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mercosul

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the news ☕️
A aliança de Milei com Flávio, fusão Paramount-Warner travada, novo primeiro-ministro do RU e mais

the news ☕️

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 14:54


Bom dia! ☕Para descobrir como contar com atendimento Santander Empresas clique aqui.As roupas com tecido tecnológico da Insider estão aqui.Garanta seus ingressos para o seis&seis aqui.No episódio de hoje:

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 20/07/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: Início das convenções partidárias / EUA intensificam ataques ao Irã

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 302:16


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (20): A partir desta segunda-feira (20), os partidos políticos podem realizar as convenções partidárias para definir os candidatos que disputarão as eleições de 2026. O prazo para a realização das convenções vai até 5 de agosto. Nessa etapa são definidas as chapas para deputado estadual, deputado federal, senador, governador e presidente da República. Após a escolha dos nomes, os partidos têm até 15 de agosto para registrar as candidaturas na Justiça Eleitoral, e a campanha eleitoral começa oficialmente no dia 16 de agosto. As eleições serão realizadas em 4 de outubro. Reportagem: André Anelli. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega ao recesso parlamentar com pelo menos 23 derrotas consideradas relevantes no Congresso Nacional desde o início do terceiro mandato. O cenário para os próximos meses é visto como mais desafiador, já que o calendário eleitoral reduzirá o período de votações no Legislativo. A diminuição das sessões pode dificultar o avanço de propostas prioritárias do Palácio do Planalto, como a PEC que prevê a redução da jornada semanal para 40 horas e o fim da escala 6x1. Desde 2023, o governo enfrentou derrotas em votações, derrubada de vetos, projetos sem apoio suficiente, perda de espaço político e a rejeição de uma indicação ao Supremo Tribunal Federal. Reportagem: André Anelli. Os Estados Unidos condicionaram a redução das tarifas impostas sobre produtos brasileiros à concessão de benefícios comerciais e de regulações favoráveis a empresas americanas. A sinalização indica que uma eventual diminuição do chamado tarifaço dependerá de negociações entre os dois países e da adoção de medidas que atendam às demandas apresentadas pelo governo dos Estados Unidos. Reportagem: Talita Souza. O Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos realizou uma nova série de ataques contra o Irã, no nono dia consecutivo de bombardeios. A ofensiva teve como alvo instalações militares e centros de comando, em resposta à morte de três militares americanos. Os EUA também reforçaram sua presença militar no Oriente Médio, enquanto Donald Trump afirmou que o Irã foi atingido de forma "muito dura". Reportagem: Luca Bassani. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) negou, por maioria, o novo pedido de habeas corpus apresentado pela defesa da advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra. Presa preventivamente por suspeita de participação em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC, investigado na Operação Vérnix da Polícia Civil de São Paulo, Deolane permanece na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista. A defesa solicitava a transferência para uma Sala de Estado-Maior ou a concessão de prisão domiciliar, mas a relatora do caso, desembargadora Renata William Rached Catelli, entendeu que, como a inscrição de Deolane na OAB está suspensa, ela não tem direito à Sala de Estado-Maior. Reportagem: David de Tarso. As exportações brasileiras para a União Europeia cresceram US$ 2 bilhões nos meses de maio e junho, os dois primeiros meses após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e o bloco europeu, segundo levantamento da ApexBrasil. A alta foi de 26% em comparação com o mesmo período de 2025. No acumulado do primeiro semestre, as vendas do Brasil para a União Europeia chegaram a US$ 26,9 bilhões, um aumento de US$ 3 bilhões, ou 12,8%, em relação ao mesmo período do ano anterior. As plataformas digitais que operam no Brasil têm até esta segunda-feira (20) para se adequar às novas regras de fiscalização e responsabilização previstas no decreto 12.975 de 2026, publicado em maio pelo governo federal. A norma regulamenta a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que restringiu a aplicação do artigo 19 do Marco Civil da Internet e ampliou as obrigações das empresas no combate a conteúdos criminosos. Jess Peixoto e Lucas Mehero comentaram. Reportagem: Marco Viana. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Economia
Tarifas dos EUA empurraram Brasil para outros parceiros comerciais, mas dependência chinesa preocupa

Economia

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 5:32


A instabilidade do comércio com os Estados Unidos desde a volta de Donald Trump à Casa Branca reduziu a fatia das exportações brasileiras para o país ao menor patamar em 200 anos, mas impulsionou a diversificação de parceiros. O choque provocado por Trump também serviu de alerta para os riscos da dependência de um número limitado de grandes compradores – a começar pela China, destino de 31,5% dos produtos vendidos pelo Brasil. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O impacto do vai e vem das tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos ainda está sendo assimilado pelos setores não beneficiados por isenções. Muitos haviam estruturado suas cadeias produtivas em torno do mercado americano, como o de metais, da madeira e de diversas manufaturas. "No setor de café solúvel, 50% da exportação brasileira ia para os Estados Unidos. Eles aumentaram as vendas para outros destinos, mas mesmo assim a participação era muito grande. A mesma coisa ocorre com aço, alumínio e cobre", explica Welber Barral, especialista em comércio internacional com vasta experiência na pasta. "Os Estados Unidos eram um grande comprador há muitas décadas, então você não consegue diversificar imediatamente. Para os calçados, por exemplo, os EUA não são um grande destino para o setor como um todo, mas algumas empresas em particular dependiam muito do mercado americano", observa. As barreiras comerciais prejudicam também os importadores. Grandes empresas como Coca-Cola e Tesla sinalizaram que não é tão simples substituir o café, o suco de laranja e os metais raros que costumavam comprar do Brasil com tarifas baixas. O consumidor americano acaba pagando essa conta. A confiança abalada acelera o afastamento Do lado dos parceiros do país, a confiança sai abalada. “No caso do Brasil, a consequência imediata é apressar um divórcio ou um processo de decoupling que já está sendo feito nos últimos 20 anos. É claro que a conjuntura afeta, mas é a continuação de uma tendência de um país que era o maior parceiro comercial brasileiro em muitas décadas, e que deixou de ser e vem em queda constante”, salienta Carlos Frederico Coelho, professor de comércio internacional da PUC Rio. "O tarifaço não inaugurou esse movimento, mas ele certamente o acelera.” Os anúncios intempestivos de Trump amplificaram no mundo um movimento de abertura de novas parcerias e intensificação das existentes. Desde 2025, junto com o Mercosul, cinco frentes avançaram para o Brasil: os acordos comerciais com a União Europeia, o EFTA (Noruega, Suíça, Liechtenstein e Islândia) e Singapura foram fechados, além da abertura de negociações com o Japão e a reativação diplomática para a conclusão das tratativas com Emirados Árabes Unidos, Canadá, Índia, Vietnã e Indonésia. O resultado é que, até 2024, apenas 12% das exportações brasileiras eram cobertas por acordos comerciais, e a parcela subiu para 31%. No ano passado, os números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) confirmam a diversificação, com recordes de exportações para 42 países. A Alemanha, por exemplo, se consolidou como a quarta maior parceira e pretende dobrar as trocas com o Brasil nos próximos cinco anos. “Um efeito indireto e provavelmente não desejado por Trump foi o aumento desses acordos do Brasil e de vários outros países, para tentar diversificar do mercado americano. E não é só o Mercosul”, sublinha Welber Barral, ex-secretário brasileiro de Comércio Exterior. “Se você olhar, países como Indonésia avançaram muito em novos acordos. A própria União Europeia avançou no acordo com a Índia”, aponta. O risco chinês  A queda de 6,6% nas importações do Brasil pelos Estados Unidos foi compensada pelo aumento equivalente para a China e a Argentina, respectivamente o primeiro e o terceiro principais parceiros comerciais do Brasil. Hoje, Pequim absorve quase um terço das exportações brasileiras. "Diversificar é um pouco mais complexo do que se fala. O que preocupa nas trocas comerciais com a China é que, quando você analisa essa pauta, quase 90% está concentrado em quatro produtos: carnes, minério, soja e petróleo”, adverte Coelho. "Isso deveria nos assustar, porque se a China desacelerar, o Brasil vai sofrer imensamente. Não é desejável, para países tão distantes, que o Brasil tenha 30% das exportações indo para um só país." Barral concorda com os riscos dessa nova dependência, mas pondera que as trocas com os países asiáticos em geral também estão em alta, a exemplo da Índia, Indonésia e Vietnã. "Outros países asiáticos também podem se tornar grandes importadores no futuro, principalmente de commodities agrícolas”, afirma.

Argus Media
Falando de Mercado: fertilizantes sustentáveis no Mercosul

Argus Media

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 6:39


  O Mercosul vem tentando reduzir sua dependência de fertilizantes importados, ao mesmo tempo em que abre espaço para alternativas mais verdes. Para além da segurança do abastecimento, os países do bloco se movem em direção a fertilizantes de baixo carbono, inclusive aqueles produzidos com hidrogênio renovável. Saiba mais acompanhando a conversa entre Bruno Castro, responsável por precificação de fertilizantes na Argus em São Paulo, e Pamela Machado, responsável pela cobertura de hidrogênio de baixo carbono e derivados na Argus em Paris.   Os tópicos discutidos neste episódio incluem:  Consumo de fertilizantes pelo Brasil e dependência do produto importado Dinâmica de preços dos fertilizantes atrelada a combustíveis fósseis Vantagens e tecnologias de produção de fertilizantes sustentáveis  Avanço de projetos no Paraguai e Brasil Desafios de infraestrutura e regulamentação

O Assunto
Brasil x EUA: o apelo de Flávio Bolsonaro pela intervenção de Trump

O Assunto

Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 28:45


Convidado: Guilherme Casarões, cientista político, professor da Florida International University (EUA) e um dos coordenadores do Observatório da Extrema Direita. A investigação da "Seção 301" pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA concluiu que o Brasil mantém práticas desleais na economia – casos do Pix e da 25 de Março, centro popular de São Paulo. O resultado disso é a ameaça de taxar os produtos brasileiros em 25%. De um lado, o Ministério das Relações Exteriores enviou ao governo americano um documento para defender os interesses brasileiros e negociar uma solução. De outro, o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro também despachou aos Estados Unidos uma carta com algumas propostas para sensibilizar Trump e adiar a aplicação das tarifas – acontece que Flávio pediu para postergar o tarifaço por um prazo de 180 dias, ou seja, para depois das eleições, sob o argumento de que as taxas dariam vantagem política para o atual governo. Neste episódio, Natuza Nery entrevista o cientista político Guilherme Casarões, que fala diretamente dos Estados Unidos. Casarões analisa as propostas de Flávio Bolsonaro (que envolvem limitações ao Pix e à participação do Brasil no Mercosul) e avalia os ruídos que uma “diplomacia paralela” pode provocar em meio a uma negociação entre representantes dos Estados nacionais.

JR 15 Minutos com Celso Freitas
68ª Cúpula do Mercosul: quais os desafios para o futuro do bloco?

JR 15 Minutos com Celso Freitas

Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 14:46


A 68ª Cúpula do Mercosul ocorreu em um momento de profundas transformações no cenário político e econômico da América do Sul. Em meio à polarização ideológica, às disputas comerciais globais e à busca por maior integração regional, os líderes do bloco discutiram medidas para fortalecer o Mercosul, ampliar parcerias internacionais e enfrentar desafios comuns entre os países-membros. Quais são os impactos dessas decisões para o Brasil e para a região? E quais são as perspectivas para o futuro do bloco? Para responder a essas perguntas, o JR 15 Minutos conversa com Matheus de Oliveira, professor e especialista em Relações Internacionais.

Os Pingos nos Is
Michelle Bolsonaro deixa a presidência do PL Mulher

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 119:20


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (30):O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, tenta uma união entre Flávio Bolsonaro (PL), senador e pré-candidato à Presidência da República pelo partido, e Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama e esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na semana passada, Michelle divulgou um vídeo e relatou ter sido maltratada por Flávio, gerando conflito com a Família Bolsonaro. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) postou um vídeo polêmico que expõe o relato do ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho, sobre as festas extravagantes do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. No registro compartilhado, Garotinho detalha eventos repletos de excessos apelidados, citando a suposta presença de autoridades que dizem defender a família. A publicação foi amplamente interpretada como um míssil direcionado ao seu enteado, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O governo federal lançará, nesta quarta-feira (1º), o Plano Safra 2026/27 que oferecerá um total de R$ 525,1 bilhões em financiamentos para médios e grandes produtores. O governo confirmou os números nesta terça-feira (30). O montante é de R$ 9 bilhões a mais em recursos em relação à safra anterior. O pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) vai anunciar, nesta quarta-feira (1º), o candidato para vice-presidente de sua chapa. O nome mais cotado é de Gilberto Kassab, ex-prefeito de São Paulo e presidente do partido. Caiado foi questionado sobre quem será o vice de sua chapa, mas não confirmou. O nome de Kassab já vinha sendo ventilado desde maio. A oficialização ocorrerá em um evento em Brasília. A informação foi divulgada pelo jornal O Estado de S.Paulo e confirmada pela reportagem da Jovem Pan. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) discursou, nesta terça-feira (30), na cúpula do Mercosul e explicou o motivo de estar concorrendo à reeleição à Presidência da República. Segundo o petista, a presença na disputa é para garantir que o Brasil se mantenha como um país democrático. “Não é possível a gente imaginar irresponsáveis governando um país de 215 milhões de habitantes”, disse o presidente. O Tesouro Nacional divulgou, nesta terça-feira (30), que as dívidas públicas registraram um déficit de R$53,3 bilhões. A justificativa é de que a piora nas contas se deve ao aumento de despesas livres. A bancada do O Pingos Nos Is analisa os números. Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (28) mostra que a maioria dos brasileiros não se lembra em quem votou para cargos legislativos nas eleições de 2022. Apenas 23% dos entrevistados afirmam recordar o voto para senador, deputado federal e deputado estadual, enquanto a lembrança aumenta quando o assunto é a escolha para presidente, citada por 85% dos eleitores. Os senadores da oposição se articulam para votar com urgência o ensino domiciliar. A proposta, já aprovada pela Câmara dos Deputados em 2022, seguia parada no Senado Federal. O projeto libera que pais se tornem responsáveis pelas aulas. Breaking News: A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro oficializou por meio de uma carta, sua renúncia irrevogável à presidência nacional do PL Mulher após uma reunião tensa com o presidente do partido, Valdemar Costa Neto. O ponto de partida do afastamento foi o desgaste público e a troca de acusações com o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a quem Michelle acusou de desrespeito e humilhação em articulações partidárias.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

TV 247
bom-dia-247---lula-une-o-Mercosul;-michelle-rompe-de-vez-com-flávio-1.7.26

TV 247

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 208:36


bom-dia-247---lula-une-o-Mercosul;-michelle-rompe-de-vez-com-flávio-1.7.26 by TV 247

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 01/07/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: Eleição presidencial / Terremoto na Venezuela

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 302:43


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (01): Após entrevista ao programa Morning Show, da Jovem Pan, o pré-candidato à presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), afirmou ser o melhor candidato para enfrentar o atual presidente do Brasil nas eleições deste ano. Segundo Caiado, o país está cansado da polarização e dos ataques pessoais que regem a disputa eleitoral, e que seu nome traz uma base sólida de experiência e gestão para o cargo. Reportagem: Marcelo Mattos. Lideranças do Partido dos Trabalhadores articulam nos bastidores para garantir a indicação do primeiro suplente da chapa de Simone Tebet ao Senado por São Paulo. A estratégia leva em conta a possibilidade de Tebet voltar a ocupar um ministério em um eventual novo governo de Luiz Inácio Lula da Silva, caso ele seja reeleito. Nesse cenário, o suplente assumiria a cadeira no Senado. O partido também defende que a vaga seja ocupada por um nome ligado ao ex-ministro Fernando Haddad, pré-candidato ao governo paulista. Reportagem: João Vitor Revedilho. Durante a 68ª Cúpula do Mercosul, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que os países da região evitem “alinhamentos automáticos” com grandes potências e reforcem a autonomia política e econômica do bloco. O presidente afirmou que a América do Sul deve diversificar suas parcerias e proteger sua soberania em meio às tensões comerciais e geopolíticas. Lula também sugeriu ampliar o sistema brasileiro de transferências para os países do Mercosul como base para uma infraestrutura regional integrada. Reportagem: André Anelli. Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (1º) mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em eventual disputa de segundo turno no pleito presidencial. O chefe do Executivo registra 48,8% das intenções de voto, enquanto o parlamentar tem 42,3%. O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, se reúne nesta quarta-feira (1º) com parlamentares do governo e representantes de centrais sindicais para discutir a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. O texto, aprovado pela Câmara dos Deputados no fim de maio, aguarda o início da tramitação no Senado. Alcolumbre afirmou que a Casa fará uma análise detalhada da proposta antes de levá-la à votação em plenário. Reportagem: Raphaela Almeida. O estado de São Paulo registrou aumento no número de ocorrências de estupro entre janeiro e maio deste ano. Foram 6.500 notificações no período, contra 6.219 registradas no mesmo intervalo do ano passado. Apenas em maio, o estado contabilizou 1.320 casos, acima dos 1.183 registrados em 2025. Reportagem: Danúbia Braga. O número de mortos após os terremotos que atingiram a Venezuela subiu para 1.943, segundo o governo venezuelano. O balanço mais recente aponta ainda 10.571 feridos e 6.461 pessoas resgatadas com vida dos escombros. Uma estimativa da Organização das Nações Unidas indica que cerca de 50 mil pessoas ainda podem estar desaparecidas. Reportagem: Eliseu Caetano. A Polícia Civil do Distrito Federal concluiu a investigação sobre a arma apreendida em junho e não indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro. O relatório enviado ao Supremo Tribunal Federal aponta apenas o indiciamento do sargento do Exército Estácio Leite da Silva Filho por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Segundo a investigação, o militar teria transportado uma arma registrada em nome de Bolsonaro sem autorização formal e fora das regras previstas no Estatuto do Desarmamento. Em depoimento, Bolsonaro afirmou que o armamento permaneceu em sua residência após uma operação e alegou necessidade de proteção do local. Reportagem: Bruno Pinheiro. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Economia
Bordeaux branco? Tradicional região vinícola francesa se adapta para reagir a crise histórica

Economia

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 5:59


Os vinhos franceses de Bordeaux, conhecidos no mundo inteiro pelas garrafas que podem custar milhares de dólares, passam por uma profunda transformação, ditada pelo consumidor e por um comércio internacional instável. Carro-chefe da produção da região, as garrafas de tinto têm sido preteridas pelos compradores, que não apenas bebem menos, como se orientam para os brancos e espumantes. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A crise não é nova, nem exclusiva à região do sudoeste francês: desde o início da década, o setor enfrenta um recuo da produção, um reflexo da queda mundial do consumo da bebida, de 14% desde 2018. O atual nível de consumo de vinho se equipara ao de 1957. Ano após ano, o governo subsidia a derrubada de milhares de hectares de videiras em Bordeaux. Mais 10 mil hectares serão arrancados este ano, dando lugar a outras culturas agrícolas ou a uma transição para o vinho branco, tendência mundial nos últimos anos, tomado gelado ou misturado em coquetéis. A mudança representa uma quebra de paradigma para a tradicional região francesa. Bernard Farges, produtor e presidente do Conselho Interprofissional do Vinho de Bordeaux (CIVB), avalia que a parcela de vinhedos de brancos passará dos atuais 10% da região para até 30% no futuro, com foco em três uvas principais: sauvignon, sémillon e moscadelle. Espumantes e até vinho sem álcool Os tintos também passam por uma adaptação para ficarem mais leves e poderem ser servidos frescos, e a oferta de espumantes e até de vinho sem álcool, em crescimento no mundo, quase dobrou nos últimos cinco anos. “O futuro dos vinhos de Bordeaux envolverá, sem dúvida, uma área total de produção menor do que no passado. Embora os volumes devam diminuir, tanto para os grands crus quanto para as categorias de base, os vinhos em si serão muito mais acessíveis ao paladar: apresentarão, de modo geral, estrutura tânica menos acentuada e teores alcoólicos mais baixos, com maior ênfase nas notas frutadas”, explica Farges. “É o resultado de escolhas deliberadas na vinificação, concebidas para atender à demanda dos consumidores.” A transição se tornou um drama social na região. Milhares de pequenos produtores foram à falência; outros, herdeiros de uma tradição familiar à beira do colapso, se suicidaram. Para Jean-Marie Cardebat, economista especializado no setor, a cadeia demorou a reagir. “Falavam em educar o consumidor, esse tipo de coisa. Só que um consumidor não pode ser educado tão facilmente e você tem que saber do que ele gosta”, aponta o professor de Economia e Estratégia da Universidade de Bordeaux. “Estamos pagando o preço da demora na adaptação. Os tintos fortes (‘capiteux') não são o que interessa hoje. Bebe-se menos nas refeições, o que se quer são mais vinhos que possam ser bebidos com os amigos, à noite.” Exportações em queda e pressão climática O revés se amplificou com a despencada das compras da China, que chegou a ser a maior importadora, mas passou a produzir e incentivar a produção local de vinho. A guerra comercial de Donald Trump nos Estados Unidos, primeiro destino das exportações dos vinhos de Bordeaux, inflige mais um golpe duro aos châteaux franceses. Para completar o quadro negativo, as secas e altas temperaturas intensificadas pelas mudanças climáticas afetam as safras, ano após ano. Especialistas e historiadores do vinho evocam que o setor passa pela terceira maior crise da sua história, depois de uma grande praga dizimar os vinhedos no fim do século 19 e a depressão econômica de 1930. “Houve uma falta de visão estratégica em nível coletivo. Dava para ver que desafios protecionistas viriam”, avalia Cardebat. “Acredito que, há uns dez anos, deveríamos ter começado a explorar outros mercados e a adotar uma postura mais voltada para o futuro”, complementa. Mercosul abre nova frente  Os produtores respiraram aliviados com a conclusão do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, que representa uma nova oportunidade para o setor vinícola europeu. Em Paris, a proprietária da loja de vinhos Divvino, Marina Giuberti, nota que os grandes tintos de Bordeaux mantêm a preferência dos clientes brasileiros, mas eles demonstram abertura a experimentar as novas opções que a região oferece. “O nome de Bordeaux é fenomenal. Tem cliente que já chega falando que só ama Bordeaux, só quer Bordeaux, e só tintos”, afirma Marina Giuberti. “A região é muito conhecida pelos grands crus, vinhos com muitos prêmios, mas que na verdade representam apenas 4% de toda a produção. A gente tem 96% dos vinhos mais acessíveis e bacanas, com muitos brancos minerais ou frutados, e a qualidade é boa.” O professor de Economia da Universidade de Bordeaux faz questão de salientar que, apesar da crise, os grandes vinhos tintos da região sempre terão público. “Sempre haverá vinhos tintos complexos – assim como brancos, aliás. Não significa o desaparecimento do vinho como o conhecemos, o vinho complexo, que expressa cada terroir”, observa. “Trata-se simplesmente de uma mudança nos segmentos de mercado, com alguns deles passando a priorizar vinhos voltados para o grande público.”

Podcast Política - Agência Radioweb
"Ninguém é dono da América do Sul" defende Lula em discurso na cúpula do Mercosul

Podcast Política - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 2:16


O encontro em Assunção marcou o fim da presidência temporária do Paraguai no Mercosul e a transferência do comando do bloco para o Uruguai.

3 em 1
Lula manda recado para Trump em reunião do Mercosul

3 em 1

Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 120:33


No 3 em 1 desta terça-feira (30), o destaque foi que o presidente Lula (PT-SP) elevou a fervura diplomática ao rebater publicamente as recentes declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a influência de Washington no continente. A nova líder do governo, senadora Teresa Leitão (PT-PE), estreou no cargo em uma reunião na Residência Oficial com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). No encontro, a petista apresentou a cartilha de prioridades do presidente Lula (PT-SP), com destaque para a PEC do fim da escala 6x1. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF) vem resistindo fortemente aos apelos do presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto (PL-SP), para participar de uma agenda pública de reconciliação. Valdemar tenta usar o próximo grande encontro do PL Mulher para selar uma trégua e forçar uma foto de união com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O vice-presidente em exercício, Geraldo Alckmin (PSB-SP), e o ministro da Agricultura, André de Paula (PSD-PE), lançaram no Palácio do Planalto o Plano Safra 2026/2027, injetando o valor recorde de R$ 525,1 bilhões na agricultura empresarial. A Suprema Corte dos Estados Unidos impôs uma nova derrota políticas ao presidente Donald Trump ao derrubar, por 6 votos a 3, o decreto presidencial que tentava extinguir o direito automático à cidadania por nascimento. O governador Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) avançou nas negociações de bastidores para anunciar o ex-ministro Gilberto Kassab (PSD-SP) como seu candidato a vice-presidente. Confira os bastidores de João Vitor Revedelho. O ministro Gilmar Mendes tentou colocar panos quentes na crise interna do Supremo Tribunal Federal (STF) ao afirmar que as divergências na Segunda Turma "não representam desunião da Corte". Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

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Podcast Internacional - Agência Radioweb
Mercosul lança negociações com Japão e amplia rede de acordos

Podcast Internacional - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 5:53


Encontro acontece nesta terça no Paraguai.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.

PodCast IDEG
Resumo Semanal – 19/06/2026 – Irã–EUA, Brasil no G7, Cuba, pandemias, Mercosul–Japão e TIDM

PodCast IDEG

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 20:13


Conteúdo Brasil
Acordo de livre comércio do Mercosul com Singapura firmado em 2023 e estava parado foi aprovado e será promulgado

Conteúdo Brasil

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 2:11


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Conteúdo Brasil
Acordo de livre comércio do Mercosul com Singapura firmado em 2023 e estava parado foi aprovado e será promulgado

Conteúdo Brasil

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 1:57


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Podcast JR Entrevista
JR ENTREVISTA: ‘Soberania não pode ser afetada', diz Nelsinho Trad sobre terras raras

Podcast JR Entrevista

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 32:25


O convidado do JR ENTREVISTA desta quarta-feira (17) é o senador Nelsinho Trad, presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado. À jornalista Tainá Farfan, ele falou sobre os impactos econômicos das sobretarifas anunciadas pelos Estados Unidos, a importância estratégica das terras raras e as negociações para consolidar o acordo entre Mercosul e União Europeia.O senador manifestou preocupação com a possibilidade de as taxas sobre produtos brasileiros atingirem 37,5%, o que gera insegurança jurídica para os exportadores. Para Trad, o governo americano utiliza prazos de aplicação para forçar negociações, o que abre uma janela para a diplomacia brasileira. “Ainda tem tempo pra gente sentar, dialogar, ponderar e tentar reverter isso aí”, afirmou o parlamentar, defendendo que o presidente Lula promova uma reunião de alto nível com Washington.Um dos pontos centrais da entrevista foi o interesse dos EUA nos minerais estratégicos do Brasil como alternativa à dependência da China. O senador alertou que a pressão tarifária e a recente classificação de grupos criminosos brasileiros como organizações terroristas podem estar conectadas a esse interesse comercial. Nelsinho Trad defendeu a cooperação técnica para extração, mas com limites claros: “A soberania nossa não pode ser jamais afetada. Temos que utilizar a forma prática que eles têm da exploração disso para a gente poder produzir essa riqueza e que ela fique no nosso território.”Diante do cenário de protecionismo, Trad defendeu a abertura de novos mercados, destacando o acordo com a União Europeia, que abrange mais de 5.000 itens. Ele relatou reuniões com parlamentares europeus para desfazer preconceitos sobre o agronegócio brasileiro, prevendo um impacto positivo imediato com a redução de impostos em diversos setores. Segundo o senador, “um acordo quando ele é feito se pressupõe que é bom pros dois lados, senão não faz o acordo. Então a gente entende que tem tudo para ser bom pros dois lados. É um acordo de ganha ganha”.O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.

Fatos e Opiniões
PEC que reduz maioridade penal; Refinanciamento de dívidas rurais; Acordos do Mercosul

Fatos e Opiniões

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026


vidas mercosul acordos maioridade penal
Vida em França
"Estamos todos no mesmo Mundo, Terra, Pátria"- Álvaro Vasconcelos

Vida em França

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 40:47


Foi apresentado em finais de Maio em Paris, o terceiro e último volume do livro "Memórias em tempo de amnésia" de Álvaro Vasconcelos, especialista de relações internacionais e voz bem conhecida das nossas antenas. Nesta obra em três partes, o autor relata as épocas que atravessou, o salazarismo, o colonialismo português em África, nomeadamente em Moçambique onde viveu, os anos de militância política na África do Sul, em França e em seguida em Portugal, onde regressou na altura do 25 de Abril. No terceiro volume das suas memórias intitulado "O futuro para além do apocalipse", Álvaro Vasconcelos recorda a conquista da independência das ex-colónias, assim como os primórdios da democratização de Portugal e a sua adesão à União Europeia. O antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia e fundador em Portugal do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais também evoca a viragem autoritária a que se assiste actualmente em várias partes do mundo, a que ele chama de «brutalismo» e que tem a ver com a corrente 'tecno-totalitarista', encabeçada nomeadamente por alguns magnatas da Silicon Valley. Álvaro Vasconcelos fala também da urgência ambiental, da urgência de não nos esquecermos que somos humanos, numa época em que tendemos a colocar tudo nas mãos da Inteligência Artificial. No fundo, ele fala da urgência de pensarmos. Neste livro denso que é uma chamada de atenção, ele começa cada capítulo com uma espécie de guião de filme e fala com um gosto não dissimulado de todas as fitas que o fizeram reflectir de outra forma sobre o mundo, porque este texto, ainda mais do que os anteriores, é uma declaração de amor à sétima arte. E evidentemente não podíamos deixar de falar -antes de mais- da importância que o cinema tem para Álvaro Vasconcelos. "O cinema é algo que me formou porque eu vivia na África colonial, na Beira, em Moçambique. E como era lá no fundo do Império, a ditadura era certamente muito mais suave para os brancos, para os negros era mais brutal do que em Portugal era para os portugueses. E os brancos da cidade da Beira, onde eu vivia, tinham acesso ao Cineclube da Beira, às grandes obras do cinema mundial, por exemplo, nós vimos o ‘Couraçado Potemkin', que em Portugal era absolutamente proibido. (…) E como o cinema, começamos a vê-lo mesmo muito, desde muitos miúdos, não só nos cineclubes, os cinemas eram a maravilha da época, era aquilo que nos educava, nos abria novos horizontes, que nos fazia rir com Charlot, com os irmãos Marx, que nos ensinava os problemas graves do mundo, como ‘Hiroshima mon amour', o neo-realismo italiano, ‘Os ladrões de bicicletas', etc. Evidentemente que o cinema teve para a minha geração e em particular para aquela que viveu no Império, mas não só, também também em Portugal, um impacto enorme, portanto, foi formativo. E ao escrever o último livro da minha trilogia, senti a necessidade de fazer um livro que fosse mais de reflexão que apenas descritivo da minha vida e de reflexão. Não sou filósofo, portanto, não podia ser uma reflexão filosófica. Mas era uma reflexão à volta das ideias que são veiculadas pelo cinema, que foram veiculadas pela grande literatura que eu li desde miúdo, que sempre me apaixonou e continuo a ler e que me ensinou imenso sobre o mundo. Eu descobri muitas coisas no cinema e na literatura que não era capaz de descobrir com o mesmo grau de profundidade dos ensaios", explica o autor. Nas suas memórias, Álvaro Vasconcelos fala da época colonial e também de uma descolonização das mentes que ainda não foi totalmente feita. "Em África, descobri a violência colonial e que a palmatória é um símbolo absoluto dessa violência. Palmatória com que iam castigar os empregados negros por coisas, não importa o quê. Mas mesmo que fossem coisas graves, era a mesma palmatória que era usada contra os escravos, como eu vi no Museu Afro-Brasileiro, em São Paulo. Infelizmente não temos em Portugal, nenhum museu sobre a escravatura. Temos um pequeno museu em Lagos, mas não temos um grande museu, como têm os brasileiros. E essa palmatória era usada também pelo professor primário para nos manter. Identifico a violência brutal de que era vítima pelo professor primário, que tinha um poder absoluto sobre mim, com a violência, de que eram vítimas os negros, que não tinham direitos nenhuns, nem direito à vida. E para que isso pudesse ter acontecido, foi preciso criar uma narrativa de que eles não eram gente civilizada. E essa narrativa perdurou no pós 25 de Abril, porque nunca se fez um trabalho verdadeiro de descolonização das mentalidades. E hoje, quando os imigrantes são tratados como são tratados com desumanidade, é porque não são considerados humanos iguais a nós. E como não são considerados humanos iguais a nós, podem ser vítimas da arbitrariedade. Não têm os direitos iguais. Isso é uma questão fundamental", considera o estudioso. "Quando se deu o 25 de Abril, podia-se ter feito uma coisa extraordinária e teria ficado para a história. Era considerar que toda a gente que reside em Portugal tem os mesmos direitos. Há um país no mundo em que isso, pelo menos já acontece, que é na Nova Zelândia. E, portanto, se os imigrantes tivessem o direito do voto, seriam tratados de forma completamente diferente ", diz ao referir que, em vez disso, "são vítimas da desigualdade mais absurda da escravatura às vezes da violência da morte no Mediterrâneo. Em vez de irem socorrer, acham que é uma forma dissuasiva que eles morram no Mediterrâneo. Isso, evidentemente, é feito posto em prática por políticos democráticos, mas evidentemente que estão a abrir o caminho à extrema-direita que fará disso uma doutrina de poder." No capítulo que reserva a estes aspectos, o autor escreve que “o silêncio sobre a verdadeira natureza do colonialismo é um dos grandes fracassos da democracia portuguesa” e que “a Europa assumir que o colonialismo foi um crime contra a humanidade tornaria o seu discurso sobre a democracia muito mais legítimo.” "O 25 de Abril foi uma revolução extraordinária. Libertou os portugueses da ditadura e criou um sistema de liberdades públicas, de Estado de Direito. Isso deve ser sublinhado e eu sublinho no livro, porque é único no século XX, uma revolução que não foi só uma libertação, mas trouxe a liberdade. Podemos pensar, por exemplo, que a Revolução de Outubro libertou os russos do Czarismo, que era um regime terrível. Mas não construiu um regime de liberdade. Isso aconteceu em Portugal. Simplesmente, Portugal era ao mesmo tempo uma ditadura e um império. E quando se construiu a democracia, fez-se um trabalho mais ou menos profundo sobre o que era a ditadura, o que é que era o fascismo. Existem vários museus, o Museu do Aljube, um museu em Peniche, existe um trabalho de memória. Existem nos livros de História. Conta-se o 25 de Abril, todo esse passado ditatorial. As pessoas sabem que houve a tortura, que havia a PIDE, que as pessoas não tinham direito à palavra. Tudo isso faz parte da memória colectiva dos portugueses", constata Álvaro Vasconcelos. "O que não se fez nenhum trabalho. O que é que era o colonialismo? Não se explicou o que é que era a tortura em África, o que era o trabalho forçado. Qual era a origem que isso tinha na escravatura? Manteve-se um mito do lusotropicalismo, ou seja, que Portugal tinha contribuído para criar um mundo diferente, um mundo não racista, um mundo multiétnico. Até se dizia isso : ‘Deus criou os homens e os portugueses criaram as mulatas' escondendo que as mulatas nasciam muitas vezes de actos de violação absoluta, porque as mulheres negras não tinham direitos e, portanto, o senhor tinha um direito de pernada sobre a mulher negra. Isso acontecia frequentemente. Eu, aliás, entrevistei para um dos meus livros uma senhora africana que conta exactamente a história de uma mulher que, depois do 25 de Abril, andava à procura do homem branco, que tinha sido o pai dos seus filhos e que o homem branco tinha desaparecido. Tinha regressado a Portugal e que nunca mais soube dele. E as crianças queriam conhecer o pai. Mas isto é um caso de uma pessoa que se movimentou. A maior parte das vezes ficaram e são vítimas de toda a discriminação. Isso é o aspecto em que o 25 de Abril não fez esse trabalho", diz o politólogo. "Quando em Portugal surge um movimento de sociedade civil poderoso, hoje formado por intelectuais afro-descendentes que defendem o direito à igualdade, que tem voz no espaço público, quando nos lembramos, por exemplo, da Joacine Katar Moreira que foi deputada na Assembleia da República, a campanha racista contra ela. No Parlamento, a extrema-direita dizia ‘Volta para o teu país'. Estou a falar numa deputada, membro do Parlamento. Mas depois as intelectuais todas que são superactivas na sociedade portuguesa, que é aquilo que há hoje de mais vibrante na sociedade portuguesa, mais criativo. Publicam, fazem filmes como a Pocas Pascoal e outros. Ainda recentemente a Kitty Furtado organizou na Gulbenkian um ciclo sobre o cinema africano produzido em Portugal, com numerosos filmes, numerosos realizadores. Portanto, na Bienal de Veneza, há dois anos, a representação de Portugal foram artistas negros. Portanto, temos um movimento extraordinário. Esse movimento choca com esta mentalidade dominante. E então são acusados de serem ‘wokistas'. ‘Wokistas, quer dizer que são pessoas com consciência", sublinha o universitário. Relativamente às lições que se podem tirar do pós 25 de Abril, Álvaro Vasconcelos faz um balanço agridoce : apesar de considerar que “os seus objectivos essenciais foram atingidos: liberdade, fim do colonialismo e um estado inspirado nos modelos sociais europeus”, ele constara que “o que triunfou não foram os mecanismos que permitiriam compatibilizar a democracia liberal com o desejo de participação dos cidadãos (...) com o tempo, os partidos tornaram-se organizações fechadas (...) foram-se impondo como actores únicos do sistema politico”. "Portugal fez uma revolução que permitiu a existência de partidos políticos que não existiam antes. Mas a revolução, no momento em que ela aconteceu, despertou uma vontade de participação enorme na sociedade portuguesa. Todos os portugueses queriam participar na vida política pública. Eu próprio participei na criação de um jornal que era a voz do trabalhador e aquilo vendia-se como pãezinhos quentes. Quer dizer, toda a gente cria jornais. Toda a gente queria ler. Toda a gente fazia um pequeno comício. Enchiam-se de pessoas. Criaram-se cooperativas, associações de bairro, associações, moradores, associações agrícolas, movimentos cooperativos por todo o lado. Ao mesmo tempo, os partidos políticos foram-se consolidando como forças dominantes da sociedade portuguesa. E esses movimentos participativos foram vistos pelos partidos que acabaram por triunfar como movimentos que eram contrários à consolidação da democracia representativa liberal, como havia no resto da Europa. E foram desaparecendo. E o sistema político português ficou concentrado nos partidos políticos. Esses anos todos passaram e as pessoas hoje, como têm acesso às redes sociais, já têm outra forma de expressão, sem passar pelos partidos políticos. Exprimem-se nas redes sociais. Muitas vezes, o que dizem alguns? Nós não gostamos nada. Mas outras coisas dizem coisas correctas. Estes movimentos que eu referi, ecológicos, anti-racistas, de solidariedade social, também usam as redes sociais. Mas há muita gente que usa as redes sociais e que diz coisas horríveis. Mas não interessa, diz. Acha que tem direito à palavra. E acha que os partidos não dão direito à palavra. Então vão atrás de um demagogo que diz ‘Eu dou vos a palavra. Eles não vos dão a palavra'. Os partidos políticos são organizações fechadas. Em Portugal nunca se fez a regionalização, porque os partidos acharam que aquilo era fugir ao controlo central dos partidos de Lisboa. Era abrir o controlo da sociedade a nível regional. E tudo isso foi enfraquecendo a democracia portuguesa", comenta. “Foi nas redes sociais, espaço sem regras, que descobri que estávamos perante um brutalismo neofascista. O significado das palavras e a verdade deixaram de ser facilmente reconhecíveis. O algoritmo privilegia a violência verbal, exponencia o número de visões e partilhas. Acreditei – e escrevi –, depois das revoluções árabes de 2011, que as redes sociais tinham potencial de empoderamento dos cidadãos e poderiam ser um factor de emancipação democrática, mas hoje sou obrigado a constatar que não tive em conta a capacidade de manipulação, seja pelos algoritmos ou ainda mais pela IA, dos Estados e grupos que controlam as empresas da indústria do mundo virtual", escreve Álvaro Vasconcelos no capítulo que dedica ao regresso do que chama de 'brutalismo'. "A nível europeu, nós não podemos separar de um fenómeno mundial, que é aquilo que atravessa bastante o meu livro, que é a ideia do colapso do pensamento. E esse colapso do pensamento. O que significa que quando os homens deixam de pensar, diz Hannah Arendt, são capazes dos piores crimes. E esses homens são capazes dos piores crimes. E o homem banal, o homem comum que pode seguir um líder que vai destruir as suas liberdades e a liberdade dos outros. E isso pode se chamar ‘tecno-totalitarismo'. Porquê tecno-totalitarismo? Porque grande parte da economia mundial hoje está a ser dominada pelas grandes empresas tecnológicas. Estamos numa nova revolução tecnológica. E as grandes empresas tecnológicas que dominam a inteligência artificial, que dominam as redes sociais, como o Musk, é o exemplo mais claro, defendem aquilo que eu chamei de ‘tecno-totalitarismo'», explica o autor das "Memórias em tempo de amnésia". "Há uma politóloga francesa, Asma Mhalla que diz que ‘este século não vos proíbe de pensar. Ele ocupa-vos até que já não se saiba como fazer. Isto vem, como eu digo aqui no livro, do desenvolvimento da Inteligência artificial. O desenvolvimento da inteligência artificial cria um mundo onde os humanos deixam de pensar. A banalidade do mal passa a ser a norma. Isso acontece em muitos actos quotidianos. Quando recorremos à inteligência artificial para tomarmos decisões. Quando manipulados por algoritmos, ficamos de tal forma hipnotizados que somos levados a acreditar nos líderes populistas como Trump, como Bardella em França como em Portugal, o André Ventura, como Bolsonaro no Brasil", diz Álvaro Vasconcelos. "Há um aspecto deste ‘tecno-totalitarismo' que também nos deve inquietar, que é menos presente em França, mas está presente em muitos países, que é a relação dele com uma determinada corrente religiosa. Ele é religioso na sua essência, porque ao mesmo tempo, fala de Apocalipse, destruição do mundo pelo aquecimento global, pela guerra nuclear e está a propor uma solução tecnológica para estes problemas. Ora, isto é típico da crença religiosa. A ideia do Apocalipse, se pensarmos no apoio dos evangélicos americanos a Trump e em cenas em que Trump se reúne com os evangélicos e os evangélicos rezam na Casa Branca a volta do Trump ou quando o Bolsonaro tomou posse rodeado pelos evangélicos, a primeira coisa que fizeram, foi um ato religioso. (…) Vemos que o ‘tecno-totalitarismo' muitas vezes é também uma ‘tecno-teocracia'. E, portanto, esse problema, que é um problema mundial, que é da criação do mundo em que os homens deixam de pensar, a inteligência artificial substitui o pensamento humano. É um mundo em que o brutalismo, que é o tema do meu livro, se torna possível. É possível que o Trump decida destruir o Irão, que o Netanyahu faça o genocídio de Gaza e agora esteja a fazer no Líbano o que fez em Gaza, no sul do Líbano. É exactamente a mesma coisa. Vai destruir o sul do Líbano completamente", diz o especialista em relações internacionais. No capítulo em que aborda o que chama de dever de hospitalidade, Álvaro Vasconcelos considera que é neste aspecto que a Europa pode fazer a diferença "para superar o brutalismo contemporâneo, porque, por um lado, é uma das regiões do mundo onde as democracias ainda resistem ao assalto da extrema‑direita neofascista, e por outro porque a hospitalidade é a essência da sua sobrevivência". "Estamos a falar da União Europeia, a que se podem juntar alguns Estados, como a Noruega, como hoje o Brasil do Lula. Têm a mesma ambição de escapar ao brutalismo de Putin, Trump, Netanyahu, ao ‘tecno-totalitarismo' que domina a China. Verdadeiramente o único sítio do mundo em que ainda há um grupo de Estados que pode e quer resistir é na União Europeia, mas que tem estes aliados muito importantes que tem que procurar no Canadá, já procura no Brasil. Por isso, o acordo com o Mercosul é tão importante, apesar de a Argentina do Milei estar completamente na mesma linha de brutalismo. Mas o Brasil é um país importantíssimo. Na Ásia, o Japão, a Coreia do Sul. (…) Portanto, a Europa é a nossa esperança. Mas para que essa esperança não passe de uma utopia não realizada, para ser uma utopia realizada, é preciso que a Europa integre toda a sua vitalidade num projecto comum, (…) é preciso uma mudança radical de política. Ou seja, é preciso uma política que seja alternativa à política da extrema-direita. Claramente. E o que é que se deve fazer? Os imigrantes que são grande parte da população europeia ou originários na imigração devem ser cidadãos plenos, activos, integrados nas nossas sociedades, dando-lhes o voto. Aqueles que ainda não têm, damos-lhe a palavra, ouvindo-os e tornando as nossas democracias muito mais participativas", preconiza o autor. No seu livro, Álvaro Vasconcelos estabelece um elo directo entre o ‘tecno-totalitarismo', a negação dos direitos de boa parte da humanidade e a destruição do meio ambiente. "Um dos temas que eu acho que é muito importante é a questão do ambiente. Eu, aliás, começo o meu livro com uma citação do Camus que diz ‘A minha geração quis mudar o mundo. Não o mudou, mas pelo menos lutou para preservar o que de melhor tinha sido conquistado'. (…) O aquecimento global está a ser um problema gravíssimo que pode pôr em causa a vida na terra. E aí é lembrarmo-nos de Edgar Morin, um grande pensador. Eu cito Edgar Morin dez ou 15 vezes no meu livro. Ele diz que nós não estamos só perante um mundo que destrói a vida humana. Estamos num mundo em que a globalização foi extremamente destrutiva do ponto de vista económico e social. Criou também a consciência de um destino comum da humanidade a consciência de que estamos todos no mesmo barco. Ou seja, no barco da vida. Nós sabemos que a vida não é eterna. Mas enquanto estamos no barco da vida, não vamos cair no niilismo. Nem vamos cair na melancolia de esquerda. Isto é uma conclusão que alguém tirou do meu livro que eu sou contra a melancolia de esquerda. A melancolia de esquerda é nós pensarmos em tudo aquilo por que a gente lutou está a desaparecer e já não podemos fazer nada. Vai tudo acabar. Vai acabar a democracia, a liberdade. Vai voltar o racismo como política de Estado. Vai desaparecer a ordem internacional. Vai desaparecer o multilateralismo", diz o universitário. "Estamos perante uma guerra cultural. É um tema central, porque a guerra cultural é algo que acompanha a civilização europeia desde o Iluminismo e desde a Revolução Francesa. Houve sempre uma corrente que se opôs às conquistas de liberdade, igualdade, fraternidade da Revolução Francesa. Considerou sempre que a compaixão pelo outro não fazia nenhum sentido, que o homem era um animal fundamentalmente egoísta e violento E que tinha que ser treinado desde criancinha para a competição. E por isso, a cooperação não é uma questão fundamental da aprendizagem. As pessoas não aprendem a cooperar, aprendem a competir. Já vimos no sistema escolar como é terrível a competição. A infância nas grandes escolas. O que é que é difícil chegar lá acima. Portanto, formam-se elites que foram treinadas para a competição e não foram treinadas para a cooperação. E se nós não cooperarmos neste barco da vida, se não percebermos que o clima não tem fronteiras, que o aquecimento é global, que os calores do Norte de África chegam à Europa, que as transformações da Amazónia transformam as correntes do Atlântico e nos atingem também como europeus. Então não perceberemos que estamos todos no mesmo mundo. Mundo, terra, pátria, como diz o Edgar Morin. E que neste mundo, terra pátria, nós somos todos cidadãos, mesmo quando não somos considerados cidadãos", conclui Álvaro Vasconcelos.

Radioagência
Câmara aprova acordos comerciais do Mercosul com Singapura e quatro países europeus

Radioagência

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026


Entendendo a Notícia
#1128 - VETO À CARNE BRASILEIRA É AMOSTRA DO QUE SERÁ O ACORDO MERCOSUL-UNIÃO EUROPEIA

Entendendo a Notícia

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 24:39


Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece

Podcast JR Entrevista
Welber Barral analisa riscos de sanções e o futuro do comércio brasileiro

Podcast JR Entrevista

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 31:25


O convidado do JR ENTREVISTA desta quarta-feira (3) é o jurista Welber Barral. À jornalista Lívia Veiga, ele falou sobre a decisão dos Estados Unidos de classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas, o avanço do acordo entre Mercosul e União Europeia e a disputa tecnológica entre China e Índia no âmbito da OMC.Barral explicou que a inclusão de grupos como o PCC e o CV (Comando Vermelho) na lista de organizações terroristas estrangeiras amplia as sanções e cria um “risco sistêmico” para a economia brasileira. Segundo ele, o perigo atinge investidores com relações mesmo que indiretas com essas entidades. “Um investidor estrangeiro, por exemplo, que compre uma empresa no Brasil e essa empresa se abasteça num posto do PCC, ele pode ser processado nos Estados Unidos”, afirmou.O jurista alertou que a medida deve elevar drasticamente os custos de fiscalização, afetando especialmente instituições financeiras e fintechs. “Vai aumentar o custo de compliance, vai aumentar o custo de diligências para comprovar que não há nenhuma relação com essas organizações agora terrorísticas”, disse. Ele lembrou que setores como a mineração são particularmente vulneráveis por ainda carecerem de mecanismos rígidos de controle e transparência.Ao comentar o acordo entre Mercosul e União Europeia, Barral destacou que a negociação avançou porque a Europa buscou alternativas comerciais às políticas protecionistas de Washington. Ele observou que o agronegócio brasileiro será o maior beneficiado com a queda imediata de barreiras tarifárias, enquanto o setor industrial nacional deverá se preparar para uma concorrência europeia mais agressiva em áreas como máquinas e equipamentos.Barral também ressaltou sua recente indicação para um painel de arbitragem na OMC (Organização Mundial do Comércio), onde analisará uma disputa entre China e Índia sobre subsídios em carros elétricos e energias renováveis. Para ele, o caso é um marco para a economia do futuro. “A discussão jurídica sobre a validade ou não dessas políticas industriais vai estar em causa e, por isso, vai ser um precedente bastante importante”, declarou.O especialista criticou a lentidão do processo decisório no Brasil, o que pode fazer o país perder oportunidades estratégicas em áreas como a transição energética e a exploração de terras raras. Para Barral, o país precisa de uma estratégia de Estado que supere a polarização política. “Agora é um momento de geoeconomia. É um momento em que a economia se tornou um problema geopolítico”, observou.Ao encerrar a entrevista, o jurista concluiu que o cenário internacional se tornou mais complexo e voltado para a segurança nacional, exigindo que o Brasil profissionalize suas relações externas. “Todo o tema comercial se tornou mais complexo porque ele envolve cada vez mais questões estratégicas”, finalizou, citando que fatores como inteligência artificial e logística marítima agora definem o sucesso das nações.O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.

Resumo da Semana
Deputados aprovam compromisso com democracia no Mercosul e acordo com Venezuela para cooperação em tecnologia espacial

Resumo da Semana

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026


Kellen Severo Podcast
966. #3em1Agro - 28/05/26

Kellen Severo Podcast

Play Episode Listen Later May 28, 2026 2:50


➡️ Brasil vai barrar o leite em pó do Mercosul? Entenda➡️ Governo tenta impedir avanço da renegociação das dívidas rurais➡️ Risco para a produção de tilápia no Brasil. Saiba o que mudou. ➡️ Eleições 2026: Conheça os dados de nova pesquisa *Kellen Severo, jornalista Agro

Debate da Super Manhã
Acordo Mercosul - União Europeia e o impacto em Pernambuco

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later May 13, 2026 37:26


Debate da Super Manhã: O acordo entre o Mercosul e a União Europeia volta ao centro do debate econômico internacional e pode trazer reflexos importantes para Pernambuco. Considerado um dos maiores tratados comerciais do mundo, o acordo prevê a redução de tarifas, a ampliação das relações comerciais e o fortalecimento da integração econômica entre os países dos dois blocos. No debate desta quarta-feira (13), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com convidados sobre os efeitos positivos para o Estado, os pontos de alerta e os desafios, as questões geopolíticas, a cooperação entre os blocos econômicos e os reflexos do acordo nas cidades pernambucanas. Participam o economista da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Pernambuco (FAEPE), Marcus Alcoforado; a advogada especialista em Direito Tributário, Anna Dolores Sá Malta; e o economista especialista em Gestão Pública, Werson Kaval.

Notícia no Seu Tempo
Criança de 5 anos que sempre usa tela aprende menos, aponta a OCDE

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later May 6, 2026 7:50


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (06/05/2026): Pesquisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) com 25 mil crianças de cinco anos de idade em nove países, incluindo o Brasil, apontou desenvolvimento prejudicado pela exposição diária a dispositivos digitais. A avaliação mediu vocabulário, resolução de pequenos problemas matemáticos e habilidades socioemocionais. No Brasil, o trabalho envolveu crianças de São Paulo, Ceará e Pará. Elas tiveram desempenho semelhante à média dos outros países em literacia (interesse por livros, vocabulário, capacidade de compreender e produzir narrativas, reconhecimento de letras e palavras). Já em noções de Matemática, o resultado ficou abaixo da média. Metrópole: Governo federal aumenta classificação indicativa do YouTube para 16 anos Internacional: Após trocas de acusações, EUA e Irã reivindicam controle sobre Ormuz Economia: Fertilizantes, petróleo e El Niño devem inflacionar a comida Política: Chapa ao Senado terá Eduardo Bolsonaro como suplente em SP Cultura: Cine Copan terá reforma para voltar a ser cinemaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Colunistas Eldorado Estadão
AgroConsciente: Acordo entre União Européia e Mercosul e seus impactos

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later May 4, 2026 4:34


José Luiz Tejon, uma das maiores autoridades em marketing em agronegócio, comenta os mais relevantes fatos da área às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 7h25, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

JORNAL DA RECORD
JORNAL DA RECORD | 02/05/2026

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later May 3, 2026 77:26


Confira na edição do Jornal da Record deste sábado (2): No RS, barco naufraga durante temporal e pescador morre. Morador flagra roubo a prédio por câmera de segurança e casal é detido com joias em BH. Acordo entre Mercosul e União Europeia abre caminho para exportação de frutas brasileiras. Veja como vai funcionar o programa do governo de renegociação de dívidas, com o uso do FGTS. Atendimento no SUS para quem quer parar de fumar cresce quase quatro vezes em seis anos.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 02/05/2026 | Chuvas em Pernambuco / Trump manda recado à Cuba

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later May 2, 2026 239:25


Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (02): As fortes chuvas no Recife e na Zona da Mata de Pernambuco deixaram ao menos quatro mortos e mais de mil desabrigados. O governo federal determinou apoio imediato às áreas atingidas, enquanto o Rio Capibaribe transbordou após 200 mm de precipitação em apenas 12 horas. Em evento na Flórida, o presidente Donald Trump elevou o tom e afirmou que os Estados Unidos podem assumir o controle de Cuba logo após o desfecho do conflito com o Irã. A declaração ocorre em um momento de baixa popularidade do líder norte-americano e gera debates sobre uma possível nova frente militar no Caribe. A Agrishow 2026 encerrou a sua 31ª edição com uma queda de 22% nas intenções de compra em relação ao ano anterior, totalizando R$11,4 bilhões. O setor enfrenta o impacto de juros altos e a instabilidade geopolítica no Oriente Médio, que encarece insumos básicos como fertilizantes e diesel. Apesar do cenário desafiador, o governo de São Paulo anunciou investimentos de R$455 milhões para tentar mitigar os custos e reaquecer o mercado agrícola. O Unicef lançou a campanha "Violência Não Cola", utilizando a popularidade dos álbuns de figurinhas para conscientizar sobre a proteção de crianças e adolescentes. A iniciativa foca na parentalidade positiva, combatendo dados alarmantes: na América Latina, 60% dos menores sofrem castigos físicos em casa. No Brasil, os números revelam a urgência do tema, com mais de 15 mil mortes violentas de jovens registradas entre 2021 e 2023. A Praia de Copacabana se prepara para receber mais de 2 milhões de pessoas no mega show gratuito da cantora Shakira, neste sábado (02). O evento mobiliza um esquema especial de segurança e trânsito no Rio de Janeiro, atraindo fãs de diversas partes do mundo. A expectativa é que a apresentação supere recordes de público anteriores, consolidando o mês de maio como o calendário dos grandes espetáculos internacionais na orla carioca. O bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã paralisa as ações da economia global, elevando o preço do barril de petróleo acima dos US$100. O mestre em relações internacionais Valdir Bezerra alerta para o impacto direto no bolso dos brasileiros, com a alta dos combustíveis e da inflação. Em meio à tensão militar com os EUA e Israel, o conflito assume contornos geopolíticos que dividem potências e pressionam a diplomacia do governo Lula. O Brasil já abriga mais de 2 milhões de imigrantes de 200 nacionalidades, segundo o novo relatório do Observatório das Migrações Internacionais. Venezuelanos, haitianos, cubanos e angolanos lideram as estatísticas, com destaque para o aumento de 54% na inserção formal de venezuelanos no mercado de trabalho. O governo federal agora busca implementar novas políticas de integração nas áreas de saúde, educação e empregabilidade para lidar com o fluxo crescente. Após décadas de negociações, o acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia começa a vigorar de forma provisória, trazendo isenções tarifárias imediatas para diversos produtos. Em entrevista ao Jornal da Manhã deste sábado (02), a coordenadora de Facilitação de Negócios Internacionais Verônica Winter detalha os desafios de competitividade para a indústria brasileira e as oportunidades de exportação. O debate também aborda os setores mais sensíveis, como o automotivo, além dos mecanismos de salvaguarda previstos no tratado. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

JORNAL DA RECORD
JORNAL DA RECORD | 01/05/2026

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later May 2, 2026 47:49


Confira na edição do Jornal da Record desta sexta-feira (1º): Veja o que muda no Brasil com a entrada em vigor do acordo entre Mercosul e UE. Irã envia nova proposta de acordo de paz aos EUA e presidente americano diz que não está satisfeito. Trump também anuncia que vai elevar para 25% a tarifa sobre carros e caminhões da UE. Israel destrói rede de túneis dos terroristas do Hezbollah no sul do Líbano. Trabalhadores comemoram o 1º de maio no Brasil e no mundo.

3 em 1
Acordo Mercosul-UE começa a valer / Irã apresenta nova proposta de paz

3 em 1

Play Episode Listen Later May 1, 2026 120:38


No 3 em 1 desta sexta-feira (01), o destaque foi o acordo entre Mercosul e União Europeia que entrou em vigor provisoriamente após mais de duas décadas de negociação. O governo federal definiu regras e cotas para importação e exportação, permitindo que empresas tenham acesso a benefícios tarifários e ampliem o comércio entre os blocos. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não está satisfeito com a proposta apresentada pelo Irã para um possível acordo de paz. Apesar disso, ele indicou que novas negociações ainda podem acontecer, mantendo a tensão no conflito no Oriente Médio. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não participou dos atos do Dia do Trabalhador neste 1º de Maio, repetindo a ausência registrada no ano passado. A decisão ocorre em meio a um momento de pressão política para o governo, após derrotas recentes no Congresso Nacional e desgaste em pautas estratégicas. O candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou que uma “lavagem cerebral” ajuda a explicar cenários de empate entre o presidente Lula (PT) e o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL). No mesmo cenário de debates nacionais, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, afirmou que o fim da escala 6x1 não deve gerar impactos negativos para a economia brasileira. Segundo informações de bastidores, o senador Rodrigo Pacheco (PSD) afirmou que uma possível ida ao Supremo Tribunal Federal (STF) é, para ele, uma “página virada”. O movimento também reacendeu discussões sobre o cenário eleitoral de 2026, já que Pacheco chegou a ser citado como possível nome para a disputa estadual, embora até o momento não tenha anunciado pré-candidatura. Comentaristas analisam os impactos para o presidente Lula (PT) em Minas. Após derrotas recentes no Congresso Nacional, a oposição passou a articular novos movimentos para aumentar a pressão sobre o governo do presidente Lula (PT). Nos bastidores de Brasília, o governo tenta virar a página e apostar em novos projetos legislativos. Reportagem: Janaína Camelo. O secretário de Agricultura de São Paulo, Geraldo Melo Filho, destacou a importância da regularização fundiária durante a Agrishow 2026. Segundo ele, a medida garante segurança jurídica no campo, reduz conflitos e permite que produtores tenham acesso a crédito e investimentos para ampliar a produção. Após ter a indicação ao STF rejeitada pelo Senado, o advogado-geral da União, Jorge Messias, pode deixar o governo federal. Nos bastidores, há a possibilidade de mudança para outro ministério, como o da Justiça, mas a decisão final ainda depende de uma conversa com o presidente Lula. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou por uma cirurgia no ombro direito que terminou sem intercorrências, segundo boletim médico. Ele segue internado para controle de dor e observação clínica, sem previsão oficial de alta até o momento. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

PodCast IDEG
Resumo Semanal – 30/04/2026 – EAU deixam OPEP, Selic, UE–Mercosul, Brasil e tensões no Oriente Médio

PodCast IDEG

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 15:11


Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 28/04/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: Governo prepara “Desenrola 2.0” para renegociar dívidas / Flávio empata em possível segundo turno com Lula

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 301:41


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (28): A especialista em economia, Denise Campos de Toledo, analisou no Jornal da Manhã a nova fase do programa Desenrola Brasil, apelidada de "Desenrola 2.0". O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) confirmou que a nova versão permitirá o uso de até 20% do saldo do FGTS para a quitação total ou parcial de débitos. O Ministério das Relações Exteriores confirmou, na noite desta segunda-feira (27), a morte de dois cidadãos brasileiros — uma mulher e seu filho de 11 anos — durante um bombardeio das Forças de Defesa de Israel no sul do Líbano. Em entrevista exclusiva à Jovem Pan News nesta segunda-feira (27), o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), manifestou forte resistência à possível indicação de Jorge Messias, atual Advogado-Geral da União, para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal. O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, disparou contra a polarização e afirmou que nem Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) nem Flávio Bolsonaro (PL-RJ) devem vencer as eleições de 2026. O Congresso Nacional define nesta semana o futuro do PL da Dosimetria, projeto que pode recalcular penas e beneficiar condenados por atos antidemocráticos. O comentarista político José Maria Trindade avalia que a sessão é uma "semana decisiva para o Governo", já que a oposição articula em peso para derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) e também barrar a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou publicamente sua insatisfação com os termos apresentados pelo Irã para encerrar as hostilidades no Oriente Médio. Uma nova pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (28) traz um cenário de reviravolta para a sucessão presidencial de 2026. Segundo o levantamento, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) aparecem em situação de empate técnico em uma eventual disputa de segundo turno. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) intensificou as movimentações para atrair o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), como seu vice na corrida presidencial de 2026. Após mais de 26 anos de espera e negociações intensas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) assina, nesta terça-feira (28), o decreto de promulgação do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia. Uma nova rodada da pesquisa Atlas/Bloomberg, divulgada nesta terça-feira (28), revela que a polarização política no Brasil segue cristalizada. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) aparece como o pré-candidato mais rejeitado, com 51% dos eleitores afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Logo atrás, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registra 49,8% de rejeição. A equipe de segurança nacional do presidente Donald Trump está avaliando uma nova proposta enviada pelo governo do Irã para encerrar o bloqueio ao Estreito de Ormuz, a rota marítima mais estratégica do mundo para o petróleo. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 27/04/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: Tensão no Oriente Médio / PL da dosimetria / Empate técnico entre Lula e Flávio

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 301:57


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (27): O Congresso Nacional deve analisar na próxima quinta-feira (30) o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei que permite a redução de penas de condenados por atos golpistas, incluindo os ataques de 8 de janeiro de 2023. Conhecida como PL da Dosimetria, a proposta também pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados condenados pelo Supremo Tribunal Federal pela tentativa de golpe de Estado em 2022. O acordo provisório de comércio entre o Mercosul e a União Europeia entrará em vigor em 1º de maio de 2026. A vigência provisória abrange o pilar comercial do tratado, resultado de anos de negociações, com objetivo de reduzir tarifas e ampliar a integração entre os blocos após a troca de notificações formais. O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, voltou a defender neste domingo (26) penas mais duras para juízes envolvidos em casos de corrupção. Entre as sugestões apresentadas pelo magistrado estão o afastamento imediato da função após o recebimento de denúncia e a perda automática do cargo após a finalização da condenação. Dino também afirmou que medida semelhante deveria valer para advogados denunciados, com a perda da inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil. Na abertura da Agrishow 2026, em Ribeirão Preto (SP), no dia 26 de abril de 2026, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, anunciou um pacote de R$ 10 bilhões em linhas de crédito voltadas ao financiamento e à modernização de máquinas e implementos agrícolas. O possível fim da escala 6x1 pode gerar impactos em diversos setores industriais, com empresas enfrentando mudanças operacionais e econômicas. Para discutir o tema, a Jovem Pan entrevista o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que analisa os efeitos da proposta sobre a produção, o emprego e a competitividade da indústria brasileira. Segundo apuração do site Axios, o Irã apresentou uma nova proposta aos Estados Unidos para reabrir o Estreito de Ormuz e encerrar a guerra, adiando futuras negociações sobre seu programa nuclear. De acordo com a publicação, a iniciativa buscaria contornar o impasse sobre concessões e abrir caminho para um acordo mais rápido. Apesar disso, Donald Trump já sinalizou que pretende manter o bloqueio naval e afirmou à Fox News que está sufocando as exportações de petróleo iranianas para pressionar Teerã a ceder nas próximas semanas. Há expectativa de que a cúpula da Casa Branca realize uma reunião nesta segunda-feira (27) para tratar do tema. O presidente americano Donald Trump se exaltou em entrevista exibida neste domingo (26) pelo programa 60 Minutes, ao ser questionado sobre acusações feitas pelo atirador Cole Tomas Allen, de 31 anos, que tentou um ataque na noite de sábado (25). Durante a conversa, a jornalista da CBS leu trecho do manifesto atribuído ao suspeito, no qual Trump era chamado de “pedófilo, estuprador e traidor”. O presidente reagiu elevando o tom, chamou os entrevistadores de “pessoas horríveis” e negou as acusações. Trump confirmou que o texto foi escrito pelo atirador, mas voltou a afirmar que nunca cometeu crimes e disse ter sido inocentado, além de acusar adversários de envolvimento com Jeffrey Epstein. Pesquisa Nexus/BTG Pactual divulgada nesta segunda-feira (27/4) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva empataria tecnicamente com Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno das eleições de 2026. No cenário apresentado, Lula aparece com 46% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 45%. Outros 8% disseram votar em branco, nulo ou nenhum, e 1% não soube ou não quis responder. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Canaltech Podcast
Carro elétrico no Brasil: vale a pena em 2026?

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Apr 22, 2026 25:43


Os carros elétricos finalmente estão ganhando as ruas e não é mais só promessa. Com recordes de vendas, novas leis que facilitam a instalação de carregadores em condomínios e uma infraestrutura que começa a acompanhar o crescimento, a eletromobilidade no Brasil entra em uma nova fase. Mas a pergunta que fica é: já vale a pena ter um carro elétrico hoje? No novo episódio do Podcast Canaltech, conversamos com Ricardo Bastos, presidente da ABVE, para entender o que está por trás desse avanço, quais ainda são os desafios e como essa mudança já impacta o dia a dia dos brasileiros. O que você vai ouvir neste episódio: Por que 2026 pode marcar a virada dos carros elétricos no Brasil O impacto da nova lei de recarga em condomínios Se já vale a pena comprar um carro elétrico hoje Os principais mitos sobre bateria, autonomia e custo E o que ainda precisa evoluir para essa tecnologia se consolidar de vez Você também vai conferir: iPhone e Android podem se falar sem apps, curso gratuito quer democratizar a IA e placa Mercosul pode mudar de novo. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Wendel Martins, Marcelo Fischer e Paulo Amaral, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Secession Podcast
Artists: Ndidi Dike in conversation with Jeanette Pacher

Secession Podcast

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 45:09


Ndidi Dike's exhibition Rare Earth Rare Justice unfolds as a large-scale installation structured around absence, death, and mourning and was developed over a year by the artist in close collaboration with Secession's tech and curatorial team. Thanks to a “Dialogue Residency” supported by the Federal Ministry for European and International Affairs, the artist was able to spend two months in Vienna, working in detail on the elements of the installation and the accompanying publication. The extended stay also allowed the artist to reflect on the work and experience how visitors would interact with it once the exhibition had opened. Further chapters will be presented at Färgfabriken, Stockholm and Zachęta – National Gallery of Art, Warsaw. Towards the end of the residency, Ndidi Dike and Jeanette Pacher recorded this podcast as part of an ongoing conversation between the artist and the curator. Ndidi Dike Rare Earth Rare Justice 6.3. – 31.5.2026 At the centre of Rare Earth Rare Justice lies the ongoing exploitation of the African continent's natural resources, and specifically the extraction of cobalt in the Democratic Republic of the Congo. Dike traces how extractive industries fuel ecological devastation, climate change, displacement, and resource-driven conflicts, exposing how global demand for technology is met through systemic violence and dispossession. More Ndidi Dike is an internationally renowned British-Nigerian sculptor and multi-disciplinary artist born in London. Rare Earth Rare Justice is her first major solo exhibition at an Austrian institution. Dike works across mixed media, painting, sculpture, collage, photography, video, and installation. Her practice engages with the social, political, and economic conditions shaping the modern world, with a particular focus on the legacies of colonialism, postcolonialism, forced migration, and global capitalism. Solo exhibitions include Working Through an Impasse, Art Twenty-One, Lagos, NG (2021), In the Guise of Resource Control, Villa Vassilieff, Paris (2017), State of the Nation, National Museum Onikan, Lagos, NG (2016) and Waka-into-Bondage: The Last ¾ Mile, Centre for Contemporary Art CCA, Lagos, NG (2008). Her work has been presented at biennials like Sharjah Biennial 16 (2025), Nigerian Pavilion, 60th Venice Biennale (2024), Sonsbeek 20–24, Arnhem, NL (2021), Lagos Biennial, NG (2019), Dak'Art Biennale, Dakar and 11th Bienal do Mercosul, Porto Alegre, BR (both 2018). Dike's work can currently also be seen at Tate Modern, London in the acclaimed group exhibition Nigerian Modernism: Art and Independence (on view until 10 May 2026). www.instagram.com/ndidi.dike/ Jeanette Pacher is a curator at the Vienna Secession since 2007. She is a regular lecturer in the Department of Site-Specific Art at the University of Applied Arts Vienna, member of the BIG ART advisory board, and from 2023 to 2025, she was jury member of KÖR – Art in Public Space Vienna. Secession Podcast: Artists features artists exhibiting at the Secession. The Dorotheum is the exclusive sponsor of the Secession Podcast. Programmed by the board of the Secession. Jingle: Hui Ye with an excerpt from Combat of dreams for string quartet and audio feed (2016, Christine Lavant Quartett) by Alexander J. Eberhard Audio Editor: Paul Macheck Executive Producer: Jeanette Pacher

PodCast IDEG
Resumo Semanal – 10/04/2026 – Guerra no Irã, diplomacia brasileira, UE–Mercosul, CELAC e COP15

PodCast IDEG

Play Episode Listen Later Apr 10, 2026 20:12


PodCast IDEG
Resumo Semanal – 02/04/2026 – Comércio exterior, Mercosul–Canadá, FAO, relações bilaterais e energia nuclear

PodCast IDEG

Play Episode Listen Later Apr 2, 2026 18:30


Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 25/03/2026 | 1ª EDIÇÃO: Cláudio Castro promete recorrer contra inelegibilidade | 2ª EDIÇÃO: Arábia Saudita incentiva Trump a continuar guerra com Irã

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Mar 25, 2026 302:19


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (25): Cláudio Castro reagiu logo após a derrota no Tribunal Superior Eleitoral e prometeu recorrer da decisão que o tornou inelegível. Já o ex-prefeito Eduardo Paes, que é o pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro e rival político do ex-governador, disse que o resultado do julgamento serve de alerta ao eleitores. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as negociações para acabar com a guerra estão em andamento. O governo norte-americano enviou ao Irã um plano com 15 pontos para encerrar o conflito, incluindo a reabertura do Estreito de Ormuz. O novo secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã foi nomeado, substituindo Ali Larijani, que foi morto em um ataque na semana passada. Mohammad Zolghadr assumiu o cargo, também segue uma linha dura e acredita na expansão da Revolução Islâmica no financiamento dos grupos terroristas iranianos espalhados pelo Oriente Médio. O Senado aprovou um projeto de lei que equipara misoginia ao racismo. A proposta prevê penas maiores aos crimes de ódio contra as mulheres, com um a três anos de prisão e multa. Em caso de injúria ou ofensa à honra, pode gerar de dois a cinco anos de prisão. O crime é inafiançável e não prescreve. O Supremo Tribunal Federal retoma nesta quarta-feira (25) o julgamento sobre os penduricalhos de servidores públicos. A expectativa é que os ministros comecem a votar e analisar as regras de Flávio Dino e Gilmar Mendes. A repórter Danúbia Braga informa que o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia entrará em vigor de forma provisória a partir do dia 1º de maio. A decisão foi confirmada após o governo brasileiro notificar oficialmente a Comissão Europeia sobre a conclusão de seus trâmites internos de ratificação, com o Congresso Nacional promulgando o texto na última semana. O estado de Minas Gerais registrou 32 casos de feminicídio no começo deste ano, segundo dados do Ministério da Justiça. Esse número representa uma alta de 33% em relação ao mesmo período do ano passado. Um grupo formado por 22 países da Otan, além de aliados do Oriente Médio, Ásia e Oceania, articula uma iniciativa para garantir a reabertura da mais importante rota de navegação para o transporte de petróleo do mundo. O repórter Luca Bassani explica que a Europa já sente os fortes impactos econômicos da obstrução, especialmente nos mercados de óleo e gás. O Jornal da Manhã destaca a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de suspender a análise sobre a atuação do Banco Central (BC) no processo de liquidação do Banco Master. O repórter Igor Damasceno explicou que a suspensão, determinada pelo ministro relator Jhonatan de Jesus, valerá até que outras investigações sensíveis sobre a instituição financeira sejam concluídas pela Polícia Federal. O TCU chegou a solicitar acesso aos inquéritos sigilosos, mas os dados não devem ser compartilhados neste momento. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 16/03/2026 | 1ª EDIÇÃO: Guerra Israel e EUA x Irã | 2ª EDIÇÃO: Defesa de Bolsonaro quer prisão domiciliar

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Mar 16, 2026 301:38


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (16): O Irã voltou a fazer ameaças contra os interesses dos Estados Unidos após um bombardeio na Ilha de Kharg. Em resposta, forças iranianas teriam atingido uma grande instalação de armazenamento de petróleo em Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, provocando uma enorme coluna de fumaça visível na região. Um porta-voz militar iraniano também pediu que a população local se afaste de portos, docas e do que chamou de “esconderijos americanos”, indicando que novos ataques podem ocorrer e ampliando a tensão no Oriente Médio. O vice-presidente do Brasil e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, afirmou que a guerra no Oriente Médio não deve influenciar a decisão do Banco Central do Brasil sobre a taxa básica de juros. A declaração foi dada durante visita a uma concessionária da Scania no entorno de Brasília. Alckmin argumentou que aumentar os juros não reduziria o preço do petróleo e criticou o atual patamar da taxa, dizendo que ela já está elevada há muito tempo. A próxima decisão sobre a política monetária será tomada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) na reunião marcada para a próxima quarta-feira (18). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe nesta segunda-feira (16), no Palácio do Planalto, o líder boliviano Rodrigo Paz Pereira, integrante do Partido Democrata Cristão da Bolívia. A reunião tem como objetivo avançar em acordos estratégicos entre Brasil e Bolívia nas áreas de energia e infraestrutura. O homem responsável por um ataque contra uma sinagoga no estado de Michigan, nos Estados Unidos, era irmão de um comandante do Hezbollah morto no início do mês em um ataque aéreo realizado por Israel. A informação foi divulgada pelo Exército de Israel neste domingo (15). O senador Flávio Bolsonaro afirmou que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro prepara um novo pedido de prisão domiciliar, que deve ser apresentado à Justiça após a elaboração de um laudo médico atualizado. A declaração foi feita após visita ao pai no Hospital DF Star, em Brasília. Segundo Flávio, o pedido será baseado no agravamento recente do quadro de saúde do ex-presidente e na necessidade de acompanhamento constante. A sessão da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS marcada para esta segunda-feira (16) foi cancelada após decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. O magistrado retirou a obrigatoriedade de depoimento do presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag), Aristides Veras dos Santos. A entidade está entre as investigadas pela comissão por suspeitas de fraudes bilionárias envolvendo aposentados e pensionistas ligados ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O Congresso Nacional do Brasil promulgou o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, em sessão solene realizada nesta terça-feira (17). O tratado prevê a redução de tarifas para cerca de 91% dos produtos importados pelo bloco sul-americano e 95% dos produtos europeus, criando uma das maiores áreas de livre comércio do mundo. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

MIDCast
S09E03 - Daniel Vorcaro, PEC da Segurança e Irã sob ataque

MIDCast

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 97:16


Neste episódio, abordamos o que se sabe até então sobre toda a máfia envolvida no caso do Banco Master; as últimas aprovações no Congresso e, passando pela política internacional, se estamos às portas da 3ª Guerra ou se os ataques ao Irã são mais uma guerra por procuração perpetrada pelos EUA. APOIE financeiramente a continuidade do MIDCast: ------------------ - Apoia.se : https://apoia.se/midcast - Chave PIX : podcastmid@gmail.com ------------------ # COMPRE produtos na lojinha do MIDCast: colab55.com/@midcast # CANAL do MIDCast Política no WhatsApp: bit.ly/midcast-zap # GRUPO dos ouvintes no Telegram: bit.ly/midcastgrupo # LISTA de paródias do MIDCast: bit.ly/parodiasmidcast PARTICIPANTES: ------------------ Anna Raissa - https://bsky.app/profile/annarraissa.bsky.social Diego Squinello - https://bsky.app/profile/diegosquinello.bsky.social Rodrigo Hipólito - https://bsky.app/profile/rodrigohipolito.bsky.social Thais Kisuki - https://bsky.app/profile/thaiskisuki.bsky.social Victor Sousa - https://bsky.app/profile/vgsousa.bsky.social COMENTADO NO EPISÓDIO ------------------ Daniel Vorcaro é preso pela PF Ex-diretor do BC é alvo da PF por atuar como 'empregado' de Vorcaro Vorcaro pagava a chefes de supervisão do BC para atuar em seu favor Vorcaro foi preso porque planejou ações violentas Jornalista do Globo era alvo de Vorcaro: 'Queria quebrar os meus dentes' Quem é 'Sicário', suspeito de integrar 'milícia pessoal' de Vorcaro Suicídio de ‘Sicário' de Vorcaro na prisão foi filmado sem pontos cegos Cunhado de Vorcaro doou R$ 5 milhões para Tarcísio e Bolsonaro Vorcaro diz que Ciro Nogueira é um ‘dos grandes amigos de vida' A irritação de Vorcaro com site de esquerda ‘Esse negócio de banco é igual máfia', escreveu Vorcaro para namorada Câmara aprova PEC da Segurança Pública em 2º turno Lula celebra aprovação da PEC da Segurança Pública na Câmara Por unanimidade, Senado aprova acordo entre Mercosul e União Europeia Senado aprova projeto que amplia licença-paternidade gradualmente EUA e Israel realizam ataque coordenado contra o Irã Irã confirma morte do líder supremo Ali Khamenei Irã diz ter atingido petroleiro dos EUA no Golfo Pérsico Israel ataca assembleia que escolherá novo líder supremo INFOGRÁFICOS: veja ataques no 6º dia da guerra entre EUA, Israel e Irã e entenda as bombas gravitacionais Trump diz que ataques mataram lideranças que poderiam assumir o Irã: 'Todos que tínhamos em mente morreram'

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 08/03/2026 | Dia das Mulheres / Acordo Mercosul-UE / Lula e Flávio têm empate técnico

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Mar 8, 2026 181:45


Confira as principais notícias do Jornal da Manhã deste domingo (08). Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

3 em 1
Lula diz que precisa de Haddad em São Paulo / Tarcísio posa com Flávio e sela união

3 em 1

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 121:14


No 3 em 1 desta sexta-feira (27), o destaque foi o presidente Lula (PT) que afirmou que precisa da candidatura do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), ao governo de São Paulo nas eleições de 2026. O chefe do Executivo deve ter uma nova reunião com o ministro na próxima semana para alinhar a estratégia eleitoral. Reportagem: André Anelli. O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), reuniram-se para definir a articulação do palanque político no estado paulista. Em publicação na rede social X, o filho de Jair destacou a construção do chamado “Projeto Brasil” ao lado do governador, reforçando a aliança estratégica para os próximos pleitos e dizendo: “Vamos fazer história juntos”. Reportagem: Misael Mainetti. O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes suspendeu, nesta sexta-feira (27), a quebra de sigilo da empresa pertencente ao ministro Dias Toffoli e seus irmãos. O magistrado considerou que a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado incorreu em desvio de finalidade. Reportagem: Janaína Camelo. O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil), afirmou que vai avaliar se anula a votação da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS que aprovou a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula (PT). Após a sessão marcada por denúncias de fraude regimental feitas por governistas, o senador analisará os requerimentos para decidir sobre a validade do rito. Reportagem: Beatriz Souza. Em pronunciamento exclusivo ao 3 em 1, o senador Fabiano Contarato (PT), que é o presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, afirmou que a decisão do Supremo Tribunal Federal adota uma interpretação diferente sobre o rito das investigações. O parlamentar falou sobre a liminar do ministro Gilmar Mendes, que suspendeu a quebra de sigilo da empresa do ministro Dias Toffoli. A União Europeia decidiu aplicar provisoriamente o acordo comercial com o Mercosul após avanços nas negociações bilaterais entre os blocos. O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou que o tratado deve começar a vigorar em maio. Reportagem: Luca Bassani e Marcelo Mattos. O senador Flávio Bolsonaro (PL) venceria o presidente Lula (PT) em um eventual segundo turno nas eleições de 2026, segundo levantamento do instituto Paraná Pesquisas. Na projeção, o senador aparece à frente do atual presidente com 44,4% das intenções de voto, contra 43,8% do petista, consolidando um cenário de polarização e disputa acirrada pela sucessão presidencial. O ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça autorizou o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a prestar depoimento à CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado. A decisão estabelece que o deslocamento do investigado para Brasília deve ser realizado em aeronave da Polícia Federal ou em voo comercial. Reportagem: Janaína Camelo. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 26/02/2026 | 1ª EDIÇÃO: Mercosul-UE aprovado na Câmara / Temporal em MG | 2ª EDIÇÃO: EUA vai atacar o Irã? / Pesquisa eleitoral

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 302:01


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (26): O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (25), o texto do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia. A votação, realizada de forma simbólica, ocorreu após a representação brasileira no Parlasul dar parecer favorável à proposta. O tratado, assinado formalmente em janeiro de 2026, prevê a eliminação gradual de tarifas para cerca de 90% dos produtos comercializados entre os dois blocos em um prazo de até 15 anos. A chuva voltou a atingir Juiz de Fora na noite de quarta-feira (25), provocando novos alagamentos, segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. De acordo com a Climatempo, há alerta para mais precipitações na Zona da Mata nesta quinta-feira (26). Até o momento, o município registra 42 mortes, cerca de 3 mil desabrigados, 400 desalojados e ao menos 17 pessoas desaparecidas. O Vaticano anunciou que o papa Leão XIV visitará quatro países da África entre 13 e 23 de abril, em sua primeira grande viagem internacional de 2026 ao continente onde a Igreja Católica mais cresce. O pontífice também fará uma visita de um dia a Mônaco em 28 de março e estará na Espanha de 6 a 12 de junho. O senador Alessandro Vieira (MDB), relator do PL Antifacção no Senado Federal, criticou o texto aprovado pela Câmara dos Deputados. Segundo ele, foram retirados trechos como a taxação das bets para financiar ações de combate ao crime organizado. Vieira afirmou que as mudanças enfraquecem o enfrentamento a crimes como lavagem de dinheiro, desvios de emendas e fraudes, além de reduzirem penas e instrumentos de investigação previstos na proposta original. O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou que há uma “boa perspectiva” para a terceira rodada de negociações com os Estados Unidos sobre o programa nuclear de Teerã. A declaração foi feita enquanto uma delegação iraniana seguia para Genebra, onde ocorrerão as conversas diplomáticas. Pesquisa AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, divulgada nesta quarta-feira (25), mostra que 47,5% dos entrevistados dizem ter mais receio da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 44,9% afirmam temer mais a eleição do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Outros 7,1% se preocupam igualmente com ambos os cenários e 0,5% não souberam responder. O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, conversaram por telefone para articular uma nova rodada de negociações. O diálogo antecede uma reunião voltada à busca de um possível acordo de paz. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou que a PEC da Segurança Pública será votada pela Câmara dos Deputados na próxima semana. O anúncio ocorreu em plenário, após aprovação do PL Antifacção. Segundo o presidente da Casa, o texto será apreciado na Comissão Especial na próxima terça-feira (03) e vai a plenário na quarta-feira (04). O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais entrou nesta quinta-feira (26) no terceiro dia de buscas por desaparecidos nos escombros em Juiz de Fora e Ubá. Até as 7h30, eram 43 mortos e 16 desaparecidos em Juiz de Fora, além de 6 mortes e 2 desaparecidos em Ubá. As operações chegaram a ser interrompidas durante a madrugada por causa do volume de chuva e do risco de novos deslizamentos. O secretário nacional da Defesa Civil, Wolnei Wolff, falou sobre o cenário em entrevista ao Jornal da Manhã. A ex-secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton deve depor a portas fechadas nesta quinta-feira (26) perante uma comissão do Congresso que investiga as atividades do empresário Jeffrey Epstein, condenado por abuso e tráfico sexual. Hillary e o ex-presidente Bill Clinton inicialmente se recusaram a comparecer, mas concordaram após parlamentares avaliarem a possibilidade de declará-los em desacato. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Colunistas Eldorado Estadão
Frazão: Votações da escala 6x1 e acordo Mercosul-UE

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 13:54


Felipe Frazão, repórter do Estadão em Brasília, aborda as principais notícias do dia na política brasileira, na coluna 'Sua Política', às terças e quintas, 8h30.See omnystudio.com/listener for privacy information.

3 em 1
PF acessa celular de Vorcaro no caso Master / Câmara analisa fim da escala 6x1

3 em 1

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 118:24


No 3 em 1 desta segunda-feira (09), o destaque foi o avanço das investigações do caso Banco Master. A Polícia Federal conseguiu quebrar a criptografia e acessar o celular do banqueiro Daniel Vorcaro após semanas de tentativas. Os agentes buscam mensagens, documentos e imagens que possam reforçar as linhas de apuração sobre a atuação da instituição financeira. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), encaminhou à CCJ a proposta que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada semanal de trabalho. O texto reúne iniciativas de parlamentares da base governista e ainda deverá passar por comissão especial e pelo plenário. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que as investigações sobre o caso Banco Master ocorreram com autonomia e sem pressão externa. Ao comentar a liquidação extrajudicial da instituição, ele agradeceu ao presidente Lula (PT) e ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), pela condução do processo. Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump criticou o show do intervalo do Super Bowl, classificando a apresentação do cantor porto-riquenho Bad Bunny como uma “bagunça” e questionando a escolha do artista para um dos eventos de maior audiência da televisão americana. No cenário político brasileiro, o presidente Lula (PT) intensificou as articulações com partidos do Centrão, como MDB e União Brasil, visando a formação de alianças para as eleições de 2026. A estratégia também envolve o PSD, que avalia candidatura própria, enquanto diferentes siglas disputam o apoio do bloco de centro. Nos bastidores, a movimentação é vista como tentativa de ampliar a base política e isolar a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). Pesquisa do Real Time Big Data mostra Lula (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno das eleições de 2026 e aponta que 26% dos eleitores se identificam como de centro. No 3 em 1, comentaristas analisam o peso desse eleitorado e a possibilidade de migração de votos no cenário eleitoral. Durante evento no Instituto Butantan, em São Paulo, o presidente Lula afirmou que não quer brigar com Donald Trump, mas destacou as raízes nordestinas ao comentar a relação com o presidente norte-americano. A declaração teve repercussão política e internacional. Na área econômica, o acordo entre Mercosul e União Europeia avançou na Câmara dos Deputados após parecer favorável do deputado Arlindo Chinaglia (PT), presidente da representação brasileira no Parlamento do Mercosul. O texto deverá ser analisado pelo Congresso Nacional, aumentando a expectativa sobre a votação em plenário. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Xadrez Verbal
Xadrez Verbal #446 Início de 2026

Xadrez Verbal

Play Episode Listen Later Jan 24, 2026 345:32


A primeira edição da sua revista semanal de política internacional em formato podcastal deste ano tenta explicar toda a loucura das últimas semanas!Observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com protestos no Irã, ofensivas no Iêmen e Síria, além da formação de novos blocos de poder na região.Também passamos pela Crise da Groenlândia e sua repercussão no Fórum Econômico Mundial, em Davos, a partir das falas dos representantes europeus.No mais, demos aquele tradicional pela nossa quebrada latino-americana, com atualizações sobre a Venezuela e a assinatura do acordo MERCOSUL-União Europeia, que também foi o tema da coluna da professora Vivian Almeida.Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/

O Assunto
O acordo UE-Mercosul, e como fica o Brasil

O Assunto

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 34:38


Convidado: Roberto Azevedo, ex-diretor-geral da OMC e presidente da 9G Consultoria. A primeira ata de um acordo entre União Europeia e Mercosul foi assinada em 1995. Depois de várias tentativas e três décadas de negociações, os países da Comissão Europeia deram sinal verde para um acordo final entre os dois blocos. A expectativa é de que a assinatura final seja no próximo sábado, 17 de janeiro. Um tratado histórico, a partir do qual nasce a maior zona econômica do mundo. O pacto envolve 27 países da União Europeia e 4 países do Mercosul, entre eles o Brasil. Juntos, os países envolvidos respondem por 25% de toda a riqueza produzida no planeta. Trata-se de um mercado de 720 milhões de consumidores. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Roberto Azevêdo, brasileiro que participou diretamente das negociações iniciadas ainda na década de 1990. Ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Azevêdo responde o que destravou o acordo neste momento e como o Brasil, e os brasileiros, vão ser afetados. Para ele, que dirigiu a OMC entre 2013 e 2020, trata-se de um acordo “ganha-ganha” entre as duas partes. Azevêdo responde também o que muda, na prática, para o agronegócio brasileiro e para os consumidores do país. Por fim, ele avalia como esta é uma chance de o Brasil se reposicionar no comércio mundial.