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Misteriosamente Claro Podcast
¡EVANGELIO PERDIDO! La vida secreta de Juan el Bautista. Encontramos sus Reliquias y Profecías

Misteriosamente Claro Podcast

Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 61:58


Juan el Bautista es una de las figuras más misteriosas de la historia sagrada: profeta, visionario y precursor de Jesús. Su vida está rodeada de secretos, evangelios apócrifos, reliquias ocultas y tradiciones espirituales que van más allá de los evangelios canónicos.En este episodio de **Noche de Lluvia Podcast**, Lourdes Gómez explora la vida secreta de Juan el Bautista, el posible evangelio perdido, los textos prohibidos, los misterios de la Biblia y su importancia dentro del cristianismo antiguo, el esoterismo y las tradiciones místicas.¿Qué secretos guardan sus reliquias? ¿Fue solo el profeta que anunció a Jesús o tuvo una misión espiritual mucho más grande?Una conversación reveladora, sagrada e inquietante para quienes buscan respuestas sobre los grandes enigmas del cristianismo.#JuanElBautista, #EvangeliosApocrifos, #EvangelioPerdido, #MisteriosDeLaBiblia, #ReliquiasSagradas, #SecretosDeLaIglesia, #CristianismoAntiguo, #BibliaProhibida, #HistoriaOculta, #insólitaexperiencia

WGospel.com
Um Pai que é nosso

WGospel.com

Play Episode Listen Later Jun 21, 2026 5:26


TEMPO DE REFLETIR 01802 – 21 de junho de 2026 Mateus 6:9 (AM) – Com um Deus como esse amando vocês, vocês podem orar simplesmente assim: Pai nosso que estás nos Céus, revela-nos quem Tu és. Uma das realidades mais tristes de nossa era é que, para muitos jovens, “pai” é uma palavra dolorosa. Filhos de pais ociosos, filhos que nunca souberam a identidade do pai (talvez a própria mãe não soubesse), filhos de pais violentos e depravados… Como podem pensar na figura de “pai” como algo positivo? Há grande necessidade hoje de os pais assumirem seu papel no lar e na sociedade. Não apenas para exercer autoridade (apesar de infelizmente haver falta disso), mas para exemplificar o amor do Pai celestial. Sem exemplos humanos, por mais defeituosos que sejam, os filhos sentem dificuldade em amar um Deus a quem não podem ver. A Bíblia prediz que tal obra de restauração ocorrerá antes da volta de Jesus. Encontramos essas profecias nas palavras finais do Antigo Testamento: “Vejam, Eu enviarei a vocês o profeta Elias antes do grande e temível dia do Senhor. Ele fará com que os corações dos pais se voltem para seus filhos, e os corações dos filhos para seus pais; do contrário, Eu virei e castigarei a terra com maldição” (Ml 4:5, 6). Muitos jovens problemáticos, bem como muitos adultos, almejam encontrar alguém que os ame. Se nunca tiveram um pai, convivem com uma pergunta que não lhes sai da mente: “Por quê? Por que ele não ficou com minha mãe? Por que nunca me visitou? Por que nos abandonou?” Com isso, vem a triste autoavaliação: “O que fiz para que ele não quisesse ficar? O que fiz para que não me amasse?” Oh, quantos corações despedaçados em nossos dias! Como encontrar maneiras de ajudar esses corações despedaçados a saber que são amados e preciosos ao Pai celestial? Ajudando-os a conhecer a maravilhosa verdade do amor de Deus. “Todo o amor paternal que veio de geração em geração através do coração humano e toda fonte de ternura que se abriu na alma do homem não passam de tênue riacho em comparação com o ilimitado oceano, quando postos ao lado do infinito, inesgotável amor de Deus” (Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 740). Como é o nosso Pai? Exatamente como Jesus, cheio de graça e verdade. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Grande Deus e meu Pai: talvez alguns de meus ouvintes, como eu, não tiveram a alegria de ter um pai presente. Mas tem no coração esse desejo e essa certeza de que Tu és o nosso Pai. Por favor, Pai, nos abrace agora. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Convidado
Cabo Verde: "O aeroporto é uma necessidade estratégica para Santo Antão"

Convidado

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 8:03


A ilha de Santo Antão destaca-se pela beleza natural e crescente relevância turística, sendo considerada uma das ilhas mais preservadas e autênticas de Cabo Verde.  O desenvolvimento do turismo tem trazido impactos positivos para a economia local, reconhece o presidente da câmara da Ribeira Grande, Armindo Luz, que defende a necessidade de reforçar essas condições com a construção de um aeroporto, infra-estrutura essencial para o futuro da ilha. A Ponta do Sol é um dos principais cartões-de-visita de Santo Antão. O que torna esta localidade tão especial para quem visita a ilha? A Ponta do Sol é, na verdade, a localidade mais a norte de Cabo Verde. É uma cidade voltada para o mar, com uma forte tradição piscatória. Foi também a primeira porta de entrada e saída da ilha de Santo Antão, o que lhe confere uma enorme importância histórica. Há aqui uma particularidade muito apreciada por quem nos visita: é possível contemplar tanto o nascer como o pôr-do-sol. Muitas pessoas passam o dia a percorrer os trilhos da ilha e regressam à Ponta do Sol ao final da tarde para pernoitar. É uma cidade histórica, com uma beleza própria e um património muito interessante. O próprio edifício dos Paços do Concelho tem uma história curiosa. Inicialmente, estava destinado a ser construído na cidade da Ribeira Grande, mas, devido à interpretação de um despacho régio da época, acabou por ser edificado na Ponta do Sol. Com ele foi também transferida a sede administrativa, numa altura em que esta localidade assumia um papel central na administração de Santo Antão. As infra-estruturas actuais - hotéis, transportes e rede viária - conseguem responder ao aumento da procura turística? Estamos a crescer, e isso é positivo. Ano após ano, temos registado um aumento do número de turistas. Ainda estamos longe da situação ideal, mas já se sente uma pressão significativa ao nível do alojamento. Há uma necessidade clara de diversificar a oferta turística e de aumentar a capacidade de resposta. Temos ainda um longo caminho a percorrer, mas estamos conscientes desse desafio e a trabalhar para lhe dar resposta. Tem-se falado da possibilidade de construir um aeroporto em Santo Antão. A ilha precisa dessa infra-estrutura ou as ligações marítimas são suficientes? Sem um aeroporto, Santo Antão terá muitas dificuldades em alcançar o desenvolvimento que ambiciona. Acredito que esta é a infra-estrutura capaz de devolver novas perspectivas de crescimento à ilha. Santo Antão é uma ilha ainda muito preservada. É a segunda maior ilha de Cabo Verde em área e a terceira em população. Nunca teremos turismo de massas, nem esse é o nosso objectivo. Falo particularmente do concelho da Ribeira Grande: não temos condições nem interesse em apostar nesse modelo. O que vemos surgir são pequenas unidades de alojamento espalhadas por toda a ilha. Mesmo na cidade da Ponta do Sol, a maior unidade turística tem uma dimensão relativamente reduzida. Encontramos sobretudo alojamentos com dois, três, quatro, dez ou doze quartos. É raro encontrar estabelecimentos com mais de vinte quartos. Este modelo permite oferecer uma experiência mais personalizada e, ao mesmo tempo, impulsionar outros sectores da economia. O turismo é hoje o principal motor do desenvolvimento de Santo Antão e um dos mais importantes de Cabo Verde. É através dele que valorizamos os produtos agrícolas e os recursos do mar. Há quem tema que um aeroporto possa afectar a paisagem natural e o equilíbrio ambiental da ilha. Como responde a essas preocupações? O desenvolvimento traz sempre desafios. A nossa responsabilidade é garantir que esses desafios sejam enfrentados de forma sustentável. Estamos numa fase em que ainda é possível planear bem e integrar todas as preocupações ambientais desde o início. Temos procurado fazer esse trabalho e consideramos que isso é fundamental. Ao mesmo tempo, um aeroporto criaria novas oportunidades para os jovens. Seriam necessários gestores, engenheiros, técnicos especializados, economistas, informáticos e profissionais de várias áreas. Se permanecermos exactamente como estamos, muitos jovens continuarão a abandonar a ilha por falta de perspectivas de emprego. De que forma o turismo tem contribuído para a criação de emprego e para o desenvolvimento económico local? O impacto é visível em vários sectores. Na pesca, por exemplo, a procura aumentou significativamente. Isso valorizou o produto e incentivou novos investimentos. Na agricultura, temos assistido a melhorias importantes, nomeadamente através da introdução de sistemas de rega gota-a-gota e de técnicas de irrigação mais eficientes. Também na pesca se nota uma evolução. Cada vez mais pescadores investem em novas embarcações. A Câmara Municipal inaugurou recentemente um posto de abastecimento de combustível destinado exclusivamente aos pescadores e concluiu a primeira fase do complexo de pesca da Ponta do Sol, junto ao cais. Nesse espaço, os profissionais têm acesso a gelo a preços acessíveis, produzido com recurso à energia fotovoltaica. Além disso, temos apostado na motorização das embarcações através de linhas de financiamento em que 50% do investimento é concedido a fundo perdido e os restantes 50% através de microcrédito. Existe um período de carência de seis meses, sem encargos, antes do início da amortização. Estamos igualmente a incentivar a substituição gradual das embarcações mais pequenas por outras de maior dimensão, permitindo aumentar os rendimentos dos pescadores e melhorar o abastecimento da indústria conserveira de São Vicente. Apesar destes progressos, Santo Antão continua a perder população. Como inverter essa tendência e criar oportunidades para os mais jovens? A palavra-chave é conectividade. O aeroporto não é uma obra de luxo; é uma necessidade estratégica. Hoje, o turista que sai de Paris, Frankfurt, Lisboa ou Bruxelas quer chegar ao destino da forma mais rápida e cómoda possível. Nem todos estão disponíveis para efectuar uma travessia marítima. Há muitos visitantes que passam férias no Sal ou na Boa Vista e que gostariam de conhecer Santo Antão, mas não conseguem fazê-lo de forma simples devido à ausência de uma ligação aérea. O aeroporto permitiria ligar Santo Antão aos principais mercados emissores de turistas e reforçar a ligação às ilhas do Sal e da Boa Vista, que concentram mais de 80% das entradas turísticas em Cabo Verde. Acreditar que Santo Antão pode desenvolver-se apenas com as ligações marítimas é um erro. Basta olhar para o exemplo das Canárias, onde todas as ilhas possuem aeroporto e algumas têm mais do que um. Além disso, durante os meses de Novembro, Dezembro, Janeiro e Fevereiro, quando coincide a época alta do turismo com períodos de mar mais agitado, muitos visitantes sentem dificuldades na travessia marítima. O que defendemos é simples: quem quiser fazer a viagem de barco deve continuar a poder fazê-lo. Mas quem preferir chegar directamente à ilha também deve ter essa possibilidade.

Vida en el Planeta
La activista mapuche Moira Millán presenta en París su novela 'telúrica'

Vida en el Planeta

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 14:23


RFI recibe a la activista mapuche Moira Millán durante su gira en Francia para presentar la edición francesa de 'El tren del olvido'. La novela mezcla saga familiar, historias de amor y lucha del pueblo mapuche contra el colonialismo en argentina. En esta entrevista, Millán aborda la crisis ecológica, el feminismo occidental, la trágica historia de los mapuches expuestos en zoológicos humanos en París así como la resistencia contra la ley de glaciares en Argentina. ¿Cómo habitar la tierra de forma pacífica sin destruirla? A esta pregunta urgente en estos tiempos de crisis ecológica, la líder mapuche Moira Millán responde llamando a la revolución "telúrica", es decir, a reconectar con el medioambiente para dejar atrás el capitalismo, el colonialismo y el racismo. Millán, quién vive en una comunidad mapuche en el sureste de Argentina, en tierras recuperadas, se define como una weychafe, una guerrera en mapudungun, el idioma mapuche que se habla en ambos lados de la Cordillera de los Andes. Una guerrera que defiende la tierra, el territorio y también la cultura, la memoria de su pueblo y el idioma. Además de liderar movimientos sociales para la defensa del territorio, Moira Millán es autora de un ensayo – ‘Terricidio'– y de una novela titulado ‘El tren del olvido', cuya versión acaba de ser publicada en francés. RFI la recibió durante su gira en Francia para presentar la edición francesa de esta novela apasionante que mezcla saga familiar, historia de amor y la resistencia del pueblo mapuche contra el colonialismo del estado argentino. RFI: Usted viajó desde el Puel Wallmapu -la Patagonia en mapudungun- para presentar en París su libro “El tren del olvido”, que acaba de salir en francés. Esta novela es un ejercicio de memoria sobre el pueblo mapuche, con el despojo y el desplazamiento del pueblo mapuche como telón de fondo, a través de cuatro generaciones. ¿Por qué haber elegido este título El tren del olvido? Moira Millán: El tren significó el progreso, la llegada de la “civilización” y con él el despojo territorial, la invasión a nuestro territorio. Y este tren es una metáfora de los espejitos de colores que todo el tiempo nos venden los distintos gobiernos de turno, con políticas que pretenden sacarnos de la pobreza, traer el desarrollo, el bienestar a los pueblos. Y luego, termina sucediendo que es todo parte de una gran desilusión. El tren del olvido es eso: es confrontar la memoria, el pasado y entender que muchos de los interrogantes que hoy tenemos tienen su respuesta en lo que nos sucedió antes. Y el ferrocarril, que fue muy significativo para nosotros, terminó después, en la década del 90, con el gobierno de Menem, desapareciendo. Ese símbolo que era el ferrocarril también después sucumbió frente al neoliberalismo. El tren del olvido es un revisionismo histórico y es una lucha contra la desmemoria de los pueblos. Escuche el audio de la entrevista: RFI: ¿Se inspiró en alguna forma de la historia de su propia familia para tejer esta novela? Moira Millán: Sí, de hecho, mi abuelo puso las vigas del tren, las vías. Tuvo un accidente ahí. Mi padre fue maquinista. Mis tíos trabajaron en el ferrocarril. Y mi sueño era ser ferroviaria hasta que Menem privatizó. RFI: En este libro usted alude a un episodio trágico de la historia mapuche: la captura de varios mapuches que fueron deportados aquí a París, a Francia, para ser exhibidos en un zoológico humano. Moira Millán: Esa es una página triste de la historia, lamentablemente real. No solamente fueron traídos mapuches y tehuelches, sino también otros pueblos indígenas. Y en esta exotización de la vida y de las personas que habitábamos otros confines de la tierra, se intentó hacer un espectáculo de estos pueblos y por supuesto, contra su voluntad fueron traídos y exhibidos para la gran feria de ciencia que se hizo aquí en París. Era parte, digamos, del entretenimiento en condiciones inhumanas. Muchos de ellos murieron en el camino. RFI: Esta novela es también la de un encuentro. Hay un personaje de un inmigrante irlandés y una mujer mapuche. ¿Cómo surge este personaje irlandés? Moira Millán: Hay una la analogía de los pueblos que resisten en el mundo. El pueblo irlandés es un pueblo tan lejano a nuestra territorialidad, sin embargo, enfrentó un enemigo común que era la Corona británica. Durante mucho tiempo, más de un siglo, la Corona británica poseyó prácticamente la Patagonia. El trazado del ferroviario se hizo en función de los intereses económicos de los ingleses y tenían mano de obra esclava, que éramos todos nosotros, los pueblos indígenas, con el aval y la complicidad del gobierno argentino. Entonces, hago una analogía de la lucha de los irlandeses por su libre determinación con la lucha mapuche contra esa colonialidad que iba tomando los territorios y tomando su vida. En un punto histórico tan adverso, de tanta complejidad, se encuentran dos personas que aparentemente vienen de mundos muy diferentes, pero logran enamorarse y encontrarse en el sentido más profundo y absoluto de su humanidad. RFI: Efectivamente, es una novela también de amor, de luchas, de luchas históricas, de luchas sociales, de guerras. En esta novela también rescata usted la cultura mapuche, su lengua. Encontramos muchas palabras del idioma del mapudungun en el relato. Es un encuentro también con las creencias, sus ritos y los vínculos con la tierra. ¿De qué manera las culturas tradicionales de Latinoamérica podrían o pueden ser clave para salvarnos de la crisis ecológica? Moira Millán: Yo creo que frente a la crisis civilizatoria hay muchas respuestas en la defensa de una cosmovisión que establece el cosmocentrismo. Es decir, cómo nos relacionamos en amorosidad, en reciprocidad, y con total y absoluto respeto hacia todas las formas de vida y los modos de habitar el mundo. Creo que los pueblos indígenas hemos logrado, a pesar de todo y a pesar de una colonización y un genocidio, salvaguardar esos principios, ese legado de nuestros ancestros, nuestras ancestras. Es posible, me parece, hoy en plena crisis civilizatoria. Entonces, con la memoria telúrica de los pueblos, poner en diálogo no solamente estos mandatos que hemos recibido como pueblos indígenas, sino también los sueños que vamos tejiendo con las sociedades criollas que al igual que nosotros, quieren volver a vincularse con la tierra de manera respetuosa, armoniosa. Creo que estamos en un punto muy crítico de la humanidad y que la misma tierra, que para mí siempre digo que es el sujeto político social emergente, hoy ya no es la clase obrera. Cada vez se va tecnificando más la industria, cada vez hay menos obreros. Ni siquiera te diría los movimientos feministas. Hoy, el emergente político social es la tierra. Es la tierra la que nos está uniendo, es la tierra que va urdiendo una estrategia de lucha por la vida. RFI: Usted se define como una weychafe, una guerrera. ¿Qué es lo que defiende? Moira Millán: Defiendo la vida en todas sus formas. Defiendo la memoria, defiendo el vínculo sagrado con la tierra y lucho contra ese antropocentrismo, ese capitalismo desmedido, cruel. Entonces, la idea de poder utilizar herramientas como la literatura, que, lamentablemente, por lo menos en Argentina, es absolutamente racista, supremacista, es el bastión de la blanquitud. De repente, una voz indígena, poniendo su pluma ahí, poniéndole palabras a la memoria, poniéndole palabras a la lucha, volviendo a re-existir a través de la escritura, es un desafío que no tiene precedentes. Yo venía contando a mis compañeras que soy la primera novelista indígena en ser publicada en Argentina y espero que haya muchas más. RFI: ¿Qué tanto se difundió su libro en Argentina? Moira Millán: De hecho, este libro en Argentina fue saboteado, perseguido, censurado. Ese libro no se consigue en Argentina. Figura como agotado, pero nadie lo tiene. Entonces es un honor y una alegría que pueda publicarse en Francia. A mí, como mujer mapuche, como escritora, me cuesta muchísimo no solamente publicar, escribir y luego que se sostenga la difusión de mi libro. ‘Terricidio', que es otro libro que he escrito, también pasó por un proceso de persecución. Incluso un juez de la justicia argentina quería declararlo material terrorista. Obviamente, no tenía ningún tipo de asidero semejante acusación y quedó sin efecto. Pero logró, por ejemplo, que el Gobierno de la Provincia de Chubut lo censure dentro de la provincia. RFI: Usted llama a restablecer la armonía, nuestra armonía entre la comunidad humana y la naturaleza, y hablar y acabar con el “terricidio”, el título de su ensayo. ¿Cómo podría traducirse políticamente esta idea de mantener un vínculo con lo vivo un poco más equilibrado? Moira Millán: Primero, el entendimiento, la comprensión de que todas las vidas se ensamblan, todas las vidas importan y todas las formas de vida son necesarias. Entonces, a veces luchamos y ponemos el énfasis en la protección de los ecosistemas tangibles, pero sin embargo se llevan adelante cacerías de referentes indígenas que protegen esos ecosistemas y ciertos sectores ambientalistas no ponen el grito en el cielo por eso. Y nosotros decimos que cada vez que desaparece un elemento de la naturaleza, desaparece con él un elemento de nuestra cultura y viceversa. Es decir, que es tan importante la preservación de los ecosistemas como la preservación de los ecosistemas intangibles, de lo cultural. Entonces, “terricidio” es toda esa forma de agredir la vida que encontró el sistema y se enlaza con la desaparición de los cuerpos, territorios diversos, es decir, cuando se comete travesticidio, cuando se comete feminicidio, eso también es terricidio. ¿Cómo se combate el terricidio? Primero poniéndole nombre y apellido a ese mal para poder extirparlo. Creemos que algún día el terricidio puede llegar a ser declarado crimen de lesa humanidad y lesa naturaleza. Por supuesto, los principales responsables son los gobiernos, los estados nación y las empresas. Las empresas deberían ser juzgadas por terricidio. RFI: Últimamente usted se ha unido a la movilización en Argentina contra la Ley de Glaciares. Es una ley impulsada por el gobierno de Javier Milei que dejará en manos de las provincias argentinas y no ya no al Estado. La protección de los glaciares y, sobre todo, los permisos para desarrollar minería en estas zonas para favorecer e impulsar la actividad minera en estas zonas. ¿Por qué se ha movilizado contra esta ley? Moira Millán: Esta ley es una aberración a la vida. En momentos de crisis climática, donde los glaciares son reguladores de la temperatura del mar y, por lo tanto, también una importante estructura de contención del clima, pretender destruir los glaciares, contaminarlo, habilitar la megaminería es un acto criminal que atenta contra la vida de toda la humanidad. Milei no es el dueño de los glaciares en Sudamérica y no es, por lo tanto, una lucha que solo debemos encarar el pueblo mapuche tehuelche o el pueblo patagónico. La humanidad toda debe defender la Patagonia, debe defender los glaciares. Ojalá la gente pudiera entender la contribución de la Patagonia al mundo: es un reservorio de agua dulce. Hay crisis hídrica en el planeta. Necesitamos realmente de los glaciares y estamos necesitando la solidaridad del mundo. Que por favor, nos ayuden a salvar a la Patagonia. RFI: Usted ha combatido el colonialismo, el machismo, esta novela es muy feminista, aparecen varios personajes femeninos empoderados que luchan y resisten. Sin embargo, usted sostiene que no se trata de quitarle el poder a los hombres sino de restablecer la armonía entre los seres. ¿Usted se identifica con el ecofeminismo? Moira Millán: No. Yo creo que el feminismo le ha aportado mucho a la lucha antipatriarcal, pero no tiene el monopolio de la lucha antipatriarcal. Esta lucha tiene muchas aristas, tiene muchos modos y formas. Las mujeres indígenas en general no nos reconocemos como feministas, sino como anticoloniales. Y en esa lucha anticolonial, por supuesto, está una de las mayores expresiones de opresión, que es el patriarcado. Y vamos a luchar contra eso. Y en ese punto nos encontramos con el feminismo. La lucha ecologista tiene también una identificación en nosotras, pero es más profundo, porque nuestra lucha es por el restablecimiento de la armonía, por la recomposición del vínculo sagrado con el cosmos, con la tierra, con todas las vidas. Y en eso vamos a estar siempre encontrándonos con puntos en común con el feminismo, con el ecologismo, con el antifascismo, el anticapitalismo, el antirracismo. Pero hay un proyecto civilizatorio que nosotros tenemos como horizonte y que queremos recuperar. Entonces creemos que se necesita escuchar más a los pueblos indígenas.

Metaleros Hablando de Pop
159. El Mundial.

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Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 68:21


Encontramos la forma en que México gane el mundial indiscutiblemente.

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"No encontramos alquiler por 700 euros mensuales" Soledad Troncoso

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Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 5:06


A dos días del desahucio: "Mi madre con 95 años y un respirador no puede vivir en un coche"

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Encontramos más de 100 bolsas con cuerpos… y seguían saliendo | Hermana buscadora

Pepe Misterio

Play Episode Listen Later May 29, 2026 114:39


Brenda Robles busca a su hermano Víctor desde enero de 2020. Lo que comenzó como una búsqueda personal la llevó a integrarse a colectivos de búsqueda y participar en importantes hallazgos relacionados con personas desaparecidas en Jalisco. En esta entrevista comparte su experiencia recorriendo semefos, realizando búsquedas de campo, atendiendo información anónima y enfrentando una realidad que cambió su vida para siempre. También habla sobre el impacto emocional de esta labor, las dificultades que enfrentan las familias y la esperanza que la mantiene firme en la búsqueda de su hermano. Una historia de resiliencia, amor y perseverancia que refleja la realidad de miles de familias en México. _________________Distribuido por Genuina Media Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

El Diario de Cooperativa AM
De Grange: Encontramos una deuda de 30 mil millones de pesos en Transportes

El Diario de Cooperativa AM

Play Episode Listen Later May 28, 2026 23:43


En conversación con El Diario de Cooperativa, Louis de Grange, biministro de Transportes y Telecomunicaciones y de Obras Públicas, explica algunos de los hallazgos en las auditorías a los servicios públicos que ha conducido el nuevo gobierno. Conducen Verónica Franco y Rodrigo Vergara.

Músicos de Sillón
Sesiones de Sillón 001: Funk You Ver. 3

Músicos de Sillón

Play Episode Listen Later May 25, 2026 64:37


Este episodio se disfruta mejor en su versión en video: https://youtu.be/7GC1wyUMZ38 Nos conocimos hace más de 20 años y forjamos nuestra amistad haciendo música juntos. Encontramos nuestros demos viejos y los estamos rescatando del olvido, este es uno de ellos. Únete a nuestro grupo de Facebook:https://www.facebook.com/groups/1012646383467657 Síguenos:https://www.instagram.com/musicosdesillonpodcast/https://twitter.com/musicosdesillonhttps://www.facebook.com/musicosdesillon/

Plan Dulce Podcast
¡Serie de Empoderamiento para Profesionales Administrativos! Encontramos la Luz en medio de la intersección del compromiso cívico, el desarrollo profesional y el autocuidado Flora “Angie” Melendez

Plan Dulce Podcast

Play Episode Listen Later May 20, 2026 53:35


Nos preparamos para concluir la serie de Empoderamiento de Profesionales Administrativos de abril, reconociendo el trabajo esencial que realizan los empleados administrativos, incluyendo secretarias, asistentes y personal de apoyo. Además, retomamos esta serie destacando los múltiples roles clave que desempeñan como enlace para fomentar redes de apoyo comunitario en el lugar de trabajo, en diversas comunidades y con sus familias. Para nuestra Serie de Empoderamiento de Profesionales Administrativos, Michelle E. Zuñiga, PhD, AICP (ella) y Haydee Urita-Lopez (ella) de Plan Dulce entrevistan a Flora “Angie” Melendez (ella), Asistente Ejecutiva III del Departamento de Planificación de la Ciudad de Los Ángeles. _ _ _ _ _ _ _ Una advertencia para nuestros oyentes: esta entrevista aborda una historia personal relacionada con el suicidio. Si usted o alguien cercano está enfrentando problemas de salud mental, angustia emocional, inquietudes relacionadas con el consumo de alcohol o drogas, o simplemente necesita alguien con quien hablar, puede encontrar ayuda en la Línea de Vida para el Suicidio y las Crisis (988 Suicide & Crisis Lifeline)._ _ _ _ _ _ _ Angie ha sido la asistente administrativa ejecutiva del director de planificación del Departamento de Planificación Urbana de la ciudad de Los Ángeles desde 2019 y ha estado al servicio de la ciudad de Los Ángeles durante casi 37 años.Comenzó en 1989 trabajando durante dos años con la entonces concejal Gloria Molina, la primera Latina elegida para el Ayuntamiento, seguida de 10 años con la concejala Rita Walters, la primera mujer Afroamericana elegida para el Ayuntamiento, y casi 12 años con el concejal Ed Reyes, urbanista de profesión.Posteriormente, dio el salto y se incorporó a la administración pública, comenzando como auxiliar administrativa en el Departamento de Recreación y Parques, donde fue ascendida a auxiliar administrativa sénior. En 2016, fue ascendida a secretaria en el Departamento de Policía de Los Ángeles y, en 2019, a asistente administrativa ejecutiva en el Departamento de Planificación Urbana. Angie ha desempeñado este cargo durante casi siete años, donde cada día sigue creciendo y aprendiendo en su puesto, y además está encantada de compartir lo que ha aprendido con aquellos que actualmente están iniciando su trayectoria en la administración pública.Angie lleva casi 19 años casada con su esposo, Tony Melendez, conductor jubilado de UPS pero miembro del sindicato Teamsters (y seguidor de los Rams). Juntos han criado a tres hijos maravillosos: dos varones y una hija: Josué, Andrés y Belén. Ahora, brindan apoyo y cariño a seis nietos encantadores de entre 2 meses y 8 años, que los mantienen muy ocupados y con espíritu joven.LA City Planninghttps://planning.lacity.gov/Government Jobshttps://www.governmentjobs.com/ --------------------------------------Plan Dulce es un podcast de miembros de la ⁠División de Latinos y Planificación de la Asociación Americana de Planificación. La información, las opiniones y las recomendaciones presentadas en este podcast son solo para fines informativos generales.¿Quieres recomendarnos a nuestros próximos invitados y estar al día de los últimos episodios? ¡Queremos saber tu opinión! ¡Síguenos, calificanos y suscríbete! Tu apoyo y tus comentarios nos ayudan a seguir compartiendo historias inspiradoras y enriquecedoras de nuestra maravillosa comunidad, tan diversa cultural y profesionalmente.Este episodio fue concebido, escrito y producido por Haydee Urita-Lopez (ella/suya), Michelle E. Zuñiga, PhD, AICP (ella/suya) y coproducido por Vidal F. Márquez (él/su).Conectar:Instagram:https://www.instagram.com/plandulcepodcast/ Facebook:⁠https://www.facebook.com/LatinosandPlanning/⁠Youtube:Subscribe to Plan Dulce on Youtube LinkedIn:⁠https://www.linkedin.com/groups/4294535/⁠X/ Twitter:⁠https://twitter.com/latinosplanapa?lang=en⁠

Artes
Produtora portuguesa Rosa Filmes garante estreia de filme francês em Cannes

Artes

Play Episode Listen Later May 17, 2026 11:15


"Les Roches Rouges" do francês Bruno Dumont é produzido pela portuguesa Rosa Filmes, a obra rodada essencialmente no sudeste francês, perto de Cannes, aborda temas de uma infância neste cenário de escarpas vermelhas, junto ao Mar Mediterrâneo. A película estreia na Quinzena dos cineastas. O produtor Joaquim Sapinho comentou à RFIa obra e este certame, em curso até 23 de Maio. Temos o privilégio de acolher de novo o Joaquim Sapinho da Rosa Filmes. Boa tarde! Bem vindo a mais uma edição do Festival de Cinema de Cannes. Estamos juntos para falar, nomeadamente do filme "Les Roches Rouges" de Bruno Dumont, com quem já tinham colaborado no passado. E é a Rosa Films, então produtora principal por detrás desta obra. Exacto. Nós tínhamo-nos conhecido no "L'Empire" e éramos co-produtores e quando chegou a oportunidade de fazer este filme, lá estávamos nós a querer colaborar e a ajudar. Mas as dificuldades de produção do filme obrigaram nos a nós a passar a produtores principais, porque todas as dificuldades de dinheiro e também de coordenação.... O realizador queria filmar este verão que passou. E, pela primeira vez na história das relações cinematográficas dos dois países, fez-se um filme em França com uma equipa inteiramente portuguesa. É muito ao contrário, habitualmente !   É sempre ao contrário. Portanto, foi uma coisa absolutamente mágica. Quando nós tomamos conta da produção, ficou uma arquitectura com filmagem em França. Filmagem em Portugal é filmagem em Itália. Mas toda a produção é portuguesa e os outros "partners" italianos, franceses e espanhóis ficaram apenas a ajudar. Portanto, foi uma experiência única. Nós já tínhamos vivido esta experiência com o filme do Magalhães, que tinha rodagens em Portugal.   No ano passado !   Com filmagens em Espanha e tinha filmagens nas Filipinas e também do lado espanhol. Tinha corrido tudo mal. Mandámos a equipa portuguesa depois nas Filipinas também correu mal. Mandámos também a equipa portuguesa. Portanto, aqui foi o mesmo. Foi só continuar esta estratégia, Se os outros não conseguem fazer, nós conseguimos. E então o filme é de facto rodado essencialmente no sul de França, na região onde nós nos encontramos um bocadinho, também em Itália, mas também em Portugal !? O filme também teve uma parte rodado em Portugal e é sempre este prazer de fazermos filmes cosmopolitas em que quer à produção quer às histórias, retratam esta Europa que nós amamos e não apenas a ideia de nacionalismos em que toda a gente está separada.   Bruno Dumont que já teve também projectos cá em Cannes no passado, já teve prémios cá, por exemplo, com "La vie de Jésus", "L'Humanité". Agora é um filme muito sobre a infância ou sobre uma parte do litoral do sul de França, onde a fotografia tem um papel absolutamente descomunal ! Eu acho que é só olhar à volta no sítio onde estamos a fazer esta conversa aqui em Cannes e ver este mar esmeralda. O que é que há de tão especial em Saint Raphaël ? É que para lá do mar esmeralda há umas rochas vermelhas. O filme em português chama se "Escarpas Vermelhas". Encontramos um título muito bonito em francês "Les Roches Rouges". Porque, digamos, é este espaço mágico, esta jóia que é a cor azul. Mas do lado da infância. Ou seja, é um filme sobre crescer, sobre como é que se cresce. Sobre as violências de crescer e sobre os amores também. É um filme... Sobre o bem e o mal? O bem e o mal., mas é um rapaz e uma rapariga que estão apaixonados. Fazem uma escapadela para Itália no comboio, mas têm só cinco anos. Portanto, o que é fascinante aqui é que nós somos humanos, logo a partir do momento em que nascemos e começamos a crescer apaixonados e a viver riscos. Portanto, é um filme, como direi? A dizer que a vida é apaixonante e que vale a pena correr riscos. E não lhe parece que eles eram, de facto, todos bastante precoces ? Teriam cerca de cinco anos. Efectivamente viajam juntos. Ele, de forma muito fácil, acaba por passar por cima do portão para ir ter com a namorada. Ele está muito determinado, não é o rapaz? O Géo está determinado ! Ele está determinado. E o que é bonito é que porque é que o filme também é "Les Roches Rouges" ? Não é apenas uma questão plástica. É porque essas rochas são umas rochas em que em França se faz uns saltos muito arriscados. E ele está sempre a demonstrar o seu valor saltando dessas rochas vermelhas. Saltos para mergulho ! Para mergulhar e, portanto, é um filme que defende a ideia de viver como uma ideia apaixonada. É uma ideia em que não podemos, digamos, estar esmagados pelo medo para viver, mas de que é possível viver com intensidade. E aqui o americano Carlos Alfonso Coral deve ter tido um papel preponderante em relação à questão da imagem, de captar este litoral e estas escarpas vermelhas? Ele é um director muito sensível, muito poético, tem trabalhado essencialmente com o Roberto Minervino, que tem tido também os filmes aqui em Cannes. Mas e vive neste momento em Los Angeles. Ele é do México e, claro, ficou. Nunca tinha estado aqui na Côte d'Azur. E estas cores e esta dramaticidade do filme, evidentemente, permitiram-lhe a ele também responder, dando estas cores e essa dramaticidade ao cinema. Que sabor tem, então, esta estréia aqui na Quinzena dos Cineastas com este filme ? A Rosa Filmes, desde 2016 tem sempre um filme seleccionado em Cannes. Nem sei se haverá outra produtora no mundo ? Desde 2016, portanto vamos para 11 anos, não é? Todos os anos sempre um filme, e já tivemos vários filmes em que éramos nós os produtores principais, mas estes dois últimos também, quer com o Magalhães, com o Gael Garcia Bernal, realizado pelo Lav Diaz, quer agora com este filme do Bruno Dumont isto se repete. Portanto, não há outra palavra. É um prazer ! Eu acho que Cannes é um festival em que a paixão pelo cinema se sobrepõe a tudo, a todas as outras questões. E toda a gente se sente atraída por isto e, portanto, é o sítio certo para mostrar os filmes que nós fazemos. E a nossa imagem de marca também está ligada a Cannes. Então e esta septuagésima nona edição do Festival interessa-o ? Se sim, que mais lhe interessa aqui neste certame? Eu acho que há um realizador francês extraordinário. Eu acho que é o grande jovem realizador francês que é o Arthur Harari e é a sua terceira longa metragem. Também ganhou o Oscar de melhor Argumento no ano passado. Está em competição nas longas metragens, na selecção principal ! Sim, na selecção principal, nas longas metragens. E é esse filme de que foi argumentista ganhou também a Palma de Ouro há dois anos. Eu acho que o grande realizador francês agora da Nova geração é este filme. Será o filme mais entusiasmante para ver. Muitos filmes franceses, precisamente na competição, Se calhar mais do que é habitual, portanto, também se calhar provar a boa forma do cinema hexagonal, neste momento, o que é que acha ? Muitos filmes franceses e também muitos actores e actrizes franceses nos filmes estrangeiros. Exactamente. Até em filmes estrangeiros, japoneses, austríacos ! Portanto, é uma grande... Eu acho que a França é o centro do cinema europeu e pouco a pouco está a tornar-se também o centro do cinema, porque a gente vê que os Óscares estão a copiar o modelo. Este modelo europeu de Cannes e portanto temos todos que nos adaptar uns aos outros. Mas dá me a impressão que este nosso modelo do cinema europeu que tem como centro a França e Cannes, é o que está mais vivo neste momento. E finalmente, o cinema português. No meio desta dinâmica toda, como é que o vê nesta altura? Eu bem sei que é sempre complicado. É sempre a mesma dificuldade de acesso a financiamentos. No entanto, surgem sempre propostas que vão singrando internacionalmente, não é?   Dou-lhe o meu exemplo vou filmar este ano em África. Fazer um filme sobre Angola. Eu acho que vai ser o primeiro filme em que um português vai fazer o ponto de vista do outro ponto de vista dos movimentos de independência e não um filme nostálgico sobre "Ah, que pena, Portugal perdeu África". Há uns filmes que são mais engraçados a falar desse assunto, outros mais dramáticos, outros mais melancólicos. Eu não estou interessado nisso. Estou interessado é o "como é que foi este conflito e qual é o ponto de vista do outro" ? E, portanto, vou fazer um filme pela primeira vez sobre como é que os movimentos de independência se confrontavam connosco. Mas o meu ponto de vista ainda é mais complexo. Esse confronto connosco era de portugueses com portugueses. Toda a gente tinha o mesmo bilhete de identidade. Portanto, tentar ter um ponto de vista que ajude a que Portugal possa viver com o seu passado, de outra maneira.   E vão rodar também na África Equatorial, nomeadamente. A dinâmica do cinema português está em cada filme que é feito. E de quem é o argumento ? É meu. É uma história extraordinária que eu descobri, já ando a preparar o filme há cerca de dez anos, porque descubro um dia um folheto em francês sobre cinco mulheres que tinham sido presas. Não pelos portugueses lá em Angola, mas sim pela UPA, que era um movimento rival que depois se transformou no FNLA. E essas mulheres são presas e depois são mortas. Portanto, é uma tragédia enorme. E, portanto, é a primeira vez que acontece. Cinco mulheres entram na guerrilha e entram. Vêm do Congo, no quadro do MPLA, entram em Angola e depois vão ser atacadas pela UPA e vão ser mortas. E portanto é contar esta tragédia do que é que estava a acontecer de complexo dentro dos movimentos de libertação. Quando eu descobri estas mulheres, a lider chama-se Deolinda Rodrigues. Ela é actualmente o símbolo da mulher angolana. Há um dia feriado que é o dia em que ela foi morta, esta Deolinda Rodrigues. E eu, desde que conheci esta personagem, esta pessoa, este fantasma, tomou posse de mim e passei a viver obcecado com esta história. E, portanto, filmá-la. E também libertar me deste fantasma.

Lámpara a Tus Pies (Palabra, Escrituras, Biblia)
793. Descanso y esperanza para el pueblo de Dios - recordar a Dios como redentor. PARTE 7

Lámpara a Tus Pies (Palabra, Escrituras, Biblia)

Play Episode Listen Later May 16, 2026 40:51


Encontramos en el libro de Deuteronomio que el conceptosabático no solo este arraigado en la creación, pero en la redición.  El día del Señor nos recuerda de Dios comocreador y salvador. Contáctanos: Lamparaatuspies3@gmail.com

Lámpara a Tus Pies (Palabra, Escrituras, Biblia)
789. Descanso y esperanza para el pueblo de Dios - El reposo sabático en el nuevo pacto. PARTE 6

Lámpara a Tus Pies (Palabra, Escrituras, Biblia)

Play Episode Listen Later May 2, 2026 40:35


El reposo sabático era el propósito original para Ada en el jardín.  Pero no lo alcanzó por su pecado.  Encontramos que este descanso también aparece en el nuevo pacto. Contáctanos: Lamparaatuspies3@gmail.com

Enterrados no Jardim
Poeta: profissão liberal. Uma conversa com João Vasco Rodrigues e Nuno dos Santos Sousa

Enterrados no Jardim

Play Episode Listen Later May 2, 2026 272:42


A natureza não dá satisfações. À sua semelhança, também a poesia faz o que precisa fazer, e ninguém deve esperar que se enrede em justificações. Por outro lado, a crítica é uma arte de se mostrar audaz nos motivos que articula, como um criminoso, que fosse dispensado de cumprir qualquer tipo de pena, considerando-se que as motivações eram de tal forma eloquentes que até esse sabujo do homem médio, no seu papel, reconhece que não teria feito outra coisa, se ao menos estivesse dotado de alguma força de carácter e de coragem. Mas, por estes dias, ninguém admite como qualquer proeza significativa deve estar animada de um ímpeto e intenção criminosos, de uma paixão capaz de arrastar com ela e revirar todos os pressupostos, como se a moral se aliviasse da regularidade dos antecedentes para dar origem a uma fronteira e uma via por dentro do impensável, pelo menos até ali. Mas se pensarmos na cultura, aquela de que dispomos ao nosso redor, os exemplos mais propalados, nenhum nos adianta de nada. E o que nos servem os jornais, além dessas estatísticas sanitárias, pois se entre toda aquela jactância há muito não damos por uma ganância da realidade, as estrondosas expectativas que admitem efeitos perversos, bruscos, a vantagem de uma fantasia desordeira, e nem ao menos a sóbria e vesperal magia hebdomadária? O próprio amanhã tornou-se-nos inalcançável. Sim, porque mesmo nas condições de miséria moral actuais, todos se põem a negociar um mínimo. “Sim, porque ainda estamos no crepúsculo moribundo do amanhã, ainda podemos vislumbrar a ideia do futuro”, assinala J.G. Ballard. “Mas os meus filhos, ou os adolescentes de hoje, não estão interessados no futuro. Todas as possibilidades das suas vidas estão contidas dentro de um conjunto diferente de perspectivas, uma vida interior. Se olharmos para os últimos dez anos, podemos ver um contínuo recuo para o interior. Eu cunhei a expressão 'espaço interior' há cerca de dez anos e, geralmente, as previsões dos escritores de ficção científica provam-se erradas com 100 por cento de consistência, mas neste caso eu estava certamente certo: o que se vê é a morte do espaço exterior, o fracasso da aterragem na lua em excitar a imaginação de alguém a um nível real, e a descoberta do espaço interior em termos de sexo, drogas, meditação, misticismo. Basta olhar para a carreira dos Beatles e vê-se este recuo do exterior por etapas constantes, através das drogas, depois da meditação, para um envolvimento mais ou menos completo com os seus próprios corpos. Lennon e Yoko parecem estar a redescobrir a existência táctil, a realidade orgânica dos seus próprios abraços, e isso é muito bonito, eu acho.” Afinal, também esta leitura e previsão acabou por envelhecer mal, azedou, foi para lá do ponto. O interior tornou-se uma espécie de fuga, um álibi, um furo por onde toda a realidade vai escoando. Acabamos por ser levados a reconhecer que não há fundo para a capacidade de cada um, pelas suas razões infindáveis, pela economia das suas forças e por gestão de riscos, tirar o corpo da situação, todos tiram o corpo, e, no final, a realidade vê-se inteiramente abandonada por esta espécie. Aquele cabrão do Pasolini é que se mostrou mais presciente do que todos eles, por nunca se ter fixado em géneros desses que se especializam, e topou-nos bem os vícios, este modo de viver às arrecuas: "Encontramos assim um momento imponderável da cultura, um vazio cultural, povoado por escritores, cada um dos quais mais não faz que seguir a história particular, como numa ilha linguística ou numa área conservadora. Não se trata da crise habitual, mas de um facto totalmente novo, que evidentemente se repercute nas estruturas da sociedade." Talvez devêssemos esquecer por uns anos a longa tradição, fundar um período de intervalo, não regar os vasos, deixar toda essa vegetação que nos cobre o juízo definhar, não agir de acordo com os pressupostos, atacar as convenções, assumir o lado deficiente, ficar reduzido aos modos mais directos, aos elementos de ligação, aos contactos em que elegemos este ou aquele, e não uma suposta audiência, não alimentando a conveniência dos públicos enfartados da arte e de todos os seus produtos. Poderíamos ficar-nos pelos gestos tão fáceis de serem omitidos, dos quais muitas vezes  só resta um carimbo, um selo, um minúsculo sinal de sentido tão limitado. Poderíamos voltar às correspondências que exigem algum grau de cumplicidade, os postais, as missivas que tinham um destinatário mais ou menos seguro, remontar os rastros “desses escritos desajeitados em que, no fundo, não se diz outra coisa senão que se continua vivo e que esperamos voltar a ver‑nos em breve”, aventa Georges Perec… “parece-me que emerge algo que constitui o próprio tecido da nossa existência no que ela tem de mais quotidiano e próximo: uma história esquecida, tão pouco importante face aos nomes dos generais e das batalhas, mas que conta muito mais do que é feita a nossa vida do que aquilo que os historiadores, na maior parte das vezes, nos contam.” Afinal, uma ética dos afectos não se sustém sem a alternativa, sem aquele desprendimento, que começa por não se tomar como o centro seja do que for. Em vez de determinar a acção, um tipo aceita possuir “o encantamento de receber/ de secretamente sem fim/ receber o impalpável”. Deixamo-nos ficar por aí, entre os buracos, as zonas que não se resolvem, assistindo à invasão que é uma evasão, com Michaux, e, desse modo, pode-se chegar a ser “visionário por extensão/ por limpidez/ por acréscimo// As palavras relidas nas chamas/ e a religação distendem-se/ distendem-se/ vastas, sagradas, solenes/ em luzes violentas/ em surtos// Infinito/ Infinito que já não intimida (…) Amotinadoras impotências (…) O edifício dobra/ Eu tinha pernas noutros tempos/ A mão também se desprende”… E tudo isto para chegar à conclusão de que estamos desfeitos pelos elementos da rejeição, de já nada esperarmos uns dos outros, de não contar que venha ninguém que faça o que ainda não nos dispusemos a fazer por nós próprios… É difícil começar seja o que for no meio de tanta gente tão empenhada em reagir contra, nem sabe ao certo o quê, mas está contra o que quer que venha arranjar uma crise própria, e que a obrigue, por um momento que seja, a abandonar os seus monumentos, perdê-los de vista, bem como esse orgulho de pertença, as relações que a confirmam naquela sua frivolidade céptica, naquela sua petulância melancólica e geral indiferença, ou negligência. Ainda a altivez perante a decadência – tudo sinais do fim cuja proximidade parece tornar-nos incapazes de o reconhecer. E o pior é que se queriam reclamar da poesia desde logo esses que se encontravam sempre de ouvido cheio. Isto é o que se sabe destas duas décadas e trocos, deste quartel de uma época que se empurra com a barriga… Começam a falar de poesia e o que se ouve senão esse “carrilhão retrospectivo”? Neste episódio, e com tantos livros sobre a mesa, os esforços preparatórios e os subsequentes à antologia crítica que nos serviu de motivo, procuramos espalhar ainda mais migalhas, renunciando ao século no sentido que este leva, e ao modo como tantos se inclinam perigosamente sob as honras, sendo que a nós nos interessa resgatar o sentido negativo, ganhar a periferia do mundo civilizado, e pensar hipóteses de nos retirarmos, mesmo que por intervalos mais ou menos breves, dos seus mercados. Os rapazes vieram do Porto para falarmos da antologia, A Rosa Devorada pelos Espinhos, entre outras questões, outros modos de se usurpar o lugar perdido, encarar de frente tudo o que nos surge, esse tremor dentro dos elementos, apreciar o ouro da ininterrupção que se amontoa sem que os leitores se dêem conta. Acusam-nos de maldade, como é natural. De termos ido já muito para além da conta em termos de blasfémias. Talvez isto nos venha dessa arrogância de achar que a poesia exprime aquela ânsia de quem procura viver no mundo, “mas fora das concepções que dele existem” (Wallace Stevens).

Para que Cristo Reine
PRIMER VIERNES VII: "SAGRADO CORAZÓN DE JESÚS Y GETSEMANÍ. LA HORA SANTA"

Para que Cristo Reine

Play Episode Listen Later May 1, 2026 20:31


Continuamos con nuestro recorrido catequético de los nueve primeros viernes de mes, y hoy nos acercamos a la súplica que nos hace el mismo Cristo de acompañarle, adorarle y repararle en la hora santa de cada jueves. ¿Adónde nos lleva la hora santa? Encontramos las respuestas en el momento vivido por Cristo en el huerto de Getsemaní.

Dia a dia com a Palavra
Você é um bom pagador?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Apr 20, 2026 1:26


Não tem jeito, a sociedade em que vivemos está baseada na questão financeira e por isso, você passa a ser medido pelo seu poder de compra.Existem empresas que medem o seu "score" de compra dando a você uma certa pontuação. Quanto mais alta a sua pontuação, mais capaz é de fazer novas compras.Mas nem tudo nessa vida é financeiro e é sobre isso que fala o Salmo 66 nos versos 13 e 14: "Entrarei na tua casa com holocaustos; a ti pagarei os meus votos, que os meus lábios fizeram, e que, no dia da angústia, a minha boca prometeu."Perceba que o salmista usa o verbo pagar, mas ele não fala de dinheiro, mas de votos que foram feitos.A palavra que foi dita, a promessa que foi lançada, tudo isso precisa ser pago. Não tem nada a ver com o mundo financeiro, mas é uma dívida a ser quitada.Encontramos em Jesus esse exemplo. Nenhuma palavra dele foi lançada ao vento. Tudo o que prometeu, Ele cumpriu. Lá na cruz Ele bradou em alta voz: "está consumado", mostrando que seu propósito tinha sido levado até o fim.Nem tudo na vida é sobre dinheiro. Talvez você tenha feito um voto com Deus ou talvez tenha prometido algo para seus filhos ou para seu cônjuge. Seja como for, seja um bom pagador e leve adiante a sua palavra.

CLM Activa Radio
ATREVETE A PENSAR SER ZORRA PARA CONOCER TRAMPAS Y LEÓN PARA AMEDRENTAR A LOS LOBOS LA CONTROVERSIA DE MAQUIAVELO

CLM Activa Radio

Play Episode Listen Later Apr 10, 2026 50:25


"Y si, desde su elevada posición, Vuestra Alteza mira hacia abajo a este lugar humilde donde ahora vivo, verá cuán crueles e inmerecidos han sido mis sufrimientos - impuestos por un destino duro e implacable". Con estas palabras finalizó NICOLÁS MAQUIAVELO, protagonista de nuestro programa, la carta que dirigió a El Magnífico Lorenzo de Medici, al inicio de su libro "EL PRÍNCIPE", obra que sigue teniendo enorme impacto porque es uno de los textos más polémicos y controvertidos que existen en el terreno político. Hoy, más de 500 años después, este libro sigue siendo un texto vivo, citado, estudiado y debatido en todo el mundo. Y es que, como muy bien nos apunta SERGIO RODRÍGUEZ LÓPEZ, investigador doctoral de la Universidad de Granada y docente con más de veinte años de experiencia, “Maquiavelo es un autor cuya obra ha suscitado multitud de polémicas e interpretaciones diversas a lo largo del tiempo”. Sin embargo, nosotros aquí vamos a trabajar también otro de sus más imprescindibles textos: sus “DISCURSOS SOBRE LA PRIMERA DÉCADA DE TITO LIVIO”. Será en la sección “Qué significa esta frase”. En la primera parte del programa hablaremos exclusivamente de la obra “EL Príncipe”. Creemos que, para entender plenamente el citado texto, es necesario e imprescindible, conocer el turbulento contexto histórico en el que este autor lo escribió, porque, ¿quién fue realmente Nicolás Maquiavelo? Nacido en Florencia en 1469, en aquella época Italia no era una nación unificada, sino un mosaico fragmentado de ciudades-estado y reinos (Florencia, Milán, Venecia, Nápoles, Los Estados Pontificios…) que luchaban por el poder mientras sufrían presiones constantes de fuerzas externas como Francia, Italia y el Sacro Imperio Germánico. En 1498, tras la caída del Radicalismo Religioso del predicador Savonarola y la expulsión del gobierno autocrático y de las élites de la Familia de los Medici, Maquiavelo es nombrado Secretario de la Segunda Cancillería de la República de Florencia. Este puesto le dio acceso directo al funcionamiento interno de la diplomacia, los asuntos militares y la negociación internacional. Estudió a figuras ambiciosas como César Borgia, cuya mezcla de crueldad y astucia le fascinaba como modelo de eficacia política. Estas experiencias le sirvieron para observar el arte del gobierno y la política del poder de primera mano. Su obra “El Príncipe” nació como una respuesta al colapso, una guía para que los gobernantes pudieran navegar por un mundo donde la fortuna era inestable, los enemigos estaban por todas partes, y la supervivencia requería audacia, adaptabilidad , y en ocasiones, crueldad. Maquiavelo no estaba imaginando un Estado perfecto, estaba hablando de uno roto y así, esta obra es una guía en un mundo gobernado no por ideales, sino por la ambición, la oportunidad y la fuerza calculada. Maquiavelo rompió con los ideales clásicos para revelar la mecánica brutal del poder tal como es, no como desearíamos que fuera. De ahí muchos de los fragmentos más controvertidos del texto: “Un hombre que insiste en ser bueno en toda situación, inevitablemente será destruido por aquellos que no lo son. Por lo tanto, un Príncipe que quiera mantener su poder, debe aprender a no ser bueno y usar ese conocimiento, o abstenerse de usarlo, según lo exija la situación” (Cap XV); “(…)¿es mejor ser amado o ser temido? La respuesta es que un gobernante debería aspirar a ambas cosas pero como es difícil que el amor y el temor coexistan, es mucho más seguro ser temido que amado- si hay que elegir” (Cap XVII); “(…) Un príncipe debe saber actuar tanto como hombre, como, como bestia (…) debe aprender tanto del zorro como del león. El león no puede evitar las trampas y el zorro no puede defenderse de los lobos. Por tanto, un gobernante debe ser un zorro para reconocer las trampas y un león para espantar a los lobos” (…) “Los gobernantes que mejor han imitado al zorro han sido los más exitosos. Sin embargo, es crucial ocultar bien esta naturaleza y ser un maestro del engaño (…) Un gobernante hábil en el arte del engaño, siempre encontrará personas dispuestas a ser engañadas”; “(…) Un gobernante debe aparentar ser misericordioso, humano, honesto y religioso, pero debe estar preparado para actuar de manera opuesta cuando sea necesario. Un príncipe (…) no puede seguir siempre las reglas convencionales de la moralidad, porque mantener el poder a menudo requiere acciones que van en contra de la honestidad, la bondad, la humanidad y la religión (…) . Idealmente, no debería apartarse de lo que es bueno, pero debe estar listo para hacer el mal si se ve obligado” (Cap XVIII); “ Un príncipe debe delegar las decisiones impopulares a otros, mientras que personalmente se encarga de repartir recompensas y favores (…)”( Cap XIX) etc etc… En la sección “QUÉ SIGNIFICA ESTA FRASE”, SERGIO RODRÍGUEZ LÓPEZ, el profesor que hoy nos acompaña, basándose no sólo en el estudio de “ El Príncipe”, sino también analizando los “DISCURSOS SOBRE LA PRIMERA DÉCADA DE TITO LIVIO” , defiende que “a lo largo de la obra de MAQUIAVELO, hay una unidad que tiende hacia la interpretación republicana de la misma” ya que “los textos de Maquiavelo transpiran un profundo anhelo por lograr una República sólida, que funcione según leyes civiles estables y que permita al pueblo participar del gobierno. Es este anhelo que arraigó profundamente en el pensamiento y la sensibilidad de Maquiavelo, el que nos marca el rumbo a la hora de aproximarnos a su obra”. Nuestro profesor piensa que “las divergencias entre “El Príncipe” y los “Discursos” son aparentemente indiscutibles, en la primera de ellas Maquiavelo se decanta por el Principado Aristocrático como forma de gobierno más adecuada, y perfila la figura de un Príncipe sin escrúpulos morales; frente a esto, en los Discursos, Maquiavelo toma partido abiertamente por la República como forma de gobierno más acabada y perfecta. Para defender la libertad, dice Maquiavelo, no hay mejor agente que el propio pueblo, y para proteger los intereses del pueblo, no hay mejor sistema de gobierno que el republicano porque (…) la Aristocracia deseará dominar, mientras que el pueblo aspirará sólo a no ser dominado, por esto, afirma Maquiavelo, que se debe poner como guardianes de una cosa, a quien tiene menos deseos de usurparla. Junto a la defensa de la libertad y la soberanía popular aparece en los Discursos claramente delimitada la idea del Bien Común: si no hay un espacio público en el que prospere y se comparta la riqueza del Estado, no tiene posibilidades de crecer Comunidad alguna”. “Encontramos en estos argumentos de Maquiavelo, -continúa nuestro profesor-, algunos de los principios básicos del Estado de Derecho y la Socialdemocracia contemporánea”. Igualmente, “la constitución de una República requiere forzosamente una redistribución de la riqueza y el poder, esta tesis de fondo lleva a Maquiavelo a establecer más nítidamente que en otras ocasiones, las dos categorías antitéticas: un Reino, para constituirse y consolidarse, necesita desigualdad y sometimiento; una República sólo puede erigirse allí donde haya igualdad y libertad civil. Este tipo de cuestiones son las que han provocado que se hable de dos posibles interpretaciones de la obra de Maquiavelo: una Aristocrática o Monárquica y otra Republicana o Democrática, aunque con el paso del tiempo se ha ido imponiendo la idea de que existe una continuidad democrática en la obra de Maquiavelo. Nuestro profesor defiende además, que son muchos los especialistas que han visto en El Príncipe, un intento de Maquiavelo por exponer los vicios y las reprobables acciones de los monarcas (…) de modo que esta obra empezó a ser interpretada como una crítica encubierta a la tiranía (…). Hay autores que afirman incluso que “ la intención de Maquiavelo no era instruir al tirano, sino exponerlo al juicio de los pueblos, haciendo públicas sus acciones secretas”, o que “ bajo la apariencia de aconsejar a los tiranos, Maquiavelo en realidad mostró a los pueblos cómo funcionan los mecanismos del poder, lo que puede servir para defender la libertad”; igualmente hay autores que llegan a decir que El Príncipe es en realidad el libro por excelencia de los Republicanos. De modo que se encuentran referencias que coinciden respecto a la interpretación democrática de Maquiavelo , tanto en la crítica inglesa, como en la francesa y en la italiana, estos últimos además afirman que la tarea patriótica de la unidad italiana, había sido formulada por primera vez en El Príncipe”. Finalmente, y una vez expuestas las tesis de nuestro profesor colaborador, en el programa se enuncian también más interpretaciones al respecto, como la de Miguel Ángel Granada: “Si Italia ha de recuperar su libertad, expulsar a los bárbaros, y salir de la crisis, solamente es posible mediante la “virtú” de una poderosa personalidad. Movido por la urgencia de la situación, Maquiavelo abandona el trabajo metódico de sus Discursos (se cree que fue sobre el capítulo XVII o XVIII del primer libro cuando abandona esta obra para pasar a redactar de un solo golpe El Príncipe) y así abordar la presentación de la nueva política en forma de manifiesto mediante El Príncipe (…). Conviene sin embargo no olvidar -continúa Miguel Ángel Granada-, que Maquiavelo se planteó también su obra como un medio para volver al ejercicio activo de la política al servicio de los Medici (recordemos que al caer la República, le habían arrebatado su posición, estatus y trabajo), de ahí que pensara dedicar la obra a Giuliano de Medici, y que a la muerte de éste, la dedicara a su sobrino Lorenzo. No es lícito olvidar este motivo de promoción personal como impulso de la obra, pero todavía es menos lícito, realzarlo para marginar los otros factores (el deseo de la unificación de Italia antes aludido). Igualmente, en la Introducción de la traducción del texto de Rafael García Pérez, Nathan Cole y Christian E. Detmold, se lee lo siguiente: “ Tras la caída de la República Florentina y el regreso de los Médici, Maquiavelo fue apartado del poder y se volcó en la escritura. Y así fue durante este periodo de retiro forzado, en la soledad del exilio, cuando nació El Príncipe. Este libro, lejos de ser un ejercicio académico, nació de la frustración, la ambición, y el deseo desesperado de volver a tener relevancia política. Fue dedicado a Lorenzo de Médici, miembro de la misma familia que lo había exiliado, con la esperanza de que sus ideas le valieran un puesto o, al menos, rehabilitaran su reputación. Esto le da al libro una intensidad única, porque es tanto una obra de filosofía política, como la apelación personal de un hombre que lo había perdido todo, excepto su intelecto”. Finalmente, oídas todas las voces o posibles interpretaciones, quizá la respuesta nos la de el propio Maquiavelo, con las mismas palabras que encabezan este escrito, y que integran el final de su misiva a Lorenzo El Magnífico: "Y si, desde su elevada posición, Vuestra Alteza mira hacia abajo a este lugar humilde donde ahora vivo, verá cuán crueles e inmerecidos han sido mis sufrimientos - impuestos por un destino duro e implacable". Una vez expuestas la diversidad de interpretaciones respecto a nuestro autor y en la recta final del programa, en lo relativo a nuestro afán de aunar melodía y filosofía, es imposible olvidarnos de valorar y agradecer el estupendo trabajo que Cristina Gómez Limón Ortíz, profesora de Canto de las Escuelas municipales de música de Daimiel y Bolaños, ha realizado para este programa a través de su excelente adaptación de la canción “ Algo personal” que hace años popularizó Joan Manuel Serrat.

GENIAL
Cavamos kilómetros en la Tierra y encontramos una civilización perdida

GENIAL

Play Episode Listen Later Apr 9, 2026 12:45


El Gordo y La Flaca
Yailin enfrenta la justicia dominicana

El Gordo y La Flaca

Play Episode Listen Later Mar 26, 2026 29:34


Yailin la más viral se enfrentó a la justicia en medio de extremas medidas de seguridad y visiblemente afectada para escuchar las medidas que le impondrían. Te contamos cuál fue el dictamen. Encontramos a Mayeli Alonso en un evento y nos contó cómo va su vida, por otro lado, su ex Lupillo Rivera nos confirmó si quiere volver a ser papá. Después de 54 días, sigue sin aparecer la madre de la presentadora Savannah Guthrie. La presentadora contó todo lo que ha estado sucediendo. Nicolás Maduro y su esposa se presentaron por segunda vez ante un juez en Nueva York.

Sociedade Civil
Cabos Costeiros

Sociedade Civil

Play Episode Listen Later Mar 26, 2026 55:18


Encontramos mais de uma dezena de cabos ao longo da costa portuguesa, lugares onde a terra parece avançar sobre o mar e onde a geografia encontra a história. Descubra alguns dos cabos costeiros mais importantesSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Pastor Alvaro Valencia
Cuando nos encontramos con Dios

Pastor Alvaro Valencia

Play Episode Listen Later Mar 24, 2026 53:55


Pastor Alvaro Valencia
Cuando nos encontramos con Dios

Pastor Alvaro Valencia

Play Episode Listen Later Mar 24, 2026 53:55


Noticias de América
De México a Cuba con 40 toneladas de ayuda: el nuevo convoy humanitario

Noticias de América

Play Episode Listen Later Mar 20, 2026 2:12


Tres embarcaciones partirán este viernes desde México rumbo a Cuba con 40 toneladas de ayuda humanitaria, en un intento por aliviar la crisis que atraviesa la isla —inflación superior al 10 %, apagones de hasta 18 horas, cortes prolongados de agua y escasez de alimentos— en medio de la presión de Estados Unidos. Hablamos con la activista Nikky León, de la Internacional Progresista, coalición global de movimientos y colectivos de izquierdas.  La Internacional Progresista junto con varias organizaciones mexicanas y voluntarios de todo el mundo, impulsa una iniciativa para paliar la crisis humanitaria que vive Cuba en medio de las tensiones y el bloqueo de Estados Unidos. La activista ecuatoriana Nikky León lleva un mes coordinando el envío por mar de 40 toneladas de ayuda humanitaria, que incluyen medicamentos, alimentos, paneles solares y baterías. La principal dificultad ha sido, dice, conseguir los barcos. "Yo llegué a territorio cubano hace dos semanas. Con un compañero hemos estado organizando activamente toda la ayuda. Encontramos los barcos para alquilar porque, preciso, son barcos alquilados. Nos enfrentamos a que había gente que no nos los quería alquilar, no porque no hubiera, sino por el miedo a sanciones y represalias, especialmente de Estados Unidos. Pero bueno, lo logramos. Esto nos da una lección: cuando nos organizamos y persistimos, todavía existe la solidaridad internacionalista". Un "secuestro de barco" como en Gaza parece improbable Esta semana, la Internacional Progresista consiguió enviar un avión a La Habana con unas cinco toneladas de ayuda humanitaria. Los tres barcos tienen previsto zarpar este viernes desde distintos puntos de México para llegar a Cuba el 21 de marzo. Una vez allí, el Instituto Cubano de Amistad con los Pueblos —organismo estatal de diplomacia solidaria y relaciones internacionales pueblo a pueblo— se encargará de distribuir la ayuda. La activista espera que en esta ocasión no ocurra un "secuestro" de la embarcación, como sucedió con el convoy que enviaron a Palestina a mediados de 2025. "Las posibilidades de un secuestro, como pasó con el que iba a Palestina, que nos interceptaron en aguas internacionales, están ahí, pero no a gran escala. No creemos que sea una misión especialmente riesgosa, pero en estas misiones siempre hay riesgos, y más cuando te enfrentas a un poder que lleva 60 años bloqueando y amenazando a la isla. Ese miedo o esa precaución existen, hay que tenerlos en cuenta, pero no por eso vamos a dejar de actuar", concluye.

Noticias de América
De México a Cuba con 40 toneladas de ayuda: el nuevo convoy humanitario

Noticias de América

Play Episode Listen Later Mar 20, 2026 2:12


Tres embarcaciones partirán este viernes desde México rumbo a Cuba con 40 toneladas de ayuda humanitaria, en un intento por aliviar la crisis que atraviesa la isla —inflación superior al 10 %, apagones de hasta 18 horas, cortes prolongados de agua y escasez de alimentos— en medio de la presión de Estados Unidos. Hablamos con la activista Nikky León, de la Internacional Progresista, coalición global de movimientos y colectivos de izquierdas.  La Internacional Progresista junto con varias organizaciones mexicanas y voluntarios de todo el mundo, impulsa una iniciativa para paliar la crisis humanitaria que vive Cuba en medio de las tensiones y el bloqueo de Estados Unidos. La activista ecuatoriana Nikky León lleva un mes coordinando el envío por mar de 40 toneladas de ayuda humanitaria, que incluyen medicamentos, alimentos, paneles solares y baterías. La principal dificultad ha sido, dice, conseguir los barcos. "Yo llegué a territorio cubano hace dos semanas. Con un compañero hemos estado organizando activamente toda la ayuda. Encontramos los barcos para alquilar porque, preciso, son barcos alquilados. Nos enfrentamos a que había gente que no nos los quería alquilar, no porque no hubiera, sino por el miedo a sanciones y represalias, especialmente de Estados Unidos. Pero bueno, lo logramos. Esto nos da una lección: cuando nos organizamos y persistimos, todavía existe la solidaridad internacionalista". Un "secuestro de barco" como en Gaza parece improbable Esta semana, la Internacional Progresista consiguió enviar un avión a La Habana con unas cinco toneladas de ayuda humanitaria. Los tres barcos tienen previsto zarpar este viernes desde distintos puntos de México para llegar a Cuba el 21 de marzo. Una vez allí, el Instituto Cubano de Amistad con los Pueblos —organismo estatal de diplomacia solidaria y relaciones internacionales pueblo a pueblo— se encargará de distribuir la ayuda. La activista espera que en esta ocasión no ocurra un "secuestro" de la embarcación, como sucedió con el convoy que enviaron a Palestina a mediados de 2025. "Las posibilidades de un secuestro, como pasó con el que iba a Palestina, que nos interceptaron en aguas internacionales, están ahí, pero no a gran escala. No creemos que sea una misión especialmente riesgosa, pero en estas misiones siempre hay riesgos, y más cuando te enfrentas a un poder que lleva 60 años bloqueando y amenazando a la isla. Ese miedo o esa precaución existen, hay que tenerlos en cuenta, pero no por eso vamos a dejar de actuar", concluye.

GENIAL
Cavamos kilómetros en la Tierra y encontramos una civilización perdida

GENIAL

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 12:45


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Campeones Financieros
395. REVOLUT, el nuevo banco que arranca con una agresiva estrategia, te revelamos lo que encontramos

Campeones Financieros

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 34:47


Después de una larga espera y haber estado en fase beta antes de su lanzamiento, Revolut ha iniciado operaciones en México y Manolo y Omar nos presentan el análisis completo de esta Fintech, conoce a detalle sus productos y la fuerte estrategia con la que quiere acaparar usuarios ¿Logrará estar al nivel de otros bancos? conoce el veredicto de nuestros Campeones.

Hoy por Hoy
Miss Experiencia | Pruden, la resistencia de la España vaciada

Hoy por Hoy

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 18:14


Encontramos a nuestra miss Experiencia de hoy en Monumenta, una aldea zamorana donde viven 18 personas. Está muy cerca de la raya de Portugal, de una frontera que de forma natural traza el río Duero. En Monumenta, en aquel rincón de la España despoblada, vive Pruden, de 77 años. Creció como un bebé sano gracias a una abuela que le masticaba el pan, a dos vecinas que la amamantaban y a una cabra que le daba más leche. Fue pastora desde los 9 años hasta los 15. Esta Heidi zamorana aprobó el bachillerato gracias a un maestro republicano y se formó después en la Sección Femenina. Fue a la Universidad de Salamanca donde estudió Servicios Sociales. Hubo dramas familiares que cortaron su carrera: la muerte del hermano en un accidente, el cuidado de su madre enferma... Pero de todo se sale. Aprobó unas oposiciones como limpiadora y cuando se jubiló tenía claro que quería vivir en la aldea donde nació. Ella es la resistencia. Es la encargada de actualizar en la puerta del consultorio el marcador con los días que están sin médico. Porque desde la pandemia a Monumenta solo va el médico una vez al mes, y no siempre.

EXTRA ANORMAL
Encontramos Brujería En Los Salones | Historias Macabras De La UNAM

EXTRA ANORMAL

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 66:40


Sports R Us Podcast
22 con la Zurda: ¿Knicks y Warriors rumbo al precipicio de la NBA?

Sports R Us Podcast

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 56:23 Transcription Available


Continuamos con nuestra cobertura de la NBA a través del segmento de “22 con la Zurda”, y en este episodio hablamos de:

Darksoul Horror
Encontramos un nido de avispas gigantes (Creepypasta)

Darksoul Horror

Play Episode Listen Later Jan 17, 2026 49:29


Historia original escrita por: Seriously don't touch meSeriously don't touch me (u/personalbubbleof90ft) - RedditPublicada en Reddit NoSleep:Tourniquet Wasps : r/nosleepPermiso otorgado por el autorTraducción y narración por: Darksoul Horror─────────────────────────────Puedes seguirme en Twitch:darkycrane - Twitch─────────────────────────────Estás son mis redes sociales personales:→ Instagram - Sebastian Echeverri (@seb_echeverri) • Instagram photos and videos→ Facebook - Sebastian Echeverri | Facebook─────────────────────────────Escúchame también en Spotify→ https://spoti.fi/3zcl8cn─────────────────────────────Créditos musicalesRepulsive – REPULSIVE - YouTube─────────────────────────────Canción de la introVivek Abhishek - Voodoo[ No Copyright ] VOODOO | HORROR MUSIC | ROYALTY FREE MUSIC─────────────────────────────Redes Sociales de este canal: → Instagram - Darksoul (@darksoulhorror) • Fotos y videos de Instagram→ Facebook - Darksoul Horror | Facebook─────────────────────────────#Creepypastas #CreepypastasenEspañol #NoSleep

Fuera Del Control
Ep. 328.- ¿Qué encontramos en Japón?

Fuera Del Control

Play Episode Listen Later Jan 12, 2026 59:13


Regresamos de vacaciones, para habla de que hicimos, bueno la verdad, platicamos del demo de Dragon Quest VII, y juegos que encontrramos en nuestro viaje a Japón, recordamos Diddy Kong Raicing, Space Channel 5, Parasite Eve, Super Mario World Support this show http://supporter.acast.com/fuera-del-control. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

A vivir que son dos días
A Vivir a las 8 | Médicos Sin Fronteras: "Nos encontramos cada vez más solos"

A vivir que son dos días

Play Episode Listen Later Dec 28, 2025 23:38


Pablo Morán y Lourdes Lancho comentan el libro "Ser judío después de la destrucción de Gaza", de Peter Beinart. Nos acompaña también Esperanza Santos, coordinadora de Emergencias de Médicos Sin Fronteras, para hablar de la crisis humanitaria en Sudán. Para terminar, hacemos un repaso a las predicciones de The Economist para 2026.

Visión Para Vivir
Conozca a Gabriel: El angel enviado del cielo II

Visión Para Vivir

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 30:00


Diciembre 22, 2025 - En el mundo de hoy, hay mucha confusion acerca del papel que tienen los angeles. Encontramos tanto a personas que se preguntan si en verdad existen, como a algunas otras que aseguran que cenan con ellos todos los días. Hoy continuaremos con nuestra presentacion especial navidena llamada UNA NAVIDAD EN BELEN.

Daniel Ramos' Podcast
Episode 507: Escuela Sabática - Lectura 07 de Diciembre del 2025

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Dec 6, 2025 3:56


====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== LECCIÓN DE ESCUELA SABÁTICA         IV TRIMESTRE DEL 2025Narrado por: Eddie RodriguezDesde: Guatemala, GuatemalaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchDOMINGO 07 DE DICIEMBRECOMPROMISO Lee Josué 22:1-8. ¿Qué nos dicen estos versículos acerca del compromiso de los rubenitas, los gaditas y la media tribu de Manasés? Josué afirma que las tribus del otro lado del Jordán habían cumplido plenamente las obligaciones establecidas por Moisés y por él mismo, lo que había significado una importante dedicación y sacrificio en favor de la causa común de Israel. Lucharon junto a sus hermanos durante “todo este tiempo”, lo que en realidad significaba unos seis o siete años (comparar con Jos. 11:18; 14:10; Deut. 2:14). Sus esposas e hijos permanecieron al este del Jordán y, aún así, ellos decidieron luchar lealmente junto a sus hermanos, afrontando la amenaza de las heridas y la muerte en la guerra. Estos versículos subrayan indirectamente la importancia de la unidad de la nación y de la tierra. También preparan el camino para la historia posterior, que en última instancia se refiere a la unidad. ¿Permanecerían las tribus israelitas unidas a pesar de la frontera natural que el Jordán representaba entre ellas? ¿Permitirían que la geografía definiera su identidad nacional o dejarían que su culto común al único Dios los preservara como su nación elegida, unida y fuerte bajo su conducción teocrática? Josué expuso la única manera en que tal fidelidad había sido posible: no sirvieron a sus compatriotas israelitas, sino al propio Dios, que les encargó su misión. Encontramos este mismo principio en el Nuevo Testamento. El apóstol Pablo exhortó a los cristianos a prestar su servicio como si trabajaran para Dios y no solo para los seres humanos (ver Efe. 6:7; Col. 3:23; 1 Tes. 2:4). ¿Qué vocación más elevada puede existir que la de trabajar para el Creador del universo? A menudo enfrentamos desafíos y dificultades que pueden desanimarnos y tentarnos a abandonar la lucha. Sin embargo, podemos invocar el poder del Señor, quien promete estar con nosotros y nos capacita para hacer lo que nos pide. Si mantenemos nuestra vocación superior ante nosotros, podemos estar motivados para seguir adelante a pesar de los inevitables desafíos y desalientos que forman parte de nuestra existencia caída. Josué 22:5 y 6 dice que Josué apeló a las tribus que regresaban a su territorio para que permanecieran fieles al Señor y las bendijo. ¿Cómo cambiarían nuestras relaciones en la iglesia si oráramos más unos por otros? 

NBA Freaks
¡Especial de Acción de gracias! Encontramos al menos una razón para dar gracias por los 30 equipos I Los NBA Freaks (Ep. 691)

NBA Freaks

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 63:20


Por jugadores, por historia, por uniforme, por tintes de pelo, encontramos al menos una razón para agradecer por los 30 equipos. Únete a la comunidad de Whatsapp de Los NBA Freaks:https;//chat.whatsapp.com/FmSCEFkbeLyGzwnzfpSEFJRedes sociales:Facebook, X, Instagram: @losnbafreaksEmail:losnbafreaks@gmail.com

NBA Freaks
Peleamos por la carrera de CP3, Trivia, Enjuague: Pistons, Warriors, Suns. Gordon, Herro, Amazon y más I Los NBA Freaks (Ep. 690)

NBA Freaks

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 61:52


En este episodio, nos vamos a fondo con la carrera de CP3 debatiendo lo bueno y lo malo y dónde lo ponemos entre los mejores armadores en la historia. Encontramos un nuevo hogar LaMelo ante los rumores de cambio y hacemos el Enjuague hablando de jugadas que nos llamaron la atención esta semana. Únete a la comunidad de Whatsapp de Los NBA Freaks:https;//chat.whatsapp.com/FmSCEFkbeLyGzwnzfpSEFJRedes sociales:Facebook, X, Instagram: @losnbafreaksEmail:losnbafreaks@gmail.com

Daniel Ramos' Podcast
Episode 505: 16 de Noviembre del 2025 - Devoción matutina para adolescentes - ¨Hablemos claro¨

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Nov 15, 2025 3:05


====================================================SUSCRIBETEhattps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1====================================================DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADOLESCENTES 2025“HABLEMOS CLARO”Narrado por: Mone MuñozDesde: Buenos Aires, ArgentinaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================16 de NoviembreNutrir el crecimiento espiritual"Jesús continuó: 'El reino de Dios se parece a quien esparce semilla en la tierra. Sin que este sepa cómo, y ya sea que duerma o esté despierto, día y noche brota y crece la semilla" (Marcos 4:26, 27).La parábola de la semilla que crece revela el misterio del crecimiento espiritual y del reino de Dios. Así como un agricultor esparce la semilla y esta crece, los creyentes siembran la semilla de la Palabra de Dios, y esta hecha raíces en los corazones de los que la escuchan. Profundicemos en las enseñanzas que podemos aprender de este texto bíblico.La siembra. Como creyentes, estamos llamados a compartir la Palabra de Dios, confiando en que echará raíces y producirá crecimiento espiritual en la vida de los demás. Nuestro papel es simplemente esparcir la semilla.El crecimiento. Así como el agricultor no entiende completamente cómo crece la semilla, es posible que nosotros no comprendamos el proceso completo del crecimiento espiritual. Dios es el responsable del crecimiento en el corazón de las personas. Debemos confiar en la obra del Espíritu Santo.La espera. Esta parábola nos anima a ser persistentes en la siembra de la semilla y pacientes en la espera del crecimiento. La transformación espiritual lleva tiempo. Mientras tanto, debemos seguir compartiendo el mensaje del reino de Dios. Encontramos un ejemplo de este proceso en 1 Corintios 3:6 y 7, donde Pablo dijo: "Yo sembré, Apolos regó, pero Dios ha dado el crecimiento. Así que no cuenta ni el que siembra ni el que riega, sino solo Dios porque es quien hace crecer".La parábola de la semilla que crece nos recuerda el misterio divino del crecimiento espiritual. Al compartir fielmente la Palabra de Dios, confiamos en su obra en los corazones de quienes la escuchan. Nuestro papel es esparcir la semilla, y el papel de Dios es hacerla crecer.Oración: Te doy gracias, Dios poderoso, por el privilegio de sembrar la semilla de tu Palabra. Ayúdame a ser fiel al compartir tu mensaje. 

Campeones Financieros
378. ¿Qué está pasando en KUBO FINANCIERO? Te revelamos lo que encontramos

Campeones Financieros

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025 24:26


Ante una fuerte oleada de rumores sobre una complicada situación financiera que atraviesa Kubo Financiero e incluso su posible quiebra, Manolo y Omar responden a la petición de la comunidad de investigar a fondo y ver la situación real de una de las sofipos más importantes, conozcan lo que encontraron.

Audio Devocional

  «Pero los que confían en el Señor recobran las fuerzas y levantan el vuelo, como las águilas; corren, y no se cansan; caminan, y no se fatigan» (Isaías 40:31) ¿Sabías que la fuerza de la fe tiene el poder de rejuvenecer tu cuerpo? Así es. Encontramos un ejemplo de eso en la vida de Sara. La mayoría de las personas no entienden el alcance total de lo que Dios hizo en la vida de ella. Lo único que saben es que Dios le dio un hijo en la vejez. Pero si lo analizas minuciosamente, verás que hubo mucho más. Cuando Sara tomó y creyó la promesa de Dios por medio de la fe, ésta empezó a restaurar su cuerpo a tal punto que, cuando el rey Abimelec la vio, quiso tomarla por esposa. ¡Imagínalo! A los 90 años de edad, ella era tan hermosa que ese rey la quería en su harén. Y eso no es todo; después de que dio a luz a Isaac, la Biblia nos dice que ella lo amamantó hasta que fue destetado, ¡y vivió hasta cuando Isaac creció! Ahora bien, yo no estoy sugiriéndote que tengas un bebé a los 90 años como lo hizo Sara. Ella recibió una promesa especial de Dios. Pero sí te aseguro que, si crees que Dios puede restaurar tu fortaleza y salud en tu vejez, Él lo hará. De hecho, el Salmo 103 dice que es uno de Sus beneficios. Dice que Dios llenará tu boca de cosas buenas para que tu juventud sea renovada como el águila. El deseo de Dios es que en tu vejez seas un campeón poderoso y experimentado en la Palabra, y que tu fortaleza sea renovada por la fe. Empieza a confesar eso hoy mismo. Llena tu boca con las promesas de Dios, y declara: Alabado sea Dios, mi juventud se renueva como el águila. Y cuando tu labor en la Tierra termine y vayas camino al cielo, tu partida no será un simple desvanecimiento, sino que te irás de aquí cubierto de gloria, como el vencedor que Dios te ha creado para que seas. Lectura bíblica: Salmo 92   © 1997 – 2019 Eagle Mountain International Church Inc., también conocida como Ministerios Kenneth Copeland / Kenneth Copeland Ministries. Todos los derechos reservados.

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer
Ricardo Araújo Pereira: “Balsemão era um verdadeiro democrata. Quando encontramos um, devemos valorizar. Já não há assim tantos”

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Play Episode Listen Later Oct 22, 2025 10:43


Na edição especial dedicada a Francisco Pinto Balsemão, Ricardo Araújo Pereira recorda o fundador da SIC e do Expresso como um verdadeiro democrata e defensor intransigente da liberdade. O humorista sublinha que, em cerca de duas décadas de colaboração com o grupo, nunca sentiu qualquer tipo de censura ou interferência, e elogia o facto de Balsemão proteger os criadores para que trabalhassem sem constrangimentos. Destaca ainda o seu espírito jornalístico e curiosidade intelectual, que o levaram a manter-se atento à inovação até ao fim da vida, interessando-se por temas como a inteligência artificial e os podcasts. Ricardo Araújo Pereira considera que a fundação de meios como a SIC Radical foi decisiva para o surgimento de novas gerações criativas, incluindo o Gato Fedorento. Lembra-o como um homem visionário, generoso e curioso, que acreditava na liberdade de expressão e na força da comunicação como instrumento essencial da democracia portuguesa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Daniel Ramos' Podcast
Episode 501: 15 de Octubre de 2025 - Notas de Elena - Material complementario de ES para adultos

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Oct 14, 2025 6:17


NOTAS DE ELENAMaterial complementario de la escuela Sabática para adultosNarrado por: Patty CuyanDesde: California, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchMIÉRCOLES, 15 DE OCTUBREOLVIDOTeniendo tan preciosas promesas bíblicas delante de vosotros, ¿podéis dar lugar a la duda? ¿Podéis creer que cuando el pobre pecador desea volver y abandonar sus pecados, el Señor le impide con severidad que venga arrepentido a sus pies? ¡Desechad tales pensamientos! Nada puede perjudicar más a vuestra propia alma que tener tal concepto de vuestro Padre celestial. Él aborrece el pecado, pero ama al pecador, pues se dio en la persona de Cristo para que todos los que quieran puedan ser salvos y gozar de eterna bienaventuranza en el reino de gloria. ¿Qué lenguaje más tierno o más poderoso podría haberse empleado para expresar su amor hacia nosotros? Declara: "¿Se olvidará acaso la mujer de su niño mamante, de modo que no tenga compasión del hijo de sus entrañas? ¡Aun las tales le pueden olvidar; mas no me olvidaré yo de ti!" Isaías 49:15. Alzad la vista los que vaciláis y tembláis; porque el Señor Jesús vive para interceder por nosotros. Agradeced a Dios por el don de su Hijo amado, y pedid que no haya muerto en vano por vosotros. Su Espíritu os invita hoy. Id con todo vuestro corazón a Jesús y demandad sus bendiciones. Cuando leáis las promesas, recordad que son la expresión de un amor y una piedad inefables. El gran Corazón de amor infinito se siente atraído hacia el pecador por una compasión ilimitada. "En quien tenemos redención por medio de su sangre, la remisión de nuestros pecados". Efesios 1:7. Sí, creed tan solo que Dios es vuestro ayudador. Él quiere restaurar su imagen moral en el hombre. Acercaos a él expresándole vuestra confesión y arrepentimiento, y él se acercará a vosotros con misericordia y perdón (El camino a Cristo, pp. 54, 55). El ejercicio más exaltado de las facultades del hombre, consiste en comprender a Dios, y regocijarse en él. Esto puede alcanzarse, únicamente cuando nuestros afectos son santificados y ennoblecidos por la gracia de Cristo... En Cristo estaba el esplendor de la gloria de su Padre, la expresa imagen de su persona. Nuestro Salvador dijo: "El que me ha visto, ha visto al Padre". Juan 14:9. En Cristo está la vida del alma. Encontramos vida en los intentos que hacen nuestros corazones por aprehenderlo, en nuestros fervientes y afectuosos anhelos de su excelencia, en nuestra intensa búsqueda de su gloria. Cuando estamos en comunión con él, comemos el Pan de vida. Cuando permitimos que cosas de menor importancia absorban nuestra atención, olvidando a Cristo, alejándonos de él para aceptar otra compañía, ponemos nuestros pies en un camino que conduce lejos de Dios y del cielo. Cristo debe ser el objeto central de nuestros afectos, y entonces viviremos en él, y tendremos su Espíritu... ¿En qué consistirá la felicidad de los redimidos? Cristo es todo en todo. Ellos contemplarán con arrobamiento inenarrable al Cordero de Dios. Derramarán sus cantos de gratitud, alabanza y adoración, a Aquel a quien han amado y adorado aquí. Ese canto lo aprendieron y comenzaron a cantarlo en la tierra. Aprendieron a poner su confianza en Jesús mientras formaban sus caracteres para el cielo. Sus corazones estuvieron a tono con su voluntad aquí. Su gozo en Cristo será proporcionado al amor y la confianza que han aprendido a poner en él aquí (Nuestra elevada vocación, 24 de febrero, p. 63). 

Darksoul Horror
Encontramos el infierno en la propiedad de mi abuela (Creepypasta)

Darksoul Horror

Play Episode Listen Later Oct 8, 2025 41:02


Historia original escrita por: somethinggoeshere2somethinggoeshere2 (u/somethinggoeshere2) - RedditPublicada en Reddit NoSleep: We found a cave on my grandmother's property, what's inside needs to stay hidden forever. : r/nosleepPermiso otorgado por el autorTraducción y narración por: Darksoul Horror─────────────────────────────Estás son mis nuevas redes sociales:→ Instagram - Sebastian Echeverri (@seb_echeverri) • Instagram photos and videos→ Facebook - Sebastian Echeverri | Facebook─────────────────────────────Créditos musicalesRepulsive – REPULSIVE - YouTube─────────────────────────────Canción de la introVivek Abhishek - Voodoo[ No Copyright ] VOODOO | HORROR MUSIC | ROYALTY FREE MUSIC─────────────────────────────Redes Sociales de este canal: → Instagram - Darksoul (@darksoulhorror) • Fotos y videos de Instagram→ Facebook - Darksoul Horror | Facebook─────────────────────────────#Creepypastas #CreepypastasenEspañol #NoSleep

CONFERENCIAS de Mons. Munilla
La alegria que encontramos en el Corazon de Jesus

CONFERENCIAS de Mons. Munilla

Play Episode Listen Later Sep 24, 2025 44:30


Semana de reparación al Corazón de Jesus. Monasterio de la Visitación de Santa María de Panamá

Daniel Ramos' Podcast
Episode 497: 14 de Septiembre del 2025 - Devoción matutina para adolescentes - ¨Hablemos claro¨

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Sep 13, 2025 3:09


====================================================SUSCRIBETEhattps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1====================================================DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADOLESCENTES 2025“HABLEMOS CLARO”Narrado por: Mone MuñozDesde: Buenos Aires, ArgentinaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================14 de SeptiembreLos beneficios de leer la Biblia"Sin duda, la palabra de Dios es viva, eficaz y más cortante que cualquier espada de dos filos. Penetra hasta lo más profundo del alma y del espíritu, hasta la médula de los huesos, y juzga los pensamientos y las intenciones del corazón" (Hebreos 4:12).Hoy vamos a explorar los innumerables beneficios de sumergirse en las páginas de la Biblia: un libro que sigue siendo una fuente de sabiduría y consuelo a lo largo de los siglos.En la Biblia encontramos consejos prácticos para la vida diaria, principios morales sólidos y lecciones que aún resuenan en nuestro tiempo. Nos guía en nuestra relación con Dios y con los demás; y ofrece respuestas a muchas de las preguntas más importantes de la vida.Además, la Biblia es una fuente de consuelo y esperanza. Nos muestra ejemplos de personas que enfrentaron desafíos similares a los nuestros y nos recuerda que no estamos solos en nuestras luchas. Encontramos palabras de aliento y promesas que nos dan fortaleza.La lectura de la Biblia también tiene el poder de transformar nuestra mente. Nos desafía a reflexionar sobre nuestras creencias y acciones, y nos impulsa a vivir de acuerdo con los valores de amor, compasión y justicia. A medida que nos sumergimos en sus enseñanzas, somos moldeados y transformados para reflejar más plenamente la imagen de Dios.Finalmente, la Biblia nos revela el carácter y el amor de Dios de una manera íntima y personal. A medida que exploramos sus páginas, llegamos a conocer al Creador del universo y entendemos su plan para la humanidad. Descubrimos su inmenso amor por nosotros y su deseo de una relación cercana con cada uno de nosotros.La Biblia es un tesoro de sabiduría, consuelo y esperanza que sigue siendo relevante y transformador para la vida diaria. Al sumergirnos en sus páginas, encontramos respuestas para nuestras preguntas, fortaleza para nuestras luchas y una profunda conexión con Dios y con la comunidad de creyentes en todo el mundo.Oración: Dios amoroso, te agradezco por el inmenso regalo de la Biblia y por los innumerables beneficios que me brinda. 

Ciência Sem Fim
ENCONTRAMOS VIDA EM MARTE? - SACANI RESPONDE

Ciência Sem Fim

Play Episode Listen Later Sep 12, 2025 122:57


No Sacani Responde de hoje vamos procurar as teorias e evidências de vida em Marte.

Más de uno
Fe de Errores: Por fin encontramos el uso del mínimo común múltiplo

Más de uno

Play Episode Listen Later Sep 10, 2025 5:53


Hoy Santi García Cremades pretende acabar con otra creencia popular, según el cual hay conceptos matemáticos, que hemos estudiado y que no nos sirven para nada. En concreto, el mínimo común múltiplo o máximo común divisor. Por lo que ha elaborado un concurso con el poder distinguirlos, en el que no se ha complicado mucho con el nombre 'MCD o mcm'.

Más de uno
Fe de Errores: Por fin encontramos el uso del mínimo común múltiplo

Más de uno

Play Episode Listen Later Sep 10, 2025 5:53


Hoy Santi García Cremades pretende acabar con otra creencia popular, según el cual hay conceptos matemáticos, que hemos estudiado y que no nos sirven para nada. En concreto, el mínimo común múltiplo o máximo común divisor. Por lo que ha elaborado un concurso con el poder distinguirlos, en el que no se ha complicado mucho con el nombre 'MCD o mcm'.

Campeones Financieros
368. Encontramos una SOFIPO que ofrece el 12.50%, te revelamos lo que nadie dice

Campeones Financieros

Play Episode Listen Later Sep 2, 2025 26:42


A pesar de la constante bajada de tasas en lo que va de este 2025 y cómo ha afectado los rendimientos de las sofipos, Manolo y Omar encontraron un tesoro escondido en una Sofipo que ofrece el 12.50%, además, nuestros Campeones analizan a fondo esta institución, descubre de quién se trata.

Easy Spanish: Learn Spanish with everyday conversations | Conversaciones del día a día para aprender español

Hoy nos toca otra conversación con rumbo gramatical, en la que Pau y Aida tienen tres pequeñas conversaciones para entender mejor el uso de los verbos reflexivos. Encontramos estos verbos en todas partes: cuando nos levantamos por la mañana, cuando nos vamos de un sitio o incluso cuando nos saludamos. Pero a veces no está tan claro por qué usamos tantos verbos "reflexivos"… En este podcast lo explicamos un poco. Easy Spanish Community Al unirte a la comunidad de Easy Spanish puedes llevar tu experiencia de aprendizaje al siguiente nivel. Los miembros de nuestra Podcast Membership reciben: Vocab Helper: El vocabulario más importante de cada minuto del podcast directamente en la pantalla de tu celular Interactive transcript: Una transcripción interactiva donde podrás leer y escuchar el podcast al mismo tiempo, con una función de traducción en tiempo real Exclusive aftershow: Después de cada episodio, Pau y José discuten un poquito más sobre el tema desde un punto de vista un poco más personal. Discord community: Acceso a la comunidad en Discord de Easy Spanish, donde puedes hablar con los miembros de nuestro equipo y otras personas que, como tú, se encuentran en la aventura de aprender nuestro idioma Extra content for our YouTube episodes: Hojas de ejercicios, listas de vocabulario y transcripciones de todos nuestros episodios de YouTube. Si todavía no eres miembro de la comunidad de Easy Spanish, puedes unirte en easy-spanish.org/community (https://www.easy-spanish.org/community) Envíanos un mensaje de audio ¡Ya puedes enviarnos mensajes de audio para que los escuchemos en el podcast! Para hacerlo tienes que ir a easyspanish.fm (https://www.easyspanish.fm) y dar clic en el botón amarillo que aparecerá a la derecha de la página. Show notes Tenemos también un video de YouTube (https://www.youtube.com/watch?v=AVxQgCbetTM) que habla del mismo tema :) Transcripción Paulina: [0:03] Hola Aida. Aida: [0:05] Hola Pau, ¿cómo estás? Paulina: [0:07] Bien, ¿y tú? Aida: [0:09] Muy bien, muy bien. Acalorada. Paulina: [0:12] Ay, aquí no me ha tocado tanto calor este verano, así que... yo sé que a ustedes no les gusta tanto, pero yo lo envidio un poco. Aida: [0:23] Sí, te gusta mucho el calor, ¿no? Paulina: [0:25] Me gusta el calor, me gusta tener ropa ligera, poder saltar al agua y esta sensación de refrescarse. Ay, me encanta, sí. O tirarme al sol. Aida: [0:37] Eres una persona de verano, entonces. Paulina: [0:40] Definitivamente. Bueno, ya te contaré cuando pase un verano en Barcelona porque no sé si estoy tan acostumbrada a 40 grados. Aida: [0:49] Exacto. Esto es un poquito como, ¿conoces este meme que es "lo que pediste vs lo que recibiste"? Es como lo que te imaginas del verano en Barcelona versus lo que realmente es. Support Easy Spanish and get interactive transcripts, live vocabulary and bonus content for all our episodes: easy-spanish.org/membership Special Guest: Aida.

Siempre es Lunes
Encontramos un nuevo Pokemon: Yal-Lee

Siempre es Lunes

Play Episode Listen Later Jun 23, 2025 107:52


  Sabemos que llegó el verano porque el calor tiene el país encojona'o, y no solamente porque ya no da con tener un solo trabajo, o porque los pillos no perdonan ni las cacatúas, sino porque siguen apareciendo cafres peleonas como pokemones boricuas. Eliezer tuvo la mejor semana del año, peleando contra la nueva villana Yal-Lee, el aburrido Danilo, y el peligroso Pedro Julio. Audri Nix salió bien de un caso así que podrá viajar a España para disfrutar del éxito de Jovani Vázquez, y de una vez averiguar mas del chisme de Alejandro Sanz con la peor fanática del mundo. Patrones PYMES: The Pool Box PR Nana's Stuffing Nuestras redes sociales: Tío Macetaminofen Sol Guzabra El George El Come Siempre es Lunes