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Num país onde a ambição tantas vezes soa excessiva ou desconfortável, este podcast propõe recuperá‑la como motor de mudança. Em 'Ambição para Portugal', Pedro Boucherie Mendes entrevista diferentes convidados com o objetivo de perceber o que significa hoje querer mais e melhor para Portugal. O primeiro episódio sai dia 16 de junho em todas as plataformas de podcast e também nos sites do Expresso, SIC e SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Num país onde a ambição tantas vezes soa excessiva ou desconfortável, este podcast propõe recuperá‑la como motor de mudança. Em 'Ambição para Portugal', Pedro Boucherie Mendes entrevista diferentes convidados com o objetivo de perceber o que significa hoje querer mais e melhor para Portugal. O primeiro episódio sai dia 16 de junho em todas as plataformas de podcast e também nos sites do Expresso, SIC e SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nique Tiecher, presidente do CACO, e Patrícia Schuster, coordenadora dos cursos de Comunicação e Criatividade da Unisc, participaram do programa Direto ao Ponto para falar sobre a atuação dos estudantes na cobertura do Festival Santa Cruz de Cinema, com transmissões ao vivo do evento.
Nique Tiecher, presidente do CACO, e Patrícia Schuster, coordenadora dos cursos de Comunicação e Criatividade da Unisc, participaram do programa Direto ao Ponto para falar sobre a atuação dos estudantes na cobertura do Festival Santa Cruz de Cinema, com transmissões ao vivo do evento.
Bernardo Silva, que se prepara para completar 30 anos, reflete sobre o percurso que o conduziu ao mais alto nível do futebol mundial, sublinhando que o talento representa apenas uma fração do sucesso: “O talento é só uma pequena percentagem, eu diria 30% do que é um futebolista”. Nesta entrevista a Daniel Oliveira, o internacional recordou os anos difíceis na formação do Benfica, entre os 12 e os 17 anos, quando o crescimento físico tardio o colocou à margem das opções dos treinadores, numa fase que descreveu como determinante. Para além da dimensão desportiva, a entrevista revelou um Bernardo Silva profundamente consciente do lugar que ocupa na sociedade, recusando qualquer tentação de vedetismo e reafirmando valores de humildade e responsabilidade cívica. A recente paternidade surgiu como o momento mais transformador da sua vida adulta, descrevendo a chegada da filha Carlota como algo que “muda a forma de olharmos para a vida”. O jogador falou ainda com nostalgia sobre Portugal, lamentando as condições que levam a juventude portuguesa a emigrar, mas recusando qualquer discurso pessimista sobre o país: “Não consigo dizer mal de Portugal. Gosto tanto do nosso país que gosto sempre de olhar de forma positiva”. A entrevista foi re-emitida na SIC a 23 de maio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dois meses depois do último papo sobre IA e construção de produtos digitais, muita coisa mudou — e rápido. Neste episódio, Rafaela Fonseca recebe novamente Marcos Garrido, Co-Fundador da K21 e da Nower, para continuar a conversa sobre como a inteligência artificial está transformando a forma de trabalhar, criar produtos e resolver problemas dentro das organizações.Eles abordam o uso de IA como parceira criativa, cultura de experimentação, automação de processos, segurança de dados e o impacto dessa nova forma de construir soluções em empresas de todos os tamanhos — de grandes corporações até microempreendedores.Garrido também compartilha bastidores das ferramentas e sistemas criados dentro do ecossistema K21 e Nower, e ainda conta como foi o processo de construção do Site novo da K21 completamente com IA! Confere lá em https://br.k21.global/.Se você quer entender como usar IA para gerar impacto real no trabalho — sem perder o olhar humano e estratégico — esse episódio é para você.
A seguir o horóscopo para os 12 signos do zodíaco. Pra agendar um horário acesse Saimagos .com ou mande mensagem no (11) 96690 6266. Áries ♈Você começa acelerado, mas o mês te ensina limite. Energia mal usada vira desgaste. Aprende a dosar ou vai bater de frente com tudo.Touro ♉Mês de protagonismo total. Lua nova no seu signo muda sua direção. Mas exige uma coisa: parar de se apegar ao que já venceu.Gêmeos ♊Explosão mental. Ideias, conexões, oportunidades. Mas também ansiedade. Se conseguir focar, vira ouro. Se não, vira confusão.Câncer ♋Emoção e desejo de segurança batendo forte. Relações e dinheiro pedem maturidade. Nada de se iludir.Leão ♌Pressão social e profissional. Você vai ser visto, mas também testado. Ou sustenta sua imagem ou ela cai.Virgem ♍Mudança de visão. Você começa o mês pragmático e termina questionando tudo. Expansão vem, mas exige desapego mental.Libra ♎Relações profundas e intensas. Nada superficial se sustenta. Ou mergulha ou sai.Escorpião ♏O mês começa em você e já chega expondo tudo. Relações passam por teste real. Verdade acima de tudo.Sagitário ♐Rotina, corpo e saúde pedindo atenção no início. No fim do mês, você volta pro centro com clareza total.Capricórnio ♑Criatividade, prazer e desejo em alta, mas com teste emocional no final. Nem tudo que encanta sustenta.Aquário ♒Mudança na base da vida. Casa, família, estrutura emocional. Algo precisa ser reorganizado.Peixes ♓Comunicação intensa, insights fortes, mas risco de ilusão. Nem toda intuição é verdade, filtra.
Como cuidar da saúde mental em um mercado que cobra performance o tempo todo? Como diferenciar estresse pontual de burnout, lidar com a pressão por resultados e construir uma rotina mais saudável? Neste episódio do Papo Social Media, Rafael Kiso e Marcio Silva recebem Ana Carvalho RP e Eduardo Melo para um papo necessário sobre saúde mental para profissionais de marketing, social media e comunicação. A conversa parte de dados reais sobre estresse, insatisfação na carreira e burnout, além de discutir os fatores que mais impactam a rotina de quem vive sob pressão, urgência e excesso de estímulos. Descubra como identificar sinais de esgotamento, a diferença entre estresse e burnout, organizar a rotina, alinhar expectativas com clientes e lideranças, desenvolver autoconhecimento e criar hábitos mais sustentáveis para trabalhar com mais clareza, foco e qualidade de vida.00:00:09 Introdução00:00:36 Apresentação dos convidados00:02:38 2 em cada 3 profissionais relacionam trabalho e estresse00:03:28 Estresse x burnout: como diferenciar e identificar sinais00:06:07 Burnout: estresse crônico ligado ao trabalho00:10:30 Satisfação na carreira e o cenário emocional dos profissionais da área00:11:21 As camadas do problema00:13:43 O mercado de social media é estruturalmente estressante?00:14:53 A dificuldade de separar vida pessoal e trabalho nas redes sociais00:15:43 Um hábito simples que ajuda: não usar o celular à noite00:16:08 Alta performance, rotina e separação entre trabalho e descanso00:17:13 Café, estimulantes, sono e impacto no estresse00:20:18 Exercício físico como ferramenta para aliviar o estresse00:22:28 Como atividade física puxa outros hábitos saudáveis00:23:34 Higiene do sono e cuidados antes de dormir00:24:34 Rotina, horário de dormir e produtividade no dia seguinte00:28:30 Ritual de encerramento do trabalho e organização mental00:29:35 WhatsApp, urgência e o impacto das mensagens constantes00:31:03 Como a falsa urgência adoece o mercado00:32:10 Organização, foco e blocos de tempo para responder mensagens00:34:07 Notificações, distrações e excesso de estímulo digital00:36:08 Criatividade, pausa e a importância de deixar problemas decantarem00:37:21 Estresse e a diferença entre júnior, pleno e sênior00:38:27 O nível pleno como fase mais crítica de estresse na carreira00:40:14 Liderança, cultura organizacional e ambientes mais saudáveis ou mais tóxicos00:41:24 Cultura e choque de valores no trabalho00:43:01 Cultura organizacional: comportamentos, crenças e resultados00:44:11 Região, contexto e o impacto da cultura local no estresse00:45:03 Lideranças tóxicas, microgerenciamento e perda de autonomia00:47:30 Comparação nas redes sociais, desvalorização e pressão por sucesso00:48:11 Sensação de desvalorização e o papel da liderança 00:50:02 Culpar os outros x olhar para a própria organização e comunicação00:51:24 Comunicação transparente com líderes e clientes para priorizar demandas00:52:50 O papel do líder em ajudar o time a trabalhar melhor00:53:50 Provar valor no mercado de social media00:55:07 Nível pleno: aquele que entende qual o impacto do seu trabalho no negócio00:57:00 As diferenças entre os níveis Júnior, Pleno e Senior00:58:07 Propósito, motivação e saúde mental no trabalho00:59:30 Trabalhar mais em certos momentos da vida: quando faz sentido?01:03:30 Educar o cliente e alinhar expectativas para reduzir pressão01:07:22 Autoconhecimento como palavra-chave para uma carreira mais saudável01:08:10 Ferramentas de autoconhecimento: reflexão, troca e psicoterapia01:12:17 Crença tóxica do mercado que precisa acabar: senso de urgência01:13:13 Qual hábito abandonar para cuidar da saúde mental?01:16:34 Qual a habilidade mais importante para líderes no marketing?01:18:49 Liderança, zona de talento e delegação de forma certa01:21:16 É possível trabalhar com mais equilíbrio e menos estresse01:22:28 Encerramento e convite para responder à pesquisa Desabafos: https://mla.bs/e57a9c22
Entre os dias 27 e 29 de março, o Museu do Amanhã recebeu a Expo Favela Innovation Rio de Janeiro, evento que busca dar destaque a empreendedores e artistas das comunidades. No setor de moda, o reaproveitamento criativo foi protagonista, transformando o que seria lixo em peças de alto padrão. A reportagem traz as iniciativas de Anna Oliveira (@atelieannaoliv), Silvinha Oliveira (@retalhoscariocas) e Patrícia Nunes (@pathy.jeans), que provam a potência da economia circular nas periferias.Reportagem: Maria Clara TorresEdição: Thiago Kropf
Durante a Expo Favela Innovation Rio de Janeiro, realizada em março no Museu do Amanhã, pessoas com deficiência contaram com um espaço exclusivo de acolhimento. O evento também tratou o tema da inclusão em rodas de conversa. Para saber mais, ouvimos a monitora Andrea Sardanha e os escritores Roberta de Souza e Nilton Santos.Reportagem: Gabrielle TeodoroEdição: Thiago Kropf
Quantas vezes já foi influenciado por um livro, por um filme ou pela letra de uma canção? Este é um podcast sobre saúde e, por isso mesmo, também sobre arte. Para perceber porquê, Margarida Graça Santos convida Sofia de Carvalho, médica e artista, autora de No Meu Corpo Moram Pássaros Cor de Vento e Muitas Outras Coisas, livro que é um exemplo claro de como cultura e saúde se cruzam mais vezes do que imaginamos. Nesta 'Consulta Aberta', não se prescrevem medicamentos, não se fazem diagnósticos nem se avaliam sintomas. Mas fazemos algo igualmente essencial para a saúde: falar de arte. Junta-se a nós para uma consulta especial? See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na semana da Criatividade e Inovação, celebramos as ideias que estão a transformar os serviços públicos. A ARTE continua a testar novas soluções e a criar formas mais simples de ligar os cidadãos e as empresas ao Estado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ouça aqui a segunda parte da conversa com a atriz e encenadora Carla Maciel, que aqui revela muitos dos sonhos que persegue e como, nesta fase da vida em que os filhos estão mais crescidos, se quer cumprir mais como atriz. "Quero estar em todo o lado." A atriz recusa ver o passar dos anos como um obstáculo, apesar do culto da juventude numa certa ficção. "Atrizes de 50 na televisão costumam ter os papéis das avós. Não me sinto velha. Quero trabalhar até aos 80." E Carla conta como foi importante para si ter tirado um mestrado, numa fase mais madura da vida. Depois partilha algumas das músicas que a acompanham, lê poemas de Sophia e de Raquel Nobre Guerra e ainda deixa algumas sugestões culturais. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com mais de 30 anos de percurso, a atriz e encenadora Carla Maciel é reconhecida pela qualidade do seu trabalho no teatro, televisão e cinema. Afirma-se “uma resistente”. E aqui conta alguns episódios infelizes no passado que a fizeram bater com a porta, e como deu a volta por cima. A atriz está agora em cena na peça “Veneno - História de um Casamento”, no Teatro Aberto, em Lisboa, onde contracena com o marido, o ator Gonçalo Waddington. Os dois interpretam o reencontro difícil de um casal que perdeu o filho. “É a maior tragédia. Só de pensar, abre-se um buraco no coração.” Ouçam-na nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Desde sempre ligado à rádio, Fernando Alvim tem pegada também na televisão, eventos inesperados, revistas culturais e um festival/concurso de música, o Termómetro, que chega à 30ª edição. Aí se revelaram Blind Zero, Ornatos Violeta, Silence 4 ou Mazgani; nesse percurso conta-se também como mudou a música portuguesa nas últimas décadas. No podcast da BLITZ discute-se ainda o primeiro dos dois concertos de ‘santa’ Rosalía em Lisboa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Boas. Episódio com muita pouca fome.. tá quase na hora de almoço e ainda tou cheio do jantar de há 3 dias. Semana muito divertida, com a vida a ser vivida... pode ser que me inspire para mais 3 ou 4 vídeos. Um abraço a todos, pode ser que quando estejam a ouvir eu já esteja em Lisboa, ou não...Links homeopáticos -https://linktr.ee/joaonunogoncaloSem preciosas perguntas
No episódio de hoje, mergulhamos no túnel do tempo (e da imaginação) para analisar as campanhas de 1º de Abril que pararam a internet. Quando o produto é falso, mas o marketing é genial, o resultado é viral! Confira os cases que discutimos:
Protagonista, desde o início, da trajetória de duas das tecnológicas mais importantes do país, Luís Paulo Salvado já esteve no olho do furacão em várias revoluções tecnológicas. Hoje, o Chairman Executivo da Celfocus, Chairman e CEO da Novabase participa daquela que promete mudar ainda mais profundamente a forma como o mundo funciona. É sobre esta transformação, e não só, que conversamos neste episódio.Quando se fala de tecnologia em Portugal, Novabase e Celfocus são nomes incontornáveis. A primeira foi central, nas últimas décadas, na integração do país à economia digital. Já a Celfocus, nascida em uma parceria com a Vodafone, mas hoje 100% Novabase, é também um impressionante caso de sucesso.Atua em mais de 25 países e ajuda algumas das maiores empresas do mundo a operarem a transformação que está na ordem do dia: combinar a criatividade humana com a Inteligência Artificial para dar um salto gigante na produtividade e nos resultados.Que impacto a Inteligência Artificial já está a ter, o que falta para esse impacto ser ainda maior? De que forma a IA vai obrigar a que todos nós sejamos, de alguma forma, líderes? E quais os desafios, para uma empresa portuguesa, de competir com os peixes graúdos do mercado global?Oiça o episódio e descubra: A estratégia para evitar a estagnação corporativa e impedir que a atual transformação digital se torne numa oportunidade perdidaQual é o principal risco no processo de adoção da IAComo usar a cultura interna e o desafio técnico para atrair e reter o talento mais disputado no mercadoO caminho para uma empresa Portugesa conseguir competir de igual para igual com os gigantes do mercado globalComo antecipar as mudanças profundas que a Inteligência Artificial vai impor à sua organização e que o mercado ainda ignora.Os passos críticos para preparar a estrutura da sua empresa e absorver inovação a um ritmo acelerado sem colocar em risco a operaçãoCom base na transcrição deste episódio, pedimos à AI que nos fizesse um resumo da conversa, que pode ler a seguir.A fase de instalação da Inteligência Artificial e a curva de retornoBaseando-se no modelo da economista Carlota Perez, Luís Paulo Salvado explica que o mercado global da IA está na "fase de instalação", focada no investimento estrutural. O verdadeiro retorno financeiro chegará na "fase de difusão", quando as empresas reorganizarem de facto os seus processos para escalar a tecnologia já instalada. Competências do futuro e a valorização do talento humanoCom a IA a executar as tarefas repetitivas, o foco das equipas passa a ser saber fazer as perguntas certas aos modelos. Apoiado num estudo do MIT, Luís destaca seis atributos exclusivos que as máquinas não replicam: Empatia, Presença, Juízo, Ética, Criatividade e Esperança. O avanço tecnológico torna as características humanas no ativo corporativo mais valioso. O método de especialização extrema para competir à escala globalPara competir com gigantes globais, a estratégia da Novabase e Celfocus assenta num foco cirúrgico: cruzar um domínio técnico profundo com um conhecimento altamente especializado do setor do cliente. Esta união, reforçada por uma cultura de execução, permite vencer no terreno onde os concorrentes generalistas falham na implementação. Sobre o Convidado: Linkedin Luís Paulo SalvadoNovabaseCelfocus Livros recomendados: Reinventing Organizations – Frederic LalouxThe War for Talent – McKinsey (Ed Michaels, Helen Handfield-Jones et al.) Pessoas mencionadas: Séneca (filósofo romano)Carlota Perez (Economista e Investigadora)Robert Kegan (Psicólogo de Harvard)Jean Piaget (Psicólogo)Marc Andreessen (Empreendedor e Investidor) Empresas e Marcas mencionadas:Instituto Superior TécnicoDropboxVodafoneWangOlivettiMcKinseyGartnerPara continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet.Siga-nos também no LinkedIn.
Criatividade não é só desenhar bonito nem fazer bagunça com tinta. É pensar diferente, juntar ideias, fazer perguntas e experimentar caminhos novos. Neste episódio, Bárbara e Babica mostram que todo mundo é criativo, cada um do seu jeito, e que a curiosidade é o combustível dessa habilidade. Um convite para abrir o “parque de diversões da cabeça”, perder o medo de errar e descobrir como você já usa a criatividade no seu dia a dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um episódio sobre a nostalgia da Hannah Montana, uma aula de cycling temática, o dilema da criatividade vs urgência e uma reflexão sobre ser "neutra, mas nunca alheia." Espero que gostem
Até onde vai a criatividade cervejeira e, em que ponto ela vira apenas exagero?Neste episódio do Brassagem Forte, Henrique Boaventura recebe Josué Zonta para um mergulho técnico, honesto e provocativo sobre o papel da criatividade na produção de cervejas artesanais.A conversa percorre desde a concepção sensorial de uma receita até os desafios reais de execução: escolha de base, comportamento imprevisível de adjuntos, correções durante o processo, limites de servibilidade e a baixa repetibilidade típica de cervejas extremas. Também entram em pauta temas como diluição alcoólica, suporte estrutural da base para ingredientes agressivos, diferenças entre artesanal verdadeiro e “artesanal industrial”, além do impacto emocional e afetivo na criação de sabores.Um episódio essencial para quem quer entender que criatividade não é jogar ingredientes ao acaso, mas sim alinhar intenção, técnica e risco para entregar uma experiência coerente no copo — mesmo quando cada lote conta uma história diferente.
Com quase 700 mil seguidores, o empreendedor criativo Caio Giachetti, conhecido como Caio no Mundo, mostra como multiplica dinheiro com criatividade e doa valor arrecadado. Nova temporada será na Baixada Santista.
No final da semana passada, a cantora de fado Katia Guerreiro deu um concerto caritativo em Massy, na região parisiense, a favor da luta contra o cancro pediátrico. A artista que celebrou há alguns meses 25 anos de uma carreira que para muitos segue o caminho trilhado por Amália Rodrigues, falou com a RFI algumas horas antes deste concerto. Nesta conversa, a fadista evoca as suas andanças pelo mundo e algumas das suas colaborações marcantes, nomeadamente a que teve com o músico e produtor José Mário Branco, falecido em 2019, ou ainda com o escritor António Lobo Antunes que nos deixou há poucos dias. Katia Guerreiro aborda igualmente o seu olhar sobre o fado depois de 25 anos nos palcos e fala da necessidade que tem, por vezes, de cantar algo diferente, como aconteceu por exemplo no seu mais recente álbum, "Mistura", lançado em 2024. A artista evoca também a sua acção como comissária de "Ponta Delgada - capital portuguesa da Cultura 2026". Um activismo que encara como uma "retribuição" por tudo o que tem recebido dos Açores, onde cresceu. Uma conversa que é também um reencontro, passados mais de vinte anos sobre um primeiro contacto, quando então estava no começo do seu percurso no fado. RFI: No ano passado, comemoraste 25 anos de carreira. Isto passou num instante. Katia Guerreiro: Foi a correr. Nós estávamos a fazer contas. Já não nos víamos há 20 anos, não é? E de repente, olha-se para trás e. E faz-se aqui uma retrospectiva, é um momento retrospectiva e que tem de ser mesmo celebrado. Porque efectivamente, acho que tenho motivos de orgulho grandes por andar aqui há 25 anos. Tudo aquilo que eu já construí, que já dei, mas é também uma responsabilidade acrescida, porque daqui para diante terei de continuar dentro desta minha linha de coerência e de consistência naquilo que faço, porque acho que é isso que o público continua a esperar de mim. São 25 anos muito, muito felizes. E eu comecei a comemorar no dia 18 de Junho no CCB (Centro Cultural de Belém em Lisboa), porque foi essa a data que encontrámos disponível para fazer este concerto naquela sala de que eu gosto muito. Mas efectivamente, foi no dia 6 de Outubro a data oficial de comemoração. Mas continuo a prolongar isto porque me sabe muito bem. Neste ano em particular, que estou muito dedicada a uma outra causa que é a capital portuguesa da Cultura em Ponta Delgada, poder continuar a levar a palco um repertório que construí ao longo destes 25 anos. E o meu plano para este ano é cada concerto ser diferente, construir concertos diferentes cada vez que subir ao palco. E revisitar o repertório que eu deixei de cantar. Porque os repertórios vão-se renovando e vamos deixando alguns temas para trás. Mas já tinha saudades de cantar alguns e então vou sempre recuperando alguma coisa em cada concerto e construindo espectáculos diferentes, o que me dá particular gozo não ter de fazer sempre a mesma coisa. Nunca fiz, mas agora de uma forma mais consciente. RFI: Olhando para trás, como é que vês a tua evolução? O que é que talvez mudou na tua forma de encarar o fado, de encarar o canto? Katia Guerreiro: Eu acho que vou tendo uma cada vez maior maturidade na forma como canto e acho que isso se nota na minha voz. Quando vou revisitar os temas antigos, eu percebo que a minha maturidade na voz vai crescendo. Mas procuro sempre que as palavras sejam cantadas com muita verdade. Mas a minha verdade hoje não é a mesma verdade de há 20 anos atrás ou há 25 anos. Portanto, há sempre aqui camadas que se vão acrescentando de histórias de vida que vão fazendo com que haja mais coisas por detrás das palavras que eu canto e, portanto, uma maior intensidade, mas também uma maior maturidade emocional ao lidar com elas. RFI: Foram muitas viagens, muitas voltas, muitas voltas ao mundo e muitas voltas também interiores. Como é que estas viagens influenciaram o teu trabalho? Katia Guerreiro: Influenciam muito, porque quanto mais eu conheço o mundo, mais me fascino com ele. Também tenho algumas desilusões perante tudo aquilo que nós vamos assistindo, que é a realidade das guerras. Isto perturba-nos a todos. Mas estas viagens que vou fazendo e -repara- quando eu toco neste tema, a mim custa-me horrores. Eu fui cantar a Moscovo pouco tempo antes da guerra, com a Ucrânia rebentar. E a mim dá-me particular pena que o mundo não veja que já chega de ganância. Todos têm a sua quota-parte no mundo e não faz sentido nenhum que continuem a lutar por quererem ter mais. Isso é ganância. Fui a Israel antes de rebentar a guerra com a Palestina. Estive na Palestina. Custa horrores imaginar que aquela gente está a sofrer e que se está a perder vidas todos os dias. Essa é a parte triste da vida, nós conhecermos o mundo e percebemos que o mundo está a ser destruído pela ganância humana. Mas ao mesmo tempo, lá está, mais uma vez, o exemplo de Israel e Palestina. Eu andei a circular livremente no país. Estive na Palestina e estive em Israel e as pessoas são todas iguais. Não há diferença dentro do ser humano, por muito que haja uma cultura diferente e uma forma de viver diferente. A verdade é que as pessoas são todas iguais e isso é o que me encanta no mundo. Perceber que por muito que nós encontremos diferenças na língua, na postura social, na cultura, na religião, a verdade é que depois, por dentro, somos todos iguais. Isso é tão bonito de receber e de partilhar. RFI: Tens trabalhado com grandes nomes, grandes nomes da música, grandes nomes também da literatura, grandes nomes como José Mário Branco. Como é que foi? Katia Guerreiro: Foi das experiências mais ricas que eu tive na minha vida. Em primeiro lugar, porque efectivamente, por preconceito meu ou receio eventualmente, achei que o Zé Mário nunca aceitaria trabalhar comigo, porque nós não nos conhecíamos, não tínhamos nenhuma ligação, não havia nenhuma relação. Mas a verdade é que o Zé Mário era um homem muito grande, de espírito, de alma. E é. O Zé Mário acolheu o meu pedido de trabalhar com ele. E na verdade, se no início havia uma relação estritamente profissional, no fim chegámos ao ponto de termos uma relação quase familiar, de muito carinho, de muito respeito. E o Zé Mário no fim, dizer-me que ganhou uma filha e dois netos, isso foi muito, muito gratificante. Chegar a esse lugar de conquista, não foi uma conquista, porque eu não trabalhei para ela. Foi muito natural, tal como ele é. Mas poder ter o privilégio de trabalhar com um homem maior, como era o José Mário Branco, que me transmitiu tanto conhecimento, tanta sabedoria, tanta maturidade, foi de facto muito enriquecedor e transformou-me profundamente. RFI: E como é que foi com António Lobo Antunes que nos deixou recentemente? Katia Guerreiro: Essa foi uma grande pena que tive também com esta perda, o António Lobo Antunes. A história com ele é muito engraçada. Em 2022, eu estava já a preparar o meu novo álbum e foi o João Mário Veiga que me mostrou um livrinho pequenino de poemas que ele tinha lançado como oferta de um dos romances que ele lançou, não me lembro qual. Tinha poemas absolutamente extraordinários. Tinha coisas muito cantáveis, porque eram formas poéticas muito usadas no fado, mas ele não escreveu para fado. Mas aquilo era tudo muito apetecível. E apeteceu-me imenso cantar aquilo. Mas eu, como sempre, tenho sempre o cuidado de sempre que há um autor vivo -já não posso pedir autorização ao Fernando Pessoa, nem ao Camões- mas quando há um autor vivo, eu tenho o cuidado de abordar o autor e de pedir autorização, porque acho que isso é o mínimo de respeito e educação. E andei atrás do António Lobo Antunes a tentar chegar até ele e tive meses nessa tentativa. Tive vários amigos que o conheciam, que lhe escreveram cartas, que lhe telefonaram. E a determinada altura, há uma carta que chega a bom porto e eu estava a gravar um documentário para o Japão -foram a Portugal gravar um documentário comigo- e estava no camarim a arranjar-me antes de ir gravar. E recebo um telefonema que começa assim "Boa tarde Katia Guerreiro. Daqui é António Lobo Antunes". E a minha resposta foi imediatamente "António!!!!!!". Parecia uma criança! Parecia que estava a ver o Mickey Mouse! Estivemos a conversar algum tempo e foi deliciosa aquela conversa. E a determinada altura eu disse-lhe "António, já sabe que eu quero cantar uns poemas seus, identifiquei este e este e este. Apetecia-me cantar tudo, mas tenho estes preparados. O António autoriza-me?". E ele diz "A menina pode cantar tudo!". E portanto, a partir daí, o António caiu nas boas graças e conhecemo-nos depois pessoalmente, muito pouco tempo depois, porque o Júlio Pomar lançou um livro que tinha o prefácio escrito pelo António Lobo Antunes. O livro ia ser apresentado pelo António Lobo Antunes e então conheci-o nesse dia de apresentação e cantei os poemas do António nessa noite. E pronto, fiquei assim com um carinho muito especial pelo António. Voltei a gravar poemas dele e continuo a cantar António Lobo Antunes sempre e com muito orgulho. E agora canto ainda com mais privilégio na alma. Era de facto um ser superior, com uma visão muito interessante da vida e do mundo, com um realismo muito profundo. E eu vou manter esta alegria de poder ter tido contacto com o António. Foi mesmo uma grande honra. RFI: Nas entrevistas que vais dando, falas muito de "fugir" ou não ao fado. Volta e meia também foges um pouco. Como é que encaras essa "fuga"? Katia Guerreiro: Não é bem fugir. Quando eu faço coisas diferentes, é dar um bocadinho azo à minha liberdade criativa. Eu sou fadista de corpo e alma. Mas eu sofro inspirações várias. Eu não oiço só fado. Eu não cresci, sequer a ouvir fado. Portanto, eu tenho outras referências musicais e elas também me inspiram, também me alimentam. E é uma sensação de respirar fundo e poder fazer diferente. Eu, no fundo, sou um espírito livre e vou fazendo aquilo que me apetece. Não vou só à procura de respeitar os cânones ou de ser uma artista metida dentro de uma caixa. Eu tenho as minhas asas soltas e vou voando em vários territórios musicais. E eu gosto muito disso. Dá-me muito prazer e enriquece-me também. Este ano, tenho feito precisamente aquilo que eu me predispus a fazer, que é não ter planos nenhuns e portanto, vou gravando aquilo que me apetece. Apresentam-me canções, apresentam-me temas que não têm nada a ver com fado e se me apetece gravá-los, eu gravo. Tenho tido esta liberdade criativa e artística. Acho que não tenho nada a provar a ninguém. Sou muito fadista e isso vê-se muito bem em cima das tábuas de um palco. RFI: Tens cantado músicas com o espírito do fado, mas que não são propriamente fados. Introduziste também o piano. Isto é uma novidade. Como é que isto surgiu? Katia Guerreiro: Foi surgindo exactamente pelos cruzamentos artísticos que nós vamos tendo. De repente, tenho o Toli César Machado, dos GNR, que me oferece um tema, o "Capitães da Areia" com letra do Helder Moutinho. Eles oferecem-me esta música e aquela música remete-me efectivamente para um ambiente intimista, acompanhado por um piano. Eu não conseguia ouvir guitarra portuguesa naquela história que cantei e, portanto, ainda mais conhecendo o João Bernardo, que é um pianista extraordinário, o meu conterrâneo açoriano. Apeteceu-me muito criar esta linguagem, com aquele tema, com aquela história que é tão bonita. Uma história de amor lindíssima. E apeteceu-me criar isto. Entretanto, aconteceu com outros temas que foram aparecendo. O Carlos Leitão oferece me o "É tão longe a minha casa", que é uma declaração de amor também à minha terra. E aí criou-se um ambiente muito misto, onde estão as violas da terra dos Açores. Fui voltar às minhas origens. Aparece o piano também aqui a fazer um contorno às violas da terra. Mas também tenho os meus músicos de fado a tocar, portanto, misturei aqui os diversos ambientes que me trouxeram todo o universo musical em que eu vou andando. Agora, mais recentemente, lancei o "Gracias a la Vida", porque acabo de celebrar 50 anos de vida. E eu tinha este tema há muitos anos. Cantei há muitos anos, num jantar oficial oferecido à Presidente Bachelet, em Lisboa. Quis oferecer-lhe esse mimo e fiquei, desde essa altura com vontade de gravar isto. Já lá vão 18 anos por aí. Fiquei com vontade de gravar este tema, não sabia quando. E fui guardando. E depois, entretanto, fui fazer uma turnê na América Latina. Cantei o "Gracias a la Vida" e foi um sucesso nos espectáculos que o público me pedia para gravar. Ainda assim, fui adiando, adiando. Até que agora, estava chegar aos meus 50 anos, há uns meses atrás e pensei "Sim, vou gravar o "Graças a la vida"". E então fui buscar não só o piano como a guitarra portuguesa, o contrabaixo, a viola. Mas depois trago um elemento da América Latina para compor este ambiente de uma canção que é da grande Violeta Parra. Lancei-o no Dia Internacional da Mulher, como uma homenagem a uma mulher muito inspiradora como a Violeta Parra, com um espírito muito livre. E sim, acho que é o momento de dar graças à vida por existir. RFI: Falaste do regresso às raízes, aos Açores. Participas este ano em 'Ponta Delgada, capital portuguesa da Cultura 2026'. Como é que é? Katia Guerreiro: É um grande desafio, mas uma enorme honra ter esta missão entre mãos. Há quem ache que eu sou embaixadora e que dou a cara pela capital portuguesa da Cultura. É um bocadinho mais do que isso. Sou mesmo programadora de todo o evento que decorre durante todo este ano de 2026, em Ponta Delgada, e que abraça todas as áreas da cultura ou pelo menos quase todas, porque a cultura é um conceito muito lato. Temos eventos na área das artes visuais, da arquitectura, da gastronomia, que é tão forte, tão importante, é uma identidade cultural muito forte nos Açores. A religiosidade também é uma das áreas que nós abraçamos. A antropologia e a etnografia porque, efectivamente há um lado de tradições muito importante. Mas depois a música, a dança, o teatro, as artes inclusivas. E temos ainda um programa muito importante na área do serviço educativo, que é de oferecer projectos culturais às crianças, às novas gerações, mas não só desde a primeira infância até aos mais velhos. Passamos pela universidade, temos projectos culturais em protocolo com a Universidade dos Açores e também para os seniores, e estamos a desenvolver projectos muito importantes que vão ficar para o futuro, porque é mais isso que me importa. No fundo, quando eu recebo este convite, eu não consegui voltar-lhe as costas, mesmo isso implicando eu reduzir alguma actividade artística minha. Porque é a minha terra. Tenho um grande amor pela minha terra e senti que era o momento de eu retribuir à minha terra tudo aquilo que ela me deu e me dá enquanto construção da minha identidade individual. É aquilo que eu me propus fazer. Foi levar toda a minha experiência, toda a minha visão do que eu tenho recebido pelo mundo fora, daquilo que a cultura pode oferecer e pode contribuir para um melhor desenvolvimento humano. E sim, eu acredito que a educação e a cultura são dois dos pilares fundamentais para o desenvolvimento humano. E neste momento, acho que acho que todos nós temos consciência da crise que existe, com uma certa aculturação das novas gerações que acabam por conduzir a seres humanos com menos sentido crítico, menos pensamento próprio, menos capacidade de decisão. Com a minha equipa -tenho uma equipa maravilhosa que constituí- tenho desenvolvido um trabalho que procura precisamente ir à raiz do problema, tentando deixar sementes para que as crianças, os jovens, tenham uma perspectiva de futuro diferente. Não nos esqueçamos que estamos a falar de um território ultraperiférico, muito isolado no meio do Atlântico, que tem menos acessibilidade a tudo aquilo que acontece no continente. E aquilo que nós nos propomos fazer é não só valorizar e projectar aquilo que se produz culturalmente no território que é muito rico, mas também promover no território projectos que dificilmente conseguem chegar, porque os custos para conseguir chegar, fazer levar projectos de grande envergadura ao território são muito, muito elevados. São quatro vezes superiores a fazer qualquer coisa no território continental. São as viagens, são os alojamentos, são as refeições. Tudo isto custa quatro vezes mais. E, portanto, este é o ano em que nós temos de aproveitar para oferecer à comunidade nos Açores uma programação diferenciadora e estamos muito orgulhosos pelo trabalho que estamos a desenvolver. O público está a aderir. Estão a querer acompanhar toda a nossa programação e mais do que isso, é chegar ao fim e dizerem "a vossa programação está a ser de excelência. Obrigada por isto". E portanto, ficamos mesmo muito felizes. O convite é: visitem Ponta Delgada, porque há muita oferta cultural a par da maravilha que é aquele lugar mágico em natureza e natureza humana também. RFI: Isto é o começo de um novo percurso. Katia Guerreiro: Não sei, não me parece. Eu acho que esta é uma experiência muito rica, muito enriquecedora. E acontece precisamente por eu querer, no fundo, contribuir para a minha terra, poder com tudo aquilo que eu tenho vivido, aprendido e crescido, poder contribuir, oferecer, devolver à minha terra um pouco daquilo que eu tenho ganho na vida. Não me parece que esse seja o percurso que eu vá seguir. Eu gosto muito do palco. Eu gosto muito de cantar e estar hoje aqui a cantar na ópera de Massy é de facto muito libertador, porque hoje tenho a possibilidade de libertar-me da responsabilidade de todo este trabalho, que é um trabalho minucioso, quase um trabalho de filigrana, que envolve muitas questões, nomeadamente contratação pública, temas com os quais eu nunca achei que ia ter de lidar na minha vida. Mas pronto, também estou a crescer com isto. Estou a aprender muita coisa, está a ser muito bonito. E mais do que tudo, é cruzar-me com pessoas maravilhosas. Tenho tido contacto com projectos culturais absolutamente incríveis. Acho que estou a crescer muito. Estou a ficar mais crescida ainda. RFI: Apesar de não haver planos. Há um plano relativamente, por exemplo, a essas gravações que vais fazendo. Há algo novo, que está a crescer, que está a nascer? Katia Guerreiro: Eu acho que sim. Este ano em que eu estou a seguir o não ter planos acaba por me ir ajudando a construir alguma coisa que é um caminho um bocadinho errático ou desconhecido. Agora apetece-me fazer isto. É o que eu vou fazer. Eu acabo de gravar o "Graças a la Vida" e cruzo-me com um fado tradicional que eu nunca tinha ouvido, porque são centenas de melodias tradicionais e já estou com vontade de explorá-lo e de encontrar palavras para ele e quiçá possa vir a ser o próximo tema que eu vou gravar. Mas é isto que eu estou a fazer e se calhar chego ao fim e gravo mais algumas coisas e posso lançar um álbum que é o resultado de tudo isto. Vamos ver se é coerente, se faz sentido. Mas eu acho que eu, estando neste momento com esta missão, quero dar asas de facto à minha criatividade, porque preciso muito dela para me alimentar e para ser feliz. Mas eu creio que também estou aos poucos a criar dentro de mim um plano para que depois eu volte à minha actividade regular artística. Eu não quero sair dos palcos, eu não quero desaparecer. Quero mesmo muito que as pessoas confiem que eu estou a fazer este caminho com um propósito. Ele está-se a definir. RFI: Quais são os próximos encontros no palco nestas próximas semanas, nestes próximos meses? Katia Guerreiro: Bom, agora estou aqui e estou muito feliz com o espectáculo que vou apresentar, mas tenho agora o que está previsto. Vou fazer uma turnê nas ilhas dos Açores. Não tem nada a ver com a programação da 'capital portuguesa da Cultura'. Foi um convite que me foi feito e vou cantar em sete ilhas dos Açores, o que é lindo, porque vou fazê-lo na minha terra. Aliás, vou cantar em ilhas onde nunca cantei e essa é uma turnê que me vai obrigar a estar de férias da capital, mais ou menos de férias porque nunca consigo estar de férias totalmente. Mas vou fazer essa turnê. Tenho várias coisas planeadas. Tenho também um concerto no Porto que me tem dado algum trabalho também, porque é algo complexo, mas depois disso tenho concertos pelo país. Vou a Roma também, vou voltar à Roma e vou seguindo!
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Jenner Jon ea Monique Lopes, irmãos, sócios e mentes por trás do @criativosdofuturo. Eles transformaram criação em negócio sem perder identidade, conectando branding, storytelling, IA, produtos e comunidade em um único ecossistema.Neste papo, eles mostram que IA não é “atalho de hype”: éferramenta de refinamento contínuo quando existe visão de produto. Contam como evoluíram um produto que já vendia muito (o Kit branding) ao incorporar IA de forma estratégica, e por que, pra eles, o conhecimento precisa circular, porque quando ele fica preso, ele morre. No Kiwicast, eles contaram:Como usar IA de forma estratégica sem matar criatividade e identidadeO que muda quando você deixa de criar conteúdo e começa a construir um negócioComo construir uma comunidade viva que evolui junto com o criadorO que sustenta um ecossistema criativo que cresce com consistênciaAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Rafael Arinelli, Camila Henriques, Andreas Buhler e Henrique Rizatto enfrentam a pergunta que ninguém quer fazer mas todo mundo pensa: a Disney perdeu a criatividade ou só perdeu a coragem?Em 2025, a empresa foi o único estúdio a faturar mais de 6,5 bilhões de dólares, tornou o Disney+ lucrativo e quebrou recordes nos parques. Mas quando foi a última vez que criaram um universo do zero que virou fenômeno cultural? Frozen foi em 2013, gente. Treze anos atrás.O papo disseca o paradoxo: nove dos dez filmes de maior bilheteria recentes são marcas que já existem. Toy Story 5, Moana 2 ganhando live action antes de completar dez anos, remakes de Rei Leão e Pinóquio que tecnicamente são impecáveis mas emocionalmente vazios. O Disney+ virou vilão da história, forçando Marvel, Pixar e Lucasfilm a produzir em volume industrial até o público entrar em fadiga.E tem o elefante na sala: o público reclama da falta de originalidade, mas é ele quem garante bilhões para as sequências. Walt Disney hipotecou a casa para fazer Branca de Neve. Hoje, a empresa prefere o conforto da nostalgia reciclada. A criatividade migrou do roteiro para a engenharia dos parques.• 05m07: Pauta Principal• 1h11m44: Plano Detalhe• 1h28m26: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • André Marinho Moreira• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• Wilmar Arinelli Junior• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Camila): Filme: O Testamento de Anny Lee• (Camila): Filme: A Noiva!• (Andreas): Documentário: Meru - O Centro do Universo• (Andreas): Álbum: Dominguinho• (Henrique): Livro: Walt Disney: O Triunfo da Imaginação Americana• (Henrique): Série: Devil in Disguise: John Wayne Gacy• (Henrique): Filme: Salve Rosa• (Rafa): Minissérie: All her faultEdição: ISSOaí
Erion Lara, professor subcoordenador dos cursos de Comunicação e Criatividade da Unisc, falou no Direto ao Ponto sobre a aula inaugural do curso, que será nesta quinta-feira com o jornalista Guilherme Mazui.
Erion Lara, professor subcoordenador dos cursos de Comunicação e Criatividade da Unisc, falou no Direto ao Ponto sobre a aula inaugural do curso, que será nesta quinta-feira com o jornalista Guilherme Mazui.
Criatividade virou vantagem competitiva real Com Diego Tridapalli | #podcast #empreendedorismo #podcastbrasil No episódio de hoje do Emprenda Cast, o papo vai direto ao ponto: tecnologia é meio — criatividade é diferencial.
Você Nunca Viu Uma Empresa Assim Reality Flow #01 by Murilo Gun | Palestrante e Professor de Criatividade
O humorista Diogo Batáguas é o convidado de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. O autor do “Conteúdo do Batáguas”, um dos programas mais vistos no YouTube em Portugal, diz que se define como “um gajo que teve sorte”. “Hoje em dia vivo da comédia e isso é surpreendente para mim”, explica. O humorista recorda algumas peripécias de ter crescido na Margem Sul, sem gostar de cumprir regras. Foi guarda-redes numa equipa com Silvestre Varela, chegou a trabalhar como cantoneiro nas praias da Costa da Caparica, foi locutor de rádio e jornalista desportivo. “De vez em quando ainda me ligam da BBC porque o meu nome deve estar lá perdido como jornalista desportivo português”, revela o comediante. Adepto fervoroso do Futebol Clube do Porto, chegou a ir de carro até Roma para ver o clube jogar. “Ser do Porto eleva os patamares de expectativa para a vida. Quando eu era puto o Porto é pentacampeão. Passado um bocadinho ganha uma Liga dos Campeões. Agora como é que se vive o resto da vida? O Porto estragou-me a vida ao ganhar tudo”, ironiza Diogo Batáguas. Ouça a conversa intimista no Alta Definição, em podcast, emitido na SIC a 7 de fevereiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Alta Definição, o ícone da culinária portuguesa, Cátia Goarmon (Tia Cátia), partilha a sua trajetória pessoal e profissional, marcada pela paixão pela cozinha, pela importância da família e pela superação de desafios. Numa entrevista profunda, conduzida por Daniel Oliveira, aborda memórias de infância, a influência dos pais, a maternidade, e a experiência no MasterChef. Relata ainda o impacto do diagnóstico de cancro da mama, destacando a resiliência perante a doença. O episódio evidencia o papel do afeto, da criatividade e do respeito pelas diferenças na construção do seu percurso, sublinhando a força dos laços familiares e a capacidade de transformação perante a adversidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na sua mensagem de Natal, o primeiro-ministro pediu uma “mentalidade Ronaldo” para mudar o país. Afinal o que é isso de mentalidade Ronaldo? Essa é uma das perguntas a que tentamos responder na Comissão Política desta semana. Além da mensagem de Montenegro, a última Comissão Política do ano também tenta olhar na bola de cristal para o próximo ano, mas não consegue ir além das incertezas presidenciais. A edição desta semana tem a participação das jornalistas Rita Dinis, Margarida Coutinho e Claúdia Monarca Almeida. Os cuidados sonoros são de Tomás Delfim e Salomé Rita e a ilustração é de Carlos Paes, com ajuda de IA.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Representar ou brincar? Entre novelas e a escola, como é ser um ator de sucesso aos nove anos? Neste Alta Definição em podcast, Rodrigo Costa partilha de forma descontraída com Daniel Oliveira a sua experiência no mundo das novelas, anúncios e teatro. O jovem ator fala sobre os desafios de conciliar a carreira com a escola e a infância, revela curiosidades dos bastidores, a importância da família e amigos, e reflete sobre o que é ser criança e crescer também no mundo da televisão. Rodrigo mostra-se sensível, determinado e apaixonado pela arte de representar, inspirando outras crianças a seguirem os seus sonhos com dedicação, alegria e equilíbrio entre trabalho e diversão. Sem nunca esquecer os estudos, claro. O Alta Definição foi emitido a 20 de dezembro na SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste Alta Definição, mergulhamos na vida de João Miguel Tavares, conhecido pela sua visão crítica e humor afiado. Apesar da sua dificuldade em pronunciar os “R”, e de ter sido gozado várias vezes, isso não impediu o cronista de ter coragem para desafiar as normas e questionar a autoridade, como é notório nas suas intervenções no Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta produção do M&M Content Lab em parceria com o Mercado Ads, exploramos como o retail media vem ajudando marcas a transformar dados em inteligência e criatividade em resultados, unindo branding e performance em uma mesma estratégia. A Black Friday, a principal data do varejo digital brasileiro, vamos entender como as marcas podem se preparar para disputar a atenção do consumidor em um cenário de alta concorrência e de infinitas ofertas. Convidada: Desiree do Carmo, head da divisão de hardlines do Mercado Ads
Com Xamã, o Papo debate os muitos personagens que assumimos socialmente. Também fala sobre a criatividade do marketing brasileiro e sobre os signos do zodíaco.
Neste episódio do Alta Definição, Paulo Raimundo é entrevistado por Daniel Oliveira, numa conversa que percorre a sua trajetória pessoal e profissional, desde a infância marcada por dificuldades económicas até à liderança política. O líder do Partido Comunista Português (PCP) partilha memórias familiares, experiências de trabalho, reflexões sobre educação, valores e desafios da vida quotidiana. Aborda ainda o impacto da sua atividade política na família, a importância da autenticidade e da luta coletiva, e destaca episódios marcantes que moldaram o seu percurso, fazendo a sua análise da realidade social portuguesa. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa ----O link para o estatudo editorial do Expresso: https://expresso.pt/sobre/estatuto-editorial/2020-01-20-estatuto-editorial-3c79f4ec O link para o estatudo editorial da SIC Notícias: https://sicnoticias.pt/institucional/2013-12-27-estatuto-editorial-sic-noticias-e84e2755 See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pra não passar em branco a criatividade com Jackie Hatys ✨Criatividade exige coragem. Nesse episódio Jackie, artista maravilhosa, conta sobre sua trajetória profissional já tao próspera mesmo tendo apenas 5 anos e o caminho artístico que trilhou e que começou na infância, infância essa que é, foi e será sempre peça chave pra tudo que cria. Falamos sobre infância, mas também sobre transições, silêncio, inspiração, bloqueios, arte e o tempo das coisas. E sobre como criar é, no fundo, um jeito de existir.
Lucas Israel, o “Carinha da Escada”, virou símbolo da fotografia esportiva no Norte do Brasil.O ex-militar começou a fotografar por necessidade e acabou criando um movimento: hoje movimenta o mercado com a Tropa da Escada, uma iniciativa em grupo que cobre eventos esportivos em Manaus e inspira fotógrafos de todo o país.Siga: https://www.instagram.com/ocarinhadaescada/ Na Fotto: https://www.fotto.com.br/ocarinhadaescada Nesta entrevista exclusiva em parceria de conteúdo minha com a @Fotto.Fotografos , Lucas conta:
Neste episódio, falamos sobre como a inteligência artificial está desafiando a criatividade humana e o que estudos recentes, como um artigo da Nature, revelam sobre quem ainda leva a melhor em tarefas de pensamento divergente.Continue reading
C.A.O.S. Fotográfico: Criatividade, Adaptação, Ousadia e Sustentabilidade.A fotografia nunca esteve tão viva e tão desafiadora. Nesta live, Leo Saldanha analisa as mudanças que estão transformando o mercado, da inteligência artificial ao comportamento dos clientes, e como fotógrafos podem encontrar direção em meio ao caos.
Neste episódio, a arte ganha forma de refúgio, coragem e reinvenção. A atriz, roteirista e diretora Tóia Ferraz compartilha sua trajetória inspiradora, revelando como transformar dor, vulnerabilidade e observação em criação e potência.De uma carreira sólida na arquitetura a uma guinada total para o universo artístico, Tóia conta como descobriu na atuação um espaço de verdade - o único lugar onde se sentia inteira. Ela relembra a experiência transformadora de um curso em Nova York e o momento decisivo de fechar o escritório para deixar para trás uma vida quase protocolar e se lançar no incerto, mas pulsante, caminho da arte.Rafael Arinelli e Daniel Cury conduzem a conversa e exploram outros talentos de Tóia Ferraz, como a escrita - que se tornou um processo de cura. Em meio ao luto de um divórcio, ela encontrou nas palavras e nas imagens um modo de se reconstruir. Desde então, criar é seu modo de existir.Mas se engana quem pensa que tantas reviravoltas e o sucesso com Ilha de Ferro e C.I.C. a fizeram se acomodar. Tóia Ferraz encara o desafio de tirar do papel projetos autorais em um mercado cada vez mais voltado a tendências e fórmulas prontas.Entre reflexões sobre o papel social da arte e a força das narrativas femininas, Tóia também fala sobre seu papel na série Ângela Diniz: Assassinada e Condenada, que estreia em novembro de 2025, e sobre a luta das mulheres dos anos 70 aos desafios atuais.Dá o play e vem ouvir uma conversa inspiradora - sobre arte, atuação, vida e carreira. Sobre como a cultura pode ser uma ferramenta de provocação, empatia e educação. E sobre como estar presente é, hoje, um ato de resistência.• 02m33: Pauta Principal• 1h15m28: Plano Detalhe• 1h27m18: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Daniel): Youtube: Tristan Spohn• (Daniel): Livro: O Filho de Mil Homens• (Tóia): Série: Task• (Tóia): Podcast: Creating Behavier• (Rafa): Filme: The Last BusEdição: ISSOaí
Lembra quando a gente morria de medo de copiar uma ideia? Hoje parece que o medo virou charme. A galera da influência copia igualzinho às vezes nem esconde, nem cita o original — e tá tudo bem. Ou quase. No TikTok, tem até etiqueta pra isso: “ib”, de inspired by. A cópia virou parte do jogo. E com as IAs misturando tudo que encontram pela frente, a sensação é de que “ideia é mato”tem pra todo lado, brota o tempo todo, e ninguém sabe mais de quem era o terreno. Mas se toda ideia é reaproveitável, remixável e impessoal… ainda vale ser criativo? Ou o jogo agora é só ver quem copia melhor? Nessa Braincast, Carlos Merigo, Bia Fiorotto, Paulo Aguiar e Rafa Lotto discutem como a abundância de ideias — e a velocidade com que elas são replicadas tá mudando o valor da originalidade na indústria criativa. 10:49 - Pauta01:12:38 - QEAB _ ANÚNCIOS MAIS INTELIGENTES COMEÇAM COM A HUBSPOT Em um mercado cada vez mais orientado por dados, a HubSpot vem simplificando a forma como as empresas conectam marketing e vendas para crescer com inteligência. Com o poder da CAPI CRM — a integração entre o CRM da HubSpot e a API de Conversões da Meta — é possível acompanhar toda a jornada do cliente em tempo real, inclusive as conversões que acontecem fora do digital. Essa conexão direta transforma dados em decisões mais assertivas, reduz custos de aquisição e torna os anúncios realmente inteligentes. Um exemplo real dessa transformação é o da NFE.io, startup brasileira que reduziu em 87% seu custo por lead depois de integrar a HubSpot à Meta. Com a CAPI CRM, a empresa ganhou rastreabilidade, eficiência e clareza sobre o que realmente funciona. A HubSpot mostra que fazer campanhas de alto impacto pode ser simples, seguro e escalável — tudo em uma única plataforma. Quer saber como transformar seus dados em resultados reais? Acesse o link e descubra como a HubSpot pode elevar sua estratégia de marketing: https://hubs.la/Q03Ppd1D0_ NEXGARD SPECTRA®: É OUTRO NÍVEL DE PROTEÇÃO. https://www.cobasi.com.br/pesquisa?hotsite=nexgard-spectra-podcast&utm_source=parceiro_comercial&utm_medium=podcast&utm_campaign=boehringer_podcast_20nexgard&utm_source=globo&utm_medium=cpm&utm_content=AH_ALAMEA_BRASIL_25_aon_glo_glocom_awa_cpm_tutc_A25mais_60s_NA_braincast_boeh00995ne25&utm_campaign=AH_ALAMEA_BRASIL_NEX_25_AON_GLO_GLOCOM_AWA_CPM Cupom: 20nexgardVigência: Até 31/12Regras: 1 uso por CPF, não acumulativo com compra programada -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS:Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios!https://www.youtube.com/channel/UCGNdGepMFVqPNgaCkNBdiLw/join --
"Nós nunca mais vamos escrever como antes, palavra atrás de palavra, diante de uma página em branco. Essa talvez seja o maior processo de transformação da escrita" - Felipe Iszlaji No oitavo episódio do Hipsters.Talks, PAULO SILVEIRA, CVO do Grupo Alun, conversa com FELIPE ISZLAJI, cofundador e CEO da Clarice.AI, a primeira IA para escritores em português, sobre os limites filosóficos das LLMs, linguística e o futuro da criatividade humana. Uma conversa que une filosofia da linguagem, tecnologia e empreendedorismo. Prepare-se para um episódio cheio de conhecimento e inspiração! Espero que aproveitem :) Sinta-se à vontade para compartilhar suas perguntas e comentários. Vamos adorar conversar com vocês!
A internet cansou de si mesma e startups copiam a estética dos anos 2000, crianças ganham telefones fixos e jovens escondem seus relacionamentos das redes. Sam Altman admite que estamos numa bolha da IA e Matt Klein avisa que obsessão por métricas matou a criatividade. E se você achar ruim, empresas podem te processar se você reclamar.Nostalgia é resistência?No RESUMIDO #328: internet retrô vira tendência contra algoritmos, Sam Altman admite que estamos numa bolha da IA, adolescente morre após conversas suicidas com ChatGPT, obsessão por métricas está matando a criatividade, Apple lança ferramenta para importar playlists do Spotify, consumidores são processados por avaliações no Google e muito mais!-Ouça e confira todos os links comentados no episódio:https://resumido.cc/podcasts/internet-retro-a-bolha-de-ia-metricas-matam-criatividade/--Faça sua assinatura! www.resumido.cc/assinatura
Terrorismo doméstico não é invenção de hoje. De seitas apocalípticas no metrô de Tóquio a atentados no coração do Brasil, passando por presidentes quase mortos e bombas ligadas a militares, a história mostra que o ódio sempre encontrou formas criativas de atacar de dentro.—------------------------------EDITORA PIU - https://www.editorapiu.com.br/frankensteinAPOIE o programa: APOIA.SE - https://apoia.se/nosnahistoriaSIGA-NOS no Instagram: @nosnahistoria_@buenasideias@lucianopotter @arthurdeverdadePatrocínio:TRADUZCA - https://www.traduzca.com/LIVROS INDICADOS NO EPISÓDIO - UM LIVRO - https://www.livrarianosnahistoria.com.br/Captação de áudio & vídeo, edição e finalização - https://www.instagram.com/studioprohub/
O cinema brasileiro vive um paradoxo: enquanto ganha prestígio internacional com prêmios no Oscar, no Globo de Ouro e nos principais festivais do mundo, enfrenta, dentro de casa, uma série de desmontes e entraves estruturais. No episódio de hoje, mergulhamos nessa contradição entre o brilho lá fora e a luta por sobrevivência aqui dentro.A discussão parte do sucesso de “Ainda Estou Aqui” - vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional - e de outros títulos que levaram o Brasil de volta ao centro da cena global. Mas esses feitos são frutos de políticas públicas do passado, e não o reflexo de um presente estável. O episódio traz um panorama do atual estado da indústria audiovisual brasileira, que gera bilhões e emprega milhares, mas opera à base de insegurança e precarização.Abordamos também os esforços de regulamentação em curso. O PL 2.331/2022, já aprovado no Senado e agora em análise na Câmara dos Deputados, propõe regras para o setor audiovisual. O PL 8.889/2017 busca estabelecer cotas de investimento em conteúdo nacional por parte das plataformas de streaming, enquanto o PL 2.768/2022 pretende atribuir à Anatel a regulação do funcionamento dessas plataformas digitais. Apesar de essenciais, esses projetos enfrentam forte lobby e disputas setoriais, correndo o risco de se tornarem ineficazes diante da rápida evolução tecnológica e da ausência de fiscalização robusta.Rafael Arinelli, Thiago Guimarães e Daniel Cury analisam como o audiovisual brasileiro pode deixar de ser exceção e se tornar regra: diverso, acessível e soberano.Dá o play e venha refletir com a gente sobre o futuro de uma das maiores forças criativas do país - que só precisa de espaço, política e vontade para florescer.• 03m37: Pauta Principal• 1h19m53: Plano Detalhe• 1h34m44: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• Facebook: https://bit.ly/facebookcinemacao• BlueSky: https://bit.ly/bskycinemacao• Instagram: https://bit.ly/instagramcinemacao• Tiktok: https://bit.ly/tiktokcinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Daniel): Livro: Clubes de leitura: Uma aposta nas pequenas revoluções• (Daniel): Livro: Caderno proibido• (Thiago): Livro: O grande desatino• (Thiago): Livro: Discursos, políticas e ações• (Rafa): Youtube: Existe futuro para o CINEMA BRASILEIRO?• (Rafa): Site: https://vod12.com.br/• (Rafa): Podcast: Tantos Tempos - Denise Fraga e Marcelo Gleiser Edição: ISSOaí
Ursinho Pooh, sempre em busca de mel, tenta alcançar uma colmeia subindo em uma árvore, mas cai. Depois, usa um balão azul para se disfarçar de nuvem, mas as abelhas desconfiam. Ouça essa história super divertida e descubra o que aconteceu!Ensinamentos para crianças: Criatividade e persistência ajudam a superar desafios.Faixa etária recomendada: a partir de 4 anos.Escrita por: A.A. Milne.Adaptada e narrada por: Carol Camanho.Apoie o podcast e entre para o clube aqui:https://eraumavezumpodcast.com.br/clube67E ouça histórias exclusivas, versões de histórias mais calmas e relaxantes, perfeitas para hora de dormir, histórias para meditar, acesso antecipado de até 6 meses de algumas histórias que entrarão no podcast e muito mais! Além de apoiar o podcast preferido do seu filho(a). :)Confira mais histórias infantis no nosso site: Era Uma Vez Um Podcast – Histórias Infantis Em Áudio e compartilhe com outras mães, ou pais, ou tias, avós, madrinhas, babás, professoras... fale sobre esse podcast e espalhe a sementinha da imaginação fértil!Mande-me uma mensagem, sugestão ou até uma história enviando um email para contato@eraumavezumpodcast.com.br que vou adorar ler!E já apertou o botão de "Seguir" no podcast no seu player favorito?! Então siga e não perca mais nenhuma história! ;) É de graça!!E nos siga no Instagram: @eraumavezumpodcastBeijos e até a próxima história!Trilha sonora:Track: "Im The Only Me I Know"Música proporcionada por https://Slip.streamDescarga gratuita/transmisión: https://get.slip.stream/2kiZzT