Podcasts about Rodrigues

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TOPFM MAURITIUS
Fast-food à Rodrigues : un choix qui fait débat

TOPFM MAURITIUS

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 2:35


Fast-food à Rodrigues : un choix qui fait débat by TOPFM MAURITIUS

Ide e Pregai
Agrade ao Senhor e seja abençoado

Ide e Pregai

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 9:24


leitura e meditação de Romanos 12:1-2, por Missionária Andréa Rodrigues

Ide e Pregai
Confie e tenha paz!

Ide e Pregai

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 7:29


leitura e meditação meditação de Isaías 26:3-4, por Missionária Andréa Rodrigues

O Antagonista
Flávio Bolsonaro se contradiz sobre foto com Sicário e cria problema pra si

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 14:39


Flávio Bolsonaro mudou a versão sobre a foto em que aparece ao lado de "Sicário", aliado de Daniel Vorcaro do Banco Master, e agora diz que a imagem foi manipulada por inteligência artificial — depois de ter afirmado que tira foto com qualquer um.No Meio-Dia em Brasília, Rodolfo Borges e Wilson Lima explicam por que a contradição agrava a crise na pré-campanha. No mesmo bloco, um prefeito do PT na Bahia é flagrado em vídeo ameaçando demitir servidores que não apoiarem a reeleição do governador Jerônimo Rodrigues.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Flavio #Contradicao #CasoSicario #Politica #Noticias #EscandaloPolitico #Investigacao #Debate #Repercussao #PolemicadoDia #PodcastBrasil #YoutubeBrasil #NoticiasPolitica

Jose Candeias - HÀ Conversa
Vilar Formoso - Feira da Diversidade, Clotilde Rodrigues

Jose Candeias - HÀ Conversa

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 9:35


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Cultura
Teatro: Tiago Rodrigues projeta os próximos 80 anos de Avignon e convida o Brasil ao debate

Cultura

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 6:03


Primeiro estrangeiro a dirigir o Festival de Avignon, Tiago Rodrigues conduz a edição dos 80 anos em meio a um contexto dominado pela urgência de garantir acesso democrático à cultura. Com uma programação majoritariamente feminina, que inclui Christiane Jatahy, Lia Rodrigues e Carolina Bianchi, ele destaca a força da cena brasileira e propõe novas alianças. O diretor português afirma que o futuro de Avignon depende das perguntas que ainda precisamos formular e convida o Brasil ao debate. Márcia Bechara, enviada especial a Avignon A programação deste ano, pela primeira vez majoritariamente feminina, inclui três artistas brasileiras em posições centrais: Christiane Jatahy, Lia Rodrigues e Carolina Bianchi, lançada por Avignon em 2023. Para Tiago, essa presença não é apenas simbólica, mas um componente estrutural da presença brasileira no festival. “Eu considero que o Brasil tem grandes artistas, e isso é o essencial. Mais do que definir o que é o teatro brasileiro ou o que é a dança brasileira, eu acho que há enormes artistas brasileiros”. Ele destaca Carolina Bianchi como “uma artista imensa de teatro, de performance, uma grande autora de teatro, uma grande escritora, uma poeta da cena”. A diversidade brasileira, segundo ele, é decisiva para o futuro das artes cênicas. “Carolina Bianchi é um exemplo dessas singularidades que podemos encontrar no teatro brasileiro, porque a cultura brasileira é de uma enorme diversidade. Também podemos encontrar no teatro brasileiro a anti-Carolina Bianchi.” Para Tiago, essa amplitude estética e intelectual precisa ainda ser “cuidada, acolhida, promovida”, sobretudo porque “grupos invisibilizados e oprimidos não tiveram ainda a oportunidade de chegar às ferramentas da criação”. Leia tambémChristiane Jatahy leva Ibsen ao tribunal de Avignon em debate sobre verdade ao lado de Wagner Moura A edição de 2026 marca também a primeira colaboração teatral entre Christiane Jatahy, Wagner Moura e Lucas Paraizo. O projeto parte de uma ideia que, segundo Tiago, “nos seduziu muito – justamente por não ser uma adaptação, mas uma continuação”. Ele explica: “O que acontece depois do fim de Um Inimigo do Povo, de Ibsen?” A estreia mundial em Salvador, seguida por apresentações no Rio de Janeiro (e posteriormente em Lisboa e Amsterdã), reforça a intenção de fortalecer a circulação da obra de Jatahy no Brasil. “Os parceiros europeus de Christiane Jatahy desejaram também contribuir para que seu trabalho estivesse mais presente no Brasil, e que [o espetáculo] fosse criado no Brasil”, afirma o diretor, que também destaca o interesse de festivais como Edimburgo e Holland Festival, coprodutores da peça, na ideia de "coesão social por meio das artes". Uma diretiva que, para ele, não se constrói por consenso, mas pela contraposição de ideias. “Como podemos reunir pessoas em torno das artes e ajudar na coesão social? Mas colocando perguntas, sem exigir pensamento único, sem exigir que todos concordem – e, assim, iniciar um debate?” O ponto de interrogação e os próximos 80 anos O ponto de interrogação que domina toda a comunicação gráfica do festival sintetiza essa postura. Tiago o escolheu como símbolo das perguntas que ele considera essenciais para os próximos 80 anos de Avignon. “Uma multidão de questões”, diz. Ele começa pelas mais urgentes: “Será que o Festival de Avignon vai poder existir ainda por 80 anos com este calor, com este clima, com a crise climática? O que vamos fazer para continuar vivendo festivais como Avignon, em meio ao calor provocado pelas mudanças climáticas? O que nos leva a nos fascinar, mesmo nós, artistas, pela questão do mal, pelos déspotas, pelos violentos? Que fascinação é essa pelo mal?”. A reflexão se estende ao tema do suicídio assistido: “Como pode a sociedade se organizar para acompanhar aqueles que decidem pôr fim à própria vida porque acham que a vida deve terminar – porque estão doentes, porque estão em sofrimento? Como podemos, socialmente, humanamente, mas também juridicamente, acompanhar essa decisão?”, questiona Rodrigues. As questões propostas por Christiane Jatahy e Wagner Moura também interpelam o festival. “Nesta sociedade da opinião pública rápida, que condena publicamente, qual é o lugar da justiça naquilo que são as nossas vidas? E como podemos participar dessa justiça e nos dar o tempo de reflexão que a justiça merece?”, sublinha o diretor. Leia tambémLia Rodrigues conduz jovens artistas em formação e amplia escuta pela diversidade em Avignon Primeiro estrangeiro a dirigir o Festival de Avignon, Tiago Rodrigues afirma que a história do evento impõe uma responsabilidade que não pode ser negociada. Ele lembra que o festival nasceu em 1947, no pós-guerra, criado por Jean Vilar e por antigos resistentes à ocupação nazista, e que essa origem define o presente. "O código genético deste festival, fundado em 1947 depois da Segunda Guerra Mundial por Jean Vilar, com ajuda de antigos resistentes contra a ocupação nazista. Seria uma traição à responsabilidade histórica deste festival e aos seus valores colaborar com a extrema direita. Esse é o meu entendimento, e é a minha responsabilidade tomar essa decisão enquanto diretor de um festival que é progressista, republicano, democrático e, portanto, nos dias de hoje, ecologista, feminista, antirracista, antifascista.” O Festival de Avignon segue em cartaz no sul da França até 25 de julho.

Culture en direct
Dans la bibliothèque de... : Dans la bibliothèque de Tiago Rodrigues

Culture en direct

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 59:11


durée : 00:59:11 - Les émissions culturelles de France Culture - par : Marie Richeux - Le Festival d'Avignon a lieu du 4 au 25 juillet 2026 et son directeur Tiago Rodrigues nous fait découvrir sa bibliothèque, où se côtoient Han Kang, Camille de Toledo, ou encore le poète Fernando Assis Pacheco, des auteurs en résonance avec les imaginaires de la prochaine édition du festival. - équipe : Jeanne Aléos, Mathilde Wagman, Marianne Chassort, Alexandre Alajbegovic, Cyril Marchan, Vivien Demeyère, Julie Gastal Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France

Single Jungle
Extrait - Maud Le Rest - santé mentale des hommes : beaucoup n'ont pas d'ami·es à qui se confier o_O

Single Jungle

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 2:53


Extrait de l'épisode avec Maud Le Rest, journaliste, autrice de "Tu devrais voir quelqu'un" (éditions Anne Carrière).Plusieurs sujets évoqués :1) la solitude des hommes. Ils ne prennent pas soin d'eux, donc ils ne prennent pas soin de leurs relations amicales, donc ils n'ont pas d'ami·es à qui se confier en cas de besoin. C'est un cercle vicieux en termes de santé mentale. 2) le patriarcat, à travers la pop culture notamment, a conditionné les femmes à aimer / désirer, les hommes fuyants, émotionnellement indisponibles, taciturnes. C'est le terreau des violences. Voir : "Désirer la violence - ce(ux) que la pop culture nous apprend à aimer" de Chloé Thibaud (éditions Les Insolentes), et "Dix questions sur la culture du viol" de Valérie Rey Robert (éditions Libertalia)3) les raisons évoquées par les hommes pour refuser de prendre en charge leur santé mentale (attention bcp de mauvaise foi dans leurs propos)4) les hommes qui ont le budget, le temps, l'énergie, pour participer à des marathons, refusent de prendre soin de leur santé mentale. Donc non, ce n'est pas une question d'argent, de temps pour d'énergie. Episode complet : https://singlejungle.lepodcast.fr/rediff-maud-le-rest-hommes-et-sante-mentale-solitude-plus-refus-de-se-soigner-egal-consequences-sur-toute-la-societe Un épisode initialement diffusé le 18 décembre 2024, et qui a été très apprécié. N'hésitez pas à l'envoyer aux hommes de votre entourage, car ils sont très rares à prendre en charge leur santé dont leur santé mentale. L'occasion aussi de vous signaler la sortie du nouveau livre de Maud Le Rest, aux éditions La Meute "Toi t'es pas comme les autres filles”, sur le phénomène des "pick me", ou syndrome de la Schtroumpfette, ces femmes qui n'ont pas encore découvert le féminisme, la sororité, et souhaitent à tout prix être choisies, validées par les hommes. Maud Le Rest est journaliste et autrice, elle consacre un ouvrage, "Tu devrais voir quelqu'un" (éditions Anne Carrière), à un sujet d'utilité publique : la santé mentale des hommes, leur refus d'en prendre soin, et l'impact que ce choix catastrophique, a sur la société entière, et en premier lieu, les femmes. Le Bechdel test est une des illustrations : est-il possible qu'au cinéma, 2 femmes parlent d'autre chose ensemble que d'un homme de leur vie ? Notre vie entière est consacrée en bonne partie à prendre soin des hommes : père, frère(s), grands-parents, oncles, cousins, amis, et un jour.. compagnon, ex-compagnon. 80% de nos séances chez 1 psy tournent autour d'eux. Ces charge mentale, charge affective, charge sexuelle, devraient être partagées. Chères auditrices, chers auditeurs alliés, Maud Le Rest et moi vous invitons à poser la question à tous les hommes autour de vous : combien seraient prêts à consulter pour régler leurs problèmes : addictions, mauvaise gestion financière, professionnelle, affective, manque d'engagement auprès de leurs proches, de leurs amis, violence envers eux-mêmes et envers les autres etc. Indice : commencez par les sportifs et les fêtards, ils ont visiblement du temps et un budget. Reste la volonté, enfin, de prendre soin d'eux, pour avoir enfin de la considération pour autrui, à commencer par les femmes qui les entourent. Bonne écoute ! Précisions : à 13'30 j'évoque une vidéo de France TV Slash, relayé par Odiawara, avec le chanteur Kalash et Fabrice Eboué, et je précise "leur culture créole". Or seul Kalash a une culture créole. Fabrice Eboué est né en Ile de France il est métis, mais son père est camerounais, et sa maman, blanche, normande. Depuis la diffusion de cet épisode, Kalash a été accusé de violences économiques (entre autres) par son ex-femmes et mère de leurs deux filles "Non-paiement de pensions alimentaires, non-respect de certains décisions de justice, conflits récurrents" https://rci.fm/deuxiles/infos/People/Ingrid-Littre-livre-Sa-Verite-sur-sa-relation-avec-KalashSi vous voulez soutenir Single Jungle, avec un don en une seule fois, j'ai ouvert un Tipeee : https://fr.tipeee.com/single-jungle. J'ai suivi le conseil d'auditrices et d'auditeurs qui ont proposé de participer à la hauteur de leurs moyens, ponctuellement, aux frais des épisodes (prise de son/montage et hébergement). Merci aux premières personnes qui ont participé ! Retrouvez Maud Le Rest sur les réseaux sociauxhttps://www.instagram.com/maudlerest/https://x.com/MaudLeResthttps://bsky.app/profile/maudlerest.bsky.social Références citées dans l'épisode ou en bonus ou recommandées par l'invitée (à suivre) PodcastsSingle Jungle Ep.75 Francis Dupuis Déri "Les hommes et le féminisme, faux amis, poseurs ou alliés" https://singlejungle.lepodcast.fr/ep-point-75-francis-dupuis-deri-les-hommes-et-le-feminisme-faux-amis-poseurs-ou-allies VidéosVidéo de Maud Le Rest pour Konbini https://www.instagram.com/p/DCbvIfpgE0a/Témoignage de Kalash (artiste rappeur, chanteur), ayant grandi en Martinique, sur sa prise en charge de sa santé mentale https://www.instagram.com/reel/C3GXuyYo6PY/?igsh=djA5YmlqdXgyamh1 Il y a aussi le témoignage de Fabrice Eboué, humoriste, dans le même épisodeVidéo humoristique et sincère de Thomas Sii, sur son père qui se moque de lui car il consulte 1 psy https://www.instagram.com/reel/DCUUIlHgOZb/?igsh=aTNwbTVwbWNlYXBvVidéo de Kevin Ozg sur les hommes qui refusent de montrer des émotions ou parler de leurs sentiments (autre que la colère) https://vm.tiktok.com/ZGdNV7swu/ Aide financière pour consulter 1 psyUne séance de psy gratuite et sans ordonnance chaque mois pour tous les Français dès le 1er janvier 2025 Cette initiative s'inscrit dans le cadre du programme “Mon soutien psy”, lancé en 2022. À l'époque, il offrait huit séances gratuites par an, mais uniquement sur prescription médicale. Jusqu'ici limité à 8 séances annuelles gratuites sur ordonnance, il passe à 12 consultations par an sans formalités. https://www.sortiraparis.com/actualites/a-paris/articles/322452-sante-mentale-une-seance-de-psy-gratuite-chaque-mois-pour-les-francais-des-2025Le dispositif mis en place en place en mars 2021 à destination des étudiants à la suite de l'épidémie de Covid-19 est prolongé en 2023 (et 2024 ?). Vous êtes étudiant·e et vous ressentez le besoin d'une aide psychologique ? Vous pouvez bénéficier de 8 consultations gratuites avec un psychologue, sans avance de frais. Tous les étudiants qui le souhaitent peuvent en bénéficier." https://www.service-public.fr/particuliers/actualites/A14726 Si vous vivez dans une localité où il n'y a pas de psy ou s'ils/elles n'ont pas de disponibilités avant plusieurs semaines, vous pouvez faire une téléconsultation, notamment via Qare https://www.qare.fr/ Si vous n'avez droit à aucune aide financière mais que vous souhaitez suivre une thérapie, un travail sur votre estime de soi, et pensez ne pas en avoir les moyens. Vous pouvez poser la question aux psychologues/psychiatres dans votre secteur (à voir sur Doctolib), il arrive régulièrement qu'ils/elles acceptent d'adapter leur tarif à leur patientèle. Dans mon cas par exemple, ma psy pratiquait le tarif de base de 40€ la séance (non remboursée par la sécurité sociale ou mutuelle), je ne pouvais pas aller au-delà de 30€ la séance la 1ère année, elle a accepté, le temps que mes finances s'améliorent. Et je sais que pour d'autres patientes (dont une de mes amies intermittente du spectacle), elle peut descendre à 20€ par exemple. Il suffit d'en parler ! Votre santé mentale mérite d'y réfléchir ! C'est le meilleur cadeau qu'on puisse s'offrir. Sujet évoqué dans le podcast "Thune", réalisé par Laurence Vély et Anna Borrel, dans cet épisode "l'argent sur le divan" avec la psychanalyste Mathilda Audasso https://podcasts.apple.com/fr/podcast/largent-sur-le-divan-avec-mathilda-audasso-psychanalyste/id1538572182?i=1000583258570 Si vous n'êtes pas encore prêt·e mais vous vous intéressez à la psychologie, psychanalyse, vous pouvez écouter et lire les chroniques de Mardi Noir (Emmanuelle Laurent) https://www.slate.fr/source/199596/mardi-noir et en podcast (pas les mêmes thématiques que les articles) : "ça tourne pas rond" https://www.slate.fr/audio/ca-tourne-pas-rond/ produit et réalisé par Slate.fr sous la direction de Christophe Carron et Benjamin Saeptem Hours. Montage et réalisation : Aurélie Rodrigues. AVERTISSEMENT IMPORTANT : Ne jamais s'inscrire sur une application ou site de rencontres payant sans 1) lire les avis sur Google (Play store) ou Apple (App store) 2) lire les conditions tarifaires de l'abonnement. Ainsi je vous déconseille fortement le site PARSHIP, qui pratique l'extorsion : on ne peut pas résilier avant 1 an obligatoire, même si on n'utilise plus le service, qui n'est pas satisfaisant, car très peu de personnes dans votre région. Le service client n'a que mépris pour les clients et le service communication ne veut rien entendre (un comble), aucun arrangement possible. Donc évitez une dépense inutile.Episode enregistré en novembre 2024 chez Isabelle, à Paris, merci à elle et à son chat pour leur hospitalité.Prise de son, montage et mixage : Isabelle FieldMusique : Nouveau générique ! Vous l'avez reconnu ? C'est le générique de la série mythique des années 90 "Code Quantum" avec Scott Bakula. J'adore cette série, féministe, inclusive. Dédicace à Richard Gaitet (Arte Radio), auteur, fan inconditionnel aussi de cette série.Virgules sonores : Edouard JoguetLogo conçu par Lynda Mac-ConnellHébergement : Podcloud

Ide e Pregai
Ande na luz!

Ide e Pregai

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 10:48


leitura e meditação de I João 1:5-10, por Missionária Andréa Rodrigues

Ide e Pregai
Receba Forças!

Ide e Pregai

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 8:14


leitura e meditação de Isaías 40:28-31, por Missionária Andréa Rodrigues

MMA Lock of the Night
UFC Oklahoma City Full Card Picks & Predictions | Du Plessis vs Usman | The MMA Lock-Cast #388

MMA Lock of the Night

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 75:25


MMA Lock of the Night is back to give you breakdowns and predictions for UFC Oklahoma City: Du Plessis vs Usman. Also on the main card card, Cannonier vs Duncan, Hooper vs Ramirez, Ricci vs Kline, and McMillen vs Montes.

Single Jungle
Rediff Maud Le Rest - hommes & santé mentale : solitude + refus de se soigner = conséquences sur toute la société

Single Jungle

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 42:35


Un épisode initialement diffusé le 18 décembre 2024, et qui a été très apprécié. N'hésitez pas à l'envoyer aux hommes de votre entourage, car ils sont très rares à prendre en charge leur santé dont leur santé mentale. L'occasion aussi de vous signaler la sortie du nouveau livre de Maud Le Rest, aux éditions La Meute "Toi t'es pas comme les autres filles”, sur le phénomène des "pick me", ou syndrome de la Schtroumpfette, ces femmes qui n'ont pas encore découvert le féminisme, la sororité, et souhaitent à tout prix être choisies, validées par les hommes. Maud Le Rest est journaliste et autrice, elle consacre un ouvrage, "Tu devrais voir quelqu'un" (éditions Anne Carrière), à un sujet d'utilité publique : la santé mentale des hommes, leur refus d'en prendre soin, et l'impact que ce choix catastrophique, a sur la société entière, et en premier lieu, les femmes. Le Bechdel test est une des illustrations : est-il possible qu'au cinéma, 2 femmes parlent d'autre chose ensemble que d'un homme de leur vie ? Notre vie entière est consacrée en bonne partie à prendre soin des hommes : père, frère(s), grands-parents, oncles, cousins, amis, et un jour.. compagnon, ex-compagnon. 80% de nos séances chez 1 psy tournent autour d'eux. Ces charge mentale, charge affective, charge sexuelle, devraient être partagées. Chères auditrices, chers auditeurs alliés, Maud Le Rest et moi vous invitons à poser la question à tous les hommes autour de vous : combien seraient prêts à consulter pour régler leurs problèmes : addictions, mauvaise gestion financière, professionnelle, affective, manque d'engagement auprès de leurs proches, de leurs amis, violence envers eux-mêmes et envers les autres etc. Indice : commencez par les sportifs et les fêtards, ils ont visiblement du temps et un budget. Reste la volonté, enfin, de prendre soin d'eux, pour avoir enfin de la considération pour autrui, à commencer par les femmes qui les entourent. Bonne écoute ! Précisions : à 13'30 j'évoque une vidéo de France TV Slash, relayé par Odiawara, avec le chanteur Kalash et Fabrice Eboué, et je précise "leur culture créole". Or seul Kalash a une culture créole. Fabrice Eboué est né en Ile de France il est métis, mais son père est camerounais, et sa maman, blanche, normande. Depuis la diffusion de cet épisode, Kalash a été accusé de violences économiques (entre autres) par son ex-femmes et mère de leurs deux filles "Non-paiement de pensions alimentaires, non-respect de certains décisions de justice, conflits récurrents" https://rci.fm/deuxiles/infos/People/Ingrid-Littre-livre-Sa-Verite-sur-sa-relation-avec-Kalash Si vous voulez soutenir Single Jungle, avec un don en une seule fois, j'ai ouvert un Tipeee : https://fr.tipeee.com/single-jungle. J'ai suivi le conseil d'auditrices et d'auditeurs qui ont proposé de participer à la hauteur de leurs moyens, ponctuellement, aux frais des épisodes (prise de son/montage et hébergement). Merci aux premières personnes qui ont participé ! Retrouvez Maud Le Rest sur les réseaux sociauxhttps://www.instagram.com/maudlerest/https://x.com/MaudLeResthttps://bsky.app/profile/maudlerest.bsky.social Références citées dans l'épisode ou en bonus ou recommandées par l'invitée (à suivre) PodcastsSingle Jungle Ep.75 Francis Dupuis Déri "Les hommes et le féminisme, faux amis, poseurs ou alliés" https://singlejungle.lepodcast.fr/ep-point-75-francis-dupuis-deri-les-hommes-et-le-feminisme-faux-amis-poseurs-ou-allies VidéosVidéo de Maud Le Rest pour Konbini https://www.instagram.com/p/DCbvIfpgE0a/Témoignage de Kalash (artiste rappeur, chanteur), ayant grandi en Martinique, sur sa prise en charge de sa santé mentale https://www.instagram.com/reel/C3GXuyYo6PY/?igsh=djA5YmlqdXgyamh1 Il y a aussi le témoignage de Fabrice Eboué, humoriste, dans le même épisodeVidéo humoristique et sincère de Thomas Sii, sur son père qui se moque de lui car il consulte 1 psy https://www.instagram.com/reel/DCUUIlHgOZb/?igsh=aTNwbTVwbWNlYXBvVidéo de Kevin Ozg sur les hommes qui refusent de montrer des émotions ou parler de leurs sentiments (autre que la colère) https://vm.tiktok.com/ZGdNV7swu/ Aide financière pour consulter 1 psyUne séance de psy gratuite et sans ordonnance chaque mois pour tous les Français dès le 1er janvier 2025 Cette initiative s'inscrit dans le cadre du programme “Mon soutien psy”, lancé en 2022. À l'époque, il offrait huit séances gratuites par an, mais uniquement sur prescription médicale. Jusqu'ici limité à 8 séances annuelles gratuites sur ordonnance, il passe à 12 consultations par an sans formalités. https://www.sortiraparis.com/actualites/a-paris/articles/322452-sante-mentale-une-seance-de-psy-gratuite-chaque-mois-pour-les-francais-des-2025Le dispositif mis en place en place en mars 2021 à destination des étudiants à la suite de l'épidémie de Covid-19 est prolongé en 2023 (et 2024 ?). Vous êtes étudiant·e et vous ressentez le besoin d'une aide psychologique ? Vous pouvez bénéficier de 8 consultations gratuites avec un psychologue, sans avance de frais. Tous les étudiants qui le souhaitent peuvent en bénéficier." https://www.service-public.fr/particuliers/actualites/A14726 Si vous vivez dans une localité où il n'y a pas de psy ou s'ils/elles n'ont pas de disponibilités avant plusieurs semaines, vous pouvez faire une téléconsultation, notamment via Qare https://www.qare.fr/ Si vous n'avez droit à aucune aide financière mais que vous souhaitez suivre une thérapie, un travail sur votre estime de soi, et pensez ne pas en avoir les moyens. Vous pouvez poser la question aux psychologues/psychiatres dans votre secteur (à voir sur Doctolib), il arrive régulièrement qu'ils/elles acceptent d'adapter leur tarif à leur patientèle. Dans mon cas par exemple, ma psy pratiquait le tarif de base de 40€ la séance (non remboursée par la sécurité sociale ou mutuelle), je ne pouvais pas aller au-delà de 30€ la séance la 1ère année, elle a accepté, le temps que mes finances s'améliorent. Et je sais que pour d'autres patientes (dont une de mes amies intermittente du spectacle), elle peut descendre à 20€ par exemple. Il suffit d'en parler ! Votre santé mentale mérite d'y réfléchir ! C'est le meilleur cadeau qu'on puisse s'offrir. Sujet évoqué dans le podcast "Thune", réalisé par Laurence Vély et Anna Borrel, dans cet épisode "l'argent sur le divan" avec la psychanalyste Mathilda Audasso https://podcasts.apple.com/fr/podcast/largent-sur-le-divan-avec-mathilda-audasso-psychanalyste/id1538572182?i=1000583258570 Si vous n'êtes pas encore prêt·e mais vous vous intéressez à la psychologie, psychanalyse, vous pouvez écouter et lire les chroniques de Mardi Noir (Emmanuelle Laurent) https://www.slate.fr/source/199596/mardi-noir et en podcast (pas les mêmes thématiques que les articles) : "ça tourne pas rond" https://www.slate.fr/audio/ca-tourne-pas-rond/ produit et réalisé par Slate.fr sous la direction de Christophe Carron et Benjamin Saeptem Hours. Montage et réalisation : Aurélie Rodrigues. AVERTISSEMENT IMPORTANT : Ne jamais s'inscrire sur une application ou site de rencontres payant sans 1) lire les avis sur Google (Play store) ou Apple (App store) 2) lire les conditions tarifaires de l'abonnement. Ainsi je vous déconseille fortement le site PARSHIP, qui pratique l'extorsion : on ne peut pas résilier avant 1 an obligatoire, même si on n'utilise plus le service, qui n'est pas satisfaisant, car très peu de personnes dans votre région. Le service client n'a que mépris pour les clients et le service communication ne veut rien entendre (un comble), aucun arrangement possible. Donc évitez une dépense inutile.Episode enregistré en novembre 2024 chez Isabelle, à Paris, merci à elle et à son chat pour leur hospitalité.Prise de son, montage et mixage : Isabelle FieldMusique : Nouveau générique ! Vous l'avez reconnu ? C'est le générique de la série mythique des années 90 "Code Quantum" avec Scott Bakula. J'adore cette série, féministe, inclusive. Dédicace à Richard Gaitet (Arte Radio), auteur, fan inconditionnel aussi de cette série.Virgules sonores : Edouard JoguetLogo conçu par Lynda Mac-ConnellHébergement : Podcloud

Arctic Circle Podcast
Arctic Conversations for Non-Arctic and Non-Observer States

Arctic Circle Podcast

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 61:35


Why are nations that have no Arctic territory and no observer status in Arctic governance bodies interested in the region and what do they have to contribute?Joining the conversation are:Jefferson Simões, Professor at the Universidade Federal de Rio Grande do Sul, Member of the Brazilian Academy of Sciences, and Former Vice-President of the Scientific Committee on Antarctic Research (SCAR)Eda Ayaydin, Lecturer at the University of London Institute in Paris and Researcher at the Malaurie Institute of Arctic ResearchSalomé Mormentyn, Polar Initiative Manager at the Prince Albert II of Monaco FoundationCéline Rodrigues, Researcher at the Portuguese Institute of International Relations (IPRI-NOVA)The Session is moderated by Andreas Raspotnik, Director of the High North Center for Business and Governance at Nord University, Norway, and Senior Researcher at the Fridtjof Nansen Institute, Norway.This discussion was recorded live at the Arctic Circle Rome Forum — Polar Dialogue, held March 3rd–4th, 2026.Arctic Circle is the largest network of international dialogue and cooperation on the future of the Arctic. It is an open democratic platform with participation from governments, organizations, corporations, universities, think tanks, environmental associations, Indigenous communities, concerned citizens, and others interested in the development of the Arctic and its consequences for the future of the globe. It is a nonprofit and nonpartisan organization.  Learn more about Arctic Circle at www.ArcticCircle.org or contact us at secretariat@arcticcircle.orgTWITTER:@_Arctic_CircleFACEBOOK:The Arctic CircleINSTAGRAM:arctic_circle_org

Motorsport.com Brasil
Podcast 395: Futuros de Max, Russell e Gabriel: Ex empresário de Rubinho na F1 analisa! G.Rodrigues, Pipo e Da Costa

Motorsport.com Brasil

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 50:42


O Podcast Motorsport.com está mais do que especial. O programa foi gravado diretamente do Autódromo de Interlagos, durante as 6 Horas de São Paulo. Geraldo Rodrigues, lendário empresário de pilotos bateu um papo com Erick Gabriel e Felipe Motta, apresentador dos canais ESPN. Além disso, o programa traz entrevistas exclusivas com Pipo Derani e António Felix da Costa.

Ide e Pregai
Você é mais que vencedor!

Ide e Pregai

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 9:45


leitura e meditação de Romanos 8:31-39, por Missionária Andréa Rodrigues

Ide e Pregai
Confie no Senhor e descanse!

Ide e Pregai

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 8:21


leitura e meditação de João 14:1-4, por Missionária Andréa Rodrigues

Assunto Nosso
Assunto Nosso - Antônio Fontoura e Fernanda Bernardes Rodrigues, SUS Gaúcho e Otorrinolaringologia

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 24:40


Antônio Fontoura e Fernanda Bernardes Rodrigues participaram do programa Assunto Nosso para falar sobre os atendimentos em Otorrinolaringologia pelo SUS Gaúcho no Hospital Vera Cruz.

Arauto Repórter UNISC
Assunto Nosso - Antônio Fontoura e Fernanda Bernardes Rodrigues, SUS Gaúcho e Otorrinolaringologia

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 24:40


Antônio Fontoura e Fernanda Bernardes Rodrigues participaram do programa Assunto Nosso para falar sobre os atendimentos em Otorrinolaringologia pelo SUS Gaúcho no Hospital Vera Cruz.

Semana em África
Guiné-Bissau: a semana em que Domingos Simões Pereira voltou para a prisão

Semana em África

Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 7:56


Sejam bem-vindos ao magazine Semana em África, a rúbrica onde recapitulamos os principais acontecimentos da semana no continente africano. Esta semana fica marcada por uma nova reviravolta na Guiné-Bissau com o principal líder da oposição, Domingos Simões Pereira, a ter sido colocado em prisão preventiva, esta sexta-feira.  Simões Pereira vai cumprir uma ordem decretada por um Juiz de Instrução Criminal, no âmbito de uma investigação sobre a sua alegada participação num golpe de Estado que teria ocorrido em outubro de 2025. A defesa diz tratar-se de uma "cabala política".  De acordo com os advogados de defesa e fontes familiares, Simões Pereira foi conduzido por volta das 10 horas, hora de Bissau, para as instalações da Segunda Esquadra, onde vai cumprir a prisão preventiva. A medida teria sido decretada na quinta-feira, pelo Juiz de Instrução Criminal, Mamadu Embalo, dando deferimento a um pedido nesse sentido que tinha sido formulado pela Promotoria da Justiça Militar. O opositor Fernando Dias da Costa, que reclama ter vencido as eleições presidenciais de Novembro passado, entretanto interrompidas pelo golpe de Estado militar, denunciou o que considera ser uma perseguição política a Simões Pereira. Dias da Costa afirma que Pereira é vítima de perseguição unicamente por ter apoiado a sua candidatura às eleições de Novembro. Entretanto, os advogados de defesa do líder do PAIGC e presidente eleito do parlamento guineense, não compareceram ao Tribunal Militar, onde Simões Pereira, está a ser investigado, por considerarem que o seu processo ganhou contornos políticos e não judiciais. Portanto, dizem, não valia a pena ir ao Tribunal, instância da qual não receberam nenhuma notificação. Seja como for, é facto que Domingos Simões Pereira está detido na Segunda Esquadra, onde já esteve de 26 Novembro de 2025 a 31 Janeiro deste ano. Desde essa altura, Pereira encontrava-se em prisão domiciliária, sob forte vigilância policial. Após ser ouvido pelo Tribunal Militar na quarta-feira, o responsável político tinha sido notificado ontem à noite para tornar a comparecer perante a justiça nesta sexta-feira. Uma situação perante a qual as eurodeputadas portuguesas Catarina Martins e Marta Temido, bem como a diplomata Ana Gomes, manifestaram o seu repúdio denunciando o que qualificaram de inacção da comunidade internacional.  Guiné-Bissau: referendo a 30 de Agosto sobre nova Constituição Ainda na Guiné-Bissau, os cidadãos serão chamados no próximo dia 30 de Agosto a pronunciar-se sobre a nova Constituição do país. A sociedade civil insurge-se contra esta iniciativa, que apelida de "teatro". Cada guineense com capacidade eleitoral activa vai dizer “sim” ou “não” como resposta. A consulta popular será feita por sufrágio universal, directo, secreto e pessoal, sobre a entrada em vigor da nova Constituição da República aprovada pelo Conselho Nacional de Transição. O decreto presidencial, assinado por Horta Inta-a esclarece que “o Supremo Tribunal de Justiça emitiu parecer favorável” à realização do referendo. A questão que se coloca é saber o que diz a própria Constituição já que a maioria dos guineenses desconhece as novas formulações que constam do texto revisto pelo Conselho Nacional de Transição, órgão que exerce as competências do parlamento guineense. Os militares tomaram o poder a 26 de novembro de 2025, num golpe de Estado e uma das primeiras acções foi a alteração da Constituição da República da Guiné-Bissau que passa a dar mais poderes ao Presidente da República. A oposição e as organizações da sociedade civil têm criticado todo o processo que conduziu à alteração da Constituição que dizem foi feita por via da força. Seja como for, no próximo dia 30 de agosto, os guineenses serão chamados a dizer se concordam ou não com a nova Constituição da República. Armando Lona, coordenador da Frente popular, representando a sociedade civil, denuncia um "teatro".  "Não passa de uma aberração crónica, uma fuga para a frente por parte de um grupo que, todos nós sabemos que assaltou as instituições, que instalou uma ditadura sanguinária na Guiné-Bissau nos seis últimos anos. Apesar da derrota que sofreu nas eleições de 23 de novembro de 2025, não se acomodou, não se convenceu. Continua a multiplicar encenações, golpes cerimoniais, teatros, como agora estamos a assistir com esse pseudo referendo que não passa de um autêntico teatro no circo. Porque um referendo constitucional, em qualquer parte do mundo, é um acto de soberania popular. Acontece dentro de um quadro histórico duma realidade histórica interpretada pelo povo sobre a necessidade ou não de proceder a um referendo. E quando acontece, acontece dentro dos parâmetros legais, devidamente legitimado pelo povo do país. Na Guiné-Bissau temos leis que indicam claramente como é que se deve proceder perante um referendo popular. Qualquer revisão constitucional tem que decorrer dentro desses parâmetros legais. Portanto, o que está a acontecer nesse momento é um autêntico teatro de um bando que capturou as instituições da Guiné-Bissau, que tenta a todo o custo salvaguardar o regime que já está desmoronado. Um regime que está completamente à deriva, portanto. E tudo isso não passa de um teatro"." Neste contexto, acha que, porventura, muitos guineenses já tomaram conhecimento das alterações que a transição preconiza? Acha que as pessoas estão esclarecidas sobre o que vai ser o objecto deste referendo? Os guineenses não avaliam essas mudanças oportunísticas, essas mudanças ilegais. O que os guineenses avaliam é a tentativa da sua confiscação, da vontade exprimida nas urnas. O povo da Guiné-Bissau escolheu um presidente no dia 23 de Novembro de 2025 e aconteceu um falso golpe para poder impedir que este presidente assumisse as funções presidenciais. Tudo o que nós estamos a assistir até agora faz parte desse projecto de confiscação da vontade popular. E o povo da Guiné-Bissau não reconhece esse grupo, esse bando. O povo da Guiné-Bissau está determinado a lutar para fazer valer a vontade expressa soberanamente nas urnas. Moçambique: Igreja quer esclarecimentos sobre assassinato de bispo de Quelimane A igreja católica, realça o presidente da conferência episcopal de Moçambique, Dom Inácio Saúre, está preocupada e busca respostas para o que aconteceu na madrugada dia 06 de Junho na residência pastoral na cidade de Quelimane onde sabe-se apenas que Dom Osório Citora foi morto a tiro. "Ficando apenas o que foi dito publicamente pela imprensa de que o bispo foi morto a tiro, por uma arma de fogo sem nenhuma referencia as possíveis respostas para as perguntas cruciais tais como: quem matou exactamente Dom Osório, quem foi o mandante e quais seriam as motivações do assassinato". A Conferência Episcopal de Moçambique pede, diz o arcebispo de Maputo Dom Carlos Nunes, que seja levado a cabo uma nova linha de investigação ao assassinato do bispo de Quelimane. "Ali não é fábrica de armas. Veio de algum sítio, alguém trouxe essa arma. Então que se abra mais o campo porque o modo como agora está sendo orientado parece que é uma coisa de casa, caseira. A igreja tem problemas então é vitima dos seus próprios problemas". A preocupação dos bispos católicos foi manifestada em conferência de imprensa na capital moçambicana. Os arcebispos de Nampula, Dom Inácio Saúre, de Maputo, Dom João Carlos, e o emérito da Beira, Dom Claúdio Dalla Zuanna, mantiveram encontros no dia 04 deste mês de Julho, em Roma, com o Papa Leão XIV e com o Cardeal Pietro Parolin - Secretário de Estado do Vaticano onde onde foi condenado o baleamento do bispo da diocese de Quelimane, Dom Osório Citora. Entretanto, cerca de 1.400 moçambicanos foram repatriados pelas autoridades nacionais após a violência xenófoba na África do Sul. O anúncio foi feito pelo Governo que garante estar a acompanhar a situação e a criar condições para o enquadramento profissional destes cidadãos. O porta-voz do Governo, Inocêncio Impissa, revelou, esta semana, os números de moçambicanos regressados da África do Sul. Em São Tomé e Príncipe, a missão de observação às eleições presidenciais em São Tomé e Príncipe deverá chegar ao país entre dia 14 e 15 de Julho e deverá ser liderada pelo antigo ministro angolano, João Bernardo Miranda. Estas precisões foram feitas por Maria de Fátima Jardim, secretária-executiva da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. O Tribunal Constitucional são-tomense admitiu cinco candidatos às presidenciais de 19 de julho, nomeadamente Eugénio Rodrigues da Trindade Tiny, Nito de Sousa Viegas D'Abreu, Miques João do Nascimento de Jesus Bonfim, Carlos Manuel Vila Nova, que é recandidato ao cargo, e Jorge Bom Jesus, que anunciou a sua desistência já fora do prazo legal. É o ponto final deste magazine Semana em África. Nós, já sabe, estamos de volta na próxima semana. Até lá, fique bem.

Ide e Pregai
Deus te ouve!

Ide e Pregai

Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 7:33


leitura e meditação de Tiago 5-16-18, por Missionária Andréa Rodrigues

Artes
Lia Rodrigues orienta programa de transmissão artística no Festival de Avignon

Artes

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 15:38


O programa “Transmission Impossible” volta pelo terceiro ano consecutivo ao Festival de Avignon. Depois de Mathilde Monnier, desta vez é a coreógrafa brasileira Lia Rodrigues a dirigir o projecto de encontros entre artistas programados e meia centena de jovens de diferentes países, em cumplicidade com os artistas brasileiros Calixto Neto, Silvia Soter da Silveira, Cristina Moura e Daniella Lima. O projecto é um laboratório de experimentação e transmissão que consiste em fazer descobrir, durante 12 dias, o Festival de Avignon. “A ideia é a gente estar num momento juntos” e “a grande coisa está no nosso encontro”, resume Lia Rodrigues. Lia Rodrigues é uma figura de vulto da dança brasileira contemporânea, que, em 2026, completa 70 anos, 50 dos quais dedicados à sua arte. Nesta 80.ª edição do Festival de Avignon, a artista sucede à coreógrafa Mathilde Monnier na direcção artística do projecto "Transmission Impossible". Trata-se de uma imersão no festival de  meia centena de estudantes de artes cénicas ou recém-diplomados, através de um percurso de encontros com artistas programados, espectáculos, debates e masterclasses. Lia Rodrigues descreve-nos este projecto como “um presente para os 70 anos” porque vê como “muito belo” conseguir reunir jovens do mundo inteiro com línguas diferentes. A criadora conta, ainda, que esta “Transmissão Impossível” acontece no “lugar precioso do possível”, ou seja, “o possível de a gente estar juntos, tanta gente de tanto lugar, falando tantas línguas num mesmo lugar, partilhando, falando, celebrando.” Ao longo de vários dias, o grupo trabalha, vê, debate, estuda em conjunto. Afinal, “a ideia é a gente estar num momento juntos” e “a grande coisa está no nosso encontro”, sublinha.  A transmissão está-lhe no ADN, enquanto artista e cidadã. Lia Rodrigues transforma o que faz, em palco e fora dele, num espaço de intervenção social e política, numa ferramenta de reflexão crítica e transformação social. Lembramos, por exemplo, que a coreógrafa fundou a Companhia de Danças Lia Rodrigues, com a qual desenvolve, desde os anos 1990, um trabalho marcado pela aproximação entre arte e comunidade, pela crítica às desigualdades sociais e pela experimentação corporal. Desde 2004, Lia Rodrigues também desenvolve actividades artísticas e educacionais na Favela da Maré, no Rio, em parceria com a ONG Redes da Maré. Dessa colaboração nasceu o Centro de Artes da Maré, aberto ao público em 2009 e a Escola Livre de Danças da Maré, inaugurada em 2011. Doze dos estudantes dessa escola estão, por estes dias, no projecto “Transmission Impossible”, em Avignon, num total de cerca de meia centena de participantes. Fomos falar com a artista na Villa Créative, em Avignon, na primeira semana de trabalho. "Transmission Impossible": 54 artistas e a possibilidade de "mil trampolins" RFI: Como é que nos poderia descrever este projecto “Transmission Impossible”? Lia Rodrigues, Artista: “Esse projecto chega num momento muito especial para mim, como um presente para os meus 70 anos. Esse projecto primeiro foi criado por uma artista, a Mathilde Monnier, junto com o Festival de Avignon e a Fondation Hermès. Isso é muito importante, essa junção de duas instituições com um artista e criar um projeto pedagógico, como você falou, de vulto, porque reunir 54 jovens do mundo inteiro com línguas diferentes é muito belo, sabe? A gente está aqui durante duas semanas trabalhando intensamente.” Como é que imaginou essa transmissão com estes 54 jovens de tantos países? “Sabe que eu estou achando que o nome da Transmissão já diz em si: “Transmissão Impossível”. É impossível.” Porquê? “Porque a gente vê muita coisa. A gente trabalha o dia inteiro, mas tem um lugar precioso do possível: o possível de a gente estar juntos, tanta gente de tanto lugar, falando tantas línguas num mesmo lugar, partilhando, falando, celebrando, às vezes se irritando - porque o calor aqui está terrível - e vendo tantos artistas diferentes com visões do mundo diferentes.” Estar em contacto com estes jovens de todo o mundo é uma forma de aproximação num mundo cada vez mais polarizado? A dança acaba por ter esse papel transmissor? “Eu não acho que a dança tenha esse papel porque a dança não tem papel nenhum a não ser ser dança mesmo. Os alunos, os jovens que se formaram, são de diferentes áreas: de teatro, dança, iluminação, cenografia. E essa diversidade é muito linda porque eu aprendo com eles, eles aprendem com a gente. Então, não é só a dança, é o corpo na sua totalidade que se encontra e que partilha esse momento precioso juntos." O que é que uma artista com 50 anos de carreira ainda aprende com estes jovens? “Se a gente não aprende, a gente morre e eu não quero morrer agora porque eu ainda quero ver meus netos crescerem, eu quero ainda poder fazer coisas, criações. As pessoas mais velhas têm sonhos, elas ainda têm muito a dizer, a gente ainda tem desejo e eu acho isso muito legal de falar porque a gente fala de diversidade, mas a gente fala muito pouco sobre idade.” Essa é uma questão que a marca? “Mas sem dúvida! É impossível não marcar. Eu sempre falo: quando você tiver 70 anos me telefona para ver se você me encontra nesse lugar.” A juventude também contribui para a transmissão? “Tudo, a juventude, a idade, o encontro das gerações é muito lindo, sabe? É ver o passado, o futuro e o presente se misturarem. Quando você tem essa idade, você consegue ter mais acesso ao passado, presente e imaginar um outro futuro.” Gostaria que falássemos também do trabalho na Escola Livre de Dança da Maré, porque também há artistas que estão aqui em Avignon. Como é que o trabalho que faz lá ecoa em Avignon? O que representa para os bailarinos da Escola da Maré estarem cá? "Antes de eu ter esse encontro, que foi uma marca na minha vida como cidadã e como artista, eu já tinha a minha carreira como artista, mas eu tive um encontro muito forte, mediado pela Silvia Soter, que é a minha dramaturga, que foi o encontro com a Rede da Maré, que é uma organização que tem diversos projectos em várias áreas dentro da Favela da Maré. A Favela da Maré tem 140.000 habitantes e eles fazem projectos de educação, cultura, diversidade, questões da mulher, questões do racismo, questões do meio ambiente, questões de moradores de rua e usuários de crack, é muito amplo. Nós, Redes e eu, somos parceiros em dois projectos desde 2004. Nós criámos juntos o Centro de Artes da Maré, que é um lugar para todas as artes dentro da favela e, em 2011, a Escola de Dança da Maré. Desde o seu início, ela é patrocinada, sustentada e só pode existir porque a Fundação Hermès de França nos apoia há mais de 15 anos. Essa escola tem 300 alunos de 8 a 80 anos e um grupo de jovens que são 20, que são jovens artistas que querem talvez seguir a carreira. Dozes deles estão aqui. Nem todos são da Maré porque a gente também cria diversidade dentro da nossa escola. Eu acredito que essa experiência, como para qualquer um de nós e para mim também, é inesquecível.” Pode ser um trampolim para eles? “Os trampolins são muito pequenos. Eu adoro pensar na ideia de mil trampolins porque eles vão pulando de um lugar para o outro e vão conhecendo gente, conhecendo o trabalho, conhecendo gente da idade deles. Isso é lindo essa ideia de trampolim. Depois eles têm que cair na piscina, solitários, para poderem digerir toda essa experiência.” Como tem decorrido o projecto? Encontram os artistas, fazem ateliers de dança, por exemplo? “Primeiro, eu queria deixar claro que eu não faço divisão entre dança, teatro, artes visuais. Nós temos jovens que se formaram em escolas de cenografia, iluminação, teatro, dança, não são só de dança. Isso é muito legal também, o encontro dessas linguagens porque eu acho que elas não se separam finalmente. A gente tem um horário bem intenso, a partir das dez horas, e depois vê vários espectáculos, até à noite. A gente trabalha, tem entrevistas com os artistas que vêm aqui, é demais! Eles vêm-nos visitar, a gente conversa, vai ver espectáculos. Cada mentor, cada um desses mentores que me acompanham, têm formas diferentes de trabalhar, de partilhar, de transmitir. É uma loucura.” O público vai poder depois assistir ou debater com os jovens e consigo sobre este projecto? “A Fundação Hermès e o Festival de Avignon me abraçaram para eu poder realizar a ideia de que a gente não vai mostrar nada, mas a gente vai partilhar alguma coisa muito simples, muito preciosa. Essa é a ideia de a gente estar num momento juntos. É só isso. Não tem grandes coisas. A grande coisa está no nosso encontro.” A Lia Rodrigues está rodeada por artistas cúmplices neste projecto. São artistas com quem já trabalha há algum tempo. Quer-nos falar porque é que escolheu estes cúmplices para a acompanharem neste projecto de transmissão afinal possível? “Olha, é claro que eu não escolhi sozinha porque a gente trabalha com a Fundação Hermès, com o Festival de Avignon. Nós chegamos a um acordo, mas eu achei lindo eu poder escolher brasileiros só porque são pessoas que eu conheço há muito tempo, com as quais eu trabalho de formas diferentes e que eu me sinto a vontade, sabe? Eu tenho que ter pessoas em quem eu confio, que eu posso ficar assim, tranquila, porque eles vão ser generosos com os alunos. Eles têm as suas próprias ideias. Eu acho isso lindo. Então, eu me rodeei de pessoas com as quais eu me sinto confortável.” Nesta geografia dos apoios, incluindo financeiros, às artes performativas, ainda há muitas desigualdades entre o Norte e o Sul… “Claro! É tão óbvio. É só ler o jornal. É só ler os livros!” O que é seria preciso fazer para isso mudar? Avignon é um passo? “Precisa mudar o mundo, as relações internacionais, de força. É isso que precisa. O facto de nós estarmos em Avignon é maravilhoso, é lindo, mas quando você me pergunta isso, eu digo que tudo é conectado. É mudar uma área, mudar outra. E a educação e a guerra? Tudo faz parte do mundo em que a arte está incluída. Então, sem mudar o mundo, as relações de poder, a maneira muito colonial de ver o mundo que ainda existe ou as relações de poder e de força, isso não vai mudar.” A dança tem um papel nessa decolonizaçao? As artes performativas de uma forma geral podem conseguir mexer alguma coisa nas placas tectónicas políticas deste mundo? “Sim e não. Sim e não porque quem vê essas peças? Quantas pessoas podem ver essas peças? Em que lugar do mundo estas peças são vistas? Quem tem acesso a isso? Isso é uma questão que a gente precisa pensar bastante. Por exemplo, essa história de ecologia: ‘Ai, não vou pegar avião, não pode mais pegar avião', isso é uma das coisas mais coloniais que eu já vi na minha vida porque é um luxo poder não pegar avião e não estar no avião. Tem uma pessoa que eu admiro, e que foi muito importante no Brasil, que é o Chico Mendes, lá da Amazónia, que falou que fazer ecologia e pensar ecologia sem justiça social é só fazer jardinagem. E é isso que eu penso.” E pensar a dança sem justiça social? “Não é a dança, é a vida. Eu esqueço que eu faço dança. Para mim, eu sou uma cidadã, é isso que é mais importante na minha vida. Que mundo a gente quer para o futuro, sabe? Tanto faz se for com a dança, como jornalista, com qualquer profissão.” Este ano, o Brasil está no Festival de Avignon representado pela Lia Rodrigues, Carolina Bianchi, Christiane Jatahy, Wagner Moura. Este é um epicentro das artes cénicas do mundo. É importante para si estar em Avignon? “É tão importante quanto estar no Brasil. Cada lugar tem uma importância diferente. É maravilhoso que esses artistas que trazem as ideias deles tão lindamente aqui em Avignon, mas é muito bom que eles pudessem também ir para o Brasil, o que não acontece por questões de investimento, Então, se todos pudessem mostrar os seus trabalhos também no Brasil, seria maravilhoso. Eu acho que é o epicentro de alguma coisa, mas a gente tem vários epicentros no mundo da arte, da produção, só que existe a diferença de recursos para isso.” É um epicentro eurocêntrico? “Com certeza, mas é muito bom que ele exista. A gente tem que lutar para que ele exista e que para outros epicentros possam também existir. Eu acho maravilhoso ver esses artistas aqui, brasileiros, me emociona muito, me comove e me faz feliz. Queria que todo mundo pudesse vê-los.” Vamos ter uma peça sua em breve em Avignon? “Não tenho a menor ideia. Zero ideia e também é assim a vida. Eu estou aqui, eu já estou tão feliz de estar aqui, vendo e me relacionando com esse mundo aqui de Avignon. Isso é o maior presente para mim.”

Ide e Pregai
Onde está sua esperança?

Ide e Pregai

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 8:45


leitura e meditação de Salmos 62:5-8, por Missionária Andréa Rodrigues

Ide e Pregai
Assim você terá a Paz do Senhor!

Ide e Pregai

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 11:16


leitura e meditação de Colossenses 3:12-15, por Missionária Andréa Rodrigues

Camada 8
#78 - Operando uma Rede Multicampi com Carlos Coletti e Valdinei Rodrigues

Camada 8

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 45:45


No novo episódio do Camada 8, convidamos Carlos Coletti eValdinei Rodrigues dos Reis, da FUNDUNESP (Fundação para o Desenvolvimento daUnesp), para uma conversa sobre os desafios de operar a infraestrutura de rededa Unesp, uma das maiores universidades públicas do Brasil, com dezenas decampi espalhados pelo estado de São Paulo.Carlos e Valdinei explicam como funciona a infraestrutura que conecta todasessas unidades, o papel do BGP, a conexão com o IX.br e as diferenças entreadministrar uma rede universitária e uma rede corporativa tradicional. Elestambém contam como foi a experiência da Unesp na implantação do IPv6, iniciadaainda em 2010, os desafios enfrentados com equipamentos legados, a diversidadede dispositivos conectados à rede, e muito mais.Dê o play e confira agora mesmo o novo episódio do quadro Roteamento de Ideiasdo Camada 8!Participantes:Eduardo Barasal Morales (Host) - Coordenador da área de formação de sistemasautônomos do Ceptro.br no NIC.br https://www.linkedin.com/in/eduardo-barasal-moralesTuany Oguro Tabosa (Host) - Evangelista de Tecnologia do Ceptro.br no NIC.br https://www.linkedin.com/in/tuanytabosa/Carlos Coletti (Convidado) - Coordenador de Infraestrutura de TI na Fundunesp https://www.linkedin.com/in/carloscoletti Valdinei Rodrigues (Convidado) - Analista de Redes Sênior na Fundunesp https://www.linkedin.com/in/vrreis Links citados:Semana de Infraestrutura da Internet no Brasil: https://semanainfra.nic.br/Curso BCOP Presencial: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop/Curso BCOP EaD: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop-ead/Programa Acelera NET: https://cursoseventos.nic.br/curso/programa-acelera-net/Semana de Capacitação: https://semanacap.bcp.nic.br/Live Intra Rede: https://intrarede.nic.br/ Curso Básico de IPv6 (EAD): https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-basico-ipv6-ead/ Guia Requisitos de suporte a IPv6 para equipamentos de TIC: https://ipv6.br/post/nova-versao-do-guia-para-compras-ou-licitacoes-de-equipamentos-de-tic-com-suporte-a-ipv6/Agenda de cursos do Ceptro|NIC.br: https://ceptro.br/cursos-eventosRedes Sociais:https://www.youtube.com/nicbrvideos/https://x.com/comuNICbr/https://www.telegram.me/nicbr/https://www.linkedin.com/company/nic-br/https://www.instagram.com/nicbr/https://www.facebook.com/nic.br/https://www.flickr.com/NICbr/Contato:Equipe Ceptro.brcursosceptro@nic.brDireção e áudio:Equipe Ceptro.brEquipe de Comunicação do NIC.brEdição completa por Rádiofobia Podcast e Multimídia: https://radiofobia.com.br/Veja também:https://nic.br/https://ceptro.br/

Ide e Pregai
Acalme-se!

Ide e Pregai

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 10:34


leitura e meditação de Salmos 46,por Missionária Andréa Rodrigues

MateCast
LELÊ RODRIGUES | MATECAST #219

MateCast

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 71:36


Neste episódio do MateCast Guri de Uruguaiana bate um papo com o comediante Lelê Rodrigues.

neste rodrigues uruguaiana
Vida em França
Avignon: Bem-vindos ao “país do teatro” na companhia de Tiago Rodrigues

Vida em França

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 17:49


O Festival de Avignon arrancou a 4 de Julho, e junta, durante três semanas, milhares de pessoas, para esta 80ª edição. Este é o epicentro da história contemporânea do teatro, dirigido pelo encenador, dramaturgo e actor português Tiago Rodrigues. Este ano, há 47 espectáculos, dois de encenadoras lusófonas e a língua convidada é o coreano. Há uma maioria inédita de criadoras mulheres e a linha de força é um enorme ponto de interrogação estampado um pouco por todo o lado nas ruelas da cidade francesa. O teatro anda à solta, sem rédeas, pela cidade de Avignon. Bem-vindos ao “país do teatro, à república independente das artes performativas”, nas palavras e na companhia de Tiago Rodrigues, um dos fazedores desta “fábrica de memórias inesquecíveis para o público”. Uma dessas “memórias” é a primeira maratona teatral em português, de dez horas, com a apresentação, a 12 e 13 de Julho, da Trilogia Cadela Força de Carolina Bianchi. Outra é o espectáculo de cinco horas do francês Julien Gosselin, “Maldoror”, que Tiago Rodrigues acredita que “vai marcar as próximas décadas do teatro francês, europeu e mundial”. E outra, ainda, é a peça “Um julgamento - Depois do inimigo do povo” que descreve como “uma interpretação magistral de uma história do repertório agora reescrita, repensada por Christiane Jatahy e Wagner Moura e com um elenco magistral à volta de Wagner Moura que tem uma prestação absolutamente sublime”. Nesta 80ª edição, “os questionamentos” são a bandeira de um festival que sempre foi sintoma e espelho dos tempos que correm. Este é também “um espaço de liberdade onde os artistas e o público se podem exprimir com toda a liberdade”, reitera o artista, destacando que “em França, como noutros países da Europa e do mundo, a liberdade de expressão e de criação estão a ser ameaçadas”. Mais ainda, em França – diz – “já não se trata apenas de uma ameaça, mas de ataques repetidos em vários territórios”. E, assim, a menos de um ano das próximas eleições presidenciais em França, onde a extrema-direita cresce, Tiago Rodrigues, enquanto director desta instituição e não apenas como cidadão e autor de “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas”, toma já posição e pede às pessoas para não deixarem a extrema-direita chegar ao Palácio do Eliseu. Tiago Rodrigues, português, emigrante, inscreve-se numa longa linhagem histórica de emigração portuguesa para França, mas esta é também uma história familiar e é a história que inspira o seu próximo espectáculo, revelou à RFI em primeira mão. O pai, Rogério Rodrigues, exilou-se em França durante o Estado Novo, o filho é agora o director do maior festival francês de artes cénicas e serve com a sua arte o que chama de “dívida de gratidão” que tem com a sociedade francesa por ter acolhido o pai quando este precisava. RFI: Queria começar com uma expressão que o Tiago Rodrigues gosta muito de usar, que é “o país do teatro”. O festival está na 80ª edição. Até que ponto Avignon continua a ser a capital mundial do teatro? Tiago Rodrigues, Director do Festival de Avignon: “Eu acho que cada vez mais, com o passar do tempo, aquilo que era uma utopia imaginada por Jean Vilar, o encenador que em 1947 funda este festival logo a seguir à Segunda Guerra Mundial, numa sociedade muito dividida e pensa que talvez um festival durante as férias das pessoas - e é preciso relembrar que as férias pagas eram uma novidade na época - durante as férias pagas das pessoas, podia ser um festival que permitisse ao público viver experiências que eles não teriam oportunidade, nem tempo para viver durante o ano, portanto, grandes aventuras teatrais em lugares monumentais que obrigariam a viajar. E é assim que nasce esta ideia, esta utopia de um país do teatro. Um lugar onde viajamos como quem viaja para fazer turismo, como quem viaja para se repousar. E aqui viajamos, sim, pelo turismo, pelo repouso, mas sobretudo pela descoberta dos espectáculos, pela descoberta de uma grande quantidade de estéticas e de visões de um mundo muito diferentes entre si. O tempo fez com que, ao fim de 80 edições, possamos dizer que este é o país do teatro, a república independente das artes performativas. O público vem precisamente com essa sede de ver espectáculos que talvez não tivesse tempo de ver durante o ano. Por exemplo, 'Maldoror', o espectáculo de Julian Gosselin, um grande encenador que dirige o teatro do Odéon, um dos teatros nacionais franceses, e que faz um espectáculo de cinco horas, poderíamos dizer que cinco horas é ambicioso, mas é um espectáculo magistral. O que nós vemos é que ao fim das cinco horas, por volta das duas e meia, três da manhã, todo o público está lá, aplaudiu de pé e viveu essa aventura colectiva que é singular, que só se vive em Avignon, estar num palácio sob as estrelas e ver uma obra de arte que, no meu entender, este ‘Maldoror' vai marcar as próximas décadas do teatro francês, europeu e mundial.” É português, é o primeiro director estrangeiro a dirigir o festival. Esta é a sua quarta edição como director. Conhece os talentos e as dificuldades das artes performativas portuguesas, brasileiras, de dança contemporânea moçambicana e cabo-verdiana, por exemplo, mas este ano só há duas peças lusófonas no cartaz… “Eu permito-me corrigir o “só”, “só há”. O Festival de Avignon é um festival de nomes de expressão mundial e, portanto, é um festival que tem que estar atento a tudo o que se passa no mundo. Saber que, por exemplo, este ano há duas artistas brasileiras e saber que estas duas artistas brasileiras lusófonas, Christiane Jatahy e Carolina Bianchi, que são duas das grandes artistas desta edição, são duas artistas que vêm de um só país lusófono, numa possibilidade de mais ou menos - é discutível a quantidade de países que existe no mundo, mas digamos que são duas centenas, porque depois há questões de legitimidade de algumas fronteiras, etc - mas digamos que em 200 países haver dois espectáculos, ambos vindos do Brasil ou de criadores brasileiros, criadoras neste caso, é, de qualquer das formas, um foco muito importante, uma atenção muito importante. Há muitos países que não estão representados no festival. Este ano, há uma representação de 14 países e, portanto, digamos que a maioria dos países do mundo não estão presentes no ano. A criação lusófona tem duas presenças e, portanto, acho que estamos numa quantidade, numa proporção muito benéfica para a criação lusófona.” Mas o que eu queria mesmo saber - e já percebeu onde quero chegar - é quando é que Avignon vai convidar a língua portuguesa? “Bom, o que eu posso dizer é que recentemente fui reconduzido para um segundo mandato, portanto, serei director do Festival até 2030. E estou muito feliz, muito vaidoso mesmo dessa possibilidade, mas também é um grande privilégio e uma grande responsabilidade também. E sem dúvidas que a língua portuguesa, eu digo desde o início, tem todo o mérito, toda a riqueza, toda a diversidade contemporânea e, sobretudo, toda a grande qualidade das criadoras e dos criadores, sejam portugueses, brasileiros, moçambicanos, angolanos, cabo-verdianos para estar presente no festival. Eu recordo que a lusofonia tem estado muito presente nos últimos anos no festival. No ano passado, a abertura do festival fez-se com uma artista cabo-verdiana, Marlene Monteiro Freitas, foi a primeira vez que Cabo Verde esteve na Cour d'Honneur du Palais des Papes e abriu este festival, ainda por cima no ano em que se celebrava os 50 anos da independência desse país-irmão do meu país-natal, Portugal. E, portanto, temos feito um trabalho de abertura, de aproximação do público de Avignon à criação lusófona ou em língua portuguesa. Sem dúvida que até 2030 a língua portuguesa será certamente uma das línguas convidadas no festival.” A Carolina Bianchi vem ao Festival de Avignon pela segunda vez para apresentar não só o terceiro capítulo da sua Trilogia Cadela Força aqui iniciada, como a trilogia completa, o que perfaz dez horas seguidas de maratona teatral. Isto também é histórico. Já houve maratonas teatrais em Avignon, mas em língua portuguesa, se calhar não… “Em língua portuguesa nunca houve uma aventura destas e estamos muito felizes de poder acompanhar a Carolina e toda a sua equipa da Companhia Cara de Cavalo nisto, que é uma aventura inédita. É o tipo de aventuras que só se pode viver em Avignon, dez horas de teatro. Antes que Carolina Bianchi fosse conhecida do público francês ou europeu, apresentámo-la pela primeira vez em 2023 e logo na altura sabíamos que estávamos comprometidos com continuar a acompanhar a sua trilogia. Entretanto, Carolina Bianchi ganhou o Leão de Prata da Bienal de Veneza, tornou-se numa artista absolutamente reconhecida a nível não apenas europeu, mas mundial. Queríamos estar no lugar do término desta trilogia, a acompanhar a aventura até ao fim e, sobretudo, permitir ao público de descobrir pela primeira vez a trilogia completa inédita. É uma grande aventura para a companhia, que exige enormemente. Também exige do público e das equipas técnicas e de acolhimento. Estamos muito felizes aqui em Avignon de poder propor ao público estas aventuras, porque, como nós costumamos dizer, nós queremos ser uma fábrica de memórias inesquecíveis. E é isso que queremos propor: uma memória inesquecível ao público.” A encenadora brasileira Christiane Jatahy também traz uma peça com um forte teor político. Qual é este alerta também em língua portuguesa que esta peça traz para os dias de hoje? “Christiane Jatahy, acompanhada de Wagner Moura, grande actor que foi este ano nomeado para os Óscares, que ganhou o Globo de Ouro, que ganhou o prémio de interpretação masculina em Cannes no ano passado e, portanto, de alguma forma, é um dos grandes protagonistas deste festival, juntaram-se para - ele actor, ela encenadora, mas ambos como autores do texto deste espectáculo - nos apresentarem um espectáculo que não é uma adaptação de ‘Um Inimigo do Povo' de Henrik Ibsen, mas que se inspira dessa história do dramaturgo norueguês para inventar um processo em tribunal onde se pergunta se alguém que denunciou a contaminação das águas de uma cidade é um herói que tentou ajudar as pessoas, salvar a saúde das pessoas, ou se é um inimigo do povo, alguém que destruiu a economia dessa cidade que dependia das termas, de um spa e dos turistas que vinham. Há um julgamento dessa pessoa e é um julgamento muito também sobre o risco dos julgamentos populares em opinião pública na época das redes sociais, na época em que toda a gente pode exprimir uma opinião, caluniar, difamar e destruir uma reputação publicamente muito facilmente. É uma questão de debate sobre a legitimidade de um gesto político de denúncia, sobre o diálogo entre saúde pública e a economia, essa tensão, também sobre a ecologia muito presente no espectáculo e é, sobretudo, uma interpretação magistral de uma história do repertório agora reescrita e repensada por Christiane Jatahy e Wagner Moura, com um elenco magistral à volta de Wagner Moura, que tem uma prestação absolutamente sublime. Uma peça que nos chega agora de Lisboa, esteve mesmo agora em Portugal em digressão e que é o resultado de uma encomenda que o Festival de Avignon fez com o Holland Festival de Amsterdão e com o Festival de Edimburgo, que são os três festivais europeus fundados no mesmo verão de 1947. Juntos queremos colaborar, continuar a colaborar também para o ano, quando fizermos 80 anos os três festivais e, para este início de colaboração, lançámos o desafio a Christiane Jatahy e a Wagner Moura de criar esta peça e estamos muito felizes. É uma das peças pilar da programação do festival este ano. E muito feliz também que seja a segunda peça falada em português.” Desde a sua primeira edição como director artístico do festival, apresentou “Na Medida do Impossível” e “By Heart” em 2023, “Hécuba, não Hécuba”, em 2024, “A Distância”, em 2025. Antes de ser director, já tinha apresentado “António e Cleópatra”, “Sopro” e “O Cerejal”. Este ano não apresenta peça sua. Posso perguntar porquê? “Porque acho que é importante que o meu trabalho artístico esteja sempre ao serviço do festival e nunca o contrário. E isso exige equilíbrio. Exige, no meu entender - e é a escolha responsável que eu tento fazer - que o meu trabalho não esteja necessariamente sistematicamente presente enquanto artista na programação do festival para deixar espaço a outros, para permitir precisamente que o festival não trabalhe a meu favor, mas o contrário, que quando eu apresento um trabalho, uma peça, um espectáculo no Festival de Avignon, seja para contribuir à programação e também contribuir, de certa maneira, à economia do festival. As digressões dos meus espectáculos produzem receitas que favorecem o festival e que nos permitem convidar outros artistas do festival. E, portanto, eu acredito que o director do Festival de Avignon ou a directora, se forem artistas, devem fazer o seu trabalho no festival, mas devem fazer com a medida que permite que seja o seu trabalho a estar ao serviço do festival e nunca o contrário, como disse. O Tiago Rodrigues é imigrante em França. Não vai poder votar nas presidenciais francesas do próximo ano porque é preciso nacionalidade francesa para isso. Como é que o autor de “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas” olha para estas eleições, nomeadamente depois de Marine Le Pen ter confirmado que se vai candidatar? “Não é apenas o autor de ‘Catarina e a Beleza de Matar Fascistas' ou o cidadão Tiago Rodrigues, mas é também o director do Festival de Avignon que toma posição e a posição é muito clara. O Festival de Avignon já pôde fazê-lo no passado, nas legislativas de 2024, que aconteceram ao mesmo tempo que o festival. O Festival de Avignon fez apelo a uma barragem à extrema-direita e, portanto, à União Nacional de Marine Le Pen, e fez um apelo ao voto no campo democrático. Eu não considero, o Festival de Avignon institucionalmente não considera, que a extrema-direita pertence ao campo democrático. A nossa posição é muito clara. Fazemos um apelo à participação nas eleições e é uma barragem clara, sem ambiguidades, à extrema-direita. Será também o caso para as presidenciais, como foi, aliás, para as municipais de Avignon, onde a extrema-direita perdeu uma derrota forte depois também de o festival ter tomado posição e ter anunciado que não trabalharia com a extrema-direita se esta tomasse o poder na cidade de Avignon. Felizmente não foi o caso e não será o caso, eu creio, também nas presidenciais. Sinto muita confiança na lucidez democrática das francesas e dos franceses.” Avignon é, historicamente, a cidade-teatro aberta à contestação, o festival sempre foi politicamente atravessado pelo seu tempo, como acaba de dizer, assim como em Maio de 68, os debates pós-coloniais, as crises migratórias. Este ano, qual é a causa a atravessar esta edição? “Cada Festival de Avignon é, por um lado, um sintoma de implicação com a actualidade, com os grandes fenómenos da actualidade e, portanto, a cada festival vemos novas questões, novas causas, novos debates a surgirem. E é também por isso que este ano quisemos celebrar esta 80ª edição, pondo as questões e os questionamentos no centro do discurso. Este é um festival que desde 1947, por 80 ocasiões, colocou questões ao mundo, as questões dos artistas, acompanhando os artistas a criar espectáculos que traduzem os seus questionamentos e permitindo ao público de se apropriar destas questões para ter os seus debates. O Festival é muito conhecido pelos seus debates, apaixonantes e apaixonados, por vezes bem intensos, e nós gostamos que seja assim. Gostamos que seja assim, aqui no Café das Ideias, onde estamos e onde acontecem todas as manhãs grandes debates, mas também nas ruas, nas praças, espontaneamente. Discutindo espectáculos, nós discutimos o mundo e questionamos o mundo. Este ano, como todos os anos, julgo que a questões que atravessam a actualidade, seja questões ligadas, por exemplo, às eleições presidenciais, questões ligadas à crise climática, às vagas de calor e à aceleração de medidas que os governos têm que tomar para combater a crise climática, defender a biodiversidade, mas também a vida e o bem-estar das pessoas e questões que são intemporais. Este ano temos, por exemplo, dois Hamlet, portanto, a questão de ‘ser ou não ser', que já existe há 400 anos, aqui está de novo. É esta mistura de questão política e questão íntima, de questão pública e questão individual, que anima a cada ano o festival que quer continuar a ser um festival de liberdade de expressão, de implicação com o mundo, mas com uma grande pluralidade de pontos de vista. Não é um festival de pensamento único que está aqui para convencer as pessoas seja do que for. É um espaço de liberdade onde os artistas e o público se podem exprimir com toda a liberdade, e deve dizer-se isto várias vezes, numa França onde, infelizmente vemos, como noutros países da Europa e do mundo, a liberdade de expressão e de criação a ser ameaçada. A França não é imune a isso. Já não se trata apenas de uma ameaça, mas de ataques repetidos em vários territórios de França. Aqui em Avignon, a primeira coisa que podemos fazer para responder a essa ameaça é praticar toda a liberdade de criação, toda a liberdade de expressão.” É essa a sua assinatura mais pessoal nesta edição? Reafirmar a liberdade de criação junto dos artistas, dar-lhes um espaço seguro aqui no festival? “Eu não acredito em assinaturas pessoais. Isto é o trabalho de mais de 700 pessoas que organizam este festival. O pensamento do festival não emana apenas de mim, é de dezenas de pessoas, de centenas de discussões, ele emana dos artistas e emana do público. E eu convido sempre quem me coloca essa questão de ‘Qual é a marca que tu, enquanto director, queres imprimir? Qual é o teu cunho pessoal?' O meu cunho pessoal é: Perguntem às pessoas na rua o que sentem em relação a este festival, como estão a vivê-lo. É permitir colocar-me ao serviço desta história, desta aventura colectiva que atravessa gerações. São os filhos que transmitiram aos netos, que transmitem aos vindouros este amor do teatro e este amor de poder juntar-se sem ser à volta de uma mesma ideia, juntar-se à volta do debate, à volta do facto de podermos estar juntos, felizes, a desfrutar das artes do teatro em desacordo. Este desacordo é o princípio do diálogo e o diálogo é o fundamento da democracia.” Falou da questão da filiação, da transmissão intergeracional. Está em França há quatro anos. Emigrou como o seu pai e como tantos milhares de portugueses o fizeram no século XX, durante a ditadura portuguesa. O seu pai foi acolhido pela França e o Tiago é convidado pela França para dirigir o maior festival de teatro francês, quando justamente há esta ameaça de a extrema-direita chegar ao poder. Isto é uma história que poderia dar uma peça de teatro. Qual é o poder simbólico desta história no contexto político actual? “Devo dizer que, enquanto director do Festival de Avignon, português, saber que estou ao serviço desta aventura, dos valores democráticos, republicanos, progressistas deste festival que é um festival também ecologista, feminista, anti-racista porque defende esses valores da democracia, da liberdade, da igualdade, da fraternidade, saber-me ao serviço destes valores, através deste festival, é para mim, de alguma forma, tentar também pagar a dívida de gratidão que tenho em relação à sociedade francesa que acolheu o meu pai quando o meu pai precisava de ser acolhido.” Obrigada por continuar a transmitir esta história e obrigada por também transmitir a história da emigração. “Vou dizê-lo para a RFI, é a primeira vez que falo disto publicamente: acho que será o tema do meu próximo espectáculo.”

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Marcelo Rodrigues, CEO da GNLink | podcast gas week #25

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Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 53:19


Marcelo Rodrigues, CEO da GNLink, explica o funcionamento do mercado de GNL em pequena escala (small scale) e como a empresa opera três plantas de liquefação no Paraná, Bahia e Rio Grande do Norte. Ele detalha os planos de dobrar a capacidade para 600 mil metros cúbicos por dia até 2028. O executivo também analisa as oportunidades no transporte pesado, a parceria com distribuidoras para interiorizar o gás, a entrada da Copa Energia no capital e as perspectivas para biometano e internacionalização. Uma visão prática de quem está expandindo o acesso ao gás off-grid. Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos debates. Deixe seu like para promover esse conteúdo. Capítulos 00:00 Abertura 02:36 Perfil pessoal de Marcelo Rodrigues 04:12 Um ano da entrada da Copa Energia no capital da GNLink 05:08 1º ciclo de crescimento: três plantas de liquefação em operação 06:23 Foco em 2026 é na estratégia comercial para aumentar capacidade contratada 07:59 Planos de expansão do 2º ciclo de investimentos 09:47 Vantagem competitiva do portfólio diversificado 11:17 Meta de dobrar capacidade para 600 mil m³/dia até 2028 12:02 Vetores de crescimento: indústria e distribuidoras 13:26 Potencial de 30 projetos de gasoduto virtual com distribuidoras 15:00 Engenharia verticalizada acelera conversão de clientes 16:07 Fornecimento a termelétricas de pequeno porte do LRCAP 18:31 Parceria com Oncorp e terminal de GNL em Pernambuco 20:08 Atuação no Polo Gesseiro de Pernambuco com Copergás 21:27 Estratégia para o mercado de transporte pesado 23:39 Impacto da guerra no Oriente Médio acelera descarbonização 26:12 Foco no modal rodoviário, sem planos para barcaças 27:44 Desafios para destravar caminhões a gás no Brasil 29:25 Competitividade do GNL frente ao GLP subsidiado 32:19 Acesso a capital e linhas de crédito para o setor 35:52 Biometano ainda tem entraves de escala e CAPEX 39:58 Precificação do GNL combina IPCA e Brent 43:55 Potencial de Minas Gerais e tecnologia multimodal 45:37 Internacionalização: Argentina e Paraguai 48:56 Prioridade para o novo governo é destravar escoamento do gás 52:16 Considerações finais e encerramento #GNLink #gasnatural #GNL #smallscale #transportes

Ide e Pregai
Ouça esse conselho!

Ide e Pregai

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 9:08


leitura e meditação de Tiago 3:1-11, por Missionária Andréa Rodrigues

Théâtre et compagnie
"Vous pouvez répéter la question ? Questionnaires de Max Frisch" avec Tiago Rodrigues

Théâtre et compagnie

Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 58:58


durée : 00:58:58 - Théâtre et compagnie - "Quand avez-vous cessé de croire que vous deveniez plus intelligent, ou bien le croyez-vous encore ? Indiquez l'âge." Les comédiens du Jeune Théâtre National adressent à Tiago Rodrigues les grandes questions du Journal de l'écrivain Max Frisch. En direct du festival d'Avignon. - équipe : Sophie-Aude Picon, Oriane Delacroix, Caroline Ouazana Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France

Théâtre
"Vous pouvez répéter la question ? Questionnaires de Max Frisch" avec Tiago Rodrigues

Théâtre

Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 58:58


durée : 00:58:58 - Théâtre - "Quand avez-vous cessé de croire que vous deveniez plus intelligent, ou bien le croyez-vous encore ? Indiquez l'âge." Les comédiens du Jeune Théâtre National adressent à Tiago Rodrigues les grandes questions du Journal de l'écrivain Max Frisch. En direct du festival d'Avignon. - équipe : Sophie-Aude Picon, Oriane Delacroix, Caroline Ouazana Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France

Le grand podcast de voyage
"Vous pouvez répéter la question ? Questionnaires de Max Frisch" avec Tiago Rodrigues

Le grand podcast de voyage

Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 58:58


durée : 00:58:58 - Le grand podcast de voyage - "Quand avez-vous cessé de croire que vous deveniez plus intelligent, ou bien le croyez-vous encore ? Indiquez l'âge." Les comédiens du Jeune Théâtre National adressent à Tiago Rodrigues les grandes questions du Journal de l'écrivain Max Frisch. En direct du festival d'Avignon. - équipe : Sophie-Aude Picon, Oriane Delacroix, Caroline Ouazana Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France

Ide e Pregai
Você esta precisando de alívio?

Ide e Pregai

Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 9:57


leitura e meditação de Mateus 11:28-30, por Missionária Andréa Rodrigues

Semana em África
Acabou o Mundial para Cabo Verde, mas não é o fim do sonho

Semana em África

Play Episode Listen Later Jul 4, 2026 9:16


Esta Semana em África ficou marcada pelo fim da participação de Cabo Verde no Mundial de Futebol, mas também as críticas da oposiçõa na Guiné-Bissau, o fluxo de moçambicanos que sai da África do Sul sob ameaças racistas ou ainda a desistência final de Jorge Bom Jesus nas presidenciais de São Tomé e Príncipe. Os Tubarões Azuis caíram de pé no Mundial de Futebol masculino que decorre nos Estados Unidos, México e Canadá. Face aos campeões em título, a Argentina, Cabo Verde deu luta e conseguiu por duas vezes igualar a partida, perdendo apenas por um auto-golo já no prolongamento do jogo.  Durante 120 minutos, os cabo-verdianos sonharam e saem desta competição com a cabeça erguida dando a conhecer ao Mundo a sua forma de jogar, mas sobretudo o seu país, as suas tradições e a sua alegria. Na hora do adeus, o guarda-redes Vozinha, que se tornou uma das sensações desta competição e é agora aclamado mundialmente, diz esperar que Cabo Verde continue a atingir novas metas e que o futuro está aberto para o arquipélago. Na Guiné-Bissau, os dois principais blocos da oposição acusam a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) de ter perdido neutralidade para legitimar o regime de transição militar instalado após a tomada de poder em Dezembro de 2025. Numa carta aberta, denunciam a exclusão da oposição das missões da organização, contestam o apoio ao processo de revisão constitucional e alertam para a degradação das condições democráticas no país. O coordenador interino da PAI-Terra Ranka e um dos signatários da carta, António Samba Baldé, explica as razões deste repúdio em entrevista a Lígia Anjos. Na África do Sul, as manifestações e a violência contra os imigrantes continuam, tendo já levado pelo menos 25 mil pessoas a abandonar o país. A fronteira de Ressano Garcia, na província de Maputo, no sul de Moçambique, está a registar o regresso massivo de cidadãos, entre moçambicanos e malauianos, como nos conta o nosso correspondente Orfeu Lisboa.  Do outro lado, na África do Sul, continuam as manifestações e a ausência dos imigrantes, que optam por fugir para os seus países de origem ou esconder-se nas suas casas, já está  ter um forte impacto no quotidiano de várias cidades como descreve a nossa correspondente Mariamo Hassamo. Em São Tomé e Príncipe, o ex-primeiro-ministro são-tomense Jorge Bom Jesus anunciou a sua decisão de desistir da corrida às presidenciais de 19 de Julho, alegando uma “avalanche de inverdades criminosas” e um clima de “divisão e crispação política” em torno da sua candidatura. Mantêm-se na corrida Carlos Vila Nova, Eugénio Rodrigues da Trindade Tiny, Nito de Sousa Viegas D'Abreu e Miques João do Nascimento de Jesus Bonfim. A campanha eleitoral começa hoje em São Tomé e Príncipe. Em Angola, vão começar a ser cobrados os serviços de saúde prestados à população devido à revisão da Lei de Bases do Sistema Nacional de Saúde, pondo fim à gratuidade universal da assistência médica em vigor há 34 anos. A proposta, aprovada na especialidade, está a gerar controvérsia entre parlamentares, embora o governo clarifique que a medida será aplicada apenas a cidadãos com capacidade financeira, como explica o nosso correspondente Francisco Paulo.

Interplace
Burning Through 250 Years

Interplace

Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 22:25


Hello Interactors,Welcome to summer where Interplace turns its attention to physical geography and the environment. It's already a crazy El Niño — thanks in large part to global warming — and the United States is having a big birthday. How might these be related and what to do about it?What follows is not a celebration or a condemnation, but more of a reckoning. I look at what was built, what was deliberately forgotten, and what is now continually arriving, season by season, in forms of weather the founders could not have imagined.Although Alexander Humboldt — one of the world's most famous scientists at the time — did warn Jefferson of the effects of human-induced climate change in 1804. He based his prediction on changes he observed in forests and water systems as a result of mono-crops and industrial “steam and gas”. Jefferson ignored him.BUILDING, BURNING, BILLOWING BACKOn this momentous 250th Fourth of July, when the world is experiencing record level extreme weather events, let's reflect on how over the last 250 years the United States helped build, extract, and then burn the material and political conditions that made climate change possible. From the beginning, it tied itself to land, extraction, mobility, and expansion. Over time those commitments became an energy system built on coal, oil, gas, highways, suburbs, industrial agriculture, and a development model that treated nature as an inexhaustible storehouse. That legacy is now legible in the atmosphere itself. Let's light a Roman Candle in celebration!Even before the 4th of July fireworks celebrations create another nationwide 42% average increase in fine particulate matter (Seidel, et al., 2015), the United States bears the single largest share of cumulative historical CO₂ emissions of any nation . We represent roughly 20 percent of the global total since 1850 contributing approximately 0.2°C of warming to date (Carbon Brief, 2021; UNEP, 2023). To represent four percent of the world's current population and be responsible for nearly a fifth of its cumulative warming is not a coincidence of geography or fake news. It is the outcome of deliberate choices about how a republic would be organized, energized, and expanded across two and a half centuries.The United States has long imagined freedom in spatial terms: movement, property, settlement, mastery, frontier, and circulation. Those abstract ideals were made real through land theft and remade landscapes, as well as through infrastructure built in significant part by African and African American enslaved labor. Each step along the way depended on ever-greater throughput of energy, labor, and material. In that sense, the country's history is also a history of how thought became organized around extraction and exploitation, until those thoughts and actions themselves became a kind of common sense. But by the late nineteenth century and early twentieth centuries increased industrialization meant emissions grew. They surged during the postwar era and peaked in the early 2000s — a trajectory that maps almost exactly onto the spatial project of suburban expansion, highway construction, and fossil-fuel-dependent agriculture (Climate Change Tracker, 2024). Two-thirds of the country's cumulative warming impact derives from fossil CO₂ alone. The built environment of American freedom is as inseparable from the chemical footprint it left behind as a firecracker's scattered debris and carbon residue.This leaves us with a climate crisis that is not just the result of a few bad policy choices in the late twentieth century. We exist in a cumulative outcome of a long national project that normalized combustion as prosperity and treated atmospheric consequence as some distant abstraction. Kind of like turning up the radio to drowned out the sound of your car making a funny noise. The federal state government played a central role in this process. Not only through direct policy and subsidies, but through the development of roads, ports, power systems, agricultural regimes, and military logistics that expanded the scale of fossil dependence at every scale of national life.The fossil fuel industry understood this trajectory earlier than the public was permitted to know. A systematic analysis published in Science found that ExxonMobil's own scientists accurately projected and skillfully modeled global warming due to fossil fuel burning from as early as 1977. These projections are consistent with subsequent observations. And yet, for decades, the company publicly pushed doubt and denial (Supran, Rahmstorf, & Oreskes, 2023). Consequently, what America projects as “economic growth”, fueled enormously by the fossil fuel industry, is embedded not only in a collective national memory but in the scientific record.The irony is that America's confidence in its own permanence rested on a false sense of geography. The landscape seemed stable because the costs were displaced in the form of upstream mining, downstream pollution, hidden emissions, imported and exported harm, and deferred climate effects. The effects on the atmosphere made that displacement impossible to sustain. The ‘progress' that had been scattered across space and time returns as heat, drought, fire, flood, and increasingly volatile weather. We built a world in which the rewards of extraction were immediate while the penalties were delayed. Call it what you will — the climate crisis is just the debt of delay, dressed as disaster.KNOWING, NEGLECTING, NEUTERING KNOWLEDGEThe USA did not simply keep burning and expanding on autopilot. By the late twentieth century, it had also begun to lose the institutional capacity to understand what its own trajectory meant. The problem was no longer that the 1970's scientific picture Exxon had already portrayed was absent. The evidence was clear. By the early 1990s the United States had ratified the United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCCC) and formally accepted the goal of returning greenhouse-gas emissions to 1990 levels by the end of the decade.The barrier to progress was not ignorance, but a degraded relationship between knowledge and power. This was engineered in part by more fossil fuel industry campaigns to sow doubt about science it privately accepted. Historians of science Naomi Oreskes and Erik Conway documented how a loose-knit network of industry-connected scientists ran effective campaigns to mislead the public on issues from tobacco to climate change. They exploited the media's tendency toward false balance and keeping controversy alive long after scientific consensus had been reached (Oreskes & Conway, 2010). The strategy was to make certainty seem uncertain, and it worked. For decades, political inaction persisted through every window of action that may have helped.By the mid-1990s, climate change had become legible enough for federal institutions to name, study, and plan around, but the machinery of governance was being bent in the opposite direction. Newt Gingrich and the Republicans who rose with him may not have invented anti-government politics, but they weaponized it. Curiously, through pro-governmental politics. While their rhetoric promised efficiency and modernization, in practice it often meant cutting staffs, weakening committees, abolishing subcommittees, and treating the legislature less as a site of deliberation than as a theater of permanent combat. After all, their own staffers affectionately referred to Gingrich and his wrecking crew as ‘jihadists' — even as those same politicians promulgated and attached that term as a slur toward Muslims. One of the most consequential acts of this period was the 1995 defunding of the Office of Technology Assessment. This was a bipartisan, independent body that had produced over 750 reports on complex scientific and technical questions since 1974, including major studies on energy policy, environmental risk, and the long-range consequences of atmospheric change. Gingrich had vowed to kill the OTA during his 1994 election campaign. He kept his promise, and with it eliminated one of Congress's primary mechanisms for converting scientific knowledge into durable legislative capacity (Wikipedia, Office of Technology Assessment; AAAS Science, 2019).A legislature cannot respond intelligently to a long-range atmospheric crisis if it has stripped away the very mechanisms designed to synthesize evidence, test assumptions, and tackle complex questions over time. What replaced deliberations mediated by experts was a vacuum quickly filled by industry lobbyists — the same industry that, amongst themselves, knew exactly what Gingrich was doing. Research on institutional dynamics in climate governance consistently finds that fragmented policy, weak intergovernmental coordination, and the erosion of technical capacity are among the most significant barriers to effective long-range climate action (Jaisridhar et al., 2025; Birchall, Bonnett, & Kehler, 2023).The thinning of Congress's own cognitive infrastructure in 1995 was a bureaucratic adjustment that disabled the country's capacity to govern on topics beyond the timescales and dimensions of a single administration. The political system was becoming less capable of converting recognition into sustained action precisely as the need for that conversion became most urgent. The United States not only helped create the conditions for warming but undermined its own capacity to govern the effects warming created. The atmosphere was warming and so was the willful weakening of the world's most powerful potential partner in planetary protection.CASCADES, CRISES, AND COMING TO TERMSWhat follows is not simply a warmer world, but a less legible and actionable one. Once a political system weakens its own capacity to think long-term, it becomes ill-equipped to face a future that arrives not as a single rupture but as a cascade of self-reinforcing disruptions. We've all experienced or read about hotter summers, fire, more erratic rainfall, stressed coasts, shifting storm tracks, and weather that no longer behaves as the old seasonal calendar once did. Anthropogenic warming is already increasing variability in frequency and severity of weather systems. This in turn can alter local precipitation variability, storm behavior, and the climatic conditions on which seasonal expectations have long depended (Robinson, 2021; Wang et al., 2017; Scher & Messori, 2019). In several regions, climate change is expected not only to shift average conditions but to change seasonal predictability itself — especially for rainfall — making the future harder to read through the calendars and risk assumptions modeled and built from the past (Le et al., 2023; Delsole et al., 2014).Even now, the atmosphere offers a live demonstration of this instability. On June 11, 2026, NOAA officially declared that El Niño has arrived — with a 63 percent probability of reaching “very strong” intensity, defined as sea surface temperature anomalies of at least +2°C in the equatorial Pacific. This would rank it among the largest events in the historical record (NOAA, 2026). What makes 2026 categorically different from prior super events is not just its projected intensity but its baseline. This El Niño begins from the warmest ocean temperatures in human history, layered onto anthropogenic warming that has already pushed the planet to 1.55°C above preindustrial levels.As one paper argued in April, the El Niño is the accelerant; the fuel was already stacked (Hansen et al., 2026). The World Meteorological Organization (WMO) has placed an 86 percent probability on at least one year between 2026 and 2030 surpassing 2024 as the warmest on record, with 2027 — when El Niño's thermal lag typically produces its most extreme global signals — as the most likely candidate (WMO, 2026).When that variability is layered onto long-term warming, the result is not just discomfort but a deeper erosion of climatic predictability. ENSO — the El Niño-Southern Oscillation, the coupled ocean-atmosphere system that drives El Niño's periodic warming and its counterpart La Niña's cooling across the tropical Pacific — is not a new phenomenon, but its behavior is changing. Model evidence indicates that ENSO-related rainfall variability is likely to intensify and shift eastward under greenhouse warming, creating more severe and sometimes novel climate conditions across the terrestrial tropics (Cai et al., 2021; Rifai, Li, & Malhi, 2019). The question is no longer whether the climate will change, but how many of the social and political structures built on climatic regularity can survive that change.Climate change is often presented as a technical or environmental problem to be solved. Especially amidst a culture of pervasive techno-optimism. But climate change is way more fundamental than this. It's a reordering of the relationship between how we need to think and the geography in which we exist. This includes political geography and a reordering of political imagination as it relates to physical geography. The old originally envisioned republic of the USA assumed that land could be mastered, seasons could be predicted, and institutions could absorb shock without losing coherence. Those assumptions no longer hold.The old assumption that infrastructure could be planned around stationary baselines is increasingly at odds with the evidence. We can already see how energy systems show measurable vulnerability to climatic uncertainty and extremes. Modeled systems evidence declines in reliability and large performance gaps when future weather variation is not adequately incorporated into planning (Perera et al., 2020; Ouyang et al., 2023).As a result, the challenge ahead is not adaptation to these changes in the narrow sense, but reconstruction of our relationship to them in the broad sense. This may seem impossible in today's American political system, but truly Democratic societies will need stronger scientific institutions, more durable legislative capacity, and trustworthy public agencies able to interpret risk before disaster becomes routine. They will need not only infrastructure, but intelligence. Embodied intelligence — embodied engagement with physical and social environments rather than as a purely singular-brain augmented by LLM computation. This includes a renewed ability to gather, preserve, and act on knowledge over long horizons.The literature on adaptation governance is clear that resilience depends on organizational learning, intergovernmental collaboration, inclusive planning, and long-term institutional capacity. Short-term, reactive, market or donor-driven interventions that respond to emergencies without building the durable frameworks that prevent them won't work (Birchall et al., 2026; Rahman & Islam, 2024). What this means practically is the reconstitution of the kind of congressional expertise that was dismantled in 1995. We need not merely revive the OTA but to imagine a broader democratic intelligence infrastructure capable of thinking on the timescales that climate change demands — decades, generations, and centuries. Without that, climate change will continue to be experienced as a succession of emergency, political, or market conditions rather than as a governable transformation.We can do this. After all, a country that once imagined itself through movement, expansion, and mastery made a certain kind of freedom seem natural. A new kind of freedom can be made to seem natural too. But right now our current system returns prosperity for many — but heat, flood, instability, and constraint for all. What was built now must be lived within — good and bad — while what was extracted must now live in the atmosphere — all bad. What gets burned today, will burn more later. The political order that was built through extraction, combustion, and territorial expansion must confront the atmospheric and hydrological consequences of those choices.That confrontation will only intensify. Past century's cumulative emissions have already committed the planet to changes that will outlast any government, living generation, or institution that exists. Including you and me. The next 250 years will belong less to societies that imagine escape than to those that can build the institutional intelligence, infrastructural redundancy, and long-term public capacity required to inhabit a less legible and hospitable climate (Ouyang et al., 2023; Jaisridhar et al., 2025).So, as you watch the rocket's red glare and bombs bursting in air — sending even more smoke, chemicals and debris everywhere — know the flag will still be there. But to endure, it must repair an institution to be once again knowledgeable and fair.ReferencesBirchall, S. J., Villeneuve, K., Rose, D., Baran, N. N., & Adams, S. (2026). Exploring the modifying effects of adaptive capacity on resilience to climate change across 4 coastal cities in British Columbia, Canada. Cities.Birchall, S. J., Bonnett, N. L., & Kehler, S. (2023). The influence of governance structure on local resilience: Enabling and constraining factors for climate change adaptation in practice. Urban Climate.Cai, W., McPhaden, M., Grimm, A., Rodrigues, R., Taschetto, A., Garreaud, R., … Vera, C. (2020). Climate impacts of the El Niño–Southern Oscillation on South America. Nature Reviews Earth & Environment.Cai, W., Santoso, A., Collins, M., Dewitte, B., Karamperidou, C., Kug, J., … Zhong, W. (2021). Changing El Niño–Southern Oscillation in a warming climate. Nature Reviews Earth & Environment.Carbon Brief. (2021). Analysis: Which countries are historically responsible for climate change?Climate Change Tracker. (2024). United States of America: Historic contribution to global warming since 1850.Delsole, T., Yan, X., Dirmeyer, P., Fennessy, M., & Altshuler, E. (2014). Changes in seasonal predictability due to global warming. Journal of Climate.Holgate, C., Evans, J., Taschetto, A., Gupta, S. A., & Santoso, A. (2022). The impact of interacting climate modes on east Australian precipitation moisture sources. Journal of Climate.Jaisridhar, P., Nirosha, R., Jasimudeen, S., Senthilkumar, M., Ponsneka, I., & Raja, P. (2025). Institutional dynamics in climate change adaptation: A bibliometric analysis. Frontiers in Environmental Science.Le, P., Randerson, J., Willett, R., Wright, S., Smyth, P., Guilloteau, C., Mamalakis, A., & Foufoula-Georgiou, E. (2023). Climate-driven changes in the predictability of seasonal precipitation. Nature Communications.Oreskes, N., & Conway, E. M. (2010). Merchants of Doubt: How a Handful of Scientists Obscured the Truth on Issues from Tobacco Smoke to Global Warming. Bloomsbury Press.Ouyang, H., Tang, X., Zhang, R., Baklanov, A., Brasseur, G., Kumar, R., Han, Q., & Luo, Y. (2023). Resilience building and collaborative governance for climate change adaptation in response to a new state of more frequent and intense extreme weather events. International Journal of Disaster Risk Science.Perera, A., Nik, V., Chen, D., Scartezzini, J., & Hong, T. (2020). Quantifying the impacts of climate change and extreme climate events on energy systems.Rahman, M. M., & Islam, M. S. (2024). Institutional dynamics and climate adaptation: Unveiling the challenges and opportunities in coastal Bangladesh.Rifai, S., Li, S., & Malhi, Y. (2019). Coupling of El Niño events and long-term warming leads to pervasive climate extremes in the terrestrial tropics.Robinson, W. (2021). Climate change and extreme weather: A review focusing on the continental United States.Scher, S., & Messori, G. (2019). How global warming changes the difficulty of synoptic weather forecasting.Supran, G., Rahmstorf, S., & Oreskes, N. (2023). Assessing ExxonMobil's global warming projections.UNEP. (2023). Current and historic contributions to global warming and emissions in the United States from 1850 to 2021. Statista.Wang, X., Jiang, D., & Lang, X. (2017). Future extreme climate changes linked to global warming intensity. Science Bulletin.Hansen, J., Kharecha, P., Morgan, D., & Vest, J. (2026, April 15). Super-Duper El Niño. Columbia University Earth Institute.National Oceanic and Atmospheric Administration. (2026, June 11). El Niño forms, expected to strengthen, say NOAA forecasters [Press release].NOAA Climate Prediction Center. (2026, June 11). ENSO diagnostic discussion. National Weather Service.Seidel, D. J., & Birnbaum, A. N. (2015). Effects of Independence Day fireworks on atmospheric concentrations of fine particulate matter in the United States. Atmospheric Environment.World Meteorological Organization. (2026). Global annual-to-decadal climate update 2026–2035. WMO. This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit interplace.io

EXOPOLITICS TODAY with Dr. Michael Salla
Remote Viewing, ET Bases & Secret Space Missions Exposed – Tony Rodrigues

EXOPOLITICS TODAY with Dr. Michael Salla

Play Episode Listen Later Jun 29, 2026 72:26


What if remote viewing never disappeared?In this fascinating conversation, Dr. Michael Salla speaks with Tony Rodrigues about his experiences in remote viewing programs, secret space operations, psychic intelligence gathering, and the hidden world of consciousness research.Tony shares how he was introduced to remote viewing as a child and explains how those experiences shaped his work today. The discussion explores remote influencing, corporate use of psychic intelligence, underground facilities, alleged extraterrestrial technologies, hidden bases, and the future role of human consciousness in a rapidly changing world.They also discuss remote viewing investigations involving Green Mountain, underground spacecraft, psychic espionage programs, AI, and the possibility of future contact with extraterrestrial civilizations.Whether you are curious about remote viewing, secret space programs, consciousness research, or exopolitics, this interview offers a thought-provoking look into one of the most controversial subjects of our time.Host: Dr. Michael SallaGuest: Tony RodriguesVisit: [https://ExopoliticsToday.com](https://ExopoliticsToday.com)Join Dr. Salla on Patreon for Early Releases, Webinar Perks and More.Visit https://Patreon.com/MichaelSalla/#RemoteViewing #TonyRodrigues #SecretSpaceProgram #Exopolitics #DrMichaelSalla #UFOs #ETDisclosure #PsychicAbilities #Consciousness #SSP

Opinião
OPINIÃO | CÂNCER INFANTIL: OS CAMINHOS DA CURA | 26/06/2026

Opinião

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 26:06


O Brasil deverá registrar mais de 7.500 novos casos de câncer em crianças e adolescentes por ano entre 2026 e 2028, segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer. Mas os avanços da medicina têm trazido resultados cada vez mais animadores: quando identificado precocemente e tratado, o câncer infantojuvenil pode ter índices de cura de até 80%. Hoje, milhares de crianças e adolescentes conseguem retomar a rotina, os estudos e os sonhos após o tratamento. Para falar sobre os sinais de alerta, os avanços no cuidado e a importância do acolhimento às famílias, recebemos o oncologista pediátrico Sidnei Epelman, fundador da TUCCA, e a psicóloga da Pediatria do A.C.Camargo Cancer Center Lílian Rodrigues.

Heavy Hands
629 - The Offering

Heavy Hands

Play Episode Listen Later Jun 25, 2026 76:16


Kyoji has been dealt with; Omerta is satisfied. Josh Hokit is kind of good (considering), Michael Chandler is lost in the mist, and Diego Lopes wins despite himself--again. All of that & more in our latest bonus episode: https://www.patreon.com/heavyhands  Heavy Hands merch: https://www.redbubble.com/shop/ap/64577943?asc=u  CONTENTS: 00:00 Intro 2:28 Kape vs Horiguchi 21:30 Fiziev vs Torres 45:10 Rodrigues vs Amil 50:17 Cutelaba vs Stirling 1:01:14 Fili vs Oliveira

Story of the Fight
UFC Vegas 119: Kape vs Horiguchi | ONE Inner Circle 19: Rodrigues vs Phetjeeja | Event Reactions

Story of the Fight

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 57:29


MERCH IS HERE: https://storyofthefight.etsy.comAny video shown on this stream belongs to:https://www.instagram.com/ufc/ATTRIBUTIONSSOURCE: https://www.youtube.com/@ONEChampionshipCREATED BY: ONE ChampionshipALERT: Next week you are welcome to join us LIVE on our YouTube Channel at 9am PST/11am CST if you wanna comment and laugh along with Will, Miro, and Rich! Otherwise, hit us up any way you like including by email to have your questions answered in our mailbag episode! Please leave a rating and a review along with a subscription, and check out our YouTube channel to like & subscribe!Video Episode in Full:⁠ ⁠https://www.youtube.com/watch?v=G1Sc8yQ_wjs⁠⁠⁠⁠https://Instagram.com/StoryoftheFighthttps://Twitter.com/StoryoftheFighthttps://Twitch.tv/storyofthefightTikTok: @StoryoftheFightFacebook Group: https://m.facebook.com/home.php#!/groups/903248290491045?group_view_referrer=search---Timestamps:00:00:00 - Welcome and IntroductionsUFC Vegas 119 00:02:15 - Manel Kape vs Kyoji Horiguchi 00:12:20 - Navajo Stirling vs Ion Cutelaba00:18:10 - Christian Rodriguez vs Hyder Amil00:21:00 - Murtazali Magomedov vs Melsik Baghdasaryan00:24:25 - Vinicius Oliveira vs Andre FiliPrelims00:28:37 - Bia Mesquita vs Melissa Mullins00:32:10 - Administrative Details/Bonuses00:33:30 - ONE Inner Circle 1900:34:20 - Olivia Bahsous vs Phontip00:42:30 - Samet Agdeve vs Roman Kryklia00:47:30 - Allycia Hellen Rodrigues vs Phetjeeja

Músicas posibles
Músicas posibles - Minha flor - 20/06/20

Músicas posibles

Play Episode Listen Later Jun 20, 2026 56:05


Músicas de tránsito atlántico y mestizaje global, tradiciones afrodescendientes, herencias ibéricas y lenguajes contemporáneos de la canción y el jazz. Clásicos de Músicas posibles en sus 30 años.Sou Eu — Virgínia Rodrigues con Tiganá Santana — Mama Kalunga Mama Kalunga — Tiganá Santana — Mama Kalunga Land of Love — Lokua Kanza — Lokua Chan Chan — Buena Vista Social Club — Buena Vista Social Club Cabo Verde Mandá Manténha — Cesária Évora — Café Atlântico World Citizen – I Won’t Be Disappointed/Looped Piano — Ryuichi Sakamoto — Chasm Balança Pema — Marisa Monte — Verde, Anil, Amarelo, Cor de Rosa e Carvão La Curva — Bill Frisell con Vinicius Cantuária — The Intercontinentals Debí Llorar — Javier Colina Trío y Sílvia Pérez Cruz — En la Imaginación Parte del aire — Fito Páez y Luis Alberto Spinetta — La La La My Heart, My Life — Nusrat Fateh Ali Khan y Michael Brook — Night Song Plus rien ne m’étonne — Tiken Jah Fakoly — Coupe de Gueule Minha flor — Gilsons — Eu Vejo Luz Em Maior Proporção Do Que Eu Vejo A Escuridão Mati Mati — Mario Lucio — IndependanceEscuchar audio

ONU News
Ex-ministra da Guiana, Carolyn Rodrigues Birkett é candidata à secretária-geral da ONU

ONU News

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 1:48


Atual embaixadora do país, em Nova Iorque, participa de diálogo interativo com Estados-membros e sociedade civil nesta quinta-feira; corrida pelo cargo máximo da organização conta agora com dois homens e quatro mulheres. 

Tomando uma
Tomando uma com... NANÁ XAVIER E RAFA DORNELLAS (BRASIL 70: A SAGA DO TRI) #EP318.

Tomando uma

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 84:50


O Futeboteco recebe hoje Naná Xavier e Rafa Dornellas, os criadores da série "Brasil 70: A saga do tri, para o episódio 318 do Tomando Uma Com! Se for maior de 18 anos aposte na BetNacional:⁠⁠⁠⁠https://betnacional.bet.br/⁠⁠⁠⁠REDES SOCIAIS:Instagram:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/futebotecotv/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Twitter:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://twitter.com/FutebotecoTV⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Facebook:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.facebook.com/futebotecotv⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TikTok:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.tiktok.com/@futebotecotv?⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Kwai:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.kwai.com/@futebotecoTV⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠------------------------------------------------------------APRESENTADORES:Rodolfo Gomes⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/rodox_gomes⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Felipe Oliveira⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/felipe_futeboteco⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠PRODUÇÃO:João Rodrigues⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/joaor_r⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Tomando uma
Tomando uma com... LEANDRO IAMIN #EP317

Tomando uma

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 140:32


O Futeboteco recebe hoje Leandro Iamin, jornalista, escritor e fundador da central3, para o episódio 317 do Tomando Uma Com! https://morula.com.br/produto/todo-futebol/REDES SOCIAIS:Instagram:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/futebotecotv/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Twitter:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://twitter.com/FutebotecoTV⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Facebook:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.facebook.com/futebotecotv⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TikTok:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.tiktok.com/@futebotecotv?⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Kwai:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.kwai.com/@futebotecoTV⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠------------------------------------------------------------APRESENTADORES:Rodolfo Gomes⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/rodox_gomes⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Felipe Oliveira⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/felipe_futeboteco⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠PRODUÇÃO:João Rodrigues⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/joaor_r⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Noticiário Nacional
22h Rui Rodrigues vence eleições do Vitória Sport Clube

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 8:27


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Adventist Review Podcasts
A Light in the Pearl of the Indian Ocean:

Adventist Review Podcasts

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 11:22


A Light in the Pearl of the Indian Ocean: The Faith and Courage of Rosie Le Même One night, a young woman in Mauritius prayed — and her room filled with light. A voice told her to go to Europe. She went. What she found there would change not just her life, but an entire region. Rosie Le Même never set out to start a movement. She simply wanted to follow God with her whole heart. But her quiet courage sparked a faith that spread from a muddy riverbank baptism to churches across Mauritius, Madagascar, Rodrigues, and the Seychelles. One woman. One prayer. A legacy that's still growing.

National Treasure Hunt
BONUS: The Secret Lies with Ethan (feat. Jordan Rodrigues)

National Treasure Hunt

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 67:35


Jordan Rodrigues ("Ethan Chao") joins co-hosts Aubrey Paris and Emily Black to share memories of his time filming National Treasure: Edge of History for Disney Plus. Learn how Lisette Olivera ("Jess Valenzuela") helped him prepare for the role, how the musically talented cast entertained themselves on set, and what future seasons of the show might have meant for the Jess-Liam-Ethan love triangle. Plus, how did that memorable dance scene at the Louisiana governor's mansion come to be? • Order our new book, "Riley Poole's Book of Secrets: History for National Treasure Hunters," from Tucker DS Press or on Amazon at https://www.amazon.com/Riley-Pooles-Secrets-Aubrey-Paris/dp/1959748394/, and leave a rating and review on Goodreads (https://www.goodreads.com/book/show/246259636-riley-poole-s-book-of-secrets). • Order our first book, "National Treasure Hunt: One Step Short of Crazy," from Tucker DS Press or on Amazon at https://www.amazon.com/National-Treasure-Hunt-Short-Crazy/dp/1959748009. • National Treasure Hunt is now available as a video podcast! To watch video versions of this and future episodes, subscribe at www.youtube.com/@NTHuntPodcast. • Join the hunt on X and Instagram using @NTHuntPodcast, and find new episodes of National Treasure Hunt every-other Wednesday on YouTube, Spotify, Apple Podcasts, or wherever you listen. More information about the National Treasure Hunt podcast, walking tour, books, and events can be found at www.nthuntpodcast.com. • To access even more exclusive National Treasure Hunt content, including bonus episodes and watch parties, subscribe to our Patreon at www.patreon.com/NTHuntPodcast, and visit our Etsy store to find designs that celebrate your love of National Treasure: www.etsy.com/shop/NationalTreasurHunt/.

Getting Smart Podcast
What Do Parents Really Want? | Keri Rodrigues

Getting Smart Podcast

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 39:54


In this episode of the Getting Smart Podcast, Mason Pashia sits down with Keri Rodrigues, founder and president of the National Parents Union, to explore the power of parent voice in education. From school safety and special education to report cards, trust, AI readiness, and student data privacy, Keri shares why families must be treated as true partners in shaping better learning experiences. This conversation is a powerful reminder that meaningful school change starts by listening to the people closest to students. Outline (00:00) Introduction (01:32) Keri's Origin Story (07:26) What Parents Are Frustrated About (12:20) School-Parent Communication & Engagement (24:03) Report Cards, Outcomes & Transparency (31:26) Technology, Data Privacy & Duty of Care Links Watch the full video here Read the full blog here LinkedIn National Parents Union  

Voices from The Bench
428: exocad Insights 2026 Part 2: Pinhas Adar, Javier Perez Lopez, & Dora Rodrigues

Voices from The Bench

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 64:47


Hello voices from the bench community, John Wilson here and I wanted to share some news about the evolution of the Programill lineup. Most importantly, Ivoclar's new PrograMill 7. What stands out right away is the reduced air consumption this mill requires, but what you'll notice first is that impressive new touchscreen. For us, the biggest advantage has been increased spindle power. My laboratory's known for these larger cases with complex geometries, and I can tell you that extra power really makes a difference. Next time you see your Ivoclar representative, be sure to ask about the PrograMill 7 and tell them John Wilson sent you. Thank you. At exocad Insights in beautiful Mallorca, we finally caught up with Felix from Imagine USA—and the timing couldn't have been better. As an exocad dealer on the front lines of digital dentistry, Felix shared his excitement about the strong turnout, the familiar faces, and most importantly, the innovation coming from exocad. What stood out most? The new exocad Hub and its cloud-based capabilities, along with powerful AI-driven tools inside DentalDB designed for efficient batch processing. For Felix and the Imagine team, it's not just about seeing what's new—it's about putting it to the test. By running new features through their own production facility first, they ensure real-world performance before bringing solutions to their customers. Beyond the technology, Felix emphasized the value of being there in person—connecting face-to-face with partners, having meaningful conversations, and stepping back to see where the industry is headed. And of course, doing it all in Mallorca doesn't hurt either. This week Elvis and Barb are back at exocad Insights 2026 where the microphones captured two very different conversations that somehow landed on the exact same thing: passion still matters. First up, we sat down with longtime dental technicians and Oral Design International Foundation members Pinhas Adar and Javier Perez to talk about the legacy of the legendary Willi Geller and how one man helped elevate dental technicians from the shadows to respected members of the restorative team. From stories of learning under masters in Switzerland to building a worldwide family of 127 members across 34 countries, the conversation dives deep into friendship, mentorship, craftsmanship, and why face-to-face connection still matters in a digital world. They also share details about upcoming memorial and symposium events dedicated to carrying on Willi's philosophy of passion, respect, and sharing knowledge without ego. Then the crew caught up with returning guest Dora Rodrigues, who has gone from conversion queen to certified exocad trainer, full-arch educator, and lab owner running an increasingly digital workflow. Dora talks about finally bringing milling in-house, the terrifying learning curve that came with it, and how mastering workflows like split bars and partial CAD has completely changed the way she designs full-arch restorations. Between traveling internationally to lecture, teaching labs how to streamline their workflows, and still designing cases herself, Dora proves that digital dentistry still takes serious technical skill, problem-solving, and obsession with detail. It's an episode full of passion, legacy, technology, and the reminder that no matter how digital dentistry gets… the people behind it still make all the difference. Today's dental labs are under more pressure than ever — tighter turnaround times, staffing challenges, and nonstop production demands. That's why efficiency and reliability matter more than ever before. More laboratories continue turning to Roland DGA and the proven performance of the DGSHAPE DWX Series milling solutions to keep production moving smoothly. Reliable workflows help reduce downtime, minimize remakes, and allow technicians to focus on quality work instead of troubleshooting equipment. For labs exploring digital dentures, the Elevate Denture Solution offers a streamlined workflow with validated CAM strategies and Ivotion compatibility through hyperDENT software — helping labs adopt digital production without unnecessary complexity. Because labs don't need more stress. They need dependable systems that simply work.Special Guests: Dora Rodrigues, Javier Perez Lopez, and Pinhas Adar MDT, CDT.

Fringe Radio Network
David Nino Rodriguez: What's Coming to America is Bigger Than People Realize - Sarah Westall

Fringe Radio Network

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 75:05 Transcription Available


Former heavyweight champion David “Nino” Rodriguez joins the program to share his extraordinary journey from the brutal world of professional boxing to becoming one of the largest independent voices in alternative media.  We discuss the relentless pressure and extreme environment that shaped him into a heavyweight champion, the physical and emotional toll of living at that level, and the near-death experiences that changed the course of his life — including multiple incidents where he nearly died and even flatlined in the hospital.  After surviving unimaginable challenges, Rodriguez reinvented himself and built one of the largest independent podcasting platforms on the internet, reaching millions of viewers every month. We also dig into the current realities of today's world, how David views the cultural and societal shifts taking place, and where he ultimately believes humanity is heading. This is a powerful conversation about resilience, survival, transformation, consciousness, and what it takes to rebuild your life after facing death head-on.Follow and see more from David at ninoscorner.tvSee exclusives and more at SarahWestall.Substack.comHelp keep this show on air by supporting my affiliates at SarahWestall.com/shop

WSM's Coffee, Country & Cody
Coffee, Country & Cody: May 28, 2026 - Bob Kesling, Tyla Rodrigues and Matthew & Gunnar Nelson

WSM's Coffee, Country & Cody

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 57:24


On this episode of Coffee, Country & Cody, we welcome Bob Kesling, Tyla Rodrigues and Matthew & Gunnar Nelson   0:00 - Welcome / What’s Coming Up 2:26 - Bob Kesling announces Bill Cody as the newest member of the TN Radio HOF  11:20 - Entertainment with Kelly Sutton 19:47 - Interview with Tyla Rodrigues 34:53 - Interview with Matthew & Gunnar Nelson   Connect with WSM Radio: Visit the WSM Radio WEBSITE: http://bit.ly/650AMWSM Follow WSM Radio on TikTok:  https://www.tiktok.com/@wsmradio Like WSM Radio on FACEBOOK: http://bit.ly/WSMRadioFB Check out WSM Radio on INSTAGRAM: http://bit.ly/WSMRadioInsta Follow WSM Radio on X: http://bit.ly/WSMRadioTweets Listen to WSM Radio LIVE: http://bit.ly/WSMListenLive Listen to WSM on iHeartRadio: https://www.iheart.com/live/wsm-radio...