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Depois de semanas marcadas por tensão no Médio Oriente, os Estados Unidos e o Irão anunciaram um acordo que prevê o fim das hostilidades. Os mercados receberam a notícia com otimismo e o petróleo reagiu em baixa. Mas será que isso significa que os combustíveis vão ficar mais baratos? A análise deste tema foi feita pela jornalista da secção de Economia do Expresso Bárbara SilvaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Portugal poderá não ter eletricidade suficiente para responder à procura em determinados momentos da próxima década. O alerta consta de um relatório da Direção-Geral de Energia e Geologia, que aponta riscos para a segurança de abastecimento e recomenda medidas para reforçar a capacidade do sistema elétrico. Mas até que ponto devemos preocupar-nos com este cenário? A análise deste tema foi feita pelo editor de Economia do Expresso, Miguel PradoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Governo anunciou esta semana um conjunto de medidas para acelerar os projetos de energias renováveis em Portugal. Entre elas estão novas regras para o licenciamento, um reforço da rede elétrica e um leilão para baterias. Mas porque é que estas mudanças são consideradas necessárias neste momento? A análise deste tema foi feita pela jornalista da secção de Economia do Expresso Bárbara SilvaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Os preços dos combustíveis podem voltar a subir em Moçambique entre junho e julho: o Governo aviso que "o país não é uma ilha" face à conjuntura internacional. A oposição moçambicana teme "um sufoco brutal para as classes mais baixas", propondo medidas alternativas.
No episódio "Crise energética: O que está em causa e como se explicam os preços?", Pedro Amaral Jorge, presidente do OMIP e do OMIE, os operadores do Mercado Ibérico de Eletricidade, ajuda a perceber o que está por trás da chamada crise energética. Falamos sobre o impacto das energias renováveis, os fatores que determinam o preço da eletricidade e porque é que, por vezes, há preços negativos sem que isso se reflita nas contas das famílias. Uma conversa para descomplicar conceitos e perceber o impacto da energia no dia a dia.
Um guia escocês para professores coloca os direitos das crianças no centro do currículo de inteligência artificial — e traz lições que vale a pena ouvir deste lado do Atlântico.
Mais de 100 dias depois da tempestade “Kristin”, continuam as obras no terreno para recuperar a rede elétrica em Leiria. Há linhas destruídas, postes danificados e até cabos provisórios estendidos pelo chão para garantir o fornecimento de energia à população. Mas, afinal, o que é que esta tempestade revelou sobre a capacidade da rede elétrica portuguesa para resistir a fenómenos extremos? A análise deste tema é da jornalista da secção de Economia do Expresso Bárbara SilvaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Divergências estratégicas entre dois dos maiores produtores do petróleo, Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, vão originar um aumento brutal do preço do produto no mercado internacional e quem não se precaver com fontes energéticas alternativas terá problemas internos. As divergências já antigas com a Arábia Saudita levaram os Emirados Árabes Unidos a anunciar que vão sair da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) a partir do dia 1 de Maio. Viriato Luís Soares Cassamá, engenheiro ambiental e ex-ministro do Ambiente, Biodiversidade e Acção Climática da Guiné-Bissau diz que os Emirados Árabes Unidos querem atacar o mercado da venda do petróleo, a partir de agora, de forma isolada. Ou seja, querem estar livres da responsabilidade de produzir por quotas, conforme os mecanismos da OPEP. Os Emirados Árabes Unidos é o terceiro maior produtor do petróleo do mundo. A sua saída (da OPEP) em larga medida, irá comprometer o preço do barril do petróleo a nível mundial. No sistema de quotas haverá uma viragem para a conquista do mercado. Os Emirados Árabes Unidos, como todos nós sabemos, investiram muito (dinheiro) para aumentar a sua capacidade de produção do petróleo. De acordo com os dados investiram mais de cinco mil milhões de dólares para produção de cinco milhões de barris (de petróleo) por dia e essa saída (da OPEP) irá com certeza reduzir a quantidade de barris produzidos por dia a nível da OPEP e consequentemente aumentará o preço do petróleo. Países que utilizam os combustíveis derivados do petróleo vão sofrer, afirma Viriato Cassamá, porque perspectiva-se um aumento galopante do preço do produto e a Guiné-Bissau deve estar preparada para enfrentar as consequências. Como a Guiné-Bissau é um país que não produz petróleo, a nossa matriz energética é mais na base térmica, os combustíveis fósseis, com certeza que a Guiné-Bissau, nesta primeira fase, irá sofrer e muito com a saída dos Emirados Árabes Unidos da OPEP e da OPEP +. Com o preço do petróleo em alta restará aos países avançarem para fontes alternativas de produção de energia, nomeadamente a partir do vento, da água, da biomassa florestal e do sol. Nesses capítulos, defende Viriato Cassamá, a Guiné-Bissau estará à vontade para produzir energia de forma limpa e sustentável a longo prazo. A alternativa que resta à Guiné-Bissau é de capitalizarmos o activo energético que nós temos. A Guiné-Bissau é um país que tem mais de 30 mil horas de insolação [de sol] por ano. Investindo nas [energias] renováveis a Guiné-Bissau, irá, com certeza, ter uma soberania energética, não só no solar como também na biomassa florestal, porque a Guiné-Bissau é um país florestal, tem muita biomassa florestal que neste momento não é aproveitada para produção da energia. De acordo com estudos feitos, a parte insular, a parte das ilhas tem um potencial grande da produção da energia através do vento, a energia eólica. A Guiné-Bissau, antigamente, na época colonial, era conhecida como “Terra de mil rios”, temos tantos rios, também podemos aproveitar esses recursos naturais para podermos produzir energia através de mini- hídricas. Quer dizer que a Guiné-Bissau tem muitas potencialidades para produzir a sua própria energia de uma forma muito mais limpa e que terá uma sustentabilidade a longo prazo. O país não tem muitos recursos financeiros internos, mas Viriato Cassamá é da opinião de que é possível ir buscar dinheiro junto de parceiros internacionais de desenvolvimento para a materialização de projectos de construção de centrais de produção de energia a partir do sol. Temos estado a trabalhar com os nossos parceiros de desenvolvimento. Neste momento está-se a concluir a construção da central solar de Bôr (subúrbios de Bissau). Está-se a pensar também construir três centrais solares, em Gabu, Bafatá (ambas cidades no leste do país) e Canchungo (cidade do norte do país). A Guiné-Bissau tem muita potencialidade nesta área, mas é preciso fazermos uma diplomacia com mais celeridade de forma a podermos captar muito mais recursos que estão à disponibilidade de países menos avançados para podermos investir nas energias limpas. O desafio da Guiné-Bissau não se pode cingir apenas em produzir energias a partir de fontes alternativas e limpas, a meta deve também ser ajudar o mundo a emitir menos dióxido de carbono. Viriato Cassamá diz que o actor principal nessa mudança de paradigma deve ser a Empresa de Eletricidade e Águas da Guiné-Bissau (EAGB) devido à sua função charneira no país. A EAGB poderá aproveitar esta oportunidade como sendo um único actor na distribuição de energia a nível nacional, poderá aproveitar esta oportunidade para captar muito mais financiamento e investir nas renováveis. Agora, felizmente, temos energia que vem do Projeto da Valorização da Bacia do Rio Gâmbia que é a OMVG, a fonte da produção dessa energia limpa e renovável através de uma barragem na Guiné-Conacri. A EAGB poderá trabalhar também nesse sentido para que a Guiné-Bissau possa ter a sua soberania energética. Como eu disse, temos a potencialidade solar, temos a potencialidade eólica, temos a potencialidade hídrica, temos a potencialidade da biomassa florestal. A EAGB deverá mudar a sua forma de pensar, pensando num investimento em energias limpas e a longo prazo, uma energia amiga do ambiente, irá, com certeza ajudar a Guiné-Bissau a participar naquela quota de reduzir os gases com efeito estufa. Viriato Cassamá, engenheiro ambiental guineense e antigo ministro do Ambiente, Biodiversidade e Acção Climática da Guiné-Bissau aqui com uma análise sobre as consequências do anúncio da saída da OPEP por parte dos Emirados Árabes Unidos já a partir de 1 de Maio.
Um ano depois do apagão de 28 de abril de 2025, que deixou Portugal sem eletricidade durante várias horas, o sistema elétrico passou a operar com mais medidas de segurança e reforço de meiosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Entrevista Antena 1 / Jornal de Negócios - Uma Conversa Capital
Pedro Amaral Jorge, o novo Presidente do MIBEL garante que os preços da eletricidade vão manter a sua estabilidade no mercado ibérico, devido à incorporação das renováveis, em particular da componente hídrica.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A crise energética volta a complicar o quotidiano das pessoas em São Tomé e Príncipe. Esta quinta-feira, o primeiro-ministro, Américo Ramos, pediu desculpas à população pela crise que dura há 10 meses e prometeu que a situação será resolvida nas primeiras semanas de Maio. Este “é um problema crónico” no país, alerta o sociólogo Olívio Diogo, numa entrevista em que analisa as causas e o possível impacto desta crise. Em São Tomé e Príncipe, o primeiro-ministro, Américo Ramos, pediu desculpas à população pela crise energética que dura há 10 meses no arquipélago e prometeu que a situação será resolvida nas primeiras semanas de Maio. A declaração foi feita depois de uma reunião convocada pelo Presidente da República, Carlos Vila Nova, com participação do ministro das Infraestruturas e a direcção da Empresa de Água e Eletricidade para analisar a situação energética no país. A crise energética voltou a instalar-se no país com cortes constantes e prolongados de electricidade desde Agosto do ano passado, quando a empresa Tesla STP, de investidores turcos, suspendeu o contrato, alegando dívidas acumuladas pelas autoridades são-tomenses. A chegada, em Janeiro, de seis novos grupos de geradores ao país não resolveu o assunto. A crise energética “é um problema crónico do país”, alerta o sociólogo são-tomense Olívio Diogo, avisando que a população continua às escuras literal e simbolicamente, estando “zangada e estupefacta com a situação energética”, o que pode ter impacto nas eleições deste ano. “A situação catastrófica energética em São Tomé e Príncipe tem produzido problemas graves na vida da população e das pessoas que não conseguem ter os seus bens alimentares conservados, por um lado. Por outro lado, os hotéis, a restauração e todos estes equipamentos de desenvolvimento económico do país estão a sofrer consequências. Também têm aumentado dificuldades para as crianças que vão à escola porque isto tem pesado também ao nível dos pais”, descreve Olívio Diogo. A guerra no Médio Oriente deverá piorar a crise energética em São Tomé e Príncipe, acrescenta Olívio Diogo: “Se nós já estamos a ter problemas de energia antes mesmo de começarmos a enfrentar aquela situação do Médio Oriente, a população tem que se preparar porque quando as consequências da guerra no Médio Oriente começarem a fazer peso na situação de fornecimento de combustível são-tomense a situação vai piorar.”
O dia em que se assinalaram quatro anos da invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia foi também o dia em que os ucranianos mostraram que a vida não pára. O povo que vive em constante adaptação não se deixa derrotar e, com 20 graus negativos, quando Putin tudo faz para lhes tirar a electricidade, liga o gerador. Como é viver na capital? Iryna Shev e Rui do Ó formaram a equipa de reportagem da SIC enviada à Ucrânia logo após a invasão russa. Hoje a jornalista é correspondente do canal na Ucrânia. É com ela que fazemos o retrato de um dia em Kiev.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na vila de Monte Redondo, uma das maiores freguesias de Leiria sem eletricidade há quase duas semanas, há supermercados a meia luz, lojas e cafés a funcionar com recurso a baterias e geradores.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A depressão Kristin provocou danos significativos nas infraestruturas elétricas em Portugal. Milhares de pessoas ficaram sem eletricidade durante vários dias, sobretudo na região centro do país. O que explica o impacto desta tempestade na rede elétrica? A análise deste tema foi feita pela jornalista da secção de Economia do Expresso Bárbara SilvaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Forças Armadas só na segunda-feira decretaram prontidão imediata. Uma semana depois do alerta vermelho da Proteção Civil, que pediu poucos meios aos militares na fase mais crítica. A prontidão não era o alfa e o ómega das Forças Armadas nos textos do espanhol Miguel Gila, interpretados por Raul Solnado. Também não foi agora quando o país descobriu que toda a ajuda era pouca. Do teatro de comédia para a vida real, uma muito triste coincidência. Os militares só entraram em alerta vermelho uma semana depois de todas as outras forças do sistema de Proteção Civil. Neste episódio, conversamos com o jornalista Vítor Matos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A vice-presidente da Câmara de Pombal, Isabel Marto, admite que os geradores disponíveis não são suficientes para o município. Refere ainda que as quedas de árvores continuam a ser um problema.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O presidente da Câmara Municipal da Batalha diz que não é ainda possível quantificar os prejuízos. Sobre as medidas do Governo, André Sousa fala num "bom princípio", mas pede mais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Apesar da reunião com a E-Redes, os autarcas de várias freguesias do concelho perceberam que a solução não será rápida. O Portugal em Direto foi a Fernão Ferro. Edição de Cláudia Costa.
O consumo elétrico ultrapassou esta sexta-feira o máximo anual de 2010, atingindo um novo recorde. O aumento reflete temperaturas mais baixas, mas também uma procura estruturalmente mais elevada associada à eletrificação da economiaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A inflação abranda, mas 2026 traz novas contas para pagar. Da eletricidade às despesas do dia a dia, onde é que os preços vão mexer mais no orçamento das famílias? A análise deste tema foi feita pelo editor de economia do Expresso, Miguel PradoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ataques russos continuam a destruir infraestruturas energéticas; milhares de pessoas em cidades do sul do país passam dias sem energia, aquecimento e água em pleno inverno; ONU destaca necessidade de apoiar e equipar infraestruturas públicas essenciais.
Já imaginou quais rumos a humanidade tomaria se usássemos a corrente contínua como forma de transmissão de energia? Neste novo episódio, os integrantes do PET Elétrica da UFJF se reúnem para um bate-papo fascinante, explorando o cenário hipotético: "E se a eletricidade fosse em corrente contínua (CC)?". Iremos discutir como essa escolha, definida pela histórica Guerra das Correntes, modificaria o mundo que conhecemos caso ela tivesse sido diferente!
População do RJ quer leis mais duras / Lula quer criar universidade para indígenas / Eletricidade sobra, mas conta cresce / Esses são assuntos em destaque na edição de hoje do Jornal do Boris
Um dos indicadores divulgados pelo INE pode ditar o aumento das portagens no próximo ano. Trata-se da taxa de inflação de outubro, sem contar com a habitação, usada como referência para atualizar os preços das autoestradasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste programa, voltamos a alguns dos temas que marcaram a semana afrolusófona. Cabo Verde continua na luta por chegar à fase final do Mundial 2026. Em Moçambique, o recrudescimento da violência em Cabo Delgado continua a preocupar, num país onde, por estes dias, se lembra que ainda estão 2.000 pessoas nas cadeias depois de terem sido presas, há um ano, nos protestos pós-eleitorais. Entre as seleções lusófonas, apenas Cabo Verde continua na luta para chegar à fase final do Mundial de 2026 que vai decorrer nos Estados Unidos, Canadá e México. Angola e Guiné-Bissau já estão fora da corrida e Moçambique muito dificilmente conseguirá chegar ao segundo lugar do seu grupo para aceder ao play-off. Esta semana, Cabo Verde empatou a três golos na Líbia e tudo se decidirá na próxima segunda-feira, no Estádio Nacional, na Cidade da Praia. Os Tubarões Azuis continuam a sonhar com um apuramento inédito para o Mundial. Ainda em Cabo Verde, a Empresa Pública de Produção de Eletricidade fez uma participação à Polícia Judiciária para averiguar as avarias na central eléctrica da ilha de Santiago e os apagões prolongados na capital. Em Moçambique, entre 22 de Setembro e 6 de Outubro, quase 40 mil pessoas fugiram de seis distritos de Cabo Delgado, e ainda da província vizinha de Nampula, devido ao recrudescimento dos ataques terroristas no norte do país, segundo dados da Organização Internacional para as Migrações. No ano passado, mais de 400 crianças foram recrutadas para as fileiras dos grupos armados. Entretanto, esta semana, a população do distrito de Mocímboa da Praia em Cabo Delgado viu uma das suas mesquitas usada por um grupo de supostos terroristas. Ainda em Moçambique, um ano depois das eleições gerais de 09 de outubro e dos protestos e violência que se seguiram, cerca de 2.000 pessoas ainda estão detidas no âmbito das manifestações de contestação dos resultados eleitorais. O coordenador da Plataforma Wilker Dias apresentou essa preocupação à comissão técnica do diálogo nacional inclusivo. Entretanto, o partido Podemos, líder da oposição parlamentar moçambicana, criticou o silêncio e falta de esclarecimento sobre o homicídio dos apoiantes Elvino Dias e Paulo Guambe, há praticamente um ano, considerando a Justiça “lenta, desfavorável e partidarizada”. A União Europeia assinou, na segunda-feira, um novo acordo de pescas que permitirá aos navios europeus regressarem à actividade nas águas de São Tomé e Príncipe por quatro anos. Ainda em São Tomé e Príncipe, o Governo e os sindicatos chegaram a consenso sobre o reajuste salarial na função pública de 25% a 45%, já a partir deste mês.
O autoconsumo está a ganhar terreno e já representa milhares de instalações em todo o país. O que revelam os dados mais recentes?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Centros de dados que sustentam a tecnologia tiveram aumento anual de 12% do consumo de eletricidade nos últimos anos; empresas líderes do setor ampliaram em 150% emissões de gases do efeito estufa.
O impedimento que se mantém de comprar electricidade a Espanha terá hoje um custo de cerca de cinco milhões de euros para os consumidores portugueses. Ontem, o custo foi superior a quatro milhões. O MIBEL só funciona no sentido Portugal-Espanha, até que existam garantias de que a rede nacional está totalmente estabilizada. Quando o assunto é energia, a conversa faz-se com o especialista Miguel Prado, editor de Economia do Expresso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma semana que começou sem eletricidade mas que acaba cheia de luz com a presença do granjeador da Guarda, André Pinheiro. Além do grande tópico da semana - será que 100 homens conseguem matar um gorila?, os dois amigos conversam sobre quais gelados indicados para comer em situações específicas, a atitude do chef empreendedor Olivier num ex-reel e ainda publicidades de mega estrelas a jogos que não existem bem.(00:00) Intro(00:23) No dia do trabalhador trabalha-se(01:18) QR Code vs Bluetooth(04:26) Truques de infância úteis hoje em dia(08:43) O grande apagão em Portugal, Espanha e França(13:00) É possível viver sem semáforos(15:44) Refeições sem eletricidade(20:55) A maravilha da rádio(26:42) Conceito de desmoer almoço(29:36) Estética de cartazes de gelados(37:43) Os melhores gelados para situações específicas(51:09) Reel de chef Olivier a passar-se com os funcionários(01:01:33) 100 homens vs 1 gorila(01:09:33) PTM em AI em pub para um scam(01:11:37) Pubs de famosos a jogos no TikTok(01:13:25) Revelação de tanga(01:15:12) Pata de Ganso no YouTube
Um comunicado da editora de Política do Expresso e comissária residente, Eunice Lourenço. A Comissão Política regressa assim que for possível.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Apagão gera caos e deixa Portugal, Espanha e França sem energia elétrica. Em Moçambique, Venâncio Mondlane afasta possibilidade de voltar à RENAMO. Tribunal de Luanda ordenou esta tarde, a soltura dos oito líderes estudantis detidos no sábado
No último domingo, a eletricidade atingiu preços negativos e a produção de energia solar e eólica teve mesmo de parar. Mas se precisamos de energias limpas, porque paramos momentaneamente a produção? Precisa Portugal de aumentar a capacidade de armazenamento de energia? Neste episódio, conversamos com o editor de economia do Expresso, Miguel Prado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Antonio Pepe tem uma missão: criar uma empresa 100% sustentável que ajude grandes operadoras brasileiras de redes e energia a melhorar suas práticas de sustentabilidade, criando um círculo virtuoso entre pessoas, serviços e consumidores finais.A AP + Elettrolight nasceu da fusão de duas empresas italianas que hoje, juntas, são responsáveis por manter limpas as infraestruturas de São Paulo e de outras cidades brasileiras por meio da poda de plantas próximas a cabos, da manutenção de áreas verdes próximas a redes elétricas e do monitoramento de todos os pontos de passagem de energia.O objetivo é fazer tudo isto com impacto zero, seguindo as normas mais atualizadas em matéria de segurança, sustentabilidade e ética e procurando reaproveitar os resíduos de poda como nova energia a colocar no mercado.Descubrimos como o italiano Antonio Pepe fundou a empresa e hoje realiza seu trabalho para garantir o funcionamento seguro da rede elétrica, protegendo a biodiversidade e promovendo a economia circular na cidade de São Paulo. L'ITALIA è QUI, na Faria Lima !Info sobre Ap+Elettrolight: https://apelettrolight.com.br/
Sistema desenvolvido na USP transforma resíduos orgânicos em energia limpa
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo', confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo' desta quarta-feira (14/08/2024): Embutidos na conta de luz paga pelo consumidor, subsídios a setores como usinas térmicas a carvão e energias eólica e solar alcançaram R$ 40,3 bilhões em 2023 e ajudam a explicar por que o Brasil é o país da eletricidade barata e da tarifa alta. Hoje, esses incentivos representam 13,5% da fatura mensal, ante 5,5% em 2018. “O nosso custo de geração de energia está entre os mais baixos do mundo, mas nossa conta de luz é uma das que mais pesam no bolso do consumidor”, afirma Katia Rocha, pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). De acordo com a Associação Nacional dos Consumidores de Energia (Anace), o preço da energia no mercado regulado – o modelo mais comum para residências – subiu 61% nos últimos 11 anos. Já a tarifa média no País saltou 153% no mesmo período. E mais: Economia: Avança a taxa sobre plano de previdência deixado como herança Internacional: Lula sugere uma nova eleição para superar crise política na Venezuela Política: Lei dá brecha e candidatos com menor tempo de TV apostam em podcasts Metrópole: Após queda, Voepass cancela voos de Fernando de Noronha Esportes: ‘Medalha resgata o respeito pela seleção', diz MartaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Após os sucessivos problemas na distribuição de energia por parte da Enel, principalmente, em São Paulo, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse nesta segunda-feira, 1º, que está determinando à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) um processo disciplinar contra a distribuidora paulista, para analisar as transgressões reiteradas realizadas pela concessionária na prestação de serviço de fornecimento da concessionária à população. O ministro salientou que esse processo pode levar a processo de caducidade (perda) da concessão - o que poderia resultar numa nova licitação ou até na reestatização do serviço. Os mais recentes problemas ocorreram na região central da capital paulista no mês de março. Foram pelo menos quatro apagões consecutivos, que atingiram diversos bairros entre os dias 18 e 21, fechando lojas e restaurantes e provocando grandes perdas. Para minimizar o problema, a Enel espalhou geradores pela região, mas que não eram suficientes. Além da capital paulista, a Enel é responsável pela distribuição em outros 24 municípios do Estado. A distribuidora também atua em cidades do Rio de Janeiro e do Ceará, onde enfrenta reclamações. A Enel SP está na posição de número 19 no ranking do Indicador de Desempenho Global de Continuidade da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), entre 29 concessionárias de grande porte avaliadas. A empresa disse, em nota, que fez melhorias em todos os estados onde atuou. A distribuidora chegou a São Paulo em 2018, quando adquiriu 73% das ações da estatal Eletropaulo. Hoje, ela possui a empresa na sua totalidade. Durante esses seis anos, a Enel São Paulo foi multada em mais de 700 milhões de reais por punições administrativas e compensações financeiras aos consumidores por falhas no serviço durante esse período. Afinal, a solução passa por rever as concessões? Há um risco do governo petista querer reestatizar o serviço de energia? Como fica o consumidor nesta história? No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Cláudio Sales, presidente do Instituto Acende Brasil. O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Bárbara e Babica conversam sobre de onde vem a eletricidade que utilizamos em nosso dia a dia. É mais um episódio que trata da influência do agronegócio em nossas vidas, com curiosidades e até a proposta de uma experiência fascinante usando um pente. Um episódio elétrico!