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No Fora do Baralho, os ases Jorge Fernandes, Luís Aguiar-Conraria, Nuno Garoupa e Susana Peralta discutem as rentrées políticas de PSD, PS e Chega. E questionam postura de Montenegro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na Guiné-Bissau, decorre a partir desta quinta-feira e até ao dia 28 de Agosto a campanha de sensibilização sobre a nova Constituição a ser submetida a referendo no próximo 30 de Agosto. Ontem, por ocasião da comemoração dos 35 anos da existência da Liga Guineense dos Direitos Humanos, o seu dirigente Bubacar Turé esboçou um retrato da situação actual do seu país, evocando nomeadamente a perspectiva desta consultação popular. Ao apelar à investigação dos homicídios de activistas por resolver e ao manifestar também a sua "profunda preocupação" com a situação dos civis e militares privados de liberdade há mais de um ano sem acusação formal, Bubacar Turé expôs, por outro lado, os seus questionamentos em torno da nova Constituição que o Conselho Nacional de Transição pretende implementar. Para além de mencionar que as actuais autoridades entram em contradição com leis que elas próprias adoptaram para regulamentar a organização do referendo. Bubacar Turé também considerou que a Constituição "não pode ser elaborada ou revista à pressa". Em entrevista concedida à RFI, o dirigente da Liga tornou a vincar esses argumentos e também questionou o próprio conteúdo da nova Constituição. RFI: Arranca nesta quinta-feira a campanha de sensibilização em previsão do Referendo sobre a nova Constituição. O que se pode dizer desde já sobre esta consulta? Bubacar Turé: Para nós, o referendo levanta questões legais. Nós estamos a falar de uma legislação que foi aprovada pelo Conselho Nacional de Transição no mês de Junho, a Lei N°12/2026 e que foi publicado no Boletim Oficial e está em vigor. Esta legislação, no seu artigo 9°, proíbe, de forma expressa, a realização de referendos entre a marcação da data das eleições para órgãos de soberania e eleições autárquicas. E, portanto, durante esse período, nos termos desta legislação, não se pode realizar referendo. Portanto, nós não somos contra o princípio de referendo. O referendo é algo importante porque permite ao povo directamente exprimir a sua vontade sobre um determinado assunto. Isso é algo salutar em qualquer processo democrático. O que nós questionamos é a legalidade deste processo. Repare que não estamos a falar de uma legislação aprovada pelo próprio Conselho Nacional de Transição. Não se trata de uma lei anterior ao golpe de Estado, mas sim uma lei aprovada para regulamentar a realização desta votação. Nós não tínhamos nenhuma legislação sobre o referendo. RFI: A nível da sociedade guineense, também se tem questionado muito a realização deste referendo, precisamente numa altura que coincide com o período das chuvas, que é um período em que não se organiza qualquer tipo de consultas populares. Bubacar Turé: Não há, em relação a esse aspecto, alguma proibição legal, pelo menos. Nós desconhecemos alguma norma que proíbe a realização de eleições ou referendo em período de chuva, é uma questão apenas operacional. Mas o processo levanta outros problemas. Tem a ver com a inclusividade, a participação, porque o processo de revisão constitucional, de facto, não foi um processo inclusivo. O texto foi adoptado pelo Conselho Nacional de Transição sem nenhum debate público. O que nós lamentamos, porque a Constituição é um contrato social. O povo, através de organizações representativas, actores nacionais, devem poder exprimir, contribuir para enriquecer o conteúdo de um documento que pretende ser um contrato social. Não foi o caso. RFI: Por exemplo, a Liga não foi questionada sobre o que acha dessa nova Constituição? Bubacar Turé: Não só a Liga, como outros actores. Existem outros actores relevantes. A Liga pode não ser consultada, mas nós temos outros actores, os partidos políticos, os líderes comunitários, as mulheres, os jovens e demais organizações da sociedade civil. E, além disso, na nossa perspectiva, foi preparada à pressa e contém alguns erros técnicos que, para nós, podem constituir problemas para o futuro. Por exemplo, o texto da revisão Constitucional removeu o capítulo referente à fiscalização da constitucionalidade. Isso para nós é extremamente preocupante. Eu não posso afirmar que esse acto de remoção deste artigo foi um acto deliberado. Não tenho elementos para isso. Pode até ser um erro técnico, mas é extremamente preocupante. A supremacia da Constituição reside no facto de ela própria criar mecanismos para impor essa supremacia. Isso só pode ocorrer em sede da fiscalização da constitucionalidade através de órgãos jurisdicionais. Ora, uma Constituição que não tem normas para a fiscalização do seu próprio cumprimento, é uma letra morta. Isso transmite uma imagem de insegurança aos cidadãos e isso constitui uma fragilidade enorme no tecido democrático e no Estado de Direito. E é também uma enorme vulnerabilidade no quadro de protecção de direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos. Portanto, esses aspectos todos podiam ser evitados, se houvesse um debate amplo, um debate nacional. Não está em causa a necessidade de revisão da Constituição. Nós não negamos que o Conselho Nacional possa ter essa ideia e, sobretudo, devolver a palavra ao povo através do referendo para o povo se pronunciar, desde que fosse algo inclusivo, participativo, aberto e democrático. Isso não é algo exclusivo da Guiné-Bissau. Na Guiné-Conacri, Mali, Burkina Faso, outros países depois dos golpes de Estado, organiza-se referendo. É perfeitamente normal. Não é isso que está em causa. Está em causa é o procedimento, a forma como está a ser feito. Coloca questões que nós entendemos que poderão prejudicar no futuro do país e os cidadãos. RFI: O que se sabe sobre este novo projecto de Constituição, é que instaura um regime semipresidencialista, ou seja, alarga as prerrogativas do Presidente, um regime algo semelhante aos países da África francófona e até semelhante à própria Constituição francesa, onde o presidente também tem poderes alargados. Os defensores desta nova Constituição dizem que isto será uma forma de precisamente se proteger contra os golpes. Bubacar Turé: Eu acho que a Constituição tem vários problemas e um dos problemas tem a ver com essa concentração de poderes na figura do Presidente da República. Um dos artigos problemáticos tem a ver com a nomeação do primeiro-ministro. A nova Constituição diz que é tendo em conta os resultados eleitorais e a existência ou não de uma maioria no Parlamento. Essa parte não existia. O que existia era que o primeiro-ministro era nomeado, tendo em conta os resultados eleitorais. Agora vem acrescentar também a existência ou não de uma maioria no Parlamento. Levanta várias interpretações. O Presidente da República, mesmo havendo um partido maioritário, pode escolher uma figura diferente desse partido maioritário que, na sua perspectiva, pode criar condições de estabilidade governativa. Estes conceitos indeterminados, essa discricionariedade que a Constituição prevê, pode criar, no futuro uma instabilidade governativa. Outros aspectos que têm a ver com a nomeação do Chefe de Estado-maior, que era sob proposta do Governo. Agora é o Presidente da República que escolhe. Agora o Presidente da República preside o Conselho de Ministros. Portanto, são de facto, aspectos que acabam por dar pendor presidencial ao regime semipresidencialista que a Constituição continua a adoptar. Portanto, são questões que deviam ser objecto, na nossa perspectiva, de um debate amplo de prós e contras. Nós não estamos contra. O nosso problema não é adoptar uma ou outra posição. Isso depende dos actores nacionais. Mas devia haver um debate em torno dessas questões, porque tem a ver com assuntos da nossa vida nacional. Portanto, nós pensamos que há um equilíbrio de poderes. Devia manter-se, até porque a nossa instabilidade política e governativa não se resume numa questão de constitucionalidade. É uma questão de falta de cultura democrática do homem guineense. E isso é que tem levantado problemas e outros aspectos. Nós podemos ter constituições semelhantes aos Estados Unidos, de França ou outros países. Se as pessoas que vão exercer o poder não têm uma cultura democrática que permita a observância da lei ao exercício do poder de forma democrática, portanto, a Constituição não serve para nada. Portanto, isso é que nós entendemos que é fundamental: que haja uma reflexão profunda sobre essas questões, porque tem a ver com o futuro do país, o futuro dos cidadãos e o futuro da nossa democracia. RFI: Para além do aspecto legal, a seu ver, porque é que se organiza esse referendo quando estamos já a poucos meses da realização de eleições gerais, das quais sairão autoridades que terão 'a priori' condições para organizar um referendo de forma mais ancorada na realidade política do país? Bubacar Turé: De facto, é difícil compreender isso. Podia-se esperar, depois das eleições, no mês de Dezembro, eleições gerais, legislativas e presidenciais. O parlamento que vai emergir nestas eleições terá o poder de fazer a revisão constitucional de forma serena, com mais legitimidade e de forma participada. Nós pensamos que isso podia ser uma forma mais fácil e consensual de resolver esta questão, mas não foi este o entendimento das autoridades de transição. Portanto, o país vai ter de facto esse referendo. RFI: Isto já está a ser discutido há uns quantos meses. Houve, de alguma forma, algum tipo de preparação, nem que seja, por exemplo, numa página internet ou algum tipo de comunicação antes da abertura desta sensibilização oficial? Bubacar Turé: Nós desconhecemos. Mas creio que as autoridades deverão estar a pensar nisso ou deverão estar a preparar a logística para isso. Mas por enquanto, nós não temos nenhuma informação da existência de websites ou redes sociais criadas para permitir a maior informação aos cidadãos para poderem ter mais informação sobre o conteúdo da Constituição. Acho que vai ser algo complexo. O tempo disponível até às eleições é muito escasso. Não acredito que haverá condições para maior informação, para a população poder perceber o que está em causa. É evidente que a Constituição, de facto, tem alguns elementos, alguns avanços no domínio até de Direitos Humanos. Nós reconhecemos isso. Mas, tal como disse, a forma como o processo está a ser conduzido coloca essas dificuldades e algumas contradições e algumas dificuldades do próprio texto. E, sobretudo, a questão da necessidade de observância da lei que foi especificamente aprovada para reger a realização deste referendo. Nós entendemos que deve ser respeitada, permitindo um referendo mais sereno e com maior participação dos cidadãos. RFI: Estamos num período particular do ano na Guiné-Bissau. Isto irá, de certa forma, condicionar também a afluência da população a essas sessões de sensibilização? Bubacar Turé: Creio que sim. Estamos a falar de um período agrícola, um período de chuva. O acesso a algumas localidades é extremamente complicado e também a população está a pensar mais no seu futuro económico, nas actividades agrícolas. Portanto, a afluência da participação da população na sensibilização é um dos desafios e também na própria votação. Também acredito que um dos maiores desafios será a questão da abstenção. Tudo vai depender da forma como a campanha de sensibilização vai decorrer. RFI: Este referendo organiza-se num contexto político e social particular. Como é que se poderia descrever a situação actual na Guiné-Bissau? Bubacar Turé: O país está numa acalmia aparente. Mas o país continua a enfrentar graves problemas sociais. A inflação continua a aumentar, nos serviços sociais básicos, tem havido alguma dificuldade no funcionamento do sistema de saúde e acesso a água potável. No que concerne a energia eléctrica, tem havido alguma extensão do fornecimento da energia eléctrica para o interior do país, através do Projecto OMVG. A barragem conjunta que vem, de facto, permitir às populações das zonas do interior do país, que não tinham acesso à energia eléctrica, a ter esse direito. Isso é algo extremamente importante. Mas sobretudo, a pobreza, o custo de vida hoje é muito elevado e não tem havido medidas de mitigação para isso, porque também as autoridades nacionais não têm condições. Não há nem tem havido apoio orçamental significativo devido à situação que o país está a viver. Portanto, tudo isso são elementos que, de facto, constituem preocupação para a população e para os cidadãos em geral. Nós entendemos que o país, para ultrapassar esta crise política -sobretudo esta crise de confiança, há uma enorme crise de confiança no país- para ultrapassar isso, é preciso ter coragem de dialogar. E as autoridades nacionais, os partidos políticos, as organizações da sociedade civil, devem poder sentar para dialogar e discutir e encontrar soluções para os grandes problemas. Não vale a pena enveredar pela confrontação, porque a confrontação e o uso da força não resolvem o problema. Os discursos segregacionistas e de apelo à violência e ao ódio étnico-religioso só vão conduzir ao país, ao abismo. Portanto, por isso nós apelamos e continuamos a apelar ao bom senso e, sobretudo, ao diálogo construtivo para a resolução dos problemas que afligem o país.
Nota negativa para o árbitro João Gonçalves no empate do Sporting na reboleira. Para além de um golo mal validado, Pedro Henriques considera que E.Doué, do Estrela, "devia ter visto segundo amarelo".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bruno Cardoso Reis diz que, em nome da boa vizinhança, Marrocos devia ter alertado Espanha sobre entrada massiva de imigrantes em Ceuta. Fim da guerra com o Irão à vista? "É preciso muita prudência".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bruno Cardoso Reis diz que, em nome da boa vizinhança, Marrocos devia ter alertado Espanha sobre entrada massiva de imigrantes em Ceuta. Fim da guerra com o Irão à vista? "É preciso muita prudência".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bruno Cardoso Reis diz que, em nome da boa vizinhança, Marrocos devia ter alertado Espanha sobre entrada massiva de imigrantes em Ceuta. Fim da guerra com o Irão à vista? "É preciso muita prudência".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Devia, LeilaTemarioComentario sobre la nueva resolución de la ONU sobre Rendición de cuentas en materia climática - Aplicación del derecho internacional del ambiente - Opiniones consultivas de la Comisión Interamericana de Derechos Humanos para abordar verdaderos cambios estratégicos en el campo de la justicia ambientalCV: Doctora en Ciencias Jurídicas Universidad del Salvador, Especialista en Derecho de los Recursos Naturales de la UBA. Jefe Departamento Basilea INTI. Titular de la Cátedra de Derecho de los Recursos Naturales y Protección Ambiental, Facultad de Derecho UBA.
Como é que é gente como a gente? No episódio desta semana, desabafamos sobre o nosso boletim clínico. Esperamos que seja ouvido por vários médicos e que nos aconselhem ao nível do ombro e do joelho. Entretanto o Rui levou com um regador em cheio na cara mas está tudo bem. Fomos passar o fim de semana fora e contamos tudo e ainda o choque, o horror, o julgamento: casais que trocam entre si com a esperança de casarem no final. A nossa analise do Ultimato e tudo o que sentimos a ver esta série. Desvendamos o mistério do que o Rui fez na casa de banho da Mafalda para deixar uma t-shirt pendurada e um copo no chão, e ainda o Estoril open e a temática da zona vip. Não se devia chamar zona de difícil acesso? Devia!APOIOS:Activobank
Filinto Lima, presidente da Associação de Diretores de Escolas, admite que o esclarecimento do EduQA é tardio, mas desvaloriza a questão face à incerteza sobre a afixação dos resultados.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na Futura Foundation, Graça Fonseca cruza arte, democracia e ciência para construir um futuro diferente, na relação com as cidades e os outros: “Temos de conseguir imaginar o inimaginável”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Filinto Lima refere que o processo de digitalização dos exames nacionais de 11º e 12º ano começou muito mal. O representante indica que a correção digital das provas foi um passo muito arriscado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esse episódio do Empreendendo no Reino podcast é uma aula sobre empreender do zero, como superar a falência e o segredo da prosperidade que a maioria dos cristãos nunca entende.DEVOCIONAL PROFÉTICO PARA EMPREENDEDORES:https://empreendendonoreino.com/devocionalprofetico/Inscreva-se no canal - @Canaldedemelo Thiago Oliveira começou como office boy na curva da morte, em Guianazes. Dirigia um Monza 94, fazia entrega com guia de quatro rodas e teve um insight que mudou tudo: a logística reversa. Mas antes de virar a história de sucesso inspiradora que você vai ouvir aqui, ele quebrou. Devia mais de 3 milhões, chorava todos os dias no banheiro e não tinha nem os R$6,90 do pedágio pra ir trabalhar.Foi quebrado que ele recebeu uma revelação profética: Deus o levaria como cabeça, e não como cauda. E mandou ele abrir quatro filiais sem ter dinheiro. O que aconteceu depois é puro milagre nos negócios.Nesse papo com o Dedé Melo, Thiago abre o jogo sobre como começar pequeno e sonhar grande sem quebrar de novo, o conselho de Jorge Paulo Lemann que mudou a decisão de vender empresa para fundo de investimento, a diferença entre mentor e conselheiro que quase ninguém entende, a importância do dízimo nos negócios mesmo na pindaíba, e por que o jeitinho brasileiro gospel está empobrecendo o empreendedor cristão.Não é teologia da prosperidade requentada. É testemunho de superação financeira de quem viveu os princípios cristãos nos negócios nas pequenas coisas, sem meia nota, sem propina, sem jeitinho.E tem um momento que você não vai esquecer: a frase que o Espírito Santo falou pro Thiago num palco de 7 mil pessoas. Voce quer palmas ou voce quer almas?CAPÍTULOS00:00 A revelação profética que veio na falência01:40 Quem é Thiago Oliveira: de Guianazes pro topo04:05 A decisão mais importante: quem caminha ao seu lado06:25 Office boy, Monza 94 e o insight da logística reversa09:30 Empreender do zero: o milagre dos 17 mil13:10 O primeiro cliente e a honestidade que custou caro16:30 Salto de fé: honrar o sócio e fazer a coisa certa20:05 2007: a falência, os R$6,90 e o choro no banheiro24:20 A revelação profética: cabeça e não cauda27:40 Quebrado, Deus mandou abrir quatro filiais31:15 Gestão e crescimento sobrenatural ate 24 filiais35:00 Vender empresa para fundo de investimento38:25 O conselho de Jorge Paulo Lemann: nao venda42:10 A diferença entre mentor e conselheiro44:40 A venda de 100 por cento e a primeira operacao search fund do Brasil47:20 Califórnia: ressignificar o sucesso e quebrar o ego50:45 A solidão do empreendedor: tipos de amigos diferentes54:10 Liderança John Maxwell e 200 mil vidas impactadas57:15 Palmas ou almas: o palco que mudou tudo59:50 O segredo da prosperidade: o fim do jeitinho gospelQUEM É THIAGO OLIVEIRAEmpreendedor cristão nascido em Guianazes, zona leste de São Paulo. Começou como office boy, fundou uma operação de logística que chegou a quase 1.200 funcionários e foi vendida em uma das primeiras operações de search fund do Brasil. Hoje é sócio da Bossa Nova Investimentos, do grupo Saigo e da Oliveira Foundation, parceiro da Fundação John Maxwell no Brasil, que já impactou mais de 200 mil vidas no Brasil e na África.DÊ O PRÓXIMO PASSO NO SEU NEGÓCIO DO REINODEVOCIONAL PROFÉTICO PARA EMPREENDEDORESUm áudio de 3 minutos no seu WhatsApp, 6h da manhã, direção do Céu pro seu dia.https://empreendendonoreino.com/devocionalprofetico/OUVINDO DEUS NOS NEGÓCIOSO programa que te ensina a reconhecer quando Deus está falando sobre as SUAS decisões estratégicas.https://pay.hotmart.com/Y103004864S?checkoutMode=10NEGÓCIOS FRUTÍFEROSEstruture uma empresa onde revelação profética e excelência de execução andam juntas.https://empreendendonoreino.com/negocios-frutiferos/Se inscreve no canal, ativa o sininho e me ajuda a levar o empreendedorismo sobrenatural pra mais gente. Deus te abençoe.hashtags#EmpreendendoNoReino #EmpreendedorismoCristao #ThiagoOliveira #DedeMelo #EmpreenderDoZero #SegredoDaProsperidade #MilagreNosNegocios #NegocioDoReino #TestemunhoDeSuperacao #JeitinhoGospelBecome a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dede-melo-empreendendo-no-reino--4645479/support.
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Coronel Francisco Rodrigues defende que Montenegro devia ter sido avisado da tentativa de ataque pelas autoridades e não pela comunicação social. PSP envolvido? Presidente do OSCOT diz que é "grave".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Por muitos anos, o cinema latino-americano foi considerado o “outro” na indústria cinematográfica, apresentando uma realidade e estética próprias, se afastando do cinema das grandes produtoras. Atualmente, com a sua ascensão e presença constante nas premiações mais conceituadas da sétima arte, qual é o retrato que essa identidade busca enquadrar?No novo episódio do Cinéfilos, as repórteres Gabrielle Pinter e Sara da Franca, contam um pouco da trajetória da filmografia latina e como ela se consolidou e se mantém como forma de resistência e preservação das particularidades dos países que a produzem.Roteiro e narração: Gabrielle Pinter e Sara da FrancaEdição: Estela HupaloDireção: Ana Carolina Mattos e Eduardo Granado
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Afonso Molina,especialista em criação de conteúdo, crescimento de audiência com quase 2 milhões de seguidores no Instagram.A história dele não começa no digital. Começa nas quebras.Quebrou uma barbearia. Quebrou uma empresa. Devia para agiota. Foi despejado do apartamento. Ia ao supermercado com R$50 e torcia para a esposa não passar do limite.Quando o digital apareceu, era a última chance. Ele fez umacordo com a esposa: cinco anos de dedicação total. Acordar cedo, dormir tarde, trabalhar todos os dias. Se não desse certo, aceitaria o CLT e seguiria em frente. No quarto ano, já tinha dado certo.Hoje ensina pessoas a construírem audiência do zero eacredita que quem tem audiência vende qualquer coisa.No Kiwicast, ele falou sobre:● Por que o digital veio como última chance depois de múltiplas quebras● Como criar conteúdo de maneira consistente para gerar uma audiência fiel● O que o mercado offline ensinou que se aplica diretamente no digital● Por que audiência é o ativo mais valioso de um negócio digitalAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Declarações de Pedro Passos Coelho tonitruantes provocaram grandes abalos no PSD e na direita. O que quererá, afinal, o antigo primeiro-ministro?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ‘Doa a Quem Doer' desta semana revela todos os pormenores do caso que está a abalar Portugal e também, a comunidade internacional – duas crianças foram abandonadas em Alcácer do Sal.
Diogo Feio defende a fusão do CDS com o PSD. Para o ex-deputado, no futuro é necessário insistir num projeto de centro-direita moderado e reformista, em vez de numa autonomia sem sentido prático.See omnystudio.com/listener for privacy information.
António Nogueira Leite subscreveu uma providência cautelar para suspender eleições para a reitoria da Uni. Nova de Lisboa. Refere que Conselho Geral agiu apenas depois do aviso do Ministério.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sporting vence o Rio Ave e Pedro Henriques fala-nos de um jogo com "duas expulsões acertadas" e "um penalty bem assinalado", onde o único erro de João Gonçalves foi não expulsar Petrasso mais cedo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Marcelo viciado em relógio que controla o sono.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Para Pedro Henriques não há obstrução sobre Cláudio Ramos no 1º golo do AFS. O áudio árbitro destaca trabalho muito competente dos árbitros assistentes e dá nota 6 à equipa liderada por Carlos Macedo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A luz verde dada por António José Seguro à Lei da Nacionalidade desagradou ao BE, PCP e Livre, que defendem que o diploma deveria ter sido travado politicamente — os bloquistas falam mesmo em crueldade e o PCP em "contradição". Por sua vez, o PS evita comentar a decisão presidencial e diz que quem tem de responder aos “recados” que acompanharam a promulgação é o primeiro-ministro, Luís Montenegro. Pelo Governo, António Leitão Amaro afirmou que o novo diploma corrige o “enviesamento ideológico” existente, enquanto o Chega saudou a promulgação e a IL diz não compreender os recados de Seguro. Seguro devia ter vetado as alterações à lei da nacionalidade?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Nota negativa para o árbitro do jogo que consagrou o Porto como campeão. Para Pedro Henriques, disciplinarmente, "o jogo não correu bem", mesmo apesar do "golo bem anulado."See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ana Abrunhosa (que pediu desculpa), Álvaro Santos Pereira (que respondeu, mas não sobre tudo) e André Ventura (que insiste na idade da reforma) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O presidente da CAP (que foi claro), a ministra da Justiça (que foi confusa) e o governador do Banco de Portugal (que devia falar) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Natural de Pombal, Joana Oliveira destacou-se desde cedo no panorama musical português. Participou no The Voice Portugal aos 15 anos e, desde então, tem vindo a construir um percurso marcado por uma constante evolução artística. Com temas como “Juro” e “Sexto Sentido”, afirma cada vez mais a sua identidade, apostando na autenticidade e na emoção, naquilo que quer dizer. Nesta conversa, dá a conhecer o percurso, o processo criativo e os desafios de crescer na indústria musical em Portugal. Entrevista conduzida por Francisco Fernandes e Matilde Silva, no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio II da Licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Roberta Martinelli conversa com Guilherme Arantes sobre os 50 anos de carreira, disco novo e a vida.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alexandre Garcia comenta ações no STF e STJ que têm parentes de ministros como advogados, denúncia fake contra Nikolas Ferreira, gasto brasileiro com Defesa e novo abuso de Moraes contra Filipe Martins.
Miguel Corte Real (Chega) critica o Governo por não ter declarado o estado de calamidade mais cedo. Marina Gonçalves (PS) acusa o Governo de falta de empatia e diz que o trabalho não foi bem feito.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta segunda parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a cantora e compositora MARO fala da emoção de ter ao seu lado, na tournée do novo disco “So Much Has Changed”, a sua família portuguesa e brasileira, tanto no palco e bastidores, e revela como compôs as músicas deste álbum, numa fazenda do interior de São Paulo, a morada do “seu pai brasileiro”. E MARO ainda conta como continua a demarcar-se da cultura de competição da indústria musical, como torce o nariz aos mandamentos das fórmulas de sucesso, para se manter fiel a si mesma e como lhe apetece continuar na música e na vida. No final, partilha as músicas de outros artistas que anda a ouvir, lê um poema de Gonçalo Câmara, deixa uma sugestão cultural e descreve alguns dos seus pequenos prazeres quotidianos. Boas escutas! Leitura: Poema do livro “Nuvem Cortante”, de Gonçalo Câmara Sugestão Cultural: Peça de Teatro “À primeira vista”, de Suzie Miller, com Margarida Vila-Nova, no Teatro Maria Matos Músicas: “KISS ME” - MARO “this is me now“ - Martin Luke Brown “Me (heavy)” - fred again “Steel” - Matt Champion ft. Dora JarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Fala galera, mais um super episódio pra vocês! Quase 1 hora de relatos de terror da vida real, só coisa pesada como vocês curtem!Em breve pretendo disponibilizar conteúdo extra pra quem quiser apoiar lá no: apoia.se/receiosobscurospodcastObrigado por ouvirem
BE, PCP e Livre criticam "subserviência" do Executivo. Já IL e JPP aceitam posição do MNE e lembram regime opressor de Maduro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Como travar a ‘guerra civil' que se trava em muitos lares portugueses? A violência doméstica é o tema do Crime e Castigo desta semana. Um podcast com Paulo João Santos e João Amaral Santos, apresentado por Rita Fernandes Batista e editado por Bernardo Franco.
Devia, LeilaPrincipales puntos de la Conferencia de las Naciones Unidas sobre el Cambio Climático de 2025.CV: Doctora en Ciencias Jurídicas Universidad del Salvador, Especialista en Derecho de los Recursos Naturales de la UBA. Jefe Departamento Basilea INTI. Titular de la Cátedra de Derecho de los Recursos Naturales y Protección Ambiental, Facultad de Derecho UBA.
José Alberto Carvalho vai ser substituído nos debates.
Bruno Cardoso Reis admite que a Europa já devia ter investido na própria defesa. O historiador diz que houve uma reação firme da maioria dos países da UE contra Trump no acordo da Ucrânia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Aprender não devia ser uma linha de montagem. O que acontece quando a escola deixa de respeitar o tempo de cada criança e transforma o aprender numa corrida?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bruno Cardoso Reis e o risco de uma guerra "sem fim" na Ucrânia. Drones que encerram aeroportos na Europa são "coincidências a mais". EUA e Moscovo numa corrida nuclear? "Seria suicida para a Rússia".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com Joana Azevedo e Diogo Beja
Alberto Gonçalves comenta o "caso" Gonçalo Sousa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Comentando os Comentários #64 - Ep.84 - Não Devia Gostar Olá Amigos e Inimigos do Papo Delas! Conforme combinado, graças aos nossos apoiadores, temos o Comentando os Comentários #64 - Ep.84 - Não Devia Gostar, Neste episódio, Cafeína e Patsy exercitando a arte do bullying e da gratidão com vocês #OuvintesIncríveis !! Não deixem de ouvir nossos recadinhos no final do episódio. Afinal, agradecemos a todos vocês ouvintes! #papodelaspodcast #podcast #mulherespodcasters #ouvintesincríveis #2025 Porque Quem ama ouve, quem ouve comenta! Edição Cafeína Conheça a Lojinha do Papo Delas Podcast e garanta seu presente. #ouvintesincríveis https://podcaststore.com.br Comente! Envie um bilhete para contato@papodelas.com ou comente no post. Siga na Twitch: https://www.twitch.tv/papodelaspodcast Grupo #OuvintesIncríveis no Telegram: https://t.me/papodelas Curta no Facebook: www.facebook.com/podcastPapoDelas
Vasco Lourenço pede união à esquerda em torno de Seguro e critica candidatura de João Ferreira em Lisboa. É justo ónus estar no PCP e no BE? A flotilha serve só carreiras? E os caças de Nuno MeloSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Programa de Governo passa, mas com ameaças de curto prazo feitas pelo Chega e recados do PS. Devia a AD escolher um parceiro preferencial para negociar? E ainda as mudanças na lei da imigração. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na vida debaixo do sol, enquanto os homens tentam desesperadamente controlar tudo e todos, há uma clara sensação de fracasso e desapontamento, muitas vezes disfarçada de nostalgia. Ao olhar para o passado, sente-se amargura e arrependimento ao recordar diversos dissabores — momentos que fugiram do controle. Há tanta injustiça, tanta angústia e sofrimento. Para aquele que vive debaixo do sol, buscando o controle total da própria vida, a realidade da morte é uma desagradável ofensa. É necessário evitá-la a qualquer custo: ocupar a mente para esquecê-la, afastá-la para asilos e hospitais, fugir de qualquer coisa que tenha som, cheiro ou aparência de morte. "Lembra-te, ó homem, que és pó e em pó te hás de tornar."** (Gn 3.19) O cristão, porém, vive diante da morte todos os dias. A morte já não o ofende, nem o assombra. Por saber que Deus está no controle de todas as coisas, ao olhar para as situações desagradáveis do passado, pode descansar e enxergar a provisão divina — Sua mão o conduzindo. “Qual é nossa única esperança na vida e na morte? Que não somos de nós mesmos, mas pertencemos, de corpo e alma, na vida e na morte, a Deus e a nosso Salvador, Jesus Cristo”. (Catecismo Nova Cidade, pergunta 1) #FAMÍLIADOSQUECREEM #VANITASVANITATUM Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Conheça nossa escola: http://escolanovamente.com Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
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