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Depois dos chapéus de sol, das bolas de Berlim e dos nudistas, as praias privadas aquecem o Verão. O enredo legal é de tal monta que se recomenda juntar um manual de Direito aos óculos de sol.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Das bolas de berlim aos nudistas, verão traz novas polémicas. Este ano as praias privadas exaltam ânimos. Afinal existem praias privadas ou estamos perante uma controvérsia política da época balnear?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um empreiteiro amigo, um tanque que afinal era uma piscina e agora um atrelado a aparecer onde não devia. Luís Neves está sob fogo num tempo que precedo os fogos mas poucos pedem a sua cabeça. Porquê?See omnystudio.com/listener for privacy information.
As polémicas sobre a casa, a piscina, as licenças e o caso do atrelado colocaram Luís Neves sob fogo. Ainda assim, há menos vozes a exigir a sua demissão do que a do seu colega da Educação. Porquê?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Graça recebida e graça repartida — esse é o teste real de qualquer conversão. No terceiro episódio da série Riqueza & Pobreza, a partir de Tiago 2:8-26, a mensagem coloca uma pergunta direta: o jeito como você administra seus recursos precisaria ser explicado pelo fato de você ser cristão? Ou é igual ao de qualquer não cristão?A raiz do problema não é falta de vontade — é o medo. Medo da morte econômica, medo de perder renda, medo de sair em desvantagem. O único poder capaz de libertar o cristão desse medo é a ressurreição de Jesus. Com Tiago 2, 2 Coríntios 8:9, Filipenses 2 e a virtude da fortitude na tradição cristã, o sermão mostra que uma fé autêntica precisa gerar uma conversão econômica real.⏱️ MARCAÇÕES:00:00 – Leitura de Tiago 2:8-26 e introdução05:24 – Graça recebida, graça repartida07:00 – A parábola do servo impiedoso11:37 – Conversão espiritual e conversão econômica16:11 – A lei da misericórdia vs. a lei da justiça23:03 – O custo real da salvação27:02 – O medo da morte como raiz da economia egoísta32:21 – Confissão: o medo de perder renda35:05 – 2 Coríntios 8:9 e Filipenses 238:07 – A fortitude: terceira virtude cardeal45:09 – Abraão, Isaque e Raabe47:40 – A história do teclado
A importância de ser um elo forte
Mikel Corrente, fundador y CEO de Purple Bite, se sienta con Marysabel Huston en La Clave Pop para hablar de cómo transformó la publicidad musical con un modelo de garantía o dinero de vuelta, poco común en la industria del PR. Corrente, oriundo de Maracay, Venezuela, lleva más de una década dirigiendo su agencia desde Los Ángeles, trabajando el año pasado con más de 650 artistas y cerca de 70 medios entre publicaciones grandes e independientes.En esta conversación, Mikel cuenta cómo pasó de tener un programa de radio de metal a los 14 años en Maracay, a editar audio para Warner Channel, hasta fundar su propia agencia con un tercio de las tarifas del mercado. Habla también de cómo la inteligencia artificial está cambiando el descubrimiento musical y por qué cree que esto, en realidad, le devuelve importancia a la prensa tradicional. Además, reflexiona sobre qué hace que un artista generado por IA nunca pueda reemplazar del todo la conexión emocional con la audiencia, y sobre qué profesiones de la industria musical están en mayor riesgo frente a esta tecnología.Cierra la conversación con una mirada esperanzadora hacia la nueva generación de la música venezolana — de Danny Ocean a Rawayana, de Elena Rose a Alleh y Yorghaki — y hacia la ciudad que podría convertirse en el próximo gran polo musical del país.
"Seu futuro depende de você." Essa frase está em todo lugar — comerciais de banco, músicas, redes sociais. Mas será que ela é verdadeira, ou é uma das causas da ansiedade que consome uma geração inteira?Neste episódio de conclusão da série O Evangelho Segundo Satanás, a partir do Sermão do Monte em Mateus 6, exploramos a diferença entre viver pela ansiedade do controle e viver pela esperança da ressurreição. Com diálogo entre teologia (Agostinho, Heschel, Kierkegaard), ciência (uma pesquisa publicada na Nature sobre ansiedade e incerteza) e a história de Abraão e Ló em Gênesis 13, a mensagem chega a uma conclusão simples: você não foi chamado a controlar o futuro, mas a confiar nele.⏱️ MARCAÇÕES:00:00 – Leitura de Mateus 6:19-34 e introdução05:45 – A ideologia da "futurofilia"10:01 – O que é o tempo? Agostinho e a eternidade24:17 – A ciência da ansiedade: pesquisa sobre incerteza38:33 – Abraão e Ló: olho bom, olho mau49:34 – Viver vs. sobreviver58:02 – A esperança da ressurreição
Riqueza e pobreza são temas que a Bíblia leva a sério — mas que raramente são abordados com profundidade e honestidade. Neste primeiro episódio da série Riqueza & Pobreza, iniciamos uma jornada de 16 episódios para construir uma teologia bíblica completa sobre dinheiro, generosidade, mordomia e desigualdade.A mensagem parte de uma constatação incômoda: o pecado da avareza é o mais oculto de todos. A partir de Provérbios 22, Salmo 104 e 1 Pedro 4, o sermão mostra que a economia de Deus não é capitalismo nem socialismo, mas uma economia da dádiva — onde tudo pertence ao Senhor e nós somos mordomos do que recebemos.⏱️ MARCAÇÕES:00:00 – Introdução e leitura bíblica05:00 – Por que falar de dinheiro na igreja é espinhoso08:30 – O pecado da avareza que ninguém confessa18:00 – Dois discursos religiosos sobre pobreza32:00 – Salmo 104: a generosidade de Deus na criação43:00 – Mordomia: administradores, não donos52:00 – A economia da dádiva e o exemplo de Zaqueu
A economia da graça é a ordem que Deus colocou no mundo — e ela é completamente diferente da lógica de escassez que o pecado instalou na nossa vida. No segundo episódio da série Riqueza & Pobreza, a partir do Salmo 104, a mensagem contrasta o Deus da Bíblia com os deuses do mundo antigo e mostra que Deus não cria por carência, mas por fartura que deseja doar.Com John Walton, C.S. Lewis e Calvino como interlocutores, o sermão percorre a queda, a economia da escassez, a vida eucarística e chega à conclusão de 2 Coríntios 8: Cristo sendo rico se fez pobre, para que pela pobreza dele nós nos tornássemos ricos. Quem entende essa graça não vive mais de mão fechada.⏱️ MARCAÇÕES:00:00 – Leitura do Salmo 104 e introdução04:16 – O que é economia da graça?07:08 – Os deuses do mundo antigo e a grande simbiose12:31 – O Salmo 104: um Deus completamente diferente17:37 – Deus abundante: o desperdício glorioso da criação28:41 – O jardim e a economia da graça original34:41 – O pecado e a economia da escassez38:56 – Graça retida é a desgraça do outro42:01 – Amor necessidade vs. amor doação46:04 – Deus radicalizou: o dom do Filho49:08 – 2 Coríntios 8 e a conclusão
A frase "você precisa se amar mais" parece inofensiva — mas será que ela tem base bíblica, ou é só um disfarce espiritual para um amor próprio mercantil e narcisista?Neste episódio da série O Evangelho Segundo Satanás, a partir da parábola do Bom Samaritano em Lucas 10, exploramos a diferença entre o amor eros (consumista, líquido, baseado em performance) e o amor ágape (que se entrega sem esperar nada em troca). Com diálogo entre teologia, cultura pop e pensadores como Santo Agostinho, Freud e Bauman, a mensagem chega a uma conclusão simples e radical: você só ama a si mesmo do jeito certo quando para de olhar para si e passa a olhar para Cristo.⏱️ MARCAÇÕES:00:00 – Leitura de Lucas 10:25-37 e introdução06:07 – A canção e o evangelho do amor próprio14:39 – O que é "amor" para o mundo pós-moderno25:38 – Snoop Dogg e o perigo do excesso de autoafeição29:47 – Ágape vs. eros: o que a Bíblia ensina32:25 – Santo Agostinho e o paradoxo do amor próprio44:29 – O Bom Samaritano e o verdadeiro próximo50:22 – O novo mandamento de Jesus
Certa vez, Cabrera Infante deu-se a oportunidade de passar algumas horas na presença do seu mito encarnado, esse ídolo que, depois de tanto nos instigar, vai cedendo com o passar dos anos à pressão, e revela as suas falhas, fendas. Assim, com o fito de fazer uma reportagem, este soberbo escritor cubano passou um dia inteiro com Hemingway a bordo do Pilar, o seu célebre iate, pescando ao largo da costa cubana. Muito mais tarde, numa entrevista concedida nos anos noventa, foi interrogado sobre o que lhe revelara essa experiência de proximidade, e se manteve para si o anseio de ser um escritor como Hemingway? A resposta dele veio-lhe numa mistura de blasfémia e mexerico, como quem estivesse a meio de uma abusada e dolorosa refeição, arrancando pedaços de carne aos ossos do próprio pai, cuspindo as partes que já enjoam, e é esta resposta que não admite desperdício: «Queria ser tão famoso como ele. E não porque o seu estilo ou as suas personagens me influenciassem. Era, antes, a sua maneira de viver, a forma como encarava a vida. Embora, naturalmente, com o passar do tempo, ache que ele fez aquilo que os escritores fazem com demasiada frequência. Espanta-me que dedicasse tanto tempo a empreendimentos fúteis. Refiro-me ao ritual de descer todos os dias, às onze da manhã, a Cojímar, subir para o barco e fazer-se ao largo, na Corrente do Golfo, para ver se conseguia apanhar o maior peixe que pudesse existir. Era pura paranóia. Não tinha absolutamente nada a ver com a vida real; tinha tudo a ver com a fantasia. Fui com ele no barco e achei aquilo horrivelmente aborrecido. Das seis da manhã às quatro da tarde, a única coisa que fazia era beber. Embebedava-se de vodka e acabava estendido no convés, incapaz de fazer fosse o que fosse durante o resto do dia, ou quase todo o resto do dia. Depois, de repente, levantava-se outra vez: o efeito da vodka tinha passado e regressava a Cojímar. Se aquilo era um modo de vida, acredite: eu não queria vivê-lo. Ou ir para África matar animais para apanhar uma disenteria medonha e passar dias com diarreia. Ou ir para Espanha atrás de toureiros. Estava verdadeiramente louco, disso não tenho a menor dúvida. E, ao mesmo tempo, vivia numa belíssima casa nos arredores de Havana, onde tinha tudo o que desejava: um pomar de frutas tropicais e uma biblioteca enorme. Ia a Havana ao volante de um Mercury descapotável e almoçava ou bebia no Floridita ou na Zaragozana. Isso não era mau; mas o resto da sua vida foi horrível. Há uma coisa que os escritores fazem muito: perder tempo. Faulkner imaginava-se um cavalheiro do Sul que tinha de caçar raposas todos os sábados. Nesse aspecto, os escritores europeus eram mais profissionais. Não consigo imaginar Joyce a caçar na Irlanda, nem a tentar pescar um espadarte no Canal da Mancha. Levou uma vida muito séria, coerente consigo próprio, com a família e com a sua obra. O único problema de Joyce era a sua atitude distante, a sua imensa vaidade e o facto de ser um bêbedo, como a maioria dos irlandeses. Beber também é uma forma lamentável de perder tempo.» Esta resposta mostra-nos como admiração e entusiasmo acabam por dar origem aos mais impiedosos venenos, neste caso um de sorte moral, em que se censura essa tremenda disponibilidade que faz de um escritor um ser que se passeia assobiando pelos limites, como se Cabrera Infante tivesse desenvolvido uma marca muito particular de ressentimento para os seus fins, não reconhecendo como perder tempo é o elemento crucial de qualquer literatura que não esteja absorvida por essas prioridades injuriosas com que o tempo nos reclama. «Talvez seja bom que o espírito do poeta se deixe penetrar, mais do que afadigar-se para penetrar», assinala Reverdy. Para se chegar a ter a sensação de que o eixo do mundo passa pelos rins de um tipo, como nos sugere Fondane, para sentirmos como alguns são capazes de puxar por essas linhas invisíveis e fazer delas as suas redes, temos de admitir que a literatura se faz com esse risco de desperdiçar dias a fio em troca de um sobressalto, uma cadência que nos lança para o exterior daquilo que habitualmente se encontra nos livros, resistindo à tentação de nos fornecer outros simulacros. Há um excesso de talentos afinados pela percepção daquilo que a época nos exige, mas, se queremos superar este modo de mendigar a nossa própria vida, ainda vamos ter de nos adiantar a nós próprios, evoluir descosendo o forro das nossas circunstâncias, atravessar essa tradição dos oprimidos, aprender alguma coisa com os danados, e chegar ao ponto de termos visto as vezes suficientes o filme todo, imagens sucessivas ardendo até que a retina seja forçada a refazer-se das suas cinzas, já difusa e indistinta nas margens, podendo ser útil essa investigação e velocidade sustida daquilo que preenche a escuridão de uma época como de uma sala, esse filme projectado num cinema e que, pelo seu carácter denso e absoluto, como nos diz Esther Kinsky, constitui sempre, para os espectadores, uma intervenção no curso do mundo. «A experiência de uma tal intervenção era partilhada por inúmeras pessoas, ainda que elas porventura jamais lhe atribuíssem essa designação. Era um processo cultural com que muitos estavam familiarizados, com os seus pequenos rituais, os seus iniciados, fâmulos, artífices e serventes, e que depois começou inexoravelmente a desmoronar-se.» A formação de um espírito crítico passa por partilhar uma mente comum, beneficiando-se dessa proximidade que nos torna aptos a adoptar os estímulos e as inquietações que estão presentes e que trazem um efeito de sobreposição que permite desdobrar o espaço entre nós de forma minuciosa como um horizonte infinito. Já é preciso muito só para se manter à tona do mastigar ruidoso da opinião corrente, safar-se aos catálogos nessa função detrimental proposta à circulação pelos tão ansiosos medíocres, esses que a todo o momento se empenham em garantir que nada de sobrenatural possa impor-se e humilhar essas obrinhas que nos atulham o cenário. Mas, afinal, «o que é o cérebro humano senão um palimpsesto imenso e natural?, interrogava-se Thomas de Quincey… «O meu cérebro, tal como o teu, leitor, é um palimpsesto…» Ora, isto não pode ser outra coisa senão uma proposição maravilhosamente prometedora, pela possibilidade de se prosseguirem essas investigações que, libertando-se das restrições do real, dos modos caquéticos datal reportagem universal, nos façam trepar as árvores que cada um desenha à medida das suas necessidades, do seu fôlego, para se encontrar diante dos frutos da luz dessa orfandade encontrada na vazia e improvável imensidão das coisas. E não devemos enganar-nos a este respeito, pois a ficção é essencialmente um atributo e uma arte de órfãos, dos seres que se sentem de algum modo desencontrados, obrigados a estudar esta luz fodida que nos persegue pelas cidades onde nos deixámos ver nas posições mais degradantes, essa luz que parecia ter-nos arrancado as pálpebras, que à menor coisa nos fez chorar sem termos uma justificação atendível, enquanto nos escondíamos nesses autocarros e aos círculos pelos subúrbios onde zanzávamos sem poder demorar-nos demasiado em territórios que nunca eram os nossos, zonas hostis, com dificuldade em respirar à vista de todos, esse ar imundo que nos fazia sentir como uma peça solta, perdida, e a ficção surgia aos poucos como um aproveitamento dessas reservas insólitas, a longa marcha de um pesadelo a outra coisa. Se este tempo arrasta com ele a sensação de um relatório redigido depois dos eventos, um arrazoado em tom monocórdico, liso, inapelável, o modo mais impassível, inerte de se prestar contas, sem corrigir nem emprestar qualquer cor, ameaçar um contorno de emoção, os ficcionistas trabalham para infundir a realidade de um sonho mínimo, mas no qual vão empenhando toda a sua obstinação, viajando de um lugar a outro, produzindo algo mais forte, alheio às imediatas confissões, um longo exame que nos livra desta ambiente de anedota, dessas frases vazias gravadas no ar, como se inventassem um tom muito específico de azul, algo que só pode ser concebido através do «suspiro de uma cabeça guilhotinada» (Bolaño). No fundo, não basta ao escritor perder dias a fio, tornar-se um odioso meliante, gastar todo o seu tempo para abrir covas à volta da realidade, enlouquecendo com a nostalgia do não vivido, isto para mergulhar nessas zonas que se desprendem do resíduo que nos adormece os órgãos sensíveis. Ou talvez estejam submersos na mesmíssima matéria que os demais, mas dá a sensação que se tornam eles mesmos o fundo da época, traduzem toda a pressão, enfrentam seja o que for em apneia, ao passo que outros desenvolvem guelras e uma desenvoltura tremenda nas águas mais turvas. Alguém constatando este estado de coisas, ainda se dispunha a açular os elementos, e pedia que fossem gastos de uma vez todos os valores de produção reservados a este ambiente de catástrofe… «Que sangre tudo, infinitamente –/ e mal aos nossos lábios venha/ seja espuma, ouro, água». E talvez faça parte da atitude poética querer ir ao encontro do pior. Neste episódio, e a benefício de uma composição menos solvente, a Filipa Martins veio deixar-nos algumas pistas em relação a esse paciente ofício de se recolher as migalhas da memória sem se servir delas para apresentar uma vulgar queixa. Habituada a reconhecer as diferenças de pressão nos vários níveis de profundidade (ou superficialidade) do nosso meio literário, cultural ou mediático, quisemos sonhar para estes dias as pegadas luminosas que lhe possam ser assentadas e também descobrir certas fugas nesse passado que se abre como uma vertigem ao ser possível reconhecer o dom e a maldição daqueles que sempre se atribuíram um dever de deslumbrar (leia-se, assombrar e, até, importunar os demais).
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Keir Starmer é o sexto primeiro-ministro a sair antes de tempo desde que o Reino Unido votou o Brexit, sinal de uma crise que pode não ir além da escolha rápida do seu sucessor, por certo Andy BurnhamSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Keir Starmer é o sexto governante a cair pós-Brexit, sinal duma crise que poderá extinguir-se depressa se a escolha do novo líder for célere, sendo o provável sucessor Andy Burnham.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O sucesso ou insucesso das negociações de paz que estão a decorrer na Suíça entre o Irão e os Estados Unidos depende afinal de actores que não se sentam à mesa das conversações: Israel e o Hezbollah.See omnystudio.com/listener for privacy information.
As negociações de paz estão a decorrer na Suíça. Mas afinal o desfecho das conversas entre o Irão e os Estados Unidos depende de actores que não estão na mesa de conversações?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Evangelho segundo satanás, parábola do fariseu e do publicano, pregação sobre a graça de deus, estudo lucas 18, o perigo da autoestima, pregação sobre orgulho, justificação pela fé, sermão cristão 2026, mensagem sobre religiosidade, o fariseu e o publicano pregação, falsa religião, timothy keller, o médico e o monstro, palavra de deus para hoje, pregação evangélica 2026, o engano do merecimento, graça escandalosa, jesus e os fariseusNós vivemos em uma cultura que exalta a autoestima e nos convence diariamente de que "nós merecemos" as melhores coisas da vida. Mas e se o seu desejo de ser uma "boa pessoa" for exatamente o que está te afastando de Deus? Neste sermão da série Evangelho Segundo Satanás, mergulhamos na Parábola do Fariseu e do Publicano (Lucas 18) para desmascarar a perigosa ilusão da religião baseada no mérito.Descubra como o esforço para provar o seu próprio valor gera apenas duas coisas: arrogância para oprimir os outros ou insegurança crônica. Através de um choque de realidade com a literatura clássica (O Médico e o Monstro), somos lembrados de que somos muito piores do que imaginamos, mas através da obra de Cristo, somos infinitamente mais amados do que ousamos sonhar. A Graça de Jesus é escandalosa e subverte toda a lógica humana. Assista até o final e entenda por que o único homem que realmente "merecia" decidiu descer ao nosso lugar para nos justificar.
A trégua dá tempo a Trump e ao Irão. O presidente dos EUA garante petróleo e o Estreito de Ormuz livre. Mas apesar de celebrada, todos sabem que a guerra pode voltar a qualquer momento.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta trégua é demasiado frágil para festejar ou pode ser o princípio da reconfiguração do Médio Oriente?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Go Crentes! Go! No Podcrent de número 147, Jonatha Zimmer e Tamyres Palma recebem os amigos Rodrigo Quintã, Douglas Araújo e Tamiran para falar sobre como a igreja pode ser um lugar de resistência e comunidade frente ao mundo que promove o individualismo. Neste Podcrent, pense a igreja como um grande almoço de domingo, perceba o privilégio de ter música ao vivo todo fim-de-semana, descubra o prazer do calendário litúrgico e se permita discordar, concordar e conviver com todas as diferenças de um corpo . PARTICIPANTES: – Jonatha Zimmer – Tamyres Palma – Rodrigo Quintã – Douglas Araújo – Tamiran COISAS ÚTEIS: – Duração: 01h44m30s – Feed do Crentassos: Feed, RSS, Android e iTunes: crentassos.com.br/blog/tag/podcast/feed. Para assinar no iTunes, clique na aba “Avançado”, e “Assinar Podcast”. Cole o endereço e confirme. Assim você recebe automaticamente os novos episódios. CITADOS NO PROGRAMA: – Igreja Batista do Prado – Música “De Todas as Tribos” de Guilherme Kerr – Anglicana Porto – Salmos – Cantares – Música “Devolva a Minha Igrejinha” de Calmará e Cesar Mc – O golpe do “Detox Vacinal” – Álbum “O Grande Banquete” de Marco Telles – Série de pregações “Mordomia Cristã” da PIB Campinas – Lecionário – Livro “Liturgia do Ordinário” de Tish Warren – Série de pregações “Meu Caro Amigo” da A Casa da Rocha – App Ordo – Pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil 2024” – Série de pregações “Romanos” da Igreja Bastista do Prado – Livro “Lendo Romanos com John Stott” – App YouVersion – App Lectio365 – Livro “Surpreendido Pela Esperança” de N. T. Wright – Livro “Como Deus se Tornou Rei” de N. T. Wright – Podcast “Arquitetura, Liturgia e Espaços de Fé | Podcrent 141 (com Pra. Cynthia Muniz e Marcio Lima) – Podcast “Novas Histórias de Retiro (Não Existe Amor em SP) | Podcrent 86 – Livro “O Pequeno Príncipe” de Antoine de Saint-Exypéry – Canal Teologueiros – Site “Caminho Anglicano” – Podcast “diário de um artista meia boca” – Canal do Tamiran no YouTube – Podcast “Quaresma | Telescópio 161 – Podcast “Oração da Noite | Da Prateleira 74” TRILHA SONORA DO PROGRAMA: – “Comunhão” de Kléber Lucas – “Amor que nos faz um” de Palavrantiga – “Um” de Crombie – “Mesa” de Thiago Arrais – “Gente Aberta” de Erasmo Carlos – “Oração” de Coletivo Candiero – “Vinho e Pão” de Vencedores Por Cristo – “Ajuntamento” de Jorge Camargo – “E vamos a luta” de Gonzaguinha GRUPOS DE COMPARTILHAMENTO DA CRENTASSOS: – WhatsApp – Telegram JABÁS: REDES SOCIAIS: Críticas, comentários, sugestões para crentassos@gmail.com ou nos comentários desse post. OUÇA/BAIXE O PROGRAMA:The post Contra-Corrente: a igreja como resistência ao individualismo | Podcrent 147 appeared first on Crentassos Produções Subversivas.
A Europa promove um crescimento das regiões mais pobres distribuindo fundos que na verdade são uma armadilha que mantém a pobreza. Nuno Palma, professor em Manchester, quer que acabem. Será possível?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os fundos que a Europa distribui para promover o crescimento das regiões mais pobres funcionam como uma armadilha que perpetua a sua pobreza. Nuno Palma, professor em Manchester, defende que acabem.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Os fundos que a Europa distribui para promover o crescimento das regiões mais pobres funcionam como uma armadilha que perpetua a sua pobreza. Nuno Palma, professor em Manchester, defende que acabem.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Reino Unido perdeu o ministro da Defesa, Alemanha e França desistiram da construção de um novo avião de caça, regressam as tensões entre “frugais” e “gastadores” na União Europeia. Borrasca à vista?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com a demissão do ministro britânico, o fim do caça franco-alemão e as tensões orçamentais na UE, multiplicam-se os sinais de crise. Estará o mau tempo a caminho?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O primeiro 10 de Junho do Presidente Seguro foi nos Açores, mas foi Miguel Monjardino que se ocupou da reflexão sobre a situação internacional, num discurso onde alertou para “a grande ruptura”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
António José Seguro foi aos Açores para o primeiro 10 de Junho enquanto Presidente. Entre os discursos destaca-se o de Miguel Monjardino sobre a situação internacional com alerta à "grande ruptura".See omnystudio.com/listener for privacy information.
A melhor forma de matar uma reforma em Portugal é sugerir que ela favorece a corrupção e é o que está a suceder na discussão sobre a reforma do Tribunal de Contas. Receios reais ou ameaça imaginária?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Portugal perdeu Olivença há 225 anos e há mais de 200 que Espanha se comprometeu a devolvê-la, mas isso nunca aconteceu. Será que algum dia vai acontecer, ou o melhor é reconhecer a situação de facto?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com mais de 4 anos de combates, a guerra da Ucrânia saiu das manchetes mas não parou, havendo sinais de que a Rússia está a recuar com Putin cada vez mais paranóico. Será que podemos estar optimistas?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O desfile de 9 de maio não teve tanques e contou com tropas norte-coreanas para engrossar os números. Depois de os ucranianos terem ganhado terreno no Donbass, é cedo para falar de viragem na guerra?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um hantavírus num cruzeiro, depois um norovírus noutro. Regressaram em poucos dias palavras esquecidas desde a pandemia. Seis anos depois da Covid-19, devemos preocupar-nos ou manter a tranquilidade?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com poucas possibilidades de acordo em temas como as guerras na Ucrânia e Irão, Trump e Xi deverão centrar-se na agenda económica tentando ultrapassar tensões vividas aquando do anúncio das tarifas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Trump e Xi encontram-se em Pequim e ambos sabem que têm de cooperar apesar dos interesses contraditórios. O que esperar desta cimeira em que os dois líderes chegam menos fortes do que gostariam?See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio 55 do Giro Histórico, o historiador Anderson Couto nos traz uma história profundamente simbólica e emocionante sobre as marcas da escravidão no Brasil. Você já imaginou uma árvore centenária que guarda em seu interior uma prova material da violência do passado? Em Cabo Verde, no sul de Minas Gerais, pesquisadores confirmaram uma lenda local que atravessou gerações: uma paineira imponente que, ao crescer, "engoliu" as correntes de ferro usadas para prender pessoas escravizadas. O que antes era um instrumento de tortura e sofrimento, hoje está fundido ao tronco da árvore, transformando-a em um monumento vivo e natural à memória e à resistência. Acompanhe os detalhes dessa descoberta arqueológica e o debate sobre a importância de preservar esses espaços de memória para confrontar o apagamento histórico da escravidão. E para encerrar, temos uma Dica do Giro especial vinda diretamente de um dos nossos apoiadores, o André Santos. Ele nos apresenta a série Undone, uma animação em rotoscopia que explora as fronteiras da percepção e da realidade, conectando-se de forma surpreendente com os temas do nosso episódio anterior. Artes do Episódio: Augusto Carvalho Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo DICA DO GIRO Undone - https://x.gd/B1z9B MATERIAL COMPLEMENTAR G1. Detector de metais identifica possível corrente da escravidão dentro de árvore centenária em MG - https://x.gd/ok0Bw Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #55 A árvore e a corrente da escravidão. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Anderson Couto e André Santos [S.l.] Fronteiras no Tempo, 12/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66949&preview=true Expediente Produção Geral, Host e Edição: C. A. Arte do Episódio: Augusto Carvalho Trilha Sonora Museum of Moments Start Vacuum – Karneef Lake Jupiter - John Patitucci The Empty Moons of Jupiter - DivKid What If So Then – Karneef Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio 55 do Giro Histórico, o historiador Anderson Couto nos traz uma história profundamente simbólica e emocionante sobre as marcas da escravidão no Brasil. Você já imaginou uma árvore centenária que guarda em seu interior uma prova material da violência do passado? Em Cabo Verde, no sul de Minas Gerais, pesquisadores confirmaram uma lenda local que atravessou gerações: uma paineira imponente que, ao crescer, "engoliu" as correntes de ferro usadas para prender pessoas escravizadas. O que antes era um instrumento de tortura e sofrimento, hoje está fundido ao tronco da árvore, transformando-a em um monumento vivo e natural à memória e à resistência. Acompanhe os detalhes dessa descoberta arqueológica e o debate sobre a importância de preservar esses espaços de memória para confrontar o apagamento histórico da escravidão. E para encerrar, temos uma Dica do Giro especial vinda diretamente de um dos nossos apoiadores, o André Santos. Ele nos apresenta a série Undone, uma animação em rotoscopia que explora as fronteiras da percepção e da realidade, conectando-se de forma surpreendente com os temas do nosso episódio anterior. Artes do Episódio: Augusto Carvalho Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo DICA DO GIRO Undone - https://x.gd/B1z9B MATERIAL COMPLEMENTAR G1. Detector de metais identifica possível corrente da escravidão dentro de árvore centenária em MG - https://x.gd/ok0Bw Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #55 A árvore e a corrente da escravidão. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Anderson Couto e André Santos [S.l.] Fronteiras no Tempo, 12/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66949&preview=true Expediente Produção Geral, Host e Edição: C. A. Arte do Episódio: Augusto Carvalho Trilha Sonora Museum of Moments Start Vacuum – Karneef Lake Jupiter - John Patitucci The Empty Moons of Jupiter - DivKid What If So Then – Karneef Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Não houve acordo na Concertação Social e agora o Governo enfrenta uma nova greve geral e um Parlamento pouco acolhedor. Não houve luz verde do Tribunal Constitucional e a mudança na lei da nacionalidade ficou a meio, com uma ajuda do Presidente da República que impôs uma condição. Não houve ainda reforma do SNS, mas a ministra voltou a prometer uma parte dela na última semana, recebendo mais críticas do setor. Afinal, este Governo será mesmo reformista? Ou não consegue ou não está ser capaz? E ainda vai a tempo? Este episódio tem comentários de Martim Silva, Eunice Lourenço e Rita Dinis. A moderação é de David Dinis, sonoplastia de Salomé Rita e ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os eleitores continuam a desertar dos velhos partidos e deram a vitória aos nacionalistas de Nigel Farage. O que se está a passar com a governabilidade das nossas democracias?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Não houve luz verde na Concertação Social, a UGT continuou na sua intransigência, pelo que a reforma laboral segue para o Parlamento sem acordo e numa altura em que o Chega faz exigências irrealistas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sem surpresas de última hora, a última reunião da concertação social terminou sem acordo. O pacote laboral segue para a AR com o Chega a fazer exigências irrealistas. Há futuro para esta reforma?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com os olhos postos no Irão e na administração Trump falamos pouco de política nacional mas ela existe e move-se. Das escolhas de Seguro às votações no Parlamento, como estão os equilíbrios do regime?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ontem foi um dia cheio para a política nacional. Entre a não eleição de Tiago Antunes para Provedor de Justiça e os nomes indicados por Seguro para Conselheiros de Estado. Que balanço se pode fazer?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Barcos americanos a passar por Ormuz, negociações fracassadas em Islamabad, negociações iniciadas em Washington, o habitual nervosismo dos mercados. Será possível ver além deste “nevoeiro da guerra”?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os ficheiros do caso Carlos Castro é o novo Podcast Pus do Observador e leva-nos a debater como se decide se estamos perante um criminoso ou um doente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ninguém diria há pouco mais de dois anos que o PS passaria de uma maioria absoluta a terceiro partido, mas o certo é que nesta nova condição os socialistas ainda procuram perceber o que lhes aconteceuSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O PS conseguiu passar de uma maioria absoluta a terceiro partido. Com mais um congresso à porta, conseguirão os socialistas resolver todos os problemas que foram acumulando com o passar dos anos?See omnystudio.com/listener for privacy information.