Capital of Cape Verde
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For the first time ever, Cape Verde is heading to the World Cup. The West African island nation – home to fewer than half a million people – will be one of the smallest countries in tournament history. In the capital Praia, preparations are in full swing, with qualification sparking huge excitement and renewed hope among young people. In working-class neighbourhoods, football has long been an escape – and now, a global stage awaits. Sarah Sakho and Simon Martin report.
Cabo Delgado é uma das regiões mais ricas de África em gás natural, rubis e minerais estratégicos, mas continua marcada pela pobreza e pela violência. A investigação internacional Mozambique Exposed, coordenada pela Forbidden Stories, revela como a exclusão das comunidades locais, as promessas falhadas dos grandes projectos extractivos e a resposta militar do Estado ajudaram a alimentar a insurgência. O trabalho mostra ainda como os grupos armados encontraram formas próprias de financiamento e continuam a operar em zonas fora do controlo estatal. Durante quase uma década, Cabo Delgado tem sido retratado sobretudo através das imagens da guerra: aldeias queimadas, deslocados, ataques armados e operações militares. Por detrás da violência existe uma realidade que a investigação internacional Mozambique Exposed, realizada por cerca de 30 jornalistas de vários países, procurou desvendar ao longo de cinco meses. Entre eles esteve Tomás Queface, jornalista do Zitamar News. Segundo o repórter moçambicano, uma das conclusões mais importantes da investigação foi mostrar que muitas das explicações apresentadas sobre o conflito permanecem incompletas. “Quando nós analisamos a questão da insurgência em Cabo Delgado, ultimamente tem-se abordado muito a componente militar”, afirma. Porém, acrescenta, o trabalho do consórcio procurou revelar “algumas ligações entre o conflito, a insurgência e a violência estatal”. Para Tomás Queface, a violência não se resume às operações militares, manifesta-se na relação histórica do Estado com parte da população local. O jornalista recorda a repressão exercida sobre garimpeiros artesanais no sul da província e considera que muitos desses episódios ajudaram a criar um terreno fértil para o recrutamento insurgente. “A violência estatal foi marcada pela forma como se reprimiu vários garimpeiros ou mineiros artesanais no sul da província de Cabo Delgado”, diz. “Muitos destes mineiros acabaram por se juntar aos grupos insurgentes.” A dimensão económica ocupa um lugar central. Cabo Delgado concentra investimentos de milhares de milhões de dólares ligados ao gás natural e à exploração mineira. Ainda assim, a riqueza produzida não se reflecte nas condições de vida da maioria da população. “Temos projectos de recursos naturais bilionários. A província continua a ser uma das mais pobres de Moçambique”, sublinha Tomás Queface. “É exactamente essa pobreza que acaba por puxar muitos jovens para a insurgência.” Na visão do jornalista, uma das falhas do debate tem sido ignorar essa contradição. “São essas linhas que muitas das vezes são esquecidas quando nós abordamos a questão do conflito”, observa. A investigação estabelece ainda uma relação entre a forma como o Estado respondeu à insurgência e como enfrentou os protestos pós-eleitorais que marcaram Moçambique após as eleições de 2024. “Há reivindicações implícitas que o Estado moçambicano não quer reconhecer”, afirma o jornalista. “Tanto os protestos como a violência armada são respondidos exactamente pela violência.” Na análise de Tomás Queface, o poder político continua a interpretar Cabo Delgado como uma questão de segurança. “O Estado moçambicano procura sempre olhar para o que está a acontecer em Cabo Delgado como um problema meramente securitário”, afirma. Desde 2017, a principal aposta tem sido o reforço das forças armadas, da polícia e dos serviços de informação. Embora tenha sido criada uma agência para promover o desenvolvimento do norte do país, Tomás Queface considera que essa aposta nunca recebeu os meios necessários.“O governo moçambicano pouco investiu” nessa estrutura, afirma. “A sobrevivência da agência esteve sempre dependente da canalização de fundos internacionais.” O jornalista defende que a persistência da guerra não pode ser explicada pelo extremismo religioso. Embora os grupos armados actuem actualmente sob a bandeira do auto-proclamado Estado Islâmico, as suas origens estão ligadas a factores sociais, económicos e políticos mais profundos. “Temos a questão religiosa, temos a radicalização, temos a questão da pobreza, da vulnerabilidade, mas também a repressão que foi feita pelo Estado moçambicano e a falta de inclusão de quase toda a população de Cabo Delgado no sistema económico de Moçambique", descreve. Uma das áreas mais sensíveis investigadas pelo consórcio diz respeito aos grandes projectos de gás natural. Em Palma, milhares de habitantes foram deslocados para permitir a instalação das infra-estruturas ligadas ao LNG. “Há muitas populações que tiveram de abandonar as suas aldeias para dar lugar à construção das fábricas de gás natural”, explica Tomás Queface. Segundo o jornalista, muitas das compensações e promessas feitas às comunidades ficaram suspensas ou nunca chegaram a ser concretizadas. “O que nós queremos mostrar é que as próprias populações de Cabo Delgado não estão a ser beneficiadas com essa riqueza”, resume. A investigação procurou, ainda, compreender como os insurgentes conseguem manter a capacidade operacional depois de anos de combate contra as forças moçambicanas, ruandesas e parceiros internacionais. Segundo Tomás Queface, os grupos armados continuam a beneficiar de ligações externas, nomeadamente ao auto-proclamado Estado Islâmico, mas desenvolveram mecanismos locais de financiamento. “Os insurgentes ultimamente têm estado a levar a cabo incursões em algumas minas de ouro”, explica. Paralelamente, “adoptaram outras tácticas com vista à obtenção de financiamento local, através de sequestros de pessoas e embarcações na costa”. Esse dinheiro permite-lhes reforçar a capacidade militar e atrair novos recrutas. “Com base nisso vão ganhando uma capacidade financeira que os permite adquirir suprimentos, mas também recrutar mais jovens para as suas fileiras”, descreve. A investigação levanta dúvidas sobre a capacidade do Estado para travar estas redes de financiamento. Tomás Queface recorda que os resgates exigidos pelos insurgentes são frequentemente pagos através de plataformas nacionais de transferência móvel. “A Procuradoria-Geral da República ainda não trouxe um relatório detalhado que explique essa situação”, afirma. “Ainda não conseguiu trazer pessoas para responsabilizar exactamente por essas transferências.” A fragilidade do Estado moçambicano não se limita à investigação financeira. Ela é também visível no terreno. Apesar da presença militar moçambicana, ruandesa e internacional, vastas zonas da província continuam fora de um controlo efectivo. “As forças militares estão mais concentradas nos distritos onde decorrem os projectos de exploração de recursos naturais”, explica Tomás Queface, referindo-se a Palma e a Mocímboa da Praia. O resultado é que os insurgentes encontram espaço para se reorganizar e actuar noutras regiões. “Os insurgentes sentem que gozam de uma maior liberdade de operar em outros distritos onde não há uma forte presença” das forças de segurança. É aí que conseguem explorar minas, realizar sequestros e manter fontes de financiamento próprias.
A prefeitura de Vitória alterou o trânsito da Avenida Saturnino de Brito, na altura da entrada da Ilha do Frade, em razão do avanço das obras da nova Estação de Bombeamento de Águas Pluviais (EBAP) da Praia do Canto. Segundo a administração municipal, as intervenções começam na altura da entrada da Ilha do Frade e devem se estender por aproximadamente 45 dias. "Nesta etapa da obra, serão instalados dois tubos de 1,80 metro de diâmetro sob a pista da avenida. Para a execução dos serviços, será necessária a abertura de uma vala com aproximadamente seis metros de profundidade, o que exigirá a implantação de um desvio temporário no sentido Praia do Canto - Jardim da Penha. A alteração permanecerá em vigor por aproximadamente 45 dias", explica. Em entrevista à CBN Vitória, o secretário municipal de Transportes, Trânsito e Infraestrutura Urbana de Vitória, Alex Mariano, explica as mudanças. Ouça a conversa completa!
As duas crianças francesas, de quatro e cinco anos, que tinham sido abandonadas pela mãe e pelo companheiro numa estrada secundária do Alentejo, entre a Praia da Comporta e Alcácer do Sal, já estão de volta a Colmar, cidade onde residiam.As duas crianças francesas encontradas abandonadas numa estrada do Alentejo já regressaram a França. Os irmãos, de quatro e cinco anos, viajaram para Colmar, cidade onde residiam, numa operação coordenada pelas autoridades portuguesas e francesas. As crianças estão agora sob proteção das autoridades francesas, que avaliam as condições para serem acolhidas por familiares. A mãe e o companheiro, suspeitos de as terem abandonado, permanecem em prisão preventiva em Portugal..
Pour la première fois lors d'une Coupe du monde, 48 sélections vont s'affronter, ce qui a offert un boulevard à certaines nations pour rejoindre cet événement majeur du sport. C'est notamment le cas du Cap-Vert. À Praia, les supporters se sentent fiers de leur équipe et attendent impatiemment le début de la compétition. Sur place, notre correspondante Pauline Guillou a recueilli leurs témoignages. Au large des côtes sénégalaises, l'archipel de dix îles est sur le point de disputer sa toute première Coupe du monde, après avoir terminé premier de son groupe, devant les Lions indomptables du Cameroun. Sur place, les Cap-Verdiens trépignent d'impatience de découvrir les joies d'un tournoi pas comme les autres. À partir du 15 juin, le Cap-Vert se lance dans la compétition au sein d'un groupe très relevé : Espagne, Uruguay, Arabie saoudite. À lire aussiLes qualifiés pour la Coupe du monde 2026: l'Afrique du Sud rêve à nouveau avec les Bafana Bafana [4/10]
Confira na edição do Jornal da Record desta segunda (1º): Motorista envolvido no acidente que matou 16 pessoas da mesma família na Bahia tem a prisão preventiva decretada. Mulher é atacada por tubarão em Praia de Pernambuco. É o segundo caso em 24 horas. Em São Paulo, idosa cai de escada de avião e morre durante desembarque. Entra em vigor amanhã (2), a proibição do uso de PMMA para fins estéticos. Já está valendo a redução no preço do diesel e do combustível de aviação. Como ficou a tabela do Brasileirão depois da última rodada antes da Copa. Seleção brasileira se reapresenta e embarca para os Estados Unidos de olho no mundial.
Reisen Reisen - Der Podcast mit Jochen Schliemann und Michael Dietz
Es ist kurz vor Mitternacht. Eine nackte Glühbirne schaukelt im Atlantikwind. Vor Michi auf dem Bürgersteig spielen vier Jungs - Gitarre, Bass, Trommel, Sänger, vielleicht 22 Jahre alt, eine Stimme wie Frank Ocean. Seit einer Stunde kennt er keinen einzigen Song. Dann macht der Drummer einen Auftakt. Drei Akkorde. Bob Marley - Is this Love!? Und plötzlich ist die Straße voll.So fühlt sich Mindelo an.Die dritte Kapverden-Folge ist anders. Kein Wandern, keine Steilküste, keine Vulkankrater. São Vicente ist das genaue Gegenteil von Santo Antão - trocken, kompakt, urban. Und in Mindelo, der kleinen Hafenstadt, die mal als Kohletankstelle des Atlantiks die Welt versorgte, steckt so viel Musik und Geschichte, dass Michi kaum weiß, wo er anfangen soll.Der Flughafen trägt den Namen einer Sängerin, die barfuß auf Bühnen der Welt stand. Cesária Évora. Im Café Mindelo weht abends der Atlantik durch 20 offene Fenster und eine 18-jährige Gitarristin spielt Intoxication vom Kölner Reggae-Star Gentleman, den Michi persönlich kennt.Und wer einen Tag übrig hat, mietet sich ein kleines Auto und fährt einmal um die ganze Insel. Es dauert keine zwei Stunden. Dafürn gibt es den schönsten einsamen Strand der Kapverdischen Inseln. —
Sob o lema “Edificar Pontes, Construir um Futuro Melhor”, o evento reúne investigadores, artistas e representantes de vários continentes; as sessões decorrem na cidade de Praia, entre 28 e 30 de maio.
“O mundo não pode continuar com a política da inimizade.” É desta forma que o Presidente de Cabo Verde enquadra a realização da Cimeira das Nações Crioulas, que decorre entre 28 e 30 de Maio, na cidade da Praia. Numa altura marcada por guerras, intolerância e profundas desigualdades, José Maria Neves defende um novo humanismo assente no diálogo, na cooperação e na valorização das identidades crioulas. O que representa esta Cimeira das Nações Crioulas num momento em que o mundo atravessa tantas tensões e conflitos? Essencialmente, este é um espaço de encontro. Vivemos num mundo disruptivo, de rupturas. Há muitas guerras, muitos confrontos e alguma desumanidade. Nós queremos recuperar a ideia do encontro, do diálogo, da busca de soluções negociadas e da cooperação para o desenvolvimento. As nações crioulas são nações que resultam de encontros entre culturas, entre povos, e mostram que o diálogo é possível. Precisamos de criar um movimento que defenda um novo humanismo. É por isso que estamos a realizar este encontro: para discutirmos, sobretudo, os novos caminhos para o futuro. Quantos países participam nesta primeira cimeira? Estarão presentes mais de três dezenas de países. A sessão de abertura contará com intervenções do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, do presidente da Aliança das Civilizações, ex-ministro dos Negócios Estrangeiros de Espanha, Miguel Ángel Moratinos e do Presidente de Portugal, António José Seguro, De que forma é que a cooperação entre as nações crioulas pode traduzir-se em ganhos concretos nas áreas da cultura, educação e economia? Nós vamos mostrar a enorme riqueza cultural das nações crioulas e isso contribui não só para o desenvolvimento das economias criativas, mas também para o crescimento económico e para a competitividade dos diferentes espaços. O que se pode ver nas nações crioulas é talento, criatividade, resiliência e uma enorme disponibilidade para as trocas. Ao realizarmos uma cimeira em que mostramos não só o percurso histórico das nações crioulas, mas também toda a sua riqueza cultural, as suas potencialidades económicas e os recursos disponíveis para que as pessoas vivam com mais dignidade, estamos naturalmente a criar uma cultura voltada para o desenvolvimento humano, para o crescimento económico e para o progresso. As línguas crioulas continuam, em muitos casos, a enfrentar dificuldades de reconhecimento institucional. Esta cimeira poderá contribuir para reforçar essa valorização? Espero que sim. No caso de Cabo Verde, o consenso tem sido difícil. Desde a Claridade, ou mesmo antes, com o movimento literário protagonizado, por exemplo, por Pedro Cardoso e Eugénio Tavares, houve um esforço de dignificação do crioulo. Depois, o próprio movimento da Claridade, com Baltasar Lopes da Silva, também ele filólogo, escreveu sobre a língua cabo-verdiana. Há hoje um novo momento de valorização da língua cabo-verdiana. Mas não tem sido fácil alcançar consenso, sobretudo por causa da riqueza do crioulo cabo-verdiano, que assenta na existência de várias variantes. Essa pluralidade dificulta um pouco, pelo menos no plano das ideias, a padronização da língua cabo-verdiana. Mas espero que, com este debate, com este encontro, com as discussões que vão ter lugar e com as perspectivas que se abrem para novos debates e novos temas relacionados com o crioulo, a língua cabo-verdiana possa afirmar-se cada vez mais. Cabo Verde pode afirmar-se como uma referência diplomática e cultural no espaço crioulo internacional? A ideia é precisamente essa: criar um movimento. Um pequeno Estado, como é o caso de Cabo Verde, tem de liderar pelo exemplo. Cabo Verde é um país que tem a ambição de ser útil à comunidade internacional. Nós podemos mostrar que o mundo, quando assente no racismo, na violência e nos confrontos, tem de encontrar novos caminhos. E as nações crioulas mostram um pouco esses caminhos. São povos que vieram de várias origens e que formaram outras culturas, outras nações. Independentemente da violência ou das rupturas iniciais, o importante é o caminho que foi feito no sentido de esses países e dessas nações criarem novas pontes de diálogo e espaços de entendimento. O não-racismo, a não-violência - estes encontros acabam por mostrar que há novas possibilidades, outras formas de viver. Nós podemos olhar para a dignidade da pessoa humana e não assentar o mundo no racismo, na violência, nas guerras e num confronto permanente. Penso que este é o contributo das nações crioulas e Cabo Verde pode liderar esse movimento. Não há alternativa: existem outras formas de viver e outras formas de pensar. A cooperação solidária para o desenvolvimento é possível. A cimeira surge também como uma mensagem política em defesa do diálogo e da paz? Exactamente. Temos de perceber que não podemos continuar com a política da inimizade. Achille Mbembe escreve precisamente sobre a política da inimizade, que se aproxima, de certa forma, da biopolítica de que fala Foucault. O que queremos aqui é mostrar que é preciso respeitar o outro e abandonar uma perspectiva permanente de intolerância, destruição ou eliminação do outro. Portanto, a amizade, o diálogo, a paz e a cooperação são fundamentais. O que encontramos hoje é uma grande desigualdade nos termos de intercâmbio. Mas devemos construir intercâmbios entre os Estados, entre o Norte e o Sul, em novas bases - bases mais igualitárias, com mais tolerância e com os olhos postos na dignidade da pessoa humana.
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Nessa live conversei com atleta de levantamento de peso paralímpico Tayana Medeiros (@tayanamedeiros).Tayana Medeiros tem 33 anos é carioca e atualmente mora em Uberlândia - MG.Tayana foi campeã paralímpica em Paris 2024 e é recordista brasileira e das Américas. Foi medalhista mundial (prata no individual e ouro por equipes feminina). Faz parte da equipe paralímpica de levantamento de peso do Praia clube Uberlândia e foi medalhista de prata nos jogos para-panamericano sde Lima no Peru e ouro nos jogos para-panamericano de Santiago no Chile.No Clube de Leitura, exploramos juntos obras que desafiam o senso comum — livros que unem ciência, filosofia e ancestralidade — sempre com uma visão crítica e prática para transformar o conhecimento em ação.Entre para o Clube e participe das discussões ao vivo, receba roteiros, resumos e mergulhe em cada capítulo com profundidade.https://henriqueautran.com.br/clube-de-leitura/ Conheça o Substack Nutrição Ancestral. É um espaço autoral de aprofundamento científico, com análises técnicas baseadas em literatura acadêmica sobre evolução, fisiologia e metabolismo, conectando biologia evolutiva e evidência para quem quer entender o corpo além de modismos. Acesse: https://nutricaoancestral.substack.com Você também pode nos acompanhar no instagram, http://www.instagram.com/henriqueautran. E em nosso canal do YouTube: https://youtube.com/c/henriqueautran.
O Aos Fatos desta segunda-feira (25) destaca documentos enviados pela Gerdau ao Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema) que apontam que a empresa já tinha conhecimento prévio de contaminações antigas na praia de São Tomé de Paripe. O episódio também aborda as críticas do médico sanitarista Gonzalo Vecina aos cortes promovidos pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em instituições científicas e de pesquisa.
Colégio Helen Keller, Lisboa
Nesta edição, a análise ao caso da detenção dos ativistas da flotilha para Gaza. Deve a União Europeia suspender o acordo de cooperação com Israel? A suspeitas de corrupção sobre José Luis Zapatero e a comparação com Sócrates é também tema em debate num programa em que Olivier Bonamici e Begoña Iñiguez confessam surpresa com os hábitos dos portugueses na praia.
Flor, whose real name is Florbela Santos, is a Portuguese singer from Cantanhede who lives in Praia de Mira. Well known to Portuguese audiences through television appearances on programmes such as Somos Portugal, Domingão and O Preço Certo, she has also performed for Portuguese communities across Europe, Canada, the UK and Jersey. In this interview, Flor shares her musical journey, from singing as a child with her brother to building a successful solo career, marked by popular songs such as “Apanhadinhos”, “Danadinho”, “Ardente” and “Arranja Outra”. She also speaks movingly about her family, her roots in Praia de Mira, and the deep connection she feels with audiences whenever she steps on stage.
Como o picolé mais famoso do litoral virou uma marca premium na capital sem perder o "pé na areia"? Neste episódio do Divã de CNPJ, Lupércio Moraes revela os bastidores da estratégia que transformou a Sorvetes Rochinha em um fenômeno de faturamento e fidelidade em SP
Em Cabo Verde, a descentralização do poder continua a marcar o debate político, nomeadamente na cidade do Mindelo, na ilha de São Vicente. Marco Cruz, professor universitário e autor do livro "Cabo Verde Entre o Partidarismo e a Esperança de Descentralização" defende a adopção de um roteiro gradual e faseado para a descentralização e regionalização, sublinhando que só desta forma o país conseguirá combater o fenómeno do “feudalismo partidário”. Quando se fala em regionalização, um dos argumentos mais utilizados contra esta reforma é o custo. Na sua opinião, esse argumento faz sentido? Eu comecei por falar de descentralização, até para não dar a ideia de que se trata de algo muito complexo. A ideia é precisamente chegar à regionalização, mas eu defendo uma abordagem pragmática. Temos de começar pela descentralização administrativa. Isto não implica grandes custos. O Governo já tem delegados, funcionários e representações ministeriais em cada ilha. É nesse sentido que devemos caminhar: atribuir mais competências às ilhas e permitir que as pessoas possam decidir até determinado nível. É aí que começaria a verdadeira descentralização. E quais seriam os benefícios dessa descentralização faseada? Com este Estado hipercentralizado, o que está a acontecer é que muitos jovens estudam, qualificam-se e regressam às suas ilhas cheios de competências, mas acabam por encontrar poucas oportunidades de decisão. A ilha de São Vicente, por exemplo, já foi uma ilha com grande dinâmica. Hoje, mesmo quem integra a administração pública sente limitações enormes. Um delegado ou responsável local percebe rapidamente que tem pouca margem de decisão. Não consegue desenvolver programas ou planear a actividade da sua instituição porque tudo depende de autorizações vindas do centro. O resultado é que as pessoas entendem que, para progredirem profissionalmente, têm de sair da ilha. Cabo Verde vive num regime de forte centralismo, que acaba por promover uma descapitalização dos recursos humanos nas ilhas. Essa partilha de poder não vai gerar conflitos entre o Governo central e as regiões? Naturalmente, isso exige aprendizagem. O primeiro-ministro tem de aprender a conviver com um certo nível de poder das ilhas. O Governo central mantém as suas competências e as ilhas terão as delas. É um novo paradigma e requer maturidade política. No modelo que proponho, não se trata de uma ruptura abrupta que possa tornar o Estado disfuncional. Por isso defendo um roteiro progressivo de descentralização. Começaríamos pela descentralização administrativa, com o Governo a transferir gradualmente mais competências para as delegações nas ilhas. Mais tarde, essas estruturas poderiam começar também a desenvolver programas regionais, alinhados com a visão do Governo. Numa fase seguinte, os responsáveis nas ilhas poderiam deixar de ser nomeados directamente pelo Governo e passar a ser indicados pelos deputados eleitos por cada ilha. Isso permitiria uma maior legitimidade política e um alinhamento mais forte entre as decisões executivas e os representantes locais. É um modelo progressivo e responsável. Concretamente, que impacto poderá esse roteiro progressivo ter nas ilhas? A ideia é criar, gradualmente, uma verdadeira capacidade administrativa e técnica nas ilhas. À medida que os delegados, representações ministeriais e institutos ganham mais responsabilidades, também aumentam a sua capacidade de planear e executar políticas públicas. Chegará um momento em que poderão desenvolver programas e projectos regionais de acordo com a estratégia do Governo. Isso permitirá criar quadros qualificados capazes de pensar o desenvolvimento das ilhas, algo que actualmente ainda é muito limitado. Mas isso permitiria resolver os problemas de forma mais rápida? Exactamente. As decisões passariam a ser tomadas por pessoas que vivem nas ilhas, conhecem melhor a realidade local e têm maior capacidade para agir rapidamente. Isso criaria uma dinâmica muito mais forte no desenvolvimento das ilhas. Considera que se devia realizar um referendo sobre a regionalização e descentralização? Eu considero que a descentralização e a regionalização não devem ser vistas como uma opção facultativa. Não devemos transformar isto numa dúvida permanente, deixando apenas para a população decidir se quer ou não. É preciso liderança política firme para avançar com este processo. Não tenho dúvidas de que existem actores políticos que não têm interesse na descentralização, porque isso implicaria perder poder. Para mim, trata-se de uma urgência nacional. Cabo Verde pode implementar este modelo de forma responsável e, em cinco anos, alcançar avanços significativos. O país tem de decidir: quer continuar centralizado durante mais 50 anos ou quer dar um salto no desenvolvimento? Existe energia e capacidade nas ilhas, mas, se continuarmos assim, vamos continuar a perder recursos e talento. Porque é que existe tanta resistência ao avanço da regionalização? Para mim, o centralismo em Cabo Verde funciona quase como uma ideologia. É uma força muito enraizada. Podemos falar de uma herança da colonização? Sim, em certa medida. Basta olhar para a quantidade de quadros qualificados das outras ilhas que estão concentrados na Praia. Muitas dessas pessoas poderiam desenvolver um trabalho importante nas suas próprias ilhas, caso existisse autonomia suficiente para criar iniciativas locais. É necessário que Cabo Verde confie mais nas ilhas e lhes permita emanciparem-se até determinado nível. Naturalmente, continuará a existir um Governo central para matérias como defesa, diplomacia e relações internacionais. Mas as ilhas precisam de ter maior capacidade de iniciativa e desenvolvimento próprio. Mas como se explica, então, esta recusa em avançar? Trata-se de medo de perder poder? É uma luta entre o MpD e o PAICV? Existe, de certa forma, uma elite política, empresarial e profissional que já se habituou a este modelo centralizado. Com a descentralização, muita coisa mudaria. O orçamento do Estado teria de ser distribuído de forma diferente pelas ilhas, e o poder central perderia algum controlo. Há também uma cultura de controlo muito forte. Em vez de ser facilitador, o Estado assume frequentemente uma postura excessivamente centralizadora. Quando tudo depende de autorização para as questões mais simples, o país perde dinamismo. Por isso considero urgente mudar esta mentalidade. O desafio não está na complexidade nem nos custos. O verdadeiro desafio é existir liderança política - homens e mulheres de Estado - capazes de dar este passo. A descentralização representaria um novo momento para Cabo Verde. Permitiria criar um verdadeiro governo multinível e combater aquilo que muitos já vêem como um fenómeno de "feudalismo partidário". Hoje, muitas vezes, o partido acaba por ser o verdadeiro centro do poder. E, para mim, é isso que está a limitar o desenvolvimento de Cabo Verde.
Carnaval, praia, areias radioativas e… fantasmas? O novo filme de Rodrigo Aragão nos leva diretamente a Guarapari, um paraíso de verão que, ao final da temporada, revela todos os seus maiores horrores.Prédio Vazio conta a história de Luna, uma jovem que sai numa busca perigosa por sua mãe desaparecida em um edifício na Praia do Morro. Acompanhada de seu namorado, ela vai descobrir que a construção guarda muitos segredos.Com seu bom e contagiante trabalho de maquiagem, marca registrada do diretor, podemos dizer que o filme faz jus á famosa “praia dos mineiros”? O Cabana RdM começa agora.O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabriel Braga, Gabi Larocca e Thiago Natário.ARTE DA VITRINE: Estúdio GrimESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram @estudiogrimcontato@estudiogrim.com.brPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoSEJA UM(A) APOIADOR(A)Apoie o RdM a produzir mais conteúdo e ganhe recompensas exclusivas!Acesse: https://apoia.se/rdmConheça a Sala dos Apoiadores: https://republicadomedo.com.br/sala-dos-apoiadores/CITADOS NO PROGRAMAPrédio Vazio (2025)Citações off topicMangue Negro (2008)EpisódiosRdMCast #248 – Especial Zé do CaixãoTem algo para nos contar? Envie um e-mail!contato@republicadomedo.com.brTwitter: @RdMCastInstagram: Republica do Medo
A elevada abstenção, o reforço do bipartidarismo e a exigência crescente de descentralização marcaram as eleições legislativas em Cabo Verde. Em entrevista, Roselma Évora, investigadora na área da democracia e dos sistemas de governação, analisa os resultados do escrutínio, o desgaste do MpD após dez anos no poder, a ascensão do PAICV e os desafios que se colocam à democracia cabo-verdiana. Que balanço faz do dia de votação? Penso que devemos continuar a acreditar na democracia cabo-verdiana. Apesar dos desafios, Cabo Verde tem vindo a consolidar, de forma gradual, o rocesso democrático e eleitoral. Há ainda aspectos a melhorar, mas é evidente que o país continua a dar passos importantes nesse caminho. Uma das grandes vantagens de Cabo Verde é precisamente a sua dimensão. Sendo um país pequeno, consegue organizar eleições de forma eficiente e apresentar resultados no próprio dia, o que reforça a confiança no sistema. Além disso, Cabo Verde possui um activo fundamental: a estabilidade política. O país conseguiu, ao longo destes 35 anos de democracia, assegurar alternâncias de poder de forma pacífica, algo que constitui um marco importante, sobretudo no contexto africano e na região onde estamos inseridos, marcada por frequentes episódios de instabilidade. A possibilidade de formar maiorias estáveis permite aos governos aplicar os seus programas e pensar o país numa lógica de continuidade, desenvolvimento e melhoria progressiva da qualidade de vida das populações. Foi uma eleição muito renhida. O PAICV e o MpD estiveram praticamente “taco a taco”. Os resultados provisórios dão 35 deputados ao PAICV, 31 ao MpD e dois à UCID. O presidente do PAICV reclama maioria absoluta. Que cenário se pode adivinhar para o país? Os cabo-verdianos têm uma forte cultura de valorização da estabilidade política. Não digo isto num sentido conservador negativo, mas no sentido de procurarem segurança e previsibilidade na governação. Desde a abertura política, em 1991, Cabo Verde tem demonstrado preferência por soluções governativas estáveis. O país nunca teve uma tradição de coligações fortes. Houve, por exemplo, a experiência da Aliança Democrática para a Mudança, em 2001, mas essa tentativa não conseguiu consolidar-se, elegendo apenas um deputado. Isso mostra que o eleitorado tende a privilegiar partidos com capacidade efectiva para formar governo. No fundo, quando votam, os cabo-verdianos procuram garantir que o partido escolhido terá condições para governar com estabilidade e executar aquilo que prometeu durante a campanha. Pelos dados mais recentes, tudo indica que o PAICV poderá alcançar a maioria absoluta, sobretudo devido aos resultados na diáspora, particularmente no círculo das Américas. Ao mesmo tempo, verificam-se mudanças importantes em círculos tradicionalmente menos favoráveis ao partido, como São Vicente e Santo Antão, onde há agora um equilíbrio de forças. Isso pode representar um regresso a uma lógica de alternância semelhante à vivida no início dos anos 2000. O líder do MpD e primeiro-ministro cessante assumiu a derrota e anunciou a demissão. Era uma decisão expectável, depois de dez anos de governação? Penso que houve vários factores que contribuíram para este desfecho. Desde logo, parece-me que existiram erros na configuração das listas eleitorais, mas também dificuldades evidentes ao nível da coordenação governativa e da comunicação política. Apesar dos indicadores macroeconómicos apontarem para crescimento económico, muitos cabo-verdianos não sentiram melhorias concretas nas suas vidas. O sentimento generalizado era de que esse crescimento não se reflectia no quotidiano das famílias. Ficou também a percepção de que a governação estava excessivamente concentrada num grupo restrito, o que acabou por alimentar algum afastamento entre o poder político e a população. Nesse contexto, Francisco Carvalho conseguiu mobilizar muitos eleitores, inclusive com propostas que considero mais radicais. Ainda assim, é importante reconhecer que Cabo Verde já registou avanços significativos nas condições sociais e no seu percurso de desenvolvimento, passando da categoria de país menos avançado para país de rendimento médio, fruto do esforço colectivo dos cabo-verdianos. O desgaste do partido no poder era evidente, sobretudo em relação ao primeiro-ministro. No entanto, confesso que não esperava o anúncio da sua demissão. Penso que o país continuará a precisar de uma oposição estruturada e orientada. Talvez ele esteja cansado, mas o MpD terá agora de reflectir sobre o seu futuro e redefinir o seu caminho político. A taxa de abstenção atingiu 53,3%, um valor histórico na democracia cabo-verdiana. Que mensagem quiseram os cabo-verdianos transmitir aos líderes políticos? A questão da abstenção deve ser analisada numa perspectiva longitudinal. Nas primeiras eleições multipartidárias, em 1991 e 1995, a participação foi muito elevada, porque a democracia representava uma novidade e uma conquista para os cabo-verdianos. No entanto, a partir de 2001 começou a surgir um crescente descontentamento com o funcionamento do sistema político. Os cabo-verdianos valorizam profundamente a democracia, mas muitos sentem-se frustrados com a forma como ela funciona na prática. Existe a percepção de que o sistema político está demasiado fechado sobre os partidos e que as oportunidades não chegam de forma igual a todos os cidadãos. Apesar de termos uma Constituição moderna, muitas pessoas acreditam que apenas uma pequena elite ligada aos grandes partidos beneficia verdadeiramente do sistema democrático. Os dados mostram isso claramente: apenas 19% dos cabo-verdianos dizem estar satisfeitos com a democracia. E é legítimo perguntar quem são esses 19%. Na minha opinião, trata-se sobretudo das elites partidárias que têm controlado o poder ao longo dos anos. A elevada abstenção é, portanto, um sintoma antigo de descrença e desconfiança. Muitas pessoas deixaram de se rever nos políticos e nas lideranças actuais. Cabo Verde não está isolado desta tendência mundial de crise de liderança e de afastamento entre cidadãos e representantes políticos. Nesta eleição, a UCID perdeu mandatos, passando de quatro deputados para dois. O Partido Popular voltou a não eleger deputados e o PTS, apesar de ter aumentado a votação, também não conseguiu representação parlamentar. Como se explica este resultado? O país está condenado ao bipartidarismo? Não diria que Cabo Verde está condenado ao bipartidarismo. O problema não é a existência de dois grandes partidos, mas sim a qualidade do funcionamento desse sistema e a capacidade de renovação política. Ao longo destes 35 anos de democracia, consolidou-se um sistema claramente bipartidário, no qual os pequenos partidos enfrentam enormes dificuldades para se afirmarem. Há questões estruturais que explicam isso. Desde logo, os grandes partidos têm maior capacidade de implantação em todas as ilhas e beneficiam de mais recursos financeiros e logísticos através da subvenção eleitoral. Isso permite-lhes organizar campanhas muito mais eficazes em todos os círculos eleitorais. Já os partidos pequenos enfrentam limitações materiais, organizativas e até de liderança, o que dificulta a afirmação de alternativas credíveis. Nesse cenário, muitos eleitores acabam por preferir votar nos partidos que efectivamente têm capacidade para formar governo. Vimos também, neste escrutínio, a importância e o peso da diáspora. Isto mostra que as autoridades têm de olhar para a diáspora como uma prioridade? Sem dúvida. A diáspora cabo-verdiana continua a ter um peso político muito inferior àquele que deveria ter. Se Cabo Verde possui mais de um milhão de emigrantes, é difícil compreender como existem apenas cerca de setenta mil eleitores inscritos no exterior. Isso demonstra que ainda há um enorme défice de integração política da diáspora. É necessário aproximar o Estado dessas comunidades, reforçar o recenseamento eleitoral e criar mecanismos que facilitem a sua participação no processo político, incluindo soluções digitais. A diáspora não pode continuar a ser vista apenas como um apoio económico. Ela deve ser encarada como um parceiro estratégico no desenvolvimento do país e na construção de uma nova etapa para Cabo Verde, centrada na qualidade, no conhecimento e na inovação. Durante a campanha eleitoral falou-se muito da centralização do poder em Santiago e na cidade da Praia. A liderança de Francisco Carvalho pode alterar essa realidade ou tende a reforçá-la? Existe uma grande expectativa, sobretudo nas ilhas do Norte, em relação a essa questão. São Vicente, por exemplo, demonstrou nesta eleição uma vontade clara de mudança e espera agora maior reconhecimento político. O próximo governo terá de construir uma composição governativa que transmita a ideia de equilíbrio regional e de inclusão das diferentes ilhas. Há um sentimento crescente de exclusão fora de Santiago, precisamente porque a capital concentra o poder político, económico e administrativo. Essa centralização acaba por empurrar muitas pessoas para Santiago à procura de oportunidades de trabalho e melhores condições de vida. Por isso, penso que Cabo Verde precisa de aprofundar a descentralização, aproximando o poder das populações e criando condições para que as pessoas possam viver e desenvolver-se nas suas próprias ilhas, sem sentirem necessidade de migrar para a capital.
Termina nesta sexta-feira, 15 de Maio, a campanha eleitoral para as oitavas eleições legislativas em Cabo Verde. Celeste Fortes, docente e investigadora da Universidade de Cabo Verde, na cidade do Mindelo, considera que esta campanha eleitoral ficou marcada por um ambiente de agressividade, sem espaço para discussão, com os partidos a não conseguirem apresentar as propostas de forma clara. Como é que avalia o ambiente político e social vivido durante esta campanha eleitoral? Acho que estamos a viver duas situações ao mesmo tempo. Por um lado, no mundo digital e nas redes sociais, vejo um ambiente extremamente agressivo. Não há espaço para discussões de ideias nem para uma análise mais equilibrada, em que as pessoas consigam também fazer autocrítica ao actual governo ou aos outros partidos que concorrem. Por outro lado, fora do digital, também sinto muita agressividade no debate político e social. Mas, ao mesmo tempo, enquanto docente e activista, noto um certo cansaço por parte da população. Há uma sensação de “mais do mesmo”, de saturação em relação ao discurso político. Portanto, o que eu vejo neste momento é um ambiente marcado simultaneamente pela agressividade e pelo cansaço social. Considera que os partidos políticos foram capazes de apresentar o programa político? Não. Acho que os partidos políticos não conseguiram apresentar as suas propostas de forma clara. Se uma pessoa não estiver muito atenta, dificilmente consegue perceber quais são, concretamente, as soluções que cada partido propõe para resolver os principais problemas que a população identifica como prioritários. O que se viu foi uma discussão muito bipolarizada e muito partidarizada, marcada também por uma militância bastante cega. Em vez de comunicarem projectos concretos para o país, os partidos acabaram por comunicar mais as suas ideologias e discursos políticos. Faltou explicar de forma clara onde é que Cabo Verde está hoje, em 2026, e qual é a visão de cada partido para os próximos quatro ou cinco anos. Ou seja, como é que o partido X ou o partido Y pretende levar o país para um outro patamar. Isso, para mim, não ficou claro durante esta campanha. Actualmente, quais são as maiores preocupações dos cabo-verdianos ? Bom, eu não posso falar por todos os cabo-verdianos, mas há preocupações que sinto pessoalmente e que acredito que também são partilhadas por grande parte da população. Uma delas é a questão dos transportes. Continuamos a viver muito isolados entre as ilhas. Eu vivo em São Vicente e, muitas vezes, tenho situações para resolver em Santiago. No entanto, nestas eleições praticamente não se falou da regionalização. Enquanto moradora de São Vicente, esperava que esse debate regressasse à agenda política e que os partidos apresentassem propostas concretas sobre o tema, mas isso não aconteceu. Continuamos a enfrentar um problema grave de centralização em Cabo Verde, sobretudo em relação à Praia. E essa dependência acaba por afectar todo o país. A questão dos transportes e da conectividade continua muito longe de estar resolvida. Isso liga-se directamente a outro grande problema: a saúde. Uma pessoa que vive no Maio, na Brava ou em São Nicolau não tem o mesmo acesso aos cuidados de saúde, porque os principais hospitais estão concentrados em São Vicente e Santiago. E, muitas vezes, nem existem transportes adequados para a deslocação de doentes. Outra preocupação muito séria é a dignidade habitacional. Enquanto activista, acompanhei de perto todo o processo de acção depois do 11 de Agosto, e a situação é caótica e preocupante. Continua a existir permissividade para a construção de casas de tambor e habitações sem segurança, especialmente em zonas de risco e encostas. Isso mostra que a questão da habitação digna ainda não foi resolvida pelo governo. Além disso, temos situações contraditórias, como casas do programa “Casas para Todos” que continuam fechadas e sem serem atribuídas. Por fim, há uma questão que afecta muito a juventude: o projecto de vida e o futuro da empregabilidade. Muitos jovens sentem dificuldade em construir um futuro estável no país, o que acaba também por alimentar a vontade de emigrar. Os jovens continuam a ser os mais impactados pelo desemprego... Sim. Os jovens continuam a ser os mais impactados pelo desemprego e pela falta de perspectivas em relação ao futuro. Muitos querem construir a sua vida em Cabo Verde, querem ter um emprego e estabilidade no seu próprio país, sem terem de emigrar para procurar melhores condições de vida. Existe muito esta ideia entre os jovens de: “Eu quero trabalhar, mas quero conseguir fazê-lo aqui, perto da minha família, no meu país.” No entanto, muitas vezes, sentem que não têm oportunidades reais para alcançar esse futuro com tranquilidade e estabilidade. E, para mim, esse é um dos grandes problemas actuais. No entanto, durante a campanha, não vi debates aprofundados nem propostas claras sobre como resolver esta questão do desemprego jovem e da falta de perspectivas para a juventude. Enquanto activista, trabalha muito sobre a questão do género. Como é que é tratada a questão do género em Cabo Verde? Orgulha-me muito os espaços que Cabo Verde tem vindo a criar, tanto através das instituições públicas governamentais como das organizações não governamentais, para avançarmos rumo a uma maior igualdade de género, que ainda está longe de ser plenamente alcançada. Apesar dos avanços, continuam a existir vários problemas por resolver, nomeadamente a violência baseada no género, o feminicídio e a pobreza, que continua a ter um rosto maioritariamente feminino. A maioria das famílias em Cabo Verde são monoparentais e chefiadas por mulheres, o que mostra também como muitas responsabilidades recaem sobre elas. Portanto, ainda temos grandes desafios pela frente, sobretudo ao nível da representação política e da participação das mulheres nos espaços de decisão. São cinco partidos e apenas um é liderado por uma mulher. A política ainda é distante para a mulher em Cabo Verde? Sim, continua a ser distante, porque a política ainda é um espaço muito masculinizado, dominado por lógicas machistas e patriarcais. Muitas vezes, as mulheres não encontram um ambiente favorável nem condições reais para participarem activamente na vida político-partidária do país. Além disso, a política continua a ser um espaço marcado pela agressividade e pela violência. E nós, mulheres, já convivemos diariamente com microviolências em contextos laborais, familiares e sociais. Muitas acabam por evitar também a política precisamente por a sentirem como mais um espaço de confronto e desgaste. Por outro lado, fiquei extremamente contente por ver a Jónica Brites Tavares no debate. Achei-a muito assertiva e isso deu-me alguma esperança. Ver uma mulher naquele espaço, com firmeza e segurança, pode inspirar muitas meninas e mulheres a entrarem também no espaço público e a posicionarem-se. Mas, apesar dos discursos sobre igualdade e dos sinais de paridade nos governos, a política cabo-verdiana continua a ser um espaço muito marcado pela violência, sobretudo pela violência masculina. Considera que nestas eleições vamos voltar a ver esta disputa entre o MpD e o PAICV? Ou há uma possibilidade deste cenário se poder reverter? Eu não acredito que isso vá mudar tão cedo. Acho que vamos continuar presos a esta bipolarização entre o MpD e o PAICV. Os dois partidos construíram, ao longo dos anos, uma narrativa muito baseada no medo: o medo de perder a estabilidade e o receio de ver outras forças políticas a governarem o país. Mesmo 50 anos depois, ainda somos muito marcados pelo assistencialismo e por relações de dependência política. E essa lógica acaba por alimentar o medo do novo e do diferente. Tanto o MpD como o PAICV continuam a explorar muito esse sentimento. Cabo Verde é muitas vezes visto como o “bom aluno” do continente africano. Quais são os desafios para a democracia cabo-verdiana? Apesar dessa imagem positiva, Cabo Verde não está completamente protegido de fenómenos que hoje ameaçam várias democracias, como o crescimento de discursos populistas, extremistas, racistas, xenófobos e misóginos. Vejo com preocupação o facto de Cabo Verde, enquanto país que tradicionalmente procura manter uma posição equilibrada e não alinhada, nem sempre se posicionar de forma clara perante essas ondas populistas e extremistas. E isso pode representar um risco para a nossa saúde democrática, porque esses discursos acabam por normalizar formas de intolerância e de violência política e social que podem fragilizar a democracia cabo-verdiana no futuro.
Mentre il match di Darderi è durato fino alle 2 di notte, Lazio-Inter è finita presto e Chivu ha conquistato il suo primo Doblete. Non è finita, invece, la confusione sui calendari. Ne parliamo con Ivan Zazzaroni, direttore del Corriere dello Sport.Certamente anche il Giro d'Italia non ha fatto mancare nulla allo spettacolo con la tappa di ieri Praia a Mare-Potenza con pioggia, cadute e strade sbagliate. Si sarà divertito anche il nostro corrispondente dal Giro Pier Augusto Stagi.Ci mettiamo alle spalle la 6h di Spa con la BMW che ha fatto il pieno e ora manca un mese alla 24h di Le Mans. Il punto su quello che fino ad ora ci ha detto il WEC con Gionata Ferroni e Giorgio Sernagiotto, coach del team Cetilar Racing.
A prefeitura de Vitória fará a abertura de parte do canteiro central da Avenida Nossa Senhora da Penha (Reta da Penha), permitindo mais uma conexão direta entre os bairros Praia do Canto e Santa Lúcia, por meio da Rua Aleixo Neto. Segundo a administração muncipal, a intervenção atende a uma antiga demanda de moradores e comerciantes da região e deverá melhorar a fluidez do trânsito local.As obras devem começar no próximo dia 20 e têm duração estimada em 14 dias, segundo afirma Leonardo Amorim, secretário municipal da Central de Serviços.Ele conta que a intervenção não vai alterar o tempo do semáforo já instalado na região nem haverá perda de acessos da Reta da Penha para a Praia do Canto, via Aleixo Netto. A conversão da Aleixo Neto para a Reta da Penha também persiste. Em entrevista à CBN Vitória, o secretário fala sobre o assunto.
Daniel Friebe, Brian Nygaard and Michele Pelacci take you to the heart of the action, on the ground, at the Giro d‘Italia.EPISODE SPONSORNordVPNGet NordVPN two-year plan + four months extra ➼ https://nordvpn.com/tcp It's risk-free with Nord's 30-day money-back guarantee.Follow us on social media:Twitter @cycling_podcastInstagram @thecyclingpodcastFriends of the PodcastSign up as a Friend of the Podcast at thecyclingpodcast.com to listen to new special episodes every month plus a back catalogue of more than 300 exclusive episodes.2026 Girovagando selection:You can buy this year's Girovagando wine selection here: https://dvinecellars.com/products/cycling-podcast-giro-26. The wines with corresponding stage numbers are as follows: Stage 3: Mixtape Red, Georgiev & Milkov, Plovdiv (red) Stage 4: Tenuta del Conte, Calabria Rosso, Calabria (red) Stage 5: Vigneti del Vulture, Pipoli, Aglianico del Vulture, Basilicata (red)Stage 10: Bianco 'il Terraio' Paterna, Tuscany (white)Stage 14: Les Crêtes Mon Blanc, Valle D'Aosta (white)Stage 20: Braida Antica Blanc, Russolo, Friuli Venezia-Giulia (white)The 11.01 CappuccinoOur regular email newsletter is now on Substack. Subscribe here for frothy, full-fat updates to enjoy any time (as long as it's after 11am).The Cannibal & BadgerFriends of the Podcast can join the discussion at our virtual pub, The Cannibal & Badger. A friendly forum to talk about cycling and the podcast. Log in to your Friends of the Podcast account to join in.The Cycling Podcast is on StravaThe Cycling Podcast was founded in 2013 by Richard Moore, Daniel Friebe and Lionel Birnie.
Cabo Verde realiza eleições legislativas no próximo dia 17 de Maio para eleger os 72 deputados do Parlamento. Esta eleição conta com cinco formações políticas, entre elas o PAICV, que concorre nos 13 círculos eleitorais. O líder do PAICV, Francisco Carvalho, defende uma reforma do Estado centrada na gratuitidade do ensino superior e saúde, propondo ainda a diversificação da economia, com aposta no turismo, agricultura, pesca. A proposta do PAICV assenta na visão de “Cabo Verde para todos”, e defende – entre outros- uma profunda reforma do Estado? O que prevê esta reforma ? Esta reforma profunda do Estado de Cabo Verde prevê que o Estado assuma determinadas funções que estão na Constituição da República e que, até agora, não assumiu, nomeadamente na área da educação, ensino superior e formação técnico-profissional, cujo acesso passará a ser gratuito. O Estado tem capacidade para comportar esta despesa? Onde é que o senhor vai buscar esses fundos? Há uma pergunta que nunca se colocou. No momento em que se elaborou a Constituição da República, definiu-se uma meta a ser alcançada, mas não se fizeram as contas para a sua concretização. A mesma pergunta nunca se colocou quando se tratou da garantia da segurança do país, do pagamento da polícia, quando se tratou também da questão da garantia de ter as escolas a funcionar, do pagamento de professores, ou quando se assumiu o pagamento de médicos e enfermeiros. O que nós estamos a fazer aqui é o alargamento destas condições às outras que o Estado já vinha assumindo e que estão todas previstas na Constituição da República. O senhor defende ainda a redução da dimensão do Governo. De que forma será implementada essa medida? Defendemos a redução da dimensão do Governo para podermos libertar recursos e, assim, financiar estas áreas. Eu coloquei a questão da Constituição da República para demonstrar que há uma razão de fundo para que nós façamos isto e assumamos estas responsabilidades. Por outro lado, nós temos várias gorduras ao nível do Estado que devem ser cortadas e, a partir desse corte, vamos estar em condições de libertar recursos para financiar o Estado. Face à dependência do turismo e das remessas, como pode Cabo Verde diversificar a economia? Começando, desde logo, pela diversificação do próprio turismo. Esse é o primeiro passo a ser dado. Cabo Verde tem excelentes condições para o desenvolvimento do turismo rural e do turismo de montanha. Excelentes condições para isso. E é um tipo de turismo que tem um impacto muito maior e muito mais directo no rendimento das famílias. Por outro lado, a grande aposta que vamos fazer é no desenvolvimento do sector primário: agricultura, pesca e criação de animais. Uma aposta na economia azul? Uma aposta na agricultura, na criação de animais e na economia azul, sim, sem dúvida. Cabo Verde é 99% mar. É nisso que vamos apostar: no desenvolvimento da pesca. E, para financiar esse sector, vamos criar um banco agro-azul, precisamente para financiar a agricultura, a pesca e a criação de animais. Os transportes continuam a ser um desafio no país. Quais são as propostas do PAICV para melhorar a mobilidade entre as ilhas? Nós vamos redimensionar a ligação entre as ilhas, garantindo que todos os dias haja pelo menos uma ligação aérea e marítima para as ilhas que têm portos e aeroportos. A grande medida será ao nível dos preços. Fixámos o preço dos transportes marítimos em 500 escudos e o preço dos transportes aéreos em 5000 escudos, assumindo o Estado a responsabilidade constitucional de garantir a mobilidade dos cidadãos dentro do território nacional. Já temos estudos que confirmam que é possível implementar esses valores. Apesar dos avanços na saúde, persistem desigualdades entre as ilhas. O PAICV quer tornar gratuito o acesso aos cuidados médicos. De que forma pensa fazê-lo, quando muitas vezes vemos que são sectores fragilizados? Aqui a visão é global e coerente. Nós estamos a definir um patamar mínimo de serviços de especialidade na área da saúde, que têm de existir em todas as ilhas do arquipélago. Um patamar mínimo em termos de especialidades médicas, de capacidade de análise e de meios auxiliares de diagnóstico. Ao mesmo tempo, vamos criar melhores condições para atrair médicos para as diferentes ilhas e, desde logo, para atrair médicos para Cabo Verde. Vamos apostar no apoio directo à capacitação permanente dos médicos, de modo a tornar atractiva a fixação e o exercício da profissão em Cabo Verde, bem como em subsídios compensatórios significativos, realistas e suficientemente atractivos para que possam permanecer nas ilhas. Por outro lado, vamos alargar a rede de centros de saúde. E, finalmente, vamos construir, sim, um grande hospital de referência aqui na cidade da Praia, para responder à procura, mas também para dar maior garantia às pessoas que procuram Cabo Verde enquanto destino turístico. E que se evitem também as idas ao estrangeiro para receber tratamento médico? Nós temos um grande problema em Cabo Verde em termos de evacuações. As evacuações são morosas e extremamente complicadas para as pessoas. Vamos formalizar essa ligação entre Cabo Verde e Senegal, criando protocolos que permitam alternativas às evacuações que, neste momento, na sua grande maioria, são feitas para Portugal. A regionalização é um tema recorrente no debate político em Cabo Verde. Que modelo defende o PAICV para descentralizar o poder? Esta é uma questão à qual devemos responder através do diálogo. Eu proponho e defendo claramente, um referendo sobre esta matéria, de modo a permitir que cada cabo-verdiano possa exprimir livremente a posição que considera ser a melhor. Uma comissão totalmente independente deverá organizar todo o processo e implementar o referendo, deixando que o povo cabo-verdiano decida aquilo que quiser. Numa altura de maior pressão migratória ao nível global, que política propõe o PAICV para apoiar a diáspora cabo-verdiana? A retoma da Estratégia Nacional de Imigração e Desenvolvimento, uma estratégia que já tinha sido elaborada e aprovada em 2016. O Governo do MpD atirou a Estratégia Nacional de Imigração e Desenvolvimento para o caixote do lixo, desprezando completamente um trabalho que tinha sido elaborado em parceria e sob orientação técnica da Organização Internacional para as Migrações. Já tínhamos a estratégia elaborada, bem como os respectivos planos de acção. Vamos retomar tudo aquilo que pode e deve ser feito, e que o cabo-verdiano merece. A estratégia aborda todo o percurso migratório: desde a preparação pré-partida, ao acolhimento nos países de destino, ao desenvolvimento das relações da diáspora com Cabo Verde, até ao momento do retorno. A estratégia prevê tudo isso e nós vamos retomá-la integralmente. O Conselho das Comunidades será uma espécie de parlamento da emigração cabo-verdiana, onde as comunidades da diáspora terão representantes para fazer ouvir a sua voz. E vamos fazer algo de muito importante para os emigrantes: mudar a imagem que têm da alfândega. Queremos uma alfândega célere, rápida, que faça com que o emigrante tenha gosto em vir a Cabo Verde tratar dos seus assuntos. E, por isso, é também fundamental criar melhores condições para os profissionais cabo-verdianos que trabalham nas alfândegas. Cabo Verde é um país vulnerável às alterações climáticas. Que medidas concretas defende o partido para lutar contra este flagelo? É preciso ter planos concretos, porque nunca poderemos controlar totalmente as alterações climáticas. Todos nós estamos conscientes disso. Mas podemos mitigar, antecipar e planificar. Vamos reforçar de forma imediata todo o Serviço Nacional de Protecção Civil. Uma grande aposta será feita nas energias alternativas, criando em Cabo Verde um modelo energético mais saudável e mais compatível com os cuidados que devemos ter com o ambiente no seu todo. Perante os conflitos internacionais, como a guerra no Médio Oriente, que posicionamento deve adoptar Cabo Verde em termos de política externa? Devemos criar, tanto quanto possível, um ambiente de paz, concórdia e diálogo ao nível global. Num contexto global de crescente pressão sobre a democracia, quais são os principais desafios para Cabo Verde e como pode o país enfrentá-los? A crescente descrença dos cidadãos, dos eleitores, nos políticos, nas políticas e nos partidos políticos. Isto porque o que temos observado, um pouco por todo o lado, é o falhanço em termos de compromisso. Os eleitos, depois, esquecem-se dos compromissos que assumem. Esquecem-se, ou fingem que se esquecem, dos compromissos assumidos com os cidadãos. E isto acaba por provocar descrença, afastamento e um crescimento da abstenção. As nossas propostas são propostas que vieram das ruas. As nossas propostas vieram do encontro directo que fomos tendo com os cabo-verdianos, sentindo as suas necessidades básicas e fundamentais, para podermos resolvê-las e, assim, começar a construir o Cabo Verde desenvolvido, que é o sonho de todos nós.
La quinta etapa del Giro de Italia 2026, que unió Praia a Mare y Potenza a lo largo de 203 kilómetros, quedará grabada como una de las jornadas más caóticas y surrealistas de los últimos años debido a la intensa lluvia y los constantes incidentes. El joven navarro Igor Arrieta (UAE Team Emirates) se alzó con una victoria heroica tras sobrevivir a una caída a 13 kilómetros de meta y a un error de trazada a falta de solo dos kilómetros, donde se equivocó de desvío y tuvo que rectificar frenéticamente. Pese a perder su ventaja, Arrieta logró dar caza y superar en los últimos 100 metros al portugués Afonso Eulálio (Bahrain Victorious), quien también se había ido al suelo poco antes; aunque Eulálio no pudo llevarse el triunfo parcial, encontró consuelo al enfundarse la Maglia Rosa de nuevo líder tras un hundimiento generalizado del pelotón de favoritos, que llegó a más de siete minutos de distancia.
Ciao RAGAZZI liebe Radsportfreunde, MOININGER und ein herzliches Willkommen zum (hoffentlich täglichen) Stiefel-Update zum Giro d'Italia 2026 der JAN ULLRICH ULTRAS.Kurz und knapp für zwischendurch.Also rein in die Pedale und ab über den Brenner doooooo!***Stiefel-Update 5.0 - Regen in Italien***Die 5. Etappe des Giro d'Italia 2026 war eine Chaos-Etappe dieser Rundfahrt - und gleichzeitig eine der spektakulärsten der bisherigen Saison. Über 203 Kilometer ging es von Praia a Mare nach Potenza, mitten durch das bergige Inland Süditaliens. Mit rund 4.100 Höhenmetern, Regen und einem extrem schwierigen Finale war schon vor dem Start klar, dass diesmal nicht die Sprinter um den Sieg fahren würden. Schon früh setzte sich eine große Ausreißergruppe ab. Das Hauptfeld ließ die Gruppe lange gewähren, weil viele Teams ihre Kräfte sparen wollten und die Gesamtfavoriten keinen offenen Schlagabtausch planten. Dadurch wuchs der Vorsprung der Fluchtgruppe auf mehrere Minuten an. Besonders aktiv präsentierten sich dabei der Spanier Igor Arrieta vom Team UAE Emirates-XRG und der Portugiese Afonso Eulálio von Bahrain Victorious.Die Etappe wurde vor allem durch das schlechte Wetter geprägt. Immer wieder gab es Stürze auf den nassen Straßen, viele Fahrer hatten Probleme in den Abfahrten und selbst erfahrene Profis wirkten am Ende komplett erschöpft. Sowohl Arrieta als auch Eulálio gingen im Verlauf des Rennens zu Boden, kämpften sich aber jedes Mal wieder zurück. Der entscheidende Abschnitt begann am schweren Anstieg zur Montagna Grande di Viggiano – dem härtesten Berg der ersten Giro-Woche mit Rampen bis zu 15 Prozent. Dort zerfiel die Spitzengruppe endgültig. Arrieta attackierte mehr als 60 Kilometer vor dem Ziel und fuhr zunächst allein an der Spitze. Später konnte Eulálio zu ihm aufschließen. Gemeinsam bauten die beiden ihren Vorsprung auf das Feld immer weiter aus. Das Finale in Potenza war dann kaum zu glauben. Zunächst stürzte Eulálio rund sieben Kilometer vor dem Ziel, konnte aber weiterfahren. Kurz danach verlor wiederum Arrieta in einer Kurve beinahe die Orientierung und bog auf den letzten zwei Kilometern sogar kurz falsch ab. Dadurch entstand eine kleine Lücke, und es sah bereits so aus, als würde Eulálio die Etappe gewinnen. Doch Arrieta mobilisierte seine letzten Kräfte, schloss die Lücke auf den letzten Metern tatsächlich noch einmal und zog im Sprint kurz vor der Ziellinie vorbei. Für den 23-jährigen Arrieta war es der erste Etappensieg bei einer Grand Tour und gleichzeitig der erste spanische Tagessieg bei diesem Giro. Nach dem Ziel war er völlig entkräftet und sichtlich emotional. Viele Zuschauer und Fans bezeichneten die Schlussphase sofort als eines der verrücktesten Giro-Finals der letzten Jahre. Trotz der Niederlage im Sprint hatte Eulálio am Ende ebenfalls Grund zum Feiern: Durch den großen Vorsprung auf das Hauptfeld übernahm er das Rosa Trikot des Gesamtführenden. Der bisherige Leader Giulio Ciccone verlor über sieben Minuten und fiel in der Gesamtwertung deutlich zurück. Hinter Eulálio liegt nun Arrieta auf Rang zwei, Christian Scaroni ist Dritter der Gesamtwertung. Was erwartet uns auf der fünften Etappe?Morgen folgt die 6. Etappe Richtung Neapel. Nach dem schweren Tag heute rechnen viele Experten wieder mit einer Sprintankunft – allerdings könnten die Strapazen und das schlechte Wetter erneut eine Rolle spielen.Wo kann man es sehen (u.a.)?Eurosport ab 14.00 Uhr (Änderungen möglich).*** Ihr wollt uns unterstützen? ***Bewertet uns, folgt uns, kommentiert und und und ... Spotify, Amazon, Apple - egal wo! Ihr für uns, wir für Euch! Das Leben ist schön!Eure JAN ULLRICH ULTRAS.
Ciao RAGAZZI liebe Radsportfreunde, MOININGER und ein herzliches Willkommen zum (hoffentlich täglichen) Stiefel-Update zum Giro d'Italia 2026 der JAN ULLRICH ULTRAS.Kurz und knapp für zwischendurch.Also rein in die Pedale und ab über den Brenner doooooo!***Stiefel-Update 4.0 - Der Giro ist endlich in Italien angekommen***Die 4. Etappe des Giro d'Italia 2026 führte über 138 Kilometer von Catanzaro nach Cosenza und markierte den ersten Renntag auf italienischem Boden nach dem Auftakt in Bulgarien. Das Profil war hügelig und endete mit einem explosiven Finale nach dem Anstieg zum Cozzo Tunno – ideal für puncheurstarke Fahrer statt reine Sprinter. Gewonnen hat Jhonatan Narváez vom UAE Team Emirates-XRG. Der Ecuadorianer setzte sich im Sprint einer stark reduzierten Spitzengruppe gegen Orluis Aular und Giulio Ciccone durch. Für Narváez war es der dritte Giro-Etappensieg seiner Karriere. Die entscheidende Phase entstand am Schlussanstieg nach Cozzo Tunno. Das Team Movistar forcierte dort das Tempo so stark, dass das Feld auseinanderfiel. Mehrere Fahrer mit Ambitionen auf die Gesamtwertung verloren den Anschluss, darunter der bisherige Gesamtführende Guillermo Thomas Silva, der letztlich mehr als zwölf Minuten verlor. Besonders aktiv zeigte sich auch das Team INEOS um Egan Bernal. Fahrer wie Ben Turner arbeiteten im Finale hart daran, Bernal in der Spitzengruppe zu halten. Durch Bonussekunden und die Zeitverluste von Silva übernahm Giulio Ciccone die Gesamtführung und trägt nun die Maglia Rosa. Auf Rang zwei der Gesamtwertung liegt Narváez' Teamkollege Jan Christen mit nur vier Sekunden Rückstand. Was erwartet uns auf der fünften Etappe?Morgen folgt die 5. Etappe von Praia a Mare nach Potenza über 203 Kilometer – ein erneut welliges Teilstück, das Ausreißern und explosiven Klassikerspezialisten liegen könnte. Wo kann man es sehen (u.a.)?Eurosport ab 12.00 Uhr (Änderungen möglich).*** Ihr wollt uns unterstützen? ***Bewertet uns, folgt uns, kommentiert und und und ... Spotify, Amazon, Apple - egal wo! Ihr für uns, wir für Euch! Das Leben ist schön!Eure JAN ULLRICH ULTRAS.
Eis que houve um grande TERREMOTO, porque um ANJO DO SENHOR, vindo do céu, chegou, tirou a pedra da porta, e sentou sobre ela. A sua aparência era como um RELÂMPAGO, e as suas ROUPAS BRANCAS como neve. E os soldados, com medo, ficaram como mortos. MAS O ANJO, DISSE ÀS MULHERES: NÃO TENHAM MEDO; EU SEI QUE PROCURAM JESUS. ELE NÃO ESTÁ AQUI, PORQUE JÁ RESSUSCITOU. VÃO, E DIGAM QUE JÁ RESSUSCITOU.Mateus 28:2-7 = Marcos 16:1-7 = Lucas 24:1-10 = João 20:11-18 Antes, pela manhã, os principais fanáticos líderes religiosos, se juntaram contra JESUS, para o matarem; e o entregaram ao presidente Pôncio Pilatos. E JESUS estava em pé diante do presidente, e o presidente o questionou: VOCÊ É O REI DOS JUDEUS? JESUS DISSE: VOCÊ DIZ. E SENDO ACUSADO PELOS PRINCIPAIS FANÁTICOS LÍDERES RELIGIOSOS, NADA RESPONDEU. Ora, os principais fanáticos líderes religiosos, PROCURAVAM FALSA ACUSAÇÃO CONTRA JESUS, para poderem dar pena de morte. MAS NÃO ACHAVAM, apesar de alguns dispostos. E apareceram duas PESSOAS FALSAS, e DISSERAM: ESTE DISSE: EU POSSO DESTRUIR O TEMPLO DE DEUS, E CONSTRUÍ-LO EM TRÊS DIAS. E, se levantando o principal líder, disse: Você não responde nada ao que estes falam contra você? JESUS, PORÉM, PERMANECEU EM SILÊNCIO. E O FANÁTICO LÍDER RELIGIOSO, DISSE: TE SUPLICO PELO DEUS VIVO QUE NOS DIGA SE VOCÊ É O CRISTO, O FILHO DE DEUS. JESUS DISSE: VOCÊ DISSE; E EU AFIRMO, QUE VERÃO O FILHO DO HOMEM COM PODER, VINDO SOBRE AS NUVENS. Mateus 27:1-2,11-14; 26:59-64 = Marcos 15:1-5; 14:55-62 = Lucas 23:1-4 = João 18:33-34,38 E JESUS ACHOU NO TEMPLO OS QUE VENDIAM ANIMAIS, E OS CAMBISTAS. E TENDO FEITO UM CHICOTE, EXPULSOU TODOS FORA DO TEMPLO, TAMBÉM OS ANIMAIS; E ESPALHOU O DINHEIRO DOS CAMBISTAS, E DERRUBOU AS MESAS; E DISSE: TIREM DAQUI, E NÃO FAÇAM DA CASA DE MEU PAI COMÉRCIO. ESTÁ ESCRITO: A MINHA CASA É CASA DO POVO; MAS VOCÊS TRANSFORMARAM EM UM COVIL DE LADRÕES (=DESVIO DE VERBAS PÚBLICAS, FRAUDES, EMENDAS, RACHADINHAS, PENDURICALHOS, GANÂNCIA, SOBERBA...).Mateus 21:12-13 = Marcos 11:15-17 = Lucas 19:45-46 = João 2:14-16 PRESTEM BASTANTE ATENÇÃO: O reino dos céus é parecido a uma REDE jogada ao MAR, e que pega todo tipo de PEIXES. E, estando cheia, puxam para a PRAIA; e separam os que servem; OS QUE NÃO SERVEM, JOGAM FORA. Assim é na consumação do mundo: VEM OS ANJOS, E SEPARAM OS MAUS DOS JUSTOS. HAVERÁ PRANTO E RANGER DE DENTES. ENTENDERAM?Mateus 13:47-51 QUALQUER UM, QUE BLASFEMAR CONTRA O ESPÍRITO SANTO, NUNCA OBTERÁ PERDÃO, MAS É CULPADO DO ETERNO JUÍZO. E NO JUÍZO, TODA PALAVRA INÚTIL QUE DISSEREM, TERÃO DE DAR CONTA (=CALÚNIA, INJÚRIA, DIFAMAÇÃO...).Mateus 12:31-32,36 = Marcos 3:29 = Lucas 12:9-10 AQUELE QUE CAIR SOBRE A PEDRA FICARÁ EM PEDAÇOS, E SOBRE QUEM ELA CAIR SERÁ FEITO EM PÓ. Lucas 20:18Ezequiel 23:1-5,9,11-13,18-19,22,31,35-39,45-49 Art. 33. A lei disporá sobre a organização administrativa e judiciária dos Territórios.§ 1º Os Territórios poderão ser divididos em Municípios, aos quais se aplicará, no que couber, o disposto no Capítulo IV deste Título. § 2º As contas do Governo do Território serão submetidas ao Congresso Nacional, com parecer prévio do Tribunal de Contas da União. § 3º Nos Territórios Federais com mais de cem mil habitantes, além do Governador nomeado na forma desta Constituição, haverá órgãos judiciários de primeira e segunda instância, membros do Ministério Público e defensores públicos federais; a lei disporá sobre as eleições para a Câmara Territorial e sua competência deliberativa.Constituição Federal-Edição STF
Da vigilância internacional ao cruzeiro Hondius afectado por um surto de hantavírus, ao agravamento da violência xenófoba na África do Sul que já provoca o regresso de moçambicanos ao país, a semana ficou marcada pela persistência da ameaça terrorista em Cabo Delgado e pelo reaproximar diplomático entre França e Argélia. A OMS afastou o cenário de uma nova pandemia e considerou o risco “baixo” e “limitado”. O navio Hondius seguiu da Praia para Tenerife, onde os passageiros devem ser evacuados sob vigilância médica. Cabo Verde garante que todos os procedimentos seguiram as normas internacionais. Na África do Sul, a violência xenófoba voltou a provocar tensão regional. O Governo sul-africano reagiu às críticas internacionais depois de protestos contra migrantes, defendendo que a instabilidade política e a má governação em vários países africanos estão na origem dos fluxos migratórios. O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, exigiu o fim da violência contra estrangeiros durante um encontro com Cyril Ramaphosa, em Pretória. Em resposta ao aumento de cidadãos em fuga, Moçambique anunciou medidas de acolhimento em Ressano Garcia, principal fronteira entre os dois países. Ainda em Moçambique, o ministro da Defesa, Cristóvão Chume, reconheceu a continuação dos ataques armados em Cabo Delgado. O governante admitiu dificuldades no controlo das fronteiras e no combate às redes de apoio logístico dos grupos armados. Entretanto, França e Argélia continuam a aproximar-se diplomaticamente após meses de tensão. Emmanuel Macron anunciou o regresso do embaixador francês a Argel e o envio de representantes franceses às cerimónias evocativas do massacre de Sétif, símbolo da memória colonial argelina. Apesar do degelo diplomático, continuam pendentes vários pontos de divergência entre os dois países.
Cabo Verde realiza eleições legislativas no próximo dia 17 de Maio para eleger os 72 deputados do Parlamento. Esta décimas primeiras legislativas contam com cinco formações políticas, entre elas o partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade (PTS), que concorre em seis dos 13 círculos eleitorais. Jónica Brito Tavares, líder do PTS, defende a diversificação da economia através da economia azul e a descentralização do desenvolvimento entre as ilhas. O partido propõe ainda o reforço da transparência, a melhoria dos serviços públicos, a valorização da diáspora e uma aposta na prevenção das alterações climáticas e no reforço da participação cívica. O partido afirma que não concorre para governar, mas para eleger deputados. Qual é o objectivo político concreto nestas eleições? Estas eleições são eleições para eleger deputados. A figura do Governo e do Primeiro-Ministro é consequência dos resultados dessas eleições. Por isso, o PTS tem uma mensagem que é concorrente a deputados para os assentos parlamentares de que Cabo Verde dispõe: os 72 lugares. Apresentam-se como um partido jovem. Que medidas propõe o PTS para responder ao desemprego jovem em Cabo Verde? Propomos a valorização da mão-de-obra jovem. Hoje temos jovens que, apesar de terem uma formação académica sólida, não se revêem no retorno do investimento que fizeram nas suas vidas, que lhes permita viver. Falamos da valorização, da diversificação de opções de emprego, de oportunidades concretas, transparentes e iguais para todos. Uma maior aposta na formação? A educação sempre foi um factor de mudança de vida na história de Cabo Verde e hoje não é diferente. Os jovens apostam cada vez mais na formação, mas também entendemos que esta formação deve ser direccionada para a realidade do país. Formações no âmbito da economia azul. Fala-se tanto da zona económica exclusiva, da economia azul, mas não se apresenta um plano concreto de como a população de Cabo Verde, principalmente sendo uma população jovem, beneficiará desta economia azul. Quais são os entraves para o desenvolvimento da economia azul? No país, temos jovens pescadores que ainda trabalham de forma bastante artesanal, enfrentando enormes dificuldades para garantir um rendimento digno. É uma actividade que continua a exigir muito sacrifício, com pouca valorização e limitado apoio técnico e financeiro. Por outro lado, existem também jovens empresários que procuram inovar e empreender em áreas ligadas aos desportos aquáticos e à economia do mar. No entanto, muitos acabam por desistir a meio do caminho devido à falta de atenção, acompanhamento e apoio efectivo por parte do Governo cabo-verdiano, sobretudo no que diz respeito à criação de garantias, acesso a financiamento e condições para ampliar o seu campo de actuação. O PTS propõe o fim desta burocracia? O Parlamento é um lugar onde se pode questionar e exigir transparência e exigir que as promessas eleitorais não fiquem pelo período de campanhas eleitorais. Que saiam do papel e cheguem a cada canto de Cabo Verde, de Santo Antão à Brava. Face à dependência do turismo e das remessas enviadas pelos imigrantes: como é que pode Cabo Verde diversificar a economia? A economia azul é uma das opções. O cabo-verdiano sente falta de aproveitar melhor o mar que tem. Temos acordos internacionais e há países que tiram proveito do nosso mar. Mas qual é a percentagem de cabo-verdianos que está, de facto, a beneficiar deste território que temos? Falamos também da diversificação económica e da aposta na produção nacional. A dependência externa tem constituído um bloqueio ao potencial de desenvolvimento de Cabo Verde. Defendemos uma forte aposta na agricultura. Hoje, temos pessoas formadas e com capacidade para impulsionar este sector. Fala-se muito do digital, e essa deve ser uma aposta estratégica de Cabo Verde. Quando pensamos no digital, pensamos em tecnologia, inovação e modernização. Acreditamos que a aposta na tecnologia, em benefício da agricultura, da pecuária, da transformação industrial e até do turismo verde sustentável - que hoje já apresenta alguma dinâmica em ilhas como Santo Antão e Santiago - ainda não tem recebido a devida atenção e equidade por parte dos sucessivos governos. Apesar dos avanços no sector dasaúde, persistem desigualdades entre ilhas. Que soluções defende o PTS para garantir um acesso equitativo? Os avanços neste sector são visíveis. No entanto, o facto de existir uma forte centralização no Hospital Nacional, na Praia, tem criado limitações, sobretudo devido à condição arquipelágica do país. As dificuldades inerentes às deslocações para aceder a estes serviços acabam por sobrecarregar a estrutura nacional de saúde. Temos conhecimento de que já foram apresentadas, por duas vezes, propostas para a construção de um novo hospital nacional. Contudo, isso, por si só, não basta. É necessário descentralizar os serviços de saúde e levá-los a outras ilhas, apostando em infra-estruturas equivalentes e com o mesmo nível de qualidade em ilhas com capacidade para acolhê-las. O objectivo deve ser criar uma rede mais equilibrada e acessível, especialmente em regiões estrategicamente mais próximas de outras ilhas. A regionalização tem sido um tema recorrente no debate político em Cabo Verde. Que modelo defende o PTS para descentralizar o poder em Cabo Verde? Falamos aqui de dar mais poder às ilhas, através da criação de instituições e agências que possam trabalhar, com base em estudos e dados concretos, para uma melhor redistribuição do rendimento. Defendemos também a criação de uma agência voltada para o equilíbrio territorial, que tenha como missão promover maior justiça territorial e criar oportunidades mais equitativas entre as ilhas. Sabemos que a dimensão e as particularidades de cada ilha deverão ser tidas em conta nesse processo. O PTS defende a descentralização política, económica e social, para que todas as ilhas se sintam parte integrante do desenvolvimento do país. Os transportes continuam a ser um grande desafio em Cabo Verde. Que propostas apresenta o partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade para melhorar a mobilidade entre as ilhas? Defendemos uma maior transparência no sector. Ao longo dos anos, têm-se verificado várias situações relacionadas com processos de privatização que, na prática, não têm dado uma resposta eficaz. No final das contas, acaba por ser o financiamento público a cobrir as falhas deixadas pelos operadores privados, que não conseguem responder de forma adequada às necessidades do país. Para nós, é fundamental que o Estado assuma um papel central neste sector. Acreditamos que o sector privado é importante em qualquer economia, mas, no caso de Cabo Verde, o Governo deve reconhecer que a ligação interilhas é uma questão de sobrevivência para a população cabo-verdiana. Numa altura de maior pressão migratória a nível global, que política propõe o partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade para apoiar a diáspora cabo-verdiana? A diáspora cabo-verdiana é a nossa 11.ª ilha. Temos mais cabo-verdianos fora do país do que dentro dele. Por isso, defendemos o mapeamento da diáspora e uma diplomacia orientada para a protecção e valorização das comunidades cabo-verdianas no exterior. Falamos também da capacidade diplomática de Cabo Verde para negociar melhores condições de integração dos nossos emigrantes, sobretudo num contexto internacional em que a migração enfrenta crescentes tentativas de limitação, contrariando esta ideia de cidadão global com a qual o cabo-verdiano sempre se identificou. Defendemos ainda que a diáspora tenha um papel mais activo e representativo nas estruturas e instituições nacionais. Propomos a criação de um conselho de concertação social que integre representantes da diáspora e defendemos que o projecto do Conselho Nacional das Comunidades deixe de estar apenas no papel e passe efectivamente à prática. O objectivo é garantir que a nossa emigração esteja integrada não só fora do país, mas também na vida institucional e no desenvolvimento de Cabo Verde. Cabo Verde é um país vulnerável às alterações climáticas. Que medidas concretas defende o partido para lidar com este flagelo? Cabo Verde é particularmente vulnerável às alterações climáticas devido à sua condição insular. Tivemos recentemente um episódio que demonstrou que o país não está imune a este flagelo. Propomos medidas de prevenção, sobretudo para reduzir o impacto das mudanças climáticas e evitar que estas continuem a representar tragédias para o povo cabo-verdiano. Devemos apostar em melhores condições de habitação e no aumento do rendimento das famílias, para que as pessoas possam preparar-se melhor para estas calamidades. Falo, por exemplo, de medidas concretas para combater a erosão dos solos e proteger o território nacional. Perante os actuais conflitos internacionais, nomeadamente a guerra no Médio Oriente, qual deve ser o posicionamento de Cabo Verde? Cabo Verde deve ontinuar a trabalhar com os parceiros, no sentido de reforçar a nossa diplomacia, mas, essencialmente, ter em conta que é preciso fazer um trabalho em casa, ouvindo os cidadãos para aproveitar sempre da melhor forma as questões externas. Cabo Verde não tem um posicionamento ou enquadramento directo, mas acreditamos que está claro: a história mundial mostra-nos que a paz é sempre o melhor caminho. Num contexto global de crescente pressão sobre a democracia, quais são os principais desafios que se colocam a Cabo Verde? E de que forma podem ser enfrentados? A transparência e a boa governação são desafios fundamentais. É também necessário aproximar os cidadãos da vida política, sobretudo num país em que os dados estatísticos mostram que quase 50% da população se abstém de votar. Isso revela que muitos eleitores já não acreditam que o seu voto tenha o devido peso ou impacto nas decisões do país. Por isso, é essencial reforçar a confiança nas instituições e promover uma maior participação cívica. A dimensão humana nunca deve ser esquecida. O PTS defende uma política centrada nas pessoas, em que o objetivo coletivo também respeite e represente as individualidades inerentes à condição humana.
Eight cases connected to the cruise ship have been identified, but authorities fear that the dozens of passengers who disembarked on St Helena two weeks ago could be carriers of the virus. The World Health Organisation, however, has said that it does not believe this is the beginning of a pandemic. Also on the programme: in the UK two men are convicted of spying for China, one of them an immigration official; and the AI fitness instructors selling unreal gains.(Picture: The cruise ship MV Hondius leaves Praia, Cape Verde, May 6, 2026. Credit: REUTERS/Stringer)
Die MV Hondius is steeds geanker naby die hawe van Praia, Kaap Verde, terwyl gesondheidsowerhede en die Wêreldgesondheidsorganisasie 'n bevestigde hantavirus-uitbreking bestuur. Tot dusver is daar drie bevestigde sterftes met 'n Britse passasier wat tans in 'n kritieke maar stabiele toestand in 'n intensiewe sorgeenheid in Johannesburg is. Daar is vyf bykomende vermeende gevalle. Twee bemanningslede aan boord het akute respiratoriese simptome en benodig dringende mediese ontruiming. Die Amerikaanse reis-blogger, Jake Rosmarin is ook aan boord en sê dis vreesaanjaend.
Two naturist beaches in Brazil's Santa Catarina state are moving in opposite legal directions, highlighting a broader struggle over how nonsexual nudity is treated under the law. While Praia do Pinho faces renewed enforcement following the lapse of court protections, Praia da Galheta has secured a ruling shielding naturists from arrest. Together, the cases illustrate how local advocacy and legal strategy are shaping the future of naturism along the same coastline.More at www dot planetnude dot co. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit www.planetnude.co/subscribe
Vandaag was er opeens nieuws in de zaak over Madeleine Mccann. Volgens de Britse krant The Telegraph wil de Britse politie dat Duitsland Christian Brückner aan hen uitlevert. Brückner is al jaren een verdachte in de verdwijning van de peuter. Zullen we er dan eindelijk achter komen wat er met Madeleine is gebeurd? Op 3 mei 2007 gaan Kate en Gerry McCann uit eten met een groep vrienden om de hoek van hun vakantie appartement in Praia de Luz. Het restaurant zit om precies te zijn 55 meter van het appartement. Ze hebben hun kinderen om 20.30 in bed gestopt en gaan af en toe even kijken bij de drie: een tweeling van twee, Amelie en Sean, en hun driejarige dochter, Madeleine, Maddie. Kate en Gerry gingen wel vaker eten met hun vrienden, bevriende stellen met eigen kinderen, en dat was altijd goed gegaan. Om 21.05 gaat Gerry McCann kijken bij de kinderen. Die liggen dan te slapen. Als Kate McCann om 22.00 gaat kijken of de kinderen nog slapen liggen de twee jongste kinderen nog steeds te slapen maar Madeleine is... weg. Onlangs kwam er een jonge Poolse vrouw naar voren die zei dat zij de verdwenen Maddie is. En ze is niet de eerste vrouw die dat roept. Er zijn inmiddels minstens drie Madeleines McCann opgestaan. Wat bezielt deze mensen? En zal het mysterie rond de verdwijning van de Britse Maddie ooit nog opgelost worden? Wil jij een PodcastHeld zijn? Dat kan! Geef me vijf sterren op Spotify of een duimpje op Podimo en volg me op Instagram, TikTok, of Youtube. Of koop mijn nieuwe boek! Nu ook verkrijgbaar als audioboek! Een besneeuwd kasteel, een vervloekte diamant, een gemaskerd bal, een onverklaarbare moord... Kom mee naar Kasteel De Haar. Als je durft... Mijn nieuwe boek is Moord in Kasteel de Haar. In dat boek worden Joop en Nettie, het dynamische duo uit De Moord op mr. Jacques Wijsman, door barones Hélène van Zuylen uitgenodigd op Kasteel de Haar. Het hoogtepunt is een gemaskerd bal waar iedereen als Napoleon moet verschijnen. Tijdens het bal wordt één van de Napoleons vermoord. Wie heeft de trekker overgehaald en hebben ze eigenlijk wel de juiste Napoleon te grazen genomen? Als ze tot overmaat van ramp ingesneeuwd raken met de moordenaar moeten Joop, Nettie en Hélène zo snel mogelijk de moordenaar ontmaskeren... Ik groeide op in Haarzuilens, letterlijk om de hoek van het kasteel, heb er ook jaren als gids gewerkt. Het was altijd de droom om nog eens een boek te schrijven waarin barones Hélène allerlei avonturen zou beleven. Dit is dat boek. Sterker nog, we zijn al aan bezig met de VIJFDE DRUK!!! Moord in Kasteel de Haar is overal te koop, zoals Bol en Bruna, maar ook bij je lokale boekhandel zoals Boekhandel Van Kralingen in Breukelen!!!
Could this be the single most important conversation about Madeleine McCann on the internet today? On the anniversary of the night that changed everything, Matthew Steeples (Follow https://www.youtube.com/@mjs2781 ) joins andrew gold | heretics. to reveal why he believes the evidence points to a reality far different from the mainstream narrative. From allegations of an institutional cover-up to the strange behavior of those involved, this conversation uncovers the "highly photogenic tragedy" that may have been used to bury bad news at the highest levels of government. SPONSORS: Go to https://surfshark.com/heretics for 4 extra months of Surfshark Get an exclusive 15% discount on Saily data plans! Use code andrewgold at checkout. Download Saily app or go to https://saily.com/andrewgold Check Plaud UK: https://bit.ly/40Gzdh1 | US: https://bit.ly/475MQKe Notepro: https://bit.ly/479tWSR Organise your life: https://akiflow.pro/Heretics Earn up to 4 per cent on gold, paid in gold: https://www.monetary-metals.com/heretics/ Cut your wireless bill to 15 bucks a month at https://mintmobile.com/heretics We explore the 46 unanswered questions, the forensic anomalies involving cadaver dogs, and the startling theory that Madeleine may never have left that apartment alive. Why has £14 million of public money been spent on a case that remains unsolved, while thousands of other missing children are forgotten? In this episode, we discuss: - The "Tapas 7" and the conflicting accounts of the night Madeleine vanished. - Why the Portuguese police were branded "third world" by British media. - The Ghislaine Maxwell e-fit and the bizarre links to the "Pizza Gate" rabbit hole. - The truth about Christian Brueckner: Is he a viable suspect or a convenient scapegoat? - The Jeremy Bamber case: A 99% conviction of innocence? - Watch until the end to hear the most likely explanation for what really happened in Praia da Luz. MadeleineMcCann #TrueCrime #Mystery #MatthewSteeples #Heretics #Unsolved #PraiaDaLuz #Documentary #Investigation #TrueCrimeCommunity Join the 30k heretics on my mailing list: https://andrewgoldheretics.com Check out my new documentary channel: https://youtube.com/@andrewgoldinvestigates Andrew on X: https://twitter.com/andrewgold_ok Insta: https://www.instagram.com/andrewgold_ok Heretics YouTube channel: https://www.youtube.com/@andrewgoldheretics Chapters: 0:00 The Most Important Conversation on the Internet 0:42 "She Never Left That Apartment Alive" 1:55 The Tony Blair Connection: A Photogenic Tragedy 4:50 Why Leave the Children Alone? The Doctors' Dilemma 8:28 The 46 Questions Kate McCann Refused to Answer 12:13 Operation Grange: Where is the £14 Million Going? 17:15 The Bizarre "Celebrity" Lifestyle After the Tragedy 23:02 The Ghislaine Maxwell E-Fit: Coincidence or Connection? 27:26 Christian Brueckner: The Man in the Forest 32:21 The Cadaver Dog Mystery: Death in the Cupboard 40:30 The Verdict: What Really Happened to Madeleine? 55:24 Bonus: The Shocking Truth About Jeremy Bamber Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (02): As fortes chuvas no Recife e na Zona da Mata de Pernambuco deixaram ao menos quatro mortos e mais de mil desabrigados. O governo federal determinou apoio imediato às áreas atingidas, enquanto o Rio Capibaribe transbordou após 200 mm de precipitação em apenas 12 horas. Em evento na Flórida, o presidente Donald Trump elevou o tom e afirmou que os Estados Unidos podem assumir o controle de Cuba logo após o desfecho do conflito com o Irã. A declaração ocorre em um momento de baixa popularidade do líder norte-americano e gera debates sobre uma possível nova frente militar no Caribe. A Agrishow 2026 encerrou a sua 31ª edição com uma queda de 22% nas intenções de compra em relação ao ano anterior, totalizando R$11,4 bilhões. O setor enfrenta o impacto de juros altos e a instabilidade geopolítica no Oriente Médio, que encarece insumos básicos como fertilizantes e diesel. Apesar do cenário desafiador, o governo de São Paulo anunciou investimentos de R$455 milhões para tentar mitigar os custos e reaquecer o mercado agrícola. O Unicef lançou a campanha "Violência Não Cola", utilizando a popularidade dos álbuns de figurinhas para conscientizar sobre a proteção de crianças e adolescentes. A iniciativa foca na parentalidade positiva, combatendo dados alarmantes: na América Latina, 60% dos menores sofrem castigos físicos em casa. No Brasil, os números revelam a urgência do tema, com mais de 15 mil mortes violentas de jovens registradas entre 2021 e 2023. A Praia de Copacabana se prepara para receber mais de 2 milhões de pessoas no mega show gratuito da cantora Shakira, neste sábado (02). O evento mobiliza um esquema especial de segurança e trânsito no Rio de Janeiro, atraindo fãs de diversas partes do mundo. A expectativa é que a apresentação supere recordes de público anteriores, consolidando o mês de maio como o calendário dos grandes espetáculos internacionais na orla carioca. O bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã paralisa as ações da economia global, elevando o preço do barril de petróleo acima dos US$100. O mestre em relações internacionais Valdir Bezerra alerta para o impacto direto no bolso dos brasileiros, com a alta dos combustíveis e da inflação. Em meio à tensão militar com os EUA e Israel, o conflito assume contornos geopolíticos que dividem potências e pressionam a diplomacia do governo Lula. O Brasil já abriga mais de 2 milhões de imigrantes de 200 nacionalidades, segundo o novo relatório do Observatório das Migrações Internacionais. Venezuelanos, haitianos, cubanos e angolanos lideram as estatísticas, com destaque para o aumento de 54% na inserção formal de venezuelanos no mercado de trabalho. O governo federal agora busca implementar novas políticas de integração nas áreas de saúde, educação e empregabilidade para lidar com o fluxo crescente. Após décadas de negociações, o acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia começa a vigorar de forma provisória, trazendo isenções tarifárias imediatas para diversos produtos. Em entrevista ao Jornal da Manhã deste sábado (02), a coordenadora de Facilitação de Negócios Internacionais Verônica Winter detalha os desafios de competitividade para a indústria brasileira e as oportunidades de exportação. O debate também aborda os setores mais sensíveis, como o automotivo, além dos mecanismos de salvaguarda previstos no tratado. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Sob comando de Davi Alcolumbre, senadores rejeitaram uma indicação do presidente ao Supremo pela primeira vez em 132 anos. Brasil impulsiona queda de 36% em perdas de florestas no mundo em 2025. União Europeia formaliza acusação contra Meta por negligência com menores. E Shakira chega ao Rio para megashow na Praia de Copacabana.See omnystudio.com/listener for privacy information.
He says his ex was just a rebound. So why does she get the warm smiles, dinner plans, and the stories while you get the cold shoulder? It's Feedback Friday!And in case you didn't already know it, Jordan Harbinger (@JordanHarbinger) and Gabriel Mizrahi (@GabeMizrahi) banter and take your comments and questions for Feedback Friday right here every week! If you want us to answer your question, register your feedback, or tell your story on one of our upcoming weekly Feedback Friday episodes, drop us a line at friday@jordanharbinger.com. Now let's dive in!Full show notes and resources can be found here: jordanharbinger.com/1316On This Week's Feedback Friday:If you don't want to hear about Gabe's fabulous time in Praia de Algodões, Bahia or New York City, fast forward about 12 minutes to directly board the dooze cruise.Your husband has kept in touch with his ex — a "rebound" who somehow never quite bounced out of his life — and a recent family dinner with her left you feeling invisible, outmaneuvered, and weirdly unable to articulate exactly why this friendship bothers you more than all his others. You're in couples therapy. So what do you bring up, and what does it actually mean?You're a mechanical engineer who just started therapy for the second time, making solid progress on your concrete goals — anxiety, professional stuff — and yet the guys keep suggesting therapy is a long-haul thing, not just a pit stop. Is staying past your "fixed" point actually productive, or just expensive navel-gazing? You're skeptical. Are you missing something?You've spent three years as the full-time caregiver for your nearly 100-year-old mother — a sharp-tongued, guilt-wielding, openly racist woman who refuses professional help and has boxed out your brother's Asian wife entirely. You love her, but you're starting to wonder if the best years of your retirement are being consumed by a woman who may just outlive your patience. How do you honor your duty without losing yourself?Recommendation of the Week: Amex Offers. If you have an American Express account, add all available Amex offers every Monday (it takes about five minutes, even on heavy weeks). In this way, Jordan has saved roughly $1,000 over a few months.You heard the episode (1259, question one) where a young man wrote in about his estranged sister and their "crazy mother" — and you recognized the story immediately, because you're that sister. Growing up in that house looked quite different from the inside, and there's a chapter of your relationship with your brother that his letter left out entirely. What happened — and where things stand now — is something else.Have any questions, comments, or stories you'd like to share with us? Drop us a line at friday@jordanharbinger.com!Connect with Jordan on Twitter at @JordanHarbinger and Instagram at @jordanharbinger.Connect with Gabriel on Twitter at @GabeMizrahi and Instagram @gabrielmizrahi.And if you're still game to support us, please leave a review here — even one sentence helps! Sign up for Six-Minute Networking — our free networking and relationship development mini course — at jordanharbinger.com/course!Subscribe to our once-a-week Wee Bit Wiser newsletter today and start filling your Wednesdays with wisdom!Do you even Reddit, bro? Join us at r/JordanHarbinger!This Episode Is Brought To You By Our Fine Sponsors: Lufthansa Allegris: Go to Lufthansa.com and search for "Allegris" to learn more1-800-Flowers: 2x Mom's blooms for Mother's Day: 1800flowers.com/jhsLufthansa Allegris: Go to Lufthansa.com and search for "Allegris" to learn moreHiya: 50% off first order: hiyahealth.com/jordanBooking.com: Book your getaway now with booking.comSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Erica Cassano"Duramadre"Garzanti Editorewww.garzanti.itIl primo giorno di scuola, Celeste entra in aula e non trova nessuno ad aspettarla. Nessun bambino. Nessuna famiglia ha avuto il coraggio di mandare i figli dalla nuova professoressa: una donna, nubile, quasi quarantenne, venuta da Napoli. In quel paese della Calabria basta un dettaglio per segnarti, uno sguardo per condannarti. Celeste è arrivata lì per amore. Credeva che accanto a Tonio avrebbe trovato un approdo sicuro. Invece anche nella nuova casa nessuno la vuole: la madre la sopporta appena, le sorelle la escludono e persino Tonio, giorno dopo giorno, sembra sfuggirle. A tratti Celeste non lo riconosce. A tratti non riconosce nemmeno sé stessa. Fuori, l'Italia corre verso il boom economico: arrivano i telefoni, cresce la speranza. Ma non lì. Non in quella terra aspra e dura come una madre che non perdona. Non in quel paese immobile, dove una maledizione grava sulla famiglia di Tonio. Celeste è un corpo estraneo: troppo moderna, troppo diversa. Più volte è tentata di andarsene. Eppure, lei ha passato la vita a cavarsela da sola. È fatta per resistere, non per fuggire. Ma questa volta porta in sé una verità che non ha avuto il coraggio di confidare a Tonio. Una verità che potrebbe cambiare ogni cosa. E che presto non potrà più restare taciuta.Con La Grande Sete Erica Cassano è diventata un'autrice rivelazione. Il romanzo ha esordito primo in classifica. Tutti i lettori ne hanno parlato per mesi dando vita a un passaparola senza fine. Dopo aver conquistato la fiducia dei librai e il plauso della stampa, Erica torna con un libro che cala una protagonista controcorrente in un paese pieno di mormorii, in una famiglia dove nulla è come sembra, in una tradizione che esclude il nuovo. Celeste vuole essere accettata per quello che è, ma allo stesso tempo è spaventata. Accanto a lei, Tonio sta cercando la sua strada, ma le sue radici lo ostacolano. Una storia sulle curve lungo il cammino per diventare sé stessi. E sulla forza per superarle.Erica Cassano è nata a Maratea (PZ) il 19 agosto del 1998. È cresciuta tra Tortora Marina e Praia a Mare, ha vissuto a Napoli, Parigi, Torino. Attualmente abita a Genova. Quando le chiedono da dove viene la risposta è: una somma di tutti questi luoghi. Dopo il liceo classico ha conseguito la laurea triennale in Lettere Moderne e la magistrale in Filologia Moderna presso l'Università Federico II di Napoli. Ha frequentato un master in scrittura e narrazione a Torino. Ama ciò che riguarda i libri, l'arte, la fotografia e i gatti, di cui si è sempre circondata. Per Garzanti ha pubblicato anche La Grande Sete (2025). Duramadre è il suo secondo romanzo.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Attention, cet épisode aborde des sujets sensibles.Mark Williams-Thomas découvre que le numéro qui aurait appelé Christian B., 19 minutes avant l'enlèvement de Maddie, appartenait à un allemand amateur de sites pédopornographiques. Dans le même temps, l'enquêteur n'est pas sûr que le téléphone qui a borné à Praia da Luz le soir de l'enlèvement soit celui de Christian B., comme la police l'avait affirmé. Il continue ses recherches, espérant enfin trouver la vérité… “L'affaire Maddie McCann” est un podcast d'Initial Studio, adapté d'une série originale produite par ScreenDog Productions et distribuée par Blue Ant. Elle a été écrite et réalisée par Simon Rawles et Mark Williams-Thomas. Production exécutive du podcast : Initial StudioProduction éditoriale : Sarah Koskievic et Astrid VerdunMontage : Camille LegrasAvec la voix d'Alix Martineau Hébergé par Audion. Visitez https://www.audion.fm/fr/privacy-policy pour plus d'informations.
Attention, cet épisode aborde des sujets sensibles.Mark Williams-Thomas découvre que le numéro qui aurait appelé Christian B., 19 minutes avant l'enlèvement de Maddie, appartenait à un allemand amateur de sites pédopornographiques. Dans le même temps, l'enquêteur n'est pas sûr que le téléphone qui a borné à Praia da Luz le soir de l'enlèvement soit celui de Christian B., comme la police l'avait affirmé. Il continue ses recherches, espérant enfin trouver la vérité… “L'affaire Maddie McCann” est un podcast d'Initial Studio, adapté d'une série originale produite par ScreenDog Productions et distribuée par Blue Ant. Elle a été écrite et réalisée par Simon Rawles et Mark Williams-Thomas. Production exécutive du podcast : Initial StudioProduction éditoriale : Sarah Koskievic et Astrid VerdunMontage : Camille LegrasAvec la voix d'Alix Martineau Hébergé par Audion. Visitez https://www.audion.fm/fr/privacy-policy pour plus d'informations.
Court protections that had shielded naturists from arrest at Praia do Pinho have collapsed following the adoption of a new city master plan and a separate court decision upholding the municipal ban. The developments mark a sharp reversal after earlier rulings had temporarily allowed nonsexual nudity to continue. As legal challenges move forward, the situation highlights the shifting and often contradictory landscape facing naturist beaches in Brazil. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit www.planetnude.co/subscribe
Welcome to Nazaré, Portugal.A small fishing town north of Lisbon that has become the Colosseum of big wave surfing.Waves at Praia do Norte are so big and powerful that professional athletes from around the world travel here every winter to test themselves against the Atlantic.What fascinated me when I first heard my guest talk about this world…is that big-wave surfing is not really about surfing.It is about teamwork.It is about decision-making under extreme pressure.It is about risk management.It is about preparation.And strangely enough… many of the lessons from Nazaré apply just as well in business.HURRY! Last hours to get your name in for the raffle and have the change to win the PRICELESS Nazare experience with Francisco and Red Herrings in Nazare!If 100 members of the alumni community make a gift to the Partners Scholarship during Giving Day, Jeff Clay will pledge $100,000 of his own to help secure the future of the scholarship and honour Denise's memory.The MBA Partners Scholarship in memory of Denise Kaplan is a beautiful way not only to honor the memory of Denise, but to also help extend the legacy of our class, while showing our support for Mike.As a reminder, we also have an anonymous donor who will match the first 80k euro.Giving Day runs from the 19th to the 26th of March 2026 and offers a simple opportunity for us to come together once again. While larger gifts are always impactful, what matters most is that we take part together as a community. We truly hope 100 of us will come together, so we get Jeff to spend every last cent of his check!To make a gift to The MBA Partners Scholarship in memory of Denise Kaplan follow the link: https://www.insead.edu/alumni/classes/mba-partners-scholarshipTogether we are stronger.Allan Savory: How to fight desertification and reverse climate change
Attention, cet épisode aborde des sujets sensibles.Mark Williams-Thomas découvre que le numéro qui aurait appelé Christian B., 19 minutes avant l'enlèvement de Maddie, appartenait à un allemand amateur de sites pédopornographiques. Dans le même temps, l'enquêteur n'est pas sûr que le téléphone qui a borné à Praia da Luz le soir de l'enlèvement soit celui de Christian B., comme la police l'avait affirmé. Il continue ses recherches, espérant enfin trouver la vérité… “L'affaire Maddie McCann” est un podcast d'Initial Studio, adapté d'une série originale produite par ScreenDog Productions et distribuée par Blue Ant. Elle a été écrite et réalisée par Simon Rawles et Mark Williams-Thomas. Production exécutive du podcast : Initial StudioProduction éditoriale : Sarah Koskievic et Astrid VerdunMontage : Camille LegrasAvec la voix d'Alix Martineau Hébergé par Audion. Visitez https://www.audion.fm/fr/privacy-policy pour plus d'informations.
O programa deste domingo foi gravado durante o Harmony Day na Praia de Bondi, em Sydney. Três assuntos com convidados especiais. Primeiro, a discussão sobre a Harmony Week e da coesão na Austrália com o professor de Direito da Universidade de New South Wales, Alexandre Fleck Brandão. Depois, a artista brasileira Keila Terêncio de Paula conta sobre o espetáculo Erth's Dinosaurs, em cartaz na Opera House entre 8 e 19 de abril, do qual faz parte. Por último, nos últimos anos tem ocorrido um renascimento da cena do samba em Sydney. Trazemos três personagens deste momento pra contar isso. Dimitri Carmello, do Divino Samba, Edgee Ribeiro, do Performancing Brazil, e também Leo Barbosa, um dos mestres da Bateria 61, uma das baterias de escola de samba comunitárias da Austrália.
A Brazilian court has ruled that people visiting Praia da Galheta cannot be arrested or detained solely for practicing naturism, finding that nonsexual nudity does not constitute an “obscene act” under the country's Penal Code. The decision offers legal protection for beachgoers while leaving broader regulation unresolved, as local authorities continue to debate how the site should be formally governed. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit www.planetnude.co/subscribe
Le 3 juin 2007, une petite fille britannique de 4 ans disparaissait à Praia da Luz en Algarve au Portugal où sa famille était en vacances. Sa disparition a donné lieu à une importante couverture médiatique en Europe. Mais après différentes enquêtes portugaise et britannique, cette disparition n'a toujours pas été élucidée. 17 ans après les faits, où est-on ? Saura-t-on un jour la vérité ? Rendez-vous sur toutes les plateformes d'écoute. Un podcast Bababam Originals Ecriture : Manon Gauthier-Faure Voix : Caroline Nogueras Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Surf was up. We had already checked out Mavericks, Praia do Norte and Mullaghmore Head. All that was left was to ride the big breakers at Pipeline. We couldn't wait to show off our best tricks and compete with each other to score the most admiration. It was time to swim out and get on the next Big Wave by Daniel Kenel from Little Dog Games with art by Justin Santora.Read the full review here: https://tabletopgamesblog.com/2026/03/07/big-wave-saturday-review/Useful LinksBig Wave: https://www.newmillindustries.com/store/p/big-waveLittle Dog Games: https://www.newmillindustries.com/store/little-dog-gamesBGG listing: https://boardgamegeek.com/boardgame/438623/big-waveTricky Landing review: https://tabletopgamesblog.com/2026/02/28/tricky-landing-saturday-review/Trick-taking reviews: https://tabletopgamesblog.com/category/reviews/?tag=trick-taking-gamesMusicIntro Music: Bomber (Sting) by Riot (https://www.youtube.com/audiolibrary/)Sound Effects: ZapSplat (https://www.zapsplat.com/)Music: Bensound.com/royalty-free-musicLicense code: 2TLUFRA22W8GNJPAArtist: : Benjamin TissotMusic by Bensound.com/royalty-free-musicLicense code: UQYL5OD3WLL6JR5JArtist: : Marcus P.SupportIf you want to support this podcast financially, please check out the links below:Ko-Fi: https://ko-fi.com/TabletopGamesBlogPatreon: https://www.patreon.com/tabletopgamesblogWebsite: https://tabletopgamesblog.com/support/
Na parte 2 da Hora Ácida sobre Sidra Selvagem, Henrique Boaventura conversa com Diego Simão para aprofundar o que realmente muda quando saímos das leveduras de vinho e entramos no universo dos microrganismos selvagens.Aqui a discussão vai além do “como fazer sidra” e entra no porquê fazer diferente. Falamos sobre:
O prefeito do Recife, João Campos, e a deputada federal Tabata Amaral se casaram no último sábado na paradisíaca Praia dos Carneiros, em Pernambuco.A cerimônia íntima para 100 convidados tornou-se um dos eventos políticos mais comentados da temporada por reunir figuras como o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do STF, Alexandre de Moraes. A presença do magistrado e de integrantes do TSE reforçou a aura de "super-casamento" político, unindo lideranças que serão cruciais nas eleições de 2026.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #JoãoCampos #TabataAmaral #AlexandreDeMoraes #PSB #Política #Pernambuco #Casamento #Brasil #meiodiaembrasília #lula #politicabrasileira #politicabrasil #stf