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Castanheira, bálsamo, cumaru e amburana. Enquanto o mundo cervejeiro olha para o carvalho americano e europeu, a Daora Vida foi buscar identidade nas madeiras nativas brasileiras, e o resultado chegou ao topo do World Beer Cup 2026.Neste episódio, Henrique Boaventura conversa com Wagner Falci, co-fundador da Daora Vida, sobre a construção do projeto Terminus: uma Barley Wine envelhecida em madeiras nativas brasileiras que acumula medalhas nos maiores concursos do mundo.O que você vai aprender:Por que madeiras brasileiras oferecem um diferencial real em concursos internacionaisO perfil sensorial de castanheira, bálsamo, cumaru e amburana, e o tempo ideal de cada umaA técnica de double mash por trás da Terminus: brasagens de 26 a 40 horas para atingir OG acima de 1.135Por que barris pequenos não funcionam bem para caseiros, e quais alternativas usarComo fazer uma infusão sensorial em álcool neutro para aprender o perfil de cada madeira antes de usá-la na cervejaCom Wagner Falci, co-fundador da Daora Vida, cervejaria de Campinas referência no uso de madeiras nativas brasileiras.
Rolha em cerveja é fetiche ou técnica? A resposta depende do que você sabe sobre ela. Neste episódio, o Thainha (Diego, da Coisa Linda) volta ao programa para falar com profundidade sobre o que realmente acontece quando você arrolha uma garrafa, e por que essa decisão pode ser a diferença entre uma cerveja que evolui com elegância e uma que oxida antes da hora.Neste episódio, Henrique Boaventura conversa com Diego (Thainha), da cervejaria Coisa Linda (SC), sobre o uso técnico de rolhas no envase de cervejas ácidas, complexas e não só.O que você vai aprender:O que é o Initial Oxygen Release e por que ele pode comprometer seu processo de envase antes mesmo do armazenamentoAs diferenças entre rolhas naturais de cortiça, técnicas naturais e sintéticas, com números concretos de permeabilidade ao O2Por que o tamanho da garrafa muda completamente o resultado de uma cerveja arrolhada ao longo do tempoComo o tratamento de silicone alimentício afeta a abertura e por que rolhas velhas ficam presas na garrafaQuando usar cortiça e quando usar sintética: a regra prática para cada tipo de cervejaCom Diego (Thainha) - cervejeiro e fundador da Coisa Linda, cervejaria especializada em fermentações ácidas e complexas, baseada em Santa Catarina.
Todo cervejeiro caseiro já imaginou viver de cerveja. Vinícius Baumhardt imaginou, planejou e executou. Saiu da publicidade depois de anos de esgotamento, começou do zero como auxiliar numa cervejaria porto-alegrense e hoje é Gerente de Qualidade na Uiltje Brewing Company, em Haarlem, na Holanda.Neste episódio, Henrique Boaventura conversa com Vinícius Baumhardt, Gerente de Qualidade na Uiltje Brewing Company, sobre a jornada de quem saiu da publicidade e foi trabalhar com cerveja na Europa.O que você vai aprender:Como estruturar a transição de carreira para a área de cerveja sem experiência préviaO que esperar dos primeiros anos numa cervejaria: da limpeza de obra à casa de brassagemComo e por que a Baumhardt Beer nasceu como marca cigana durante a trajetória no BrasilAs diferenças reais entre trabalhar em cervejarias brasileiras e europeias: funções, processo e equipamentoO que fazer (e o que não romantizar) para chegar a trabalhar numa cervejaria no exteriorCom Vinícius Baumhardt, Gerente de Qualidade na Uiltje Brewing Company (Haarlem, Holanda), ex-cervejeiro do Lagom e da Felsen, e fundador da Baumhardt Beer.
Mensagem do dia 31 de Maio de 2026 por Ed René Kivitz Quero que valorize o que você tem Identidade Celebração Ibab AO VIVO 11h www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
Lactobacillus ou Lachancea? Essa disputa está movimentando o mundo das Catharina Sours. Neste episódio, a gente vai fundo nos dois microorganismos, compara processos, resultados e acidez real, com quem já testou os dois em concurso e sabe exatamente o que funciona.Neste episódio, Henrique Boaventura conversa com Plati Pedraja, cervejeiro caseiro e número 1 no ranking nacional de prestígio, sobre qual microorganismo entrega a melhor acidez para a Catharina Sour.O que você vai aprender:O que define uma Catharina Sour bem feita e qual é o pH alvo para o estiloComo funciona o kettle souring com Lactobacillus e por que ele segue sendo o padrão para a CatharinaO que é a Lachancea thermotolerans e como ela acidifica e fermenta em uma única etapaQuais cepas de Lachancea estão disponíveis no Brasil e qual entregou mais acidez nos testesComo corrigir acidez quando não bate o alvo, tanto para baixo quanto para cimaCom Plati Pedraja, cervejeiro caseiro e número 1 no ranking do Prestígio, medalhista recorrente em Catharina Sour nos principais concursos do país.
Uma cerveja cor-de-rosa que parava o bar inteiro em 2015. Neste episódio, Fabio Koerich, o Fabito, conta a história completa da Daenerys, a Catarina Sour com pitaia e maracujá da Armada Cervejeira, e detalha a receita do início ao fim, incluindo o processo que levou a cerveja ao BJCP.Neste episódio, Henrique Boaventura conversa com Fabio Koerich, cofundador da Armada Cervejeira (São José/SC), sobre a anatomia completa da Daenerys, a Catarina Sour de pitaia e maracujá que ganhou medalhas em Copa Poa e no Uruguai, e entrou como exemplo de estilo no BJCP.O que você vai aprender:Como nasceu a Catarina Sour como estilo e por que "Berliner Weiss com fruta" não funcionava para ninguémPor que a Armada não usa lúpulo na fervura e como o extrato isomerizado (ExaHop/TetraHop) resolve o problema de espumaO processo completo de Kettle Sour com Lactobacillus plantarum: pré-acidificação, temperatura e controle de contaminaçãoComo as frutas entram na receita: proporções exatas, processamento e momento certo de adiçãoAs dicas de Fabito para ganhar medalha com Kettle Sour em concursosCom Fabio Koerich, cofundador da Armada Cervejeira, cervejeiro caseiro desde 2008, juiz BJCP e um dos pioneiros da Catarina Sour no Brasil.
Todo cervejeiro caseiro já se perguntou se pode vender a própria produção. A resposta curta é não, mas os detalhes são muito mais interessantes do que parecem, e ignorá-los pode custar caro.Neste episódio, Henrique Boaventura conversa com André Lopes, advogado especializado em direito cervejeiro e coautor do livro "Direito para o Mercado Cervejeiro", sobre o que está na lei brasileira em relação à produção e comercialização de cerveja caseira.O que você vai aprender:Por que produzir em casa é legal, mas vender não é, mesmo sem uma proibição explícita no texto da leiO que o Decreto 12.709 de 2025 mudou nas multas e por que o valor da multa não é o maior riscoPor que simulações como rateio de brassagem, ingresso com cerveja inclusa e doação com contribuição sugerida não funcionam perante o MAPAO que pode e o que não pode em eventos de acervas, bottle shares e festas privadasQual é o caminho legal mais barato para quem quer comercializar: o modelo cigano de produção terceirizadaCom André Lopes, advogado cervejeiro e sócio do Lopes Verde Advogados (Porto Alegre), especializado em defesa de cervejarias artesanais em todo o Brasil.
A British Strong Ale existe entre os 5,5% e os 8% de teor alcoólico, num espaço onde a maioria dos cervejeiros não pensa em brassear. Não é um barleywine, não é uma old ale, não é uma IPA. É uma cerveja malt-forward, frutada e incrivelmente bebível, e John Palmer está aqui para explicar como acertar o perfil.Neste episódio, Henrique Boaventura conversa com John Palmer, referência internacional da literatura cervejeira e juiz no World Beer Cup 2026, sobre o que define a British Strong Ale, como construir o perfil de malte britânico correto e por que a contenção no lúpulo é tão importante quanto a escolha dos grãos.O que você vai aprender:O que define a British Strong Ale e onde ela se diferencia de old ales, barleywines e American strong alesComo montar a receita: pale ale malt britânico, maltes especiais, açúcares caramelizados e o papel do brown maltPor que exagerar no lúpulo compromete estilos malt-forward e como calibrar as adiçõesQual levedura usar e a estratégia de temperatura ideal para ésteres frutados sem bananaComo distinguir uma British Strong Ale de uma old ale pelo caráter de oxidaçãoCom John Palmer, autor de "How to Brew" e referência técnica global para cervejeiros.
A British Strong Ale existe entre os 5,5% e os 8% de teor alcoólico, num espaço onde a maioria dos cervejeiros não pensa em brassear. Não é um barleywine, não é uma old ale, não é uma IPA. É uma cerveja malt-forward, frutada e incrivelmente bebível, e John Palmer está aqui para explicar como acertar o perfil.Neste episódio, Henrique Boaventura conversa com John Palmer, referência internacional da literatura cervejeira e juiz no World Beer Cup 2026, sobre o que define a British Strong Ale, como construir o perfil de malte britânico correto e por que a contenção no lúpulo é tão importante quanto a escolha dos grãos.O que você vai aprender:O que define a British Strong Ale e onde ela se diferencia de old ales, barleywines e American strong alesComo montar a receita: pale ale malt britânico, maltes especiais, açúcares caramelizados e o papel do brown maltPor que exagerar no lúpulo compromete estilos malt-forward e como calibrar as adiçõesQual levedura usar e a estratégia de temperatura ideal para ésteres frutados sem bananaComo distinguir uma British Strong Ale de uma old ale pelo caráter de oxidaçãoCom John Palmer, autor de "How to Brew" e referência técnica global para cervejeiros.
Fazer uma boa cerveja uma vez não é qualidade. Qualidade é conseguir fazer a mesma cerveja boa toda vez que você quiser. E essa diferença muda tudo, tanto para quem produz em casa quanto para quem quer se profissionalizar.Neste episódio, Henrique Boaventura conversa com Alexandre Esber, engenheiro químico, mestre cervejeiro com 28 anos de experiência e responsável pela Academia da Cerveja (escola cervejeira da Ambev voltada ao público externo), sobre como construir uma cultura de qualidade na produção de cerveja.O que você vai aprender:O que é qualidade de verdade: conformidade com o que foi desenhado, não apenas "estar bom"O kit mínimo de controle para o caseiro (teste de iodo por R$20, refratômetro por R$70, papel e caneta)Por que comprar equipamento caro não resolve problema de processoComo estabelecer tolerâncias e "gates de qualidade" ao longo da produçãoComo a Ambev opera: 370 pontos de controle analítico e 16 degustações humanas para cada cervejaPor que a degustação é soberana mesmo com toda a instrumentação disponívelCom Alexandre Esber, engenheiro químico, mestre cervejeiro e responsável pela Academia da Cerveja, escola cervejeira da Ambev e única escola fora da Alemanha com certificação conjunta VLB.
Cervejas ácidas são as mais difíceis de avaliar — e os guias de estilo que existem foram feitos para o hemisfério norte. O que acontece quando você prova duas cervejas selvagens brasileiras ao lado de quem as criou?Neste episódio, Henrique Boaventura recebe Diego, da Coisa Linda, para uma edição ao vivo do Julgando Forte. A pauta: diferenciar fermentação mista, selvagem e espontânea, entender os limites do BJCP e do Brewers Association para cervejas brasileiras, e degustar ao vivo duas cervejas do kit especial da Cozalinda.O que você vai aprender:— A diferença real entre fermentação mista, selvagem e espontânea — e por que isso muda tudo na hora de avaliar— Por que Brett Beer não é sinônimo de cerveja ácida— Por que Brettanomyces brasileiras produzem cítrico, e não funk — e como isso coloca o Brasil em desvantagem nos guias europeus— Como a manipueira (suco da mandioca) virou micro-organismo de fermentação na Paulo Lopes da Coisa Linda— O que um estudo metagenômico revelou sobre mais de 400 cepas na mesma fermentaçãoCom Diego da Coisa Linda — cervejeiro e maior referência de cervejas ácidas complexas no Brasil, há 12 anos.
A cervejaria faz o mosto. A levedura faz a cerveja. Mas o que acontece quando você trata a levedura como mais um insumo, em vez de como o patrimônio que ela realmente é?Neste episódio, Henrique Boaventura conversa com Gabriela Müller, Diretora Técnica da Levteck Tecnologia Viva, sobre como funciona um banco de leveduras profissional — da criopreservação à propagação controlada.O que você vai aprender:— A diferença entre armazenamento de curto, médio e longo prazo— O que é deriva genética (genetic drift) e por que ela começa a partir da 6ª ou 7ª geração de reúso— Por que o gene FLO5 é o primeiro sinal de que sua levedura está mudando— Por que propagar do propagado é um erro grave— Por que levedura saudável importa mais do que o pitching rateCom Gabriela Müller — Diretora Técnica da Levteck Tecnologia Viva, empresa especializada em propagação e banco de leveduras cervejeiras.
A Reinheitsgebot virou símbolo de tradição alemã. Mas durante séculos, a Alemanha produziu cervejas com trigo, aveia, mel e açúcar. A Kottbusser era uma delas, e desapareceu não por falta de qualidade, mas porque a unificação do país transformou uma lei regional bávara em norma nacional. Este episódio é a história de um estilo que foi apagado por decreto.Neste episódio, Henrique Boaventura apresenta a Kottbusser: sua origem em Cottbus, no estado de Brandenburg, sua composição técnica com grãos mistos e fermentáveis extras, sua relação com a Berliner Weisse e as duas abordagens modernas para recriar o que foi perdido.O que você vai aprender:Por que a cerveja alemã histórica era muito mais diversa do que a narrativa oficial admiteComo a Kottbusser era produzida: grãos, mel, açúcar e o papel das bactérias láticasO vínculo entre a Kottbusser e a Berliner Weisse via culturas de fermentação compartilhadasComo a unificação alemã de 1871 e a expansão da Reinheitsgebot levaram ao desaparecimento do estiloDuas abordagens para recriar a Kottbusser hoje: versão limpa moderna e versão histórica com cultura mistaEpisódio #3 da série Caçador de Estilos Perdidos, com Henrique Boaventura.
No novo formato “Anatomia de uma Cerveja”, Henrique Boaventura recebe Raul Schuchovsky, da Frohenfeld (Curitiba), para dissecar em detalhes a Krispy Lager — uma German Leichtbier que nasceu como “lote de sacrifício” e se tornou medalhista, cerveja de entrada da marca e base de propagação de levedura da casa.Neste episódio você vai entender:
Pela primeira vez na história do Concurso Brasileiro de Cerveja, o Top 3 foi formado inteiramente por cervejas ácidas — e todas com identidade 100% brasileira. O júri? Maioria estrangeira. O resultado? Unânime.Neste episódio, Henrique Boaventura recebe Diego da Coisa Linda para analisar cada medalha do pódio histórico, com depoimentos dos próprios produtores e das juízas Dayane Coller e Fernanda Bressiani.O que você vai aprender:— Por que esse resultado é inédito e o que ele representa para a cerveja ácida brasileira— Bronze: Caatinga Rocks com manipueira selvagem — o estilo que entrou pela primeira vez como categoria oficial e já subiu ao pódio— Prata: Faroeste Pina Colada Catarina Sour — o estilo mais consolidado de Santa Catarina mantendo sua posição de elite— Ouro: Pata Negra Kakaku Wood — uma quick sour com amburana e fruta brasileira provando que complexidade não exige fermentação complexa— Por que a amburana é o ingrediente que mais representa a identidade da cerveja brasileira lá fora— O debate: o estilo brasileiro precisa de reconhecimento internacional para ser válido?Com Diego da Coisa Linda — maior referência em cervejas ácidas complexas no Brasil, há 12 anos no estilo.
Até onde vai a criatividade cervejeira e, em que ponto ela vira apenas exagero?Neste episódio do Brassagem Forte, Henrique Boaventura recebe Josué Zonta para um mergulho técnico, honesto e provocativo sobre o papel da criatividade na produção de cervejas artesanais.A conversa percorre desde a concepção sensorial de uma receita até os desafios reais de execução: escolha de base, comportamento imprevisível de adjuntos, correções durante o processo, limites de servibilidade e a baixa repetibilidade típica de cervejas extremas. Também entram em pauta temas como diluição alcoólica, suporte estrutural da base para ingredientes agressivos, diferenças entre artesanal verdadeiro e “artesanal industrial”, além do impacto emocional e afetivo na criação de sabores.Um episódio essencial para quem quer entender que criatividade não é jogar ingredientes ao acaso, mas sim alinhar intenção, técnica e risco para entregar uma experiência coerente no copo — mesmo quando cada lote conta uma história diferente.
A decocção é uma das técnicas mais tradicionais, e também mais trabalhosas, da história da produção de cerveja. Mas será que ainda faz sentido aplicar esse processo completo hoje? E existe um caminho mais simples para chegar perto do mesmo resultado sensorial?Neste episódio do Brassagem Forte, Henrique Boaventura recebe Jamal Awadallak para um mergulho técnico na decocção moderna e nas abordagens modernas que buscam preservar caráter maltado, profundidade de sabor e eficiência de conversão sem transformar a brassagem em uma maratona de horas.Ao longo da conversa, você vai entender o que realmente acontece no mosto durante a decocção, desde da gelatinização do amido às mudanças no perfil de aminoácidos, FAN e fermentação, além das diferenças entre as tradições alemã e tcheca, os impactos sensoriais das decocções simples, dupla e tripla, e como processos como Schmitz e a própria decocção reversa oferecem atalhos técnicos consistentes.Também discutimos transferência de calor, formação de melanoidinas, uso estratégico de malte melanoidin e os limites reais entre fidelidade histórica, praticidade moderna e resultado no copo. Um episódio essencial para quem quer produzir lagers mais complexas sem necessariamente perder o dia inteiro na brassagem.
Permita que as pessoas ao seu lado sintam a alegria da sua presença.O que realmente aproxima os corações é a atenção. A distância muitas vezes vive dentro da indiferença. Há pessoas que estão juntas, mas separadas por quilômetros de silêncio… e há outras que, mesmo distantes, permanecem profundamente ligadas.Com frequência nos preocupamos com o que acontece no mundo. Nos sensibilizamos, pensamos em fazer algo… mas a vida também acontece bem perto de nós: dentro da nossa casa, na nossa família, na vizinhança.Sem perceber, às vezes levantamos barreiras entre os corações que caminham ao nosso lado.A indiferença esfria sentimentos e cria distâncias mesmo quando estamos tão próximos.Com o tempo, podemos nos acostumar tanto com as pessoas que convivem conosco que deixamos de enxergar o valor da presença delas. E é justamente aí que mora o convite: olhar novamente, com carinho renovado.Se desejamos transformar o mundo, o primeiro passo pode começar dentro de nós.Se queremos melhorar o futuro, essa mudança pode nascer dentro da nossa própria casa.Olhe para quem caminha ao seu lado com novos olhos.Ofereça atenção.Ofereça tempo.Converse mais.Desligue um pouco a televisão… e ligue o coração.Riam juntos.Abracem mais.Diga às pessoas importantes da sua vida o quanto elas significam para você.O tempo que passou fica nas lembranças. O tempo que temos agora é a oportunidade de viver melhor.Valorize os corações que caminham ao seu lado.E sempre que possível, aproxime-se novamente de quem se distanciou.Porque o amor sempre encontra um caminho.
Permita que as pessoas ao seu lado sintam a alegria da sua presença.O que realmente aproxima os corações é a atenção. A distância muitas vezes vive dentro da indiferença. Há pessoas que estão juntas, mas separadas por quilômetros de silêncio… e há outras que, mesmo distantes, permanecem profundamente ligadas.Com frequência nos preocupamos com o que acontece no mundo. Nos sensibilizamos, pensamos em fazer algo… mas a vida também acontece bem perto de nós: dentro da nossa casa, na nossa família, na vizinhança.Sem perceber, às vezes levantamos barreiras entre os corações que caminham ao nosso lado.A indiferença esfria sentimentos e cria distâncias mesmo quando estamos tão próximos.Com o tempo, podemos nos acostumar tanto com as pessoas que convivem conosco que deixamos de enxergar o valor da presença delas. E é justamente aí que mora o convite: olhar novamente, com carinho renovado.Se desejamos transformar o mundo, o primeiro passo pode começar dentro de nós.Se queremos melhorar o futuro, essa mudança pode nascer dentro da nossa própria casa.Olhe para quem caminha ao seu lado com novos olhos.Ofereça atenção.Ofereça tempo.Converse mais.Desligue um pouco a televisão… e ligue o coração.Riam juntos.Abracem mais.Diga às pessoas importantes da sua vida o quanto elas significam para você.O tempo que passou fica nas lembranças. O tempo que temos agora é a oportunidade de viver melhor.Valorize os corações que caminham ao seu lado.E sempre que possível, aproxime-se novamente de quem se distanciou.Porque o amor sempre encontra um caminho.
Na parte 2 da Hora Ácida sobre Sidra Selvagem, Henrique Boaventura conversa com Diego Simão para aprofundar o que realmente muda quando saímos das leveduras de vinho e entramos no universo dos microrganismos selvagens.Aqui a discussão vai além do “como fazer sidra” e entra no porquê fazer diferente. Falamos sobre:
Neste episódio do Brassagem Forte, Henrique Boaventura recebe João Kolling para um papo afiado sobre um tema que todo cervejeiro curioso já encarou: como recriar cervejas históricas sem inventar história. A conversa passa por metodologia, limites da “receita original”, denominações e responsabilidade, além de boas práticas técnicas para interpretar bibliografia antiga com bom senso, segurança e fontes confiáveis. Também falamos sobre como usar IA do jeito certo: como apoio para transcrição e tradução, mas sempre com leitura crítica e checagem.
Tente lembrar…das cinco pessoas mais ricas do mundo.Agora pense…nos últimos ganhadores do Prêmio Nobel.E as últimas vencedoras do Miss Universo?Dez medalhistas de ouro das Olimpíadas…Os vencedores mais recentes do Oscar…Conseguiu?Difícil… né?E olha que são nomes que estiveram nas manchetes…receberam aplausos…subiram aos palcos…entraram para a história.Mas o tempo passa…os aplausos silenciam…os prêmios ficam empoeirados…e a memória… deixa ir.Agora eu te convido para um outro teste.Lembre do nome de um professor que marcou a sua vida.De um amigo que segurou a sua mão quando tudo parecia desabar.De alguém que te ensinou algo que dinheiro nenhum paga.Pense…em quem fez você se sentir amado.Em quem faz bem só de estar por perto.Foi mais fácil… não foi?Sabe por quê?Porque as pessoas que realmente fazem diferença na nossa vidanão são as que têm mais títulos…mais dinheiro…ou mais troféus na estante.São as que têm espaço no nosso coração.As que se importam.As que ficam.Valorize quem caminha ao seu lado.No fim das contas…são esses nomesque a gente nunca esquece.
Tente lembrar…das cinco pessoas mais ricas do mundo.Agora pense…nos últimos ganhadores do Prêmio Nobel.E as últimas vencedoras do Miss Universo?Dez medalhistas de ouro das Olimpíadas…Os vencedores mais recentes do Oscar…Conseguiu?Difícil… né?E olha que são nomes que estiveram nas manchetes…receberam aplausos…subiram aos palcos…entraram para a história.Mas o tempo passa…os aplausos silenciam…os prêmios ficam empoeirados…e a memória… deixa ir.Agora eu te convido para um outro teste.Lembre do nome de um professor que marcou a sua vida.De um amigo que segurou a sua mão quando tudo parecia desabar.De alguém que te ensinou algo que dinheiro nenhum paga.Pense…em quem fez você se sentir amado.Em quem faz bem só de estar por perto.Foi mais fácil… não foi?Sabe por quê?Porque as pessoas que realmente fazem diferença na nossa vidanão são as que têm mais títulos…mais dinheiro…ou mais troféus na estante.São as que têm espaço no nosso coração.As que se importam.As que ficam.Valorize quem caminha ao seu lado.No fim das contas…são esses nomesque a gente nunca esquece.
No encerramento do Bom Dia Londrina, compartilhamos uma mensagem inspiradora, incentivando reflexões e motivação para começar bem o dia.No programa Bom Dia Londrina apresentamos sucessos musicais, curiosidades, sorteios, horóscopo e presentes para aniversariantes todos os dias. De segunda a sábado das 08h às 12h e aos domingos das 08h as 11h. Você também pode participar através do nosso Instagram ou ligando no 3356-5500.
Neste episódio do Brassagem Forte, Henrique Boaventura recebe Fábio Koerich para uma conversa profunda, técnica e necessária sobre o estilo BJCP 34B – Mixed-Style Beer. Um daqueles estilos que parecem simples na teoria, mas que exigem muito critério quando o assunto é criação, inscrição em concursos e julgamento.O papo passa pela evolução do BJCP, pela diferença entre Mixed-Style e Experimental, pelos erros mais comuns na hora de inscrever cervejas e, principalmente, pelo que realmente importa: o que está no copo. Harmonia, equilíbrio, drinkability e comunicação sensorial são discutidos tanto do ponto de vista de quem produz quanto de quem julga.Além da discussão conceitual, o episódio entrega uma aula prática com uma receita detalhada de Cold IPA (ou Crispy IPA, como o Fabito prefere chamar), abordando água, adjuntos, fermentação lager, lúpulos, dry hopping e técnicas para alcançar limpidez, amargor limpo e final seco.Um episódio essencial para quem quer entender melhor as categorias de especialidade, evitar armadilhas em concursos e, ao mesmo tempo, ampliar o repertório criativo com responsabilidade técnica.
Neste episódio do Brassagem Forte, Henrique Boaventura conversa com Ronier Afonso, da EZbrew, para destrinchar de forma técnica e prática o sistema Double Vessel aplicado à cerveja caseira. O papo parte de uma pergunta simples — “por que copiar três panelas de cervejaria?” — e avança para um debate profundo sobre eficiência, controle térmico, clarificação, ergonomia e desenho de equipamento.Ao longo do episódio, você vai entender o que diferencia um Double Vessel manual de um Double Vessel automatizado, como funciona o aquecimento indireto com recirculação contínua, por que a área de contato da resistência é decisiva para evitar caramelização, e de que forma a soma de volumes dos dois tanques impacta diretamente a eficiência do processo. Também entram na conversa temas como controle de rampas de mostura, lavagem de grãos, retenção de trub no whirlpool, uso de hop spider, limpeza, manutenção e modularidade dos equipamentos.Um episódio essencial para quem quer fazer mais cerveja e sofrer menos com equipamento, entendendo o porquê das escolhas técnicas — sem mito, sem marketing vazio e com muita experiência prática.
No primeiro Hora Ácida de 2026, Henrique Boaventura recebe Diego Simão, da Cervejaria e Sidreria Cozalinda, para abrir o universo da sidra sob uma ótica técnica, prática e sem amarras. A conversa parte de um dado provocador do Censo da Cerveja Caseira 2025 e avança para um convite direto: fermentar mais coisas além da cerveja.Neste episódio, você vai entender o que define uma sidra, conhecer as principais escolas sidreiras (França, Espanha, Inglaterra, Alemanha e Estados Unidos) e, principalmente, mergulhar no papel do terroir, da maçã e do suco no resultado final. O papo aprofunda temas como doçura, acidez, taninos, carbonatação e estrutura, além de discutir a realidade brasileira, a padronização histórica da sidra industrial e o surgimento de uma cena artesanal mais diversa.Na parte prática, Diego destrincha o caminho mais viável para quem quer produzir sidra em casa: a escolha do suco integral, a leitura correta do rótulo, as diferenças entre suco retificado e integral, o impacto dos conservantes e como Brix e acidez variam ao longo do ano, mesmo em sucos industrializados. Um episódio essencial para quem quer começar — ou aprofundar — sua relação com a sidra antes de entrar de vez no tema da fermentação, que fica para a próxima parte da série.
Você já ouviu falar da Grisette, a cerveja criada para refrescar mineiros na Bélgica do século XIX?
No Brassando com Estilo, Henrique Boaventura recebe o lendário John Palmer para uma aula profunda e prática sobre American Strong Ale. Ao longo do episódio, eles destrincham o equilíbrio entre potência de malte e amargor, explicando grist, mostura, estratégias de lúpulo, fermentação, perfil de água e carbonatação — sempre com foco em clareza técnica e intenção de estilo. Além disso, Palmer compartilha sua lógica de formulação, dicas para competição e até uma receita-base comentada, conectando teoria e prática para quem quer acertar o estilo sem “brigar no copo”.
No episódio de hoje, apresentamos o Resultado do Censo da Cerveja Caseira Brasileira 2025, a maior pesquisa já realizada sobre quem faz cerveja em casa no país. Henrique Boaventura e Ludmyla Almeida recebem Jamal Awadallak (Beer School) para destrinchar os dados: perfil dos cervejeiros, renda, barreiras de entrada, evolução do hobby, estilos favoritos, comportamento por região, densidade per capita e as tendências que devem moldar o futuro da produção caseira.Um episódio técnico, completo e essencial para quem faz cerveja, ensina, pesquisa ou simplesmente vive o hobby intensamente.
No 15º episódio de Perguntas & Respostas do Brassagem Forte, Henrique Boaventura responde dúvidas enviadas pelos apoiadores e pela comunidade cervejeira:Como garantir turbidez e corpo na NEIPAQuando confiar (ou não) nos micro-organismos no priming de cervejas ácidasO que realmente importa no resfriamento do mostoLavar os grãos com água fria muda algo?Como construir uma smooth sour do zeroComo interpretar FG x corpoQuando encerrar a fermentaçãoPor que o Carapils é tão pouco usado.Um mergulho profundo nos detalhes que fazem a diferença na brassagem e na sua cerveja.
Culto semanal de Mulheres no Espelho
Neste episódio do Brassagem Forte, Henrique Boaventura recebe novamente João Kolling para um mergulho técnico e completo no universo das Cask Ales, as tradicionais Real Ales britânicas.Falamos sobre o que define uma Cask Ale, como funciona a fermentação final dentro do casco, o papel essencial do cellar, os tipos de cask, o serviço por gravidade e por beer engine, além de abordar estilos que brilham nesse formato e como replicar essa experiência na sua cervejaria ou em casa.Se você quer entender de verdade por que a Cask Ale é tão marcante historicamente, e tão diferente do serviço moderno em keg, este episódio é pra você.
No episódio de hoje, Henrique Boaventura e Gabriela Lando avaliam a German Leichtbier enviada por Lucas Prates, cervejeiro do Vale dos Sinos. Eles analisam aroma, sabor, aparência, corpo e fermentação seguindo a súmula BJCP, identificando pontos fortes e ajustes técnicos finos — da escolha do malte e perfil mineral da água até o impacto da temperatura de fermentação. Uma verdadeira aula prática sobre equilíbrio, processo e refinamento cervejeiro.
Neste episódio, Henrique Boaventura recebe o historiador e cervejeiro austríaco Andreas Krennmair para uma conversa profunda sobre a história da cerveja alemã, a tradição da Rauchbier e o papel único da cidade de Bamberg na preservação da cultura cervejeira. Andreas explica como os estilos locais desapareceram com a industrialização, por que Bamberg resistiu à padronização e como o método defumado sobreviveu através de Schlenkerla e Spezial. Um mergulho técnico, histórico e apaixonante para quem ama cerveja com alma e contexto.
Nem toda Saison precisa ser comportada. Neste episódio, Henrique Boaventura e Diego Simão (Cozalinda) mergulham nas fronteiras entre o controle técnico e o caos criativo das fermentações mistas e selvagens.Você vai entender por que a Brettanomyces e as leveduras diastáticas não são vilãs, e como o equilíbrio entre amargor, acidez e secura pode criar Saisons complexas, refrescantes e com identidade brasileira.
Você já ouviu falar da Zoigl, a cerveja sem marca e sem rótulo que sobreviveu por mais de 500 anos na Baviera?Neste episódio da nova série Caçador de Estilos Perdidos, Henrique Boaventura explora a história fascinante dessa lager comunitária, produzida nas lendárias Kommunbrauhäuser, as casas comunais de brassagem.Descubra como uma cerveja feita pelo povo e para o povo resistiu à industrialização, mantendo viva uma tradição que mistura cultura, convivência e autenticidade.
Neste episódio, Henrique Boaventura recebe o cervejeiro João Kolling para uma verdadeira aula sobre a clássica Best Bitter inglesa. Eles mergulham na história do estilo, explicam como a tributação moldou a cerveja britânica, discutem o uso de maltes, falam sobre o papel dos açúcares invertidos, lúpulos tradicionais, além de leveduras que definem o caráter esterificado das bitters.João ainda compartilha sua receita completa e comenta a importância da água, clarificação e serviço no cask, mostrando que fazer uma boa Bitter é simples — mas está longe de ser fácil.
No segundo episódio da série Dia de Julgamento, Henrique Boaventura recebe Oscar Freitas (presidente da Acerva Brasil) e Faustus para avaliar duas cervejas produzidas pelo próprio convidado: uma Belgian Pale Ale e uma Mixed Style Beer com base em German Pils e lúpulo Comet brasileiro.A conversa mergulha no universo das avaliações BJCP — com notas, percepções sensoriais, discussão de receitas e o desafio de enquadrar estilos híbridos. Um episódio imperdível pra quem quer entender como funciona um julgamento técnico de cerveja na prática!
Neste episódio, Henrique Boaventura e Diego Simão (Cervejaria e Sidreria Cozalinda) mergulham nas camadas técnicas e culturais que tornam a Lambic uma cerveja única e impossível de ser reproduzida fora da Bélgica.Eles explicam, ponto a ponto, o papel do terroir, da microbiota local, do clima, da matéria-prima e das tradições produtivas que definem a fermentação espontânea — e discutem por que chamar algo de “Lambic brasileira” é tecnicamente incorreto.Um papo essencial para quem quer entender cervejas ácidas complexas, fermentação espontânea e denominação de origem com profundidade e sem mito.
According to the IEA’s 2025 Global Methane Tracker, methane is responsible for around 30% of the current rise in global temperature. Mitigating methane, which has more than 80x the warming potential of CO2 over a 20-year period, is critical to addressing climate change. In this episode of ESG Currents, Bloomberg Intelligence’s director of ESG research Eric Kane speaks with Olya Irzak, founder and CEO of Frost Methane, about the company’s efforts to destroy, valorize and measure emissions from manure ponds and other sources. They also talk about the volatility of voluntary carbon markets, raising capital, the current climate policy landscape and more.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Brassagem Forte, Henrique Boaventura conversa com Jéssica Corrêa e Hélder Neves sobre a cena da cerveja caseira em Portugal. O papo passa por equipamentos all-in-one, custos de produção, insumos disponíveis, concursos BJCP e as tendências que estão movimentando a comunidade lusitana. Um retrato técnico e atual para quem quer entender como é brassar em terras portuguesas.
Você sabe o que é Acid Shock (Choque Ácido) e por que esse processo é essencial para quem produz cervejas ácidas complexas? Neste episódio, Henrique Boaventura recebe Diego Simão, da Cozalinda Floripa, para um papo técnico e detalhado sobre como adaptar leveduras antes do envase, garantir uma refermentação em garrafa estável e evitar defeitos sensoriais como diacetil, acetaldeído e THP.Se você é caseiro ou profissional, vai aprender na prática como aplicar esse protocolo simples e indispensável para elevar a qualidade das suas sour beers.
No episódio de hoje, Henrique Boaventura conversa com Duan Ceola sobre um tema inovador: o reaproveitamento de lúpulo de dry hopping (DH). Descubra o que realmente sobra do lúpulo após o processo, como transformar esse resíduo em extratos de alta eficiência e quais são as aplicações que vão da cerveja artesanal à indústria sucroalcooleira. Um papo técnico, atual e cheio de insights para cervejeiros e curiosos do mundo da fermentação.
No episódio de hoje do Brassagem Forte, Henrique Boaventura recebe Ingrid Matos para mergulhar no universo das Mixed-Fermentation Sour Beers. Conversamos sobre o que define esse estilo no BJCP, quais são as bases ideais, como trabalhar com blends e cepas isoladas, a importância do controle de fermentação e até o papel da madeira na construção de complexidade. Para fechar, Ingrid compartilha uma receita prática para quem quer se aventurar nesse estilo desafiador.
Você sabia que é possível transformar toda a produção de uma cervejaria em cervejas sem glúten sem perder sabor, corpo ou qualidade?No episódio de hoje, Henrique Boaventura conversa com Thiago Wild, cervejeiro da Salva Craft Beer, que compartilha todos os detalhes técnicos e mercadológicos dessa mudança ousada.Entenda como o uso de enzimas permite preservar receitas originais, ampliar o público e ainda garantir estabilidade ao produto, sem alterar a experiência sensorial.
Neste episódio, Henrique Boaventura recebe Beto Tempel, da Cervejaria Trilha, para uma verdadeira aula sobre English Barleywine, um dos estilos mais complexos e elegantes da escola inglesa.Do contexto histórico ao perfil sensorial, passando por grist, levedura, mosturação, fermentação e até ajustes finos na água, Beto compartilha tudo o que aprendeu ao longo de anos brassando cervejas extremas.Ah, e ainda rola receita completa da Barleywine “Bunker” da Trilha, dicas de envelhecimento e uma abordagem inovadora com uso de enzimas!