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Os eurodeputados Francisco Assis (PS) e Sebastião Bugalho (PSD) concordam que esta "vitória da política externa" não deve ser menosprezada, mas o social-democrata afasta José Luís Carneiro deste feito.See omnystudio.com/listener for privacy information.
As réplicas do terramoto que atingiu o Largo do Rato, a vitória curta de Luís Montenegro nas diretas do PSD e os efeitos da greve na discussão sobre a lei laboral foram temas da Vichyssoise. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Portugal a discutir política com vocabulário de bordel e o governo numa pista de atletismo. A PJ bateu à porta do PS. Um desafio inesperado para Carneiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Isto não é um lançamento de um livro mas vai haver comentário político e, quiçá, algumas farpas. Tiveram início buscas da Polícia Judiciária à sede do Partido Socialista no Rato, bem como em várias juntas de freguesia socialistas. Há suspeitas de esquemas fraudulentos de contratação, quer de empresas de socialistas, quer de militantes. Inclusivamente, o atual assessor de imprensa do líder do PS, José Luís Carneiro, foi um dos detidos. Tudo isto logo numa altura em que as sondagens aparentavam ser animadoras para o partido.Ouça o comentário de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes na versão podcast do programa Eixo do Mal, emitido na SIC Notícias a 28 de maio.Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
As confusões no SIRESP são a primeira mancha na ficha do ministro. Passos ultrapassou uma linha que se julgava inultrapassável. Buscas no PS condicionam Carneiro. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Buscas ao PS, contratos suspeitos e nomes próximos de José Luís Carneiro no centro da operação da PJ. Análise com Luís Rosa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Operação Imergente resultou na detenção de cinco pessoas, mas a identidade dos visados pela investigação desenvolvida no terreno pela Polícia Judiciária (PJ) nesta quinta-feira está a ser divulgada a "conta-gotas". Muitos destes têm, porém, fortes ligações ao Partido Socialista (PS), força política no centro deste caso. Em causa estão suspeitas de crimes de prevaricação, que se reflectiam na adjudicação de contratos em câmaras municipais e juntas de freguesia lideradas pelos socialistas, nomeadamente a de Santa Maria Maior, em Lisboa. José Luís Carneiro vai conseguir demarcar o partido deste caso?See omnystudio.com/listener for privacy information.
José Luís Carneiro jura que a PJ só foi ao Largo do Rato visitar um "trabalhador". No Partido Socialista até os assessores de elite são promovidos a meros funcionários para salvar a face da liderança?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Como a tecnologia e a iniciativa privada podem mudar a realidade do tratamento da saúde no Brasil? No Insights desta semana, a história e a gestão do maior hospital pediátrico do Brasil: o Pequeno Príncipe, que fica em Curitiba. Com mais de 100 anos, a unidade de saúde é referência em procedimentos de alta e média complexidade e no diagnóstico e tratamento de crianças e adolescentes. Atendendo majoritariamente pelo SUS, realiza mais de 20 mil cirurgias por ano. Isso atrai famílias do país todo para o Pequeno Príncipe, amplia os conhecimentos da equipe, mas também gera muitos desafios. Sobre o tema conversamos com José Álvaro Carneiro, diretor-corporativo do Complexo Pequeno Príncipe e com Ety Cristina Forte Carneiro, diretora-executiva do Hospital Pequeno Príncipe e diretora-geral do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Principe. A Fernanda Faria, gerente do Bradesco Corporate, também compõe a mesa do podcast. A apresentação é da Priscila Forbes, banker do Bradesco Global Private Bank. Confira! O conteúdo a seguir exposto pela empresa convidada não representa, necessariamente, a opinião e as práticas utilizadas pelo Bradesco. #saúde #tecnologia #telemedicina #SUS #PequenoPrincipeSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O líder do PS distribui "medalhas" para salvar os amigos e estancar a crise. E ainda, casas que são um assalto, a TAP com o depósito seco e a guerra pelos guarda-sóis que incendeia o verão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dicas de RPG – VERDADES E SEGREDOS, uma resenha deste RPG da editora Movimento, baseado no texto de Henrique. Aproveita que ainda está em tempo de apoiar no catarse. Tô certo, ou tô errado? Com as vozes de : Carla Carneiro: a mocinhaMine Carneiro: diretora de elenco Túlio Carneiro : vilão bigodudo
Dicas de RPG – VERDADES E SEGREDOS, uma resenha deste RPG da editora Movimento, baseado no texto de Henrique. Tô certo, ou tô errado? Com as vozes de : Carla Carneiro: a mocinha Mine Carneiro: diretora de elenco Túlio Carneiro : vilão bigodudo Grande abraço! Links: - Conheça nosso Patronato - Seja um Padrim do Movimento RPG - Assine o Picpay e ajude o site - Conheça mais Dicas clicando aqui. E-mail: contato@movimentorpg.com.br - Tem dúvidas sobre alguma coisa relacionado a RPG? Mande suas dúvidas para nosso e-mail. Verdades e Segredos Voz: Túlio Carneiro | Carla Carneiro | Mine Carneiro Edição do Podcast: Senhor A Arte da Capa: Raul Galli | Cassio Junior Músicas: Music by from Pixabay
A nova Lei da Nacionalidade, que acaba de entrar em vigor em Portugal repleta de alterações, mudou o destino de milhares de pessoas, entre elas, os descendentes de judeus sefarditas, agora impedidos de obter a cidadania portuguesa. Desde 2015, quem comprovasse a descendência dos antigos judeus ibéricos perseguidos podia se naturalizar no país sem os habituais requisitos de residência e domínio da língua. Mais de 400 mil processos de nacionalidade pela via da descendência sefardita ainda aguardam resposta do governo português. Letícia Fonseca-Sourander, correspondente da RFI em Lisboa Há mais de 500 anos, Portugal expulsou milhares de judeus de seu território e obrigou os que ficaram a se converter ao catolicismo. Uma reparação histórica foi aprovada em 2015, mas as portas se fecharam agora com a nova Lei da Nacionalidade. Para a comunidade, o fim do regime especial de concessão da cidadania portuguesa pela ancestralidade sefardita inviabilizou bem mais do que um meio de adquirir a nacionalidade. A mudança impediu um retorno simbólico às raízes dos antepassados que viveram em Portugal antes da diáspora. A antropóloga Marina Pignatelli, professora de antropologia da Universidade Técnica de Lisboa (ISCSP) e pesquisadora do CRIA, Centro em Rede de Investigação em Antropologia, diz que “muitos requerentes ao fazerem a busca genealógica encontraram essas raízes judaicas e se encantaram com elas. Eles acabaram por desenvolver uma ligação forte com Portugal, com as terras onde os antepassados tinham origem”. Pignatelli tem uma impressão ambivalente sobre as mudanças na lei. “Por um lado a lei foi justa, devia continuar aberta, porque se é uma reparação histórica não deveria ter um limite temporário. Mas por outro lado, a lei foi toda mal feita desde o início, e os quesitos de como as pessoas deviam fazer o processo foram bastante arbitrários”, esclarece. “Então, isso permitiu que as comunidades judaicas em Portugal criassem critérios diferentes para as pessoas se habilitarem ao passaporte", aponta a antropóloga. "Essa duplicidade criou confusão, dúvidas sobre o processo e começaram a haver críticas em nível político ao governo português por estar 'vendendo' os passaportes. E isso nunca devia ter acontecido. Isso é um processo de reparação histórica que não devia ter a ver com política, nem com mercantilização”, conclui. A advogada Ana Pacheco Araújo, especialista em imigração e direito internacional afirma que as pessoas que foram afetadas pela extinção desta via sefardita vão sofrer consequências em muitas décadas. “Nós vamos ter famílias inteiras em que metade é portuguesa, metade não é. Ou que o pai é, e o filho não é; que o filho é, e o pai não é. Então, é necessário também algum tipo de legislação para resolver estas questões mal resolvidas pela Assembleia da República”, pondera. Pacheco Araújo chama a atenção para a forma abrupta da mudança do sistema. "Não se trata de término de direito por limitação da própria reparação ou que a reparação histórica já foi realizada. A limitação se dá pela ingerência estatal em não conseguir analisar os milhares de processos que estão sendo submetidos, em não criar regulamentação da lei, e com isso, a grande culpa foi jogada aos descendentes, e não na falta de estruturas mais rígidas de análise, o que é muito complicado porque o objetivo pelo qual a lei foi criada simplesmente foi esvaziado.” Quando o presidente português, António José Seguro, promulgou a nova Lei da Nacionalidade, no início do mês, ele pediu que os processos pendentes não fossem afetados. Com a publicação da lei e suas alterações no Diário da República, o Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), órgão do Ministério da Justiça de Portugal, confirmou que o que irá definir a aplicação ou não das novas regras é a data de submissão do pedido de cidadania na plataforma online do IRN. Há cerca de 700 mil processos em curso no IRN, sendo a maioria de brasileiros. Mais da metade dos pedidos de nacionalidade portuguesa pendentes são de descendentes de judeus sefarditas. O empresário mineiro Sérgio Mendes conseguiu comprovar suas raízes judaicas ainda quando morava no Brasil. No ano passado, quando recebeu o título de residência, decidiu mudar para Portugal com a família; mas assim como milhares de pessoas, Sérgio está aguardando a cidadania portuguesa pela via sefardita. “No início, fiquei decepcionado com as mudanças da lei, mas mesmo assim vou continuar morando aqui em Portugal esperando o meu processo avançar”, conta. Jordania Benevides, presidente da Associação dos Descendentes de Judeus Sefarditas em Portugal, comenta que o fim da concessão da cidadania portuguesa provocou decepção na comunidade, que se mobiliza. "Nós protocolamos uma petição junto ao Parlamento e os descendentes não a estão assinando porque estão descrentes com a nova lei. Eles acreditam que não tem como retornar, e isso gera um sentimento de tristeza e uma grande decepção", relata. Origem Os judeus sefarditas são descendentes das antigas e tradicionais comunidades judaicas da região de Sefarad, na Península Ibérica. A presença deste povo na Ibéria – nome dado à região pelos romanos em homenagem ao rio Iberus, o Ebro – é anterior à formação dos reinos ibéricos cristãos como Portugal, que foi criado no século XII. A partir do final do século XV, essas comunidades judaicas começaram a ser perseguidas pela Inquisição espanhola e muitos de seus integrantes se refugiaram em Portugal. Na época, o rei D. Manuel I promulgou uma lei que garantia proteção dos judeus sefarditas. Porém, em 1496 o monarca determinou a expulsão de todos os que não se sujeitassem ao batismo católico. Foi quando muitas famílias hebraicas abandonaram o país e se estabeleceram em outras nações mais tolerantes, entre elas, o Brasil que acabava de ser colonizado. Com a conversão forçada, decretada por D. Manuel I, deixaram então de existir oficialmente judeus em Portugal. A denominação cristãos-novos escondia a origem judaica. Os judeus sefarditas de origem portuguesa e seus descendentes mantiveram não só a língua portuguesa mas também seus sobrenomes. Os sobrenomes dos judeus sefarditas mais frequentes no Brasil e que constavam nos arquivos da Inquisição são: Albuquerque, Almeira, Álvares, Azeredo, Barros, Bragança, Branco, Cardoso, Carneiro, Carvalho, Castelo Branco, Chaves, Coelho, Correia, Cruz, Cunha, Dantas, Espírito Santo, Ferreira, Fonseca, Henriques, Jesus, Leão, Lobo, Lopes, Macedo, Melo, Mendes, Menezes, Miranda, Monte, Moreno, Negro, Noronha, Oliveira, Pacheco, Paredes, Pereira, Pinheiro, Raposo, Rios, Rodrigues, Santarém, Santos, Serra, Silva, Silveira, Valle, Vasconcelos e Ximenes.
Os “populares” (que merecem uma condecoração), os nossos “ativistas” (que adoram um cocktail molotov) e José Luís Carneiro (que devia criticar Pedro Sánchez) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ambiente altamente tóxico que se vive em Espanha é o mote para este Expresso da Meia-Noite, onde se tenta perceber se estes casos de corrupção poderão afetar Portugal, nomeadamente o PS. Com a polémica do uso das bases americanas ou os recentes acontecimentos na Venezuela como pano de fundo, Ascenso Simões, Miguel Morgado, Maria João Marques e João Soares são os comentadores deste episódio moderado por Bernardo Ferrão e Ângela Silva e exibido na SIC Notícias a 22 de maio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um ano depois das legislativas antecipadas que deixaram o PS reduzido a terceira força parlamentar, os socialistas surgem agora destacados na liderança das intenções de voto e com margem confortável sobre os principais adversários. Segundo o mais recente barómetro da Aximage para o Diário de Notícias, o partido liderado por José Luís Carneiro recolhe 33,4% das preferências, quase dez pontos acima da AD (23,2%) e do Chega (23,5%), num sinal claro de desgaste da coligação PSD/CDS após mais de dois anos no Governo. Neste episódio analisamos os dados desta sondagem.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Luís Montenegro (que quer as PPP na Saúde), o Governo (que criou uma guerra desnecessária) e José Luís Carneiro (que não quer reforma nenhuma) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
PS sobe no barómetro, mas será que se vai refletir nas urnas? José Luís Carneiro ganha fôlego e aproveita o desgaste de um Governo que parece estar a fritar com o preço da gasolina e a reforma laboralSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares comenta a atualidade, com destaque para a política externa e as visitas de Trump e Putin à China. Entende que o Presidente dos EUA foi humilhado por Xi Jinping e que os chefes de Estado de Moscovo e Washington foram a Pequim numa "posição de inferioridade". Sobre a polémica da autorização portuguesa nas Lajes, acha que o Governo "se saiu muito mal" depois das palavras de Rubio. Falamos ainda do futuro e da possibilidade de não se cometerem erros do passado (com criticas a Cavaco Silva). O cronista do Expresso defende que se aposte nos jovens em vez de aumentar as pensões dos "velhos" (e não idosos - palavra que "cheira a doença"). Na discussão sobre o pacote laboral sobram criticas para os sindicatos, o Governo (que omitiu o tema no programa eleitoral), o PS ( falta uma "posição clara" a Carneiro) e o Presidente ("falou antes de tempo, quando disse que não aceitaria uma reforma sem o ok da UGT"). See omnystudio.com/listener for privacy information.
Enquanto a polémica em torno da Base das Lajes continua a agitar o debate político, as declarações de Marco Rubio — apresentando Portugal como exemplo de submissão incondicional aos EUA — expõem o Governo às críticas da oposição. Daniel Oliveira considera que Portugal foi “apresentado como um exemplo de falta de exigência”, enquanto Francisco Mendes da Silva questiona a autenticidade do escândalo, lembrando que o PS sempre respeitou o costume diplomático atlântico. Luís Montenegro apresenta a sua moção de recandidatura à liderança do PSD declarando que “o não é não” ao chamado Bloco Central, equiparando PS e Chega. Na reforma laboral, o debate sobre se o Governo se entenderá com o PS ou com o Chega levanta questões incómodas sobre o papel da oposição socialista e a utilidade crescente da extrema-direita no jogo parlamentar. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 19 de maio. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois da ida de Carneiro à Venezuela, o PS fez uma aterragem falhada na política externa ao confrontar o Governo com as declarações de Marco Rubio. O PS está a radicalizar a política externa?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os telespectadores portugueses (que viram a Eurovisão), o Estado (que vai continuar a crescer) e José Luís Carneiro (que quer imitar Pedro Sánchez) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cavaco Silva (que nos lembrou algumas verdades), José Luís Carneiro (que simulou uma ida ao supermercado) e a Climáximo (que publicitou um furto) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cavaco Silva (que nos lembrou algumas verdades), José Luís Carneiro (que simulou uma ida ao supermercado) e a Climáximo (que publicitou um furto) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ministro das Finanças (que contestou o IVA Zero), José Luís Carneiro (que não sabe o que fazer) e António Costa (que teve um regresso ao passado) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Maria João Avillez recorda os gigantes, Mário Soares, Sá Carneiro e Cunhal e explica por que sente saudades de uma política com mais cultura e instinto reformador. Para além da jornalista conservadora, descobrimos a avó que leva os netos ao cinema, a mulher que procura a paz na oração e na fé e que acredita que estamos a perder a capacidade de ter conversas de adultos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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"Para fazer boa figura, é preciso ter um bom instrumento": o líder do PS foi às manhãs da TVI mostrar os seus dotes para a música. E os "cavalinhos mágicos" dos parques infantis de Massamá.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A exigência impossível do Chega para aprovar o pacote laboral, os discursos do 25 de Abril e a os ansiosos potenciais sucessores de José Luís Carneiro no PS foram os temas à mesa da Vichyssoise.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Donald Trump esteve quase a conseguir um acordo de paz com o Irão, quase a bombardear as infra-estruturas civis iranianas e quase a enviar o vice-presidente para conversações no Paquistão. Mas nada disso aconteceu e o ultimato dado pelo presidente norte-americano ficou uma vez mais sem efeito, apesar da retórica e da testosterona. Embora o estreito de Ormuz – que estava aberto há um mês – continue fechado em consequência da guerra. Enquanto isso, Pedro Nuno Santos regressou ao Parlamento, também ele carregado de testosterona. O alvo foi agora o antigo irmão político Duarte Cordeiro. Só o futuro nos dirá qual dos dois é Abel, qual deles é Caim. Uma coisa é certa: os cartunistas terão bom material se vier a concretizar-se uma disputa socialista entre Carneiro e Cordeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A decisão de Duarte Cordeiro não aceitar fazer parte da Comissão Política do PS deixou claro que há no partido quem pense que José Luís Carneiro acabará por ser mesmo um líder de transição. Não há como escapar à comparação com a liderança de António José Seguro, desde muito cedo marcado por António Costa que haveria de o apear do lugar, com as legislativas ao virar da esquina. Neste episódio, conversamos com João Pedro Henriques.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Duarte Cordeiro recusou integrar a Comissão Política do PS para não se comprometer com o líder. Com que objetivo? E porquê agora? Uma conversa com Rita Tavares, grande repórter do Observador.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Duarte Cordeiro recusou integrar a Comissão Política do PS para não se comprometer com o líder. Com que objetivo? E porquê agora? Uma conversa com Rita Tavares, grande repórter do Observador.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Alexandre Poço, deputado e vice-presidente do PSD, acredita que Carneiro não cometerá o erro de chumbar o Orçamento do Estado e pede ao PS sentido de responsabilidade e diálogo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O rescaldo dos três dias de congresso socialista, a reação de Montenegro às dificuldades de Carneiro e a nova frente de batalha de Ventura foram os temas desta Vichyssoise.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Partido Socialista reuniu em congresso este fim-de-semana. O líder, José Luís Carneiro, entrou assertivo e a ameaçar uma ruptura no diálogo com o governo, lembrando mesmo a Luís Montenegro que quem semeia ventos, colhe tempestades. Isto foi na sexta-feira, porque no domingo, estava mais conciliatório, garantindo que os socialistas serão “uma oposição responsável e construtiva. Disponíveis para convergir com o Governo nas matérias essenciais ao interesse nacional”. Neste episódio, conversamos com João Pedro Henriques.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Carneiro saiu reforçado do congresso, mas não esclareceu como quer fazer oposição. Mais confronto ou mais diálogo? Análise com Rita Tavares.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os socialistas enfrentam mais um congresso, onde se discute o papel do partido no atual contexto político português. Com a liderança de José Luís Carneiro sob escrutínio, o PS enfrenta desafios internos e externos, desde a ascensão do Chega até à necessidade de se reinventar para reconquistar a confiança dos portugueses. Outrora força dominante, encontra-se agora como terceira força num parlamento tripartido, atrás do PSD e do Chega. O partido sofre de desgaste, afastamento do eleitorado e dificuldades em renovar a sua base social. Passou de um partido de quadros para um partido de funcionários, e isso afeta a sua ligação com o seu eleitorado. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O silêncio de Seguro está a deixar o país num síndroma de abstinência? E como se deve ler Cavaco Silva? O antigo presidente está a condicionar o PS ou a marcar Passos Coelho? E como vai ser o Congresso de Carneiro?See omnystudio.com/listener for privacy information.
João Azevedo é o anfitrião do Congresso do PS, em Viseu. A tão prometida "reflexão interna" começa este fim-de-semana. José Luís Carneiro é líder a prazo ou vai ganhar as próximas legislativas?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Adalberto Campos Fernandes aponta falhas na estratégia de liderança de Carneiro e defende PS mais ao centro. Miguel Relvas diz que socialistas não podem ficar colados à popularidade de Seguro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O pouco juízo dos partidos na eleição de juízes e o primeiro Congresso de José Luís Carneiro como líder do PS foram os temas à mesa da Vichyssoise.See omnystudio.com/listener for privacy information.
De Oeiras às Caldas, Isaltino anda numa "tour" gastronómica a provar petiscos. Carneiro está "encantadíssimo" com a Venezuela. Já a Pipoca mais Doce? Está só indignada, claro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
José Luís Carneiro foi eleito com 96% dos votos dos militantes socialistas, mas isso não significa que está tudo satisfeito com o caminho seguido e com o caminho proposto. O Congresso do Partido Socialista é no próximo fim de semana, em Viseu, e há quem queira mais tempo para construir o programa com que o PS deve afirmar uma alternativa à AD e ao Chega. Para tentar perceber o que se passa com o PS, conversamos com João Pedro Henriques, o decano dos jornalistas de política do Expresso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ana Gomes acusa PSD de negociar com o Chega juízes para o TC. Reitera que PS está a fazer valer "entendimento que existe há décadas". Noutro tópico, elogia a visita de José Luís Carneiro à Venezuela.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Se Luís Montenegro e André Ventura mantiverem a ideia de designarem sozinhos os nomes dos três juízes que é preciso substituir no Tribunal Constitucional, José Luís Carneiro vai romper todas as negociações com o Governo. Para melhor perceber o momento político, conversamos com dois jornalistas da equipa política do Expresso, João Pedro Henriques e Paula Caeiro Varela.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O antigo governante do PS aconselhou José Luís Carneiro a prolongar a “vidinha de pedir licença para existir”. Ascenso Simões diz que o partido não tem condições de ir a votos nos próximos anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares comenta os dias de conflito no Médio Oriente: "a guerra vai abranger o mundo inteiro, com reflexos na economia mundial e vai ser trágica para países mais pobres". Sublinha ainda as diferenças para outras guerra com "o uso da IA no planeamento e na execução das operações militares". Sobram ainda criticas duras para Paulo Rangel por causa das Lajes e não só: "Os EUA estão a utilizar a base à revelia das condições que o governo português impôs e o Governo aceita". O cronista deixa elogios à politica externa de Espanha da qual confessa sentir "inveja", lança uma questão a José Luís Carneiro e conclui o podcast a lembrar a obra de António Lobo Antunes.See omnystudio.com/listener for privacy information.