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A esta hora Palos de la Frontera se prepara para recibir al Rey Felipe VI quien acude a esta localidad onubense para celebrar el centenario del vuelo Plus Ultra. Una cita que iba a tener lugar el pasado 22 de enero pero que tuvo que ser cancelada tras el accidente ferroviario de Adamuz. El monarca vivirá durante la mañana una serie de actos los cuales vamos a detallarles en los próximos minutos.El Pdte. de la Junta de Andalucía, Juanma Moreno ha visitado nuestra provincia para la inauguración del consultorio abierto desde finales de diciembre en corrales. Allí ha querido destacar las actuaciones en materia Sanitaria que el gobierno andaluz ha llevado a cabo en la provincia en los últimos años. Desde el Partido Socialista, su secretaria general en Huelva, María Eugenia Limón ha exigido la finalización del Chare de Aracena que dicen, lleva paralizado desde el año 2019. Escuchar audio
José Luís Carneiro diz que está do lado das soluções e propôs um orçamento retificativo ao Governo. Montenegro agradece pela postura do Partido Socialista, mas diz que a medida ainda não é necessária.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O líder do Partido Socialista enviou cinco cartas a Luís Montenegro, com “propostas concretas” para as áreas da Saúde, Habitação, Defesa, Justiça e estragos causados pela tempestade. No entanto, como o primeiro-ministro não devolveu uma resposta José Luís Carneiro veio alertar que “a paciência tem limites”. Daniel Oliveira critica a “arrogância permanente” do primeiro-ministro, Francisco Mendes da Silva afirma que, com a reconstrução de parte do país, o Governo tem a oportunidade de mostrar que está a funcionar. Com os estragos causados pelas tempestades, regressou ainda o debate sobre a regionalização. Será que estaríamos melhor preparados para lidar com uma situação de calamidade? Ouça a análise no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 17 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Programa com José Luís Carneiro, secretário-geral do Partido Socialista
El director de Más de uno se ha detenido en la última entrevista realizada a la secretaria de organización del Partido Socialista, en la que ha cargado contra García-Page y Felipe González.
El director de Más de uno se ha detenido en la última entrevista realizada a la secretaria de organización del Partido Socialista, en la que ha cargado contra García-Page y Felipe González.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/mas-noticias--4412383/support.
Conheça a história por trás da eleição do Presidente Tozé. Na bolha político-mediática, o Tozé Seguro. Para o povo que o elegeu, o Seguro. Em Democracia começamos com um António, passamos para um Mário, a seguir um Jorge, depois um Aníbal, mais tarde um Marcelo e agora um António José. O melhor antídoto para o populismo divisionista do André. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Portugal elegeu António José Seguro, do Partido Socialista, como novo presidente, derrotando no segundo turno o candidato de extrema direita André Ventura por ampla margem. A vitória reforça a presença de um perfil moderado na chefia do Estado em meio ao crescimento de forças populistas na Europa. O JR 15 Minutos conversa com Carolina Pavese, professora de Relações Internacionais, para explicar as mudanças políticas e os possíveis efeitos para brasileiros residentes ou interessados em se mudar para o país.
El director de Más de uno ha destacado la falta de autocrítica del Partido Socialista ante su bajada en las votaciones y las encuestas y la contraria subida de la ultraderecha.
El director de Más de uno ha destacado la falta de autocrítica del Partido Socialista ante su bajada en las votaciones y las encuestas y la contraria subida de la ultraderecha.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/mas-noticias--4412383/support.
*) Este episódio do Podcast 15 Minutos analisa ss eleições presidenciais em Portugal, que terminaram com vitória de Antônio José Seguro, candidato historicamente ligado ao Partido Socialista, que derrotou André Ventura, líder do partido Chega, no segundo turno.
António José Seguro foi eleito Presidente da República com 66,8% dos votos, derrotando André Ventura (33,1%) e alcançando a maior votação presidencial em 50 anos de democracia. No rescaldo, o politólogo Pedro Magalhães sublinha que o resultado combina mobilização do eleitorado socialista, voto útil e procura de moderação num contexto de polarização. E desvaloriza o impacto da margem no exercício do cargo: “ganhar por um voto ou por milhões não vai fazer assim tanta diferença”. António José Seguro foi eleito Presidente da República com 66,8% dos votos, derrotando André Ventura, que ficou pelos 33,1%. O antigo líder socialista mais do que duplicou a votação da primeira volta e torna-se, segundo os resultados oficiais, o presidente mais votado em 50 anos de democracia. No discurso de vitória, António José Seguro prometeu um mandato “independente, exigente e ético”, garantindo que em Belém “os interesses ficam à porta”. Ventura reconheceu a derrota, mas reclamou de imediato “a liderança da direita”. Para interpretar o significado político desta segunda volta, falámos com Pedro Magalhães, politólogo e investigador especializado em eleições e comportamento eleitoral, conhecido pela leitura rigorosa de sondagens e tendências políticas em Portugal. A pergunta central, admite, continua por responder com exactidão: o voto foi a favor de Seguro ou contra Ventura? “É difícil dizer isso sem ter mais informação para além daquela que nos dá dos próprios resultados”, começa por sublinhar. Mas, diz, é provável que tenham acontecido as duas coisas ao mesmo tempo: “Teremos certamente as duas coisas a acontecer ao mesmo tempo”. Um voto “convicto” e um voto “útil” Pedro Magalhães aponta, desde logo, o comportamento do eleitorado socialista. “O voto em Seguro na primeira volta é um voto em grande medida em que se vê, por exemplo, que o Partido Socialista o seguiu de forma muito próxima”, afirma. “A grande esmagadora maioria votou em Seguro.” Mas há também outro movimento: um voto estratégico, que se tornou decisivo na segunda volta. “Naturalmente que houve em Seguro voto estratégico ou, como nós dizemos mais, como voto útil”, explica. E dá exemplos claros: “Vemos pessoas que votaram em candidatos como Marques Mendes, em candidatos como Gouveia e Melo e até Cotrim de Figueiredo em menor grau a deslocarem-se para Seguro.” Por isso, conclui: “Obviamente que é um voto de rejeição de Ventura.” Ao mesmo tempo, o politólogo sublinha que Seguro beneficiou do perfil, por vezes criticado como aborrecido, mas agora valorizado. “Há ali, na personagem política Seguro, na sua moderação, na sua ponderação, um candidato que até muitas vezes os comentadores políticos dizem que é um candidato aborrecido.” E acrescenta: “Há aí qualquer coisa que no actual contexto joga bem para muita gente.” A moderação como argumento eleitoral A polarização crescente do debate político ajuda a explicar o resultado, defende Pedro Magalhães. “Num contexto em que a política portuguesa se polarizou muito, em que há muitas posições extremas, em que a conflitualidade e até a linguagem, o discurso político se radicalizou muito”, diz, “esta figura de moderação” tornou-se um activo. António José Seguro, nota, tentou enquadrar a eleição como um confronto moral e político: “uma luta, um combate entre a moderação e o extremismo.” E, para um cargo como a Presidência, essa narrativa encaixa no imaginário institucional: “A expectativa não é de alguém que vai governar, mas sim de alguém que vai ter um papel de árbitro, um papel moderador, um papel facilitador e também de fiscalização.” A vitória esmagadora muda Belém? “Daqui a duas semanas já ninguém se lembra” A margem de vitória foi histórica. Mas, na leitura do politólogo, o efeito prático pode ser quase nulo. “A questão da legitimidade é uma questão que daqui duas semanas já ninguém se lembra”, afirma, sem rodeios. “Ganhar por um voto ou ganhar por milhões de votos tem o seu significado (…) mas do ponto de vista do cargo e do desempenho do cargo não faz assim tanta diferença.” António José Seguro pode usar o número como símbolo, admite, mas não como arma: “Do ponto de vista do exercício dos seus poderes e da sua função não vai fazer qualquer diferença.” E rejeita a ideia de um Presidente activo contra o governo: “Não há activismo contra o governo, não há nada disso.” O que espera, pelo contrário, é um primeiro mandato típico: “Procura de consenso, mais moderação.” Há, porém, um factor que pesa sempre: a reeleição. “Todos os presidentes gostam de cumprir um segundo mandato”, lembra. E por isso tendem a ajustar-se ao que a sociedade espera. “O segundo mandato depois é outra conversa porque aí estão livres.” Ventura perde a eleição, mas tenta vencer a narrativa André Ventura saiu derrotado, mas procurou rapidamente converter a derrota numa declaração de força: diz-se líder da direita. Pedro Magalhães recusa aceitar isso como facto consumado. “Ele pode reclamar a liderança da direita. Outra coisa é se a tem”, diz. “Não é evidente que a tenha.” O politólogo defende que a transformação do sistema partidário é real, mas não significa que o partido de extrema-direita Chega substituiu automaticamente o centro-direita. “É muito evidente que o sistema partidário português mudou e que o papel do Chega é incontornável”, afirma. E resume a nova geometria: “Passamos (…) para um sistema que tem claramente três grandes partidos.” Ainda assim, alerta para a confusão frequente entre blocos. “Temos três grandes blocos e, portanto, há a direita radical e há o centro-direito: não são a mesma coisa". Lembra que eleições presidenciais não são legislativas: “Isto não é uma eleição legislativa.” Por isso, o resultado pode iludir. “Nós sabemos, por exemplo, que para algumas pessoas que votaram na AD e que votaram em Cotrim de Figueiredo votaram em Ventura”, diz. Mas acrescenta o essencial: “Não é evidente que essas pessoas em legislativas votem no Chega.” A conclusão é quase um aviso: “Nós não podemos confundir isso com os factos.” E as legislativas? “A mudança estrutural já ocorreu” Questionado sobre se este resultado pode reconfigurar o sistema, Pedro Magalhães responde com prudência. “Eu não vejo esta eleição como trazendo óbvias mudanças naquilo que era o panorama que já se instalou”, afirma. E volta à mesma ideia: “A mudança estrutural já ocorreu.” Essa mudança tem nome: “o surgimento do Chega”, mas também “o novo protagonismo” de partidos como a Iniciativa Liberal e o Livre. O que vem a seguir dependerá menos de uma eleição presidencial e mais do que sempre decide eleições: “economia, problemas de corrupção”, enumera. “Esse tipo de situações que provocam flutuações no voto.” Três anos sem eleições? “Não é nada evidente” A vitória de Seguro pode abrir um ciclo mais estável? Pedro Magalhães não aposta nisso. “Em primeiro lugar, não é nada evidente que vá haver 3 anos e meio sem eleições”, afirma. E acrescenta, num tom pessoal: “Eu pessoalmente gostaria muito que fosse assim, porque trabalho nesta área (…) estamos todos muito cansados de tantas eleições seguidas.” Mas o problema é estrutural: “A outra mudança estrutural não foi só do sistema partidário, foi também da governabilidade.” A fragmentação do Parlamento tornou os governos mais dependentes de negociações permanentes: “O apoio aos governos mais dependente de factores muito mais circunstanciais.” E, apesar de o governo estar numa posição “pivotal”, a estabilidade não está garantida. A polarização complica tudo: “O Chega percebeu que se for trazendo temas que não faziam parte do nosso debate político, como imigração, por exemplo (…) esses temas polarizam muitas pessoas, tornam as negociações muito mais complicadas.” Mesmo que haja tempo político, Pedro Magalhães duvida que ele seja usado para reformas estruturais. “Os políticos e também já agora os cidadãos têm horizontes de muito curto prazo”, afirma. “Os políticos estão sempre obcecados com o que é que podem dar às pessoas no imediato.” E deixa uma frase que, por si só, resume o impasse: “Quando os políticos pedem sacrifícios para objectivos de longo prazo, ninguém acredita.” O diagnóstico final é sombrio e familiar: “Estamos presos nesta lógica de curto prazo.” E essa lógica, conclui, “não é nada favorável a consenso e a reformas”.
O secretário-geral do Partido Socialista caracteriza a vitória de António José Seguro como a vitória "da esperança, das liberdades e dos direitos e garantias de todos os cidadãos". See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os portugueses foram às urnas neste domingo para o segundo turno das eleições presidenciais. Pesquisa de boca de urna e o percentual de votos apurados até as 8 horas da noite deste domingo, no horário local, davam como certa a vitória de Antonio José Seguro, do Partido Socialista, sobre André Ventura, do partido de extrema-direita Chega.
2ª vuelta de las presidenciales que se disputan Antonio José Seguro, ex Secretario general del Partido Socialista, y el líder de la ultraderecha de Chega, André Ventura. El favorito es Seguro, que se ha beneficiado de la fragmentación del voto del centroderecha y de sus años fuera de la primera línea de la política lusa.Hablamos de Irán y su reunión con EEUU en Omán. También de un atentado suicida acaecido en Islamabad, la capital de Pakistán. Escucharemos cómo los ataques de Rusia dejan sin calefacción ni electricidad a los ucranianos, tanto ciudadanos como empresas, y cómo se las apañan en plena ola de frío. Estaremos en EEUU por un polémico vídeo que ha publicado Donald Trump en su red social contra los Obama, también en Francia y Bruselas, y escucharemos un reportaje sobre la soja y su importancia hoy para muchos países.Escuchar audio
Na segunda volta das presidenciais, António José Seguro e André Ventura enfrentam-se num país polarizado. Fora de Portugal, a primeira volta ficou marcada por cerca de 95% de abstenção, consequência do voto presencial. O candidato do partido de extrema-direita, Chega, foi o mais votado entre os poucos que participaram, mas com apenas 29 mil votos. O historiador Victor Pereira relativiza o resultado e alerta para a normalização de ideias extremistas no debate público. A segunda volta das eleições presidenciais portuguesas coloca frente a frente António José Seguro, apoiado pelo Partido Socialista, e André Ventura, líder do Chega, partido de extrema-direita, num contexto de polarização. Fora de Portugal, a primeira volta ficou marcada por uma participação baixa, cerca de 95% de abstenção, devido ao voto ser presencial. Entre os poucos que votaram, André Ventura ficou em primeiro, um resultado muito comentado, mas pouco representativo do conjunto da diáspora. Para compreender melhor o que esta segunda volta revela sobre o país e sobre a vida fora dele, entrevistámos o historiador Victor Pereira, especialista na emigração portuguesa e na história social contemporânea. Para o investigador, a campanha ficou marcada por acontecimentos recentes e pela forma como os candidatos encenaram o seu papel. “A segunda volta está muito marcada pela tempestade”, afirma, referindo-se ao impacto sentido “sobretudo na região Leiria”. Segundo Victor Pereira, foi sobretudo nesse contexto que se evidenciaram “dois tipos de temperamento, dois tipos de presidentes diferentes”. De um lado, descreve André Ventura como alguém que “foi muito rapidamente a Leiria e colocou-se um pouco num palco a entregar água”, apresentando-se como “um presidente muito interventivo e que faz ele próprio”. Do outro, aponta António José Seguro como alguém “numa postura mais tradicional”, “a pedir e a incentivar o governo, as sociedades a trabalhar”, o que, na leitura do historiador, expôs “duas formas de pensar o papel do Presidente da República em Portugal”. A segunda volta, diz, acabou por girar em torno dessa diferença. “Um mais interventivo e outro mais de árbitro e de controlar a actividade do governo”, resume. E acrescenta que, no caso de André Ventura, se notou “querer mais uma vez modificar as estruturas do estado português e a forma como se faz política”, apontando para uma ambição de ruptura com o que se consolidou “mais ou menos desde os anos 80 em Portugal”. No que toca à diáspora, Visto Pereira rejeita a ideia de uma viragem esmagadora da emigração para a extrema-direita. Dizer que o Chega conquistou os eleitores emigrantes, é usar “uma palavra muito forte”, sublinha. E insiste na escala real do resultado: “Acho que é sempre bom relembrar que o André Ventura obteve 29.000 votos.” Para o historiador, o número é reduzido não só tendo em conta os inscritos, mas também perante o universo total de portugueses no estrangeiro: “É muito pouco comparado com 1.700.000 inscritos e é muito pouco comparado com o universo do português tá lá fora.” Victor Pereira explica que o efeito político do resultado não está na dimensão, mas na leitura pública que se impôs. “O que o Ventura conseguiu, é mais ou menos um assalto, conseguiu de facto chegar em primeiro lugar”, afirma. E recorda que o próprio líder do Chega repetiu, sem ser contrariado, a ideia de ter vencido no estrangeiro: “Ele tinha sido eleito, tinha chegado em frente na diáspora, o que é verdade.” No entanto, sublinha: “Chegar à frente com 29.000 votos é 1,65% dos inscritos. É muito pouco.” O historiador nota ainda que este resultado foi interpretado, em Portugal, de forma distorcida. “Muitas pessoas dizerem que a emigração tinha voltado maioritariamente para André Ventura”, refere, considerando que isso é “em parte verdade, mas em grande parte falso”. A razão é simples: “O partido dos imigrantes é abstenção e de longe.” Questionado sobre se esta segunda volta pode representar um ponto de viragem democrático, Victor Pereira diz que “ainda é muito cedo para o dizer”, mas reconhece que há sinais relevantes. Um deles é a normalização de ideias extremistas no debate público. “No debate presidencial o André Ventura falou-se obviamente da emigração”, recorda, e “falou mais ou menos da grande substituição”, descrevendo-a como “essa ideia que existe em França, que há um complô para substituir a população europeia”. Para o historiador, o que mais impressiona é que “ele disse isso” e que “ninguém não corrigiu”, quando se trata de um conceito que “há 15 anos apenas a neonazis diziam de forma escondida”. Victor Pereira considera que este é um dos principais efeitos do Chega: “Ele conseguiu impor ideias” que antes estavam confinadas em sectores marginais e que, agora, “passam no debate sem chocar ninguém”. E sublinha a rapidez com que isso aconteceu em Portugal: “Foi preciso várias décadas em França, por exemplo, meia dúzia de anos, e aqui André Ventura conseguiu impor ideias, em sete anos". Quanto às razões da ascensão do partido, Victor Pereira sugere que a pergunta pode ser invertida. “Podemos mudar a pergunta e perguntar por que é que isso aconteceu tão tarde em Portugal”, afirma, lembrando que durante décadas o país foi “quase o último país a conhecer uma extrema direita forte”. Mas, diz, “Portugal de facto agora já não é uma excepção”, e está “sintonizado com França, com Espanha, com Itália, com Hungria”. Ao mesmo tempo, aponta para factores internos: “A taxa de abstenção é mais ou menos 40%”, e “sempre houve uma parte significativa da população portuguesa que não vota”, porque “não encontrava candidatos” ou porque “achavam que o voto deles não fazia diferença”. Finalmente, ao falar do 25 de Abril e do medo que hoje atravessa o debate político português, Victor Pereira aponta um contraste importante. “Poucas pessoas idosas votam nesta extrema direita”, afirma. Ao contrário do que sucede noutros países, em Portugal “as pessoas mais idosas não votam no Chega”, porque muitas “sabem muito bem que Portugal não está pior e está bem melhor”. Para o historiador, o que está em causa é também uma falha de transmissão histórica: “Parece que dentro das famílias não houve uma transmissão do que é e do que foi Portugal”, nem sequer do medo diário que se sentia durante o Estado Novo, “ter medo de falar num café”, ou da pobreza e desigualdade de décadas passadas. Sem essa memória, conclui, torna-se mais fácil aceitar “um discurso irreal sobre um país que nunca existiu”.
El Partido Popular y el Partido Socialista miran con cierto temor al gran ascenso de Vox en la mayor parte de las regiones y, ahora, en Aragón donde se espera que la formación de Santiago Abascal consiga alcanzar hasta 18 escaños, tan solo 6 por debajo del PSOE. Ana Martín, corresponsal política de El Debate; José Miguel Silva, director de Análisis y Estudios en Target Point; y Natalia Cristóbal, redactora encargada de seguir la información de Vox, analizan las claves de esta subida y el escenario en Aragón.See omnystudio.com/listener for privacy information.
El Informativo 24 Horas de RNE recibe al Portavoz del PSOE en el Senado, Juan Espadas, para tratar la comparecencia del ministro de Transportes, Óscar Puente, sobre los accidentes de Adamuz y Gelida. "Esto no nos va a hacer temblar ni cambiar ni al Partido Socialista ni al Gobierno. Hemos hecho el trabajo que creemos que hay que hacer y que merecen los españoles y las víctimas", afirma Espadas, que también ha respondido ante las críticas del PP pidiendo la dimisión del ministro. "Los partidos pueden hacer la crítica política que quieran, pero la cuestión son las formas [...] Cuando se tenga el esclarecimiento definitivo y la culminación de la investigación, será el momento de que cada partido, cada persona, pida lo que crea".Desde el PSOE admiten el mal estado de Rodalies, pero lo achacan al PP. "Es evidente que hay que invertir más, y hay un plan de trabajo y unos objetivos definidos, pero durante muchos años no se ha invertido y de ser así no hubiéramos llegado a estas circunstancias". El portavoz lamentaba la imagen ofrecida del Senado durante esta jornada. "La credibilidad de la política se demuestra en días como hoy [...] El Partido Popular demuestra que sencillamente lo que quiere trasladar y proyectar a la opinión pública es el deterioro de la confianza en una institución como el Senado, en la que ya no existe el respeto institucional, no existe el guardar unas formas y una cortesía para que lo importante sea de lo que se habla y no las barbaridades que se dicen". Escuchar audio
Buenos días. Mientras termina de tomar forma el nuevo gabinete y los equipos que asumirán en marzo junto al Presidente electo José Antonio Kast ya calientan motores, el actual oficialismo que pasará a ser oposición en unos 50 días más, no logra dar con una conformación ni discurso único. La derrota les ha pegado fuerte y las diferencias quedaron en evidencia tras el fallo del caso Gatica. Todo esto se verá reflejado hoy y el resto del fin de semana. En esta jornada se reunirán el Partido Socialista, el PPD más el Partido Liberal, la Democracia Cristiana, el Partido Radical y el FRVS. En la instancia analizarán el actual escenario y proyectarán qué tipo de oposición serán. A la cita no fueron invitados ni el Partido Comunista ni el Frente Amplio. Precisamente el FA el sábado tendrá su Comité Central, donde deberán enfrentar las heridas que les dejó el triunfo de la derecha. De este modo, cada vez se aleja más el llamado a la unidad del progresismo que en reiteradas ocasiones ha hecho el Presidente Boric.
André Ventura, “animal de televisão”, vai fazer o seu espetáculo no debate frente a António José Seguro e o guião é previsível. O candidato apoiado pelo Partido Socialista devia aceitar mais debates?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Andrés Couble, secretario general del Frente Amplio, se refirió a la exclusión del PC y al FA en el cónclave de coordinación que convocó el Partido Socialista, donde sí fue invitado el Socialismo Democrático y la DC.
Paulina Vodanovic, senadora y presidenta del Partido Socialista, abordó el desarrollo de la campaña presidencial de cara a la segunda vuelta por parte de Jeannette Jara.
Camilo Escalona, secretario general del Partido Socialista, analizó en Canal 24 Horas el escenario de la futura oposición en el gobierno de José Antonio Kast.
Às 21h15, com 2981 das 3259 freguesias apuradas, Bernardo Ferrão e Ricardo Costa fazem a análise aos resultados da primeira volta e comentam as primeiras declarações de José Luís Carneiro, secretário-geral do Partido Socialista, sobre a vitória de António José Seguro. Para entender tudo o que está a acontecer nesta noite da primeira volta das eleições presidenciais, acompanhe em direto o Expresso, a SIC e a SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
En este segundo capítulo de República Vigilante, Felipe Herrera y Christian Jorquera analizan una semana de intensos contrastes políticos y judiciales en Chile.Editorial: La polémica absolución de Claudio Crespo en el caso de Gustavo Gatica. Analizamos el impacto de la aplicación retroactiva de la Ley Naín-Retamal y las consecuencias políticas que han llevado al Partido Socialista a suspender su participación en la coalición oficialista.Datos Duros: Revisamos los resultados de la encuesta CASEN 2024, que arroja una disminución de la pobreza por ingresos al 17,3% (una baja de 3,2 puntos respecto a la medición anterior) y un índice de Gini de 0,46, contrastando estos logros con la persistente pobreza en la niñez, que ronda el 22-25%.+ El primer traspié diplomático de José Antonio Kast con el corredor humanitario en Perú, la salida de Johannes Kaiser del futuro gabinete y el análisis del "legado" del gobierno de Gabriel Boric.Análisis "En Común": Discutimos el vuelco en el caso de Julia Chuñil y la crisis de confianza en las instituciones judiciales, además del colapso económico y social en Irán.Entrevista Central: Conversamos en profundidad con la diputada Ana María Gazmuri (Acción Humanista). En una charla honesta y crítica, la parlamentaria aborda los "renuncios" del actual gobierno, la fallida protección a los usuarios de cannabis medicinal a pesar de la Ley 21.575, y la grave crisis del sistema de protección de la infancia (Mejor Niñez). Finalmente, en nuestra sección "Caminando por el desierto", reflexionamos sobre el rol que debe asumir la izquierda ante el avance de la ultraderecha: ¿Resistencia, autocrítica o reconstrucción desde el territorio? Un podcast de El Ideálogo. Suscríbete en informechile.cl y síguenos en redes sociales como @InformeChile.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/informe-chile--4167430/support.
En Columnistas de Mesa Central, Iván Valenzuela conversa con Ximena Jara y Hernán Larraín sobre el quiebre en el oficialismo y la decisión del Partido Socialista de congelar su participación en la coalición de gobierno.
Buenos días. Tras la sentencia que absolvió al exoficial Claudio Crespo se sucedieron una serie de declaraciones que muestran cómo el tema tensiona a la izquierda. Veamos: el Presidente Boric “renegó” de la Ley Nain-Retamal (que habría pesado en el veredicto del tribunal); la presidenta del Frente Amplio pidió que el gobierno hiciera una autocrítica; parlamentarios de ese partido cuestionaron a quienes apoyaron la aprobación de esa ley, el Partido Comunista apuntó también al Ejecutivo y dijo que la responsabilidad de este es “ineludible”. Ante esta suerte de rebelión, el Partido Socialista juró lealtad al gobierno, advirtió que no aceptará “ataques arteros” de partidos aliados y “congeló” su participación en reuniones y en comités políticos ampliados. Es decir, el peor escenario para el oficialismo a menos de dos meses de entregar el poder, si es que la idea era seguir como una gran fuerza de oposición luego del 11 de marzo. O, en definitiva, es un reordenamiento de las izquierdas ante el nuevo escenario frente a La Moneda liderada por la derecha.
En medio del quiebre entre los partidos oficialistas, el senador José Miguel Insulza (PS) sostuvo que el Frente Amplio siempre ha buscado reemplazar al Partido Socialista, razón por la que no ha habido diálogo entre ambas colectividades. Aunque no lo atribuye a Gabriel Boric, el senador dijo a Cooperativa que, entre los miembros de su partido, dicho "afán se expresa en mil maneras", delatando "desconfianza y deslealtad". Conduce Rodrigo Vergara.
Una nueva clase de historia con el "Profesor" Gonzalo Peralta, sobre quiebres emblemáticos en alianzas de gobierno, a propósito de que el Partido Socialista suspendió su participación en la coalición oficialista.
Sobre la decisión del Partido Socialista de suspender su participación en la alianza de Gobierno, luego de críticas por el veredicto en el caso Gatica, y el viaje del canciller de Bolivia a nuestro país, Ramón Ulloa conversó con nuestro columnista Ascanio Cavallo, en una nueva edición de Conexión Tele13.
La senadora Paulina Vodanovic, presidenta del Partido Socialista, afirmó que la negativa de Perú para establecer un corredor humanitario desde Chile que permita a ciudadanos venezolanos volver por tierra a su país demuestra que "las soluciones mágicas no existen" y que "la política internacional se debe hacer seriamente". Conduce Cecilia Rovaretti.
Pablo Tallón entrevista a Javi López, vicepresidente del Parlamento Europeo y miembro del Partido Socialista, a raíz de la captura de Nicolás Maduro por parte de Estados Unidos.
La timonel del Partido Socialista, Paulina Vodanovic, expresó en el Primer Café que ve con preocupación cómo el Partido Nacional Libertario (PNL), fundado por el excandidato presidencial Johannes Kaiser, "torea un poquito por la prensa al Presidente electo (José Antonio Kast)". Conduce Cecilia Rovaretti.
El presentador de Mas de uno ha destacado la desorientacion del exsecretario de Organizacion del Partido Socialista, el cual aseguro en su defensa que toda la trama es un complot urdido contra su figura.
El presentador de Mas de uno ha realizado un repaso de los candidatos del Partido Socialista en los comicios autonomicos que se aproximan, a los que pocas encuestas les vaticinan buenos resultados.
La ministra de Sanidad, Mónica García, ha reclamado al Partido Socialista que “recoja su casa” ante los casos de presunto acoso sexual y corrupción y que “salga del shock” para poder seguir gobernando y transformando el país. En una entrevista en 24 horas de RNE, García ha subrayado que Sumar permanece en el Ejecutivo “para gobernar y para transformar”, y ha insistido en que la presión de su formación pasa por exigir avances concretos en políticas como la vivienda o la prestación por hijo a cargo: “Ese es el sentido que le da que nosotros estemos en el Gobierno de España”.Preguntada por una posible crisis de gobierno, la ministra ha evitado pronunciarse sobre cambios en el Consejo de Ministros y ha puesto el foco en la acción política: “Lo que tiene que haber es un gobierno que empuje las medidas de transformación de la vida de la gente, que sea valiente y ambicioso”. García ha defendido logros como la reforma laboral, la subida del salario mínimo o las medidas contra los abusos en el alquiler, y ha reiterado que Sumar seguirá exigiendo al PSOE “las mejores medidas progresistas” y unos presupuestos ambiciosos.En clave sanitaria, García ha calificado de “sintomática” su reprobación en el Senado por parte del PP, aprobada el mismo día en que se alcanzó un preacuerdo sobre el nuevo Estatuto Marco. “Casi lo considero un aval”, ha afirmado, defendiendo un texto que “no se tocaba desde hace 22 años” y que mejora las condiciones laborales de los profesionales. La ministra ha destacado avances como la eliminación de las guardias de 24 horas o el reconocimiento de los sanitarios como autoridad pública, y ha rechazado un estatuto exclusivo para médicos, apostando por un marco común con capítulos específicos: “Voy a seguir peleando por mejorar las condiciones de unos profesionales que están cansados y sobrepasados”.Escuchar audio
La tensión persiste entre Venezuela y Estados Unidos; Donald Trump amenaza ataques terrestres por narcotráfico. María Corina Machado se dispone a negociar una transición, criticando al Gobierno español por su falta de apoyo. En España, el Partido Socialista enfrenta escándalos de acoso, con dimisiones en Belalcázar y Galicia. La UCO investiga Hacienda, Transición Ecológica y Correos por corrupción (Leyre 10, Anchón Alonso, Vicente Fernández), mientras el gobierno colabora. Un estudio indica que los españoles son productivos 5 horas y 6 minutos al día, con distracciones. España lidera la pérdida de productividad en la OCDE. Expertos sugieren cambiar el modelo económico hacia la tecnología y el valor añadido, impulsando la motivación con objetivos y refuerzo social. En Villegas, Burgos, Carmina Villayzán descubre 200 fotografías de los años 50 y 60, un patrimonio rural para una exposición. Se revisa "Escrito en el cielo" de William A. Wellman (50 aniversario), film pionero en ...
La UCO investiga a ministerios y Correos por contratos presuntamente amañados, con tres detenidos declarando hoy y un ex-miembro del PSOE suspendido. Esto profundiza la crisis del Partido Socialista y genera dudas sobre el fin de la legislatura. La huelga de médicos en España finaliza con la demanda de un estatuto propio y la reanudación de la carrera profesional en Castilla-La Mancha. El menú del día en España sube a 14,20 euros de media, un 1,5% más, sin cubrir los costes reales de la hostelería debido a la intensa competencia. La Catedral de Valencia exhibe el Santo Cáliz, que expertos defienden como auténtico de la Última Cena, y el Año Jubilar impulsa su visibilidad. La tecnología reduce el deterioro cognitivo en mayores de 50 años; el uso activo de dispositivos electrónicos y nuevas habilidades cerebrales, junto al ejercicio y descanso, son clave para prevenir la demencia.
Inés Rey, alcaldesa de A Coruña y miembro de la Ejecutiva Federal del PSOE, habla en Hoy por Hoy sobre los casos de acoso sexual que se están dando en el Partido Socialista. Rey señala que la ciudadanía "espera una respuesta del partido que es el partido del feminismo", alaba el papel de la secretaria de Organización, Rebeca Torró, por dar explicaciones, pero apunta que "igual el problema está en el protocolo antiacoso" y recuerda que "este tipo de comportamientos no tiene cabida en el partido".
El año se despide con un aluvión de malas noticias para el Gobierno. Un suma y sigue que agujerea la coraza de resistencia de Sánchez, con nombres como Ábalos y Koldo, Cerdán, Antxon Alonso, Leire Diez y Vicente Fernández. Lo que finalmente ponga fin a la legislatura al colmar el vaso de la paciencia de buena parte de la sociedad española, especialmente de las mujeres y de las feministas. El machismo dentro del Partido Socialista puede ser el talón de Aquiles de Pedro Sánchez.
La UCO investiga tramas de corrupción ligadas al Partido Socialista y al Gobierno. Entra en los Ministerios de Hacienda y Transición Ecológica, y en Correos, por amaños de contratos públicos. Permanecen detenidos Leire Díez, Antxón Alonso y Vicente Fernández, expresidente de la SEPI. Fernández, antes mano derecha de María Jesús Montero, ahora es distanciado por ella. La investigación se centra en mediaciones para obtener tratos de favor y comisiones en licitaciones. Cofibakasa, empresa de la SEPI, también es objeto de requerimiento. El caso de los hidrocarburos revela la presunta entrega de hasta un millón de euros para comprar voluntades, con un chalet para Ábalos y pagos a Koldo y Aldama. Una jueza indaga blanqueo en el rescate de Plus Ultra, ordenando la detención de su presidente y CEO. En economía, los precios suben: el turrón un 16%, la carne un 50%, la leche un 60% y los huevos un 70% en tres años. La inflación en Madrid alcanza el 3,7% en noviembre, impactando vivienda y ...
Pedro Sánchez recibe fuertes críticas por la inacción del Partido Socialista ante denuncias de acoso y abusos de figuras como Ávalos y Salazar, evidenciando una pérdida de miedo a su liderazgo. Susana Díaz lamenta la tardanza en tomar medidas y el PP denuncia encubrimiento. Antonio Hernández es destituido. En Londres, Zelenski se reúne con líderes europeos para buscar apoyo frente a la propuesta de paz de Trump, que implicaría ceder territorio a Rusia. Rusia continúa con ataques aéreos en Ucrania, causando víctimas y daños. Cuatro personas mueren en Tenerife por un golpe de mar al ignorar advertencias. Álava y Málaga registran terremotos sin daños. La operación retorno del puente genera congestiones de tráfico. El libro "El final de la clase media" advierte que los jóvenes viven peor que sus padres por vivienda cara, sueldos bajos e impuestos. La hostelería valenciana se recupera lentamente de la DANA, con iniciativas solidarias. Las falsificaciones, un 7% de las importaciones de la ...
El escritor y periodista madrileño Alfonso Ucía fallece a los 77 años de edad, dejando un extenso legado. Un terremoto de 4.8 grados sacude varias provincias andaluzas, con epicentro en Fuengirola, y activa la preemergencia del plan de riesgo sísmico. En el ámbito político, la Moncloa gestiona la indignación dentro del Partido Socialista por la falta de medidas ante denuncias de acoso sexual contra el ex alto cargo Paco Salazar, mientras el PSOE de Málaga suspende de militancia a Antonio Navarro por una acusación similar, tras hacerse pública. En el ámbito deportivo, el Fútbol Club Barcelona renueva el contrato de Eric García hasta 2031, y en Fórmula 1, Lando Norris lidera la primera sesión de entrenamientos en Abu Dabi. El programa destaca la importancia del vínculo entre hermanos, con emotivos testimonios de Rocío, hermana de Alberto Herrera, y Juancho Conejo, quien comparte su relación con su hermano Leiva. Se informa del primer brote de peste porcina en Madrid, que está bajo ...
Este viernes da inicio el Puente de la Inmaculada, comenzando las preparaciones navideñas y anticipando tráfico intenso, con consejos para conducir y decorar con seguridad.En política, continúan las exigencias de responsabilidad por casos de corrupción. En Extremadura, el Partido Socialista presenta a Miguel Gallardo, candidato imputado por nepotismo y malversación, relacionado con el hermano de Pedro Sánchez. Se investigan denuncias de acoso sexual en el PSOE de Torremolinos contra Antonio Navarro, y se critica la inacción del partido. Se subraya el voto como única herramienta de rendición de cuentas.Radiotelevisión Española no participa en Eurovisión el próximo año, interrumpiendo una tradición de sesenta años. La decisión, ligada a criterios éticos y políticos, genera debate sobre el coste para RTVE y la consolidación del Benidorm Fest.Económicamente, las ejecuciones hipotecarias sobre viviendas habituales crecen un 19,7% en el tercer trimestre, evidenciando dificultades ...
Miles de personas se manifiestan en Madrid para exigir elecciones tras el ingreso en prisión de José Luis Ábalos y Koldo García, y la paralización legislativa. La presidenta de la Comunidad de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, y el líder del Partido Popular, Alberto Núñez Feijóo, encabezan la protesta, sugieren que el presidente del Gobierno terminará en la cárcel y hablan de una "mafia sanchista". Pedro Sánchez se reúne con la ejecutiva del Partido Socialista y UGT. En Barcelona, aumenta la preocupación por los casos de peste porcina africana en la Sierra de Albarracín, lo que lleva a la Generalitat a solicitar la intervención de la UME. Se confirman ocho casos. Donald Trump confirma una conversación telefónica con Nicolás Maduro, con conclusiones ambiguas, y comenta sobre el cierre del espacio aéreo venezolano por parte de Estados Unidos, negando un ataque inminente. El secretario de defensa, Pete Hested, está bajo escrutinio por una supuesta orden de matar ocupantes de una lancha de ...
José Luis Ábalos y Koldo García han pasado su primera noche en la cárcel, después de que el Supremo ordenara su ingreso por riesgo extremo de fuga. Prisión preventiva y sin fianza para el hombre que fue prácticamente todo en el Partido Socialista. Todavía de la crónica judicial está la causa que investiga a Begoña Gómez, en la que hoy declaran seis testigos. Todos ellos, cargos de la Universidad Complutense. Y, en Valencia, Juanfran Pérez Llorca será el nuevo president tras asumir el discurso de la ultraderecha, como las críticas a la inmigración o al pacto verde europeo.
COPE informa que el último informe de la UCO sobre el Partido Socialista centra la sesión de control al gobierno en el Congreso. Feijóo acusa a Pedro Sánchez de convertir España en una cloaca y le reprocha la moción de censura de 2018. Sánchez se defiende con tolerancia cero y menciona el escándalo de Almería. Jorge Azcón, presidente de Aragón, subraya que los informes de la UCO describen hechos, no tipifican delitos. El PP valenciano ultima negociaciones con Vox. En deportes, la selección española de fútbol sella su billete para el Mundial, empatando 2-2 con Turquía y sumando 31 partidos invicta. La UEFA permite al Barcelona jugar los partidos restantes de Champions League en el Camp Nou. En Madrid, 4 grados en el centro, cielos despejados y tráfico complicado en varias vías. COPE Zaragoza destaca la calidez de su gente. El programa aborda las "cosas raras" que la gente guarda en casa o que quieren tirar. Se comenta sobre un puzzle de 2x2 metros, un petate de la mili y colecciones de ...
Ana Botella, quien tambien fue diputada del PSOE y delgada del Gobierno en la Comunidad Valenciana, ha publicado un articulo donde denuncia la realidad dificil para las mujeres en el aparato del Partido Socialista.
El juicio contra el Fiscal General del Estado se reanuda hoy en el Tribunal Supremo, centrado en la supuesta eliminación de datos de su teléfono. Este caso se entrelaza con el de "la fontanera de Ferraz", Leire Diez, de quien el Fiscal Stampa posee una grabación de tres horas, donde ella presuntamente intenta sobornarlo y manipular la defensa judicial en nombre del Partido Socialista. La Asociación de Fiscales califica de inaceptable la intervención del gobierno en asuntos judiciales. Mañana se esperan testimonios de la UCO sobre los datos eliminados. Otras noticias incluyen el crecimiento del ingreso español, la mitad del promedio de la OCDE, y la venta del Atlético de Madrid a Apollo Sport Capital. La tertulia debate estas tensiones judiciales y políticas, la figura del Fiscal General, las "cloacas del Estado" y las negociaciones del PP y Vox para el gobierno valenciano.
Actualidad política con Lola Ranera, portavoz del PSOE en el ayuntamiento de Zaragoza.