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Neste episódio, entrevistamos Marilda Silveira sobre as resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que vão reger a disputa eleitoral deste ano. Publicadas no início de março, as resoluções trazem novas regras para uso de IA nas campanhas, assim exigências para plataformas e redes sociais e propostas para combater a violência política de gênero. Professora do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), Marilda tem larga experiência no encontro do direito eleitoral com novas tecnologias e comentou as mudanças estabelecidas pelo TSE e como podem impactar as eleições deste ano.***Inscreva-se no curso Inteligência Artificial e Dados: Regulação e Governança com o cupom DADOCRACIA e ganhe 10% de desconto.
Professoras, donas de casa, empresárias. Todas elas tiveram seus momentos de emoção na noite de segunda-feira (9), na Câmara de Vereadores. Durante Sessão Solene, nove delas foram homenageadas em função da passagem do Dia Internacional da Mulher, lembrado em 8 de março. Para receber a lembrança do Poder Legislativo, bastava uma única condição: ser mulher. Desta forma, os nove vereadores escolheram pessoas do sexo feminino para receber um ramalhete de flores e um certificado. Em nome das homenageadas, fez uso da palavra a empresária Astrid Barato, que agradeceu a homenagem e destacou a importância do reconhecimento às mulheres que atuam em diferentes áreas da sociedade. Representando o Poder Legislativo, a vereadora Ema Hofmann Benedet também se pronunciou, ressaltando a relevância da data e a contribuição das mulheres para o progresso do município. A Resolução que tem o objetivo de homenagear anualmente, nove mulheres do município de Lauro Müller, pela passagem do Dia Internacional da Mulher, foi criada em 2014, pela então vereadora Soraya Curcio Librelato. Determina também que a honraria seja entregue às homenageadas em Sessão Solene realizada próximo a data de 08 de março. As homenageadas foram: Por indicação da Vereadora Ema Hofmann Benedet: Janete Hofmann Rabelo; Por indicação do Vereador Glédson Assis de Oliveira: Janaína Vieira Kulkamp; Por indicação do Vereador Lindomar Cataneo: Astrid Barato; Por indicação do Vereador Marcelo Alves: Silvia Vargas; Por indicação do Vereador Ricardo Fontanella: Claudinea Miranda Pereira Feltrin; Por indicação do Vereador Rodrigo Dias: Sirlei das Graças Mendes Dias; Por indicação do Vereador Tarcísio Padilha dos Santos: Larissa Borges dos Santos; Por indicação do Vereador Valdecir Miotello: Yolanda Eduvirges Gonçalves Buratte; Por indicação do Vereador Humberto Bittencourt Júnior: Maria Salete Vicente.
Uma mecha de cabelo é mais do que um vestígio! É um registro que pode revelar, ao longo do tempo, informações sobre hábitos, exposições e eventos relacionados a ocorrência de um crime. A Polícia Científica do Espírito Santo é a única polícia do Brasil a realizar análises de cabelo para fins criminais. A análise é realizada por meio do trabalho do Laboratório de Toxicologia Forense (LABTOX). A análise de cabelo é realizada em casos de crimes facilitados por drogas, como por exemplo abuso sexual, e o chamado "Boa Noite Cinderela". Além disso, intoxicações crônicas resultantes de envenenamento também podem ser detectadas pela análise do cabelo. Em entrevista à CBN Vitória, a perita fala sobre o assunto.
A Inteligência Artificial não é mais uma promessa para o futuro; ela já é uma realidade transformadora na saúde. Mas como garantir que essa inovação avance com segurança jurídica e ética? No episódio de estreia da edição mensal do Afya News, mergulhamos no tema que dominou as discussões da comunidade médica: a nova resolução do CFM sobre o uso da IA na medicina. Gustavo Meirelles, Vice-Presidente Médico da Afya, recebe a advogada Renata Rothbard (sócia do Machado Meyer e especialista em Life Sciences) e o Dr. Guilherme Rodrigues (oftalmologista e editor de conteúdo da Afya) para um debate profundo sobre os limites e as oportunidades desta tecnologia. Neste bate-papo, você vai entender:A Resolução do CFM: Os pontos positivos e as áreas que ainda geram dúvidas operacionais e insegurança jurídica.O Médico como Protagonista: Por que a IA deve ser vista como uma ferramenta de apoio (co-piloto) e nunca como um substituto para a decisão clínica e o raciocínio médico.Impacto no Dia a Dia: A automação de fluxos administrativos, o monitoramento preditivo e a redução da burocracia para que o médico possa focar no que é essencial: o olho no olho com o paciente.Futuro e Educação: O risco do "desaprendizado" tecnológico e a importância de formar profissionais letrados em dados e ferramentas inteligentes.O futuro da medicina exige uma construção colaborativa entre tecnologia, direito e assistência. Assista agora e entenda como navegar nessa transição histórica. Gostou? Compartilhe este conteúdo e ajude a levar informações sobre o futuro da medicina a outros profissionais de saúde.
Nesta edição do "Direção Segura", a Polícia Rodoviária Federal (PRF) traz o alerta sobre a instalação de antenas de captação de sinal de internet satelital nos veículos. A antena Starlink, da SpaceX, empresa fundada por Elon Musk, é um equipamento de internet que usa satélites em órbita baixa para fornecer conexão de alta velocidade, especialmente em áreas afastadas. A PRF alerta os condutores sobre os cuidados necessários ao instalar antenas de internet via satélite em veículos, especialmente durante viagens de longa distância. A instalação inadequada pode comprometer a segurança no trânsito e configurar infrações graves de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e a Resolução nº 960/2022 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). "Não são proibidas. Só não podem ser instaladas em locais inapropriados que impedem ou atrapalhem a visibilidade", explica a Inspetora Ana Carolina Cavalcanti,.Segundo a PRF, entre as irregularidades mais comuns no país, destaca-se a fixação da antena no para-brisa (mesmo que o motorista não a posicione diretamente em sua linha de visão), o que é expressamente proibido. Nessa posição, o equipamento pode obstruir a visão do condutor, criando uma zona cega - impedindo, por exemplo, que o condutor enxergue um pedestre na faixa ou um veículo em conversão-, o que aumenta o risco de sinistros. Segundo o Art. 230, inciso XVI do CTB, essa infração é considerada grave, resultando em multa, 5 pontos na CNH e retenção do veículo até a regularização.Outras áreas, como o painel, teto solar ou bagagito (aquela tampa mole no porta-malas de veículos hatch), podem ser alternativas, desde que não obstruam o campo de visão, especialmente do retrovisor interno, e estejam em estruturas bem fixadas. Mesmo que não configurem infração direta, se a antena gerar zona cega ou estiver mal fixada, há risco real de acidentes. O ideal é garantir que o equipamento não interfira na dirigibilidade e esteja firmemente preso, sempre priorizando a segurança própria e dos demais usuários da via.
O boletim de hoje destaca a nova Resolução CFM nº 2.454/2026, que estabelece as normas para o uso responsável da inteligência artificial na medicina brasileira, reforçando a autonomia e a supervisão humana obrigatória. Apresentamos a aprovação pelo FDA do Bysanti (milsaperidona) como nova opção terapêutica para esquizofrenia e transtorno bipolar, com alertas importantes sobre segurança e uso em idosos. Por fim, abordamos o avanço nas negociações da OMS para o acordo global contra pandemias, focado na partilha equitativa de patógenos e tecnologias. Acompanhe as atualizações que definem os marcos éticos e regulatórios da sua prática no seu podcast diário de atualização, com curadoria médica e produzido por IA.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/02-03-2026
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Neste episódio, comentamos a conjuntura nacional, com o resultado da pesquisa Atlas e a proximidade do 8 de março. Suellen Aires (RS) comenta a decisão do STF que condenou os irmãos Brasão por serem mandantes do assassinato de Marielle. E apresentamos ainda a resolução política da direção nacional da tendência petista Articulação de Esquerda.
As outras sete resoluções irãoa votação na próxima segunda-feira (2)
Quatro anos desde a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia, mais de 10,8 milhões de pessoas continuam precisando de assistência humanitária; resolução aprovada esta terça-feira contou com 107 votos a favor, 12 contra e 51 abstenções.
E aí, cérebros inteligentíssimos, tudo certo por aí?
A Justiça Restaurativa surge como uma perspectiva de justiça distinta em relação a um modelo exclusivamente punitivo, a fim de resolver conflitos na sociedade de forma mais harmoniosa e colaborativa. Essa prática visa transformar a forma como lidamos com crimes e infrações, buscando desenvolver um ambiente de diálogo e reconciliação. Para entender mais sobre o conceito de Justiça Restaurativa, assim como as possibilidades e os desafios na aplicação dessa técnica no Brasil, conversamos com André Costa, professor do Departamento de Direito da UFOP. Acesse o site ou spotify e ouça agora!Ficha TécnicaProdução: Pedro RomanellyEdição de Texto: Patrícia ConscienteEdição de áudio e sonoplastia: Aurélio Bernardi
Tema: Tradução da Bíblia e resolução de conflitos Apresentação: Ricardo Santos - Locutor Entrevistado: Nelson Sousa - Pastor, linguista e consultor de tradução oral da Bíblia. Professor Adjunto da Universidade Internacional de Dallas, consultor de projetos de tradução da Bíblia oral, PhD pela Universidade Livre de Berlim e Pastor auxiliar na Igreja Batista Cidade, no Rio Grande do Norte. De que forma a mensagem bíblica pode transformar os relacionamentos de povos e culturas que nunca tiveram acesso ao Evangelho de Jesus Cristo. Saiba como a tradução oral da Bíblia tem impacto na resolução de conflitos de povos da Guiné Bissau, Guiné Equatorial e o povo sertanejo aqui no Brasil por meio do trabalho de consultoria realizado pelo Nelson Sousa. Ele é pastor, linguista e consultor de projetos de tradução oral da Bíblia. Confira!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Julgados e Comentados, Fernanda Soares conversa com o promotor Rodrigo Brandalise sobre a evolução do poder investigatório do Ministério Público. Para além da já consolidada permissão constitucional, o debate foca na exigência internacional de evitar a proteção deficiente do Estado . Brandalise explora como o STF tem incorporado o entendimento da Corte Interamericana de Direitos Humanos, posicionando a investigação como uma garantia da vítima ao esclarecimento dos fatos. A conversa também avança para os desafios práticos atuais, como o hiperformalismo processual e a necessária alfabetização digital dos membros do MP para lidar com cadeias de custódia e extração de dados .Você encontrará nesse episódio:Influência Internacional: A incorporação da jurisprudência da Corte IDH (Caso Favela Nova Brasília e Caso Honorato) nas decisões do STF .Legitimidade Normativa: O papel das Resoluções do CNMP na organização da investigação e a resposta às críticas de legislação em causa própria .Prova Digital: A distinção entre extração de dados e perícia, e a importância da cadeia de custódia em meios digitais.Política Criminal: O foco estratégico do MP em crimes contra a administração, organização criminosa e violações por forças de segurança, evitando o varejo criminal.Artigos mencionados:ESPELHAMENTO DE APLICATIVOS DE COMUNICAÇÃO, INTERPRETAÇÃO JURISPRUDENCIAL E OS DESAFIOS DA CADEIA DE CUSTÓDIAhttps://apps.mppr.mp.br/openjournal/index.php/revistamppr/issue/view/RevistaJuridica20/RevistaJuridica20#MinistérioPúblico #DireitoPenal #ProcessoPenal #CorteIDH #InvestigaçãoCriminal #STF #ProvaDigital #CadeiaDeCustódia #JulgadoseComentados
Neste vídeo, fazemos uma retrospectiva detalhada sobre a nova resolução do CFM publicada em 2025 que redefine os critérios e condutas para a cirurgia bariátrica. Entenda as principais mudanças normativas e como elas impactam a prática clínica do endocrinologista e do cirurgião.Endocrinologia descomplicada para médicos e residentes. Aqui você encontra conteúdos sobre atualização médica, casos clínicos e preparação para provas de título.
Nesta edição, destacamos a resolução histórica aprovada pelo Conselho Executivo da OMS que reconhece a hemofilia e outros distúrbios hemorrágicos como prioridade global de saúde pública. O episódio aborda também o alerta da OPAS sobre a urgência de fortalecer a prevenção e o rastreamento do câncer do colo do útero nas Américas. Por fim, trazemos o debate sobre o impacto da comunicação médica pública na percepção de risco e adesão vacinal em cenários de ressurgimento de doenças como o sarampo. Acompanhe as notícias que moldam as políticas públicas e o cotidiano da sua prática no seu podcast diário de atualização, com curadoria médica e produzido por IA.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Acesse o link das fontes aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/11-02-2026
Nesta edição, destacamos a resolução histórica aprovada pelo Conselho Executivo da OMS que reconhece a hemofilia e outros distúrbios hemorrágicos como prioridade global de saúde pública. O episódio aborda também o alerta da OPAS sobre a urgência de fortalecer a prevenção e o rastreamento do câncer do colo do útero nas Américas. Por fim, trazemos o debate sobre o impacto da comunicação médica pública na percepção de risco e adesão vacinal em cenários de ressurgimento de doenças como o sarampo. Acompanhe as notícias que moldam as políticas públicas e o cotidiano da sua prática no seu podcast diário de atualização, com curadoria médica e produzido por IA.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Acesse o link das fontes aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/11-02-2026
O chefe de Estado de Angola e Presidente em exercício da União Africana, João Lourenço, esteve reunido nesta segunda-feira em Luanda com o seu homólogo da RDC, Félix Tshisekedi, com o Presidente do Conselho da República do Togo e mediador da União Africana, juntamente com outros mediadores, para evocar o conflito que continua vigente no leste da RDC, apesar da recente assinatura de acordos para pôr fim às hostilidades. Segundo um comunicado da presidência angolana emitido no final do encontro, Luanda foi mandatada para encetar consultas "com todas as partes congolesas interessadas", para a criação de condições e a realização de um diálogo inter-congolês. Os participantes no encontro lançaram um apelo para que os beligerantes declarem um cessar-fogo, “a entrar em vigor na data e hora a serem acordadas”, incitando-os acelerar a aplicação dos Mecanismos de Verificação do Cessar-fogo, acordados em Doha a 14 de Outubro de 2025. Neste comunicado, Luanda refere que os participantes recordam a necessidade de se cumprirem “as decisões tomadas ao abrigo do Acordo de Washington de 4 de Dezembro de 2025" e "as Resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre a retirada das tropas ruandesas do território congolês e a neutralização das FDLR”. Estes apelos surgem numa altura em que se constata que os acordos assinados pelas partes em conflito não estão a ser seguidos de efeitos, dado que o cessar-fogo tem sido tão repetidamente violado no terreno, que os Estados Unidos ameaçaram aplicar sanções contra quem desrespeita o acordo de paz que mediaram no ano passado. Esta reunião em Luanda que marca o regresso de Angola no processo negocial da RDC quase um ano depois de se afastar da mediação em Março de 2025, na ausência de entendimentos, acontece igualmente numa altura em que Luanda está prestes a deixar a presidência em exercício da União Africana. Nos próximos dias 14 e 15 de Fevereiro, decorre a cimeira de Chefes de Estado e de governo da União Africana durante a qual Angola vai passar o testemunho ao Burundi na liderança rotativa do bloco continental. Em entrevista concedida à RFI, Osvaldo Mboco, professor de Relações Internacionais ligado à Universidade Técnica de Angola, considera que a reunião desta segunda-feira traduz o reconhecimento de que Luanda tem um papel a desempenhar relativamente à RDC. RFI: Como se pode interpretar a reunião que decorreu nesta segunda-feira em Luanda? Osvaldo Mboco: Este encontro enquadra-se nos esforços para a pacificação no leste da República Democrática do Congo, por via de uma iniciativa africana e penso que o Presidente Félix Tshisekedi percebeu que a solução para os problemas no seu país não deve ser encontrada em outras geografias, quer a nível do Catar e quer a nível dos Estados Unidos, porque esses dois mecanismos não produziram efeitos factíveis, não reduziram ao máximo aquilo que são as tensões que se registam no Leste da República Democrática do Congo. O acordo de Washington continua a ser violado ciclicamente. O entendimento de Doha não avança e penso que este recuo por parte do presidente Félix Tshisekedi, por um lado, procura uma solução africana e, por outro lado, também é o reconhecimento pelo Presidente Félix Tshisekedi das acções que foram levadas a cabo por Angola, que esteve muito mais próxima da pacificação do Leste da República Democrática do Congo comparativamente ao cenário actual, e o reconhecimento que Angola é uma peça central para aquilo que pode ser a estabilidade no leste da República Democrática do Congo. Se fizermos um recuo histórico, vamos perceber que Angola, em determinado momento e contexto da história política congolesa, esteve sempre no meio deste processo de pacificação no leste da República Democrática do Congo. Primeiro, pela via daquilo que foi o derrube de Mobutu na RDC, depois pelas estratégias de protecção do Presidente Kabila pai e também pelos processos que Angola foi encabeçando a nível da RDC. Então, eu tenho estado a defender que Angola é um mediador nato do conflito da República Democrática do Congo. Agora, é importante também aqui sublinhar o seguinte: este encontro visa essencialmente um diálogo inter-congolês e esse diálogo inter-congolês procura, na sua essência, congregar quer a sociedade civil, quer os grupos de pressão, quer também as religiões, principalmente a Igreja Católica e os grupos insurgentes que gravitam na RDC. Mesmo também as vozes dissonantes e aqui, de vozes dissonantes, podemos citar o Presidente Joseph Kabila, podem ser chamados para este diálogo. Pode funcionar porque a RDC tem um elemento histórico que foi o diálogo inter-congolês em Sun City, na África do Sul, penso que em 2002-2003, onde também houve uma espécie de diálogo inter-congolês. E aqui a grande questão é observar que se o M23 não participa desse diálogo inter-congolês, que é hoje o grupo beligerante com maior capacidade combativa no terreno, esse diálogo pode não produzir os efeitos factíveis. E daí é que olhamos para a nota de imprensa da República de Angola quanto a este encontro. Eles chamam a atenção sobre a necessidade de se acelerar o mecanismo de Doha do ponto de vista do entendimento entre o M23 e a República Democrática do Congo. Primeiro, é uma pressão a Doha que deve dinamizar aquilo que foi o acordo encontrado entre o governo e o M23. Mas também é uma crítica porque percebe-se que Doha, independentemente de ter aquele encontro que foi muito mediatizado, a fotografia que circulou o mundo, mas não produziu o resultado factível do ponto de vista do entendimento entre o M23 e o governo. Claramente que é importante que as questões estruturais fracturantes possam estar por cima da mesa. Podemos ver que o M23 pode ser extinto pela via política, desde que determinados elementos que eles defendem estejam aí salvaguardados. Do ponto de vista do entendimento, eu acho um pouco difícil, porque hoje o M23 não quer simplesmente ter uma pressão ao fazer política, mas quer também controlar território. E o controlo desses territórios, muitas vezes são territórios ricos em termos de minérios. E aqui começa a abordagem de uma questão de cessão de território da RDC. RFI: E, lá está, relativamente, às pretensões do M23. O que se nota nestes últimos meses, depois da conclusão de diversos acordos, tanto no processo de Doha como também em Washington, é que, de facto, as partes envolvidas não estão confortáveis com os acordos que foram alcançados. Tanto o M23 como o Ruanda, sente-se que querem mais. O que é que eles querem? Osvaldo Mboco: Fica muito difícil trazer isto na análise, porque em muitos casos há elementos que não transpiram para fora. Mas o que nós podemos fazer é aqui algumas conjunções em função daquilo que a nossa observação e também de informações que vamos tentando cruzar. E uma delas é o Ruanda ter acesso a determinados minérios da RDC. Há quem já fale também que o Ruanda pretende alargar o seu território, porque reclama que a Conferência de Berlim (em 1884-1885) amputou território do Ruanda e há uma parte do Ruanda que está na RDC. Pode ser que o Ruanda pretenda reconfigurar esta questão para a estabilidade. E, como deve calcular, o Ruanda é um país pequeno que tem estado a crescer do ponto de vista demográfico também. Logo, há essa pretensão. Os grupos erráticos que surgem, normalmente eles procuram usar o sentimento étnico, mas na verdade são senhores de guerra. São senhores do contrabando, do tráfico, que usam a sua posição para o enriquecimento ilícito de uma determinada elite daquele grupo. E tanto é assim que nós conseguimos observar que os grupos erráticos que residem na RDC, muitos deles digladiam-se entre si na procura e no controlo de terras ou de espaços geográficos onde existem de facto minérios para poderem contrabandear esses minérios. RFI: Voltando à visita de Tshisekedi a Luanda, esta visita também se insere numa digressão que efectuou com o objectivo de obter sanções contra os M23. Julga que as sanções são uma alavanca útil neste processo? Osvaldo Mboco: Claramente que sim. Claramente que sim, porque os beligerantes só continuam com as acções de desestabilização e com a força militar que se encontra, o poder militar que têm no teatro das operações, porque eles continuam -primeiro- a contrabandear minérios e há é alguém que compra esses minérios, por um lado. E nesse contrabando de minérios, eu tenho estado a defender que existem figuras do Estado da RDC que facilitam a saída desses minérios. As sanções também podem ser para os países que têm estado a dar guarida aos M23, porque se aquele material bélico sofisticado chega até ao M23 que tem capacidade de desbaratar uma força regular que é o Exército da República Democrática do Congo, dentro de um quadro da conflitualidade, é porque vem de algum sítio. Tem país de trânsito. Qual é o país de trânsito? E é fundamental que todos os envolventes para a instabilidade no leste da República Democrática do Congo, a comunidade internacional, tenha uma posição muito mais clara, muito mais firme e não a ficar simplesmente do ponto de vista daquilo que são as condenações, mas do ponto de vista das sanções, porque se assim não fizer, a comunidade internacional acaba sendo cúmplice. Porque os próprios Estados Unidos entendem que o Ruanda tem estado a violar o cessar-fogo e a apoiar o M23. A presença de tropas ruandesas em solo da RDC é uma violação à soberania do Estado da RDC. Então como é que não se obriga o Ruanda a retirar os militares que lá estão? RFI: Os Estados Unidos anunciaram recentemente que estavam a ponderar a hipótese de sanções. Julga que este é o passo a seguir por Washington? Osvaldo Mboco: Uma coisa é o discurso político, outra coisa é a acção política. E nós vimos que os Estados Unidos, quando têm interesse, eles agem com a tenacidade que é exigida para o contexto. Se os Estados Unidos só ponderam sanções numa altura em que os Estados Unidos têm a força para impor que o Ruanda cumpra os acordos de paz, porque até o Ruanda não cumpriu os acordos de paz assinados em Washington, fragiliza a imagem dos Estados Unidos enquanto 'Estado gendarme' do sistema internacional, porque os Estados Unidos têm uma responsabilidade acrescida como guardião da paz e da estabilidade mundial. Então, quando um acordo é assinado em seu solo, onde há comprometimento, uma das partes, que é um país periférico como a RDC, Ruanda e grande parte dos países africanos que são países periféricos e a superpotência não consegue impor, isto descredibiliza até a capacidade dos EUA em mediar e negociar determinados assuntos. RFI: Não podemos também esquecer-nos que este encontro em Luanda decorre apenas alguns dias antes da cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana. O que é que se pode esperar para a RDC nesta cimeira? Osvaldo Mboco: Eu penso que a questão da paz, estabilidade e segurança no continente africano é um tema que é transversal às várias presidências que vão surgir. Com certeza, a RDC estará em cima da mesa. E podemos aqui perceber que este encontro preliminar, ainda no âmbito da sua Presidência, Angola, talvez percebeu que era fundamental ter dado um passo mais consistente nas vestes de Presidente da União Africana sobre a matéria de paz e estabilidade na República Democrática do Congo. Porque em abono da verdade, a forma como Angola foi tratada aquando da sua saída do processo de mediação foi uma forma que embaraçou a diplomacia angolana. Expôs até certo ponto, o Estado angolano numa posição não confortável. E penso que esses acontecimentos foram determinantes para que Angola entendesse se afastar temporariamente. E também os pronunciamentos do Presidente Kagame que fizeram com que Angola se afastasse temporariamente e reconfigurar-se a sua abordagem. Mas, conforme eu disse inicialmente, Angola é o mediador natural da República Democrática do Congo por vários factores e pelo factor também da aproximação geográfica. Nós partilhamos uma fronteira de 2511 km de extensão. Ou seja, a RDC é extremamente importante para Angola e toda e qualquer alteração securitária e política que decorre na RDC acaba tendo implicações para o Estado angolano devido à fronteira. Logo, Angola tem uma preocupação redobrada daquilo que acontece na República Democrática do Congo. E penso que, observando esses elementos e também a vinda do Presidente Félix Tshisekedi a Luanda no mês passado -foram aproximadamente três vezes- penso que deve ter dado garantias ao Presidente João Lourenço, que estaria disposto em observar e cumprir alguns dos conselhos saídos de Luanda. Porque, o Presidente Félix também é parte da culpa desse clima de deterioração em que se encontra hoje o leste da RDC. Por uma razão muito simples: o M23 no passado já havia aceitado acantonar. Houve um processo de acantonamento em como o M23 havia aceitado, que estava a ser conduzido por Angola, mas que por intransigência do Presidente Félix Tshisekedi, quer pela falta do comprometimento do Presidente Tshisekedi em aceitar que esses indivíduos pudessem ser enquadrados, houvesse processo de acantonamento e, posteriormente, uma abordagem interna para que esses indivíduos pudessem integrar o exército. E não só. Houve por parte do Presidente Tshisekedi uma acção que não foi nesta direcção, porque talvez na altura estava num período eleitoral e não queria, de facto, desagradar a um segmento do eleitorado que é muito anti-M23. E a perda deste processo de acantonamento, que estava acertado nos moldes que estavam convencionados, fez com que o M23 depois conquistasse e alargasse o seu controlo a outras cidades.
Rádio Decidendi explica por que resoluções da ANEEL não podem fundamentar recurso ao STJJá está no ar o novo episódio do podcast Rádio Decidendi, que analisa o julgamento do Tema 1.346 dos recursos repetitivos, concluído pela Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ).A tese firmada define que não é admissível recurso especial baseado em resoluções da ANEEL, por se tratarem de normas infralegais, ou seja, regras que não possuem o mesmo status jurídico de uma lei federal. A decisão reforça que o STJ não pode apreciar casos em que a suposta ofensa à legislação federal ocorre apenas de forma reflexa, dependendo antes da interpretação de atos regulamentares.Em entrevista ao jornalista Thiago Gomide, a assessora do Núcleo de Gerenciamento de Precedentes do STJ Flávia Mendes Mascarenhas Góes detalha os limites dessa tese, os impactos sobre a atuação da ANEEL, os reflexos na sistemática de precedentes e as mudanças práticas para advogados, tribunais e concessionárias.Podcast O podcast pode ser conferido na programação da Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília) às segundas-feiras, às 21h30; e aos sábados e domingos, às 8h30. O novo episódio já está disponível no Spotify e nas principais plataformas de áudio.
Os testes de baliza e ladeira aplicados nas provas práticas para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) não são mais obrigatórias em alguns estados brasileiros, como é o caso do Espírito Santo. Desde o último dia 19, o Detran do estado eliminou a exigência dos candidatos de fazerem essas duas manobras. O Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo (Detran-ES) foi um dos primeiros do país a aderir à resolução nacional com as novas regras para a realização dos exames práticos, ao lado de Amazonas, São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Outros órgãos estaduais optaram por manter a exigência. "Desde que as provas práticas de direção veicular iniciaram, no último dia 19 de janeiro, o Órgão já retirou a exigência das etapas de baliza e ladeira das provas, que atendiam à Resolução 789/2020 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), revogada pela Resolução 1.020 de 2025", explica o Detran. No Espírito Santo, a decisão foi a de seguir integralmente a norma federal: "Se a resolução federal não exige baliza nem ladeira, a gente não exige", explica o diretor de Habilitação e Veículos do Detran-ES, Raphael Piekarz.
O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) publicou, no Diário Oficial da União, a Resolução nº 801/2026, que consolida as diretrizes para a prescrição de medicamentos por enfermeiras e enfermeiros no âmbito do Processo de Enfermagem. A informação, da última semana, é que o Conselho teria autorizado prescrição de qualquer medicamento, como antibióticos, por enfermeiros. Mas é necessário alertar. A prescrição de medicamentos previstos em protocolos institucionais é parte das atribuições legais do enfermeiro desde 1986, segundo o Conselho.O Cofen indica que a novidade, é que a Resolução estabelece parâmetros técnicos claros para a prescrição. Além disso, segundo o Cofen, são indicados modelos de receituário normal e especial, que preveem a indicação expressa do protocolo que respalda a prescrição. Além do padrão de receituário, a resolução traz um rol de medicamentos mínimos, já previstos em protocolos e políticas de Saúde, indicando qual o documento que respalda a prescrição. O enfermeiro fiscal do Conselho Regional de Enfermagem do Espírito Santo (Coren-ES), Antônio Pereira Filho, fala sobre o assunto.
No mês em que se celebra o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, em 21 de janeiro, a nova edição do programa Entender Direito promove um debate sobre os aspectos legais e jurisprudenciais da proteção da liberdade religiosa e do combate à intolerância. Foram entrevistados pela jornalista Fátima Uchôa os servidores Alisson Almeida, que coordena a Comissão para a Igualdade Racial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e Marcondes de Araújo Silva, que integra o mesmo colegiado. Além das previsões normativas na Constituição Federal e na legislação, os dois convidados destacam as ações do STJ e dos demais tribunais brasileiros para implementar a política judiciária (Resolução 440/2022) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que busca promover a liberdade religiosa e o combate à intolerância no âmbito do Poder Judiciário. Entender Direito é um programa mensal que traz discussões relevantes no meio jurídico, com a participação de juristas e operadores do direito debatendo cada tema à luz da legislação e da jurisprudência do STJ. Confira a entrevista na TV Justiça, às quartas-feiras, às 11h30, com reprises aos sábados, às 7h. Na Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília), o programa é apresentado de forma inédita aos sábados, às 7h, com reprise aos domingos no mesmo horário. Além do canal do STJ no YouTube, está disponível nas principais plataformas de podcast, como o Spotify.
Sabe aquela lista de metas que você jurou cumprir na virada do ano e que, semanas depois, já parece uma obra de ficção? Neste episódio do Fala Messina, decidimos rir (para não chorar) das "desgraças" e tropeços do ano que passou, provando que o humor é a melhor ferramenta de sobrevivência.Eu e meu convidado, conversamos sobre como o autocuidado vai muito além de skin care, exercício físico para além da estética e como as amizades certas são o verdadeiro combustível para enfrentar os dias difíceis. Um papo honesto, leve e sem filtros sobre recomeços, frustrações e a importância de não se levar tão a sério.Um episódio mais do que especial pra iniciar uma nova temporada e um novo ciclo do nosso Podcast.Roteiro e apresentação: Bruna MessinaConvidado: Everton AmarantoProdução: R12 EstúdiosSiga no Instagram: @falamessina
Todo começo de ano é igual: promessas, metas, resoluções, empolgação.E poucas semanas depois… tudo fica pelo caminho.Mas a verdade é que as resoluções não fracassam por falta de disciplina. Elas fracassam por falta de sonhos verdadeiros.Quando não existe um sonho claro (com propósito, prazo e significado) o cérebro não sustenta o hábito. Guardar dinheiro vira sacrifício. Planejar vira obrigação. E a mudança não acontece.Neste vídeo, Reinaldo te explica por que resoluções são frágeis, por que sonhos são o verdadeiro combustível da transformação financeira e como usar seus sonhos com base na Metodologia DSOP para transformar promessas em resultados reais.Se você quer que este ano seja diferente de verdade, não comece pelo calendário. Comece pelo sonho.Conheça a DFLIX, o primeiro streaming de Educação Financeira do Brasil: https://dflix.com.br/
Curtiu este conteúdo? Queremos te conhecer!Venha fazer parte desta família! .Rua Tupi, N°115 - Retiro, Volta Redonda - RJ. (Próximo à passarela da CSN na Beira-Rio). Encontros aos Domingos, às 10h!.Link do Google Maps: https://maps.app.goo.gl/yEwwqS4XVZwpT7vu5.Se você entende que o que estamos fazendo é importante de alguma forma para você ou para outras pessoas, por favor, contribua!O nosso pix é pelo e-mail eusou@capela.churchSeja Grato! Seja Generoso!.Nosso website: https://capela.church/.Nos siga nas redes sociais:https://www.youtube.com/@CapelaChurchhttps://www.instagram.com/capelachurchhttps://www.facebook.com/capelachurch.
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Dando continuidade ao calendário de vacinação estipulado pela Resolução SAA nº 78/24 e pelas Portarias 33/24 e 34/24, começou no dia 1º de janeiro a primeira etapa de 2026 da Campanha de vacinação contra a Brucelose no estado de São Paulo. A Defesa Agropecuária, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), reforça que durante a etapa, que vai até 30 de junho, devem ser imunizadas as bovinas e bubalinas de três a oito meses de idade.
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Com o dia de eleições a chegar, é obviamente tempo de pôr fato e gravata. Pedro recebe mais uma vez o jornalista relaxado João Marinheiro para debaterem os tempos de hoje em dia: o desconforto de usar fato, irritação com vídeos de AI, a captura de Maduro, o despedimento de Amorim, o relapso de Nuno Markl e as eleições mais loucas dos últimos anos em Portugal.(00:00) Intro(00:23) Fazer podcast de facto(00:58) É ok não cumprir dress code em casamentos?(04:08) PTM continua a dar o pulo(05:20) Sensação de que o tempo está a passar demasiado rápido(07:49) Recordar ida de PTM a CNN(08:58) Despedimento de Ruben Amorim(12:55) Para onde irá Ruben Amorim?(14:16) Captura de Nicolas Maduro(18:44) Análise de fotografia do momento de captura de Maduro(21:10) Vídeos em AI irritam João Marinheiro(25:59) Markl faz 20 posts após anunciar detox digital(36:23) Boletins de voto com candidatos excluídos(41:11) Campanhas eleitorais(42:32) O efeito das sondagens e a sua fiabilidade(48:31) Previsões de Marinheiro para a 2ª volta(49:47) Como acompanhar todos os debates eleitorais?(52:54) Votómetro Presidenciais 2026(57:13) Presença dos candidatos no TikTok(01:02:20) Altura de Luís Marques Mendes condiciona?(01:06:33) Moderar debates eleitorais(01:07:20) Sondagens e não saber no que votar(01:09:53) Carlos Daniel, melhor jornalista em Portugal(01:11:38) Candidatos que não têm o que é preciso(01:18:11) Marinheiro usa aliança de casamento na mão direita(01:19:23) Presença dos media no TikTok e YouTube(01:22:58) Resoluções de ano novo(01:23:38) Contexto para PTM regressar à CNN(01:27:04) Transição de ask para watch.tm(01:30:12) Previsões para as presidenciais
Tempo de espera nas Urgências atrasa julgamento de Sócrates.
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 07, Carlos Andreazza comenta sobre instituições e autoridades envolvidas com a liquidação do Banco Master que sofreram uma série de ataques nas redes sociais pouco antes da virada do ano. A ofensiva, concentrada em um período de 36 horas, utilizou contas conhecidas por promover celebridades para questionar a credibilidade de órgãos como o Banco Central e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em relação à operação de liquidação do Master, decretada em novembro pelo BC e que está sob o escrutínio do Tribunal de Contas da União (TCU). Embora figuras como Gabriel Galípolo (BC) e Isaac Sidney (Febraban) tenham sido citadas, o alvo principal foi o ex-diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC Renato Dias Gomes, responsável pelo veto da oferta de compra do Master pelo Banco de Brasília (BRB). Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio desta semana falamos sobre a passagem de ano, resoluções, o que fazer se fosse o nosso último ano de vida, se o mundo está melhor ou pior e muito mais.
Mais um episódio de signos, desta vez o mapa astral de Eça de Queirós e como este teve influência na sua obra. Brincadeirinhaaaaaa. Aqui estamos nós, como somos, sem makeup em mais um episódio de Bate Pé a falar do nosso Natal, presentes, indignações, costumes e manias. Bom domingo, boa semana, bom ano.REDES SOCIAISMafalda Castro: https://www.instagram.com/mafaldacastroRui Simões: https://www.instagram.com/ruisimoes10Bate Pé instagram: https://www.instagram.com/batepeclipsBate Pé Tiktok: https://www.tiktok.com/@bate.pe#MafaldaCastro#RuiSimõesAPOIOS Este podcast tem o apoio do ActivoBank
Passou a festa, acabaram os brindes. Nos dias seguintes à passagem de ano, sobra a pergunta incómoda: quanto tempo aguentam as nossas resoluções?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Como não desistir das resoluções de ano novo ainda antes do fim de janeiro?
À medida que entramos em 2026, muitas pessoas voltam a fazer o mesmo ritual: olhar para o ano que passou, fazer balanços, definir resoluções e prometer que “é desta” que tudo muda. Mas quando falamos de dinheiro, há um padrão curioso: a maioria diz que quer poupar mais, investir melhor, acabar com dívidas… e, no entanto, poucos transformam essas intenções num plano concreto. Para que o novo ano seja verdadeiramente diferente, no mais recente episódio do podcast MoneyBar vamos partilhar 10 resoluções financeiras para transformar o seu 2026. Inscrições para o curso “Do Zero à Liberdade Financeira”: https://bit.ly/CURSOZLF Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram Redes Sociais Instagram: https://www.instagram.com/barbarabarroso Facebook: https://www.facebook.com/barbarabarrosoblog/ Subscreva os canais de Youtube: https://www.youtube.com/barbarabarroso https://www.youtube.com/moneylabpt Para falar sobre eventos, programas e formação: https://www.moneylab.pt/ Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.
Na passagem de ano fazemos listas como quem pede licença para recomeçar. Mas entre resoluções e desejos, nem sempre é claro o que queremos mudar ou do que ainda não conseguimos abdicar See omnystudio.com/listener for privacy information.
BILHETES GENTIL:https://linktr.ee/antonioacoutinhoBILHETES ARRAIAL:https://ticketline.sapo.pt/evento/-arraial-vitor-sa-99200?fromTopList=1BILHETES LABS:https://ticketline.sapo.pt/evento/freakshow-labs-97913CUBINHO, o podcast do colectivo CUBO. António Azevedo Coutinho, Ricardo Maria e Vítor Sá arrancam com a segunda parte deste projecto a três frentes. CUBINHO, um podcast em que se garante boa disposição e alguém a embirrar com o Ricardo.António Azevedo Coutinho https://www.instagram.com/antonioacoutinho/https://twitter.com/antonioacoutinhRicardo Mariahttps://www.instagram.com/ricardotaomaria/https://twitter.com/ricardotaomariaVítor Sáhttps://www.instagram.com/savitorsa/https://twitter.com/savitorsa
Hoje falo sobre sonhos, sobre o natal e sobre os meus planos para 2036
Debate da Super Manhã: Em 2026, o Brasil começa a colocar em prática as novas regras de tributação aprovadas na Reforma Tributária. As mudanças afetam empresas e consumidores. Entra em fase de testes, por exemplo, o novo modelo que substitui vários impostos por dois principais: a CBS, no âmbito federal, e o IBS, de estados e municípios. A transição será gradual, mas 2026 marca o início de um novo sistema, com a promessa de mais transparência, justiça fiscal e menos burocracia. No Debate desta quinta-feira (18), a comunicadora Natalia Ribeiro fala com os nossos convidados sobre as novas regras e o impacto na vida dos brasileiros. Participam o advogado especialista em direito empresarial André Bezerra Meireles, a pós-doutora em direito tributário e presidente do Centro Nacional para a Prevenção e Resolução de Conflitos Tributários (Cenapret), Mary Elbe Queiroz, e o economista e especialista em gestão pública Werson Kaval.
Passando a Limpo: Nesta terça-feira (16), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o cientista político, Rodolfo Marques, sobre a atuação de Hugo Motta na Câmara Federal. O Deputado Federal, Augusto Coutinho (Republicanos-PE), repercute a votação sobre regras para trabalho por aplicativo. A Pós-doutora em direito tributário e Presidente do Centro Nacional para a Prevenção e Resolução de Conflitos Tributários, Mary Elbe Queiroz, conversa sobre a Reforma Tributária.
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Luiz Alexandre Souza Ventura aborda o universo das pessoas com deficiência e da inclusão na coluna Vencer Limites, no Jornal Eldorado, às terças-feiras, às 7h20.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Resolução 2802 foi aprovada com 13 votos a favor e duas abstenções; decisão foi descrita pelos Estados Unidos como um “plano abrangente para acabar com o conflito em Gaza”; primeira fase levou a um cessar-fogo considerado frágil, à libertação dos reféns de Israel e de prisioneiros palestinos.
Alternativas como a conciliação, mediação e arbitragem são importantes para diminuir a sobrecarga do Poder Judiciário
Resolução obteve 165 votos a favor, 7 contra e 12 abstenções; documento reafirma soberania e liberdade de comércio; ONU solicita novo relatório sobre cumprimento.
Neste episódio debruçamo-nos sobre a história do conflito entre Israel e a Palestina. Tentamos compreender as suas origens, como evoluiu ao longo do século XX, e como chegou à situação actual.Sugestões de leitura:1. Ilan Pappé - Israel VS Palestina. A mais breve história do conflito. Ideias de Ler, 20252. Rashid Khalidi - Palestina: uma biografia. Cem anos de guerra e resistência. Ideias de Ler, 2022.3. Pierre Blanc e Jean-Paul Chagnollaud - Atlas do Médio Oriente. Guerra e Paz, 2024.4. Documentário 'No Other Land', realização de Basel Adra, Hamdan Ballal, Yuval Abraham, e Rachel Szor, 2024.5. Resolução da International Association of Genocide Scholars sobre a situação em Gaza - https://genocidescholars.org/wp-content/uploads/2025/08/IAGS-Resolution-on-Gaza-FINAL.pdf-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Ricardo Neves Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Manuel Prates, Miguel Vidal, NBisme, Oliver Doerfler;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carla Pinelas, Carlos Castro, Cláudia Conceição, Daniel Murta, David Fernandes, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, Jose Carlos Bicudo, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa; Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, Andre de Oliveira, André Silva, António Farelo, António Silva , Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Civiforum, Lda., Diogo Camoes, Diogo Freitas, Eugenia Capela, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Gonçalo Pedro, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Pedro Mourão, Joel José Ginga, Johnniedee, José Beleza, José Santos, Luis Colaço, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Silva, Parte Cóccix, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rui Curado Silva, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
Resolução que promove presença feminina nesta área completa 25 anos; líder da ONU aponta falhas no cumprimento de compromissos internacionais; já diretora executiva da ONU Mulheres diz que crescimento e normalização da misoginia não podem ser encarados como inevitáveis.
Proposta apresentada por China e Rússia recebeu nove votos contrários; sanções suspensas, devido ao acordo sobre programa nuclear iraniano, foram reiniciadas no sábado.
O ás Jorge Fernandes responde a perguntas dos ouvintes sobre Gaza e o que poderia ou não mudar um voto dos EUA nas Nações Unidas. E o boicote de alguns países à Eurovisão tem valor?See omnystudio.com/listener for privacy information.