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Uma ouvinte está a perder a admiração pelo namorado porque ele deixou de ter amigos e hobbies individuais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Eanes foi o primeiro dos nossos Presidentes eleitos e, 50 anos depois, continua a ser o que tem melhor imagem. Como explicar a eleição do jovem general de 41 anos? E que papel teve ele na democracia?See omnystudio.com/listener for privacy information.
50 anos depois Eanes continua a ser o nosso presidente com melhor imagem entre a população. Mas como se pode explicar a eleição do jovem general de 41 anos? E que papel teve ele na democracia?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Copa de 2026 carrega uma coincidência geográfica que ninguém na Fifa planejou e que, ainda assim, diz muito sobre o momento da América do Norte. O torneio está sendo disputado exatamente sobre o mapa do único tratado comercial que costura Estados Unidos, México e Canadá, o acordo que substituiu o antigo Nafta, e acontece justamente quando esse arranjo passa pela revisão mais profunda desde que foi assinado. Thiago de Aragão, da RFI O torcedor que cruzar de San Diego para Tijuana, ou de Detroit para Toronto, estará atravessando a fronteira interna de um bloco econômico que segue formalmente de pé, mas cuja lógica de integração já não se sustenta da mesma maneira na prática. Vale começar pelo que o próprio evento pressupõe, porque é nele que a tensão aparece com mais clareza. Uma Copa repartida entre três países só funciona se a circulação entre eles for fluida, já que seleções, torcedores, equipes de transmissão e equipamento precisam transitar entre as cidades-sede como se as três jurisdições formassem um território contínuo. A premissa do megaevento é a integração, e é precisamente essa premissa que a política comercial e migratória do principal anfitrião vem relativizando ao longo do último ano, à medida que tarifas e controles de fronteira reentram no vocabulário das relações regionais. A dimensão histórica torna o contraste ainda mais interessante, e poucos se lembram dela. Em 11 de março de 1983, quando a Colômbia desistiu de sediar a Copa de 1986 alegando dificuldades financeiras, foram exatamente três países que se apresentaram para assumir a vaga: México, Estados Unidos e Canadá, com o México escolhido em 20 de maio daquele ano. Grau de confiabilidade Os mesmos três protagonistas que em 1983 competiam entre si por um torneio dividem agora a organização de outro, o que sugere que a vizinhança norte-americana é uma constante de longa duração, enquanto o que efetivamente oscila, de uma década para outra, é o grau de confiança e de previsibilidade que sustenta a cooperação entre eles. O quadro atual ilustra bem essa oscilação. Ao longo do último ano, as travessias terrestres entre os três países passaram a operar com triagem biométrica e tecnologia de comparação facial funcionando no limite da capacidade nos principais portos de entrada, o que revela um anfitrião que, no mesmo gesto, abre as portas para o maior espetáculo esportivo do planeta e reforça o escrutínio sobre quem circula dentro dele. A leitura analítica que interessa não é moral, e sim estrutural: o evento exige fluidez, ao passo que a política regional caminha na direção do filtro, e essa divergência entre o que o calendário esportivo pede e o que a agenda econômica oferece é o dado central a observar. A contradição que merece ser nomeada, porque é dela que decorre tudo o mais, está na própria natureza do tratado que une os anfitriões. O acordo nasceu para permitir que mercadorias e pessoas circulassem com o mínimo de fricção, e a revisão tarifária em curso opera em sentido contrário a essa vocação original, de modo que a Copa, ao exigir circulação intensa entre as três jurisdições, acaba expondo na prática a distância entre o discurso da integração e a realidade da fragmentação. Os três países demonstram que conseguem coordenar a logística do maior evento esportivo do mundo, e demonstram, simultaneamente, que coordenar a manutenção do tratado que deveria uni-los é tarefa de outra ordem de dificuldade. Para o México, a posição é particularmente delicada, na medida em que o país é coanfitrião e, ao mesmo tempo, o alvo mais direto tanto da pressão tarifária quanto do endurecimento da retórica de fronteira, o que produz a imagem de uma nação que recebe jogos em três de suas cidades enquanto vê seus cidadãos submetidos a controles reforçados para assistir às partidas do outro lado da linha. Para o Canadá, o desconforto é menos visível, porém igualmente concreto, já que Toronto e Vancouver sediam jogos ao mesmo tempo em que Ottawa absorve tarifas e processa uma retórica de Washington que oscila entre a parceria e a rivalidade, convivendo com a tarefa de organizar em conjunto um torneio com o vizinho de quem depende e do qual, ao mesmo tempo, busca se proteger. É nesse ponto que a análise interessa diretamente a quem investe e observa a região de fora, e é também onde o Brasil entra. O que a Copa de 2026 revela, para o capital, é que a América do Norte deixou de funcionar como o bloco previsível que o investidor leu durante três décadas, aquele espaço econômico integrado de regras estáveis, cadeia produtiva costurada e fronteira funcional, e passou a operar sob uma camada de aparente continuidade institucional que esconde uma dinâmica real de desconfiança, tarifa e controle. A diferença é decisiva para quem aloca recursos, porque um bloco genuinamente integrado se planeja com horizonte de uma década, enquanto um bloco que oscila entre cooperação e atrito precisa ser navegado trimestre a trimestre, com prêmios de risco e horizontes de decisão inteiramente distintos. Daí a lição que o Brasil pode extrair, e que tem valor estratégico evidente. O país que aposta na previsibilidade da relação com os Estados Unidos, seja em comércio, em minerais críticos ou em cooperação de segurança, precisa incorporar à sua análise o fato de que mesmo os sócios formais do USMCA, vinculados por um tratado em vigor, estão sujeitos a revisões tarifárias e a controles de fronteira mais rígidos a depender do ciclo político de Washington. Se a estabilidade da regra oscila até para quem assinou o acordo, é razoável que o Brasil, que sequer dispõe de um tratado de livre comércio com os Estados Unidos, calibre suas expectativas e trate qualquer entendimento bilateral como uma variável sensível ao calendário político americano, e não como um dado permanente sobre o qual se possa planejar a longo prazo. Mensagem geopolítica Essa é, no fundo, a mensagem geopolítica que a Copa de 2026 oferece a quem souber ler além do placar. A integração regional ganhou um caráter mais cerimonial do que estrutural, o tratado funciona hoje tanto como moldura simbólica quanto como instrumento operante, e o país que organiza o evento mais universal do mundo o faz num momento em que a previsibilidade das próprias regras regionais se tornou ela mesma objeto de negociação. A imagem que fica não exige estádio para ser compreendida, porque três países se uniram para sediar a maior Copa da história sobre o mapa de um tratado que atravessa sua revisão mais incerta, e o desafio analítico, para o Brasil e para qualquer observador externo, está em medir qual das duas forças prevalece no médio prazo, a que pede a fronteira aberta do torneio ou a que reintroduz o filtro, porque é dessa medida que dependerá tanto o rumo da América do Norte quanto o peso real que se deve atribuir às promessas que dela vierem.
O Postal de hoje é muito pessoal. É um exercício que o Luís Osório faz a partir de uma pergunta feita pelo filho mais velho. Contudo, é mais um Postal, principalmente acerca de nós que o ouvimos e não acerca dele.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No passado dia 24 de Junho, foi publicado aqui em França um relatório do Senado sobre os movimentos masculinistas. Outrora considerado um fenómeno social periférico, o masculinismo, uma forma agressiva do machismo que pode inclusivamente traduzir-se, em tentativas de assassínios ou actos terroristas dirigidos contra mulheres, tem vindo a ter cada vez mais eco nomeadamente junto da população jovem. Ao cabo de sete meses de trabalho e entrevistas a varias centenas de pessoas, a comissão dos direitos das mulheres do Senado chegou à conclusão que o fenómeno que abrange os "incels" -solteiros involuntários- e outros subgrupos tendencialmente ligados à extrema-direita representa um “risco real para a democracia e a coesão social”, constituindo um “movimento social e político” estruturado, que coloca em questão a igualdade entre homens e mulheres. As autoras do documento recordam nomeadamente dados já apresentados num relatório governamental do inicio deste ano, segundo os quais 22 milhões de franceses reconhecem aderir a pelo menos uma forma de sexismo, sendo que entre eles, 10 milhões -ou seja 17% da população francesa- se reconhecem numa forma de sexismo "hostil". O relatório cita ainda os resultados de um estudo da Universidade de Dublin, segundo o qual, nas redes sociais, nomeadamente o TikTok e o YouTube, um jovem é exposto a conteúdos masculinistas no espaço de apenas 23 minutos. Foi neste âmbito que a RFI falou com Luísa Semedo, militante feminista e investigadora associada na área de filosofia na Universidade da Sorbonne Nouvelle. O que é o masculinismo Para a universitária "O masculinismo é uma forma mais radical, daquilo que nós já conhecíamos, que era o machismo, o patriarcado, o sexismo, mas agora com uma forma radicalizada, que é uma forma que tem uma acção que vai para além das palavras. Ou seja, muitas destas pessoas que estão no masculinismo são consideradas praticamente como terroristas, ou seja, são pessoas que podem passar a actos violentos contra mulheres. Há uma continuidade nesta questão da dominação dos homens em relação às mulheres e do sexismo, àquilo que nós conhecemos até agora. Tem uma forma 'normalizada'. E esta nova forma, que é a forma hostil, é uma forma de organização que permite fazer mal às mulheres de forma muito mais radical e mais criminalizada". Segundo a estudiosa, o surgimento desta forma mais agressiva do sexismo tem elo com a maior afirmação do feminismo nestes últimos anos, nomeadamente através de movimentos como o 'Metoo'. "Cada vez que há avanços em relação a direitos, há muitas vezes a reacção daqueles que se julgam ser os lesados desse avanço de direitos. E aqui é o caso. Ou seja, o facto de haver um movimento feminista que é forte e que tem conseguido algumas conquistas, faz com que haja esta reacção de pânico em relação a este movimento progressista. E há um segundo factor, que me parece bastante importante, que é a questão das redes sociais. Ou seja, nós estamos aqui face a um fenómeno que não conhecíamos antes, que é uma forma de propagar estas ideias, que é muito mais rápida, que é mundial, e que permite esta radicalização", considera. A sensibilização, a educação e a economia como vectores de luta No seu relatório, as senadoras fazem um pouco mais de 20 recomendações, nomeadamente em torno das redes sociais, a seu ver o principal vector desta ideologia. Apelam a uma maior vigilância, mais transparência nos algoritmos que condicionam o acesso a determinados conteúdos, e também que as páginas masculinistas deixem de poder gerar rendimentos financeiros. Preconizam ainda aulas dedicadas às relações homem-mulher nas escolas, bem como campanhas de sensibilização no seio da população. Luísa Semedo identifica precisamente a educação e a 'economia do masculinismo' como sendo pistas estratégicas de luta. "Deve haver duas frentes de combate: uma que passa pela educação, como é óbvio. Ou seja, é fazer com que estes jovens, mesmo que se confrontem com este tipo de conteúdos, entendam porque é que é mau, entendam qual é o perigo e não adiram a estas teses. E a segunda frente é atacar de forma legal quem produz estes conteúdos. Parece-me, para já, desmonetizar eventualmente este tipo de canais, porque é preciso perceber que aqui também é uma questão de dinheiro que está presente. Os masculinistas, os que são os gurus do masculinismo, ganham dinheiro com isto e, portanto, têm todo o interesse em continuar. E se forem desmonetizados e se forem também responsabilizados por aquilo que estão a divulgar, penso que também é uma das formas de combater", diz. Constam também no relatório a preconização de aumentar os financiamentos para as organizações de protecção das mulheres e o apelo para que o problema seja tratado a nível interministerial como sendo um caso de segurança pública. "Sem dúvida que é necessário que o combate também seja por várias frentes e neste caso tem que haver a implicação de vários ministérios. Tem que haver a implicação de algo que se possa criar. Estou de acordo com isso e que haja fundos para que isso seja feito. Mas também é preciso dizer que já há um trabalho de terreno de anos de muitas associações feministas e que já têm as suas redes, já têm as suas formas de funcionar, que são eficazes e que, portanto, também necessitam de dinheiro. Parece-me também importante fazer isso", reforça Luisa Semedo. França é o segundo país europeu em termos de financiamento ao activismo anti-género De acordo com a Amnistia Internacional, desde o começo da década de 2010, os movimentos sexistas estruturaram-se até se tornarem uma rede amplamente financiada e transnacional, a França sendo até o segundo país europeu em termos de fundos dedicados ao activismo anti-género. A Amnistia Internacional identifica "actores privados, grupos políticos e instituições que permitem a existência de estruturas e associações mais pequenas do movimento anti-género" através do seu financiamento. Num contexto de crescente visibilidade desta corrente, o risco de ataques terroristas masculinistas é acompanhado de perto pelos serviços de inteligência interna (DGSI), que vigiam "uma dezena de indivíduos susceptíveis de radicalização violenta". Segundo o senado, todos têm menos de 21 anos. Em Julho de 2025, a Procuradoria Antiterrorista acusou jovem estudante de 18 anos de ter o projecto de atacar mulheres com facas. "Estamos num nível de alerta que me parece o apropriado, ou seja, levar a sério, não achar que é só uma questão de moda ou de uma questão só de uns miúdos que se interessam por aquilo e mais ninguém se interessa. Não, nós estamos a falar de toda uma geração que está submetida a este tipo de influências e com vários casos já no mundo de tentativas ou de atentados contra mulheres vindo masculinista que foram perpetrados e que foram conseguidos. Portanto, nós estamos mesmo a falar aqui de um verdadeiro perigo já urgente", considera a investigadora. O masculinismo e o mundo do espectáculo Acaso do calendário, a divulgação do relatório do Senado sobre o movimento masculinista em França coincidiu com a "Fashion Week" de Paris. Uma das figuras convidadas para desfilar para uma das marcas presentes no evento, foi Braden Peters, um jovem 'influencer' masculinista americano de 21 anos conhecido sob o nome de 'Clavicular'. Adepto do culto extremo do corpo, próximo dos neonazis no seu país, ele ilustrou-se nomeadamente por filmar-se a ter uma overdose, a atropelar um homem com a sua carrinha, a matar a tiro um crocodilo, e -obviamente- a humilhar mulheres em directo no seu canal. Para Luísa Semedo, a presença deste jovem na semana da moda parisiense demonstra que "já estamos perante formas que começam a ser 'glamourizada', ou seja, já não estamos só naquele fenómeno do 'incel', ou seja, daqueles solteiros involuntários vistos como o estereótipo de rapazes pelos quais nenhuma miúda se interessa. Nós estamos agora face a 'influencers' que têm um certo 'glamour', um certo charme em relação àquilo que estão a fazer. Ou seja, ainda são mais apelativos para muitos jovens que vão sentir essas pessoas como modelos. E, portanto, é uma diversificação justamente das formas como o masculinismo pode ter". "A questão de que me parece importante é a do dinheiro. É sem dúvida, tentar fazer com que isto não renda, porque isto rende dinheiro não somente para os 'influencers', mas para a própria sociedade do espectáculo. E portanto, este último caso é um bocado o exemplo disto. Ou seja, a partir do momento em que, de alguma forma, isto render dinheiro, muitas pessoas vão se interessar. E também dizer que tudo isto tem impacto, depois, apesar de tudo, nos próprios partidos políticos, em como estas gerações vão votar, que provavelmente vão ser mais sensíveis a partidos de extrema-direita. E, portanto, isto vai ter impacto em toda a sociedade, não só nos mais jovens", conclui a estudiosa.
Da miséria de Maduro exposta pelo sismo à "traição" de Ventura no PSD, há ainda um Brexit falhado que empobreceu o Reino Unido e o mistério de Andy Burnham, o favorito que ninguém conhece.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ele nasceu sem país, sem nome e sem lugar no mundo. Cresceu entre continentes, aprendendo a seduzir antes de aprender a confiar. Na década de 1970, percorreu a Ásia inteira fingindo ser outra pessoa. Deixou um rastro que a polícia de vários países tentou seguir por décadas. Ninguém conseguiu. #603
Portugal entrou no Mundial com um empate e com muitas dúvidas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Autora de livros infantis Sally Gardner levou anos para descobrir por que teve compulsão que a levou a gastar mais de US$ 650 mil.
Autora de livros infantis Sally Gardner levou anos para descobrir por que teve compulsão que a levou a gastar mais de US$ 650 mil.
Um grave acidente de trânsito registrado na manhã de domingo (14) na Serra do Rio do Rastro mobilizou uma grande força-tarefa de resgate e deixou quatro pessoas feridas. A colisão envolveu dois automóveis e teria sido provocada por uma falha mecânica em um dos veículos. A ocorrência exigiu uma operação complexa das equipes de socorro, especialmente devido à gravidade dos ferimentos e às condições do local. Uma das vítimas ficou presa às ferragens, sendo necessário o uso de equipamentos de desencarceramento para sua retirada em segurança pelos bombeiros. Duas pessoas, que apresentavam estado de saúde considerado crítico, foram transportadas de helicóptero para Criciúma. Elas apresentavam suspeitas de traumatismo craniano e hemorragia interna, necessitando de atendimento especializado com a maior rapidez possível. O atendimento contou com a atuação integrada do Corpo de Bombeiros, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e da equipe aeromédica, que trabalharam de forma coordenada para estabilizar e encaminhar as vítimas aos hospitais da região. Em razão da operação de resgate e da remoção dos veículos envolvidos, a Serra do Rio do Rastro permaneceu interditada por aproximadamente duas horas, sendo liberada somente após a conclusão dos trabalhos das equipes e a retirada dos envolvidos. O Bombeiro Civil Jeovane Oliveira, responsável pela comunicação do quartel do CBMSC em Lauro Müller, conversou com o repórter Álvaro Souza e detalhou a dinâmica da ocorrência, destacando a complexidade da operação e o empenho das equipes para garantir um atendimento rápido e seguro às vítimas. Ouça a entrevista:
O Mundial de Futebol começou ontem na Cidade do México, mas é para os Estados Unidos e para Trump que se viram as atenções. Um desporto/espectáculo rendido ao dinheiro é apenas para quem pode pagar? Luís Cristóvão, o comentador da SIC, escreveu na revista online Shifter um ensaio sobre este caminho feito pela FIFA e é com ele que conversamos neste episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Cazé TV vai transmitir todos os 104 jogos da Copa do Mundo de 2026 e vai faturar 2 bilhões de reais com isso. Um número que empata com a Globo, a maior emissora do país.Mas como uma empresa que nem existia em 2022 chegou até aqui?Pedro Waengertner, CEO da Ace Ventures, conversa com Lucas Amorim, diretor de redação da Exame e autor da matéria de capa sobre a Cazé TV, para destrinchar o case por dentro: as negociações com a FIFA, a parceria com o YouTube, a estrutura societária com General Atlantic e XP, a chegada do Cristiano Ronaldo em Portugal e os desafios da expansão internacional.Um episódio para quem quer entender o modelo de negócio por trás de uma das maiores viradas da mídia brasileira.Instagram: @aceventuresbr @pedrowaengertner @exameYoutube: Ace Ventures e Exame
O despertar espiritual nem sempre é leve. Às vezes ele traz dúvidas, mudanças, afastamentos e grandes transformações internas. Entenda por que esse processo pode ser tão desafiador e tão libertador ao mesmo tempo.
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O comerciante Azmi Ibrahim Muhammad Ahmad faleceu nesta quinta-feira (4), aos 89 anos, deixando uma trajetória marcada pelo empreendedorismo, pela dedicação ao trabalho e pela contribuição ao desenvolvimento econômico de Lauro Müller e região. Natural da Palestina, Azmi nasceu em 25 de março de 1937 e chegou ao Brasil ainda jovem, aos 19 anos. Em busca de oportunidades, iniciou sua caminhada no Rio Grande do Sul, trabalhando como mascate e vendendo produtos de porta em porta. Mesmo enfrentando as dificuldades de um novo país e sem dominar o idioma português, demonstrou desde cedo determinação e disposição para vencer os desafios. Após se estabelecer em Lauro Müller, deu início a uma história que se confundiria com o crescimento do comércio local. Em abril de 1963, inaugurou a Casa São Paulo, atual São Paulo Magazine, empreendimento que se tornou uma das principais referências do setor na região. O sucesso dos negócios permitiu a expansão da empresa e, na década de 1980, novas filiais começaram a ser abertas. Durante entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias desta sexta-feira (5), o filho de Azmi, o empresário e ex-prefeito de Laguna, Samir Ahmad, relembrou a trajetória do pai e destacou o legado deixado por ele. “A gente se emociona em ver essa ligação do meu pai, um estrangeiro, uma pessoa que veio de fora, que tinha tudo para dar errado. Ele chegou em um outro país, falava outra língua e foi abraçado, acolhido. Fez sua história e deixou exemplo para todos nós”, afirmou. Samir ressaltou ainda que o legado do pai vai muito além dos negócios construídos ao longo das décadas. Segundo ele, Azmi deixou ensinamentos que marcaram familiares, amigos e colaboradores que conviveram com ele. “Deixou os ensinamentos para todos que passaram pela vida dele, para todos que estiveram à volta dele. Foram dezenas de colaboradores e colaboradoras que trabalharam com ele e que aprenderam alguma coisa. Todos que quiseram aprender tiveram essa oportunidade. Muitas dessas pessoas estiveram aqui no velório”, destacou. Reconhecido pelo espírito empreendedor e pela capacidade de superar obstáculos, Azmi Ahmad construiu uma história inspiradora para gerações de empresários da região. Sua trajetória é lembrada como exemplo de perseverança, trabalho e gratidão à comunidade que o acolheu e onde constituiu família, amigos e negócios. Com sua partida, Lauro Müller perde um dos personagens mais importantes de sua história empresarial, mas mantém vivo o legado de um homem que transformou desafios em oportunidades e ajudou a impulsionar o desenvolvimento econômico do município.
No episódio de hoje do Positivamente Consciente, o narrador Matheus Santos nos convida a pausar o caos do cotidiano para decifrar a força mais revolucionária do universo: O Amor ao Próximo, sob a ótica da Alquimia Comportamental.Muito além de um conceito romântico ou teórico, ser um ser humano do bem na prática exige transmutar a energia do ambiente onde os seus pés estão pisando agora. Mas como fazer isso quando somos testados na nossa paciência? Como emanar luz quando o mundo ao redor parece nos ferir?Para responder a isso, mergulhamos na emocionante e profunda Parábola do Bom Samaritano, contada por Jesus — o maior alquimista de almas que já caminhou pela Terra. Uma história milenar que destrói preconceitos e redefine completamente quem é o nosso "próximo".Prepare a sua mente, eleve a sua vibração e venha descobrir como pequenas ações intencionais podem alterar a geometria invisível da sua realidade.
Há uma pergunta que muitos professores fazem baixinho, quase com receio de a formular em voz alta: se a inteligência artificial já responde melhor do que os alunos nos testes, escreve melhores ensaios e resolve problemas que levariam horas a um estudante — para que serve, afinal, o que ensinamos?
Durante décadas, Armande de Polignac permaneceu praticamente ausente da história da música. O seu nome desapareceu dos programas de concerto e muitas obras sobreviveram apenas em manuscritos dispersos. Agora, os pianistas Bruno Belthoise e João Costa Ferreira recuperam a compositora num disco que inclui primeiras gravações mundiais, revelando uma figura essencial da transição entre o romantismo tardio e a modernidade musical francesa do início do século XX. Esquecida durante mais de um século, Armande de Polignac regressa agora através de um disco de Bruno Belthoise e João Costa Ferreira, dedicado a manuscritos reencontrados e primeiras gravações mundiais. Entre simbolismo, impressionismo e modernismo do início do século XX, o álbum revela uma compositora singular, cuja obra foi apagada da memória musical apesar da originalidade, da estética e da proximidade aos grandes centros artísticos franceses do início do século XX. “A música de Armande de Polignac é realmente uma coisa para descobrir”, começa por contar Bruno Belthoise. Para o pianista francês, a compositora pertence a um momento decisivo da cultura europeia, em que as mulheres começaram lentamente a conquistar espaço no universo da criação musical. “Ela fazia parte de uma família muito dedicada às artes e à música” e iniciou “muito jovem” os seus estudos musicais. Sobretudo, acrescenta Bruno Belthoise, pertenceu a uma geração que beneficiou de mudanças profundas na sociedade francesa: “Nos séculos antigos era quase impossível ser mulher compositora.” Bruno Belthoise recorda que o início do século XX coincidiu com a abertura gradual das grandes instituições musicais às mulheres. “Ela aproveitou uma dinâmica muito importante”, explica, referindo-se ao momento em que compositoras passaram a poder apresentar-se ao Prix de Rome. “Estas mulheres começaram a ser mais conhecidas no início do século XX.” Embora Armande de Polignac nunca tenha concorrido ao prémio, desenvolveu uma carreira intensa e ligada ao meio musical parisiense. “Ela dedicou a vida inteira à composição”, sublinha Bruno Belthoise. Estudou com figuras fundamentais da música francesa, entre elas Vincent d'Indy, Eugène Gigout e Gabriel Fauré. “Deixou uma obra muito importante, quase 200 obras em todos os domínios”, acrescenta. Música para piano, música de câmara, obras orquestrais, ópera e ballet fazem parte de um catálogo hoje ainda pouco conhecido. A compositora dirigiu igualmente as suas próprias obras no Théâtre du Châtelet, em Paris, e estreou a ópera Petite Sirène na Opéra de Nice. Para Bruno Belthoise, Armande de Polignac “simboliza a passagem entre a música romântica e a música moderna francesa”, num território onde convivem o impressionismo, o simbolismo e as novas linguagens do século XX. Ainda assim, a compositora acabou por desaparecer quase totalmente da memória musical europeia. “As suas obras não foram muito divulgadas, não foram muito editadas”, lamenta Bruno Belthoise. Grande parte da produção permaneceu inédita ou acessível apenas através de manuscritos. “Mesmo apesar de poder participar na programação de concertos em Paris, as mulheres não eram muito destacadas.” Ao ouvir o disco, a ausência prolongada na história da música de Armande de Polignac torna-se difícil de compreender. João Costa Ferreira descreve uma música construída sobre timbres delicados e ressonâncias quase suspensas. “Quando ouvimos Nos Jardins do Palácio do Sultão, sentimos esse universo tímbrico muito especial”, explica. O pianista português destaca ainda a importância do instrumento utilizado na gravação: “Havia um Steinway cujas características permitiam certas coisas que outros pianos não permitem.” A estética de Armande de Polignac revela uma forte influência do exotismo francês do início do século XX. João Costa Ferreira fala numa “procura por cores de países longínquos, como o mundo árabe e sobretudo o mundo asiático”. A compositora escreveu obras inspiradas na China, no Japão e nas atmosferas orientais das Mil e Uma Noites. “Ela seguia essa corrente estética modernista da procura por essas sonoridades exóticas”, acrescenta. Segundo João Costa Ferreira, essa linguagem resulta tanto do ambiente artístico parisiense como da influência directa dos mestres com quem Armande de Polignac estudou. “Vê-se claramente a influência dos seus pares e da sua época”, observa. A tradição impressionista francesa, marcada por Debussy e pelas Exposições Universais de Paris, atravessa muitas destas obras. Ainda assim, as referências nunca surgem como mera imitação. Há ecos de Fauré, Debussy ou mesmo de certas escolas russas, mas a escrita mantém sempre uma identidade própria. Bruno Belthoise enquadra essa diversidade no ambiente cultural extremamente aberto do início do século XX. “Era tudo aberto no início do século XX”, afirma. “Tchaikovsky chegou a Paris no fim do século XIX, Gustav Mahler no início do século XX. Essa convergência era importante para desenvolver a imaginação dos compositores.” Na escrita pianística, Bruno Belthoise identifica “uma mistura entre romantismo e modernismo”, associada a um trabalho particularmente sofisticado sobre a ressonância sonora. “Da maneira francesa, havia realmente este desenvolvimento do piano através das ressonâncias do instrumento”, explica. “Mas também a parte russa desenvolveu muito a escrita para piano.” Para João Costa Ferreira, interpretar estas partituras implica uma experiência rara no mundo contemporâneo da música clássica: tocar obras praticamente sem memória auditiva acumulada. “Hoje em dia, quando interpretamos Chopin ou Beethoven, temos todas as referências auditivas dessas obras”, explica. “Aqui criamos uma interpretação a partir do nada.” Esse desafio tornou-se central no percurso artístico dos dois pianistas. “Sentimos que estamos a descobrir algo pela primeira vez”, afirma João Costa Ferreira. “Propor uma primeira escuta, uma primeira interpretação de algo que nunca foi ouvido, pelo menos nos últimos cem anos, é muito estimulante.” Bruno Belthoise partilha a mesma visão. “Procurar repertório diferente é importante para nós”, diz. “Descobrir obras novas é uma coisa muito estimulante.” Esse trabalho de redescoberta já levou os dois pianistas a explorar repertórios esquecidos de compositores como José Vianna da Motta, Fernando Lopes-Graça ou Gabriel Fauré. Mas este disco surge também de uma dimensão pessoal. Bruno Belthoise revela que a ideia do projecto nasceu de “duas influências diferentes”. A primeira foi o pianista francês Laurent Martin, figura central na recuperação de compositoras francesas esquecidas. “O Laurent Martin gravou muitos discos e interpretou muitas vezes compositoras francesas”, recorda Bruno Belthoise. “Ele confiou-me uma quantidade de partituras dela, perguntando-me se eu estaria interessado em trabalhar a obra de Armande de Polignac para a fazer conhecer”. Essa transmissão entre músicos revelou-se decisiva para o projecto. Laurent Martin, conhecido pelo trabalho de investigação em torno do romantismo francês e das compositoras esquecidas, funcionou como verdadeiro impulsionador da redescoberta de Armande de Polignac. A segunda influência surgiu em Lisboa, através de uma descoberta inesperada. Um manuscrito de Cloches, ligado à família Assis de Barros, apareceu nas mãos de Bruno Belthoise graças ao investigador João Pedro Mendes dos Santos. “Foi exactamente como um arqueólogo”, admite o pianista francês. “Esse manuscrito surgiu completamente sem preparação e caiu nas minhas mãos.” A descoberta revelou uma ligação pouco conhecida entre Armande de Polignac e Portugal. “Ela tinha uma ligação particular à família Assis de Barros e visitou Lisboa várias vezes”, explica Bruno Belthoise. O disco inclui ainda várias obras para piano a quatro mãos, formação que exige uma relação muito específica entre intérpretes. “Tocar a quatro mãos é uma coisa de que gosto imenso”, afirma Bruno Belthoise. “É um pequeno exercício de equilibrismo.” A proximidade física obriga a reinventar gestos, movimentos e respirações. “É muito importante ensaiar juntos”, acrescenta. “Não podemos fazer piano a quatro mãos sem esse trabalho comum.” Para João Costa Ferreira, essa construção colectiva faz parte da própria identidade artística do duo. “Este desafio é completamente diferente do que gravar o grande repertório canónico”, afirma. Depois da edição do álbum, seguem-se agora concertos em Lisboa, Tavira, Madeira e França. Bruno Belthoise interpretou igualmente obras para piano solo de Armande de Polignac em Saint-Leu-la-Forêt, no Val-d'Oise, no passado 30 de Maio.
A Mercedes pode chegar ao ponto de dar ordens para Russell e Antonelli não se atacarem na pista? Depois de uma disputa intensa entre os dois pilotos, Toto Wolff ficou em alerta: até onde a Mercedes deve deixar seus pilotos correrem livremente antes que isso vire um risco para a equipe? Neste vídeo, analisamos o clima interno da Mercedes, o crescimento de Antonelli, a postura de George Russell e o dilema que Wolff pode ter pela frente na Fórmula 1.Afinal, existe mesmo a chance de uma ordem direta dentro da Mercedes? Ou isso ainda faz parte do jogo normal entre dois pilotos competitivos?Comente: a Mercedes deve deixar Russell e Antonelli brigarem na pista ou precisa impor limites antes que seja tarde?Título do vídeo: Mercedes vai travar Russell e Antonelli? A briga que deixou Wolff em alertaNo segundo bloco o assunto é Max Verstappen, que vem segurando sua decisão para 2027 enquanto montadoras fazem pressão.
Em julho de 2014, uma menina de 15 anos desapareceu de casa numa cidadezinha do interior de Illinois. Deixou um bilhete de despedida, o celular apagado e duzentos dólares sacados do banco. A polícia acreditou que ela havia fugido. A mãe nunca acreditou nisso. #592
Nota 8. Pedro Henriques sublinha a postura da árbitra na final inédita da Taça de Portugal Feminina, destacando uma arbitragem segura e que privilegiou o contacto físico.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sermão de domingo (10/05/26), 6º Domingo da Páscoa. Texto base se encontra em João 14,15-21.
Do absoluto nada a Nintendo publicou um Direct focado em um novo jogo Star Fox. Sem um subtítulo próprio, a “nova” aventura de Fox e companhia não é lá uma novidade, já que se confirmou se tratar de um remake — ou reimaginação, se preferir — de Star Fox 64, lançado no Nintendo 64 e no Nintendo 3DS. O trailer traz várias informações e hoje nós as debatemos, sem nem tentar deixar de lado toda a empolgação criada com a mais recente publicação.Edição por Alecsander Oliveira.
No Zuga falamos de política, economia, cultura e liberdade.Sem cartilhas, sem medo do politicamente correto e sem pedir licença ao Estado.
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Programa_ENCONTRO COM O PASTOR - Papa Francisco, o legado que deixou para Igreja - 21.04.2026
Você lembra da série Scream da MTV? A que criou um mistério viciante… e simplesmente nunca revelou quem estava por trás de tudo?No expresso de hoje, a Giu revisita a história completa da série — do massacre envolvendo Brandon James até os assassinatos atuais — e analisa o que deu errado.Quem matou Kieran? O que realmente aconteceu no passado?Um episódio sobre teorias, frustrações e um dos maiores mistérios não resolvidos da cultura pop.
O marido engordou, o que está a mexer com o desejo e admiração da nossa ouvinte. Como alertar sem magoar?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A desinformação deixou de ser um fenómeno marginal: está nas redes sociais, nas mensagens privadas, nas campanhas eleitorais, nos debates públicos e na nossa vida, da qual entra sem pedir licença. Declarações:Telmo Gonçalves da Silva | Conselheiro da ERCSAlfredo Sousa de Jesus | Chefe de Gabinete do gabinete Europeu em PortugalGustavo Cardoso | SociólogoSofia Branco | JornalistaMaria Eduarda Borges | Advogada da Abreu AdvogadosSalomé Martins Leal | Diretora Executiva do PolígrafoMaria Maneta | Investigadora de desinformaçãoCanal: Antena 1Programa: Consulta públicaHorário: 10:17Duração: 01:42:52
Já vi muita gente se cobrar de não saber como orar ou não saber direito como participar de um culto. Algumas pessoas até deixam de participar com medo de errar ou fazer algo que esteja errado.Muita gente se apega ao esteriótipo ao ver gente chorando, levantando a mão, e pensa: eu tenho que fazer isso também? Mas não sei como!Veja o que diz o Salmo 66 nos versos 2 e 3: "Cantem louvores à glória do seu nome, deem glória ao seu louvor. Digam isto a Deus: “Que tremendos são os teus feitos! Pela grandeza do teu poder, a ti se mostram submissos os teus inimigos."O texto fala de uma expressão coletiva de louvor. Percebeu isso? Mas além disso, há um caráter pedagógico importante no texto.O salmista nos mostra que vida com Deus é algo que se aprende na relação com outros irmãos. Em alguns momentos estou do lado daquele que ensina, mas também preciso me colocar no lugar daquele que aprende. Sem essa interação não há aprendizado.Nessa vida, tudo se aprende! Você pode aprender a orar, a cantar, a ler a Palavra, e a se relacionar com Deus. Não tem a ver com manipulação ou falta de liberdade. Tem a ver com ensino! Não tenha medo. Coloque-se sempre diante de Deus com um coração ensinável.
O Vasco voltou de férias, um ouvinte que faz anos hoje e a vida caótica de Nuno Markl.
Experimente o Ion da Forcell - https://cnoar.run/Forcell | Use o cupom CORRIDANOAR para ter um BÃO descontoParticipe da Asics Run Challenge (use o cupom CORRIDANOAR10 para ter 10% de desconto na inscrição) - https://cnoar.run/RunchallengeÁrbitro de corrida foi suspenso após não deixar vencedor vencer maratona lá na China; mais um exemplo do Ironman que será que pode vir pras corridas? Se vc correu todas as edições da Maratona de São Paulo, tem a chance e ganhar um ano de inscrições da provas da Yescom; Maratona do Rio começou a vender os tranfers para a largada da prova (não sem polemicas); um treinão muito legal em Iguatu, interior do Ceará, de um padre corredor.Nossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Francisco Pereira Coutinho afirma que Trump queria uma vitória rápida no Irão e estava convencido de que iria conseguir, mas faltou-lhe planeamento. Garante que o Irão era ameaça, mas não eminente. See omnystudio.com/listener for privacy information.
CPI do INSS aprova quebra de sigilo bancário de filho de Lula; sessão é marcada por confusão. Adilsinho, bicheiro mais procurado do Rio, é preso em Cabo Frio. Motociclista arrastado por enxurrada tentava voltar para casa em Juiz de Fora, MG. Em um ano, Brasil tem queda de 1 milhão de matrículas nas escolas, diz Censo Escolar. Jaqueta deixada sobre caixão de Dinho, dos Mamonas, é encontrada intacta 30 anos depois; entenda como isso é possível.
Cães, cerâmica, mau hálito e ser cancelado…várias vezes. Convencemos a Madalena a sair de casa e foi das melhores coisas que fizemos. Falamos de tudo aquilo que tínhamos curiosidade, sobre as novas obsessões, sobre como chegou a nível em que está e sobre como vê o seu futuro.REDES SOCIAISMafalda Castro: https://www.instagram.com/mafaldacastroRui Simões: https://www.instagram.com/ruisimoes10Bate Pé instagram: https://www.instagram.com/batepeclipsBatePé Tiktok: https://www.tiktok.com/@bate.peSPOTIFYhttps://open.spotify.com/show/7bnvbtG4aHEKp90XbN0xm3?si=rsZeIGW1Q4ShAQaRRegnbA#MadalenaAbecasis#MafaldaCastro#RuiSimões----------------
O longuíssimo comboio de tempestades está quase a passar. Deixou um rasto de destruição que será difícil de esquecer. Que o diga a ex-ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, que se demitiu literalmente no olho do furacão. Algumas horas depois, um segmento da A1 desaparecia no rio Mondego. O primeiro-ministro assumiu a pasta temporariamente. Em Belém, Luís Montenegro vai passar a encontrar António José Seguro, eleito Presidente da República como o político português mais votado de sempre. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 12 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje recebemos Renata Rivetti que é pesquisadora na ciência da felicidade, palestrante do TEDx, LinkedIn Top Voice e autora de O Poder do Bem-Estar. Renata é administradora formada pela FGV e pós-graduada em Psicologia Positiva e Estudos da Felicidade. Deixou a carreira executiva para se dedicar à transformação do trabalho. À frente da Reconnect, atua com felicidade corporativa, liderança humanizada e redesenho do futuro do trabalho, impactando empresas como Unilever, Itaú, Natura e Grupo Boticário. Vamos falar de felicidade, que tal? See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje recebemos Renata Rivetti que é pesquisadora na ciência da felicidade, palestrante do TEDx, LinkedIn Top Voice e autora de O Poder do Bem-Estar. Renata é administradora formada pela FGV e pós-graduada em Psicologia Positiva e Estudos da Felicidade. Deixou a carreira executiva para se dedicar à transformação do trabalho. À frente da Reconnect, atua com felicidade corporativa, liderança humanizada e redesenho do futuro do trabalho, impactando empresas como Unilever, Itaú, Natura e Grupo Boticário. Vamos falar de felicidade, que tal? See omnystudio.com/listener for privacy information.
00:00 Se você é cotista do GARE11, esse vídeo não é opcional00:31 O GARE11 não é mais o mesmo: Mudança de DNA02:05 A estrutura complexa dos fundos filhos 03:52 O giro de R$ 500 milhões: Venda das lojas Mateus e Pão de Açúcar05:06 Novas compras em BH e Confins via troca de cotas06:16 A Bomba da Assembleia: O que são os R$ 100 bilhões?07:28 Risco de Diluição: Por que o cheque em branco é perigoso?08:47 Conflito de Interesse: Negociando com a própria gestora09:55 Veredito: Vale a pena ou ficou arriscado demais?11:43 Tenho duas opções pra você: RC Club e RC Wealth
Agora eu meio que já sei onde o Fábio Jesus vai correr sua primeira maratona; anunciado o field de elite masculino da maratona de Boston; On Running virou patrocinadora da equipe de atletismo do Clube Pinheiros; organizadores de provas no Piaui entram na justiça para contestar a cobrança de permit.Episódio do Por falar em Correr com o Fábio - https://www.youtube.com/watch?v=z5rRoKxeIUgNossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Autoridades espanholas investigam um acidente com dois trens que deixou ao menos 40 mortos. Segundo a agência internacional Reuters, peritos encontraram uma junta de trilho quebrada no mesmo trecho onde aconteceu a batida. No acidente deste domingo (18) à noite, um trem que seguia para Madri descarrilou e atingiu um outro que seguia na direção contrária. Mais de 400 pessoas estavam a bordo e 43 seguem internadas. Veja também nesta edição do JR 24 Horas: estilista Valentino Garavani morre aos 93 anos na Itália.
Como boa parte dos estudantes internacionais, o paulistano Victor Sampaio lavou pratos, fez entregas e trabalhou em obra durante seus primeiros anos no país, até que se estabilizou em um emprego administrativo com um bom salário. Mas foi durante a pandemia que decidiu trocar o escritório pelo ministério de uma igreja pentecostal em Sydney, o que entende ser a missão que Deus lhe deu. Conheça sua história.
O ministro Edson Fachin tomou posse nesta segunda-feira, 29, como presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), com a promessa de uma gestão discreta e de reforço à colegialidade. O ministro Alexandre de Moraes assumiu a vice-presidência da Corte. Em seu discurso, Fachin defendeu a “contenção” e a separação dos poderes, mas com diálogos “republicanos”, sinalizando que pretende manter a presidência do STF afastada do debate político, sem no entanto fechar os canais de contato institucionais. "O antecessor, Luis Roberto Barroso, vinha da advocacia, então era muito falante e com discursos muito bem-escritos. Fachin foi professor e procurador e é mais 'voltado pra dentro'. Seu discurso foi muito correto, abordou todos os temas, mas sem estridência; ele já imprime um estilo de seus dois anos de presidência no STF. Mandou recados variados para Legislativo, Executivo e sociedade mas também para dentro da Corte. Deixou claro que será um presidente apolítico, voltado para o Direito e a Constituição", diz Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidado: Thomas Traumann, comentarista da GloboNews A terça-feira, 5 de agosto, marcou a volta dos trabalhos do Congresso após recesso de julho. O que se viu naquele dia, no entanto, foi o início de um protesto de parlamentares que apoiam Jair Bolsonaro. Eles ocuparam as Mesas Diretoras da Câmara e do Senado em manifestação contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, no dia anterior. No Senado, foram 47 horas de bloqueio dos trabalhos. Na Câmara, a obstrução durou 36 horas – e só terminou depois da entrada de Arthur Lira (PP-AL, ex-presidente da Casa) nas negociações. Neste episódio, Alan Severiano recebe Thomas Traumann para analisar a situação do Congresso e do presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB), após o motim de parlamentares bolsonaristas. Thomas avalia que, ao ser impedido de sentar-se na própria cadeira, Motta sai fragilizado do que é “uma crise que entra para a história” da Câmara. Ele analisa também o mérito do que está sendo negociado – e com quem – para que o Congresso volte ao trabalho: uma pauta que atende aos interesses corporativos dos parlamentares.