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Alexandre Garcia comenta derrubada de resolução abortista do Conanda, início da produção de fertilizantes no RS, crise de confiança no STF e prejuízo dos Correios.
Editorial: A derrota final da resolução abortista do Conanda
Em 28 de maio de 2026, foi publicada no Diário da República a Resolução do Conselho de Ministros n.º 102/2026, que aprova o Plano Nacional de Nuvem Soberana (PNCS). Numa primeira leitura, o diploma pode parecer distante da sala de aula — fala de infraestruturas, de cibersegurança, de dados críticos do Estado. Mas quem trabalha em educação sabe que as políticas digitais nunca ficam à porta da escola. E esta não é exceção.
Material: https://www.tertuliarium.org/pdf/TM-503Pesquisador(a): Lane GaldinoDebate realizado em 24/05/2026Tertúlia Matinal é a reunião aberta onde os pesquisadores da Conscienciologia apresentam seus temas de estudo para debate geral. Ocorre todos os domingos pela manhã, das 09h às 10h45, no auditório do Tertuliarium.As opiniões emitidas na Tertúlia Matinal são de inteira responsabilidade de seus autores e não representam a posição oficial do CEAEC ou da Conscienciologia sobre os temas discutidos.#Tertuliarium #Conscienciologiahttps://www.youtube.com/watch?v=k8meZRMnJCA
Nova decisão da Assembleia Geral é qualificada pelo secretário António Guterres como uma “afirmação poderosa” da ciência e do direito; Nações Unidas veem medida como passo histórico e urgente na defesa de futuras gerações.
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A Resolução Conjunta nº 18 do Banco Central do Brasil está transformando a forma como bancos, fintechs e instituições financeiras tratam seus dados. Alexandre Abreu conversa com Janny Castro sobre os impactos da nova regulação, os desafios de governança em ambientes com sistemas legados, os riscos de dados inconsistentes no Open Finance e como a qualidade da informação pode gerar eficiência, reduzir riscos e criar vantagem competitiva no mercado financeiro.Participantes:Janny Castro, Sócia de Consultoria Financial Services, Forvis Mazars.Host(s):Alexandre Abreu, Apresentador, Tracto.
Seis anos após a consolidação do Brexit, Paris se firmou como o principal destino de bancos e fundos de investimento na União Europeia. A chegada de tradicionais instituições financeiras, como a britânica Barclays, e de fintechs de peso, como o banco online Revolut, confirma que o caminho traçado pelo governo francês para atrair o setor financeiro deu resultados – apesar da imagem do país ter sido abalada por sucessivas crises políticas, impasses fiscais e orçamentários. Londres continua sendo a maior praça financeira da Europa, porém desde que o Reino Unido formalizou a saída do bloco europeu, milhares de instituições financeiras foram obrigadas a buscar um destino dentro das fronteiras da UE. Uma concorrência se estabeleceu entre Paris e Frankfurt, em primeiro plano, mas também Dublin, Milão, Luxemburgo e Amsterdã, as outras praças fortes em euro. Indicadores como a atividade de mercado e a capitalização da bolsa mostram que a França foi a opção mais escolhida para a gestão de ativos, a instalação de filiais europeias e por empresas de tecnologia. Já a Alemanha foi preferida para as atividades ligadas à regulamentação e supervisão bancária, devido à presença do Banco Central Europeu em Frankfurt. “Paris não substitui Londres, e também não domina tudo, mas está com vantagem na concorrência entre as grandes praças financeiras da Europa continental”, resume Pascal de Lima, economista-chefe da consultoria Novaminds, em Paris. “Nem seria do interesse da Europa concentrar tudo em Paris. Uma grande praça financeira europeia é útil para fazer frente a Londres, Nova York e Cingapura, mas uma concentração excessiva criaria riscos. A melhor lógica europeia é uma rede de praças especializadas.” Metade das novas autorizações Os mais recentes números da Autoridade de Controle Prudencial e de Resolução (ACPR), órgão de supervisão bancária e de seguros do Banco da França, indicam que, em 2025, Paris recebeu cinco vezes mais pedidos de autorização de instituições de crédito do que no ano anterior, e a metade de todas as solicitações feitas na zona do euro. Entre elas, está o maior banco online da Europa, o Revolut, que fará da sede francesa o seu hub de operações em todo o continente. A gigante de stablecoins Circle também quer se estabelecer em Paris. As escolhas não foram um acaso. A iminência do Brexit motivou uma série de reformas fiscais e trabalhistas na França para aumentar a atratividade da Cidade Luz, que em 2025 ultrapassou Tóquio e ficou na quarta posição no ranking de referência da Open Financial Ecosystem Index (OFEX). O índice estabelece as melhores praças internacionais, com base em 53 critérios. Estratégia de atração “As reformas ajudaram claramente, embora não expliquem tudo”, avalia Lima. “A queda do imposto sobre as empresas de 33% para 25%, a criação de um regime fiscal único sobre os rendimentos do capital, a reforma do Direito do Trabalho, a estratégia Choose France e o próprio discurso de Emmanuel Macron, mais favorável às empresas, melhoraram a imagem e a previsibilidade do mercado francês junto aos bancos e investidores internacionais”, indica. Antes dessa movimentação, Paris já dispunha de uma presença sólida de bancos sistêmicos, na gestão de ativos e infraestruturas de mercado em torno da sua bolsa de valores, com grandes empresas cotadas. Também oferece um ecossistema de novas tecnologias dinâmico, além de ser um polo de formação de talentos financeiros e tecnológicos de alto nível. O dinamismo do setor financeiro nos últimos anos beneficia a economia francesa, com efeitos como aumento da arrecadação e atração de investimentos – nos últimos seis anos, a França foi o principal destino de investimentos estrangeiros na Europa, segundo a EY. A criação de postos de trabalho qualificados é outra vantagem, com traders, juristas, auditores, profissionais de dados e de cibersegurança encontrando um mercado favorável na França. O banco americano JP Morgan Chase hoje tem 1.000 colaboradores em Paris, quatro vezes mais do que antes do Brexit.
A cilada do curso TTI (Técnico em Transações Imobiliárias) em 30 dias. Um debate sobre as escolas irregulares que descumprem a legislação do Ministério da Educação Resolução do CNE/CP 2/2025 para a formação do Corretor de Imóveis. Conheça as soluções em produtos e serviços do Espaço do Corretor com 10% de desconto para a comunidade IBRESP. Acesse: https://ibresp.com.br/espaco-do-corretor#ibresp #corretordeimoveis #educacaoimobiliaria #tti #creci
Assumir o escudo do mestre pela primeira vez pode parecer intimidador, mas não precisa ser! Neste episódio do Caixinha Quântica, desmistificamos o papel do narrador e entregamos o caminho das pedras para você tirar sua campanha do papel e conduzir uma mesa épica.Se você tem medo de travar, de não saber todas as regras ou de como lidar com os jogadores, este guia é para você. Discutimos três pilares fundamentais para sua jornada:Referências: Como usar filmes, livros e outras mídias para enriquecer sua narrativa.Improvisação: O segredo para lidar com o inesperado e manter o fluxo da história quando os jogadores fogem do roteiro.Resolução de Conflitos: Dicas práticas para mediar a mesa e garantir a harmonia e a diversão de todos.Ouça agora e prepare-se para narrar sua primeira grande aventura!???? Siga o Caixinha Quântica:Instagram: https://www.instagram.com/caixinhaquantica YouTube: https://www.youtube.com/caixinhaquantica Site Oficial: https://caixinhaquantica.com.br#RPG #MestreDeRPG #DicasDeRPG #CaixinhaQuantica #RPGdeMesa #ComoMestrar #Narrativa #PodcastBrasil #DungeonsAndDragons
A Resolução Régia de 31 de outubro de 1811 foi o marco jurídico e administrativo que oficializou a criação da Vila de Caxias das Aldeias Altas. Ela transformou o antigo povoado em uma unidade política autônoma, dando o pontapé inicial para a Caxias que conhecemos.
A prefeitura de Vila Velha informou que o acesso às ilhas Itatiaia e dos Pacote será suspenso, desta quarta-feira (15) até o dia 15 de outubro, para proteger o período reprodutivo de aves marinhas ameaçadas. A medida, informa a administração municipal, atinge visitantes e embarcações turísticas e segue norma estadual voltada à preservação de áreas sensíveis do litoral.A restrição está prevista na Resolução Consema nº 011/2005, que estabelece limites de uso em locais considerados estratégicos para a reprodução das espécies. Durante o período, aves como as andorinhas-do-mar e as pardelas-de-asa-larga utilizam as ilhas para nidificação, concentrando-se em áreas reduzidas e vulneráveis à presença humana.As ilhas fazem parte de uma rota de reprodução no litoral capixaba, que inclui ainda a Ilha Escalvada, a Ilha Branca e as Ilhas Galhetas. Nesses locais, as aves encontram condições adequadas para a construção de ninhos, em ambientes isolados e com menor interferência externa. Em entrevista à CBN Vitória, o coordenador de fauna silvestre da Secretaria de Meio Ambiente de Vila Velha, Alexandre Afonso, fala sobre o assunto.
Uma das áreas que mais foram alvo de pedidos de oração e apontada como uma luta a ser travada em diversos ambientes corporativos é o relacionamento com superiores, colaboradores e pessoas sob autoridade. Cristo tem direção e resposta para isso. Esta Palavra traz muita luz sobre isso.
Texto recebeu 11 votos a favor, 2 contra e 2 abstenções; China e Rússia, que têm poder de veto, rejeitaram proposta impedindo aprovação; sessão foi presidida pelo ministro das Relações Exteriores do Bahrein, Abdullatif bin Rashid al Zayani.
Neste episódio, apresentamos a resolução política da direção nacional da tendência petista Articulação de Esquerda. Escutamos o informe da companheira Natalia Sena (RN) sobre a reunião do Diretório Nacional do PT que tratou da homologação de novas filiações. E o companheiro Adriano Bueno comenta a decisão da ONU sobre a caracterização da escravização humana como o maior crime da história da humanidade.
No quinquagésimo quinto episódio do Estudos Medievais, recebemos Isabela Alves Silva, doutoranda em História Social pela Universidade de São Paulo, para falar sobre a Vingança e a Resolução de Conflitos na Alta Idade Média. A convidada nos explica em que consiste a vingança, quais eram os termos utilizados nos documentos medievais para defini-la e como, por muito tempo, essa prática, ao lado de outros usos da violência, serviu para a consolidação de uma imagem negativa da Idade Média, como época de brutalidade e de falta de valorização da vida. Isabela discute também como os historiadores, com a ajuda da Antropologia Jurídica, revisaram essas considerações, repensando as motivações e o funcionamento da vingança e os recursos existentes nas sociedades medievais para limitá-la.ParticipantesIsabela Alves SilvaTamires PorfiroMembros da equipeDiego Pereira (roteiro)Emília França (roteiro)Eric Cyon (edição)Gabriel Cordeiro (roteiro)Isabela Silva (roteiro)José Fonseca (roteiro)Marina Sanchez (roteiro)Rafael Bosch (roteiro)Sara Oderdenge (roteiro)Tamires Porfiro (edição e ilustração)Sugestões bibliográficasALMEIDA, Néri de Barros. Violência e paz: um diálogo com o passado medieval. In: ALMEIDA, Cybele C. et al. (orgs.). Violência e poder. Reflexões brasileiras e alemãs sobre o medievo e a contemporaneidade. Porto Alegre: DM Editora, 2017, p. 23-40.BARTHÉLEMY, Dominique. La vengeance, le jugement et le compromis. In: Actes du congrès de la Société des historiens médiévistes de l'enseignement supérieur public. 31e, 2000, Angers. Le règlement des conflits au Moyen Âge. Paris: Publications de la Sorbonne, 2001, p. 11-20.BARTHÉLEMY, Dominique; BOUGARD, François; LE JAN, Régine (orgs.). La Vengeance, 400-1200. Rome: École Française de Rome, 2006.BROWN, Warren. Violence in Medieval Europe. Harlow: Routledge, 2011.VERDIER, Raymond (org.). Vengeance. Le face à face victime / agresseur. Paris: Autrement, 2004.
Francisco Mendes da Silva defende que para combater o Chega a melhor solução seria um governo PSD/PS. Sérgio Sousa Pinto está contra a perseguição judicial dos políticos que dizem coisas racistas. Armando Esteves Pereira olha para as previsões pessimistas do Banco de Portugal e acha que, por causa da guerra no Irão, a realidade ainda será bastante pior. São temas para análise de Nuno Ramos de Almeida, Paula Cardoso e Pedro Tadeu, que ainda discutem a aprovação na ONU de uma Resolução onde se define a escravização de africanos como o crime mais grave contra a humanidade, bem como o voto de Portugal, que se absteve.Já podes ver e ouvir nestas plataformas. Segue-nos!
Irã classifica proposta apresentada pelos EUA de “excessivo e desconectado da realidade” e diz que não vai aceitar imposições externas sobre o fim do conflito. E ainda:- Resolução da ONU que declara o tráfico de escravizados africanos 'o crime mais grave contra a humanidade' foi aprovada por 123 países. 3 votaram contra e outros 52 se abstiveram- Ministro Mauro Vieira confirma que governo brasileiro manifestou sua oposição à intenção dos EUA de classificar PCC e CV como organizações terroristas- Os líderes americano e chinês se reunirão em Pequim nos dias 14 e 15 de maio- Defesa deve tentar derrubar as acusações de tráfico de drogas em nova audiência de Maduro nos EUA Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
A Assembleia Geral da ONU aprovou nesta quarta-feira uma resolução que declara a escravatura como o "Crime mais grave contra a Humanidade" e defende o princípio de reparações históricas. Sobre os 193 Estados-membros da ONU, uma maioria de 123 votou a favor desta iniciativa lançada pelo Gana em nome da União Africana. 52 Estados, entre os quais países europeus como a França, o Reino Unido, Espanha e Portugal, antigos colonizadores, optaram pela abstenção, enquanto três outros países, os Estados Unidos, Israel e a Argentina votaram contra a resolução que, apesar de não ser vinculativa, abre a via para reparações, pedidos de desculpas, compensações para os descendentes das vítimas, restituição de obras de arte e objectos com significado documental, espiritual ou simbólico que foram pilhados. Reconhecida como "Crime contra a Humanidade" em 1998 pelo Tribunal Penal Internacional e em seguida pela ONU em 2001, a escravatura e o tráfico de seres humanos escravizados envolveu, segundo estimativas da UNESCO, 15 a 20 milhões de africanos que foram deportados para a América e as Caraíbas entre os séculos XV e XIX. Apesar de os países que colonizaram e praticaram o tráfico de seres humanos escravizados reconhecerem paulatinamente este passado, a França tendo votado em 2001 uma lei qualificando a escravatura como "Crime contra a Humanidade", enquanto o antigo Presidente português Marcelo Rebelo de Sousa pediu desculpa pela colonização em 2023, sobra muito caminho por percorrer. Para Benigna Zimba, historiadora moçambicana especialista da História da escravatura, o passo dado ontem é de grande importância. RFI: O que representa a resolução votada ontem na Assembleia Geral da ONU? Benigna Zimba: Esta aprovação de uma resolução com este conteúdo é um passo extremamente grande e eu diria, de uma dimensão quase que incalculável, porque nós estamos a falar de escravização. Este conceito, que é também relativamente novo, durante décadas, sempre viemos falando de escravos e são as próprias Nações Unidas que nos levaram a este passo de uma certa "Humanização" de todo este processo. A partir de agora, todo aquele crime, tudo aquilo que está ligado ao processo que nós, durante muitos anos, chamamos de escravização, de tráfico de escravos, de tráfico de pessoas, passa a ter o estatuto de crime agravado a nível mundial. Está certo que aqui em África e é em África onde nós temos a maior incidência para aquilo que a partir de agora é considerado como crime agravado. Mas este crime só se agrava com a intervenção dos outros intervenientes, para onde os escravos foram e eram levados. E aqui permitam-me que volte de novo, um pouco atrás. O primeiro passo que as Nações Unidas deram, não o primeiro, um dos passos importantes que as Nações Unidas deram neste processo que permite hoje que coloquemos este crime como um dos mais agravados para toda a Humanidade, foi precisamente esta conceptualização sobre a maneira de olhar para o assunto. Permitiu que nós passássemos a falar realmente de pessoas humanas, aquelas que em algumas enciclopédias, em alguns escritos, ainda não tinham estatuto de pessoa, passassem a ter o estatuto de pessoa e, tendo estatuto de pessoa, já lhes permite que elas possam entrar dentro de um quadro jurídico-legal que possa ser assumido e tratado como pessoa. De 2024 para 2025, a União Africana decretou todo um ano de "justiça e reparação" para este tipo de crimes. E agora este crime tem um quadro legal porque é um crime contra uma pessoa e não uma mercadoria, que é assim que era considerado. Isto é de uma importância incalculável. RFI: A escravatura foi já considerada Crime contra a Humanidade pela justiça internacional em 1998 e também foi reconhecida como Crime contra a Humanidade pela ONU em 2001. O que é que o facto de considerar que é o "Crime mais grave contra a Humanidade" acrescenta? Benigna Zimba: Acrescenta precisamente esta expressão "mais grave". E estas convenções de 1998 e 2001 não tinham este aspecto em que o escravo não era mera mercadoria especial, mas era pessoa humana. Então, quando nós já 2022 para cima, não foi exactamente num único momento, mas foi um momento gradual, relativamente rápido que nós passamos a ter este conceito. Tanto assim que a própria UNESCO também mudou o nome: já não é a "rota do escravo", mas a "rota de pessoas escravizadas". E trata-se também de assuntos sobre racialização, racismo agravado e etc. Um pouco neste contexto. Então, quando se diz que é o mais grave ou extremamente agravado, isto dá-nos a oportunidade de olhar e contextualizar historicamente de uma outra maneira. Quer dizer que se você escravizou, se você se tornou alguém escravizado, isto significa que a eventual forma de criminalizar este crime tem um quadro jurídico, mas também agravado. Tem penalizações com maior gravidade, é todo um contexto legal, jurídico e histórico. Coloca-se que aqueles que estiveram envolvidos, tanto pessoas individuais, instituições -pessoas individuais, não são muitas- nós estamos a falar aqui de sistemas económicos, de países para países. Estamos a falar de um quadro de colonização, nós estamos a falar de um sistema complexo, que é político, que é económico e social, com bases ideológicas fortes, que sustentaram todo este sistema da escravização e da venda de pessoas escravizadas a vários níveis, interno, intercontinental, internacional, etc. Então, quando nós chegamos a um ponto em que as Nações Unidas, que são a instituição e o organismo máximo que tem a palavra e o poder para dizer isto, nós atingimos um ponto analítico de máxima e extrema importância, permite-nos a nós também estudiosos, estudar este fenómeno de uma outra maneira, abordá-lo de uma outra maneira, e as eventuais "comissões de verdade e Justiça" que vão existindo cada vez mais ao nível dos países e a nível regional, principalmente em África, já tivemos uma nas Maurícias que praticamente cumpriu a sua missão, já tivemos uma parecida, no entanto ligada à escravização, mas de uma certa maneira ligada a estes fenómenos que na África do Sul, são os países expoentes máximos. Neste sentido, permite que outros países também possam começar politicamente a abordar este aspecto. Aqui não se trata de estar a apontar dedos acusadores. Pelo menos não é essa a perspectiva que eu, como estudiosa, defendo. Eu defendo a perspectiva analítica, segundo a qual permite uma interacção diferente entre aqueles que foram os actores do processo de escravização e os que foram escravizados. E permite colocar os termos justiça e reparação num outro quadro interactivo mais positivo. RFI: Relativamente à questão das reparações, fala-se, por exemplo, de um pedido de desculpas formais, compensações para os descendentes das vítimas, políticas de luta contra o racismo, restituição de bens culturais e espirituais. Como é que encara precisamente este processo de restituição e de reconhecimento do que foi a escravatura? Benigna Zimba: Indo ao fundo da questão que é a escravatura, agora considerada como crime mais agravado com este quadro todo ele complexo, há uma outra maneira de conversar entre as partes envolvidas. Primeiro, não olhar, não apontar. Era isto que eu estava a dizer. Não apontar o dedo acusador. Esta não é melhor forma de interagir, mesmo que seja considerado o crime mais agravado, mas uma forma interactiva, onde é possível e onde realmente se justifica, que não é a maior parte dos casos, reparações financeiras devidamente identificadas, justificadas e que não criem lugar e espaço para outros problemas que normalmente o dinheiro costuma provocar. As instituições, sob o ponto de vista de arquivos, documentos, objectos de arte, que é uma parte substancial de um legado cultural que acabou indo para fora, principalmente do continente africano, nestas condições, de todo o processo de escravização e tráfico de seres humanos escravizados que se encontra a abordagem, primeiro "sentar de igual para igual". Quando digo "entre aspas", quero dizer que deve se olhar como ser humano. Não somos nós, não sou eu, Benigna Zimba, que fui escravizada. Eu estou a falar em memória dos antepassados que sofreram isto. Mas quando alguém olha para mim ainda neste patamar, é isto que dificulta a interacção. E a agravação do crime chama uma maior responsabilidade daqueles que têm toda esta herança da colonização e do processo de escravatura. Chama a uma maior responsabilidade, porque, afinal de contas, não foi só levar alguém. Isto é o crime mais grave que pode existir em toda a Humanidade no âmbito dos sistemas políticos e, assim sendo, permite também que a África, os antigos colonizados, também tenham formas mais interactivas e mais positivas de olhar para esta questão. Pode parecer pouco, mas a restituição dos documentos, isto é extremamente importante. Se o documento pertence a um determinado país, então que volte para lá. Se este monumento, este objecto de arte, deve ir para lá. Se há um acordo entre as partes que isto deve ser restituído, vai ser restituído, Não vai restituir a pessoa que morreu durante o tráfico transatlântico. Mas vai restituir uma parte de todo um processo que criou toda esta mentalidade colonial. É um processo gradual de descolonização mental por parte dos antigos colonizados e também dos antigos colonizadores, para que sentem numa mesa onde os dois têm as mesmas cadeiras, o mesmo patamar, isto é, que poderá fazer com que se possa olhar para uma forma de restituição, construção económico-cultural com base numa reconstrução cultural, por assim dizer, da própria Humanidade. RFI: Como é que encara o facto de esta resolução não ser vinculativa? Esta é uma resolução que, concretamente, corre o risco de ficar por aí e não ser seguida de efeitos, uma vez que não é obrigatória. Benigna Zimba: Este tem sido um dos grandes assuntos. Eu não diria problema. Tem a ver com a natureza das próprias Nações Unidas. Hoje em dia, muito do que está escrito nas Nações Unidas, as nações não cumprem. Para este caso depende muito, principalmente dos próprios países, que são, "as vítimas". A União Africana decretou praticamente um ano e, para mim, um ano não é praticamente nada. Se olharmos para trás, o que é que foi feito neste ano da "reparação e justiça" neste sentido? Em termos palpáveis, eventualmente criaram-se bases para passos seguintes, mas não é tempo suficiente para que todas as nações africanas tenham aquilo que em inglês se diz "awareness", que tenham consciência e seja o momento oportuno. Debatem-se com tantos constrangimentos para o desenvolvimento económico e cultural, para que possam olhar para este assunto com a devida atenção. Então, aqui é mesmo uma questão de contexto e de oportunidade e nós podermos dizer já existe este instrumento tal e qual quando surgiram as abolições da escravatura. Para o caso do Império colonial português, houve várias abolições. Havia decretos de abolição que muitos dos traficantes de escravos nunca chegaram a conhecer e eles achavam que estavam dentro da legalidade, porque eles tinham papéis. Eles faziam este comércio. Então, quando surgem estes documentos, o papel da disseminação, o papel da normatização, o papel da conscientização, é o faz com que os Estados estejam politicamente interessados e cria mecanismos para que isto seja uma norma. Para que isto seja adquirido, para que isto seja uma prática, depende muito de nós. Também não interessa estar somente no papel, interessa é a maneira como nós encontramos criativamente, positivamente, uma maneira de implementar, porque o instrumento está lá e se ele não é vinculativo legalmente, nós temos aqui uma base para o torná-lo vinculativo legalmente. Há alguém acima das Nações Unidas neste sentido que pode falar para as nações? Não tem. RFI: Evocou precisamente Portugal. Portugal fez parte dos países europeus que se abstiveram durante a votação de ontem. Qual é a sua reacção? Benigna Zimba: Aqui é um pouco difícil dizer quais seriam os motivos. Portugal é um país soberano e Portugal é aquele que, nos tempos que já lá vão, teve um dos maiores, senão o maior império colonial em termos de tempo, foi o maior império colonial de todos os tempos, extensão também, se olharmos para os continentes que abrangeu ao mesmo tempo num determinado período histórico. O país terá tido as suas razões, que não cabe a mim, na qualidade de moçambicana, eventualmente fazer algum juízo e eu seria um pouco cautelosa em comentar esta questão. Em alguns momentos históricos, os países podem não sentir-se em condições de se pronunciar sobre determinados eventos. Portugal foi um dos que mais escravos fez. As abolições de Portugal levaram vários tempos. Eventualmente, Portugal ainda não tenha encontrado as palavras e o momento para subscrever algo de tamanha envergadura, onde ele próprio, como antigo país colonizador, esteve envolvido. Então também não estou aqui a defender Portugal. Mas gostaria de ser o mais neutra e cautelosa possível e respeitar a posição de Portugal que certamente como país idóneo que é e com excelentes relações que tem com os antigos países colonizados, terá os seus motivos para ter tomado esta posição. RFI: Também houve três países que se pronunciaram contra esta resolução. Os Estados Unidos fazem parte dos países que votaram contra, apesar de nos próprios Estados Unidos, a questão da escravatura ser de facto, também uma questão essencial. Há textos de lei também que estão na gaveta à espera de serem aprovados para também haver esse reconhecimento. Como é que encara esse voto contra dos Estados Unidos? Benigna Zimba: Talvez para os Estados Unidos seja relativamente mais fácil a nossa compreensão. Nós estamos aqui, do lado de fora do teatro jurídico, ali dentro. Nós olhamos para os Estados Unidos do hoje, para o papel que têm dentro e fora do seu território. Seria relativamente um pouco mais fácil entender o voto contra dos Estados Unidos à luz daquilo que tem sido a sua política. E não estamos a falar nada contra, não estamos a criticar, simplesmente estamos a olhar para o papel dos Estados Unidos hoje. Para ir hoje ou daqui a alguns dias, para os Estados Unidos, vai ser necessário pagar um visto de 15.000 Dólares, em moeda moçambicana é um milhão de Meticais. Isto é uma restrição imediata e são 50 países envolvidos. Países lusófonos estão nesta lista. Estaremos vedados a ir para lá eventualmente. Os que estão lá vão ter que encontrar um meio relativamente rápido de voltar para as suas terras, por causa da falta de mobilidade que irá existir. Então, temos elementos palpáveis da actual política interna e externa dos Estados Unidos que nos abre uma janela para entendermos por que eventualmente não concordar com esta qualificação. E eles, concordando, estariam no lugar de concordar com um grande processo dos Estados Unidos que aconteceu por causa do tráfico das escravaturas. A Carolina do Sul de hoje não existiria sem o tráfico de escravos e o tráfego também triangular. Aqueles que não pararam na América do Sul. Estamos a falar do Brasil, que é um autêntico continente e seguiram depois para as Américas, para os Estados Unidos. Uma boa parte da população que é conhecida como afro-americana, não existiria se não fosse esta escravatura, este tráfico dinâmico para lá. Então a posição dele, a ter sido eventualmente mais clara e mais transparente, dizem que não concordam. Os Estados Unidos são soberanos e tiveram a coragem de dizer que não. Nestes acórdãos internacionais, à medida que o tempo vai passando, nós temos hoje "muitas guerras no prato" que nos fazem entender muito melhor como surgiu uma Primeira Guerra Mundial, como surgiu uma Segunda Guerra Mundial. É-nos mais fácil este entendimento e o entendimento também de cada país neste teatro. Então, neste momento, para mim, é fácil entender a posição dos Estados Unidos. Acho que eles foram corajosos, foram transparentes, falaram que não, que não concordam, porque eles fazem parte disto. Não têm como. Isto teria algumas implicações, eventualmente, sob o ponto de vista do respeito das normas do Direito Internacional, que aparentemente neste momento não estão a respeitar. Eles defendem-se da maneira como eles se defendem. RFI: Outro país que também votou contra esta resolução é Israel. E aí coloca-se nomeadamente a questão da concorrência das memórias, que é falada já há muito tempo. Benigna Zimba: No teatro político, Israel e Estados Unidos, neste momento, pelo menos da porta para fora, são aliados. Pode ser uma aliança temporária, mas são aliados. Podem ter os seus pontos de desacordo, mas são aliados. E grandes aliados para determinados propósitos. Então é muito fácil perceber, na minha opinião, porque é que os Estados Unidos, votando contra, também Israel vota contra. Pode ter havido até um pré-consenso, que é o que muitas vezes acontece quando se trata de votação para este tipo de acordos. E estes são países, tanto Israel como Estados Unidos, nós não estamos aqui a falar da memória popular, não estamos aqui a falar de heranças, de tradições, etc, estamos a falar de sistemas políticos que estão ali no poder neste momento. É isto que conta ali no teatro das Nações Unidas. Não é um voto popular, não é uma voz que se está a levantar. Eventualmente também Portugal terá sido cauteloso ao colocar-se como neutro ou abster-se. Nós temos que olhar aquilo que é o hoje, os interesses políticos e de expansão e de territorialização e de afirmação do poderio político e monopólio a nível internacional. Onde é que estão os principais focos e como é que eles olham para algo do passado que, se eles aprovassem, não estaria a colocá-los numa situação extremamente complicada se eles aceitassem que isto é o "crime mais grave"? Eventualmente iriam ter que aceitar amanhã que a invasão a um determinado país também é o crime mais grave. É claro que eles não vão votar a favor. RFI: Mas para falarmos, por exemplo, de um argumento que foi ouvido durante a sessão de ontem, que foi expressado nomeadamente pelo Reino Unido, era a questão de recusar estabelecer uma hierarquia entre os Crimes contra a Humanidade. Julga que aí está-se de facto a estabelecer uma hierarquia e que isto está a prejudicar outras memórias que, por exemplo, têm a ver com o genocídio dos judeus na Europa durante a Segunda Guerra Mundial, ou outros acontecimentos trágicos da história da Humanidade? Benigna Zimba: Eu não percebi porque é que o Reino Unido colocou esta questão de hierarquização. Não concordo com este termo por uma razão muito simples: as Nações Unidas estão a partir do princípio de que isto é realmente generalizado. Não há continente neste planeta Terra que, directa ou indirectamente, não tenha sido afectado pelo tráfico de pessoas escravizadas. Nesse sentido, nós estaríamos a globalizar positivamente este fenómeno. Ela aconteceu em todo lugar. Também temos genocídios, infelizmente, em muitos países do mundo. Mas este é um ponto comum e, de certo modo, de partida. E foi este ponto que fez também que muitos se desenvolvessem à custa do subdesenvolvimento do outro. E hoje somos chamados de países subdesenvolvidos ou em vias de desenvolvimento. E essas conotações duram décadas. Nunca se sai daí. Então, ao globalizar este crime, eu penso que aqui não se deve estabelecer hierarquia. Porquê hierarquizar? Eu confesso que eu não entendi. Eles também fizeram parte. Os primeiros abolicionistas foram os britânicos. Então todos estes países estão dentro deste contexto e são as maiores potências hoje. Então, respondendo de novo à questão, eu não concordo com esta questão da hierarquização. Foi colocado com base numa determinada constatação. Foi bem fundamentado. Era difícil fundamentar melhor, porque também quem faz a fundamentação tem heranças que estão dentro deste processo. Isto é um pouco complicado. Eu de facto não concordo que este termo seja objecto de discussão. Isto desvia os focos daquilo que as Nações Unidas querem atingir e as Nações Unidas também sabem que vão ter dificuldades, que isto simplesmente leva anos. Pode levar décadas, mas em algum momento nós temos que ter a capacidade de cada vez mais que o tempo passa, de utilizar estes instrumentos para que nós possamos fazer jus a tal verdade e justiça que se quer atingir.
Declaração aponta importância de se abordar injustiças históricas afetando os africanos e pessoas de ascendência africana, prevê pedido de desculpas pelo tráfico de escravos e um fundo de reparações; Portugal foi o único lusófono que se absteve na votação.
Jornal da ONU com Ana Paula Loureiro. Esses são os destaques desta quarta-feira, 25 de março.Situação no Oriente Médio é “extremamente perigosa e imprevisível”Resolução define escravização de africanos como o mais grave crime contra a humanidade
Declaração aponta importância de se abordar injustiças históricas afetando os africanos e pessoas de ascendência africana, prevê pedido de desculpas pelo tráfico de escravos e um fundo de reparações; Portugal foi o único lusófono que se absteve na votação.
Neste episódio comentamos sobre as principais atualizações e desafios no mercado de tecnologia, trazendo uma análise objetiva sobre cibersegurança e proteção de dados. Ao longo da reprodução, você irá descobrir os recentes desdobramentos éticos do uso de inteligência artificial em contextos militares, envolvendo a recusa da Anthropic em aderir aos termos do Departamento de Defesa norte-americano e os impactos disso para a privacidade global. Você também irá aprender sobre o novo marco regulatório do Conselho Federal de Medicina para ferramentas automatizadas na área da saúde, compreendendo como as exigências da LGPD se aplicam à segurança da informação na proteção de dados médicos sensíveis. Além disso, você entenderá os detalhes do recente ataque hacker que causou graves incidentes de segurança no setor financeiro, e saberá identificar as vulnerabilidades críticas na integração de modelos de linguagem via protocolo MCP, como a perigosa injeção de prompts em servidores expostos. O host Guilherme Goulart compartilha ainda sua vivência no evento SecOps Summit, refletindo sobre a importância dos profissionais de segurança na governança corporativa. Por fim, você poderá avaliar como o uso excessivo do ChatGPT pode afetar a criatividade e gerar a homogeneização do pensamento. Para continuar acompanhando nossas discussões, não se esqueça de assinar o podcast na sua plataforma preferida, seguir nossos perfis nas redes sociais e avaliar o programa para apoiar o nosso trabalho. Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana. Visite nossa campanha de financiamento coletivo e nos apoie! Conheça o Blog da BrownPipe Consultoria e se inscreva no nosso mailing Acesse WhisperSafe – Transcreva áudio e grave reuniões direto no seu computador, mesmo offline. Rápido, leve e pronto para usar com qualquer IA. Use o cupom SEGLEG50 para 50% de desconto na sua assinatura. ShowNotes Episódio citado – 2013-06-18 – Episódio #28 – PRISM – Privacidade X Segurança The Pentagon formally labels Anthropic a supply-chain risk Anthropic's Claude is suddenly the most popular iPhone app following Pentagon feud Anthropic vs. U.S. Department of War The Pentagon Can't Afford This A.I. Fight Statement from Dario Amodei on our discussions with the Department of War Employees across OpenAI and Google support Anthropic's lawsuit against the Pentagon AI safety leader says ‘world is in peril’ and quits to study poetry Microsoft & Anthropic MCP Servers at Risk of RCE, Cloud Takeovers AI Conundrum: Why MCP Security Can’t Be Patched Away MCP is the backdoor your zero-trust architecture forgot to close Ministério da Educação – REFERENCIAL PARA DESENVOLVIMENTO E USO RESPONSÁVEIS DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA EDUCAÇÃO Nova resolução de uso de IA na CFM Artigo “When ChatGPT is Gone: Creativity Reverts and Homogeneity Persists“ BTG Pactual restabelece operações via Pix após ser alvo de ataque hacker BTG Pactual sofre ataque hacker e suspende operações via Pix PF investiga participação de funcionários no ataque hacker de R$ 100 milhões ao BTG Pactual Imagem do Episódio: A Torre de Babel — Pieter Bruegel
Sermão da série de mensagens "O Cristo e o Caminho da Cruz", pregada pelo Pr. Guilherme Tartaruga, na ICNV Jardim Alvorada em 01/03/2026.
Resolução não se aplica para quem já pagou a multa no caso da GTA e para cobranças anteriores a janeiro de 2026 , no caso do Fundeinfra
A Inteligência Artificial não é mais uma promessa para o futuro; ela já é uma realidade transformadora na saúde. Mas como garantir que essa inovação avance com segurança jurídica e ética? No episódio de estreia da edição mensal do Afya News, mergulhamos no tema que dominou as discussões da comunidade médica: a nova resolução do CFM sobre o uso da IA na medicina. Gustavo Meirelles, Vice-Presidente Médico da Afya, recebe a advogada Renata Rothbard (sócia do Machado Meyer e especialista em Life Sciences) e o Dr. Guilherme Rodrigues (oftalmologista e editor de conteúdo da Afya) para um debate profundo sobre os limites e as oportunidades desta tecnologia. Neste bate-papo, você vai entender:A Resolução do CFM: Os pontos positivos e as áreas que ainda geram dúvidas operacionais e insegurança jurídica.O Médico como Protagonista: Por que a IA deve ser vista como uma ferramenta de apoio (co-piloto) e nunca como um substituto para a decisão clínica e o raciocínio médico.Impacto no Dia a Dia: A automação de fluxos administrativos, o monitoramento preditivo e a redução da burocracia para que o médico possa focar no que é essencial: o olho no olho com o paciente.Futuro e Educação: O risco do "desaprendizado" tecnológico e a importância de formar profissionais letrados em dados e ferramentas inteligentes.O futuro da medicina exige uma construção colaborativa entre tecnologia, direito e assistência. Assista agora e entenda como navegar nessa transição histórica. Gostou? Compartilhe este conteúdo e ajude a levar informações sobre o futuro da medicina a outros profissionais de saúde.
O boletim de hoje destaca a nova Resolução CFM nº 2.454/2026, que estabelece as normas para o uso responsável da inteligência artificial na medicina brasileira, reforçando a autonomia e a supervisão humana obrigatória. Apresentamos a aprovação pelo FDA do Bysanti (milsaperidona) como nova opção terapêutica para esquizofrenia e transtorno bipolar, com alertas importantes sobre segurança e uso em idosos. Por fim, abordamos o avanço nas negociações da OMS para o acordo global contra pandemias, focado na partilha equitativa de patógenos e tecnologias. Acompanhe as atualizações que definem os marcos éticos e regulatórios da sua prática no seu podcast diário de atualização, com curadoria médica e produzido por IA.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/02-03-2026
Finalmente uma plataforma de mercados de previsão que utiliza #Bitcoin como moeda, como fonte de verdade de alta qualidade para a compra de contratos de previsão com pele no jogo. O mercado Predyx, ainda em Beta, permite que você crie mercados de previsão e aposte em mercados de outros usuários para colocar seu BTC onde está sua boca. Mais um Lapp (app Lightning) bem interessante que vale a pena explorar.Nota: Verifique sua legislação local para entender se você pode participar deste tipo de atividade na sua jurisdição. Não é recomendação de uso, apenas uma exploração do ambiente.Mercado de teste: Quem será o vencedor da aposta BTC vs IBOV?https://beta.predyx.com/market/vencedor-btc-vs-ibov-mises-ou-cerize-1771840961Predyx Markets Beta com Lightning Networkhttps://predyx.com/Vídeo do LNMarketshttps://www.youtube.com/watch?v=bOXPQTlyndsGravado no bloco 937795________________APOIE O CANALhttps://bitcoinheiros.com/apoie/⚡ln@pay.bitcoinheiros.comPara agendar uma CONSULTA PRIVADA com o Dov: https://consultorio.bitcoinheiros.com/Consulta pública: https://ask.arata.se/bitdov00:00 Introdução01:38 LNMarkets para apostar no preço do Bitcoin03:36 Polymarket: mercado de predições com alerta de shitcoin05:55 Kalshi: mercado de predições com moeda fiduciária10:01 Como funciona a Predyx: mercado de predições com Bitcoin11:55 Quem decide o resultado dos mercados de predição?19:38 Criar conta na Predyx22:08 Apostar nos mercados da Predyx29:32 Analisar portfólio na Predyx30:12 Busca e descrição de mercados na Predyx34:02 Taxas de compra e venda na Predyx35:00 Como funciona a liquidez dos mercados na Predyx?42:56 Aposta no não na Predyx45:37 Criar mercado na Predyx57:11 Segurança da conta na Predyx1:00:47 Vender shares antes de finalizar um mercado na Predyx1:03:21 Verificar ordens em um mercado1:05:42 Resolução de mercados na Predyx1:06:54 Avaliar a reputação de criadores de mercados na Predyx1:08:00 Mercados em alta na PredyxEscute no Fountain Podcasts (https://fountain.fm/join-fountain)para receber e enviar satoshinhos no modelo Value4ValueSIGA OS BITCOINHEIROS:Site: https://www.bitcoinheiros.comTwitter: https://www.x.com/bitcoinheirosAllan - https://www.x.com/allanraicherDov - https://x.com/bitdovBecas - https://x.com/bksbk6Instagram: https://www.instagram.com/bitcoinheirosFacebook: https://www.fb.com/bitcoinheirosPodcast: https://anchor.fm/bitcoinheirosMedium: https://medium.com/@bitcoinheirosCOMO GUARDAR SEUS BITCOINS?Bitcoinheiros recomendam o uso de carteiras Multisig com Hardware Wallets de diferentes fabricantes ou próprias.Para ver as carteiras de hardware que recomendamos, acesse https://www.bitcoinheiros.com/carteirasVeja os descontos e clique nos links de afiliados para ajudar o canalPor exemplo, para a COLDCARD - https://store.coinkite.com/promo/bitcoinheirosCom o código "bitcoinheiros" você ganha 5% de desconto na ColdCardPlaylist "Canivete Suíço Bitcoinheiro"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmg-KH5bwzMU4sdyMbVMPqwbPlaylist "Carteiras Multisig de Bitcoin"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmi74PiIUSnGieNIPqmtmdjWISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE:Este conteúdo foi preparado para fins meramente informativos.NÃO é uma recomendação financeira nem de investimento.As opiniões apresentadas são apenas opiniões.Faça sua própria pesquisa.Não nos responsabilizamos por qualquer decisão de investimento que você tomar ou ação que você executar inspirada em nossos vídeos.P.S. para os buscadoresSomos bitcoinheiros, não bitconheiros, nem bitconheros, bitcoinheros, biticonheiros, biticonheros ou biticoinheros.O Dov é bitcoinheiro, não bitconheiro, nem bitconhero, bitcoinhero, biticonheiro, biticonhero ou biticoinhero.É Bitcoin, não Bitcon e nem Biticoin :)
Quatro anos desde a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia, mais de 10,8 milhões de pessoas continuam precisando de assistência humanitária; resolução aprovada esta terça-feira contou com 107 votos a favor, 12 contra e 51 abstenções.
Nesta edição, destacamos a resolução histórica aprovada pelo Conselho Executivo da OMS que reconhece a hemofilia e outros distúrbios hemorrágicos como prioridade global de saúde pública. O episódio aborda também o alerta da OPAS sobre a urgência de fortalecer a prevenção e o rastreamento do câncer do colo do útero nas Américas. Por fim, trazemos o debate sobre o impacto da comunicação médica pública na percepção de risco e adesão vacinal em cenários de ressurgimento de doenças como o sarampo. Acompanhe as notícias que moldam as políticas públicas e o cotidiano da sua prática no seu podcast diário de atualização, com curadoria médica e produzido por IA.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Acesse o link das fontes aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/11-02-2026
Nesta edição, destacamos a resolução histórica aprovada pelo Conselho Executivo da OMS que reconhece a hemofilia e outros distúrbios hemorrágicos como prioridade global de saúde pública. O episódio aborda também o alerta da OPAS sobre a urgência de fortalecer a prevenção e o rastreamento do câncer do colo do útero nas Américas. Por fim, trazemos o debate sobre o impacto da comunicação médica pública na percepção de risco e adesão vacinal em cenários de ressurgimento de doenças como o sarampo. Acompanhe as notícias que moldam as políticas públicas e o cotidiano da sua prática no seu podcast diário de atualização, com curadoria médica e produzido por IA.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Acesse o link das fontes aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/11-02-2026
Com o dia de eleições a chegar, é obviamente tempo de pôr fato e gravata. Pedro recebe mais uma vez o jornalista relaxado João Marinheiro para debaterem os tempos de hoje em dia: o desconforto de usar fato, irritação com vídeos de AI, a captura de Maduro, o despedimento de Amorim, o relapso de Nuno Markl e as eleições mais loucas dos últimos anos em Portugal.(00:00) Intro(00:23) Fazer podcast de facto(00:58) É ok não cumprir dress code em casamentos?(04:08) PTM continua a dar o pulo(05:20) Sensação de que o tempo está a passar demasiado rápido(07:49) Recordar ida de PTM a CNN(08:58) Despedimento de Ruben Amorim(12:55) Para onde irá Ruben Amorim?(14:16) Captura de Nicolas Maduro(18:44) Análise de fotografia do momento de captura de Maduro(21:10) Vídeos em AI irritam João Marinheiro(25:59) Markl faz 20 posts após anunciar detox digital(36:23) Boletins de voto com candidatos excluídos(41:11) Campanhas eleitorais(42:32) O efeito das sondagens e a sua fiabilidade(48:31) Previsões de Marinheiro para a 2ª volta(49:47) Como acompanhar todos os debates eleitorais?(52:54) Votómetro Presidenciais 2026(57:13) Presença dos candidatos no TikTok(01:02:20) Altura de Luís Marques Mendes condiciona?(01:06:33) Moderar debates eleitorais(01:07:20) Sondagens e não saber no que votar(01:09:53) Carlos Daniel, melhor jornalista em Portugal(01:11:38) Candidatos que não têm o que é preciso(01:18:11) Marinheiro usa aliança de casamento na mão direita(01:19:23) Presença dos media no TikTok e YouTube(01:22:58) Resoluções de ano novo(01:23:38) Contexto para PTM regressar à CNN(01:27:04) Transição de ask para watch.tm(01:30:12) Previsões para as presidenciais
Tempo de espera nas Urgências atrasa julgamento de Sócrates.
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 07, Carlos Andreazza comenta sobre instituições e autoridades envolvidas com a liquidação do Banco Master que sofreram uma série de ataques nas redes sociais pouco antes da virada do ano. A ofensiva, concentrada em um período de 36 horas, utilizou contas conhecidas por promover celebridades para questionar a credibilidade de órgãos como o Banco Central e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em relação à operação de liquidação do Master, decretada em novembro pelo BC e que está sob o escrutínio do Tribunal de Contas da União (TCU). Embora figuras como Gabriel Galípolo (BC) e Isaac Sidney (Febraban) tenham sido citadas, o alvo principal foi o ex-diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC Renato Dias Gomes, responsável pelo veto da oferta de compra do Master pelo Banco de Brasília (BRB). Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio desta semana falamos sobre a passagem de ano, resoluções, o que fazer se fosse o nosso último ano de vida, se o mundo está melhor ou pior e muito mais.
Mais um episódio de signos, desta vez o mapa astral de Eça de Queirós e como este teve influência na sua obra. Brincadeirinhaaaaaa. Aqui estamos nós, como somos, sem makeup em mais um episódio de Bate Pé a falar do nosso Natal, presentes, indignações, costumes e manias. Bom domingo, boa semana, bom ano.REDES SOCIAISMafalda Castro: https://www.instagram.com/mafaldacastroRui Simões: https://www.instagram.com/ruisimoes10Bate Pé instagram: https://www.instagram.com/batepeclipsBate Pé Tiktok: https://www.tiktok.com/@bate.pe#MafaldaCastro#RuiSimõesAPOIOS Este podcast tem o apoio do ActivoBank
Passou a festa, acabaram os brindes. Nos dias seguintes à passagem de ano, sobra a pergunta incómoda: quanto tempo aguentam as nossas resoluções?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Como não desistir das resoluções de ano novo ainda antes do fim de janeiro?
À medida que entramos em 2026, muitas pessoas voltam a fazer o mesmo ritual: olhar para o ano que passou, fazer balanços, definir resoluções e prometer que “é desta” que tudo muda. Mas quando falamos de dinheiro, há um padrão curioso: a maioria diz que quer poupar mais, investir melhor, acabar com dívidas… e, no entanto, poucos transformam essas intenções num plano concreto. Para que o novo ano seja verdadeiramente diferente, no mais recente episódio do podcast MoneyBar vamos partilhar 10 resoluções financeiras para transformar o seu 2026. Inscrições para o curso “Do Zero à Liberdade Financeira”: https://bit.ly/CURSOZLF Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram Redes Sociais Instagram: https://www.instagram.com/barbarabarroso Facebook: https://www.facebook.com/barbarabarrosoblog/ Subscreva os canais de Youtube: https://www.youtube.com/barbarabarroso https://www.youtube.com/moneylabpt Para falar sobre eventos, programas e formação: https://www.moneylab.pt/ Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.
Na passagem de ano fazemos listas como quem pede licença para recomeçar. Mas entre resoluções e desejos, nem sempre é claro o que queremos mudar ou do que ainda não conseguimos abdicar See omnystudio.com/listener for privacy information.
BILHETES GENTIL:https://linktr.ee/antonioacoutinhoBILHETES ARRAIAL:https://ticketline.sapo.pt/evento/-arraial-vitor-sa-99200?fromTopList=1BILHETES LABS:https://ticketline.sapo.pt/evento/freakshow-labs-97913CUBINHO, o podcast do colectivo CUBO. António Azevedo Coutinho, Ricardo Maria e Vítor Sá arrancam com a segunda parte deste projecto a três frentes. CUBINHO, um podcast em que se garante boa disposição e alguém a embirrar com o Ricardo.António Azevedo Coutinho https://www.instagram.com/antonioacoutinho/https://twitter.com/antonioacoutinhRicardo Mariahttps://www.instagram.com/ricardotaomaria/https://twitter.com/ricardotaomariaVítor Sáhttps://www.instagram.com/savitorsa/https://twitter.com/savitorsa
Hoje falo sobre sonhos, sobre o natal e sobre os meus planos para 2036
Debate da Super Manhã: Em 2026, o Brasil começa a colocar em prática as novas regras de tributação aprovadas na Reforma Tributária. As mudanças afetam empresas e consumidores. Entra em fase de testes, por exemplo, o novo modelo que substitui vários impostos por dois principais: a CBS, no âmbito federal, e o IBS, de estados e municípios. A transição será gradual, mas 2026 marca o início de um novo sistema, com a promessa de mais transparência, justiça fiscal e menos burocracia. No Debate desta quinta-feira (18), a comunicadora Natalia Ribeiro fala com os nossos convidados sobre as novas regras e o impacto na vida dos brasileiros. Participam o advogado especialista em direito empresarial André Bezerra Meireles, a pós-doutora em direito tributário e presidente do Centro Nacional para a Prevenção e Resolução de Conflitos Tributários (Cenapret), Mary Elbe Queiroz, e o economista e especialista em gestão pública Werson Kaval.
Passando a Limpo: Nesta terça-feira (16), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o cientista político, Rodolfo Marques, sobre a atuação de Hugo Motta na Câmara Federal. O Deputado Federal, Augusto Coutinho (Republicanos-PE), repercute a votação sobre regras para trabalho por aplicativo. A Pós-doutora em direito tributário e Presidente do Centro Nacional para a Prevenção e Resolução de Conflitos Tributários, Mary Elbe Queiroz, conversa sobre a Reforma Tributária.
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Luiz Alexandre Souza Ventura aborda o universo das pessoas com deficiência e da inclusão na coluna Vencer Limites, no Jornal Eldorado, às terças-feiras, às 7h20.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Resolução 2802 foi aprovada com 13 votos a favor e duas abstenções; decisão foi descrita pelos Estados Unidos como um “plano abrangente para acabar com o conflito em Gaza”; primeira fase levou a um cessar-fogo considerado frágil, à libertação dos reféns de Israel e de prisioneiros palestinos.
Resolução obteve 165 votos a favor, 7 contra e 12 abstenções; documento reafirma soberania e liberdade de comércio; ONU solicita novo relatório sobre cumprimento.
O ás Jorge Fernandes responde a perguntas dos ouvintes sobre Gaza e o que poderia ou não mudar um voto dos EUA nas Nações Unidas. E o boicote de alguns países à Eurovisão tem valor?See omnystudio.com/listener for privacy information.