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No Guerra Fria desta semana, analisa-se o papel das grandes potências no agravamento da crise no Médio Oriente e as suas ligações ao conflito na Ucrânia. Uma das perguntas centrais é até que ponto Rússia e China estão a ajudar o Irão. Ao mesmo tempo, os países árabes parecem entrar numa nova fase de confronto com Teerão. Os Emirados Árabes Unidos assumem publicamente estar em guerra com o Irão, enquanto a Arábia Saudita discute com o Paquistão novas respostas militares para a ameaça iraniana. A desconfiança em relação às promessas de cessar-fogo cresce na região. Este Guerra Fria em podcast de 08 de março acompanha as últimas evoluções da guerra na Ucrânia: ataques ucranianos a infraestruturas energéticas russas, sanções e apreensão de navios da chamada “frota fantasma”, novas instalações militares em território ucraniano e tensões políticas dentro da União Europeia, com a Hungria a aumentar a pressão sobre Kyiv.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta semana, o Burundi, que exerce a presidência rotativa da União Africana, apresentou a candidatura do ex-Presidente senegalês ao cargo de secretário-geral das Nações Unidas. Até agora, os Estados africanos ainda não reagiram oficialmente a esta proposta. A candidatura de Macky Sall não conta com o apoio do Senegal, uma vez que o ex-chefe de Estado é acusado pela nova liderança do país de ocultar dados económicos importantes, como a dívida pública. O último mandato do Presidente senegalês ficou ainda marcado por episódios de violência e repressão da população. Régio Conrado, professor de Ciência Política e Direito na Universidade Eduardo Mondlane, em Moçambique, afirma que “Macky Sall não é a pessoa certa para representar os interesses africanos”. Esta semana, o Burundi, que exerce a presidência rotativa da União Africana, apresentou a candidatura do ex-Presidente senegalês ao cargo de secretário-geral das Nações Unidas. Que comentário lhe merece esta candidatura? É profundamente complicado que um Presidente que já foi chefe de Estado num país que não o reconhece como candidato oficial -e, portanto, não é apoiado pelas autoridades do seu próprio país -seja apresentado pelo actual presidente da União Africana, o Presidente do Burundi, e não necessariamente pela própria União Africana. Isto já significa que há um duplo problema. Por um lado, há um problema de legitimidade no próprio país de origem, onde foi chefe de Estado. Por outro lado, os restantes chefes de Estado do continente africano ainda não se pronunciaram sobre o assunto, o que mostra que esta é uma iniciativa particular do Presidente do Burundi. É muito provavelmente uma má iniciativa e Macky Sall está, provavelmente, à procura de uma saída internacional, talvez para escapar a eventuais responsabilizações que possam recair sobre ele, não só no plano interno do país, mas também como uma forma de sobrevivência política através de dinâmicas internacionais. O antigo chefe de Estado do Senegal é a pessoa certa para representar o continente africano nos fóruns internacionais? Não, ele não é a pessoa certa para representar os interesses africanos. Quando esteve na presidência do Senegal e mesmo na presidência rotativa da União Africana, esteve muito mais ligado aos interesses franceses, funcionando quase como um dispositivo operativo -um cipaio, digamos -não dos interesses africanos, mas sobretudo dos interesses franceses e, por consequência, dos interesses europeus. Não é uma figura que, no continente africano, possa ser vista como a mais razoável para ocupar este lugar neste momento. Precisamos de uma figura pan-africana, com uma percepção de independência profundamente entranhada. Alguém que tenha uma visão de África fora das relações de subordinação ou de neocolonialismo com o Ocidente. Portanto, uma figura que congregue e agregue respeitabilidade no plano da defesa dos interesses africanos. E quem poderia ser essa pessoa? A actual Presidente da Tanzânia poderia, provavelmente, sugerir alguém da sua máxima confiança para representar os interesses africanos. Temos também Carlos Lopes, que é uma grande figura no continente africano e que tem estado sempre na linha da frente da defesa dos interesses africanos. Para além da sua carreira académica, é uma figura que já trabalhou com vários secretários-gerais das Nações Unidas e que tem uma longa experiência dentro das estruturas da organização e da União Africana. É uma figura alinhada com a defesa dos interesses africanos. Carlos Lopes, antigo secretário executivo da Comissão Económica das Nações Unidas em África , poderia reunir o consenso dos líderes africanos? Penso que ele tem todo o potencial para reunir muitos consensos. Primeiro, porque não se trata de uma figura amarrada a um determinado país. Mesmo sendo originário da Guiné-Bissau, é uma figura completamente pan-africana. Isso poderia evitar, talvez, algumas clivagens regionais. Agora, também sabemos que os processos de negociação para apresentar uma candidatura são sempre profundamente complexos. E, obviamente, esses processos nem sempre traduzem aquilo que são as verdadeiras convicções de todos os actores envolvidos. África tem reclamado uma maior presença nas diferentes organizações das Nações Unidas. Já houve dois secretários-gerais africanos, Boutros Boutros-Ghali e Kofi Annan. Há possibilidade de o próximo secretário-geral das Nações Unidas ser oriundo do continente africano? Fica muito difícil. O que podemos dizer é que, neste momento, tendo em conta aquilo que África tem defendido -uma maior presença nos diferentes organismos das Nações Unidas, e muito particularmente ao nível do Conselho de Segurança, essa reivindicação faz sentido. Estamos a falar de 54 países e de um continente com uma população que ultrapassa mil milhões de pessoas. É um continente que tem um peso muito profundo e determinante para o futuro do mundo. O problema é que o mundo em que vivemos hoje mostra que várias potências procuram também controlar as Nações Unidas. Até ao momento foram apresentadas duas candidaturas oficiais: a da ex-Presidente chilena Michelle Bachelet e a do responsável da Agência Internacional de Energia Atómica, Rafael Grossi. A Costa Rica também nomeou a ex-Presidente Rebeca Grynspan, mas a candidatura ainda não é oficial. Segundo uma tradição de rotação geográfica, que nem sempre é observada, o cargo estaria agora a ser disputado pela América Latina. Muitos países defendem também que uma mulher deveria ocupar este cargo. A organização está preparada para ter uma mulher na liderança? Neste momento, o continente que está melhor posicionado parece ser a América Latina, onde há quase um consenso generalizado. Grandes potências regionais como o Brasil e a Argentina, bem como outros países que orbitam à volta destas potências, podem ser determinantes para orientar a dinâmica da escolha do próximo secretário-geral. Na minha opinião, mais do que nunca ficou demonstrado que as mulheres têm capacidade para dirigir determinadas agências das Nações Unidas, grandes programas e a diplomacia de alto nível no sistema internacional. Não me parece irrazoável pensar que uma mulher possa reunir consensos para dirigir a organização. Seria também uma forma de chamar a atenção para a necessidade de confiar responsabilidades às mulheres que demonstraram competências, ao longo das suas carreiras, sobretudo quando se trata de figuras que têm estado empenhadas em temas centrais como a paz, o desenvolvimento e outras questões fundamentais da agenda internacional. Relativamente à questão da paz: de que forma o contexto actual, com uma guerra no Médio Oriente e outros conflitos em várias partes do mundo, pode influenciar a escolha do novo secretário-geral da ONU? Está cada vez mais evidente que as Nações Unidas precisam de uma reforma profunda para aprimorar a sua capacidade de resolução dos grandes conflitos. Com a emergência de novos conflitos, marcados pela força física e pela brutalidade nas relações internacionais, assistimos também à erosão do direito internacional e à fragmentação da capacidade das Nações Unidas para resolver problemas complexos. Veja-se, por exemplo, a situação envolvendo o Irão, Israel e os Estados Unidos. Torna-se claro que chegou o momento de repensar a arquitectura das Nações Unidas, a arquitectura do Conselho de Segurança e o próprio sistema internacional de promoção da paz. O que é facto é que, neste momento, as Nações Unidas têm demonstrado limitações profundas - para não dizer fragilidades - na capacidade de conter os conflitos no mundo. Muitos dos conflitos em que a organização interveio continuam por resolver. São os membros do Conselho de Segurança que deverão iniciar o processo de selecção até ao final de Julho, em particular os cinco membros permanentes com poder de veto -Estados Unidos, China, Rússia, Reino Unido e França - que detêm, na prática, o futuro dos candidatos nas mãos. São conhecidas as divergências actuais. O que se pode esperar desta eleição? A Grã-Bretanha é hoje um país que pesa muito pouco no sistema internacional. Tem pouca capacidade de influenciar o processo. O verdadeiro debate vai acontecer entre as grandes potências. A China e a Rússia estão em confrontação directa com o Ocidente e encontram apoio em vários países do chamado Sul global, como o Brasil e a África do Sul, que são actores importantes. Há também países como o Irão e outros que defendem que não é positivo que haja uma dominação ocidental das instituições internacionais. Estas clivagens já existentes e o agravamento das tensões internacionais -como a situação envolvendo o Irão - vão certamente tornar o processo mais complexo. O que está em jogo nas próximas eleições para secretário-geral das Nações Unidas não é apenas a questão da eficácia, como defende a Grã-Bretanha. O que está em jogo é quem vai influenciar o rumo do sistema internacional nos próximos anos: sobre que bases serão tomadas as decisões, qual será a arquitectura das Nações Unidas e sob que orientação política actuará o próximo secretário-geral. Essas são as grandes questões. Que força terão os países africanos nesta escolha? Hoje não é possível pensar qualquer arquitectura das Nações Unidas sem considerar os 54 países do continente africano. O que será profundamente importante é perceber até que ponto os países africanos conseguirão articular posições comuns. Muitos deles estão hoje mais alinhados com o discurso do chamado Sul global, nomeadamente com posições defendidas pela China, pela Rússia e pelo Brasil, e menos próximos das posições do Ocidente. Infelizmente, há também divisões dentro do próprio continente. Existem países que estão mais alinhados com interesses externos. A Costa do Marfim, por exemplo, mantém uma forte proximidade com a França e, por consequência, com a União Europeia. Há também outros países pequenos que seguem essa linha. Mas há igualmente países com posições fortemente pan-africanas -como a África do Sul, o Quénia, a Tanzânia, Moçambique ou Angola -que podem defender um posicionamento mais autónomo do Sul global. O peso do continente africano dependerá da capacidade de coordenação política entre os seus líderes e da capacidade do presidente da União Africana de construir consensos entre os diferentes países e regiões. Mas tudo começa mal quando um presidente da União Africana decide avançar com uma candidatura sem um consenso mínimo, porque isso revela desde logo um processo de divisão desnecessária.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (05): O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, passou a primeira noite preso após a nova fase da operação da Polícia Federal que investiga um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras. A defesa afirmou que as mensagens encontradas no celular do empresário tinham apenas “tom de desabafo”, e não de intimidação. Vorcaro declarou que não se lembra das conversas registradas, mas admitiu que pode ter se exaltado em alguns momentos. Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário” e apontado como articulador de medidas contra adversários do banqueiro Daniel Vorcaro, foi internado em estado gravíssimo após tentar tirar a própria vida na prisão. Segundo a Polícia Federal, Mourão foi socorrido por equipes da corporação e encaminhado ao Hospital João XXIII, onde permanece no CTI. De acordo com as autoridades, já foi aberto um protocolo de morte cerebral. Mourão é investigado no âmbito da operação que apura fraudes financeiras e supostas ações de intimidação ligadas ao caso envolvendo o dono do Banco Master. A guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã entrou no sexto dia nesta quinta-feira (05) com uma nova escalada militar na região. O Pentágono reafirmou que continuará apoiando Israel “até o fim” do conflito. Na quarta-feira (04), Israel ordenou uma nova onda de ataques contra alvos iranianos, ampliando as tensões no Oriente Médio. Diante do cenário de instabilidade, diversos países começaram operações para repatriar cidadãos que desejam deixar Israel. O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (04) um projeto que amplia o período da licença-paternidade no país. A proposta aumenta o prazo atual de 5 para 20 dias e foi votada de forma simbólica, sem registro nominal dos votos. O texto agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou que o país pode interromper o fornecimento de gás para a União Europeia em meio à disparada dos preços de energia causada pela escalada do conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel. Segundo Putin, a possibilidade também está ligada ao plano europeu de proibir a compra de gás russo nos próximos anos. A 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vai analisar a decisão do ministro André Mendonça que determinou a prisão preventiva de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. O caso está relacionado às investigações da operação Compliance Zero, conduzida pela PF, que apura suspeitas de crimes financeiros, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos. O número de vítimas de feminicídio no estado de São Paulo quase dobrou em quatro anos. De acordo com levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quarta-feira, foram 270 mulheres assassinadas em 2025, contra 136 casos registrados em 2021, um aumento de 96,4%. O estado também concentra 41% das mortes por feminicídio de toda a região Sudeste. A Ucrânia, liderada por Volodymyr Zelensky, planeja oferecer às monarquias do Golfo Pérsico um sistema de defesa contra drones iranianos. A proposta destaca a experiência ucraniana em interceptar esses equipamentos, amplamente utilizados pela Rússia durante a guerra. Kiev avalia que o conhecimento adquirido no conflito pode ajudar países da região a se proteger de ataques semelhantes. O banqueiro Daniel Vorcaro, investigado em um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras ligado ao Banco Master, foi transferido nesta quinta-feira (05) do Centro de Detenção Provisória de Guarulhos para a Penitenciária 2 de Potim, no interior de São Paulo. A transferência ocorreu após nova fase de operação da Polícia Federal que apura um esquema bilionário de fraudes financeiras. O cunhado do banqueiro, Fabiano Zettel, também foi preso na ação e levado para a mesma unidade prisional. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Acordo comercial Mercosul-União Europeia é aprovado e pode valer em breve. Senado aprovou também regulamentação definitiva da licença-paternidade com salário integral.
Onde se detalham as orientações atualizadas de 2026 da União Europeia destinadas a docentes que pretendem fortalecer a literacia digital e a resiliência contra a desinformação no ensino primário e secundário. O guia oferece estratégias práticas para abordar temas complexos, como a inteligência artificial generativa, o impacto dos influenciadores digitais e técnicas de prevenção como o prebunking. Através de planos de aula e conselhos pedagógicos, o documento incentiva a criação de ambientes escolares seguros onde o pensamento crítico permita distinguir factos de ficção. O objetivo central é capacitar os jovens para uma cidadania digital ativa, promovendo o uso ético da tecnologia e a defesa dos valores democráticos. Além de apoiar os professores, o texto fornece recomendações para que líderes escolares e decisores políticos implementem mudanças sistémicas na educação.
Onde se detalham as orientações atualizadas de 2026 da União Europeia destinadas a docentes que pretendem fortalecer a literacia digital e a resiliência contra a desinformação no ensino primário e secundário. O guia oferece estratégias práticas para abordar temas complexos, como a inteligência artificial generativa, o impacto dos influenciadores digitais e técnicas de prevenção como o prebunking. Através de planos de aula e conselhos pedagógicos, o documento incentiva a criação de ambientes escolares seguros onde o pensamento crítico permita distinguir factos de ficção. O objetivo central é capacitar os jovens para uma cidadania digital ativa, promovendo o uso ético da tecnologia e a defesa dos valores democráticos. Além de apoiar os professores, o texto fornece recomendações para que líderes escolares e decisores políticos implementem mudanças sistémicas na educação.
Na terceira edição deste boletim você confere:- Acordo entre União Europeia e Mercosul vai ser votado de forma direta no Senado;- Relatório aponta que 3 milhões de crianças e adolescentes foram vítimas de violência sexual online em um ano;- 66% de pessoas com obesidade acreditam que o ganho de peso pode ser prevenido por meio de "escolhas pessoais", aponta Ipsos.O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Maria Eduarda Palermo e Thales dos Santos , do curso de Jornalismo.Escute agora!
Política externa de Lula é um fracasso? - Aldo Fornazieri - Programa 20 Minutos
Na próxima sexta-feira joga-se a segunda mão dos quartos de final da UEFA Futsal Champions League entre Benfica e Sporting, no Pavilhão João Rocha, mas antes houve jornada da Liga Placard onde, com maior ou menor dificuldade, os dois fizeram por não deslizar. Olhamos ainda para os momentos mais positivos e menos felizes nas diferentes lutas.
O enriquecimento de uranio a 60% é um facto comprovado no Irao, mas os bombardeamentos norte-americanos e israelitas ameaçam as instalaçoes nucleares no pais, assim como na regiao, agravando o risco deste conflito. O programa nuclear do Irão foi apresentado como o principal motivo para os ataques norte-americanos e israelitas contra o país desde sábado, que resultaram, até agora, na morte do Ayatollah Ali Khamenei, assim como dezenas de dirigentes iranianos. Em Junho do ano passado, os Estados Unidos já tinham bombardeado o Irão, atingindo três centrais nucleares. Em entrevista à RFI, Rui Curado da Silva, Investigador principal no laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas da Universidade de Coimbra, em Portugal, explica que ao contrário do que aconteceu no Iraque, há provas imparciais que o Irão detém centenas de quilos de urânio enriquecido numa percentagem que indica a intenção de produzir armas de destruição maciça. "No Irão temos a inspecção da Agência Internacional de Energia Atómica, não são os Estados Unidos ou outro país que esta a dizer que eles tem urânio enriquecido. É a Agência Internacional de Energia Atómica que esteve no terreno. Portanto, não há dúvida nenhuma que eles têm centenas de quilos de urânio com mais de 60% de enriquecimento. E esse nível de enriquecimento não é necessário para as centrais nucleares: Para produzir electricidade, bastam 5%. Ja para produzir armas nucleares é necessário 90%. Portanto, aqui há uma clara indicação que o Irão quer ter armas nucleares", explicou o investigador. O perigo agora, perante bombardeamentos cerrados em várias cidades no Irão, é atingir uma das centrais nucleares onde há este urânio enriquecido e, assim, espalhar este composto altamente perigoso. "Há vários tipos de perigo. Eu vou destacar os dois extremos. Imaginemos que os Estados Unidos acertam no sítio onde eles têm centenas de quilos de urânio enriquecido naquele nível. O que vai acontecer é que o urânio vai ser projetado a dezenas, centenas de metros, alguns quilómetros no máximo, e vai contaminar essa zona toda. Depois as pessoas não podem andar naquela zona, porque aquilo é perigoso. Existe uma central nuclear ali naquela zona que eles agora andam a bombardear no Irão. Existe outra, no outro lado do Golfo, que tem quatro reactores, que é uma central nuclear dos Emirados Árabes Unidos, e depois os dois porta-aviões americanos que lá estão e são movidos a energia nuclear. Têm dois reactores nucleares. Portanto, se houver algum ataque a um desses reactores a funcionar, o caso é muito mais grave, porque há muito material ativo, muito material utilizado, que é muito perigoso, que pode incendiar-se facilmente e emitir isótopos de urânio e material contaminado para a atmosfera a distâncias de 1000 quilómetros ou 2000 quilómetros", explicou Rui Curado da Silva. Um acidente deste género seria similar ao que se passou em Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, que terá causado até agora 4 mil mortos devido à exposição à radiação. De forma a evitar conflitos baseados na posse e produção de armas nucleares, Rui Curado da Silva defende uma acção mais alargada e eficaz da Agência Internacional de Energia Atómica. Este cientista integra o grupo Union of Concerned Scientists, ou União dos Cientistas Preocupados, que defende que, face ao conhecimento que existe hoje da energia atómica, a regulação internacional devia mudar. "Isto deveria passar por uma partilha de responsabilidades similar ao que já existe na União Europeia, onde são definidas regras para quando os países não cumprem os acordos. Existem consequências. E neste momento, os países que fazem parte da Agência Internacional de Energia Atómica têm consequências muito limitadas", concluiu o cientista.
Passa a valer em 17 de março o ECA Digital, lei de proteção de crianças e adolescentes na internet. Mais espaço para mulheres nas polícias e acordo Mercosul-União Europeia estão entre os destaques das votações da semana no Senado.
José Luiz Tejon, uma das maiores autoridades em marketing em agronegócio, comenta os mais relevantes fatos da área às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 7h25, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (28): A escalada de tensão no Oriente Médio atinge um nível crítico. Fabrizio Neitzke, relata que a pressão norte-americana se intensificou após a estagnação das negociações sobre o acordo nuclear iraniano. O cenário de alerta máximo foi disparado quando o governo dos EUA emitiu um comunicado urgente recomendando que seus diplomatas deixassem Israel o quanto antes, temendo retaliações. Milhares de soldados americanos estão em perigo. Após o ataque direto ao Irã, as bases militares dos EUA espalhadas pelo Oriente Médio, como a de Al Udeid no Catar, tornaram-se alvos em potencial para o regime iraniano.Entenda as consequências geopolíticas da "Operação Fúria Épica" e como o Irã está respondendo militarmente a Israel e aos Estados Unidos. O jornalismo da Jovem Pan News traz o relato de Michelle Goldenfeld, uma brasileira que mora a apenas 20 minutos de Tel Aviv, em Israel, sobre o momento exato em que os ataques iranianos começaram a atingir o país. Em entrevista, Michelle conta que o clima de tensão já vinha escalando nos últimos dias, mas a situação atingiu o ápice quando as sirenes de alerta soaram pela manhã. Ela descreve a urgência de se abrigar no quarto antibombas (bunker) da residência e o som contínuo dos alarmes que ecoaram. Em declaração direta, Trump confirmou que as Forças Armadas americanas iniciaram grandes operações de combate dentro do território do Irã. O presidente justificou a ofensiva militar afirmando que o objetivo principal é defender o povo americano e eliminar as "ameaças iminentes do regime iraniano", classificando os líderes do país como um "grupo perverso de pessoas cruéis e terríveis". Na madrugada deste sábado (28), Estados Unidos e Israel atacaram o Irã com mísseis. Para entender o peso geopolítico dos recentes ataques, a bancada recebe o professor de Relações Internacionais, José Niemeyer. Logo de início, o especialista classifica a atual escalada como uma "guerra conflagrada e real" ocorrendo no sistema internacional. Ele alerta que o cenário já se configura como uma guerra convencional, onde dois Estados soberanos uniram forças contra um terceiro Estado soberano, o Irã. A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, classificou a situação no Irã como "muito perigosa" e confirmou que as autoridades já monitoram cenários para eventuais repatriações de cidadãos europeus que estão em zonas de risco. Como primeira medida de segurança, gigantes da aviação europeia, como Lufthansa e Air France, suspenderam seus voos para a região. O jornalismo da Jovem Pan News recebe o professor de relações internacionais, Danilo Porfírio, para analisar a estratégia militar dos Estados Unidos na escalada do conflito contra o Irã. O especialista afasta o temor de que o mundo presencie um desgaste semelhante ao ocorrido na Guerra do Iraque. O presidente da França, Emmanuel Macron, utilizou as redes sociais para fazer um duro alerta, afirmando que a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã traz "consequências graves para a paz e a segurança internacional". O editor de internacional, Fabrizio Neitzke, detalha os pontos centrais do comunicado de Macron. O presidente francês garantiu que a França está preparada para proteger seus cidadãos, interesses e países parceiros na região. O jornalismo da Jovem Pan News repercute o posicionamento oficial do Brasil diante do agravamento do conflito no Oriente Médio. O governo brasileiro expressou "grave preocupação" com os ataques coordenados pelos Estados Unidos e por Israel contra o território iraniano. No comunicado, o Brasil apela para que todas as partes envolvidas respeitem o direito internacional e exerçam "máxima contenção" para evitar uma escalada ainda maior das hostilidades. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
António José Telo considera que a União Europeia não deve condenar ataque dos EUA e Israel ao Irão. "Regime iraniano tem de ser derrubado por ação militar, é regime que massacra a população", garante.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Portugal apresenta-se como um dos países da União Europeia com menor poder de compra, ocupando a sexta posição mais baixa no ranking comunitário.
No 3 em 1 desta sexta-feira (27), o destaque foi o presidente Lula (PT) que afirmou que precisa da candidatura do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), ao governo de São Paulo nas eleições de 2026. O chefe do Executivo deve ter uma nova reunião com o ministro na próxima semana para alinhar a estratégia eleitoral. Reportagem: André Anelli. O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), reuniram-se para definir a articulação do palanque político no estado paulista. Em publicação na rede social X, o filho de Jair destacou a construção do chamado “Projeto Brasil” ao lado do governador, reforçando a aliança estratégica para os próximos pleitos e dizendo: “Vamos fazer história juntos”. Reportagem: Misael Mainetti. O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes suspendeu, nesta sexta-feira (27), a quebra de sigilo da empresa pertencente ao ministro Dias Toffoli e seus irmãos. O magistrado considerou que a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado incorreu em desvio de finalidade. Reportagem: Janaína Camelo. O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil), afirmou que vai avaliar se anula a votação da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS que aprovou a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula (PT). Após a sessão marcada por denúncias de fraude regimental feitas por governistas, o senador analisará os requerimentos para decidir sobre a validade do rito. Reportagem: Beatriz Souza. Em pronunciamento exclusivo ao 3 em 1, o senador Fabiano Contarato (PT), que é o presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, afirmou que a decisão do Supremo Tribunal Federal adota uma interpretação diferente sobre o rito das investigações. O parlamentar falou sobre a liminar do ministro Gilmar Mendes, que suspendeu a quebra de sigilo da empresa do ministro Dias Toffoli. A União Europeia decidiu aplicar provisoriamente o acordo comercial com o Mercosul após avanços nas negociações bilaterais entre os blocos. O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou que o tratado deve começar a vigorar em maio. Reportagem: Luca Bassani e Marcelo Mattos. O senador Flávio Bolsonaro (PL) venceria o presidente Lula (PT) em um eventual segundo turno nas eleições de 2026, segundo levantamento do instituto Paraná Pesquisas. Na projeção, o senador aparece à frente do atual presidente com 44,4% das intenções de voto, contra 43,8% do petista, consolidando um cenário de polarização e disputa acirrada pela sucessão presidencial. O ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça autorizou o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a prestar depoimento à CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado. A decisão estabelece que o deslocamento do investigado para Brasília deve ser realizado em aeronave da Polícia Federal ou em voo comercial. Reportagem: Janaína Camelo. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O acordo de cooperação entre os dois blocos venceu a 1ª etapa no Congresso com a aprovação na Câmara. Medidas como a redução de tarifas de importação para diversos setores devem impulsionar o PIB brasileiro em R$67 bilhões, aumentar os investimentos em R$25 bilhões e reduzir os preços ao consumidor.Sonoras:
Estaremos a assistir a um retrocesso dos direitos humanos, à escala nacional e global? Se por um lado nunca houve tantos tratados assinados e garantias reconhecidas, por outro, nunca houve tantas pessoas excluídas do acesso real a estes direitos. Neste episódio, o jurista Marco Ribeiro Henriques e o comunicador Hugo van der Ding conversam sobre a problemática atual, que não passa pela ausência de direitos, mas pela incapacidade de os concretizar.Refletindo sobre a tendência global de limitar os direitos fundamentais, o especialista e o comunicador exploram o impacto das redes sociais na desinformação e na ameaça aos direitos humanos.Apontando casos portugueses em que os direitos fundamentais estão comprometidos, a conversa destaca ainda o papel da política, da economia e da participação cívica na defesa dos valores universais que garantem a dignidade humana.Porque opiniões informadas e críticas também constroem direitos humanos, este é um episódio [IN]Pertinente que não pode perder.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISHUNT, Lynn «A Invenção dos Direitos Humanos»MOYN, Samuel «The Last Utopia»FREEMAN, Michael «Human Rights»Canal Youtube de Yuval Noah HarariTED Talk de Mary Robinson «Why climate change is a threat to human rights»Relatórios doComité Europeu para a Prevenção da TorturaBIOSMarco Ribeiro HenriquesJurista, especialista externo da Comissão Europeia, com foco na avaliação de programas, análise de impacto e revisão de políticas públicas nos domínios da justiça, inovação social e direitos fundamentais. Professor universitário em Direito da Inclusão Social e Direitos Humanos.Hugo van der Ding Locutor, criativo e desenhador acidental. Criador de personagens digitais de sucesso como a «Criada Malcriada» e «Cavaca a Presidenta», autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, «Vamos Todos Morrer», também escreve para teatro e, atualmente, apresenta o programa «Duas Pessoas a Fazer Televisão», na RTP, com Martim Sousa Tavares.
Na segunda edição deste boletim você confere:- União Europeia vai aplicar acordo com Mercosul de forma provisória; - IPCA-15 regista alta dos preços no mês de fevereiro; - Tarcísio de Freitas se reúne com Flávio Bolsonaro para discutir as eleições de 2026. O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitoras Beatriz Martins e Thales dos Santos, ambos do curso de Jornalismo.Escute agora!
O mundo transitou de um momento em que o eixo gravitacional era a globalização profunda para um período — o atual — no qual a cooperação internacional cede lugar a uma postura que resgata o cálculo geopolítico. A avaliação é do economista, cientista político e diplomata Marcos Troyjo, convidado desta semana no Podcast Rio Bravo. Na entrevista, Troyjo analisa a conjuntura global à luz dos eventos que se sucederam desde o início do segundo mandato de Donald Trump na presidência dos EUA. O diplomata é uma das vozes brasileiras mais influentes no mundo em temas relacionados a economias emergentes, megatendências e ao próximo ciclo da globalização, além de ter sido um dos principais negociadores do Acordo Mercosul–União Europeia. Você confere a íntegra da entrevista no Podcast Rio Bravo, que começa logo a seguir.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (26): O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (25), o texto do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia. A votação, realizada de forma simbólica, ocorreu após a representação brasileira no Parlasul dar parecer favorável à proposta. O tratado, assinado formalmente em janeiro de 2026, prevê a eliminação gradual de tarifas para cerca de 90% dos produtos comercializados entre os dois blocos em um prazo de até 15 anos. A chuva voltou a atingir Juiz de Fora na noite de quarta-feira (25), provocando novos alagamentos, segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. De acordo com a Climatempo, há alerta para mais precipitações na Zona da Mata nesta quinta-feira (26). Até o momento, o município registra 42 mortes, cerca de 3 mil desabrigados, 400 desalojados e ao menos 17 pessoas desaparecidas. O Vaticano anunciou que o papa Leão XIV visitará quatro países da África entre 13 e 23 de abril, em sua primeira grande viagem internacional de 2026 ao continente onde a Igreja Católica mais cresce. O pontífice também fará uma visita de um dia a Mônaco em 28 de março e estará na Espanha de 6 a 12 de junho. O senador Alessandro Vieira (MDB), relator do PL Antifacção no Senado Federal, criticou o texto aprovado pela Câmara dos Deputados. Segundo ele, foram retirados trechos como a taxação das bets para financiar ações de combate ao crime organizado. Vieira afirmou que as mudanças enfraquecem o enfrentamento a crimes como lavagem de dinheiro, desvios de emendas e fraudes, além de reduzirem penas e instrumentos de investigação previstos na proposta original. O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou que há uma “boa perspectiva” para a terceira rodada de negociações com os Estados Unidos sobre o programa nuclear de Teerã. A declaração foi feita enquanto uma delegação iraniana seguia para Genebra, onde ocorrerão as conversas diplomáticas. Pesquisa AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, divulgada nesta quarta-feira (25), mostra que 47,5% dos entrevistados dizem ter mais receio da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 44,9% afirmam temer mais a eleição do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Outros 7,1% se preocupam igualmente com ambos os cenários e 0,5% não souberam responder. O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, conversaram por telefone para articular uma nova rodada de negociações. O diálogo antecede uma reunião voltada à busca de um possível acordo de paz. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou que a PEC da Segurança Pública será votada pela Câmara dos Deputados na próxima semana. O anúncio ocorreu em plenário, após aprovação do PL Antifacção. Segundo o presidente da Casa, o texto será apreciado na Comissão Especial na próxima terça-feira (03) e vai a plenário na quarta-feira (04). O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais entrou nesta quinta-feira (26) no terceiro dia de buscas por desaparecidos nos escombros em Juiz de Fora e Ubá. Até as 7h30, eram 43 mortos e 16 desaparecidos em Juiz de Fora, além de 6 mortes e 2 desaparecidos em Ubá. As operações chegaram a ser interrompidas durante a madrugada por causa do volume de chuva e do risco de novos deslizamentos. O secretário nacional da Defesa Civil, Wolnei Wolff, falou sobre o cenário em entrevista ao Jornal da Manhã. A ex-secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton deve depor a portas fechadas nesta quinta-feira (26) perante uma comissão do Congresso que investiga as atividades do empresário Jeffrey Epstein, condenado por abuso e tráfico sexual. Hillary e o ex-presidente Bill Clinton inicialmente se recusaram a comparecer, mas concordaram após parlamentares avaliarem a possibilidade de declará-los em desacato. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Donald Trump fez o anual discurso para o Congresso americano e a escalada dos conflitos com o Irã foi um dos temas, com Trump afirmando que o Irã quer armas nucleares e mísseis capazes de atingir o país norte-americano. E ainda:- Presidente americano afirma que “receberam da nova amiga e parceira, Venezuela, mais de 80 milhões de barris de petróleo”- Departamento do Tesouro dos Estados Unidos autoriza empresas a revender petróleo venezuelano a Cuba- Militares cubanos matam quatro cubanos residentes dos Estados Unidos alegando que eles pretendiam se infiltrar em Cuba para fins terroristas- Mercosul tenta acelerar a ratificação do acordo com a União Europeia. Senado do Paraguai votou por unanimidade a aprovação do acordo e, hoje, o mesmo deve acontecer na Argentina Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
Acordo Mercosul-União Europeia deverá ser votado rapidamente pelo Senado. Governistas questionam a quebra de sigilo do filho do presidente Lula na CPMI do INSS.
É um risco depender apenas da reforma da Segurança Social? Por que razão na Europa há uma aversão tão grande em investir em bolsa? É possível criar uma verdadeira união de poupança e investimento? No mais recente episódio do podcast MoneyBar, temos a honra de receber Maria Luís Albuquerque, Comissária Europeia dos Serviços Financeiros e União da Poupança e dos Investimentos para uma conversa sobre literacia financeira, poupança, investimentos e muito mais. Inscreva-se na lista de Espera do Curso “Do Zero à Liberdade Financeira”: https://bit.ly/Lista-de-Espera-Curso Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram Redes Sociais Instagram: https://www.instagram.com/barbarabarroso Facebook: https://www.facebook.com/barbarabarrosoblog/ Subscreva os canais de Youtube: https://www.youtube.com/barbarabarroso https://www.youtube.com/moneylabpt Para falar sobre eventos, programas e formação: https://www.moneylab.pt/ Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.
No 3 em 1 desta segunda-feira (23), o destaque foi a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) que enviou um pedido formal ao STF (Supremo Tribunal Federal) solicitando o encerramento do inquérito das fake news, que já soma quase sete anos de tramitação. A entidade argumenta a necessidade de finalizar processos de longa duração. Reportagem: Janaína Camelo. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou que as fofocas sobre seu vice, Felício Ramuth (PSD), não alteram a composição da chapa para as eleições de 2026. A declaração ocorre após vir a público que o vice-governador de São Paulo está sendo investigado por suposta lavagem de dinheiro em Andorra. Reportagem: Matheus Dias. O ministro André Mendonça realizou nesta segunda-feira (23) uma nova reunião com a Polícia Federal sobre as investigações do Banco Master. O encontro teve como objetivo definir os próximos passos do inquérito. Após quebra de sigilo, a CPMI do INSS deve priorizar a análise dos dados de Daniel Vorcaro, dono da instituição. Reportagem: Janaína Camelo. O ministro Guilherme Boulos comentou as perspectivas para as eleições de 2026, afirmando estar ansioso por um eventual debate entre o presidente Lula (PT) e o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) sobre segurança pública. Reportagem: Julia Fermino. Boulos também afirmou que o STF (Supremo Tribunal Federal) não está acima do bem e do mal, ressaltando que nenhuma instituição está. Ele comentou a atuação do ministro Alexandre de Moraes e do Judiciário na preservação da democracia contra tentativas de golpe de Estado e mencionou sanções internacionais como a Lei Magnitsky. O presidente Lula (PT) rebateu as críticas sobre o desfile polêmico da Acadêmicos de Niterói na Sapucaí, afirmando que não é "carnavalesco". Apesar do rebaixamento da agremiação no Rio de Janeiro, o petista declarou que aceitou a homenagem, agradeceu o carinho e confirmou que visitará pessoalmente a escola para agradecer aos integrantes. A União Europeia decidiu congelar acordos comerciais com os Estados Unidos após a derrota judicial de Donald Trump na Suprema Corte americana. Além disso, o governo Trump elevou as tarifas globais de 10% para 15%. Em meio ao cenário de instabilidade, o presidente Lula (PT) afirmou estar confiante para sua reunião na Casa Branca em março, focada em manter o equilíbrio diplomático. Reportagem: Luca Bassani. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) iniciou a articulação de uma lista estratégica de pré-candidaturas para o Senado e governos estaduais nas eleições de 2026, diretamente da Papudinha, onde está preso. A informação foi confirmada por um dos seus filhos, Carlos Bolsonaro. Reportagem: Matheus Dias. O ex-vereador Carlos Bolsonaro utilizou as redes sociais para criticar a cúpula do Partido Liberal, sugerindo que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está sendo isolado pela legenda. A reação ocorre após o presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, afirmar que o partido define as candidaturas para 2026. Reportagem: Rodrigo Viga. Vinte e cinco membros da Guarda Nacional do México foram mortos em seis ataques coordenados no estado de Jalisco. A onda de violência é apontada como uma retaliação direta do crime organizado após a morte do narcotraficante Nemesio Oseguera Cervantes, o “El Mencho”, líder do Cartel Jalisco Nova Geração. Fabrizio Neitzke comentou o assunto. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira na edição do Jornal da Record deste sábado (21): Donald Trump aumenta tarifa global para 15% após Suprema Corte barrar tarifaço. No Brasil, Câmara dos Deputados deve votar semana que vem acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. Na viagem à Índia, presidente Lula assina acordo sobre minerais críticos e terras raras. No RJ, queda de asa delta mata instrutor e turista americana. Chuva no litoral de SP provoca estragos e Defesa Civil fecha estrada. Na reportagem especial, você vai ver como a má qualidade das estradas causa um prejuízo bilionário e atrapalha desenvolvimento do Brasil.
No episódio de hoje do Radar Médico, Ester Ribeiro, médica nefrologista e conteudista do Portal Afya, discute um dos temas mais atuais da prática médica: como a Inteligência Artificial está sendo regulada no Brasil e no mundo — e quais são os desafios éticos envolvidos em seu uso clínico.Da análise de exames de imagem a assistentes virtuais e modelos generativos, a IA já faz parte da rotina médica. No entanto, o avanço acelerado dessas tecnologias levanta questões importantes sobre aprovação regulatória, responsabilidade profissional, transparência algorítmica, vieses e segurança de dados.O episódio contextualiza o cenário internacional — incluindo FDA (EUA), EMA e a nova Lei de IA da União Europeia — além das normas brasileiras (ANVISA, LGPD e projetos de lei em andamento), e discute se ferramentas de IA deveriam passar por processos de aprovação semelhantes aos de medicamentos e dispositivos médicos.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (20): O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, comemorou publicamente o rebaixamento da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o desfile do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro. Em entrevista coletiva nesta quinta-feira (19), Tarcísio afirmou estar “muito feliz” com o resultado, classificando o rebaixamento como “muito bem-vindo”. Está em análise na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 7015/25, que torna obrigatória a divulgação semanal da agenda deliberativa do Plenário da Câmara por emissoras de rádio e televisão. A proposta determina a veiculação de mensagem institucional de utilidade pública com informações sobre datas, horários e temas das sessões de votação. O presidente em exercício e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira (19) que os vinhos brasileiros contarão com mecanismos de proteção no acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Segundo Alckmin, o tratado já prevê um capítulo específico sobre salvaguardas, que será regulamentado por decreto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A declaração foi feita durante a Festa do Vinho, no Rio Grande do Sul, e busca tranquilizar produtores nacionais diante da maior concorrência com rótulos europeus. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que determinou ao Secretário da Guerra e a outros departamentos e agências federais a divulgação de documentos oficiais sobre vida alienígena, fenômenos aéreos não identificados (UAPs) e objetos voadores não identificados (OVNIs). A ordem foi anunciada após repercussão de uma entrevista do ex-presidente Barack Obama ao podcast de Brian Tyler Cohen, na qual Obama negou que eles estejam escondidos na chamada Área 51. O presidente da Unafisco Nacional, Kléber Cabral, foi intimado a depor à Polícia Federal nesta sexta-feira (20). A oitiva foi determinada por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O projeto Antifacção continuará sob a relatoria do deputado Guilherme Derrite, após decisão do presidente da Câmara, Hugo Motta. A manutenção ocorre em meio a discussões políticas sobre a condução e os ajustes no texto. A Prefeitura de São Paulo e o governo de São Paulo enviaram um ofício conjunto ao governo federal com duras críticas à Enel, distribuidora de energia que atua na capital e na região metropolitana. O documento aponta falhas recorrentes no fornecimento e sinaliza um rompimento institucional com a concessionária. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) já respondeu com um relatório técnico sobre o pedido de caducidade do contrato, e a distribuidora tem prazo até o dia 26 de fevereiro para apresentar suas considerações antes de uma decisão definitiva. O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) anulou, por unanimidade, uma lei complementar municipal que instituía o “Programa Escola sem Partido” em Santa Cruz de Monte Castelo, no interior do Paraná. Os ministros seguiram o entendimento do Ministério Público Federal (MPF) de que a norma invade a competência privativa da União para legislar sobre diretrizes gerais da educação e representa uma forma de cerceamento da atividade docente. O julgamento ocorreu nesta quinta-feira (19). O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, recusou um pedido do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para o uso de instalações militares britânicas em eventuais operações contra o Irã. Segundo o governo britânico, a autorização violaria o direito internacional. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Um terço dos países da União Europeia têm como líder do governo ou como ministros políticos elementos da mesma área política do Chega. Será que Ventura já conta os dias para formar um Governo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um terço dos países da União Europeia tem como líder do governo ou como ministros políticos vindos da mesma área política do Chega. Será pois só uma questão de tempo até Ventura chegar a um Governo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Ricardo Arioli comenta mais algumas notícias do início do ano, ligadas ao Agro. CNA quer proibir nomenclatura de produtos não-lácteos que confundem os consumidores. Exportações de Pulses crescem e estamos só no começo. Carne suína é destaque nos mercados interno e externo. Espanhóis protestam contra o Acordo Mercosul- União Europeia, sem saber o que fazem. Pecuaristas americanos reclamam da importação de carne da Argentina por Decreto do Presidente Tump.
União Africana, Igad, Liga dos Estados Árabes, União Europeia e Nações Unidas manifestaram “grave preocupação” com a escalada contínua do conflito no Sudão; apelo é pelo fim imediato de novas ações militares e defendendo uma trégua humanitária com a aproximação do Ramadã.
Golpes de Estado, terrorismo, alterações climáticas e transições de liderança marcaram a actualidade política do continente africano nos últimos dias. A 39.ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana, a decorrer em Addis Abena, na Etiópia, serviu de palco para debater estes desafios, num momento particularmente sensível para vários países. A situação política na Guiné-Bissau -suspensa da organização pan-africana na sequência da tomada do poder pelos militares -esteve no centro das atenções. Em entrevista à RFI, o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, reafirmou uma posição firme, sublinhando a defesa inequívoca da ordem constitucional. Ainda no país, o principal opositor guineense, Domingos Simões Pereira, foi ouvido pelo Tribunal Militar, na qualidade de declarante, no âmbito de uma alegada tentativa de golpe de Estado em Outubro de 2025, segundo os seus advogados. A insegurança no norte de Moçambique também esteve em debate. O terrorismo em Cabo Delgado foi analisado à margem da cimeira, que decorre em Addis Abeba. António Guterres apelou à comunidade internacional, em particular à União Europeia, para reforçar o apoio ao país no combate à insurgência. Ainda em Moçambique, as alterações climáticas e os seus efeitos continuam a preocupar as autoridades. O Secretário-Geral das Nações Unidas reiterou que ainda é possível, até ao final do século, limitar o aumento da temperatura global a 1,5 graus, mas advertiu que tal exige uma redução drástica das emissões com efeitos imediatos. Entretanto, o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres anunciou a abertura de 600 centros de acolhimento para famílias em risco, face à aproximação do ciclone tropical Gezani. Paralelamente, Maputo procura mobilizar apoio internacional, tanto na Cimeira da União Africana como na Cimeira Itália-África, para a reconstrução das zonas afectadas pelas recentes inundações. À RFI, a ministra dos Negócios Estrangeiros, Maria Manuela Lucas, sublinhou a necessidade de solidariedade internacional. A cimeira marca igualmente uma transição na liderança da organização continental. Termina a presidência angolana e inicia-se o mandato do Burundi. O Presidente burundês, Évariste Ndayishimiye, herdará do seu homólogo angolano, João Lourenço, dossiers complexos como o conflito entre a República Democrática do Congo e o Ruanda. Num balanço da presidência de Angola à frente da União Africana, o ministro das Relações Exteriores, Téte António, destacou o reforço da presença e da voz de África nos fóruns internacionais. Em São Tomé e Príncipe, a actualidade política ficou marcada pela eleição de Abnildo Oliveira como Presidente da Assembleia Nacional. O novo líder do Parlamento sucede a Celmira Sacramento, destituída do cargo há cerca de duas semanas, na sequência da crise parlamentar que abalou o país.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (12): O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, deverá avaliar se há conflito de interesse na atuação do ministro Dias Toffoli em um processo relacionado ao Banco Master. A análise ocorre após a Polícia Federal encontrar menções ao magistrado no celular do empresário Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira. O gabinete do ministro do STF Dias Toffoli divulgou nota pública esclarecendo sua participação societária na empresa Maridt e negando qualquer relação pessoal ou financeira com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, alvo de investigações da Polícia Federal. Segundo o comunicado, a empresa é familiar, tem declarações regulares aprovadas e a administração é feita por parentes, sem atuação direta do magistrado na gestão. O texto também afirma que Toffoli jamais recebeu valores dos citados e não possui vínculos com investigados ou gestores mencionados no caso. O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou que um grupo de trabalho criado no Senado poderá aprimorar salvaguardas relacionadas ao acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. Segundo Alckmin, as discussões serão conduzidas com cautela e o tratado, de forma geral, tende a trazer benefícios econômicos ao Brasil. O senador Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou que o MDB pode apoiar a reeleição do presidente Lula (PT) caso o partido fique com a vaga de vice na chapa presidencial. Segundo ele, há maioria interna favorável à aliança. Entre os nomes cotados estão o governador do Pará, Helder Barbalho, e o ministro dos Transportes, Renan Filho. A possível mudança na vice-presidência também gera incômodo no PSB, partido do atual vice, Geraldo Alckmin. Associações ligadas ao Carnaval de rua de São Paulo pediram a revisão dos locais e trajetos dos desfiles após registros de superlotação e riscos de tumulto em eventos recentes. Em resposta, a Prefeitura anunciou a ampliação das ações de segurança e medidas para reduzir aglomerações durante a folia de 2026. O presidente Lula (PT) confirmou que se reunirá com Donald Trump nos Estados Unidos, em março, durante viagem oficial que também inclui passagens por Índia e Coreia do Sul. Segundo Lula, o encontro na Casa Branca não terá temas proibidos e servirá para discutir a relação bilateral, incluindo a questão tarifária já parcialmente revertida pelo governo brasileiro. A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (11) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva liderando todos os cenários testados para as eleições presidenciais de 2026, tanto em primeiro quanto em segundo turno. O levantamento indica variações entre 35% e 39% das intenções de voto no primeiro turno e entre 42% e 44% em simulações de segundo turno. O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou que pretende promover um “tesouraço” nas despesas públicas para reduzir a carga tributária, estimular investimentos e incentivar o empreendedorismo. Ao mesmo tempo, o parlamentar disse que pretende manter programas sociais voltados à população de baixa renda, como o Bolsa Família. O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu recorrer da decisão do ministro do Supremo Flávio Dino, que mandou suspender os “penduricalhos” ilegais no serviço público. O órgão afirma que o Congresso precisa definir as regras que valham em todo o país, antes da suspensão dos pagamentos adicionais. Campanhas da direita e da esquerda têm monitorado pontos considerados sensíveis na disputa pelo governo de São Paulo. A avaliação é que alguns temas como o sistema de pedagio Free Flow e a privatização da Sabesp podem ganhar holofotes ao longo do processo eleitoral e influenciar o debate entre os candidatos. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece
NESTA EDIÇÃO. As reações ao avanço dos trâmites para os leilões de reserva de capacidade. Governo do Rio vai relicitar as concessões de gás da CEG e CEG Rio. P-79 chega ao campo de Búzios. Congresso interrompe análise do acordo Mercosul-União Europeia. ***Locução gerada por IA
No 3 em 1 desta segunda-feira (09), o destaque foi o avanço das investigações do caso Banco Master. A Polícia Federal conseguiu quebrar a criptografia e acessar o celular do banqueiro Daniel Vorcaro após semanas de tentativas. Os agentes buscam mensagens, documentos e imagens que possam reforçar as linhas de apuração sobre a atuação da instituição financeira. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), encaminhou à CCJ a proposta que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada semanal de trabalho. O texto reúne iniciativas de parlamentares da base governista e ainda deverá passar por comissão especial e pelo plenário. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que as investigações sobre o caso Banco Master ocorreram com autonomia e sem pressão externa. Ao comentar a liquidação extrajudicial da instituição, ele agradeceu ao presidente Lula (PT) e ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), pela condução do processo. Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump criticou o show do intervalo do Super Bowl, classificando a apresentação do cantor porto-riquenho Bad Bunny como uma “bagunça” e questionando a escolha do artista para um dos eventos de maior audiência da televisão americana. No cenário político brasileiro, o presidente Lula (PT) intensificou as articulações com partidos do Centrão, como MDB e União Brasil, visando a formação de alianças para as eleições de 2026. A estratégia também envolve o PSD, que avalia candidatura própria, enquanto diferentes siglas disputam o apoio do bloco de centro. Nos bastidores, a movimentação é vista como tentativa de ampliar a base política e isolar a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). Pesquisa do Real Time Big Data mostra Lula (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno das eleições de 2026 e aponta que 26% dos eleitores se identificam como de centro. No 3 em 1, comentaristas analisam o peso desse eleitorado e a possibilidade de migração de votos no cenário eleitoral. Durante evento no Instituto Butantan, em São Paulo, o presidente Lula afirmou que não quer brigar com Donald Trump, mas destacou as raízes nordestinas ao comentar a relação com o presidente norte-americano. A declaração teve repercussão política e internacional. Na área econômica, o acordo entre Mercosul e União Europeia avançou na Câmara dos Deputados após parecer favorável do deputado Arlindo Chinaglia (PT), presidente da representação brasileira no Parlamento do Mercosul. O texto deverá ser analisado pelo Congresso Nacional, aumentando a expectativa sobre a votação em plenário. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Embaixador da União Europeia na Guiné-Bissau expulso da Casa dos Direitos pela polícia durante visita: incidente pode manchar relações diplomáticas, diz analista. Em Portugal, diáspora africana suspira de alívio com a vitória de António José Seguro nas presidenciais. Ainda neste jornal conhecemos relatos de quem passou pela rota de migração mais perigosa do mundo.
No episódio desta semana do podcast Diplomatas, Teresa de Sousa e Carlos Gaspar reflectiram sobre o primeiro mês volvido da intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela e da captura de Nicolás Maduro, que se cumpriu na terça-feira, à luz da estratégia de política externa de Donald Trump e dos planos de sobrevivência do regime chavista. A jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA analisaram ainda as consequências do fim da aplicação, a partir desta quinta-feira, do tratado de armamento nuclear New START, entre EUA e Rússia, e o seu impacto junto das democracias europeias e asiáticas. Por fim, os analistas olharam para os últimos acordos comerciais e securitários que a Índia assinou com a União Europeia e com os EUA, no contexto da autonomia estratégica e diplomática do país mais populoso do mundo na cena internacional. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A 1 de Janeiro de 1986, Portugal entrou oficialmente na Comunidade Económica Europeia, o clube dos países mais ricos e desenvolvidos da Europa. Esta é a história de um processo de adesão bem sucedidoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Índia e União Europeia assinaram o maior tratado de livre comércio do mundo e nós vamos explicar os possíveis impactos disso pra você.Também osbervamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com potencial ataque dos EUA ao Irã.No mais, demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com a prisão de uma ex-ministra da Suprema Corte do Chile e os encontros bilaterais do presidente Lula no Panamá.Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
A primeira edição da sua revista semanal de política internacional em formato podcastal deste ano tenta explicar toda a loucura das últimas semanas!Observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com protestos no Irã, ofensivas no Iêmen e Síria, além da formação de novos blocos de poder na região.Também passamos pela Crise da Groenlândia e sua repercussão no Fórum Econômico Mundial, em Davos, a partir das falas dos representantes europeus.No mais, demos aquele tradicional pela nossa quebrada latino-americana, com atualizações sobre a Venezuela e a assinatura do acordo MERCOSUL-União Europeia, que também foi o tema da coluna da professora Vivian Almeida.Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/