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Uma das histórias mais repetidas da cultura brasileira pode estar errada.Durante entrevista à Brabo TV, o pesquisador Paulo Tinoco apresentou documentos, referências históricas e novas interpretações sobre a relação de Noel Rosa com o futebol carioca.Afinal, o compositor era realmente vascaíno ou a história foi contada de forma incompleta durante décadas?Uma conversa fascinante sobre memória, cultura, futebol e pesquisa histórica.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @SiteSerFlamengoINSTAGRAM I @SiteserFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #NoelRosa
Torradas, merchandise do Primo Jaime e a visita de João Vieira Pinto!
A natureza não dá satisfações. À sua semelhança, também a poesia faz o que precisa fazer, e ninguém deve esperar que se enrede em justificações. Por outro lado, a crítica é uma arte de se mostrar audaz nos motivos que articula, como um criminoso, que fosse dispensado de cumprir qualquer tipo de pena, considerando-se que as motivações eram de tal forma eloquentes que até esse sabujo do homem médio, no seu papel, reconhece que não teria feito outra coisa, se ao menos estivesse dotado de alguma força de carácter e de coragem. Mas, por estes dias, ninguém admite como qualquer proeza significativa deve estar animada de um ímpeto e intenção criminosos, de uma paixão capaz de arrastar com ela e revirar todos os pressupostos, como se a moral se aliviasse da regularidade dos antecedentes para dar origem a uma fronteira e uma via por dentro do impensável, pelo menos até ali. Mas se pensarmos na cultura, aquela de que dispomos ao nosso redor, os exemplos mais propalados, nenhum nos adianta de nada. E o que nos servem os jornais, além dessas estatísticas sanitárias, pois se entre toda aquela jactância há muito não damos por uma ganância da realidade, as estrondosas expectativas que admitem efeitos perversos, bruscos, a vantagem de uma fantasia desordeira, e nem ao menos a sóbria e vesperal magia hebdomadária? O próprio amanhã tornou-se-nos inalcançável. Sim, porque mesmo nas condições de miséria moral actuais, todos se põem a negociar um mínimo. “Sim, porque ainda estamos no crepúsculo moribundo do amanhã, ainda podemos vislumbrar a ideia do futuro”, assinala J.G. Ballard. “Mas os meus filhos, ou os adolescentes de hoje, não estão interessados no futuro. Todas as possibilidades das suas vidas estão contidas dentro de um conjunto diferente de perspectivas, uma vida interior. Se olharmos para os últimos dez anos, podemos ver um contínuo recuo para o interior. Eu cunhei a expressão 'espaço interior' há cerca de dez anos e, geralmente, as previsões dos escritores de ficção científica provam-se erradas com 100 por cento de consistência, mas neste caso eu estava certamente certo: o que se vê é a morte do espaço exterior, o fracasso da aterragem na lua em excitar a imaginação de alguém a um nível real, e a descoberta do espaço interior em termos de sexo, drogas, meditação, misticismo. Basta olhar para a carreira dos Beatles e vê-se este recuo do exterior por etapas constantes, através das drogas, depois da meditação, para um envolvimento mais ou menos completo com os seus próprios corpos. Lennon e Yoko parecem estar a redescobrir a existência táctil, a realidade orgânica dos seus próprios abraços, e isso é muito bonito, eu acho.” Afinal, também esta leitura e previsão acabou por envelhecer mal, azedou, foi para lá do ponto. O interior tornou-se uma espécie de fuga, um álibi, um furo por onde toda a realidade vai escoando. Acabamos por ser levados a reconhecer que não há fundo para a capacidade de cada um, pelas suas razões infindáveis, pela economia das suas forças e por gestão de riscos, tirar o corpo da situação, todos tiram o corpo, e, no final, a realidade vê-se inteiramente abandonada por esta espécie. Aquele cabrão do Pasolini é que se mostrou mais presciente do que todos eles, por nunca se ter fixado em géneros desses que se especializam, e topou-nos bem os vícios, este modo de viver às arrecuas: "Encontramos assim um momento imponderável da cultura, um vazio cultural, povoado por escritores, cada um dos quais mais não faz que seguir a história particular, como numa ilha linguística ou numa área conservadora. Não se trata da crise habitual, mas de um facto totalmente novo, que evidentemente se repercute nas estruturas da sociedade." Talvez devêssemos esquecer por uns anos a longa tradição, fundar um período de intervalo, não regar os vasos, deixar toda essa vegetação que nos cobre o juízo definhar, não agir de acordo com os pressupostos, atacar as convenções, assumir o lado deficiente, ficar reduzido aos modos mais directos, aos elementos de ligação, aos contactos em que elegemos este ou aquele, e não uma suposta audiência, não alimentando a conveniência dos públicos enfartados da arte e de todos os seus produtos. Poderíamos ficar-nos pelos gestos tão fáceis de serem omitidos, dos quais muitas vezes só resta um carimbo, um selo, um minúsculo sinal de sentido tão limitado. Poderíamos voltar às correspondências que exigem algum grau de cumplicidade, os postais, as missivas que tinham um destinatário mais ou menos seguro, remontar os rastros “desses escritos desajeitados em que, no fundo, não se diz outra coisa senão que se continua vivo e que esperamos voltar a ver‑nos em breve”, aventa Georges Perec… “parece-me que emerge algo que constitui o próprio tecido da nossa existência no que ela tem de mais quotidiano e próximo: uma história esquecida, tão pouco importante face aos nomes dos generais e das batalhas, mas que conta muito mais do que é feita a nossa vida do que aquilo que os historiadores, na maior parte das vezes, nos contam.” Afinal, uma ética dos afectos não se sustém sem a alternativa, sem aquele desprendimento, que começa por não se tomar como o centro seja do que for. Em vez de determinar a acção, um tipo aceita possuir “o encantamento de receber/ de secretamente sem fim/ receber o impalpável”. Deixamo-nos ficar por aí, entre os buracos, as zonas que não se resolvem, assistindo à invasão que é uma evasão, com Michaux, e, desse modo, pode-se chegar a ser “visionário por extensão/ por limpidez/ por acréscimo// As palavras relidas nas chamas/ e a religação distendem-se/ distendem-se/ vastas, sagradas, solenes/ em luzes violentas/ em surtos// Infinito/ Infinito que já não intimida (…) Amotinadoras impotências (…) O edifício dobra/ Eu tinha pernas noutros tempos/ A mão também se desprende”… E tudo isto para chegar à conclusão de que estamos desfeitos pelos elementos da rejeição, de já nada esperarmos uns dos outros, de não contar que venha ninguém que faça o que ainda não nos dispusemos a fazer por nós próprios… É difícil começar seja o que for no meio de tanta gente tão empenhada em reagir contra, nem sabe ao certo o quê, mas está contra o que quer que venha arranjar uma crise própria, e que a obrigue, por um momento que seja, a abandonar os seus monumentos, perdê-los de vista, bem como esse orgulho de pertença, as relações que a confirmam naquela sua frivolidade céptica, naquela sua petulância melancólica e geral indiferença, ou negligência. Ainda a altivez perante a decadência – tudo sinais do fim cuja proximidade parece tornar-nos incapazes de o reconhecer. E o pior é que se queriam reclamar da poesia desde logo esses que se encontravam sempre de ouvido cheio. Isto é o que se sabe destas duas décadas e trocos, deste quartel de uma época que se empurra com a barriga… Começam a falar de poesia e o que se ouve senão esse “carrilhão retrospectivo”? Neste episódio, e com tantos livros sobre a mesa, os esforços preparatórios e os subsequentes à antologia crítica que nos serviu de motivo, procuramos espalhar ainda mais migalhas, renunciando ao século no sentido que este leva, e ao modo como tantos se inclinam perigosamente sob as honras, sendo que a nós nos interessa resgatar o sentido negativo, ganhar a periferia do mundo civilizado, e pensar hipóteses de nos retirarmos, mesmo que por intervalos mais ou menos breves, dos seus mercados. Os rapazes vieram do Porto para falarmos da antologia, A Rosa Devorada pelos Espinhos, entre outras questões, outros modos de se usurpar o lugar perdido, encarar de frente tudo o que nos surge, esse tremor dentro dos elementos, apreciar o ouro da ininterrupção que se amontoa sem que os leitores se dêem conta. Acusam-nos de maldade, como é natural. De termos ido já muito para além da conta em termos de blasfémias. Talvez isto nos venha dessa arrogância de achar que a poesia exprime aquela ânsia de quem procura viver no mundo, “mas fora das concepções que dele existem” (Wallace Stevens).
O Vasco venceu o Paysandu por 2 a 0 fora de casa no jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil. Os dois gols foram marcados por Spinelli. O Corinthians bateu o Barra em Santa Catarina, 1 a 0, com o primeiro gol de Lingard com a camisa do Timão. Hoje tem Goiás e Cruzeiro, Flamengo e Vitória, Bahia e Remo, Bragantino e Mirassol, Athletic Club e Inter e Santos enfrentando o Coritiba. O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
O Vasco voltou de férias, um ouvinte que faz anos hoje e a vida caótica de Nuno Markl.
Edgard Maciel de Sá, Cauê Rademaker, Phill e Marcello Neves analisam a atuação no clássico, os erros de Zubeldia, o peso do resultado nas pretensões tricolores e a necessidade de dar uma resposta contra o Atlético-MG. DÁ O PLAY!
Mauro Cezar, Arnaldo Ribeiro, Eduardo Tironi, Juca Kfouri, José Trajano e Danilo Lavieri analisam a rodada do Brasileirão que terminou com o São Paulo na liderança, a virada do Vasco diante do Palmeiras em São Januário e a polêmica declaração do auxiliar João Martins sobre o gramado, a derrota do Corinthians para o Coritiba e o Flamengo embalando com Leonardo Jardim
Sempre que se diz alguma profanidade com suficiente desarranjo para ferir a sensibilidade do leitor começa a contagem decrescente em que toda a gente se sente no direito de exigir a súbita torção redentora ou, pelo menos, um efeito de retratação, de forma a que se possa reforçar alguma noção moral entre a dejecção da época. Podemos descer o mais fundo que se possa imaginar à “latrina do coração” (Flaubert), mas de algum modo, em lugar do inferno, todos esperam escapar aos piores efeitos de degradação. No fim, todos querem saber-se a salvo da verdadeira infâmia, aquela em que alguém se acha quando apenas serve como exemplo aos demais para irem afinando as suas repressões, o seu falso moralismo puritano. A infâmia perdeu o carácter. Como assinala Claudio Magris, “muitos livros ostensivamente profanadores não chegam a ser na realidade desagradáveis – a irritar, a ofender, rejeitar, perturbar – porque a sua provocação é a máscara, demasiado transparente, de sentimentos nobremente humanos e os arroubos exibidos são apenas simpáticas e inofensivas licenciosidades imaturas”. Ficamos sempre felizes por saber que o traste, quando chega a hora da verdade, é capaz de um gesto de redenção. E o pior é todos estarmos muito seguros sobre o que isso possa significar. O que sejam os actos verdadeiramente bondosos. Como nos diz Eduardo Lizalde nuns versos: “A maior das purezas é a abjecção./ Não restam dúvidas./ Mas consolai-vos, oh puros:/ também os abjectos e os vis/ não o são totalmente./ Por vezes cheiram rosas/ e acariciam cordeiros com sinceridade/ ou beijam crianças/ e dão a sua vida pela Revolução.” Continuamos a encher a boca com palavras desvalidas, sem levar em conta quais são os órgãos que seria preciso desenvolver para mergulhar nessa zona esgotante capaz de exaurir as frivolidades com que nos chega esse leitor hipócrita, convencido da clareza dos seus juízos morais, esse burguezote apalhaçado que se furta por todos os meios ao emaranhado de paixões, brutalidades, aridez, vileza e negro sofrimento sem saída que a vida chega a ser. A maldade ou é uma instrução contra os nossos instintos e intuitos originais ou não é nada. Fazer parte do bando diabólicos, dos tais apóstolos da transgressão, significa lutar pela inversão dos grandes signos. A revolução começa por corroer os estratos da dimensão simbólica, pela derrogação de todas as certezas e conformismos. Os orgãos lutam para desembaraçar-se dos astros, daquela música que tão depressa faz de nós seres caducos. Daí que tantas vezes o pâncreas acabe calcinado, talvez por incapacidade de produzir a dose suficiente de bílis para se regular, pôr a ênfase necessária, lidar neste insistente deserto. As glândulas afinam por esse gotejar do que nos olha a partir das zonas mais escuras de nós próprios. Saímos do silêncio, cercados por ele, procurando destruí-lo sem o perder inteiramente. Também temos de criar um órgão para o trazer dentro. Estes vazios que guiam o sentimento. Vamos lendo outra coisa de costas para anúncios luminosos que propagam pela noite dentro esse resíduo ulceroso, e nem os insectos se lhe chegam, preferem ser engolidos pela resina, ou como certas flores e plantas encontrar o fogo, descobrirem pela chama aquela irisação do que depressa se cobre de negro. Temos algumas pedras, atiradas e recuperadas. Gostamos de como a terra as mastigou. Frases capazes de interceder enquanto ecos, esse detalhe dos nossos melhores erros. Ao longo do dia também nos pesa de diferentes modos. O vento quer lembrar-se de algo, ergue-se para uma demonstração, mas logo lhe falta a confiança e prefere adiar. Muitas vezes o mundo deixa de estar onde contávamos com ele. Há tantos nomes que de súbito deixam de responder. Pomos a mesma mesa, essa feroz mesa, mas as imagens parecem empurradas, as raízes apodrecidas, tudo contrariado. O crime é demasiado incerto. Não se sabe realmente como ferir fundo as leis principais. Por isso acabamos por nos virar para aqueles que têm o talento devastador do fracasso, dominados toda a vida por essas injúrias, e é assim que ouvimos contada de diferentes maneiras a fábula do fígado, a intensidade daqueles que foram levados a despedir-se dos dias. Os homens deixam de o ser rasgando o que de si mesmos conheciam. Por um ódio prometedor aceitam tomar para si mesmos expressões que noutras idades os teriam assustado. É preciso uma certa dimensão do inútil, o gosto por aprofundar as energias que não correspondem aos ciclos, aos bens ou às finalidades terrenas. A maldade é dar o ouvido àqueles deuses estragados, os que aprofundaram os seus defeitos, cultivaram-nos para extrair deles secreções que provocam tonturas e contorções a quem não se habituou a respirar esse ar capaz de gelar os pulmões e até a alma. O mal faz-se voltando atrás. É uma ferida na memória que não se deixa em paz. Voltando, voltando ao que ficou soterrado, escavando esses corpos, barcos, é uma forma de corroer o tempo. Com vagarosos gestos ocupamos os lugares, detemo-nos, contando, apostando, sempre através dessa desolada observação dos factos e dos feitos. Temos de estar dispostos a escutar até ao fim as nossas derrotas, a perfeição tortuosa do seu argumento, o elemento sinuoso de uma linguagem de sentido perdido. Com tudo isto, fica claro como o passado pode ser aberto, revisto, como é possível impor aos vermes um princípio de indústria. O tempo não precisa de ir todo no mesmo sentido. Podemos gravar certas intuições esperando outra atenção e inteligência de nós mesmos, ir marcando, dialogando com nós próprios em diferentes momentos, como se nos conduzíssemos, deixando espaço para aquela firmeza desesperada que, por agora, ainda nos falta. A memória deixa caminhos para mais tarde. Ainda voltaremos a esses cuidados, já sem a razão a ditar uma linha que seja, consumidos então pelo fogo, aquela vida que se propaga entre outros corpos, rasando o segredo, alimentando-se de estranhos reflexos. No fundo, a moral foi aquilo que nos fez conhecer a morte mais de perto, nos disse "não" vezes demais. Mas teríamos sido outros se tivéssemos escutado os elementos da sedução. Ficam-nos os cortes na pele, dessas silvas que roçamos até estarmos perdidos, a ânsia de crescer num odor oculto, deixar o sangue dar a volta mais larga, enegrecer sobre essas zonas onde o amor escolhe o outro lado da vida e nos transforma. Produzem-se imagens, restos futuros, fósseis que iluminam o que está por vir. Outros astros fazem as nossas sombras cambalear, e sonhos há muito esquecidos abrem enfim a boca, aproximam-se para nos dar sinais de um mundo que julgávamos conhecer. Quando deixas de falar sozinho, aí, sim, estás realmente perdido. Não tens quem te instigue o pior, e, naturalmente, também o melhor deixa de poder ser visto como uma escolha. Derivamos para o espaço, por falta de gravidade, ficamos dominados por essa insignificância comovedora. Como lembra Magris, as palavras “bondade” e “bom” não nos soam deslocadas na boca de Dostoiévski precisamente porque ele mergulhou sem qualquer reserva no lodo que corre nas nossas veias, como um messias que ressurge mas antes morre e desce verdadeiramente ao inferno. “A literatura explicitamente transgressora é também muitas vezes impulsionada, bem lá no fundo, por sentimentos tão bons que não podem ser confrontados com a crueldade tão frequente e triunfante da existência”, vinca o ensaísta triestino. Já antes Eduardo Lizalde havia notado como “Tudo o que é edificante é reaccionário/ (vejam-se os efeitos).” O mal permanece solteiro, é na verdade a única dimensão verdadeiramente heróica e solitária no meio de uma criação cabisbaixa, ferida por essa tentação de se submeter a algo de superior. Os intérpretes da verdadeira vontade devem ser os primeiros alvos a abater. Mesmo se surja com eles o primeiro sinal dessa presunção capaz de inventar um sentido e a razão de deuses que acabam por ser os verdadeiros triunfos da demonicidade humana. Mas somos vítimas demasiado voluntariosas dessa tendência para pôr a fé num borra-botas qualquer. Se, por outro lado, nos contássemos outras histórias, se tivéssemos órgãos, alguma apetência e educação para nos sabermos servir entre os melhores exemplos da danação… “Talvez um olhar impiedoso seja hoje mais necessário do que nunca, num momento em que se desmoronaram as ilusões das grandes filosofias da história, persuadidas de que as contradições da realidade trariam consigo a sua própria superação e conduziriam inevitavelmente a um progresso ulterior; o devir do mundo parece agora entregue a uma ebulição caótica e imprevisível, indiferente aos grandes projectos e perspectivas. Nesta capacidade de perscrutar verdades até intoleráveis reside uma bondade maior do que qualquer afabilidade conciliadora e temperada: a disponibilidade para descer, com uma piedade intrépida e desolada, até ao fundo da nossa obscuridade.” Neste episódio, vamos afastar-nos na direcção desse vazio que rejeita a medida e as disposições de ordem humana. João Vasco Lopes, uma dessas inteligências que tanto estimam o acaso, a adaptação, aquela evolução nervosa que exigem hoje os grandes sistemas, veio falar-nos das fronteiras que se viu a assediar timidamente, e estamos a falar do Espaço, dessas garatujas que desenhamos nos muros imensos de tudo aquilo que melhor exprime a nossa ridícula dimensão, o como não passamos de uma civilização que ainda nem saiu do berço. Vamos procurar tomar balanço para assaltar algumas zonas de recreio entretanto desactivadas do campo literário, agora que todos os exercícios com letrinhas nos fornecem toda essa consolação oferecida sem interrupções, de tal modo que a vida literária ocupou o lugar das ordens religiosas e dos conventos de freiras.
O Campeonato Carioca de 2026 revelou um cenário financeiro desigual entre os quatro grandes do Rio. O Flamengo terminou como líder geral em arrecadação, impulsionado por bilheteria consistente, cotas e premiação pelo título.Enquanto isso, o Fluminense foi o clube com maior público e renda direta nos estádios. O Vasco apresentou saldo positivo mais discreto, e o Botafogo teve o pior desempenho econômico da competição, fechando o torneio com prejuízo operacional.No vídeo, analisamos números detalhados, contexto estrutural e o impacto real da volta da premiação no estadual.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #CampeonatoCarioca
Neste domingo (1º), nossos comentaristas repercutiram as semifinais que decidiram os últimos finalistas nos estaduais de São Paulo e Rio de Janeiro. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Vender roupa do marido, adormecer no cinema e a moda mais estúpida de todos os tempos.
No programa desta quarta-feira, nossos comentaristas falaram sobre tudo que rolou nessa rodada de Brasileirão. Vem com a gente! Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Nesta quarta-feira (21), nossos comentaristas analisaram a vitória do Flamengo contra Vasco pelo Campeonato Carioca, a derrota do São Paulo para a Portuguesa, a confusão entre Sampaoli e Valentim e tudo dos outros jogos dos estaduais. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
O choque com Vasco Gonçalves. O diálogo com Costa Gomes sobre a chantagem. O documento do Grupo dos 9 que assinou sem ler. O corte com Otelo. Os bastidores do 25 de novembro, o papel de Cunhal e a guerra aos falcões que queriam uma ditadura. Os dramáticos três minutos de atraso a negociar uma rendição que mataram três militares. E vários ajustes de contas com Eanes, que acusa: de abuso de poder em detenções; de não corrigir o seu papel no 25 de novembro; e de se rodear de corruptos para sobressair como honesto.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste domingo, nossos comentaristas analisaram o título da Copa do Brasil do Corinthians sobre o Vasco. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
O choque com Vasco Gonçalves. O diálogo com Costa Gomes sobre a chantagem. O documento do Grupo dos 9 que assinou sem ler. O corte com Otelo. Os bastidores do 25 de novembro, o papel de Cunhal e a guerra aos falcões que queriam uma ditadura. Os dramáticos três minutos de atraso a negociar uma rendição que mataram três militares. E vários ajustes de contas com Eanes, que acusa: de abuso de poder em detenções; de não corrigir o seu papel no 25 de novembro; e de se rodear de corruptos para sobressair como honesto.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Planos para a passagem de ano, ideias para presente de Natal e a queda de um mito das Manhãs da Comercial.
O sequestro de Otelo em Belém no 28 de setembro. A escolha de Costa Gomes para substituir Spínola na Presidência. O envolvimento da CIA e do KGB na Matança da Páscoa. A reunião em que se decidiu a nacionalização da banca depois do 11 de março. E as listas de pessoas a prender: “Houve abusos, com certeza. Há pessoas que têm razão para estarem chateadas. Mas em todo o lado em que há processos revolucionários complexos há fuzilamentos. Aqui não houve.”See omnystudio.com/listener for privacy information.
O sequestro de Otelo em Belém no 28 de setembro. A escolha de Costa Gomes para substituir Spínola na Presidência. O envolvimento da CIA e do KGB na Matança da Páscoa. A reunião em que se decidiu a nacionalização da banca depois do 11 de março. E as listas de pessoas a prender: “Houve abusos, com certeza. Há pessoas que têm razão para estarem chateadas. Mas em todo o lado em que há processos revolucionários complexos há fuzilamentos. Aqui não houve.”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um castigo levou-o a falhar o 25 de abril no posto de comando, onde foi substituído por Otelo. Seguiu os acontecimentos a partir dos Açores, onde apoiou Melo Antunes a tomar a PIDE e ocupou a sede da Legião Portuguesa. A euforia das primeiras horas: “Parecia um doidinho, aos saltos: ‘Pá, ganhámos!’” As sete comissões de moradores da Calçada da Ajuda. E as descrições incríveis das fúrias nos diálogos com os outros militares, nas várias lutas pela tomada do poder — mas também por causa do tamanho das patilhas. Vasco Lourenço, parte I.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Futebol, informação, humor, opinião e corneta! Um programa de debate sobre tudo que envolve futebol de um jeito descontraído e animado. Veja muito mais no YouTube
Bruno Mesquita, Jéssica Maldonado, Pedro Dep e Camilo Pinheiro Machado analisam a vitória e a atuação segura no clássico carioca. Depois da exibição de gala contra o rival, a torcida fica empolgada com o futuro. A partir do grande resultado, vem a pergunta: qual o caminho que a equipe comandada por Davide Ancelotti deve escolher na reta final do Brasileirão para conseguir a vaga na Libertadores? Essa e outras questões são respondidas pelos comentaristas com brilhantismo. Dá o play!
O São Paulo venceu o Vasco da Gama em São Januário e voltou a subir na tabela do Campeonato Brasileiro! Neste episódio, Caio Villela, João Pedro Brandão e Caio Dominguez debatem sobre o final de temporada do Tricolor Paulista, com a possibilidade de disputar uma vaga na Libertadores em 2026. Até aqui, Hernán Crespo comandou o time em apenas "um turno", o que o São Paulo deve pensar para o treinador ter mais sucesso na próxima temporada? Dá o play!
O Linha de Passe deste domingo (2), os comentaristas analisaram os jogos da 31ª rodada do Brasileirão, com destaques para as vitórias de São Paulo e Palmeiras. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Episódio analisa a atuação vascaína na vitória sobre o Bragantino. O Vasco joga o melhor futebol do Brasil? Vegetti deve ser titular? Quais são as contas para o G-6? Dá o play!
Episódio analisa a atuação vascaína na vitória sobre o Bragantino. O Vasco joga o melhor futebol do Brasil? Vegetti deve ser titular? Quais são as contas para o G-6? Dá o play!
Edgard Maciel de Sá, Cauê Rademaker, Phill e Gustavo Garcia analisam atuação tricolor, a opção por Cano, a relação time/torcida e o duelo diante do Internacional. DÁ O PLAY!
O Palmeiras novamente atropelou um adversário no Allianz Parque, a vítima da vez foi o Vasco da Gama! Neste episódio, Caio Villela, Camila Alves, Thiago Ferri e Leandro Bocca analisam a evolução da equipe e o retorno de Raphael Veiga a equipe titular. Agora, o esquadrão alviverde terá o clássico contra o São Paulo para continuar na briga pela liderança do Campeonato Brasileiro. Dá o play!
O Bate-Pronto de hoje falará tudo sobre a vitória do Palmeiras sobre o Vasco, ontem de noite, em São Paulo, pelo Brasileirão. O Verdão venceu por 3 a 0 e colocou pressão sobre o líder Flamengo, que hoje enfrenta o Cruzeiro em um jogão no Maracanã. O programa também debaterá o polêmico pênalti que fez o Internacional empatar com o Corinthians no Beira-Rio.
Nesta quarta-feira (01), nossos comentaristas analisam tudo dos jogos da 26ª rodada do Campeonato Brasileiro Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Mauro Cezar, Arnaldo Ribeiro, Eduardo Tironi, José Trajano, Juca Kfouri e Danilo Lavieri analisam a disputa pela liderança do Brasileirão após o empate do Flamengo com o Vasco e as vitórias de Cruzeiro e Palmeiras na rodada, o Santos sem Neymar batendo o São Paulo, a queda de Roger Machado após a virada do Grêmio sobre o Inter e a derrota do Corinthians para o Sport
O Bate-Pronto de hoje debaterá o empate do Flamengo contra o Vasco, ontem de tarde, no Maracanã, pelo Brasileirão. O resultado fez o time rubro-negro ver o Palmeiras, que goleou o Fortaleza, aproximar-se na luta pela liderança da competição nacional. O programa também falará sobre o Grenal caótico no Beira-Rio; a derrota do Corinthians para o Sport e o clássico entre Santos e São Paulo na Vila Belmiro.
Comentaristas da ESPN analisam os jogos da 24ª rodada do Campeonato Brasileiro. Vem conferir! Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
O Bate-Pronto de hoje debaterá os jogos de ontem pelas quartas de final da Copa do Brasil. O Vasco eliminou o Botafogo nos pênaltis e enfrentará o Fluminense em uma das semifinais. Já o Cruzeiro voltou a vencer o Atlético Mineiro por 2 a 0 e desafiará o Corinthians no outro duelo que valerá vaga na grande decisão do torneio nacional. O programa também repercutirá a apresentação de Andreas Pereira no Palmeiras e projetará o jogo do líder Flamengo contra o Juventude pelo Brasileirão.
Mauro Cezar, Arnaldo Ribeiro, Eduardo Tironi, José Trajano, Juca Kfouri e Danilo Lavieri analisam a rodada do Brasileirão com vitória do Corinthians para se distanciar da zona de rebaixamento, a bronca de Fernando Diniz em Rayan, o São Paulo embalado de Crespo derrotando o Vasco, a polêmica do calendário alterado pela CBF... Flamengo e Palmeiras prejudicados?
O Vasco voltou das férias!
O embalo de duas vitórias consecutivas não desvia o foco do Santos: o clube segue buscando reforços para fechar sua reformulação. O futuro de Zé Ivaldo segue indefinido, há lesões no sistema defensivo e a comissão técnica considera necessária a chegada de mais um zagueiro. A janela encerra em 2 de setembro, mas até agora ainda não há tratativas avançadas. Com Caio Villela, Ana Canhedo e Nagila Luz. Dá o play!
El Instituto de Arquitectura de Euskadi, en Donostia-San Sebastián, dedica la exposición Baserria al caserío vasco, edificio fundamental del paisaje rural del País Vasco, que ha vivido cambios sociales y arquitectónicos desde el siglo XV hasta la actualidad. La exposición también se pregunta sobre el rol del caserío en la actual crisis de vivienda.Informa Íñigo PicabeaEscuchar audio
Edgard Maciel de Sá, Cauê Rademaker, Phill e Giba Perez analisam atuação no clássico, evolução de Hércules, a provocação de Rayan e o jogo decisivo pela Sul-Americana. DÁ O PLAY!
O choque violento com Vasco Gonçalves na assembleia do MFA. As influências que viravam Otelo no Copcon. As longas reuniões do Conselho da Revolução. Os agricultores armados para se defenderem das ocupações. E a granada que rebentou numa manifestação. Segunda parte da conversa com o general Pezarat Correia, que foi membro do Conselho da Revolução e comandante da Região Militar Sul.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Camisa 10 deste sábado repercutirá a segunda rodada do Brasileirão. Corinthians joga hoje contra o Vasco, São Paulo visita o Atlético-MG, Palmeiras pega o Sport no Recife. Flamengo duela com Vitória em Salvador. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O podcast de filmes e de séries da Rádio Comercial
Fred Gomes e Letícia Marques falam do aniversário de Zico e das últimas notícias do Flamengo em meio a dois Clássicos dos Milhões.
O Bate-Pronto de hoje falará tudo sobre os jogos deste fim de semana pelos Estaduais. No Paulistão, Palmeiras, Corinthians e Santos venceram São Bernardo, Mirassol e Bragantino, respectivamente, e avançaram à semifinal. Já no Campeonato Carioca, o Flamengo fez 1 a 0 no Vasco com golaço de Bruno Henrique e saiu na frente na luta por uma vaga na grande decisão.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Com uma dívida bilionária, o Vasco entrou com pedido de recuperação judicial na tentativa de organizar as finanças. A estratégia é viabilizar a SAF, que gerencia o futebol do clube, e também atrair investidores. A expectativa é que a medida proteja o time de bloqueios judiciais que possam comprometer as operações financeiras. E ainda: Governo Federal inicia pagamento de parcela do Pé-de-Meia nesta terça (25).
Mauro Cezar Pereira, Juca Kfouri, José Trajano, Arnaldo Ribeiro, Eduardo Tironi e Danilo Lavieri debatem o empate no clássico entre Palmeiras e São Paulo, e a supremacia do Flamengo contra o Vasco nos últimos 20 jogos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na volta de Arthur Muhlenberg ao podcast, Jorge Natan recebe Fred Gomes e Thiago Lima para analisar atuação no Maracanã e projetar fase decisiva do Cariocão
Marcello Neves, Phill, Gustavo Di Sarli e Yan Nessar analisam a vitória no clássico, o recital de Jhon Arias, o faro de gol de Germán Cano e comentam sobre a aposentadoria de Marcelo. DÁ O PLAY!
A vitória deixa o Galo tranquilo? Como foi o desempenho dos jogadores e o que precisa ser ajustado para o jogo de volta contra o Vasco? Fábio Júnior, Laura Rezende, Maria Cláudia Bonutti e Rodrigo Franco analisam a vitória do Atlético-MG no primeiro confronto da semifinal da Copa do Brasil e debatem os principais lances, as estratégias que fizeram a diferença, e o que o Galo precisa ajustar para o jogo de volta. Dá o Play!
Quais as dificuldades que o Galo encontrará no jogo da volta? Qual título é o mais viável de conquistar agora: o da Copa do Brasil ou da Libertadores? Quem no Galo merece um lugar na Seleção? Com André Ribas, Carol Leandro, Ricardo Gonzalez e Rogério Corrêa.