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Em entrevista à Renascença e jornal Público, o presidente-executivo da Brisa faz as contas ao prejuízo causado pelas tempestades e diz que ainda espera que o Estado pague a sua parte. António Pires de Lima avança que o tráfego diminuiu em fevereiro, pela primeira vez desde a pandemia, e está de novo a abrandar com a crise energética. As mortes nas autoestradas caíram para metade em seis anos. No verão, espera ter novidades sobre a renovação das concessões e a ligação ao novo aeroporto de Lisboa.
Em Leiria, um dos distritos mais afetados pela tempestade “Kristin”, a câmara já avançou com 30 milhões de euros em obras de reconstruçãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Noventa dias depois das tempestades que atingiram Portugal entre janeiro e fevereiro, as seguradoras pagaram 445 milhões de euros em indemnizações, o equivalente a 37% dos 1,2 mil milhões estimados em prejuízos. Já o Estado entregou 19,1 milhões de euros em apoios a fundo perdido, menos de 10% dos 209,87 milhões pedidos pelas famílias afetadasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Veio o vento e a chuva. Vieram a “Krirstin”, o “Leonardo” e a Marta. Voaram telhados, morreram vizinhos. O Governo fez promessas de ajudas rápidas e auto-elogios e, no dia 28 de abril, apresentou o PTRR, um plano de médio e longo prazo para todo o país. Mas no distrito de Leiria (e noutras zonas do país) ainda há estradas cortadas, pessoas desalojadas e empresas em dificuldades. Passados quase 100 dias do início do comboio de tempestades , e Expresso está esta semana em Leiria preparar uma edição que quer mostrar que não nos esquecemos de quem ainda não recuperou. E a Comissão Política também se reuniu a partir daquela cidade para debater as necessidades das populações e as respostas do Governo. Nesta edição do podcast feita a partir de Leiria, mas também ligado a Lisboa, participam os comissários residentes David Dinis e Vítor Matos e as jornalistas Paula Caeiro Varela, que acompanhou a apresentação do PTRR, e a Juliana Simões, jornalista da secção de Economia que viveu e tem família no concelho vizinho de Ourém, em Caxarias. A sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração de Carlos Paes, com ajuda de IA.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois das tempestades que atingiram Portugal no início de 2026 e causaram milhares de milhões de euros em prejuízos, o Governo apresentou um novo plano que junta reconstrução, prevenção e resposta a futuras crises. Mas afinal, o que está previsto e o que muda na prática? A análise deste tema foi feita pelo jornalista da secção de Economia do Expresso Pedro Carreira GarciaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Com tanto material no terreno, a chuva intensa de ontem provocou o colapso de uma estrada em Oliveira do Hospital. O autarca avisa que vão acontecer mais casos como este noutros municípios.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Horácio Mota, da Associação Empresarial do Concelho de Pombal, diz que o fim da moratória de 3 meses estava já a criar stress nas empresas da região.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tempestades - Diác. Paulino by Igreja Missionária Evangélica Maranata do Recreio Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
ZCIT mantém instabilidade no Norte e Nordeste, enquanto Sul enfrenta ventos fortes e granizo
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Governo do Estado de São Paulo vai investir R$ 110 milhões na aquisição de oito novos radares meteorológicos em parceria com a Universidade de São Paulo e a SP Águas, a agência estadual de águas. Os equipamentos ampliam a capacidade de previsão e emissão de alertas climáticos em todo o estado.
O Conselho das Finanças Públicas prevê que a economia portuguesa cresça apenas 1,6% em 2026, uma revisão em baixa face à previsão anterior. Contudo, no que diz respeito às contas públicas, o organismo liderado por Nazaré Costa Cabral está mais otimista, prevendo um excedente orçamental de 0,1% do PIBSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Acumulados dos próximos dias podem chegar a 100mm em algumas regiões gaúchas
Daniel Oliveira e Francisco Mendes da Silva analisaram os desenvolvimentos do conflito no Médio Oriente, enquanto persistia a ameaça de um ataque feroz dos EUA ao Irão, no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 7 de abril. Entretanto, Donald Trump anunciou um acordo para suspender durante duas semanas os bombardeamentos. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Editorial | Truenos que anuncian tempestades
Após a devastação causada pelas sucessivas tempestades, que afetaram principalmente a região Centro do país, ainda há muitas famílias que precisam do apoio do Estado para recuperar dos estragos. O ministro da Economia, Castro Almeida, admitiu que os apoios para a reconstrução de casas não estão a correr bem e colocou o ónus nos autarcas. Este passa culpas é injusto? A análise de José Eduardo Martins e Pedro Delgados Alves, no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 12 de março. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A Tempestade Kristin deixou milhões de árvores no chão, incluindo no Pinhal de Leiria. Com as matérias inflamáveis, o risco de grandes fogos aumenta. Haverá motivo para alarme? O que fazer?See omnystudio.com/listener for privacy information.
As tempestades deixaram milhões de árvores no chão, há matas quase dizimadas. A acumulação de matérias inflamáveis faz aumentar, e muito, o risco de um Verão com incêndios incontroláveis.O que fazer?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Durante dias, vimos um país a duas velocidades. Em Leiria, uma cidade e uma região devastada, com infraestruturas destruídas, empresas paradas e milhares de pessoas sem eletricidade. Um território em colapso, onde o Estado parecia não chegar, ou chegar tarde. Em Coimbra, dias depois, uma cidade que se preparava para o pior, com evacuações, barragens a descarregar e uma tentativa de controlar o que já não dependia apenas da chuva, mas da forma como o sistema estava montado para responder a ela. Podemos ser benévolos e dizer que a diferença está entre os momentos: a surpresa e a compreensão do que estava em causa. Entre o “país de faz de conta”, gritado pelo presidente da Câmara de Leiria a um governo que parecia ignorar o sucedido, e a “coordenação” elogiada por Ana Abrunhosa abriu-se uma fratura difícil de ignorar. Falharam comunicações, falhou o SIRESP, falhou a resposta nacional — mas também ficou exposto algo mais profundo: um país com infraestruturas pensadas para um clima que já não existe, pouca manutenção e um Estado que reage de forma desigual consoante o território. O Governo anuncia agora milhares de milhões para a reconstrução, mas levantam-se mais dúvidas do que certezas. Estamos a responder à emergência ou a aproveitar a crise para aprovar medidas que o governo sabe polémicas, como a reformulação do INEM e Proteção Civil? E, ao condensar um programa de governo no que deviam ser apoios de urgência à reconstrução de infraestruturas e empresas, não estamos a correr o risco de atrasar a resposta? No Perguntar Não Ofende, conversamos com os dois rostos que estiveram na linha da frente desta resposta e foram elogiados por serem, por um lado, o rosto do Estado que não falhou, e, por outro, a voz das populações quando ela era urgente. Gonçalo Lopes é presidente da Câmara de Leiria desde 2019 (quando substituiu o presidente Raul Castro), e Ana Abrunhosa é presidente da Câmara de Coimbra há escassos meses. Falamos sobre o que estas cheias nos dizem sobre o país, a organização do Estado e a forma como tratamos o território e preparamos o futuro. E sobre o futuro destas regiões devastadas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O longuíssimo comboio de tempestades está quase a passar. Deixou um rasto de destruição que será difícil de esquecer. Que o diga a ex-ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, que se demitiu literalmente no olho do furacão. Algumas horas depois, um segmento da A1 desaparecia no rio Mondego. O primeiro-ministro assumiu a pasta temporariamente. Em Belém, Luís Montenegro vai passar a encontrar António José Seguro, eleito Presidente da República como o político português mais votado de sempre. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 12 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Presidente moçambicano fala à ONU News do papel do veículo de informação na mobilização humanitária; agências da ONU apoiam governo na preparação da resposta; nova crise afeta pessoas já extremamente vulneráveis devido à inundação que recentemente abalou centenas de milhares de moçambicanos.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Portugal e Espanha estão em alerta máxima para os temporais que atingem os dois países. A situação é crítica, com temporais e rajadas de vento provocando estragos em diferentes regiões. E ainda: Polícia Rodoviária Federal intensifica a fiscalização nas estradas do país no feriado prolongado.
As estradas reviradas como se fossem tapetes de alcatrão separados da terra onde parece que apenas os pousaram; aluimentos de terras a porem em risco habitações construídas na parte baixa desses terrenos acidentados; as inundações e as cheias que vemos todos os anos, mas agora com mais água depois de um comboio de tempestades ter trazido rios atmosféricos que fizeram transbordar os nossos rios. Mas se toda esta chuva fez todos estes estragos, não será melhor garantir que quem gere as infraestruturas está a fazer a manutenção a que está obrigado e tem capacidade para fiscalizar o estado das coisas? À procura de respostas, conversamos com o engenheiro civil Carlos Martins, especialista em estruturas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sousa Tavares analisa a resposta de Montenegro às tempestades: “deve ser o mais parecido que tivemos com uma guerra desde as invasões francesas”, para considerar que começou por faltar liderança e que foi o PR quem “puxou a carroça”. Sobre os efeitos, teme consequências económicas graves, propõe que a reconstrução seja feita a ter em conta os erros do passado e critica o momento escolhido pela MAI para deixar as funções. Sobre as presidenciais, diz que os eleitores “fizeram de um dia cinzento, um dia claro”. Fala ainda do papel de Seguro e deixa uma ideia em jeito de provocação sobre o voto dos emigrantes. Por fim, elogios para uma “excelente notícia” que chega da AR.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No domingo há eleições. O país vai escolher o futuro Presidente da República, mesmo com um dos candidatos a dizer que “ninguém está com cabeça para votos”. Apesar do alarme, apenas três concelhos decidiram adiar a votação devido ao estado de calamidade. A campanha eleitoral foi atropelada pelo comboio de tempestades que se abateu sobre o país. Uma intempérie que lançou o debate sobre a prontidão e a capacidade de resposta do governo nas zonas mais afectadas. A ministra da Administração Interna diz que estamos todos a aprender. Resistirá, depois da tormenta, ao período de estágio?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Presidente da Câmara de Montemor-o-Velho alerta que Depressão Marta vem complicar ainda mais, com destaque para o Mondego. Autarca de Portalegre destaca rapidez na limpeza após enxurrada no centro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Numa altura em que ainda se esperam dias difíceis em termos meteorológicos e a três dias das eleições, André Ventura propôs o adiamento do ato eleitoral por uma semana. Isto depois de Marcelo Rebelo de Sousa ter quase sugerido isso à autarca de Alcácer do Sal. Só que a lei não permite um adiamento geral. Só localidades abrangidas pela Situação de Calamidade podem pedir o adiamento. António José Seguro recusou liminarmente esta proposta. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 5 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Autoridades declararam estado de calamidade devido a fortes tempestades que já causaram 13 mortos, centenas de desalojados e elevados prejuízos; especialistas descrevem o fenómeno como um “comboio de tempestades”.
Forças Armadas só na segunda-feira decretaram prontidão imediata. Uma semana depois do alerta vermelho da Proteção Civil, que pediu poucos meios aos militares na fase mais crítica. A prontidão não era o alfa e o ómega das Forças Armadas nos textos do espanhol Miguel Gila, interpretados por Raul Solnado. Também não foi agora quando o país descobriu que toda a ajuda era pouca. Do teatro de comédia para a vida real, uma muito triste coincidência. Os militares só entraram em alerta vermelho uma semana depois de todas as outras forças do sistema de Proteção Civil. Neste episódio, conversamos com o jornalista Vítor Matos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os efeitos da tempestade Kristin também são políticos. Enquanto a ministra da Administraçao Interna preferiu ser invisível, o ministro Leitão Amaro quis mostrar-se. Enquanto o primeiro-ministro Luís Montenegro entrou na onda do otimista irritante - disse que aprendemos as lições com os incêndios do verão e que estamos "mais ágeis" -, a ministra Maria Lúcia Amaral diz que é preciso "aprender coletivamente". O maior efeito talvez possa ser a enorme diferença entre o que dizem os responsáveis políticos e da Proteção Civil e o que a população sente. Isso contribui para os cidadãos se sentirem mais abandonados pelo Estado. Estas e outras questões, para debater, inclusive os efeitos na campanha presidencial. Os comentários neste episódio são de Liliana Valente, coordenadora da secção de Política do Expresso, Eunice Lourenço, editora de Política e David Dinis, diretor-adjunto, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é da responsabilidade de Salomé Rita e a ilustração da autoria de Carlos Paes. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Região teve mais de 170 mil pessoas deslocadas desde o início de janeiro; Nações Unidas reforçam a resposta de emergência para apoiar as populações afetadas; comunidade humanitária alerta para situação ínstável.
Podia perfeitamente ser um nome de empresa na hora. Ou um filme. Ou uma sobremesa cara. Ou daquelas viagens da Feira Popular. Mas não, é mesmo uma coisa da ciência meteorologia.
A mais recente chamou-se Ingrid, mas muitos lembrar-se-ão da Ophélia (2017) e da Martinho (2025). Às vezes parece que vivemos sempre em alertas amarelos ou laranjas. Um novo podcast com Miguel MirandaSee omnystudio.com/listener for privacy information.