South American economic agreement
POPULARITY
Presidenciáveis querem Brasil próximo da Ásia e EUA, fortalecer o Mercosul e deixar o Brics; veja propostas para política externa. Romeu Zema participa nesta segunda de série de entrevistas da Globo com candidatos a presidente; saiba como assistir. Dentista relata ao 'Fantástico' agressões que sofreu do marido, empresário da Faria Lima. Campanha nacional coleta DNA de familiares de pessoas desaparecidas; veja como participar. Em primeira aparição, Lito faz apelo urgente por tratamento experimental: 'Cada minuto importa'.
A ideologia está dando um banho de bola no pragmatismo que deveria pautar as duas nações parceiras no Mercosul.
Confira os destaques desta quinta-feira (30/07/26):➡️ Tereza Cristina será vice de Flávio Bolsonaro? Entenda!➡️ Taxação do leite importado do Mercosul. Saiba o que avançou hoje! ➡️ LinkedIn mapeia as capitais do emprego no Brasil, descubra as do agro que mais se destacam.*Kellen Severo, jornalista Agro
Este episódio do podcast "Em Busca" Fagner Almeida mostra o marco histórico de 50 anos da Associação de Criadores de Cavalos Crioulos do Paraguai (ACCCP), explorando sua trajetória desde a fundação em 1974 até o status atual.Highlights
Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral: Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio. Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso… Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo. No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração. Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo. Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor. Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período. Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas. Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais. Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade. Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto neoliberal tem como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política. Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU. Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU. Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar. Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas: Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista. Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos: Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional. Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando: Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo. Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado. A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação: Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano. Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”. Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet. Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021. Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China. Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas. Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai. Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis. Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos. Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube. Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!
Bom dia! ☕Aproveite o Black App do Magalu aqui.Mande seu áudio pro time aqui.Garanta seu ingresso para o seis&seis aqui.No episódio de hoje:
Presidente da Coreia do Sul esteve em visita oficial ao Brasil. Os dois se reuniram no Palácio da Alvorada.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (27): A convenção do PDT oficializou Alexandre Kalil como candidato ao governo de Minas Gerais. Ex-prefeito de Belo Horizonte, Kalil disputa o cargo pela segunda vez após concorrer em 2022, quando foi derrotado por Romeu Zema no primeiro turno. Reportagem: Suylan Riquelme. O PSD confirmou a candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência da República, com Gilberto Kassab como candidato a vice. Durante a convenção, Caiado defendeu a construção de uma alternativa à polarização política e prometeu implementar um novo modelo de governo, caso seja eleito. Reportagem: Beatriz Manfredini. O PL oficializou a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. O partido ainda não definiu o candidato a vice, cuja indicação, segundo Valdemar Costa Neto, caberá ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Reportagem: Júlia Fermino. Pela segunda noite consecutiva, Estados Unidos e Irã interromperam os ataques diretos, em uma pausa atribuída a recomendações de comandantes militares americanos. Enquanto Israel pressiona pela retomada da ofensiva, o Pentágono enfrenta críticas por mudanças na contabilização de militares mortos no conflito. Reportagem: Luca Bassani. O fim de semana foi marcado por uma intensa agenda política no Rio de Janeiro, com a realização das convenções partidárias que oficializaram candidaturas e chapas para as eleições de outubro. Ao longo de sexta-feira (24) e sábado (25), PL, Progressistas, Republicanos, PSDB e a federação PRD-Solidariedade reuniram lideranças e filiados para definir seus nomes na disputa pelos principais cargos do estado. Os encontros deram início à fase oficial das campanhas das legendas. Reportagem: Rodrigo Viga. O presidente da China, Xi Jinping, manifestou apoio ao Brasil em conversa telefônica com o presidente Lula e afirmou ser contrário a interferências externas nas eleições brasileiras. Os dois líderes também discutiram o fortalecimento da cooperação bilateral, a coordenação em fóruns internacionais e o avanço das negociações para um acordo entre Mercosul e China. Reportagem: Marco Viana. O senador e astronauta Marcos Pontes (PL) concedeu entrevista ao Jornal da Manhã e falou sobre a escolha do vice de Flávio Bolsonaro, que ainda não foi definida, e sobre as alianças do Partido Liberal para a eleição presidencial. Durante a entrevista, Pontes afirmou: “Estou à disposição, assim como estava na eleição de Jair Bolsonaro”. O governo do Irã prometeu reagir ao ataque ucraniano contra um navio comercial iraniano no Mar Cáspio, que deixou um marinheiro morto e outro ferido. O chanceler Abbas Araghchi acusou a Ucrânia de agir a mando de Israel e classificou a ação como uma violação da Carta da ONU, afirmando que o episódio não ficará sem resposta. Reportagem: Luca Bassani. A pesquisa BTG/Nexus mostra o presidente Lula liderando as intenções de voto para a eleição presidencial de 2026. No primeiro turno, Lula aparece com 42%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 33%, enquanto Ronaldo Caiado e Renan Santos vêm na sequência. Em uma simulação de segundo turno, Lula registra 47% das intenções de voto contra 43% de Flávio Bolsonaro, configurando empate técnico dentro da margem de erro. O PT e os partidos da Federação Brasil da Esperança acionaram o TSE e o STF para contestar o uso de um vídeo com inteligência artificial de Jair Bolsonaro durante a convenção do PL que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro. A ação alega propaganda eleitoral antecipada e uso irregular de IA, pedindo a retirada do conteúdo, a proibição de novas divulgações e multa de R$ 30 mil ao PL e ao senador. Reportagem: Mauro Viana. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira nesta edição do JR 24 horas: O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, conversou por telefone com Xi Jinping por mais de uma hora na noite do último domingo (26). O presidente da China manifestou apoio ao Brasil em relação à defesa da soberania nacional e na rejeição às interferências externas. Lula publicou em suas redes sociais que ele e Xi Jinping discutiram como aproximar os planos de desenvolvimento dos dois países e acelerar as tratativas para um acordo entre o Mercosul e a China. E ainda: Incêndios florestais deixam mais de 325 mil pessoas desabrigadas na Europa.
Confira o que é notícia no mundo nesta segunda-feira, 27.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
Bom dia! ☕Para descobrir como contar com atendimento Santander Empresas clique aqui.As roupas com tecido tecnológico da Insider estão aqui.Garanta seus ingressos para o seis&seis aqui.No episódio de hoje:
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (20): A partir desta segunda-feira (20), os partidos políticos podem realizar as convenções partidárias para definir os candidatos que disputarão as eleições de 2026. O prazo para a realização das convenções vai até 5 de agosto. Nessa etapa são definidas as chapas para deputado estadual, deputado federal, senador, governador e presidente da República. Após a escolha dos nomes, os partidos têm até 15 de agosto para registrar as candidaturas na Justiça Eleitoral, e a campanha eleitoral começa oficialmente no dia 16 de agosto. As eleições serão realizadas em 4 de outubro. Reportagem: André Anelli. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega ao recesso parlamentar com pelo menos 23 derrotas consideradas relevantes no Congresso Nacional desde o início do terceiro mandato. O cenário para os próximos meses é visto como mais desafiador, já que o calendário eleitoral reduzirá o período de votações no Legislativo. A diminuição das sessões pode dificultar o avanço de propostas prioritárias do Palácio do Planalto, como a PEC que prevê a redução da jornada semanal para 40 horas e o fim da escala 6x1. Desde 2023, o governo enfrentou derrotas em votações, derrubada de vetos, projetos sem apoio suficiente, perda de espaço político e a rejeição de uma indicação ao Supremo Tribunal Federal. Reportagem: André Anelli. Os Estados Unidos condicionaram a redução das tarifas impostas sobre produtos brasileiros à concessão de benefícios comerciais e de regulações favoráveis a empresas americanas. A sinalização indica que uma eventual diminuição do chamado tarifaço dependerá de negociações entre os dois países e da adoção de medidas que atendam às demandas apresentadas pelo governo dos Estados Unidos. Reportagem: Talita Souza. O Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos realizou uma nova série de ataques contra o Irã, no nono dia consecutivo de bombardeios. A ofensiva teve como alvo instalações militares e centros de comando, em resposta à morte de três militares americanos. Os EUA também reforçaram sua presença militar no Oriente Médio, enquanto Donald Trump afirmou que o Irã foi atingido de forma "muito dura". Reportagem: Luca Bassani. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) negou, por maioria, o novo pedido de habeas corpus apresentado pela defesa da advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra. Presa preventivamente por suspeita de participação em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC, investigado na Operação Vérnix da Polícia Civil de São Paulo, Deolane permanece na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista. A defesa solicitava a transferência para uma Sala de Estado-Maior ou a concessão de prisão domiciliar, mas a relatora do caso, desembargadora Renata William Rached Catelli, entendeu que, como a inscrição de Deolane na OAB está suspensa, ela não tem direito à Sala de Estado-Maior. Reportagem: David de Tarso. As exportações brasileiras para a União Europeia cresceram US$ 2 bilhões nos meses de maio e junho, os dois primeiros meses após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e o bloco europeu, segundo levantamento da ApexBrasil. A alta foi de 26% em comparação com o mesmo período de 2025. No acumulado do primeiro semestre, as vendas do Brasil para a União Europeia chegaram a US$ 26,9 bilhões, um aumento de US$ 3 bilhões, ou 12,8%, em relação ao mesmo período do ano anterior. As plataformas digitais que operam no Brasil têm até esta segunda-feira (20) para se adequar às novas regras de fiscalização e responsabilização previstas no decreto 12.975 de 2026, publicado em maio pelo governo federal. A norma regulamenta a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que restringiu a aplicação do artigo 19 do Marco Civil da Internet e ampliou as obrigações das empresas no combate a conteúdos criminosos. Jess Peixoto e Lucas Mehero comentaram. Reportagem: Marco Viana. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) participou, na manhã desta quarta-feira (1º), do encontro “Conexões Produtivas: Oportunidades para a Indústria no Acordo Mercosul-União Europeia – Edição Amazônia”, realizado no auditório do Sebrae, em Rio Branco. Estiveram presentes o procurador-geral de Justiça, Oswaldo D'Albuquerque Lima Neto, a corregedora-geral, Patrícia de Amorim Rêgo, e o procurador-geral adjunto institucional, Sammy Barbosa Lopes.
A instabilidade do comércio com os Estados Unidos desde a volta de Donald Trump à Casa Branca reduziu a fatia das exportações brasileiras para o país ao menor patamar em 200 anos, mas impulsionou a diversificação de parceiros. O choque provocado por Trump também serviu de alerta para os riscos da dependência de um número limitado de grandes compradores – a começar pela China, destino de 31,5% dos produtos vendidos pelo Brasil. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O impacto do vai e vem das tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos ainda está sendo assimilado pelos setores não beneficiados por isenções. Muitos haviam estruturado suas cadeias produtivas em torno do mercado americano, como o de metais, da madeira e de diversas manufaturas. "No setor de café solúvel, 50% da exportação brasileira ia para os Estados Unidos. Eles aumentaram as vendas para outros destinos, mas mesmo assim a participação era muito grande. A mesma coisa ocorre com aço, alumínio e cobre", explica Welber Barral, especialista em comércio internacional com vasta experiência na pasta. "Os Estados Unidos eram um grande comprador há muitas décadas, então você não consegue diversificar imediatamente. Para os calçados, por exemplo, os EUA não são um grande destino para o setor como um todo, mas algumas empresas em particular dependiam muito do mercado americano", observa. As barreiras comerciais prejudicam também os importadores. Grandes empresas como Coca-Cola e Tesla sinalizaram que não é tão simples substituir o café, o suco de laranja e os metais raros que costumavam comprar do Brasil com tarifas baixas. O consumidor americano acaba pagando essa conta. A confiança abalada acelera o afastamento Do lado dos parceiros do país, a confiança sai abalada. “No caso do Brasil, a consequência imediata é apressar um divórcio ou um processo de decoupling que já está sendo feito nos últimos 20 anos. É claro que a conjuntura afeta, mas é a continuação de uma tendência de um país que era o maior parceiro comercial brasileiro em muitas décadas, e que deixou de ser e vem em queda constante”, salienta Carlos Frederico Coelho, professor de comércio internacional da PUC Rio. "O tarifaço não inaugurou esse movimento, mas ele certamente o acelera.” Os anúncios intempestivos de Trump amplificaram no mundo um movimento de abertura de novas parcerias e intensificação das existentes. Desde 2025, junto com o Mercosul, cinco frentes avançaram para o Brasil: os acordos comerciais com a União Europeia, o EFTA (Noruega, Suíça, Liechtenstein e Islândia) e Singapura foram fechados, além da abertura de negociações com o Japão e a reativação diplomática para a conclusão das tratativas com Emirados Árabes Unidos, Canadá, Índia, Vietnã e Indonésia. O resultado é que, até 2024, apenas 12% das exportações brasileiras eram cobertas por acordos comerciais, e a parcela subiu para 31%. No ano passado, os números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) confirmam a diversificação, com recordes de exportações para 42 países. A Alemanha, por exemplo, se consolidou como a quarta maior parceira e pretende dobrar as trocas com o Brasil nos próximos cinco anos. “Um efeito indireto e provavelmente não desejado por Trump foi o aumento desses acordos do Brasil e de vários outros países, para tentar diversificar do mercado americano. E não é só o Mercosul”, sublinha Welber Barral, ex-secretário brasileiro de Comércio Exterior. “Se você olhar, países como Indonésia avançaram muito em novos acordos. A própria União Europeia avançou no acordo com a Índia”, aponta. O risco chinês A queda de 6,6% nas importações do Brasil pelos Estados Unidos foi compensada pelo aumento equivalente para a China e a Argentina, respectivamente o primeiro e o terceiro principais parceiros comerciais do Brasil. Hoje, Pequim absorve quase um terço das exportações brasileiras. "Diversificar é um pouco mais complexo do que se fala. O que preocupa nas trocas comerciais com a China é que, quando você analisa essa pauta, quase 90% está concentrado em quatro produtos: carnes, minério, soja e petróleo”, adverte Coelho. "Isso deveria nos assustar, porque se a China desacelerar, o Brasil vai sofrer imensamente. Não é desejável, para países tão distantes, que o Brasil tenha 30% das exportações indo para um só país." Barral concorda com os riscos dessa nova dependência, mas pondera que as trocas com os países asiáticos em geral também estão em alta, a exemplo da Índia, Indonésia e Vietnã. "Outros países asiáticos também podem se tornar grandes importadores no futuro, principalmente de commodities agrícolas”, afirma.
O Mercosul vem tentando reduzir sua dependência de fertilizantes importados, ao mesmo tempo em que abre espaço para alternativas mais verdes. Para além da segurança do abastecimento, os países do bloco se movem em direção a fertilizantes de baixo carbono, inclusive aqueles produzidos com hidrogênio renovável. Saiba mais acompanhando a conversa entre Bruno Castro, responsável por precificação de fertilizantes na Argus em São Paulo, e Pamela Machado, responsável pela cobertura de hidrogênio de baixo carbono e derivados na Argus em Paris. Os tópicos discutidos neste episódio incluem: Consumo de fertilizantes pelo Brasil e dependência do produto importado Dinâmica de preços dos fertilizantes atrelada a combustíveis fósseis Vantagens e tecnologias de produção de fertilizantes sustentáveis Avanço de projetos no Paraguai e Brasil Desafios de infraestrutura e regulamentação
Shirley Paes Leme (1955, Minas Gerais) 1978 gradua-se na Universidade Federal de Minas Gerais.Em 1983 -1986 recebe a Bolsa Fulbright. Em 1986 doutorou-se pela JFK University, San Francisco Art Institute e University of Califórnia at Berkeley, USA.individuais selecionadas: 2026, Dias Normais, Instituto Ling, Porto Alegre. 2023, NossoMundo, Museu de Arte Moderna de São Paulo, 2023, Os Vestigio dos Días, GaleriaZielinsky, Barcelona. 2022, Suspiro em Vão, Galeria Raquel Arnaud, São Paulo. 2020,Eterno Retorno, Carbono Galeria, São Paulo. 2019, RareAr, Galeria Raquel Arnaud, SãoPaulo. 2018, Geografias Errantes( vistas de dentro para fora), Palácio das Artes,Porto. 2015, Quando Atitutes (trans)formam, Centro Cultural Minas, Belo Horizonte. 2012,Água Viva. Museu Vale, Vitória.2009, Heterotopias Cotidianas, Museu de ArteContemporânea do Ceará, Fortaleza. 2008, Ambulantes, Centro Cultural Espanha, Cidadedo México. 2009, Horas. Galeria de Artes Visuais UFG, Goiânia. 2004, Peso/Leveza.Passa Quatro. 2003, Desenhos e Vídeo, Galeria Jaspers, Munique. 1996, Deux ArtistesBrasiliens. Galeria Debret, Paris. 1986, Inside Out. Fiberworks Gallery, Berkeley. 1981,Fibra, Fundação Cultural, Brasília.coletivas selecionadas: 2025, FullGás, CCBB, Rio de Janeiro. 2017, I Bienal Sur,Buenos Aires. 2015, X Bienal do Mercosul. 2010, Vidéo et Aprés – Vidéo Brasilienne: unportrait, Centre Georges Pompidou, Paris. 2006, Black and White. Haim Chanin Gallery,Nova York. 2005, I Bienal Internacional de Arte al Aire Libre. Caracas. 2007, I Bienal doFim do Mundo, Ushuaia. 2001 Côte à Côte - Art Contemporain du Brésil, Musée d'ArtContemporain de Bourdeaux. 2000, Bienal de La Habana. Século XX: Arte do Brasil,Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa. 2000, Bienal de São Paulo. 1999, II Bienal doMercosul, Porto Alegre. 1997, Die Anderen Modernen, Casa das Culturas do Mundo,Berlim. 1993, XV Bienal de Lausanne. Links: https://www.shirleypaesleme.com/ https://raquelarnaud.com/artistas/shirley-paes-leme/ https://www.youtube.com/watch?v=wgzYQz4f7F4&themeRefresh=1 https://mam.org.br/exposicao/nosso-mundo/ https://www.zielinskyart.com/shirley-paes-leme https://www.youtube.com/watch?v=tkEy98fXmNY Episódio gravado a 02.07.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
Convidado: Guilherme Casarões, cientista político, professor da Florida International University (EUA) e um dos coordenadores do Observatório da Extrema Direita. A investigação da "Seção 301" pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA concluiu que o Brasil mantém práticas desleais na economia – casos do Pix e da 25 de Março, centro popular de São Paulo. O resultado disso é a ameaça de taxar os produtos brasileiros em 25%. De um lado, o Ministério das Relações Exteriores enviou ao governo americano um documento para defender os interesses brasileiros e negociar uma solução. De outro, o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro também despachou aos Estados Unidos uma carta com algumas propostas para sensibilizar Trump e adiar a aplicação das tarifas – acontece que Flávio pediu para postergar o tarifaço por um prazo de 180 dias, ou seja, para depois das eleições, sob o argumento de que as taxas dariam vantagem política para o atual governo. Neste episódio, Natuza Nery entrevista o cientista político Guilherme Casarões, que fala diretamente dos Estados Unidos. Casarões analisa as propostas de Flávio Bolsonaro (que envolvem limitações ao Pix e à participação do Brasil no Mercosul) e avalia os ruídos que uma “diplomacia paralela” pode provocar em meio a uma negociação entre representantes dos Estados nacionais.
A 68ª Cúpula do Mercosul ocorreu em um momento de profundas transformações no cenário político e econômico da América do Sul. Em meio à polarização ideológica, às disputas comerciais globais e à busca por maior integração regional, os líderes do bloco discutiram medidas para fortalecer o Mercosul, ampliar parcerias internacionais e enfrentar desafios comuns entre os países-membros. Quais são os impactos dessas decisões para o Brasil e para a região? E quais são as perspectivas para o futuro do bloco? Para responder a essas perguntas, o JR 15 Minutos conversa com Matheus de Oliveira, professor e especialista em Relações Internacionais.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (30):O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, tenta uma união entre Flávio Bolsonaro (PL), senador e pré-candidato à Presidência da República pelo partido, e Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama e esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na semana passada, Michelle divulgou um vídeo e relatou ter sido maltratada por Flávio, gerando conflito com a Família Bolsonaro. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) postou um vídeo polêmico que expõe o relato do ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho, sobre as festas extravagantes do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. No registro compartilhado, Garotinho detalha eventos repletos de excessos apelidados, citando a suposta presença de autoridades que dizem defender a família. A publicação foi amplamente interpretada como um míssil direcionado ao seu enteado, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O governo federal lançará, nesta quarta-feira (1º), o Plano Safra 2026/27 que oferecerá um total de R$ 525,1 bilhões em financiamentos para médios e grandes produtores. O governo confirmou os números nesta terça-feira (30). O montante é de R$ 9 bilhões a mais em recursos em relação à safra anterior. O pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) vai anunciar, nesta quarta-feira (1º), o candidato para vice-presidente de sua chapa. O nome mais cotado é de Gilberto Kassab, ex-prefeito de São Paulo e presidente do partido. Caiado foi questionado sobre quem será o vice de sua chapa, mas não confirmou. O nome de Kassab já vinha sendo ventilado desde maio. A oficialização ocorrerá em um evento em Brasília. A informação foi divulgada pelo jornal O Estado de S.Paulo e confirmada pela reportagem da Jovem Pan. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) discursou, nesta terça-feira (30), na cúpula do Mercosul e explicou o motivo de estar concorrendo à reeleição à Presidência da República. Segundo o petista, a presença na disputa é para garantir que o Brasil se mantenha como um país democrático. “Não é possível a gente imaginar irresponsáveis governando um país de 215 milhões de habitantes”, disse o presidente. O Tesouro Nacional divulgou, nesta terça-feira (30), que as dívidas públicas registraram um déficit de R$53,3 bilhões. A justificativa é de que a piora nas contas se deve ao aumento de despesas livres. A bancada do O Pingos Nos Is analisa os números. Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (28) mostra que a maioria dos brasileiros não se lembra em quem votou para cargos legislativos nas eleições de 2022. Apenas 23% dos entrevistados afirmam recordar o voto para senador, deputado federal e deputado estadual, enquanto a lembrança aumenta quando o assunto é a escolha para presidente, citada por 85% dos eleitores. Os senadores da oposição se articulam para votar com urgência o ensino domiciliar. A proposta, já aprovada pela Câmara dos Deputados em 2022, seguia parada no Senado Federal. O projeto libera que pais se tornem responsáveis pelas aulas. Breaking News: A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro oficializou por meio de uma carta, sua renúncia irrevogável à presidência nacional do PL Mulher após uma reunião tensa com o presidente do partido, Valdemar Costa Neto. O ponto de partida do afastamento foi o desgaste público e a troca de acusações com o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a quem Michelle acusou de desrespeito e humilhação em articulações partidárias.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
bom-dia-247---lula-une-o-Mercosul;-michelle-rompe-de-vez-com-flávio-1.7.26 by TV 247
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (01): Após entrevista ao programa Morning Show, da Jovem Pan, o pré-candidato à presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), afirmou ser o melhor candidato para enfrentar o atual presidente do Brasil nas eleições deste ano. Segundo Caiado, o país está cansado da polarização e dos ataques pessoais que regem a disputa eleitoral, e que seu nome traz uma base sólida de experiência e gestão para o cargo. Reportagem: Marcelo Mattos. Lideranças do Partido dos Trabalhadores articulam nos bastidores para garantir a indicação do primeiro suplente da chapa de Simone Tebet ao Senado por São Paulo. A estratégia leva em conta a possibilidade de Tebet voltar a ocupar um ministério em um eventual novo governo de Luiz Inácio Lula da Silva, caso ele seja reeleito. Nesse cenário, o suplente assumiria a cadeira no Senado. O partido também defende que a vaga seja ocupada por um nome ligado ao ex-ministro Fernando Haddad, pré-candidato ao governo paulista. Reportagem: João Vitor Revedilho. Durante a 68ª Cúpula do Mercosul, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que os países da região evitem “alinhamentos automáticos” com grandes potências e reforcem a autonomia política e econômica do bloco. O presidente afirmou que a América do Sul deve diversificar suas parcerias e proteger sua soberania em meio às tensões comerciais e geopolíticas. Lula também sugeriu ampliar o sistema brasileiro de transferências para os países do Mercosul como base para uma infraestrutura regional integrada. Reportagem: André Anelli. Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (1º) mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em eventual disputa de segundo turno no pleito presidencial. O chefe do Executivo registra 48,8% das intenções de voto, enquanto o parlamentar tem 42,3%. O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, se reúne nesta quarta-feira (1º) com parlamentares do governo e representantes de centrais sindicais para discutir a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. O texto, aprovado pela Câmara dos Deputados no fim de maio, aguarda o início da tramitação no Senado. Alcolumbre afirmou que a Casa fará uma análise detalhada da proposta antes de levá-la à votação em plenário. Reportagem: Raphaela Almeida. O estado de São Paulo registrou aumento no número de ocorrências de estupro entre janeiro e maio deste ano. Foram 6.500 notificações no período, contra 6.219 registradas no mesmo intervalo do ano passado. Apenas em maio, o estado contabilizou 1.320 casos, acima dos 1.183 registrados em 2025. Reportagem: Danúbia Braga. O número de mortos após os terremotos que atingiram a Venezuela subiu para 1.943, segundo o governo venezuelano. O balanço mais recente aponta ainda 10.571 feridos e 6.461 pessoas resgatadas com vida dos escombros. Uma estimativa da Organização das Nações Unidas indica que cerca de 50 mil pessoas ainda podem estar desaparecidas. Reportagem: Eliseu Caetano. A Polícia Civil do Distrito Federal concluiu a investigação sobre a arma apreendida em junho e não indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro. O relatório enviado ao Supremo Tribunal Federal aponta apenas o indiciamento do sargento do Exército Estácio Leite da Silva Filho por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Segundo a investigação, o militar teria transportado uma arma registrada em nome de Bolsonaro sem autorização formal e fora das regras previstas no Estatuto do Desarmamento. Em depoimento, Bolsonaro afirmou que o armamento permaneceu em sua residência após uma operação e alegou necessidade de proteção do local. Reportagem: Bruno Pinheiro. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O encontro em Assunção marcou o fim da presidência temporária do Paraguai no Mercosul e a transferência do comando do bloco para o Uruguai.
Os vinhos franceses de Bordeaux, conhecidos no mundo inteiro pelas garrafas que podem custar milhares de dólares, passam por uma profunda transformação, ditada pelo consumidor e por um comércio internacional instável. Carro-chefe da produção da região, as garrafas de tinto têm sido preteridas pelos compradores, que não apenas bebem menos, como se orientam para os brancos e espumantes. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A crise não é nova, nem exclusiva à região do sudoeste francês: desde o início da década, o setor enfrenta um recuo da produção, um reflexo da queda mundial do consumo da bebida, de 14% desde 2018. O atual nível de consumo de vinho se equipara ao de 1957. Ano após ano, o governo subsidia a derrubada de milhares de hectares de videiras em Bordeaux. Mais 10 mil hectares serão arrancados este ano, dando lugar a outras culturas agrícolas ou a uma transição para o vinho branco, tendência mundial nos últimos anos, tomado gelado ou misturado em coquetéis. A mudança representa uma quebra de paradigma para a tradicional região francesa. Bernard Farges, produtor e presidente do Conselho Interprofissional do Vinho de Bordeaux (CIVB), avalia que a parcela de vinhedos de brancos passará dos atuais 10% da região para até 30% no futuro, com foco em três uvas principais: sauvignon, sémillon e moscadelle. Espumantes e até vinho sem álcool Os tintos também passam por uma adaptação para ficarem mais leves e poderem ser servidos frescos, e a oferta de espumantes e até de vinho sem álcool, em crescimento no mundo, quase dobrou nos últimos cinco anos. “O futuro dos vinhos de Bordeaux envolverá, sem dúvida, uma área total de produção menor do que no passado. Embora os volumes devam diminuir, tanto para os grands crus quanto para as categorias de base, os vinhos em si serão muito mais acessíveis ao paladar: apresentarão, de modo geral, estrutura tânica menos acentuada e teores alcoólicos mais baixos, com maior ênfase nas notas frutadas”, explica Farges. “É o resultado de escolhas deliberadas na vinificação, concebidas para atender à demanda dos consumidores.” A transição se tornou um drama social na região. Milhares de pequenos produtores foram à falência; outros, herdeiros de uma tradição familiar à beira do colapso, se suicidaram. Para Jean-Marie Cardebat, economista especializado no setor, a cadeia demorou a reagir. “Falavam em educar o consumidor, esse tipo de coisa. Só que um consumidor não pode ser educado tão facilmente e você tem que saber do que ele gosta”, aponta o professor de Economia e Estratégia da Universidade de Bordeaux. “Estamos pagando o preço da demora na adaptação. Os tintos fortes (‘capiteux') não são o que interessa hoje. Bebe-se menos nas refeições, o que se quer são mais vinhos que possam ser bebidos com os amigos, à noite.” Exportações em queda e pressão climática O revés se amplificou com a despencada das compras da China, que chegou a ser a maior importadora, mas passou a produzir e incentivar a produção local de vinho. A guerra comercial de Donald Trump nos Estados Unidos, primeiro destino das exportações dos vinhos de Bordeaux, inflige mais um golpe duro aos châteaux franceses. Para completar o quadro negativo, as secas e altas temperaturas intensificadas pelas mudanças climáticas afetam as safras, ano após ano. Especialistas e historiadores do vinho evocam que o setor passa pela terceira maior crise da sua história, depois de uma grande praga dizimar os vinhedos no fim do século 19 e a depressão econômica de 1930. “Houve uma falta de visão estratégica em nível coletivo. Dava para ver que desafios protecionistas viriam”, avalia Cardebat. “Acredito que, há uns dez anos, deveríamos ter começado a explorar outros mercados e a adotar uma postura mais voltada para o futuro”, complementa. Mercosul abre nova frente Os produtores respiraram aliviados com a conclusão do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, que representa uma nova oportunidade para o setor vinícola europeu. Em Paris, a proprietária da loja de vinhos Divvino, Marina Giuberti, nota que os grandes tintos de Bordeaux mantêm a preferência dos clientes brasileiros, mas eles demonstram abertura a experimentar as novas opções que a região oferece. “O nome de Bordeaux é fenomenal. Tem cliente que já chega falando que só ama Bordeaux, só quer Bordeaux, e só tintos”, afirma Marina Giuberti. “A região é muito conhecida pelos grands crus, vinhos com muitos prêmios, mas que na verdade representam apenas 4% de toda a produção. A gente tem 96% dos vinhos mais acessíveis e bacanas, com muitos brancos minerais ou frutados, e a qualidade é boa.” O professor de Economia da Universidade de Bordeaux faz questão de salientar que, apesar da crise, os grandes vinhos tintos da região sempre terão público. “Sempre haverá vinhos tintos complexos – assim como brancos, aliás. Não significa o desaparecimento do vinho como o conhecemos, o vinho complexo, que expressa cada terroir”, observa. “Trata-se simplesmente de uma mudança nos segmentos de mercado, com alguns deles passando a priorizar vinhos voltados para o grande público.”
No 3 em 1 desta terça-feira (30), o destaque foi que o presidente Lula (PT-SP) elevou a fervura diplomática ao rebater publicamente as recentes declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a influência de Washington no continente. A nova líder do governo, senadora Teresa Leitão (PT-PE), estreou no cargo em uma reunião na Residência Oficial com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). No encontro, a petista apresentou a cartilha de prioridades do presidente Lula (PT-SP), com destaque para a PEC do fim da escala 6x1. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF) vem resistindo fortemente aos apelos do presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto (PL-SP), para participar de uma agenda pública de reconciliação. Valdemar tenta usar o próximo grande encontro do PL Mulher para selar uma trégua e forçar uma foto de união com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O vice-presidente em exercício, Geraldo Alckmin (PSB-SP), e o ministro da Agricultura, André de Paula (PSD-PE), lançaram no Palácio do Planalto o Plano Safra 2026/2027, injetando o valor recorde de R$ 525,1 bilhões na agricultura empresarial. A Suprema Corte dos Estados Unidos impôs uma nova derrota políticas ao presidente Donald Trump ao derrubar, por 6 votos a 3, o decreto presidencial que tentava extinguir o direito automático à cidadania por nascimento. O governador Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) avançou nas negociações de bastidores para anunciar o ex-ministro Gilberto Kassab (PSD-SP) como seu candidato a vice-presidente. Confira os bastidores de João Vitor Revedelho. O ministro Gilmar Mendes tentou colocar panos quentes na crise interna do Supremo Tribunal Federal (STF) ao afirmar que as divergências na Segunda Turma "não representam desunião da Corte". Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O melhor ativo é sempre a boa informação!Quer receber as informações do Morning Call diretamente no seu e-mail? Acesse: https://l.btgpactual.com/morning_call_spotify
Encontro acontece nesta terça no Paraguai.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece
➡️ Brasil vai barrar o leite em pó do Mercosul? Entenda➡️ Governo tenta impedir avanço da renegociação das dívidas rurais➡️ Risco para a produção de tilápia no Brasil. Saiba o que mudou. ➡️ Eleições 2026: Conheça os dados de nova pesquisa *Kellen Severo, jornalista Agro
Debate da Super Manhã: O acordo entre o Mercosul e a União Europeia volta ao centro do debate econômico internacional e pode trazer reflexos importantes para Pernambuco. Considerado um dos maiores tratados comerciais do mundo, o acordo prevê a redução de tarifas, a ampliação das relações comerciais e o fortalecimento da integração econômica entre os países dos dois blocos. No debate desta quarta-feira (13), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com convidados sobre os efeitos positivos para o Estado, os pontos de alerta e os desafios, as questões geopolíticas, a cooperação entre os blocos econômicos e os reflexos do acordo nas cidades pernambucanas. Participam o economista da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Pernambuco (FAEPE), Marcus Alcoforado; a advogada especialista em Direito Tributário, Anna Dolores Sá Malta; e o economista especialista em Gestão Pública, Werson Kaval.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (06/05/2026): Pesquisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) com 25 mil crianças de cinco anos de idade em nove países, incluindo o Brasil, apontou desenvolvimento prejudicado pela exposição diária a dispositivos digitais. A avaliação mediu vocabulário, resolução de pequenos problemas matemáticos e habilidades socioemocionais. No Brasil, o trabalho envolveu crianças de São Paulo, Ceará e Pará. Elas tiveram desempenho semelhante à média dos outros países em literacia (interesse por livros, vocabulário, capacidade de compreender e produzir narrativas, reconhecimento de letras e palavras). Já em noções de Matemática, o resultado ficou abaixo da média. Metrópole: Governo federal aumenta classificação indicativa do YouTube para 16 anos Internacional: Após trocas de acusações, EUA e Irã reivindicam controle sobre Ormuz Economia: Fertilizantes, petróleo e El Niño devem inflacionar a comida Política: Chapa ao Senado terá Eduardo Bolsonaro como suplente em SP Cultura: Cine Copan terá reforma para voltar a ser cinemaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
José Luiz Tejon, uma das maiores autoridades em marketing em agronegócio, comenta os mais relevantes fatos da área às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 7h25, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira na edição do Jornal da Record deste sábado (2): No RS, barco naufraga durante temporal e pescador morre. Morador flagra roubo a prédio por câmera de segurança e casal é detido com joias em BH. Acordo entre Mercosul e União Europeia abre caminho para exportação de frutas brasileiras. Veja como vai funcionar o programa do governo de renegociação de dívidas, com o uso do FGTS. Atendimento no SUS para quem quer parar de fumar cresce quase quatro vezes em seis anos.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (02): As fortes chuvas no Recife e na Zona da Mata de Pernambuco deixaram ao menos quatro mortos e mais de mil desabrigados. O governo federal determinou apoio imediato às áreas atingidas, enquanto o Rio Capibaribe transbordou após 200 mm de precipitação em apenas 12 horas. Em evento na Flórida, o presidente Donald Trump elevou o tom e afirmou que os Estados Unidos podem assumir o controle de Cuba logo após o desfecho do conflito com o Irã. A declaração ocorre em um momento de baixa popularidade do líder norte-americano e gera debates sobre uma possível nova frente militar no Caribe. A Agrishow 2026 encerrou a sua 31ª edição com uma queda de 22% nas intenções de compra em relação ao ano anterior, totalizando R$11,4 bilhões. O setor enfrenta o impacto de juros altos e a instabilidade geopolítica no Oriente Médio, que encarece insumos básicos como fertilizantes e diesel. Apesar do cenário desafiador, o governo de São Paulo anunciou investimentos de R$455 milhões para tentar mitigar os custos e reaquecer o mercado agrícola. O Unicef lançou a campanha "Violência Não Cola", utilizando a popularidade dos álbuns de figurinhas para conscientizar sobre a proteção de crianças e adolescentes. A iniciativa foca na parentalidade positiva, combatendo dados alarmantes: na América Latina, 60% dos menores sofrem castigos físicos em casa. No Brasil, os números revelam a urgência do tema, com mais de 15 mil mortes violentas de jovens registradas entre 2021 e 2023. A Praia de Copacabana se prepara para receber mais de 2 milhões de pessoas no mega show gratuito da cantora Shakira, neste sábado (02). O evento mobiliza um esquema especial de segurança e trânsito no Rio de Janeiro, atraindo fãs de diversas partes do mundo. A expectativa é que a apresentação supere recordes de público anteriores, consolidando o mês de maio como o calendário dos grandes espetáculos internacionais na orla carioca. O bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã paralisa as ações da economia global, elevando o preço do barril de petróleo acima dos US$100. O mestre em relações internacionais Valdir Bezerra alerta para o impacto direto no bolso dos brasileiros, com a alta dos combustíveis e da inflação. Em meio à tensão militar com os EUA e Israel, o conflito assume contornos geopolíticos que dividem potências e pressionam a diplomacia do governo Lula. O Brasil já abriga mais de 2 milhões de imigrantes de 200 nacionalidades, segundo o novo relatório do Observatório das Migrações Internacionais. Venezuelanos, haitianos, cubanos e angolanos lideram as estatísticas, com destaque para o aumento de 54% na inserção formal de venezuelanos no mercado de trabalho. O governo federal agora busca implementar novas políticas de integração nas áreas de saúde, educação e empregabilidade para lidar com o fluxo crescente. Após décadas de negociações, o acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia começa a vigorar de forma provisória, trazendo isenções tarifárias imediatas para diversos produtos. Em entrevista ao Jornal da Manhã deste sábado (02), a coordenadora de Facilitação de Negócios Internacionais Verônica Winter detalha os desafios de competitividade para a indústria brasileira e as oportunidades de exportação. O debate também aborda os setores mais sensíveis, como o automotivo, além dos mecanismos de salvaguarda previstos no tratado. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira na edição do Jornal da Record desta sexta-feira (1º): Veja o que muda no Brasil com a entrada em vigor do acordo entre Mercosul e UE. Irã envia nova proposta de acordo de paz aos EUA e presidente americano diz que não está satisfeito. Trump também anuncia que vai elevar para 25% a tarifa sobre carros e caminhões da UE. Israel destrói rede de túneis dos terroristas do Hezbollah no sul do Líbano. Trabalhadores comemoram o 1º de maio no Brasil e no mundo.
No 3 em 1 desta sexta-feira (01), o destaque foi o acordo entre Mercosul e União Europeia que entrou em vigor provisoriamente após mais de duas décadas de negociação. O governo federal definiu regras e cotas para importação e exportação, permitindo que empresas tenham acesso a benefícios tarifários e ampliem o comércio entre os blocos. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não está satisfeito com a proposta apresentada pelo Irã para um possível acordo de paz. Apesar disso, ele indicou que novas negociações ainda podem acontecer, mantendo a tensão no conflito no Oriente Médio. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não participou dos atos do Dia do Trabalhador neste 1º de Maio, repetindo a ausência registrada no ano passado. A decisão ocorre em meio a um momento de pressão política para o governo, após derrotas recentes no Congresso Nacional e desgaste em pautas estratégicas. O candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou que uma “lavagem cerebral” ajuda a explicar cenários de empate entre o presidente Lula (PT) e o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL). No mesmo cenário de debates nacionais, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, afirmou que o fim da escala 6x1 não deve gerar impactos negativos para a economia brasileira. Segundo informações de bastidores, o senador Rodrigo Pacheco (PSD) afirmou que uma possível ida ao Supremo Tribunal Federal (STF) é, para ele, uma “página virada”. O movimento também reacendeu discussões sobre o cenário eleitoral de 2026, já que Pacheco chegou a ser citado como possível nome para a disputa estadual, embora até o momento não tenha anunciado pré-candidatura. Comentaristas analisam os impactos para o presidente Lula (PT) em Minas. Após derrotas recentes no Congresso Nacional, a oposição passou a articular novos movimentos para aumentar a pressão sobre o governo do presidente Lula (PT). Nos bastidores de Brasília, o governo tenta virar a página e apostar em novos projetos legislativos. Reportagem: Janaína Camelo. O secretário de Agricultura de São Paulo, Geraldo Melo Filho, destacou a importância da regularização fundiária durante a Agrishow 2026. Segundo ele, a medida garante segurança jurídica no campo, reduz conflitos e permite que produtores tenham acesso a crédito e investimentos para ampliar a produção. Após ter a indicação ao STF rejeitada pelo Senado, o advogado-geral da União, Jorge Messias, pode deixar o governo federal. Nos bastidores, há a possibilidade de mudança para outro ministério, como o da Justiça, mas a decisão final ainda depende de uma conversa com o presidente Lula. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou por uma cirurgia no ombro direito que terminou sem intercorrências, segundo boletim médico. Ele segue internado para controle de dor e observação clínica, sem previsão oficial de alta até o momento. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (28): A especialista em economia, Denise Campos de Toledo, analisou no Jornal da Manhã a nova fase do programa Desenrola Brasil, apelidada de "Desenrola 2.0". O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) confirmou que a nova versão permitirá o uso de até 20% do saldo do FGTS para a quitação total ou parcial de débitos. O Ministério das Relações Exteriores confirmou, na noite desta segunda-feira (27), a morte de dois cidadãos brasileiros — uma mulher e seu filho de 11 anos — durante um bombardeio das Forças de Defesa de Israel no sul do Líbano. Em entrevista exclusiva à Jovem Pan News nesta segunda-feira (27), o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), manifestou forte resistência à possível indicação de Jorge Messias, atual Advogado-Geral da União, para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal. O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, disparou contra a polarização e afirmou que nem Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) nem Flávio Bolsonaro (PL-RJ) devem vencer as eleições de 2026. O Congresso Nacional define nesta semana o futuro do PL da Dosimetria, projeto que pode recalcular penas e beneficiar condenados por atos antidemocráticos. O comentarista político José Maria Trindade avalia que a sessão é uma "semana decisiva para o Governo", já que a oposição articula em peso para derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) e também barrar a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou publicamente sua insatisfação com os termos apresentados pelo Irã para encerrar as hostilidades no Oriente Médio. Uma nova pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (28) traz um cenário de reviravolta para a sucessão presidencial de 2026. Segundo o levantamento, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) aparecem em situação de empate técnico em uma eventual disputa de segundo turno. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) intensificou as movimentações para atrair o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), como seu vice na corrida presidencial de 2026. Após mais de 26 anos de espera e negociações intensas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) assina, nesta terça-feira (28), o decreto de promulgação do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia. Uma nova rodada da pesquisa Atlas/Bloomberg, divulgada nesta terça-feira (28), revela que a polarização política no Brasil segue cristalizada. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) aparece como o pré-candidato mais rejeitado, com 51% dos eleitores afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Logo atrás, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registra 49,8% de rejeição. A equipe de segurança nacional do presidente Donald Trump está avaliando uma nova proposta enviada pelo governo do Irã para encerrar o bloqueio ao Estreito de Ormuz, a rota marítima mais estratégica do mundo para o petróleo. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (27): O Congresso Nacional deve analisar na próxima quinta-feira (30) o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei que permite a redução de penas de condenados por atos golpistas, incluindo os ataques de 8 de janeiro de 2023. Conhecida como PL da Dosimetria, a proposta também pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados condenados pelo Supremo Tribunal Federal pela tentativa de golpe de Estado em 2022. O acordo provisório de comércio entre o Mercosul e a União Europeia entrará em vigor em 1º de maio de 2026. A vigência provisória abrange o pilar comercial do tratado, resultado de anos de negociações, com objetivo de reduzir tarifas e ampliar a integração entre os blocos após a troca de notificações formais. O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, voltou a defender neste domingo (26) penas mais duras para juízes envolvidos em casos de corrupção. Entre as sugestões apresentadas pelo magistrado estão o afastamento imediato da função após o recebimento de denúncia e a perda automática do cargo após a finalização da condenação. Dino também afirmou que medida semelhante deveria valer para advogados denunciados, com a perda da inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil. Na abertura da Agrishow 2026, em Ribeirão Preto (SP), no dia 26 de abril de 2026, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, anunciou um pacote de R$ 10 bilhões em linhas de crédito voltadas ao financiamento e à modernização de máquinas e implementos agrícolas. O possível fim da escala 6x1 pode gerar impactos em diversos setores industriais, com empresas enfrentando mudanças operacionais e econômicas. Para discutir o tema, a Jovem Pan entrevista o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que analisa os efeitos da proposta sobre a produção, o emprego e a competitividade da indústria brasileira. Segundo apuração do site Axios, o Irã apresentou uma nova proposta aos Estados Unidos para reabrir o Estreito de Ormuz e encerrar a guerra, adiando futuras negociações sobre seu programa nuclear. De acordo com a publicação, a iniciativa buscaria contornar o impasse sobre concessões e abrir caminho para um acordo mais rápido. Apesar disso, Donald Trump já sinalizou que pretende manter o bloqueio naval e afirmou à Fox News que está sufocando as exportações de petróleo iranianas para pressionar Teerã a ceder nas próximas semanas. Há expectativa de que a cúpula da Casa Branca realize uma reunião nesta segunda-feira (27) para tratar do tema. O presidente americano Donald Trump se exaltou em entrevista exibida neste domingo (26) pelo programa 60 Minutes, ao ser questionado sobre acusações feitas pelo atirador Cole Tomas Allen, de 31 anos, que tentou um ataque na noite de sábado (25). Durante a conversa, a jornalista da CBS leu trecho do manifesto atribuído ao suspeito, no qual Trump era chamado de “pedófilo, estuprador e traidor”. O presidente reagiu elevando o tom, chamou os entrevistadores de “pessoas horríveis” e negou as acusações. Trump confirmou que o texto foi escrito pelo atirador, mas voltou a afirmar que nunca cometeu crimes e disse ter sido inocentado, além de acusar adversários de envolvimento com Jeffrey Epstein. Pesquisa Nexus/BTG Pactual divulgada nesta segunda-feira (27/4) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva empataria tecnicamente com Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno das eleições de 2026. No cenário apresentado, Lula aparece com 46% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 45%. Outros 8% disseram votar em branco, nulo ou nenhum, e 1% não soube ou não quis responder. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Os carros elétricos finalmente estão ganhando as ruas e não é mais só promessa. Com recordes de vendas, novas leis que facilitam a instalação de carregadores em condomínios e uma infraestrutura que começa a acompanhar o crescimento, a eletromobilidade no Brasil entra em uma nova fase. Mas a pergunta que fica é: já vale a pena ter um carro elétrico hoje? No novo episódio do Podcast Canaltech, conversamos com Ricardo Bastos, presidente da ABVE, para entender o que está por trás desse avanço, quais ainda são os desafios e como essa mudança já impacta o dia a dia dos brasileiros. O que você vai ouvir neste episódio: Por que 2026 pode marcar a virada dos carros elétricos no Brasil O impacto da nova lei de recarga em condomínios Se já vale a pena comprar um carro elétrico hoje Os principais mitos sobre bateria, autonomia e custo E o que ainda precisa evoluir para essa tecnologia se consolidar de vez Você também vai conferir: iPhone e Android podem se falar sem apps, curso gratuito quer democratizar a IA e placa Mercosul pode mudar de novo. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Wendel Martins, Marcelo Fischer e Paulo Amaral, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ndidi Dike's exhibition Rare Earth Rare Justice unfolds as a large-scale installation structured around absence, death, and mourning and was developed over a year by the artist in close collaboration with Secession's tech and curatorial team. Thanks to a “Dialogue Residency” supported by the Federal Ministry for European and International Affairs, the artist was able to spend two months in Vienna, working in detail on the elements of the installation and the accompanying publication. The extended stay also allowed the artist to reflect on the work and experience how visitors would interact with it once the exhibition had opened. Further chapters will be presented at Färgfabriken, Stockholm and Zachęta – National Gallery of Art, Warsaw. Towards the end of the residency, Ndidi Dike and Jeanette Pacher recorded this podcast as part of an ongoing conversation between the artist and the curator. Ndidi Dike Rare Earth Rare Justice 6.3. – 31.5.2026 At the centre of Rare Earth Rare Justice lies the ongoing exploitation of the African continent's natural resources, and specifically the extraction of cobalt in the Democratic Republic of the Congo. Dike traces how extractive industries fuel ecological devastation, climate change, displacement, and resource-driven conflicts, exposing how global demand for technology is met through systemic violence and dispossession. More Ndidi Dike is an internationally renowned British-Nigerian sculptor and multi-disciplinary artist born in London. Rare Earth Rare Justice is her first major solo exhibition at an Austrian institution. Dike works across mixed media, painting, sculpture, collage, photography, video, and installation. Her practice engages with the social, political, and economic conditions shaping the modern world, with a particular focus on the legacies of colonialism, postcolonialism, forced migration, and global capitalism. Solo exhibitions include Working Through an Impasse, Art Twenty-One, Lagos, NG (2021), In the Guise of Resource Control, Villa Vassilieff, Paris (2017), State of the Nation, National Museum Onikan, Lagos, NG (2016) and Waka-into-Bondage: The Last ¾ Mile, Centre for Contemporary Art CCA, Lagos, NG (2008). Her work has been presented at biennials like Sharjah Biennial 16 (2025), Nigerian Pavilion, 60th Venice Biennale (2024), Sonsbeek 20–24, Arnhem, NL (2021), Lagos Biennial, NG (2019), Dak'Art Biennale, Dakar and 11th Bienal do Mercosul, Porto Alegre, BR (both 2018). Dike's work can currently also be seen at Tate Modern, London in the acclaimed group exhibition Nigerian Modernism: Art and Independence (on view until 10 May 2026). www.instagram.com/ndidi.dike/ Jeanette Pacher is a curator at the Vienna Secession since 2007. She is a regular lecturer in the Department of Site-Specific Art at the University of Applied Arts Vienna, member of the BIG ART advisory board, and from 2023 to 2025, she was jury member of KÖR – Art in Public Space Vienna. Secession Podcast: Artists features artists exhibiting at the Secession. The Dorotheum is the exclusive sponsor of the Secession Podcast. Programmed by the board of the Secession. Jingle: Hui Ye with an excerpt from Combat of dreams for string quartet and audio feed (2016, Christine Lavant Quartett) by Alexander J. Eberhard Audio Editor: Paul Macheck Executive Producer: Jeanette Pacher
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (25): Cláudio Castro reagiu logo após a derrota no Tribunal Superior Eleitoral e prometeu recorrer da decisão que o tornou inelegível. Já o ex-prefeito Eduardo Paes, que é o pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro e rival político do ex-governador, disse que o resultado do julgamento serve de alerta ao eleitores. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as negociações para acabar com a guerra estão em andamento. O governo norte-americano enviou ao Irã um plano com 15 pontos para encerrar o conflito, incluindo a reabertura do Estreito de Ormuz. O novo secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã foi nomeado, substituindo Ali Larijani, que foi morto em um ataque na semana passada. Mohammad Zolghadr assumiu o cargo, também segue uma linha dura e acredita na expansão da Revolução Islâmica no financiamento dos grupos terroristas iranianos espalhados pelo Oriente Médio. O Senado aprovou um projeto de lei que equipara misoginia ao racismo. A proposta prevê penas maiores aos crimes de ódio contra as mulheres, com um a três anos de prisão e multa. Em caso de injúria ou ofensa à honra, pode gerar de dois a cinco anos de prisão. O crime é inafiançável e não prescreve. O Supremo Tribunal Federal retoma nesta quarta-feira (25) o julgamento sobre os penduricalhos de servidores públicos. A expectativa é que os ministros comecem a votar e analisar as regras de Flávio Dino e Gilmar Mendes. A repórter Danúbia Braga informa que o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia entrará em vigor de forma provisória a partir do dia 1º de maio. A decisão foi confirmada após o governo brasileiro notificar oficialmente a Comissão Europeia sobre a conclusão de seus trâmites internos de ratificação, com o Congresso Nacional promulgando o texto na última semana. O estado de Minas Gerais registrou 32 casos de feminicídio no começo deste ano, segundo dados do Ministério da Justiça. Esse número representa uma alta de 33% em relação ao mesmo período do ano passado. Um grupo formado por 22 países da Otan, além de aliados do Oriente Médio, Ásia e Oceania, articula uma iniciativa para garantir a reabertura da mais importante rota de navegação para o transporte de petróleo do mundo. O repórter Luca Bassani explica que a Europa já sente os fortes impactos econômicos da obstrução, especialmente nos mercados de óleo e gás. O Jornal da Manhã destaca a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de suspender a análise sobre a atuação do Banco Central (BC) no processo de liquidação do Banco Master. O repórter Igor Damasceno explicou que a suspensão, determinada pelo ministro relator Jhonatan de Jesus, valerá até que outras investigações sensíveis sobre a instituição financeira sejam concluídas pela Polícia Federal. O TCU chegou a solicitar acesso aos inquéritos sigilosos, mas os dados não devem ser compartilhados neste momento. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (16): O Irã voltou a fazer ameaças contra os interesses dos Estados Unidos após um bombardeio na Ilha de Kharg. Em resposta, forças iranianas teriam atingido uma grande instalação de armazenamento de petróleo em Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, provocando uma enorme coluna de fumaça visível na região. Um porta-voz militar iraniano também pediu que a população local se afaste de portos, docas e do que chamou de “esconderijos americanos”, indicando que novos ataques podem ocorrer e ampliando a tensão no Oriente Médio. O vice-presidente do Brasil e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, afirmou que a guerra no Oriente Médio não deve influenciar a decisão do Banco Central do Brasil sobre a taxa básica de juros. A declaração foi dada durante visita a uma concessionária da Scania no entorno de Brasília. Alckmin argumentou que aumentar os juros não reduziria o preço do petróleo e criticou o atual patamar da taxa, dizendo que ela já está elevada há muito tempo. A próxima decisão sobre a política monetária será tomada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) na reunião marcada para a próxima quarta-feira (18). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe nesta segunda-feira (16), no Palácio do Planalto, o líder boliviano Rodrigo Paz Pereira, integrante do Partido Democrata Cristão da Bolívia. A reunião tem como objetivo avançar em acordos estratégicos entre Brasil e Bolívia nas áreas de energia e infraestrutura. O homem responsável por um ataque contra uma sinagoga no estado de Michigan, nos Estados Unidos, era irmão de um comandante do Hezbollah morto no início do mês em um ataque aéreo realizado por Israel. A informação foi divulgada pelo Exército de Israel neste domingo (15). O senador Flávio Bolsonaro afirmou que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro prepara um novo pedido de prisão domiciliar, que deve ser apresentado à Justiça após a elaboração de um laudo médico atualizado. A declaração foi feita após visita ao pai no Hospital DF Star, em Brasília. Segundo Flávio, o pedido será baseado no agravamento recente do quadro de saúde do ex-presidente e na necessidade de acompanhamento constante. A sessão da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS marcada para esta segunda-feira (16) foi cancelada após decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. O magistrado retirou a obrigatoriedade de depoimento do presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag), Aristides Veras dos Santos. A entidade está entre as investigadas pela comissão por suspeitas de fraudes bilionárias envolvendo aposentados e pensionistas ligados ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O Congresso Nacional do Brasil promulgou o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, em sessão solene realizada nesta terça-feira (17). O tratado prevê a redução de tarifas para cerca de 91% dos produtos importados pelo bloco sul-americano e 95% dos produtos europeus, criando uma das maiores áreas de livre comércio do mundo. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Neste episódio, abordamos o que se sabe até então sobre toda a máfia envolvida no caso do Banco Master; as últimas aprovações no Congresso e, passando pela política internacional, se estamos às portas da 3ª Guerra ou se os ataques ao Irã são mais uma guerra por procuração perpetrada pelos EUA. APOIE financeiramente a continuidade do MIDCast: ------------------ - Apoia.se : https://apoia.se/midcast - Chave PIX : podcastmid@gmail.com ------------------ # COMPRE produtos na lojinha do MIDCast: colab55.com/@midcast # CANAL do MIDCast Política no WhatsApp: bit.ly/midcast-zap # GRUPO dos ouvintes no Telegram: bit.ly/midcastgrupo # LISTA de paródias do MIDCast: bit.ly/parodiasmidcast PARTICIPANTES: ------------------ Anna Raissa - https://bsky.app/profile/annarraissa.bsky.social Diego Squinello - https://bsky.app/profile/diegosquinello.bsky.social Rodrigo Hipólito - https://bsky.app/profile/rodrigohipolito.bsky.social Thais Kisuki - https://bsky.app/profile/thaiskisuki.bsky.social Victor Sousa - https://bsky.app/profile/vgsousa.bsky.social COMENTADO NO EPISÓDIO ------------------ Daniel Vorcaro é preso pela PF Ex-diretor do BC é alvo da PF por atuar como 'empregado' de Vorcaro Vorcaro pagava a chefes de supervisão do BC para atuar em seu favor Vorcaro foi preso porque planejou ações violentas Jornalista do Globo era alvo de Vorcaro: 'Queria quebrar os meus dentes' Quem é 'Sicário', suspeito de integrar 'milícia pessoal' de Vorcaro Suicídio de ‘Sicário' de Vorcaro na prisão foi filmado sem pontos cegos Cunhado de Vorcaro doou R$ 5 milhões para Tarcísio e Bolsonaro Vorcaro diz que Ciro Nogueira é um ‘dos grandes amigos de vida' A irritação de Vorcaro com site de esquerda ‘Esse negócio de banco é igual máfia', escreveu Vorcaro para namorada Câmara aprova PEC da Segurança Pública em 2º turno Lula celebra aprovação da PEC da Segurança Pública na Câmara Por unanimidade, Senado aprova acordo entre Mercosul e União Europeia Senado aprova projeto que amplia licença-paternidade gradualmente EUA e Israel realizam ataque coordenado contra o Irã Irã confirma morte do líder supremo Ali Khamenei Irã diz ter atingido petroleiro dos EUA no Golfo Pérsico Israel ataca assembleia que escolherá novo líder supremo INFOGRÁFICOS: veja ataques no 6º dia da guerra entre EUA, Israel e Irã e entenda as bombas gravitacionais Trump diz que ataques mataram lideranças que poderiam assumir o Irã: 'Todos que tínhamos em mente morreram'
Confira as principais notícias do Jornal da Manhã deste domingo (08). Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No 3 em 1 desta sexta-feira (27), o destaque foi o presidente Lula (PT) que afirmou que precisa da candidatura do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), ao governo de São Paulo nas eleições de 2026. O chefe do Executivo deve ter uma nova reunião com o ministro na próxima semana para alinhar a estratégia eleitoral. Reportagem: André Anelli. O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), reuniram-se para definir a articulação do palanque político no estado paulista. Em publicação na rede social X, o filho de Jair destacou a construção do chamado “Projeto Brasil” ao lado do governador, reforçando a aliança estratégica para os próximos pleitos e dizendo: “Vamos fazer história juntos”. Reportagem: Misael Mainetti. O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes suspendeu, nesta sexta-feira (27), a quebra de sigilo da empresa pertencente ao ministro Dias Toffoli e seus irmãos. O magistrado considerou que a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado incorreu em desvio de finalidade. Reportagem: Janaína Camelo. O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil), afirmou que vai avaliar se anula a votação da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS que aprovou a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula (PT). Após a sessão marcada por denúncias de fraude regimental feitas por governistas, o senador analisará os requerimentos para decidir sobre a validade do rito. Reportagem: Beatriz Souza. Em pronunciamento exclusivo ao 3 em 1, o senador Fabiano Contarato (PT), que é o presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, afirmou que a decisão do Supremo Tribunal Federal adota uma interpretação diferente sobre o rito das investigações. O parlamentar falou sobre a liminar do ministro Gilmar Mendes, que suspendeu a quebra de sigilo da empresa do ministro Dias Toffoli. A União Europeia decidiu aplicar provisoriamente o acordo comercial com o Mercosul após avanços nas negociações bilaterais entre os blocos. O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou que o tratado deve começar a vigorar em maio. Reportagem: Luca Bassani e Marcelo Mattos. O senador Flávio Bolsonaro (PL) venceria o presidente Lula (PT) em um eventual segundo turno nas eleições de 2026, segundo levantamento do instituto Paraná Pesquisas. Na projeção, o senador aparece à frente do atual presidente com 44,4% das intenções de voto, contra 43,8% do petista, consolidando um cenário de polarização e disputa acirrada pela sucessão presidencial. O ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça autorizou o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a prestar depoimento à CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado. A decisão estabelece que o deslocamento do investigado para Brasília deve ser realizado em aeronave da Polícia Federal ou em voo comercial. Reportagem: Janaína Camelo. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Felipe Frazão, repórter do Estadão em Brasília, aborda as principais notícias do dia na política brasileira, na coluna 'Sua Política', às terças e quintas, 8h30.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A primeira edição da sua revista semanal de política internacional em formato podcastal deste ano tenta explicar toda a loucura das últimas semanas!Observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com protestos no Irã, ofensivas no Iêmen e Síria, além da formação de novos blocos de poder na região.Também passamos pela Crise da Groenlândia e sua repercussão no Fórum Econômico Mundial, em Davos, a partir das falas dos representantes europeus.No mais, demos aquele tradicional pela nossa quebrada latino-americana, com atualizações sobre a Venezuela e a assinatura do acordo MERCOSUL-União Europeia, que também foi o tema da coluna da professora Vivian Almeida.Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/