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Ouça o episódio do Podcast Pr. Juanribe Pagliarin desta quinta-feira. Uma palavra forte, direta ao coração, sobre herança espiritual, perseverança e fé. Você vai entender por que a porção dobrada não é para quem para no meio do caminho, mas para quem permanece firme até o fim — mesmo quando o processo aperta.Uma mensagem profética que renova o propósito, reacende promessas e fortalece a caminhada com Deus.
Tema – O Ano do Selo de Deus. Passagem de Ano 2025/26 Pregador : Ap. Miguel Ângelo Naquele dia, diz o SENHOR dos Exércitos, tomar-te-ei, ó Zorobabel, filho de Salatiel, servo meu, diz o SENHOR, e te farei como um anel de selar, porque te escolhi, diz o SENHOR dos Exércitos. (Ageu2:23) Neste culto profético de passagem de ano, somos conduzidos a uma revelação poderosa para atravessar 2026 com fé, segurança e autoridade espiritual. À luz das Escrituras e do ministério dos profetas Ageu e Zacarias, Deus declara que não despreza os pequenos começos, pois Ele já vê o fim glorioso preparado para os Seus escolhidos. Mesmo diante de um ano anunciado como turbulento, o Senhor libera uma palavra de direção, governo espiritual e reconstrução. 2026 é declarado como o ano do selo de Deus, um tempo em que o povo será estabelecido como anel de selar, símbolo de autoridade, aliança e legitimação espiritual. Deus promete restaurar vidas, famílias, propósitos e valores que foram interrompidos. Este é um chamado para viver acima do medo, firmados na Palavra viva, caminhando com clareza, fé e esperança, sabendo que o Senhor irá abalar céus e terra para cumprir Suas promessas.
01 DE JANEIRO DE 2026 - QUINTARef.: Isaías 54.1-4
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É chegada a hora do mellhor episódio do ano e novamente Miguel, Juci, Anchieta e Ari compartilham com os ouvintes tudo o que jogaram, gostaram, odiaram e droparam durante o ano. Além de comentar se o GOTY é indie mesmo!E para mais conteudo, siga o Mais Um Podcast de Games nas redes sociais pelo @maisumpod
Doutor Carlos Alberto Pastore dá dicas sobre bem-estar e saúde às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 6h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio especial, o Pr. @Juanribe Pagliarin apresenta uma poderosa ilustração sobre recomeço, transformação e renovação espiritual. A história de um menino visitado pelo “Ano Novo”. A mensagem conduz o ouvinte a compreender que cada dia é uma página em branco, mas somente Jesus Cristo pode transformar o coração, apagar a culpa do passado e iniciar uma vida totalmente nova.Prepare-se para uma palavra que inspira decisões, confronta atitudes e desperta esperança em quem deseja começar de novo — não apenas um ano, mas uma nova história em Cristo. ✨
Este é só um trecho da aula completa da música "Auld Lang Syne", que você encontra aqui no podcast "Aprenda Inglês com Música". Use a lupa do podcast para encontrar a aula completa para ouvir ;) Quer dar aquele up no seu inglês com a Teacher Milena ?
Os números da São Silvestre, coisas que já precisam melhorar no ano que vem e uma grande falha | Nossos links - https://linktr.ee/corridanoar | O Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Na passagem de ano fazemos listas como quem pede licença para recomeçar. Mas entre resoluções e desejos, nem sempre é claro o que queremos mudar ou do que ainda não conseguimos abdicar See omnystudio.com/listener for privacy information.
Inicie o ANO NOVO Valorizando a Presença DEUS - Palavra e Oração da Manhã #anonovo #oraçãodamanhã
No episódio de hoje, Afonso Borges indica a premiada obra "O ano do nirvana", do escritor e ilustrador pernambucano Walther Moreira Santos. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Ibovespa B3 encerrou o último pregão de 2025 com alta de 0,40%, superando os 161 mil pontos. Com isso, o principal índice de ações da bolsa brasileira atingiu uma valorização de 34% no ano. Confira os detalhes no #MinutoB3#Mercado #IbovespaB3 #InvestimentosEste conteúdo foi gerado por inteligência artificial #PraTodosVerem: você pode ativar a legenda automática deste vídeo.
Neste último episódio do Sem Precedentes em 2025, o debate se volta para um tema sensível e incontornável: a ética no Supremo Tribunal Federal. Em meio a críticas sobre imparcialidade, influência política e falta de transparência, cresce a percepção de que a relação entre a Corte e a sociedade atravessa um momento de desgaste. Os alvos da vez são Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Mas no passado houve outros tantos exemplos. Felipe Recondo e Diego Werneck discutem se o Supremo precisa de regras mais claras de conduta, até que ponto a resistência interna dificulta mudanças e por que a cobrança pública por responsabilidade e transparência se tornou central. O episódio parte de uma pergunta simples — mas incômoda: quais limites éticos devem orientar a atuação dos ministros — e examina por que essa resposta é decisiva para a confiança no tribunal e para a própria democracia.00:00 O Ano de 2025 e o Supremo02:51 Código de Conduta e Expectativas para 202606:07 Imparcialidade e Ética no Supremo08:53 Transparência e Relações com a Sociedade12:09 Desafios e Críticas ao Supremo15:04 A Influência da Política no Supremo18:01 A Necessidade de Regras e Limites20:57 A Resistência Silenciosa e a Percepção Pública23:58 O Papel da Sociedade na Supervisão do Supremo27:04 Expectativas Futuras e Conclusões
Nesta terça-feira, o Agrolink News traz uma grande retrospectiva do agronegócio brasileiro em 2025. A edição especial revisita, mês a mês, eventos decisivos: desafios climáticos, tensões geopolíticas, recordes de exportação e reconhecimento científico. O programa conclui com uma análise sobre a resiliência e a estratégia do setor, destacando como adaptação, inovação e parcerias consolidaram a posição de liderança do Brasil no mercado global de alimentos.
Que tal fazer uma faxina para começar bem 2026? Mas não é qualquer faxina... Confira a dica de Janina Ester no episódio de hoje do Decor e ArteSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O ano está acabando, mas nem tudo terminou dentro de você.Entre o que passou e o que ainda não começou, existe um limbo emocional e energético — e é exatamente aí que muitos ciclos permanecem abertos.Neste ECOTRIMCAST especial do dia 30 de dezembro, Marcello Cotrim conduz um balanço profundo do ano, mostrando como encerrar ciclos de forma consciente, emocional, energética e espiritual — sem carregar o passado para o novo ano.Você vai compreender:• Por que não existe recomeço sem ponto final• O que realmente precisa morrer antes da virada• A diferença entre esquecer e encerrar de verdade• Como identificar ciclos kármicos ainda ativos• O papel do perdão psíquico e do auto-perdão• Por que todo perdão envolve responsabilidade pessoal• O verdadeiro sentido do arrependimento psicológico• Como cortar padrões emocionais, vícios mentais e repetições• A importância do corte energético e espiritual• Como usar a chama violeta para transmutar karmas• O risco de transportar o velho ciclo para o ano novo• Por que autovalorização também é fechamento de ciclo• Como reconhecer suas constâncias, forças e pilares internosMarcello mostra que encerrar ciclos não é negar o passado, nem apagar dores — é retirar energia do que não serve mais e devolver força à própria essência.O dia 30 não é dia de pressa.É dia de transmutação, consciência e decisão interna.Quem não encerra, repete.Quem encerra, transforma.Quer começar? Comece pelo CHAMADO DA ALMAhttps://www.lojamotivacional.com.br/produto/curso-on-line-o-chamado-da-alma/Meditações Guiadas:https://www.lojamotivacional.com.br/categoria-produto/cds-digitais/
No vídeo de hoje, analisamos o retrato macroeconômico de 2025, marcado por decisões dos bancos centrais, tensões geopolíticas e seus impactos diretos nos mercados.Discutimos onde o consenso falhou, como o cenário global se desorganizou e por que o Bitcoin voltou ao centro das discussões.Uma leitura crítica dos desequilíbrios atuais e dos sinais que já começam a apontar para 2026.00:02:40 - Mercados00:13:03 - EUA e Trump00:26:49 - China00:33:33 - Argentina00:42:41 - Bitcoin00:46:57 - Brasil
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana
Mensagem "Como Terminar Bem o Ano "do Pb. Carlos Borges Texto Lido: 1 Samuel 7.12 Culto 17h: 28.12.2025
Comandante da 2ª Companhia do Comando Rodoviário Estadual de Santa Cruz, capitão Vinícius Massulo, concedeu entrevista à Rádio Santa Cruz, emissora do Grupo Arauto
Comandante da 2ª Companhia do Comando Rodoviário Estadual de Santa Cruz, capitão Vinícius Massulo, concedeu entrevista à Rádio Santa Cruz, emissora do Grupo Arauto
No episódio de hoje, Isabela Lapa apresenta três sugestões de perfis que compartilham receitas nas redes sociais, das mais simples às mais elaboradas. See omnystudio.com/listener for privacy information.
" Este não é um episódio comum. É uma pausa consciente para encerrar o ano. Um áudio para quem chegou até aqui cansado, em silêncio, carregando mais do que conseguiu explicar. Para quem tentou, insistiu e sobreviveu. Mesmo quando tudo pedia descanso. Ouça com calma. Este é o seu encerramento consciente. Narrado por Antônio Carlos"
Para ouvir essa história EXCLUSIVA inteira do Reino e apoiar o podcast, entre para o Reino aqui:https://eraumavezumpodcast.com.br/clube30Essa história infantil super legal conta sobre dois meninos que receberam de uma fada um presente especial: livros com páginas brancas e puras. Um ano depois, a fada voltou e mostrou como as páginas estavam cheias de marcas. Algumas eram manchas feias, causadas por mentiras e desobediências; outras, lindas ilustrações, frutos de atos bondosos e gentis. A fada explicou que cada escolha deles preenchia as páginas. Ouça e descubra o que mais eles descobriram!Ensinamentos para crianças: Importancia das escolhas, responsabilidade e como podemos melhorar a cada dia.Faixa etária recomendada: a partir de 4 anos.Escrita por: Emilie Poulsson.Adaptada e narrada por: Carol Camanho.
O Consultor Pablo Adreani analisa como foi o ano de 2025 para os produtores da Argentina. E inclui algumas conclusões importantes sobre o desenvolvimento do Agro no Brasil e o congelamento do Agro na Argentina, que nos servem de lição.
Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Mais uma daquelas semanas que pesam como um ano inteiro...Bloco 1- A realidade em Gaza: destruição, deslocamento e fome. - Novo confronto com o Irã em vista?- Vice-diretor do Shin Bet renuncia ao cargo.Bloco 2- Israel e Egito fecham acordo bilionário de venda de gás.- Mais de 300 homicídios: 2025 é o ano mais violento da história do país.- Governo aprova a formação de uma Comissão de Investigação política para o 07.10.- Governo aprova fechamento da rádio Galei Tzahal, rádio do exército.- Governo aprova prorrogação da “Lei Al-Jazeera”- Bennet ataca Netanyahu por conta do Cartargate.- Relatório anual do Instituto Israelense de Democracia.Bloco 3- Personagem da semana- Palavra da semana- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuroNo exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuroNossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - @doladoesquerdo e @joaokminstagram - @doladoesquerdodomuroyoutube - youtube.com/@doladoesquerdodomuroTiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #333 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
No Comentário Final de hoje, Ricardo Spinosa convida o ouvinte a parar e refletir sobre a chegada de 2026. Entre vida pessoal, família, trabalho, fé, futebol, política nacional e os rumos de Londrina, ele provoca perguntas diretas sobre escolhas, mudanças e responsabilidades para o novo ano. Um comentário leve pra começar o ano pensando no amanhã.#ComentarioFinal #RicardoSpinosa #AnoNovo #Reflexao #2026 #Londrina #Politica #Vida #PaiquereFM989 #TVP #PaiquereFMNews
O ano de 2025 se encaminha para o fim após uma série de acontecimentos que colocaram o Brasil o mundo em atenção, como a prisão de Jair Bolsonaro e seus aliados por tentativa de golpe de Estado, a guerra tarifária de Donald Trump, a COP30 em Belém e a primeiro estatueta do cinema brasileiro no Oscar com “Ainda estou aqui”. O Durma com Essa desta quarta-feira (24) faz uma retrospectiva dos principais fatos do ano. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Confira na edição do Jornal da Record News desta terça-feira (23): apenas 0,6% dos presos do Brasil cumprem a pena em casa. Novas regras para benefícios de vale-alimentação e vale-refeição começam a valer em fevereiro. Prévia da inflação fecha o ano acumulada em 4,41%. Lula deixa condenados do 8/1 de fora do indulto de Natal. E mais: Alexandre de Moraes autoriza internação de Jair Bolsonaro para cirurgia de hérnia no Natal.
A assinatura do contrato de energia de reserva entre a Diamante Geração de Energia e o Governo Federal, com validade até 2040, foi apontada como uma das principais conquistas de 2025 para o setor carbonífero catarinense. O acordo garante segurança jurídica e econômica a uma cadeia produtiva responsável por cerca de 21 mil empregos diretos e indiretos e por uma movimentação anual estimada em R$ 6 bilhões na economia regional. A avaliação foi feita pela presidente do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (Siecesc – Carvão +), Astrid Barato, durante entrevista concedida nesta terça-feira (23) ao programa Cruz de Malta Notícias. Segundo ela, o ano foi marcado por avanços importantes tanto na área econômica quanto ambiental, consolidando um novo momento para o setor. Entre os destaques, Astrid ressaltou o desenvolvimento de projetos de pesquisa e inovação no Centro Tecnológico da SATC, voltados à transição e à sustentabilidade da atividade carbonífera. As iniciativas incluem estudos sobre captura de carbono, além da produção de fertilizantes por meio de zeólitas obtidas a partir das cinzas do carvão, ampliando o aproveitamento de resíduos e agregando valor à cadeia produtiva. Outro ponto relevante foi o avanço na Ação Civil Pública (ACP) do Carvão, com a retomada das reuniões do Grupo Técnico de Assessoramento à Execução da Sentença (GTA), por determinação da Justiça Federal. O grupo discute parâmetros técnicos para a recuperação ambiental das áreas impactadas pela mineração no passado. Atualmente, cerca de 55% dessas áreas já passaram ou estão passando por obras de recuperação ambiental, resultado considerado significativo pelo setor. O Siecesc – Carvão + encerra o ano também com progressos nas tratativas para a liberação do uso de áreas da ACP localizadas em regiões densamente urbanizadas, o que pode contribuir para o desenvolvimento ordenado desses espaços. No campo social, o sindicato mantém o projeto Carvão Amigo, que presta auxílio a 12 entidades filantrópicas do Sul Catarinense, além de apoiar iniciativas como o Proerd, da Polícia Militar, os Protetores Ambientais da Polícia Militar Ambiental, o Projeto Golfinhos, do Corpo de Bombeiros, e o Pelotão da Esperança. Já no eixo esportivo, o Carvão + atua como patrocinador master do projeto Tigrinhos e do Campeonato Regional da Larm. Para Astrid Barato, os resultados de 2025 demonstram que o setor carbonífero segue em transformação, buscando conciliar desenvolvimento econômico, responsabilidade ambiental e compromisso social com a região Sul de Santa Catarina.
Última do ano!!!
Moçambique asinalou este ano, a 25 de Junho, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propôs-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. Quando 2025 está prestes a chegar ao fim, tornamos a debruçar-nos sobre este cinquentenário, com alguns momentos marcantes dessa digressão. A luta armada pela independência em Moçambique encontra as suas raízes imediatas em vários acontecimentos. Um deles será o encontro organizado a 16 de Junho de 1960 em Mueda, no extremo norte do país, entre a administração colonial e a população local que reclamava um preço justo pela sua produção agricola. Só que no final dessa reunião, deu-se a detenção de alguns dos representantes do povo e em seguida a execução a tiro de um número até agora indeterminado de pessoas. Dois anos depois do massacre de Mueda, três organizações nacionalistas, a UDENAMO, União Democrática Nacional de Moçambique, a MANU, Mozambique African National Union e a UNAMI, União Nacional Africana de Moçambique Independente, reúnem-se em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, a 25 de Junho de 1962 e fundem-se numa só entidade, a Frelimo, Frente de Libertação de Moçambique. Sob a direcção do seu primeiro presidente, o universitário Eduardo Mondlane, e a vice-presidência do reverendo Uria Simango, a Frelimo tenta negociar a independência com o poder colonial -em vão- o que desemboca na acção armada a partir de 1964. O antigo Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, recorda essa época. “Nessa altura, nós, já estudantes, que tínhamos deixado Portugal, que estávamos na França, tomamos conhecimento disso juntamente com o Dr. Eduardo Mondlane, que trabalhava nas Nações Unidas. No nosso encontro em Paris decidimos que devíamos trabalhar, a partir daquele momento, para a unificação dos movimentos de libertação, para que houvesse uma luta mais forte. Mesmo a luta diplomática, que foi a coisa que começou, havia de ser mais forte se houvesse um movimento unificado. É assim que surge uma frente. (...) Foram três movimentos que formaram uma frente unida que se chamou a Frente de Libertação de Moçambique. E essa Frente de Libertação de Moçambique continuou a procurar meios para ver se os portugueses haviam de acatar a Resolução das Nações Unidas de 1960 sobre a descolonização. E, finalmente, quando se viu que, de facto, os portugueses não iriam fazer isso, particularmente depois do massacre da Mueda, decidiu-se começar a preparação para uma insurreição armada. E assim houve treinos militares na Argélia, onde foram formados 250 homens, porque também a luta dos argelinos nos inspirou. Então, eles próprios, depois da criação da Organização da Unidade Africana e da criação do Comité de Coordenação das Lutas de Libertação em África, fomos a esses treinos na Argélia e a Argélia é que nos forneceu os primeiros armamentos para desencadear a luta de libertação nacional”, recorda o antigo Chefe de Estado. Ao referir que a causa recebeu apoio nomeadamente da Rússia e da China, Joaquim Chissano sublinha que “a luta foi desencadeada com a ajuda principalmente africana. E mais tarde vieram esses países. A Rússia deu um apoio substancial em termos de armamento. (...)Depois também mandamos pessoas para serem treinadas na China e mais tarde, já em 1965, quando a China fica proeminente na formação político-militar na Tanzânia, mandaram vir instrutores a nosso pedido e a pedido da Tanzânia.” Sobre o arranque da luta em si, o antigo Presidente moçambicano refere que os ataques comeram em quatro frentes em simultâneo. “Nós, em 1964, criámos grupos que enviamos para a Zambézia, enviamos para Niassa, enviamos para Cabo Delgado e enviamos para Tete. Portanto, em quatro províncias simultaneamente. No dia 25 de Setembro (de 1964) desencadeamos a luta armada de libertação nacional. Porque também a ‘insurreição geral armada', como o Presidente Mondlane denominou, começou em quatro províncias em simultâneo”, recorda Joaquim Chissano. Óscar Monteiro, membro sénior da Frelimo integrou as fileiras do partido em 1963, quando era jovem líder estudantil em Portugal. Depois de um período de clandestinidade, ele torna-se representante do partido em Argel, epicentro das lutas independentistas do continente. Ao evocar a missão que lhe incumbia em Argel, Óscar Monteiro refere que o seu trabalho consistia em “fazer a propaganda do movimento de libertação em francês. Nós já tínhamos representações no Cairo, tínhamos um departamento de informação que produzia documentos, o ‘Mozambique Revolution', que era uma revista muito apreciada, que depois era impressa mesmo em offset. Mas não tínhamos publicações em francês. Então, coube-nos a nós, na Argélia, já desde o tempo do Pascoal Mocumbi, produzir boletins em francês, traduzir os comunicados de guerra e alimentar a imprensa argelina que nos dava muito acolhimento sobre o desenvolvimento da luta, a abertura da nova frente em Tete, etc e ganhar o apoio também dos diplomatas de vários países, incluindo de países ocidentais que estavam acreditados na Argélia. Falávamos com todos os diplomatas. Prosseguimos esses contactos. O grande trabalho ali era dirigido sobre a França e sobre os países de expressão francesa. Era um tempo de grande actividade política, é preciso dizer. Eram os tempos que precederam o Maio de 68. Enfim, veio um bocado de toda esta mudança. E tínhamos bastante audiência”. Durante esta luta que durou dez anos, o conflito foi-se alastrando no terreno mas igualmente no campo diplomático. Poucos meses depois de uma deslocação a Londres em que a sua voz foi amplamente ouvida, a 3 de Fevereiro de 1969, em Dar-es-Salam onde estava sediada a Frelimo, o líder do partido, Eduardo Mondlane, abre uma encomenda contendo uma bomba. A explosão do engenho é-lhe fatal. Até agora, pouco se sabe acerca desse assassínio sobre o qual Joaquim Chissano, então responsável do pelouro da segurança da Frelimo, acredita que haverá a mão da PIDE, a polícia política do regime fascista de Portugal. “Havia já alguns indícios de que havia movimentos de pessoas enviadas pelo colonialismo, mesmo para a Tanzânia, como foi o caso do Orlando Cristina, que chegou a entrar em Dar-es-Salaam e fazer espionagem. Disse que trabalhou com os sul-africanos em 1964 e continuou. Depois houve o recrutamento, isso já em 1967-68, de pessoas da Frelimo que tentaram criar uma divisão nas linhas tribais, mas que na realidade não eram representativos das tribos que eles representavam, porque a maioria eram ex-combatentes que estavam solidamente a representar a unidade nacional. Foi assim que tivemos uns traidores que depois foram levados pelos portugueses de avião e de helicópteros e entraram a fazer campanha aberta, propaganda e até houve um grupo que chegou a reivindicar a expulsão do nosso presidente, dizendo que ele devia receber uma bolsa de estudos. Quer dizer, a ignorância deles era tal que eles não viram, não souberam que ele era um doutor -duas vezes doutor- e que não era para pensar em bolsa de estudo. Mas pronto, havia um movimento de agitação. Mas a frente era tão sólida que não se quebrou. Por isso, então, foi se fortalecendo à medida que íamos andando para a frente”, conclui Joaquim Chissano. Outro episódio marcante do inicio do declínio do controlo do regime colonial em Moçambique será o Massacre de Wiriyamu ou "Operação Marosca" . A partir de 16 de Dezembro de 1972 e durante mais de três dias, depois de dois capitães portugueses morrerem quando o seu veiculo pisou numa mina, as tropas coloniais massacraram pelo menos 385 habitantes da aldeia de Wiriyamu e das localidades vizinhas de Djemusse, Riachu, Juawu e Chaworha, na província de Tete, acusados de colaborarem com os independentistas. A ordem foi de "matar todos", sem fazer a distinção entre civis, mulheres e crianças. Algumas pessoas foram pura e simplesmente fuziladas, outras mortas queimadas dentro das suas habitações incendiadas. Mustafah Dhada, historiador moçambicano e professor catedrático na Universidade de Califórnia, dedicou uma parte importante da sua vida a investigar este massacre que foi denunciado pelo mundo fora nos meses seguintes, constituindo segundo o estudioso um acontecimento "tectónico". “O massacre, tem que ser contextualizado no espaço do sistema colonial português em África. E nesse sentido, o massacre era um dos vários massacres que aconteceram em Moçambique, em Angola, na Guiné-Bissau, em São Tomé e Príncipe e também o massacre estrutural do meio ambiente em Cabo Verde. Devemos notar uma coisa: a guerra colonial portuguesa, a baixa era de 110.000 pessoas, aproximadamente civis na nossa parte dos libertadores e dos colonizados e o massacre é somente 385 pessoas que têm um nome e outros que desapareceram sem nome. E neste sentido o massacre é, do ponto de vista quantitativo, um massacre que tem uma significação menor. Mas o que foi importantíssimo é que o massacre não iria ser reconhecido como um evento tectónico se não tivesse havido uma presença da Igreja -não portuguesa- em Tete”, sublinha o historiador aludindo às denúncias que foram feitas por missionários a seguir ao massacre. Após vários anos em diversas frentes de guerra, capitães das forças armadas portuguesas derrubam a ditatura a 25 de Abril de 1974. A revolução dos cravos levanta ondas de esperança em Portugal mas também nos países africanos. A independência pode estar por perto, mas é ainda preciso ver em que modalidades. Pouco depois do 25 de Abril, as novas autoridades portuguesas e a Frelimo começaram a negociar os termos da independência de Moçambique. O partido de Samora Machel foi reconhecido como interlocutor legítimo por Portugal e instituiu-se um período de transição num ambiente de incerteza, recorda o antigo Presidente Joaquim Chissano. “A nossa delegação veio com a posição de exigir uma independência total, completa e imediata. Mas pronto, tivemos que dar um conteúdo a esse ‘imediato'. Enquanto a delegação portuguesa falava de 20 anos, falávamos de um ano e negociamos datas. Deram então um consenso para uma data que não feria ninguém. Então, escolhemos o 25 de Junho. Daí que, em vez de um ano, foram nove meses. E o que tínhamos que fazer era muito simples Era, primeiro, acompanhar todos os preparativos para a retirada das tropas portuguesas com o material que eles tinham que levar e também em algumas partes, a parte portuguesa aceitou preparar as nossas forças, por exemplo, para se ocupar das questões da polícia que nós não tínhamos. Houve um treino rápido. Depois, na administração, nós tínhamos que substituir os administradores coloniais para os administradores indicados pela Frelimo. Falo dos administradores nos distritos e dos governadores nas sedes das províncias. Nas capitais provinciais, portanto, havia governadores de província e administradores de distritos e até chefes de posto administrativo, que era a subdivisão dos distritos. E então, fizemos isso ao mesmo tempo que nos íamos ocupando da administração do território. Nesses nove meses já tivemos que tomar conta de várias coisas: a criação do Banco de Moçambique e outras organizações afins, seguros e outros. Então houve uma acção dos poderes nesses organismos. Ainda houve negociações que foram efectuadas em Maputo durante o governo de transição, aonde tínhamos uma comissão mista militar e tínhamos uma comissão para se ocupar dos Assuntos económicos. Vinham representantes portugueses em Portugal e trabalhavam connosco sobre as questões das finanças, etc. E foi todo um trabalho feito com muita confiança, porque durante o diálogo acabamos criando a confiança uns dos outros”, lembra-se o antigo chefe de Estado moçambicano. Joaquim Chissano não deixa, contudo, de dar conta de algumas apreensões que existiam naquela altura no seio da Frelimo relativamente a movimentos contra a independência por parte não só de certos sectores em Portugal, mas também dos próprios países vizinhos, como a África do Sul, que viam com maus olhos a instauração de um novo regime em Moçambique. “Evidentemente que nós víamos com muita inquietação essa questão, porque primeiro houve tentativas de dividir as forças de Moçambique e dar falsas informações à população. E no dia mesmo em que nós assinamos o acordo em Lusaka, no dia 7 de Setembro, à noite, houve o assalto à Rádio Moçambique por um grupo que tinha antigos oficiais militares já reformados, juntamente com pessoas daquele grupo que tinha sido recrutado para fazer uma campanha para ver se desestabilizava a Frelimo”, diz o antigo líder politico. A 7 de Setembro de 1974, é assinado o Acordo de Lusaka instituindo os termos da futura independência de Moçambique. Certos sectores politicos congregados no autoproclamado ‘Movimento Moçambique Livre' tomam o controlo do Rádio Clube de Moçambique em Maputo. Até serem desalojados da emissora no dia 10 de Junho, os membros do grupo adoptam palavras de ordem contra a Frelimo. Na rua, edificios são vandalizados, o aeroporto é tomado de assalto, um grupo armado denominado os ‘Dragões da Morte' mata de forma indiscriminada os habitantes dos bairros do caniço. Vira-se uma página aos solavancos em Moçambique. Evita-se por pouco chacinas maiores. Antigos colonos decidem ficar, outros partem. Depois de nove meses de transição em que a governação é assegurada por um executivo hibrido entre portugueses e moçambicanos, o país torna-se oficialmente independente a 25 de Junho de 1975. Doravante, Moçambique é representado por um único partido. Ainda antes da independência e nos primeiros anos depois de Moçambique se libertar do regime colonial, foram instituidos campos de reeducação, essencialmente na distante província do Niassa. O objectivo declarado desses campos era formar o homem novo, reabilitar pelo trabalho, as franjas da sociedade que eram consideradas mais marginais ou dissidentes. Foi neste âmbito que pessoas consideradas adversárias políticas foram detidas e mortas. Isto sucedeu nomeadamente com Uria Simango, Joana Simeão e Adelino Guambe, figuras que tinham sido activas no seio da Frelimo e que foram acusadas de traição por não concordarem com a linha seguida pelo partido. Omar Ribeiro Thomaz antropólogo ligado à Universidade de Campinas, no Brasil, que se debruçou de forma detalhada sobre os campos de reeducação, evoca este aspecto pouco falado da História recente de Moçambique. "Os campos de reeducação são pensados ainda no período de transição. Então, isso é algo que ainda deve ser discutido dentro da própria história portuguesa, porque no período de transição, o Primeiro-ministro era Joaquim Chissano, mas o governador-geral era português. Então, nesse momento, começam expedientes que são os campos de reeducação. Você começa a definir pessoas que deveriam ser objecto de reeducação, ao mesmo tempo em que você começa a ter uma grande discussão em Moçambique sobre quem são os inimigos e esses inimigos, eles têm nome. Então essas são pessoas que de alguma maneira não tiveram a protecção do Estado português. Isso é muito importante. Não conseguiram fugir. São caçadas literalmente, e são enviadas para um julgamento num tribunal popular. Eu estou a falar de personagens como a Joana Simeão, o Padre Mateus, Uria Simango, que são condenados como inimigos, como traidores. Esses são enviados para campos de presos políticos. A Frelimo vai usar uma retórica de que esses indivíduos seriam objecto de um processo de reeducação. Mas o que nós sabemos a partir de relatos orais e de alguns documentos que nós conseguimos encontrar ao longo do tempo, é que essas pessoas foram confinadas em campos de trabalho forçado, de tortura, de imenso sofrimento e que chega num determinado momento que não sabemos exactamente qual é, mas que nós podemos situar mais ou menos ali, por 1977, elas são assassinadas de forma vil", diz o antropólogo. Lutero Simango, líder do partido de oposição Movimento Democrático de Moçambique, perdeu o pai, Uria Simango, um dos membros-fundadores da Frelimo, mas igualmente a mãe. Ambos foram detidos e em seguida executados. "O meu pai foi uma das peças-chaves na criação da Frente de Libertação de Moçambique. Ele nunca foi imposto. Os cargos que ele assumiu dentro da organização foram na base da eleição. Ele e tantos outros foram acusados de serem neocolonialistas. Foram acusados de defender o capitalismo. Foram acusados de defenderem a burguesia nacional. Toda aquela teoria, aqueles rótulos que os comunistas davam a todos aqueles que não concordassem com eles. Mas se olharmos para o Moçambique de hoje, se perguntarmos quem são os donos dos nossos recursos, vai verificar que são os mesmos aqueles que ontem acusavam os nossos pais", diz o responsável político de oposição. Questionado sobre as informações que tem acerca das circunstâncias em que os pais foram mortos, Lutero Simango refere continuar sem saber. "Até hoje ninguém nos disse. E as famílias, o que pedem é que se indique o local em que foram enterrados para que todas as famílias possam prestar a última homenagem. O governo da Frelimo tem a responsabilidade de indicar às famílias e também assumir a culpa, pedindo perdão ao povo moçambicano, porque estas pessoas e tantas outras foram injustamente mortas neste processo", reclama Lutero Simango. A obtenção da independência não significou a paz para Moçambique. No interior do país, várias vozes se insurgiram contra o caminho que estava a ser tomado pelo país, designadamente no que tange ao monopartidarismo. Além disso, países segregacionistas como a África do Sul e a antiga Rodésia viram com maus olhos as instauração de um sistema político socialista em Moçambique, Foi neste contexto que surgiu em 1975, a Resistência Nacional de Moçambique, Renamo, um movimento inicialmente dirigido por um dissidente da Frelimo, André Matsangaíssa e em seguida, após a morte deste último em 1979, por Afonso Dhlakama, já dois anos depois de começar a guerra civil. António Muchanga, antigo deputado da Renamo, recorda em que circunstâncias surgiu o partido. "A Renamo nasce da revolta do povo moçambicano quando viu que as suas aspirações estavam adiadas. Segundo os historiadores, na altura em que o objectivo era que depois da frente voltariam se definir o que é que queriam. Só que durante a luta armada de libertação nacional, começou o abate de prováveis pessoas que poderiam 'ameaçar' o regime.(...) E depois tivemos a situação das nacionalizações. Quando a Frelimo chega logo em 1976, começa com as nacionalizações.(...) Então isto criou problemas que obrigaram que jovens na altura Afonso Dhlakama, sentiram se obrigados a abandonar a Frelimo e eram militares da Frelimo e foram criar a Resistência Nacional Moçambicana", recorda o repsonsável político. Apesar de ter sido assinado um acordo de paz entre a Renamo e a Frelimo em 1992, após 15 anos de conflito, o país continua hoje em dia a debater-se com a violência. Grupos armados disseminam o terror no extremo norte do território, em Cabo Delgado, há mais de oito anos, o que tem condicionado o próprio processo político do país, constata João Feijó, Investigador do Observatório do Meio Rural. "Esse conflito não tem fim à vista. Já passou por várias fases. Houve aquela fase inicial de expansão que terminou depois no ataque a Palma, numa altura em que a insurgência controlava distritos inteiros de Mocímboa da Praia. (...) Depois, a entrada dos ruandeses significou uma mudança de ciclo. Passaram a empurrar a insurgência de volta para as matas. Conseguiram circunscrevê-los mais ou menos em Macomia, mas não conseguiram derrotá-los. A insurgência consegue-se desdobrar e fazer ataques isolados, obrigando à tropa a dispersar. (...) Aquele conflito armado não terá uma solução militar. Ali é preciso reformas políticas, mas que o governo insiste em negar. E então continuamos a oito, quase oito anos neste conflito, neste impasse", lamenta o estudioso. Embora o país já não esteja em regime de partido único desde os acordos de paz de 1992, as eleições têm sido um momento de crescente tensão. No ano passado, depois das eleições gerais de Outubro de 2024, o país vivenciou largas semanas de incidentes entre populares e forças de ordem que resultaram em mais de 500 mortos, segundo a sociedade civil. Após a tomada de posse do Presidente Daniel Chapo no começo deste ano, encetou-se o chamado « diálogo inclusivo » entre o partido no poder e a oposição. Em paralelo, tem havido contudo, denúncias de perseguições contra quem participou nos protestos pós-eleitorais. Mais recentemente, foram igualmente noticiados casos, denunciados pela sociedade civil, do desaparecimento de activistas ou jornalistas. Questionada há alguns meses sobre a situação do seu país, a activista social Quitéria Guirengane considerou que o país "dorme sobre uma bomba-relógio". "Assusta-me o facto de nós dormirmos por cima de uma bomba relógio, ainda que seja louvável que as partes todas estejam num esforço de diálogo. Também me preocupa que ainda não se sinta esforço para a reconciliação e para a reparação. Nós precisamos de uma justiça restauradora. E quando eu olho, eu sinto um pouco de vergonha e embaraço em relação a todas as famílias que dia e noite ligavam desde Outubro à procura de socorro", considera a militante feminista que ao evocar o processo de diálogo, diz que "criou algum alento sob o ponto de vista de que sairiam das celas os jovens presos políticos. No entanto, continuaram a prender mais. Continua a caça às bruxas nocturna". "Não é este Moçambique que nós sonhamos. Por muito divididos que a gente esteja, precisamos de pensar em construir mais pontes do que fronteiras. Precisamos pensar como nós nos habilitamos, porque nos últimos meses nos tornamos uma cidade excessivamente violenta", conclui a activista que esteve muito presente nestes últimos meses, prestando apoio aos manifestantes presos e seus familiares.
Pra fechar dezembro daquele jeitinho: hoje, leio casos abertos no episódio e dou meus Conselhos Ruins. Venha ouvir o spin-off do meu podcast fechado para apoiadores! -
Oi, gente.Para fechar o ano dessa temporada do nosso podcast eu converso aqui sobre a importância do ano de 2025 para a democracia brasileira.Neste ano tivemos um fato inédito na história desse país: o julgamento, a condenação e a prisão de um ex-presidente da República por crimes relacionados a ataques à ordem democrática. Isso sem esquecer que essa foi a primeira condenação de militares por tentativa de golpe de Estado e com um júri civil. Só assim combatemos essa falsa ideia de vingança. Estamos falando de justiça e democracia tem as suas. Memória é um direito, e as democracias só se fortalecem quando mostram que ninguém está acima da Constituição. Apresentação: Lilia Schwarcz Direção: Newman Costa Edição: Amanda Hatzyrah Roteiro: Luiz Fujita Jr e Lilia Schwarcz Redes: Tainah Medeiros Realização: Baioque Conteúdo
Maravilhosa, estou te esperando na Academia Mulher Titânio.https://pay.hotmart.com/B101896313F
Se sentiste que tiveste um ano dificil este episódio é para ti. Mencionado no episódio:https://siddhi.pt/pages/a-ravehttps://youtu.be/cykSKh4mY8c?si=EDQ4npqzex-npSltQue 2026 seja tudo aquilo que desejas e ainda mais um bocadinho
Quando dezembro chega, é natural pararmos para fazer um balanço do que conquistamos ou perdemos ao longo do ano.E, infelizmente, a maioria não encontra muitos motivos para festejar.Se você se sente cansado(a), frustrado(a), como se tivesse apenas sobrevivido nos últimos 12 meses, este vídeo é para você.Existe um antídoto para a dezembrite.Assista até o final e levante-se, porque o ano ainda não acabou e você ainda pode virar o jogo nos últimos 45 min do segundo tempo.
No 3 em 1 desta quarta-feira (17), o destaque foi que o presidente Lula anunciou, hoje, a saída de Celso Sabino do Ministério do Turismo, de olho na disputa pelo Senado em 2026. O União Brasil indicou Gustavo Damião, filho do deputado Damião Feliciano, para o cargo. Durante a reunião, Lula afirmou ainda que 2026 será “o ano da verdade” para o país. Reportagem: André Anelli. Pesquisa da Quaest aponta que 47% dos brasileiros são contra a redução das penas prevista no PL da Dosimetria; 24% são favoráveis e 19% defendem reduções maiores. Para 58%, o objetivo do projeto é beneficiar Jair Bolsonaro; 30% avaliam que a medida alcança todos, e 12% não souberam responder. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou, por 17 votos a 7, o PL da Dosimetria nesta quarta-feira (17). O relator restringiu o alcance do texto aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. A proposta segue agora para o Plenário do Senado. Reportagem: Igor Damasceno. Em entrevista exclusiva à Jovem Pan, o senador Esperidião Amin, relator do PL na CCJ, comentou a aprovação do projeto que altera o cálculo de penas. Amin destacou que Lula, em sua trajetória parlamentar, já votou a favor de um tipo de anistia e avaliou que, apesar da possibilidade de veto, acredita na sanção do texto. Reportagem: Igor Damasceno. O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, cobrou coerência das autoridades em relação ao PL da Dosimetria, defendendo alinhamento entre discurso e prática. Reportagem: Misael Mainetti. O senador Flávio Bolsonaro afirmou, em coletiva nesta quarta-feira (17), que sua candidatura à Presidência “tem tudo para ser vitoriosa”, após reuniões com empresários em São Paulo. Ele disse que o eleitorado escolherá entre prosperidade e “as trevas com o PT”. O presidente da Câmara, Hugo Motta, cancelou a reunião de líderes que discutiria os casos de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem, buscando evitar novos desgastes semelhantes ao episódio envolvendo Carla Zambelli. Reportagem: Igor Damasceno. O pastor Silas Malafaia criticou a candidatura de Flávio Bolsonaro e defendeu uma chapa formada por Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro. Reportagem: Matheus Dias. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O Perspectivas 2026 reuniu gestores e especialistas da Itaú Asset para discutir os principais temas que devem orientar os mercados no próximo ano, a partir do cenário brasileiro e internacional. No novo episódio do Mind Asset, Thiago Morgado e Rodrigo Araujo, do time de Portfolio Specialists fazem um balanço dos principais destaques do evento e compartilham os insights mais relevantes para os investidores. A conversa passa por uma análise macroeconômica, pelas oportunidades em multimercados e renda variável e pelas perspectivas para o crédito privado em 2026.
Dos 10 feriados nacionais de 2026, nove caem em dias de semana. 2026 começa com Carnaval, tem Copa do Mundo e, pra gente não dizer que tudo é festa, eleições. E tem um monte de gente fazendo previsões: astrólogos, videntes, especialistas em comportamento, futuristas.Uma das melhores e mais sensatas previsões que vimos nos últimos dias vem dela, a nossa amiga rainha do Carnaval de São Paulo, Thais Fabris, da consultoria 65/10. Em sua mais recente newsletter, a Thais decretou que 2026 será o ano das mulheres no Brasil. Neste episódio falamos sobre tendências de comportamento, o papel das mulheres nesse mundo que se avizinha, encontro e esperança. Porque sim, também precisamos dela.------------------PRODUTOS DO DONAS DA P* TODA!www.enxamecolaborativo.com.br/brands/Donas-da-P-TodaAPOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda-----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda. Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelzBruno Stolf: @brunostolf
2026 vai ser ano de investimento ou de cinto apertado? Como vai funcionar o Conselho da Massa, a novidade anunciada pelo Pedro Daniel, o novo CEO do Galo? Quais negociações estão mais avançadas? Juninho Capixaba vem?O que faz o torcedor crer que 2026 será melhor que 2025? Com Henrique Fernandes, André Ribas, Carol Leandro e Rogério Corrêa.
Bom dia 247_ Lula fecha o ano em alta_ com crise na direita 14_12_25 by TV 247
O Ano Novo Chinês 2025/2026 está chegando e se você quer importar da China, precisa ficar muito atento às datas para não ficar sem estoque e não perder dinheiro. Neste episódio, nosso CEO Rodrigo Giraldelli, explica como o feriado chinês afeta os embarques, quais são os prazos finais para enviar sua carga neste ano, e como se preparar para não perder vendas. Ouça até o final e descubra quando será o Ano Novo chinês em 2026, por que a data muda todos os anos e por que o país praticamente para durante as comemorações. Além disso, entenda quais são os prazos para você ter seu pedido embarcado antes das festividades. Deixe seu like, se inscreva no canal e continue acompanhando conteúdos semanais sobre como importar da China com segurança, estratégia e muito lucro. CONHEÇA A PINDAU, O SEU NOVO MARKETPLACE DE IMPORTAÇÃO DA CHINA COM PREÇOS MAIS BAIXOS: https://pindau.com.br/ IMPORTAR DA CHINA FICOU MAIS FÁCIL E SEGURO COM O IMPORTAÇÃO DIGITAL, O NOSSO SERVIÇO DE CONTAINERS COMPARTILHADOS. FAÇA SUA INSCRIÇÃO: https://play.importacaodigital.com.br/id-001/
Esther Fischborn, Rafael Favero e Queki, A Voz da Torcida, comentam a goleada sobre o Sport, na última rodada do Brasileirão, repassam a temporada de altos e baixos e os primeiros movimentos para 2026. Dê o play e ouça!
Hosťom relácie Dírerov filter bol predseda Demokratov Jaroslav Naď. Vyštudoval politológiu na Univerzite Mateja Bela v Banskej Bystrici. Na začiatku kariéry pôsobil v Slovenskej spoločnosti pre zahraničnú politiku. Po skončení štúdia pracoval na Ministerstve obrany, neskôr na Stálej delegácii SR pri NATO a potom ako zástupca riaditeľa mimovládnej organizácie GLOBSEC. Vo svojej profesionálnej kariére sa primárne venoval obrane a bezpečnosti. Kandidoval za OĽANO, na poslanecký mandát však nenastúpil, pretože sa stal ministrom obrany. Po odchode z OĽANO spoluzakladal stranu Demokrati, ktorej je predsedom.V relácii Dírerov filter hovoril aj o tom:- či konanie Richarda Sulíka ničí opozíciu- či opozičnú spoluprácu ohrozuje Zoroslav Kollár- či sa Igor Matovič snaží rozbiť opozičnú jednotu- či má ešte zmysel hovoriť o Hlase- či sa opozícia spojí ešte pred voľbami
A derrota do São Paulo por 3 a 1 para o Corinthians no Campeonato Brasileiro aumentou a distância para a zona da Libertadores. Neste episódio, Caio Villela e Marcelo Braga debatem sobre como os problemas de lesões, desfalques e problemas financeiros atrapalharam a temporada do Tricolor. Será que vale ainda brigar por uma vaga na Liberta? Simule os próximos jogos com a gente. Dá o play!