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Mais notícias do dia. Cerca de 50 mil pessoas protestam em Genebra contra prioridades políticas e militares do G7. Pesquisa coloca Pauline Hanson à frente de Anthony Albanese na preferência para primeiro-ministro da Austrália. Colisão entre dois helicópteros no Rio de Janeiro deixa seis mortos. Brasil na Copa: Vinícius Júnior admite atuação abaixo do esperado após empate com Marrocos. Portugal na Copa: Seleção portuguesa estreia contra o Congo. Jogadores de Portugal usarão pulseiras em memória ao ex-atacante Diogo Jota, morto em acidente de carro no ano passado.Mais notícias do dia. Cerca de 50 mil pessoas protestam em Genebra contra prioridades políticas e militares do G7. Pesquisa coloca Pauline Hanson à frente de Anthony Albanese na preferência para primeiro-ministro da Austrália. Colisão entre dois helicópteros no Rio de Janeiro deixa seis mortos. Brasil na Copa: Vinícius Júnior admite atuação abaixo do esperado após empate com Marrocos. Portugal na Copa: Seleção portuguesa estreia contra o Congo. Jogadores de Portugal usarão pulseiras em memória ao ex-atacante Diogo Jota, morto em acidente de carro no ano passado.
Agência da ONU promoverá discussões sobre trabalho em plataformas, inteligência artificial, igualdade de gênero e diálogo social; representantes de países de língua portuguesa participam dos eventos.
Jornal da ONU com Monica Grayley. Esses são os destaques desta segunda-feira, 1 de junho.DJ Alok, do Brasil, será novo embaixador da ONU para Ação ClimáticaFuturo do trabalho na era da inteligência artificial é um dos temas da conferência da OIT em Genebra
O paulistano João achava, desde a infância, que iria trabalhar com tecnologia. Porém, quando ainda estava na escola, ele foi fazer um programa de férias na empresa onde sua mãe trabalhava, e se apaixonou pelo segmento de perfumaria. Certo de que era essa a carreira que gostaria de seguir, ele foi buscar a mesma formação das pessoas que trabalhavam por lá. Foi assim que se formou em Engenharia Química e, naturalmente, conseguiu um estágio naquela mesma empresa.De lá, passou por áreas técnicas, antes de ter contato com o cargo de avaliador de fragrâncias e de perfumes, o que lhe levou ao México pela primeira vez. Foi aí que surgiu a oportunidade dele mesmo fazer o treinamento de perfumista, que lhe enviou para Genebra, para New Jersey e, por conta da pandemia, de volta ao Brasil. Hoje, com a formação de perfumista concluída, João mora novamente no México.Neste episódio, João detalha melhor o que, afinal, faz uma pessoa perfumista, e comenta as particularidades das suas passagens por tantos países ao longo da carreira.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaJoão Mendes, Perfumista na Cidade do México, MéxicoLinks:dsm-firmenichLinkedIn do João MendesTechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
Com sede em Genebra, Organização Internacional para Migrações realiza contagem regressiva de evento com Estados-membros e representantes da sociedade civil, que terá lugar em 5 de maio, na sede da ONU em Nova Iorque.
É uma exposição que resulta numa visita à cidade de Genebra, com 12 estações, onde é contada a história da longa presença portuguesa. Grupo de Folclore Casa de Portugal em Andorra celebra 30 anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No dia 7 de abril de 2026, o presidente norte-americano Donald Trump deu um ultimato ao Irã que soou como a confissão antecipada de um crime de guerra. “Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada”, foi a frase de Trump.O alardeado crime de guerra não aconteceu. Trump voltou atrás num cessar-fogo supostamente acordado com o Irã. Mas, existem vários outros crimes ao qual o republicado deveria responder.Ele bombardeou barcos civis na Venezuela, torpedeou uma fragata iraniana matando mais de cem homens e abandonou os sobreviventes à própria sorte. Além disso, tanto na Venezuela quanto no Irã, agiu sem o aval da ONU ou do Congresso americano, o que é ilegal.Mas quem diz o que é legal ou ilegal em termos de guerra?O episódio 158 de Escafandro mergulha nas leis sobre conflitos armados. De onde vem a legislação que regulamenta o que pode ou não ser feito em campo de batalha? Como surgiram as várias convenções de Genebra? Como as campanhas bélicas de Donald Trump se enquadram nesse arcabouço legal?Mergulhe mais fundoAs regras da Guerra (link para compra)Lembrança de SolferinoEpisódios relacionados52: A guerra de Mohsen70: Os generais e o cerco a Brasília157: Vinte dentes naturaisEntrevistado do episódioJoão Paulo CharleauxJornalista e escritor, foi correspondente do Nexo em Paris, comenta temas ligados a conflitos internacionais na CNN além de colaborar para veículos como O Globo, Folha de S.Paulo, Carta Capital, piauí e UOL. É autor do recém-lançado "As regras da Guerra" (Zahar).
Nova ministra da Igualdade Racial do país, Rachel Barros, discursou no Fórum Permanente de Afrodescendentes, que começou nesta terça-feira em Genebra; para ela, não existe justiça sem verdade histórica.
Pouca gente já leu o texto da Convenção de Genebra, e a maior parte das pessoas provavelmente tropeçaria se precisasse explicar a diferença entre a Corte Internacional de Justiça e o Tribunal Penal Internacional. No entanto, lembra João Paulo Charleaux, isso não é essencial para que quase todo o mundo entenda alguns princípios humanitários que devem ser respeitados nas guerras —por exemplo, que nada justifica atirar em inimigos rendidos, atacar ambulâncias e hospitais, matar uma população de fome ou torturar crianças. Charleaux, autor do recém-lançado "As Regras da Guerra", analisa como essas normas evoluíram ao longo dos últimos séculos. Neste episódio, ele fala sobre alguns conflitos atuais, como a ofensiva militar de Israel em Gaza e o ataque de Trump ao Irã. Para o autor, o Hamas cometeu uma longa lista de crimes de guerra no 7 de Outubro e Israel tem o direito de se defender. Contudo, em sua avaliação, o país vem ultrapassando de forma calculada os limites legais estabelecidos e isso deve ter um alto custo moral. Ele diz considerar que Israel está cometendo crimes de guerra gravíssimos em Gaza e que o mandado de prisão do TPI contra Netanyahu é acertado. Charleaux também discute os dilemas criados pelo uso cada vez mais frequente de drones e de ferramentas de inteligência artificial nas guerras e o papel que as Forças Armadas do Brasil devem ter em um cenário geopolítico mais extremo. Produção e apresentação: Eduardo Sombini Edição de som: Jéssica Cruz See omnystudio.com/listener for privacy information.
Situação no país foi tema de debate em Conselho de Direitos Humanos, em Genebra; já em Nova Iorque, Conselho de Segurança faz encontro sobre a crise a portas fechadas.
Alto-comissário para Direitos Humanos da ONU discursou em debate urgente sobre Irã, em Genebra, dizendo que crise criou caos em toda a região afetando países do Golfo Pérsico e outras nações; ele pediu o fim do conflito que tem potencial para se espalhar.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (26): O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (25), o texto do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia. A votação, realizada de forma simbólica, ocorreu após a representação brasileira no Parlasul dar parecer favorável à proposta. O tratado, assinado formalmente em janeiro de 2026, prevê a eliminação gradual de tarifas para cerca de 90% dos produtos comercializados entre os dois blocos em um prazo de até 15 anos. A chuva voltou a atingir Juiz de Fora na noite de quarta-feira (25), provocando novos alagamentos, segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. De acordo com a Climatempo, há alerta para mais precipitações na Zona da Mata nesta quinta-feira (26). Até o momento, o município registra 42 mortes, cerca de 3 mil desabrigados, 400 desalojados e ao menos 17 pessoas desaparecidas. O Vaticano anunciou que o papa Leão XIV visitará quatro países da África entre 13 e 23 de abril, em sua primeira grande viagem internacional de 2026 ao continente onde a Igreja Católica mais cresce. O pontífice também fará uma visita de um dia a Mônaco em 28 de março e estará na Espanha de 6 a 12 de junho. O senador Alessandro Vieira (MDB), relator do PL Antifacção no Senado Federal, criticou o texto aprovado pela Câmara dos Deputados. Segundo ele, foram retirados trechos como a taxação das bets para financiar ações de combate ao crime organizado. Vieira afirmou que as mudanças enfraquecem o enfrentamento a crimes como lavagem de dinheiro, desvios de emendas e fraudes, além de reduzirem penas e instrumentos de investigação previstos na proposta original. O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou que há uma “boa perspectiva” para a terceira rodada de negociações com os Estados Unidos sobre o programa nuclear de Teerã. A declaração foi feita enquanto uma delegação iraniana seguia para Genebra, onde ocorrerão as conversas diplomáticas. Pesquisa AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, divulgada nesta quarta-feira (25), mostra que 47,5% dos entrevistados dizem ter mais receio da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 44,9% afirmam temer mais a eleição do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Outros 7,1% se preocupam igualmente com ambos os cenários e 0,5% não souberam responder. O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, conversaram por telefone para articular uma nova rodada de negociações. O diálogo antecede uma reunião voltada à busca de um possível acordo de paz. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou que a PEC da Segurança Pública será votada pela Câmara dos Deputados na próxima semana. O anúncio ocorreu em plenário, após aprovação do PL Antifacção. Segundo o presidente da Casa, o texto será apreciado na Comissão Especial na próxima terça-feira (03) e vai a plenário na quarta-feira (04). O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais entrou nesta quinta-feira (26) no terceiro dia de buscas por desaparecidos nos escombros em Juiz de Fora e Ubá. Até as 7h30, eram 43 mortos e 16 desaparecidos em Juiz de Fora, além de 6 mortes e 2 desaparecidos em Ubá. As operações chegaram a ser interrompidas durante a madrugada por causa do volume de chuva e do risco de novos deslizamentos. O secretário nacional da Defesa Civil, Wolnei Wolff, falou sobre o cenário em entrevista ao Jornal da Manhã. A ex-secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton deve depor a portas fechadas nesta quinta-feira (26) perante uma comissão do Congresso que investiga as atividades do empresário Jeffrey Epstein, condenado por abuso e tráfico sexual. Hillary e o ex-presidente Bill Clinton inicialmente se recusaram a comparecer, mas concordaram após parlamentares avaliarem a possibilidade de declará-los em desacato. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Enquanto o Guia Supremo do Irão acautela um triunvirato para a sucessão, os estudantes iranianos voltam à luta. Uma crónica de Francisco Sena Santos.
Quatro anos depois da invasão russa, a guerra na Ucrânia continua em um impasse sangrento, e sem qualquer sinal de desfecho. Estimativas militares apontam entre 1,5 milhão e quase 2 milhões de soldados mortos desde 2022 — a maioria deles russos. Nesta terça-feira (24), data que marca mais um aniversário da guerra, a RFI ouviu militares e civis para traçar um resumo da situação atual no país. Com informações dos enviados especiais da RFI à Ucrânia, Murielle Paradon e Julien Boileau, e de Théo Renaudon. A Rússia mantém o controle de aproximadamente 20% do território da Ucrânia, consolidando ganhos obtidos sobretudo em 2024, ainda que sem grandes avanços desde então. A presença russa é forte ao leste, no Donbass, e ao sul, perto de Zaporíjia, Kherson e Crimeia. Porém, a proliferação de drones mudou a configuração da guerra. Na cidade portuária de Kherson, é preciso dirigir em alta velocidade para evitar ser perseguido por um drone russo. A estrada também é parcialmente protegida por redes artesanais projetadas para deter o que os moradores chamam de "máquinas mortais". “Usamos diferentes tipos de redes para deter os drones. Algumas têm buracos de vários tamanhos, que podem parar os drones e as cargas explosivas que eles lançam", explica Oleksander Tolokonnikov, vice-chefe da administração regional de Kherson. "E não são apenas as redes; temos sistemas de interferência contra drones e unidades móveis que podem abatê-los,” completa. O clima é sombrio na cidade. Cerca de 80% da população fugiu de Kherson. Os poucos que ficaram parecem resignados. Vika tomava um café ao ar livre, enfrentando o frio e a ameaça inimiga. Aos 16 anos, ela diz que se acostumou com a ideia de morrer a qualquer momento. “Quando você ouve o som de um drone, você não sabe o que vai acontecer, se você vai conseguir chegar ao seu destino ou se o drone vai lhe atingir. Então eu me escondo debaixo das árvores, sim, das árvores!” Apenas os idosos, funcionários públicos e suas famílias permaneceram em Kherson. Para eles, a vida está por um fio. Ludmila, de 71 anos, prefere depositar sua fé em Deus. “Antes de sair de casa, eu rezo a Deus para que Ele esteja comigo, para que nada aconteça comigo, com meus filhos, meus netos ou com a minha igreja”, diz. Combate robotizado Além da guerra com drones, os soldados ucranianos contam cada vez mais com a ajuda de robôs no combate. Equipamentos controlados remotamente são usados para reabastecer soldados e até mesmo resgatar os feridos, como os enviados especiais da RFI acompanharam em Pavlograd, no leste da Ucrânia. Na zona rural coberta de neve, Artem, um soldado de 24 anos, opera remotamente um robô equipado com uma plataforma e grandes esteiras — uma espécie de mini-tanque — que surgiu no campo de batalha há alguns meses para reabastecer os soldados ucranianos na linha de frente. “Usamos este robô conectado para transportar suprimentos, comida, geradores, munição — tudo o que os soldados precisam para sobreviver. Devido ao grande número de drones inimigos, não é possível reabastecer os soldados a pé ou em um veículo sem colocar em risco a vida de outros soldados.” Esses robôs também podem evacuar os feridos. Os dispositivos maiores podem transportar uma carga de até 500 kg. Artem relata que em uma operação recente conseguiram "evacuar dois soldados feridos que estavam cercados em território já ocupado pelo inimigo. A evacuação exigiu um longo planejamento", afirma. "Aguardamos condições climáticas favoráveis e então lançamos a operação. Ela durou 10 horas e foi um sucesso! Não consigo descrever a emoção que senti quando conseguimos retirar o robô com os dois soldados feridos da zona de perigo”, conclui. O próprio jovem Artem foi ferido na linha de frente em 2023. Tendo perdido uma perna, ele não luta mais com um fuzil, mas com um joystick, que é uma nova forma de fazer guerra. Conversas de paz estagnadas Enquanto isso, na arena diplomática, as mais recentes negociações de paz entre Rússia e Ucrânia, realizadas em Genebra em meados de fevereiro, terminaram sem avanços significativos. As duas delegações descreveram as conversas como “difíceis”. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que os resultados foram “insuficientes” e que questões políticas sensíveis seguem sem solução, apesar de algum progresso técnico nas discussões militares. Novas rodadas estão previstas, mas sem data anunciada. Os Estados Unidos continuam a mediar o processo e falam em “progresso significativo”. Combate à corrupção Ao mesmo tempo em que enfrenta negociações de paz marcadas por avanços limitados e grande pressão internacional, a Ucrânia também trava uma batalha interna contra a corrupção — um fator decisivo para sua credibilidade diante dos mediadores e aliados ocidentais. Kiev tenta demonstrar comprometimento institucional ao aprofundar investigações, sancionar envolvidos em escândalos e restaurar a independência de órgãos anticorrupção. Essas medidas são vistas como essenciais, tanto para fortalecer sua posição nas negociações quanto para avançar no caminho da integração europeia. Saudadas por ONGs anticorrupção, essas deliberações ainda são insuficientes, explica Maria Barabach, porta-voz da Sproto (“Resistência”, em português), que denuncia os subornos e acordos secretos na Ucrânia. “Antes da guerra, havia relatórios oficiais de que a corrupção custava mais de 30% do orçamento da Ucrânia", diz. "Mas acho que esse valor aumentou durante a guerra, porque existem muitos documentos confidenciais. E nós, como ativistas anticorrupção, não podemos verificá-los, controlá-los ou sequer vê-los”, lamenta. “A corrupção nos custa mais vidas do que o agressor durante a guerra. Porque a corrupção significa que os soldados não terão capacetes, não terão equipamentos de proteção e não terão armas suficientes. Não terão munição suficiente. E, obviamente, isso custa vidas, as mais preciosas, as de nossos civis e de nossos militares. É por isso que devemos lutar contra isso. Devemos impedir isso.” Apesar da exaustão do conflito, qualquer noção de “vencedor” é ilusória nesse momento, segundo especialistas: Moscou suporta perdas históricas e uma economia sob pressão, enquanto Kiev enfrenta desgaste humano, destruição de infraestrutura e dependência crescente do apoio ocidental. Ainda assim, pesquisas apontam que a sociedade ucraniana mantém um nível surpreendente de resiliência. Ao completar quatro anos de guerra, as expectativas de um acordo entre Rússia e Ucrânia seguem baixas. Moscou insiste em concessões territoriais amplas, enquanto Kiev exige garantias de segurança robustas e rejeita ceder partes de seu território.
Secretário-geral discursa na abertura da nova sessão do Conselho de Direitos Humanos, em Genebra, criticando enfraquecimento do Estado de direito e o crescimento da impunidade.
Marco Rubio em Munique. A primeira reunião do Conselho de Paz. Irão e Ucrânia discutidos em Genebra. Jesse Jackson. Edição de Mário Rui Cardoso.
Com 300 aviões de combate, dois porta-aviões e até submarinos com mísseis de cruzeiro, a presença americana na região é significativa. Será que estamos a ver uma fase de dissuasão ou algo mais próximo de um confronto direto? Na região do Golfo, não havia tanto aparato militar americano desde a invasão do Iraque. O ministro dos Negócios Estrangeiros de Omã, Badr Albusaidi, confirmou que os Estados Unidos e o Irão vão realizar uma nova ronda de conversações na quinta-feira em Genebra. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Begoña Iñiguez e Olivier Bonamici analisam a paz que não descola na Ucrânia, o tom conciliador de Marco Rubio em Munique - mas sem mudar a mensagem de Washington e as pressões que o Conselho para a Paz coloca sobre as Nações Unidas. A nível nacional, os dois comentadores falam da necessidade de se debater a descentralização, no rescaldo da tempestade que assolou a região Centro nas últimas semanas.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (18): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o projeto de lei que concede reajuste salarial para os servidores do Congresso Nacional e do Tribunal de Contas da União (TCU). No entanto, a sanção veio acompanhada de vetos importantes a trechos polêmicos do texto. A principal canetada do chefe do Executivo barrou a criação de benefícios adicionais, popularmente conhecidos no meio político como "penduricalhos". O presidente Lula (PT) cumpre nesta semana uma importante agenda diplomática na Ásia, com o objetivo de fortalecer os laços bilaterais e comerciais do Brasil. A primeira parada ocorre na Índia, onde o mandatário desembarcou nesta quarta-feira (18) para reuniões do mais alto nível de estado. A repórter Janaína Camelo destaca que um dos focos da viagem é o agronegócio. Lula tentará negociar com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, a redução das tarifas para a venda de aves brasileiras. O Peru mergulhou em um novo capítulo de sua profunda crise política. O Congresso Nacional aprovou uma moção de censura e destituiu o presidente interino, José Jeri, que estava no comando do país há menos de um ano. Diferente de um processo de impeachment tradicional, a medida exigia apenas uma maioria simples de 66 votos, mas a destituição passou com folga: foram 75 votos a favor, 24 contra e 3 abstenções. Um novo relatório divulgado por senadores do Partido Democrata nos Estados Unidos revelou que a administração do presidente Donald Trump gastou mais de US$ 40 milhões em um programa controverso de imigração entre 2024 e 2026. O objetivo do projeto era deportar imigrantes ilegais para "terceiros países", ou seja, nações que não eram as de origem dessas pessoas. A Mocidade Alegre é a grande campeã do Carnaval de São Paulo! Após uma apuração marcada por extrema tensão e nervosismo no sambódromo do Anhembi, a escola do bairro do Limão garantiu o primeiro lugar no pódio. Com a vitória, a agremiação contabiliza agora 13 conquistas em sua história, isolando-se como a segunda maior vencedora do estado, atrás apenas da Vai-Vai, que possui 15 títulos. As intensas negociações de paz entre as delegações da Rússia e da Ucrânia, mediadas pelos Estados Unidos e realizadas em Genebra, na Suíça, terminaram o seu segundo dia sem qualquer acordo ou avanço significativo para um cessar-fogo. O principal obstáculo que inviabiliza o fim do conflito continua sendo a disputa territorial, com ambos os lados irredutíveis em suas exigências. O Vaticano anunciou oficialmente que não participará do novo "Conselho da Paz", uma iniciativa internacional promovida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O projeto, que originalmente tinha como foco a reconstrução da Faixa de Gaza após a guerra entre Israel e o grupo Hamas, teve seu escopo ampliado para tentar resolver todos os tipos de conflitos globais. A Receita Federal deve entregar até o final deste mês um relatório de auditoria ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O documento trata do vazamento de dados fiscais sigilosos de ministros da Corte e de seus familiares. A Justiça dos Estados Unidos adiou a segunda audiência do ex-presidente e ditador venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, a ex-primeira-dama Cilia Flores. O correspondente Eliseu Caetano explica que o adiamento ocorreu após o juiz responsável aceitar um pedido formal da acusação e da defesa para reorganizar o calendário do processo. Esse tempo adicional será utilizado para a troca e revisão cuidadosa das provas e para a preparação de moções pré-julgamento. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Genebra volta a ser palco para negociações sensíveis. Em território neutro, delegações norte-americanas, russas e ucranianas reúnem-se para discutir novamente as linhas vermelhas do conflito na Ucrânia. Um conflito que ultrapassa as fronteiras físicas da Europa, como é demonstrado pelas ações de cooperação da Coreia do Norte, auxiliando a frente de guerra com o envio de militares e através da aquisição de drones russos. Que postura a Europa precisa de adotar de modo a acelerar o fim da guerra na Ucrânia? Ouça o comentário de Nuno Rogeiro na versão podcast do programa Jogos de Poder, emitido na SIC a 17 de fevereiro.Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Volodymyr Zelensky informou Marco Rubio em Munique sobre a situação militar, defesa aérea e novos mísseis ucranianos. Moscovo, via emissários, propõe administração internacional e pressiona para eleições sob cessar-fogo. Enquanto a Rússia testa alternativas ao Starlink e intensifica ataques, Kyiv reforça produção bélica com apoio da NATO e parceiros europeus, ampliando radares, drones e treino militar. Estes e outros temas da semana internacional em análise no Guerra Fria em podcast, com Nuno Rogeiro e José Milhazes. Na Conferência de Segurança de Munique, Volodymyr Zelensky alertou que dividir a Ucrânia para acabar com a guerra seria uma “ilusão”, traçando um paralelo com o Acordo de Munique, que cedeu a região dos Sudetas à Alemanha nazi e não impediu a invasão da Polónia por Adolf Hitler. O presidente Zelensky criticou a ausência de líderes europeus nas negociações e comparou as ambições de Vladimir Putin às de antigos czares. Com novas conversações previstas em Genebra, o líder ucraniano mostrou ceticismo e rejeitou concessões unilaterais à Ucrânia. Zelensky defendeu mais apoio militar e energético, adesão à UE e maior autonomia europeia na defesa, sublinhando que a Ucrânia tem o exército mais experiente da Europa, e agradeceu aos aliados, denunciou novos ataques russos e acusou Irão, Coreia do Norte e empresas chinesas de apoiarem Moscovo, pedindo sanções mais duras.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Congresso Espírita de Genebra - PLDOAE#34 Bruno Tavares e Charles Kempf
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (30): O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu às companhias aéreas considerarem o espaço aéreo da Venezuela fechado. O anúncio ocorreu em meio ao conflito entre o mandatário norte-americano e o líder sul-americano Nicolás Maduro. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan News recebe o professor de Direito Internacional, Manuel Furriela. Reportagem: Eliseu Caetano. Depois de uma semana agitada, com a votação de projetos polêmicos, o início de dezembro promete acirrar ainda mais a crise entre o Congresso Nacional e o governo federal. O julgamento dos envolvidos na tentativa de golpe de Estado, o PL Antifacção e a Lei de Licenciamento Ambiental foram algumas das pautas que geraram fortes embates entre os Poderes.Reportagem: Matheus Dias. O Flamengo se tornou o primeiro clube brasileiro tetracampeão da Libertadores e está garantido para disputar o Mundial de Clubes da FIFA de 2029. O rubo-negro venceu o Palmeiras de por 1x 0 no último sábado (29). O coach e influenciador Thiago Schutz foi preso em flagrante no último sábado (29) por violência doméstica após agredir a própria namorada no interior de São Paulo. Após o episódio, ele foi liberado após audiência de custódia, mas deve cumprir medidas protetivas, como manter distanciamento da vítima. Reportagem: Misael Mainetti. A Câmara dos Deputados deve votar até o fim do ano o projeto que visa combater os devedores contumazes, pessoas que utilizam a atividade empresarial ou sua estrutura para não pagar tributos e, assim, obter vantagem competitiva. A medida já foi aprovada pelo Senado, e o relator do PL será Antônio Carlos Rodrigues (PL). Para explicar o impacto da sonegação na economia brasileira, a Jovem Pan News entrevista o professor de economia André Galhardo. Reportagem: André Anel. O Papa Leão XIV realizou sua primeira viagem internacional desde a eleição em maio. O pontífice visitou a cidade histórica de Istambul neste sábado (29) e assinou uma declaração conjunta pela continuação do diálogo inter-religioso. Reportagem: Pedro Tritto. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou que uma delegação ucraniana viajou aos Estados Unidos para discutir formas de encerrar a guerra contra a Ucrânia. Segundo o líder ucraniano, o objetivo é dar continuidade às conversas que ocorreram recentemente em Genebra, na Suíça. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (24): Os ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciaram nesta segunda-feira (24) o julgamento que decidirá se mantém a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Detido no último sábado (22) sob alegação de risco de fuga, Bolsonaro tem sua medida cautelar reavaliada pela Corte. Reportagem: Igor Damasceno. A oposição ao governo federal voltou a pressionar pela pauta da anistia no Congresso Nacional, reacendendo o movimento após a prisão do ex-presidente Bolsonaro. Parlamentares aliados tentam acelerar a tramitação do projeto como resposta política à detenção. Termina nesta segunda-feira (24) o prazo para que as defesas do chamado ‘núcleo crucial', condenado por tentativa de golpe de Estado, apresentem recursos ao STF. Entre os réus está Jair Bolsonaro, que deve protocolar embargos na tentativa de reverter ou atenuar sua sentença. Reportagem: Igor Damasceno. A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) acionou o STF contra o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), pedindo a apreensão de seu celular. Ela afirma que o parlamentar descumpriu uma ordem judicial ao usar o aparelho durante visita a Jair Bolsonaro, violando as restrições impostas pela prisão domiciliar. Reportagem: Rany Veloso. A prisão preventiva de Jair Bolsonaro alterou o tabuleiro político para as eleições de 2026. A expectativa do PL era que o ex-presidente escolhesse um sucessor até o fim do ano, mas o cenário agora é de incerteza. Aliados avaliam que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), sai fortalecido para disputar a Presidência em 2026. A leitura interna é de que o desgaste da família Bolsonaro após a prisão abre espaço para que Tarcísio se consolide como principal alternativa da direita no próximo pleito. Reportagem: Beatriz Manfredini. O Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, reuniu-se no domingo (23), em Genebra, com representantes do governo da Ucrânia para discutir um plano de paz para o conflito contra a Rússia. Segundo a diplomacia norte-americana, o encontro foi produtivo e deve acelerar o avanço das negociações. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Conferência do orientador espiritual Benjamin Teixeira de Aguiar na 60ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU Genebra (02/10/25)
João Calvino foi, sem dúvida, um dos mais relevantes arquitetos da teologia reformada e da governança eclesiástica moderna. A partir de Genebra, ele não apenas sistematizou uma teologia robusta, mas criou um modelo de governo eclesiástico que inspiraria gerações — e que, paradoxalmente, também geraria tensões profundas entre liberdade espiritual e autoridade institucional. A influência de Calvino sobre o pensamento protestante é incontornável; entretanto, o exame atento de sua teologia revela elementos que, se mal compreendidos ou rigidamente aplicados, podem ameaçar a vitalidade de uma igreja orientada pelo Espírito e alicerçada na liberdade responsável, como é a vocação adventista. Ao colocarmos o pensamento de Calvino sob o microscópio da eclesiologia adventista, surgem perguntas que não podem ser evitadas: Pode-se ordenar a igreja sem engessá-la? É possível disciplinar com misericórdia e restaurar sem subjugar? A ideia de pacto calvinista promove comunhão ou um grupo de elite espiritual? E, mais importante, até que ponto o calvinismo, com seu aparato teológico-jurídico, representa uma ameaça à ordem espiritual do corpo de Cristo?
Quase 180 países participam de negociações globais para um tratado juridicamente vinculante sobre a poluição plástica, em Genebra, na Suíça. No ano passado, em Busan, na Coreia do Sul, países produtores de petróleo emperraram as discussões. O encontro começou na terça-feira (5) e deve durar dez dias. Para o Brasil, um dos principais pontos de discussão e das propostas apresentadas nas negociações é a questão da saúde humana, explica Maria Angélica Ikeda, diretora do Departamento de Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores e negociadora-chefe da delegação brasileira. “As pesquisas já encontraram microplásticos no corpo humano, no feto, na placenta, no leite materno. Segundo os cientistas, estamos ingerindo muitos microplásticos por várias vias – alimentos, líquidos, etc. O Brasil enfatiza a importância de promover e fortalecer as pesquisas científicas sobre essa inter-relação entre poluição por plásticos e saúde”, diz Ikeda. “Nós sabemos que há muita oposição de algumas outras delegações por várias razões específicas. Estamos abertos ao diálogo e à negociação. Temos, como sempre, como princípio, a flexibilidade, porque queremos ouvir todas as delegações e chegar a um resultado consensual. Mas gostaríamos de preservar o conteúdo relacionado à saúde no tratado”, assinalou a negociadora brasileira. Outro ponto defendido pela delegação brasileira é a transição justa para os trabalhadores da cadeia do ciclo de vida dos plásticos, sobretudo os trabalhadores informais, incluindo os catadores de materiais recicláveis. "Os catadores dependem de valores justos para o material reciclável, para poder garantir sua renda. Eles vendem esse material para os recicladores. Então, é muito importante protegermos esses trabalhadores das flutuações de mercado e prover regulações que realmente assegurem essa fonte de renda”, enfatizou Ikeda. A representante do governo brasileiro também defende a criação de um mecanismo financeiro ambicioso, para que os países em desenvolvimento tenham meios de implementar o acordo. WWF apresenta relatório contundente A organização de conservação WWF corrobora as preocupações com a saúde. Um relatório da WWF de julho de 2025, intitulado Plásticos, Saúde e Um Planeta, destaca que a poluição por partículas plásticas microscópicas representa uma ameaça física e química, devido aos aditivos tóxicos. Substâncias como ftalatos, bisfenóis e PFAS ("químicos eternos") são particularmente preocupantes, associadas a riscos de infertilidade, câncer, doenças respiratórias e cardiovasculares, além de impactos no desenvolvimento cerebral. O relatório defende uma abordagem de “Saúde Única” (One Health), reconhecendo as profundas interconexões entre a saúde humana, animal e ambiental. Entre as reivindicações da WWF estão o banimento e a eliminação progressiva de plásticos de uso único e de químicos perigosos. Atualmente, menos de 6% das 16.000 substâncias químicas usadas em plásticos são reguladas internacionalmente, embora mais de 26% sejam conhecidas por serem perigosas. A ONG pede regras harmonizadas e vinculantes para o design de produtos plásticos, a fim de melhorar a gestão e a reciclagem dos materiais, além de financiamento e transferência de tecnologia para países em desenvolvimento. Assim, como a delegação brasileira, a WWF também solicita a transição justa para os trabalhadores da cadeia do ciclo de vida dos plásticos, incluindo os catadores de materiais recicláveis. “Uma questão de direitos humanos”, explica Michel Santos, gerente de Políticas Públicas do WWF-Brasil. Críticas à posição brasileira Embora o Brasil tenha uma Política Nacional de Resíduos Sólidos avançada, que prevê o ciclo de vida completo do produto, o país não tem defendido amplamente a redução da produção no tratado, devido à pressão da indústria petroquímica, que não quer ver essa redução no Brasil e no mundo, aponta Santos. Ele ressalta que a indústria insiste que bastam medidas de gestão e reciclagem ("midstream" e "downstream") para resolver o problema, mas a WWF defende que, sem medidas "upstream" (redução da produção), uma solução de fato não será alcançada. Santos lamenta que iniciativas domésticas importantes, como a Estratégia Nacional de Oceanos Sem Plásticos, estejam paralisadas e “desidratadas” por influência dessa indústria. Ele enfatiza que “o capital não pode se sobrepor à saúde das pessoas e à saúde do meio ambiente”. Perspectivas para o tratado Apesar do impasse em Busan, há um otimismo cauteloso em Genebra a respeito de um acordo. Maria Angélica Ikeda compartilha essa visão: “Acredito, pelas conversas com as outras delegações, que existe uma intenção forte dos países de conseguir um acordo em Genebra”. No entanto, ela reconhece que o texto é extenso, aborda muitos temas e as posições dos países são divergentes, o que torna a negociação desafiadora. Michel Santos elogia políticas em relação ao plástico de países como Noruega, Alemanha, México e Guatemala, que defendem um tratado ambicioso. Ele teme que outros, produtores de petróleo como Arábia Saudita, Rússia e Kuwait, possam tentar arrastar as discussões e evitar acordos vinculantes.
Genebra abriga discussões com 618 organizações observadoras; entidades formadas por cientistas, ambientalistas e representantes da indústria participam de encontro de 10 dias para combater crise de resíduos e seu impacto.
Uma equipe brasileira ficou em primeiro lugar na final mundial da competição juvenil “IA para o Bem”, realizada em Genebra, Suíça. Os jovens Davi Roberto Beltrame, Laura Vaz Sverzut e João Vitor Piovezan, representaram o Brasil, superando outras 20 equipes de várias partes do mundo. O desafio era a criação de robôs capazes de salvar vidas em desastres naturais.
Uma equipe brasileira ficou em primeiro lugar na final mundial da competição juvenil “Robótica para o Bem”, realizada em Genebra, Suíça, na semana passada.Os jovens Davi Roberto Beltrame, Laura Vaz Sverzut e João Vitor Piovezan, representaram o Brasil, superando outras 20 equipes de várias partes do mundo. O desafio era a criação de robôs capazes de salvar vidas em desastres naturais.
Em documento, apresentado ao Conselho de Direitos Humanos, Richard Bennett disse que sistema teria sido utilizado com “ideologia misógina”; nova sessão do Conselho foi aberta nesta segunda-feira, em Genebra.
Mercado pouco sabe o que foi, efetivamente, alinhado entre os dois países em meados de maio em Genebra e incógnita pode manter o mercado pressionado. Enquanto isso, no Brasil, prêmios devem voltar a subir.
Verba servirá para ampliar a voz da África no Financiamento para Saúde Sustentável; anúncio foi feito pelo presidente do país, João Lourenço, durante Assembleia Mundial da Saúde, em Genebra, no início da semana.
Assembleia Mundial da Saúde considera, nesta terça-feira, em Genebra, documento com diretrizes de resposta a outras pandemias; reunião debate outros temas globais; líder indígena Marcos Terena diz à ONU News que ONU deve fazer “pacto pela vida”.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (12/05/2025): O governo federal poderá economizar até R$ 128,3 bilhões até 2029 se adotar as regras estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para controlar o crescimento das emendas parlamentares. De acordo com decisões do ministro Flávio Dino referendadas pela Corte, as emendas totais – incluindo as de gasto impositivo e não impositivo – não podem crescer mais do que o menor de três critérios: a variação das despesas discricionárias (não obrigatórias) do Executivo, o limite de crescimento do arcabouço fiscal (0,6% a 2,5% acima da inflação) ou a variação da Receita Corrente Líquida (RCL). O cálculo da potencial economia foi feito pelo Estadão/Broadcast e comparado com estimativas do Executivo no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026, que não seguiram os critérios mais rígidos estabelecidos do STF. E mais: Metrópole: ‘Guerra nunca mais’, pede Leão XIV em sua primeira oração dominical Economia: EUA dizem que negociações com a China tiveram avanço ‘substancial’ Internacional: Lula volta à China em momento de tensão com Trump Caderno 2: ‘Mania de você’ faz retrato da vida e da arte de Rita LeeSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Para o presidente dos Estados Unidos, o 2 de abril de 2025 entrou para a história como o "Dia da Libertação" — a revista britânica "The Economist" usou o termo "Dia da Ruína". Sob aplausos na Casa Branca, Donald Trump deu detalhes de um tarifaço ventilado desde a campanha eleitoral e anunciado a conta-gotas nos primeiros meses de mandato. A taxa mínima sobre produtos importados será de 10%, com alíquotas maiores para alguns países que, segundo ele, cobram mais do que é produzido nos Estado Unidos. O Brasil se enquadrou na tarifa mínima, o que pode abrir oportunidades para o país, como explica Assis Moreira em conversa com Natuza Nery neste episódio. Correspondente do jornal Valor em Genebra desde 2005, Assis analisa como as medidas de Trump afetam a União Europeia, a China e outros mercados. E detalha de que maneira o tarifaço inaugura uma nova ordem mundial no comércio entre países. Depois, Natuza Nery conversa com o embaixador Mauricio Carvalho Lyrio, Secretário de Assuntos Econômicos e Financeiros do Itamaraty e negociador do Brasil para G20 e BRICS. É ele quem fala quais são as dificuldades atuais para chegar a acordos com os EUA sob o governo de Donald Trump.
Todos os anos de 3 mil a 5 mil crianças nascem com a alteração cromossômica; evento reúne representantes dos países-membros, da sociedade civil e da comunidade científica além de pessoas que vivem com a síndrome; eventos em Genebra vão até sábado.
Comissão Internacional de Inquérito sobre Ucrânia apresentou relatório ao Conselho de Direitos Humanos, em Genebra; autoridades russas detiveram grande número de civis em todas as províncias que passaram a controlar no país vizinho; avô preso “foi ameaçado de espancamento” em frente às netas.
Jornal da ONU com Monica Grayley. Esses são os destaques desta terça-feira, 18 de março:Líder da ONU chocado com novos bombardeios a Gaza que mataram mais de 400Situação de direitos humanos no Irã é tema de reunião em Genebra
Encontro em Genebra reúne líderes cipriotas e países que dão garantia; tensões e divisões no remontam aos anos de 1960; esforço diplomático retoma tentativas frustradas realizadas em 2017 e 2021.
Tratado sobre o tema é o primeiro instrumento juridicamente vinculante sobre o tema foi aprovado pela Assembleia Geral em 2006; os países revistos a partir desta segunda-feira são Sérvia, Gâmbia, República Centro-Africana, Bélgica e Malta; grupo também ouvirá casos sobre Argentina, Peru, México e Colômbia.
Encontro em Genebra reúne líderes cipriotas e países que dão garantia; tensões e divisões no remontam aos anos de 1960; esforço diplomática retoma tentativas frustradas realizadas em 2017 e 2021.
Astrid Puentes Riaño lembra que o oceano é o maior bioma da Terra cobrindo 70% da sua superfície; degradação dos mares ameaça a humanidade; um terço da população mundial vive a 100 km de uma costa oceânica.
Durante 58ª sessão do Conselho de Direitos Humanos, em Genebra, na Suíça, alto comissário da ONU, Volker Turk, afirma que mudanças de políticas devem abrir caminho para sociedades mais justas com erradicação da prática.
Em sessão do órgão, em Genebra, alto comissário do Escritório de Direitos Humanos da ONU, Volker Turk, também discursou sobre a realidade dos Territórios Palestinos e outras partes do mundo.
Em Angola, a sociedade civil acusa o Governo do Presidente João Lourenço de ter apresentado, em Genebra, um relatório sobre os Direitos Humanos contrário à realidade do país. Em Moçambique, Paulina Chiziane conta em exlusivo à DW como ficou transtornada com os prostestos pós-eleitorais em Moçambique. Analisamos ainda o cenário imprevisível na RDC.