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Moçambique asinalou este ano, a 25 de Junho, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propôs-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. Quando 2025 está prestes a chegar ao fim, tornamos a debruçar-nos sobre este cinquentenário, com alguns momentos marcantes dessa digressão. A luta armada pela independência em Moçambique encontra as suas raízes imediatas em vários acontecimentos. Um deles será o encontro organizado a 16 de Junho de 1960 em Mueda, no extremo norte do país, entre a administração colonial e a população local que reclamava um preço justo pela sua produção agricola. Só que no final dessa reunião, deu-se a detenção de alguns dos representantes do povo e em seguida a execução a tiro de um número até agora indeterminado de pessoas. Dois anos depois do massacre de Mueda, três organizações nacionalistas, a UDENAMO, União Democrática Nacional de Moçambique, a MANU, Mozambique African National Union e a UNAMI, União Nacional Africana de Moçambique Independente, reúnem-se em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, a 25 de Junho de 1962 e fundem-se numa só entidade, a Frelimo, Frente de Libertação de Moçambique. Sob a direcção do seu primeiro presidente, o universitário Eduardo Mondlane, e a vice-presidência do reverendo Uria Simango, a Frelimo tenta negociar a independência com o poder colonial -em vão- o que desemboca na acção armada a partir de 1964. O antigo Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, recorda essa época. “Nessa altura, nós, já estudantes, que tínhamos deixado Portugal, que estávamos na França, tomamos conhecimento disso juntamente com o Dr. Eduardo Mondlane, que trabalhava nas Nações Unidas. No nosso encontro em Paris decidimos que devíamos trabalhar, a partir daquele momento, para a unificação dos movimentos de libertação, para que houvesse uma luta mais forte. Mesmo a luta diplomática, que foi a coisa que começou, havia de ser mais forte se houvesse um movimento unificado. É assim que surge uma frente. (...) Foram três movimentos que formaram uma frente unida que se chamou a Frente de Libertação de Moçambique. E essa Frente de Libertação de Moçambique continuou a procurar meios para ver se os portugueses haviam de acatar a Resolução das Nações Unidas de 1960 sobre a descolonização. E, finalmente, quando se viu que, de facto, os portugueses não iriam fazer isso, particularmente depois do massacre da Mueda, decidiu-se começar a preparação para uma insurreição armada. E assim houve treinos militares na Argélia, onde foram formados 250 homens, porque também a luta dos argelinos nos inspirou. Então, eles próprios, depois da criação da Organização da Unidade Africana e da criação do Comité de Coordenação das Lutas de Libertação em África, fomos a esses treinos na Argélia e a Argélia é que nos forneceu os primeiros armamentos para desencadear a luta de libertação nacional”, recorda o antigo Chefe de Estado. Ao referir que a causa recebeu apoio nomeadamente da Rússia e da China, Joaquim Chissano sublinha que “a luta foi desencadeada com a ajuda principalmente africana. E mais tarde vieram esses países. A Rússia deu um apoio substancial em termos de armamento. (...)Depois também mandamos pessoas para serem treinadas na China e mais tarde, já em 1965, quando a China fica proeminente na formação político-militar na Tanzânia, mandaram vir instrutores a nosso pedido e a pedido da Tanzânia.” Sobre o arranque da luta em si, o antigo Presidente moçambicano refere que os ataques comeram em quatro frentes em simultâneo. “Nós, em 1964, criámos grupos que enviamos para a Zambézia, enviamos para Niassa, enviamos para Cabo Delgado e enviamos para Tete. Portanto, em quatro províncias simultaneamente. No dia 25 de Setembro (de 1964) desencadeamos a luta armada de libertação nacional. Porque também a ‘insurreição geral armada', como o Presidente Mondlane denominou, começou em quatro províncias em simultâneo”, recorda Joaquim Chissano. Óscar Monteiro, membro sénior da Frelimo integrou as fileiras do partido em 1963, quando era jovem líder estudantil em Portugal. Depois de um período de clandestinidade, ele torna-se representante do partido em Argel, epicentro das lutas independentistas do continente. Ao evocar a missão que lhe incumbia em Argel, Óscar Monteiro refere que o seu trabalho consistia em “fazer a propaganda do movimento de libertação em francês. Nós já tínhamos representações no Cairo, tínhamos um departamento de informação que produzia documentos, o ‘Mozambique Revolution', que era uma revista muito apreciada, que depois era impressa mesmo em offset. Mas não tínhamos publicações em francês. Então, coube-nos a nós, na Argélia, já desde o tempo do Pascoal Mocumbi, produzir boletins em francês, traduzir os comunicados de guerra e alimentar a imprensa argelina que nos dava muito acolhimento sobre o desenvolvimento da luta, a abertura da nova frente em Tete, etc e ganhar o apoio também dos diplomatas de vários países, incluindo de países ocidentais que estavam acreditados na Argélia. Falávamos com todos os diplomatas. Prosseguimos esses contactos. O grande trabalho ali era dirigido sobre a França e sobre os países de expressão francesa. Era um tempo de grande actividade política, é preciso dizer. Eram os tempos que precederam o Maio de 68. Enfim, veio um bocado de toda esta mudança. E tínhamos bastante audiência”. Durante esta luta que durou dez anos, o conflito foi-se alastrando no terreno mas igualmente no campo diplomático. Poucos meses depois de uma deslocação a Londres em que a sua voz foi amplamente ouvida, a 3 de Fevereiro de 1969, em Dar-es-Salam onde estava sediada a Frelimo, o líder do partido, Eduardo Mondlane, abre uma encomenda contendo uma bomba. A explosão do engenho é-lhe fatal. Até agora, pouco se sabe acerca desse assassínio sobre o qual Joaquim Chissano, então responsável do pelouro da segurança da Frelimo, acredita que haverá a mão da PIDE, a polícia política do regime fascista de Portugal. “Havia já alguns indícios de que havia movimentos de pessoas enviadas pelo colonialismo, mesmo para a Tanzânia, como foi o caso do Orlando Cristina, que chegou a entrar em Dar-es-Salaam e fazer espionagem. Disse que trabalhou com os sul-africanos em 1964 e continuou. Depois houve o recrutamento, isso já em 1967-68, de pessoas da Frelimo que tentaram criar uma divisão nas linhas tribais, mas que na realidade não eram representativos das tribos que eles representavam, porque a maioria eram ex-combatentes que estavam solidamente a representar a unidade nacional. Foi assim que tivemos uns traidores que depois foram levados pelos portugueses de avião e de helicópteros e entraram a fazer campanha aberta, propaganda e até houve um grupo que chegou a reivindicar a expulsão do nosso presidente, dizendo que ele devia receber uma bolsa de estudos. Quer dizer, a ignorância deles era tal que eles não viram, não souberam que ele era um doutor -duas vezes doutor- e que não era para pensar em bolsa de estudo. Mas pronto, havia um movimento de agitação. Mas a frente era tão sólida que não se quebrou. Por isso, então, foi se fortalecendo à medida que íamos andando para a frente”, conclui Joaquim Chissano. Outro episódio marcante do inicio do declínio do controlo do regime colonial em Moçambique será o Massacre de Wiriyamu ou "Operação Marosca" . A partir de 16 de Dezembro de 1972 e durante mais de três dias, depois de dois capitães portugueses morrerem quando o seu veiculo pisou numa mina, as tropas coloniais massacraram pelo menos 385 habitantes da aldeia de Wiriyamu e das localidades vizinhas de Djemusse, Riachu, Juawu e Chaworha, na província de Tete, acusados de colaborarem com os independentistas. A ordem foi de "matar todos", sem fazer a distinção entre civis, mulheres e crianças. Algumas pessoas foram pura e simplesmente fuziladas, outras mortas queimadas dentro das suas habitações incendiadas. Mustafah Dhada, historiador moçambicano e professor catedrático na Universidade de Califórnia, dedicou uma parte importante da sua vida a investigar este massacre que foi denunciado pelo mundo fora nos meses seguintes, constituindo segundo o estudioso um acontecimento "tectónico". “O massacre, tem que ser contextualizado no espaço do sistema colonial português em África. E nesse sentido, o massacre era um dos vários massacres que aconteceram em Moçambique, em Angola, na Guiné-Bissau, em São Tomé e Príncipe e também o massacre estrutural do meio ambiente em Cabo Verde. Devemos notar uma coisa: a guerra colonial portuguesa, a baixa era de 110.000 pessoas, aproximadamente civis na nossa parte dos libertadores e dos colonizados e o massacre é somente 385 pessoas que têm um nome e outros que desapareceram sem nome. E neste sentido o massacre é, do ponto de vista quantitativo, um massacre que tem uma significação menor. Mas o que foi importantíssimo é que o massacre não iria ser reconhecido como um evento tectónico se não tivesse havido uma presença da Igreja -não portuguesa- em Tete”, sublinha o historiador aludindo às denúncias que foram feitas por missionários a seguir ao massacre. Após vários anos em diversas frentes de guerra, capitães das forças armadas portuguesas derrubam a ditatura a 25 de Abril de 1974. A revolução dos cravos levanta ondas de esperança em Portugal mas também nos países africanos. A independência pode estar por perto, mas é ainda preciso ver em que modalidades. Pouco depois do 25 de Abril, as novas autoridades portuguesas e a Frelimo começaram a negociar os termos da independência de Moçambique. O partido de Samora Machel foi reconhecido como interlocutor legítimo por Portugal e instituiu-se um período de transição num ambiente de incerteza, recorda o antigo Presidente Joaquim Chissano. “A nossa delegação veio com a posição de exigir uma independência total, completa e imediata. Mas pronto, tivemos que dar um conteúdo a esse ‘imediato'. Enquanto a delegação portuguesa falava de 20 anos, falávamos de um ano e negociamos datas. Deram então um consenso para uma data que não feria ninguém. Então, escolhemos o 25 de Junho. Daí que, em vez de um ano, foram nove meses. E o que tínhamos que fazer era muito simples Era, primeiro, acompanhar todos os preparativos para a retirada das tropas portuguesas com o material que eles tinham que levar e também em algumas partes, a parte portuguesa aceitou preparar as nossas forças, por exemplo, para se ocupar das questões da polícia que nós não tínhamos. Houve um treino rápido. Depois, na administração, nós tínhamos que substituir os administradores coloniais para os administradores indicados pela Frelimo. Falo dos administradores nos distritos e dos governadores nas sedes das províncias. Nas capitais provinciais, portanto, havia governadores de província e administradores de distritos e até chefes de posto administrativo, que era a subdivisão dos distritos. E então, fizemos isso ao mesmo tempo que nos íamos ocupando da administração do território. Nesses nove meses já tivemos que tomar conta de várias coisas: a criação do Banco de Moçambique e outras organizações afins, seguros e outros. Então houve uma acção dos poderes nesses organismos. Ainda houve negociações que foram efectuadas em Maputo durante o governo de transição, aonde tínhamos uma comissão mista militar e tínhamos uma comissão para se ocupar dos Assuntos económicos. Vinham representantes portugueses em Portugal e trabalhavam connosco sobre as questões das finanças, etc. E foi todo um trabalho feito com muita confiança, porque durante o diálogo acabamos criando a confiança uns dos outros”, lembra-se o antigo chefe de Estado moçambicano. Joaquim Chissano não deixa, contudo, de dar conta de algumas apreensões que existiam naquela altura no seio da Frelimo relativamente a movimentos contra a independência por parte não só de certos sectores em Portugal, mas também dos próprios países vizinhos, como a África do Sul, que viam com maus olhos a instauração de um novo regime em Moçambique. “Evidentemente que nós víamos com muita inquietação essa questão, porque primeiro houve tentativas de dividir as forças de Moçambique e dar falsas informações à população. E no dia mesmo em que nós assinamos o acordo em Lusaka, no dia 7 de Setembro, à noite, houve o assalto à Rádio Moçambique por um grupo que tinha antigos oficiais militares já reformados, juntamente com pessoas daquele grupo que tinha sido recrutado para fazer uma campanha para ver se desestabilizava a Frelimo”, diz o antigo líder politico. A 7 de Setembro de 1974, é assinado o Acordo de Lusaka instituindo os termos da futura independência de Moçambique. Certos sectores politicos congregados no autoproclamado ‘Movimento Moçambique Livre' tomam o controlo do Rádio Clube de Moçambique em Maputo. Até serem desalojados da emissora no dia 10 de Junho, os membros do grupo adoptam palavras de ordem contra a Frelimo. Na rua, edificios são vandalizados, o aeroporto é tomado de assalto, um grupo armado denominado os ‘Dragões da Morte' mata de forma indiscriminada os habitantes dos bairros do caniço. Vira-se uma página aos solavancos em Moçambique. Evita-se por pouco chacinas maiores. Antigos colonos decidem ficar, outros partem. Depois de nove meses de transição em que a governação é assegurada por um executivo hibrido entre portugueses e moçambicanos, o país torna-se oficialmente independente a 25 de Junho de 1975. Doravante, Moçambique é representado por um único partido. Ainda antes da independência e nos primeiros anos depois de Moçambique se libertar do regime colonial, foram instituidos campos de reeducação, essencialmente na distante província do Niassa. O objectivo declarado desses campos era formar o homem novo, reabilitar pelo trabalho, as franjas da sociedade que eram consideradas mais marginais ou dissidentes. Foi neste âmbito que pessoas consideradas adversárias políticas foram detidas e mortas. Isto sucedeu nomeadamente com Uria Simango, Joana Simeão e Adelino Guambe, figuras que tinham sido activas no seio da Frelimo e que foram acusadas de traição por não concordarem com a linha seguida pelo partido. Omar Ribeiro Thomaz antropólogo ligado à Universidade de Campinas, no Brasil, que se debruçou de forma detalhada sobre os campos de reeducação, evoca este aspecto pouco falado da História recente de Moçambique. "Os campos de reeducação são pensados ainda no período de transição. Então, isso é algo que ainda deve ser discutido dentro da própria história portuguesa, porque no período de transição, o Primeiro-ministro era Joaquim Chissano, mas o governador-geral era português. Então, nesse momento, começam expedientes que são os campos de reeducação. Você começa a definir pessoas que deveriam ser objecto de reeducação, ao mesmo tempo em que você começa a ter uma grande discussão em Moçambique sobre quem são os inimigos e esses inimigos, eles têm nome. Então essas são pessoas que de alguma maneira não tiveram a protecção do Estado português. Isso é muito importante. Não conseguiram fugir. São caçadas literalmente, e são enviadas para um julgamento num tribunal popular. Eu estou a falar de personagens como a Joana Simeão, o Padre Mateus, Uria Simango, que são condenados como inimigos, como traidores. Esses são enviados para campos de presos políticos. A Frelimo vai usar uma retórica de que esses indivíduos seriam objecto de um processo de reeducação. Mas o que nós sabemos a partir de relatos orais e de alguns documentos que nós conseguimos encontrar ao longo do tempo, é que essas pessoas foram confinadas em campos de trabalho forçado, de tortura, de imenso sofrimento e que chega num determinado momento que não sabemos exactamente qual é, mas que nós podemos situar mais ou menos ali, por 1977, elas são assassinadas de forma vil", diz o antropólogo. Lutero Simango, líder do partido de oposição Movimento Democrático de Moçambique, perdeu o pai, Uria Simango, um dos membros-fundadores da Frelimo, mas igualmente a mãe. Ambos foram detidos e em seguida executados. "O meu pai foi uma das peças-chaves na criação da Frente de Libertação de Moçambique. Ele nunca foi imposto. Os cargos que ele assumiu dentro da organização foram na base da eleição. Ele e tantos outros foram acusados de serem neocolonialistas. Foram acusados de defender o capitalismo. Foram acusados de defenderem a burguesia nacional. Toda aquela teoria, aqueles rótulos que os comunistas davam a todos aqueles que não concordassem com eles. Mas se olharmos para o Moçambique de hoje, se perguntarmos quem são os donos dos nossos recursos, vai verificar que são os mesmos aqueles que ontem acusavam os nossos pais", diz o responsável político de oposição. Questionado sobre as informações que tem acerca das circunstâncias em que os pais foram mortos, Lutero Simango refere continuar sem saber. "Até hoje ninguém nos disse. E as famílias, o que pedem é que se indique o local em que foram enterrados para que todas as famílias possam prestar a última homenagem. O governo da Frelimo tem a responsabilidade de indicar às famílias e também assumir a culpa, pedindo perdão ao povo moçambicano, porque estas pessoas e tantas outras foram injustamente mortas neste processo", reclama Lutero Simango. A obtenção da independência não significou a paz para Moçambique. No interior do país, várias vozes se insurgiram contra o caminho que estava a ser tomado pelo país, designadamente no que tange ao monopartidarismo. Além disso, países segregacionistas como a África do Sul e a antiga Rodésia viram com maus olhos as instauração de um sistema político socialista em Moçambique, Foi neste contexto que surgiu em 1975, a Resistência Nacional de Moçambique, Renamo, um movimento inicialmente dirigido por um dissidente da Frelimo, André Matsangaíssa e em seguida, após a morte deste último em 1979, por Afonso Dhlakama, já dois anos depois de começar a guerra civil. António Muchanga, antigo deputado da Renamo, recorda em que circunstâncias surgiu o partido. "A Renamo nasce da revolta do povo moçambicano quando viu que as suas aspirações estavam adiadas. Segundo os historiadores, na altura em que o objectivo era que depois da frente voltariam se definir o que é que queriam. Só que durante a luta armada de libertação nacional, começou o abate de prováveis pessoas que poderiam 'ameaçar' o regime.(...) E depois tivemos a situação das nacionalizações. Quando a Frelimo chega logo em 1976, começa com as nacionalizações.(...) Então isto criou problemas que obrigaram que jovens na altura Afonso Dhlakama, sentiram se obrigados a abandonar a Frelimo e eram militares da Frelimo e foram criar a Resistência Nacional Moçambicana", recorda o repsonsável político. Apesar de ter sido assinado um acordo de paz entre a Renamo e a Frelimo em 1992, após 15 anos de conflito, o país continua hoje em dia a debater-se com a violência. Grupos armados disseminam o terror no extremo norte do território, em Cabo Delgado, há mais de oito anos, o que tem condicionado o próprio processo político do país, constata João Feijó, Investigador do Observatório do Meio Rural. "Esse conflito não tem fim à vista. Já passou por várias fases. Houve aquela fase inicial de expansão que terminou depois no ataque a Palma, numa altura em que a insurgência controlava distritos inteiros de Mocímboa da Praia. (...) Depois, a entrada dos ruandeses significou uma mudança de ciclo. Passaram a empurrar a insurgência de volta para as matas. Conseguiram circunscrevê-los mais ou menos em Macomia, mas não conseguiram derrotá-los. A insurgência consegue-se desdobrar e fazer ataques isolados, obrigando à tropa a dispersar. (...) Aquele conflito armado não terá uma solução militar. Ali é preciso reformas políticas, mas que o governo insiste em negar. E então continuamos a oito, quase oito anos neste conflito, neste impasse", lamenta o estudioso. Embora o país já não esteja em regime de partido único desde os acordos de paz de 1992, as eleições têm sido um momento de crescente tensão. No ano passado, depois das eleições gerais de Outubro de 2024, o país vivenciou largas semanas de incidentes entre populares e forças de ordem que resultaram em mais de 500 mortos, segundo a sociedade civil. Após a tomada de posse do Presidente Daniel Chapo no começo deste ano, encetou-se o chamado « diálogo inclusivo » entre o partido no poder e a oposição. Em paralelo, tem havido contudo, denúncias de perseguições contra quem participou nos protestos pós-eleitorais. Mais recentemente, foram igualmente noticiados casos, denunciados pela sociedade civil, do desaparecimento de activistas ou jornalistas. Questionada há alguns meses sobre a situação do seu país, a activista social Quitéria Guirengane considerou que o país "dorme sobre uma bomba-relógio". "Assusta-me o facto de nós dormirmos por cima de uma bomba relógio, ainda que seja louvável que as partes todas estejam num esforço de diálogo. Também me preocupa que ainda não se sinta esforço para a reconciliação e para a reparação. Nós precisamos de uma justiça restauradora. E quando eu olho, eu sinto um pouco de vergonha e embaraço em relação a todas as famílias que dia e noite ligavam desde Outubro à procura de socorro", considera a militante feminista que ao evocar o processo de diálogo, diz que "criou algum alento sob o ponto de vista de que sairiam das celas os jovens presos políticos. No entanto, continuaram a prender mais. Continua a caça às bruxas nocturna". "Não é este Moçambique que nós sonhamos. Por muito divididos que a gente esteja, precisamos de pensar em construir mais pontes do que fronteiras. Precisamos pensar como nós nos habilitamos, porque nos últimos meses nos tornamos uma cidade excessivamente violenta", conclui a activista que esteve muito presente nestes últimos meses, prestando apoio aos manifestantes presos e seus familiares.
Debate da Super Manhã: Em 2026, o Brasil começa a colocar em prática as novas regras de tributação aprovadas na Reforma Tributária. As mudanças afetam empresas e consumidores. Entra em fase de testes, por exemplo, o novo modelo que substitui vários impostos por dois principais: a CBS, no âmbito federal, e o IBS, de estados e municípios. A transição será gradual, mas 2026 marca o início de um novo sistema, com a promessa de mais transparência, justiça fiscal e menos burocracia. No Debate desta quinta-feira (18), a comunicadora Natalia Ribeiro fala com os nossos convidados sobre as novas regras e o impacto na vida dos brasileiros. Participam o advogado especialista em direito empresarial André Bezerra Meireles, a pós-doutora em direito tributário e presidente do Centro Nacional para a Prevenção e Resolução de Conflitos Tributários (Cenapret), Mary Elbe Queiroz, e o economista e especialista em gestão pública Werson Kaval.
Passando a Limpo: Nesta terça-feira (16), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o cientista político, Rodolfo Marques, sobre a atuação de Hugo Motta na Câmara Federal. O Deputado Federal, Augusto Coutinho (Republicanos-PE), repercute a votação sobre regras para trabalho por aplicativo. A Pós-doutora em direito tributário e Presidente do Centro Nacional para a Prevenção e Resolução de Conflitos Tributários, Mary Elbe Queiroz, conversa sobre a Reforma Tributária.
A CEDEAO reuniu-se em Abuja, na Nigéria, e ameaçou os aliados dos militares com “sanções específicas” após a tomada de poder na Guiné-Bissau. Estas medidas, assim como a condenação da acção do militares, mostram que esta organização regional não apoia esta desestabilização em Bissau. A Comissão da Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (CEDEAO) reuniu-se neste fim de semana, em Abuja, na Nigéria, para discutir a situação na Guiné-Bissau e ameaçou impor ao país “sanções específicas” a quem entrar no processo de transição e condenou de forma veemente a mudança inconstitucional de Governo na Guiné-Bissau. Em entrevista à RFI, o jurista Fodé Mané, considera que esta resolução da CEDEAO pode parecer à primeira vista benévola em relação às forças militares actualmente no poder, no entanto, o objectivo desta organização internacional na sua perspectiva é “estrangular” internacionalmente a Guiné-Bissau, retirando qualquer margem de manobra aos líderes actualmente no poder. "As duas partes tinham expectativas diferentes. Os que deram este dito golpe de Estado tinham uma estratégia de que podia haver uma decisão que fosse pelo restabelecimento do poder que estava e, consequentemente, fazer o Governo anterior voltar. Mas a única coisa que conseguiram é aquela possibilidade de alargar a transição por um ano. Também os que estão contra o regime estavam à espera de que ia pelo menos ser tomada uma decisão de intervenção mais musculada, à semelhança do que houve em relação ao Benim. E também a possibilidade de serem proclamados ou de ser divulgados os resultados das eleições. No entanto, é importante precisar que no caso do Benim, a Nigéria e a França estão interessados em agir. No caso da Guiné-Bissau, o Senegal ou a Guiné Conacri podiam servir de plataforma para uma acção militar, mas não estão interessados, até pelo contrário. O Senegal até ganhou com esta situação porque quem devia nomear ou indicar o presidente da Comissão devia ser a Guiné-Bissau, mas por ser suspenso de todos os órgãos, perdeu essa prerrogativa. Então isso foi passado para o Senegal, que vai indigitar o presidente da Comissão da CEDEAO", indicou Fodé Mané. Segundo o jurista, o regime militar no poder não foi assim legitimado pela CEDEAO desta vez, o que significa que, tendo em conta que a Guiné-Bissau é muito dependente do exterior a nível financeiro, o país será "estrangulado" o que "dificulta" a levada a cabo de decisões por partes do militares e dos seus aliados. Na véspera deste encontro da CEDEAO e já antecipando esta decisão que não proferiu o regresso ao poder de Umaro Sissoco Embaló, um cidadão guineense próximo do antigo Presidente foi detido em Lisboa ao sair de um avião com malas que transportavam cinco milhões de euros. Para Fodé Mané trata-se de um acto de desespero por parte do antigo líder. "Depois da reunião do Conselho de Ministros da CEDEAO que prepara as resoluções para os chefes de Estado sabemos que houve movimentações, pessoas que estiveram em Abuja depois de perceberem que a sua estratégia de voltar ao poder não ia ser possível, houve fretamento de aviões que vieram a Bissau para levar alguns bens. E num desses aviões que viajou, a pessoa foi apanhada com o dinheiro. Então, não há dúvida quanto o relacionamento daquele caso com a situação que se vive aqui em Bissau, principalmente com a falha das comunicações. O plano B era retirar todos os bens e colocar em lugares onde podem usar facilmente e, por isso, este acto está a ser visto como uma actuação de desespero", concluiu Fodé Mané.
Olá, internet! ✨ A nossa amiga linda Carolina Barreiro voltouuuu
Verso para memorizar: “A resposta calma desvia a fúria, mas a palavra ríspida desperta a ira” (Pv 15:1, NVI).
Luiz Alexandre Souza Ventura aborda o universo das pessoas com deficiência e da inclusão na coluna Vencer Limites, no Jornal Eldorado, às terças-feiras, às 7h20.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Lives Amorosidade
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Aprenda princípios bíblicos para resolver conflitos com amor e sabedoria. Estude ferramentas práticas de diálogo, mediação e perdão que conduzam à reconciliação e à restauração da paz no ambiente familiar.
A partir de 2026, ciclomotores, bicicletas elétricas e equipamentos autopropelidos — como patinetes e monociclos — terão novas regras para circular em vias públicas. As mudanças fazem parte da Resolução nº 996/2023 do Contran, que estabelece critérios de segurança, obrigatoriedades e documentos exigidos para cada categoria. Apesar de publicada em 2023, a norma entrou em um período de adaptação que segue até 31 de dezembro de 2025. Quem possui ciclomotores antigos terá até essa data para regularizar o veículo. Após o prazo, circular com modelos não registrados ou fora das exigências será proibido. Bicicletas tradicionais e elétricas A bicicleta comum segue sem mudanças: continua sendo considerada um veículo de propulsão humana, sem necessidade de placa, habilitação ou registro. Já as bicicletas elétricas de pedal assistido passam a ter itens obrigatórios, como luzes dianteiras e traseiras, campainha, retrovisor esquerdo e pneus em boas condições. A velocidade assistida não pode ultrapassar 32 km/h, e o modelo não pode ter acelerador, mantendo o funcionamento por pedal. Patinetes, monociclos e outros autopropelidos Os equipamentos autopropelidos entram em uma categoria específica. Eles também devem contar com itens básicos de segurança — luzes e aviso sonoro — e obedecer limites: até 32 km/h em vias permitidas e máximo de 6 km/h em áreas de pedestres. A circulação só é permitida em vias urbanas com limite de até 40 km/h, além de ciclovias e ciclofaixas. Ciclomotores: as maiores mudanças Os ciclomotores, que atingem até 50 km/h e lembram bicicletas motorizadas, passam a seguir as mesmas obrigações dos veículos motorizados. A partir de 2026, todos — novos ou antigos — deverão ter: • Registro no Renavam • Placa e licenciamento anual • CNH A ou ACC • Capacete obrigatório • Itens previstos no CTB para ciclomotores Para os modelos novos, o registro só será feito caso o veículo já venha com toda a documentação exigida. Já os ciclomotores antigos precisarão de vistoria, certificado de segurança e documentos que comprovem a origem. Em entrevista ao Cruz de Malta Notícias desta quinta-feira (20), o Capitão Elton Garcia, comandante da 2ª Companhia do 1º Batalhão de Polícia Militar Rodoviária, esclareceu as principais dúvidas sobre a nova legislação. Ele reforçou que as mudanças buscam aumentar a segurança, padronizar o uso dos veículos e reduzir riscos nas vias. Com o prazo final de regularização se aproximando, a orientação das autoridades é que os proprietários revisem seus veículos e providenciem a documentação necessária antes de 2026.
Originalmente exibido em 10.09.2023. A 17ª Conferência Nacional de Saúde aprovou uma série de resoluções que agora devem ser incorporadas ao Plano Plurianual feito pelo Ministério da Saúde. Como acontece esse processo e como ele está sendo encaminhado é o que você vai saber no Bate Papo na Saúde de hoje: Resoluções da 17ª CNS e Plano Plurianual. Para tratar do assunto, o apresentador Renato Farias conversa com a Representante da Federação Nacional dos Psicólogos, Fernanda Magano e a Representante da Associação Brasileira Superando o Lúpus, Doenças Reumáticas e Raras, Ana Lúcia Paduello. // CRÉDITOS APRESENTAÇÃO E ROTEIRO RENATO FARIAS // PRODUÇÃO CHRISTÓVÃO PAIVA// EDIÇÃO MELISSA TEIXEIRA// DIRETOR DE TV BEM-HUR MACHADO//DIRETOR DE FOTOGRAFIA TOTA PAIVA//CINEGRAFISTAS TOTA PAIVA E SEBLEN MANTOVANI// ASS, DE CAMERA ANDRÉ LUIZ//TÉCNICO DE SOM MARCITO VIANNA// OPERADOR DE TELEPROMPETER RODRIGO COSTA//COLORISTA DANIEL NEVES//FIGURINO ROBERTA FERREIRA// ASS. DE PRODUÇÃO THAINÁ MATHIAS//MOTION DESIGN JEFFERSON ARCANJO//DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI//COORDENAÇÃO DE CONTEÚDO YASMINE SABOYA// PRODUÇÃO EXECUTIVA RAPHAEL UCHOA//COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUZA// COORDENAÇÃO TÉCNICA BEM-HUR MACHADO// COORDENAÇÃO DE FINALIZAÇÃO PABLO FRENCH// PRODUÇÃO PLANO GERAL FILMES// REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro
Resolução 2802 foi aprovada com 13 votos a favor e duas abstenções; decisão foi descrita pelos Estados Unidos como um “plano abrangente para acabar com o conflito em Gaza”; primeira fase levou a um cessar-fogo considerado frágil, à libertação dos reféns de Israel e de prisioneiros palestinos.
Sabia que, por mais estranho que pareça, existe o "português do Uruguai"? Ainda há tempo para formar uma ideia inovadora para "Couto Misto" e aprofundar mais regionalismos sem solução à vista.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você já chegou em um hotel às 15h e teve que sair às 11h do dia seguinte?
Alternativas como a conciliação, mediação e arbitragem são importantes para diminuir a sobrecarga do Poder Judiciário
Resolução obteve 165 votos a favor, 7 contra e 12 abstenções; documento reafirma soberania e liberdade de comércio; ONU solicita novo relatório sobre cumprimento.
O Governo e o Fundo de Resolução assinam hoje os acordos de venda do novo banco ao grupo francês BPCE. Estado, Lone Star e gestores, todos dizem que ganham com o negócio. E os trabalhadores? Análise de Clara Teixeira.
Comentário de Ralph de Carvalho: A Produtividade do Atacante Ciel: O primeiro assunto trata da contratação e longevidade do jogador Ciel, atualmente com 43 anos de idade. Apesar da idade que geralmente marca o fim da vida útil no futebol (cerca de 35 a 38 anos) Ciel é artilheiro e entrega em campo o que se espera, sendo disputado por várias equipes. Ele está no CSA de Alagoas, onde a direção busca um contrato mais longo (até dezembro de 2026), e recentemente ele foi emprestado ao Tirol do Ceará para disputar a Taça Fares Lopes, demonstrando sua eficiência e produtividade. O Processo Eleitoral no Náutico: O segundo tema foca no processo eleitoral do Clube Náutico Capibaribe, com atenção ao prazo de inscrição das chapas. A chapa de situação, que deve ser liderada por Bruno Becker para presidente e Ricardo Malta para vice, está consolidada. Houve uma possibilidade de chapa de oposição com Plínio Albuquerque e Roberto Selva, mas essa ideia não vingou, indicando que o clube pode ter uma chapa única. O atual presidente, Bruno Becker, é esperado para oficializar sua candidatura no momento da inscrição. Débitos e SAF no Santa Cruz: O terceiro assunto é a situação do Santa Cruz, que passou a ser cobrado publicamente, com ameaças de inclusão dos débitos na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD). A entrada do débito no CNRD pode causar punições severas, como a impossibilidade de inscrever novos atletas. O Vila Nova de Goiás, através do presidente Hugo Jorge Bravo, cobra R$ 700.000 referentes à venda do meia João Pedro. Além disso, o presidente do Tubarão de Santa Catarina cobra valores devidos pelo empréstimo do atacante Geovani. Questiona-se se os débitos são responsabilidade do Santa Cruz ou da futura SAF, a Cobra Coral Participações, sendo estranho que uma SAF comece a ser instalada já gerando ou assumindo um passivo. Apesar das cobranças, o Santa Cruz continua contratando jogadores, como Andrei, Ianson e Pedro Costa.
No Clica e Confirma desta semana o secretário Judiciário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Bruney Brum explica o que são e para que servem as Resoluções do nas Eleições. O secretário fala, ainda, dos caminhos percorridos até que chegar ao Plenário da Corte análise dos ministros.Tem também o balanço dos processos referentes as eleições de 2024. Ao apresentar os dados, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, disse que quase 70% dos casos que chegaram ao tribunal já foram julgados.Outro destaque do programa é um Acordo de Cooperação Técnica firmado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES), TSE e Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesp). A parceria prevê a integração dos bancos de dados biográficos e biométricos da Identificação Civil Nacional, possibilitando que a Justiça Eleitoral utilize aproximadamente 500 mil cadastros biométricos em todo o Espírito Santo. A expectativa é que os dados representem mais de 50% do eleitorado que ainda não fez a coleta biométrica no Espírito Santo.Entre outros assuntos estão os principais temas das redes sociais do TSE e a comemoração ao Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro. Cerca de 50 crianças puderam visitar o Museu da Voto, a exposição “O Voto no Brasil”, a biblioteca do TSE, o plenário do tribunal, ouvir histórias e até votar, de verdade na urna eletrônica em uma eleição simulada, com personagens fictícios.
Neste episódio debruçamo-nos sobre a história do conflito entre Israel e a Palestina. Tentamos compreender as suas origens, como evoluiu ao longo do século XX, e como chegou à situação actual.Sugestões de leitura:1. Ilan Pappé - Israel VS Palestina. A mais breve história do conflito. Ideias de Ler, 20252. Rashid Khalidi - Palestina: uma biografia. Cem anos de guerra e resistência. Ideias de Ler, 2022.3. Pierre Blanc e Jean-Paul Chagnollaud - Atlas do Médio Oriente. Guerra e Paz, 2024.4. Documentário 'No Other Land', realização de Basel Adra, Hamdan Ballal, Yuval Abraham, e Rachel Szor, 2024.5. Resolução da International Association of Genocide Scholars sobre a situação em Gaza - https://genocidescholars.org/wp-content/uploads/2025/08/IAGS-Resolution-on-Gaza-FINAL.pdf-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Ricardo Neves Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Manuel Prates, Miguel Vidal, NBisme, Oliver Doerfler;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carla Pinelas, Carlos Castro, Cláudia Conceição, Daniel Murta, David Fernandes, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, Jose Carlos Bicudo, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa; Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, Andre de Oliveira, André Silva, António Farelo, António Silva , Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Civiforum, Lda., Diogo Camoes, Diogo Freitas, Eugenia Capela, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Gonçalo Pedro, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Pedro Mourão, Joel José Ginga, Johnniedee, José Beleza, José Santos, Luis Colaço, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Silva, Parte Cóccix, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rui Curado Silva, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
A diretora da ANP, Symone Araújo, explica — com todas as letras — o que esperar da revisão tarifária do transporte de gás natural e da revisão da Resolução 15/2014. Falamos de WACC/CMPC (a “UOC”), base regulatória de ativos (BRA), conta regulatória, cenários de demanda, oferta de capacidade, e do que muda no processo de oferta e contratação em 2026. Entramos também em tarifas diferenciadas (térmicas, armazenamento, intradiário), adequação dos contratos legados ao modelo de entrada e saída até 2026 (art. 44 da Lei do Gás), classificação de gasodutos e como EPE e CGU entram nessa conversa. Inscreva-se na agência eixos e ative o sininho para não perder os próximos episódios do gas week. Capítulos 00:00 – Abertura e apresentação 01:16 – “Quadro” pessoal: origem, música e literatura 04:06 – Por que 2025 é o ano do transporte 05:25 – Como será a revisão tarifária (RAP x RMP, entrada e saída) 09:51 – Cronograma: revisão, consulta e oferta/contratação em 2026 14:25 – Participação social: haverá nova rodada? 16:36 – Res. 15/2014 x revisão tarifária: como caminham juntas 20:20 – UOC/WACC, BRA e conta regulatória: o que entra agora 26:21 – Metodologias de valoração (CHCI, CRN e alternativas) 54:30 – Contratos legados e entrada/saída até 2026 56:32 – Classificação de gasodutos e harmonização com estados 58:09 – Encerramento e convite às audiências públicas #gasweek #agênciaeixos #ANP
Resolução que promove presença feminina nesta área completa 25 anos; líder da ONU aponta falhas no cumprimento de compromissos internacionais; já diretora executiva da ONU Mulheres diz que crescimento e normalização da misoginia não podem ser encarados como inevitáveis.
Neste episódio, o Entender Direito aborda a efetividade e a técnica dos seguintes mecanismos processuais ligados ao sistema de precedentes qualificados: Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR), Incidente de Assunção de Competência (IAC), Pedido de Uniformização de Interpretação de Lei Federal (PUIL) e Reclamação (Rcl). Em entrevista à jornalista Fátima Uchôa, a professora e procuradora regional do trabalho Gisele Góes e a professora e advogada Sofia Temer detalham cada instrumento jurídico com base na legislação vigente e na jurisprudência dominante, sobretudo no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Entender Direito é um programa mensal que traz discussões relevantes no meio jurídico, com a participação de juristas e operadores do direito debatendo cada tema à luz da legislação e da jurisprudência do STJ. Confira a entrevista na TV Justiça, às quartas-feiras, às 11h30, com reprises aos sábados, às 7h. Na Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília), o programa é apresentado de forma inédita aos sábados, às 7h, com reprise aos domingos no mesmo horário. Além do canal do STJ no YouTube, está disponível nas principais plataformas de podcast, como Spotify.
Proposta apresentada por China e Rússia recebeu nove votos contrários; sanções suspensas, devido ao acordo sobre programa nuclear iraniano, foram reiniciadas no sábado.
O ás Jorge Fernandes responde a perguntas dos ouvintes sobre Gaza e o que poderia ou não mudar um voto dos EUA nas Nações Unidas. E o boicote de alguns países à Eurovisão tem valor?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Passando a Limpo: Nesta segunda-feira (15), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com a Professora de Relações Internacionais no Instituto Maua de Tecnologia (IMT), Flávia Loss de Araújo, sobre a reação dos EUA a condenação de Bolsonaro no STF. Também participa Mary Elbe Queiroz. A Pós-doutora em direito tributário e Presidente do Centro Nacional para a Prevenção e Resolução de Conflitos Tributários, conversa sobre as resistências à reforma do IR.
A iniciativa intitulada “Quem manda no Brasil é o povo brasileiro” está entre as orientações na “Resolução Política do Diretório Nacional do PT”. Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, além de centrais sindicais e movimentos sociais, também planejam ocupar as ruas para defender o Brasil de ataques estrangeiros.Sonoras:
Passando a Limpo: Nesta terça-feira (12), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o secretário estadual de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional, Fabrício Marques. Na pauta, a nova rodada do Ouvir para Mudar. A Pós-doutora em direito tributário e Presidente do Centro Nacional para a Prevenção e Resolução de Conflitos Tributários (Cenapret), Mary Elbe Queiroz, conversa sobre o lançamento do livro "A Consensualidade no Direito Tributário".
A proteção legal para médicos é um tema de crescente importância, especialmente diante do aumento significativo de processos por "erro médico". Em 2023, foram registrados 25 mil processos, um aumento de 35% em relação a 2020, segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Este cenário destaca a necessidade de discussões qualificadas sobre responsabilidade médica e proteção legal. Tendências de litígios e responsabilidade civilUm estudo do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) revelou um crescimento exponencial de ações judiciais por erros médicos, com 693 processos analisados. A maioria das decisões foi desfavorável aos demandantes, com 57,5% dos acórdãos julgados improcedentes. Observou-se uma tendência de condenações mais altas para médicos de instituições públicas em comparação com os de instituições privadas.A responsabilidade civil médica envolve a obrigação legal de reparar danos causados aos pacientes por erros, negligência, imprudência ou imperícia. A essência da culpa está na previsibilidade do resultado desfavorável. Eventos imprevisíveis, como casos fortuitos e força maior, podem excluir a culpabilidade. Importância do prontuário médicoO prontuário médico é a principal ferramenta de defesa em questões legais. Conforme a Resolução CFM nº 1.638, de julho de 2002, o prontuário é um documento legal, sigiloso e científico, essencial para a comunicação eficaz e continuidade do cuidado médico. A integridade e qualidade dessa documentação são responsabilidades do médico assistente e da equipe médica. Estrutura e manutenção dos prontuáriosA estrutura obrigatória do prontuário inclui identificação completa do paciente, anamnese, exame físico, resultados de exames, diagnósticos e tratamentos administrados. A Comissão de Revisão de Prontuários, obrigatória em todas as instituições de saúde, supervisiona a manutenção e qualidade dos prontuários, garantindo a inclusão de todos os elementos obrigatórios e a correta manipulação das informações. Desafios éticos e educação médicaEstudos mostram que negligência é a principal causa de erro médico. Um estudo descritivo do Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb) revelou que 42,7% dos médicos processados foram denunciados por infrações ao artigo 29 do Código de Ética Médica. A maioria dos erros ocorreu em serviços públicos e envolveu procedimentos cirúrgicos.A educação médica contínua em ética e bioética é crucial para prevenir erros. A comunicação efetiva e a relação médico-paciente são fundamentais para reduzir denúncias e processos. Segurança do paciente em cenários cirúrgicosCenários cirúrgicos são críticos para a segurança do paciente e dos profissionais. Globalmente, são realizadas cerca de 234 milhões de operações anuais, das quais aproximadamente 7 milhões resultam em complicações sérias e 1 milhão em mortes. A adesão a protocolos de cirurgia segura é essencial para mitigar riscos e melhorar os resultados para os pacientes.Contribuições dos registros eletrônicosRegistros eletrônicos são fundamentais para a continuidade do cuidado e apoio a decisões clínicas seguras. Uma revisão integrativa da literatura mostrou que registros eletrônicos melhoram a qualidade da documentação, a segurança do paciente e a eficácia dos sistemas de apoio à decisão. ConclusãoA proteção legal para médicos envolve complexidades que exigem um compromisso contínuo com a excelência em práticas médicas e a adesão a protocolos de segurança. Prontuários médicos e registros eletrônicos desempenham um papel crucial na minimização de riscos legais e na melhoria da qualidade do atendimento. A educação contínua em ética médica é essencial para formar profissionais competentes e éticos.Para saber mais, dê play no podcast!Confira esse e outros posts no Portal Afya e siga nossas redes sociais!
Falo sobre Resolução do TJGPO que, seguindo orientação normativa do CNJ, reconheceu direito de licenças maternidade e paternidade a servidores/juízes que vivem uniões/casamentos do mesmo sexo.
Carne cultivada é o novo paradigma na ciência de alimentos que estamos lidando nesta década. Empresas de diversos portes, tanto startups quanto grandes conglomerados alimentícios, estão investindo milhões de dólares nas primeiras unidades de cultivo de carne ao redor do mundo. O produto, também chamado de carne artificial, in vitro ou sintética, tende a resolver muitos problemas e riscos na cadeia da proteína animal ou poderia trazer novos problemas? Mas afinal, o que é esse produto? Tem algum risco de consumirmos essa carne? Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://instagram.com/scicastpodcast Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Marcelo de Matos, Gustavo Rebello, Yasmin Pussente, Lenin Machado, Celina Decol Citação ABNT: Scicast #652: Carne Cultivada. Locução: Tarik Fernandes, Marcelo de Matos, Gustavo Rebello, Yasmin Pussente, Lenin Machado, Celina Decol. [S.l.] Portal Deviante, 01/08/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-652 Imagem de capa: Liudmila Chernetska/Getty Images. Leia mais em: https://forbes.com.br/colunas/2022/04/helen-jacintho-o-que-e-carne-cultivada-em-laboratorio/ Para apoiar o Pirulla, use o Pix abaixo: pirula1408@gmail.com Em nome de Marcos Siqueira (primo do Pirulla) [caption id="attachment_65160" align="aligncenter" width="300"] QR code PIX[/caption] https://www.youtube.com/watch?v=BecoooBM7ME&t=2170s Site: https://www.pirulla.com.br/ Referências e Indicações Sugestões de filmes: Meat of the Future (2020) da Liz Marhall que acompanha o trabalho do Dr. Uma Valeti, cofundador da Memphis Meats (hoje Upside Foods), explorando o surgimento da agricultura celular como uma solução sustentável para a produção de alimentos. Disponível em algumas plataformas de streaming como o Tubi. Sugestões de links: Florida e Alabama proibem carne cultivada: https://apnews.com/article/florida-lab-grown-meat-ban-1613765b1750119ff265fb3c5c56e2aa Itália proibiu carne cultivada a despeito da UE ainda não decidir: https://www.bbc.com/news/world-europe-67448116 Sugestões de games: Cyberpunk 2077 (2020), não é o tema principal do jogo, mas o jogo se passa em um futuro onde a comida sintética e cultivada é comum devido à escassez de recursos naturais. Em Night City, há menções a "carne sintética" e alimentos artificiais vendidos por corporações, refletindo um mundo onde a carne cultivada poderia ser a norma. A série animada derivada, Cyberpunk: Edgerunners (Netflix), também toca nesse tema indiretamente. REFERÊNCIAS: [1]: PAVAN, Bruno. Com produção recorde e queda de preço, consumo de carne bovina volta a crescer no Brasil. Portal Dinheiro Rural, 08 jul. 2024. Disponível em: . Acesso em 06 fev. 2025. [2]: SARTORELLO, Silvio. Estudo da demanda de carnes bovina, suína e de frango pela população brasileira durante o período da pandemia de Covid-19. 2024. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo. [3]: AGROBAND. Abate de bovinos chegou 38,6 milhões em 2024, aponta relatório de Safras. Portal Band.com.br, 10 jan. 2025. Disponível em: . Acesso em 06 fev. 2025. [4]: FICHER, Alison. Carne de laboratório! JBS abala indústria mundial ao anunciar tecnologia capaz de produzir carne real sem precisar abater animais. Portal CPG, Click Petróleo e Gás, 14 ago. 2024. Disponível em: . Acesso em 10 fev. 2025. [5]: BUENO, Maria Eduarda Campa; ISSAKOWICZ, Juliano. Estratégias de mitigação de metano entérico em ruminantes: uma revisão. Desenvolvimento Rural Sustentável: Novas Perspectivas, v. 1, p. 66-86, 2024. [6]: REYNOL, Fabio. Pesquisa avalia emissão de metano por bovinos. Portal Agência Fapesp, 13 fev. 2015. Disponível em: . Acesso em 10 fev. 2025. [7]:GALILEU, Redação. Emissão de metano por gado é medida do espaço pela primeira vez. Portal Galileu, 03 mai. 2022. Disponível em: . Acesso em 10 fev. 2025. [8]: DE OLIVEIRA, Carlos André Dantas; DE MENDONÇA, Lidiane Pinto. Carne cultivada: uma alternativa sustentável. Revista Meio Ambiente e Sustentabilidade, v. 12, n. 24, p. 42-56, 2023. [9]: WIENER-BRONNER, Danielle. Carne de laboratório não envolve abate e abre debate se pode ser considerada halal ou kasher; entenda. Portal CNN Brasil, 28 jun. 2023. Disponível em: . Acesso em 26 fev. 2025. [10]: DOS SANTOS, Ane Iara Machado et al. Um estudo sobre a Prasada: o alimento como um fenômeno cultural, o elo entre o mundo material ao espiritual. Latitude, v. 14, n. 1, p. 162-185, 2020. [11]: [5]: TECNOCARNE, Redação. Regulamentação da carne cultivada: qual é o cenário atual?. Portal Food Connection, 16 ago. 2024. Disponível em: . Acesso em 14 mar. 2025. [12]: BRASIL. Resolução - RDC Nº 839, de 14 de dezembro de 2023. Dispõe sobre a comprovação de segurança e a autorização de uso de novos alimentos e novos ingredientes. Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Brasília, 14 dez. 2023. Disponível em: . Acesso em 14 mar. 2025. [13]: SEIBERT, Gabrielle Antunes et al. Carne Cultivada: Tendências na Utilização de Scaffolds Vegetais para Estruturação. Trabalho de Conclusão de Curso do curso apresentado ao Departamento de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos, vol. 1. 80 p. Universidade Federal de Santa Catarina. 2023. [14]: CNN. China suspende importação de carne bovina de três frigoríficos brasileiros. Portal CNN Money, 03 mar. 2025. Disponível aqui: . Acesso em 17 mar. 2025. [15]: OFFICE, Governor’s. Governo Gianfort bans lab-grown meat in Montana. State of Montana Newsroom, 13 mai. 2025. Disponível aqui: . Acesso em 19 mai. 2025. [16]: https://www.yahoo.com/lifestyle/articles/lab-grown-salmon-got-fda-090300636.htmlSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Resolução sobre a data convida à interação envolvendo indivíduos, comunidades e países; um dos propósitos da data é renovar o compromisso em favor de um futuro de humanidade compartilhada e melhor.
Depois de ser derrotado no Congresso, o governo resolveu recorrer ao Supremo Tribunal Federal para restabelecer o aumento do IOF. Ao entrar com um recurso no STF, o governo eleva a temperatura política com o Congresso e dobra a aposta, avalia Thomas Traumann em conversa com Natuza Nery neste episódio. Comentarista da GloboNews, o jornalista avalia a situação política do governo e os riscos que Lula corre ao adotar a antiga tática do “nós contra eles”, ao opor ricos e pobres, como fez em suas administrações anteriores. Ele conclui ainda o que o país perde com o embate entre os poderes. Depois, Natuza conversa com Mary Elbe Queiroz, advogada especialista em Direito Tributário. Presidente do Centro Nacional para Prevenção e Resolução de Conflitos Tributários (Cenapret) e fundadora do Queiroz Advogados, ela explica os impactos da judicialização para a credibilidade do sistema tributário brasileiro.
Texto apresentado por Espanha, Estado da Palestina e mais 23 Estados-membros recebeu 149 votos favoráveis; decisão condena “uso da fome” como arma de guerra, pede fim de bloqueio humanitário e libertação dos 53 reféns israelenses.
Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho*Em Dia Mundial do Ambiente, Guterres pede tratado ambicioso contra plásticos*Resolução sobre cessar-fogo em Gaza é vetada no Conselho de Segurança*Metade do Haiti em situação emergencial de fome, mas só 8% do apelo foi recebido*Agência quer que países preparem sistemas de saúde para estação de furacões
Proposta, apresentada nesta quarta-feira, exigia fim dos combates de forma permanente e libertação de reféns; EUA votou contra texto que não garantia saída do Hamas da área.
Debate da Super Manhã: Promover o crescimento econômico, ampliar a competitividade do país e atrair investimentos nacionais e estrangeiros. Esses são alguns dos objetivos do Governo Federal e que podem ser alcançados com a implementação das 25 medidas que terão prioridades de execução nos próximos dois anos. No debate desta sexta-feira (9), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados sobre as decisões no congresso, as mudanças necessárias e emergenciais e os impactos das reformas na vida dos brasileiros. Participam o ex-senador, ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, o ex-secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco e ex-ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, e a pós-doutora em Direito Tributário, presidente do Centro Nacional para a Prevenção, Resolução de Conflitos Tributários (Cenapret) e sócia do Queiroz Advogados Associados, Mary Elbe Queiroz