Podcasts about propostas

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Jornal das comunidades
Primeiro-ministro inaugura Consulado em Andorra

Jornal das comunidades

Play Episode Listen Later May 20, 2026 13:07


O Consulado reabriu há dois anos, mas só agora são inauguradas as novas instalações. Serviço muito importante para portugueses em Andorra. Propostas do projecto Os 230, grupo criado à semelhança do parlamento português.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Radioagência
Câmara aprova 73 propostas de combate à violência contra a mulher e ao feminicídio

Radioagência

Play Episode Listen Later May 20, 2026


Câmara dos Representantes
Colóquio "Migrações Portuguesas. M230: propostas para a diáspora

Câmara dos Representantes

Play Episode Listen Later May 16, 2026 57:32


Colóquio "Migrações Portuguesas" quer emigração no centro das políticas públicas. Conhecer, investigar e difundir: precisa-se, propostas para a diáspora do Movimento 230 vão a votos a 29 de Maio. Edição Paula MachadoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jornal das comunidades
Primeiro-ministro inaugura Consulado em Andorra

Jornal das comunidades

Play Episode Listen Later May 15, 2026 13:07


O Consulado de Portugal reabriu há dois anos, mas só agora são inauguradas as novas instalações. Serviço muito importante para portugueses em Andorra. Propostas do projecto Os 230, grupo criado à semelhança do parlamento português.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Convidado
Cabo Verde "Os partidos não conseguiram apresentar as propostas de forma clara"

Convidado

Play Episode Listen Later May 15, 2026 8:34


Termina nesta sexta-feira, 15 de Maio, a campanha eleitoral para as oitavas eleições legislativas em Cabo Verde. Celeste Fortes, docente e investigadora da Universidade de Cabo Verde, na cidade do Mindelo, considera que esta campanha eleitoral ficou marcada por um ambiente de agressividade, sem espaço para discussão, com os partidos a não conseguirem apresentar as propostas de forma clara. Como é que avalia o ambiente político e social vivido durante esta campanha eleitoral? Acho que estamos a viver duas situações ao mesmo tempo. Por um lado, no mundo digital e nas redes sociais, vejo um ambiente extremamente agressivo. Não há espaço para discussões de ideias nem para uma análise mais equilibrada, em que as pessoas consigam também fazer autocrítica ao actual governo ou aos outros partidos que concorrem. Por outro lado, fora do digital, também sinto muita agressividade no debate político e social. Mas, ao mesmo tempo, enquanto docente e activista, noto um certo cansaço por parte da população. Há uma sensação de “mais do mesmo”, de saturação em relação ao discurso político. Portanto, o que eu vejo neste momento é um ambiente marcado simultaneamente pela agressividade e pelo cansaço social. Considera que os partidos políticos foram capazes de apresentar o programa político? Não. Acho que os partidos políticos não conseguiram apresentar as suas propostas de forma clara. Se uma pessoa não estiver muito atenta, dificilmente consegue perceber quais são, concretamente, as soluções que cada partido propõe para resolver os principais problemas que a população identifica como prioritários. O que se viu foi uma discussão muito bipolarizada e muito partidarizada, marcada também por uma militância bastante cega. Em vez de comunicarem projectos concretos para o país, os partidos acabaram por comunicar mais as suas ideologias e discursos políticos. Faltou explicar de forma clara onde é que Cabo Verde está hoje, em 2026, e qual é a visão de cada partido para os próximos quatro ou cinco anos. Ou seja, como é que o partido X ou o partido Y pretende levar o país para um outro patamar. Isso, para mim, não ficou claro durante esta campanha. Actualmente, quais são as maiores preocupações dos cabo-verdianos ? Bom, eu não posso falar por todos os cabo-verdianos, mas há preocupações que sinto pessoalmente e que acredito que também são partilhadas por grande parte da população. Uma delas é a questão dos transportes. Continuamos a viver muito isolados entre as ilhas. Eu vivo em São Vicente e, muitas vezes, tenho situações para resolver em Santiago. No entanto, nestas eleições praticamente não se falou da regionalização. Enquanto moradora de São Vicente, esperava que esse debate regressasse à agenda política e que os partidos apresentassem propostas concretas sobre o tema, mas isso não aconteceu. Continuamos a enfrentar um problema grave de centralização em Cabo Verde, sobretudo em relação à Praia. E essa dependência acaba por afectar todo o país. A questão dos transportes e da conectividade continua muito longe de estar resolvida. Isso liga-se directamente a outro grande problema: a saúde. Uma pessoa que vive no Maio, na Brava ou em São Nicolau não tem o mesmo acesso aos cuidados de saúde, porque os principais hospitais estão concentrados em São Vicente e Santiago. E, muitas vezes, nem existem transportes adequados para a deslocação de doentes.  Outra preocupação muito séria é a dignidade habitacional. Enquanto activista, acompanhei de perto todo o processo de acção depois do 11 de Agosto, e a situação é caótica e preocupante. Continua a existir permissividade para a construção de casas de tambor e habitações sem segurança, especialmente em zonas de risco e encostas. Isso mostra que a questão da habitação digna ainda não foi resolvida pelo governo. Além disso, temos situações contraditórias, como casas do programa “Casas para Todos” que continuam fechadas e sem serem atribuídas. Por fim, há uma questão que afecta muito a juventude: o projecto de vida e o futuro da empregabilidade. Muitos jovens sentem dificuldade em construir um futuro estável no país, o que acaba também por alimentar a vontade de emigrar.  Os jovens continuam a ser os mais impactados pelo desemprego... Sim. Os jovens continuam a ser os mais impactados pelo desemprego e pela falta de perspectivas em relação ao futuro. Muitos querem construir a sua vida em Cabo Verde, querem ter um emprego e estabilidade no seu próprio país, sem terem de emigrar para procurar melhores condições de vida. Existe muito esta ideia entre os jovens de: “Eu quero trabalhar, mas quero conseguir fazê-lo aqui, perto da minha família, no meu país.” No entanto, muitas vezes, sentem que não têm oportunidades reais para alcançar esse futuro com tranquilidade e estabilidade. E, para mim, esse é um dos grandes problemas actuais. No entanto, durante a campanha, não vi debates aprofundados nem propostas claras sobre como resolver esta questão do desemprego jovem e da falta de perspectivas para a juventude. Enquanto activista, trabalha muito sobre a questão do género. Como é que é tratada a questão do género em Cabo Verde? Orgulha-me muito os espaços que Cabo Verde tem vindo a criar, tanto através das instituições públicas governamentais como das organizações não governamentais, para avançarmos rumo a uma maior igualdade de género, que ainda está longe de ser plenamente alcançada. Apesar dos avanços, continuam a existir vários problemas por resolver, nomeadamente a violência baseada no género, o feminicídio e a pobreza, que continua a ter um rosto maioritariamente feminino. A maioria das famílias em Cabo Verde são monoparentais e chefiadas por mulheres, o que mostra também como muitas responsabilidades recaem sobre elas. Portanto, ainda temos grandes desafios pela frente, sobretudo ao nível da representação política e da participação das mulheres nos espaços de decisão. São cinco partidos e apenas um é liderado por uma mulher. A política ainda é distante para a mulher em Cabo Verde? Sim, continua a ser distante, porque a política ainda é um espaço muito masculinizado, dominado por lógicas machistas e patriarcais. Muitas vezes, as mulheres não encontram um ambiente favorável nem condições reais para participarem activamente na vida político-partidária do país. Além disso, a política continua a ser um espaço marcado pela agressividade e pela violência. E nós, mulheres, já convivemos diariamente com microviolências em contextos laborais, familiares e sociais. Muitas acabam por evitar também a política precisamente por a sentirem como mais um espaço de confronto e desgaste. Por outro lado, fiquei extremamente contente por ver a Jónica Brites Tavares no debate. Achei-a muito assertiva e isso deu-me alguma esperança. Ver uma mulher naquele espaço, com firmeza e segurança, pode inspirar muitas meninas e mulheres a entrarem também no espaço público e a posicionarem-se. Mas, apesar dos discursos sobre igualdade e dos sinais de paridade nos governos, a política cabo-verdiana continua a ser um espaço muito marcado pela violência, sobretudo pela violência masculina. Considera que nestas eleições vamos voltar a ver esta disputa entre o MpD e o PAICV? Ou há uma possibilidade deste cenário se poder reverter? Eu não acredito que isso vá mudar tão cedo. Acho que vamos continuar presos a esta bipolarização entre o MpD e o PAICV. Os dois partidos construíram, ao longo dos anos, uma narrativa muito baseada no medo: o medo de perder a estabilidade e o receio de ver outras forças políticas a governarem o país.  Mesmo 50 anos depois, ainda somos muito marcados pelo assistencialismo e por relações de dependência política. E essa lógica acaba por alimentar o medo do novo e do diferente. Tanto o MpD como o PAICV continuam a explorar muito esse sentimento. Cabo Verde é muitas vezes visto como o “bom aluno” do continente africano. Quais são os desafios para a democracia cabo-verdiana? Apesar dessa imagem positiva, Cabo Verde não está completamente protegido de fenómenos que hoje ameaçam várias democracias, como o crescimento de discursos populistas, extremistas, racistas, xenófobos e misóginos. Vejo com preocupação o facto de Cabo Verde, enquanto país que tradicionalmente procura manter uma posição equilibrada e não alinhada, nem sempre se posicionar de forma clara perante essas ondas populistas e extremistas. E isso pode representar um risco para a nossa saúde democrática, porque esses discursos acabam por normalizar formas de intolerância e de violência política e social que podem fragilizar a democracia cabo-verdiana no futuro.

Resposta Pronta
Lei Laboral. "Ainda não sabemos quais são as 12 propostas da UGT que o Governo acolheu."

Resposta Pronta

Play Episode Listen Later May 14, 2026 4:13


Proposta aprovada pelo Governo segue para Parlamento. Sérgio Monte, secretário-geral adjunto da UGT, critica falta de evolução nas traves mestras da lei e avisa que texto atual prejudica quem trabalhaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Radioagência
Câmara analisa propostas que incluem jogos eletrônicos no ensino básico

Radioagência

Play Episode Listen Later May 14, 2026


sico nicos analisa propostas jogos eletr ensino b
Noticiário Nacional
18h Propostas do Irão "não passam de lixo" diz Trump

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later May 11, 2026 12:13


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Rádio Senado Entrevista
Oficina Legislativa do Senado abre espaço para estudantes apresentarem propostas e concorrerem a prêmios

Rádio Senado Entrevista

Play Episode Listen Later May 6, 2026 6:44


O Senado Federal, através do portal e-Cidadania, abriu o período de cadastro para a Oficina Legislativa do Senado . A Oficina premiará alunos e professores que apresentarem as melhores propostas legislativas. Alisson Bruno, coordenador do e-Cidadania, explica o funcionamento da Oficina Legislativa, as categorias de premiação e como os estudantes podem se inscrever e participar.

Convidado
Estreito de Ormuz:"propostas de paz são compassos de espera antes de confronto a breve trecho"

Convidado

Play Episode Listen Later May 4, 2026 21:42


No fim-de-semana, o Irão apresentou um plano de paz em 14 pontos aos Estados Unidos. Neste documento, Teerão torna a fazer propostas já anteriormente rejeitadas por Washington, nomeadamente que os Estados Unidos se retirem do Golfo, que se levantem as sanções internacionais, que sejam pagas compensações de guerra e que um acordo de paz abranja o Líbano, actualmente sob fogo israelita, apesar de oficialmente vigorar uma trégua desde meados do mês passado. Todavia, antes mesmo de se debruçar sobre este documento, Donald Trump considerou que era pouco provável que respondesse às suas expectativas, o Presidente americano acabando por anunciar que o seu país passaria, a partir desta segunda-feira, a escoltar as centenas de navios comerciais que se encontram no Estreito de Ormuz. De acordo com o comando militar americano na região, esta operação denominada "Project Freedom" - "Projecto Liberdade", mobiliza 15 mil militares, mais de 100 aeronaves terrestres e marítimas, bem como navios de guerra e drones. O Irão que ainda hoje apelou os Estados Unidos para que "adoptem uma abordagem razoável" e "abandonem as exigências excessivas", proibiu hoje as forças americanas de se aproximarem do estreito de Ormuz, recomendando igualmente a todos os navios comerciais e petroleiros que evitem qualquer movimentação no sector sem se coordenarem com as forças iranianas. Trump, contudo, avisou que em caso de obstáculo à sua operação que descreve como um "gesto humanitário", ele "teria recurso à força". Num contexto em que se multiplicam os apelos a uma solução concertada, perante o risco de um reacender das hostilidades depois de menos de um mês de trégua, a RFI falou com o Major General Carlos Branco. RFI: Como se apresenta actualmente o panorama no Estreito de Ormuz? Major General Carlos Branco: Há duas questões. Começando pela proposta de acordo submetida ao mediador paquistanês, para depois ser apresentada aos Estados Unidos, essa proposta em 14 pontos não apresenta nada de inovador. Do lado iraniano, não há nenhuma cedência relativamente a qualquer das linhas vermelhas que os iranianos já tinham definido. Portanto, as propostas do lado iraniano não só não representam uma cedência, como não agradaram, naturalmente, ao Presidente Donald Trump. E isso coloca-se a vários níveis. Um deles tem a ver com o desbloqueamento do estreito. E o outro tem a ver com a negociação do pacote nuclear, onde os iranianos não fizeram cedências pura e simplesmente. Consideram que, para já, não deve ser discutido, porque haverá outros pontos na agenda que merecem ser tratados antes de discutir o problema do acordo nuclear. Agora, relativamente à resposta norte-americana sobre a escolta dos navios. Tudo isto depende do dispositivo naval que o presidente Trump colocar na região. Se mantiver o actual dispositivo, podemos dizer que será um saco com muitos furos que vai deixar passar muitas embarcações, que é aliás, o que tem acontecido até agora. Há de facto algumas embarcações que são interceptadas por parte dos navios norte-americanos. Mas a esmagadora maioria não é. E não é Porquê? Por um lado, porque os navios são poucos para uma área muito grande. E, por outro lado, porque muito desse trânsito marítimo se faz relativamente próximo da costa iraniana. E ao deslocarem-se nesta zona, acabam por estar protegidos pelo sistema balístico iraniano. O que significa que os navios norte-americanos não se conseguem aproximar da costa porque se eles se aproximam da costa, acabam por estar dentro do alcance dos mísseis antinavios iranianos. E, portanto, até este momento, não temos assistido a navios norte-americanos a assumirem esse risco. RFI: Neste domingo, o Irão desafiou, de certa forma, os Estados Unidos, dizendo que Trump deveria escolher entre um "mau acordo" ou então uma "operação militar impossível". Estava a referir-se ao facto de Donald Trump não poder ir além dos 60 dias de conflito sem consultar o Congresso? Major General Carlos Branco: Sim, há essa limitação que Trump, de uma forma expedita, está a procurar contornar e então auto-suspende as operações durante dois ou três dias, para depois recomeçar as operações e, portanto, procurar evitar esse impedimento legal do Congresso. Mas isso é um problema que Trump e os norte-americanos terão que resolver. Para já, o que me parece importante debater, são as opções que estão à frente dos nossos olhos. E, em primeiro lugar, temos aqui uma oposição, por um lado, dos israelitas que querem avançar quanto antes para uma operação militar. Por outro lado, os Estados Unidos que colocam algumas interrogações sobre isso. E a questão é sempre a mesma e é o tema que temos discutido desde o início destes combates: o que é que se pretende atingir com uma operação militar contra o regime iraniano? Seria uma mudança de regime, a substituição do regime dos ayatollahs por um outro regime que nós não conseguimos identificar. O que nesta altura poderia ser uma alternativa, a alternativa monárquica (Reza Pahlavi, herdeiro do trono iraniano, actualmente no exílio), não reúne consenso, nem do lado iraniano, nem do próprio lado norte-americano. Portanto, aqui temos uma questão que não foi resolvida e, deste modo, pode-se dizer que é uma derrota dos Estados Unidos, porque um dos objectivos de uma operação militar é subordinar o oponente à nossa vontade. E o que é um facto, é que não foi isso que aconteceu. Eu tenho muitas dúvidas que uma operação militar contra o Irão vá alterar esta situação. Temos, no entanto, que ver a oportunidade, do ponto de vista norte-americano. É claro para os Estados Unidos que este confronto está-lhes a sair muito caro. Quando eu digo caro, não é só do ponto de vista económico, mas também do ponto de vista político. E há uma vontade do Presidente norte-americano de terminar com isto. E uma das soluções, soluções à Trump, é daquelas do expediente do último minuto, que é "bom, nós vamos fazer uma operação militar, destruímos uma série de instalações, vamos obliterá-las. Aliás, obliteramos várias vezes. Portanto, tivemos várias vitórias. Mas essas vitórias, pois, obrigam sempre a que se continuem os combates. Vamos embora e declaro vitória e a minha imagem internamente não será afectada". Isto sou eu a especular. E fica tudo na mesma e ficamos confrontados com uma guerra fria na região em que não houve alterações significativas. Bom, alterações significativas, coloco este problema com algumas interrogações. Nomeadamente, relativamente ao dispositivo militar norte -americano na região. Segundo informações que nesta altura são públicas, o aparelho militar norte-americano na região do Golfo, esse sim está obliterado, está destruído. Nalguns casos completamente destruídos, noutros com a sua operacionalidade significativamente afectada. Portanto, este é um dos temas que terá que ser discutido também no Acordo de Paz. Mas ainda não chegámos lá. Será numa fase mais avançada. Para já, é aqui que nos encontramos. Eu estou convencido que os Estados Unidos vão avançar para uma solução militar. Estas questões das propostas de paz e contrapropostas são, na prática, paliativos. É que não vão resolver nada. Não vão conduzir a uma solução política. São apenas compassos de espera em que uma e outra parte se preparam para o confronto que ocorrerá. Do meu ponto de vista, a breve trecho. RFI: Precisamente numa altura em que há fortes sinais de que as hostilidades poderiam recomeçar, os Estados Unidos anunciaram nestes dias que iriam retirar 5 mil militares americanos da Alemanha, que é um dos parceiros estratégicos dos Estados Unidos a nível militar, no seio da NATO e no seio da Europa. Isto não será, no fundo, também dar um tiro no pé? Major General Carlos Branco: Será um tiro no pé se os Estados Unidos implementarem essa decisão. É uma interrogação que nós temos, antes de mais, de colocar. Será que isso é apenas uma ameaça ou se vai concretizar? Mas vamos partir do princípio que se vai concretizar. Eu penso que a comunicação social e muitos políticos na Europa estão a reagir de forma exagerada a esse anúncio, porque sabemos perfeitamente que os Estados Unidos nunca vão abdicar da sua presença na Europa, apesar de se dizer isso de vez em quando e muito menos na Alemanha. A Alemanha é o local onde as forças americanas têm uma presença mais efectiva no teatro europeu. A maior base aérea norte-americana fora dos Estados Unidos é na Alemanha. é na Alemanha que estão uma série de estruturas de comando: o quartel-general do comando das forças norte-americanas na Europa, o comando das forças norte-americanas do AFRICOM e muitos outros. Por exemplo, um grande hospital militar próximo da base de Ramstein (sudoeste do país), onde são canalizados os feridos dos diferentes combates que os Estados Unidos têm travado, nomeadamente agora do Irão, há algumas dezenas, senão centenas de peritos que se têm dirigido a este hospital na Alemanha. Portanto, a Alemanha representa um nó de apoio logístico e de sustentação das forças que os Estados Unidos têm vindo a empregar e provavelmente continuarão a fazê-lo no Médio Oriente, na Ásia. E sabemos o que é que aconteceu desde o Iraque e desde os diferentes envolvimentos do Iraque ao Afeganistão. Portanto, estamos a falar de um assunto que, do meu ponto de vista, não é assunto. Para além disso, esses 5 mil soldados são marginais relativamente ao efectivo que os norte-americanos têm na Europa. Segundo uma autorização do ano passado, que foi aprovada no Congresso, os Estados Unidos têm que ter na Europa permanentemente um mínimo de 76 mil soldados. Nesta altura tem 68 mil. Estão autorizados a baixar esse número por um período de 45 dias. Depois tem que ser reposto. Nesta altura, 68 mil são os que se encontram na Alemanha. Aliás, no teatro europeu, partindo do princípio que este número não está subestimado, porque há uma série de presenças norte-americanas em vários locais que me levam a concluir que este número, nesta altura, é um número avaliado por defeito. Mas assumindo que é um número correcto, 5% representa menos de 10% desse total. E volto a dizer, há uma reacção exagerada, desproporcional relativamente às consequências que esta decisão, se for implementada, pode vir a provocar. RFI: Mas a nível da Alemanha, o governo tem apelado fortemente a rearmar a Europa, o que era uma posição que tradicionalmente a Alemanha nunca assumia. Era mais à França que defendia um sistema europeu autónomo em matéria de defesa. Por outro lado, outros parceiros tradicionais dos Estados Unidos parecem também ter tomado consciência de que precisam ter alguma segurança autónoma. Estou a referir-me, por exemplo, ao Japão, que pondera a hipótese de se rearmar e de, inclusivamente, mudar a sua Constituição para não pôr de parte completamente a sua capacidade de defesa autónoma. Major General Carlos Branco: Sim, temos dois assuntos distintos, embora eles tenham uma raiz comum. É um facto que houve uma alteração significativa na política externa norte-americana. Os Estados Unidos nunca abdicaram do seu projecto hegemónico. Essa afirmação dessa hegemonia, dessa liderança mundial, teria que ser feita recorrendo a aliados e, portanto, para recorrer a aliados teria que haver uma operação de captação das suas vontades, que não pode ser o que acontece nesta altura com o presidente Trump. O presidente Trump acha que pode concretizar esse projecto de liderança global, hostilizando tudo e todos, hostilizando os seus aliados. Falando primeiro dos europeus, a questão dos europeus tem aqui uma outra envolvente que se prende com o medo, do meu ponto de vista, sem justificação e mais uma vez exagerado de uma operação militar russa em território europeu. Em primeiro lugar, a Europa tem que decidir para que é que se quer armar. Eu percebo que a Europa se tenha que armar. Sou apologista dessa opção. Mas primeiro, tem que se explicar para quê? Se é para criar uma capacidade de dissuasão relativamente a outros pólos que se possam transformar numa ameaça. E, neste caso concreto, a Rússia. Pois claro, que a Europa tem que ter essa capacidade. Isso é absolutamente indiscutível. Outra coisa é a Europa querer armar-se, não para ter uma capacidade de dissuasão, mas para adquirir capacidade para atacar a Rússia e envolver-se numa confrontação com a Rússia. São necessários outros meios e envolventes políticas que são igualmente distintas e, portanto, ninguém ainda hoje na Europa foi capaz de clarificar exactamente esta questão. Há, de facto, muito discurso, muita narrativa, muita retórica sobre a ameaça russa. E nós sabemos que a Europa se está a armar. Mas convinha esclarecer isto. Eu, nesta altura começo a ficar preocupado, porque esse rearmamento da Europa não parece configurar-se no âmbito de criar capacidade de dissuasão, mas para a outra alternativa, e isso é algo que merece uma análise diferente, porque as consequências vão ser completamente distintas. Aliás, eu recordo que os europeus parecem ter memória curta e não perceberam ainda que guerras na Europa têm-se saldado sempre por resultados de soma negativa. E os europeus têm perdido sempre com estas guerras fratricidas no velho Continente e como é que isso contribuiu para reduzir a importância geoestratégica da Europa. Relativamente ao Japão, a situação tem que ser analisada numa primeira parte, coincidente com aquilo que eu já disse. Ou seja, os Estados Unidos têm hostilizado desnecessariamente os seus aliados. Mas há aqui outra componente, porque os aliados norte-americanos na Ásia, depois do que aconteceu no Médio Oriente, se calhar pensaram duas vezes. Ou seja, os norte-americanos provaram a sua incapacidade de honrar os seus compromissos securitários com os países do Médio Oriente. Por exemplo, relativamente a Arábia Saudita, os Estados Unidos não foram capazes de honrar os compromissos securitários, nem tiveram capacidade para defender as suas próprias bases, os seus navios saíram do Golfo Pérsico. Ou seja, não conseguiram sequer garantir a liberdade de navegação. Estamos a falar até agora no Médio Oriente. Imagine o que é que estará a passar na cabeça dos aliados na Ásia. E daí eu perceber que haverá uma preocupação acrescida no domínio da segurança desses países. Agora, há uma coisa que merece ser discutida: é se as alterações que querem introduzir nas suas arquitecturas de segurança serão as mais adequadas. E nós sabemos que o Japão, e isto não é de agora, está a alterar a sua narrativa e nomeadamente relativamente a Taiwan. Considera Taiwan como um Estado e considera que uma acção chinesa em Taiwan deveria ser considerada como um ataque também ao Japão. Portanto, isto é um outro tema que merece uma outra abordagem, mas que é extremamente preocupante, sobretudo porque a China de hoje não é a China de há dez anos e muito menos de há vinte anos. E isso tem que ser levado em consideração quando se fazem determinados cálculos estratégicos, porque erros de cálculo estratégico é o que tem prevalecido nas últimas décadas. O Afeganistão, mais uma vez, o Iraque, a Líbia, etc. E seria bom que se parasse, se respirasse e se pensasse antes de optar pela via bélica. Provavelmente, haverá outras alternativas do foro político e do foro diplomático que poderão resolver estes problemas. Isto transporta-nos para um outro tema que é o dilema da segurança. E isso conduz normalmente à conflitos, muitas das vezes quando eles não são desejados e os dirigentes políticos actuam exclusivamente com a necessidade de salvar a face. RFI: Voltando ao Médio Oriente e, mais concretamente, desta vez ao Líbano. Apesar de um cessar-fogo estar em vigor desde meados de Abril, Israel continua as suas operações no sul do Líbano, inclusivamente fora da área que definiu como sendo a zona de segurança e, portanto, saindo da mesa das negociações, saindo da possibilidade de haver um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão, que abranja também a situação do Líbano. Como é que ficamos? Major General Carlos Branco: A haver um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão, ele não ocorrerá a breve trecho. É algo que vai demorar e eu diria não só meses, mas se calhar anos. Porque há muitas questões de natureza técnica que têm de ser discutidas e, fundamentalmente, quando abordamos o dossier nuclear, isto é um dado importante antes de falar do Líbano. No Líbano, não há cessar-fogo. Os combates continuam. Mais uma vez, houve um erro de cálculo estratégico da parte de Israel, porque, aliás, isso é devidamente divulgado por analistas no Ocidente que diziam que o Hezbollah estava completamente fragilizado e que tinha perdido toda a sua capacidade de combate. O que temos assistido é exactamente o contrário. O Hezbollah está muito longe de estar debilitado e conseguiram superar os ataques à sua liderança, às suas chefias. Aliás, um pouco como o Irão o fez também. Depois, temos uma outra questão em causa que se prende com mais uma tentativa de Israel colocar forças no Líbano. Nós assistimos a isto desde 1982 e todas as intervenções de Israel no Líbano, umas demoraram mais tempo do que outras, mas saldaram-se sempre em derrotas e na retirada das forças israelitas do Líbano. Eu não consigo perceber o que é que os dirigentes israelitas viram agora de novo, que alteração qualitativa eles identificaram que vá fazer com que a história seja escrita de forma diferente. É que os israelitas, que andam já há mais de 40 anos a tentar estabelecer uma presença permanente no Líbano e que se tem saldado sistematicamente em derrotas. O que é que é agora novo e diferente? Que vai fazer com que possam sair vitoriosos para além daquilo que têm feito, que é uma coisa absolutamente inaceitável. Há regiões no sul do Líbano que se equiparam muito às de Gaza, completamente destruídas, e acho que a comunidade internacional já devia ter tomado uma posição mais assertiva relativamente a estes desenvolvimentos. Parece que há muita gente anestesiada. Mas, independentemente dos aspectos relacionados com condenações do que os israelitas estão a fazer no sul do Líbano, o que se coloca aqui no debate é saber se isto tem possibilidade de ser vitorioso, saldar-se por uma presença permanente de Israel no sul do Líbano. Recorrendo à história, diria que não, que é mais uma tentativa gorada ao fracasso. Mas isso, daqui a uns meses nós poderemos fazer um saldo definitivo destes desenlaces e procurar perceber até que ponto o que estou a dizer, tem fundamento ou não.

Momento Agrícola
2026.05.02-4 DEZ Propostas para o Plano Safra, com Guilherme Rios da CNA.mp3

Momento Agrícola

Play Episode Listen Later May 2, 2026 12:33


O Consultor Técnico da CNA, Guilherme Rios, fala sobre as 10 Propostas prioritárias para o Plano Safra 2026, apresentadas pela CNA ao novo Ministro da Agricultura.

Radioagência
Deputado Leo Prates será o relator das propostas que acabam com a escala 6x1

Radioagência

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026


A Voz do Brasil
Motta indica Leo Prates para relatar propostas que acabam com escala 6x1

A Voz do Brasil

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026


Voces de Ferrol - RadioVoz
O festival Porta Máxica regresa a Ferrol o 8 e 9 de maio con maxia internacional, galas, rúa e propostas sociais

Voces de Ferrol - RadioVoz

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 14:12


O Festival Porta Máxica celebrará a súa V edición os días 8 e 9 de maio en Ferrol, regresando tras a súa última cita en 2022 e consolidándose como un referente do ilusionismo no norte de Galicia. O evento busca non só ofrecer espectáculos, senón tamén achegar a maxia como ferramenta cultural e social a toda a cidadanía, con actividades en teatros, rúas, centros cívicos e espazos asistenciais. A programación incluirá unha gala no Teatro Jofre, espectáculos de rúa e familiares, accións solidarias e obradoiros formativos. Como novidade destaca a “Gala Lorc & Julit”, homenaxe a magos locais, así como a incorporación de novos materiais pedagóxicos para fomentar a creatividade entre a xente máis nova. O festival contará con artistas internacionais e nacionais, ademais dunha ampla presenza de talento galego e ferrolán, baixo a dirección do ilusionista Martín Varela. Organizado polo Concello de Ferrol, o evento tamén contribúe á dinamización cultural e turística da cidade. A gala principal terá un prezo de 6 euros, mentres que o resto das actividades serán de balde.

Sem Precedentes - JOTA
O que Dino quer com sua proposta de Reforma do Judiciário?

Sem Precedentes - JOTA

Play Episode Listen Later Apr 25, 2026 42:00


O ministro Flávio Dino propõe uma reforma do Judiciário no meio da crise do Banco Master e da disputa sobre a legitimidade do STF. A proposta é genuína ou é uma jogada para desviar o debate do código de conduta defendido por Fachin? E o que esperar da sabatina de Jorge Messias no Senado?- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@UC1vPuOmA2uYkbpfURbkpYVAAna Laura Barbosa, Diego Werneck e Felipe Recondo analisam o movimento de Dino — a forma, o conteúdo e o timing —, debatem se há ali um diagnóstico real ou apenas uma lista de tópicos vagos, e discutem o que uma sabatina sincera perguntaria ao indicado pelo presidente Lula para o Supremo.Acompanhe o Sem Precedentes toda semana. Inscreva-se no canal, clique no sininho e nos avalie na sua plataforma de podcast. A newsletter Recondo News 11 está no Substack — toda semana o Supremo explicado.Capítulos00:00 Proposta de Reforma do Judiciário03:04 Análise das Propostas de Flávio Dino05:57 Conflitos e Estratégias no STF09:07 O Papel do Supremo na Reforma12:11 Críticas e Implicações das Propostas14:52 Visões Divergentes sobre a Reforma18:13 O Futuro do Judiciário e do STF23:24 Revisão das Regras do Supremo32:27 Expectativas para a Sabatina de Jorge Messias

Contas do Dia
A UGT volta a chumbar as propostas de alteração à Lei do Trabalho

Contas do Dia

Play Episode Listen Later Apr 24, 2026 5:19


A ministra convocou uma nova reunião da Concertação Social para 7 de maio. Faz sentido insistir e fazer mais uma reunião sobre este tema? Análise de Pedro Sousa Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Catalisadores
Autoridade, Autonomia ou Representação? Comparando Sistemas de Governo

Catalisadores

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 17:46


Como diferentes tradições cristãs organizam sua autoridade e missão? Neste episódio, promovemos um diálogo profundo entre três grandes modelos de organização eclesiástica: o Episcopal (Católico), o Congregacional (Batista) e o Representativo-Federativo (Adventista). Exploramos como cada sistema expressa uma eclesiologia única e como a Igreja Adventista busca o equilíbrio entre a unidade global e a participação local. Destaques deste estudo: Panorama Comparativo: Entenda as forças e limitações da hierarquia católica e da autonomia batista. O Equilíbrio Adventista: Como o sistema de rede (associações, uniões e divisões) sustenta uma missão mundial. Intersecções e Tensões: O que podemos aprender sobre reverência institucional, protagonismo leigo e agilidade operacional. Cinco Áreas de Aplicação: Propostas práticas para fortalecer a espiritualidade nas comissões, incluir a diversidade e aproximar a estrutura da base. A Natureza da Liderança: Por que a governança deve refletir a natureza trinitária de Deus: cooperação, humildade e mutualidade. Se você é um líder ou membro interessado em uma igreja mais transparente, participativa e focada na missão, este vídeo oferece caminhos concretos para a governança do futuro. "A governança é expressão da mordomia do Reino. Quando bem praticada, ela glorifica a Deus." Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042

Radioagência
Comissão aprova primeiro passo das propostas que acabam com a escala 6×1.

Radioagência

Play Episode Listen Later Apr 22, 2026


Noticiário Nacional
0h CGTP e UGT discutem propostas de alteração leis do trabalho

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Apr 18, 2026 8:12


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Sem Precedentes - JOTA
O conflito entre STF e Senado: ação e reação?

Sem Precedentes - JOTA

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 34:20


O senador Alessandro Vieira apresentou seu relatório na CPI do Crime Organizado e pediu o indiciamento de três ministros do STF — Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes. O relatório não foi aprovado. Mas o estrago político já estava feito.- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@UC1vPuOmA2uYkbpfURbkpYVA A reação do Supremo foi imediata. Gilmar Mendes encaminhou representação à PGR por abuso de autoridade. Outros ministros seguiram na mesma direção. Para alguns, a resposta foi desproporcional. Para outros, era esperada. O debate é esse: quem errou mais?Felipe Recondo, Juliana Cesario Alvim, Thomaz Pereira e Diego Werneck analisam a troca de acusações, os limites institucionais e o que esse episódio revela sobre o embate entre Congresso e Supremo — e sobre os riscos de heterodoxia dos dois lados.Capítulos00:00 Ação e Reação no STF03:24 Análise do Relatório de Alessandro Vieira06:53 Desvios e Fragilidades da CPI11:21 Imunidade e Responsabilidade no Debate Político13:30 Mistura de Condutas e Críticas ao Supremo19:21 A Ironia das CPIs e o Foco Desviado22:29 Oportunidades Perdidas e Propostas de Emenda23:59 Reações Políticas e Consequências Jurídicas27:16 Heterodoxias e Implicações no Sistema Jurídico30:20 Controle e Responsabilização no Contexto das CPIs

Rádio Senado Entrevista
Angelo Coronel apresenta propostas de proteção ao crédito rural em emergências climáticas

Rádio Senado Entrevista

Play Episode Listen Later Apr 7, 2026 10:22


O semiárido brasileiro passa por desafios devido às mudanças climáticas, afetando a produção rural e a vida dos agricultores. O senador Ângelo Coronel (Republicanos-BA) apresentou dois projetos ( PL 1389/2026 e PL 1393/2026 ) para ampliar o acesso ao crédito rural e criar proteção financeira em emergências climáticas. Em entrevista, Angelo Coronel defende as propostas e explica como as medidas podem proteger os agricultores e melhorar a situação social e econômica em regiões afetadas.

A soma dos dias
As propostas para a compra da TAP e os idos de março

A soma dos dias

Play Episode Listen Later Apr 3, 2026 22:40


Terminou na quinta-feira, 2 de abril, o prazo para a entrega de propostas não vinculativas para a compra de até 49,9% da TAP. Fazemos, por isso, uma análise ao processo e aos grupos que manifestaram interesse na companhia aérea portuguesa. Depois olhamos para o mês que passou, um março negro para bolsas, mercados e energia devido à escalada do conflito no Médio Oriente. Com Inês Pinto Miguel e Leonor Mateus Ferreira, numa edição de Cláudia Arsénio.

Rádio Assembleia - ALMG Novidades
Jovens debatem propostas para uma sociedade mais inclusiva

Rádio Assembleia - ALMG Novidades

Play Episode Listen Later Mar 30, 2026 3:06


Boletim da ALMG - Edição n.º 6392

Volta ao mundo em 180 segundos
27/03: Trump amplia prazo para bombardear estrutura energética do Irã | Israel diz que matou comandante da Marinha iraniana | Rapper assume como premiê no Nepal

Volta ao mundo em 180 segundos

Play Episode Listen Later Mar 27, 2026 4:27


Ampliação por mais 10 dias da suspensão dos ataques à infraestrutura energética do Irã acontece depois da reação negativa do mercado financeiro americano sobre o avanço nas negociações para o fim da guerra. E ainda:- Governo de Israel afirmou ter matado o comandante da marinha da guarda revolucionária iraniana responsávelpelo bloqueio do Estreito de Ormuz- Arábia Saudita investe em portos no Mar Vermelho e Brasil conclui acordo com a Turquia para formar rotas alternativaspara o escoamento de produtos- Nicolás Maduro a esposa Cilia Flores comparece pela segunda vez ao tribunal, pela acusação de tráfico de drogas- Propostas para eliminar programas de bolsas de estudo e limitar o acesso ao ensino superior gratuito faz estudantes protestarem no Chile- Novo primeiro-ministro do Nepal, o rapper Balendra Shah, toma posse nesta sexta-feira Ouça Não Sou Robô no Spotify Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br

Rádio Assembleia - ALMG Novidades
Plenário aprova, em definitivo, propostas sobre agricultura familiar e inclusão de pessoa com TEA

Rádio Assembleia - ALMG Novidades

Play Episode Listen Later Mar 26, 2026 3:10


Rádio Assembleia - ALMG Novidades
Agricultura familiar e inclusão de pessoa com TEA são temas de projetos aprovados em Plenário

Rádio Assembleia - ALMG Novidades

Play Episode Listen Later Mar 25, 2026 3:19


Propostas sobre emprego, educação e saúde também receberam aval, em 2º turno, e vão à sanção do Executivo.

Expresso - Expresso da Meia-Noite
É o início de uma nova Presidência: os desafios do mandato de António José Seguro

Expresso - Expresso da Meia-Noite

Play Episode Listen Later Mar 14, 2026 49:03


A semana foi de estreia do novo Presidente da República. Seguro entrou com um discurso pesado sobre o país, o retrato negro sobre os últimos anos, numa crítica clara aos anos de António Costa. Mas também a governação de Montenegro. Pediu entendimentos e reformas para tornar o país viável e lembrou que será um presidente exigente. Uma sondagem SIC Expresso acrescentou que os portugueses querem um presidente ativo e colaborante e menos atritos com o São Bento. Depois da posse, olhamos para o novo ciclo. Conseguirá Seguro evitar o frenesim eleitoral? Conseguirá Seguro impor entendimentos e, quem sabe, reformas? É possível acreditar em instabilidade nos próximos três anos e meio. Neste “Expresso da Meia-Noite”, transmitido na SIC Notícias a 13 de março, debateu-se o início do mandato de António José Seguro. Foi moderado por Ângela Silva e Bernardo Ferrão e o painel de comentário contou com Henrique Monteiro, colunista do Expresso e apoiante de Seguro, Teresa Nogueira Pinto, professora de Ciência Política e membro do governo sombra do Chega, Miguel Guedes consultor de comunicação e Alexandre Poço vice-presidente do PSD.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Resposta Pronta
CGTP: "Exigimos discutir as propostas de quem trabalha"

Resposta Pronta

Play Episode Listen Later Mar 13, 2026 4:06


Tiago Oliveira quer incluir "maior central sindical" do país na reunião do pacote laboral esta segunda-feira. Defende discussão de "propostas de quem trabalha" e não "as de quem manda trabalhar".See omnystudio.com/listener for privacy information.

os agilistas
ENZIMAS #308 - Dicas para personalizar propostas para o fechamento de negócios

os agilistas

Play Episode Listen Later Mar 12, 2026 4:16


Suas propostas comerciais esfriam antes da reta final? Neste Enzimas, Angélica Silveira, Gerente Comercial na Nova Cooperativa, compartilha dicas práticas para personalizar propostas B2B e transformar a fase de fechamento em um momento de alinhamento com o cliente, mostrando o potencial da parceria para ambas as partes. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: A causa real da perda de negócios B2B; Entendimento do contexto do cliente; Venda de valor x venda de entregáveis; Personalização de propostas comerciais; Redução do risco percebido pelo decisor. Ficou curioso? Então, dê o play! Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP. #enzimas #eficienciaoperacionalSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Radioagência
Câmara analisa propostas para criminalizar misoginia e endurecer punição por violência digital contra mulheres

Radioagência

Play Episode Listen Later Mar 12, 2026


Rádio Assembleia - ALMG Novidades
Propostas buscam aprimorar aplicação de recursos no combate à miséria

Rádio Assembleia - ALMG Novidades

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 3:02


Fórum Técnico Minas sem Miséria produz relatório final sobre o enfrentamento à pobreza extrema no estado.

Radioagência
Ambientalistas apontam propostas positivas e negativas em ano eleitoral

Radioagência

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026


Explicador
PTRR. Que propostas levou o Livre a São Bento?

Explicador

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 7:05


Jorge Pinto diz que Livre apresentou propostas para o imediato, como lay-off a 100%, mas também medidas para adaptar o país às alterações climáticas. Não revela se houve abertura por parte do Governo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fact Check
Explicador. PTRR. Que propostas levou o Livre a São Bento?

Fact Check

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 7:05


Jorge Pinto diz que Livre apresentou propostas para o imediato, como lay-off a 100%, mas também medidas para adaptar o país às alterações climáticas. Não revela se houve abertura por parte do Governo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Zoom
Explicador. PTRR. Que propostas levou o Livre a São Bento?

Zoom

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 7:05


Jorge Pinto diz que Livre apresentou propostas para o imediato, como lay-off a 100%, mas também medidas para adaptar o país às alterações climáticas. Não revela se houve abertura por parte do Governo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Governo do Estado de São Paulo
Propostas do leilão e o que isso representa para o projeto

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 0:38


Propostas do leilão e o que isso representa para o projeto by Governo do Estado de São Paulo

ONU News
Agências da ONU lançam iniciativas contra calor extremo no Sul da Ásia

ONU News

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 1:33


Propostas regionais visam ligar ciência climática à ação em saúde com o objetivo de prevenir impactos e salvar vinda; na Índia e no Paquistão, as temperaturas pré-monção ultrapassam regularmente os 50°C.

DW em Português para África | Deutsche Welle
16 de Fevereiro de 2026 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 20:00


Moçambique: Sistema Nacional de Saúde está a sucumbir e ONG defende muito mais do que uma resposta estrutural. A Guiné-Bissau pode reclamar a devolução dos 5 milhões de euros apreendidos no jato que transportava a esposa do ex-Presidente Embaló? Angola: No município de Porto Amboim, a água tornou-se num negócio para a administração local.

Explicador
Movimento de Cotrim fragiliza IL? "São propostas diferentes"

Explicador

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 16:28


Mário Amorim Lopes, líder da bancada parlamentar da IL, defende que o movimento 2031 é compatível com o partido e não fragiliza as lideranças da Iniciativa Liberal."É possível trabalhar em paralelo".See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio PT
REPORTAGEM ESPECIAL | Fim da escala 6x1: Brasil caminha para tendência mundial pela redução da jornada de trabalho

Rádio PT

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 11:24


Especialistas e pesquisas reforçam os impactos negativos da jornada 6x1 para a saúde dos trabalhadores e para a produtividade das empresas. Propostas de redução, como a PEC 148/2025, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), podem representar ganhos econômicos para toda a sociedade. Sonoras:

Explicador
Reforma da Justiça. Propostas desenhadas a pensar apenas na Operação Marquês?

Explicador

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 15:46


João Massano, bastonário da Ordem dos Advogados, elogia a iniciativa do Governo para a reforma da Justiça, mas teme que algumas propostas tenham sido desenhadas a pensar apenas na Operação Marquês.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Embolada
GE Sport #31 - As propostas de Branquinho, candidato a presidente do Sport

Embolada

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 65:25


O podcast GE Sport lança dois episódios especiais em que os setoristas Daniel Leal e Camila Sousa entrevistam os candidatos à presidência do clube. Nesta edição, você escuta Branquinho, da chapa "Sport Unido para Vencer". O outro entrevistado é Paulo Bivar, da "Sport Eterno - Mudança para Vencer". O terceiro candidato, Matheus Souto Maior, da chapa "Leões pela Mudança", foi procurado, mas disse que não tinha agenda para entrevista ao podcast.

Embolada
GE Sport #32 - As propostas de Paulo Bivar, candidato a presidente do Sport

Embolada

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 66:24


O podcast GE Sport lança dois episódios especiais em que os setoristas Daniel Leal e Camila Sousa entrevistam os candidatos à presidência do clube. Nesta edição, você escuta Paulo Bivar, da chapa "Sport Eterno - Mudança para Vencer". O outro entrevistado é Branquinho, da "Sport Unido para Vencer". O terceiro candidato, Matheus Souto Maior, da chapa "Leões pela Mudança", foi procurado, mas disse que não tinha agenda para entrevista ao podcast.

Brasil Paralelo | Podcast
ESQUERDA QUER MUDAR A BANDEIRA DO BRASIL: ENTENDA

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 12:41


No Dia da Bandeira (19 de novembro), voltou ao debate a proposta de incluir “amor” no lema da nossa flâmula, antes de “Ordem e Progresso”. Neste vídeo, a Brasil Paralelo explica de forma clara e didática o que é o positivismo, por que o lema atual existe, o verdadeiro significado das cores e como, nas últimas décadas, a bandeira se tornou palco de uma disputa simbólica entre visões de mundo. Você verá: O fato: a reapresentação da ideia pelo dep. Chico Alencar (PSOL) e a justificativa inspirada em Auguste Comte — “o amor por princípio, a ordem por base, o progresso por fim”. O contexto histórico: como a bandeira republicana de 1889 foi concebida, quem participou do desenho e por que herdou elementos do Império. As cores sem mito: por que a explicação popular (verde das matas, amarelo do ouro) é insuficiente e qual a leitura histórica mais precisa. Positivismo em linguagem simples: influência entre militares e republicanos, e como isso chegou à nossa bandeira. A disputa pelo símbolo: do uso do verde-amarelo em manifestações às tentativas de “ressignificar” a bandeira — o que isso revela sobre identidade nacional e pertencimento. Propostas de mudança visual: casos lembrados no debate público e o que eles comunicam sobre o Brasil que queremos representar. Ao final, fica a pergunta: a quem pertence a bandeira do Brasil?

Sem Moderação
O Orçamento de Estado “não é grande coisa”, mas Carneiro deixou passar porque “herdou de Pedro Nuno a impossibilidade de ter outra atitude”

Sem Moderação

Play Episode Listen Later Nov 28, 2025 21:30


O Orçamento do Estado está aprovado, desta vez sem drama ou crise política. José Luís Carneiro, líder do PS, disse que o orçamento é vazio de ambição e de conteúdo, mas o partido absteve-se permitindo a viabilização. É uma contradição que vai ser sempre difícil de explicar? Pedro Delgado Alves considera que o orçamento “não é grande coisa”, mas mais um ato eleitoral seria “particularmente indesejado”, José Eduardo Martins aponta que “vivemos a paz” deixada por Pedro Nuno Santos. Os comentadores analisam ainda o possível plano de paz na Ucrânia. O Antes Pelo Contrário em podcast foi emitido na SIC Notícias a 27 de novembro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
7h Governo recua nas propostas de alteração à lei laboral

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 14:07


Noticiário Nacional
18h Ministra não comenta propostas de alteração à Lei Laboral

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Nov 14, 2025 12:42


Os Pingos nos Is
Governo aposta em propostas populistas / Centrão não abandona governo

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Oct 7, 2025 118:35


Confira na edição de Os Pingos nos Is desta terça-feira (07):O governo Lula (PT) faz uma força-tarefa no Congresso para aprovar a Medida Provisória (MP) que aumenta impostos antes que ela perca a validade. A MP, que garante R$ 17 bilhões em receitas, eleva a tributação sobre aplicações financeiras, casas de apostas e fintechs. A proposta é vista pela oposição e pelo Centrão como um aumento de carga tributária desnecessário.O Centrão tem sido alvo de críticas por manter relações com o Planalto, mesmo após partidos anunciarem que deixariam a base do governo. Siglas como PP e União Brasil mantêm a aliança com o governo, mas já sinalizaram que podem romper para apoiar um candidato da direita em 2026.O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reforçou a aliados no Congresso o pedido para acelerar a aprovação do projeto de anistia. A medida, que daria perdão a ele e a outros condenados, é vista como o principal caminho para garantir o futuro da direita.O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), se alinhou a partidos do governo e enviou ao Conselho de Ética o pedido de punição de 14 deputados da oposição.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

Gata Vira Lata
T06E07 - Entre violência e visibilidade: Mulheres e Tecnologia com Thiane Neves - Parte 2

Gata Vira Lata

Play Episode Listen Later Sep 23, 2025 52:47


ONU News
Cabo Verde deve diversificar economia e investir em comércio sustentável 

ONU News

Play Episode Listen Later Aug 29, 2025 1:29


Propostas da Unctad visam proteger conquistas sociais; agência recomenda aproveitamento dos recursos marinhos de forma responsável, conciliando a proteção ambiental com uma maior integração comercial da região africana.