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Os candidatos presidenciais não contam trocos, contam apoiantes. E ainda, José Luís Carneiro é o “perturbador de idosos”?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O plano B da Europa para ajudar a Ucrânia em análise neste Leste/Oeste em podcast, com Nuno Rogeiro. Foi uma semana crucial. A Europa, a custo, conseguiu arranjar um projeto para ajudar a Ucrânia. Mas era só o Plano B. O ‘A’ tornou-se impossível, a curto prazo. E não havia tempo a perder. Nesta emissão de 21 de dezembro, o comentador da SIC Notícias conversou ainda com José Luís Carneiro, secretário-geral do Partido Socialista, sobre a ligação de Portugal às "linhas da frente" na guerra na Ucrânia, a propósito da visita do primeiro-ministro português àquele país e sobre proposta feita este ano para um “Acordo Estratégico para um Plano de Desenvolvimento Nacional e de Capacitação da Defesa”, tentado um consenso político alargado nessa área.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A actriz, encenadora e investigadora brasileira Gabriela Carneiro da Cunha está de regresso a Paris com a peça Tapajós, o terceiro capítulo do projecto Margens, uma série de criações dedicadas à escuta de rios em situação de catástrofe. O espectáculo pode ser visto no Ircam‑Centre Pompidou, até 17 de Dezembro, no âmbito do Festival d'Automne 2025. Tapajós integra o projecto Margens e segue uma linha de investigação artística iniciada com Altamira 2042. “Esse projecto dedica-se à escuta de rios que vivem uma catástrofe desde a perspectiva do rio. Nesse momento, a gente está aqui de volta com a peça Tapajós, que é a expressão artística da escuta do testemunho do Tapajós sobre a contaminação de mercúrio pelo garimpo ilegal de ouro.” A artista revela que, a partir desta escuta, começou a seguir “o rastro do mercúrio”, o que conduz directamente à fotografia analógica: “A peça é um encontro entre o teatro e um laboratório fotográfico, onde a gente usa o mesmo elemento químico que faz as existências desaparecerem. Podem também fazer as existências aparecerem.” O processo fotográfico não é apenas uma metáfora, mas uma prática concreta que permite revelar e recompor simultaneamente: “A fotografia analógica está, ao mesmo tempo, revelando uma situação de catástrofe, a contaminação, mas ela também está, de algum modo, recompondo. Assim, ela também está dizendo que o problema não é o mercúrio, é a composição com ele, você pode compor para fazer o garimpo ou para fazer a fotografia analógica e fazer as imagens permanecerem.” Criando assim um diálogo entre o teatro, o laboratório fotográfico e os seres que “vão brotando da água, aparecendo para a gente”. O trabalho de Tapajós também denuncia relações geopolíticas e económicas: “Isso acontece porque há uma relação histórica, geopolítica e atual da colonização e que faz com que essa relação entre esses continentes da exploração do ouro esteja na origem da nossa relação enquanto Europa-América do Sul, e que permaneça. O preço do ouro nunca esteve tão caro.” Gabriela Carneiro da Cunha salienta que “a Suíça é o país que mais compra ouro no mundo, entre esse ouro, compre e refina ouro ilegal” e explica que ao apresentar o espectáculo fora do Brasil, a relação de responsabilidade directa muda: “Quando a gente faz a peça no Brasil, são eles. Quando a gente faz a peça aqui, são vocês. Então a relação muda quando se diz Suíça estando na Suíça ou quando a Alessandra fala: ‘Fui na Alemanha, está quente. Estão preocupados com a mudança climática, mas vão continuar comprando ouro, soja e minério', a relação muda de eles para vocês que estão aqui nessa plateia, nesse momento.” O trabalho não pretende culpar, mas convocar: “Uma tomada de consciência, um convite ao trabalho: abrir os olhos, abrir a escuta. Curar o rio Tapajós desse mercúrio, não é uma tarefa só dos povos indígenas, nem só dos Munduruku, nem só das mães, é uma tarefa de todo mundo.” O papel da mulher é central no trabalho de Gabriela Carneiro da Cunha, “as mulheres são as mais afetadas, mas são também as que estão na linha de frente” e explicam que essa responsabilidade advém do facto de serem mães. “Elas também dizem que os homens negociam e elas não negociam aquilo que sabem que é inegociável, que é o seu território, que é o seu corpo, como elas dizem, o útero que está doente.” A contaminação por mercúrio evidencia-se de forma particularmente grave nos corpos femininos, com impactos no líquido amniótico e no leite materno: “Três líquidos fundamentais à vida estão contaminados: a água de um rio, o líquido amniótico e o leite materno”. “A gente precisa trabalhar com a mãe do Rio, porque tudo o que existe tem mãe. O rio tem mãe. A floresta tem mãe. O peixe tem mãe. É uma luta das mães que estão desse lado do mundo e das mães que estão do outro lado do mundo”, acrescenta a encenadora. O público é convidado a participar de forma activa na criação. No início são convidadas “nove mães” - nove corpos femininos ou masculinos - a participar, mas no decurso do espectáculo o público é envolvido na performance. A actriz brasileira explica que em “todo o corpo pode habitar uma mãe. Mãe é quem cria. Mãe é quem dá passagem. Mãe é quem corta a cabeça. Mãe é quem devolve a vida com mais vida. Então, eu acho que o convite aqui é um convite a que se devolva a vida com mais vida. Isso pode ser feito por qualquer corpo”. No final, Gabriela Carneiro da Cunha desafia o público: “Pegue a sua luzinha e vá fazer alguma coisa. A única coisa que eu peço é que não fique esperando.” A peça encerra assim com um apelo à acção colocando a arte como ferramenta de consciência e mobilização. Para a artista, o papel da arte em tempos de crise climática é essencial: “Os artistas deveriam chegar sempre junto dos cientistas, sempre junto dos advogados, sempre junto dos ativistas… A primeira coisa é a imaginação. Se você não imagina o mundo que deseja, você não consegue fazer nada”. Para Gabriela Carneiro da Cunha, a arte trabalha com relações e linguagens, e é através dela que se podem recompor mundos “mais belos, justos e vivos”.
A actriz, encenadora e investigadora brasileira Gabriela Carneiro da Cunha está de regresso a Paris com a peça Tapajós, o terceiro capítulo do projecto Margens, uma série de criações dedicadas à escuta de rios em situação de catástrofe. O espectáculo pode ser visto no Ircam‑Centre Pompidou, até 17 de Dezembro, no âmbito do Festival d'Automne 2025. Tapajós integra o projecto Margens e segue uma linha de investigação artística iniciada com Altamira 2042. “Esse projecto dedica-se à escuta de rios que vivem uma catástrofe desde a perspectiva do rio. Nesse momento, a gente está aqui de volta com a peça Tapajós, que é a expressão artística da escuta do testemunho do Tapajós sobre a contaminação de mercúrio pelo garimpo ilegal de ouro.” A artista revela que, a partir desta escuta, começou a seguir “o rastro do mercúrio”, o que conduz directamente à fotografia analógica: “A peça é um encontro entre o teatro e um laboratório fotográfico, onde a gente usa o mesmo elemento químico que faz as existências desaparecerem. Podem também fazer as existências aparecerem.” O processo fotográfico não é apenas uma metáfora, mas uma prática concreta que permite revelar e recompor simultaneamente: “A fotografia analógica está, ao mesmo tempo, revelando uma situação de catástrofe, a contaminação, mas ela também está, de algum modo, recompondo. Assim, ela também está dizendo que o problema não é o mercúrio, é a composição com ele, você pode compor para fazer o garimpo ou para fazer a fotografia analógica e fazer as imagens permanecerem.” Criando assim um diálogo entre o teatro, o laboratório fotográfico e os seres que “vão brotando da água, aparecendo para a gente”. O trabalho de Tapajós também denuncia relações geopolíticas e económicas: “Isso acontece porque há uma relação histórica, geopolítica e atual da colonização e que faz com que essa relação entre esses continentes da exploração do ouro esteja na origem da nossa relação enquanto Europa-América do Sul, e que permaneça. O preço do ouro nunca esteve tão caro.” Gabriela Carneiro da Cunha salienta que “a Suíça é o país que mais compra ouro no mundo, entre esse ouro, compre e refina ouro ilegal” e explica que ao apresentar o espectáculo fora do Brasil, a relação de responsabilidade directa muda: “Quando a gente faz a peça no Brasil, são eles. Quando a gente faz a peça aqui, são vocês. Então a relação muda quando se diz Suíça estando na Suíça ou quando a Alessandra fala: ‘Fui na Alemanha, está quente. Estão preocupados com a mudança climática, mas vão continuar comprando ouro, soja e minério', a relação muda de eles para vocês que estão aqui nessa plateia, nesse momento.” O trabalho não pretende culpar, mas convocar: “Uma tomada de consciência, um convite ao trabalho: abrir os olhos, abrir a escuta. Curar o rio Tapajós desse mercúrio, não é uma tarefa só dos povos indígenas, nem só dos Munduruku, nem só das mães, é uma tarefa de todo mundo.” O papel da mulher é central no trabalho de Gabriela Carneiro da Cunha, “as mulheres são as mais afetadas, mas são também as que estão na linha de frente” e explicam que essa responsabilidade advém do facto de serem mães. “Elas também dizem que os homens negociam e elas não negociam aquilo que sabem que é inegociável, que é o seu território, que é o seu corpo, como elas dizem, o útero que está doente.” A contaminação por mercúrio evidencia-se de forma particularmente grave nos corpos femininos, com impactos no líquido amniótico e no leite materno: “Três líquidos fundamentais à vida estão contaminados: a água de um rio, o líquido amniótico e o leite materno”. “A gente precisa trabalhar com a mãe do Rio, porque tudo o que existe tem mãe. O rio tem mãe. A floresta tem mãe. O peixe tem mãe. É uma luta das mães que estão desse lado do mundo e das mães que estão do outro lado do mundo”, acrescenta a encenadora. O público é convidado a participar de forma activa na criação. No início são convidadas “nove mães” - nove corpos femininos ou masculinos - a participar, mas no decurso do espectáculo o público é envolvido na performance. A actriz brasileira explica que em “todo o corpo pode habitar uma mãe. Mãe é quem cria. Mãe é quem dá passagem. Mãe é quem corta a cabeça. Mãe é quem devolve a vida com mais vida. Então, eu acho que o convite aqui é um convite a que se devolva a vida com mais vida. Isso pode ser feito por qualquer corpo”. No final, Gabriela Carneiro da Cunha desafia o público: “Pegue a sua luzinha e vá fazer alguma coisa. A única coisa que eu peço é que não fique esperando.” A peça encerra assim com um apelo à acção colocando a arte como ferramenta de consciência e mobilização. Para a artista, o papel da arte em tempos de crise climática é essencial: “Os artistas deveriam chegar sempre junto dos cientistas, sempre junto dos advogados, sempre junto dos ativistas… A primeira coisa é a imaginação. Se você não imagina o mundo que deseja, você não consegue fazer nada”. Para Gabriela Carneiro da Cunha, a arte trabalha com relações e linguagens, e é através dela que se podem recompor mundos “mais belos, justos e vivos”.
É a pergunta a que ninguém sabe responder. Se não tivesse morrido faz hoje 45 anos será que Sá Carneiro teria logrado provocar as rupturas por que combatia? Ou o atavismo de Portugal seria mais forte?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Poucos políticos foram tão controversos e marcantes como Francisco Sá Carneiro. Se não tivesse morrido, teria conseguido as ruturas pelas quais se batia ou o atavismo de Portugal seria mais forte?See omnystudio.com/listener for privacy information.
É a pergunta a que ninguém sabe responder. Se não tivesse morrido faz hoje 45 anos será que Sá Carneiro teria logrado provocar as rupturas por que combatia? Ou o atavismo de Portugal seria mais forte?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Poucos políticos foram tão controversos e marcantes como Francisco Sá Carneiro. Se não tivesse morrido, teria conseguido as ruturas pelas quais se batia ou o atavismo de Portugal seria mais forte?See omnystudio.com/listener for privacy information.
45 anos depois da morte de Sá Carneiro, Maria João Avillez reedita o livro “Solidão e Poder” e relembra crises políticas, alianças com Mário Soares e o valor do exemplo para os jovens de hoje.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Orçamento do Estado está aprovado, desta vez sem drama ou crise política. José Luís Carneiro, líder do PS, disse que o orçamento é vazio de ambição e de conteúdo, mas o partido absteve-se permitindo a viabilização. É uma contradição que vai ser sempre difícil de explicar? Pedro Delgado Alves considera que o orçamento “não é grande coisa”, mas mais um ato eleitoral seria “particularmente indesejado”, José Eduardo Martins aponta que “vivemos a paz” deixada por Pedro Nuno Santos. Os comentadores analisam ainda o possível plano de paz na Ucrânia. O Antes Pelo Contrário em podcast foi emitido na SIC Notícias a 27 de novembro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Os textos compilados oferecem uma análise multifacetada centrada no poeta modernista português Mário de Sá-Carneiro (1890–1916), combinando dados biográficos com uma profunda crítica literária. Uma secção apresenta a estrutura de pesquisa e formatos de exportação da Bibliografia Nacional Portuguesa, enquanto a maior parte do material dedica-se ao percurso do poeta, detalhando a sua relação com Fernando Pessoa e a participação na revista Orpheu. Diversas fontes académicas examinam temas recorrentes na obra de Sá-Carneiro, como a crise de identidade (dispersão) e a busca pela transcendência em contos como Céu em Fogo. O tópico mais proeminente é a imagem do suicídio nos seus versos, que é intrinsecamente ligada à sua vida pessoal, às suas angústias existenciais e ao seu sentimento de não-pertencimento na sociedade da Modernidade. As cartas trocadas com amigos confirmam a sua inquietação interior e o desespero crescente face às dificuldades materiais e artísticas.
O PS assinalou o 25 de Novembro numa Comissão Política que contou com Pedroso Marques, Isabel Soares e Manuel Alegre. José Luís Carneiro promete libertar a data da direita. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um menino acha que José Luís Carneiro é um palhaço, a Tia Bli e as Três entram numa batalha de "Com Licenças" e a Joana ofende a Inês, deixando a tarte que ela lhe ofereceu na casa de banho.
Alberto Gonçalves comenta os elogios de José Luís Carneiro às propostas de MamdaniSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O respeito pelos deputados do PCP: “Aquele senhor sofreu como eu não sofri”. A matança da Páscoa: “O primeiro exercício de guerra híbrida em Portugal”. O 25 de novembro. E ainda Sá Carneiro, Cunhal, Melo Antunes e Ramos Horta, vistos por Ângelo Correia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No dia seguinte à votação na generalidade do Orçamento do Estado para 2026, no rescaldo das autárquicas e quando se intensifica a campanha presidencial, o Secretário-Geral do PS vem à Grande Entrevista com Vitor Gonçalve
Seja membro do canal e tenha acesso a conteúdos exclusivos:https://www.youtube.com/channel/UCft01Wf4P7JkDZQ_Th7ICaQ/joinSiga-nos em todas as redes: https://linktr.ee/iconografiadahistoriaoficialApresentação: Joel PaviottiTexto e roteirização: Joel PaviottiRevisão: Adriana de PaulaCâmera e produção: Fernando ZenerattoEdição: Eduardo GoesIlustração: IB MediaDireção: Fernando Zeneratto
In this episode, host Jon Howell speaks with Miguel Carneiro, the Chief Commercial Officer of TAAG Angola Airlines. The discussion covers TAAG's ambitious transformation over the past year, including the induction of new aircraft, new and reinstated routes, and the move to the new International airport. Miguel shares insights about the airline's recent fleet expansions, deploying Boeing 787 and A220 aircraft, and the importance of building a robust African network. Follow/ Connect with Miguel on LinkedIn here
Na emissão especial da SIC Notícias, José Luís Carneiro expressou profundas condolências à família, amigos e colaboradores do fundador do PSD, sublinhando tratar-se de um momento muito triste para o país. O atual líder do PS destaca a importância da personalidade do fundador na vida democrática portuguesa e na defesa de uma imprensa livre, elementos essenciais para a qualidade da democracia em Portugal. Lembra ainda o papel incontornável do fundador do PSD, não só na Ala Liberal antes do 25 de Abril, mas também na transição e consolidação da democracia. O compromisso do antigo primeiro-ministro e jornalista com a independência, o serviço público e a liberdade, bem como a sua visão europeísta e cosmopolita, leva Carneiro a considerá-lo um dos políticos que mais profundamente viveu os valores da social-democracia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Proibição das burcas é uma discussão sem nexo? PS apoia seguro, mas as dúvidas mantém-se. Vai o partido liderado por José Luís Carneiro arrepender-se?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sousa Tavares comenta em detalhe os resultados das Autárquicas com destaque para o PSD ("largamente vencedor"), para o PS, onde Carneiro "deve começar a mostrar autoridade interna" e ainda para o Chega que "falhou a implementação local" See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um é maior do que o partido; o outro já tem o partido à perna. As autárquicas foram o tema principal desta Vichyssoise, que tentou perceber para onde vão Ventura e Carneiro depois das autárquicas. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em entrevista ao Observador, Duarte Cordeiro, crítico de sempre de Seguro, assume que o vai apoiar. Critica ainda Carneiro, fala sobre Pedro Nuno e mantém futuro político totalmente em aberto.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ex-ministro da Educação não concorda com a leitura de José Luís Carneiro. Chega foi derrotado? "Não podemos só olhar para as cores do mapa". E António José Seguro? Apoio peca por tardio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O PSD venceu a maioria das câmaras, assim como nas cinco de maior população. O PS perdeu, mas ganhou tempo para respirar. O Chega não brilhou, mas infiltrou-se na rede autárquica. E o PCP, bem ao PCP não correu bem outro vez. Neste episódio da Comissão Política analisamos os resultados das autárquicas, mas colocando-as em perspetiva de futuro. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pela primeira vez em 50 anos de democracia, o PS venceu a câmara de Viseu, o 'cavaquistão'. O novo presidente da câmara, João Azevedo, diz que resultado reforça a liderança de José Luís Carneiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Investir está mudando e não é pouco. O mercado de capitais, historicamente fechado, regulado e repleto de intermediários, está sendo redesenhado por um novo protagonista: a tecnologia. O resultado é um novo cenário de mais liquidez, acesso e participação real da nova economia. Mas como isso vai acontecer na prática?Neste episódio do Growthaholics, Pedro Waengertner recebe dois especialistas que estão na linha de frente dessa transformação: Lucas Cury, do Mercado Bitcoin, e Pedro Carneiro, sócio da ACE Ventures. A conversa é sobre tokenização, stablecoins, DeFi, AI e a quebra das barreiras que separam investidores, empresas e mercados globais.Eles falaram sobre a transição de um sistema financeiro centrado em poucos para um ecossistema de investimento mais distribuído e transparente — e como isso abre portas para founders e investidores participarem de rodadas, exits e captações de forma rápida, segura e sem fronteiras.O que é tokenização e por que ela vai além das criptosComo DeFi está eliminando intermediários e criando liquidezO papel do Drex e dos reguladores na próxima onda de inovaçãoPor que o futuro é 100% tokenizado — e o que isso exige de quem empreendeSe você quer entender como o mercado está se reconfigurando, onde estão as oportunidades e o que fazer hoje para não ser engolido amanhã, este episódio é pra você.Dá o play e vem com a gente!
AD e Chega chegaram a acordo para a nova lei dos estrangeiros, aprovada no Parlamento também com votos favoráveis da IL e do JPP. As ilegalidades rejeitadas pelo Tribunal Constitucional, na primeira versão da lei, parecem estar resolvidas, de acordo com o secretário-geral do PS José Luís Carneiro. No Antes Pelo Contrário em podcast, Daniel Oliveira aponta que “o governo integrou completamente um discurso do Chega que diz que o reagrupamento familiar é mau”, Francisco Mendes da Silva considera que “o que o Chega diz sobre o Tribunal Constitucional, ao responder à Trump, é inadmissível em qualquer democracia”. O programa foi emitido na SIC Notícias a 30 de setembro. Para ver a versão em vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Luís Montenegro disse que o PS se vai tornar uma “força política irrelevante”, porque perdeu o chão e não percebe o povo. A verdade é que o eleitorado socialista é o mais velho, sem penetração significativa entre os jovens, e com uma acentuada perda das elites. Enquanto se perspetiva uma derrota nas autárquicas e não se prevê uma vitória nas presidenciais, o que pode fazer José Luís Carneiro para evitar uma erosão irrecuperável? Os comentários são de João Pedro Henriques, jornalista do Expresso, de Eunice Lourenço, editora de Política, David Dinis, diretor-adjunto, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é de Gustavo Carvalho e a ilustração da autoria de Carlos Paes. Sugestões: Podcast de Ezra Kelin, no “The New York Times”, com o conservador Ben Shapiro, sobre o tema “Temos de viver juntos”: Aqui e aqui. Artigo de John Burn-Murdoch no Financial Times com o título “Did the political establishment pave the way for Trump and Farage?”, sobre o estudo Political Representation Gaps and Populism, que sugere que os políticos mainstream abriram caminho para a direita populista. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma análise ao combate eleitoral entre Moedas e Leitão, a corrida particular entre Pedro Duarte e Manuel Pizarro e as consequências das eleições autárquicas para os futuros de Montenegro e Carneiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Montenegro garante que o seu governo esteve ao leme. Enquanto José Luís Carneiro e André Ventura disputam o leme da oposição e Marcelo brinca à piromania políticaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Vasco Lourenço, estremunhado, em pijama, a dizer-lhe que “o Fabião borregou”. O sogro que pôs uma gravata preta pela perda de Angola. As noitadas à espera do fim das reuniões do Conselho da Revolução. A nostalgia pelo fim do maior espectáculo que viu na sua vida — o frenético ano de 1975. E a crítica a Eanes: “Hoje é um Deus, não é? Mas eu lembro-me como ele fez a vida negra a Sá Carneiro, a Balsemão e a Mário Soares. Nunca fui uma fã”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que aprende quem convive com uma grande pensadora? Neste episódio, a escritora Cidinha da Silva fala do seu novo livro Só Bato em Cachorro Grande, do Meu Tamanho ou Maior (Rosa dos Tempos), que compila 81 lições de vida e formação política aprendidas com a filósofa Sueli Carneiro, figura essencial do feminismo e do movimento negro no Brasil. A conversa com a educadora Bel Santos Mayer aconteceu durante A Feira do Livro 2025, na véspera do aniversário de 75 anos de Carneiro. A convidada lembra dos seus quase quarenta anos de aprendizados e amizade com a filósofa e defende mais diálogo entre as novas gerações e intelectuais pioneiros na luta contra o racismo e pelos direitos humanos. O episódio foi realizado com apoio do Ministério da Cultura e tem apresentação exclusiva da Petrobras. Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
O NerdCast de hoje vem cheio de nostalgia porque vamos mergulhar no universo lúdico de quem cria a mágica da infância: os criadores de brinquedos! Descubra como nascem os brinquedos que marcaram gerações, os bastidores dessa profissão e, claro, a verdade por trás da famigerada lenda da adaga do Fofão. GLAD VIP TRAVEL Confira as redes sociais e prepare sua próxima viagem: @gladviptravel PEDIDOS DE DOAÇÃO Pedido de Doação de Sangue urgente para Hospital de Clínicas da UFPR - Curitiba. Local: R. Gen. Carneiro, 181 - Alto da Glória, Curitiba - PR, 80060-900. Pedido de Doação de Sangue para Fundação Pró-Sangue que anunciou que o estoque de sangue tipo O- e está zerado e outras tipagens também estão em situação crítica. Mais informações no site: https://www.prosangue.sp.gov.br/home/ CONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br APP JOVEM NERD: Google Play Store | Apple App Store ARTE DA VITRINE: Randall Random Baixe a versão Wallpaper da vitrine EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA