POPULARITY
Categories
El 85% dels docents han secundat la vaga. En parlem amb Mari Gonzàlez, Consellera delegada d'Educació del Consell Comarcal de la Garrotxa
Vaga del sector educatiu avui dimecres. Els principals sindicats de l'educació han fet una convocatòria conjunta per reclamar diverses millores en el sistema educatiu i un augment de les retribucions. A la vaga, hi estan cridat tot el personal docent, però també els professionals d'atenció educativa, d'educació especial, d'integració social, d'educació infantil, fisioterapeutes i logopedes. Albert València, representant de l’assemblea de docents, remarca les principals demandes que fan: unes ràtios més baixes i més professionals als centres per poder atendre millor l’alumnat, una disminució de la càrrega burocràtica i més temps educatiu per poder treballar i preparar les activitats de manera més idònia, equips docents estables i centres amb capacitats reals de decisió i uns currículums que siguin elaborats sota la veu dels professionals que els han d’aplicar després. Manifestants davant dels Serveis Territorials de Girona També volen una millora per al personal d’atenció educativa i el personal laboral, que seria clau per a una escola inclusiva: “S’omplen molt la boca d’escola inclusiva, però és irrealitzable amb els serveis de què disposem ara mateix”, explica Albert València, que afegeix que, evidentment, també reclamen la recuperació del poder adquisitiu que han perdut, que “ronda entre el 22% i el 25% des del 2010 i actualment no s’està revertint de cap manera aquesta situació”. “Esperem que hi hagi una reacció i que comenci a veure que es cal revertir una situació que no és que sigui dels darrers anys, sinó que porta molts anys” Albert València El seguiment de la vaga està sent força elevat i el sector espera que el Departament d’Educació de la Generalitat els escolti i doni resposta a les demandes. “De fa anys hi ha una manca d’inversió que està fent que l’escola pública catalana ara mateix estigui en retrocés i que pot esdevenir en una paralització total de l’escola pública”Albert València Albert València ha explicat que per fer sentir la veu del sector educatiu es farà una marxa lenta a Tordera i una manifestació unitària a Girona, que finalitzarà davant dels Serveis Territorials d'Educació.
A l'Al Dia Terres de l'Ebre d'avui dimarts, 10 de febrer: - Obrim l'Informatiu, amb el repàs a l'actualitat, a través de les nostres emissores col·laboradores. - A l’Entrevista del Dia: amb Jaume Vidal Arasa, artista, docent i agent cultural, que acaba de ser nomenat nou director del centre d’art contemporani Lo Pati d’Amposta. - De Poble en Poble: l’Smart Centre de Santa Bàrbara ofereix una xerrada amb l’activista pels drets humans, educadora social i fundadora de l’organització Ponts per la Pau Nadia Ghulam. - Educació: parlem de la Vaga que el sector ha convocat per aquest dimecres 11 de febrer. La nostra companya Núria Mora des de Ràdio Tortosa ens porta les reivindicacions dels docents. - Fem 1 Tast amb Margaret Nofre: Pasta de full amb fruites fresques.
Primer dia de vaga a Rodalies sense complir els serveis mínims
Os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 ampliam a presença do Brasil nos esportes de neve. No snowboard halfpipe, Augustinho Teixeira e Pat Burgener representam o país em uma das provas mais técnicas do programa olímpico, historicamente dominada por potências europeias e norte-americanas. Luciana Quaresma, especial de Milão para a RFI Ambos nasceram fora do Brasil mas são filhos de mães brasileiras. Construíram carreiras no exterior mas neste ciclo olímpico decidiram defender o país que os conecta às suas origens, traduzindo em esporte uma escolha de identidade e pertencimento. Vaga olímpica e qualificação Para Augustinho Teixeira, que nasceu em Ushuaia, na Argentina, Milão-Cortina marca a estreia em uma Olimpíada de Inverno. O snowboarder garantiu sua vaga ao somar pontos consistentes no ranking de qualificação, em especial com desempenho na etapa da Copa do Mundo em Laax, na Suíça, onde terminou na 24ª posição, resultado que o manteve dentro das vagas classificatórias para os Jogos. O jovem atleta, de 20 anos, que começou na neve ainda na infância ao lado da família vê essa qualificação como a consagração de anos de dedicação. “Estou vivendo algo inimaginável. A classificação para a Olimpíada é a prova de que o esforço, a disciplina e o foco em cada detalhe me trouxeram até aqui”, diz Augustinho, refletindo sobre sua trajetória. Além de garantir sua participação nos Jogos, Augustinho vem somando experiência em competições internacionais e foi o campeão em uma etapa da Copa Europeia de Snowboard halfpipe em Kitzsteinhorn, na Áustria — um marco importante em sua evolução esportiva. Medalha histórica e Brasil no pódio Se Augustinho entra em Milão-Cortina fazendo sua estreia olímpica, Pat Burgener chega com um capítulo esportivo já escrito em grandes palcos internacionais. Nascido na Suíça e filho de mãe brasileira, Pat, de 31 anos disputou duas edições anteriores dos Jogos Olímpicos de Inverno — em PyeongChang 2018 (5º lugar) e Pequim 2022 (11º lugar), representando o país europeu antes de optar por competir pelo Brasil no ciclo 2025/2026. A temporada antes da Olimpíada já trouxe um momento histórico: Pat Burgener conquistou a primeira medalha da história do Brasil na Copa do Mundo de snowboard halfpipe, ao levar o bronze na etapa de Calgary, no Canadá, em janeiro deste ano. O resultado marcou não apenas o melhor desempenho brasileiro na modalidade, mas também consolidou Burgener como uma das principais esperanças para Milão-Cortina. “Foi uma sensação incrível. Saber que meu nome entrou na história do esporte brasileiro, colocando o país no pódio pela primeira vez na Copa do Mundo de halfpipe, é algo que vai comigo para os Jogos”, comenta Pat. Essa conquista veio após um início de temporada promissor, que incluiu um quarto lugar em Secret Garden, na China, outro resultado destacado antes de Calgary. Identidade, cultura e escolha consciente Para Augustinho, competir por uma bandeira que carrega simbolismo familiar é mais do que representar um país em uma competição: é traduzir uma história de vida. “O Brasil sempre foi parte da minha história, mesmo morando fora. Representar o país da minha mãe e levar essa bandeira ao halfpipe é algo que me enche de orgulho e responsabilidade”, ele afirma. Esse sentimento de conexão se reflete não apenas no patriotismo esportivo, mas na forma como ele vê seu papel dentro e fora da pista, como referência e inspiração para novos praticantes brasileiros de snowboard. Pat, por sua vez, reforça a ideia de que a escolha de representar o Brasil é também uma forma de expandir horizontes e criar novas possibilidades para a modalidade. “Defender o Brasil no snowboard é mais do que uma mudança de nacionalidade. É trazer visibilidade para um país que não é tradicional nos esportes de inverno e mostrar que aqui também pode haver espaço e oportunidades”, diz ele, ressaltando o apoio que tem recebido tanto da família quanto da federação brasileira. Snowboard brasileiro em foco Em Milão-Cortina 2026, Augustinho Teixeira e Pat Burgener não apenas competem nas pistas de neve, mas representam duas trajetórias que se cruzam sob a mesma bandeira e com propósitos que vão além dos resultados individuais. Unidos pelo mesmo objetivo de colocar o Brasil cada vez mais presente no cenário internacional do snowboard, eles mostram que a presença verde e amarela também pode ganhar espaço nas montanhas cobertas de neve, inspirando uma nova geração de atletas e fãs no país.
O Clássico das Emoções foi de um time só! No episódio de hoje, analisamos a atuação de gala do Timbu, que não tomou conhecimento do rival e aplicou uma goleada histórica de 4 a 0 sobre o Santa Cruz.
Ričardas Gavelis. „Jauno žmogaus memuarai“. Išleido leidykla „Vaga“.Romaną sudaro keturiolika laiškų, mirusio jauno žmogaus Leono Cipario rašomų iš anàpus savo mokytojui ir draugui Tomui Kelertui. Leonas mėgina išsiaiškinti, kokios jėgos įstūmė mus ten, kur esame, kaip jos formuoja tautą ir asmenybę. Knygos ištraukas skaito aktorius Henrikas Savickis.
A brasileira Bruna Moura está oficialmente classificada para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 na categoria esqui cross-country, uma conquista que vai muito além do resultado esportivo. Quatro anos depois de sofrer um grave acidente na Itália, às vésperas da Olimpíada de Pequim 2022, a atleta retorna ao mesmo cenário olímpico como símbolo de superação física, psicológica e emocional, representando o Brasil em uma das modalidades mais exigentes do esporte mundial. Luciana Quaresma, de Milão para a RFI “Eu não sei se sou capaz de descrever como eu vivo esse momento. Para mim, é algo surreal. Estou vivendo novamente o sonho de ouvir meu nome ser anunciado para a equipe olímpica”, afirma Bruna, ainda cautelosa com a comemoração. “Eu quero comemorar de verdade quando cruzar a linha de chegada nos Jogos”, afirma. Em janeiro de 2022, durante um período de treinos na Itália, Bruna sofreu um acidente de carro grave, poucos dias após sair da quarentena por Covid-19. O impacto foi profundo. As lembranças do episódio são fragmentadas. “Tenho no máximo 30 minutos de memória de todo o processo”, revela, mas as consequências permanecem. “O acidente faz parte da minha vida. Eu penso nele todos os dias. A dor no pé é diária, não tem como esquecer”, relata. “Eu precisei aprender a viver com isso, integrar essa dor à minha rotina e seguir em frente”, conta Bruna Moura. A recuperação física permitiu o retorno às competições pouco mais de um ano depois, no Mundial da Eslovênia, mas a reabilitação psicológica exigiu um trabalho ainda mais delicado. Bruna enfrentou sintomas de estresse pós-traumático e passou por sessões intensivas de terapia, incluindo EMDR (tipo de terapia para processar traumas), para lidar com memórias auditivas recorrentes das sirenes da ambulância e da polícia. “A terapia funcionou. Hoje eu lido muito melhor com isso, mas o trauma ainda vem comigo. Tudo o que faço tem um pedaço dessa experiência.” Adaptação como chave para a classificação Se o acidente impôs limites, também exigiu reinvenção. Com restrições no pé, Bruna precisou adaptar radicalmente sua preparação física, apostando no double pole, técnica que privilegia a força da parte superior do corpo. “O motivo não foi positivo, mas o resultado foi. Esse ganho de potência foi decisivo para os pontos que conquistei no ranking e para a classificação olímpica”, explica. A vaga para Milano-Cortina veio justamente pelo ranking internacional, em uma disputa direta e emocionalmente complexa com Jaqueline Mourão, a atleta mais experiente e respeitada do esqui cross-country brasileiro — e uma figura central na própria trajetória de Bruna. “Foi estranho e difícil. Ela é minha amiga, minha referência, a maior atleta da história do esporte no Brasil. Eu queria muito que ela estivesse nesses Jogos também”. Da mountain bike ao esqui A relação de Bruna com o esqui cross-country começou graças à própria Jaqueline Mourão, ainda em 2010, quando Bruna era atleta de mountain bike. Selecionada para um projeto de desenvolvimento em Minas Gerais, ela se destacou nacionalmente, mas viu sua carreira interrompida por um problema cardíaco congênito, que exigia uma cirurgia complexa. Sem recursos financeiros, foi novamente Jaqueline quem viabilizou o acesso ao tratamento, por meio de instituições médicas em São Paulo. Durante esse período de afastamento das competições, Bruna teve o primeiro contato com o roller ski, em atividades promovidas pela Confederação Brasileira de Desportos na Neve (CBDN). “Mesmo quando eu não podia competir, eles me incluíram. Aquilo me ajudou muito num momento de depressão”, lembra. Em 2014, Bruna passou a integrar oficialmente a equipe brasileira de esqui cross-country e biatlo — um caminho longo, construído com paciência, resiliência e adaptação. O sonho olímpico como missão pessoal Para Bruna Moura, estar nos Jogos de Milano-Cortina tem um significado especial, construído ao longo de anos de luta e resiliência. “Eu sei que será difícil conquistar um resultado expressivo, porque estarei competindo contra as melhores atletas do mundo. O meu objetivo sempre foi alcançar o sonho de me tornar uma atleta olímpica e competir no meu melhor nível, porque isso vai muito além do resultado final”, diz Bruna Moura. A promessa feita a si mesma ainda no hospital, após o acidente, agora está prestes a se cumprir. “Desde que recuperei a consciência, eu dizia: eu vou para os Jogos de 2026. E trabalhei em tudo — treino, nutrição, descanso, hidratação — para chegar aqui.” Milão-Cortina 2026: redenção e liberdade Ao imaginar o momento da estreia olímpica, Bruna fala em redenção. “Quando eu cruzar a linha de chegada, ver meu nome na tela, a bandeira do Brasil ao lado… eu não sei como meu coração vai reagir. Vai ser liberdade. Liberdade de viver algo que por tantos anos foi só um sonho.” Em um esporte dominado por países tradicionais e com pouca estrutura no Brasil, a presença de Bruna Moura em Milão-Cortina 2026 carrega um simbolismo poderoso: o de que persistência, adaptação e coragem podem transformar até os caminhos mais improváveis em realidade olímpica. *Errata: o acidente de Bruna Moura foi em janeiro de 2022, e não em setembro de 2021 como escrito anteriormente.
Ričardas Gavelis. „Jauno žmogaus memuarai“. Išleido leidykla „Vaga“.Romaną sudaro keturiolika laiškų, mirusio jauno žmogaus Leono Cipario rašomų iš anàpus savo mokytojui ir draugui Tomui Kelertui. Leonas mėgina išsiaiškinti, kokios jėgos įstūmė mus ten, kur esame, kaip jos formuoja tautą ir asmenybę. Knygos ištraukas skaito aktorius Henrikas Savickis.
Ričardas Gavelis. „Jauno žmogaus memuarai“. Išleido leidykla „Vaga“.Romaną sudaro keturiolika laiškų, mirusio jauno žmogaus Leono Cipario rašomų iš anàpus savo mokytojui ir draugui Tomui Kelertui. Leonas mėgina išsiaiškinti, kokios jėgos įstūmė mus ten, kur esame, kaip jos formuoja tautą ir asmenybę. Knygos ištraukas skaito aktorius Henrikas Savickis.
O sonho de trabalhar fora do Brasil nunca esteve tão vivo entre programadores, mas a verdade é que o caminho mudou muito nos últimos anos. Em 2026, não basta só “codar bem”. Empresas dos Estados Unidos e da Europa estão buscando desenvolvedores que consigam se posicionar melhor, explicar decisões técnicas com clareza, encarar entrevistas com mais estratégia e, claro, usar inteligência artificial no dia a dia de trabalho. No episódio de hoje do Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com Carlos Levir, fundador da Coders, um ecossistema que prepara profissionais de tecnologia para conquistar vagas internacionais. Ele explica o que realmente pesa na seleção, quais são os erros que eliminam candidatos bons e como se preparar para entrar nesse mercado com mais confiança, sem romantizar o processo. Você também vai conferir: Youtube deve ter mudanças como compras no app, Shorts diferente e mais controle, ar-condicionado do futuro pode nem ficar na parede e WhatsApp testa recurso que libera histórico de mensagens para novos membros de grupos. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernada Santos e contou com reportagens de André Lourentti, Renato Moura e João Melo, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, edição de Natalia Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ričardas Gavelis. „Jauno žmogaus memuarai“. Išleido leidykla „Vaga“.Romaną sudaro keturiolika laiškų, mirusio jauno žmogaus Leono Cipario rašomų iš anàpus savo mokytojui ir draugui Tomui Kelertui. Leonas mėgina išsiaiškinti, kokios jėgos įstūmė mus ten, kur esame, kaip jos formuoja tautą ir asmenybę. Knygos ištraukas skaito aktorius Henrikas Savickis.
O Sisu 2026 abriu inscrições nesta segunda-feira, 19. São mais de 274 mil vagas para 7,3 mil cursos em todo o Brasil. O processo seletivo vai até o dia 23 de janeiro e deve ser feito na internet. Com tanta oferta e concorrência acirrada, como garantir a vaga dos sonhos? No JR 15 Minutos, o professor Edmilson Motta, coordenador do Grupo Educacional Etapa, explica estratégias, notas de corte e dá dicas para os candidatos.
Ričardas Gavelis. „Jauno žmogaus memuarai“. Išleido leidykla „Vaga“.Romaną sudaro keturiolika laiškų, mirusio jauno žmogaus Leono Cipario rašomų iš anàpus savo mokytojui ir draugui Tomui Kelertui. Leonas mėgina išsiaiškinti, kokios jėgos įstūmė mus ten, kur esame, kaip jos formuoja tautą ir asmenybę. Knygos ištraukas skaito aktorius Henrikas Savickis.
Ričardas Gavelis. „Jauno žmogaus memuarai“. Išleido leidykla „Vaga“.Romaną sudaro keturiolika laiškų, mirusio jauno žmogaus Leono Cipario rašomų iš anàpus savo mokytojui ir draugui Tomui Kelertui. Leonas mėgina išsiaiškinti, kokios jėgos įstūmė mus ten, kur esame, kaip jos formuoja tautą ir asmenybę. Knygos ištraukas skaito aktorius Henrikas Savickis.
Ričardas Gavelis. „Jauno žmogaus memuarai“. Išleido leidykla „Vaga“.Romaną sudaro keturiolika laiškų, mirusio jauno žmogaus Leono Cipario rašomų iš anàpus savo mokytojui ir draugui Tomui Kelertui. Leonas mėgina išsiaiškinti, kokios jėgos įstūmė mus ten, kur esame, kaip jos formuoja tautą ir asmenybę. Knygos ištraukas skaito aktorius Henrikas Savickis.
En este episodio hablaremos de un caso muy particular en donde las personas confunden a un ente con el espíritu de un ser querido, pero este ser no es lo que ellos creen.
Vaga del sector pesquer en contra de la normativa europea que els suposa incrementar la burocr
Ričardas Gavelis. „Jauno žmogaus memuarai“. Išleido leidykla „Vaga“.Romaną sudaro keturiolika laiškų, mirusio jauno žmogaus Leono Cipario rašomų iš anapus savo mokytojui ir draugui Tomui Kelertui. Leonas mėgina išsiaiškinti, kokios jėgos įstūmė mus ten, kur esame, kaip jos formuoja tautą ir asmenybę. Knygos ištraukas skaito aktorius Henrikas Savickis.
Leitura do Srimad Bhagavatam Canto 10 por SWAMI PURISWAMI PURI (Srila Bhaktivedanta Puri Goswami Maharaj) é monge renunciante há 26 anos, mestre espiritual do Vaisnavismo e discípulo de Srila Bhakti Pramode Puri Goswami Maharaj. Construiu um monastério no sul de Minas Gerais onde se pratica bhakti yoga, a yoga da devoção. Sua dedicação, amizade e simplicidade o tornou muito querido, recebendo a todos que tem ido tomar refúgio nesse belo espaço chamado Vrinda Bhumi.CONHEÇA MAIS sobre SWAMI PURI (B.V Puri Goswami Mahārāja)Instagram: / bvpuri Facebook: / swamipuri64 Site Oficial: http://www.swamipuri.com.brCANAL DO YOUTUBE - https://www.youtube.com/channel/UC2FhOypSOtH-y8D5PonB2aQGrupo Bhakti Dharma no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/LHY4w0pIkCt...ACOMPANHE-NOS NAS REDES SOCIAIS - SEMEANDO DEVOÇÃO: https://harmonizesuavida.my.canva.site/semeandodevocao
Leitura do Srimad Bhagavatam Canto 10 por SWAMI PURISWAMI PURI (Srila Bhaktivedanta Puri Goswami Maharaj) é monge renunciante há 26 anos, mestre espiritual do Vaisnavismo e discípulo de Srila Bhakti Pramode Puri Goswami Maharaj. Construiu um monastério no sul de Minas Gerais onde se pratica bhakti yoga, a yoga da devoção. Sua dedicação, amizade e simplicidade o tornou muito querido, recebendo a todos que tem ido tomar refúgio nesse belo espaço chamado Vrinda Bhumi.CONHEÇA MAIS sobre SWAMI PURI (B.V Puri Goswami Mahārāja)Instagram: / bvpuri Facebook: / swamipuri64 Site Oficial: http://www.swamipuri.com.brCANAL DO YOUTUBE - https://www.youtube.com/channel/UC2FhOypSOtH-y8D5PonB2aQGrupo Bhakti Dharma no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/LHY4w0pIkCt...ACOMPANHE-NOS NAS REDES SOCIAIS - SEMEANDO DEVOÇÃO: https://harmonizesuavida.my.canva.site/semeandodevocao
Ričardas Gavelis. „Jauno žmogaus memuarai“. Išleido leidykla „Vaga“.Romaną sudaro keturiolika laiškų, mirusio jauno žmogaus Leono Cipario rašomų iš anapus savo mokytojui ir draugui Tomui Kelertui. Leonas mėgina išsiaiškinti, kokios jėgos įstūmė mus ten, kur esame, kaip jos formuoja tautą ir asmenybę. Knygos ištraukas skaito aktorius Henrikas Savickis.
Leitura do Srimad Bhagavatam Canto 10 por SWAMI PURISWAMI PURI (Srila Bhaktivedanta Puri Goswami Maharaj) é monge renunciante há 26 anos, mestre espiritual do Vaisnavismo e discípulo de Srila Bhakti Pramode Puri Goswami Maharaj. Construiu um monastério no sul de Minas Gerais onde se pratica bhakti yoga, a yoga da devoção. Sua dedicação, amizade e simplicidade o tornou muito querido, recebendo a todos que tem ido tomar refúgio nesse belo espaço chamado Vrinda Bhumi.CONHEÇA MAIS sobre SWAMI PURI (B.V Puri Goswami Mahārāja)Instagram: / bvpuri Facebook: / swamipuri64 Site Oficial: http://www.swamipuri.com.brCANAL DO YOUTUBE - https://www.youtube.com/channel/UC2FhOypSOtH-y8D5PonB2aQGrupo Bhakti Dharma no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/LHY4w0pIkCt...ACOMPANHE-NOS NAS REDES SOCIAIS - SEMEANDO DEVOÇÃO: https://harmonizesuavida.my.canva.site/semeandodevocao
Ričardas Gavelis. „Jauno žmogaus memuarai“. Išleido leidykla „Vaga“.Romaną sudaro keturiolika laiškų, mirusio jauno žmogaus Leono Cipario rašomų iš anapus savo mokytojui ir draugui Tomui Kelertui. Leonas mėgina išsiaiškinti, kokios jėgos įstūmė mus ten, kur esame, kaip jos formuoja tautą ir asmenybę. Knygos ištraukas skaito aktorius Henrikas Savickis.
Ričardas Gavelis. „Jauno žmogaus memuarai“. Išleido leidykla „Vaga“.Romaną sudaro keturiolika laiškų, mirusio jauno žmogaus Leono Cipario rašomų iš anapus savo mokytojui ir draugui Tomui Kelertui. Leonas mėgina išsiaiškinti, kokios jėgos įstūmė mus ten, kur esame, kaip jos formuoja tautą ir asmenybę. Knygos ištraukas skaito aktorius Henrikas Savickis.
Ričardas Gavelis. „Jauno žmogaus memuarai“. Išleido leidykla „Vaga“.Romaną sudaro keturiolika laiškų, mirusio jauno žmogaus Leono Cipario rašomų iš anapus savo mokytojui ir draugui Tomui Kelertui. Leonas mėgina išsiaiškinti, kokios jėgos įstūmė mus ten, kur esame, kaip jos formuoja tautą ir asmenybę. Knygos ištraukas skaito aktorius Henrikas Savickis.
Els metges de Catalunya Nord porten en vaga des del dia 5 de gener i fins al dia 14 per denunciar una crisi profunda en el sistema mèdic de l'estat. Els professionals denuncien que la seva feina és cada vegada més administrativa i que cada vegada tenen menys temps per curar a la gent. Joan Pau Ortiz, president honorífic de la Confederació de sindicats de metges de l'estat francès,
Microcosmos Records presents Gati, a new album by Six Dead Bulgarians — a deep, ritualistic journey where ambient electronics, ethnic instrumentation, and archaic memory dissolve into one continuous flow. The word Gati comes from Sanskrit and can be translated as movement, path, passage, destiny, the migration of the soul. It reflects a worldview where life unfolds as an endless current of transitions and rebirths. This idea resonates with the geography of the Russian North, where countless rivers carry names ending in "-ga" — Volga, Onega, Pinega, Vaga — as if echoing an ancient linguistic and cultural source. Musically, Gati is dense yet meditative. Analog synthesizer drones pulse like slow breathing, while flutes, didgeridoo, trumpet, guitar, ethnic percussion, and deeply rooted folk vocals form a living, organic texture. Field recordings from the archives of Kenozero National Park add a documentary layer, grounding the album in real landscapes, voices, and time. The album's concept revolves around the life and fate of a Russian woman during times of hardship — not as a narrative, but as a state of being. Each track feels like a fragment of memory: intimate, restrained, and quietly powerful. Despite its depth, Gati remains surprisingly accessible — music that can accompany daily life while subtly shifting perception.
Microcosmos Records presents Gati, a new album by Six Dead Bulgarians — a deep, ritualistic journey where ambient electronics, ethnic instrumentation, and archaic memory dissolve into one continuous flow. The word Gati comes from Sanskrit and can be translated as movement, path, passage, destiny, the migration of the soul. It reflects a worldview where life unfolds as an endless current of transitions and rebirths. This idea resonates with the geography of the Russian North, where countless rivers carry names ending in "-ga" — Volga, Onega, Pinega, Vaga — as if echoing an ancient linguistic and cultural source. Musically, Gati is dense yet meditative. Analog synthesizer drones pulse like slow breathing, while flutes, didgeridoo, trumpet, guitar, ethnic percussion, and deeply rooted folk vocals form a living, organic texture. Field recordings from the archives of Kenozero National Park add a documentary layer, grounding the album in real landscapes, voices, and time. The album's concept revolves around the life and fate of a Russian woman during times of hardship — not as a narrative, but as a state of being. Each track feels like a fragment of memory: intimate, restrained, and quietly powerful. Despite its depth, Gati remains surprisingly accessible — music that can accompany daily life while subtly shifting perception.
Microcosmos Records presents Gati, a new album by Six Dead Bulgarians — a deep, ritualistic journey where ambient electronics, ethnic instrumentation, and archaic memory dissolve into one continuous flow. The word Gati comes from Sanskrit and can be translated as movement, path, passage, destiny, the migration of the soul. It reflects a worldview where life unfolds as an endless current of transitions and rebirths. This idea resonates with the geography of the Russian North, where countless rivers carry names ending in "-ga" — Volga, Onega, Pinega, Vaga — as if echoing an ancient linguistic and cultural source. Musically, Gati is dense yet meditative. Analog synthesizer drones pulse like slow breathing, while flutes, didgeridoo, trumpet, guitar, ethnic percussion, and deeply rooted folk vocals form a living, organic texture. Field recordings from the archives of Kenozero National Park add a documentary layer, grounding the album in real landscapes, voices, and time. The album's concept revolves around the life and fate of a Russian woman during times of hardship — not as a narrative, but as a state of being. Each track feels like a fragment of memory: intimate, restrained, and quietly powerful. Despite its depth, Gati remains surprisingly accessible — music that can accompany daily life while subtly shifting perception.
Microcosmos Records presents Gati, a new album by Six Dead Bulgarians — a deep, ritualistic journey where ambient electronics, ethnic instrumentation, and archaic memory dissolve into one continuous flow. The word Gati comes from Sanskrit and can be translated as movement, path, passage, destiny, the migration of the soul. It reflects a worldview where life unfolds as an endless current of transitions and rebirths. This idea resonates with the geography of the Russian North, where countless rivers carry names ending in "-ga" — Volga, Onega, Pinega, Vaga — as if echoing an ancient linguistic and cultural source. Musically, Gati is dense yet meditative. Analog synthesizer drones pulse like slow breathing, while flutes, didgeridoo, trumpet, guitar, ethnic percussion, and deeply rooted folk vocals form a living, organic texture. Field recordings from the archives of Kenozero National Park add a documentary layer, grounding the album in real landscapes, voices, and time. The album's concept revolves around the life and fate of a Russian woman during times of hardship — not as a narrative, but as a state of being. Each track feels like a fragment of memory: intimate, restrained, and quietly powerful. Despite its depth, Gati remains surprisingly accessible — music that can accompany daily life while subtly shifting perception.
Microcosmos Records presents Gati, a new album by Six Dead Bulgarians — a deep, ritualistic journey where ambient electronics, ethnic instrumentation, and archaic memory dissolve into one continuous flow. The word Gati comes from Sanskrit and can be translated as movement, path, passage, destiny, the migration of the soul. It reflects a worldview where life unfolds as an endless current of transitions and rebirths. This idea resonates with the geography of the Russian North, where countless rivers carry names ending in "-ga" — Volga, Onega, Pinega, Vaga — as if echoing an ancient linguistic and cultural source. Musically, Gati is dense yet meditative. Analog synthesizer drones pulse like slow breathing, while flutes, didgeridoo, trumpet, guitar, ethnic percussion, and deeply rooted folk vocals form a living, organic texture. Field recordings from the archives of Kenozero National Park add a documentary layer, grounding the album in real landscapes, voices, and time. The album's concept revolves around the life and fate of a Russian woman during times of hardship — not as a narrative, but as a state of being. Each track feels like a fragment of memory: intimate, restrained, and quietly powerful. Despite its depth, Gati remains surprisingly accessible — music that can accompany daily life while subtly shifting perception.
Microcosmos Records presents Gati, a new album by Six Dead Bulgarians — a deep, ritualistic journey where ambient electronics, ethnic instrumentation, and archaic memory dissolve into one continuous flow. The word Gati comes from Sanskrit and can be translated as movement, path, passage, destiny, the migration of the soul. It reflects a worldview where life unfolds as an endless current of transitions and rebirths. This idea resonates with the geography of the Russian North, where countless rivers carry names ending in "-ga" — Volga, Onega, Pinega, Vaga — as if echoing an ancient linguistic and cultural source. Musically, Gati is dense yet meditative. Analog synthesizer drones pulse like slow breathing, while flutes, didgeridoo, trumpet, guitar, ethnic percussion, and deeply rooted folk vocals form a living, organic texture. Field recordings from the archives of Kenozero National Park add a documentary layer, grounding the album in real landscapes, voices, and time. The album's concept revolves around the life and fate of a Russian woman during times of hardship — not as a narrative, but as a state of being. Each track feels like a fragment of memory: intimate, restrained, and quietly powerful. Despite its depth, Gati remains surprisingly accessible — music that can accompany daily life while subtly shifting perception.
Microcosmos Records presents Gati, a new album by Six Dead Bulgarians — a deep, ritualistic journey where ambient electronics, ethnic instrumentation, and archaic memory dissolve into one continuous flow. The word Gati comes from Sanskrit and can be translated as movement, path, passage, destiny, the migration of the soul. It reflects a worldview where life unfolds as an endless current of transitions and rebirths. This idea resonates with the geography of the Russian North, where countless rivers carry names ending in "-ga" — Volga, Onega, Pinega, Vaga — as if echoing an ancient linguistic and cultural source. Musically, Gati is dense yet meditative. Analog synthesizer drones pulse like slow breathing, while flutes, didgeridoo, trumpet, guitar, ethnic percussion, and deeply rooted folk vocals form a living, organic texture. Field recordings from the archives of Kenozero National Park add a documentary layer, grounding the album in real landscapes, voices, and time. The album's concept revolves around the life and fate of a Russian woman during times of hardship — not as a narrative, but as a state of being. Each track feels like a fragment of memory: intimate, restrained, and quietly powerful. Despite its depth, Gati remains surprisingly accessible — music that can accompany daily life while subtly shifting perception.
Microcosmos Records presents Gati, a new album by Six Dead Bulgarians — a deep, ritualistic journey where ambient electronics, ethnic instrumentation, and archaic memory dissolve into one continuous flow. The word Gati comes from Sanskrit and can be translated as movement, path, passage, destiny, the migration of the soul. It reflects a worldview where life unfolds as an endless current of transitions and rebirths. This idea resonates with the geography of the Russian North, where countless rivers carry names ending in "-ga" — Volga, Onega, Pinega, Vaga — as if echoing an ancient linguistic and cultural source. Musically, Gati is dense yet meditative. Analog synthesizer drones pulse like slow breathing, while flutes, didgeridoo, trumpet, guitar, ethnic percussion, and deeply rooted folk vocals form a living, organic texture. Field recordings from the archives of Kenozero National Park add a documentary layer, grounding the album in real landscapes, voices, and time. The album's concept revolves around the life and fate of a Russian woman during times of hardship — not as a narrative, but as a state of being. Each track feels like a fragment of memory: intimate, restrained, and quietly powerful. Despite its depth, Gati remains surprisingly accessible — music that can accompany daily life while subtly shifting perception.
Último podcast do ano e também o último sobre a temporada regular! O que ainda está em aberto na semana 18? Pelo que cada equipe briga? Vaga nos playoffs, divisão, folga no wildcard... Aqui você confere tudo o que precisa saber para curtir o final de semana de NFL relaxado e bem informado.Direto ao ponto:(0:00) abertura e introdução;(5:15) o que aconteceu com os Lions?(14:40) Broncos vencem Chiefs e se aproximam da seed 1; (26:35) Momento merchan; (27:42) a temporada de superação dos Niners;(34:40) mesmo sem linha ofensiva, Chargers seguem surpreendendo;(39:45) o esnobado Jacksonville Jaguars;(47:45) prévias da semana 17;Para mais conteúdo do Talk e Tackle Podcast:Nos siga no Instagram e no X: @talketackle. Inscreva-se no nosso canal: www.youtube.com/@tocoetackle. Apresentação: Jonas Faria; Comentários: Jonatan Mombach.
Les cadenes de ràdio i televisió públiques a Catalunya Nord han patit aquest any un procés de canvi de nom i de fusió que amenaçava els llocs de feina dels seus treballadors. França 3 i França Blau són ara ICI. El mes de juny, els treballadors van iniciar una mobilització sense precedents que agrupava totes les forces sindicals en una vaga indefinida. El primer dia de mobilització, Celine Llambrich de França 3 va explicar la situació al micròfon del Miquel Martínez Vila,
Mais um conteúdo no ar! Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli comentam a alteração na distribuição de vagas da Libertadores 2027 no Brasil. Agora a Copa do Brasil terá duas vagas, tirando uma da Série A. Ouça agora ou quando quiser!
Edgard Maciel de Sá, Cauê Rademaker, Phill e Giba Perez analisam a vitória sobre o Bahia, a vaga na fase de grupos da Libertadores, o eterno problema da camisa 9, a dúvida no meio e o momento do Vasco, adversário na semifinal. DÁ O PLAY!
O Santos venceu o Cruzeiro na Vila Belmiro, garantiu a permanência na Série A e ainda conquistou uma vaga na Copa Sul-Americana em 2026. Neste episódio, Caio Villela, Ana Canhedo, Zé Edgar e Nagila Luz batem um papo sobre a temporada do Peixe, os pontos negativos, o alívio da permanência e o clima da torcida. Atualizamos a "novela" sobre a renovação de Neymar e as especulações sobre a venda de Guilherme. Dá o play!
Edgard Maciel de Sá, Phill, Marcello Neves e Victor Almeida analisam a atuação contra o Grêmio, o despertar do venezuelano, a relação de Everaldo com a torcida, as contas para a a vaga direta na Libertadores e a eleição que elegeu Matheus Montenegro como novo presidente do Fluminense. DÁ O PLAY!
Lula liga para Trump e discute combate ao crime organizado em meio a tensão na Venezuela. E Comissão do Senado aprova aumento de tributação sobre fintechs e bets.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nauji įrašai. Pristatome Gustavo Flobero romaną „Ponia Bovari“. Vertė Sofija Čiurlionienė ir Juozas Urbšys. Išleido leidykla „Vaga“.Tai gydytojo žmonos Emos Bovari, turinčios užgintų nesantuokinių ryšių ir gyvenančios ne pagal išgales, kad išvengtų provincijos gyvenimo banalybės ir tuštumos, istorija. Joks kitas rašytojas šitaip nepažino ir neatskleidė moters pasaulio. Todėl „Ponia Bovari“ yra ne tik neginčijamas realistinio stiliaus etalonas, bet ir vienas įtakingiausių kada nors parašytų romanų. Knygos ištraukas skaito aktorė Neringa Bulotaitė.
Edgard Maciel de Sá, Cauê Rademaker, Phill e Gustavo Garcia analisam o show tricolor no 6 a 0 sobre o São Paulo, a disputa Everaldo x JK e a ausência de Canobbio contra o Grêmio. DÁ O PLAY!
O Presidente Lula anunciou a indicação do Advogado-Geral da União, Jorge Messias, para a vaga de ministro no Supremo Tribunal Federal (STF), deixada por Luís Roberto Barroso. A escolha recebeu apoio público de ministros da Corte, como André Mendonça e Gilmar Mendes.No entanto, o Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, reagiu à indicação pautando um projeto que concede aposentadoria especial a agentes de saúde, com impacto fiscal de R$ 20 bilhões, o que é interpretado como um ato de retaliação contra o governo Lula.O corte debate se Messias terá dificuldades na sabatina do Senado e o risco da manobra de Alcolumbre.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Celso Ishigami e Fred Figueiroa debatem os caminhos que separam o Bahia de mais um ano conquistando uma vaga para a Libertadores.
O São Paulo venceu o Vasco da Gama em São Januário e voltou a subir na tabela do Campeonato Brasileiro! Neste episódio, Caio Villela, João Pedro Brandão e Caio Dominguez debatem sobre o final de temporada do Tricolor Paulista, com a possibilidade de disputar uma vaga na Libertadores em 2026. Até aqui, Hernán Crespo comandou o time em apenas "um turno", o que o São Paulo deve pensar para o treinador ter mais sucesso na próxima temporada? Dá o play!
Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli trazem os reflexos de mais uma final brasileira na Libertadores. Bahia perto de uma vaga para 2026, motivos e impactos a dominancia do Brasil na competição e mais, com a turma de sempre.