou derrotas em votações, derrubada de vetos, projetos sem apoio suficiente, perda de espaço político e a rejeição de uma indicação ao Supremo Tribunal Federal. Reportagem: André Anelli. Os Estados Unidos condicionaram a redução das tarifas impostas sobre produtos brasileiros à concessão de benefícios comerciais e de regulações favoráveis a empresas americanas. A sinalização indica que uma eventual diminuição do chamado tarifaço dependerá de negociações entre os dois países e da adoção de medidas que atendam às demandas apresentadas pelo governo dos Estados Unidos. Reportagem: Talita Souza. O Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos realizou uma nova série de ataques contra o Irã, no nono dia consecutivo de bombardeios. A ofensiva teve como alvo instalações militares e centros de comando, em resposta à morte de três militares americanos. Os EUA também reforçaram sua presença militar no Oriente Médio, enquanto Donald Trump afirmou que o Irã foi atingido de forma "muito dura". Reportagem: Luca Bassani. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) negou, por maioria, o novo pedido de habeas corpus apresentado pela defesa da advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra. Presa preventivamente por suspeita de participação em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC, investigado na Operação Vérnix da Polícia Civil de São Paulo, Deolane permanece na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista. A defesa solicitava a transferência para uma Sala de Estado-Maior ou a concessão de prisão domiciliar, mas a relatora do caso, desembargadora Renata William Rached Catelli, entendeu que, como a inscrição de Deolane na OAB está suspensa, ela não tem direito à Sala de Estado-Maior. Reportagem: David de Tarso. As exportações brasileiras para a União Europeia cresceram US$ 2 bilhões nos meses de maio e junho, os dois primeiros meses após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e o bloco europeu, segundo levantamento da ApexBrasil. A alta foi de 26% em comparação com o mesmo período de 2025. No acumulado do primeiro semestre, as vendas do Brasil para a União Europeia chegaram a US$ 26,9 bilhões, um aumento de US$ 3 bilhões, ou 12,8%, em relação ao mesmo período do ano anterior. As plataformas digitais que operam no Brasil têm até esta segunda-feira (20) para se adequar às novas regras de fiscalização e responsabilização previstas no decreto 12.975 de 2026, publicado em maio pelo governo federal. A norma regulamenta a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que restringiu a aplicação do artigo 19 do Marco Civil da Internet e ampliou as obrigações das empresas no combate a conteúdos criminosos. Jess Peixoto e Lucas Mehero comentaram. Reportagem: Marco Viana. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Carlos Bolsonaro afirmou que aproximar as Forças Armadas foi "um dos maiores erros" do governo do pai e garantiu que Flávio não repetirá a militarização caso seja eleito.No Meio-Dia em Brasília, Rodolfo Borges e Wilson Lima analisam o peso dessa declaração diante da bancada da bala e dos militares que deram verniz institucional ao governo, o histórico de atritos de Carlos com a caserna desde 2019 e o cálculo eleitoral por trás da fala, com a candidatura dele ao Senado por Santa Catarina em jogo.Assine o canal e ative o sininho para não perder nada.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #carlos #bolsonaro #militares #conta #cobranca #bastidores #politica #internet #youtube #audio #podcast #repercussao #midia #engajamento #analise #debate #comunicacao #noticias #governo #brasil
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (11): O ministro Flávio Dino, do STF, determinou o bloqueio de R$ 119,2 milhões em bens de Valdemar Costa Neto, presidente do PL. A Polícia Federal investiga um esquema ilegal de desvio de emendas parlamentares na Câmara dos Deputados. Mensagens apontam arranjo informal para destinar recursos aos setores de turismo e saúde. A defesa nega qualquer fraude. Reportagem: Bruno Pinheiro. O Itamaraty busca reverter a imposição de um tarifaço de 25% anunciado pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros. O governo federal mantém rodadas de negociações em Washington para mitigar impactos na indústria nacional. Estudo da CNI aponta que a taxação extra pode comprometer até 15 bilhões de dólares em exportações, afetando mais de quatro mil itens produzidos no país. Reportagem: André Anelli. O pré-candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad rebateu as declarações de Tarcísio de Freitas contra as ex-senadoras Marina Silva e Simone Tebet. O petista classificou a fala do adversário como uma agressão gratuita e defendeu a relação de ambas com o estado de São Paulo. Haddad também contestou os números divulgados pela pesquisa eleitoral do Datafolha. Reportagem: João Vítor Revedilho. O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, manifestou-se sobre o inquérito que apura associação criminosa e fraude na liberação de verbas. O dirigente partidário argumentou que recebe lideranças de todo o país para intermediar pedidos de prefeitos nas áreas de saúde e obras. O caso repercute no Congresso Nacional, dividindo opiniões sobre a legalidade das articulações de bastidores. Reportagem: André Anelli. O professor de relações internacionais Danilo Porfírio analisa o atual cenário de conflitos na Ucrânia e no Oriente Médio. Em entrevista à Jovem Pan News nesta quarta (11), o especialista debateu o redesenho das forças globais entre os Estados Unidos, a China e a Rússia, além de apontar os reflexos diretos dessa instabilidade nos preços do petróleo e do gás natural. Em análise na Jovem Pan News, o surgimento do movimento Imparáveis MB é visto como um ato de autoproteção e de projeção eleitoral para os próximos pleitos. Com mais de 70 mil filiações registradas recentemente no PL Mulher , Michelle Bolsonaro aproveita sua popularidade para estruturar bases que podem levá-la a disputar o Senado de forma totalmente autônoma. As campanhas presidenciais intensificam as estratégias para conquistar o eleitorado entre 16 e 24 anos. Uma pesquisa recente da Quaest apontou recuo nas intenções de voto para Flávio Bolsonaro e crescimento de Lula nesse segmento, mas o grupo segue indefinido. Redes sociais e algoritmos moldam a percepção dos novos votantes. Reportagem: Beatriz Manfredini. O FMI aumentou sua projeção de crescimento econômico para o Brasil neste ano de 2026. A nova estimativa aponta para uma alta de 2,4% no PIB, superando o prognóstico de 1,9% calculado pelas instituições do mercado financeiro nacional. O economista Rodrigo Simões debate as causas estruturais e os reflexos dessa revisão na Jovem Pan News. O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump usou as redes sociais para ameaçar destruir o Irã caso o país tente assassiná-lo. A declaração ocorre após o governo de Israel compartilhar relatórios de inteligência sobre planos iranianos contra o político. Trump afirmou que as Forças Armadas norte-americanas estão prontas para retaliar imediatamente e dizimar o território inimigo. Reportagem: Luca Bassani. O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, declarou em suas redes sociais que a vingança pela morte de seu pai, o aiatolá Ali Khamenei, é uma exigência do povo. O antigo líder faleceu após um ataque aéreo das Forças Armadas dos Estados Unidos, o que implodiu acordos diplomáticos e reacendeu bombardeios na região. Reportagem: Luca Bassani. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (08):O governo de Donald Trump reagiu a declarações do Itamaraty sobre a possibilidade de uma ação militar dos Estados Unidos contra o Brasil após a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas. Um porta-voz do Departamento de Estado classificou como “absurda” a posição do Ministério das Relações Exteriores e afirmou que os EUA adotam medidas com base em suas prerrogativas soberanas no combate ao narcoterrorismo. O Comando Central dos Estados Unidos confirmou o início de novos ataques contra o Irã após o presidente Donald Trump considerar encerrada a trégua no conflito. Segundo as Forças Armadas americanas, a ofensiva busca reduzir a capacidade iraniana de ameaçar a navegação no Estreito de Ormuz e ocorre em meio à nova escalada das tensões no Oriente Médio. A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na residência onde o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar, no Distrito Federal. A ação foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes para localizar armas, munições e registros de armamentos. Segundo a defesa de Bolsonaro, nada foi encontrado, enquanto o senador Flávio Bolsonaro classificou a operação como constrangedora e afirmou que se trata de uma “cortina de fumaça”. O pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) criticou a postura do senador Flávio Bolsonaro (PL) nas discussões sobre as tarifas dos Estados Unidos. Caiado classificou a posição do adversário como “inaceitável” e afirmou que a candidatura do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro pode favorecer a reeleição do presidente Lula (PT). Nova pesquisa Gerp/AESP mostra Flávio Bolsonaro com 45% das intenções de voto em uma simulação de segundo turno contra Lula (PT), que aparece com 42%, configurando empate técnico dentro da margem de erro. O levantamento também apontou os principais problemas do país que podem influenciar o voto dos eleitores, como segurança, corrupção e saúde. Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira mostra o presidente Lula (PT) e o pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) empatados com 35% das intenções de voto em um cenário de primeiro turno no estado de São Paulo. O levantamento também aponta que o petista registra 51% de rejeição entre os eleitores paulistas, enquanto Flávio aparece com 43%. O ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha anunciou a desistência da disputa por uma vaga no Senado. A decisão ocorre após ele deixar o governo do DF para concorrer nas eleições deste ano e em meio às investigações envolvendo o Banco Master e o BRB. O pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) afirmou que pretende suspender o pagamento do Bolsa Família para beneficiários que recusarem repetidamente propostas de emprego. Durante evento em Brasília, Zema também defendeu novas exigências relacionadas à conclusão dos estudos e propôs um bônus de R$ 5 mil como incentivo para a entrada no mercado de trabalho. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
No 3 em 1 desta sexta-feira (26), o destaque foi que o líder do Partido Liberal (PL) Valdemar Costa Neto se manifestou sobre a crise envolvendo o pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, da mesma sigla. O presidente do PL classificou o episódio como “muito sério” e que vai conversar com ambos. Ele teme o resultado nas urnas. “Se não nos entendermos, perdemos a eleição”, disse. O pré-candidato ao Governo do Ceará, Ciro Gomes (PSDB), falou nesta quinta-feira (25) que não viu o vídeo de Michelle Bolsonaro (PL), onde a ex-primeira-dama afirma ter sido maltratada por Flávio Bolsonaro (PL). Ciro se esquivou, disse que não vai ver o conteúdo e afirmou que o assunto é um problema do PL. O governador de São Paulo e pré-candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), minimizou o desentendimento entre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro (PL), classificando o episódio como uma "questão familiar". Tarcísio demonstrou otimismo e afirmou ter certeza de que ambos chegarão a um entendimento para caminharem juntos nas eleições. O vice-presidente Geraldo Alckmin, afirmou que "maus brasileiros tentam reverter o estrago", em uma declaração interpretada como indireta aos bastidores do tarifaço dos Estados Unidos. A fala ocorre logo após o Secretário de Estado americano, Marco Rubio, responder à carta do senador Flávio Bolsonaro (PL) mantendo o apoio às taxas contra o Brasil. O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, respondeu a uma carta do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) que pede a não implantação do tarifaço contra o Brasil. Rubio manteve apoio às tarifas contra os produtos brasileiros e afirmou que o assunto será discutido entre os governos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta sexta-feira (26), afirmou que o mundo “está cheio de maluco”. A declaração ocorreu durante um evento em Santa Catarina. O petista disse ainda que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quer tomar o Panamá e a Groenlândia. Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes apresentaram nesta sexta-feira (26) um voto conjunto no julgamento virtual das várias ações que vão chancelar ou modificar os limites impostos pela Corte, em março deste ano, ao pagamento de penduricalhos. Os Estados Unidos anunciaram que bombardearam alvos iranianos nesta sexta-feira (26). De acordo com o governo americano. A ação ocorre após ataques do Irã contra embarcações no Estreito de Ormuz. Os bombardeios atingiram locais de armazenamento de mísseis e drones. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin, determinou que André Mendonça seja o relator da investigação sobre o investimento do filme Dark Horse, que conta a história de Jair Bolsonaro. Parecer da área técnica cita dois processos em relação ao longa. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu ao ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, que viaje para a Venezuela na próxima semana para ver como as Forças Armadas do Brasil podem ajudar o país vizinho diante dos impactos do terremoto ocorrido na última quarta-feira (24). O número de mortes causadas pelo abalo sísmico subiu para 920 no fim da tarde desta sexta-feira (26). A transferência do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, para a Papudinha gerou uma onda de desconfiança e forte receio de políticos. Nos bastidores, alguns parlamentares desconfiam que a mudança de carceragem possa indicar novos desdobramentos nas investigações do Caso Master. Segundo interlocutores, o avanço do episódio tem potencial para se tornar o fato mais decisivo na corrida eleitoral de qualquer parlamentar. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Territory Capture is getting its biggest shake-up in years, and this Talking Trek live stream dives deep into everything we know so far from the Update 92 arc preview. DJz, Tarpy, and the live community break down Q's new Origin Sector chaos, including Isogenite mining, Quantum Hostiles, Quantum Guardian loot goblins, Tesseract Armadas, new services, new rewards, schedule changes, and what alliances need to start thinking about before the map turns spicy again. We also discuss what is not changing in Territory Capture, how new cargo-based rewards create piracy opportunities, why alliances will have to choose their services carefully, and how Scopely may be trying to breathe life back into a feature that many servers had quietly allowed to fossilize. Plus, we get into the larger state of STFC under Cameron Stewart, including tech fixes, culture shifts, economy pain points, David Eckleberry's advisory role, and whether the game is finally trying to move from “push ops forever” back toward actual player experience. Live long and prosper, commanders. Territory Capture is back on the board, and Q brought a wrench. 0:58 Welcome to Arcfall Eve Eve 6:01 The show begins, sort of 7:05 Pantry cleaning, expired cans, and life choices 12:47 Nesting, midlife crisis, and the new Explorer 18:43 Territory Capture refresh preview begins 20:26 Battle Pass officer choice token reminder 23:51 Scopely's Territory Capture video watchalong 28:49 First reactions to services and buffs 33:06 Quantum Adjudicators and new hostile structure 35:39 Mining, hostiles, loot goblins, and Isogenite 37:26 What is not changing in Territory Capture 40:32 Old Isogen, new Isogenite, and consolidated systems 43:24 Piracy, cargo risk, and stealable rewards 47:17 Isogenite mining, faction miners, and Meridian retirement 50:30 Quantum Hostiles, Isolitic mechanics, and ship restrictions 55:35 Quantum Guardian surveys and refined Isogenite 58:50 Services become alliance choice instead of autopilot 1:01:48 Quantum Tesseract Armadas explained 1:06:15 Armada scoring during territory fights 1:10:29 Poaching Armadas and defensive strategy 1:15:19 Old currencies, new currencies, and system costs 1:20:00 New territory zone, services, and seasonal value 1:30:45 Takeover calendar and time changes 1:38:00 Four-star territory pathing and alliance planning 1:47:30 Why Territory Capture needed a refresh 2:00:00 Kingmakers, map politics, and possible combat logic changes 2:12:39 Cam's pillars: culture, tech, and economy 2:20:13 Why the economy changes feel painful 2:27:02 David Eckleberry's advisory role and economy repair 2:31:58 Progression speed, player experience, and account balance 2:35:04 M94, slower arcs, and changing player expectations 2:42:21 Closing notes, summer bingo, merch, and cow video tease
A Colômbia encontra-se diante de uma potencial guinada política sem precedentes em sua história recente. Nas eleições presidenciais de 2026, o advogado outsider Abelardo de la Espriella, apelidado de "El Tigre", conquistou cerca de 44% dos votos no primeiro turno sob uma plataforma rigorosa de tolerância zero à criminalidade. Inspirado por lideranças como Nayib Bukele, Donald Trump e Javier Milei, o candidato independente propõe medidas contundentes para combater o narcoterrorismo, incluindo a construção de dez megapresídios em meio à selva colombiana e o emprego de força máxima pelas Forças Armadas contra grupos armados que recusem a rendição. Este avanço desestruturou as alianças tradicionais do país, unindo antigos adversários conservadores em seu apoio e gerando intensas reações por parte do atual presidente Gustavo Petro. O fenômeno reflete uma tendência que se espalha por diversos países da América Latina, onde o desgaste perante a violência do crime organizado impulsiona demandas por segurança e lideranças de pulso firme. Neste vídeo da Brasil Paralelo, analisamos a complexa trajetória de De la Espriella — desde sua influente carreira na advocacia criminal até sua ascensão política —, os impactos práticos de um modelo penitenciário salvadorenho adaptado ao território colombiano e as implicações deste cenário para o futuro geopolítico do continente. ________________
Enquanto Donald Trump surpreende com declarações contraditórias sobre um possível acordo com o Irão — anunciando primeiro bombardeamentos e depois uma assinatura iminente —, em Portugal o discurso do Presidente da República no 10 de Junho, nas comemorações do Dia de Portugal nos Açores, recolhe elogios transversais. Diogo Feio e Pedro Delgado Alves analisam as mensagens de Seguro sobre as Forças Armadas, a autonomia regional e o papel de Portugal no multilateralismo. Sobre o diploma das bandeiras, os dois comentadores convergem: é uma guerra cultural que desvia o debate do essencial. Na Prestação Social Única, o PS e o Governo continuam sem acordo, com Pedro Delgado Alves a alertar para os riscos de um “cheque em branco” sobre quem fica de fora e quais os valores a praticar. Já Diogo Feio critica a estratégia socialista de oposição sistemática e apela a uma maior disponibilidade negocial. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 12 de junho. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (26): As Forças Armadas dos Estados Unidos anunciaram novos ataques no sul do Irã, atingindo bases de mísseis e embarcações iranianas que, segundo Washington, tentavam instalar minas marítimas na região. Em comunicado divulgado pelo Comando Central dos Estados Unidos, os militares afirmaram que as ações foram conduzidas em “legítima defesa” com o objetivo de proteger tropas americanas contra ameaças atribuídas às forças iranianas. O Supremo Tribunal Federal articula junto ao governo federal uma resposta institucional à decisão da Justiça dos Estados Unidos que autorizou a notificação do ministro Alexandre de Moraes por e-mail em processo movido pela Trump Media & Technology Group e pela Rumble. O presidente da Corte, Edson Fachin, e outros magistrados mantêm conversas com integrantes do Ministério da Justiça e da Advocacia-Geral da União para avaliar mecanismos jurídicos que preservem a autonomia do Supremo e evitem um desgaste internacional envolvendo Moraes. O ministro da Fazenda Dário Durigan reconheceu que a guerra no Oriente Médio vem causando impactos na economia brasileira, especialmente com reflexos nos preços dos combustíveis e dos alimentos. Apesar disso, Durigan afirmou que o Brasil tem sido menos afetado do que outros países, citando exemplos como Índia, Coreia do Sul, Chile e África do Sul. O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro é alvo da 8ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes financeiros envolvendo o Banco Master. A apuração mira aportes de cerca de R$ 3 bilhões realizados pelo Rioprevidência em fundos ligados ao conglomerado do banqueiro Daniel Vorcaro. Os mandados de busca e apreensão foram autorizados pelo ministro André Mendonça e estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro e no Distrito Federal. Representantes do setor produtivo se reúnem nesta terça-feira com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para tentar impedir o avanço da proposta que acaba com a escala de trabalho 6x1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas. O grupo é liderado por Paulo Skaf e reúne empresários preocupados com os impactos econômicos da medida. A Fiesp e outros setores defendem uma transição mais lenta e alertam para possíveis efeitos sobre custos, produtividade e geração de empregos caso a proposta seja aprovada rapidamente. A atualização da NR-1 entra em vigor nesta terça-feira e amplia a responsabilidade das empresas sobre riscos ligados à saúde mental dos trabalhadores. A nova regra exige que empregadores identifiquem, avaliem e controlem fatores psicossociais, como assédio, estresse extremo e síndrome de burnout, dentro do Programa de Gerenciamento de Riscos. O Ministério do Trabalho e Emprego informou que haverá possibilidade de fiscalização e aplicação de multas. Após pressão de empresas e sindicatos patronais, a medida havia sido adiada por um ano, mas o ministro Luiz Marinho afirmou que não pretende conceder novo adiamento. Para comentar o tema, a Jovem Pan entrevista Josiane Lima, diretora de pessoas da Swile. O deputado federal Mario Frias (PL-SP) apresentou nesta segunda-feira (25) sua defesa ao Supremo Tribunal Federal e negou o uso de emendas parlamentares para financiar o filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O congressista classificou as suspeitas de desvio de verbas públicas como “falsas” e “difamatórias”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou nesta segunda-feira a primeira sessão de radioterapia na região do couro cabeludo. Segundo a equipe médica, o procedimento tem caráter preventivo e foi adotado devido ao histórico do presidente com câncer de pele, já tratado anteriormente. O caso reacende o debate sobre prevenção, acompanhamento médico e cuidados contínuos após tratamentos oncológicos. O oncologista Gustavo Schvartzman explicou o procedimento. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira na edição do Jornal da Record desta segunda-feira (25): Fim da escala 6 por 1 prevê transição de um ano para jornada de cinco dias e 40 horas semanais. Uma varredura em presídios pelo Brasil encontra mais de 500 celulares escondidos em paredes e colchões. 8 milhões de contribuintes estão no primeiro lote de restituição do imposto de renda. Exclusivo: o relato do comissário brasileiro que foi alvo de ofensas durante um voo internacional. Influenciadora Deolane Bezerra chora em audiência e é transferida para penitenciária no interior de SP. Na série especial, o trabalho das Forças Armadas na reconstrução do RS depois das enchentes de 2024.
Confira na edição do Jornal da Record desta sexta-feira (22): Justiça italiana nega extradição e solta a ex-deputada Carla Zambelli. Uma varredura em presídios pelo Brasil encontra mais de 500 celulares escondidos em paredes e colchões. 8 milhões de contribuintes estão no primeiro lote de restituição do imposto de renda. Exclusivo: o relato do comissário brasileiro que foi alvo de ofensas durante um voo internacional. Influenciadora Deolane Bezerra chora em audiência e é transferida para penitenciária no interior de SP. Na série especial, o trabalho das Forças Armadas na reconstrução do RS depois das enchentes de 2024.
Confira na edição do Jornal da Record desta quarta-feira (20): PGR decide manter negociação com Vorcaro para delação premiada. Congresso libera o repasse de dinheiro do Tesouro para prefeituras que têm dívidas com a União. 17 anos depois da tragédia que matou 228 pessoas, justiça francesa condena a Air France e a Airbus pelo acidente do voo 447. Cidade de SC registra frio recorde e termômetros marcam -6ºC. Na série especial, o trabalho das Forças Armadas na maior operação de resgate da história do país durante as enchentes do RS.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (20):Um novo capítulo de tensão diplomática entre Brasil e Estados Unidos se abriu após o governo de Donald Trump ordenar que um delegado da Polícia Federal brasileira deixe o território americano. O agente, que atuava em colaboração internacional e teve envolvimento em investigações contra Alexandre Ramagem, foi acusado pela gestão Trump de estender perseguições políticas para fora das fronteiras brasileiras. Dados do Portal da Transparência revelam que o Exército Brasileiro destinou quase R$ 40 milhões ao Grupo Master ao longo da gestão do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Os repasses, vinculados a contratos de fornecimento e serviços logísticos, chamam a atenção pelo volume de recursos em um momento de contingenciamento orçamentário nas Forças Armadas. Em meio à queda de popularidade e ao desgaste causado por medidas econômicas severas, o governo Lula inicia uma estratégia de comunicação para tentar "limpar" a imagem da gestão. O objetivo é desvincular o presidente de pautas impopulares, como o aumento de impostos e a volta de taxas em compras internacionais, jogando a responsabilidade para o Congresso ou para a equipe técnica. Em uma nova ofensiva de comunicação, o governo Lula mudou o discurso e passou a negar que tenha promovido aumentos de impostos durante a atual gestão. A estratégia busca blindar a popularidade do presidente ao classificar as novas medidas arrecadatórias como "revisões de benefícios" ou "ajustes setoriais". O Brasil enfrenta um desafio crítico de segurança pública e controle industrial. Relatórios recentes de inteligência indicam que o país se tornou um dos maiores exportadores de insumos químicos fundamentais para o refino de drogas no mundo. Aproveitando a força do parque industrial brasileiro, organizações criminosas têm desviado toneladas de substâncias controladas para laboratórios em países vizinhos e para a produção de sintéticos. O Governo Federal implementou alterações na carga tributária incidente sobre o setor agropecuário, provocando debates sobre o equilíbrio fiscal e a produção nacional. O deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) avalia como essas medidas podem repercutir na estrutura de custos do setor e na economia brasileira. Levantamento dos dados oficiais revela que os gastos do Governo Federal com viagens, incluindo passagens e diárias, atingiram o montante de R$ 1 bilhão. Os valores englobam as agendas nacionais e internacionais de ministros, assessores e comitivas ao longo da atual gestão. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
H.W. Brands examines Lindbergh's 1941 congressional testimony challenging the administration's narrative, arguing that air power actually strengthens hemispheric defense, allowing America to intercept invading armadas 300 miles offshore. Rejecting the "isolationist" label, Lindbergh proposes a robust defense of the Western Hemisphere rather than the Rhine, drawing thousands to rallies while adopting sharper rhetoric branding interventionists as "defeatists." (6)
Pouca gente já leu o texto da Convenção de Genebra, e a maior parte das pessoas provavelmente tropeçaria se precisasse explicar a diferença entre a Corte Internacional de Justiça e o Tribunal Penal Internacional. No entanto, lembra João Paulo Charleaux, isso não é essencial para que quase todo o mundo entenda alguns princípios humanitários que devem ser respeitados nas guerras —por exemplo, que nada justifica atirar em inimigos rendidos, atacar ambulâncias e hospitais, matar uma população de fome ou torturar crianças. Charleaux, autor do recém-lançado "As Regras da Guerra", analisa como essas normas evoluíram ao longo dos últimos séculos. Neste episódio, ele fala sobre alguns conflitos atuais, como a ofensiva militar de Israel em Gaza e o ataque de Trump ao Irã. Para o autor, o Hamas cometeu uma longa lista de crimes de guerra no 7 de Outubro e Israel tem o direito de se defender. Contudo, em sua avaliação, o país vem ultrapassando de forma calculada os limites legais estabelecidos e isso deve ter um alto custo moral. Ele diz considerar que Israel está cometendo crimes de guerra gravíssimos em Gaza e que o mandado de prisão do TPI contra Netanyahu é acertado. Charleaux também discute os dilemas criados pelo uso cada vez mais frequente de drones e de ferramentas de inteligência artificial nas guerras e o papel que as Forças Armadas do Brasil devem ter em um cenário geopolítico mais extremo. Produção e apresentação: Eduardo Sombini Edição de som: Jéssica Cruz See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em agosto de 1942, no auge da Segunda Guerra Mundial, submarinos nazistas afundaram navios na costa brasileira. O Brasil, que ainda mantinha relações com os dois lados do conflito, se viu obrigado a entrar numa guerra para a qual não tinha qualquer preparação.Foi formada então a Força Expedicionária Brasileira (FEB), que viajou até a Itália para auxiliar as forças aliadas contra o Eixo. Quase 25 mil pracinhas passaram nove meses combatendo no maior conflito armado da humanidade, ajudando a libertar cidades italianas do domínio nazista.Quando retornaram, porém, esses homens não foram considerados heróis por muito tempo. E trouxeram na bagagem romances com jovens italianas, traumas vividos na guerra, e um sentimento geral de admiração por um país aliado: os Estados Unidos da América.Num momento em que o governo de Donald Trump trouxe a guerra para o nosso quintal, o episódio 157 de Escafandro mergulha na missão da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial. Conta como o Brasil atuou na Itália, como essa missão ajudou a moldar nossas Forças Armadas de hoje e reflete sobre o que ela nos ensina a respeito de possíveis futuros conflitos.Mergulhe mais fundoBarbudos, sujos e fatigados: Soldados Brasileiros na Segunda Guerra Mundial (link para compra)Histórias de um pracinha da Segunda Guerra Mundial (link para compra)Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial (link para compra)A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro (link para compra)Episódios relacionados#70: Os generais e o cerco a Brasília#109: General bom, general mau#142: Heil TrumpEntrevistados do episódioIsalete LealPedagoga e diretora da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil em Valença.Mario PereiraGuia turístico e palestrante. Ex-administrador do Monumento Votivo Militar Brasileiro de Pistoia. Francisco Cesar Alves FerrazDoutor em História pela Universidade de São Paulo (USP), professor do Departamento de História da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Autor de "Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial" (Zahar, 2005).Cristina FeresMestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Autora de "A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro" (Editora Intermeios, 2023).Piero LeirnerAntropólogo, professor da Universidade Federal de São Carlos. Autor de livros como “O Brasil no Espectro de uma Guerra Híbrida" (Alameda Casa Editorial, 2020), e "Dois ensaios sobre magia política" (Editora Hucitec, 2025).Ficha técnicaProdução, reportagem e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
“Hay denuncias de incursiones armadas”: Gobernador de Nariño, Luis Alfonso Escobar
In this episode of Talking Trek, we break down week one of the new Maverick faction in Star Trek Fleet Command and talk through what changed between playtest and live launch. DJ, Tarpy, and Jules Vern dive into the Conqueror Borg solo armadas, the target stat changes, the directive controversy, and why communication around the launch left a lot of players frustrated. We also cover the big strategic question of the week: should you chase loot or focus on tasks? Using live examples and calculator math, the crew explains why Maverick progression is driven much more by alliance milestones and solo tasks than by raw loot pulls from lower targets. If you're trying to decide whether to punch down, push higher targets, or build around alliance scoring, this episode has the breakdown. On top of that, the show touches on the new roadmap, the increasing focus on alliance-based gameplay, and what that means for both large and small alliances going forward. There's also practical advice on Maverick building priorities, when to invest in research, and how to time your task claims so you don't waste a 7-day cooldown. Finally, the back half includes crewing discussion for different ops ranges, live target tests, and a look at which task paths actually pay the best. If you're trying to get the most out of the Maverick faction this month, this is the episode to watch. #StarTrekFleetCommand #STFC #MaverickFaction #TalkingTrek #Scopely #BorgArmadas #STFCGuide #STFCMaverick 1:20 — Show open and episode overview: Maverick faction, Conqueror Borg solo armadas, roadmap, crewing, and weekend events are introduced. 25:49 — Main Maverick discussion begins with Jules Verne joining the show to break down the faction and new armadas. 27:21 — What changed before launch: playtest vs. live release, balance changes, and “subject to change” discussion. 36:38 — Target rebalance debate: original stats vs. updated stats, why the level 55 entry target changed, and whether it should have remained a tutorial target. 40:53 — Core strategy pivot: why loot is less important than first assumed, and why higher-target kills matter more for alliance task progression and Maverick credits. 42:19 — Alliance scoring explained: punching down for loot can hurt team progression compared with hitting the biggest target you can reliably clear. 44:23 — Roadmap / design direction: discussion of GM Conor's post and the game's stronger push toward alliance-based progression. 54:34 — Math on alliance milestones: what it would take for a full alliance to finish the top milestone and thoughts on whether future milestone expansion would help. 1:07:52 — Maverick task rewards breakdown: why the top two tasks matter most and how the payouts compare to the lower tasks. 1:48:39 — Crewing recommendations: bridge choices, below-deck priorities, crit setup, and how to think about forbidden tech / slipstream for these armadas. 2:30:13 — Live test results: a level 72 example shows sustainable wins and why raw loot looks appealing but still does not beat task-based progression. 2:31:00 — Store economics: the Maverick store only has one loot-purchased chest, and its value is minor compared with task rewards. 2:38:54 — Best progression path: rush building level 20, unlock the top solo task, then decide whether to push building or research based on what targets you can clear. 2:40:38 — Important warning: the level 20 task bundle has a 7-day cooldown, so timing your claim matters.
O que é permitido na guerra? Na semana em que o mundo vê apreensivo a escalada da nova ofensiva dos EUA e Israel contra o Irã, este episódio recebe o jornalista e escritor João Paulo Charleaux, que prepara o lançamento de As Regras da Guerra (Zahar). Na conversa, ele fala sobre o alastramento dos conflitos no Oriente Médio, de como e por que surgiram as chamadas leis de guerra e da distinção entre guerras ilegais e as consideradas justas. Charleaux ainda critica a influência do pensamento bélico na segurança pública do Brasil e discute como fortalecer as Forças Armadas do país de forma republicana e democrática no cenário de instabilidade geopolítica mundial. Apoio: Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais Assine a Quatro Cinco Um por R$ 10/mês: https://bit.ly/Assine451 Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451