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O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) decidiu aumentar a mistura de etanol anidro na gasolina de 30% para 32%. A medida, motivada pela volatilidade no mercado de petróleo e combustíveis, vale inicialmente por 180 dias e pode ser prorrogada por mais 180 dias.A mudança vinha sendo discutida pelo governo, mas especialistas alertam para os riscos. O aumento do volume de etanol na mistura pode elevar o desgaste em motores mais antigos ou naqueles que não possuem calibração específica para esse percentual.O que muda na prática para o motorista capixaba? O comentarista Ricardo Barbosa explica os cuidados necessários.
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Imagina que uno de tus hijos te choque el carro ¿Cómo reaccionarías? Algunos se quitarían los pocos pelos que le quedan, otros quedarían pasmados y algunos pocos harían lo que hizo este señor. Mantente al día con los últimos de 'El Bueno, la Mala y el Feo'. ¡Suscríbete para no perderte ningún episodio!Ayúdanos a crecer dejándonos un review ¡Tu opinión es muy importante para nosotros!¿Conoces a alguien que amaría este episodio? ¡Compárteselo por WhatsApp, por texto, por Facebook, y ayúdanos a correr la voz!Escúchanos en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuchas tus podcasts.'El Bueno, la Mala y el Feo' es un podcast de Uforia Podcasts, la plataforma de audio de TelevisaUnivision.
Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a medida foi adotada com segurança técnica e a expectativa é que ela deixe de ser temporária.
"Qual é a tua opinião sobre pedir um reforço do crédito habitação para comprar um elétrico e poupar 250€/mês de combustível?" — pergunta real de um seguidor. Fiz a conta. E a resposta não depende da taxa de juro.Durante anos analisei a vida financeira de centenas de famílias — foi daí que nasceu o Bofetada Financeira. Neste episódio mostro os três cenários: o do stand, o do banco e o da realidade — incluindo o que acontece quando a disciplina falha a meio.
Nesta edição do “Pit Stop CBN”, o comentarista Ricardo Barbosa traz como destaque que alguns cheiros ou aromas no carro podem significar problemas sérios no bom funcionamento do veículo e causar prejuízos.Geralmente o cheiro de “borracha queimada”, por exemplo, surge com o superaquecimento dos freios do carro. O cheiro de óleo queimado é um dos mais comuns e de fácil identificação. Na maioria das vezes, como é de se esperar, ele acontece por conta de algum vazamento de óleo.
Depois da comissão especial, a PEC ainda precisará ser aprovada em dois turnos pelo plenário da Câmara. Se avançar, o texto seguirá para análise do Senado antes de uma eventual promulgação.
Chocar tu carro nunca va a ser divertido ni satisfactorio. Mucho menos cuando lo estás terminando de pagar y mucho peor si está recién salido de la agencia. Mantente al día con los últimos de 'El Bueno, la Mala y el Feo'. ¡Suscríbete para no perderte ningún episodio!Ayúdanos a crecer dejándonos un review ¡Tu opinión es muy importante para nosotros!¿Conoces a alguien que amaría este episodio? ¡Compárteselo por WhatsApp, por texto, por Facebook, y ayúdanos a correr la voz!Escúchanos en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuchas tus podcasts.'El Bueno, la Mala y el Feo' es un podcast de Uforia Podcasts, la plataforma de audio de TelevisaUnivision.
Erick, Rock, Carcará, Batata, Coptulio, Miqueias, Fred Murta, Villas Boas e Paganotto se reúnem para o Fala Glauber News. O programa vai ao ar segundas, quartas e sextas, das 16h00 às 20h00.QUER FAZER PARTE DISSO? ENTÃO BOOORAAA. VEM COM A GENTE E INTERAJA NESSA TRANSMISSÃO AO VIVO!!!VIIIIIIIIBRA!!! INSCREVA-SE NO NOSSO NOVO CANAL: @falaglaubernews CONHEÇA MAIS DOS NOSSOS PATROCINADORES:
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Con Víctor Galán, de VictorGalanBolsa.com.
Nesta edição do "Direção Segura", o assunto em destaque são as penalidades aplicadas ao condutor e ao proprietário do veículo. O ouvinte Alê perguntou: "O carro da empresa do meu irmão está em meu nome. A polícia multou por não estar com a sinalização do carro correta. Ele estava dirigindo, assinou a multa e acabou que ficou para minha carteira. Nessa caso não é a empresa quem levaria esse tipo de multa?". Quem explica é a Inspetora da Polícia Rodoviária Federal no Espírito Santo, Ana Carolina Cavalcanti.
Trump quer comprar Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Três pessoas morreram carbonizadas depois de um grave acidente de trânsito em Osasco, na Grande São Paulo. Uma criança de 5 anos está entre as vítimas. A identidade dos passageiros ainda não foi confirmada, mas a perícia acredita que as outras duas vítimas sejam os pais da criança. E ainda: Justiça de SP julga pedido de prisão de Deolane Bezerra nesta segunda-feira (6).
No hay nada más satisfactorio para el ser humano que manejar carro, por eso es tan importante para algunos esa primera vez que agarraron la calle o la carretera. Mantente al día con los últimos de 'El Bueno, la Mala y el Feo'. ¡Suscríbete para no perderte ningún episodio!Ayúdanos a crecer dejándonos un review ¡Tu opinión es muy importante para nosotros!¿Conoces a alguien que amaría este episodio? ¡Compárteselo por WhatsApp, por texto, por Facebook, y ayúdanos a correr la voz!Escúchanos en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuchas tus podcasts.'El Bueno, la Mala y el Feo' es un podcast de Uforia Podcasts, la plataforma de audio de TelevisaUnivision.
Electric vehicles are becoming more common on Australian roads as fuel prices remain unstable and more drivers look for cheaper ways to travel. Here's what you need to know if you are thinking about making the switch. - Veículos elétricos estão se tornando cada vez mais comuns pelas ruas da Austrália, já que os preços dos combustíveis continuam instáveis e mais motoristas buscam por opções mais em conta para se locomover. Se este é o seu caso, entenda o que você precisa saber se está pensando em fazer a transição de um carro comum para o elétrico.Veículos elétricos estão se tornando cada vez mais comuns pelas ruas da Austrália, já que os preços dos combustíveis continuam instáveis e mais motoristas buscam uma opção mais barata para se locomover. Entenda o que você precisa saber se está pensando em fazer a transição. SBS em Português é o seu canal de notícias. Confira nossos podcasts.
I det här väldigt speciella avsnittet gästar Dag - Carros person - podden.Tillsammans pratar vi om vägen till trygg kärlek . Om att vara singel hela livet, innan man möter sin person och om hur olika den vägen kan se ut i verkligheten, beroende på vilka mönster och erfarenheter man har med sig. Du får följa med från dejt 1 ända fram till idag.Du får höra hur trygg kärlek faktiskt låter i ett samtal mellan två människor som väljer varandra. Inte på ett perfekt sätt, utan på ett levande, ärligt och mänskligt sätt. Vi pratar också om hur vi fortsätter skapa en relation som pirrar även när den är trygg,Det här är ett avsnitt för dig som längtar efter att bli påmind om att din historia inte är ett bevis på att kärleken inte kommer - utan bara en del av vägen till den.Redo att hitta din person? Läs mer och ansök till 4-månaders coachingprogrammet Hitta din person här: https://www.likeattractslikecoaching.com/gruppcoaching
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Os vinhos franceses de Bordeaux, conhecidos no mundo inteiro pelas garrafas que podem custar milhares de dólares, passam por uma profunda transformação, ditada pelo consumidor e por um comércio internacional instável. Carro-chefe da produção da região, as garrafas de tinto têm sido preteridas pelos compradores, que não apenas bebem menos, como se orientam para os brancos e espumantes. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A crise não é nova, nem exclusiva à região do sudoeste francês: desde o início da década, o setor enfrenta um recuo da produção, um reflexo da queda mundial do consumo da bebida, de 14% desde 2018. O atual nível de consumo de vinho se equipara ao de 1957. Ano após ano, o governo subsidia a derrubada de milhares de hectares de videiras em Bordeaux. Mais 10 mil hectares serão arrancados este ano, dando lugar a outras culturas agrícolas ou a uma transição para o vinho branco, tendência mundial nos últimos anos, tomado gelado ou misturado em coquetéis. A mudança representa uma quebra de paradigma para a tradicional região francesa. Bernard Farges, produtor e presidente do Conselho Interprofissional do Vinho de Bordeaux (CIVB), avalia que a parcela de vinhedos de brancos passará dos atuais 10% da região para até 30% no futuro, com foco em três uvas principais: sauvignon, sémillon e moscadelle. Espumantes e até vinho sem álcool Os tintos também passam por uma adaptação para ficarem mais leves e poderem ser servidos frescos, e a oferta de espumantes e até de vinho sem álcool, em crescimento no mundo, quase dobrou nos últimos cinco anos. “O futuro dos vinhos de Bordeaux envolverá, sem dúvida, uma área total de produção menor do que no passado. Embora os volumes devam diminuir, tanto para os grands crus quanto para as categorias de base, os vinhos em si serão muito mais acessíveis ao paladar: apresentarão, de modo geral, estrutura tânica menos acentuada e teores alcoólicos mais baixos, com maior ênfase nas notas frutadas”, explica Farges. “É o resultado de escolhas deliberadas na vinificação, concebidas para atender à demanda dos consumidores.” A transição se tornou um drama social na região. Milhares de pequenos produtores foram à falência; outros, herdeiros de uma tradição familiar à beira do colapso, se suicidaram. Para Jean-Marie Cardebat, economista especializado no setor, a cadeia demorou a reagir. “Falavam em educar o consumidor, esse tipo de coisa. Só que um consumidor não pode ser educado tão facilmente e você tem que saber do que ele gosta”, aponta o professor de Economia e Estratégia da Universidade de Bordeaux. “Estamos pagando o preço da demora na adaptação. Os tintos fortes (‘capiteux') não são o que interessa hoje. Bebe-se menos nas refeições, o que se quer são mais vinhos que possam ser bebidos com os amigos, à noite.” Exportações em queda e pressão climática O revés se amplificou com a despencada das compras da China, que chegou a ser a maior importadora, mas passou a produzir e incentivar a produção local de vinho. A guerra comercial de Donald Trump nos Estados Unidos, primeiro destino das exportações dos vinhos de Bordeaux, inflige mais um golpe duro aos châteaux franceses. Para completar o quadro negativo, as secas e altas temperaturas intensificadas pelas mudanças climáticas afetam as safras, ano após ano. Especialistas e historiadores do vinho evocam que o setor passa pela terceira maior crise da sua história, depois de uma grande praga dizimar os vinhedos no fim do século 19 e a depressão econômica de 1930. “Houve uma falta de visão estratégica em nível coletivo. Dava para ver que desafios protecionistas viriam”, avalia Cardebat. “Acredito que, há uns dez anos, deveríamos ter começado a explorar outros mercados e a adotar uma postura mais voltada para o futuro”, complementa. Mercosul abre nova frente Os produtores respiraram aliviados com a conclusão do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, que representa uma nova oportunidade para o setor vinícola europeu. Em Paris, a proprietária da loja de vinhos Divvino, Marina Giuberti, nota que os grandes tintos de Bordeaux mantêm a preferência dos clientes brasileiros, mas eles demonstram abertura a experimentar as novas opções que a região oferece. “O nome de Bordeaux é fenomenal. Tem cliente que já chega falando que só ama Bordeaux, só quer Bordeaux, e só tintos”, afirma Marina Giuberti. “A região é muito conhecida pelos grands crus, vinhos com muitos prêmios, mas que na verdade representam apenas 4% de toda a produção. A gente tem 96% dos vinhos mais acessíveis e bacanas, com muitos brancos minerais ou frutados, e a qualidade é boa.” O professor de Economia da Universidade de Bordeaux faz questão de salientar que, apesar da crise, os grandes vinhos tintos da região sempre terão público. “Sempre haverá vinhos tintos complexos – assim como brancos, aliás. Não significa o desaparecimento do vinho como o conhecemos, o vinho complexo, que expressa cada terroir”, observa. “Trata-se simplesmente de uma mudança nos segmentos de mercado, com alguns deles passando a priorizar vinhos voltados para o grande público.”
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 A conta incompleta que estão te vendendo01:00 A economia real: custo por km do elétrico vs. combustão02:10 Manutenção: por que o elétrico é mais barato de manter02:43 Prêmio iBest 202603:04 A armadilha do IPVA — a verdade estado por estado05:15 O grande vilão: a desvalorização brutal no mercado de usados06:22 O problema da infraestrutura — condomínio, eletroposto e fila07:55 A conta real do eletroposto público vs. carregar em casa08:43 A alternativa racional: os híbridos que fazem sentido hoje09:30 Veredito final: pra quem vale e pra quem não vale10:55 RC Wealth e RC Club
Et si réussir consistait d'abord à ne jamais cesser d'apprendre ?Dans cet épisode intégral, Nicolas Carro raconte son parcours depuis une ferme des Côtes-d'Armor jusqu'à son restaurant étoilé de l'hôtel de Carantec face à la baie de Morlaix.Tout commence au cœur de la Bretagne, dans une famille d'agriculteurs. À 14 ans, il sait déjà qu'il veut cuisiner. Un premier stage dans un routier à éplucher des montagnes de pommes de terre ne le décourage pas, bien au contraire.BEP, Bac Pro, BTS, licence. Il multiplie les expériences : grandes maisons étoilées, Flunch pour apprendre la gestion de gros volumes, puis La Réunion où il découvre l'hospitalité, le management et une autre culture culinaire. À 21 ans, il devient assistant de direction dans un hôtel 5 étoiles. Sa carrière est lancée mais la cuisine lui manque. Il quitte tout pour repartir commis dans une maison doublement étoilée.Puis viennent les rencontres décisives, l'Alsace auprès d'Olivier Nasti et enfin Carantec en Bretagne. En 2019, il reprend une maison mythique avec une immense pression sur les épaules. Quelques mois plus tard, l'étoile Michelin est au rendez-vous.Un épisode sur la curiosité, la transmission et sur cette conviction que rien ne remplace le terrain, à condition de ne jamais cesser d'apprendre.Pour découvrir la cuisine de Nicolas Carro avec une vue imprenable sur la mer, c'est ici.
Nunca había sido tan fácil crear algo. Y, sin embargo, nunca había habido tantas personas observando, criticando y esperando la caída de quienes sí se atreven a construir.
On retrouve Nicolas Carro pour la troisième et dernière partie de son portrait. Quitter l'écosystème protecteur du Chambard et la filiation d'un mentor comme Olivier Nasty ne se fait pas sans vertige. C'est pourtant le choix qu'il fait, poussé par l'appel du large et l'évolution de sa vie de famille.Fin 2018, un alignement de planètes s'amorce. Une rencontre décisive avec Mathieu Guibert agit comme un détonateur : à 30 ans, il est temps de devenir chef chez soi. S'ensuit alors un véritable scénario de film pour le rachat de l'institution de Patrick Jeffroy à Carantec : trois mois de négociations ultra-secrètes et anonymes, rythmées par des courriers scellés à la cire pour protéger sa place en Alsace. Entre la peur de ne pas être à la hauteur et le manque d'économies, le doute s'installe, jusqu'à ce qu'un facilitateur financier ne vienne donner vie à son rêve.Nicolas termine sur les grands défis du management et de la transmission. Fédérer une brigade de 30 personnes, écouter la voix du plus petit apprenti et assumer la gestion financière d'une grande maison. Le tout guidé par une poignante réplique d'enfant face à la mer, un jour de pluie de juin : celle d'avoir trouvé la plus belle fabrique d'arc-en-ciel du monde.Pour découvrir la cuisine de Nicolas Carro avec une vue imprenable sur la mer, c'est ici.
On retrouve Nicolas Carro pour la deuxième partie de son portrait. Avant les grandes tables, il comble les manques. Flunch et ses 900 steaks à l'heure, la Réunion et sa licence en cuisine de l'océan Indien, puis l'hôtellerie, assistant de direction à 21 ans, jusqu'à une démission le lendemain d'une remarque de trop.Retour en cuisine par le réseau près de Bordeaux, aux côtés de Jean-Luc Rocha, Meilleur Ouvrier de France 2007. Trois ans à apprendre tous les postes. Il y rencontre aussi sa future femme.Direction Londres, chez Claude Bosi, au bistrot Mayfair. L'anglais qu'il a négligé le rattrape. Le doute s'installe, il pense à tout arrêter. Puis il postule spontanément dans sept maisons deux étoiles et reçoit une réponse à 5h43 du matin.C'est Olivier Nasti au Chambard, deux étoiles fraîchement reçues en 2014. Il voulait apprendre la viande ; il apprendra le gibier, jusqu'à trente chevreuils par semaine et ce que veut dire être chef propriétaire. Il reste six ans dans cette maison.Pour découvrir la cuisine de Nicolas Carro avec une vue imprenable sur la mer, c'est ici.
⚽ Los connacionales en Estados Unidos viven la fiesta mundialista afuera de los estadios no solo por el temor a la política antiinmigrante también por los costos de los boletos.
Carregado pelo Rei do Áudio, Ricardo Maria, terceiro de seu nome, príncipe das terras devastadas pelo vento, filho de mãe doida, jogador de basquetebol, rejeitado do Principado, ainda-não Rei do Vídeo, proprietário de abrigo, jogador da equipa Sénior de Basquetebol do Sport Lisboa e Benfica durante a época 25-26 num treino, possuidor de um pénis muy digno mas que não curte de falar disso, com soninho enquanto escreve isto, Rei de Punta, ainda o gajo que percebe mais de basket no Cubinho, quase preso no estrangeiro, pouco dotado para a bandidagem, futuro dançarino de tectonic, quase morto por cães, menino de brinco, homem sem bilhete para Bad Bunny, de Férias em Espanha, má influência, aliado, adepto da seleção Portuguesa de Futebol Masculino.Patreonhttps://www.patreon.com/BILHETES ARRAIAL:https://kilt.pt/eventos/arraial-vitor-sa/BILHETES LABS:https://freakshow.bol.ptCUBINHO, o podcast do colectivo CUBO. António Azevedo Coutinho, Ricardo Maria e Vítor Sá arrancam com a segunda parte deste projecto a três frentes. CUBINHO, um podcast em que se garante boa disposição e alguém a embirrar com o Ricardo.António Azevedo Coutinho https://www.instagram.com/antonioacoutinho/Ricardo Mariahttps://www.instagram.com/ricardotaomaria/Vítor Sáhttps://www.instagram.com/savitorsa/
On reçoit cette semaine dans le podcast Nicolas Carro, chef installé dans l'hôtel de Carantec face à la baie de Morlaix, dont le parcours commence en plein cœur de la Bretagne dans une famille d'agriculteurs. Dans cette première partie, Nicolas Carro raconte une enfance au milieu des vaches et une mère si protectrice qu'elle lui interdit le foot et le scooter pour l'inscrire à l'accordéon. À table, les repères sont déjà là : les tomates du jardin, le roast-beef du dimanche et le goût des bonnes choses.Pour tester sa motivation, ses parents lui trouvent un stage dans un routier de 500 couverts. Pendant une semaine, il n'épluche que des pommes de terre. Épuisé mais fasciné, il comprend que la cuisine est faite pour lui.Puis viennent l'école hôtelière à Saint-Malo, les premiers mentors, les concours et les stages dans les grandes maisons. Jusqu'à Paris et Alain Passard, où il découvre l'exigence de la haute gastronomie, la créativité sans limites et l'envie d'aller toujours plus loin. L'histoire ne fait alors que commencer.Pour découvrir la cuisine de Nicolas Carro avec une vue imprenable sur la mer, c'est ici.
A história da indústria automobilística global consolidou-se em grandes polos na Europa, nos Estados Unidos e na Ásia. Contudo, no interior do estado de São Paulo, o engenheiro João Augusto Conrado do Amaral Gurgel idealizou um rumo distinto para o desenvolvimento tecnológico do país. Com o propósito de estabelecer a soberania técnica nacional, fundou em 1969 a Gurgel Motores. Ao longo de vinte e cinco anos de atividade, a montadora produziu cerca de quarenta mil veículos e registrou patentes notáveis, como o chassi de Plasteel e o sistema de frenagem seletiva Selectraction, desafiando as multinacionais consolidadas. Neste documentário da Brasil Paralelo, acompanhe a trajetória completa da única montadora legitimamente brasileira. Abordamos o pioneirismo no desenvolvimento do primeiro veículo elétrico da América Latina em 1974, o Itaipu E150, e o advento do BR-800, o carro popular nacional de financiamento coletivo. Compreenda os bastidores econômicos e as decisões políticas do governo de Fernando Collor de Mello que retiraram as vantagens fiscais do projeto automotivo nacional, culminando no sufocamento comercial e na decretação de falência da empresa em 1994.
00:00 – Introdução00:23 – Concorra a uma camiseta Minial Club01:26 – Desempenho da Ferrari04:16 – Russel é 2º piloto?06:15 – Trauma dos pilotos08:14 – Parceiros do canal09:52 – Rádios traduzidos
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Um acidente ocorreu em Belo Horizonte (MG) quando um pequeno guindaste desceu uma rua sem controle. O incidente aconteceu na região nordeste da cidade. Durante a descida, o guindaste colidiu com um carro e o muro de uma casa. O veículo e a residência sofreram danos significativos. Não houve registro de feridos no local. E ainda: Drones ucranianos atacam refinaria em Moscou e voos são suspensos.
Nesta entrevista ao Alta Definição, longe dos relvados, João Cancelo revela a Daniel Oliveira momentos profundamente marcantes da sua vida pessoal, num testemunho raro de um dos futebolistas portugueses mais reconhecidos internacionalmente. O lateral, atualmente com 32 anos, partilhou com abertura pouco habitual o trauma que moldou a sua vida e carreira: o acidente de viação que vitimou a sua mãe quando tinha apenas 17 anos. Com uma narrativa que oscilou entre a serenidade de quem já fez as pazes com o passado e a emoção de quem ainda carrega essa perda, Cancelo descreveu os instantes imediatamente após o acidente com uma clareza perturbadora. “Lembro-me do último grito da minha mãe. Lembro-me do meu irmão a chorar. Eu tentei levantar o carro para tirar a minha mãe debaixo do carro e não consegui”, confessou. Para além do relato do trágico acidente, a conversa percorreu outros episódios igualmente reveladores de uma vida pautada pela adversidade e resiliência, desde a infância humilde no Barreiro, com um pai emigrante na Suíça e uma mãe que acumulava três empregos por dia, até ao assalto violento que sofreu em Manchester. O futebolista falou ainda da morte súbita do seu colega Diogo Jota, com quem partilhava o balneário da seleção nacional, e da forma como essa perda reavivou a sua própria dor. Mas foi ao refletir sobre o legado familiar que Cancelo mostrou a sua convicção mais profunda: “Houve uma vida antes da minha mãe falecer e depois da minha mãe falecer. Completamente diferente, porque comecei a ver a vida de outra maneira. Tive que crescer muito rápido”. A emissão deste episódio aconteceu a 13 de junho na SIC e a sinopse foi gerada com apoio de Inteligência Artificial. Saiba mais sobre a aplicação desta tecnologia nas redações do Grupo Impresa. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O mercado automotivo brasileiro vive uma das semanas mais movimentadas de 2026. Neste episódio do Motor1 Podcast, analisamos a chegada do BYD Atto 2 Flex, novo SUV híbrido plug-in da marca chinesa que estreia no Brasil com preços a partir de R$ 149.990, além da renovação da linha GWM Haval H6 2027, agora equipada com sistema híbrido flex e produção nacional. Também discutimos o avanço das fabricantes chinesas no país, a disputa cada vez mais intensa no segmento de SUVs eletrificados, os impactos da eletrificação flex e como as montadoras tradicionais estão reagindo às novas estratégias de BYD, GWM, GAC e outras marcas. Além disso:BYD Atto 2 Flex GWM Haval H6 2027 FlexMercado de SUVs híbridos e eletrificadosCrescimento das marcas chinesasNissan Kicks Play e viagens de longa distânciaBajaj assume KTM e Husqvarna no BrasilNovidades do mercado de motocicletasE-Days 2026 e o futuro da mobilidadeUm episódio para entender como o mercado brasileiro está mudando rapidamente e quais serão os próximos movimentos das montadoras nos segmentos de maior crescimento do país. Apresentação: Thiago Moreno e Julio Cesar da Silva.
Neste episódio do Economia & Negócios, José Inácio Pilar e Patricia Chaccur discutem sobre campanhas de marketing que não apenas fracassaram, mas geraram perda de reputação e prejuízos bilionários para marcas icônicas.Jaguar, Tesla, Havaianas e Nike são alguns dos casos que mostram como decisões equivocadas de branding podem gerar rejeição do público, boicotes e destruir legados. Contando com a experiência da Patricia Chaccur, que ocupou posições de liderança à frente da comunicação de marcas globais como Nike e Avon, a análise destes casos recentes revela os principais fatores que levam uma marca a perder confiança e conexão com seus consumidores.Em um ambiente polarizado e sensível a questões culturais, mudanças bruscas de posicionamento e campanhas desconectadas do público-alvo podem custar décadas de construção de marca. Entre os temas abordados: * O colapso da Jaguar após seu controverso reposicionamento * A crise de imagem da Tesla associada ao comportamento de Elon Musk * O boicote histórico enfrentado pela Bud Light *O caso Havaianas e a polêmica do “pé direito” * A crise de identidade da Nike e os erros recentes envolvendo a Seleção Brasileira. * O que empresas e profissionais podem aprender com campanhas que deram errado.#Marketing #ErrosDeMarketing #Branding #Nike #Tesla #Jaguar #Havaianas #Negocios #EstudoDeCaso #CriseDeImagem
Recién designado coordinador provincial de Izquierda Unida en León, recibimos a Sergio Carro, que, a sus 27 años, llega al cargo con la misión de reconstruir y fortalecer la operativa y estructura de esta formación política en territorio leonés. En una entrevista de casi media hora de duración, conocemos en "Hoy por Hoy León" las líneas maestras de su proyecto político y las prioridades que se marca este joven lacianiego para que IU recupere protagonismo en el panorama político provincial.
Sheinbaum defiende a López ObradorEn Los Ángeles, otra huelga amenaza el MundialEl PRI se lleva carro completo en Coahuila
A estratégia para combater a sinistralidade rodoviária está em discussão pública, depois do governo aprovar em Conselho de Ministros um documento que aponta a uma redução para metade do número de mortos e feridos graves, até 2030. Nos primeiros cinco meses deste ano já morreram 180 pessoas e mais de mil ficaram gravemente feridas. Neste episódio, conversamos com Pedro Alves Nogueira, piloto e instrutor, CEO da Driving X, uma empresa que dá formação em condução defensiva e evasiva.See omnystudio.com/listener for privacy information.
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 — Introdução: A conta que não fecha00:41 — Por que todo mundo compra carro zero mesmo sem dinheiro01:11 — A armadilha psicológica: você não compra um carro, compra uma identidade02:35 — A matemática da ilusão: o custo real de um financiamento03:33 — Os juros reais dos bancos brasileiros (dados do Banco Central)04:27 — O custo real mensal: muito além da parcela06:12 — A mentira do consórcio: o que ninguém te conta07:51 — O custo de oportunidade: quanto você perde em 30 anos10:48 — A solução real 12:14 — RC Wealth e RC Club: o próximo passo
Xiiii, deu ruim esse elétrico da Ferrari hein.
Alexandre Garcia comenta incredulidade dos europeus e americanos sobre uso de carro blindado no Brasil, processo contra Alexandre de Moraes nos EUA, e nova operação contra fraudadores do INSS.
Com Diogo Beja e Joana Azevedo
O carro elétrico já deixou de ser novidade no Brasil, mas uma dúvida ainda acompanha muita gente: afinal, como funciona a recarga no dia a dia? No novo episódio do Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com Ayrton Barros, diretor-geral da NeoCharge, sobre os desafios e as mudanças que estão transformando a mobilidade elétrica no país. Durante o bate-papo, o executivo explica por que a lógica do “posto de gasolina” começa a perder espaço no universo dos elétricos e como mercados, academias, restaurantes, shoppings e escritórios podem se transformar em pontos estratégicos de recarga. O episódio também aborda o crescimento acelerado dos carros elétricos no Brasil, os desafios da infraestrutura urbana, a situação dos condomínios e o que esperar do futuro da mobilidade elétrica nos próximos anos.] Você também vai conferir: próximo fiscal da Lei Seca pode estar dentro do painel do seu carro, próxima antena da Starlink pode funcionar sem tomada e Uber descobre na prática que usar IA em massa pode sair muito mais caro do que parecia. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Paulo Amaral, Nathan Vieira e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O primeiro episódio desta nova temporada do Homem Que Mordeu o Cão foi épico!!
Didi Braguinha, André Rumjanek e Googlebee continuam a série sobre jogos de corrida automotiva mergulhando em títulos que tentam transformar velocidade, tensão e estratégia em experiências intensas de mesa. Nesta segunda parte, a conversa explora como diferentes jogos representam curvas, ultrapassagens, gerenciamento de recursos e o equilíbrio entre sorte e habilidade, discutindo desde propostas mais acessíveis até simuladores mais pesados inspirados na Fórmula 1.O episódio passa por jogos como Formula D e Race Formula 90, analisando como cada sistema traduz a sensação de uma corrida real através de mecânicas de desgaste, disputa de posição e tomada de decisão sob pressão. Entre histórias de mesa e reflexões sobre design, Didi e André também debatem o quanto um jogo de corrida precisa ser caótico, estratégico ou punitivo para capturar a adrenalina das pistas.Para saber mais sobre este episódio e os jogos mencionados: Jogos de Corrida de Carro nos Tabuleiros Parte 2: Simulação e SorteSe você ainda não conhece ou faz parte, fale conosco no nosso Fabuloso Discord.E para as redes sociais: Fabuloso Podcast no InstagramFabuloso Podcast no YouTubeFabuloso Podcast no TikTokPara comprar camisa do Fabuloso (e outras):Deselegante
This Day in Legal History: 27th AmendmentOn May 19, 1992, the 27th Amendment to the United States Constitution was officially published in the Federal Register, ending one of the longest and oddest ratification stories in American legal history. The amendment provides that any law changing the compensation of members of Congress cannot take effect until after an election for the House of Representatives has taken place. Put more simply, Congress may vote to change its own pay, but it cannot make that change immediate. The rule gives voters a chance to respond before the pay change takes effect.What makes the 27th Amendment unusual is not only what it says, but how long it took to become law. It was originally proposed by James Madison in 1789 as part of the same set of amendments that produced the Bill of Rights. Most of those amendments were ratified quickly, but this one lingered for more than two centuries. Because Congress had not set a ratification deadline, the amendment remained legally available for state approval. In the 1980s, a renewed ratification campaign helped bring it back to public attention. Michigan became the 38th state to ratify it in May 1992, giving it the three-fourths approval required by Article V of the Constitution.The amendment's publication in the Federal Register on May 19 marked the formal public recognition that it had become part of the Constitution. Its ratification raised a serious legal question about whether an amendment proposed in the 18th century could still be valid in the 20th century. The answer, at least for amendments without a deadline, was yes. The 27th Amendment stands as a reminder that constitutional change can move slowly, sometimes across generations, and still become binding law.The Supreme Court agreed to hear a case about whether Title IX's protections against sex discrimination in federally funded education programs extend to employees, including college professors and coaches. The case was brought by former Augusta University professor Thomas Crowther and former Georgia Tech women's basketball coach MaChelle Joseph, both of whom lost their jobs after workplace-conduct investigations. Crowther claimed Augusta University retaliated against him and discriminated against him based on sex after it suspended him and declined to renew his contract. Joseph argued that Georgia Tech fired her in retaliation for her complaints about unequal treatment of women's athletics and female athletes. Their cases reached the Eleventh Circuit together, where the court ruled that Title IX clearly protects students, but that its application to employees is less certain. That ruling placed the Eleventh Circuit on one side of a broader circuit split.The Fifth, Seventh, and Eleventh Circuits have taken a narrower view of Title IX employment claims, while the First, Second, Third, and Fourth Circuits have allowed employees to bring certain Title IX claims. The solicitor general agreed with the Eleventh Circuit's narrower reading but urged the Supreme Court to take the case because lower courts are divided. The case gives the justices a chance to decide whether professors, coaches, and other school employees can use Title IX directly to sue for workplace sex discrimination or retaliation.High Court To Examine Title IX Protections For Coaches, Profs - Law360A New York state judge partially granted Luigi Mangione's request to keep certain evidence out of his upcoming murder trial. Mangione is accused of killing UnitedHealthcare CEO Brian Thompson outside a Manhattan hotel in December 2024 and has pleaded not guilty. Justice Gregory Carro ruled that police unlawfully searched Mangione's backpack during his arrest in Pennsylvania without a warrant. Because of that, some items found during the first search, including a loaded handgun magazine, a cellphone, and a computer chip, will be suppressed. But the judge allowed other evidence from a later police-station search of the backpack, including a gun, silencer, USB drive, and red notebook.Carro also rejected Mangione's effort to suppress his initial statements to police, finding that they were not obtained through an illegal interrogation. The ruling gives the defense a partial win, but prosecutors say they still have substantial evidence tying Mangione to the shooting, including DNA, fingerprints, video footage, and other items. Mangione's state trial is scheduled to begin on September 8 and is expected to last about six weeks. He also faces separate federal charges, though earlier rulings in that case removed the possibility of the death penalty.Judge grants accused CEO killer Mangione's bid to suppress evidence due to unlawful search | ReutersState lawmakers have rejected dozens of anti-vaccine bills backed by Make America Healthy Again supporters, showing limits to the movement's influence in state legislatures. The bills sought to roll back or end policies such as school vaccination requirements, but public health groups and medical associations mounted successful opposition campaigns. Groups including American Families for Vaccines and the American Academy of Pediatrics argued that vaccine mandates remain broadly supported and are important for public health. Their strategy focused especially on Republican-controlled states, where advocates used polling and personal appeals to persuade lawmakers that opposing vaccines could be both medically risky and politically unpopular. Anti-vaccine proposals increased this year because MAHA-aligned groups coordinated efforts across multiple states. Still, bills failed in places including Idaho, West Virginia, Tennessee, South Dakota, Florida, and Iowa. The debate is unfolding as Health Secretary Robert F. Kennedy Jr., a longtime vaccine skeptic, has taken steps against mandatory immunization policies, though some changes have been paused in litigation. Both sides expect the issue to continue, with anti-vaccine advocates encouraged by hearings and organizing momentum, while public health advocates say more legislation is likely to appear in future sessions.US states reject anti-vaccine bills as public health groups fight MAHA | ReutersMy column for Bloomberg this week argues that a federal gas tax holiday would be a poor answer to rising gas prices because it would do little for household affordability while further weakening transportation funding. Gas prices are being driven by forces Congress cannot easily fix by statute, including conflict involving Iran and instability around the Strait of Hormuz.Lawmakers are nevertheless showing bipartisan interest in suspending the federal gas tax, including President Donald Trump, Sen. Josh Hawley, and House Speaker Mike Johnson. The political appeal is clear because gas prices are highly visible and give lawmakers a simple way to say they are responding to voters' economic pain. But the federal gas tax has been frozen at 18.4 cents per gallon since 1993, even as infrastructure costs have continued to rise. Suspending it would take revenue away from the Highway Trust Fund, which helps pay for highways, roads, bridges, and mass transit.The column argues that Congress should separate the problem of household hardship from the problem of transportation finance. Instead of cutting the gas tax, lawmakers could provide targeted help through refundable credits, direct payments, commuter assistance, or flexible transportation support for low- and moderate-income households.If Congress insists on a gas tax holiday, it should at least pair it with an immediate dedicated backfill and longer-term reforms such as indexing the gas tax to inflation, adopting mileage-based fees, or modernizing road-use charges. The larger point is that high gas prices are real, but a gas tax holiday is a badly targeted discount financed by a transportation system that is already financially strained. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit www.minimumcomp.com/subscribe
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