POPULARITY
A Joice esperou anos pela pessoa certa até conhecer o Gustavo. Os dois construíram um relacionamento baseado na amizade, na fé e no respeito. Eles namoraram, se casaram e realizaram o sonho de formar uma família com o nascimento do Emanuel. Depois de superarem juntos uma grave infecção que quase tirou a vida de Gustavo, eles acreditavam que viveriam muitos anos de felicidade. Mas, quando o bebê tinha apenas 4 meses, Gustavo sofreu um grave acidente de moto a caminho do trabalho e partiu dias depois no hospital. Desde então, a Joice encontra forças no filho para seguir em frente, preservando as lembranças do grande amor que viveu e acreditando que jamais encontrará alguém que ocupe o lugar de Gustavo em seu coração.
Certa vez, Cabrera Infante deu-se a oportunidade de passar algumas horas na presença do seu mito encarnado, esse ídolo que, depois de tanto nos instigar, vai cedendo com o passar dos anos à pressão, e revela as suas falhas, fendas. Assim, com o fito de fazer uma reportagem, este soberbo escritor cubano passou um dia inteiro com Hemingway a bordo do Pilar, o seu célebre iate, pescando ao largo da costa cubana. Muito mais tarde, numa entrevista concedida nos anos noventa, foi interrogado sobre o que lhe revelara essa experiência de proximidade, e se manteve para si o anseio de ser um escritor como Hemingway? A resposta dele veio-lhe numa mistura de blasfémia e mexerico, como quem estivesse a meio de uma abusada e dolorosa refeição, arrancando pedaços de carne aos ossos do próprio pai, cuspindo as partes que já enjoam, e é esta resposta que não admite desperdício: «Queria ser tão famoso como ele. E não porque o seu estilo ou as suas personagens me influenciassem. Era, antes, a sua maneira de viver, a forma como encarava a vida. Embora, naturalmente, com o passar do tempo, ache que ele fez aquilo que os escritores fazem com demasiada frequência. Espanta-me que dedicasse tanto tempo a empreendimentos fúteis. Refiro-me ao ritual de descer todos os dias, às onze da manhã, a Cojímar, subir para o barco e fazer-se ao largo, na Corrente do Golfo, para ver se conseguia apanhar o maior peixe que pudesse existir. Era pura paranóia. Não tinha absolutamente nada a ver com a vida real; tinha tudo a ver com a fantasia. Fui com ele no barco e achei aquilo horrivelmente aborrecido. Das seis da manhã às quatro da tarde, a única coisa que fazia era beber. Embebedava-se de vodka e acabava estendido no convés, incapaz de fazer fosse o que fosse durante o resto do dia, ou quase todo o resto do dia. Depois, de repente, levantava-se outra vez: o efeito da vodka tinha passado e regressava a Cojímar. Se aquilo era um modo de vida, acredite: eu não queria vivê-lo. Ou ir para África matar animais para apanhar uma disenteria medonha e passar dias com diarreia. Ou ir para Espanha atrás de toureiros. Estava verdadeiramente louco, disso não tenho a menor dúvida. E, ao mesmo tempo, vivia numa belíssima casa nos arredores de Havana, onde tinha tudo o que desejava: um pomar de frutas tropicais e uma biblioteca enorme. Ia a Havana ao volante de um Mercury descapotável e almoçava ou bebia no Floridita ou na Zaragozana. Isso não era mau; mas o resto da sua vida foi horrível. Há uma coisa que os escritores fazem muito: perder tempo. Faulkner imaginava-se um cavalheiro do Sul que tinha de caçar raposas todos os sábados. Nesse aspecto, os escritores europeus eram mais profissionais. Não consigo imaginar Joyce a caçar na Irlanda, nem a tentar pescar um espadarte no Canal da Mancha. Levou uma vida muito séria, coerente consigo próprio, com a família e com a sua obra. O único problema de Joyce era a sua atitude distante, a sua imensa vaidade e o facto de ser um bêbedo, como a maioria dos irlandeses. Beber também é uma forma lamentável de perder tempo.» Esta resposta mostra-nos como admiração e entusiasmo acabam por dar origem aos mais impiedosos venenos, neste caso um de sorte moral, em que se censura essa tremenda disponibilidade que faz de um escritor um ser que se passeia assobiando pelos limites, como se Cabrera Infante tivesse desenvolvido uma marca muito particular de ressentimento para os seus fins, não reconhecendo como perder tempo é o elemento crucial de qualquer literatura que não esteja absorvida por essas prioridades injuriosas com que o tempo nos reclama. «Talvez seja bom que o espírito do poeta se deixe penetrar, mais do que afadigar-se para penetrar», assinala Reverdy. Para se chegar a ter a sensação de que o eixo do mundo passa pelos rins de um tipo, como nos sugere Fondane, para sentirmos como alguns são capazes de puxar por essas linhas invisíveis e fazer delas as suas redes, temos de admitir que a literatura se faz com esse risco de desperdiçar dias a fio em troca de um sobressalto, uma cadência que nos lança para o exterior daquilo que habitualmente se encontra nos livros, resistindo à tentação de nos fornecer outros simulacros. Há um excesso de talentos afinados pela percepção daquilo que a época nos exige, mas, se queremos superar este modo de mendigar a nossa própria vida, ainda vamos ter de nos adiantar a nós próprios, evoluir descosendo o forro das nossas circunstâncias, atravessar essa tradição dos oprimidos, aprender alguma coisa com os danados, e chegar ao ponto de termos visto as vezes suficientes o filme todo, imagens sucessivas ardendo até que a retina seja forçada a refazer-se das suas cinzas, já difusa e indistinta nas margens, podendo ser útil essa investigação e velocidade sustida daquilo que preenche a escuridão de uma época como de uma sala, esse filme projectado num cinema e que, pelo seu carácter denso e absoluto, como nos diz Esther Kinsky, constitui sempre, para os espectadores, uma intervenção no curso do mundo. «A experiência de uma tal intervenção era partilhada por inúmeras pessoas, ainda que elas porventura jamais lhe atribuíssem essa designação. Era um processo cultural com que muitos estavam familiarizados, com os seus pequenos rituais, os seus iniciados, fâmulos, artífices e serventes, e que depois começou inexoravelmente a desmoronar-se.» A formação de um espírito crítico passa por partilhar uma mente comum, beneficiando-se dessa proximidade que nos torna aptos a adoptar os estímulos e as inquietações que estão presentes e que trazem um efeito de sobreposição que permite desdobrar o espaço entre nós de forma minuciosa como um horizonte infinito. Já é preciso muito só para se manter à tona do mastigar ruidoso da opinião corrente, safar-se aos catálogos nessa função detrimental proposta à circulação pelos tão ansiosos medíocres, esses que a todo o momento se empenham em garantir que nada de sobrenatural possa impor-se e humilhar essas obrinhas que nos atulham o cenário. Mas, afinal, «o que é o cérebro humano senão um palimpsesto imenso e natural?, interrogava-se Thomas de Quincey… «O meu cérebro, tal como o teu, leitor, é um palimpsesto…» Ora, isto não pode ser outra coisa senão uma proposição maravilhosamente prometedora, pela possibilidade de se prosseguirem essas investigações que, libertando-se das restrições do real, dos modos caquéticos datal reportagem universal, nos façam trepar as árvores que cada um desenha à medida das suas necessidades, do seu fôlego, para se encontrar diante dos frutos da luz dessa orfandade encontrada na vazia e improvável imensidão das coisas. E não devemos enganar-nos a este respeito, pois a ficção é essencialmente um atributo e uma arte de órfãos, dos seres que se sentem de algum modo desencontrados, obrigados a estudar esta luz fodida que nos persegue pelas cidades onde nos deixámos ver nas posições mais degradantes, essa luz que parecia ter-nos arrancado as pálpebras, que à menor coisa nos fez chorar sem termos uma justificação atendível, enquanto nos escondíamos nesses autocarros e aos círculos pelos subúrbios onde zanzávamos sem poder demorar-nos demasiado em territórios que nunca eram os nossos, zonas hostis, com dificuldade em respirar à vista de todos, esse ar imundo que nos fazia sentir como uma peça solta, perdida, e a ficção surgia aos poucos como um aproveitamento dessas reservas insólitas, a longa marcha de um pesadelo a outra coisa. Se este tempo arrasta com ele a sensação de um relatório redigido depois dos eventos, um arrazoado em tom monocórdico, liso, inapelável, o modo mais impassível, inerte de se prestar contas, sem corrigir nem emprestar qualquer cor, ameaçar um contorno de emoção, os ficcionistas trabalham para infundir a realidade de um sonho mínimo, mas no qual vão empenhando toda a sua obstinação, viajando de um lugar a outro, produzindo algo mais forte, alheio às imediatas confissões, um longo exame que nos livra desta ambiente de anedota, dessas frases vazias gravadas no ar, como se inventassem um tom muito específico de azul, algo que só pode ser concebido através do «suspiro de uma cabeça guilhotinada» (Bolaño). No fundo, não basta ao escritor perder dias a fio, tornar-se um odioso meliante, gastar todo o seu tempo para abrir covas à volta da realidade, enlouquecendo com a nostalgia do não vivido, isto para mergulhar nessas zonas que se desprendem do resíduo que nos adormece os órgãos sensíveis. Ou talvez estejam submersos na mesmíssima matéria que os demais, mas dá a sensação que se tornam eles mesmos o fundo da época, traduzem toda a pressão, enfrentam seja o que for em apneia, ao passo que outros desenvolvem guelras e uma desenvoltura tremenda nas águas mais turvas. Alguém constatando este estado de coisas, ainda se dispunha a açular os elementos, e pedia que fossem gastos de uma vez todos os valores de produção reservados a este ambiente de catástrofe… «Que sangre tudo, infinitamente –/ e mal aos nossos lábios venha/ seja espuma, ouro, água». E talvez faça parte da atitude poética querer ir ao encontro do pior. Neste episódio, e a benefício de uma composição menos solvente, a Filipa Martins veio deixar-nos algumas pistas em relação a esse paciente ofício de se recolher as migalhas da memória sem se servir delas para apresentar uma vulgar queixa. Habituada a reconhecer as diferenças de pressão nos vários níveis de profundidade (ou superficialidade) do nosso meio literário, cultural ou mediático, quisemos sonhar para estes dias as pegadas luminosas que lhe possam ser assentadas e também descobrir certas fugas nesse passado que se abre como uma vertigem ao ser possível reconhecer o dom e a maldição daqueles que sempre se atribuíram um dever de deslumbrar (leia-se, assombrar e, até, importunar os demais).
Michel de Montaigne passou por três grandes surtos na peste negra. Em 1566, a doença matou 25 mil pessoas apenas em Paris. Levou Étienne de La Boétie, o grande amigo de sua vida, e vários de seus conhecidos. Não sabemos se Montaigne chegou a contrair a bactéria, mas o fato é que a morte fez morada em sua casa: após a perda de La Boétie, morreram seu pai, seu irmão mais novo e cinco de seus seis filhos. Empurrado por esse luto sistemático e pela leitura voraz dos clássicos, a morte tornou-se uma obsessão. Influenciado por estoicos e epicuristas — famosos opositores no tema —, ele fez dos Ensaios uma oportunidade para um balanço.ParticipantesRafael LauroRafael TrindadeLinksTexto lidoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Razão InadequadaGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
A Eliane cresceu em meio a abusos, alcoolismo e perdas. Já mãe solo de duas filhas, ela enfrentou relacionamentos difíceis até reconstruir a vida ao lado de Luciano e conquistar seu próprio negócio. Quando finalmente vivia a família que sempre sonhou, sua filha Sarah de 18 anos, foi levada por uma enchente e nunca mais voltou. Seu corpo foi encontrado dias depois a 18km de onde ela desapareceu. A história ganhou repercussão na mídia e os moradores e artistas de Campinas pintaram um mural em sua homenagem. Hoje, a Eliane segue convivendo com a saudade e aprendendo a sobreviver à maior dor de sua vida com uma lição: "Não economize amor. Fale que ama. Abrace. Beije. Esteja presente..."
No Boletim X de hoje, mergulhamos em quatro histórias que estão movimentando a comunidade ufológica e conspiracionista ao redor do mundo.O Caso Varginha voltou aos holofotes internacionais após declarações de Aldo Rebelo e do congressista americano Eric Burlison. Será que o FBI realmente esteve envolvido na investigação do caso em 1996?Também comentamos a nova leva de arquivos divulgados pelo governo dos Estados Unidos, incluindo um áudio que reacendeu uma das teorias mais antigas da ufologia: a existência de uma possível base alienígena na Lua.Além disso, analisamos a repercussão das alegações envolvendo Hal Puthoff e as quatro supostas raças extraterrestres que já teriam visitado a Terra: Greys, Nórdicos, Reptilianos e Mantids.E para fechar, entramos em um dos rabbit holes mais estranhos da internet atualmente: o misterioso perfil JamesFranco2319. Um código escondido, mensagens enigmáticas, alienígenas na garagem, Monstros S.A., adrenocromo, Epstein e uma teoria cada vez mais maluca criada pela própria internet.------------------Este programa foi um oferecimento de:INSIDER. Garanta descontos incríveis usando o cupom BUNKERX em: https://www.insiderstore.com.br/BunkerX#InsiderStore------------------
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Neide e Luiz, mãe e filho que viraram sócios no digital e hoje somam mais de R$2,5 milhões faturados, incluindo R$1,5 milhão em um único lançamento no mercado americano.A história começa em Juazeiro do Norte, no Ceará. Mariatrabalhou desde os 12 anos como empregada doméstica, passou por comércio, restaurante, vendas de bolsa, bijuteria e foi representante de marca de sandália no interior do Ceará. Em julho de 2023, aos 56 anos, descobriu o marketing digital. Quando chegou em casa animada para contar ao filho, Luizachou que era golpe. Levou três meses para convencê-lo.Para investir no mercado sem dinheiro, venderam o quetinham: liquidificador, televisão, cama, poltrona. Foram all-in sem garantia nenhuma. Levaram 6 meses para fazer a primeira venda. Mudaram de cidade. E foram.Hoje moram em Florianópolis, nos Ingleses, perto da praia.Ensinam outras pessoas a garimpar e lançar produtos no mercado americano usando Google Fundo de Funil, uma estratégia que os brasileiros quase não conhecem e que eles chamam de mar azul.No Kiwicast, eles falaram sobre:● Como venderam os móveis de casa para investir no digital sem nenhuma garantia● Por que Luiz achou que era golpe e o que o fez mudar de ideia● Como funciona o método de lançamento no mercado americano● Por que o Google Fundo de Funil ainda é mar azul para produtores brasileiros● O que separa quem destrava de quem fica parado entre os mais de 1.000 alunosAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Juliana Linhares é a convidada do Vozes da Vez. Cantora, compositora, atriz, mulher nordestina de voz forte e presença daquelas que ocupam o espaço sem pedir licença.Uma artista extraordinária que transforma canção em corpo, discurso, delicadeza e também em enfrentamento.Em seu novo disco, “Até cansar o cansaço”, Juliana pega esse esgotamento que atravessa o nosso tempo e devolve em forma de arte, sonho e movimento.Um disco que fala sobre exaustão, mas sem abrir mão da beleza, da poesia e da capacidade de inventar futuros possíveis.Uma das artistas mais interessantes e potentes da nova geração, Juliana é daquelas que cantam com a alma inteira e nessa conversa ela abre todo seu coração.Aproveite essa grande artista.
Natália Resende - Secretária do Meio Ambiente,Infraestrutura e Logistica -São Paulo levou água tratada para população do tamanho de Paris desde 2024
As pessoas analisam — ou interpretam — sonhos há milênios. Mas até que ponto cientistas e psicólogos dizem que devemos levar isso em consideração?
Num cenário de tensão geopolítica mundial, conflitos internacionais e pressão constante sobre o petróleo, o diesel voltou a ocupar o centro das preocupações dentro da porteira. E quando o combustível fica mais caro, sobe junto o custo das operações de campo e - consequentemente - a pressão sobre a margem do produtor. Mas nem todo mundo sabe onde, de fato, está perdendo dinheiro. Às vezes, o problema não está apenas no preço do diesel… está no jeito como o trator está regulado. No episódio de hoje, a conversa é com o engenheiro agrícola Samuel Norato, especialista em manutenção, solos e nutrição de plantas, que transformou regulagem de máquina em resultado prático dentro da fazenda: redução de até 15% no custo operacional e economia próxima de 10 litros de diesel por hora em algumas operações de preparo de solo. Filho de capataz, criado em distrito rural de Juscimeira, em Mato Grosso, ele cresceu no ambiente da fazenda observando máquina, operador, solo e rotina de campo. Levou essa vivência para a engenharia… e passou anos questionando um hábito muito comum no agro: o “sempre foi assim”. Pesou tratores, estudou relação peso-potência, avaliou pressão de pneus, mediu patinagem em diferentes tipos de solo e viu, na prática, que pequenas adequações podem separar eficiência de desperdício silencioso. No bate-papo, ele mostra como operações que consumiam perto de 60 litros de diesel por hora passaram a trabalhar com muito mais eficiência — e como, em alguns cenários, máquinas ajustadas chegaram à faixa de 34 litros por hora. Além disso, explica como encontrar o equilíbrio ideal entre peso, pressão, avanço e patinagem; de que forma esses cuidados aumentam a vida útil do equipamento, reduzem compactação do solo e ajudam a aproveitar melhor cada janela de plantio. Mais do que falar de máquina, o Samuel fala sobre eficiência. Sobre gestão invisível. Fala sobre dinheiro que muita gente perde sem nem perceber.See omnystudio.com/listener for privacy information.
As pessoas analisam — ou interpretam — sonhos há milênios. Mas até que ponto cientistas e psicólogos dizem que devemos levar isso em consideração?
Troca de bilhetes em presídio deu origem à investigação que levou à prisão de Deolane Bezerra. Justiça francesa condena Airbus e Air France por tragédia que matou 228 pessoas em 2009. Helicóptero cai em Pomerode e corpo de piloto é encontrado carbonizado. Câmara aprova projeto que reduz área de proteção na Amazônia. Neta de Mussolini vence o 'Big Brother' italiano e leva prêmio de R$ 3,3 milhões.
Em coletiva de imprensa, Polícia Civil e Ministério Público detalharam como a investigação identificou uma transportadora usada para movimentar recursos do PCC e levou ao bloqueio de R$ 327 milhões
E se a tecnologia que move o mundo não for exatamente o que dizem, e a verdadeira ciência estiver escondida em algum lugar no deserto de Nevada? Por décadas, o nome Bob Lazar foi tratado como sinônimo de polêmica e teorias da conspiração. Mas algumas das informações que ele revelou começaram a chamar atenção anos depois. Lazar não falou apenas sobre objetos metálicos no céu. Ele descreveu um elemento que a ciência só conseguiria sintetizar 14 anos mais tarde. Também falou sobre reatores capazes de gerar gravidade e sobre uma instalação extremamente secreta próxima da Área 51, conhecida como S4. Hoje, vamos analisar as alegações envolvendo o Lago Papoose, as supostas nove naves recuperadas e o motivo de uma área isolada no deserto ter sido mantida em segredo durante décadas de sigilo absoluto.
Filas de madrugada no Colombo, relógios esgotados em minutos e revendas a chegar aos dois mil euros. O lançamento do Royal Pop, a colaboração entre a Swatch e a Audemars Piguet, transformou-se num fenómeno global — e Portugal não escapou à febre. Mas porque é que um relógio de bolso de 400 euros está a gerar este nível de obsessão? E o que é que isto revela sobre o novo negócio do luxo? See omnystudio.com/listener for privacy information.
Empiricus+: 11 carteiras, uma única assinatura para investir em qualquer cenário; confira - https://emprc.us/KDNnEn O mercado ficou mais sensível e isso ficou claro no "Flávio day 2.0” As notícias envolvendo o candidato à presidência e recolocaram o caso Master na discussão e contribuíram para que bolsa perdesse os 180 mil pontos e dólar voltasse aos R$ 5. Mas o movimento vai além da política. Com cenário global mais tenso, inflação voltando a preocupar e bancos centrais cada vez mais cautelosos, qualquer mudança de narrativa passa a impactar preços rapidamente. Neste episódio do Empiricus Podca$t, Paula Comassetto conversa com Matheus Spiess e Laís Costa sobre:Os dados do IPCA e CPI;Dólar;Cenário macroeconômico;Eleições e risco político; eComo se posicionar nos investimentos diante desse novo cenário macroeconômico.Assista até o final para conferir o quadro “Trade em 1 minuto”, com ideias práticas de investimento baseadas nesse cenário.
Certo dia, um professor aplicava uma prova.A sala estava em silêncio. O relógio corria. E cada aluno, entre a ansiedade e a concentração, tentava encontrar as respostas certas antes que o tempo acabasse.Faltando poucos minutos para o fim, um jovem levantou a mão e pediu:— Professor… o senhor pode me dar uma folha em branco?O professor estranhou. Levou a folha até ele e perguntou:— Mais uma? O que aconteceu?E o rapaz respondeu, quase sem jeito:— Eu tentei responder tudo… mas me perdi. Rabisquei demais. Fiz uma confusão danada. Quero começar outra vez.O professor entregou a folha e, enquanto caminhava de volta, ficou torcendo em silêncio para que aquele aluno conseguisse recomeçar.E talvez… seja exatamente isso que Deus faz conosco todos os dias.Porque toda manhã, quando abrimos os olhos, recebemos do céu uma nova folha em branco.Uma nova chance.Um novo começo.Uma nova oportunidade de escrever diferente.Mas quantas vezes a gente rabisca a própria história?Quantas vezes mistura medo, pressa, mágoa, orgulho… e transforma a vida numa confusão difícil de entender?Há dias em que amassamos sonhos.Dias em que desperdiçamos tempo.Dias em que deixamos a esperança escorrer pelos dedos.Mesmo assim… Deus continua nos entregando outra folha.O hoje.E talvez hoje seja o dia de passar a vida a limpo.Escrever com mais calma.Com mais verdade.Com mais amor.Talvez hoje seja o momento de trocar palavras pesadas por gestos de dignidade…De substituir a tristeza pela fé…A indiferença pela amizade…E o egoísmo pela fraternidade.Porque no fim das contas, a vida não exige que sejamos perfeitos.Ela apenas espera que façamos o melhor que pudermos com a página que recebemos.Não importa a idade.Não importa o dinheiro.Não importa quantas vezes você já tenha errado.Enquanto existir hoje… existe oportunidade.Por isso, não desperdice esta folha em branco.Escreva nela abraços sinceros.Escreva perdão.Escreva coragem.Escreva esperança.E acima de tudo… escreva amor.Porque conjugar o verbo amar é permitir que a nossa história seja lembrada não pelas quedas… mas pela luz que deixamos no caminho de alguém.A felicidade não cai do céu pronta.Ela nasce da busca.Da fé.Da coragem de continuar mesmo depois dos rabiscos.Deus já entregou a página de hoje nas suas mãos.Agora… a caneta é sua.
Certo dia, um professor aplicava uma prova.A sala estava em silêncio. O relógio corria. E cada aluno, entre a ansiedade e a concentração, tentava encontrar as respostas certas antes que o tempo acabasse.Faltando poucos minutos para o fim, um jovem levantou a mão e pediu:— Professor… o senhor pode me dar uma folha em branco?O professor estranhou. Levou a folha até ele e perguntou:— Mais uma? O que aconteceu?E o rapaz respondeu, quase sem jeito:— Eu tentei responder tudo… mas me perdi. Rabisquei demais. Fiz uma confusão danada. Quero começar outra vez.O professor entregou a folha e, enquanto caminhava de volta, ficou torcendo em silêncio para que aquele aluno conseguisse recomeçar.E talvez… seja exatamente isso que Deus faz conosco todos os dias.Porque toda manhã, quando abrimos os olhos, recebemos do céu uma nova folha em branco.Uma nova chance.Um novo começo.Uma nova oportunidade de escrever diferente.Mas quantas vezes a gente rabisca a própria história?Quantas vezes mistura medo, pressa, mágoa, orgulho… e transforma a vida numa confusão difícil de entender?Há dias em que amassamos sonhos.Dias em que desperdiçamos tempo.Dias em que deixamos a esperança escorrer pelos dedos.Mesmo assim… Deus continua nos entregando outra folha.O hoje.E talvez hoje seja o dia de passar a vida a limpo.Escrever com mais calma.Com mais verdade.Com mais amor.Talvez hoje seja o momento de trocar palavras pesadas por gestos de dignidade…De substituir a tristeza pela fé…A indiferença pela amizade…E o egoísmo pela fraternidade.Porque no fim das contas, a vida não exige que sejamos perfeitos.Ela apenas espera que façamos o melhor que pudermos com a página que recebemos.Não importa a idade.Não importa o dinheiro.Não importa quantas vezes você já tenha errado.Enquanto existir hoje… existe oportunidade.Por isso, não desperdice esta folha em branco.Escreva nela abraços sinceros.Escreva perdão.Escreva coragem.Escreva esperança.E acima de tudo… escreva amor.Porque conjugar o verbo amar é permitir que a nossa história seja lembrada não pelas quedas… mas pela luz que deixamos no caminho de alguém.A felicidade não cai do céu pronta.Ela nasce da busca.Da fé.Da coragem de continuar mesmo depois dos rabiscos.Deus já entregou a página de hoje nas suas mãos.Agora… a caneta é sua.
Lula e Trump: veja o que foi falado e o que ficou de fora da reunião. Anvisa diz que fiscalização que suspendeu produtos da Ypê tem conexão com caso de bactéria achada em novembro. Patroa suspeita de agredir doméstica grávida é investigada por cinco crimes no Maranhão. Goleiro Bruno é preso no RJ após 2 meses foragido. Independiente Medellín x Flamengo é cancelado por confusão na torcida colombiana. 1ª onda de frio de 2026 começa nesta sexta-feira; veja capitais que terão as menores mínimas.
A Nadja atravessou o oceano acreditando que estava indo ao encontro do amor da vida, mas entendeu em outro país, casada com um gringo, que o sonho de princesa que vendem nos filmes, não existe. Nadja conheceu um polonês que morava na Suíça através de amigos. Foram apenas 17 dias juntos no Brasil, mas o suficiente para que ela acreditasse estar vivendo um conto de fadas. A paixão veio rápida, intensa, dessas que fazem parecer que finalmente tudo encontrou sentido.Quando ele voltou para a Europa, os dois decidiram que dariam um jeito de ficar juntos. Nadja se preparou, guardou dinheiro e foi para lá. Levou na mala a coragem e a ingenuidade de quem acreditava que o amor bastava.Mas logo na primeira semana, percebeu que algo não estava certo. As críticas dele sobre seu jeito de falar, de se vestir, de existir começaram a surgir muito rápido. Aos poucos, ela foi sendo colocada no lugar de quem devia agradecer por estar ali, como se ele estivesse fazendo um favor.E o que começou ruim, piorou. Ele passou a dizer que ela o envergonhava na frente dos seus amigos, controlava seu dinheiro e fazia questão de lembrá-la de que ela estava ali por conta dele.Nadja foi se apagando, ao mesmo tempo que tentava justificar aquelas violências. Pensava no passado difícil dele, na dor que ele carregava, na ideia de que amar também era suportar. Afinal, ela cresceu ouvindo que sofrimento era aprendizado e, quanto mais difícil ficava, mais ela acreditava que precisava fazer dar certo.Até que uma noite, deitada na cama, sentiu uma angústia física. Pensou na menina que um dia tinha sido, a Nadja de franjinha curta, e se perguntou se deixaria aquela criança viver aquilo.A resposta veio imediata: não.Nadja pegou suas coisas e voltou ao Brasil sem saber recomeçar, mas sabendo que precisava sobreviver. Foi aqui que encontrou força nas próprias raízes e ouvindo o pai falar sobre os Charruas, povos indígenas indomáveis do sul do Brasil, ela entendeu algo que ninguém tinha lhe ensinado: ela também era feita dessa resistência.Antes de voltar pela última vez para pedir a separação, ouviu do pai que gaúcho mora sob as estrelas, livre, e que ela também era assim. Livre e indomável.Nadja hoje trabalha com mulheres imigrantes e ajuda outras pessoas a saírem de relações abusivas, mostrando que amor não é encontrar um salvador, até porque ninguém veio ao mundo para ser servido, muito menos para servir. Veio para ser livre.
Trechos do livro “Ethics and Related Writings”, de Baruch Espinosa.Baruch Espinosa (1632 - 1677) foi um filósofo holandês de origem judaica sefardita, nascido em Amsterdã.Educado na tradição religiosa judaica, Espinosa destacou-se por seu pensamento independente, o que levou à sua excomunhão da comunidade aos 23 anos. Ele viveu de forma simples, trabalhando como polidor de lentes enquanto se dedicava à filosofia. Levou uma vida reservada e morreu relativamente jovem, provavelmente em decorrência de problemas pulmonares.Seus ensinamentos apresentam uma concepção radical de Deus: para Espinosa, Deus não é um ser pessoal separado do mundo, mas a própria substância infinita que se manifesta em todas as coisas. Em sua obra principal, Ética, desenvolveu a ideia de que Deus e Natureza são uma única realidade (Deus sive Natura). Ensinou que a liberdade humana consiste em compreender as leis da natureza e agir segundo a razão, superando paixões e ilusões.Espinosa é considerado um dos fundadores da filosofia moderna. Seu pensamento influenciou profundamente a teologia, a ética, a política e até a ciência, inspirando figuras como Einstein. Sua visão de Deus como realidade imanente continua a provocar reflexão e admiração.
Ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa é preso pela PF. Como um backup na nuvem levou à prisão de MC Ryan SP e Poze do Rodo. Alexandre Ramagem deixa a prisão nos Estados Unidos. Repórter da Band ferida em acidente em MG está em coma, diz tia. Minha Casa, Minha Vida: como as novas mudanças no programa favorecem a classe média.
Vítězství Pétera Magyara vyvolalo v Evropě nadšení. Mnozí evropští představitelé přivítali úspěch Magyarovy strany Tisza v maďarských parlamentních volbách s nelíčenou radostí a vysokým očekáváním. Nakolik je toto nadšení odůvodněné? „Velké změny nečekám, protože se v Maďarsku utkali dva konzervativci,“ míní europoslankyně hnutí ANO Klára Dostálová. „Orbán byl prodlouženou rukou Vladimira Putina, Evropě se teď uleví,“ namítá v Pro a proti europoslanec hnutí STAN Jan Farský.Všechny díly podcastu Pro a proti můžete pohodlně poslouchat v mobilní aplikaci mujRozhlas pro Android a iOS nebo na webu mujRozhlas.cz.
Álvaro Gribel, repórter especial e colunista do Estadão, comenta os principais assuntos da Economia e Política nacionais no Jornal Eldorado, às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 8h30.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Chega reuniu a bancada durante as jornadas parlamentares do PSD mas como não pediu autorização ao Parlamento, as ajudas de custo foram recusados por Aguiar Branco. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Vasco voltou de férias, um ouvinte que faz anos hoje e a vida caótica de Nuno Markl.
Maria não imaginava que se tornaria mãe de dois meninos que viviam nas ruas de Campinas.Na região central de Campinas, meninos em situação de rua eram vistos como problema. Eles viviam largados, corriam, roubavam, assustavam quem andava por ali e, por isso, eram expulsos da igreja, das lojas e de qualquer lugar que estivessem perto. Ninguém queria por perto aquelas crianças, até que o Padre da catedral pediu para um grupo de moças, que iam lá rezar, fazer alguma coisa. Maria começou a se mexer. Ela corria atrás daqueles meninos, oferecia lanche, conversava, criava jogos e desafios. Num primeiro momento, eles iam desconfiados, mas pelo lanche se aproximavam, e depois voltavam para a rua. Vinham sujos, com fome, com medo de Maria ser do juizado de menores. Quando ela ganhou a confiança deles, se via cercada por dezenas de crianças na escadaria da catedral, e ali percebeu que não dava mais para voltar atrás. Era preciso dar um jeito para que eles não seguissem num caminho sem acolhimento.Mas quem acolhe os indesejados vira motivo de julgamentos. Diziam para ela que aqueles moleques que não tinham solução, não tinham conserto. Maria ouvia tudo, mas seguiu o seu coração. Ela sabia que eles não viviam naquelas condições porque queriam, eram apenas crianças.Junto com seu grupo da igreja, conseguiram dinheiro e alugaram um espaço que, num primeiro momento, oferecia café da manhã e oficinas de trabalho manual. Ela que era costureira da alta sociedade campinense, começou a mexer de artesanato com palha até marcenaria. A casa se tornou a instituição Casa Maria do Nazaré, que há anos muda a vida de crianças em situação de vulnerabilidade. Mas foi a história de Maria que a instituição mudou pra sempre.O maior ponto de virada veio quando dois meninos, dos mais atentados, iam até a casa de Maria e assoviavam na janela. Ela pedia para o porteiro liberar a entrada, e eles iam tomar café com ela. Até que um dia ela perguntou se eles gostariam de morar ali com ela, e eles responderam sim, sem nem questionar.Mais julgamentos vieram, principalmente de um rapaz com quem Maria se relacionava. Ele dizia que ela iria ser roubada, que aqueles moleques iriam levar drogas para a casa dela, e deu um ultimato: ou ele ou os meninos. Maria escolheu os meninos, entrou na justiça pela guarda dos dois. Ela, que não teve filhos biológicos, se tornou mãe daquelas crianças que todo mundo tinha medo. Ela mostrou para eles o que era o amor de verdade. Quase 40 anos depois, os dois meninos cresceram. Têm casa, trabalho, família e seguem o legado da mãe ajudando pessoas em vulnerabilidade.Cresceram sabendo, na pele, que nenhuma criança nasce sem conserto. O que falta, quase sempre, é alguém que não desista no meio do caminho.
A casa onde morava foi a segunda da Barra da Tijuca. Cresceu entre a praia e a lagoa. Aprendeu a nadar cedo, foi um dos primeiros a surfar no Quebra-Mar e bateu muita bola na areia. Levou o surfe a sério e viveu no Havaí por um ano, onde disputou competições e realizou um curso de guarda-vidas. Também praticou judô, karatê e jiu-jitsu. Em um teste para ingressar na natação do Fluminense, se envolveu em uma discussão que despertou no treinador da equipe de polo aquático o interesse por ele. Durante mais de dez anos foi jogador, representando também o Flamengo. Chegou a ministrar treinos e viveu intensamente o ambiente competitivo das piscinas. Ingressou inicialmente na Engenharia, mas acabou se formando em Educação Física, conciliando estudos, treinos e trabalho. Em 1982, iniciou no triathlon, junto com as primeiras competições da modalidade no Brasil. Seu excelente condicionamento físico fez com que se destacasse rapidamente em um cenário que já se mostrava bastante competitivo. Ainda no primeiro ano, participou do Ironman do Havaí ao lado de Beto Dolabella e Ronaldo Borges, cruzando a linha de chegada como o melhor atleta sul-americano, com o tempo de 12h00'50". Sua trajetória evoluiu em paralelo ao crescimento do esporte no país, com pódios em diversas provas. Além de competir no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, correu na Argentina, Suíça e até no Suriname. Retornou ao Havaí outras três vezes até 1987 e mostrou, em uma época ainda resistente a essa ideia, que atletas acima dos 30 anos podiam alcançar um alto rendimento. Acostumado a treinar sozinho, competiu também no ciclismo de estrada e em provas de mountain bike. O destaque nas competições o levou a ser eleito interventor e, posteriormente, presidente da Federação de Triathlon do Rio de Janeiro. Fundou uma empresa organizadora de eventos esportivos que, além do triathlon, promoveu provas de mountain bike. Paralelamente ao esporte, construiu sua carreira profissional primeiro como guarda-vidas e depois como policial civil. Participou da criação do centro de instrução do grupamento marítimo no Rio de Janeiro e contribuiu para a formação de gerações de profissionais. Mesmo aposentado, nunca se afastou do esporte, que define como seu vício. Conosco aqui, o policial aposentado que é um personagem central da história do triathlon nacional, pioneiro do Ironman, primeiro Campeão Brasileiro de triathlon, vice-campeão do Triathlon de Zurique em 1984, bicampeão do Triathlon do Atlântico em Mar del Plata, o carioca Marco Antônio Ripper Nogueira. Inspire-se! Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Irã ataca navios no golfo e fala em barril de petróleo a US$ 200. E Raízen passa a ser o maior caso de recuperação extrajudicial do Brasil.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Foram 15 mortos. Mas antes de serem um número, eram vidas inteiras. Quem eram e que histórias ficaram por contar? Conversa com Pedro Jorge Castro sobre as vítimas da tempestadeSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Foram 15 mortos. Mas antes de serem um número, eram vidas inteiras. Quem eram e que histórias ficaram por contar? Conversa com Pedro Jorge Castro sobre as vítimas da tempestadeSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Jorge Pinto diz que Livre apresentou propostas para o imediato, como lay-off a 100%, mas também medidas para adaptar o país às alterações climáticas. Não revela se houve abertura por parte do Governo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Jurandir Filho, Felipe Mesquita, Monique Alves e Evandro de Freitas batem um papo sobre "Resident Evil Village", um dos capítulos mais diferentes da franquia "Resident Evil". O jogo é a continuação direta de "Resident Evil 7: Biohazard", e acompanha novamente Ethan Winters, agora tentando salvar sua filha em um vilarejo cheio de criaturas bizarras. Esse jogo é mais terror ou mais ação? Tem semelhanças com "Resident Evil 5"? Como a Lady Dimitrescu conseguiu roubar a cena e virar um fenômeno na internet? A casa Beneviento tem um dos momentos mais assustadores da série? Por que muita gente chama o jogo de "parque de diversões do terror da Capcom"?O jogo amplia o universo recente e traz de volta Chris Redfield, com conexões que explicam muita coisa da saga. A história é exagerada? "Village" é digno de "Resident Evil" clássico? A série funciona melhor em primeira pessoa? "Village" é melhor que "RE7"?Esse é mais um podcast da franquia Resident Evil!- ALURA | Estude na Alura, a maior escola de tecnologia on-line do Brasil! Acesse o nosso link e ganhe 15% de desconto na matrícula! https://alura.com.br/99vidas
Emails, segredos e Epstein: o que levou à detenção do ex-príncipe André?4b9e798f-ca0d-
Príncipes, financeiros, académicos, artistas, ex-presidentes e futuros presidentes. Não parece faltar ninguém nas listas de Epstein, o financeiro pedófilo que se suicidou na prisão. Como foi possível?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Príncipes, financeiros, académicos, artistas, ex-presidentes e futuros presidentes. Não parece faltar ninguém nas listas de Epstein, o financeiro pedófilo que se suicidou na prisão. Como foi possível?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Pura Connection, André Bintang recebe Fabrício Gaia, treinador de elite, mestre em Jiu-Jitsu e MMA, e um verdadeiro guardião da essência marcial. Gaia compartilha sua jornada pelo mundo, da Finlândia à Tailândia, da luta à espiritualidade e revela como a arte marcial, quando vivida com consciência, pode transformar não só o corpo, mas também a alma.Um episódio que vai além da técnica. Uma conversa sobre propósito, ancestralidade, liderança e legado.
A campanha engolida por uma tempestade devastadora. Entre críticas ao Governo, Leitão Amaro surgiu como candidato ao óscar. O vídeo fez sucesso nas redes antes de ser retirado. Meme ou ação do governo?
A passagem da depressão Kristin deixou um cenário de devastação em todo o país, arrancando ou fazendo cair milhares de árvores, algumas marando pessoas. Teria sido possível salvá-las? E era correto?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A passagem da depressão Kristin deixou um cenário de devastação em todo o país, arrancando ou fazendo cair milhares de árvores, algumas marando pessoas. Teria sido possível salvá-las? E era correto?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Corretora assassinada: Síndico confessou crime e levou polícia ao local onde corpo foi deixado. Centenas de cervejas por R$ 16 mil: o que diz a lei quando estabelecimentos erram o preço. Rubio dirá no Senado dos EUA que Delcy Rodríguez pode sofrer o mesmo destino de Maduro. Influenciadora que sofreu lesão na coluna após mergulho em Maresias recebe polilaminina e volta a mexer braço direito.
A ambição geopolítica de Donald Trump na Venezuela e os relatos de uma suposta colaboração interna envolvendo integrantes do aparato de segurança do governo Maduro estão no centro do debate internacional.
Siga nosso canal de CORTES: https://www.youtube.com/@IconografiadaHistoria-cortesAJUDE-NOS A MANTER O CANAL ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA: Considere apoiar nosso trabalho, participar de sorteios e garantir acesso ao nosso grupo de Whatsapp exclusivo: https://bit.ly/apoiaoidhSe preferir, faz um PIX: https://bit.ly/PIXidhSiga ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA em todas as redes: https://linktr.ee/iconografiadahistoriaoficialSiga o JOEL PAVIOTTI: https://bit.ly/joelpaviottiApresentação: Joel PaviottiTexto e roteirização: Adriana de PaulaRevisão: Adriana de PaulaCâmera e produção: Fernando ZenerattoEdição: Fernando ZenerattoDireção: Fernando Zeneratto / Joel Paviotti
Talisson Vinicius, um estudante de 14 anos, foi sequestrado na porta da escola em outubro de 2003. O ataque não foi ao acaso: era parte de um plano cruel de extorsão elaborado por seus próprios vizinhos. A investigação revelou a participação de Sandra Regina Ruiz Gomes, conhecida como Sandrão, cujo envolvimento nesse crime acabou ligando seu nome à famosa penitenciária de Tremembé. Neste episódio, recontamos o caso Talisson Vinicius e como esse sequestro marcou a trajetória criminal de Sandrão.-Compre presentes na Insider com até 30% OFF somando meu cupom CAFECOMCRIME com os descontos do site + ganhe 20% de cashback: https://creators.insiderstore.com.br/CAFECOMCRIMEBF-Conheça a lojinha de produtos do Café Com Crime: https://umapenca.com/cafecomcrime/ -Apoie o Café Com Crime e ganhe acesso a conteúdos exclusivos: https://apoia.se/cafecomcrime ou https://orelo.cc/cafecomcrime.-Ative as notificações do Spotify para não perder o próximo episódio no dia 24 de dezembro de 2025.-Acompanhe novidades e fotos no Instagram @CafeComCrime, Twitter @CafeCCrime, BlueSky @cafecomcrime.bsky.social e Facebook!-Entre em contato cafecomcrime@tagcreator.space-Créditos:Produção, apresentação e roteiro por Stefanie ZorubEdição e desenho de som por Luigi CalistratoRoteiro e pesquisa for Ana Paula Almeida
No episódio de estreia do GiantsCast, você vai conhecer a história de Patrícia Galbiatti, CEO da Galbiatti Refeições, uma empresa que atua no segmento de refeições coletivas corporativas e que já impacta milhares de pessoas todos os dias.Com mais de 100 colaboradores e uma operação que não para, Patrícia abre os bastidores da sua jornada empreendedora, desde os desafios do início até as decisões que fizeram sua empresa escalar. Aqui, ela compartilha erros, viradas de chave, aprendizados e o que mudou após entrar para o Giants, a maior comunidade de empresários de alto valor do Brasil.Se você busca clareza, inspiração e a visão real de quem está construindo negócios extraordinários, esse episódio é pra você.O que você vai ouvir neste episódio:• A trajetória da Galbiatti Refeições • Como liderar uma operação com mais de 100 colaboradores• Desafios do mercado de alimentação corporativa • As decisões que transformaram o crescimento da empresa • O impacto da comunidade Giants no desenvolvimento do negócio • Insights práticos para quem quer acelerar sua gestão e seus resultadosSobre o GiantsCastO GiantsCast é o podcast com histórias reais de empresários que fazem acontecer. Um quadro oficial do PodAcelerar, criado para revelar bastidores, desafios e estratégias de quem movimenta mais de 30 bilhões de reais por ano dentro da comunidade Giants.Aqui, o foco é simples: histórias que inspiram, resultados que ensinam e empresários que transformam o mercado.
Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/forum-onze-e-meia--5958149/support.
Os atos deste domingo, 21, convocados por centrais sindicais, partidos de esquerda e artistas ocorreram em todas as capitais e em pelo menos outras 30 cidades brasileiras contra a PEC da Blindagem e a anistia a golpistas. Na Avenida Paulista, o protesto reuniu cerca de 42,4 mil pessoas.Os atos foram marcados por cartazes que chamavam o Congresso de “inimigo do povo” e apelidavam a proposta aprovada na Câmara de “PEC da Bandidagem”. O número é semelhante ao da manifestação pró-anistia de 7 de setembro, que reuniu 42,2 mil apoiadores de Jair Bolsonaro. "O governo joga parado e a oposição bolsonarista faz gol contra. A gente não vê manifestação de esquerda no País há muito tempo - muito menos do PT, que perdeu a capacidade de mobilizar o povo brasileiro para ir às ruas. Quem conseguiu isso não foi Lula ou o partido, mas, sim, os bolsonaristas; eles ultrapassam limites o tempo inteiro. A Câmara misturar a PEC da Blindagem com a anistia foi um duplo golpe contra este grupo pois juntou o corporativismo com impunidade e misturou com a anistia do ex-presidente. Embolou tudo numa coisa só e quem ficou com o carimbo da blindagem foi o bolsonarismo - e aí não há estômago que resista", avalia Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.