Podcasts about iniciativa liberal

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iniciativa liberal

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Explicador
Educação. Chega diz que pedido da IL "chega à 25.ª hora"

Explicador

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 22:31


A Iniciativa Liberal pediu que o debate do Estado da Nação, agendado para quinta-feira, seja adiado. Chega, PS e PSD vão tomar decisão na Conferência de Líderes, mas Rui Cardoso (CH) deixa críticas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sem Moderação
“Luís Montenegro é, neste momento, um lacaio do medo que tem a Pedro Passos Coelho”

Sem Moderação

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 20:36


Enquanto a segunda greve geral em seis meses paralisa o país, o debate sobre o pacote laboral do governo intensifica-se. Daniel Oliveira defende que a reforma “é mais do mesmo”, não resolvendo os problemas estruturais de produtividade e salários em Portugal. Francisco Mendes da Silva considera que é o Chega quem detém a chave do destino desta reforma, podendo capitalizar politicamente ao apresentar-se simultaneamente como parceiro das reformas da direita e travão do “liberalismo excessivo” do governo junto do seu eleitorado mais protecionista. Cavaco Silva entra na discussão com um artigo direto, elogiando o trabalho do ministro Gonçalo Matias na contratação pública, numa intervenção que contrasta com as insinuações recentes de Pedro Passos Coelho. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 2 de junho. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.

Zuga Podcast
INICIATIVA LIBERAL É A SOLUÇÃO?! c/ Miguel Fidalgo

Zuga Podcast

Play Episode Listen Later May 28, 2026 101:00


No Zuga falamos de política, economia, cultura e liberdade.Sem cartilhas, sem medo do politicamente correto e sem pedir licença ao Estado.

Explicador
Pacto saúde? Desde que "não sirva para proteger o governo"

Explicador

Play Episode Listen Later May 4, 2026 19:50


PS, Chega e Iniciativa Liberal têm visões diferentes para a Saúde, mas concordam com a necessidade de dar resposta aos problemas no setor. Os liberais revelam que ainda não foram contactos por Belém.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sem Moderação
Caos na Justiça: Procurador-Geral da República é chamado ao Parlamento

Sem Moderação

Play Episode Listen Later May 1, 2026 15:46


Neste Antes Pelo Contrário, José Eduardo Martins e Pedro Delgado Alves comentam a aprovação por unanimidade da audição parlamentar ao PGR Amadeu Guerra. Num tempo em que a convergência política é cada vez mais rara, será esta decisão do Parlamento reveladora de um verdadeiro caos na Justiça? O requerimento partiu da Iniciativa Liberal e a justificação dada passa pela morosidade na fase de inquérito e um alegado mau funcionamento do DCIAP - departamento que tem a cargo grandes dossiês como o de José Sócrates e BES. Este programa foi emitido a 30 de abril na SIC Notícias. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information.

45 Graus
Pedro Brinca (parte 2): Desafios da economia da UE: falta financiamento, mercado único e custos da energia

45 Graus

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 28:32


Veja também em youtube.com/@45_graus Pedro Brinca é professor associado com agregação na Nova SBE. É editor associado das revistas científicas com revisão por pares "Notas Económicas" e "Portuguese Económic Journal" e mantém uma participação ativa na sociedade civil, com participações em conselhos consultivos de entidades públicas como o IGCP, EPE, Associação Portuguesa de Distribuição e da Iniciativa Liberal (como independente). Tem também uma participação regular nos media, sendo colunista de vários periódicos e comentador residente da RTP. _______________ Índice (2ª Parte): Dificuldade em aceder a financiamento por empresas inovadoras na UE Inteligência Artificial Projecto da 28ª jurisdição Custos da energia mais altos na Europa Transição climática Impacto de maior integração nos países / regiões periféricas Portugal: impacto do salário mínimo na coesão territorialSee omnystudio.com/listener for privacy information.

45 Graus
Pedro Brinca (parte 1): A economia europeia está a ficar para trás face aos EUA e China?

45 Graus

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 68:31


Veja também em youtube.com/@45_graus Pedro Brinca é professor associado com agregação na Nova SBE. É editor associado das revistas científicas com revisão por pares "Notas Económicas" e "Portuguese Económic Journal" e mantém uma participação ativa na sociedade civil, com participações em conselhos consultivos de entidades públicas como o IGCP, EPE, Associação Portuguesa de Distribuição e da Iniciativa Liberal (como independente). Tem também uma participação regular nos media, sendo colunista de vários periódicos e comentador residente da RTP. _______________ Índice (1ª parte): Como compara a economia europeia com outras? Portugal: Será que o PIB per capita cresceu menos do que se acha? PIB vs outras medidas de desenvolvimento Economia UE vs EUA Política Industrial Porque ficou a UE para trás face a EUA e China? Desigualdade e populismo A concorrência das economias asiáticas Pandemia enquanto acelerador da digitalização Desafio de criar um verdadeiro Mercado Único na UE | Estudo do FMI Peso da regulação | “Efeito Bruxelas” | Goldplating regulatório Na Europa há maior aversão ao risco? Falta de capital de risco (venture capital). Portugal: Consensos entre economistas Portugal: Impacto do IRC alto. Dificuldades políticas de baixar o IRCSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Convidado
Parlamento português aprova Lei da Nacionalidade mais restritiva

Convidado

Play Episode Listen Later Apr 3, 2026 11:58


A Assembleia da República Portuguesa aprovou nesta quarta-feira alterações à Lei da Nacionalidade. Os critérios de acesso à cidadania portuguesa são mais restritivos. O sociólogo e historiador Manuel Dias dos Santos considera que as alterações representam um “recuo” e “o discurso oficial é uma falácia”. A Assembleia da República Portuguesa aprovou alterações à Lei da Nacionalidade. Os critérios de acesso à cidadania portuguesa são mais restritivos. A legislação foi aprovada com os votos favoráveis da direita e extrema-direita (do PSD, CDS-PP, Iniciativa Liberal e Chega) e 64 votos contra, do PS, Livre, Bloco de Esquerda, PCP e PAN. O JPP absteve-se. Entre outras alterações, para os cidadãos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) o tempo mínimo de residência legal para pedir naturalização aumenta de cinco para sete anos. Para os restantes estrangeiros, o prazo passa a ser de dez anos. Mas o diploma ainda tem de ir ao Palácio de Belém. O Presidente da República, António José Seguro, tem três opções: promulgar a lei, vetá-la politicamente devolvendo-a ao Parlamento, ou suscitar nova fiscalização preventiva da constitucionalidade junto do Tribunal Constitucional. O sociólogo e historiador Manuel Dias dos Santos considera que as alterações representam um “recuo” e “o discurso oficial é uma falácia”.   O Manuel Dias dos Santos é sociólogo e historiador, como olha para as alterações à Lei da Nacionalidade recentemente aprovada no Parlamento português? É interessante, de facto, que as alterações estejam a ser lidas numa perspectiva de uma nova lei da nacionalidade, quando eu acho que a lei da nacionalidade é a lei da nacionalidade e só pode sofrer alterações. Mas a ideia é que parece que se quer uma nova lei da nacionalidade, uma roupagem completamente diferente. Há ganhos que eu acho que Portugal mostrava também uma maturidade, podemos dizer, política, não na perspectiva partidária, mas na perspectiva cidadã, um ganho político extraordinário. Essas alterações são um verdadeiro recuo quando nós todos temos plena consciência que há grupos que saem nitidamente prejudicados e há outros que vão continuar a ser beneficiados. Tem a ver, de facto, também com aspectos que muito se fala, que é a questão dos laços históricos, das relações humanas entre Portugal e esses mesmos grupos. Mas depois, com esse tipo de alterações, todo esse discurso oficial passa a ser uma falácia. Porque vejamos, nós temos o caso dos descendentes dos judeus em Portugal, que beneficiaram da lei da nacionalidade como nenhum outro grupo beneficiou e fazia recurso ao mesmo. E grupos que até têm uma relação histórica, como o povo do Bangladesh, da Índia, porque andamos por lá, Portugal andou por lá a fazer história, e como se diz, as ondas que levam também trazem. Para não falar já no caso dos países africanos, em que muitos dos casos há pessoas em determinadas idades que deviam ter ao abrigo da lei da nacionalidade, a legitimidade para alcançarem a nacionalidade portuguesa e não estarem a ser constrangidas quase que permanentemente por instituições burocráticas como o caso da AIMA. Todas essas alterações encaminham-se para uma dimensão de controlo administrativo e policial, de um aspecto que deveria ser pensado como um direito que deve ser alargado para não fazer aquilo que as pessoas gostam muito, que é a integração, mas a pertença ao espaço nacional. Eu acho que o que a lei da nacionalidade deve buscar sempre é trazer pertença a quem solicita se tornar cidadão de um país. Não é integrar as pessoas, as pessoas não são massas ou objectos para serem integrados dentro de uma caixa ou qualquer outra coisa, precisam é de uma aceitação como membros de facto dessa comunidade. Eu acho que essas alterações à lei da nacionalidade caminham no sentido contrário. O que é que terá motivado esta procura de alteração à lei da nacionalidade? Eu acho que tem a ver mais com uma construção de uma percepção falsa de que a nacionalidade portuguesa está banalizada e pode ser atribuída por “toma lá dá cá aquela palha” a qualquer pessoa, o que não é verdade. E a prova mais inequívoca de que não é verdade, os instrumentos burocráticos para dar resposta cabal e por via administrativa a quem solícita a nacionalidade em Portugal têm prazos que são sistematicamente violados sem consequências, quando se as pessoas tivessem recursos e capacidade jurídica, muitas delas tornar-se-iam cidadãos portugueses por incapacidade do Estado português de dar respostas em tempo útil conforme a lei determina por via do consentimento tácito. Esta questão, esta alteração, não vai melhorar essa capacidade de resposta que os serviços burocráticos do Ministério da Justiça, dos registos centrais que têm de cuidar disso, devem ter. O tempo que se demora para tomar qualquer decisão à volta da atribuição da nacionalidade, com excepção do caso dos descendentes das judiarias portuguesas, que foi um processo claramente político e por isso nem sequer o crivo, podemos dizer, burocrático esteve ali presente, não há mais nenhum tipo de cidadãos, creio eu, com excepção também das elites políticas das antigas colónias portuguesas, que se tornaram todos esses cidadãos portugueses apesar de serem cargos de responsabilidade política nos seus próprios Estados, tiveram um processo tão célere como qualquer outra pessoa que solicitou a nacionalidade não teve. Então, o que eu vejo é justamente esses aspectos que não vão melhorar, e passam uma mensagem securitária para justificar o sistemático “soundbite” de insegurança, insegurança, insegurança. A nacionalidade portuguesa não é um pastel de nata que está ali à esquina onde qualquer pessoa pode ir e comê-lo. Essa perspectiva foi falsamente alimentada e cria imensos constrangimentos depois para pessoas que decidem fazer a vida em Portugal, porque sentem que aqui é um lugar de pertença para elas, muitas vezes até sem consciência histórica de que há uma ligação com este mesmo país. Vieram cá muito na busca de solução da sua vida pessoal e depois encontram cá um espaço. Apesar de ser sempre um condicionamento de rejeição mais exterior a eles do que eles, nunca rejeitam o país nem o modo como se vive no país, antes pelo contrário o abraçam. Eu continuo a dizer que Portugal tem imensa sorte, tem uma integração por via da nacionalidade de muita gente que não nasceu em Portugal mas que sente este país como o seu, Que encontrou aqui, de facto, o seu lugar apesar de continuar a haver hostilidade, porque há a ideia do português puro. Eu não sei bem o que é isso, é como falar de raças puras em cães, os cães são sempre de algum cruzamento. O Governo, através do ministro da presidência, disse que houve uma conversa com os países membros da CPLP. Qual é que terá sido essa conversa? Imagina? Eu acho interessante essa ideia da conversa com os países da CPLP, mas não me estranha que algumas convergências também restritivas à obtenção da nacionalidade são construídas muitas vezes pelo comportamento das elites políticas desses mesmos Estados. E porquê? Porque o acesso dos cidadãos que saem desses países para Portugal e a obtenção da nacionalidade é um elemento de protecção para os mesmos aos abusos e desvarios dessas elites desses mesmos países. Mas vejo claramente o Estado angolano a concordar com todas essas barbaridades da alteração à lei da nacionalidade para que os angolanos tenham maior dificuldade em aceder à nacionalidade angolana, como vejo o Estado guineense ou vejo o Estado moçambicano a corroborar claramente com isso. O caso do Brasil é diferente porque há um acordo, também de forma diferente, e isso tem a ver também com as elites que controlam o poder do Estado. Para os casos de Angola-Moçambique, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Cabo Verde, há mesmo uma atitude, podemos dizer de continuidade colonial, para permitir que esses instrumentos se coloquem como elementos que regulem o fluxo de saída dos seus cidadãos dos seus países para Portugal e que possam alcançar a cidadania portuguesa. Porque é um elemento de protecção, claramente, porque esses mesmos Estados já não podem tratar esses cidadãos de qualquer forma, porque passam a ser membros de um Estado integrado numa comunidade que é a comunidade europeia e os cuidados são outros, mas esse consentimento é mais fácil. Também a acontecerem essas alterações, que são alterações a todos os títulos que deviam merecer um repúdio por parte desses mesmos Estados nacionais. Esta é uma lei que foi aprovada pela direita e extrema-direita. Se no futuro vier a existir um Governo que não seja como este, pode haver um volta-face na situação? Eu acho que faz todo sentido, porque, como eu já salientei, essas alterações foram feitas com base na criação de uma suspeição, que não se justifica e que não é verdade. É só olhar para as estatísticas da atribuição da nacionalidade portuguesa e cai por terra a ideia da banalização do acesso à nacionalidade, não é? Por isso, essa narrativa é uma narrativa não sustentável, mas que quando se tem maioria ou se consegue convergência para obter a aprovação de leis, não se está a ter em conta o primado da lei, mas o primado da força de maioria. É uma lei, claramente, do meu ponto de vista, profundamente autoritária. Já basta toda a história da humanidade do que é que as leis com dimensão autoritária trazem ou o que é que elas, no fundo, representam em termos de ensaio social, não é? Eu acho que um pormenor que importa enfatizar no meio desse processo é a pouca reacção, no geral, da parte de imensos grupos que são defensores das dignidades, dos direitos e das garantias, inclusive alguns grupos profissionais, que tiveram um papel de ausência, de silêncio, enquanto decorria todo esse triste espectáculo. Eu não ouvi quase nada de reacção da Ordem dos Advogados, por exemplo, em Portugal, não ouvi reacções da comunidade cristã em Portugal, sejam eles católicos, protestantes ou baptistas. Porque a questão da nacionalidade não é uma questão que possa ser vista na perspectiva de decisão dos partidos, não é? Ela tem uma dimensão política para a construção ou não da cidadania e alterações dessas diminuem, de facto, a dimensão cidadã das pessoas. Não só os nacionais, mas também aqueles que aspiram, porque encontraram aqui o seu lugar, fazer parte dessa comunidade de forma plena, não é? Não é a integração, como o discurso é muitas vezes apresentado. E quase que ficaram isolados nessa luta, regra geral, associações de afrodescendentes que são portugueses, mas que sentiram e sabem muito bem o que representam essas alterações. É triste perceber como há uma auto-exclusão por parte de atores sociais fundamentais nesse país, que em outros momentos tiveram um papel extraordinário com aquilo que o 25 de Abril trouxe, para pensar que Portugal se queria. Parece que esse Portugal que se queria ficou na utopia, enquanto um Portugal que toda a gente achou que estava enterrado, mostra que sempre esteve bem vivo, só estava à espera da altura certa para renascer.

Soundbite
Portugal e a guerra no Irão: acabaram as vacas gordas

Soundbite

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 12:31


O ataque dos Estados Unidos e Israel ao Irão no último dia de Fevereiro alargou-se rapidamente a vários países da região e deixou novamente o Médio Oriente a ferro e fogo com uma guerra de consequências imprevisíveis. Por cá, o Chega e a Iniciativa Liberal manifestaram ao Governo a sua concordância com a sua posição e com as condições apresentadas aos Estados Unidos da América para a utilização da base das Lajes, nos Açores. Já o PS informou o primeiro-ministro de que não apoia acções militares fora do quadro do direito internacional. Mas o futuro adivinha-se complicado, com o escalar do preços dos combustíveis e gás, vai ser difícil manter uma perspectiva de excedente orçamental nas contas públicas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Convidado
António José Seguro eleito com voto útil e procura de moderação

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 11:20


António José Seguro foi eleito Presidente da República com 66,8% dos votos, derrotando André Ventura (33,1%) e alcançando a maior votação presidencial em 50 anos de democracia. No rescaldo, o politólogo Pedro Magalhães sublinha que o resultado combina mobilização do eleitorado socialista, voto útil e procura de moderação num contexto de polarização. E desvaloriza o impacto da margem no exercício do cargo: “ganhar por um voto ou por milhões não vai fazer assim tanta diferença”. António José Seguro foi eleito Presidente da República com 66,8% dos votos, derrotando André Ventura, que ficou pelos 33,1%. O antigo líder socialista mais do que duplicou a votação da primeira volta e torna-se, segundo os resultados oficiais, o presidente mais votado em 50 anos de democracia. No discurso de vitória, António José Seguro prometeu um mandato “independente, exigente e ético”, garantindo que em Belém “os interesses ficam à porta”. Ventura reconheceu a derrota, mas reclamou de imediato “a liderança da direita”. Para interpretar o significado político desta segunda volta, falámos com Pedro Magalhães, politólogo e investigador especializado em eleições e comportamento eleitoral, conhecido pela leitura rigorosa de sondagens e tendências políticas em Portugal. A pergunta central, admite, continua por responder com exactidão: o voto foi a favor de Seguro ou contra Ventura? “É difícil dizer isso sem ter mais informação para além daquela que nos dá dos próprios resultados”, começa por sublinhar. Mas, diz, é provável que tenham acontecido as duas coisas ao mesmo tempo: “Teremos certamente as duas coisas a acontecer ao mesmo tempo”. Um voto “convicto” e um voto “útil” Pedro Magalhães aponta, desde logo, o comportamento do eleitorado socialista. “O voto em Seguro na primeira volta é um voto em grande medida em que se vê, por exemplo, que o Partido Socialista o seguiu de forma muito próxima”, afirma. “A grande esmagadora maioria votou em Seguro.” Mas há também outro movimento: um voto estratégico, que se tornou decisivo na segunda volta. “Naturalmente que houve em Seguro voto estratégico ou, como nós dizemos mais, como voto útil”, explica. E dá exemplos claros: “Vemos pessoas que votaram em candidatos como Marques Mendes, em candidatos como Gouveia e Melo e até Cotrim de Figueiredo em menor grau a deslocarem-se para Seguro.”  Por isso, conclui: “Obviamente que é um voto de rejeição de Ventura.” Ao mesmo tempo, o politólogo sublinha que Seguro beneficiou do perfil, por vezes criticado como aborrecido, mas agora valorizado. “Há ali, na personagem política Seguro, na sua moderação, na sua ponderação, um candidato que até muitas vezes os comentadores políticos dizem que é um candidato aborrecido.” E acrescenta: “Há aí qualquer coisa que no actual contexto joga bem para muita gente.” A moderação como argumento eleitoral A polarização crescente do debate político ajuda a explicar o resultado, defende Pedro Magalhães. “Num contexto em que a política portuguesa se polarizou muito, em que há muitas posições extremas, em que a conflitualidade e até a linguagem, o discurso político se radicalizou muito”, diz, “esta figura de moderação” tornou-se um activo. António José Seguro, nota, tentou enquadrar a eleição como um confronto moral e político: “uma luta, um combate entre a moderação e o extremismo.” E, para um cargo como a Presidência, essa narrativa encaixa no imaginário institucional: “A expectativa não é de alguém que vai governar, mas sim de alguém que vai ter um papel de árbitro, um papel moderador, um papel facilitador e também de fiscalização.” A vitória esmagadora muda Belém? “Daqui a duas semanas já ninguém se lembra” A margem de vitória foi histórica. Mas, na leitura do politólogo, o efeito prático pode ser quase nulo. “A questão da legitimidade é uma questão que daqui duas semanas já ninguém se lembra”, afirma, sem rodeios. “Ganhar por um voto ou ganhar por milhões de votos tem o seu significado (…) mas do ponto de vista do cargo e do desempenho do cargo não faz assim tanta diferença.” António José Seguro pode usar o número como símbolo, admite, mas não como arma: “Do ponto de vista do exercício dos seus poderes e da sua função não vai fazer qualquer diferença.” E rejeita a ideia de um Presidente activo contra o governo: “Não há activismo contra o governo, não há nada disso.” O que espera, pelo contrário, é um primeiro mandato típico: “Procura de consenso, mais moderação.” Há, porém, um factor que pesa sempre: a reeleição. “Todos os presidentes gostam de cumprir um segundo mandato”, lembra. E por isso tendem a ajustar-se ao que a sociedade espera. “O segundo mandato depois é outra conversa porque aí estão livres.” Ventura perde a eleição, mas tenta vencer a narrativa André Ventura saiu derrotado, mas procurou rapidamente converter a derrota numa declaração de força: diz-se líder da direita. Pedro Magalhães recusa aceitar isso como facto consumado. “Ele pode reclamar a liderança da direita. Outra coisa é se a tem”, diz. “Não é evidente que a tenha.” O politólogo defende que a transformação do sistema partidário é real, mas não significa que o partido de extrema-direita Chega substituiu automaticamente o centro-direita. “É muito evidente que o sistema partidário português mudou e que o papel do Chega é incontornável”, afirma. E resume a nova geometria: “Passamos (…) para um sistema que tem claramente três grandes partidos.” Ainda assim, alerta para a confusão frequente entre blocos. “Temos três grandes blocos e, portanto, há a direita radical e há o centro-direito: não são a mesma coisa". Lembra que eleições presidenciais não são legislativas: “Isto não é uma eleição legislativa.” Por isso, o resultado pode iludir. “Nós sabemos, por exemplo, que para algumas pessoas que votaram na AD e que votaram em Cotrim de Figueiredo votaram em Ventura”, diz. Mas acrescenta o essencial: “Não é evidente que essas pessoas em legislativas votem no Chega.” A conclusão é quase um aviso: “Nós não podemos confundir isso com os factos.” E as legislativas? “A mudança estrutural já ocorreu” Questionado sobre se este resultado pode reconfigurar o sistema, Pedro Magalhães responde com prudência. “Eu não vejo esta eleição como trazendo óbvias mudanças naquilo que era o panorama que já se instalou”, afirma. E volta à mesma ideia: “A mudança estrutural já ocorreu.” Essa mudança tem nome: “o surgimento do Chega”, mas também “o novo protagonismo” de partidos como a Iniciativa Liberal e o Livre. O que vem a seguir dependerá menos de uma eleição presidencial e mais do que sempre decide eleições: “economia, problemas de corrupção”, enumera. “Esse tipo de situações que provocam flutuações no voto.” Três anos sem eleições? “Não é nada evidente” A vitória de Seguro pode abrir um ciclo mais estável? Pedro Magalhães não aposta nisso. “Em primeiro lugar, não é nada evidente que vá haver 3 anos e meio sem eleições”, afirma. E acrescenta, num tom pessoal: “Eu pessoalmente gostaria muito que fosse assim, porque trabalho nesta área (…) estamos todos muito cansados de tantas eleições seguidas.” Mas o problema é estrutural: “A outra mudança estrutural não foi só do sistema partidário, foi também da governabilidade.” A fragmentação do Parlamento tornou os governos mais dependentes de negociações permanentes: “O apoio aos governos mais dependente de factores muito mais circunstanciais.” E, apesar de o governo estar numa posição “pivotal”, a estabilidade não está garantida. A polarização complica tudo: “O Chega percebeu que se for trazendo temas que não faziam parte do nosso debate político, como imigração, por exemplo (…) esses temas polarizam muitas pessoas, tornam as negociações muito mais complicadas.” Mesmo que haja tempo político, Pedro Magalhães duvida que ele seja usado para reformas estruturais. “Os políticos e também já agora os cidadãos têm horizontes de muito curto prazo”, afirma. “Os políticos estão sempre obcecados com o que é que podem dar às pessoas no imediato.” E deixa uma frase que, por si só, resume o impasse: “Quando os políticos pedem sacrifícios para objectivos de longo prazo, ninguém acredita.” O diagnóstico final é sombrio e familiar: “Estamos presos nesta lógica de curto prazo.” E essa lógica, conclui, “não é nada favorável a consenso e a reformas”.

Convidado
“Democracia não é só o voto”: Raquel Varela sobre a 2.ª volta das presidenciais

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 16:43


A campanha para a segunda volta das presidenciais portuguesas termina esta sexta-feira, com um país dividido; entre a promessa de ordem e a defesa da democracia. A historiadora e investigadora, Raquel Varela, alerta para a ameaça representada por André Ventura, líder do partido de extrema-direita, critica a cumplicidade mediática e questiona o apoio da direita a António José Seguro, candidato apoiado pelo PS. Para a historiadora, o voto pode travar o pior, mas não cura a “pneumonia” do sistema. A campanha para a segunda volta das eleições presidenciais termina esta sexta-feira, 6 de Fevereiro, e chega ao fim com um traço comum: falou-se menos de propostas e mais de um retrato do país. Nesta segunda volta, António José Seguro procurou apresentar-se como candidato da estabilidade institucional, enquanto André Ventura tentou ocupar o lugar do choque político. Pelo meio, o debate tornou-se mais emocional do que racional, mais centrado no medo e na raiva do que numa ideia clara do futuro. É a partir desse retrato que Raquel Varela, historiadora e investigadora, faz a sua leitura. “Eu acho que nós temos que fazer perguntas porque, normalmente, são muito melhores do que as respostas”, afirma, antes de justificar porquê. “Não devemos tentar respostas fáceis, não é? (…) às vezes é preciso fazer perguntas muito difíceis a nós próprios.” A pergunta que coloca, diz, é desconfortável e obriga a rever certezas: “Porque é que a maioria dos quadros de direita do país ou do centro direita, grande parte deles apoiam António José Seguro?” Raquel Varela sublinha que esta questão entra em choque com hipóteses que vinham a ser formuladas. “Isto é um contrassenso face àquilo que pessoas, como eu tinham dito há meses e há anos”, diz, referindo-se à ideia de que as classes dirigentes portuguesas estariam a apoiar “alguma solução de tipo fascista ou bonapartista”, isto é, “alguma forma de restrição dos direitos, liberdades e garantias”. E acrescenta, sem fugir à revisão: “Como é que eu posso responder a esta pergunta difícil (…) que me mobiliza também aquilo que eu pensava? Estava errada.” Para a historiadora, a própria análise política exige aceitar a possibilidade do erro: “Nós erramos em ciências sociais são apostas, são hipóteses.” A dúvida sobre a estratégia das classes dirigentes não altera, porém, a certeza sobre André Ventura. “Não tenho dúvidas absolutamente nenhumas de que André Ventura representa uma ameaça à democracia”, afirma. E reforça a caracterização: “Mais do que uma ameaça à democracia, é um partido de caráter fascista.” Raquel Varela aponta ainda o que considera ser o início de um processo mais amplo: “É uma ameaça aos direitos do trabalho e a violência contra os imigrantes é só o início da violência contra os trabalhadores em geral”, referindo o caso norte-americano: “Como se viu com o ICE e a milícia de Donald Trump nos Estados Unidos.” Raquel Varela enquadra esse crescimento com uma crítica directa ao papel da comunicação social. “André Ventura tem sido levado ao colo por grande parte dos jornais que são detidos por empresas em Portugal”, afirma. E inclui também órgãos “dependentes do Estado”, como a televisão pública. A historiadora considera que isso é um tema interno da própria profissão: “Isso também é um debate a ter dentro do jornalismo em Portugal”, e acrescenta que o jornalismo vive “uma fase mais crítica (…) com menos capacidade de dar espaço ao dissenso.” Mas a questão decisiva, insiste, está no movimento defensivo das elites em direcção a António José Seguro. Raquel Varela descreve esse movimento como revelador. “Nós vimos agora (…) históricos da direita, do ultraliberalismo (…) e agora apoiam António José Seguro”, afirma. E dá exemplos: “Cavaco Silva apoia António José Seguro, Paulo Portas apoia António José Seguro.” A pergunta regressa: “Nós temos que perguntar porquê.” A resposta que formula, por agora, é que as classes dirigentes portuguesas “estão com enormes dificuldades em governar”. Esse medo, diz, é o medo de perder o controlo político do país. “Estas eleições revelam um grande medo das classes dirigentes perderem a mão”, afirma. E clarifica o sentido dessa expressão. “Não é perderem a mão no sentido de que vai haver um fascista a governar o país, é perderem a mão no sentido em que as classes trabalhadoras e médias perdem a paciência.” Para sustentar a leitura, Raquel Varela recorda um facto recente: um governo de direita “acabou de enfrentar uma greve geral com 3 milhões de trabalhadores”. A historiadora defende que o papel do Presidente da República não pode ser visto como decorativo num contexto destes. “Se nós temos na presidência da República alguém que não faz o contrapeso a isto, que não tem alguma capacidade de diálogo com o mundo do trabalho, nós podemos ter uma situação de tipo Donald Trump”, afirma. A comparação surge acompanhada de uma observação que, para si, revela o efeito paradoxal da radicalização do poder. “O Donald Trump fez mais pela greve geral nos Estados Unidos do que qualquer esquerda nos últimos 50 anos, porque hoje em dia fala-se em greve geral nos Estados Unidos.” A investigadora descreve o clima político como uma mobilização de afectos defensivos. “Estes afectos tristes que estão a ser mobilizados e que implicam muito medo”, diz, recuperando uma expressão do ensaísta Perry Anderson. E coloca a crise no centro do regime: “A crise de representação é das classes trabalhadoras médias e das classes dirigentes. Há uma rotura entre representantes e representados.” Para Raquel Varela, é essa rotura que explica por que razão uma campanha presidencial se transformou num confronto entre medos. Para tornar essa crise concreta, Raquel Varela recorda uma reportagem que fez esta semana em Leiria, Marinha Grande e Vieira de Leiria, depois de ventos ciclónicos terem destruído casas e infra-estruturas. A historiadora diz que a população queria ser ouvida. “Demos por nós com as pessoas a virem atrás de nós a dizer: ‘Eu quero falar'.” E as frases repetiam-se com força política. “Somos contribuintes, não somos cidadãos. Existem dois países, um país lá e nós aqui.” O “nós aqui”, sublinha, é “100 km de Lisboa” e não um lugar distante do mapa. Raquel Varela descreve o que considera ter sido “o colapso completo do Estado”. “Uma semana depois não havia sequer um sistema de construção público capaz de ter ido tapar os telhados das pessoas”, afirma. O detalhe que destaca é, para si, simbólico: “Estão a ser tapados com lonas, lonas da Iniciativa Liberal e do Chega, que é metafórico do que é que estes partidos da privatização têm a dizer às pessoas.” A falha, insiste, não foi falta de solidariedade, mas falta de capacidade material. “O que as pessoas precisam é de gruas, de guindastes, de camiões, de pedreiros, de eletricistas, de alta atenção, de respostas rápidas.” No mesmo terreno, diz, viu-se a fragilidade do populismo. “As pessoas desprezaram as políticas de André Ventura a distribuir garrafas de água”, observa. E percebeu que “isto não vai lá com comunicação.” A realidade expôs ainda um contraste decisivo em relação ao discurso anti-imigração. “Se não fossem os pedreiros brasileiros do Nepal e do Bangladesh nem lonas tinham conseguido pôr.” Uma senhora, conta, deixou uma frase que considera reveladora: “Quem está a votar no André Ventura devia ter vergonha.” E colocou uma pergunta que, para Raquel Varela, funciona como lição histórica: “Como é que vocês acham que a Alemanha e a Suíça foram reconstruídas depois da guerra? Não foi com imigrantes?” Raquel Varela aponta também responsabilidades aos partidos de esquerda. “Penso que há uma enorme responsabilidade nos partidos de esquerda que tiveram muito medo de ser radicais”, afirma. E explica o que entende por esse medo: “Tiveram muito medo de questionar o sistema, de questionar este balcão de negócios privados que é o estado.” Na sua leitura, a esquerda seguiu políticas que considera destrutivas. “Foram atrás das políticas da União Europeia de elevação da dívida pública, de destruição do emprego público e assistencialistas.” O resultado, diz, foi uma esquerda reduzida a uma diferença mínima. “A diferença hoje em dia entre a esquerda e a direita que teve no governo é se há mais ou menos assistencialismo. Isso não faz uma política de esquerda.” A faltarem dois dias para a segunda volta das eleições, Raquel Varela recusa a ideia de que a escolha resolva o problema. “Eu acho que sobreviveu uma vez mais”, afirma, referindo-se à democracia. E deixa claro o sentido de um voto em António José Seguro contra André Ventura. “Quem quer que vá votar a António José Seguro contra André Ventura tem que saber que está a votar para impedir André Ventura de chegar, não está a votar para criar um sistema político e social que nos impeça os André Venturas desta vida.” A metáfora final fecha a sua leitura: “É o idêntico a tomar uns antipiréticos numa pneumonia”, um gesto que pode ser necessário no imediato, mas que exige um passo seguinte: “ir rapidamente resolver o problema da pneumonia.”

Expresso - Expresso da Meia-Noite
Qual o futuro da direita em Portugal? O PSD tem condições para continuar como está?

Expresso - Expresso da Meia-Noite

Play Episode Listen Later Jan 31, 2026 51:18


Pela primeira vez, um candidato presidencial apoiado pelo PSD não conseguiu estar no pódio da eleição, obtendo um resultado muito aquém das expectativas. Em contraste, um candidato da Iniciativa Liberal, um partido de menor dimensão, superou o candidato apoiado pelo governo da AD, enquanto o Chega, um partido fundado em 2019, conseguiu ficar em segundo lugar e, assim, disputar a segunda volta. O PSD tem condições para continuar o seu governo e acabar o mandato, mas ao mesmo tempo, tem ao seu lado uma possível maioria parlamentar muito maior. Deve continuar como está ou fazer uma reflexão? Hugo Soares, secretário-geral e líder parlamentar do PSD, Jaime Nogueira Pinto, politólogo e historiador, Bernardo Blanco, da Iniciativa Liberal e Miguel Morgado, comentador da SIC, foram os convidados deste programa moderado por Ricardo Costa e Bernardo Ferrão, emitido na SIC Notícias a 31 de janeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Explicador
Movimento de Cotrim fragiliza IL? "São propostas diferentes"

Explicador

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 16:28


Mário Amorim Lopes, líder da bancada parlamentar da IL, defende que o movimento 2031 é compatível com o partido e não fragiliza as lideranças da Iniciativa Liberal."É possível trabalhar em paralelo".See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Expresso da Meia-Noite
A segunda volta entre Seguro e Ventura: dilemas partidários, endossos eleitorais e o futuro de Portugal

Expresso - Expresso da Meia-Noite

Play Episode Listen Later Jan 24, 2026 48:26


Pela primeira vez em muitos anos de programa, o 'Expresso da Meia-Noite' é sobre uma segunda volta nas presidenciais. Depois de António José Seguro não conseguir reunir a maioria dos votos necessária para assegurar a presidência, dia 8 de fevereiro os portugueses voltam às urnas para escolher entre o candidato socialista e André Ventura. Mas, antes de se tomar a decisão, temos ainda um debate único entre os dois candidatos, em simultâneo nas três televisões SIC, RTP e TV, e dez dias de campanha eleitoral pela frente. Neste episódio, vamos discutir se já está tudo decidido, se a campanha ainda pode mudar muita coisa, se a abstenção vai ou não vai ser maior e como é que se vão cruzar os eleitores numa eleição que era não é completamente surpreendente, mas que há uns meses ninguém achava que seria o desfecho da primeira volta. Para nos prepararmos para a segunda volta, convidámos Teresa Nogueira Pinto, professora de Ciência Política, Pedro Gomes Sanches, comentador da SIC, António Gomes, diretor geral da GfK e o Miguel Guedes, consultor de comunicação. A moderação foi de Ricardo Costa e Ângela Silva. Ouça aqui o programa em podcast, transmitido a 24 de janeiro na SIC Notícias. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sem Moderação
Declarações “infelizes” de Cotrim Figueiredo: estratégia ou lapso na última semana de campanha?

Sem Moderação

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 21:44


No Antes Pelo Contrário em podcast, com Daniel Oliveira e Francisco Mendes da Silva, a análise à última semana campanha para as eleições Presidenciais. João Cotrim de Figueiredo, ainda a lidar com um dia que classificou como difícil, reafirmou não ter dúvidas de que passará à segunda volta e admitiu como “infeliz” o momento em que abriu a porta a um eventual apoio a outros candidatos. Em visitas a Viseu e Lamego, voltou a declarar-se inocente da acusação de assédio de que foi alvo. O candidato reconheceu que não ponderou bem as declarações feitas no dia anterior, num contexto de disputa eleitoral em que tenta não perder eleitorado, enquanto Marques Mendes procura ganhar terreno. Em Lamego, durante uma visita ao Centro de Operações Especiais do Exército, reagiu também às críticas de André Ventura, que acusou Cotrim de “zig-zagues”. A polémica surge após acusações feitas por uma ex-assessora da Iniciativa Liberal, hoje no Ministério dos Negócios Estrangeiros. O Antes Pelo Contrário foi emitido a 13 de janeiro, na SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Linhas Vermelhas
O monopólio de Cotrim de Figueiredo e o chamariz de André Ventura

Linhas Vermelhas

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 21:48


Tem início a última semana pré eleições presidenciais. As estratégias e últimas jogadas dos candidatos começam a ser conhecidas. Do lado da Iniciativa Liberal, João Cotrim de Figueiredo optou por uma manobra eleitoral citando André Ventura, na tentativa de captar mais votos fora do seu círculo habitual. Quão bem sucedido pode vir a ser o representante da IL? Ou acabará por sair prejudicado desta ação? Ouça o comentário de Cecília Meireles e de Miguel Prata Roque na versão podcast do programa Linhas Vermelhas, emitido na SIC Notícias a 12 de janeiro.Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

E o vencedor é...
A seduzir o eleitorado de Ventura? A 'Cheguização' de Cotrim

E o vencedor é...

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 26:48


Cotrim não pôs de lado um eventual apoio a Ventura, rejeitando totalmente a estratégia da Iniciativa Liberal. E as dificuldades de quem depende em exclusivo do SNS para ter cuidados de saúde.See omnystudio.com/listener for privacy information.

E o vencedor é...
Presidenciais. Cotrim vale mais do que a Iniciativa Liberal

E o vencedor é...

Play Episode Listen Later Jan 12, 2026 24:56


O candidato apoiado pela IL tem feito uma boa campanha e já vale mais que o próprio enquanto líder do partido. Nem no tempo de Sá Carneiro se falava tanto nele. Sozinhos, os candidatos não chegam lá?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conservative News & Right Wing News | Gun Laws & Rights News Site
Portugal Bans Burqa – Violent Left – Tara Armstrong

Conservative News & Right Wing News | Gun Laws & Rights News Site

Play Episode Listen Later Nov 3, 2025 4:40


‘If you don't like it, catch a flight home,' Chega leader tells Muslims as Portugal moves to ban the burqa Once passed into law, those wearing face coverings in public spaces could face fines of up to €4,000 Portugal's parliament has approved a proposal to ban the wearing of burqas and niqabs in public spaces, with right-wing party Chega leading the initiative and its leader, André Ventura, telling those who disagree to “catch a flight back” to their countries of origin. The bill, supported by the Social Democratic Party (PSD), Iniciativa Liberal, and CDS, passed its first reading on Thursday... View Article

Noticiário Nacional
12h Iniciativa Liberal vai votar contra o OE para 2026

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Oct 27, 2025 13:06


Explicador
Debate: Partidos reagem ao Orçamento de Estado para 2026

Explicador

Play Episode Listen Later Oct 9, 2025 39:28


PSD, PS, Chega, Iniciativa Liberal, Livre, PCP, Bloco de Esquerda e PAN discutem a proposta do Orçamento de Estado para 2026, apresentado hoje pelo Governo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Comissão Política
Do Porto a Lisboa, debates e sondagens: quem ganhará as autárquicas?

Expresso - Comissão Política

Play Episode Listen Later Sep 23, 2025 38:41


Os debates arrancaram, as sondagens prometem lutas disputadas. Neste episódio, analisamos o arranque da última eleição do ano — que se multiplica por 308 concelhos. Houve debate com os candidatos ao Porto, também já em Lisboa. As sondagens publicadas em Lisboa, Porto, Sintra, Faro, mas também em Gaia e Setúbal indicam vantagens curtas e algumas possíveis surpresas. A dias do arranque da campanha oficial, fazemos um ponto de situação. Com Eunice Lourenço, Paula Varela e Margarida Coutinho e moderação de David Dinis. A sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Expresso da Manhã
Conflito diplomático com Israel Vuelta a incendiar a política espanhola

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Sep 16, 2025 13:42


A Vuelta teve vários contratempos por causa de manifestações contra a equipa de ciclismo Israel Premier Tech e a favor dos palestinianos. Várias etapas foram boicotadas, entre as quais a etapa final, e acabaram por ter um percurso encurtado. O primeiro-ministro espanhol elogiou os manifestantes e isso voltou a provocar a ira do governo de Netanyahu. A oposição aproveitou para atacar o governo de Madrid e acusar Pedro Sanchez de não estar à altura do cargo. Quanta da política interna espanhola está hoje contaminada pelos conflitos diplomáticos que Madrid alimenta? À procura de resposta, conversamos com o editor de Internacional do Expresso, Pedro Cordeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

DW em Português para África | Deutsche Welle
25 de Agosto de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Aug 25, 2025 19:51


Angola: João Lourenço foi vaiado na final do AfroBasket 2025 e gesto é entendido como "uma mensagem" ao PR. Moçambique: Partido português exige explicações à União Europeia sobre a coerência de apoiar um diálogo de paz que exclui o político Venâncio Mondlane. Mali: Dissolução de partidos políticos agita o país e poderá ter repercussões profundas nas relações diplomáticas.

Noticiário Nacional
17h Iniciativa Liberal disponível para ajudar o governo

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Aug 9, 2025 11:12


Grande Entrevista
Grande Entrevista

Grande Entrevista

Play Episode Listen Later Jul 23, 2025


Mariana Leitão, presidente da Iniciativa Liberal

Noticiário Nacional
6h Iniciativa Liberal promete posição construtiva no OE 2026

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jul 20, 2025 7:22


Noticiário Nacional
9h Mariana Leitão será eleita líder da Iniciativa Liberal

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jul 19, 2025 7:15


Explicador
Hugo Soares: "CDS não tem razão para ficar enciumado"

Explicador

Play Episode Listen Later Jul 15, 2025 14:47


Líder parlamentar do PSD justifica aproximação à Iniciativa Liberal. Imigração, defesa, Orçamento do Estado e relação com Chega e PS são outros temas desta entrevista nas jornadas parlamentares da AD.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Comissão Política
Uma maioria de direita e um PS em cima do muro (e o Orçamento?)

Expresso - Comissão Política

Play Episode Listen Later Jul 15, 2025 39:29


Fechou a lei da imigração, a da nacionalidade está a caminho. A AD continua a dizer que fala com “todos, todos”, mas ainda não há sinais de conversas com os socialistas — de José Carneiro só protestos e lamentos. Será Ventura o aliado estável de Montenegro? E o que vai acontecer no Orçamento? Este episódio de 'Comissão Política' tem comentários de Paula Caeiro Varela, João Pedro Henriques e Hélio Carvalho, com sonoplastia de Salomé Rita e ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Expresso da Meia-Noite
Quais os problemas levantados pela nova lei da nacionalidade?

Expresso - Expresso da Meia-Noite

Play Episode Listen Later Jun 28, 2025 48:47


Do Conselho de Ministros resultaram diversas e polémicas alterações a leis relacionadas com a imigração. Luís Montenegro torna-se, agora, foco de fortes críticas, principalmente no que toca às propostas que dificultam o acesso à nacionalidade e ao reagrupamento familiar. Estará o Governo a alinhar a própria agenda com as ideias e objetivos do partido Chega? De que modo as alterações às leis da imigração vão impactar a mão-de-obra em Portugal? Ouça a versão podcast do programa Expresso da Meia-Noite, com os convidados Rui Armindo Freitas, Secretário de Estado Adjunto da Presidência, Mariana Mortágua, Coordenadora do Bloco de Esquerda, Mariana Leitão, líder do grupo parlamentar da Iniciativa Liberal na Assembleia da República, e Mariana Vieira da Silva, vice-presidente do Partido Socialista. Emitido na SIC Notícias a 27 de junho, com moderação de Bernardo Ferrão e Ângela Silva.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
3h Iniciativa Liberal elege novo líder a 19 de julho em Leiria

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 16, 2025 7:05


Expresso - Expresso da Meia-Noite
Um ministério que junta a Economia e os Fundos Europeus. Será a solução para a economia portuguesa?

Expresso - Expresso da Meia-Noite

Play Episode Listen Later Jun 7, 2025 48:38


Neste episódio do Expresso da Meia Noite, Pedro Siza Vieira, Maria João Avillez, Paula Varela e Carlos Guimarães Pinto debatem a formação do novo Governo, destacando a fusão dos ministérios da Economia e dos Fundos Comunitários e a criação do ministério da Reforma do Estado. Discutiram-se os desafios da desburocratização, a dependência dos fundos europeus, a necessidade de investimento público e a importância de reformas estruturais. Os convidados analisaram ainda o papel dos partidos na viabilização das reformas e abordaram temas sociais como a habitação. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Portugalex
Ventura cita Lampedusa ou um chinês qualquer

Portugalex

Play Episode Listen Later Jun 3, 2025 3:08


Como se chama o líder da Iniciativa Liberal?

Explicador
IL: quem se segue a Rocha e efeito nas autárquicas

Explicador

Play Episode Listen Later Jun 2, 2025 14:22


André Abrantes Amaral, vogal da comissão executiva, aponta pelo menos 4 nomes possíveis para suceder ao líder demissionário da Iniciativa Liberal e antevê impacto nas próximas eleições.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Expresso da Manhã
Diogo Teixeira Pereira: “A IL vai para o 5º líder em 8 anos e pode ter de mudar outra vez com mau resultado nas autárquicas e presidenciais”

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Jun 2, 2025 16:29


Rui Rocha anunciou a demissão da liderança da Iniciativa Liberal e a surpresa foi grande porque os resultados eleitorais ficaram aquém das expectativas mas foram positivos. Na quarta-feira, 21 de Maio, Rocha esteve em Belém e anunciou a abertura de um processo de revisão constitucional. No dia seguinte, Luís Montenegro meteu a revisão na gaveta. O que terá levado o líder da IL a atirar a toalha ao chão? À procura de respostas, conversamos neste episódio com o jornalista da SIC Diogo Teixeira Pereira, autor do programa Facto Político.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Expresso da Manhã
Será que a Lei Fundamental vai mudar muito? A AD tem o ás de trunfo, revisão constitucional só se faz com eles, à direita ou à esquerda

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later May 26, 2025 15:48


A Iniciativa Liberal anunciou que vai abrir um processo de revisão ordinária da Constituição e, perante a existência de uma maioria constitucional (2/3) à direita, a esquerda gritou de imediato que vinha aí o lobo, temendo uma mudança de regime. O PSD diz que o assunto não é prioritário e garantiu que falará com todos, mas o Chega quer uma frente de direita unida para rever a Lei Fundamental. Neste episódio, conversamos com o constitucionalista Jorge Bacelar Gouveia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Que farei quando tudo arde? A pergunta do vetusto e sempre actual Sá de Miranda ecoa agora nos corredores do Largo do Rato (metonímia em referência à sede do Partido Socialista, sita no largo do dito). A novela eleitoral revelou-nos um perdedor em toda a linha, um vencedorzinho convencido de ter tido uma grande vitória e um ganhador efectivo, que já sonha abocanhar tudo o resto. E, enquanto isso, nós, na bolha, cá nos vamos desentendendo à procura de explicações minimamente racionais. Como dizia o outro: boa sorte para isso.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Expresso da Manhã
Riccardo Marchi: “Se Montenegro preferir encontrar acordos à sua esquerda é o maior serviço que pode fazer ao Chega”

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later May 20, 2025 12:54


O Chega teve uma ascensão meteórica nas Legislativas, desde que concorreu pela primeira vez em 2019. Nesse ano, só André Ventura foi eleito, mas, menos de três anos depois, o grupo parlamentar do Chega já tinha 18 deputados. Mais dois anos e o partido de extrema-direita fez crescer a sua bancada até aos 50 deputados e agora espera-se que chegue aos 60. Passou de 1,3% em 2019 para 23% seis anos depois. Até onde vai chegar o partido de André Ventura? Quem corre os maiores riscos a médio prazo? O PS, que quase entrou em colapso este domingo, ou o PSD, de onde saiu Ventura e que é de centro-direita? À procura de respostas, conversamos com o politólogo Riccardo Marchi, investigador do ISCTE. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer
Rui (Rocha), és um bom partido? Guilherme Geirinhas conversa com o líder da Iniciativa Liberal

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Play Episode Listen Later May 16, 2025 46:58


Sexto episódio da terceira temporada de Bom Partido, uma minissérie de sete conversas. Guilherme Geirinhas conversa com Rui Rocha. Não perca, ‘Bom Partido’ no canal do You Tube de Guilherme Geirinhas e agora também no formato podcast nos sites da SIC Notícias e do Expresso, em parceria com a Fundação Francisco Manuel dos Santos e o apoio do MEO. 01:10 Intro super verdadeira02:20 Rui é mau a artes03:39 Rap Tuga05:00 Quizz de rappers06:38 Depoimento07:50 Uma memória bizarra08:55 Depoimento09:25 Cumprimento à skater10:13 Cumprimento à boomer12:02 Rui despede Primeiro-Ministro12:33 Depoimento12:55 Juventude de Rui13:48 Desportos que Rui praticou15:09 Vestuário16:12 Cabelos16:55 Interesse pela Escrita17:27 Basquetebol e Futebol18:16 Rui na Disneyland19:05 Comissão Parlamentar de Inquérito26:55 Geringonça28:35 Debate Interno29:56 O Rui Rocha e o Paulo Raimundo podiam ser amigos?30:55 Como são os almoços da Iniciativa Liberal?31:25 Briefing da Iniciativa Liberal32:37 Moção de Confiança37:00 As férias do Rui Rocha39:05 Pesquisar “Rui Rocha” no Google44:51 Rui, és um bom partido?45:30 CréditosSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Eixo do Mal
Rui (Rocha), és um bom partido? Guilherme Geirinhas conversa com o líder da Iniciativa Liberal

Expresso - Eixo do Mal

Play Episode Listen Later May 16, 2025 46:58


Sexto episódio da terceira temporada de Bom Partido, uma minissérie de sete conversas. Guilherme Geirinhas conversa com Rui Rocha. Não perca, ‘Bom Partido’ no canal do You Tube de Guilherme Geirinhas e agora também no formato podcast nos sites da SIC Notícias e do Expresso, em parceria com a Fundação Francisco Manuel dos Santos e o apoio do MEO. 01:10 Intro super verdadeira02:20 Rui é mau a artes03:39 Rap Tuga05:00 Quizz de rappers06:38 Depoimento07:50 Uma memória bizarra08:55 Depoimento09:25 Cumprimento à skater10:13 Cumprimento à boomer12:02 Rui despede Primeiro-Ministro12:33 Depoimento12:55 Juventude de Rui13:48 Desportos que Rui praticou15:09 Vestuário16:12 Cabelos16:55 Interesse pela Escrita17:27 Basquetebol e Futebol18:16 Rui na Disneyland19:05 Comissão Parlamentar de Inquérito26:55 Geringonça28:35 Debate Interno29:56 O Rui Rocha e o Paulo Raimundo podiam ser amigos?30:55 Como são os almoços da Iniciativa Liberal?31:25 Briefing da Iniciativa Liberal32:37 Moção de Confiança37:00 As férias do Rui Rocha39:05 Pesquisar “Rui Rocha” no Google44:51 Rui, és um bom partido?45:30 CréditosSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Explicador
PSD e IL em "sintonia". CDS com "amnésia"

Explicador

Play Episode Listen Later May 12, 2025 15:06


O deputado da Iniciativa Liberal, Rodrigo Saraiva defende que Rui Rocha revelou o convite do presidente do PSD para acordo pré-eleitoral por uma questão de "transparência".See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
15h Em Viseu a Iniciativa Liberal distribui críticas

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later May 6, 2025 13:29


Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer
Bom Partido: Guilherme Geirinhas volta a entrevistar os líderes políticos que vão a votos a 18 de maio

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Play Episode Listen Later May 2, 2025 2:13


Estou farto de política, por isso juntei alguns amigos para falar sobre a vida. Bom Partido é uma minissérie de sete conversas com os líderes dos partidos que vão a votos nestas Legislativas. Estreia-se no Domingo, 4 de maio, no YouTube, em parceria com a Fundação Francisco Manuel dos Santos. Também disponível em podcast, em parceria com o Expresso e a Sic Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Eixo do Mal
Bom Partido: Guilherme Geirinhas volta a entrevistar os líderes políticos que vão a votos a 18 de maio

Expresso - Eixo do Mal

Play Episode Listen Later May 2, 2025 2:13


Estou farto de política, por isso juntei alguns amigos para falar sobre a vida. Bom Partido é uma minissérie de sete conversas com os líderes dos partidos que vão a votos nestas Legislativas. Estreia-se no Domingo, 4 de maio, no YouTube, em parceria com a Fundação Francisco Manuel dos Santos. Também disponível em podcast, em parceria com o Expresso e a Sic Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Comissão Política
Entrevista a Rui Rocha: “Terá sempre de haver uma conversa” sobre a Spinumviva

Expresso - Comissão Política

Play Episode Listen Later May 2, 2025 52:32


Embalado por algumas sondagens, Rui Rocha espera um resultado “reforçado” para a Iniciativa Liberal (IL). Promete que será exigente nas dimensões “programática” e da “credibilidade” para integrar um eventual Governo com a AD e admite que uma vitória de Luís Montenegro não acabará com as dúvidas sobre o caso da empresa familiar Spinumviva, pelo que “é óbvio que terá sempre de haver uma conversa que esclareça” o que falta esclarecer antes de a IL poder fazer um acordo de governação. Nesse cenário, espera também ter mais pastas do que o CDS.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Explicador
Debate Setúbal: a crise politica e o SNS

Explicador

Play Episode Listen Later Apr 30, 2025 57:38


AD, PS, Chega, CDU, Bloco de Esquerda, Iniciativa Liberal e Livre discutem as causas da crise política e a situação do Serviço Nacional de Saúde na região. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
18h Iniciativa Liberal acusa PS e AD de irresponsabilidade

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Apr 22, 2025 16:50


Noticiário Nacional
0h Iniciativa Liberal recusa despedimentos

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Apr 20, 2025 7:26


DW em Português para África | Deutsche Welle
7 de Fevereiro de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Feb 7, 2025 19:59


Comissão Permanente da Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau determina que Sissoco Embaló termina o mandato presidencial no final desde mês. No país, a insegurança alimentar continua a ser um dos desafios que os guineenses enfrentam.Em Moçambique, a polícia matou sete supostos membros do grupo paramilitar Naparamas.