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É um risco depender apenas da reforma da Segurança Social? Por que razão na Europa há uma aversão tão grande em investir em bolsa? É possível criar uma verdadeira união de poupança e investimento? No mais recente episódio do podcast MoneyBar, temos a honra de receber Maria Luís Albuquerque, Comissária Europeia dos Serviços Financeiros e União da Poupança e dos Investimentos para uma conversa sobre literacia financeira, poupança, investimentos e muito mais. Inscreva-se na lista de Espera do Curso “Do Zero à Liberdade Financeira”: https://bit.ly/Lista-de-Espera-Curso Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram Redes Sociais Instagram: https://www.instagram.com/barbarabarroso Facebook: https://www.facebook.com/barbarabarrosoblog/ Subscreva os canais de Youtube: https://www.youtube.com/barbarabarroso https://www.youtube.com/moneylabpt Para falar sobre eventos, programas e formação: https://www.moneylab.pt/ Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.
No 3 em 1 desta segunda-feira (23), o destaque foi a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) que enviou um pedido formal ao STF (Supremo Tribunal Federal) solicitando o encerramento do inquérito das fake news, que já soma quase sete anos de tramitação. A entidade argumenta a necessidade de finalizar processos de longa duração. Reportagem: Janaína Camelo. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou que as fofocas sobre seu vice, Felício Ramuth (PSD), não alteram a composição da chapa para as eleições de 2026. A declaração ocorre após vir a público que o vice-governador de São Paulo está sendo investigado por suposta lavagem de dinheiro em Andorra. Reportagem: Matheus Dias. O ministro André Mendonça realizou nesta segunda-feira (23) uma nova reunião com a Polícia Federal sobre as investigações do Banco Master. O encontro teve como objetivo definir os próximos passos do inquérito. Após quebra de sigilo, a CPMI do INSS deve priorizar a análise dos dados de Daniel Vorcaro, dono da instituição. Reportagem: Janaína Camelo. O ministro Guilherme Boulos comentou as perspectivas para as eleições de 2026, afirmando estar ansioso por um eventual debate entre o presidente Lula (PT) e o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) sobre segurança pública. Reportagem: Julia Fermino. Boulos também afirmou que o STF (Supremo Tribunal Federal) não está acima do bem e do mal, ressaltando que nenhuma instituição está. Ele comentou a atuação do ministro Alexandre de Moraes e do Judiciário na preservação da democracia contra tentativas de golpe de Estado e mencionou sanções internacionais como a Lei Magnitsky. O presidente Lula (PT) rebateu as críticas sobre o desfile polêmico da Acadêmicos de Niterói na Sapucaí, afirmando que não é "carnavalesco". Apesar do rebaixamento da agremiação no Rio de Janeiro, o petista declarou que aceitou a homenagem, agradeceu o carinho e confirmou que visitará pessoalmente a escola para agradecer aos integrantes. A União Europeia decidiu congelar acordos comerciais com os Estados Unidos após a derrota judicial de Donald Trump na Suprema Corte americana. Além disso, o governo Trump elevou as tarifas globais de 10% para 15%. Em meio ao cenário de instabilidade, o presidente Lula (PT) afirmou estar confiante para sua reunião na Casa Branca em março, focada em manter o equilíbrio diplomático. Reportagem: Luca Bassani. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) iniciou a articulação de uma lista estratégica de pré-candidaturas para o Senado e governos estaduais nas eleições de 2026, diretamente da Papudinha, onde está preso. A informação foi confirmada por um dos seus filhos, Carlos Bolsonaro. Reportagem: Matheus Dias. O ex-vereador Carlos Bolsonaro utilizou as redes sociais para criticar a cúpula do Partido Liberal, sugerindo que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está sendo isolado pela legenda. A reação ocorre após o presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, afirmar que o partido define as candidaturas para 2026. Reportagem: Rodrigo Viga. Vinte e cinco membros da Guarda Nacional do México foram mortos em seis ataques coordenados no estado de Jalisco. A onda de violência é apontada como uma retaliação direta do crime organizado após a morte do narcotraficante Nemesio Oseguera Cervantes, o “El Mencho”, líder do Cartel Jalisco Nova Geração. Fabrizio Neitzke comentou o assunto. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Um novo apoio financeiro seria anunciado hoje, mas a Hungria vetou.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
O documento do Eurostat analisa as mudanças demográficas e o envelhecimento populacional na União Europeia, projetando tendências até ao ano 2100. Os dados revelam que a idade mediana está a subir e a proporção de cidadãos com 65 ou mais anos continua a crescer, impulsionada pela maior longevidade e baixas taxas de natalidade. Países como a Itália apresentam as populações mais idosas, enquanto a Irlanda mantém uma estrutura mais jovem. Esta transformação reduz o número de pessoas em idade ativa disponíveis para sustentar a população reformada, aumentando o rácio de dependência económica. O relatório destaca que estas alterações exigirão novos planos governamentais para lidar com o aumento dos gastos em saúde e pensões. Por fim, as projeções indicam que a população da UE começará a diminuir gradualmente após um pico em 2026.
O documento do Eurostat analisa as mudanças demográficas e o envelhecimento populacional na União Europeia, projetando tendências até ao ano 2100. Os dados revelam que a idade mediana está a subir e a proporção de cidadãos com 65 ou mais anos continua a crescer, impulsionada pela maior longevidade e baixas taxas de natalidade. Países como a Itália apresentam as populações mais idosas, enquanto a Irlanda mantém uma estrutura mais jovem. Esta transformação reduz o número de pessoas em idade ativa disponíveis para sustentar a população reformada, aumentando o rácio de dependência económica. O relatório destaca que estas alterações exigirão novos planos governamentais para lidar com o aumento dos gastos em saúde e pensões. Por fim, as projeções indicam que a população da UE começará a diminuir gradualmente após um pico em 2026.
Confira na edição do Jornal da Record deste sábado (21): Donald Trump aumenta tarifa global para 15% após Suprema Corte barrar tarifaço. No Brasil, Câmara dos Deputados deve votar semana que vem acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. Na viagem à Índia, presidente Lula assina acordo sobre minerais críticos e terras raras. No RJ, queda de asa delta mata instrutor e turista americana. Chuva no litoral de SP provoca estragos e Defesa Civil fecha estrada. Na reportagem especial, você vai ver como a má qualidade das estradas causa um prejuízo bilionário e atrapalha desenvolvimento do Brasil.
No episódio de hoje do Radar Médico, Ester Ribeiro, médica nefrologista e conteudista do Portal Afya, discute um dos temas mais atuais da prática médica: como a Inteligência Artificial está sendo regulada no Brasil e no mundo — e quais são os desafios éticos envolvidos em seu uso clínico.Da análise de exames de imagem a assistentes virtuais e modelos generativos, a IA já faz parte da rotina médica. No entanto, o avanço acelerado dessas tecnologias levanta questões importantes sobre aprovação regulatória, responsabilidade profissional, transparência algorítmica, vieses e segurança de dados.O episódio contextualiza o cenário internacional — incluindo FDA (EUA), EMA e a nova Lei de IA da União Europeia — além das normas brasileiras (ANVISA, LGPD e projetos de lei em andamento), e discute se ferramentas de IA deveriam passar por processos de aprovação semelhantes aos de medicamentos e dispositivos médicos.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (20): O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, comemorou publicamente o rebaixamento da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o desfile do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro. Em entrevista coletiva nesta quinta-feira (19), Tarcísio afirmou estar “muito feliz” com o resultado, classificando o rebaixamento como “muito bem-vindo”. Está em análise na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 7015/25, que torna obrigatória a divulgação semanal da agenda deliberativa do Plenário da Câmara por emissoras de rádio e televisão. A proposta determina a veiculação de mensagem institucional de utilidade pública com informações sobre datas, horários e temas das sessões de votação. O presidente em exercício e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira (19) que os vinhos brasileiros contarão com mecanismos de proteção no acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Segundo Alckmin, o tratado já prevê um capítulo específico sobre salvaguardas, que será regulamentado por decreto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A declaração foi feita durante a Festa do Vinho, no Rio Grande do Sul, e busca tranquilizar produtores nacionais diante da maior concorrência com rótulos europeus. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que determinou ao Secretário da Guerra e a outros departamentos e agências federais a divulgação de documentos oficiais sobre vida alienígena, fenômenos aéreos não identificados (UAPs) e objetos voadores não identificados (OVNIs). A ordem foi anunciada após repercussão de uma entrevista do ex-presidente Barack Obama ao podcast de Brian Tyler Cohen, na qual Obama negou que eles estejam escondidos na chamada Área 51. O presidente da Unafisco Nacional, Kléber Cabral, foi intimado a depor à Polícia Federal nesta sexta-feira (20). A oitiva foi determinada por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O projeto Antifacção continuará sob a relatoria do deputado Guilherme Derrite, após decisão do presidente da Câmara, Hugo Motta. A manutenção ocorre em meio a discussões políticas sobre a condução e os ajustes no texto. A Prefeitura de São Paulo e o governo de São Paulo enviaram um ofício conjunto ao governo federal com duras críticas à Enel, distribuidora de energia que atua na capital e na região metropolitana. O documento aponta falhas recorrentes no fornecimento e sinaliza um rompimento institucional com a concessionária. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) já respondeu com um relatório técnico sobre o pedido de caducidade do contrato, e a distribuidora tem prazo até o dia 26 de fevereiro para apresentar suas considerações antes de uma decisão definitiva. O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) anulou, por unanimidade, uma lei complementar municipal que instituía o “Programa Escola sem Partido” em Santa Cruz de Monte Castelo, no interior do Paraná. Os ministros seguiram o entendimento do Ministério Público Federal (MPF) de que a norma invade a competência privativa da União para legislar sobre diretrizes gerais da educação e representa uma forma de cerceamento da atividade docente. O julgamento ocorreu nesta quinta-feira (19). O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, recusou um pedido do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para o uso de instalações militares britânicas em eventuais operações contra o Irã. Segundo o governo britânico, a autorização violaria o direito internacional. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Na segunda edição deste boletim você confere:- Lula e Macron se reúnem na Índia em meio a tratativas do acordo entre Mercosul e União Europeia;- Reforma trabalhista provoca greve geral na Argentina;- Trump realiza primeira reunião do Conselho da Paz. O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Beatriz Martins e Thales dos Santos, ambos do curso de Jornalismo.Escute agora!
A Transparência Internacional divulgou recentemente o Índice de Percepção da Corrupção 2025, que coloca a Dinamarca no topo da tabela, com 89 pontos, e o Sudão do Sul na última posição, com apenas nove. A França surge com 66 pontos, numa escala de 0 a 100, o valor mais baixo de sempre desde a criação do índice, em 1995. A descida ocorre após três casos de corrupção de grande impacto mediático que marcaram a actualidade francesa. Para Adriano do Vale, professor de Economia na universidade Poitiers e autor da obra "A Independência dos Bancos Centrais à luz da história, do pensamento e das práticas", o resultado reflecte a percepção que os próprios franceses têm do estado do país. A França surge com 66 pontos, numa escala de 0 a 100, o valor mais baixo de sempre desde a criação do índice, em 1995. Como é que se explica esta tendência? O índice produzido pela Transparência Internacional é, antes de mais, um índice de percepção, que tem como base sondagens, inquéritos de certa forma semelhantes a outros inquéritos e sondagens de opinião. Ou seja, aqui reúnem-se dados sobre a maneira como as populações percepcionam e compreendem estes fenómenos. Daí que a evolução que se regista para a França se deva à maneira como os franceses percepcionam a corrupção no seu país. E isso deve-se apenas a uma questão de percepção, o que tem muito a ver, claro, com a opinião pública, com a opinião publicada e com os acontecimentos recentes em França. A Transparência Internacional cita os escândalos políticos ligados ao ex-Presidente Nicolas Sarkozy, que foi preso 20 dias em Outubro, depois de ter sido considerado culpado de solicitar ilegalmente fundos ao ex-líder líbio Muammar Kadhafi. E um outro caso ainda em julgamento: a líder da extrema-direita, Marine Le Pen, e outros membros do Partido Nacional, que foram considerados culpados, em Março, por desvio de fundos do Parlamento Europeu. De que forma é que estes casos mancham a imagem da França no Índice de Percepção da Corrupção? Em ambos os casos, trata-se de aspectos financeiros, mas que dizem respeito, antes de mais, à vontade dos políticos de acumular poder, de se manterem no poder e de reforçarem as suas posições. Ou seja, uma dinâmica bem interna à política que, apesar de tudo, envolve aspectos que podem ser conotados como sendo de corrupção. No caso do ex-Presidente Sarkozy, neste dossiê líbio, prende-se com a campanha eleitoral, com a vontade de ser eleito e com a necessidade, pelo menos do ponto de vista do candidato, de ter o maior número de recursos, sabendo, claro, que os recursos empregues numa campanha estão relacionados com os resultados eleitorais a obter. E, na altura, ao que se pôde averiguar, houve dinheiro da parte de Kadhafi, da Líbia, que veio para a campanha de Sarkozy. E aqui o que se passa é que estamos a falar de um país e de um líder que eram considerados persona non grata e que estiveram envolvidos, segundo o que foi averiguado, em actividades terroristas. Depois há ainda o caso de Marine Le Pen… No caso de Marine Le Pen, estamos a falar de um outro tipo de benefício: não o de ser eleita, mas, claro, o de acumular poder, de ter vantagem para o partido. Estamos a falar de fundos europeus desviados. Vamos esperar pela decisão final, mas, por enquanto, é essa a leitura da Justiça francesa. Fundos europeus que vêm das contribuições do Estado -porque, sublinhamos, o orçamento europeu é essencialmente composto por contribuições dos Estados -e, neste caso, o partido terá organizado um sistema em que o dinheiro que era dado para os assistentes parlamentares estava a ser, quase na íntegra, canalizado unicamente para a actividade da Frente Nacional em França, segundo a leitura da Justiça. Ou seja, há aqui uma zona algo cinzenta. Nem sempre é fácil definir o que é a actividade francesa de um partido e o que é a actividade europeia de um partido. Mas, neste caso, segundo o ponto de vista da Justiça, não há dúvidas de que essa linha foi transposta, porque esses assistentes parlamentares não trabalhavam para causas europeias. Em Maio, o Senado francês publicou um relatório onde revelou que o Governo encobriu fraudes contra consumidores perpetradas pela gigante alimentar Nestlé, permitindo à empresa utilizar tratamentos proibidos para produzir águas minerais naturais, incluindo a Perrier. Aqui estamos perante um caso que é mais de captura de interesses? Sem dúvida. Aqui, contrariamente aos dois casos anteriores, em que, por mais que haja uma potencialidade de corrupção no caso de Sarkozy e uma dinâmica bem política no outro caso, estamos perante uma interface entre o político e os interesses privados, nomeadamente empresariais. E aqui a análise muda de perspectiva e torna-se claramente uma análise do âmbito da corrupção ou do conflito de interesses. A corrupção é definida, nomeadamente no direito francês, como um processo ou comportamento pelo qual são solicitadas, aceites ou recebidas ofertas, promessas, donativos ou presentes com vista a uma contrapartida, consistente na obtenção de um acto, favor ou vantagem. Ou seja, a corrupção pressupõe uma relação. Neste caso, sendo ainda necessário esclarecer certos aspectos, com ou sem contrapartidas directas, verifica-se a capacidade de interesses privados fazerem valer os seus objectivos, muitas vezes influenciando a não aplicação de normas ou a aprovação de determinadas regulações. O conflito de interesses é uma noção um pouco mais subtil, mas a fronteira aqui também não é fácil de estabelecer. O conflito de interesses é aquele caso em que se pode suspeitar que alguém que tenha um cargo público não esteja a servir o interesse geral, mas sim o seu próprio interesse ou o interesse de um terceiro. E aqui entramos numa zona em que, à partida, não é necessariamente uma mala de dinheiro. A contrapartida pode ser, por exemplo, uma nomeação futura para o sector privado, depois do exercício do cargo público, uma reconversão no sector que foi regulado. Uma facilitação para que determinada pessoa obtenha um cargo? Com certeza. Ou, por exemplo, o facto de Durão Barroso, após ter sido presidente da Comissão Europeia, ter ido para a Goldman Sachs Europa gerou uma grande controvérsia nesse sentido, quanto à reconversão do detentor de cargo público após esse mesmo período de mandato. Pode-se questionar até que ponto esse detentor de cargo público foi íntegro, foi independente. Pode ter havido um pacto de corrupção implícito que tenha estado na base de uma promessa de emprego futuro. E depois o que é que se passa? Há uma troca de favores, de endereços, de contactos, do conhecimento da máquina legislativa, da máquina política, de acesso, etc. E é esse tipo de troca de favores que está em causa. Além disso, chega-se ainda à conclusão de que há falta de recursos e de liderança na luta contra a corrupção. De que forma é que a transparência da vida pública e a regulação económica podem ser importantes na luta contra a corrupção? Estamos a falar aqui da qualidade das políticas públicas. E estamos a falar não só da qualidade no sentido de elas serem eficazes, de atingirem os objectivos que se propõem, sejam eles o desenvolvimento económico, a coesão social e territorial, a luta contra as desigualdades ou a preservação do ambiente. Estamos a falar de atingir os objectivos, ou seja, trata-se da questão da eficácia. Estamos a falar também da questão da eficiência: atingir esses objectivos com o menor custo, com boa gestão dos dinheiros públicos, dos fundos públicos, com qualidade das instituições. Mas eu diria mais: a questão da legitimidade. É aí que a questão se torna mesmo difícil e complicada neste momento para a Europa. Ou seja, quando falta legitimidade à política e às instituições, a democracia está enfraquecida. E aqui combinam-se vários aspectos. Um é o sentimento de impotência, que vem muitas vezes da ideia de que há muita supranacionalidade. No caso europeu, por exemplo, há certos aspectos que não estão na mão dos políticos, nomeadamente em termos de política económica. Faltam ferramentas, mas, no entanto, esses políticos são responsabilizados pelos resultados económicos perante as suas populações. Noutros casos, temos agências independentes, como, por exemplo, o Banco Central Europeu, que é ao mesmo tempo supranacional e independente, mas também uma série de agências a nível nacional que levam à diluição das responsabilidades e dos poderes, o que também não favorece a eficácia da acção pública. Estes comportamentos podem justificar esta estagnação na Europa relativamente à queda dos índices de corrupção? Eu falava da percepção que os franceses têm da política. Vimos há dias um instituto de sondagens a mostrar que só 22% dos franceses têm confiança na política. E estabelecemos a questão do sentimento de impotência: por um lado, as forças da mundialização, a integração económica, as agências independentes, uma democracia que é esvaziada, no fundo, do seu poder e da sua capacidade de transformar a vida real. E depois este sentimento de que a política está ao serviço de certos interesses pessoais, de que os políticos não só governam para si mesmos, em certos casos, mas também governa para servir interesses particulares. E a questão dessa captura pelos interesses privados.
Há um ano em Munique, JD Vance, vice-presidente dos Estados Unidos, veio dizer à Europa que o continente se afundava em imigrantes, devaneios intelectuais e desprezo pela segurança.Um ano depois, o secretário de Estado Marco Rubio veio dizer o mesmo, com a ‘boa nova' da oferta de salvação. A Europa aplaudiu – com a honrosa exceção de Kaja Kallas.Na mesma altura, na Bélgica, a União Europeia institucionalizava a opção pela cooperação reforçada – um instrumento que não é novo, mas que tem tudo para ‘deslaçar' a Europa.Ainda na Europa, desta vez na Suíça, Estados Unidos e Irão tentam encontrar um acordo que Israel tratará de impossibilitar.
O Governo recebeu abertura da Comissão Europeia para flexibilizar as regras orçamentais e permitir que as despesas do Estado com as tempestades não venham a contar para o défice orçamental. Análise de Clara Teixeira.
No rescaldo da 39.ª Cimeira da União Africana, o Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, fez um balanço “bastante positivo” da liderança angolana da organização, alerta os desafios das mudanças climáticas ao nível do continente e lembra que áfrica tem de se fazer representar no Conselho de Segurança da ONU. RFI Português: Que balanço faz desta 39.ª Cimeira da União Africana? Presidente de Moçambique, Daniel Chapo: Faço uma análise bastante positiva, porque a 39.ª Cimeira da União Africana concentrou-se muito sobre questões relacionadas com infra-estruturas e, sobretudo, a questão da água a nível do continente. Concretamente, sobre a Presidência angolana [da União Africana], faço um balanço bastante positivo, porque o Presidente João Lourenço fez um esforço extraordinário para ver se conseguimos alcançar a paz, por exemplo, no Leste da República Democrática do Congo, para além de várias frentes que abriu para questões de paz e segurança, que é uma das grandes preocupações dos países ao nível do continente africano. Outro aspecto bastante importante está relacionado com os desafios das mudanças climáticas. Todos nós, ao nível do continente, estamos mais solidários. É uma matéria na qual África tem que continuar a se fazer sentir a nível mundial. O outro aspecto bastante importante é assento para o continente africano no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Inclusive, aconteceu uma reunião à margem da cimeira da União Africana, precisamente para preparar uma posição africana em relação ao próximo secretário-geral das Nações Unidas - o mandato de António Guterres termina em Dezembro de 2026. Seria importante que a África estivesse alinhada não só para a corrida ao secretário-geral das Nações Unidas, mas também na representação no Conselho de Segurança? É um ponto extremamente importante para o continente africano. O Presidente João Lourenço fez esse trabalho durante o seu mandato. Nós, como África, conseguimos fazer sentir a nossa voz ao nível da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Setembro do ano passado, quando estivemos em Nova Iorque. Como países africanos temos que nos organizar para que África também se faça sentir. Achamos que chegou o momento das Nações Unidas fazerem uma reforma, que passa além do secretário-geral das Nações Unidas, pela questão relacionada com o assento no Conselho de Segurança das Nações Unidas. A questão dos golpes de Estado é uma temática que há muitos anos assola África e que foi novamente relembrada nesta cimeira, também é uma questão que o preocupa? Preocupa-me bastante e quero elogiar mais uma vez o Presidente João Lourenço, no seu discurso do fim do mandato, deixou de uma forma muito clara e condenou, deixou palavras muito duras e necessárias, de que não podemos normalizar os golpes de Estado ao nível do continente africano. E ultimamente, o que tem acontecido é que as pessoas golpeiam, acontecem golpes e depois nós normalizamos. Portanto, somos países de direito democrático. Temos realizado eleições de cinco em cinco anos e achamos que é extremamente importante, como africanos, continuarmos a respeitar os princípios que regem as nossas constituições dos países, mas também os princípios da União Africana. Os povos africanos têm direito de escolher os seus líderes e continuarem a trabalhar e não haver golpes de Estado. Estou bastante impressionado com a forma como o Presidente João Lourenço condenou e achamos que, como líderes africanos, este caminho que temos que seguir. A água e saneamento são prioridades desta nova presidência rotativa da União Africana. Este é um dossier crítico para África. Especificamente em Moçambique, qual é a situação? É um dossier extremamente crítico não só para Moçambique, mas para todo continente africano. Por uma razão muito simples, o maior desafio que nós temos são as infra-estruturas para a retenção da água, para o tratamento de água para termos água potável e questões relacionadas com o saneamento, que é extremamente importante para evitarmos as doenças. Em Moçambique, concretamente, estamos neste momento a sofrer de cheias e inundações. Tivemos também o ciclone Gezani que afectou, portanto, o país. Foram cerca de 800.000 pessoas deslocadas para os centros de acomodação temporária. Se nós tivéssemos recursos financeiros para a construção de barragens, a construção de vias que possam realmente conter o curso das águas, seria uma grande solução. Mas também quero falar uma coisa muito importante: as mudanças climáticas são uma realidade ao nível do mundo. É uma coisa que eu tenho dito em todos os encontros internacionais ligados às mudanças climáticas e à justiça climática, a justiça ambiental. A questão climática é mundial. Mas Moçambique é um dos países que mais sofre as consequências das alterações climáticas. O seu país ainda não recuperou das inundações e já estava a ser fustigado por um ciclone. Em que ponto é que está a justiça climática que tanto se fala nestas cimeiras? Infelizmente, da palavra à acção ainda falta muito caminho. Eu tenho dito isso em todos os encontros internacionais e como campeão africano para a gestão de desastres a partir da União Africana, também o voltei a fazer sentir essa voz. Se realmente o mundo reconhecesse que a África, em particular Moçambique, não polui quase nada, mas, dada a localização geográfica, sofre ciclicamente de cheias e inundações, ventos ciclónicos, tinha que haver aqui compensação - isso é que seria uma verdadeira justiça climática - para que Moçambique pudesse construir essas infra-estruturas para a gestão das águas, barragens, etc. Temos projectos, temos planos, mas os recursos financeiros que temos neste momento não são suficientes. Se o mundo fosse solidário e percebesse esta questão da justiça climática, poderíamos realmente ter financiamento daqueles que poluem mais para aqueles que poluem menos, como o caso de Moçambique, mas que infelizmente sofrem mais as consequências. Mesmo assim, Moçambique tem evoluído, tem melhorado a nível de sistemas de alerta e a população também já se encontra mais consciente das recomendações, dos alertas das autoridades, porque efectivamente, a nível de mortos, o número tem vindo a diminuir. Sim, sem margem de dúvidas, os números falam. Em 2000, aconteceram as cheias na província de Gaza, que tiveram uma magnitude menor do que estas cheias de 2026, mas tivemos cerca de 700 mortos e mais de 2.000 pessoas desaparecidas. Estas cheias de 2026, tiveram uma magnitude maior do que as 2000 e tivemos um número menor de desaparecidos. E em termos também de mortos, tivemos um número muito menor. Estou a falar de cheias que aconteceram no mesmo espaço, em épocas diferentes. Vamos melhorando cada vez mais e agora tivemos o [ciclone] Gezani. Se não tivesse havido o aviso prévio, se não tivesse havido alerta e as populações não tivessem assumido aquilo as medidas de prevenção para que não houvesse consequências graves, tenho certeza absoluta que o Gezani teria causado danos maiores. Causou danos menores porque a população moçambicana já está em alerta para estas situações e obedece. Ainda temos desafios porque ainda temos populações que, infelizmente, não obedecem. Mas quando comparamos o que acontecia antes e o que acontece hoje em termos de consequência, a situação moçambicana está a melhorar bastante. Eventualmente em Adis Abeba, procurou apoios para a reconstrução do país após inundações e após ciclone, nomeadamente na Cimeira Itália-África? Sim, conseguimos fazer vários contactos a partir da União Africana e a União Africana garantiu-nos que continua a mobilizar recursos, para que haja um apoio na fase de reconstrução. Na cimeira Itália-África, voltamos a agradecer o apoio que temos recebido da União Europeia e dos seus países membros. Nesta fase, as populações estão deslocadas, vão regressando paulatinamente às casas, mas ainda temos os centros de acomodação. Mas temos certeza absoluta que depois vamos precisar reconstruir o país. E os parceiros também responderam positivamente. Neste momento, tanto os parceiros de cooperação internacionais como os nacionais estão a se preparar para podermos trabalhar juntos por forma a reconstruímos o país, depois desta fase em que nos encontramos. O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse-se muito preocupado com a situação em Cabo Delgado. Especificamente, que estratégias o seu governo está a adoptar para proteger os civis, para garantir a segurança? E quais são as grandes dificuldades que o governo moçambicano tem para acabar com o terrorismo, com a insurgência naquela região do país? Neste momento, o que posso garantir é que a situação da segurança é relativamente melhor do que estava antes. Digo isto porquê? Porque quando aconteceram os primeiros ataques em 2017, estes homens terroristas chegaram a ocupar várias vilas nos distritos da zona norte da Província de Cabo Delgado. A título de exemplo, a vila de Macomia, a vila de Mocímboa da Praia estavam totalmente ocupadas. Quando digo que está relativamente melhor é porque, neste momento em que estamos a falar, não há nenhuma vila da província de Cabo Delgado que esteja ocupada. As instituições públicas continuam a trabalhar, as populações estão nas vilas, mas têm havido ataques esporádicos dos terroristas, principalmente nas aldeias vizinhas das vilas, ao no nível do distrito de Mocímboa da Praia, distrito de Macomia, é esta que é a grande preocupação. Quando fazem esses ataques esporádicos, tem havido deslocação das populações. Então, quando há um disparo ou um ataque, as populações acabam se deslocando. E, felizmente, mais uma vez temos tido uma grande ajuda das agências das Nações Unidas e outros parceiros continuam e conseguem dar o apoio às populações quando se deslocam. Mas, o país precisa de mais ajuda? Neste momento, temos ajuda da União Europeia, que está a trabalhar connosco. Mas também continuamos a trabalhar com as forças do Ruanda, ao nível do terreno, e as nossas Forças Armadas de Defesa de Moçambique. Agora, no que toca realmente à assistência às populações, nós achamos que as ajudas são sempre necessárias. As agências das Nações Unidas e os parceiros de cooperação estão no terreno, continuam a trabalhar e nós também continuamos a trabalhar, de várias formas, para que possamos encontrar a solução para este assunto do terrorismo em Cabo Delgado. Mas é um assunto complexo. O terrorismo não é um fenómeno só de Moçambique, é um fenómeno global e internacional. À semelhança do que falava no início sobre a justiça climática, se o mundo se apercebesse que o terrorismo é um fenómeno global que tem que ser estancado, nós tínhamos que nos unir como mundo e trabalhar para terminar com esses fenómenos terroristas, à semelhança das mudanças climáticas que afectam todo o mundo, embora com focos de incidência em certos pontos do mundo. A importância do multilateralismo que tanto se fala nos dias de hoje, com este mundo cada vez mais fragmentado e numa evolução, transformação alucinante. Exactamente. Eu acho que o multilateralismo é extremamente importante, mas, hoje em dia, há quem se concentre só nas questões bilaterais, não está preocupado com o multilateralismo e isto pode perigar o futuro deste planeta Terra. As mudanças climáticas e o terrorismo são fenómenos globais, aos quais não se responde só com situações bilaterais. E podia dar vários outros exemplos que mostram que o multilateralismo é extremamente importante ao nível do planeta Terra, para a resolução de vários desafios que o mundo tem. Vê com preocupação as ameaças que têm sido dirigidas à classe jornalística em Moçambique? Isto preocupa-me bastante. Quando aconteceu o atentado a um jornalista na província de Manica, fiz questão de reagir, logo, a condenar, porque Moçambique é um país de direito democrático, que respeita os direitos humanos. Moçambique é um país de liberdades, tem liberdade de imprensa como lei, tem liberdade de imprensa como um princípio a ser respeitado para podermos construir este Moçambique e outro aspecto bastante importante é que Moçambique é um país que defende a liberdade de expressão. Para mim é extremamente importante trabalhar com a imprensa, porque a imprensa não só comunica, não só informa, mas forma a sociedade moçambicana. Daí que as ameaças jornalistas são actos a condenar veementemente, para podermos construir um país de liberdade, que é o futuro que todos nós precisamos para, juntos como moçambicanos, desenvolvermos o país.
O governo do Brasil é recebido em visita de Estado à Índia nesta semana, após uma cúpula internacional sobre inteligência artificial realizada pelo país asiático. No cenário das barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos ao resto do mundo e de alta dependência global da China, as duas potências emergentes buscam ampliar a cooperação e as parcerias comerciais bilaterais e no âmbito do Mercosul – mas têm pela frente obstáculos importantes a superar. Brasília e Nova Délhi são concorrentes em vários setores, principalmente no agronegócio (açúcar, arroz, carne bovina, derivados de soja, algodão), mas também na energia – ambos são grandes produtores de biocombustíveis –, além das indústrias química e farmacêutica. Em paralelo, os dois países buscam inserção nos mercados emergentes e em desenvolvimento na África e na Ásia. É neste contexto que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro-ministro Narendra Modi tentarão encontrar pontos de convergência, na sequência da aproximação acelerada em 2025, quando o premiê indiano foi recebido em Brasília para uma visita de Estado. “Precisa fazer a ponte. A Índia está descobrindo o Brasil e eu acho que já sabe o potencial da América Latina. E o Brasil começou a explorar Índia”, nota Umesh Mukhi, professor-associado de Administração da Fundação Getúlio Vargas (FGV). “Quando eu converso com pessoas, percebo que há uma lacuna de conhecimento. Acho que o papel da academia para favorecer intercâmbio, promover conhecimento atualizado, é fundamental para moldar opiniões.” Hoje, os países são parceiros comerciais ainda pouco relevantes: a Índia é o 10° destino das exportações brasileiras, num total de US$ 6,9 bilhões em 2025. O Brasil é deficitário na balança comercial com o país asiático, mas estes números estão em ascensão. "Tivemos um crescimento significativo de 30% no fluxo de comércio de 2024 para 2025, mas isso é pouco, considerando o potencial", salienta o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana. Para impulsionar as trocas, a entidade inaugura um escritório no país, um mercado potencial de 1,4 bilhão de consumidores. A comitiva presidencial ilustra o novo peso que Brasília quer dar ao país: Lula chega a Nova Délhi acompanhado de cerca de 10 ministros e mais de 300 empresários. "A Apex entende que essa nova fase na relação Brasil-Índia começa com muita força a partir da viagem do presidente Lula. Com o primeiro-ministro Modi, eles vão construir uma história que vai gerar muitos recursos e possibilidades de cooperação e negócios", frisa Viana. Oportunidade para o desenvolvimento de tecnologias As oportunidades vão muito além do comércio de commodities e petróleo, salienta o especialista indiano: os serviços tecnológicos, financeiros e as áreas de defesa e aviação civil representam a possibilidade de impulso para o desenvolvimento e a inovação no Brasil. “A Índia já é uma potência tecnológica. Todas as empresas de tecnologia que fornecem serviços em outros países desenvolvidos estão aqui no Brasil, e a situação global está favorecendo esse investimento no Brasil”, explica. “Quando eu converso com empresários e executivos desses setores, brasileiros que trabalham dentro de empresas indianas, eles têm muita demanda por talento e não estão encontrando esses profissionais aqui no Brasil. Eles sempre procuram saber como o Brasil vai facilitar o intercâmbio de talentos – e, quanto mais talentos vierem, mais investimentos haverá no setor tecnológico”, diz Primeiro memorando sobre minerais críticos Por outro lado, é esperada a assinatura de um memorando de entendimento sobre minerais críticos, dos quais o Brasil detém as segundas maiores reservas do mundo. Será a primeira vez que o país estabelecerá com outra nação um acordo sobre esses minérios, estratégicos para a transição energética. “Foi uma iniciativa do Ministério de Minas e Energia, que segue a política brasileira de priorizar o tema e de manter o país aberto à cooperação internacional neste sentido, para trazer valor agregado à produção nacional”, detalhou Susan Kleebank, secretária do Itamaraty para a Ásia e o Pacífico, em briefing à imprensa. “Para que não apenas tenhamos o minério, mas possamos produzir e processar esse minério aqui, chegando a resultados para a nossa indústria e a nossa segurança nacional”, completou. Acordo Índia-Mercosul A viagem também será uma ocasião para o presidente discutir as oportunidades de expansão do comércio com os países do Mercosul. Desde 2009, está em vigor um Acordo de Preferências Tarifárias que reduz as taxas de importação entre a Índia e o bloco sul-americano para uma lista limitada de produtos, contemplando apenas 14% da pauta exportadora brasileira. “Com as mudanças no cenário geopolítico, eu acho que existe uma possibilidade de acelerar, da mesma maneira que a Índia conseguiu acelerar o processo com a Europa”, aponta Mukhi. Em janeiro, Nova Délhi firmou um amplo pacto de livre comércio com a União Europeia, que vai eliminar 97% das tarifas em vigor no comércio bilateral. A ofensiva comercial de Donald Trump contra indianos e brasileiros leva as duas potências a tentarem aumentar o escopo do tratado atual, aposta o professor-associado da FGV. “Eu acho que isso é questão interna, de como o Mercosul se disponibiliza para facilitar esse processo. Vai exigir que a gente saia de nossa zona de conforto e tome algumas decisões duras. Alguns setores vão ser afetados, mas cada setor tem que se adaptar”, indica, referindo-se à agricultura. “Apesar de ser a quarta economia do mundo, a Índia ainda tem grande parte da população de pequenos produtores dependendo da agricultura familiar. Quando você tem um acordo que prejudica essa fatia da população, é um pouco arriscado”, complementa. Leia tambémMacron vai à Índia debater IA, de olho na ampliação do comércio bilateral com o país
O enviado especial da União Africana para a Guiné-Bissau, Patrice Trovoada, garante que ainda “há muito para fazer” no processo de transição do país. O ex-primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe sublinha que a prioridade é travar a erosão da confiança política e institucional e relativiza críticas sobre alegada proximidade política com Umaro Sissoco Embaló. “Encontrei-me com muita gente, falei com muitos actores políticos guineenses”, disse Patrice Trovoada, numa postura cautelosa, evitando detalhar se teve contactos recentes com o ex- Presidente guineense, Umaro Sissoco Embaló. O objectivo, explica, é “estabelecer contacto e diálogo com as autoridades de transição, as forças políticas, as instituições republicanas e a sociedade civil, para criar um clima de confiança e iniciar conversações políticas sobre a saída da crise.” Patrice Trovoada anunciou que se deslocará brevemente a Bissau e frisou que a missão da União Africana trabalha em coordenação com a CEDEAO, “que está na linha da frente”, mas que qualquer apoio regional ou internacional é bem-vindo para consolidar a estabilidade e credibilidade do processo. Sobre as eleições anunciadas para 06 de Dezembro pelo Governo de transição, o diplomata não se compromete: “Tomamos nota e vamos falar. Não são coisas fáceis.” Na abertura da 39.ª Cimeira da União Africana, o Presidente angolano, João Lourenço, criticou o branqueamento de golpes de Estado através de processos eleitorais subsequentes: “Quando falamos da necessidade do restabelecimento da ordem constitucional após a tomada do poder por meios inconstitucionais, não estamos a dizer que ela fica restabelecida desde que os autores do golpe de Estado realizem eleições e se façam eleger”, advertindo que a prática representa “uma forma de branqueamento de um acto ferido de legitimidade”. O enviado especial destaca que a UA acompanha a Guiné-Bissau há anos e que a experiência acumulada é fundamental: “Não vamos a terreno desconhecido. Estamos a trabalhar com todos aqueles que querem que a situação desemboque em algo estável e credível, para o bem dos guineenses.” Patrice Trovoada deixa claro que a neutralidade da UA é crucial, mesmo perante acusações de alinhamento político com figuras do poder: “Não tenho comentários a fazer quanto a essas críticas. Tenho a responsabilidade de dar o meu contributo para avançar no bom sentido.” A missão da UA, acrescenta, baseia-se na Carta da organização, defendendo a transição para uma ordem constitucional legítima, inclusiva e aceite por todos. Trovoada sublinha que a cooperação com outros parceiros, como CPLP, União Europeia e Nações Unidas, é essencial para que a Guiné-Bissau recupere estabilidade e confiança, evitando que a crise política se traduza em erosão institucional ou fragilização do calendário eleitoral.
Um terço dos países da União Europeia tem como líder do governo ou como ministros políticos vindos da mesma área política do Chega. Será pois só uma questão de tempo até Ventura chegar a um Governo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um terço dos países da União Europeia têm como líder do governo ou como ministros políticos elementos da mesma área política do Chega. Será que Ventura já conta os dias para formar um Governo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Relatório do observatório Copernicus, ligado à União Europeia, mostra que o Mundo teve o 5º mês de janeiro mais quente já registrado, apesar do frio nos EUA e na Europa. O Copernicus indica que o Ártico registrou os maiores aumentos dos termômetros em janeiro, em especial a Groenlândia, pertencente à Dinamarca e cobiçada por Donald Trump, presidente dos EUA. Paulo Artaxo, climatologista e professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IFUSP), falou sobre o assunto em entrevista à Rádio Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ricardo Arioli comenta mais algumas notícias do início do ano, ligadas ao Agro. CNA quer proibir nomenclatura de produtos não-lácteos que confundem os consumidores. Exportações de Pulses crescem e estamos só no começo. Carne suína é destaque nos mercados interno e externo. Espanhóis protestam contra o Acordo Mercosul- União Europeia, sem saber o que fazem. Pecuaristas americanos reclamam da importação de carne da Argentina por Decreto do Presidente Tump.
União Africana, Igad, Liga dos Estados Árabes, União Europeia e Nações Unidas manifestaram “grave preocupação” com a escalada contínua do conflito no Sudão; apelo é pelo fim imediato de novas ações militares e defendendo uma trégua humanitária com a aproximação do Ramadã.
Golpes de Estado, terrorismo, alterações climáticas e transições de liderança marcaram a actualidade política do continente africano nos últimos dias. A 39.ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana, a decorrer em Addis Abena, na Etiópia, serviu de palco para debater estes desafios, num momento particularmente sensível para vários países. A situação política na Guiné-Bissau -suspensa da organização pan-africana na sequência da tomada do poder pelos militares -esteve no centro das atenções. Em entrevista à RFI, o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, reafirmou uma posição firme, sublinhando a defesa inequívoca da ordem constitucional. Ainda no país, o principal opositor guineense, Domingos Simões Pereira, foi ouvido pelo Tribunal Militar, na qualidade de declarante, no âmbito de uma alegada tentativa de golpe de Estado em Outubro de 2025, segundo os seus advogados. A insegurança no norte de Moçambique também esteve em debate. O terrorismo em Cabo Delgado foi analisado à margem da cimeira, que decorre em Addis Abeba. António Guterres apelou à comunidade internacional, em particular à União Europeia, para reforçar o apoio ao país no combate à insurgência. Ainda em Moçambique, as alterações climáticas e os seus efeitos continuam a preocupar as autoridades. O Secretário-Geral das Nações Unidas reiterou que ainda é possível, até ao final do século, limitar o aumento da temperatura global a 1,5 graus, mas advertiu que tal exige uma redução drástica das emissões com efeitos imediatos. Entretanto, o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres anunciou a abertura de 600 centros de acolhimento para famílias em risco, face à aproximação do ciclone tropical Gezani. Paralelamente, Maputo procura mobilizar apoio internacional, tanto na Cimeira da União Africana como na Cimeira Itália-África, para a reconstrução das zonas afectadas pelas recentes inundações. À RFI, a ministra dos Negócios Estrangeiros, Maria Manuela Lucas, sublinhou a necessidade de solidariedade internacional. A cimeira marca igualmente uma transição na liderança da organização continental. Termina a presidência angolana e inicia-se o mandato do Burundi. O Presidente burundês, Évariste Ndayishimiye, herdará do seu homólogo angolano, João Lourenço, dossiers complexos como o conflito entre a República Democrática do Congo e o Ruanda. Num balanço da presidência de Angola à frente da União Africana, o ministro das Relações Exteriores, Téte António, destacou o reforço da presença e da voz de África nos fóruns internacionais. Em São Tomé e Príncipe, a actualidade política ficou marcada pela eleição de Abnildo Oliveira como Presidente da Assembleia Nacional. O novo líder do Parlamento sucede a Celmira Sacramento, destituída do cargo há cerca de duas semanas, na sequência da crise parlamentar que abalou o país.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (12): O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, deverá avaliar se há conflito de interesse na atuação do ministro Dias Toffoli em um processo relacionado ao Banco Master. A análise ocorre após a Polícia Federal encontrar menções ao magistrado no celular do empresário Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira. O gabinete do ministro do STF Dias Toffoli divulgou nota pública esclarecendo sua participação societária na empresa Maridt e negando qualquer relação pessoal ou financeira com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, alvo de investigações da Polícia Federal. Segundo o comunicado, a empresa é familiar, tem declarações regulares aprovadas e a administração é feita por parentes, sem atuação direta do magistrado na gestão. O texto também afirma que Toffoli jamais recebeu valores dos citados e não possui vínculos com investigados ou gestores mencionados no caso. O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou que um grupo de trabalho criado no Senado poderá aprimorar salvaguardas relacionadas ao acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. Segundo Alckmin, as discussões serão conduzidas com cautela e o tratado, de forma geral, tende a trazer benefícios econômicos ao Brasil. O senador Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou que o MDB pode apoiar a reeleição do presidente Lula (PT) caso o partido fique com a vaga de vice na chapa presidencial. Segundo ele, há maioria interna favorável à aliança. Entre os nomes cotados estão o governador do Pará, Helder Barbalho, e o ministro dos Transportes, Renan Filho. A possível mudança na vice-presidência também gera incômodo no PSB, partido do atual vice, Geraldo Alckmin. Associações ligadas ao Carnaval de rua de São Paulo pediram a revisão dos locais e trajetos dos desfiles após registros de superlotação e riscos de tumulto em eventos recentes. Em resposta, a Prefeitura anunciou a ampliação das ações de segurança e medidas para reduzir aglomerações durante a folia de 2026. O presidente Lula (PT) confirmou que se reunirá com Donald Trump nos Estados Unidos, em março, durante viagem oficial que também inclui passagens por Índia e Coreia do Sul. Segundo Lula, o encontro na Casa Branca não terá temas proibidos e servirá para discutir a relação bilateral, incluindo a questão tarifária já parcialmente revertida pelo governo brasileiro. A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (11) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva liderando todos os cenários testados para as eleições presidenciais de 2026, tanto em primeiro quanto em segundo turno. O levantamento indica variações entre 35% e 39% das intenções de voto no primeiro turno e entre 42% e 44% em simulações de segundo turno. O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou que pretende promover um “tesouraço” nas despesas públicas para reduzir a carga tributária, estimular investimentos e incentivar o empreendedorismo. Ao mesmo tempo, o parlamentar disse que pretende manter programas sociais voltados à população de baixa renda, como o Bolsa Família. O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu recorrer da decisão do ministro do Supremo Flávio Dino, que mandou suspender os “penduricalhos” ilegais no serviço público. O órgão afirma que o Congresso precisa definir as regras que valham em todo o país, antes da suspensão dos pagamentos adicionais. Campanhas da direita e da esquerda têm monitorado pontos considerados sensíveis na disputa pelo governo de São Paulo. A avaliação é que alguns temas como o sistema de pedagio Free Flow e a privatização da Sabesp podem ganhar holofotes ao longo do processo eleitoral e influenciar o debate entre os candidatos. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece
NESTA EDIÇÃO. As reações ao avanço dos trâmites para os leilões de reserva de capacidade. Governo do Rio vai relicitar as concessões de gás da CEG e CEG Rio. P-79 chega ao campo de Búzios. Congresso interrompe análise do acordo Mercosul-União Europeia. ***Locução gerada por IA
No 3 em 1 desta segunda-feira (09), o destaque foi o avanço das investigações do caso Banco Master. A Polícia Federal conseguiu quebrar a criptografia e acessar o celular do banqueiro Daniel Vorcaro após semanas de tentativas. Os agentes buscam mensagens, documentos e imagens que possam reforçar as linhas de apuração sobre a atuação da instituição financeira. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), encaminhou à CCJ a proposta que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada semanal de trabalho. O texto reúne iniciativas de parlamentares da base governista e ainda deverá passar por comissão especial e pelo plenário. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que as investigações sobre o caso Banco Master ocorreram com autonomia e sem pressão externa. Ao comentar a liquidação extrajudicial da instituição, ele agradeceu ao presidente Lula (PT) e ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), pela condução do processo. Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump criticou o show do intervalo do Super Bowl, classificando a apresentação do cantor porto-riquenho Bad Bunny como uma “bagunça” e questionando a escolha do artista para um dos eventos de maior audiência da televisão americana. No cenário político brasileiro, o presidente Lula (PT) intensificou as articulações com partidos do Centrão, como MDB e União Brasil, visando a formação de alianças para as eleições de 2026. A estratégia também envolve o PSD, que avalia candidatura própria, enquanto diferentes siglas disputam o apoio do bloco de centro. Nos bastidores, a movimentação é vista como tentativa de ampliar a base política e isolar a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). Pesquisa do Real Time Big Data mostra Lula (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno das eleições de 2026 e aponta que 26% dos eleitores se identificam como de centro. No 3 em 1, comentaristas analisam o peso desse eleitorado e a possibilidade de migração de votos no cenário eleitoral. Durante evento no Instituto Butantan, em São Paulo, o presidente Lula afirmou que não quer brigar com Donald Trump, mas destacou as raízes nordestinas ao comentar a relação com o presidente norte-americano. A declaração teve repercussão política e internacional. Na área econômica, o acordo entre Mercosul e União Europeia avançou na Câmara dos Deputados após parecer favorável do deputado Arlindo Chinaglia (PT), presidente da representação brasileira no Parlamento do Mercosul. O texto deverá ser analisado pelo Congresso Nacional, aumentando a expectativa sobre a votação em plenário. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Embaixador da União Europeia na Guiné-Bissau expulso da Casa dos Direitos pela polícia durante visita: incidente pode manchar relações diplomáticas, diz analista. Em Portugal, diáspora africana suspira de alívio com a vitória de António José Seguro nas presidenciais. Ainda neste jornal conhecemos relatos de quem passou pela rota de migração mais perigosa do mundo.
No episódio desta semana do podcast Diplomatas, Teresa de Sousa e Carlos Gaspar reflectiram sobre o primeiro mês volvido da intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela e da captura de Nicolás Maduro, que se cumpriu na terça-feira, à luz da estratégia de política externa de Donald Trump e dos planos de sobrevivência do regime chavista. A jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA analisaram ainda as consequências do fim da aplicação, a partir desta quinta-feira, do tratado de armamento nuclear New START, entre EUA e Rússia, e o seu impacto junto das democracias europeias e asiáticas. Por fim, os analistas olharam para os últimos acordos comerciais e securitários que a Índia assinou com a União Europeia e com os EUA, no contexto da autonomia estratégica e diplomática do país mais populoso do mundo na cena internacional. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Rogério Marinho visita Bolsonaro e comenta situação do ex-presidente na prisão. STJ condena conselheiro do TCE-RJ a 13 anos por lavagem de dinheiro. ANP autoriza Petrobras a retomar perfuração na Foz do Amazonas. Governo de SP anuncia investimentos de mais de R$ 6 bi no programa habitacional Casa Paulista. EUA anunciam aliança com a União Europeia, Japão e México para mapeamento de minerais raros.
NESTA EDIÇÃO. Justiça suspende liminares que isentavam distribuidoras de cumprir o RenovaBio. ANP libera Petrobras para retomar perfuração na Foz do Amazonas. Problemas em série na Refinaria de Mataripe acendem alerta para abastecimento na Bahia. União Europeia, Estados Unidos e Japão intensificam cooperação em minerais críticos. Weg vai construir fábrica de baterias em SC. ***Locução gerada por IA
A 1 de Janeiro de 1986, Portugal entrou oficialmente na Comunidade Económica Europeia, o clube dos países mais ricos e desenvolvidos da Europa. Esta é a história de um processo de adesão bem sucedidoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Texto do acordo Mercosul-União Europeia é enviado ao Congresso para análise. Câmara aprova MP que cria o programa Gás do Povo. Carmen Lúcia antecipa código de conduta da Justiça Eleitoral para 2026. Irã sinaliza possível suspensão do programa nuclear diante de pressão dos EUA. Ex-alunos denunciam abusos em escolas católicas da França entre 1955 e 1985.
Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, alerta para riscos se a União Europeia não observar as próximas eleições em Angola. Irão diz que qualquer ataque dos EUA desencadeará uma guerra regional. E, neste jornal, acompanhe ainda mais um episódio da radionovela Learning bye Ear, Aprender de Ouvido.
Nomeação de Patrice Trovoada como enviado da União Africana à Guiné-Bissau está a ser criticada. Guineenses em Moçambique recusam novas eleições. Adalberto Costa Júnior insiste em missão eleitoral da União Europeia nas eleições angolanas. Passagem de Rafah reaberta.
Índia e União Europeia assinaram o maior tratado de livre comércio do mundo e nós vamos explicar os possíveis impactos disso pra você.Também osbervamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com potencial ataque dos EUA ao Irã.No mais, demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com a prisão de uma ex-ministra da Suprema Corte do Chile e os encontros bilaterais do presidente Lula no Panamá.Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
José Luiz Tejon, uma das maiores autoridades em marketing em agronegócio, comenta os mais relevantes fatos da área às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 7h25, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (30): O governo dos Estados Unidos está recebendo em Washington autoridades dos setores de defesa e inteligência de Israel e da Arábia Saudita para reuniões separadas sobre o Irã, segundo fontes ouvidas pela Reuters. Os encontros ocorrem em meio à escalada de tensões no Oriente Médio, com o envio de mais navios de guerra americanos para a região e declarações do presidente Donald Trump pressionando Teerã a negociar um acordo nuclear. O governo do Irã acusou a União Europeia de hipocrisia e prometeu reagir após o bloco incluir a Guarda Revolucionária na lista de organizações terroristas. Em comunicado, a chancelaria iraniana classificou a medida como um “movimento perigoso”. O anúncio foi feito pela chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, em meio às críticas internacionais à repressão de protestos no país. O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou, em entrevista ao Jornal Jovem Pan, que o partido terá candidatura própria à Presidência da República em 2026 e descartou a realização de prévias internas para definir o nome. Segundo ele, a escolha será construída politicamente conforme o cenário evoluir. Com a entrada do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, a legenda passa a ter três possíveis candidatos: além dele, Ratinho Júnior e Eduardo Leite. Kassab destacou que o objetivo é garantir protagonismo independente e oferecer uma alternativa ao eleitorado. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, confirmou que a secretária-executiva da pasta, Miriam Belchior, será indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o comando do ministério a partir de abril. Costa pretende deixar o cargo em março para concorrer a uma vaga no Senado pela Bahia. José Maria Trindade comentou. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pretende conversar com o Irã e disse esperar não precisar usar “navios grandes e poderosos” contra o país. A declaração ocorre em meio à escalada de tensão no Oriente Médio, com movimentações militares e pressões diplomáticas sobre o programa nuclear iraniano. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que Gabriel Galípolo percebeu o “tamanho do problema” envolvendo o caso Master e declarou que não houve diálogo entre o Banco Central e o Ministério da Fazenda sobre o tema durante a gestão de Roberto Campos Neto. Segundo Haddad, a falta de comunicação entre as instituições marcou o período anterior e diferenciou a condução atual. A decisão do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, de permanecer no estado para disputar a reeleição intensificou as articulações e a disputa pela vaga de vice na chapa. Três nomes estão no páreo: o atual vice Felício Ramuth, o secretário Gilberto Kassab e o presidente da Alesp, André do Prado. Aliados indicam que a tendência é manter o posto com o PSD, conforme acordo firmado em 2022, mas o PL pressiona para ocupar o espaço, alegando força de bancada e ligação direta com o bolsonarismo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve aproveitar o período de Carnaval para participar de eventos em Recife, Salvador e Rio de Janeiro. A movimentação é vista por aliados como parte de uma estratégia de presença pública e articulação política. A definição do candidato ao governo de Minas Gerais apoiado pelo presidente Lula ainda é incerta entre aliados do Planalto. Apesar da preferência do presidente pelo nome do senador Rodrigo Pacheco, o cenário político no estado segue indefinido. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
UCCLA prepara envio de ajuda a Moçambique. Assinala-se hoje o Dia da Mulher Guineense que, segundo analistas, continua a enfrentar desafios extremos no país. União Europeia classifica Guarda Revolucionária do Irão como organização terrorista.
A tensão no Minnesota resulta de uma “estratégia de caos deliberado” de Donald Trump, com o propósito de minar a confiança nas instituições e nas autoridades estaduais democratas nos EUA. Não é por acaso que tudo isto acontece neste Estado, conhecido pela sua hospitalidade e que é governado por Tim Waltz, que foi o candidato democrata à vice-presidência do país nas últimas eleições. Carlos Gaspar compara mesmo esta turbulência à instabilidade da República de Weimar, antes da ascensão do nazismo, na Alemanha dos anos 30 do século passado. Teresa de Sousa salienta que a administração Trump está a ser desmentida pelo “factor telemóvel”. As câmaras dos telemóveis revelam a brutalidade da actuação das agências federais, que o Governo tenta ocultar. Neste episódio, o investigador do IPRI-NOVA e a jornalista do PÚBLICO descrevem um mundo onde a estratégia de desordem de Donald Trump está a forçar a União Europeia a tornar-se mais autónoma, a procurar alianças estratégicas com a Índia e a lidar com o perigo de uma China politicamente instável e opaca, onde Xi Jiping acaba de purgar cinco generais da Comissão Militar Central. Texto de Amílcar CorreiaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No 3 em 1 desta quarta-feira (28), o destaque foram os registros do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) que indicam que Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, esteve no Palácio do Planalto ao menos quatro vezes entre 2023 e 2024. Apesar das entradas, o nome do empresário não aparece nas agendas oficiais das autoridades do Executivo, segundo apuração de Janaína Camelo. Ainda sobre o caso Banco Master, o relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), afirmou que há indícios de crime organizado e que estuda incluir o tema no escopo da comissão. Segundo ele, há relatos de relações suspeitas do grupo controlador do banco com figuras dos três Poderes, o que pode levar a pedidos de quebra de sigilo fiscal, bancário e telemático dos envolvidos. No Congresso, governo e oposição articulam a criação de uma CPI ou CPMI para investigar o caso Banco Master. De acordo com Bruno Pinheiro, há consenso sobre a necessidade de apuração, embora persistam divergências quanto a requerimentos e convocações, em meio à troca de acusações entre aliados do governo e a oposição. No campo político, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, deixou o União Brasil e se filiou ao PSD após conversas com lideranças do campo bolsonarista, incluindo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo Misael Mainetti, Caiado defende a pulverização das candidaturas presidenciais como estratégia para impedir um quarto mandato do presidente Lula. A mudança de partido gerou reação do presidente do Solidariedade, Paulinho da Força, que afirmou que Caiado abriu mão da candidatura presidencial ao se filiar ao PSD e declarou que o governador “caiu no conto de Gilberto Kassab”. A troca de legenda surpreendeu aliados e repercutiu nos bastidores políticos. No cenário internacional, o governo dos Estados Unidos elevou o tom contra a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez. O secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que ela pode ter o mesmo destino de Nicolás Maduro, que está sob custódia americana, aumentando a tensão entre Washington e Caracas. Na agenda institucional, o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, se reuniu com o presidente da Câmara, Hugo Motta, e com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, em busca de alinhamento sobre a pauta da segurança pública. Entre os temas discutidos estão a PEC da Segurança e o projeto de lei antifacção, que tratam do endurecimento contra organizações criminosas. Durante discurso no Fórum Econômico da América Latina e do Caribe, no Panamá, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu maior integração entre os países da região e afirmou que a divisão torna o continente mais frágil no cenário internacional. Sem citar diretamente os Estados Unidos, Lula criticou operações militares e disse que o uso da força não resolve os problemas dos povos. No Legislativo, o líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias, afirmou que o acordo entre Mercosul e União Europeia pode ser votado antes do Carnaval. A declaração foi feita após reunião de líderes com o presidente da Câmara, Hugo Motta, que também definiu a votação de medidas provisórias e a organização da pauta econômica e social das próximas semanas. No Supremo Tribunal Federal, o ministro Alexandre de Moraes concedeu liminar retirando as despesas do Ministério Público da União (MPU) do teto de gastos. A decisão atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República, que alegou a necessidade de paridade de tratamento entre o Judiciário e o Ministério Público em relação às receitas próprias dos órgãos. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No 3 em 1 desta terça-feira (27), o destaque foi a reação do presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, às críticas sobre a condução do caso Master, atualmente sob relatoria do ministro Dias Toffoli. Fachin afirmou que não ficará “de braços cruzados” diante dos questionamentos. Em meio às oitivas conduzidas pela Polícia Federal, três depoimentos foram cancelados, e a apuração avançou com novas alegações apresentadas pelos investigados. Reportagem de Janaína Camelo. Ainda sobre o caso Master, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI do Crime Organizado, afirmou que pretende incluir o tema na investigação em andamento no Senado. Segundo o parlamentar, há conexões que justificam a apuração, incluindo pedidos de quebra de sigilo de empresas, pessoas envolvidas e parentes de ministros do STF. No Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escolheu Olavo Noleto, atual secretário-executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social e Sustentável, para substituir Gleisi Hoffmann no Ministério das Relações Institucionais. A mudança ocorre porque Gleisi deixará o governo para disputar uma vaga no Senado e faz parte da estratégia do Planalto de substituir ministros candidatos por secretários. Ainda no campo político, a ministra Simone Tebet afirmou que espera um convite do presidente Lula para disputar uma eleição em São Paulo. Segundo a reportagem, Lula e Tebet devem viajar juntos ao Panamá, o que reforça as articulações políticas para o cenário eleitoral de 2026. Parlamentares da oposição intensificaram a pressão sobre o Supremo Tribunal Federal para tentar converter a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em prisão domiciliar humanitária. A articulação envolve conversas com o ministro Gilmar Mendes e pode chegar à análise do ministro Alexandre de Moraes. No tabuleiro eleitoral, o presidente Lula segue sem um palanque definido em Minas Gerais para a disputa presidencial. O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) ainda não decidiu se concorre ao governo do estado e aguarda um projeto considerado sólido por parte do Planalto, o que mantém o impasse no segundo maior colégio eleitoral do país. No cenário internacional, o prefeito de Minneapolis anunciou que parte dos agentes do ICE começará a deixar a cidade após um telefonema com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A retirada ocorre em meio a protestos, críticas de autoridades locais e a uma ordem judicial que determinou que o chefe da agência de imigração compareça ao tribunal para explicar falhas em operações no estado de Minnesota. Reportagem de Eliseu Caetano. Ainda na agenda externa, o presidente Lula conversou por telefone com o presidente da França, Emmanuel Macron, sobre o Conselho da Paz proposto por Donald Trump, a situação da Venezuela e o acordo entre Mercosul e União Europeia. Os dois líderes defenderam o fortalecimento da ONU e criticaram a ação militar dos Estados Unidos em território venezuelano, classificada como violação do direito internacional. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A primeira edição da sua revista semanal de política internacional em formato podcastal deste ano tenta explicar toda a loucura das últimas semanas!Observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com protestos no Irã, ofensivas no Iêmen e Síria, além da formação de novos blocos de poder na região.Também passamos pela Crise da Groenlândia e sua repercussão no Fórum Econômico Mundial, em Davos, a partir das falas dos representantes europeus.No mais, demos aquele tradicional pela nossa quebrada latino-americana, com atualizações sobre a Venezuela e a assinatura do acordo MERCOSUL-União Europeia, que também foi o tema da coluna da professora Vivian Almeida.Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
No 3 em 1 desta quinta-feira (22), o destaque foi o lançamento oficial do Conselho da Paz pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos. O republicano afirmou que o grupo será mais rápido, ágil e menos burocrático, em uma crítica indireta à atuação da ONU, e destacou que será o único integrante do Conselho com poder de veto. Reportagem de Eliseu Caetano. Ainda em Davos, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, confirmou a realização de um encontro diplomático entre representantes da Rússia, da Ucrânia e dos Estados Unidos. O líder ucraniano afirmou que a guerra está próxima do fim e, ao contextualizar com a crise na Venezuela, declarou: “Maduro será julgado, Putin não”. Reportagem de Luca Bassani. A revista The Economist publicou uma imagem que faz alusão aos presidentes Donald Trump e Vladimir Putin, abordando a temática da anexação de territórios. A montagem relaciona os contextos envolvendo a Groenlândia e a Ucrânia, levantando discussões sobre ambições territoriais e posturas diplomáticas das duas potências no cenário internacional. Na área econômica, o vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin (PSB) afirmou que os recentes percalços no acordo entre Mercosul e União Europeia serão superados. Segundo ele, o Congresso Nacional deve acelerar a tramitação do tratado para garantir a implementação das novas diretrizes comerciais. Reportagem de Janaína Camelo. Com exclusividade à Jovem Pan, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, negou qualquer tensão entre a família Bolsonaro e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Valdemar classificou os rumores de racha como “fofoca” e reforçou que o governador segue integrado ao grupo político do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Nos bastidores, Tarcísio de Freitas teria sido aconselhado a manter distância dos atos e da caminhada liderada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL) até Brasília. A orientação busca evitar que a participação seja interpretada como uma afronta ao Judiciário, o que poderia comprometer negociações envolvendo medidas como a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro. No governo federal, diversos ministros devem deixar seus cargos nos próximos meses para disputar as eleições de 2026. A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, confirmou a pré-candidatura ao Senado pelo estado do Paraná. Reportagem de André Anelli. O Supremo Tribunal Federal analisa a possibilidade de devolver à primeira instância o processo que envolve o Banco Master. A movimentação ocorre após episódios de desgaste institucional relacionados à tramitação do caso na Suprema Corte. Reportagem de Janaína Camelo. Na área fiscal, a Receita Federal informou que a arrecadação fechou 2025 em R$ 2,88 trilhões, o maior valor registrado em 31 anos. O resultado representa um crescimento real de 3,65% em relação ao ano anterior. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Alexandre Garcia comenta sobre o acordo do Mercosul com a União Europeia e sobre o caso do Banco Master, envolvendo o Ministro Dias Toffoli
Para vocês não morrerem de saudade do LADO B neste recesso, vamos publicar aqui no feed do podcast LADO B DO RIO alguns episódios do LADO B REVISTA, programa exclusivo do Youtube que foi ao ar em duas temporadas, de julho de 2024 a junho de 2025, com apoio do escritório Normando Rodrigues Advogados.Pra finalizar o recesso, você ouve o episódio #12 do LADO B REVISTA, com Jean Marc von der Weid, militante histórico, ambientalista e economista agrícola. No papo, que foi ao ar em dezembro de 2024, conversamos sobre como o agronegócio atua para destruir o planeta, colaborando para os eventos climáticos extremos no Brasil. Também a legitimidade (ou falta dela) das cobranças por parte da União Europeia e a disputa política entre instituições governamentais e ruralistas na política.SEMANA QUE VEM TEM LADO B DO RIO INÉDITO!