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O Papa Leão XIV publicou sua primeira encíclica - Magnifica Humanitas (ou "Humanidade Magnífica") - que, como sabemos (ou, não, como você aprenderá nesse episódio) é a forma de um Papa anunciar o tom, a cara, a proposta e a era do seu papado.O primeiro papa estadunidense da história veio forte trabalhando com temas de atualidade inegável, e fez barulho ao tecer reflexão crítica bastante contundente, posicionando a Igreja de forma crítica sobre coisas como a noção atual da tecnologia, do trabalho e das inteligências artificiais e suas limitações que alguns ganham dinheiro em não reconhecer. Fabrício Pontin retorna ao Vira para comentários profundos, certeiros e emocionantes sobre o tema, sobre a vida, em si, e sobre o fato de que, sendo pop ou não, esse novo rapaz que ocupa o trono no Vaticano chegou chegando e comprando as brigas que assim o merecem! ****De calças que servem para ocasiões absolutamente distintas entre si, passando por camisetas que são curinga e têm estilo ao mesmo tempo, até chegar na - necessária nessa época do ano - Tech T-Shirt de manga longa (e com conforto térmico!), quem tem as peças que você precisa é a INSIDER, e quem tem os descontos que você quer somos nós! Descontos incríveis para você em peças que aliam tudo o que você precisa e te acompanham em diversos momentos, atividades e ocasiões, sem perder a elegância. Utilize o cupom VIRACASACAS e veja a magia dos descontos acontecer. 15% off na primeira compra, 10% off no geral, e cumulativos aos descontos do site: Clica aí: https://www.insiderstore.com.br/ Instagram: https://www.instagram.com/insiderstore/ #insiderstore Expediente:Pai-Fundador e apresentador: Felipe AbalOutro apresentador: Gabriel Divan Apresentador que está em missão secreta: CarapanãEdição de Áudio que nunca falha: Ingrid DutraA Garota da Capa: Dani BoscattoMúsica de abertura: Dog Fast by mobigratis
Presidente da Câmara dos Deputados se torna empecilho para avanço da PEC que acaba com a maioridade penal.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #CCJ #MaioridadePenal #HugoMotta #Podcast #Politica #Noticias #Brasilia #CamaraDosDeputados #SegurancaPublica #Justica #DebatePolitico #Constituicao #Direito #Sociedade #Brasil #Tendencias #Internet #Opiniao #Informacao #Atualidades
Copa do Mundo começa nesta quinta com formato inédito, em meio a guerra e a política anti-imigração de Trump. Copa do Mundo terá três cerimônias de abertura; veja como serão os eventos. Brasil x Marrocos: Seleção mantém base de estreia em 2022 e terá recorde de remanescentes. Eleições no Peru: Keiko Fujimori lidera sobre Sánchez em nova virada na apuração das urnas. Pauta-bomba: Senado aprova 2 projetos de aumento de gastos públicos e envia outro a plenário. Por que alunos estão vaiando a inteligência artificial em formaturas de universidades dos EUA?
A ideia de que o amor é uma construção compartilhada faz parte do imaginário de muitas pessoas. Mas, na prática, nem sempre o cuidado com a relação, a atenção aos vínculos e a responsabilidade pela vida afetiva são divididos de forma equilibrada. Cada vez mais mulheres relatam cansaço, frustração e até solidão mesmo estando acompanhadas, diante da sensação de carregar sozinhas responsabilidades que deveriam ser compartilhadas. No Pautas Femininas desta edição, a psicóloga e terapeuta de casais Jhenevieve Cruvinel fala sobre responsabilidade afetiva, trabalho emocional e os impactos de assumir, quase sempre sozinha, a tarefa de manter a conexão, o diálogo e o cuidado dentro dos relacionamentos. A entrevista aborda ainda as transformações nas relações contemporâneas e os desafios para a construção de parcerias mais equilibradas. O programa também discute a divisão das responsabilidades de cuidado na sociedade. A senadora Leila Barros (PDT-DF) fala sobre os desafios de conciliar maternidade, vida profissional e atuação política. Já a economista Amanda de Albuquerque analisa como a sobrecarga com filhos, familiares e tarefas domésticas continua limitando as oportunidades das mulheres. Você vai conhecer ainda iniciativas previstas na Política Nacional de Cuidados e ouvir a senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) sobre a importância de ampliar a rede de apoio a quem cuida.
Ventura dá o dito por não dito à prestação única em troca de revisão constitucional. Já Seguro serviu autoajuda morna no 10 de Junho, perdendo-se em Camões e numa "ambição" sem rumo nem destinatáriosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ventura dá o dito por não dito à prestação única em troca de revisão constitucional. Já Seguro serviu autoajuda morna no 10 de Junho, perdendo-se em Camões e numa "ambição" sem rumo nem destinatáriosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
El periodista José Antonio Zarzalejos ha analizado en el programa 'Herrera en COPE', dentro de la sección 'Sexto sentido', el cambio de estrategia del Gobierno y el PSOE a la hora de afrontar públicamente los casos de corrupción que les afectan. Según Zarzalejos, se ha producido un giro notable en la comunicación de La Moncloa y Ferraz.Zarzalejos ha señalado que, en la rueda de prensa tras el último Consejo de Ministros, el ministro Óscar Puente "eludió pronunciarse", mientras que la portavoz del Ejecutivo "recurrió a generalidades". El periodista destaca que "ni desde La Moncloa ni desde Ferraz se refieren ya a la conspiración de jueces y policías", limitándose a expresar su confianza en los implicados, como Ana Fuentes, Cristina Narbona, Antonio Hernando o Mercedes González.Este cambio de discurso coincide con avances judiciales significativos. Zarzalejos ha explicado que el juez Calama "pide autorización en Estados Unidos para utilizar las pruebas que incriminarían ...
Sobre o "Vira a Página", narra a história de dois jovens, Mia e Tomás, que iniciam um podcast escolar dedicado ao incentivo à leitura. Através do relato pessoal de Tomás, a obra demonstra como o interesse pelos livros pode surgir naturalmente quando o tema se liga às paixões individuais, como o futebol. A narrativa conta ainda com a participação de uma especialista que esclarece os benefícios científicos da leitura, destacando a neuroplasticidade, o aumento da empatia e a redução do stress. No final, os protagonistas oferecem conselhos práticos aos ouvintes, defendendo que ler deve ser um prazer e não uma obrigação enfadonha. Este recurso educativo utiliza uma abordagem visual e dinâmica para transformar a perceção dos jovens sobre o hábito de ler.
O cliente não está mais procurando produtos.Ele está perguntando para a IA o que comprar.E isso muda tudo.A inteligência artificial está se tornando a nova vitrine do varejo. Em vez de navegar por páginas de busca, consumidores estão recorrendo a ferramentas de IA para descobrir produtos, comparar opções e tomar decisões de compra.Neste episódio do Tendências & Pendências, Fred Alecrim e Caio Camargo discutem como essa transformação impacta marcas, varejistas e a jornada de consumo.Você vai entender:✅ Por que a IA está mudando a descoberta de produtos✅ Como reputação digital influencia recomendações✅ O papel das avaliações e reviews✅ Por que contexto vale mais que palavras-chave✅ Como a eficiência operacional virou vantagem competitivaA pergunta não será mais qual anúncio apareceu primeiro.A pergunta será: qual marca a IA decidiu recomendar?Dê o play.#varejo #varejista #inteligenciaartificial #ia #transformacaodigital #varejocast #marketingdigital #inovacao #consumidor #tendenciasependencias----
Onde se apresenta o planeamento e o guião detalhado de um podcast educativo intitulado "Vira a Página", concebido por estudantes para incentivar o hábito da leitura entre jovens dos 10 aos 15 anos. Através de uma conversa dinâmica entre dois jovens e uma "especialista" convidada, o texto explora como encontrar o livro ideal pode transformar a resistência inicial em prazer literário. A narrativa destaca os benefícios científicos da leitura frequente, sublinhando a melhoria da concentração, o enriquecimento do vocabulário e o desenvolvimento da empatia. O guião oferece ainda conselhos práticos, como a exploração de novos formatos e a utilização estratégica da biblioteca escolar para encontrar histórias apelativas. Em suma, a fonte ilustra a leitura como uma ferramenta essencial para a imaginação e para a compreensão de realidades distintas da nossa.
O "Vira a Página", narra a história de dois jovens, Mia e Tomás, que iniciam um podcast escolar dedicado ao incentivo à leitura. Através do relato pessoal de Tomás, a obra demonstra como o interesse pelos livros pode surgir naturalmente quando o tema se liga às paixões individuais, como o futebol. A narrativa conta ainda com a participação de uma especialista que esclarece os benefícios científicos da leitura, destacando a neuroplasticidade, o aumento da empatia e a redução do stress. No final, os protagonistas oferecem conselhos práticos aos ouvintes, defendendo que ler deve ser um prazer e não uma obrigação enfadonha. Este recurso educativo utiliza uma abordagem visual e dinâmica para transformar a perceção dos jovens sobre o hábito de ler.
O compositor e multi-instrumentista paraibano Sivuca (1930-2006) é o destaque desta edição de Vira e Mexe. Ouça o podcast no link acima. Nesta edição o podcast Vira e Mexe reproduz o programa Vira e Mexe, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 6 e 8 de junho de 2026. Dedicado à divulgação do forró e ritmos afins – como baião, xote, xaxado e arrasta-pé –, Vira e Mexe vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 11 horas, com reapresentação à 0 hora de segunda-feira, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. O programa é produzido por Paulinho Rosa (edição) e Dagoberto Alves (sonoplastia). A apresentação é de Paulinho Rosa. As edições anteriores do podcast Vira e Mexe estão disponíveis neste link.
Está no ar mais um episódio do Viração. Neste programa, falamos sobre a falsa sustentabilidade dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.Abordamos as críticas ao modelo de sustentabilidade que eles representam, a relação entre capitalismo, exploração da natureza e concentração de riqueza e destacamos a agroecologia e o papel das universidades públicas na construção de alternativas mais justas e sustentáveis.O entrevistado é o docente titular de Geografia Agrária da Universidade Estadual Paulista (UNESP), de Rio Claro, e doutor em Geografia Humana, José Gilberto de Souza. O programa Viração é uma produção da Assessoria de Imprensa da ADUFPel e vai ao ar todas às segundas-feiras, às 13h, na RádioCom 104.5 FM e em formato de podcast nas plataformas digitais. Siga nossas redes sociaisADUFPel: instagram / twitter / facebookTrilha: Attribution Code"Funky Boxstep" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
No Podcast das Venenosas desta sexta (05), clima de Copa do Mundo no ar e muita fofoca pra esquentar! Além do vídeo do Neymar arrumando a mala para viagem, tem o babado da Virgínia, que sofreu ataques durante o jogo do Brasil. E a Gracyanne Barbosa causou polêmica ao falar da vida amorosa! Keila Jimenez e Fabíola Reipert te contam essas e outras notícias do mundo pantanoso dos famosos!
Confira no Morning Show desta quarta-feira (03): O secretário de estado americano, Marco Rubio, afirmou que a maioria dos países da américa latina são amigáveis aos Estados Unidos, com exceção de Brasil, Cuba, Nicarágua e do presidente da Colômbia, Gustavo Petro. A fala veio logo após a taxação de 25% de produtos brasileiros. Após a taxação de 25% dos produtos brasileiros, os dois pólos da política se movimentam a pouco tempo do início da campanha eleitoral. O presidente Lula (PT) realiza a segunda reunião ministerial do ano, onde deve traçar estratégias de reação aos atos americanos e de entrega de obras antes da campanha. Já Flávio Bolsonaro (PL) divulgou o envio de uma carta à Donald Trump pedindo que não taxe empresas brasileiras, fato que pode prejudicar sua tentativa de chegar ao Planalto. Durante agenda do governo federal, o presidente Lula (PT) insinuou que a nova rodada de taxações de produtos brasileiros pelos EUA aconteceram por conta da visita de Flávio Bolsonaro (PL) à Donald Trump. Segundo o presidente, os filhos de Jair Bolsonaro (PL) “foram pedir para que um país estrangeiro se intrometer nas decisões brasileiras. São traidores”. A pesquisa PoderData divulgada nesta quarta-feira (03) avaliou a percepção dos brasileiros sobre a medida dos EUA de classificar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. Segundo o levantamento, 53% dos entrevistados aprovam a iniciativa do governo americano. O Ministério Público de São Paulo pediu a condenação de sete policiais civis e outros quatro investigados no âmbito da Operação Tacitus, que apura um esquema de lavagem de dinheiro, extorsão e cobrança de propina milionária envolvendo o empresário Antônio Vinícius Gritzbach. Matéria da Revista Piauí revela investigação da Polícia Federal em empresa de maquiagem “We Pink” da influênciadora Virgínia Fonseca. Segundo a revista, não há denúncia formal, apenas a investigação sobre movimentações financeiras milionárias entre a marca e investidores. O presidente do Senado Federal Davi Alcolumbre (União) afirmou que não será um “carimbador” da aprovação da PEC do fim da escala 6x1. Para Alcolumbre é necessário que o Senado leve o tempo que for preciso para avaliar o projeto e sugerir mudanças no texto. Setores contra a PEC já manifestaram que conversariam com senadores para travar a pauta e obter concessões para entidades patronais. Em entrevista ao jornal espanhol El País, o cantor Caetano Veloso afirmou que “parece que o Brasil é irrecuperável” e criticou o exagero do identitarismo na esquerda dizendo que a forma como esses temas estão sendo tratados são “contraproducentes”. Um Influenciador paranaense registrou um suposto ovni no céu da zona rural de Curitiba. Nas redes sociais Mayk Leão afirmou que viu luzes que “não são daqui (terra)”. A Força Aérea Brasileira emitiu uma nota negando que o vídeo se tratasse de uma nave espacial e que nada anormal foi registrado na região. A cantora mineira Roberta Campos lançou o disco “Coisas de Viver a Dois”, com participações de Elba Ramalho, Zeca Baleiro, Mariana Froes e outras participações em todas as faixas. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
O governo americano, através do secretário de Estado Marco Rubio, disse que o Brasil não é um país amigo dos Estados Unidos. E daí? Que diferença faz? Os EUA estão ameaçando impor tarifas extras ao Brasil. Também como forma de atacar um meio de pagamento – o Pix – que os americanos acham que é concorrência desleal a empresas deles. Além do âncora da CNN William Waack, participam desta edição Thaís Herédia, analista de Economia, Caio Junqueira, analista de Política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, Roberto Azevêdo, ex-diretor-geral da OMC, e Rafael Favetti, sócio da Fatto Inteligência Política.
Olá, jovens que aqui cursaram! Sejam muito bem-vindos a mais um Chega de Sentimentalismo, o podcast que tem muitos questionamentos sobre os métodos de treinamento do Velho Mentor...A luta entre Shiryu e Shura xegue com muita xiadeira! Digo...segue com muita violência! Diante da terrível ameaça da Excalibur do cavaleiro do bode homicida, Shiryu segue tentando encontrar uma brecha para acertar a cara de Shura e tentar concerta-la na base da violência porquê...Ô BICHO FEIO DA PORRA!Desesperado, Shiryu decide recorrer a mais uma das técnicas secretas ensinadas pelo Velho Mentor. O problema é que, assim como TODAS as técnicas ensinadas pelo Velho Mentor...essa TAMBÉM irá matar o Shiryu! O que nos leva a questionar... QUAL O MALDITO PROBLEMA COM ESSE VELHO ARROMBADO FILHO DA PUTA?SÉRIO! POR QUE ELE NÃO ENSINA UMA MÍSERA COISA UTIL PRA UM COMBATE PRO SHIRYU? UM MURRO SIMPLES, UM CHUTE NORMAL, UM TAPA, UMA CHULIPA, UM CANGA LEITÃO, UMA VOADORA, APERTAR O GATILHO DE UM 38...ALGUMA COISA QUE NÃO EXIJA IR DE ARRASTA JUNTO COM O INIMIGO! ESSE SUJEITO É O PIOR MESTRE DE TODOS OS TEMPOS! E OLHE QUE TEMOS A SHINA QUE NÃO ENSINOU AO KASSIUS O QUE DIABOS ERA COSMO, A COISA MAIS BÁSICA PRA SER UM CAVALEIRO! Enfim...Una-se a Hellbolha, Evandro e Godoka pra ver o Shiryu tentar contra a própria vida mais uma vez. É isso! Tô puto...--------------------------------------------------------------------Seja nosso apoiador: https://apoia.se/superamichesOuçam nossos outros podcasts no seu agregador favorito: Muta-Xhow, Pod-parker, Chega de Sentimentalismo, Arrepio na Nuca, Bem Amiches, Tela Credo.
Neste Da Prateleira, recebo Beatriz Reder para conversarmos sobre o importantíssimo livro da Norma Braga (Quando o Amor Vira Diagrama) e pensarmos juntas sobre as muitas causas e consequências da cultura do abuso dentro da igreja a partir de teologias doentes. O Da Prateleira é um programa onde eu, Tamyres, indico livros, quadrinhos, filmes, séries ou álbuns que me agradam. Eventualmente com convidados, às vezes sozinha, estou aqui indicando obras e convidando vocês a discorrerem sobre suas impressões nos comentários. PARTICIPANTES: – Tamyres Palma – Beatriz Reder COISAS ÚTEIS: – Duração: 01h05m48s – Feed do Crentassos: Feed, RSS, Android e iTunes: crentassos.com.br/blog/tag/podcast/feed Para assinar no iTunes, clique na aba Avançado, e Assinar Podcast. Cole o endereço e confirme. Assim você recebe automaticamente os novos episódios. – Clube de Leitura da Crentassos, o “LivraSSos” CITADOS NO PROGRAMA: – Livro “Quando o Amor Vira Diagrama” de Norma Braga – Instagram Beatriz Reder – Podcast “Violência Contra a Mulher | Telescópio 162 (com Beatriz Reder) – Ilustração do guarda-chuva – Série “Felicidade Aparente” – Vídeo de Norma Braga e Iago Martins – Pregação da Pastora Helena Raquel na Conferência Gideões Missionários da Última Hora – Livro “O Conto da Aia” de Margaret Atwood – Gênesis 3:16 – Matéria “A campanha contra o voto feminino nos EUA” – 1 Pedro 3 – 1 Coríntios 7 – Efésios 5:25 – Livro “A Construção da Feminilidade Bíblica” de Beth Alisson Barr – Instagram Norma Braga – Substack Norma Braga TRILHA SONORA DO PROGRAMA: – “Postcards From Italy” – Beirut (Ukelele Instrumental por iamblinkin) GRUPOS DE COMPARTILHAMENTO DA CRENTASSOS: – WhatsApp – Telegram JABÁS: REDES SOCIAIS: Críticas, comentários, sugestões para crentassos@gmail.com ou nos comentários desse post. OUÇA/BAIXE O PROGRAMA: The post Quando o Amor Vira Diagrama | Da Prateleira 85 (com Beatriz Reder) appeared first on Crentassos Produções Subversivas.
Está no ar mais um episódio do Viração. Neste programa, falamos sobre mudanças climáticas e o aumento da frequência de eventos extremos. Abordamos o El Niño atua e por que ele costuma intensificar as chuvas na região Sul do Brasil, porque se diz que a região é naturalmente propensa a eventos severos e o que há de específico na geografia e no clima do estado que contribui para isso. entre outros assuntos. O entrevistado é o professor Douglas da Silva Lindemann, da Universidade Federal de Pelotas, chefe do Departamento de Meteorologia e pesquisador nas áreas de climatologia e mudanças climáticas.O programa Viração é uma produção da Assessoria de Imprensa da ADUFPel e vai ao ar todas às segundas-feiras, às 13h, na RádioCom 104.5 FM e em formato de podcast nas plataformas digitais. Siga nossas redes sociaisADUFPel: instagram / twitter / facebookTrilha: Attribution Code"Funky Boxstep" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Nesta edição de Vira e Mexe, o destaque são cantoras e compositoras dedicadas ao forró. Ouça o podcast no link acima. Nesta edição o podcast Vira e Mexe reproduz o programa Vira e Mexe, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 30 de maio e 1º de junho de 2026. Dedicado à divulgação do forró e ritmos afins – como baião, xote, xaxado e arrasta-pé –, Vira e Mexe vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 11 horas, com reapresentação à 0 hora de segunda-feira, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. O programa é produzido por Paulinho Rosa (edição) e Dagoberto Alves (sonoplastia). A apresentação é de Paulinho Rosa. As edições anteriores do podcast Vira e Mexe estão disponíveis neste link.
Dos 1.210 óbitos ligados a vírus respiratórios registrados no país, 57% tiveram associação com influenza; medicamento também pode reduzir em até 38% o risco de morte.
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Está no ar mais um episódio do Viração. Neste programa, falamos sobre machismo, misoginia e resistência dentro da cultura Hip Hop e do rap. Abordamos o machismo, a misoginia e as formas de resistência dentro da cultura Hip Hop e do rap, refletindo sobre os desafios enfrentados por mulheres e pessoas LGBTQIPN+ na cena, a importância das redes de apoio e o papel do rap e do Hip Hop como instrumentos de denúncia, conscientização e transformação social nas periferias.As entrevistadas são duas artistas da cena de Pelotas: a rapper, compositora e produtora cultural Liddia e a rapper e artista Dih Ark.O programa Viração é uma produção da Assessoria de Imprensa da ADUFPel e vai ao ar todas às segundas-feiras, às 13h, na RádioCom 104.5 FM e em formato de podcast nas plataformas digitais. Siga nossas redes sociaisADUFPel: instagram / twitter / facebookTrilha: Attribution Code"Funky Boxstep" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
25Famoso por misturar diferentes ritmos na mesma composição, Jackson do Pandeiro (1919-1982) se dedicou também a compor e a interpretar xotes - um lado menos conhecido do compositor paraibano. Nesta edição, Vira e Mexe mostra um pouco dessa faceta de Jackson do Pandeiro. Ouça o podcast no link acima. Nesta edição o podcast Vira e Mexe reproduz o programa Vira e Mexe, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 23 e 25 de maio de 2026. Dedicado à divulgação do forró e ritmos afins – como baião, xote, xaxado e arrasta-pé –, Vira e Mexe vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 11 horas, com reapresentação à 0 hora de segunda-feira, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. O programa é produzido por Paulinho Rosa (edição) e Dagoberto Alves (sonoplastia). A apresentação é de Paulinho Rosa. As edições anteriores do podcast Vira e Mexe estão disponíveis neste link.
Violent Vira joins Hollie Nicole for a backstage Teaser Talk interview at Welcome to Rockville 2026. The band talks about their explosive Rockville performance, building a passionate online fanbase, touring with Babymetal and Halestorm, and creating music rooted in storytelling and personal experiences. Violent Vira also opens up about religious trauma, fan connection, and how their songs help listeners feel understood.Plus, fans get a teaser for the upcoming album and the release of the new single “False Reaction.”If you love alternative music, metal, dark aesthetics, emotional storytelling, and discovering rising heavy artists, this episode is for you.
Apesar da pressão, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, negou os pedidos e reafirmou que a sessão foi convocada apenas para tratar dos vetos presidenciais.
O Aerofla agora é patrimônio cultural do Rio de Janeiro. Mas o que isso realmente significa?Neste vídeo, explicamos a origem, o crescimento e o impacto dessa manifestação da torcida do Flamengo, além de analisar por que ela incomoda tanto parte da mídia esportiva.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @SiteSerFlamengoINSTAGRAM I @SiteserFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #AeroFla
Consultório do Rádio Livre: Quando a dor de cabeça vira caso clínico Em alusão ao Dia Nacional de Combate à Cefaleia, a famosa dor de cabeça, a jornalista Anne Barreto repercute o assunto com especialistas, que respondem perguntas também dos ouvintes. No programa, a neurologista, mestre em neuropsiquiatria e ciências do comportamento Dra. Moema Peisino, destaca que todo sintoma de dor é um alerta do corpo Já o médico neurologista, neurocirurgião e especialista em coluna e dor há 20 anos, Dr. Jefferson de Sousa, explica sobre dores que mesmo com remédio não passam. Celebrado no dia 19 de maio, a data alerta para uma dor de cabeça constante que pode ser em razão de sintomas variados para problemas graves, como AVC, aneurisma, meningite entre outros.
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O tabuleiro de 2026 mudou radicalmente. O Democracia Cristã oficializou o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa como pré-candidato ao Planalto, substituindo Aldo Rebelo à força. Aldo reagiu com uma nota dura nas redes sociais e ameaça acionar a Justiça. Entenda os bastidores desse racha que divide o partido.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Barbosa, #Joaquim, #DC, #racha, #revolta, #crise, #podcast, #política, #eleições, #bastidores, #partido, #disputa, #Planalto, #candidatura, #notícia, #análise, #polêmica, #divisão, #tendência, #repercussão
Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/ep-brunetcastMétodo Destiny: https://metododestiny.com.br/LIVRO O JOGO DA VIDAhttps://amzn.to/4thoRkwVocê pode estar construindo em cima do nome de Jesus e ainda assim perder tudo no dia do julgamento.É isso que a Bíblia diz em 1 Coríntios 3: madeira, feno e palha viram cinza. E em Mateus 25, Jesus olha para pessoas que fizeram obras em Seu nome e diz: "Nunca vos conheci."Nesse episódio do BrunetCast, Tiago Brunet recebe pela terceira vez o teólogo César Cavalcante para uma conversa que vai incomodar do jeito certo.O que você vai ouvir:→ Por que nem toda bênção é de Deus→ A diferença entre maturidade espiritual e tempo de fé→ Por que o autor de Hebreus parou a pregação no meio por falta de maturidade do auditório→ O perigo de buscar título ministerial para preencher um vazio emocional→ A graça é um escândalo e isso é bíblico→ Como os haters religiosos mataram o apóstolo Paulo→ O que o pecado realmente quebrou e como Cristo veio restaurar→ Sua verdadeira identidade não é o que você fez: é o que Deus desenhou para você serSe você quer uma fé que vai além do emocional e se sustenta na Palavra, esse episódio é para você.⏱ Capítulos:00:00 Abertura e apresentação de César Cavalcante05:00 Ética e finalidade: por que o pregador precisa dominar a Palavra14:00 A multiforme sabedoria de Deus22:00 Maturidade espiritual: a criança faz o que quer, o adulto faz o que precisa35:00 Paulo: o CEO do Evangelho e os haters religiosos que o destruíram44:00 A graça é um escândalo e deveria ser assim57:00 Bispos, pastores e apóstolos: qual a diferença real na Bíblia?01:08:00 Nem toda bênção é de Deus: motivação x obra no juízo final01:24:00 O pecado quebrou a unidade e isso explica quase tudo01:44:00 Sua verdadeira identidade está com Cristo
Forrós no formato de música instrumental - sem vozes - são o destaque desta edição de Vira e Mexe. Ouça o podcast no link acima. Nesta edição o podcast Vira e Mexe reproduz o programa Vira e Mexe, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 16 e 18 de maio de 2026. Dedicado à divulgação do forró e ritmos afins – como baião, xote, xaxado e arrasta-pé –, Vira e Mexe vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 11 horas, com reapresentação à 0 hora de segunda-feira, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. O programa é produzido por Paulinho Rosa (edição) e Dagoberto Alves (sonoplastia). A apresentação é de Paulinho Rosa. As edições anteriores do podcast Vira e Mexe estão disponíveis neste link.
Pipeman Radio has an interview with the band Violent Vira about them performing at Danny Wimmer Presents Welcome to Rockville 2026 at the Daytona International Speedway and what else is happening for the rest of 2026.Click Here to Subscribe to The Adventures of Pipeman for PERKS, BONUS Content & FREE GIVEWAYS! Take some zany and serious journeys with The Pipeman aka Dean K. Piper, CST on The Adventures of Pipeman also known as Pipeman Radio syndicated globally “Where Who Knows And Anything Goes.” Would you like to be a sponsor of the show?Would you like to have your business, products, services, merch, programs, books, music or any other professional or artistic endeavors promoted on the show?Would you like interviewed as a professional or music guest on The Adventures of Pipeman, Positively Pipeman and/or Pipeman in the Pit?Would you like to host your own Radio Show, Streaming TV Show, or Podcast? PipemanRadio Podcasts are heard on Pipeman Radio, Talk 4 Media, iHeartRadio, Pandora, Amazon Music, Audible, Spotify, Apple Podcasts, and over 100 other podcast outlets where you listen to Podcasts. The following are the different podcasts to Follow, Listen, Download, Subscribe: The Adventures of PipemanPipeman RadioPipeman in the Pit – Music Interviews & FestivalsPipeman – The Wandering JewPositively Pipeman – Empowerment, Inspiration, Motivation, Self-Help, Business, Spiritual & Health & WellnessClick Here to Subscribe for PERKS, BONUS Content & FREE GIVEWAYS!Follow @pipemanradio on all socials & Pipeman Radio Requests & Info at www.linktr.ee/pipemanradioStream The Adventures of Pipeman daily & live Mondays, Tuesdays, Wednesdays at 1PM ET on W4CY Radio & Talk 4 TV. Download, Rate & Review the Podcast at The Adventures of Pipeman, Pipeman Radio, Talk 4 Media, iHeartRadio, Apple Podcasts, YouTube & All Podcast Apps.
Lançamento oficial do State of Data Brazil 2025/2026; OpenAI lança GPT-5.5 ; Anthropic explica queda de qualidade no Claude Code - Data Hackers News #107Está no ar, o Data Hackers News !! Os assuntos mais quentes da semana, com as principais notícias da área de Dados, IA e Tecnologia, que você também encontra na nossa Newsletter semanal, agora no Podcast do Data Hackers !!Aperte o play e ouça agora, o Data Hackers News dessa semana !Para saber tudo sobre o que está acontecendo na área de dados, se inscreva na Newsletter semanal:https://www.datahackers.news/Conheça quem comenta as noticias do Data Hackers News:Monique FemmeDemais canais do Data Hackers:https://www.stateofdata.com.br/ SiteLinkedinInstagramTik TokYou Tube
No Fórum Onze e Meia de hoje: Lula vira na Quaest e ganha de todos adversáriosParticipam do programa de hoje: Carlito Neto e Leandro GrassApresentação de Dri Delorenzo e Renato Rovai.Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/forum-onze-e-meia--5958149/support.
WhatsApp Plus libera recursos exclusivos para assinantes no iOS; veja quais. Youtuber processado pela Apple vaza tudo do iPhone 18 Pro. Homem filma mulher com óculos e exige dinheiro para apagar vídeo das redes. 'Todos os sistemas fazem isso': Microsoft defende novo recurso de desempenho do Windows 11. E no The Brief, Brasil transforma TV Box pirata em minicomputador para escolas públicas. Google bate US$ 110 bilhões, Samsung chega a US$ 1 trilhão, Meta usa dados internos para treinar sistemas, consegue suspender multa do Cade, Elon Musk fecha acordo milionário para encerrar disputa sobre Twitter e mais!
Nesta edição, analisamos como a Amazon se transformou na "AWS da logística", abrindo sua gigantesca infraestrutura global para empresas de qualquer porte por meio do Amazon Supply Chain Services. Mostramos como a humanização dos animais de estimação elevou o Brasil ao posto de 3º maior mercado pet do mundo, forçando o varejo a trocar o mix genérico por snacks funcionais e alimentação natural. Discutimos também a importância estratégica do "CPF na nota", que deixa de ser apenas um dado fiscal para se tornar o ativo central de fidelização e rentabilidade através do uso inteligente de CRM. Por fim, destacamos a estratégia da Target no Social Commerce, transformando influenciadores e clientes em canais estruturais de venda no Instagram e TikTok. Entre os destaques:
Ilana Milharcic costuma dizer que existe um universo inteiro acontecendo dentro da gente — silencioso, profundo… e quase sempre ignorado. Talvez por isso a história dessa minha convidada não seja sobre estética — mas sobre escuta. Uma escuta que começou quando a vida saiu do eixo. Quando vieram o caos, a desconexão, a sensação de vazio e, principalmente, a falta de afeto — e de afeto por si mesma. Foi ali, nesse lugar incômodo que ninguém quer visitar, que um outro caminho começou a se desenhar. Formada em publicidade, ela construiu carreira, criou projetos, viveu o ritmo acelerado do mercado… Mas, em algum momento, percebeu que estava sustentando narrativas para fora enquanto algo essencial dentro de si pedia atenção. E foi no simples — quase silencioso — que tudo começou a mudar. O que era interesse virou prática. O que era prática virou investigação. E o que era investigação virou propósito. Entre estudos de bioquímica, da pele, das medicinas tradicionais, da ayurveda e da medicina chinesa, ela começou a enxergar o corpo não como um problema a ser corrigido, mas como um sistema inteligente buscando equilíbrio o tempo todo. E, mais do que isso, percebeu que muitas das respostas que procuramos fora já estavam disponíveis — na natureza, nos saberes ancestrais, na relação mais simples e direta com a vida. Mas ela foi além. Ao invés de escolher entre o ancestral e o tecnológico, fez algo mais raro: decidiu integrar. Olhar para a floresta e para o laboratório. Para o conhecimento dos povos originários… e para o rigor da ciência. Entendendo que, quando esses dois mundos se encontram, algo novo pode nascer. A pele, nesse processo, deixa de ser vaidade. Vira linguagem. Limite. Relação. Um espelho do que acontece dentro e fora. E foi dessa travessia — do caos ao cuidado, da desconexão ao propósito — que nasceu a Lillá. Um trabalho que vai além dos cosméticos: um convite para uma nova relação com o corpo, com a beleza e com a própria vida. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a cosmetóloga, tricologista e empresária contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórica: “Quando a gente se abre, o conhecimento encontra caminho". Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Instabilidade com risco de temporais no Sul e mudanças no restante do país exigem atenção do produtor rural nos próximos dias.
No dia 25 de fevereiro de 2026, o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) teve a honra de receber a visita do jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, Rodrigo Alves, que ministrou uma oficina de podcast para os alunos da pós-graduação. Nesse episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina, em que ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva na produção jornalística em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e o futuro do gênero na produção jornalística. A entrevista foi comandada por dois integrantes da nossa equipe, a Lívia Mendes e o Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante para quem se interessa ou deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. [áudio Rodrigo Alves] Livia: Esse aí é o Rodrigo Alves, jornalista, apresentador e roteirista de podcasts narrativos, como o Vida de Jornalista. Você talvez já tenha ouvido a voz dele no episódio #202 aqui do Oxigênio ou em algum dos podcasts que ele apresenta. Em fevereiro, a gente teve o prazer de conhecer o Rodrigo pessoalmente, já que ele esteve aqui no Labjor pra ministrar uma oficina de podcast pros alunos da pós-graduação. Marcos: Neste episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina. Ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva a produtos em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e sobre o futuro do gênero na produção jornalística. Livia: A entrevista foi conduzida por mim, Lívia Mendes, Marcos: e por mim, Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante pra quem já conhece e pra quem deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. Então, continua com a gente e vem ouvir nosso bate-papo com o Rodrigo Alves. [Vinheta Oxigênio][música] Marcos: Bom, vou apresentar um pouco do Rodrigo. Como a gente já falou, ele é jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, que conta histórias e bastidores da profissão. É coordenador e roteirista dos podcasts Tramas Coloniais, Rio Memórias, Senado 200, Como Cobrir, e muitos outros. Editor da série No Rastro da Notícia, do podcast Jornalismo Sem Trégua, da Abraji. Desde 2021, ele se dedica exclusivamente à produção de jornalismo em áudio e a oferecer Oficinas de Podcasts. Antes de tudo isso, ele também foi comentarista de basquete no SporTV, repórter e editor em veículos como Globo Esporte e Jornal do Brasil. Cobriu desde eleições a Olimpíadas, até o Rock in Rio, e a gente vai falar um pouco sobre tudo isso com ele. Ah, também não podemos deixar de dizer que ele é fã de punk rock e torcedor do Fluminense. [música] Lívia: Eu queria destacar que ele participou de uma das nossas parcerias comemorativas de dez anos do podcast, lá no episódio #202, quem não ouviu pode procurar, que foi entrevista com a Sonia Bridi, um perfil lindíssimo, que ele comandou junto com a nossa coordenadora Simone Pallone. E, bom, a gente queria começar perguntando pro Rodrigo sobre a sua trajetória no áudio. A sua trajetória no jornalismo já é bastante sólida, né? Engraçado que várias pessoas, quando a gente compartilhou no Instagram que você viria aqui, visitar a gente no Labjor, lembraram de você como comentarista de basquete e disseram que adoraram. Além das coberturas de esporte, né? Como você conta lá na história do famigerado 7 a 1, Brasil e Alemanha, no segundo episódio do novo projeto, mas em que momento o áudio deixou de ser um projeto paralelo e se tornou uma dedicação exclusiva? Rodrigo: Ah, gente, primeiro obrigado pelo convite. Eu amo o Oxigênio, mas agora é diferente porque eu tô aqui presencialmente pra gente gravar. Então, foi um prazer fazer esse projeto em parceria, né, do episódio da Sônia Bridi, mas a gente fez no Rio de Janeiro e agora eu tô tendo a oportunidade de estar aqui pela primeira vez, conhecendo e tô amando. Então, poxa, obrigado demais. Eu gosto muito do Oxigênio que já tá nessa estrada aí há tanto tempo e acho que é super essencial. Então, obrigado demais. Rodrigo: E o áudio, assim, virou uma paixão desde não desde o início, né, quando eu comecei no jornalismo, porque eu trabalhei primeiro com o jornal impresso durante 8 anos e depois fui trabalhar na internet, trabalhei no site de esporte da Globo durante muito tempo. E aí no fim dessa trajetória na Globo eu trabalhei, como você falou, como comentarista de basquete. E isso é meio surreal mesmo porque de vez em quando alguém lembra assim, me vê assim,fala. Porque a televisão é impressionante, né? Tem um, mesmo sendo uma TV fechada, né? Eu trabalhei no SporTV, mas tem essa coisa meio, sei lá, um fascínio, né? Que eu acho super esquisito. Mas, enfim, é, foi super legal, foi uma experiência muito legal. E, e aí quando eu tava trabalhando como comentarista, eu já tava fazendo podcast. Então, o Vida de Jornalista, que é o meu primeiro projeto autoral em áudio, eu lancei em 2018. E nessa época eu ainda trabalhava no esporte da Globo, não era nem comentarista ainda, ainda tava trabalhando no site. Mas o áudio já era uma coisa que tava me fascinando, sabe? Eu queria começar a fazer jornalismo em áudio, mas era uma coisa ainda paralela com o meu trabalho. E eu fazia o Dois Pontos, que era um podcast de basquete também na Globo, que saiu 2 meses antes do Vida de Jornalista, quase ao mesmo tempo, que eu fazia com Rafael Roque, meu grande amigo que ainda trabalha lá. E aí ficava essa coisa meio paralela. E eu sempre ficava alimentando isso. Será que um dia vale a pena eu me dedicar só a isso, né? Sair do emprego, mas assim, é um emprego, né? Era um emprego na Globo, então tem toda aquela coisa de estabilidade, um salário, plano de saúde, você fica pensando essas coisas, mas o áudio estava muito e na época da pandemia eu tomei essa decisão de sair do emprego, ali na virada de 2020 para 2021, para me dedicar só à produção de áudio, não só ao Vida de Jornalista, mas fazer podcasts jornalísticos, narrativos. Então abri uma produtora, a Escuta Aqui e aí fui pegando assim um ou outro projeto que eu acreditava muito, que eu achava muito legal. E eu fiz o Rio Memórias, que é um podcast que eu fiz durante cinco temporadas e eu coordenava a produção e fazia os roteiros, não sou eu que apresento, é a Gabriela Montoni, historiadora. E fui fazendo outros, o Tramas Coloniais, enfim, foram aparecendo outros projetos. E em paralelo eu mantinha o Vida de Jornalista, como meu projeto pessoal, e agora em 2026 o Onde eu tava quando aquilo aconteceu, que é um projeto mais pessoal ainda, de histórias minhas pessoais e jeito de contar histórias, narrativa. Então, essa paixão pelo áudio, ela é antiga, mas eu passei a me dedicar mais a ela ali nessa virada de 2020 para 2021. Marcos: É, eu acho que uma próxima pergunta seria, então, para você comentar um pouquinho como foi essa transição pra você de sair de um espaço normalmente escrito, do jornalismo, para um em áudio. O que que muda na narrativa? Imagino que talvez o que você comentou agora de você poder contar uma coisa que é mais pessoal. Rodrigo: Eu acho que tem muito a ver com isso. Acho que podcast narrativo permite isso de você se colocar um pouco mais nas histórias, sabe? O jornalismo, às vezes, ele pede um rigor um pouco maior de, enfim, eu nem acho que o jornalismo necessariamente você tem que se afastar do assunto, acho que tem uma coisa de subjetividade que é interessante também e queajuda a gente a contar as histórias, mas, no podcast, você tem uma relação que eu acho que é mais um a um, sabe? É você e quem tá ouvindo. Eu, pelo menos, quando eu faço os roteiros, quando eu gravo as locuções, eu imagino que tem uma pessoa do outro lado me ouvindo e não falar assim para um público, sabe? Eu sei que tem um público ali, mas a narrativa é direta pra uma pessoa. Então, acho que ajuda você a pensar e se colocar um pouco mais, acho que cria uma interação ali melhor com a pessoa. Rodrigo: O que mudou pra mim foi talvez o jeito de escrever. Porque eu acho muito engraçado, às vezes as pessoas falam assim, você tem saudade de escrever? E na real, assim, eu nunca escrevi tanto na vida como eu escrevo hoje. Eu escrevo roteiros, podcasts são roteiros enormes e é texto, né? O Onde eu tava quando aquilo aconteceu é um exercício de roteiro pra parecer improvisado, mas eu tô lendo cada vírgula, assim, cada palavra, cada coisinha, então é tudo escrito, é tudo um trabalho de texto, que eu já tinha desde o início, né, como você falou, de trabalhar com o jornal impresso, no próprio site da Globo, trabalhava muito com texto também. Mas é um pouco diferente, sabe? Eu acho que o podcast dá um pouco mais de liberdade que no jornalismo tradicional você até consegue de vez em quando fazer, principalmente nesses projetos autorais, né? Porque aí não tem um chefe assim para falar: “Rodrigo, faz assim, faz assado”. Eu vou fazendo do meu jeito e a minha resposta é na minha cabeça mesmo. Isso tem um lado ruim, que é você não poder virar pro lado e falar: “Pô, dá uma olhada aqui no texto que eu fiz, vê o que que você acha, né? Dá uma olhada”. Quem vai ouvir é o público quando sair, né? Eu faço tudo sozinho. Mas, também tem um lado bom que é uma liberdade criativa que acho que não tem preço. Então, acho que nesse caso é isso. Mas, eu escrevo muito e gosto muito de escrever. Eu amo texto. Acho que são textos com características diferentes, mas que me dão o mesmo prazer, sabe? Marcos: Sim, sim, com certeza. Imagino que o saber também produzir um texto, um roteiro muito bom, seja um primeiro passo essencial pra você realmente ter um podcast legal. Rodrigo: É, claro que assim, a produção de podcast passa por várias etapas. Então, sei lá, às vezes a pessoa pode não ser do texto, mas vai fazer a locução ou vai fazer uma entrevista, vai fazer produção, vai editar. Tem várias etapas ali que eu acho que são importantes. A que eu mais gosto é o texto, é o roteiro, é o que me dá mais prazer de fazer, é o que me deixa mais, sei lá, mergulhado ali na coisa, sabe? É uma hora em que você pega a sua apuração ou a sua entrevista ou o que quer que seja que você fez e agora eu vou fazer o roteiro. Então, como que eu vou contar essa história que eu já tenho aqui. Como é que eu vou embalar? Como é que vai ser a embalagem dela pra entregar para quem vai ouvir? E aí eu posso fazer do jeito que eu achar melhor. Então é um momento de botar a criatividade pra jogo ali. Então, pra mim funciona muito bem. É o momento que eu mais gosto de fazer. Mas, não é o único, claro, né? No caso do Vida, do Onde eu tava eu faço todas as etapas. Então, também gosto de editar, de entrevistar, mas a hora de sentar o bumbum na cadeira ali para escrever o texto é uma hora que eu gosto muito assim. Lívia: E eu acho impressionante que os roteiros que você escreve ficam muito na linguagem falada, né? Isso acho que é a maior dificuldade. A gente aqui do Oxigênio, que trabalha também com podcast roteirizado, né? Essa dificuldade em fazer com que o roteiro seja palatável ali na linguagem. Você teria alguma dica? Rodrigo: É, tem uma dificuldade mesmo assim, eu acho que isso é prática, eu levei um tempo assim para conseguir ficar mais confortável nisso, sabe? Porque quando você pega um roteiro que eu faço de podcast narrativo, ele como texto escrito, ele não faz sentido assim. Se você publicar como uma reportagem, né? Ou sei lá, uma newsletter, ele não vai fazer muito sentido, ele tem que ter uma adaptação, porque ele é feito para funcionar na voz, para funcionar falado. E, aí assim, tem alguns truques, né, que a gente vai aprendendo. Por exemplo, eu faço muito o truque de escrever falando. Então eu tô escrevendo e tô falando a frase em voz alta, do que eu tô escrevendo, para ver se aquilo vai soar bem e ah, não soa bem, então eu volto no texto, dou uma mexida e dou uma ajeitada ali. Então, isso é uma coisa. E algumas coisas, no jornalismo que a gente tem muito cuidado, como regra gramatical, né, de escrever tudo na linguagem corretinha. No áudio, a gente pode abandonar um pouco isso, sabe? Então, até o jeito de falar as palavras, né? No áudio, quando a gente tá conversando, tipo, como a gente tá aqui agora, a gente não fala “para fazer”, a gente fala “pra fazer”, né? Eu não falo “eu estou aqui no Labjor”, falo “eu tô aqui, eu tava aqui”. Então, tudo isso você pode transferir pro texto, né, e deixar o seu texto desse jeito mais falado, assim, mais conversado. E uma coisa que eu acho que funciona bem também para o texto ficar com essa cara de falado, é você ter uma liberdade pra bagunçar o roteiro no sentido de marcar coisas. Então, por exemplo, bota uma palavra grifada quando você quer dar mais ênfase, quebra a linha, bota os parágrafos separados para você dar uma parada e dar uma respirada. Então, você pode mexer o texto de roteiro de podcast ou de qualquer roteiro não é um território sagrado, sabe? Que tem que ficar ali pra depois você botar num quadro, na parede. Não, ele é pra funcionar pra voz. Então, ele tem que ficar confortável pra quem vai ler e quem vai fazer a locução. Rodrigo: Acontece muito também de eu escrever pra outras pessoas, né? Tipo, o Rio Memórias, o Tramas Coloniais são podcasts que não sou eu que apresento. E eu faço o roteiro, então, eu tenho que escrever para uma outra pessoa gravar. E aí é mais difícil ainda, porque você tem que pegar o jeito da outra pessoa falar. E aí como é que você faz isso? Isso tem que ter uma prática ali, né? Até você entender como é que aquele texto vai caber na voz daquela pessoa. Não é simples, mas é um trabalho que eu acho muito gostoso de fazer, de tentar chegar nesse nível. E o Onde eu tava quando aquilo aconteceu é o projeto em que eu mais estiquei essa corda até hoje, cada roteiro, o primeiro episódio, por exemplo, o roteiro teve 10 versões, exatamente 10 versões. Eu escrevia e depois voltava nele, deixava mais falado, mais falado, mais falado, mais falado. Aí eu fui gravar, aí gravei o primeiro, editei, montei com a música e tal, joguei fora. Achei que não ficou falado o suficiente, conversado o suficiente. Aí ele teve três versões até ir para o ar do episódio inteiro. Então, eu vou puxando mesmo para ficar como se eu tivesse de fato contando uma história pra alguém, como eu estou conversando aqui com vocês. Aqui eu não tô lendo nada, né? A gente tá trocando uma ideia. Eu quero que esse projeto seja assim. E o maior elogio é quando alguém vem falar: “Nossa, mas é escrito, nem parece que você tá lendo”. E aí eu amo quando alguém fala isso, porque a ideia é exatamente essa. Lívia: É, isso que você falou do texto sacralizado, né? Eu que venho da área acadêmica, foi a minha maior dificuldade, assim, né? Porque você fica ali presa, de você quebrar parágrafo e deixar as palavras enfatizadas, né? Então tem essa diferença. Rodrigo: Dá um medinho de ficar mexendo no texto, né? Vou bagunçar esse texto todo, mas é isso, pode bagunçar, não tem problema. Marcos: Eu acho que isso é uma questão até para o podcast Oxigênio, porque em grande parte ele também é feito por cientistas da academia, que não tiveram tantas experiências. Então para a gente isso é riquíssimo. Rodrigo: Mas é um exercício, né? A gente vai pegando com o tempo e vai, enfim, ajustando coisas e, também, assim, cada um tem o seu estilo, sabe? Acho que tem podcasts até jornalísticos, narrativos, que tem uma pegada um pouco mais formal e que tem uma fala um pouco mais jornalística, que não é necessariamente cem por cento conversada e que funciona bem também. Então, acho que tem espaço pra todo mundo. Os que eu faço vão mais para essa linha da conversa, mas tem podcasts, você pega, por exemplo, um Projeto Humanos, né, que é um podcast muito conhecido, muito famoso, de muita audiência, do Ivan Misanzuki. Ele fala todos os “s”, todas as “vírgulas”, todas as “palavras”, tudo bonitinho, tudo ali muito formal e funciona, é um sucesso absoluto, né? Então, não tem muito certo e errado, é o estilo que você quer implementar ali, né? [música][áudio Perfis de bolso – Antonieta de Barros] Lívia: E agora falando sobre a produção mesmo, né? Queria saber como que vem a ideia da pauta, se é a partir dos personagens. Você já falou das suas experiências pessoais. Porque, pensando no Vida, né? Que é a forma carinhosa que você chama o Vida de jornalista, O Vida tem vários tipos de episódios. Tem os perfis, que foi um dos que a gente produziu junto, o da Sonia Bridi, tem os mais direcionados ao fazer jornalístico, teve a série Escolha que o ouvinte poderia escolher os caminhos que queria seguir. Como que você começa as ideias da pauta? Rodrigo: É, o Vida tem essa coisa também, como é um projeto meu pessoal e que sou eu que decido as coisas ali, não tem uma chefia para me guiar, não tem uma pauta para eu seguir. Eu também tenho essa liberdade de ir testando formatos, né? Então, acho que essa é a coisa que mais me fascina no jornalismo em áudio, é poder fazer formatos diferentes. Então, o Vida ele começa lá em 2018 com uma temporada de, sei lá, cinquenta e poucos episódios, de temas diversos, falando com jornalistas e sobre temas do jornalismo, mas depois eu começo a fazer temporadas temáticas. Então, tem séries que são específicas sobre alguma coisa, como algumas que você citou aí. E isso é bom porque eu não enjoo de fazer, sabe? Assim, cada série é uma coisa completamente diferente. Então, a série de perfis é completamente diferente da série Escolha, que é uma série interativa, que é uma outra linguagem, que não tem nada a ver com a série de perfis. E aí depois eu volto para fazer perfil e depois eu volto para fazer o episódio, que é discutindo algum tema do jornalismo. O Vida é muito sobre bastidores de jornalismo. Então, foco muito nisso também. E aí dá pra fazer de maneiras diferentes. Eu acho que isso é o que vai me fascinando. Então, é assim, quando eu termino uma temporada, eu já tenho lá o meu documento, lá no computador, que eu já vou jogando as ideias pra a próxima. E essas ideias envolvem não só temas e pessoas, mas envolve formatos também. Então, como que eu vou contar tal história? [áudio série Escolha] Rodrigo: A série Escolha, a ideia surgiu primeiro do formato pra depois pensar no tema. Geralmente, o certo é a gente pensar primeiro no tema, né, que a gente quer fazer e depois como que eu vou contar. No caso, a série Escolha, assim, eu queria fazer um podcast interativo, porque não tinha no Brasil, não tinha nem lá fora desse jeito assim jornalístico. E aí depois eu pensei, como que eu posso fazer dentro do Vida de Jornalista uma coisa interativa? Aí que eu fui pensar no tema, das escolhas éticas, das escolhas de carreira que a gente tem que fazer e acabei moldando ali. Esse foi um caso raro em que o formato veio antes, mas geralmente caminham juntos ali, sabe? De pensar quais vão ser os temas. Aí, claro que eu tenho que ter uma visão também de o que que tá rolando no jornalismo, né, quais são os temas mais necessários nesse momento. Então, essa última temporada tem um episódio sobre inteligência artificial, enfim, tem uma série de coisas ali que são meio urgentes da pauta factual, mas dá para escapar bastante dela também, né? Então, acho que no fim das contas fica mais gostoso de fazer, eu acho, desse jeito. Marcos: Sim. Ah, eu tenho uma pergunta um pouquinho derivada do que você acabou de comentar da produção do podcast Escolhas. Eu sei que vocês gravaram todos os episódios, que são mais de 20 episódios, né? E que provavelmente demorou um tempo bem grande e foram publicados ao mesmo tempo para que as pessoas pudessem fazer esse percurso. Como que você enxerga a funcionalidade desse tipo de podcast? Porque eu pessoalmente adorei, eu acho que é uma coisa incrível. Pensando até na comunicação, quando a gente estuda as propostas de comunicação pública da ciência, por exemplo, a gente tenta valorizar uma comunicação que seja participativa, democrática e não só de cima pra baixo, que acha que o ouvinte não sabe nada, enfim, que o que ele pensa não importa. Então acho que é um exemplo super interessante, mas aí eu fico pensando se você acha que funcionou, se você faria de novo esse modelo de produção de podcast. Como que foi, assim, essa experiência de produzir o Escolhas? Rodrigo: É, foi um risco, né? Porque as plataformas de podcast não tem essa função interativa, né? Então, assim, para quem não ouviu, o Escolha é uma série que tem vinte e cinco episódios publicados de uma vez, você escuta o primeiro e quando chega no fim do primeiro você tem uma pergunta e você tem que responder. Dependendo da sua resposta, você vai para o episódio 2 ou para o 3. Quando chega no fim do 2 ou do 3, você vai para o 4 ou para o 5 e por aí vai, né? O ouvinte é que vai definindo o caminho que ele vai seguir. No fim das contas, são 25 episódios no ar, mas a história, ela consome nove episódios. Então, o caminho até o fim, a pessoa passa por nove episódios. Quais são esses nove? Aí vai depender da pessoa, né? De quem vai escolhendo ali. Então, o Spotify, o YouTube, as plataformas em que a gente ouve podcast, a Apple, não tem essa função de você apertar um botão e ir para um episódio ou outro. Então, eu sei que eu tô dando um trabalhinho pra quem tá ouvindo, sabe? Quando chega no fim do episódio, a própria pessoa tem que ir lá e dar um play no episódio seguinte. Tem que ir lá no feed. Então, eu sei que eu tô exigindo um pouco do ouvinte, de quem tá ali escutando. Isso foi uma coisa que eu pensei bastante pra fazer, mas OK, já que é o jeito de fazer, vamos fazer dessa maneira. Acho que é colocar o ouvinte na cadeira de protagonista, sabe? De tentar fazer com que a história siga desse jeito. Foi uma primeira experiência, eu acho que assim, o Vida não é um podcast de grande audiência, né? Comparando aí com os grandes podcasts, ele tá muito longe disso. Ele é muito de um nicho do jornalismo. Essa série, ela não foi uma série de grande audiência, mas as respostas foram assim muito entusiasmadas, sabe? De quem ouviu e quem gostou do formato. E a gente quer fazer uma segunda temporada. Eu e a Flávia, né? A Flávia Santos que apresenta comigo, que é uma jornalista de Petrolina, de Pernambuco. A gente já está conversando sobre uma segunda temporada. Só que isso dá um trabalho que, assim, são 25 episódios, além dos episódios tem o roteiro, tem que criar um mapa da história, pra onde vai cada episódio. Então, é muito complicado de fazer e como tudo no Vida de Jornalista, eu fiz sem patrocínio, sem financiamento, sem nada, né? O Vida é feito no amor e no amor de alguns ouvintes também porque tem ouvintes assinantes, mas são poucos também, enfim, não dá pra, por exemplo, remunerar a Flávia, eu parto do princípio de que todo o trabalho de jornalismo tem que ser remunerado. Então, a Flávia, a gente até fala isso na série, né? A Flávia falou: “Não, não precisa me pagar”. Eu falei: “Precisa pagar, ué. É um trabalho, você tá apresentando uma série”. E aí eu tive que fazer isso assim meio do meu bolso, sabe? Porque não tinha um patrocínio ali. Então, o que eu gostaria era de conseguir um financiamento para uma segunda temporada mais robusta. E aí eu não quero vinte e cinco episódios, aí eu quero, tipo, cem episódios no feed, com uma história que realmente seja uma coisa toda intrincada, que você vai pulando de um pro outro e uma história mais longa, mas vamos ver, vamos ver se vai dar pra fazer. Não sei se em 2026 vai dar, mas quem sabe aí pra 2027. Eu ia gostar muito de fazer mais uma temporada dessa série. Marcos: Nossa, eu ia gostar também. Rodrigo: Então, quem tá ouvindo aí, ó, quem quiser patrocinar o Vida de Jornalista, vamos nessa. Lívia: É, eu fiquei lembrando, quem tem mais idade, tem aquela edição Vagalume, que tinha os livros assim, né, que você escolhia a página. Rodrigo: É, a inspiração foi meio essa. E é engraçado porque a Flávia é muito mais jovem que eu, né? E aí a gente tem referências muito diferentes. Então, a referência da Flávia é a série da Netflix, que é interativa e tal. A minha são os livrinhos de RPG antigos, que você ia pra página. A gente tem inclusive muitos embates geracionais durante a série. A gente se divertiu muito fazendo, porque as referências dela eu não pego, as minhas referências ela não pega e a gente ficava nesse embate ali o tempo inteiro. Foi engraçado também nesse sentido. [música] Lívia: E você falou sobre o financiamento, né? O modelo de financiamento de podcasts e de jornalismo em áudio tem modificado, a partir de assinaturas, apoio institucional. Eu vi que você tem utilizado essa coisa de somarplataformas, como o Substack, a Newsletter, o Apoia-se. Você podia falar um pouco pra gente quais são essas alternativas? Rodrigo: É, eu acho que pra quem faz podcast ou quem faz jornalismo independente, né, de forma geral, ou você dá sorte de conseguir uma cartada ali de um financiamento. Sorte que eu digo, obviamente ela vem de um esforço também de você tentar aquilo ali e conseguir, né? E saber os lugares certos pra procurar, um edital, um patrocínio de alguém. Mas, no geral, eu acho que geralmente funciona você jogar uma rede pra ver o que que vem. Então, é você abrir o leque e tentar esse financiamento de algumas formas diferentes, pra ver o que vai funcionar. Então, financiamento coletivo de ouvintes é uma coisa que muitos podcasts fazem e pra alguns funciona muito bem. Você pega um podcast como Rádio Escafandro, por exemplo, que é um dos melhores do país e o Tomás Chiaverini, ele hoje vive de financiamento dos ouvintes. Ele só tem esse financiamento, ele só tem esse emprego, ele não trabalha em outras coisas, ele consegue se dedicar só pra Rádio Escafandro, pra fazer da melhor forma ali os episódios e ele é realmente bancado, não só ele, mas ele contrata pessoas, enfim, só com o financiamento dos ouvintes. Então, eu acho que não precisa ser um fenômeno tipo a Déia Freitas do Não Inviabilize, que, aí assim, ela saiu do nada, um podcast totalmente independente e ela construiu quase um império. Hoje ela tá com muitos financiamentos, muitas marcas. Eu acho que é o maior fenômeno dos podcasts de contação de história, mas é um exemplo muito lá no alto, né? Então, você fala: “Pô, não vou conseguir o que a Déa conseguiu”. Mas às vezes dá para conseguir o que o Tomás conseguiu que não é a mesma coisa, mas ele já tá se financiando muito bem. E aí é isso, é você ficar de olho nos editais. Às vezes abre um edital, você escreve ali pra fazer uma temporada, né? E você não vai ter aquele financiamento pra sempre. Então, você tem Instituto Serapilheira, né? Tem um monte de podcasts, ligados aqui a Campinas, enfim, que passam também pelo Serrapilheira, desde o 37 graus, enfim, outros podcasts que são muito legais e que passam por esses editais, que vão abrindo ali, e você vai conseguindo. É muito chato de fazer, você ficar procurando coisas o tempo inteiro ali pra escrever, escrever em edital, não é uma coisa muito agradável, eu pelo menos não acho, mas é necessário, né? Você tem que tentar se remunerar, porque dá trabalho, exige tempo, exige custo, de fazer mesmo. Então acho que como tudo no jornalismo, acho que é necessário, é o mal necessário para a gente tentar se remunerar. Marcos: Voltando no tema de pensar um pouco na estrutura da produção dos podcasts, é a questão de quais são as etapas da produção completa de um podcast, e como as novas ferramentas que a gente tem disponíveis hoje, como as que são usam inteligência artificial, ah como elas têm impactado isso, se você tem utilizado ou não, o que que você pensa sobre?Rodrigo: É, eu acho que assim, se eu tivesse que resumir as etapas de produção de um podcast narrativo, você tem um planejamento, que quando você vai estudar ali qual vai ser a sua pauta, qual vai ser o tema, o formato, quem é o seu ouvinte, né? Aí você parte pra produção, que aí você vai atrás do material que você vai ter. Você vai gravar entrevista, você vai pra rua captar, enfim, dependendo de qual for o seu formato. A partir dali você tem a etapa de roteiro, que é como você vai pegar esse material e transformar aquilo numa história. Aí você tem uma gravação de locução, né, que geralmente também é bem comum em podcast narrativo, você tem uma narração e por fim uma parte de edição, que é você pegar tudo isso, botar no programa lá de edição. A gente, enquanto a gente tá gravando, a gente tá vendo aqui na nossa frente um programa de edição. É você pegar aquilo ali, juntar as partes, brincar de Lego, né, juntando as pecinhas ali e transformar aquilo de fato num conteúdo de áudio. É, falando assim, bem rápido, parece que não dá trabalho nenhum, mas dá muito trabalho e eu acho que a gente tem que ficar muito ligado em ferramentas que tão aparecendo, não só de inteligência artificial, mas de tudo. É, eu já tenho usado algumas coisas de IA e, assim, o que eu uso de IA é, basicamente, o Chat GPT, pra me ajudar a organizar a informação de pesquisa. Então, eu jogo pesquisa lá e peço para transformar em tópicos, sabe, esse tipo de coisa. Não uso o Chat GPT pra ajudar na escrita, nem nada desse tipo, mas pra ajudar na pesquisa eu uso, pra ajudar na formatação da pesquisa que eu já fiz, né? E tem uma ferramenta do próprio site da Adobe, a gente estava conversando aqui antes, que eu uso o software da Adobe, o Premiere pra fazer as edições e tem o de áudio também, que é o Audition, mas, a Adobe tem um site, Adobe Podcast, que você entra lá, que é tipo um estudiozinho, né, de podcast, que é gratuito. Você tem que ter uma conta, mas é uma conta gratuita e tem uma parte de melhorar o áudio que é inacreditável, assim, inacreditável. Mudou o meu jeito de trabalhar, porque antes eu ficava muito mais preocupado em como eu ia captar uma entrevista, por exemplo. Aí eu ficava usando aquelas ferramentas que gravam o som físico, mas aí às vezes pra pessoa é um pouco mais complicado. Eu não queria usar um Zoom, Google Meet, né, pra captar, que aí não fica naquela qualidade perfeita. Hoje eu gravo tudo no Zoom. Porque eu sei que depois é só jogar nesse site, que ele vai dar um filtro ali, parece que a pessoa tá dentro de um estúdio. É inacreditável, assim. É muito impressionante. É, inclusive, nas oficinas que eu faço, eu tô aqui porque eu também vou fazer uma oficina, né? Eu vou mostrar algumas coisas que esse site faz. Porque, sei lá, ele tira o barulho do vento. O vento até outro dia era o maior inimigo do áudio, bateu o vento, esquece. Aí estragou o teu áudio. Hoje até o vento você consegue resolver. Então, o que eu tô falando assim, pelo amor de Deus, gente, o que eu tô dizendo não é pra ninguém não cuidar da hora da gravação. Tem que cuidar da hora da gravação. Quanto mais você cuidar, menos dor de cabeça você vai ter na pós, na edição. Mas, se tem umacoisinha pra resolver ali, essas ferramentas ajudam. Então, como é que a gente vai abrir mão disso? A gente pode usar isso, vai poupar tempo, vai facilitar, vai aumentar a qualidade. Então, acho que tudo isso funciona bem. A gente tem que ficar bem ligado mesmo nessas ferramentas. Com todos os cuidados éticos que elas exigem, né, de inteligência artificial hoje, você consegue clonar uma voz e fazer um podcast. Não é o que eu faço, mas dá pra fazer. Então, tem que ter todas as implicações éticas aí pra gente também não se atropelar, né? Lívia: Sim. É, e eu venho da área de humanas, né? O pessoal tem um preconceito enorme com a tecnologia, eu sempre indico o episódio “Tem um robô me ajudando”, ficou muito legal, do Vida. [áudio – episódio “Tem um robô me ajudando”] Rodrigo: E eu e o Léo a gente conversa muito sobre tudo de jornalismo e tal. E uma das coisas que a gente conversava muito era sobre IA, de ficar testando coisas, até onde a gente pode ir, qual é o limite, o que que dá pra ajudar, o que não. Aí eu falei: “Pô, vamos fazer um episódio a gente levantando essas perguntas. Então, esse episódio, ele vai se construindo durante o episódio. A gente começa cheio de dúvidas e termina cheio de dúvidas também, mas a gente vai encontrando algumas respostas ali. A gente não é especialista em inteligência artificial nem nada, esses são só dois curiosos ali pra explorar o que que está acontecendo, né? Lívia: É, eu acho que a gente tem que explorar e aí você falou, com a ética, mas explorar porque são as ferramentas que a gente tem hoje em dia. Rodrigo: E esse episódio daqui a seis meses tem que fazer outro, porque as coisas vão mudando muito, né? Muito rápido. [música] Lívia: Acho que agora já caminhando pro final, a gente queria falar um pouco sobre a oficina que o Rodrigo veio aqui pra dar oficina pra gente, aqui no Labjor. Então, a gente queria saber o que que te motivou a criar essas oficinas de podcast. Eu sei que você tem feito bastante. E qual é o público que te procura hoje pra formação? Estudantes, jornalistas que já tem carreira ou comunicadores independentes? Rodrigo: É, quando eu tomei essa decisão de sair do meu trabalho na Globo, né? Ali no fim de 2020, pra me dedicar a isso, é claro que eu fiquei pensando em coisas assim, como é que eu vou me remunerar, como é que eu vou conseguir me manter e tal. E aí algumas pessoas já me falavam isso, né? “Pô, você podia dar aula de podcast, você tá fazendo e tal”. E eu nunca pensei muito nessa ideia, sabe? Porque assim, eu não sou professor, né? Eu sou jornalista, mas o Vida de jornalista acabou me dando uma condição de fazer todas as etapas. Então, eu faço tudo, planejamento, as entrevistas, o roteiro, a locução, a edição. E aí com o tempo, na prática, eu acabei, não sendo um especialista em tudo, mas entendendo como é que funciona. Então, me deu um certo conhecimento que eu queria compartilhar. E aí, a partir de 2021, comecei a fazer, finzinho de 2020, comecei a fazer a oficina de podcast narrativo em áudio, que é uma oficina online e que eu já fiz vinte e poucas turmas e já passaram uns 800 alunos pela oficina. É muita gente e gente de todos os estados do Brasil. Acho que essa é a vantagem de fazer online também, né? Você consegue chegar em muita gente e tem esse curso que é o curso que passa por todas as etapas, que é a oficina de narrativa em áudio e eu fui fazendo algumas outras específicas. Então, tem uma que é focada só em roteiro, outra que é focada só em entrevista e esse ano eu tô querendo fazer umas novas, eu tô querendo fazer uma que, eu vou jogar aqui para perguntar o que que vocês acham, que como eu trabalho sozinho, eu não tenho pra quem perguntar as coisas. Então, eu vou encontrando as pessoas e vou perguntando. Eu queria fazer uma oficina, vocês acham que funcionaria, de react de podcast, de botar cinco encontros pra gente ouvir episódios e destrinchar o que que tem naquele episódio, como é que é o roteiro, como é que é a entrevista, como é que foi feita a produção, é uma das minhas ideias pra esse ano e ir fazendo outras, de locução, enfim, eu acho que tem uma demanda ainda de gente querendo aprender a fazer e tem muita gente fazendo, né, o que eu acho ótimo, mas a oficina é o que me deixa mais assim, eu fico muito feliz de fazer, eu adoro fazer. Eu não queria no início e eu me arrependo de ter tido essa dúvida, porque hoje eu amo fazer, é uma das minhas principais fontes de renda hoje. Então, eu tô sempre abrindo turma nova. Então, já fazendo a propaganda aqui, quem quiser entra lá em oficinadepodcasts.com e lá tá sempre explicadinho quais são as turmas que vão abrir, enfim. É uma coisa que eu gosto muito de fazer. Agora é online essa oficina, o que eu acho ótimo, como eu falei, porque dá para todo mundo fazer do Brasil. Agora, quando eu estou fazendo uma presencial, que é o que vai acontecer aqui, o que quando vocês estiverem ouvindo já terá acontecido, mas é muito legal, né? Porque aí você está junto com as pessoas ali, entendeu? Trocando ideia na hora, é muito diferente. Então, eu adoro fazer oficina presencial também. Marcos: Sim, eu espero que venha aí a oficina de react de podcast. Rodrigo: Você acha que vai dar certo? Lívia: Eu acho que super funciona. Na disciplina, eu estava conversando antes da gente começar aqui com o Rodrigo, né? Que eu cursei uma disciplina de podcast aqui no IFCH, na Unicamp, e a gente fazia muito isso, de ouvir podcasts e pensar diferentes formatos. Rodrigo: É uma engenharia reversa, né, que chama isso. Na oficina de roteiro, tem uma das aulas que é assim, a gente ouve um episódio com a turma, a turma escolhe um episódio e a gente vai destrinchando o roteiro ali, mas aí é só sobre roteiro. Eu queria ampliar pra fazer, sei lá, cinco encontros, a gente ouvindo cinco episódios diferentes que a própria turma vai escolher, né? Então, às vezes é episódio que eu nem conheço, não sei. E acho que é sempre um aprendizado, eu gosto muito de ouvir coisas dos outros, só que quando você começa a fazer muito, você fica com esse vício, né? De sempre ouvir, mas pensando: “Pô, mas por que que essa música entrou aqui? Por que que ele abriu desse jeito? Por que que ela fez aquela pergunta? Por que, entendeu? E é legal, né? Mas é um pouco angustiante também. Às vezes eu gostaria de ouvir podcast assim tranquilo, sabe? Sem pensar em nada, mas é difícil. Marcos: E você comentou agora há pouco que tem várias pessoas hoje em dia produzindo podcast. Você acha que ainda tem espaço pra novos produtores, novas propostas? Você enxerga que vai ter um crescimento? Como que você avalia, assim, o futuro dessa área? Rodrigo: É difícil prever o futuro nisso, né, porque muda muito rápido. E eu acho que tem uma produção muito extensa desde os últimos anos, quando explodiu essa onda dos podcasts. Eu acho que o mercado já mudou muito nesse período. Então, por exemplo, os podcasts em vídeo meio que tomaram de assalto o mercado, né? Hoje, se você sair na rua aqui e perguntar, pegar qualquer pessoa: “Que que é podcast?”. A pessoa provavelmente vai responder: “Ah, é uma conversa em vídeo no YouTube, duas pessoas ali num estúdio conversando e tal”. Então, tem gente que acha que é só isso, que nem sabe que tem só em áudio, sabe? Eu, sinceramente, eu desisti dessa briga aí já. De se podcast em vídeo é podcast. Pra mim, não interessa. Cada um faz o seu, não tem problema nenhum. É aquele famoso “tem até amigos que são”. Então, assim, não tem problema, eu gosto de vários e beleza, não quero mais brigar. Mas, o que eu quero é tentar que as pessoas saibam o que eu faço, sabe? Conseguir explicar o que eu faço. Porque se eu só falo assim: “Ah, Lívia, vai escutar lá o meu podcast”. Você pode achar que é uma conversa sobre algum tema, né? Que é legal pra caramba, mas no meu caso não é isso, é uma outra coisa. Então, explicar é cada vez mais difícil, mas eu sempre acho que tem espaço pra quem quer fazer em todos os formatos. Quem tem uma coisa boa pra fazer, eu vou dar um exemplo aqui. Eu vim pra Campinas e no voo eu escutei um podcast novo que acabou de sair, que se chama Discípulos, que é do Mateus Marcolino, que é inclusive produtor da Rádio Escafandro. Que é sobre evangélico no esporte, porque que tantas pessoas no esporte seguem O Evangelho e falam muito de Deus e tal. Eu achei super legal o primeiro episódio que ele lançou e já tô ansioso pra ouvir os próximos. Um podcast tranquilo de ouvir, uma narração boa, uma investigação legal, entrevistas boas, sabe? Você sente que tem uma qualidade ali. É um podcast da Rádio Guarda-Chuva também, que é o grupo onde o Vida de Jornalista também tá, né? Que é um grupo de podcasts jornalísticos. E, então, assim, acabou de sair esse podcast e eu adorei. E beleza, acho que é isso, tem espaço pra quem quer fazer coisa nova. Eu acho que na universidade tem muita gente fazendo coisa muito boa, muito boa. Vira e mexe, eu pego um podcast assim de TCC que alguém manda: “Ah, você pode ouvir”. E eu vou ouvir, eu fico: caramba, assim, sabe? Coisas bem feitas, tecnicamente inclusive, não só na ideia. As ideias são geralmente muito boas, mas até tecnicamente assim muito bom. Então é isso. Eu acho que o mercado ele, claro vai ter a bolha, vai aumentar, vai diminuir, né? Isso é normal, as idas e vindas do mercado são normais, mas sempre tem espaço, eu acho pra quem quer produzir coisa boa em qualquer formato. [música] Lívia: Essa foi a nossa conversa com o Rodrigo. Eu espero que todo mundo tenha gostado e aprendido muito sobre a produção de podcasts narrativos e o formato de jornalismo em áudio. Mas, antes de terminar, a gente pediu pro Rodrigo dar alguns conselhos úteis pra quem está começando a trabalhar nessa área. Vamos ouvir quais foram os conselhos do Rodrigo. Rodrigo: Olha, eu acho que o primeiro conselho é fazer, porque às vezes a gente fica planejando muito. Olha eu aqui indo contra o planejamento, não é isso não. Eu acho que o planejamento é muito importante. Mas, às vezes a gente fica pensando muito em vez de começar a botar a mão na massa e é importante fazer, né? Hoje a gente tem ferramenta gratuita pra fazer. Você não precisa fazer investimento, comprar microfones. Dá pra começar com muito pouco. Então, colocar na praça pra você mesmo saber se tá legal, se não tá, acho que é importante. E, uma coisa que eu acho fundamental, que é uma dica talvez um pouco óbvia, né? Que é ouvir. Pra quem quer fazer podcast, assim, você tem que ouvir podcast e não necessariamente de assuntos que você gosta. Às vezes você vai ouvir um podcast só porque alguém comentou: “Você ouviu esse podcast aqui sobre esse tema? É legal”. Pô, mas eu não gosto muito desse tema. Mas vai lá, dá uma escutadinha, dez minutinhos. Não precisa ouvir o episódio inteiro. né? Ouve lá para ver como é que a pessoa faz. E ouvir com esse ouvido mais cuidadoso, de tentar prestar atenção no que que tá sendo feito ali e se você pode pegar referências, enfim. E pra tudo, né? Para como é que faz o roteiro, pra como é que é a fala da pessoa, como é que é a locução, se tá bem editado. Como é que é o uso da música? Como é que esse podcast aí tá usando música? Tá legal? Gostei? Ficou muito longo? No meu vai ser diferente. Pensar essas coisas, sabe? Então, fazer esse exercício de escuta, eu acho que é muito legal e botar a mão na massa e ir embora. Acho que tem muita coisa boa pra fazer. Não é ficar com esse medo de que no começo vai ser ruim. É, vai ser ruim. Vai ser ruim. Eu olho lá pros primeiros episódios do Vida de Jornalista, meu Deus do céu. Eu gostaria de tirar todos do ar. Eu não tiro porque eu amo as pessoas que estão lá, mas tecnicamente eu acho muito ruim. E é isso, gente. É isso. Depois a gente vai melhorando aos pouquinhos. Assim como daqui a cinco anos eu vou olhar pros episódios de hoje e talvez eu ache ruim também, sabe? Pô, faria diferente. Então, é normal, às vezes a gente fica muito inseguro. E por fim, um conselho que eu acho que vale pro jornalismo no geral, que é a gente não se cobrar tanto, sabe? Acho que a gente às vezes fica achando que a gente tem que trabalhar no nível máximo e fazer tudo perfeito e que tem que dar certo sempre e não vai dar certo sempre, vai ser frustrante de vez em quando e às vezes a gente vai ter que dar uma pisada no freio. Ó, vou dar uma parada aqui. Ah, mas eu tenho podcast, então tenho que produzir um episódio por semana. Calma, assim, se não der, dá uma freada de leve assim, dá uma respirada e daqui a pouco volta, porque a gente é meio que treinado a se cobrar demais. E aí a saúde mental vai pro espaço, aí a gente não cuida da gente. Então, é ir botar a mão na massa, mas devagar. Vamos ali com calma, que a coisa vai saindo, vai ser legal. Lívia: Legal. Bom, a gente queria agradecer imensamente a presença do Rodrigo aqui com a gente. Foi muito bom. Marcos: Foi uma aula particular. Super especial que a gente teve essa oportunidade de estar com o Rodrigo hoje. Rodrigo: Adorei, obrigado demais, gente, e parabéns pelo programa. Lívia: Obrigada, você. Marcos: Obrigado. [música] Lívia: Esse episódio foi gravado e editado por mim, Lívia Mendes e pelo Marcos Ferreira. A edição final foi feita pelo Daniel Rangel. A trilha sonora é da Biblioteca de Áudio do Youtube e a vinheta do Oxigênio foi produzida pelo Elias Mendez. O Oxigênio conta com apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.Lívia: Pra quem chegou até aqui, tomara que você tenha curtido ouvir nossa conversa com o Rodrigo Alves! Agora você pode ir lá na sua plataforma de áudio preferida e procurar pelos novos episódios dos programas Vida de Jornalista e Onde eu tava quando aquilo aconteceu. Deixa também um comentário pra gente, contando o que achou. Vamos adorar te ver por lá! Até mais e nos encontramos no próximo episódio. [vinheta de encerramento]
O levantamento AtlasIntel/Bloomberg, divulgado nesta terça-feira, aponta empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro e o presidente Lula em um eventual segundo turno.O filho do ex-presidente aparece numericamente à frente, com 47,8% das intenções de voto, contra 47,5% de Lula. Apesar da vantagem, o crescimento de Flávio Bolsonaro foi de 0,2 ponto percentual, enquanto o de Lula foi de 0,9 ponto.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br#Lula #FlávioBolsonaro #Zema #Eleições2026 #Política #PesquisaEleitoral #Brasil #Direita #Esquerda #SegundoTurno #CenárioPolítico #Oposição #MinasGerais #Planalto #DebatePolítico #Sucessão #Voto #Notícias #PodcastBrasil #RadarEleitoral
Debate da Super Manhã: Presença constante em festas populares, os shows musicais financiados com recursos públicos são cada vez mais frequentes em eventos promovidos por prefeituras e governos estaduais. Trata-se de uma forma de fomentar a cultura e a economia local. No entanto, quando realizados sem critérios legais e transparência, podem transformar celebrações em casos de polícia. No debate desta quinta-feira (16), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com convidados sobre os requisitos necessários para a elaboração desses contratos, o trabalho dos órgãos de fiscalização, a responsabilidade dos gestores e os cachês milionários pagos com dinheiro público. Participam o advogado especialista em Direito Público e membro das comissões de Direito Administrativo, Municipal e Eleitoral da OAB/PE, Américo Pinto; o procurador do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE), Cristiano Pimentel; e a cientista política e professora universitária Priscila Lapa.
Em Clara Crocodilo, uma história da cidade marcada por humor ácido enquadrada em escultura sonora
Neste episódio, você vai ouvir a conversa do influenciador Felipe Bressanim, o Felca, com a psicóloga Maria Paula Magalhães.
Álvaro Gribel, repórter especial e colunista do Estadão, comenta os principais assuntos da Economia e Política nacionais no Jornal Eldorado, às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 8h30.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A estrategista de marcas Patrícia Chaccur analisa como a fornecedora oficial dos uniformes da CBF, a Nike, se envolveu numa polêmica graças à nova linha esportiva ligada à Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #SeleçãoBrasileira #Nike #CamisaDoBrasil #FutebolBrasileiro #CBF #MarketingEsportivo #VaiBrasa #Uniforme #CopaDoMundo #Brasil #PodcastEsportivo #Business #Branding #Canarinho #NikeFootball
Saudações pessoas!Temos estreia no Vira de hoje: o camarada Wander Wilson , antropólogo, pesquisador, professor da UNIFESP vem falar sobre um tema que gostamos muito de discutir, embora não gostemos propriamente dele, não, porque é uma das causas que estão nos oprimindo: nossa saúde mental em meio ao neoliberalismo.De que liberdades estamos falando e quais liberdades temos, de fato, envolvidos como estamos na lógica desse mundo? A matéria envolve um curso onde nosso convidado é ministrante, e está com inscrições abertas - aqui! - e ele vai contar para a gente sobre a abordagem e os temas que pretende desenvolver.Taca play que é necessário! ExpedientePai-Fundador e apresentador: Felipe AbalOutro apresentador: Gabriel Divan Apresentador que está em missão secreta: CarapanãCapas que vocês adoram: Gui ToscanEdição de Áudio que nunca falha: Ingrid DutraA Mestra dos Instagrams: Dani BoscattoMúsica de abertura: Dog Fast by mobigratis
#140: On today's episode, Hannah sits down with Shruti Viradia, founder of sensual care brand Vira, to talk about the conversations around female pleasure that women often have privately but rarely say out loud… from faking orgasms and sexual shame to reclaiming self-pleasure and building a sexual wellness brand.The girls get into:• why so many women fake orgasms and why it's far more common than people admit• growing up in a traditional South Asian household where sex, dating, and mental health weren't openly discussed• how cultural expectations and stigma shape women's relationship with sex and pleasure• the identity struggles that can come from not being able to explore your authentic self• why many women feel pressure to “perform” during sex rather than actually experience it• how pornography and media influence the way women think sex is supposed to look and sound• the shame many women carry around masturbation and self-exploration• why exploring your own body is often the first step toward better sex and deeper self-awareness• the difference between sexuality and sensuality, and why sensuality includes mental health, self-care, and body awareness• how women can begin reclaiming autonomy and confidence in their sexual experiences• why courage and honest communication are key to having better sex• how Shruti started creating clean oils, creams, and lubricants that eventually became her sexual wellness brand• redefining sexual wellness as something that supports the mind, body, and spirit—not just sex• everything you need to know about Vira products, what they're for, how to use them, and what the ingredients areThis episode is for:• women who have ever felt shame, confusion, or pressure around sex• anyone who has faked an orgasm or felt disconnected from their body during intimacy• women who want to better understand their own pleasure and feel more confident communicating it• listeners curious about the difference between sensuality and sexuality• anyone interested in bringing products into their sexual experienceCONNECT BELOW:FOLLOW VIRA HERESHOP VIRA HERE USE CODE HOWISEEIT10 for a discountCONNECT WITH HAN:FOLLOW HAN hereFOLLOW HOW I SEE IT podcast hereSHOP POD MERCH hereWORK WITH HAN: howhanseesit@gmail.comWORK WITH THE AGENCY: hannah@unapologeticstrategies.com
Mauro Cezar, Arnaldo Ribeiro, Eduardo Tironi, Juca Kfouri, José Trajano e Danilo Lavieri analisam a rodada do Brasileirão que terminou com o São Paulo na liderança, a virada do Vasco diante do Palmeiras em São Januário e a polêmica declaração do auxiliar João Martins sobre o gramado, a derrota do Corinthians para o Coritiba e o Flamengo embalando com Leonardo Jardim