Podcasts about criatividade

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Insights
Insights Investments #337 – Quando criatividade vira resultado: o que Cannes revela para as marcas?

Insights

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 38:24


Neste episódio do Insights vamos entender a importância de investir em criatividade para a expansão dos negócios. Como as empresas inovam e como impulsionam novos produtos? As lições estão vindo de Cannes que é o principal palco global da criatividade aplicada aos negócios, onde marcas, empresas e líderes compartilham as ideias, estratégias e tendências que estão transformando o mercado e a cultura. Nossa conversa é com Rodrigo Almeida, CCO do Grupo Dreamers, e com o executivo de Marketing do Bradesco, José Mauricio Lilla. Eles também compartilham como um projeto do banco recebeu Leões de Ouro e Bronze no festival deste ano: o Dancebook Brasil. Acompanhe! A apresentação é da Priscila Forbes, banker do Bradesco Global Private Bank. O conteúdo a seguir exposto pela empresa convidada não representa, necessariamente, a opinião e as práticas utilizadas pelo Bradesco. #cannes #criatividade #inovacao #dancebook #leoes #businessSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oxigênio
#222 – A autoria indígena da colonização às livrarias

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 33:06


A literatura indígena no Brasil passou por diversas fases e batalhou contra o apagamento em todas elas. Dos primeiros encontros com os jesuítas, que tentaram impor as regras de gramática e de assentamentos importadas da Europa, ao crescimento das publicações editorais de autoria indígena que vemos hoje. Nesse episódio, Mayra Trinca e Lívia Mendes contam mais dessa história a partir de entrevistas com a pesquisadora Carolina Rodrigues, da Unicamp, e com a escritora Trudruá Dorrico. Você vai conhecer mais sobre as primeiras gramáticas, a importância da oralidade para a literatura indígena e a relação disso tudo com a política (no passado e no presente). ____________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO TRUDRUÁ: Cara, o Brasil é tão indígena e ele nem se dá conta assim, sabe? Do quanto ele é indígena. MAYRA: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre a importância da escrita pra história do movimento indígena no Brasil.  TRUDRUÁ: Eu entendo assim que a presença indígena nesses espaços literários, é o que faz a nossa literatura ser interessante hoje. Faz deslocar um pouco os homens brancos, jornalistas do Rio – São Paulo, assim, numa produção completamente egocêntrica. LÍVIA: E sobre como isso ganha ainda mais relevância diante de um histórico de apagamentos.  CAROLINA: Que algo escrito nem sempre é um texto. Quem lê nem sempre é um leitor. E quem escreve nem sempre é um autor. MAYRA: Isso porque o ato de escrever foi, e talvez ainda seja, uma das ferramentas mais usadas pra hierarquização social. E aí, ao longo da história, isso deixou marcas que revelam muito do que a gente pensa e entende como autoria de povos indígenas no Brasil.  TRUDRUÁ: A autoria coletiva indígena, ela sempre existiu. O problema é que ela foi descaracterizada por conta da história de apropriação dos povos indígenas ao Estado-nação Brasil. LÍVIA: Pra entender essas questões, conversamos com a escritora e pesquisadora Trudruá Dorrico, do povo Macuxi, e com a linguista Carolina Rodríguez.  MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já me conhece aqui do Oxigênio.  LÍVIA: E eu sou a Lívia Mendes, linguista e especialista em jornalismo científico, e também já apareci algumas vezes por aqui. [VINHETA] CAROLINA: Eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos, o Labeurb, que pertence ao Núcleo de Criatividade da Unicamp e sou também professora no departamento de Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem, o IEL, também da Unicamp. É, a minha formação inicial é em letras, mas eu me especializei em linguística. Fiz o doutorado, pós-doutorado, especificamente nas áreas de análise do discurso, história das ideias linguísticas e saber urbano e linguagem. LÍVIA: Essa que você ouviu é a Carolina. Nos últimos anos,  ela têm se dedicado a pesquisar a língua Guarani e as relações dessa língua com a atuação dos jesuítas na região que era a província do Paraguai.  CAROLINA: Que não deve ser confundida com a província civil do Paraguai, né? Porque a província jesuítica ocupava todo o sul do Brasil, Argentina, parte da Bolívia, enfim. MAYRA: O Guarani era a língua falada pelos povos indígenas da região e que teve seus primeiros registros escritos feitos por esses jesuítas.  CAROLINA: O espaço em que surge a escrita em Guarani vai determinar, a finalidade com que é introduzida a escrita nessa língua, vai determinar a relação entre escrita e oralidade, né? Vai determinar o que que é um texto, o que que é ler, o que é escrever em Guarani. LÍVIA: Os jesuítas chegaram na região por volta de 1580 e se instalaram ali, fundando a tal província. Esses missionários, tinham como tarefa estudar a língua local. CAROLINA: A finalidade principal, né, desse trabalho linguístico era se comunicar com os indígenas no dia a dia, aprender a língua, né? Que os missionários estrangeiros pudessem aprender a língua para se comunicar com os indígenas e para catequizar. A questão principal não é o cultivo da língua como bem cultural. Isso pode até ter um resquício, mas não é esse o objetivo principal. MAYRA: Essa lógica por trás do estudo do Guarani fez com que a escrita e a gramática utilizada para essa língua fosse bem diferente de outras línguas. Enquanto as línguas europeias tiveram sua escrita elaborada e rebuscada como uma forma de enriquecimento cultural, a escrita das línguas indígenas era muito mais pragmática, usada apenas como instrumento para ensinar outros jesuítas.  LÍVIA: Ainda assim, a Carolina conta que as primeiras gramáticas, as primeiras organizações e regras linguísticas do mundo surgiram todas meio que juntas.  CAROLINA: É interessante isso porque muitas vezes a gente pensa que “ah, as gramáticas europeias foram feitas primeiro e as línguas ameríndias, por exemplo, depois e não. Então, a diferença entre uma gramática, a primeira gramática em francês, do francês, tem dois, três, quatro anos de diferença com a primeira gramática do Nahuatl, no México, por exemplo. [começa trilha] LÍVIA: Só que nesse momento, na Europa, durante o Renascimento, as gramáticas estavam surgindo pra organizar e padronizar as línguas que representariam os Estados-nação, como o francês, o português e o espanhol. Era preciso reduzir as variações dos dialetos, fixar regras linguísticas, para dar uma ideia de unidade praquele território. MAYRA: Gramatizar uma língua, assim como escrever essa língua , é importante para consolidar regras gramaticais e fazer com que ela mude mais devagar. Por isso as gramáticas surgem com a formação dos Estados, porque conforme as nações hegemônicas iam colonizando diversas partes do mundo, levavam também consigo o processo de gramatização das outras línguas. CAROLINA: Então, essa associação, né, língua cidade através da ideia do movimento, da fixação, eles tinham que fixar a língua pela escrita e fixar os indígenas em povoados, não é? Para que, como dizia o Manuel da Nóbrega, o padre jesuíta, era preciso fazer com que ficassem quietos, né? E não se movessem o tempo todo. Ele reclamava que o trabalho da catequese era jogado fora, porque eles se mudam o tempo todo. LÍVIA: De novo a gente percebe aí a linguagem sendo usada como uma forma de dominação desses povos. O estudo da língua Guarani não estava a serviço dos povos indígenas e sim dos colonizadores. Mesmo que eles começassem a dominar a escrita de sua língua, isso não significava que eles iriam conseguir realmente se apropriar política e culturalmente dessa ferramenta.  CAROLINA: A cultura é imposta como modelo, ao mesmo tempo que se impede o acesso integral a esse modelo. Porque senão a desculpa para subordinação desaparece, não é? [sobe som e encerra música] MAYRA: E a Carolina encontrou, em alguns textos da época, exemplos que mostram isso muito bem. Ela me deu o exemplo de vários textos religiosos, que eram escritos em Guarani, mas que não eram lidos pelos indígenas.  CAROLINA: Porque esses textos traduzidos em Guarani, é, se destinavam aos missionários, não eram dados para a leitura dos indígenas, que eram mantidos a maior, maiormente não alfabetizados, não é? Era porque os missionários soubessem, é, aprendessem e pudessem transmitir oralmente aos indígenas. Então, na verdade, o destinatário do conteúdo do texto, né? Da mensagem religiosa, era o indígena, que não era o leitor do texto, né? Então era não era um público leitor, era um público ouvinte, era um auditório, porque quem lia era o missionário. LÍVIA: Ela também identificou o mesmo deslocamento da função do autor desse texto. Um dos exemplos mais didáticos é de um indígena chamado Nicolas Yapuguay, que publicou dois volumes de sermões bíblicos escritos em Guarani, só que sob direção de um missionário.  CAROLINA: Então, o que significa sob a direção? Significa que a responsabilidade é do missionário. Bom, aí já temos uma dica, não é? Mas o prefácio é fantástico. Eu acho que Foucault leu esse prefácio para definir a função autor, né? Porque quem faz o prefácio ao livro é Paulo Restivo, o missionário. Até aí tudo bem, a gente pode fazer o prefácio de outro livro, né? Mas o que é interessante é que todos os “eus”, as primeiras pessoas, é o missionário que assume. Então, assim, ele chama o leitor de meu leitor, as doutrinas que eu te ofereço.  MAYRA: Isso mostra pra gente que apresentar o Nicolas Yapuguay como autor era quase como um disfarce, um fingimento. Que ele estava ali pra que os missionários pudessem dizer que havia uma participação indígena, mas que não tinha liberdade de decidir o que ou como escrever.  [começa trilha] TRUDRUÁ: Nesse processo de de entender um pouco a escrita e os povos indígenas, eu queria dizer assim que a escrita, essa escrita assim, ai, de escrever o nome, de escrever um poema, de escrever um livro ou de aprender a escrever alguma coisa que é importante assim no dia a dia, não é dessa escrita que nós estamos falando, quando a gente fala assim, ai, dos povos indígenas conseguirem escrever e serem uma sociedade desenvolvida. A gente está falando de um sistema de escrita que cria documentos, que cria cartórios, que cria notários, que cria é, que cria uma legislação para validar, por exemplo, um processo de expropriação territorial. [sobe som e encerra música]  LÍVIA: Essa que você acabou de ouvir é a Trudruá Dorrico.  TRUDRUÁ: Eu sou indígena Macuxi. O povo Macuxi tá no estado de Roraima. Eu sou escritora, essa é uma parte que eu atuo, no âmbito da literatura e eu também sou pesquisadora de literatura indígena e essa é a segunda parte assim da minha atuação no âmbito da pesquisa. MAYRA: Eu conheci o trabalho da Trudruá num grupo de leitura que eu faço parte. A gente leu “Originárias: Uma antologia feminina de literatura indígena”, que é uma coletânea organizada por ela, mas com histórias de diversas autoras de diferentes povos. Ela faz parte de um movimento contemporâneo de autores indígenas, como Daniel Munduruku, Ailton Krenak, Eliane Potiguara, Geni Nuñez e por aí vai.  LÍVIA: A literatura indígena passou por diferentes fases no Brasil. Ela começou muito antes da chegada dos jesuítas, com a cultura oral, ainda sem registros escritos. Essa primeira fase, estruturada na oralidade, ainda  é muito pouco aceita como literatura. Vamos falar disso um pouco mais pra frente, continua por aqui pra entender.  MAYRA: Então, os registros dos jesuítas formam uma segunda fase, com os primeiros textos escritos, como a gente viu, mas não exatamente respeitando a cultura indígena.  LÍVIA: Depois, a gente teve, durante o modernismo, lá da semana de 22, autores como Mário de Andrade, autor de Macunaíma, por exemplo, se apropriaram de histórias indígenas naquela onda da antropofagia e ficaram famosos por isso.  TRUDRUÁ: O José de Alencar, Mário de Andrade e Oswaldo de Andrade fizeram carreira sobre com o nacionalismo indígena. Então, é uma terceira fase que a gente fala assim: “É, mas agora a gente vai escrever. A gente vai fazer nossas histórias, a nossa literatura com esta identidade, porque esta identidade é um território que o Brasil precisa reconhecer, que tudo o que diz respeito a nós tem valor e tem alguém ali para reivindicar dizendo assim: “Ó, você não vai falar de nós de qualquer jeito, como se a gente fosse nada ou como vocês estavam acostumados a tratar a gente”. Eu acho que é por isso que talvez esse identitarismo ameace, né? Porque essa pessoa não tá pronta ainda, ela tá muito mais na defesa de: “Ai, nossa, vai me podar, de pesquisar, vai me podar, de escrever, vai me podar, de publicar, vou ser malvista”. Vai mesmo. Vai, vou te dizer com certeza que vai. MAYRA: A Trudruá tá falando aqui de pessoas que falam sobre os povos indígenas ou sobre elementos da cultura indígena como se fossem donas desse saber, ignorando o movimento e a história desses povos. Como livros ou mesmo pesquisas acadêmicas que se apropriam desse conhecimento sem dar os créditos, as referências ou mesmo sem ter representantes indígenas fazendo parte do trabalho.  LÍVIA: Isso porque, como a Trudruá contou na entrevista, esses escritores e pesquisadores sempre viram as práticas indígenas como “sem dono”. O motivo está no fato de que a maioria dos povos indígenas não tinham e ainda, em algumas regiões, continuam não tendo acesso ao domínio da escrita de suas línguas maternas. Por esse motivo não era considerada  a participação do próprio indígena nessas produções. TRUDRUÁ: Eu acho que esse argumento, ele foi utilizado assim por muitos anos, por por décadas, né? Pelos indigenistas e também pelos professores que é que sempre pesquisaram povos indígenas e se tornaram porta-voz desses povos indígenas. E eu acredito assim que é boa fé, o fato é que isso virou uma tradição e essa tradição acabou colocando, né, esses pesquisadores que muito colaboraram, muito ajudaram, não tô nem julgando isso, mas colocou eles assim como paladinos, né? Colocou como representantes de povos indígenas, como uma voz, é, de autoridade, uma voz de tradução entre dois mundos. Traduziu o mundo branco para os indígenas e traduziu o mundo dos indígenas para os brancos. Então, essas pessoas eram as autoridades. MAYRA: É uma ideia que tá muito ligada a noção de que povos que usam a escrita são, de alguma forma, superiores do que sociedades que chamamos àgrafas, ou seja, que transmitem seus conhecimentos exclusivamente por meio da tradição oral, sem ter desenvolvido um sistema próprio de escrita. Eu vou trazer a Carolina aqui de volta pra ajudar a gente a entender isso.  CAROLINA: Olha só, de novo, porque os europeus então gramatizaram as línguas do mundo, instrumentaram as línguas do mundo a partir do modelo que eles tinham usado da gramática grecolatina e também transformaram os espaços do planeta, os territórios a partir do modelo urbano europeu. Então, veja como os processos de gramatização massiva também coincidem com o processo de urbanização, isto é, de transformação das línguas e dos territórios do planeta, né, em direção ao modelo da escrita e da gramática da cidade europeia, não é? LÍVIA: É como se, porque a história da europa seguiu esse caminho, passando da tradição oral pra tradição escrita, do nomadismo para as cidades, todas as sociedades do mundo tivessem que fazer o mesmo percurso.  CAROLINA: Então, esse modelo da escrita, esse modelo da cidade, nesse discurso historiográfico, né? Vai estabelecer uma relação entre espaço e tempo, né? Por quê? Porque as sociedades, cujas formas de vida não produziram esse modelo específico de espaço que é a cidade, né? São jogadas situadas para trás no tempo, são pré-históricas, estão atrasadas, não chegaram lá. Então, há uma temporalidade que vai ser acionada a partir do modelo de espaço, que é produzido a partir de suas tecnologias, entre as quais a escrita, não é? MAYRA: Só que essa é uma visão bem distorcida de como as coisas funcionam. Não é porque a escrita foi necessária pra organização de um modo de vida que ela é essencial em todas as configurações sociais.  LÍVIA: E tem uma questão muito importante aqui. É que essa leitura de mundo não vem sem propósito, “sem querer”. Ela foi moldada pra justificar uma ideia de superioridade.  CAROLINA: Você estar numa sociedade de escrita e não dominar a escrita é uma grande desvantagem. Né? Não ser alfabetizado numa cidade é uma grande desvantagem. A questão é quais são as explicações, né? E como isso acaba sendo ontologizado. É uma característica ontológica dessas sociedades ou desse sujeito, não é? Então, de fato, o que há, é, é o que eu chamei de uma memória da língua marcada pela escrita e uma memória do espaço marcada pelo urbano. Eu explico, né? O que que é memória no sentido discursivo, da análise do discurso. Memória não é lembrança, é o contrário, digamos, ou pelo menos esse tipo de memória discursiva. É aquilo que já foi dito, esquecido e passou a ser do senso comum e faz sentido nas próprias palavras, não é? Então, a gente tem essa memória da escrita, memória da escrita, o que que é? Você imagina a língua, você imagina através da escrita alfabética, não é? Você vê um espaço que não tem cidade, parece um espaço vazio e não tá vazio, né? Por exemplo, uma floresta, o espaço de populações indígenas, não é? MAYRA: É como se houvesse, ainda que de forma inconsciente, uma associação automática entre cidade e progresso, linguagem e “inteligência”. É como dizer que uma pessoa analfabeta não sabe ler porque não quer, ou porque não tem capacidade, e, assim, excluir completamente o papel do Estado, da escola e de outras pessoas no processo de transmitir essa habilidade. A Carolina deu um outro exemplo muito bom de como isso foi manipulado pra fazer povos indígenas parecerem menos capazes do que as pessoas brancas.  CAROLINA: A educação literária, artística, da escultura, da pintura e da música são considerados como o modelo, né, de educação aos indígenas. Mas aí você vai nos povoados e mostram, essa daqui é escultura feita por um indígena, essa aqui para um europeu. E de acordo com esse modelo a feita por um indígena aparece uma caricatura muito simplificada, né? É, então como se apresenta isso, né? Olha, os jesuítas até ensinaram, mas até aí eles conseguiram chegar, mas então esse resultado aquém, de acordo com certo modelo, se apresenta como uma incapacidade lógica, natural dos indígenas. Eles não conseguem se apropriar desse modelo, então tem que se manter como subalternos, né? O que não se diz é que aos indígenas não se ensinava as técnicas de preparatórios para fazer uma escultura que se ensinava aos escultores europeus nas escolas de artesãos europeus. Simplesmente se dava o pedaço de madeira para os artistas e falaram: “Olha, copia aqui” LÍVIA: Se a gente parar pra reparar, a mesma lógica continua até hoje nos discursos meritocráticos, né? É uma ideia de que a habilidade de uma pessoa, seja ela indígena ou não, só depende do seu esforço individual. E assim oculta completamente o papel da sociedade de ensinar as bases necessárias pra isso.  MAYRA: E tem outro ponto interessante aí. Olha como a gente tem todo um referencial do que deveria ser uma sociedade, baseado quase que exclusivamente num único modelo: o europeu. A escultura, a música, o jeito de se vestir, tudo segue as regras estabelecidas na Europa. Só que na maioria das vezes, isso não é colocado em perspectiva, né? É naturalizado, colocado como um processo único pro mundo todo. CAROLINA: Como se isso fosse um, um, um processo inexorável, não é? LIVIA: Quando na verdade a gente devia tá olhando pra isso mais como possibilidades de modos de viver numa diversidade gigante de culturas. Só que é muito natural, por conta da nossa história, a gente achar que o que vem desse padrão europeu é sempre o melhor. CAROLINA: Uma coisa importante, isso não tem a ver com o que a gente acha de melhor ou pior. No sentido de que se você nasce e cresce numa numa sociedade urbana e da escrita, pode achar absurdo não escrever a língua ou não se fixar, mas esse é problema seu, vamos dizer assim, não é? Porque assim, você não é o centro. Não é? Então, não precisa gostar. [trilha sonora] LÍVIA: Até hoje, a escrita tem sido um reflexo disso. Ao longo da idade média, como a escrita tinha praticamente sido sequestrada pela Igreja na Europa, fazendo com que fosse quase exclusiva dos sacerdotes, ela se tornou um símbolo de conhecimento.  MAYRA: Como se um conhecimento só tivesse valor se estiver escrito, aquela ideia de que isso garante que ele será transmitido pro futuro. Isso também explica, voltando no que a gente tava falando antes, porque a primeira fase da literatura indígena, que tava na oralidade, não é considerada.  TRUDRUÁ: Tem muita produção indígena que é uma produção intelectual que esteve no âmbito do imaterial, porque os povos indígenas foram impedidos de desenvolver sua própria escrita e ao mesmo tempo foram impedidos de adotar a escrita alfabética, né? Esse foi um jogo sistemático do Estado para impedir a presença indígena na sociedade brasileira. LÍVIA: Ou então, de forma mais sutil ou até mais perversa, o que era feito era diminuir a identidade indígena de quem escrevia. Uma coisa de “se sabe escrever, então já não é mais indígena”. Um pensamento totalmente relacionado àquela ideia de progresso linear que a gente falou agora pouco, que considera os povos indígenas como se estivessem num estágio cultural anterior e inferior aos dos povos europeus.    TRUDRUÁ: Nesse caso, quando os povos indígenas e os sujeitos indígenas, eles começam a a escrever, a publicar, a romper essa tradição de que tudo que eles têm está na oralidade e quando está na oralidade não pertence a eles, é, eles, né, os primeiros escritores eles vem com essa tradição de dizer: é, não tem autoria porque vocês nunca deixaram, o país nunca deixou, nunca considerou, né, que um indígena que escrevesse, falasse língua portuguesa ou conhecesse os costumes da sociedade dominante pudesse ser considerado indígena. O que eu quero dizer com isso é não não não temos direito à nossa propriedade intelectual, material que tá na oralidade, eh porque eh ao escrever elas não somos mais tão indígenas. MAYRA: Aqui é importante a gente parar e explicar algo com mais calma, porque mesmo pra mim isso não tava bem claro quando comecei a conversar com a Trudruá pra esse episódio.  TRUDRUÁ: Quando você fala de oralidade, eu penso em um sistema, em um dispositivo de memória que é trabalhado assim pelos povos indígenas. Quando você fala de de fala de de voz alta, você tá falando desse oral. né, de uma fala oral. Então são um é sistema de conhecimento, um é prática. Então são diversos, né? TRUDRUÁ: Não podemos entender a oralidade como uma fala, como se ela não tivesse consciência, mas ela tem um sistema todo organizado, é de memória mesmo, assim, que vai de geração em geração e vai ensinando valores e e, e, né, tem uma ciência, né, que a compõe. LÍVIA: Ou seja, quando a gente tiver falando de oralidade aqui, estamos falando de um conjunto de práticas que faz parte de uma tradição de centenas de anos, que foram capazes de fazer permanecer o conhecimento, sem precisar de recursos escritos.  MAYRA: De certa forma, isso permeia o trabalho da Trudruá como escritora hoje. Eu ouvi uma entrevista dela falando sobre o último livro que publicou, o Tempo de Retomada, e como ela tinha o hábito de ler em voz alta pra mãe dela quando tava trabalhando no texto.  TRUDRUÁ: Quando eu penso texto escrito, eu me preocupo muito assim com, é, com uma sofisticação que elas são contadas nessa oralidade. E aí nessa, quando a minha mãe tenta me passar certos valores, eu fico assim impressionada, porque eu realmente me sinto indo para um outro tempo a partir da palavra, eu me sinto viajando assim num outro tempo. E era, e era essa ideia assim de talvez transportar as pessoas para esse tempo que eu nunca sei se eu vou conseguir, ou nunca sei se as pessoas vão se abrir para elas, mas é uma preocupação de que é, talvez o mesmo ritmo ou o mesmo balanço que que eu escuto e que eu sinto, né? MAYRA: Durante a entrevista, eu comentei com a Trudruá como eu tenho percebido um pouco um movimento na literatura de resgatar esse jeito de contar histórias. Como eu falei, eu participo de um clube de leitura e isso é algo que vira e mexe aparece por lá. De como é gostoso ler um livro que você tem a sensação de que a autora tá ali falando mesmo com você.  LIVIA: A Trudruá contou pra gente que, além do contato com as histórias contadas pela mãe, ela também teve, desde sempre, uma ligação muito forte com a literatura. E que os livros sempre tiveram um papel muito importante, não só de companhia, mas de vivência pra ela.  TRUDRUÁ: Eu cresci com a literatura e a literatura me fez viajar por tantos mundos, me faz sonhar, me faz chorar, me faz é, me faz sentir uma magia que de artista, então eu não poderia desejar outra coisa que não, né, viver com a palavra. E aí nesse sentido eu eu também entendo que dá para levar um pouco essa magia nessa escrita literária. E esse era o trabalho assim, de talvez transportar um pouco aquilo que eu sinto quando eu escuto essas histórias. E aí o trabalho, ler em voz alta é importante, assim como ler em silêncio também, mas como eu tenho essa preocupação que a minha comunidade leia, eu também fico pensando assim: “Ai, como que elas podem como que elas vão ler isso, a disposição das frases, desce isso para ir num ritmo tão longo, né? Esse trabalho escrito, prático, de como pode também emular uma certa um certo oral. MAYRA: Uma coisa importante, como dá pra perceber nas falas da Trudruá quando ela tá falando sobre o que espera dos livros dela, é que essa oralidade, tanto a tradição, quanto o hábito de ler em voz alta, tão muito relacionados com o coletivo. E aí entra outro ponto importante. Não é porque um conhecimento é coletivo, que ele é de todo mundo. TRUDRUÁ: Um segmento assim que fica muito evidente no Brasil é o núcleo de folcloristas, o núcleo de estudiosos assim brasileiros que que olham para esses conteúdos, olham para esses materiais, para essas narrativas e entendem ela como uma cultura popular. A cultura popular nesse sentido de que ela é de todo mundo, mas não tem uma autoria específica. E isso é muito conveniente quando você, né, é, consciente ou inconscientemente, você rouba, é, narrativas prontas, narrativas criativas, fantásticas de outros povos para dizer: “Ah, isso faz parte da cultura brasileira no singular” LÍVIA: A Trudruá deu exemplos como o guaraná, a mandioca ou uma série de medicamentos que foram descobertos e desenvolvidos por povos indígenas, mas que nunca foram reconhecidos como autores ou proprietários dessas técnicas.  MAYRA: E que depois, foram coisas incorporadas à cultura brasileira, como se todas as pessoas do país tivessem a mesma relação, a mesma história com esses elementos. E com isso, ignorando que os povos indígenas tiveram um papel fundamental nesse processo. LÍVIA: Lembra que a gente falou sobre como a primeira fase da literatura indígena, aquela da tradição oral, não é reconhecida? Isso porque quando a gente fala de oralidade, é difícil identificar um autor. E essa brecha foi usada pela sociedade brasileira como uma estratégia de incorporar essas histórias numa narrativa nacionalista.  MAYRA: Só que isso, ao invés de valorizar os conhecimentos tradicionais e a individualidade de cada povo, como costuma ser dito por aí, acaba, na verdade, apagando a participação e a autoria dessas pessoas na sua própria história.  [trilha sonora]  TRUDRUÁ: Mas sobre a identidade indígena, vai ser algo que eu nunca vou abrir mão. E eu digo como escritora e eu digo como indígena, porque assim, a história brasileira e a história literária brasileira, tudo que ela quis foi apagar a identidade indígena para se apropriar das nossas narrativas. Quando a gente se coloca com essa identidade, a gente demarca um território simbólico de dizer: “Isso aqui não tá livre. Isso aqui não é terra de ninguém. Isso aqui tem uma autoria coletiva. Tem uma propriedade material que pertence a nós. Não é seu. Não é seu, brasileiro.  LÍVIA: Por isso é tão importante hoje esse movimento de autores indígenas no Brasil. Ele ajuda a retomar uma série de histórias aos seus autores originais, dessa vez com os devidos créditos e com sua própria voz.  TRUDRUÁ: E a autora individual, é essa autoria, que tá no mercado editorial e que vem reforçando, que vem para reforçar os valores, né, dos povos, das comunidades, mas o fato de tá no mercado editorial e circular, ela alcança um outro uma outra visibilidade, inclusive lançando luz a essa autoria coletiva  MAYRA: E aí, obviamente, esse movimento acompanha o posicionamento político dos povos indígenas no Brasil.  TRUDRUÁ: Tem um filósofo, tem um teórico da literatura que se chama Emil’ Keme, ele é do povo Maia Quechua da Guatemala. E ele fala que não é possível separar a teoria literária indígena da política indígena, porque elas caminham juntos. Quando os indígenas eles pegam a escrita para publicar e etc, estudar mesmo, eles entendem a escrita como uma técnica, a língua como uma técnica que vai ser essa transportadora dos desejos da luta do movimento indígena. Então, a gente entende, alinhado a política indígena, a gente entende, uma teoria da literatura que vai seguir as mesmas políticas que os povos indígenas tão tentando em termos de autonomia. Então, a política indígena fala do direito ao nome. Todos os autores indígenas que eu conheço, ou eles adotaram o nome de povo, ou eles adotaram o nome da tradição. Mas se você olha em documentos, eh que não faz, sei lá, 10 anos que tem 20 anos que tem essa política, eles têm nomes brasileiros, nomes e sobrenomes brasileiros por conta da política de que proibia nomes indígenas. Então, isso acompanha também dentro da literatura a política indígena. LÍVIA: Com esse movimento, a gente também tá tendo a oportunidade de conhecer mais da tradição indígena e de ter acesso a cultura de tantos povos indígenas que existem no brasil, aprendendo inclusive as diferenças que existem entre eles.    TRUDRUÁ: Os escritores estão acompanhando as linhas de da política indígena, que é autonomia, soberania, autodeterminação. E é tão falso e isso de que a literatura indígena vai repetindo, vai falando das mesmas coisas, porque os temas indígenas, eles são tão abertos e são tão variados, assim, só fala isso quem nunca leu a literatura indígena. Porque, entrar no mundo da identidade indígena, ela é muito, assim, é um mundo muito amplo. A gente tá falando de uma identidade indígena, mas a gente tá falando de quase 400 povos indígenas, de quase 300 línguas faladas culturalmente, como elas são diversas entre si. Eu acho que quem fala isso nunca nem se aproximou da das culturas indígenas para entender um átimo dessa dimensão que é essa riqueza cultural. MAYRA: E também de pensar como a gente pode tentar se aproximar de outras formas de viver e entender o mundo. No grupo que eu faço parte, sempre que lemos alguma coisa de literatura indígena, a conversa rende muito nesse sentido, em pensar pequenas mudanças que a gente pode tentar trazer pra nossa realidade, inspiradas nessas outras culturas.  TRUDRUÁ: E aí uma das coisas que eu amo, amo na literatura indígena é que não tem nada do amor romântico, mas não tem mesmo assim, sabe? Amo, sabe essa ideia de ai nossa, as mulheres foram abandonadas pelos homens, é, e as mulheres o que que elas fizeram? Ah, elas foram procurar outros maridos. Tchau amor, tchau e benção assim, é completamente, assim vai completamente na contramão do que a gente foi ensinado. De ficar chorando, de ficar se lamentando. [sobe trilha]  LÍVIA: E falando em grupos de leitura, pra encerrar nosso episódio, a Trudruá pediu pra deixar um recadinho pra vocês.  TRUDRUÁ: Eu tenho uma página no Instagram que se chama Leia Mulheres Indígenas. E aí eu tô com uma proposta para 2026 de abrir um clube de leitura do Leia Mulheres Indígenas.  TRUDRUÁ: Como que você vai apreciar melhor essa leitura e essas produções se vocês não sabem, né? De onde que a gente parte, quais são os princípios, quais são os valores. E aí eu tô querendo muito abrir um clube de leitura para 2026, espero que dê certo. E é convidar todo mundo para, sei lá, tá com a gente, abrir o debate, ler, se se encantar ou se desencantar também, tá valendo, né? Tá tudo valendo. MAYRA: Fica aí o convite pra seguir a página e ler mais livros escritos por autoras indígenas. Eu sou a Mayra Trinca, produzi e escrevi esse roteiro, com pitacos e revisão da Lívia Mendes. A edição também é minha.  LÍVIA: Aproveita quando for seguir a Trudruá e procura a gente, somos Oxigênio Podcast em todas as redes sociais. A trilha sonora é do blue dot session e os créditos estão na descrição desse episódio. A vinheta é do Elias Mendez.  MAYRA: O Oxigênio tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e é coordenado pela Simone Pallone. Obrigada por ouvir, e até a próxima!  Trilhas:  Trailmaker by https://app.sessions.blue/browse?trackId=384027  Thunderpass by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385385  Posh and Vine by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385621 

Renascença - A Essência
Pioneirismo e criatividade não faltam na Quinta dos Carvalhais

Renascença - A Essência

Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 9:48


Esta edição d´A Essência começa no Dão com o pioneirismo da Quinta dos Carvalhais, para sempre ligada à casta Encruzado… mas não só. Depois, mais a norte, propomos um roteiro por Longroiva onde, entre o seu castelo medieval, vinhas e olivais, se descobre um capítulo do fascinante território do concelho de Mêda. No final, deixamos-lhe ainda as habituais sugestões para a sua garrafeira. Fique para o que é realmente essencial!

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Nova Acrópole Palestras Filosóficas
#732 - AULÃO sobre CRIATIVIDADE: Algo que só você pode trazer ao mundo - Lúcia Helena Galvão, Nova Acrópole

Nova Acrópole Palestras Filosóficas

Play Episode Listen Later Jul 4, 2026 80:54


CRIATIVIDADE parece significar algo muito além do que se costuma acreditar. A Professora e voluntária de Nova Acrópole, Lúcia Helena Galvão, apresenta uma visão mais profunda sobre o que é verdadeiramente CRIAR, à luz da Filosofia atemporal. E detalha sete dos principais elementos para sermos mais criativos: 1. Combater o automatismo e medo de errar2. Treinar concentração e observação3. Aprender a relacionar ideias4. Perguntar o porquê das coisas5. Ser eclético, evitar dogmatismo6. Humildade, saber sobre sua própria ignorância7. Querer crescer como Ser Humano 

O Antagonista
Economia & Negócios | Produtividade e Lucro: Como usar a Inteligência Artificial para multiplicar os resultados da sua agência | OA!

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 42:12


Nesta edição do Economia & Negócios, José Inácio Pilar e Patricia Chaccur recebem o publicitário Marcelo Rizério, ganhador de 27 Leões em Cannes, para entender como a publicidade está se adaptando à nova realidade de consumo das novas gerações e redes sociais.Ele também analisa cases de sucesso e dá exemplos de como entender a IA pode fazê-la deixar de ser uma ameaça e torná-la uma aliada da criatividade, engajando quem assiste e trazendo agilidade às entregas.Temas abordados:*como gerar engajamento* ⁠exemplos de campanhas que funcionaram* ⁠case Chiquinho Scarpa* case Luisa Sonza e Amazon* como a IA pode ser uma aliada das agências* ⁠as mudanças da tecnologia na publicidade* o futuro da publicidade Economia & Negócios, com Patrícia Chaccur e José Inácio Pilar, que traz as novas tendências, tecnologias, e análise de marcas e impactos nos consumidores e empresas!#InteligenciaArtificial #MarketingDigital #EconomiaENegocios #AgenciasDePublicidade #TransformacaoDigital #IAnaPublicidade #FuturoDosNegocios #Inovacao #MarketingDeConteudo #PodcastDeNegocios #Tecnologia #AutomacaoDeMarketing #EstrategiaDigital #Tendencias2026 #DataMarketing #PublicidadeDigital #NegociosDoFuturo #CriatividadeIA #GestaoEInovacao #MidiaProgramatica

Cultura FM Brasília
Feira No Setor celebra arte, criatividade e empreendedorismo do DF

Cultura FM Brasília

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 2:49


O Setor Comercial Sul recebe no sábado uma feira de trabalhos autorais e produções independentes. O jornalista Júlio Camargo tem os detalhes.

WGospel.com
Sete frases que matam a criatividade

WGospel.com

Play Episode Listen Later Jun 14, 2026 1:24


SETE FRASES QUE MATAM A CRIATIVIDADE – SETE 005 1.  Isso não faz parte do meu trabalho 2.  É impossível. 3.  É uma mudança muito radical. 4.  Isso nunca foi tentado antes. 5.  Custa Muito. Não vai ser lucrativo. 6.  Deixe de sonhar! 7.  “Não se ensina novos truques a um cachorro velho”.

Expresso - Expresso da Meia-Noite
Ambição para Portugal: Expresso lança podcast sobre o que ainda nos falta querer enquanto país

Expresso - Expresso da Meia-Noite

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 1:45


Num país onde a ambição tantas vezes soa excessiva ou desconfortável, este podcast propõe recuperá‑la como motor de mudança. Em 'Ambição para Portugal', Pedro Boucherie Mendes entrevista diferentes convidados com o objetivo de perceber o que significa hoje querer mais e melhor para Portugal. O primeiro episódio sai dia 16 de junho em todas as plataformas de podcast e também nos sites do Expresso, SIC e SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Money Money Money
Ambição para Portugal: Expresso lança podcast sobre o que ainda nos falta querer enquanto país

Expresso - Money Money Money

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 1:45


Num país onde a ambição tantas vezes soa excessiva ou desconfortável, este podcast propõe recuperá‑la como motor de mudança. Em 'Ambição para Portugal', Pedro Boucherie Mendes entrevista diferentes convidados com o objetivo de perceber o que significa hoje querer mais e melhor para Portugal. O primeiro episódio sai dia 16 de junho em todas as plataformas de podcast e também nos sites do Expresso, SIC e SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Assunto Nosso
Direto ao Ponto - Nique Tiecher e Patrícia Schuster, Cobertura do Festival Santa Cruz de Cinema pela Unisc

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 17:35


Nique Tiecher, presidente do CACO, e Patrícia Schuster, coordenadora dos cursos de Comunicação e Criatividade da Unisc, participaram do programa Direto ao Ponto para falar sobre a atuação dos estudantes na cobertura do Festival Santa Cruz de Cinema, com transmissões ao vivo do evento.

Arauto Repórter UNISC
Direto ao Ponto - Nique Tiecher e Patrícia Schuster, Cobertura do Festival Santa Cruz de Cinema pela Unisc

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 17:35


Nique Tiecher, presidente do CACO, e Patrícia Schuster, coordenadora dos cursos de Comunicação e Criatividade da Unisc, participaram do programa Direto ao Ponto para falar sobre a atuação dos estudantes na cobertura do Festival Santa Cruz de Cinema, com transmissões ao vivo do evento.

Alta Definição
Bernardo Silva:‌ “Hoje em dia o futebol evoluiu tanto que o talento é só uma pequena parte do que é ser um futebolista”

Alta Definição

Play Episode Listen Later May 23, 2026 53:04


Bernardo Silva, que se prepara para completar 30 anos, reflete sobre o percurso que o conduziu ao mais alto nível do futebol mundial, sublinhando que o talento representa apenas uma fração do sucesso: “O talento é só uma pequena percentagem, eu diria 30% do que é um futebolista”. Nesta entrevista a Daniel Oliveira, o internacional recordou os anos difíceis na formação do Benfica, entre os 12 e os 17 anos, quando o crescimento físico tardio o colocou à margem das opções dos treinadores, numa fase que descreveu como determinante. Para além da dimensão desportiva, a entrevista revelou um Bernardo Silva profundamente consciente do lugar que ocupa na sociedade, recusando qualquer tentação de vedetismo e reafirmando valores de humildade e responsabilidade cívica. A recente paternidade surgiu como o momento mais transformador da sua vida adulta, descrevendo a chegada da filha Carlota como algo que “muda a forma de olharmos para a vida”. O jogador falou ainda com nostalgia sobre Portugal, lamentando as condições que levam a juventude portuguesa a emigrar, mas recusando qualquer discurso pessimista sobre o país: “Não consigo dizer mal de Portugal. Gosto tanto do nosso país que gosto sempre de olhar de forma positiva”. A entrevista foi re-emitida na SIC a 23 de maio.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Love the Problem
Ep. 286 - IA, Criatividade e o Futuro das Relações

Love the Problem

Play Episode Listen Later May 18, 2026 50:17


Dois meses depois do último papo sobre IA e construção de produtos digitais, muita coisa mudou — e rápido. Neste episódio, Rafaela Fonseca recebe novamente Marcos Garrido, Co-Fundador da K21 e da Nower, para continuar a conversa sobre como a inteligência artificial está transformando a forma de trabalhar, criar produtos e resolver problemas dentro das organizações.Eles abordam o uso de IA como parceira criativa, cultura de experimentação, automação de processos, segurança de dados e o impacto dessa nova forma de construir soluções em empresas de todos os tamanhos — de grandes corporações até microempreendedores.Garrido também compartilha bastidores das ferramentas e sistemas criados dentro do ecossistema K21 e Nower, e ainda conta como foi o processo de construção do Site novo da K21 completamente com IA! Confere lá em https://br.k21.global/.Se você quer entender como usar IA para gerar impacto real no trabalho — sem perder o olhar humano e estratégico — esse episódio é para você.

Astrologia & Mindfulness - Astrólogo Saimagos
Quer enriquecer ou quebrar nesse mês de maio?

Astrologia & Mindfulness - Astrólogo Saimagos

Play Episode Listen Later May 3, 2026 37:39


A seguir o horóscopo para os 12 signos do zodíaco. Pra agendar um horário acesse Saimagos .com ou mande mensagem no (11) 96690 6266. Áries ♈Você começa acelerado, mas o mês te ensina limite. Energia mal usada vira desgaste. Aprende a dosar ou vai bater de frente com tudo.Touro ♉Mês de protagonismo total. Lua nova no seu signo muda sua direção. Mas exige uma coisa: parar de se apegar ao que já venceu.Gêmeos ♊Explosão mental. Ideias, conexões, oportunidades. Mas também ansiedade. Se conseguir focar, vira ouro. Se não, vira confusão.Câncer ♋Emoção e desejo de segurança batendo forte. Relações e dinheiro pedem maturidade. Nada de se iludir.Leão ♌Pressão social e profissional. Você vai ser visto, mas também testado. Ou sustenta sua imagem ou ela cai.Virgem ♍Mudança de visão. Você começa o mês pragmático e termina questionando tudo. Expansão vem, mas exige desapego mental.Libra ♎Relações profundas e intensas. Nada superficial se sustenta. Ou mergulha ou sai.Escorpião ♏O mês começa em você e já chega expondo tudo. Relações passam por teste real. Verdade acima de tudo.Sagitário ♐Rotina, corpo e saúde pedindo atenção no início. No fim do mês, você volta pro centro com clareza total.Capricórnio ♑Criatividade, prazer e desejo em alta, mas com teste emocional no final. Nem tudo que encanta sustenta.Aquário ♒Mudança na base da vida. Casa, família, estrutura emocional. Algo precisa ser reorganizado.Peixes ♓Comunicação intensa, insights fortes, mas risco de ilusão. Nem toda intuição é verdade, filtra.

Papo Social Media
Saúde Mental no Marketing com Ana Carvalho RP e Psicólogo Eduardo Melo

Papo Social Media

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 84:21


Como cuidar da saúde mental em um mercado que cobra performance o tempo todo? Como diferenciar estresse pontual de burnout, lidar com a pressão por resultados e construir uma rotina mais saudável? Neste episódio do Papo Social Media, Rafael Kiso e Marcio Silva recebem Ana Carvalho RP e Eduardo Melo para um papo necessário sobre saúde mental para profissionais de marketing, social media e comunicação. A conversa parte de dados reais sobre estresse, insatisfação na carreira e burnout, além de discutir os fatores que mais impactam a rotina de quem vive sob pressão, urgência e excesso de estímulos. Descubra como identificar sinais de esgotamento, a diferença entre estresse e burnout, organizar a rotina, alinhar expectativas com clientes e lideranças, desenvolver autoconhecimento e criar hábitos mais sustentáveis para trabalhar com mais clareza, foco e qualidade de vida.00:00:09 Introdução00:00:36 Apresentação dos convidados00:02:38 2 em cada 3 profissionais relacionam trabalho e estresse00:03:28 Estresse x burnout: como diferenciar e identificar sinais00:06:07 Burnout: estresse crônico ligado ao trabalho00:10:30 Satisfação na carreira e o cenário emocional dos profissionais da área00:11:21 As camadas do problema00:13:43 O mercado de social media é estruturalmente estressante?00:14:53 A dificuldade de separar vida pessoal e trabalho nas redes sociais00:15:43 Um hábito simples que ajuda: não usar o celular à noite00:16:08 Alta performance, rotina e separação entre trabalho e descanso00:17:13 Café, estimulantes, sono e impacto no estresse00:20:18 Exercício físico como ferramenta para aliviar o estresse00:22:28 Como atividade física puxa outros hábitos saudáveis00:23:34 Higiene do sono e cuidados antes de dormir00:24:34 Rotina, horário de dormir e produtividade no dia seguinte00:28:30 Ritual de encerramento do trabalho e organização mental00:29:35 WhatsApp, urgência e o impacto das mensagens constantes00:31:03 Como a falsa urgência adoece o mercado00:32:10 Organização, foco e blocos de tempo para responder mensagens00:34:07 Notificações, distrações e excesso de estímulo digital00:36:08 Criatividade, pausa e a importância de deixar problemas decantarem00:37:21 Estresse e a diferença entre júnior, pleno e sênior00:38:27 O nível pleno como fase mais crítica de estresse na carreira00:40:14 Liderança, cultura organizacional e ambientes mais saudáveis ou mais tóxicos00:41:24 Cultura e choque de valores no trabalho00:43:01 Cultura organizacional: comportamentos, crenças e resultados00:44:11 Região, contexto e o impacto da cultura local no estresse00:45:03 Lideranças tóxicas, microgerenciamento e perda de autonomia00:47:30 Comparação nas redes sociais, desvalorização e pressão por sucesso00:48:11 Sensação de desvalorização e o papel da liderança 00:50:02 Culpar os outros x olhar para a própria organização e comunicação00:51:24 Comunicação transparente com líderes e clientes para priorizar demandas00:52:50 O papel do líder em ajudar o time a trabalhar melhor00:53:50 Provar valor no mercado de social media00:55:07 Nível pleno: aquele que entende qual o impacto do seu trabalho no negócio00:57:00 As diferenças entre os níveis Júnior, Pleno e Senior00:58:07 Propósito, motivação e saúde mental no trabalho00:59:30 Trabalhar mais em certos momentos da vida: quando faz sentido?01:03:30 Educar o cliente e alinhar expectativas para reduzir pressão01:07:22 Autoconhecimento como palavra-chave para uma carreira mais saudável01:08:10 Ferramentas de autoconhecimento: reflexão, troca e psicoterapia01:12:17 Crença tóxica do mercado que precisa acabar: senso de urgência01:13:13 Qual hábito abandonar para cuidar da saúde mental?01:16:34 Qual a habilidade mais importante para líderes no marketing?01:18:49 Liderança, zona de talento e delegação de forma certa01:21:16 É possível trabalhar com mais equilíbrio e menos estresse01:22:28 Encerramento e convite para responder à pesquisa Desabafos: https://mla.bs/e57a9c22

Consulta Aberta
E se desse para prescrever cultura? Foi o que Sofia Bodas de Carvalho fez (e pode ser a melhor receita para a ansiedade e solidão)

Consulta Aberta

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 47:33


Quantas vezes já foi influenciado por um livro, por um filme ou pela letra de uma canção? Este é um podcast sobre saúde e, por isso mesmo, também sobre arte. Para perceber porquê, Margarida Graça Santos convida Sofia de Carvalho, médica e artista, autora de No Meu Corpo Moram Pássaros Cor de Vento e Muitas Outras Coisas, livro que é um exemplo claro de como cultura e saúde se cruzam mais vezes do que imaginamos. Nesta 'Consulta Aberta', não se prescrevem medicamentos, não se fazem diagnósticos nem se avaliam sintomas. Mas fazemos algo igualmente essencial para a saúde: falar de arte. Junta-se a nós para uma consulta especial? See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento
Expo Favela 2026: evento investe em espaços de inclusão

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 2:52


Durante a Expo Favela Innovation Rio de Janeiro, realizada em março no Museu do Amanhã, pessoas com deficiência contaram com um espaço exclusivo de acolhimento. O evento também tratou o tema da inclusão em rodas de conversa. Para saber mais, ouvimos a monitora Andrea Sardanha e os escritores Roberta de Souza e Nilton Santos.Reportagem: Gabrielle TeodoroEdição: Thiago Kropf

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento
Expo Favela 2026: criadores apresentam novidades da moda circular

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 5:03


Entre os dias 27 e 29 de março, o Museu do Amanhã recebeu a Expo Favela Innovation Rio de Janeiro, evento que busca dar destaque a empreendedores e artistas das comunidades. No setor de moda, o reaproveitamento criativo foi protagonista, transformando o que seria lixo em peças de alto padrão. A reportagem traz as iniciativas de Anna Oliveira (@atelieannaoliv), Silvinha Oliveira (@retalhoscariocas) e Patrícia Nunes (@pathy.jeans), que provam a potência da economia circular nas periferias.Reportagem: Maria Clara TorresEdição: Thiago Kropf

Minuto Cidadão
Dia Mundial da Criatividade e Inovação

Minuto Cidadão

Play Episode Listen Later Apr 20, 2026 7:35


Na semana da Criatividade e Inovação, celebramos as ideias que estão a transformar os serviços públicos. A ARTE continua a testar novas soluções e a criar formas mais simples de ligar os cidadãos e as empresas ao Estado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Carla Maciel (parte 2): “O tempo escapa-me das mãos e ainda sonho muito. Quero fazer um filme de terror e uma tragédia grega. Sou chata e insisto. Vou conseguir, nem que seja aos 70”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Apr 18, 2026 46:35


Ouça aqui a segunda parte da conversa com a atriz e encenadora Carla Maciel, que aqui revela muitos dos sonhos que persegue e como, nesta fase da vida em que os filhos estão mais crescidos, se quer cumprir mais como atriz. "Quero estar em todo o lado." A atriz recusa ver o passar dos anos como um obstáculo, apesar do culto da juventude numa certa ficção. "Atrizes de 50 na televisão costumam ter os papéis das avós. Não me sinto velha. Quero trabalhar até aos 80." E Carla conta como foi importante para si ter tirado um mestrado, numa fase mais madura da vida. Depois partilha algumas das músicas que a acompanham, lê poemas de Sophia e de Raquel Nobre Guerra e ainda deixa algumas sugestões culturais. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Carla Maciel (parte 1): “Acredito que tudo é definido pelo amor que colocamos nas coisas. O amor cura tudo. É o que nos define na vida”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 77:28


Com mais de 30 anos de percurso, a atriz e encenadora Carla Maciel é reconhecida pela qualidade do seu trabalho no teatro, televisão e cinema. Afirma-se “uma resistente”. E aqui conta alguns episódios infelizes no passado que a fizeram bater com a porta, e como deu a volta por cima. A atriz está agora em cena na peça “Veneno - História de um Casamento”, no Teatro Aberto, em Lisboa, onde contracena com o marido, o ator Gonçalo Waddington. Os dois interpretam o reencontro difícil de um casal que perdeu o filho. “É a maior tragédia. Só de pensar, abre-se um buraco no coração.” Ouçam-na nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Alquimia da Mente
910 - Signo do Macaco: Criatividade, Inteligência Social e Manifestação | Horóscopo Chinês

Alquimia da Mente

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 11:34


Expresso - Blitz Posto Emissor
Fernando Alvim: “Quero ser um facilitador mas esqueçam lá o Marques Mendes. O Júlio Isidro tem de ter sucessão e o novo Júlio posso ser eu”

Expresso - Blitz Posto Emissor

Play Episode Listen Later Apr 10, 2026 87:11


Desde sempre ligado à rádio, Fernando Alvim tem pegada também na televisão, eventos inesperados, revistas culturais e um festival/concurso de música, o Termómetro, que chega à 30ª edição. Aí se revelaram Blind Zero, Ornatos Violeta, Silence 4 ou Mazgani; nesse percurso conta-se também como mudou a música portuguesa nas últimas décadas. No podcast da BLITZ discute-se ainda o primeiro dos dois concertos de ‘santa’ Rosalía em Lisboa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fala Agora
EP 313 - Vir à Terceira, de onde vem a Criatividade, ficar retido e Lucas Claro (que namora)

Fala Agora

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 22:18


Boas. Episódio com muita pouca fome.. tá quase na hora de almoço e ainda tou cheio do jantar de há 3 dias. Semana muito divertida, com a vida a ser vivida... pode ser que me inspire para mais 3 ou 4 vídeos. Um abraço a todos, pode ser que quando estejam a ouvir eu já esteja em Lisboa, ou não...Links homeopáticos -⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://linktr.ee/joaonunogoncalo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Sem preciosas perguntas

PPcast UNIARA
O Dia da Mentira nas Marcas – Criatividade ou Vacilo?

PPcast UNIARA

Play Episode Listen Later Apr 2, 2026 21:17


No episódio de hoje, mergulhamos no túnel do tempo (e da imaginação) para analisar as campanhas de 1º de Abril que pararam a internet. Quando o produto é falso, mas o marketing é genial, o resultado é viral! Confira os cases que discutimos:

Marketing business-to-business: o podcast
#116 – A verdadeira transformação da IA não é tecnológica: é humana – com Luís Paulo Salvado

Marketing business-to-business: o podcast

Play Episode Listen Later Apr 1, 2026 66:25


Protagonista, desde o início, da trajetória de duas das tecnológicas mais importantes do país, Luís Paulo Salvado já esteve no olho do furacão em várias revoluções tecnológicas. Hoje, o Chairman Executivo da Celfocus, Chairman e CEO da Novabase participa daquela que promete mudar ainda mais profundamente a forma como o mundo funciona. É sobre esta transformação, e não só, que conversamos neste episódio.Quando se fala de tecnologia em Portugal, Novabase e Celfocus são nomes incontornáveis. A primeira foi central, nas últimas décadas, na integração do país à economia digital. Já a Celfocus, nascida em uma parceria com a Vodafone, mas hoje 100% Novabase, é também um impressionante caso de sucesso.Atua em mais de 25 países e ajuda algumas das maiores empresas do mundo  a operarem a transformação que está na ordem do dia: combinar a criatividade humana com a Inteligência Artificial para dar um salto gigante na produtividade e nos resultados.Que impacto a Inteligência Artificial já está a ter, o que falta para esse impacto ser ainda maior? De que forma a IA vai obrigar a que todos nós sejamos, de alguma forma, líderes? E quais os desafios, para uma empresa portuguesa, de competir com os peixes graúdos do mercado global?Oiça o episódio e descubra: A estratégia para evitar a estagnação corporativa e impedir que a atual transformação digital se torne numa oportunidade perdidaQual é o principal risco no processo de adoção da IAComo usar a cultura interna e o desafio técnico para atrair e reter o talento mais disputado no mercadoO caminho para uma empresa Portugesa conseguir competir de igual para igual com os gigantes do mercado globalComo antecipar as mudanças profundas que a Inteligência Artificial vai impor à sua organização e que o mercado ainda ignora.Os passos críticos para preparar a estrutura da sua empresa e absorver inovação a um ritmo acelerado sem colocar em risco a operaçãoCom base na transcrição deste episódio, pedimos à AI que nos fizesse um resumo da conversa, que pode ler a seguir.A fase de instalação da Inteligência Artificial e a curva de retornoBaseando-se no modelo da economista Carlota Perez, Luís Paulo Salvado explica que o mercado global da IA está na "fase de instalação", focada no investimento estrutural. O verdadeiro retorno financeiro chegará na "fase de difusão", quando as empresas reorganizarem de facto os seus processos para escalar a tecnologia já instalada. Competências do futuro e a valorização do talento humanoCom a IA a executar as tarefas repetitivas, o foco das equipas passa a ser saber fazer as perguntas certas aos modelos. Apoiado num estudo do MIT, Luís destaca seis atributos exclusivos que as máquinas não replicam: Empatia, Presença, Juízo, Ética, Criatividade e Esperança. O avanço tecnológico torna as características humanas no ativo corporativo mais valioso. O método de especialização extrema para competir à escala globalPara competir com gigantes globais, a estratégia da Novabase e Celfocus assenta num foco cirúrgico: cruzar um domínio técnico profundo com um conhecimento altamente especializado do setor do cliente. Esta união, reforçada por uma cultura de execução, permite vencer no terreno onde os concorrentes generalistas falham na implementação. Sobre o Convidado: Linkedin Luís Paulo SalvadoNovabaseCelfocus  Livros recomendados: Reinventing Organizations – Frederic LalouxThe War for Talent – McKinsey (Ed Michaels, Helen Handfield-Jones et al.) Pessoas mencionadas: Séneca (filósofo romano)Carlota Perez (Economista e Investigadora)Robert Kegan (Psicólogo de Harvard)Jean Piaget (Psicólogo)Marc Andreessen (Empreendedor e Investidor) Empresas e Marcas mencionadas:Instituto Superior TécnicoDropboxVodafoneWangOlivettiMcKinseyGartnerPara continuar a acompanhar-nos vá ao ⁠site da Hamlet⁠ e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso ⁠blog⁠ e ao subscrever a ⁠Newsletter B2B da Hamlet⁠.Siga-nos também no ⁠LinkedIn⁠.

Café Brasil Podcast
Café Com Leite Especial - Todos Somos Criativos

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Mar 31, 2026 13:30


Criatividade não é só desenhar bonito nem fazer bagunça com tinta. É pensar diferente, juntar ideias, fazer perguntas e experimentar caminhos novos. Neste episódio, Bárbara e Babica mostram que todo mundo é criativo, cada um do seu jeito, e que a curiosidade é o combustível dessa habilidade. Um convite para abrir o “parque de diversões da cabeça”, perder o medo de errar e descobrir como você já usa a criatividade no seu dia a dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Brassagem Forte
#316 - Criatividade Cervejeira (com Zonta)

Brassagem Forte

Play Episode Listen Later Mar 23, 2026 51:17


Até onde vai a criatividade cervejeira e, em que ponto ela vira apenas exagero?Neste episódio do Brassagem Forte, Henrique Boaventura recebe Josué Zonta para um mergulho técnico, honesto e provocativo sobre o papel da criatividade na produção de cervejas artesanais.A conversa percorre desde a concepção sensorial de uma receita até os desafios reais de execução: escolha de base, comportamento imprevisível de adjuntos, correções durante o processo, limites de servibilidade e a baixa repetibilidade típica de cervejas extremas. Também entram em pauta temas como diluição alcoólica, suporte estrutural da base para ingredientes agressivos, diferenças entre artesanal verdadeiro e “artesanal industrial”, além do impacto emocional e afetivo na criação de sabores.Um episódio essencial para quem quer entender que criatividade não é jogar ingredientes ao acaso, mas sim alinhar intenção, técnica e risco para entregar uma experiência coerente no copo — mesmo quando cada lote conta uma história diferente.

Kiwicast - O Podcast da Kiwify
Nós Unimos IA + Criatividade e Criamos um Ecossistema | Jenner Jon e Monique Lopes | Kiwicast #652

Kiwicast - O Podcast da Kiwify

Play Episode Listen Later Mar 17, 2026 54:25


No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Jenner Jon ea Monique Lopes, irmãos, sócios e mentes por trás do @criativosdofuturo. Eles transformaram criação em negócio sem perder identidade, conectando branding, storytelling, IA, produtos e comunidade em um único ecossistema.Neste papo, eles mostram que IA não é “atalho de hype”: éferramenta de refinamento contínuo quando existe visão de produto. Contam como evoluíram um produto que já vendia muito (o Kit branding) ao incorporar IA de forma estratégica, e por que, pra eles, o conhecimento precisa circular, porque quando ele fica preso, ele morre. No Kiwicast, eles contaram:Como usar IA de forma estratégica sem matar criatividade e identidadeO que muda quando você deixa de criar conteúdo e começa a construir um negócioComo construir uma comunidade viva que evolui junto com o criadorO que sustenta um ecossistema criativo que cresce com consistênciaAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify

Podcast Cinem(ação)
#636: A Disney perdeu a criatividade?

Podcast Cinem(ação)

Play Episode Listen Later Mar 13, 2026 95:42


Rafael Arinelli, Camila Henriques, Andreas Buhler e Henrique Rizatto enfrentam a pergunta que ninguém quer fazer mas todo mundo pensa: a Disney perdeu a criatividade ou só perdeu a coragem?Em 2025, a empresa foi o único estúdio a faturar mais de 6,5 bilhões de dólares, tornou o Disney+ lucrativo e quebrou recordes nos parques. Mas quando foi a última vez que criaram um universo do zero que virou fenômeno cultural? Frozen foi em 2013, gente. Treze anos atrás.O papo disseca o paradoxo: nove dos dez filmes de maior bilheteria recentes são marcas que já existem. Toy Story 5, Moana 2 ganhando live action antes de completar dez anos, remakes de Rei Leão e Pinóquio que tecnicamente são impecáveis mas emocionalmente vazios. O Disney+ virou vilão da história, forçando Marvel, Pixar e Lucasfilm a produzir em volume industrial até o público entrar em fadiga.E tem o elefante na sala: o público reclama da falta de originalidade, mas é ele quem garante bilhões para as sequências. Walt Disney hipotecou a casa para fazer Branca de Neve. Hoje, a empresa prefere o conforto da nostalgia reciclada. A criatividade migrou do roteiro para a engenharia dos parques.• 05m07: Pauta Principal• 1h11m44: Plano Detalhe• 1h28m26: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • André Marinho Moreira• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• Wilmar Arinelli Junior• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Camila): Filme: O Testamento de Anny Lee• (Camila): Filme: A Noiva!• (Andreas): Documentário: Meru - O Centro do Universo• (Andreas): Álbum: Dominguinho• (Henrique): Livro: Walt Disney: O Triunfo da Imaginação Americana• (Henrique): Série: Devil in Disguise: John Wayne Gacy• (Henrique): Filme: Salve Rosa• (Rafa): Minissérie: All her faultEdição: ISSOaí

EmpreendaCast Brasil
Criatividade virou vantagem competitiva real Com Diego Tridapalli

EmpreendaCast Brasil

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 99:33


Criatividade virou vantagem competitiva real Com Diego Tridapalli | #podcast #empreendedorismo #podcastbrasil No episódio de hoje do Emprenda Cast, o papo vai direto ao ponto: tecnologia é meio — criatividade é diferencial.

GunCast | Criatividade e Inovação
Você Nunca Viu Uma Empresa Assim Reality Flow #01

GunCast | Criatividade e Inovação

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 31:53


Você Nunca Viu Uma Empresa Assim Reality Flow #01 by Murilo Gun | Palestrante e Professor de Criatividade

Alta Definição
Diogo Batáguas: “Tudo o que faço é contraproducente para o meu bem-estar. Antes de entrar em palco, seja para 30 ou 5 mil pessoas, é uma angústia”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 47:59


O humorista Diogo Batáguas é o convidado de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. O autor do “Conteúdo do Batáguas”, um dos programas mais vistos no YouTube em Portugal, diz que se define como “um gajo que teve sorte”. “Hoje em dia vivo da comédia e isso é surpreendente para mim”, explica. O humorista recorda algumas peripécias de ter crescido na Margem Sul, sem gostar de cumprir regras. Foi guarda-redes numa equipa com Silvestre Varela, chegou a trabalhar como cantoneiro nas praias da Costa da Caparica, foi locutor de rádio e jornalista desportivo. “De vez em quando ainda me ligam da BBC porque o meu nome deve estar lá perdido como jornalista desportivo português”, revela o comediante. Adepto fervoroso do Futebol Clube do Porto, chegou a ir de carro até Roma para ver o clube jogar. “Ser do Porto eleva os patamares de expectativa para a vida. Quando eu era puto o Porto é pentacampeão. Passado um bocadinho ganha uma Liga dos Campeões. Agora como é que se vive o resto da vida? O Porto estragou-me a vida ao ganhar tudo”, ironiza Diogo Batáguas. Ouça a conversa intimista no Alta Definição, em podcast, emitido na SIC a 7 de fevereiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Alta Definição
”Houve alturas em que tinha €20 para ir ao supermercado e não deixava de estar tudo impecável. Os meus filhos disseram-me: 'Nós não demos por nada'"

Alta Definição

Play Episode Listen Later Jan 10, 2026 46:39


Neste episódio do Alta Definição, o ícone da culinária portuguesa, Cátia Goarmon (Tia Cátia), partilha a sua trajetória pessoal e profissional, marcada pela paixão pela cozinha, pela importância da família e pela superação de desafios. Numa entrevista profunda, conduzida por Daniel Oliveira, aborda memórias de infância, a influência dos pais, a maternidade, e a experiência no MasterChef. Relata ainda o impacto do diagnóstico de cancro da mama, destacando a resiliência perante a doença. O episódio evidencia o papel do afeto, da criatividade e do respeito pelas diferenças na construção do seu percurso, sublinhando a força dos laços familiares e a capacidade de transformação perante a adversidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Comissão Política
Ronaldos de Natal e incertezas de Ano Novo

Expresso - Comissão Política

Play Episode Listen Later Dec 30, 2025 46:29


Na sua mensagem de Natal, o primeiro-ministro pediu uma “mentalidade Ronaldo” para mudar o país. Afinal o que é isso de mentalidade Ronaldo? Essa é uma das perguntas a que tentamos responder na Comissão Política desta semana. Além da mensagem de Montenegro, a última Comissão Política do ano também tenta olhar na bola de cristal para o próximo ano, mas não consegue ir além das incertezas presidenciais. A edição desta semana tem a participação das jornalistas Rita Dinis, Margarida Coutinho e Claúdia Monarca Almeida. Os cuidados sonoros são de Tomás Delfim e Salomé Rita e a ilustração é de Carlos Paes, com ajuda de IA.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Alta Definição
Rodrigo Costa: “As pessoas dizem que os meus olhos falam, mas, neste momento, acho que estão felizes e contentes por estar aqui”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Dec 20, 2025 42:36


Representar ou brincar? Entre novelas e a escola, como é ser um ator de sucesso aos nove anos? Neste Alta Definição em podcast, Rodrigo Costa partilha de forma descontraída com Daniel Oliveira a sua experiência no mundo das novelas, anúncios e teatro. O jovem ator fala sobre os desafios de conciliar a carreira com a escola e a infância, revela curiosidades dos bastidores, a importância da família e amigos, e reflete sobre o que é ser criança e crescer também no mundo da televisão. Rodrigo mostra-se sensível, determinado e apaixonado pela arte de representar, inspirando outras crianças a seguirem os seus sonhos com dedicação, alegria e equilíbrio entre trabalho e diversão. Sem nunca esquecer os estudos, claro. O Alta Definição foi emitido a 20 de dezembro na SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Alta Definição
João Miguel Tavares: “Gosto de conchinha e de adormecer em conchinha, o que prova que sou um verdadeiro romântico“

Alta Definição

Play Episode Listen Later Dec 13, 2025 50:28


Neste Alta Definição, mergulhamos na vida de João Miguel Tavares, conhecido pela sua visão crítica e humor afiado. Apesar da sua dificuldade em pronunciar os “R”, e de ter sido gozado várias vezes, isso não impediu o cronista de ter coragem para desafiar as normas e questionar a autoridade, como é notório nas suas intervenções no Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Meio & Mensagem
Black Friday: criatividade em grande escala

Meio & Mensagem

Play Episode Listen Later Dec 1, 2025 23:50


Nesta produção do M&M Content Lab em parceria com o Mercado Ads, exploramos como o retail media vem ajudando marcas a transformar dados em inteligência e criatividade em resultados, unindo branding e performance em uma mesma estratégia. A Black Friday, a principal data do varejo digital brasileiro, vamos entender como as marcas podem se preparar para disputar a atenção do consumidor em um cenário de alta concorrência e de infinitas ofertas. Convidada: Desiree do Carmo, head da divisão de hardlines do Mercado Ads

Papo de Segunda
Eu e Aqueles Que Eu Carrego / Criatividade À Brasileira / Cavaleiros Do Zodíaco

Papo de Segunda

Play Episode Listen Later Nov 24, 2025 67:59


Com Xamã, o Papo debate os muitos personagens que assumimos socialmente. Também fala sobre a criatividade do marketing brasileiro e sobre os signos do zodíaco.

Alta Definição
Paulo Raimundo: "Desafiei o Presidente da República a dar uma medalha aos bombeiros da Moita. Já fizeram 15 partos em ambulâncias"

Alta Definição

Play Episode Listen Later Nov 22, 2025 58:16


Neste episódio do Alta Definição, Paulo Raimundo é entrevistado por Daniel Oliveira, numa conversa que percorre a sua trajetória pessoal e profissional, desde a infância marcada por dificuldades económicas até à liderança política. O líder do Partido Comunista Português (PCP) partilha memórias familiares, experiências de trabalho, reflexões sobre educação, valores e desafios da vida quotidiana. Aborda ainda o impacto da sua atividade política na família, a importância da autenticidade e da luta coletiva, e destaca episódios marcantes que moldaram o seu percurso, fazendo a sua análise da realidade social portuguesa. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa ----O link para o estatudo editorial do Expresso: https://expresso.pt/sobre/estatuto-editorial/2020-01-20-estatuto-editorial-3c79f4ec O link para o estatudo editorial da SIC Notícias: https://sicnoticias.pt/institucional/2013-12-27-estatuto-editorial-sic-noticias-e84e2755 See omnystudio.com/listener for privacy information.

Pra Não Passar em Branco
#48 PRA NÃO PASSAR EM BRANCO A CRIATIVIDADE - JACKIE HATYS

Pra Não Passar em Branco

Play Episode Listen Later Nov 19, 2025 74:38


Pra não passar em branco a criatividade com Jackie Hatys ✨Criatividade exige coragem. Nesse episódio Jackie, artista maravilhosa, conta sobre sua trajetória profissional já tao próspera mesmo tendo apenas 5 anos e o caminho artístico que trilhou e que começou na infância, infância essa que é, foi e será sempre peça chave pra tudo que cria. Falamos sobre infância, mas também sobre transições, silêncio, inspiração, bloqueios, arte e o tempo das coisas. E sobre como criar é, no fundo, um jeito de existir.

FHOXCast
Como o “Carinha da Escada” transformou criatividade em marca e inspiração para novos fotógrafos

FHOXCast

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 50:25


Lucas Israel, o “Carinha da Escada”, virou símbolo da fotografia esportiva no Norte do Brasil.O ex-militar começou a fotografar por necessidade e acabou criando um movimento: hoje movimenta o mercado com a Tropa da Escada, uma iniciativa em grupo que cobre eventos esportivos em Manaus e inspira fotógrafos de todo o país.Siga: https://www.instagram.com/ocarinhadaescada/ Na Fotto: https://www.fotto.com.br/ocarinhadaescada Nesta entrevista exclusiva em parceria de conteúdo minha com a  @Fotto.Fotografos , Lucas conta:

Segurança Legal
#406 – IA, criatividade e educação

Segurança Legal

Play Episode Listen Later Nov 4, 2025 77:07


Neste episódio, falamos sobre como a inteligência artificial está desafiando a criatividade humana e o que estudos recentes, como um artigo da Nature, revelam sobre quem ainda leva a melhor em tarefas de pensamento divergente.​Continue reading

Podcast Cinem(ação)
#622: Tóia Ferraz e a qualidade da presença

Podcast Cinem(ação)

Play Episode Listen Later Oct 25, 2025 94:00


Neste episódio, a arte ganha forma de refúgio, coragem e reinvenção. A atriz, roteirista e diretora Tóia Ferraz compartilha sua trajetória inspiradora, revelando como transformar dor, vulnerabilidade e observação em criação e potência.De uma carreira sólida na arquitetura a uma guinada total para o universo artístico, Tóia conta como descobriu na atuação um espaço de verdade - o único lugar onde se sentia inteira. Ela relembra a experiência transformadora de um curso em Nova York e o momento decisivo de fechar o escritório para deixar para trás uma vida quase protocolar e se lançar no incerto, mas pulsante, caminho da arte.Rafael Arinelli e Daniel Cury conduzem a conversa e exploram outros talentos de Tóia Ferraz, como a escrita - que se tornou um processo de cura. Em meio ao luto de um divórcio, ela encontrou nas palavras e nas imagens um modo de se reconstruir. Desde então, criar é seu modo de existir.Mas se engana quem pensa que tantas reviravoltas e o sucesso com Ilha de Ferro e C.I.C. a fizeram se acomodar. Tóia Ferraz encara o desafio de tirar do papel projetos autorais em um mercado cada vez mais voltado a tendências e fórmulas prontas.Entre reflexões sobre o papel social da arte e a força das narrativas femininas, Tóia também fala sobre seu papel na série Ângela Diniz: Assassinada e Condenada, que estreia em novembro de 2025, e sobre a luta das mulheres dos anos 70 aos desafios atuais.Dá o play e vem ouvir uma conversa inspiradora - sobre arte, atuação, vida e carreira. Sobre como a cultura pode ser uma ferramenta de provocação, empatia e educação. E sobre como estar presente é, hoje, um ato de resistência.• 02m33: Pauta Principal• 1h15m28: Plano Detalhe• 1h27m18: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Daniel): Youtube: Tristan Spohn• (Daniel): Livro: O Filho de Mil Homens• (Tóia): Série: Task• (Tóia): Podcast: Creating Behavier• (Rafa): Filme: The Last BusEdição: ISSOaí

Braincast
Ideia é mato: criatividade, cópia e crédito na era das trends e da IA

Braincast

Play Episode Listen Later Oct 24, 2025 97:21


Lembra quando a gente morria de medo de copiar uma ideia? Hoje parece que o medo virou charme. A galera da influência copia igualzinho às vezes nem esconde, nem cita o original — e tá tudo bem. Ou quase. No TikTok, tem até etiqueta pra isso: “ib”, de inspired by. A cópia virou parte do jogo. E com as IAs misturando tudo que encontram pela frente, a sensação é de que “ideia é mato”tem pra todo lado, brota o tempo todo, e ninguém sabe mais de quem era o terreno. Mas se toda ideia é reaproveitável, remixável e impessoal… ainda vale ser criativo? Ou o jogo agora é só ver quem copia melhor? Nessa Braincast, Carlos Merigo, Bia Fiorotto, Paulo Aguiar e Rafa Lotto discutem como a abundância de ideias — e a velocidade com que elas são replicadas tá mudando o valor da originalidade na indústria criativa. 10:49 - Pauta01:12:38 - QEAB _ ANÚNCIOS MAIS INTELIGENTES COMEÇAM COM A HUBSPOT Em um mercado cada vez mais orientado por dados, a HubSpot vem simplificando a forma como as empresas conectam marketing e vendas para crescer com inteligência. Com o poder da CAPI CRM — a integração entre o CRM da HubSpot e a API de Conversões da Meta — é possível acompanhar toda a jornada do cliente em tempo real, inclusive as conversões que acontecem fora do digital. Essa conexão direta transforma dados em decisões mais assertivas, reduz custos de aquisição e torna os anúncios realmente inteligentes. Um exemplo real dessa transformação é o da NFE.io, startup brasileira que reduziu em 87% seu custo por lead depois de integrar a HubSpot à Meta. Com a CAPI CRM, a empresa ganhou rastreabilidade, eficiência e clareza sobre o que realmente funciona. A HubSpot mostra que fazer campanhas de alto impacto pode ser simples, seguro e escalável — tudo em uma única plataforma. Quer saber como transformar seus dados em resultados reais? Acesse o link e descubra como a HubSpot pode elevar sua estratégia de marketing: https://hubs.la/Q03Ppd1D0_ NEXGARD SPECTRA®: É OUTRO NÍVEL DE PROTEÇÃO. https://www.cobasi.com.br/pesquisa?hotsite=nexgard-spectra-podcast&utm_source=parceiro_comercial&utm_medium=podcast&utm_campaign=boehringer_podcast_20nexgard&utm_source=globo&utm_medium=cpm&utm_content=AH_ALAMEA_BRASIL_25_aon_glo_glocom_awa_cpm_tutc_A25mais_60s_NA_braincast_boeh00995ne25&utm_campaign=AH_ALAMEA_BRASIL_NEX_25_AON_GLO_GLOCOM_AWA_CPM Cupom: 20nexgardVigência: Até 31/12Regras: 1 uso por CPF, não acumulativo com compra programada -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS:Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios!https://www.youtube.com/channel/UCGNdGepMFVqPNgaCkNBdiLw/join --

Hipsters Ponto Tech
Nunca mais vamos escrever como antes: LLMs e criatividade | Felipe Iszlaji – Clarice.AI – Hipsters.Talks #09

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later Oct 16, 2025 31:10


"Nós nunca mais vamos escrever como antes, palavra atrás de palavra, diante de uma página em branco. Essa talvez seja o maior processo de transformação da escrita" - Felipe Iszlaji No oitavo episódio do Hipsters.Talks, PAULO SILVEIRA, CVO do Grupo Alun, conversa com FELIPE ISZLAJI, cofundador e CEO da Clarice.AI, a primeira IA para escritores em português, sobre os limites filosóficos das LLMs, linguística e o futuro da criatividade humana. Uma conversa que une filosofia da linguagem, tecnologia e empreendedorismo. Prepare-se para um episódio cheio de conhecimento e inspiração! Espero que aproveitem :) Sinta-se à vontade para compartilhar suas perguntas e comentários. Vamos adorar conversar com vocês!

RESUMIDO
#328 — Internet retrô / A bolha de IA / Métricas matam criatividade

RESUMIDO

Play Episode Listen Later Sep 2, 2025 43:10


A internet cansou de si mesma e startups copiam a estética dos anos 2000, crianças ganham telefones fixos e jovens escondem seus relacionamentos das redes. Sam Altman admite que estamos numa bolha da IA e Matt Klein avisa que obsessão por métricas matou a criatividade. E se você achar ruim, empresas podem te processar se você reclamar.Nostalgia é resistência?No RESUMIDO #328: internet retrô vira tendência contra algoritmos, Sam Altman admite que estamos numa bolha da IA, adolescente morre após conversas suicidas com ChatGPT, obsessão por métricas está matando a criatividade, Apple lança ferramenta para importar playlists do Spotify, consumidores são processados por avaliações no Google e muito mais!-Ouça e confira todos os links comentados no episódio:https://resumido.cc/podcasts/internet-retro-a-bolha-de-ia-metricas-matam-criatividade/--Faça sua assinatura! www.resumido.cc/assinatura

Nós na História
#175 terrorismo doméstico e a criatividade do ódio

Nós na História

Play Episode Listen Later Aug 22, 2025 41:28


Terrorismo doméstico não é invenção de hoje. De seitas apocalípticas no metrô de Tóquio a atentados no coração do Brasil, passando por presidentes quase mortos e bombas ligadas a militares, a história mostra que o ódio sempre encontrou formas criativas de atacar de dentro.—------------------------------EDITORA PIU - https://www.editorapiu.com.br/frankensteinAPOIE o programa: APOIA.SE - https://apoia.se/nosnahistoriaSIGA-NOS no Instagram: @nosnahistoria_@buenasideias@lucianopotter @arthurdeverdadePatrocínio:TRADUZCA - https://www.traduzca.com/LIVROS INDICADOS NO EPISÓDIO - UM LIVRO - https://www.livrarianosnahistoria.com.br/Captação de áudio & vídeo, edição e finalização - https://www.instagram.com/studioprohub/

Podcast Cinem(ação)
#611: Do Tapete Vermelho às Barreiras Internas

Podcast Cinem(ação)

Play Episode Listen Later Aug 8, 2025 101:48


O cinema brasileiro vive um paradoxo: enquanto ganha prestígio internacional com prêmios no Oscar, no Globo de Ouro e nos principais festivais do mundo, enfrenta, dentro de casa, uma série de desmontes e entraves estruturais. No episódio de hoje, mergulhamos nessa contradição entre o brilho lá fora e a luta por sobrevivência aqui dentro.A discussão parte do sucesso de “Ainda Estou Aqui” - vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional - e de outros títulos que levaram o Brasil de volta ao centro da cena global. Mas esses feitos são frutos de políticas públicas do passado, e não o reflexo de um presente estável. O episódio traz um panorama do atual estado da indústria audiovisual brasileira, que gera bilhões e emprega milhares, mas opera à base de insegurança e precarização.Abordamos também os esforços de regulamentação em curso. O PL 2.331/2022, já aprovado no Senado e agora em análise na Câmara dos Deputados, propõe regras para o setor audiovisual. O PL 8.889/2017 busca estabelecer cotas de investimento em conteúdo nacional por parte das plataformas de streaming, enquanto o PL 2.768/2022 pretende atribuir à Anatel a regulação do funcionamento dessas plataformas digitais. Apesar de essenciais, esses projetos enfrentam forte lobby e disputas setoriais, correndo o risco de se tornarem ineficazes diante da rápida evolução tecnológica e da ausência de fiscalização robusta.Rafael Arinelli, Thiago Guimarães e Daniel Cury analisam como o audiovisual brasileiro pode deixar de ser exceção e se tornar regra: diverso, acessível e soberano.Dá o play e venha refletir com a gente sobre o futuro de uma das maiores forças criativas do país - que só precisa de espaço, política e vontade para florescer.• 03m37: Pauta Principal• 1h19m53: Plano Detalhe• 1h34m44: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• Facebook: https://bit.ly/facebookcinemacao• BlueSky: https://bit.ly/bskycinemacao• Instagram: https://bit.ly/instagramcinemacao• Tiktok: https://bit.ly/tiktokcinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Daniel): Livro: Clubes de leitura: Uma aposta nas pequenas revoluções• (Daniel): Livro: Caderno proibido• (Thiago): Livro: O grande desatino• (Thiago): Livro: Discursos, políticas e ações• (Rafa): Youtube: Existe futuro para o CINEMA BRASILEIRO?• (Rafa): Site: https://vod12.com.br/• (Rafa): Podcast: Tantos Tempos - Denise Fraga e Marcelo Gleiser Edição: ISSOaí

Era Uma Vez Um Podcast
O Ursinho Pooh e a Árvore de Mel

Era Uma Vez Um Podcast

Play Episode Listen Later Jun 7, 2025 15:13


Ursinho Pooh, sempre em busca de mel, tenta alcançar uma colmeia subindo em uma árvore, mas cai. Depois, usa um balão azul para se disfarçar de nuvem, mas as abelhas desconfiam. Ouça essa história super divertida e descubra o que aconteceu!Ensinamentos para crianças: Criatividade e persistência ajudam a superar desafios.Faixa etária recomendada: a partir de 4 anos.Escrita por: A.A. Milne.Adaptada e narrada por: Carol Camanho.Apoie o podcast e entre para o clube aqui:https://eraumavezumpodcast.com.br/clube67E ouça histórias exclusivas, versões de histórias mais calmas e relaxantes, perfeitas para hora de dormir, histórias para meditar, acesso antecipado de até 6 meses de algumas histórias que entrarão no podcast e muito mais! Além de apoiar o podcast preferido do seu filho(a). :)Confira mais histórias infantis no nosso site: Era Uma Vez Um Podcast – Histórias Infantis Em Áudio e compartilhe com outras mães, ou pais, ou tias, avós, madrinhas, babás, professoras... fale sobre esse podcast e espalhe a sementinha da imaginação fértil!Mande-me uma mensagem, sugestão ou até uma história enviando um email para contato@eraumavezumpodcast.com.br que vou adorar ler!E já apertou o botão de "Seguir" no podcast no seu player favorito?! Então siga e não perca mais nenhuma história! ;) É de graça!!E nos siga no Instagram: @‌eraumavezumpodcastBeijos e até a próxima história!Trilha sonora:Track: "Im The Only Me I Know"Música proporcionada por https://Slip.streamDescarga gratuita/transmisión: https://get.slip.stream/2kiZzT