Podcasts about Quatro

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Latest podcast episodes about Quatro

Too Opinionated
Too Opinionated Interview: Sherilyn Fenn

Too Opinionated

Play Episode Listen Later Jun 29, 2022 35:57


Today on Too Opinionated we sit down with actress Sherilyn Fenn. The sultry, versatile, petite (5' 4") beauty Sherilyn Fenn was born Sheryl Ann Fenn in Detroit, Michigan, into a family of musicians. The youngest of three children, her mother, Arlene Quatro, played keyboard in rock bands, her aunt is rock-star Suzi Quatro, and her grandfather, Art Quatro, was a jazz musician. Her father, Leo Fenn, was the manager of such bands as The Pleasure Seekers (the all-girl band formed by the Quatro sisters), Alice Cooper, and The Billion Dollar Babies. Fenn began her career with a number of B-movies including The Wild Life (alongside Chris Penn), skater film Thrashin' (opposite Josh Brolin) and teen-fantasy movie The Wraith (opposite Charlie Sheen). She had a memorable part in the cult teen-comedy Just One of the Guys in which she tries to seduce a teenage girl disguised as a boy, played by Joyce Hyser. Fenn landed her first starring role, as an engaged heiress to an old Southern family experiencing her sexual awakening in Zalman King's erotic drama film Two Moon Junction, after which she said she wanted to hide for a year. Fenn won her most outstanding role and made an indelible impression on the public when she was cast by David Lynch and Mark Frost as the tantalizing Audrey Horne, the high-school femme fatale from the critically acclaimed TV series Twin Peaks. The series ran from 1990 to 1991, and the character of Audrey was one of the most popular with fans, in particular for her unrequited love for FBI Special Agent Dale Cooper (played by Kyle MacLachlan) and her style from the '50s (with her saddle shoes, plaid skirts and tight sweaters). Sherilyn made a memorable impression as the cherry stem-twisting siren. Sherilyn is the lead actress for the hit new audio drama, The Last Saturday Night. She is also known for her roles on Twin Peaks, Of Mice and Men, Boxing Helena, Cave Dweller, SWAT, Goliath, Titans, The Magicians, and Shining Vale. Want to watch: YouTube Meisterkhan Pod (Please Subscribe) Check out the Website: Meisterkhan.com Listen to The Last Saturday Night Here: https://electracast.com/podcast/the-last-saturday-night/

ONU News
Chefe da ONU abre Conferência dos Oceanos com quatro recomendações aos países

ONU News

Play Episode Listen Later Jun 27, 2022 3:28


Visão Global
A cimeira na NATO e quatro meses de guerra na Ucrânia

Visão Global

Play Episode Listen Later Jun 26, 2022 43:41


A cimeira na NATO e quatro meses de guerra na Ucrânia. Edição de José Guerreiro. Edição de José Guerreiro

Sala TUSP
SALA TUSP #54: O TEATRO DOS QUATRO, com Daniel Schenker

Sala TUSP

Play Episode Listen Later Jun 24, 2022 59:25


Daniel Schenker é graduado em jornalismo pela Faculdade da Cidade (1995), mestrado (2007) e doutorado (2013) pelo Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), onde, nesse momento, cursa pós-doutorado. É autor do livro "Teatro dos 4 - A Cerimônia do Adeus do Teatro Moderno" (7Letras), resultado de sua pesquisa de doutorado. Atualmente é professor de teoria do teatro da Faculdade CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), crítico de cinema do jornal O Globo e em seu blog danielschenker.wordpress.com. É membro do júri dos prêmios da Associação dos Produtores de Teatro (APTR), Cesgranrio e Questão de Crítica. Integrou as comissões de seleção da Eletrobras (Audiovisual/Longa-metragem), do FATE (Fundo de Apoio ao Teatro), do FOCA (Programa de Fomento à Cultura Carioca), do edital de teatro da Secretaria de Cultura do Estado e da mostra Seleção Brasil em Cena. Fez parte do júri da Fipresci (Fédération Internationale de la Présse Cinématografique) nos festivais de cinema de Fribourg, Miami, Montreal e Rio de Janeiro. Este episódio do Sala TUSP foi ao ar em 24 de junho de 2022. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/teatrodausp/message

Meio Ambiente
Reportagem: como a Suécia se tornou um laboratório mundial de bairros sustentáveis

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Jun 24, 2022 23:14


A Suécia, um dos países mais desenvolvidos do mundo, também está na ponta da inovação para tornar as cidades mais sustentáveis. O país é pioneiro no planejamento de bairros ecológicos – da reciclagem e reutilização do lixo ao tráfego urbano, da autossuficiência em energia à ampliação dos espaços verdes, tudo é pensado para limitar as emissões de CO2 e a degradação ambiental. Lúcia Müzell, enviada especial a Estocolmo A RFI visitou dois bairros modelos de Estocolmo, escolhida a primeira capital verde europeia em 2010. A transformação do primeiro deles, Hammarby Sjöstad, se iniciou há 30 anos e já passa por novas modernizações, para se tornar neutro em emissões de gases de efeito estufa até o fim da década. O segundo, Stockholm Royal Seaport, ainda está em construção e almeja ser ambientalmente positivo até 2040. Isso significa estar livre dos combustíveis fósseis e produzir mais energia do que consome, graças aos painéis fotovoltaicos espalhados pelos telhados e fachadas dos prédios, a uma maior eficiência energética e à transformação do lixo em biocombustível, utilizado para o aquecimento dos imóveis durante os dias frios. Em um país nórdico com temperaturas glaciais durante boa parte do ano, a melhor época para visitar os dois bairros é a primavera, quando uma parte crucial dos projetos, ter ao menos 40% de áreas verdes, pode ser apreciada. Em poucos metros de caminhada, a diferença é sentida pelos olhos e ouvidos. Bicicletas, patinetes e carrinhos de bebê tomaram, literalmente, o espaço outrora ocupado por carros e ônibus barulhentos. No Stockholm Royal Seaport, a meta é cortar a circulação de veículos motorizados em pelo menos 40% – e a maioria deles já são elétricos. Numa tarde ensolarada, os suecos se dão ao direito de trabalhar nas praças, que se sucedem a cada esquina nestes bairros. Os longos trechos à beira do Mar Báltico são os preferidos dos praticantes de esportes e para passeios em família. "Estamos mais próximos da água, da natureza, o que é muito bom. Todos estamos muito preocupados com o que está acontecendo com o meio ambiente”, comenta Katarina, funcionária de uma multinacional sediada em Estocolmo e que escolheu morar em Hammarby Sjöstad há sete anos. "Aqui é bacana. Nós temos um ótimo transporte, então não precisamos de carro”, diz a moradora Daiana, enquanto passeia com as duas filhas pequenas. "Sabemos o quanto as pessoas estão estragando a natureza, então é muito importante para mim ser consciente sobre isso e tomar atitudes para diminuir o nosso impacto ambiental.” Ruas em escala humana Nesta lógica em que os carros e caminhões não são bem-vindos, as ruas foram planejadas para receber mais pedestres. Elas não têm meio-fio nas calçadas, que dificultam a circulação das pessoas, e os acessos aos transportes públicos são facilitados. Os espaços para estacionamento são limitados – para dar lugar às ciclovias.  A rua assume a escala humana, e não mais das máquinas. Os acessos aos transportes públicos também são facilitados: em vez de escadas, rampas, escadas rolantes. A dinâmica de proximidade é outro ponto alto dos bairros sustentáveis, planejados para ter serviços e comércios a no máximo 200 ou 400 metros de distância de qualquer residente – assim, os deslocamentos a pé acabam privilegiados. A economia circular também é estimulada, com hortas comunitárias e lojas de revenda de produtos usados. "É muito bom morar aqui, especialmente para as crianças. Você tem tudo: comércios, parquinhos, a natureza. E é muito perto do centro da cidade”, atesta Jacob, há três anos em Royal Seaport. “Acho que ainda não reciclamos o suficiente e que podemos comprar menos. Eu tenho tentado comprar cada vez mais objetos de segunda mão”, afirma Daiana. Quatro lixeiras em casa Em casa, os moradores já se habituaram a separar o lixo em quatro diferentes compartimentos: papéis e plásticos, metais, dejetos alimentares e os que não se enquadram nas categorias anteriores, como fralda descartável. "Estamos tentando combater o problema da poluição cuidando do nosso lixo de uma maneira sustentável”, observa o desenvolvedor Léon Martinez, outro morador de Hammarby Sjöstad, afirmando ter sido fácil se adaptar ao sistema. Separados, os resíduos são aspirados por uma rede quilométrica subterrânea, que encaminha cada tipo de material para o respectivo centro de tratamento. Os caminhões de lixo circulando na superfície pertecem, portanto, ao passado. O projeto prevê um máximo de 1,5 quilo de lixo residual – que não pode ser reciclado – por habitante, por semana. Os restos de alimentos viram biocombustível. O calor dos líquidos residuais do lixo é reaproveitado na rede de calefação e como adubo para as plantas. Da mesma forma, a água usada é reaproveitada para a irrigação dos jardins, dentro do objetivo de o uso de água ser 30% menor nestes bairros, na comparação com o resto da cidade. "Você tem fazer com que seja algo legal separar o lixo, que seja fácil. Você tem que fazer ser possível trabalhar mais de casa”, recomenda Sofie Pandis Iveroth, autora de uma tese de doutorado que se tornou referência nos estudos sobre o bairro pioneiro de Estocolmo, e especialista sênior em cidades sustentáveis do grupo Anthesis. "Você pode fazer com que seja possível plantar alguns legumes ali mesmo no seu bairro e, desta forma, você talvez encurte a distância entre os humanos e a sua dependência da natureza”, exemplifica. Melhorias em curso É claro que nem tudo saiu como planejado – após 20 anos, a queda de consumo energético em Hammarby Sjöstad não foi de ao menos 40% por morador, como esperado, mas de cerca de 30%. As falhas no projeto original deram origem a iniciativas cidadãs para aumentar a ambição ambiental, como o Electricity. A organização, que reúne associações de moradores, especialistas e empresas públicas e privadas, é focada em dar mais ênfase à transição para a mobilidade elétrica – menos poluente – e à economia circular. "Quando fomos morar lá, achamos que não era tão bom quanto poderia ser. Então iniciamos o projeto Hamarby Sjöstad 2.0, trazendo as últimas inovações climáticas e tentando torná-lo ainda melhor do que já era”, conta Rickard Dahlstrand, CTO da organização. Até os anos 1990, toda a região era uma zona portuária poluída e degradada da cidade. Atualmente, cerca de 25 mil pessoas vivem no bairro, que continua a se expandir.  "Analisamos a questão energética das bases do prédio até o telhado. Tinha muitas coisas erradas, que fomos conseguindo consertar e resultaram em economias para todos. Diminuiu muito, por exemplo, o desperdício de aquecimento dos apartamentos”, sublinha, referindo-se ao gasto que mais pesa não só na conta de energia, como na pegada de carbono das famílias. O isolamento térmico de vários prédios passou por reformas, que incluíram ainda um novo sistema de reaproveitamento e estocagem do próprio calor. "Microrredes” foram estabelecidas para compartilhar a calefação entre um grupo de imóveis vizinhos, explica Dahlstrand. Os moradores podem acompanhar os detalhes do consumo energético em tempo real, por um aplicativo no celular. Cada cidade encontra o seu modelo Para Sofie Pandis Iveroth, o grande legado do primeiro bairro ecológico da Suécia, e um dos primeiros do mundo desenvolvido, foi introduzir uma visão holística sobre os desafios ambientais em uma área urbana. Cada cidade, insiste, tem seus próprios potenciais a serem desenvolvidos. “Nós temos que pensar em como sustentar todo o sistema, e não só os prédios. As soluções em Hamarby e Royal Seaport são tecnicamente focadas – e é claro que você precisa de técnicas para desenvolver um bairro sustentável, mas eu acho que tudo depende de como você está olhando para este bairro para torná-lo mais sustentável do que ele é”, indica a especialista. "Muitas vezes, pega-se uma solução de uma parte do mundo e tenta-se transportá-lo para um outro contexto, sem parar para pensar no que já tem ali e o que pode ser feito.”

Rádio Senado Entrevista
Guerra na Ucrânia: balanço dos quatro meses de conflito

Rádio Senado Entrevista

Play Episode Listen Later Jun 23, 2022 10:46


Amanhã, 24 de junho, a guerra da Ucrânia completa 4 meses. O comentarista internacional Ivan Godoy faz um balanço da situação militar e do lento avanço russo, numa guerra ainda sem expectativas de negociações. Ivan aborda a questão dos refugiados e as consequências econômicas e políticas do conflito. Segundo Ivan, a guerra tem resultados negativos para todos os países, trazendo uma alta na inflação global. A Ucrânia é o país mais afetado, com cerca 40% de sua infraestrutura destruída. A Rússia, mesmo com sua economia robusta, é muito afetada pela guerra e, para enfrentar as pesadas sanções, foi necessário a reconversão da economia. Acompanhe a entrevista.

Resumão GE
Resumão GE #369 - Timão faz quatro em cima do Santos e Galo vence com dois gols de Hulk

Resumão GE

Play Episode Listen Later Jun 23, 2022 6:19


Na primeira partida das oitavas de final da Copa do Brasil, Atlético Mineiro, Fortaleza, Corinthians e Athlético Paranaense largaram na frente, o único empate aconteceu entre Atlético Goianiense e Goiás. No tênis, a brasileira Beatriz Haddad segue invicta na temporada de grama a cinco dias do começo da chave principal de Wimbledon, principal competição do tênis no circuito.

JORNAL DA RECORD
Operação prende quatro suspeitos de aplicar o golpe do falso motoboy em idosos; Veja como agem os criminosos que aplicam golpes por app

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Jun 23, 2022 50:12


Ouça a edição completa do JR desta quarta-feira (22) com os seguintes destaques: Vítimas fazem manobras arriscadas para fugir de arrastões em ruas e avenidas do país; Duas mulheres são presas por espionar o Bope no Rio de Janeiro; Massagista é indiciado por importunação sexual contra três clientes em Minas Gerais. E, na série especial, Quanto Vale Uma Vida? Comerciante confia em amigo e acaba morto de forma traiçoeira.

Toco e Tackle
T&T NBA #145: Mais uma vez Warriors!

Toco e Tackle

Play Episode Listen Later Jun 22, 2022 78:00


Agora, passado a euforia e varridos os confetes, os fãs de Curry e dos Splash Brothers podem comemorar: o Golden State Warriors conquistou MAIS UM título da NBA! Quatro anos após o último troféu levantado, a franquia de San Francisco retornou ao topo do pódio ao bater o Boston Celtics por 4 a 2. Neste episódio, além de comentarmos sobre o triunfo dos Warriors e o futuro dos Celtics, discutimos a troca que envolveu Christian Wood ao Dallas Mavericks, o drama de Kyrie Irving com o Brooklyn Nets e, para finalizar, conversamos sobre o Draft da NBA de 2022 e possíveis picks que serão escolhidas, neste ano. Onde achar: (8:06) Warriors é campeão da NBA; (18:22) Futuro dos Celtics (29:48) Momento merchan; (31:06) Christian Wood chega aos Mavericks; (44:03) Kyrie Irving não quer renovar com Nets; (59:13) NBA Draft 2022 QUER FAZER PARTE DO GRUPO DE REDATORES DO TOCO E TACKLE? Mande um email para tocoetacklepod@gmail.com ou entre em contato nas redes sociais. Siga nosso Twitter e o nosso Instagram: @tocoetackle. Visite nosso site: https://tocoetackle.com. Assine nossa newsletter semanal: https://tocoetackle.substack.com/ Nos ouça na Orelo e ajude o T&T a se manter em https://app.orelo.audio/4Lm4  Edição: Pedro Pereira; Apresentação: Lucas Senna; Comentários: Juan Grings.

Malhete Podcast
TOMMASO CRUDELI: PRIMEIRO MÁRTIR DA MAÇONARIA UNIVERSAL

Malhete Podcast

Play Episode Listen Later Jun 21, 2022 4:28


Por Roger D. Dunn Ele morreu em 23 de março, cercado por familiares. Com o corpo devastado pela dor e pela doença, lutando para respirar, mas o espírito forte até o fim, ele sucumbiu às misérias infligidas a ele por outros. Assim terminou a vida de Tommaso Baldasarre Crudeli, um notável poeta e advogado. Ele é hoje reconhecido universalmente como o primeiro homem a morrer por suas crenças e lealdade aos ideais da Maçonaria. O lugar: Florença, Itália. Data: 1745. À medida que a Era do Iluminismo varreu o mundo ocidental no século XVIII, trouxe o despertar da razão. Significava uma liberdade ou libertação da superstição e do dogma, e uma percepção de que o homem é capaz de determinar seu próprio destino. Foi durante este período que a Maçonaria foi organizada em nível de Grande Loja e começou a crescer em todo o mundo. A primeira Loja na Itália foi estabelecida em 1733 em Florença pela Grande Loja da Inglaterra. Tommaso tornou-se um dos primeiros italianos a ingressar na Loja, sendo iniciado em 5 de maio de 1735. Ele rapidamente se tornou o secretário da Loja e o foco da Igreja em sua luta para restabelecer o controle sobre o governo civil lá. Em 9 de maio de 1739, Tommaso Crudeli foi preso em Florença pela polícia papal sob ordens da Santa Inquisição. Seu crime – recusa em divulgar os nomes dos outros membros de sua Loja, alguns dos quais eram suspeitos de serem membros do clero. Ele foi colocado na cela do porão de uma igreja local no escuro, sem ar, banheiro, cama ou quarto de pé. Ele sofreu condições indescritíveis lá por 16 meses. Foi um processo de desumanização e demonização que acabou por não conseguir a confissão do prisioneiro como desejava o Inquisidor. Ele desenvolveu tuberculose nestas condições. Com o forte envolvimento do Grão-Ducado da Toscana, do Rei da Inglaterra e da Grande Loja da Inglaterra, a tortura foi encerrada. A Igreja também não queria que seu prisioneiro moribundo morresse no porão de uma de suas igrejas. Houve um julgamento sumário em que o irmão Crudeli não pôde falar por causa de sua condição física e porque estava vomitando sangue. Ele foi condenado e perdoado no mesmo dia e colocado em prisão domiciliar perpétua. Quatro anos depois, acamado, fisicamente quebrado e debilitado, ele morreu. Sua morte em uma jovem Maçonaria Universal não foi em vão: já antes da morte de Crudeli, o Grão-Duque da Toscana forçou o fechamento do Tribunal da Inquisição. Esta é a primeira vez na história que uma autoridade civil limitou o poder da autoridade eclesiástica. Em 1992, o Instituto de Estudos Históricos de Tommaso Crudeli foi criado para compartilhar com o mundo a história de Tommaso Crudeli e lembrar o que a Maçonaria fez, e às vezes pagou com a vida, pela Liberdade e Bondade da Humanidade. O Instituto submeteu às Nações Unidas o nome de Tommaso Crudeli como Defensor do Artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos. O Artigo 18 prevê a liberdade universal de pensamento. O Irmão Tommaso Crudeli é o primeiro mártir de uma jovem Maçonaria Universal que não tinha divisões, cismas, reconhecimento mútuo, regular ou irregular, e trabalhava sem fronteiras. Portanto, Crudeli é o primeiro Mártir de toda a Maçonaria Universal de todas as cores, de todos os continentes, de todos os Corpos Maçônicos. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/malhete-podcast/message

Em directo da redacção
“Molière sempre foi uma espécie de farol”

Em directo da redacção

Play Episode Listen Later Jun 20, 2022 17:13


Rogério de Carvalho encenou “O Avarento”, “O Doente Imaginário” e “Tartufo” de Molière. Para este mestre do teatro, de 85 anos, “Molière sempre foi uma espécie de farol”. Nos 400 anos do dramaturgo francês, fomos ao Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada, falar com o encenador luso-angolano, um dos mestres do teatro português. É um homem-teatro a falar de outro homem-teatro. Um tem 85 anos, chama-se Rogério de Carvalho, é luso-angolano e continua a encenar; o outro tem 400 anos, chama-se Jean-Baptiste Poquelin, conhecido como Molière, é francês e a sua obra continua a ser encenada. Quatro séculos os separam, mas o tempo não conta em palco. Rogério de Carvalho já fez quase tudo, dos autores contemporâneos aos clássicos, há quem tenha escrito que ele vendeu a alma ao teatro e nesse pacto não faltam as homenagens a Molière. Fez “cinco vezes” Tartufo, encenou “O Avarento”, em 2009, numa adaptação que foi distinguida em 2010 com o Prémio do Público no Festival de Almada, e “O Doente Imaginário” em 2012. “Molière representa para mim o grande teatro. Uma espécie de máquina que mostra a pobreza e a humilhação do ser humano no seu processo de vida, de vida política, de controvérsia e de sensações. É um teatro altamente carnal onde as coisas são levadas às últimas consequências em termos de predestinação das virtudes e das desgraças do ser humano”, descreve Rogério de Carvalho, numa das salas do amplo Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada.   O encenador recebe-nos neste teatro onde está a preparar “O Medo devora a alma”, de Rainer Werner Fassbinder, com a Companhia de Teatro de Almada, para subir a palco de 28 de Outubro a 27 de Novembro. E fala-nos de teatro, da vida, da arte, da palavra e do “edifício do texto”. O texto que é a base do seu trabalho e que é o monumento que atravessa séculos e mantém vivo e actual o teatro de Molière. É isso mesmo que explica: Molière resiste ainda hoje porque é o feito “dos grandes textos, das obras-primas”, como acontece com Shakespeare e com as obras gregas que ainda dizem “alguma coisa sobre a nossa visão do mundo”. Molière também resiste por causa das “personagens muito ricas do ponto de vista do carácter e que se projectam até agora”. Tem, ainda, a ver “com o seu estilo, leveza e virtuosidade”. “Os textos de Molière permitem uma grande inventividade, permitem um imaginário riquíssimo para o encenador e permitem também aquela satisfação que nós sentimos que estamos a trabalhar com coisas muito ricas, como se fossem pequenas jóias, pequenas pérolas encontradas no fundo para criarem objectos de joalharia muito ricos”, descreve, alertando que, como encenador, não ilustra tempos nem personagens. A dada altura, Rogério de Carvalho sentiu, simplesmente, “uma necessidade” de trabalhar Molière e encontrou um “teatro completamente profundo, aberto, iniciático e cheio de complexidades no que se refere à técnica do teatro”. “O espectáculo está lá, no próprio texto, mas, ao mesmo tempo, é preciso ter uma capacidade de reinvenção e de encontrar o lado fantasmagórico, o lado em que a encenação cobre o próprio mundo da vida, a crueldade da vida”, continua o encenador, rindo, de seguida, com a pergunta que se segue e com a finta que nos prega. À pergunta “Como é que se reinventa Molière sem perverter Molière?”, responde: “Sem perverter Molière? Molière é um bocado perverso. As coisas já estão lá. Nós quando caminhamos, caminhamos para um mundo desconhecido e depois esse mundo vai abrindo para a realidade da sociedade, para a realidade dos mecanismos da hipocrisia, etc, etc. O Molière é muito subtil porque detrás de Molière há sempre uma tragédia. Não posso dizer que seja trágico-cómico, mas, por exemplo, O Doente Imaginário é a última peça que ele escreveu e há um drama dele. Quando alguém está a pegar num texto daqueles sentimos logo esse lado da perversidade de o próprio autor morrer ao representar o seu texto.” Rogério de Carvalho é louvado pelo trabalho minucioso sobre a palavra e as suas sonoridades e é um arquitecto do “edifício do texto” que é sempre “a sustentação para tudo o que se produz nos processos de trabalho”. Molière “tem muita acção e essa acção é a acção do próprio discurso, da própria palavra”. “A palavra é uma realidade concreta em que a fisicalidade do que é dito é uma das coisas mais importantes e mais complexas que trabalhamos nos diálogos. A palavra tem que ter uma dimensão de criar, tal como acontece na ópera, uma certa musicalidade que atrai o público e o público é gratificado por isso. É um gozo dizer, falar. Fala-se hoje que já não se representa, incarna-se as personagens.” Pode ouvir a conversa neste programa.

Quatro e Vinte
Consumo juvenil de canábis continua a baixar no Colorado

Quatro e Vinte

Play Episode Listen Later Jun 20, 2022


Os números oficiais do estado norte-americano que vende canábis em lojas desde 2014 continuam a desmentir os argumentos dos proibicionistas. Para ouvir esta e outras noticias no podcast Quatro e Vinte.

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
“O governo Moisés vive de mentiras” crítica Naatz sobre o processo de recuperação R$ dos 33 milhões

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Jun 20, 2022 12:23


O deputado Ivan Naatz, líder da bancada do PL na Alesc e relator da CPI dos Respiradores, comentou em entrevista ao Cruz de Malta Notícias sobre o resultado do Processo Administrativo Disciplinar (PAD) instaurado pela Secretaria de Estado da Saúde contra cinco servidores que atuaram diretamente na compra de 200 respiradores por R$ 33 milhões, em 2020, e que terminou sem indicar culpados. Quatro dos citados foram absolvidos e tiveram o processo automaticamente arquivado. A única a receber penalidade foi a ex-superintendente de Gestão Administrativa, Márcia Pauli, a quem foram aplicados 15 dias de suspensão por ter descumprido norma disciplinar que fala em “observar as normas legais”. O motivo foi a falta de exigência de garantias na compra dos equipamentos. Ela ainda tem direito a recurso. Naatz também comentou sobre o processo de recuperação dos R$ 33 milhões: “Isso é uma mentira! O governo é mentiroso, o governo Carlos Moisés vive de mentira. O governo não recuperou nada, o que ele fez foi entrar com pedidos judiciais para que houvessem os bloqueios. Deferir o bloqueio e bloquear bens é uma diferença enorme, porque o governo não mostra quais os bens que foram bloqueados?”, questionou o parlamentar. Ouça abaixo a íntegra da entrevista:

Em directo da redacção
“Misantropo”: Um clássico de alma contemporânea

Em directo da redacção

Play Episode Listen Later Jun 20, 2022 17:02


Nos 400 anos do nascimento de Molière, quisemos perceber porque é que o dramaturgo francês continua a inspirar os criadores contemporâneos.  Fomos conversar com o encenador Nuno Carinhas que estreou, este ano, “O Misantropo” do contemporâneo Martin Crimp, inspirado no clássico de Molière. Nuno Carinhas preferiu a versão de Crimp e aí viu a “transposição para o nosso tempo” e a“dilaceração muito bem-disposta” no mundo das artes do espectáculo. Os 400 anos do nascimento de Molière continuam a levar-nos até às releituras em língua portuguesa do dramaturgo francês. Em Lisboa, fomos conversar com Nuno Carinhas, encenador, cenógrafo e figurinista, que foi também Director Artístico do Teatro Nacional São João entre 2009 e 2018. Este ano, Nuno Carinhas levou a palco “O Misantropo” de Martin Crimp, a partir de Molière, para a Companhia de Teatro de Almada. O espectáculo estreou no Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada, a 28 de Abril. “O Misantropo” é um dos textos mais duros de Molière. Apresentada em Junho de 1666, a peça é uma sátira de costumes à arrogância das classes dominantes do seu tempo, mas é também uma história de amor e de ciúme. Alceste odeia a humanidade e até defende a sua extinção, como única forma de acabar com a hipocrisia e o tráfico de influências. Porém, ele ama Celimene que orbita no centro dessa mesma sociedade que ele tanto abomina. Nuno Carinhas foi buscar a versão contemporânea de “O Misantropo” escrita pelo dramaturgo britânico Martin Crimp, em 1996, e que é uma réplica à sociedade de hoje, nomeadamente no mundo do espectáculo, marcada por uma generalizada decadência dos valores humanos e por um crescente individualismo. Anos depois de ter levado a palco “O Resto Já Devem Conhecer do Cinema”, o encenador português voltou ao universo das apropriações de Crimp porque quis continuar “a explorar esse lado reinterpretativo ou interpretativo-criativo do Martin Crimp”. “Eu aproximei-me de O Misantropo precisamente por ser o Martin Crimp. Eu nunca fiz Molière nem tinha pensado fazer, mas O Misantropo é, com o Dom João, provavelmente as peças que eu prefiro do Molière. Quando vi que existia este Misantropo - que já não é novo, já é dos anos 90 - decidi fazê-lo por ser uma transposição para o nosso tempo absolutamente extraordinária, uma dilaceração muito bem-disposta sobre a convivialidade das pessoas do espectáculo e das artes do espectáculo, do cinema, da comunicação social, à mistura com agentes profissionais, com professores de representação, etc. Havia ali toda uma escola do teatro na versão do Crimp que me interessava”, explica Nuno Carinhas. Muda-se o cenário e muda-se o tempo, “o tempo é hoje, o lugar Londres”. Muda-se também o nome das personagens, menos o de Alceste, mas a história continua a mostrar um homem que está mal com o mundo inteiro e ama uma mulher que adora ser adorada por esse mundo que ele detesta. “É simultaneamente uma crítica a esta micro-sociedade do espectáculo, mas é obviamente também uma maravilhosa história de amor que, como sempre, teria que acabar mal, sobretudo na versão de Martin Crimp porque ele para ser coerente não se poderia, de maneira nenhuma, aproximar de uma jovem que está no pico do seu sucesso juvenil, que tem 21 anos, é americana, está em Londres de passagem também pelo seu sucesso no cinema. Portanto, para ele se poder aproximar dessa jovem, tem que abrir mão da sua misantropia, tem que abrir portas à sociedade e isso ele não quer por coerência própria”, descreve o encenador. A crítica fundamental à sociedade é feita tanto por Alceste, o misantropo, quanto por Jennifer, a nova Celimene, que também reconhece a frivolidade geral da sociedade do espectáculo, mas usa-a de forma pragmática. “Alguém disse que o Martin Crimp tinha criado uma Alceste ao fazer a Jennifer. O misantropo tem razão quando diz que ambos são rápidos de espírito e têm uma visão crítica sobre os outros. Só que ela ainda não está farta, digamos assim, tão farta e tão batida na vida como o Alceste. Ela tem outros recursos para sobreviver e continuar a viver nessa relação hipócrita com os outros, mais ou menos festiva, sem grandes compromissos”, continua Nuno Carinhas. Alceste ainda tenta, em vão, convencer Jennifer a fugir desse mundo e a instalarem-se algures no campo. “Um dos grandes problemas dos profissionais do espectáculo quando são misantrópicos – e somos muitas vezes misantrópicos, estou a falar de mim e de todos em geral – há momentos em que o que as pessoas do cinema, do teatro e da televisão querem é estar sozinhas, isolarem-se, viverem fora dos estúdios, dos teatros e fora dos outros. Temos momentos de reclusão quase fisicamente impostos e isso nem sempre é possível”, acrescenta. O encenador também assinou a cenografia e os figurinos, com Ana Vaz. Para recriar a suite de um hotel de luxo, onde se aloja a diva em ascensão, ele fez “uma caixa preta, um lugar mais ou menos sinistro entre a caixa de bombons e um sarcófago chique”, com “uma grande parede ‘capitonée' no fundo, o chão de carpélio preto” e “chaises longues de veludo preto”. No final, havia um “baile de máscaras” com “trajes do século XVIII” e um lustre a fechar a composição. Nuno Carinhas usou a tradução de Daniel Jonas, de 2021, do texto de 1996 de Martin Crimp, o qual trabalhou o texto de Molière de 1666. Para o encenador, “todos os textos que resistem ao tempo são intemporais” e apesar de se viver numa época que “faz uma espécie de terra de ninguém do que é a herança cultural”, ainda há peças que resistem e se o fazem “é porque há alguma coisa de absolutamente indispensável e universal”. A contracorrente da aparente marcha contemporânea em direcção a “um deserto linguístico”, surgem dramaturgos que traduzem versos antigos, como Daniel Jonas que “tem um arrojo e uma maneira de compor entre o arcaico e o quotidiano nosso, o contemporâneo, de uma forma muito expressiva e livre”. Quatro séculos depois, Molière continua a inspirar criadores. Para Nuno Carinhas, talvez seja porque “ele trata de uma forma risível os seus argumentos, mas toca em coisas que hoje em dia as pessoas continuam a assumir”. Além disso, “é um criador fascinante e fascinante sobretudo relacionando a sua obra com a época em que viveu”. “É muito interessante nós pensarmos também que a época que o criou e que o deixou fazer foi a mesma época que depois o criticou e que o censurou. Isso é muito interessante para nós percebermos a natureza da criatura. Ele não se deixou ficar por ser um simples mestre de cerimónias de Luís XIV, à beira da corte, a fazer pequenas comédias só por divertimento. Não. É óbvio que ele tirou partido dessas situações. Ele, enquanto pessoa, é um personagem trágico também por natureza e eu creio que ele acabou mesmo misantropicamente, mas é um período fascinante da história do teatro. Se falamos de Shakespeare, falamos de Molière. Se falamos de Molière, falamos de Gil Vicente… Enfim, em todos os países há épocas que proporcionam o aparecimento e a resolução de determinados génios da escrita e do teatro que aparecem alimentados também por essa sociedade e por essa maneira de viver”, conclui Nuno Carinhas. Para ouvir a conversa integral com o encenador Nuno Carinhas no podcast desta emissão.

O Assunto
Bolsonaro e o octógono do golpe

O Assunto

Play Episode Listen Later Jun 20, 2022 29:04


Em 2018, as urnas deram vitória ao candidato que se apresentou como “outsider”. Alojado no então nanico PSL, Jair Bolsonaro prometia governar contra toda a política tradicional. Quatro anos depois, concorre à reeleição pelo notório PL, mas mantém o discurso antissistema. “Ele tenta convencer sua base de que, mesmo com o Centrão, segue lutando”, afirma Marcos Nobre, autor do livro “Limites da Democracia”, recém-lançado pela editora Todavia. Para o núcleo duro de seu eleitorado, “deu certo”, resume o professor de filosofia da Unicamp, também presidente do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Em conversa com Renata Lo Prete, ele recupera uma linha do tempo que começa nos protestos de junho de 2013, passa pela Operação Lava Jato e chega à ascensão do “partido digital bolsonarista”. Nobre descreve uma tempestade perfeita em que se misturam radicalismo, relação umbilical com as Forças Armadas e Centrão no comando do Orçamento secreto. “Bolsonaro joga um jogo muito diferente daquele jogado pelas forças democráticas” diz, ressaltando que isso tende a se prolongar para além de outubro: “Para ele, ganhar eleição não é objetivo, mas instrumento”. Diante daquilo que descreve como iminente “caos social duradouro”, Marcos aponta que apenas a união dos mais diferentes setores pode se contrapor a “todas as possibilidades de golpe” que estão no horizonte. “É um momento sem volta: ou daremos um salto democrático, ou perderemos a democracia”.

Podcast Esportes - Agência Radioweb
Série A: Atlético-MG supera Flamengo e volta a vencer após quatro jogos

Podcast Esportes - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Jun 20, 2022 2:38


Atlético-MG volta para o G-4 depois de derrotar o Flamengo no Mineirão. Já o Botafogo perdia para o Internacional por 2 a 0, com um a menos e fora de casa, e conseguiu fazer 3 a 2 e voltar pro RJ com os três pontos.

Podcast Notícias - Agência Radioweb
Brasil registra 94 mortes por covid-19 em 24 horas

Podcast Notícias - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Jun 18, 2022 0:58


Os dados foram divulgados, neste sábado, no balanço do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS). País chega a 669.010 óbitos pela doença.

Mesa Pra Quatro
#38 - Investir em startups (e ficar rico com com elas?) - feat Like a Boss

Mesa Pra Quatro

Play Episode Listen Later Jun 18, 2022 60:20


Hoje é Mesa pra Cinco! Recebemos Paulo Silveira, CEO da Caelum/Alura e Rodrigo Dantas, CEO da Vindi, também conhecidos como os apresentadores do podcast de tecnologia e negócios "Like a Boss". Neste episódio, contamos histórias dos bastidores da Empiricus, falamos sobre investimentos em startups, como diversificar a carteira tendo em uma das ponta um ativo super arriscado e até demos dicas dos melhores colchões para comprar. Eu sei, parece absurdo, mas é isso mesmo: tá imperdível! Ouça e compartilhe.

Central de Jornalismo Liberdade
Quatro comidas gigantes serão distribuídas neste sábado e domingo no São João de Caruaru

Central de Jornalismo Liberdade

Play Episode Listen Later Jun 18, 2022 4:21


CBN Vitória - Entrevistas
Alimentação, sono, movimento e silêncio: os quatro pilares da longevidade

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later Jun 17, 2022 29:02


A expectativa de vida está aumentando: se em 1940, no Brasil, ela era de 45,5 anos, hoje bate os 76 anos. Mas esse bônus da longevidade só valem a pena se pudermos viver com saúde, autonomia e qualidade de vida. Mas como se chega a isso tudo? Quem explica, em entrevista à CBN Vitória, é Matheus Macêdo, formado em medicina na Índia, especialista em Ayurveda. Ele aponta que são quatro os pilares da saúde e longevidade: alimentação, sono, movimento e silêncio. Ouça!

RBA NEWS
Com quatro gols em sete minutos, Palmeiras atropela o Atlético Goianiense e abre vantagem na liderança do Brasileirão

RBA NEWS

Play Episode Listen Later Jun 17, 2022 2:21


O post Com quatro gols em sete minutos, Palmeiras atropela o Atlético Goianiense e abre vantagem na liderança do Brasileirão apareceu primeiro em RBA NEWS.

Instituto Hugo de São Vítor
As quatro dimensões de ser humano

Instituto Hugo de São Vítor

Play Episode Listen Later Jun 17, 2022 19:56


Neste trecho do episódio 62: O universo em quatro conceitos do podcast do Instituto Hugo de São Vítor os professores falam a respeito das quatro formas possíveis de aprendizado. Assista o episódio completo clicando no link abaixo: https://www.youtube.com/watch?v=tcfFT...Assine a Confraria de Artes Liberais: https://www.hugodesaovitor.org.br

BEM-ESTAR, pra que te quero?
#13 Quatro Pilares

BEM-ESTAR, pra que te quero?

Play Episode Listen Later Jun 15, 2022 14:43


No episódio de hoje os quatro pilares importantes, para você, além de se tornar um profissional de excelência, poder conquistar sua credibilidade no mercado e é claro manter a fidelização de quem é atendido por você. Participe enviando e-mail para bemestarpodcast@gmail.com e me siga também no instagram @ninareis.saudeintegrativa

Contas do Dia
A caminho da semana de quatro dias

Contas do Dia

Play Episode Listen Later Jun 13, 2022 7:35


Haverá condições para implementar a semana de quatro dias em todos os tipo de trabalho? É a pergunta que hoje se impõe, nas Contas do Dia. Com Helena Garrido.

Beyond the Mic with Sean Dillon
Patti Quatro And Brie Darling From The Rock Band Fanny Take A Beyond The Mic Short Cut

Beyond the Mic with Sean Dillon

Play Episode Listen Later Jun 12, 2022 8:32


Fanny was the best all-female rock band you never heard of. Members Patti Quatro and Brie Darling stop by to talk about the documentary “Fanny: The Right to Rock” in this Beyond the Mic Short Cut. Beyond the Mic with Sean Dillon is the conversation series where actors, artists, authors, and more go deeper than a traditional interview. They go “Beyond the Mic”.

Brasil- América Latina
Voluntariado é caminho para adaptação no exterior, dizem brasileiras no México

Brasil- América Latina

Play Episode Listen Later Jun 11, 2022 5:18


Brasileiras que vivem no México realizam trabalhos voluntários para diferentes organizações. Além de apoiarem causas importantes, elas contam que a atividade ajuda na familiarização com a vida fora do Brasil. Larissa Werneck, correspondente da RFI no México Em uma busca rápida na internet por programas de voluntariado no exterior, é possível encontrar uma grande quantidade de projetos e organizações que realizam trabalhos voluntários em diferentes regiões do mundo, que oferecem às pessoas a possibilidade de contribuir para ações que vão desde o desenvolvimento de comunidades desfavorecidas até programas de proteção ao meio ambiente. As vantagens são muitas, tanto para os beneficiários dos projetos, quanto para os voluntários.  Além do sentimento de ajudar quem necessita e de colaborar para a transformação social, ser voluntário fora do Brasil traz muitos benefícios, entre eles, a possibilidade de conhecer novas culturas e novos costumes, o aprendizado de um idioma e a criação de novas relações sociais, sejam elas profissionais ou pessoais. No caso de famílias expatriadas ou em transição, as vantagens vão além: o voluntariado pode ser um grande aliado no processo de adaptação à vida em um novo país. Foi o que aconteceu com a Karla Machado, mineira de Belo Horizonte que mora no México há treze anos. “Quando a gente chega no México, como expatriada, a gente tem muito tempo ocioso, né? E, logo que eu cheguei, eu fui apresentada um grupo de brasileiras que já faziam um trabalho voluntário na Abrame, que significa Amigas Brasil-México. Esse grupo realizava encontros para arrecadar dinheiro, produtos de limpeza e alimentos para abrigos que necessitavam de assistência. Além de fazer voluntariado, esses encontros são uma forma para a gente se enturmar e de receber dicas sobre o novo país, como informações sobre médicos e serviços, por exemplo”, afirma. Os anos foram passando, e Karla começou a se envolver ainda mais nos projetos, assumindo novas funções a cada ano. Hoje, ela é coordenadora da Abrame, organização que atualmente direciona o trabalho para dois abrigos: um para pessoas idosas e outro para crianças e jovens em situação de pobreza que foram afastados das famílias por questões de violência e abuso. “A Casa Hogar San Francisco, que fica em Toluca, no Estado do México, era um lugar muito precário, sem armários nem camas para as crianças dormirem. Além disso, elas não tinham como levar merenda para a escola. Com o trabalho das nossas voluntárias, conseguimos fazer reformas na casa e organizar doações de alimentos, que são realizadas mensalmente. Eu fico muito feliz porque algumas das crianças que nós conhecemos aos 8 anos de idade já estão na universidade”, conta Karla. Já o trabalho no Asilo Emanuel, localizado em Coacalco, também no Estado de México, começou há dez anos. Atualmente, vinte homens e mulheres vivem no lugar, que necessita de reformas urgentes. “Sempre ajudamos com doações de dinheiro, alimentos e produtos de higiene. Agora, vamos apoiar na reforma do asilo. Uma brasileira que é arquiteta está fazendo o projeto sem custo e nós vamos levantar os recursos para as obras”, diz a coordenadora da Abrame. Famílias brasileiras apoiam fundação para crianças com câncer Outra organização que recebe o apoio de famílias voluntárias brasileiras no México é a Fundación Mark, criada há 16 anos pela mexicana Sonia Zuani. A fundação leva o nome do seu filho, diagnosticado com leucemia, aos seis anos de idade. “Inicialmente o tratamento do Mark foi em um hospital público do México e, infelizmente, eles não cuidavam da parte emocional das crianças internadas. Eles não permitiam que elas levassem jogos e não havia espaços lúdicos de atividades direcionadas para elas. A fundação foi um sonho do meu filho, que quis criar um lugar para que crianças,como ele, pudessem brincar e se divertir. Ela foi constituída no mesmo dia em que ele faleceu. Esse foi o seu legado”, diz Sonia. Atualmente a Fundación Mark possui sete brinquedotecas em hospitais públicos que tratam de crianças e adolescentes com câncer. Quatro deles estão na Cidade do México. Os outros estão em Toluca, no Estado do México, em Villahermosa, capital do estado de Tabasco, e La Paz, que fica no estado de Baja Califórnia Sul. Nesses espaços, além das crianças poderem brincar com os jogos e brinquedos, são oferecidas atividades físicas, pedagógicas e cursos de bem-estar emocional para as famílias e profissionais de saúde. “Temos o apoio de muitas empresas, mas o voluntariado para a nossa fundação é indispensável. Nesse sentido, eu posso dizer que metade da nossa bandeira é brasileira, porque as famílias brasileiras nos apoiam muito, não apenas com doações de brinquedos, roupas e alimentos, mas na organização de eventos e, principalmente, na mobilização para novos voluntários”, afirma a presidente e fundadora da Fundación Mark. As paulistanas Ellen Negrão e Desyrre Beber estão entre essas famílias. Ambas vivem no México há cerca de dez anos. “Eu conheci a Fundación Mark através da minha cunhada, que é mexicana. E na festa de seis anos da minha filha nós doamos todos os presentes que ela ganhou para as brinquedotecas. Foi assim que eu comecei a me envolver. Hoje, graças ao voluntariado, eu tenho contato com realidades que eu não tinha no Brasil, e ajudo a uma causa importante. Além disso, quando eu cheguei, ajudou a ocupar meu tempo e a criar amigos e oportunidades”, salienta Desyrre. Ellen foi uma das convidadas da festa. Hoje ela é uma das principais mobilizadoras do grupo formado por cerca de 40 brasileiras que apoiam a fundação, com doações de brinquedos no Natal, realização de festas, quermesses e venda de produtos. Em maio deste ano, por exemplo, a Fundación Mark recebeu a doação de milhares de cápsulas de café expresso. Em apenas um dia, as brasileiras venderam cerca de cinco mil. “Eu sempre trabalhei como voluntária, desde a minha adolescência no Brasil. E quando eu cheguei ao México eu conheci a fundação e me encantei pelo trabalho da Sonia. Fiz curso nos hospitais para trabalhar nas brinquedotecas e me orgulho muito do que já fizemos. Mobilizamos muitas famílias e empresários brasileiros para a causa. Infelizmente com a pandemia os eventos foram suspensos, mas este ano, voltaremos com uma grande festa para os adolescentes. Pra mim, o mais importante, também, é poder passar essa mensagem para os meus filhos”, diz Ellen. Voluntariado para o mercado de trabalho Além de ajudar na adaptação das pessoas que vivem fora do Brasil e de ter uma função social importante, o trabalho voluntário é um caminho, também, para brasileiros que buscam recolocação profissional no exterior. Segundo Carolina Porto, que trabalha como consultora e voluntária da ONG Families in Global Transition, que oferece apoio às famílias em transição, o voluntariado é um primeiro passo para a criação da sua rede de relacionamento profissional. “A principal ferramenta para alguém que está mudando de um país para outro é criar uma rede de relacionamentos para se adaptar melhor. E se você tem o objetivo de buscar um trabalho, uma posição de voluntariado pode te ajudar bastante nisso porque, provavelmente, você vai conhecer pessoas com interesses em comum aos seus. Ou, também, pode ser a oportunidade de você aprender alguma coisa nova. Você estará fazendo o bem para o próximo e para você mesmo”, explica ela. Além disso, segundo Carolina, é preciso, primeiro, entender a cultura de voluntariado do país onde você vai viver. “O voluntariado é visto de maneira diferente em cada país. Na Holanda, por exemplo, quase 80% da população realiza algum tipo de trabalho voluntário e isso é muito bem visto pelas empresas. As vagas de voluntariado, inclusive, são anunciadas nas mesmas plataformas usadas para o trabalho remunerado. Já no México, onde eu morei, eu não tive essa perceção. Mesmo que eu estivesse trabalhando para uma organização internacional, se eu não tinha salário, muitos não consideravam trabalho”, conclui a consultora brasileira.

Igreja Missionária Evangélica Maranata
As quatro afirmações de Pedro - Pr. Patrick Wiemer

Igreja Missionária Evangélica Maranata

Play Episode Listen Later Jun 9, 2022 39:01


As quatro afirmações de Pedro - Pr. Patrick Wiemer by Igreja Missionária Evangélica Maranata da Tijuca Para conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/ (https://www.instagram.com/imemaranata/) Facebook: https://www.facebook.com/imemaranata (https://www.facebook.com/imemaranata) Site: https://www.igrejamaranata.com.br/ (https://www.igrejamaranata.com.br/) Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQ (https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQ) Deus te abençoe

Arroe Collins
Play It Forward Episode 443 Patti Quatro And Brie Darling From Fanny The Right To Rock

Arroe Collins

Play Episode Listen Later Jun 9, 2022 7:03


This is Play It Forward. Real people. Real stories. The struggle to Play It Forward. Episode 443 with Patti Quatro and Brie Darling From Fanny. Sometime in the 1960s, in sunny Sacramento, two Filipina-American sisters got together with other teenage girls to play music. Little did they know their garage band would evolve into the legendary rock group Fanny, the first all-women band to release an LP with a major record label (Warner/Reprise, 1970). Despite releasing 5 critically-acclaimed albums over 5 years,touring with famed bands from SLADE to CHICAGO and amassing a dedicated fan base of music legends including David Bowie, Fanny's groundbreaking impact in music was written out of history... until band mates reunite 50 years later with a new rock record deal. With incredible archival footage of the band's rocking past intercut with its next chapter releasing a new LP today, the film includes interviews with a large cadre of music icons, including Def Leppard's Joe Elliott, Bonnie Raitt, The Go-Go's Kathy Valentine, Todd Rundgren, The Runaways' Cherie Currie, Lovin' Spoonful's John Sebastian, The B-52s' Kate Pierson, Charles Neville and David Bowie guitarist and bassist Earl Slick and Gail Ann Dorsey. Fighting early barriers of race, gender and sexuality in the music industry,and now ageism, the incredible women of Fanny are ready to claim their hallowed place in the halls of rock 'n' roll fame.

Arroe Collins
Play It Forward Episode 443 Patti Quatro And Brie Darling From Fanny The Right To Rock

Arroe Collins

Play Episode Listen Later Jun 8, 2022 7:03


This is Play It Forward. Real people. Real stories. The struggle to Play It Forward. Episode 443 with Patti Quatro and Brie Darling From Fanny. Sometime in the 1960s, in sunny Sacramento, two Filipina-American sisters got together with other teenage girls to play music. Little did they know their garage band would evolve into the legendary rock group Fanny, the first all-women band to release an LP with a major record label (Warner/Reprise, 1970). Despite releasing 5 critically-acclaimed albums over 5 years,touring with famed bands from SLADE to CHICAGO and amassing a dedicated fan base of music legends including David Bowie, Fanny's groundbreaking impact in music was written out of history... until band mates reunite 50 years later with a new rock record deal. With incredible archival footage of the band's rocking past intercut with its next chapter releasing a new LP today, the film includes interviews with a large cadre of music icons, including Def Leppard's Joe Elliott, Bonnie Raitt, The Go-Go's Kathy Valentine, Todd Rundgren, The Runaways' Cherie Currie, Lovin' Spoonful's John Sebastian, The B-52s' Kate Pierson, Charles Neville and David Bowie guitarist and bassist Earl Slick and Gail Ann Dorsey. Fighting early barriers of race, gender and sexuality in the music industry,and now ageism, the incredible women of Fanny are ready to claim their hallowed place in the halls of rock 'n' roll fame.

Arroe Collins
Play It Forward Episode 443 Patti Quatro And Brie Darling From Fanny The Right To Rock

Arroe Collins

Play Episode Listen Later Jun 8, 2022 7:03


This is Play It Forward. Real people. Real stories. The struggle to Play It Forward. Episode 443 with Patti Quatro and Brie Darling From Fanny. Sometime in the 1960s, in sunny Sacramento, two Filipina-American sisters got together with other teenage girls to play music. Little did they know their garage band would evolve into the legendary rock group Fanny, the first all-women band to release an LP with a major record label (Warner/Reprise, 1970). Despite releasing 5 critically-acclaimed albums over 5 years,touring with famed bands from SLADE to CHICAGO and amassing a dedicated fan base of music legends including David Bowie, Fanny's groundbreaking impact in music was written out of history... until band mates reunite 50 years later with a new rock record deal. With incredible archival footage of the band's rocking past intercut with its next chapter releasing a new LP today, the film includes interviews with a large cadre of music icons, including Def Leppard's Joe Elliott, Bonnie Raitt, The Go-Go's Kathy Valentine, Todd Rundgren, The Runaways' Cherie Currie, Lovin' Spoonful's John Sebastian, The B-52s' Kate Pierson, Charles Neville and David Bowie guitarist and bassist Earl Slick and Gail Ann Dorsey. Fighting early barriers of race, gender and sexuality in the music industry,and now ageism, the incredible women of Fanny are ready to claim their hallowed place in the halls of rock 'n' roll fame.

Arroe Collins
Play It Forward Episode 443 Patti Quatro And Brie Darling From Fanny The Right To Rock

Arroe Collins

Play Episode Listen Later Jun 8, 2022 7:03


This is Play It Forward. Real people. Real stories. The struggle to Play It Forward. Episode 443 with Patti Quatro and Brie Darling From Fanny. Sometime in the 1960s, in sunny Sacramento, two Filipina-American sisters got together with other teenage girls to play music. Little did they know their garage band would evolve into the legendary rock group Fanny, the first all-women band to release an LP with a major record label (Warner/Reprise, 1970). Despite releasing 5 critically-acclaimed albums over 5 years,touring with famed bands from SLADE to CHICAGO and amassing a dedicated fan base of music legends including David Bowie, Fanny's groundbreaking impact in music was written out of history... until band mates reunite 50 years later with a new rock record deal. With incredible archival footage of the band's rocking past intercut with its next chapter releasing a new LP today, the film includes interviews with a large cadre of music icons, including Def Leppard's Joe Elliott, Bonnie Raitt, The Go-Go's Kathy Valentine, Todd Rundgren, The Runaways' Cherie Currie, Lovin' Spoonful's John Sebastian, The B-52s' Kate Pierson, Charles Neville and David Bowie guitarist and bassist Earl Slick and Gail Ann Dorsey. Fighting early barriers of race, gender and sexuality in the music industry,and now ageism, the incredible women of Fanny are ready to claim their hallowed place in the halls of rock 'n' roll fame.

Católico PodCast
Quatro coisas Jesus pede ao Pai por nós | (Jo 17, 11-19) - Meditação da Palavra - Frei Gilson 01/06/22

Católico PodCast

Play Episode Listen Later Jun 1, 2022 7:57


Quatro coisas Jesus pede ao Pai por nós | (Jo 17, 11-19) - Meditação da Palavra - Frei Gilson 01/06/22 --- Send in a voice message: https://anchor.fm/jlio4/message

TSF - Mundo Digital - Podcast
Ontop Studios candidata a quatro Auggie Awards

TSF - Mundo Digital - Podcast

Play Episode Listen Later Jun 1, 2022


Esporte em Discussão
Bate-Pronto - 31/05/2022 - VITÓRIAS ELEVAM MORAL de Flamengo e Palmeiras; SPFC e Timão também têm SEMANA LIVRE!

Esporte em Discussão

Play Episode Listen Later May 31, 2022 120:42


O Bate-Pronto desta terça-feira falará sobre Flamengo, Palmeiras, São Paulo e Corinthians. Os quatro times terão uma rara semana livre para treinar já de olho nos jogos do fim de semana pelo Brasileirão. Mengão e Verdão, por sinal, venceram clássicos na última rodada e contam com mais tranquilidade para trabalhar.  See omnystudio.com/listener for privacy information.

Projeto Mayhem
Bate-Papo Mayhem 177 - Os quatro Verbos do Hermetismo - Com Delphos Ankh-Af

Projeto Mayhem

Play Episode Listen Later May 31, 2022 57:35


Bate-Papo Mayhem 177 - Com Delphos Ankh-Af - Os quatro Verbos do Hermetismo https://projetomayhem.com.br/ O vídeo desta conversa está disponível em: https://youtu.be/V7iJn-u0SRI Bate Papo Mayhem é um projeto extra desbloqueado nas Metas do Projeto Mayhem.  Todas as 3as, 5as e Sabados as 21h os coordenadores do Projeto Mayhem batem papo com algum convidado sobre Temas escolhidos pelos membros, que participam ao vivo da conversa, podendo fazer perguntas e colocações. Os vídeos ficam disponíveis para os membros e são liberados para o público em geral três vezes por semana, às terças, quartas e quintas feiras e os áudios são editados na forma de podcast e liberados duas vezes por semana. Faça parte do projeto Mayhem: https://www.catarse.me/tdc

Donas da P@#$% Toda
#133 - Quatro dias de trabalho, três de descanso: um sonho, uma estratégia ou só o capitalismo de máscara?

Donas da P@#$% Toda

Play Episode Listen Later May 31, 2022 59:11


Você deve ter visto por aí a notícia de que uma parte da população da Islândia reduziu de cinco para quatro os dias de trabalho, sem redução na produtividade ou nos rendimentos dos trabalhadores. Uma pulga se instalou atrás das nossas orelhas: seria isso uma tendência ou um delírio coletivo? Nossa rotina se estrutura a partir dos nossos trabalhos: sejam eles empregos formais ou um negócio. Quando nos apresentamos, o que somos se confunde com o que fazemos. É possível que a nossa persona profissional reduza sua importância em uma sociedade capitalista? Conversamos sobre tempo de dedicação às empresas, produtividade e ideologia do trabalho - além de capitalismo, sempre ele - com a sócia da 4CO, Thatiana Cappellano.Mais uma delícia de papo cheio de reflexões sobre a nossa sociedade e seus possíveis caminhos! :)------------------>> O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.>> Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf

ibab - igreja batista de água branca
Quatro compromissos para uma experiência religiosa saudável | Ed René Kivitz

ibab - igreja batista de água branca

Play Episode Listen Later May 30, 2022 51:05


Mensagem do dia 29 de maio de 2022 por Ed René Kivitz 85 Ibab, simplesmente Quatro compromissos para uma experiência religiosa saudável | Atos 4.32-5.11 www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais: www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir
Quatro compromissos para uma experiência religiosa saudável

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir

Play Episode Listen Later May 29, 2022 50:59


Por Ed René Kivitz. https://bbcst.net/A8183N

Frontier Ministries Podcast
Os Quatro Retratos de Jesus

Frontier Ministries Podcast

Play Episode Listen Later May 29, 2022 54:55


Pastor Abraão de Almeida, Ph.D., nos leva ao Tabernáculo, e como que desde o Êxodo já encontramos representações das mais diversas atuações de Jesus nas nossas vidas. Ouça, compartilhe e seja abençoado por essa Mensagem!

Arroe Collins Like It's Live
Patti Quatro And Brie Darling From Fanny The Right To Rock

Arroe Collins Like It's Live

Play Episode Listen Later May 29, 2022 6:50


A piece of music history that time shall never forget....

Arroe Collins
Patti Quatro And Brie Darling From Fanny The Right To Rock

Arroe Collins

Play Episode Listen Later May 29, 2022 6:50


A piece of music history that time shall never forget....

Medo e Delírio em Brasília
Dias 1.239 e 1.240 | “A dor foi instrumentalizada pelo Estado contra a nação” | 23 e 24/05/22

Medo e Delírio em Brasília

Play Episode Listen Later May 25, 2022 33:23


Aras partiu pra porrada; Quatro colunas brutais; Mix de insanidades; Mensalidades em universidades públicas. The post Dias 1.239 e 1.240 | “A dor foi instrumentalizada pelo Estado contra a nação” | 23 e 24/05/22 appeared first on Central 3.

Alemanha Cast
#118 Especial de aniversário: quatro anos

Alemanha Cast

Play Episode Listen Later May 20, 2022 69:00


Nosso podcast está de aniversário! Completamos quatro anos da publicação do primeiro episódio do Alemanha Cast. Episódio especial de aniversário – Quatro anos que passaram voando, tudo começou com a vontade de compartilhar os perrengues de mudar para a Alemanha. E agora, quatro anos depois, podemos falar que o podcast está bem mais estruturado e ajudando ainda mais pessoas. Gostaríamos de agradecer toda nossa equipe que ajuda esse projeto acontecer. E é claro que não poderia faltar nossos queridos parceiros que acreditam em nosso conteúdo e contribuem para que sigamos em frente. Além disso, não menos importante, são nossos queridos padrinhos, que aliás participaram desse programa. Convidamos os queridos padrinhos Victor, Gaby e Francine para contar algumas histórias inusitadas sobre a Alemanha. E você, gostou de ouvir essas histórias? Envie a sua para nós: podcast@alemanhacast.com.br. Que venham mais e mais anos de podcast! Tschüss! --Confira:Loja Alemanha Cast na Amazon: https://amzn.to/3MWA04xEnvie dinheiro para o exterior: https://wise.com/invite/u/thomasp519--Links úteis:Apoie o Alemanha Cast: https://alemanhacast.com.br/apoie/Feed no Telegram: https://t.me/alemanhacast/Grupo Stammtisch Telegram: https://alemanhacast.com.br/grupo-telegram-stammtisch/Acesse nosso site: https://alemanhacast.com.brFale conosco: https://alemanhacast.com.br/fale-conosco--Redes sociais: Canal no YouTube: https://www.youtube.com/c/AlemanhaCast/Siga-nos no Instagram: https://instagram.com/alemanhacast/

Gringolândia
Gringolândia #164 - Alan Kardec detalha conflitos na China e projeta volta ao futebol brasileiro: "Quatro possibilidades"

Gringolândia

Play Episode Listen Later May 19, 2022 97:36


Thiago Benevenutte e Felipe Schmidt recebem Alan Kardec para uma entrevista especial. O atacante conta sua experiência na China, os problemas de pagamento nos dois clubes que defendeu no país e também seus planos para o futuro. Ouça o episódio!

GE Atlético-MG
GE Atlético #195 - Galo só empata em Bragança e está a quatro jogos sem vencer no Brasileiro

GE Atlético-MG

Play Episode Listen Later May 12, 2022 33:30


Há pressão sobre Turco? Qual foi o peso da arbitragem em mais esse tropeço? Com Henrique Fernandes, Jaime Júnior, Fred Ribeiro, Marcelo Cardoso e Carol Leandro.

Ponte Aérea - André Boaventura e Camilo Pinheiro Machado
Ponte Aérea #245 - Teremos quatro jogos 7?

Ponte Aérea - André Boaventura e Camilo Pinheiro Machado

Play Episode Listen Later May 11, 2022 30:32


Pedro Maia e Raphael Roque dão um panorama das quatro séries semifinais de conferência da NBA, destacam o equilíbrio em três delas e analisam a missão (quase) impossível do Memphis Grizzlies para se manter vivo diante do Golden State Warriors. Dá o play!

Martinho Lutero Semblano
Quatro marcas que Timóteo herdou de sua mãe e de sua avó

Martinho Lutero Semblano

Play Episode Listen Later May 9, 2022 44:35


Quatro marcas que Timóteo herdou de sua mãe e de sua avó by Martinho Lutero Semblano

Portugalex
Quatro por semana

Portugalex

Play Episode Listen Later May 2, 2022 3:08


Celebridades no Estoril Open. O acordo pré-nupcial de J. Lo.

Rock N Roll Pantheon
What Difference Does It Make: Suzi Quatro Is Stumblin' In To Our Podcast

Rock N Roll Pantheon

Play Episode Listen Later Apr 25, 2022 42:02


Suzi Quatro has been rockin' for over half a century and is showing no signs of slowing down. As the recent documentary, Suzi Q, shows, she is still as passionate today about her music as the day she strapped on her bass guitar at the age of 14. We get into all of it, from her beginnings with the Quatro family band, The Pleasure Seekers, all the way to her latest album, The Devil In Me, playing and producing with her son, Richard Tuckey.Revisit the entire Suzi Quatro catalog with a free month of Amazon Music courtesy of your 80s music aficionados at What Difference Does It Make.We are a proud member of Pantheon Podcasts.

Rock N Roll Pantheon
What Difference Does It Make: Suzi Quatro Is Stumblin' In To Our Podcast

Rock N Roll Pantheon

Play Episode Listen Later Apr 25, 2022 43:32


Suzi Quatro has been rockin' for over half a century and is showing no signs of slowing down. As the recent documentary, Suzi Q, shows, she is still as passionate today about her music as the day she strapped on her bass guitar at the age of 14. We get into all of it, from her beginnings with the Quatro family band, The Pleasure Seekers, all the way to her latest album, The Devil In Me, playing and producing with her son, Richard Tuckey. Revisit the entire Suzi Quatro catalog with a free month of Amazon Music courtesy of your 80s music aficionados at What Difference Does It Make. We are a proud member of Pantheon Podcasts. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices