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A dos días del desahucio: "Mi madre con 95 años y un respirador no puede vivir en un coche"
Encontramos la forma en que México gane el mundial indiscutiblemente.
Brenda Robles busca a su hermano Víctor desde enero de 2020. Lo que comenzó como una búsqueda personal la llevó a integrarse a colectivos de búsqueda y participar en importantes hallazgos relacionados con personas desaparecidas en Jalisco. En esta entrevista comparte su experiencia recorriendo semefos, realizando búsquedas de campo, atendiendo información anónima y enfrentando una realidad que cambió su vida para siempre. También habla sobre el impacto emocional de esta labor, las dificultades que enfrentan las familias y la esperanza que la mantiene firme en la búsqueda de su hermano. Una historia de resiliencia, amor y perseverancia que refleja la realidad de miles de familias en México. _________________Distribuido por Genuina Media Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
En conversación con El Diario de Cooperativa, Louis de Grange, biministro de Transportes y Telecomunicaciones y de Obras Públicas, explica algunos de los hallazgos en las auditorías a los servicios públicos que ha conducido el nuevo gobierno. Conducen Verónica Franco y Rodrigo Vergara.
Este episodio se disfruta mejor en su versión en video: https://youtu.be/7GC1wyUMZ38 Nos conocimos hace más de 20 años y forjamos nuestra amistad haciendo música juntos. Encontramos nuestros demos viejos y los estamos rescatando del olvido, este es uno de ellos. Únete a nuestro grupo de Facebook:https://www.facebook.com/groups/1012646383467657 Síguenos:https://www.instagram.com/musicosdesillonpodcast/https://twitter.com/musicosdesillonhttps://www.facebook.com/musicosdesillon/
Nos preparamos para concluir la serie de Empoderamiento de Profesionales Administrativos de abril, reconociendo el trabajo esencial que realizan los empleados administrativos, incluyendo secretarias, asistentes y personal de apoyo. Además, retomamos esta serie destacando los múltiples roles clave que desempeñan como enlace para fomentar redes de apoyo comunitario en el lugar de trabajo, en diversas comunidades y con sus familias. Para nuestra Serie de Empoderamiento de Profesionales Administrativos, Michelle E. Zuñiga, PhD, AICP (ella) y Haydee Urita-Lopez (ella) de Plan Dulce entrevistan a Flora “Angie” Melendez (ella), Asistente Ejecutiva III del Departamento de Planificación de la Ciudad de Los Ángeles. _ _ _ _ _ _ _ Una advertencia para nuestros oyentes: esta entrevista aborda una historia personal relacionada con el suicidio. Si usted o alguien cercano está enfrentando problemas de salud mental, angustia emocional, inquietudes relacionadas con el consumo de alcohol o drogas, o simplemente necesita alguien con quien hablar, puede encontrar ayuda en la Línea de Vida para el Suicidio y las Crisis (988 Suicide & Crisis Lifeline)._ _ _ _ _ _ _ Angie ha sido la asistente administrativa ejecutiva del director de planificación del Departamento de Planificación Urbana de la ciudad de Los Ángeles desde 2019 y ha estado al servicio de la ciudad de Los Ángeles durante casi 37 años.Comenzó en 1989 trabajando durante dos años con la entonces concejal Gloria Molina, la primera Latina elegida para el Ayuntamiento, seguida de 10 años con la concejala Rita Walters, la primera mujer Afroamericana elegida para el Ayuntamiento, y casi 12 años con el concejal Ed Reyes, urbanista de profesión.Posteriormente, dio el salto y se incorporó a la administración pública, comenzando como auxiliar administrativa en el Departamento de Recreación y Parques, donde fue ascendida a auxiliar administrativa sénior. En 2016, fue ascendida a secretaria en el Departamento de Policía de Los Ángeles y, en 2019, a asistente administrativa ejecutiva en el Departamento de Planificación Urbana. Angie ha desempeñado este cargo durante casi siete años, donde cada día sigue creciendo y aprendiendo en su puesto, y además está encantada de compartir lo que ha aprendido con aquellos que actualmente están iniciando su trayectoria en la administración pública.Angie lleva casi 19 años casada con su esposo, Tony Melendez, conductor jubilado de UPS pero miembro del sindicato Teamsters (y seguidor de los Rams). Juntos han criado a tres hijos maravillosos: dos varones y una hija: Josué, Andrés y Belén. Ahora, brindan apoyo y cariño a seis nietos encantadores de entre 2 meses y 8 años, que los mantienen muy ocupados y con espíritu joven.LA City Planninghttps://planning.lacity.gov/Government Jobshttps://www.governmentjobs.com/ --------------------------------------Plan Dulce es un podcast de miembros de la División de Latinos y Planificación de la Asociación Americana de Planificación. La información, las opiniones y las recomendaciones presentadas en este podcast son solo para fines informativos generales.¿Quieres recomendarnos a nuestros próximos invitados y estar al día de los últimos episodios? ¡Queremos saber tu opinión! ¡Síguenos, calificanos y suscríbete! Tu apoyo y tus comentarios nos ayudan a seguir compartiendo historias inspiradoras y enriquecedoras de nuestra maravillosa comunidad, tan diversa cultural y profesionalmente.Este episodio fue concebido, escrito y producido por Haydee Urita-Lopez (ella/suya), Michelle E. Zuñiga, PhD, AICP (ella/suya) y coproducido por Vidal F. Márquez (él/su).Conectar:Instagram:https://www.instagram.com/plandulcepodcast/ Facebook:https://www.facebook.com/LatinosandPlanning/Youtube:Subscribe to Plan Dulce on Youtube LinkedIn:https://www.linkedin.com/groups/4294535/X/ Twitter:https://twitter.com/latinosplanapa?lang=en
"Les Roches Rouges" do francês Bruno Dumont é produzido pela portuguesa Rosa Filmes, a obra rodada essencialmente no sudeste francês, perto de Cannes, aborda temas de uma infância neste cenário de escarpas vermelhas, junto ao Mar Mediterrâneo. A película estreia na Quinzena dos cineastas. O produtor Joaquim Sapinho comentou à RFIa obra e este certame, em curso até 23 de Maio. Temos o privilégio de acolher de novo o Joaquim Sapinho da Rosa Filmes. Boa tarde! Bem vindo a mais uma edição do Festival de Cinema de Cannes. Estamos juntos para falar, nomeadamente do filme "Les Roches Rouges" de Bruno Dumont, com quem já tinham colaborado no passado. E é a Rosa Films, então produtora principal por detrás desta obra. Exacto. Nós tínhamo-nos conhecido no "L'Empire" e éramos co-produtores e quando chegou a oportunidade de fazer este filme, lá estávamos nós a querer colaborar e a ajudar. Mas as dificuldades de produção do filme obrigaram nos a nós a passar a produtores principais, porque todas as dificuldades de dinheiro e também de coordenação.... O realizador queria filmar este verão que passou. E, pela primeira vez na história das relações cinematográficas dos dois países, fez-se um filme em França com uma equipa inteiramente portuguesa. É muito ao contrário, habitualmente ! É sempre ao contrário. Portanto, foi uma coisa absolutamente mágica. Quando nós tomamos conta da produção, ficou uma arquitectura com filmagem em França. Filmagem em Portugal é filmagem em Itália. Mas toda a produção é portuguesa e os outros "partners" italianos, franceses e espanhóis ficaram apenas a ajudar. Portanto, foi uma experiência única. Nós já tínhamos vivido esta experiência com o filme do Magalhães, que tinha rodagens em Portugal. No ano passado ! Com filmagens em Espanha e tinha filmagens nas Filipinas e também do lado espanhol. Tinha corrido tudo mal. Mandámos a equipa portuguesa depois nas Filipinas também correu mal. Mandámos também a equipa portuguesa. Portanto, aqui foi o mesmo. Foi só continuar esta estratégia, Se os outros não conseguem fazer, nós conseguimos. E então o filme é de facto rodado essencialmente no sul de França, na região onde nós nos encontramos um bocadinho, também em Itália, mas também em Portugal !? O filme também teve uma parte rodado em Portugal e é sempre este prazer de fazermos filmes cosmopolitas em que quer à produção quer às histórias, retratam esta Europa que nós amamos e não apenas a ideia de nacionalismos em que toda a gente está separada. Bruno Dumont que já teve também projectos cá em Cannes no passado, já teve prémios cá, por exemplo, com "La vie de Jésus", "L'Humanité". Agora é um filme muito sobre a infância ou sobre uma parte do litoral do sul de França, onde a fotografia tem um papel absolutamente descomunal ! Eu acho que é só olhar à volta no sítio onde estamos a fazer esta conversa aqui em Cannes e ver este mar esmeralda. O que é que há de tão especial em Saint Raphaël ? É que para lá do mar esmeralda há umas rochas vermelhas. O filme em português chama se "Escarpas Vermelhas". Encontramos um título muito bonito em francês "Les Roches Rouges". Porque, digamos, é este espaço mágico, esta jóia que é a cor azul. Mas do lado da infância. Ou seja, é um filme sobre crescer, sobre como é que se cresce. Sobre as violências de crescer e sobre os amores também. É um filme... Sobre o bem e o mal? O bem e o mal., mas é um rapaz e uma rapariga que estão apaixonados. Fazem uma escapadela para Itália no comboio, mas têm só cinco anos. Portanto, o que é fascinante aqui é que nós somos humanos, logo a partir do momento em que nascemos e começamos a crescer apaixonados e a viver riscos. Portanto, é um filme, como direi? A dizer que a vida é apaixonante e que vale a pena correr riscos. E não lhe parece que eles eram, de facto, todos bastante precoces ? Teriam cerca de cinco anos. Efectivamente viajam juntos. Ele, de forma muito fácil, acaba por passar por cima do portão para ir ter com a namorada. Ele está muito determinado, não é o rapaz? O Géo está determinado ! Ele está determinado. E o que é bonito é que porque é que o filme também é "Les Roches Rouges" ? Não é apenas uma questão plástica. É porque essas rochas são umas rochas em que em França se faz uns saltos muito arriscados. E ele está sempre a demonstrar o seu valor saltando dessas rochas vermelhas. Saltos para mergulho ! Para mergulhar e, portanto, é um filme que defende a ideia de viver como uma ideia apaixonada. É uma ideia em que não podemos, digamos, estar esmagados pelo medo para viver, mas de que é possível viver com intensidade. E aqui o americano Carlos Alfonso Coral deve ter tido um papel preponderante em relação à questão da imagem, de captar este litoral e estas escarpas vermelhas? Ele é um director muito sensível, muito poético, tem trabalhado essencialmente com o Roberto Minervino, que tem tido também os filmes aqui em Cannes. Mas e vive neste momento em Los Angeles. Ele é do México e, claro, ficou. Nunca tinha estado aqui na Côte d'Azur. E estas cores e esta dramaticidade do filme, evidentemente, permitiram-lhe a ele também responder, dando estas cores e essa dramaticidade ao cinema. Que sabor tem, então, esta estréia aqui na Quinzena dos Cineastas com este filme ? A Rosa Filmes, desde 2016 tem sempre um filme seleccionado em Cannes. Nem sei se haverá outra produtora no mundo ? Desde 2016, portanto vamos para 11 anos, não é? Todos os anos sempre um filme, e já tivemos vários filmes em que éramos nós os produtores principais, mas estes dois últimos também, quer com o Magalhães, com o Gael Garcia Bernal, realizado pelo Lav Diaz, quer agora com este filme do Bruno Dumont isto se repete. Portanto, não há outra palavra. É um prazer ! Eu acho que Cannes é um festival em que a paixão pelo cinema se sobrepõe a tudo, a todas as outras questões. E toda a gente se sente atraída por isto e, portanto, é o sítio certo para mostrar os filmes que nós fazemos. E a nossa imagem de marca também está ligada a Cannes. Então e esta septuagésima nona edição do Festival interessa-o ? Se sim, que mais lhe interessa aqui neste certame? Eu acho que há um realizador francês extraordinário. Eu acho que é o grande jovem realizador francês que é o Arthur Harari e é a sua terceira longa metragem. Também ganhou o Oscar de melhor Argumento no ano passado. Está em competição nas longas metragens, na selecção principal ! Sim, na selecção principal, nas longas metragens. E é esse filme de que foi argumentista ganhou também a Palma de Ouro há dois anos. Eu acho que o grande realizador francês agora da Nova geração é este filme. Será o filme mais entusiasmante para ver. Muitos filmes franceses, precisamente na competição, Se calhar mais do que é habitual, portanto, também se calhar provar a boa forma do cinema hexagonal, neste momento, o que é que acha ? Muitos filmes franceses e também muitos actores e actrizes franceses nos filmes estrangeiros. Exactamente. Até em filmes estrangeiros, japoneses, austríacos ! Portanto, é uma grande... Eu acho que a França é o centro do cinema europeu e pouco a pouco está a tornar-se também o centro do cinema, porque a gente vê que os Óscares estão a copiar o modelo. Este modelo europeu de Cannes e portanto temos todos que nos adaptar uns aos outros. Mas dá me a impressão que este nosso modelo do cinema europeu que tem como centro a França e Cannes, é o que está mais vivo neste momento. E finalmente, o cinema português. No meio desta dinâmica toda, como é que o vê nesta altura? Eu bem sei que é sempre complicado. É sempre a mesma dificuldade de acesso a financiamentos. No entanto, surgem sempre propostas que vão singrando internacionalmente, não é? Dou-lhe o meu exemplo vou filmar este ano em África. Fazer um filme sobre Angola. Eu acho que vai ser o primeiro filme em que um português vai fazer o ponto de vista do outro ponto de vista dos movimentos de independência e não um filme nostálgico sobre "Ah, que pena, Portugal perdeu África". Há uns filmes que são mais engraçados a falar desse assunto, outros mais dramáticos, outros mais melancólicos. Eu não estou interessado nisso. Estou interessado é o "como é que foi este conflito e qual é o ponto de vista do outro" ? E, portanto, vou fazer um filme pela primeira vez sobre como é que os movimentos de independência se confrontavam connosco. Mas o meu ponto de vista ainda é mais complexo. Esse confronto connosco era de portugueses com portugueses. Toda a gente tinha o mesmo bilhete de identidade. Portanto, tentar ter um ponto de vista que ajude a que Portugal possa viver com o seu passado, de outra maneira. E vão rodar também na África Equatorial, nomeadamente. A dinâmica do cinema português está em cada filme que é feito. E de quem é o argumento ? É meu. É uma história extraordinária que eu descobri, já ando a preparar o filme há cerca de dez anos, porque descubro um dia um folheto em francês sobre cinco mulheres que tinham sido presas. Não pelos portugueses lá em Angola, mas sim pela UPA, que era um movimento rival que depois se transformou no FNLA. E essas mulheres são presas e depois são mortas. Portanto, é uma tragédia enorme. E, portanto, é a primeira vez que acontece. Cinco mulheres entram na guerrilha e entram. Vêm do Congo, no quadro do MPLA, entram em Angola e depois vão ser atacadas pela UPA e vão ser mortas. E portanto é contar esta tragédia do que é que estava a acontecer de complexo dentro dos movimentos de libertação. Quando eu descobri estas mulheres, a lider chama-se Deolinda Rodrigues. Ela é actualmente o símbolo da mulher angolana. Há um dia feriado que é o dia em que ela foi morta, esta Deolinda Rodrigues. E eu, desde que conheci esta personagem, esta pessoa, este fantasma, tomou posse de mim e passei a viver obcecado com esta história. E, portanto, filmá-la. E também libertar me deste fantasma.
Encontramos en el libro de Deuteronomio que el conceptosabático no solo este arraigado en la creación, pero en la redición. El día del Señor nos recuerda de Dios comocreador y salvador. Contáctanos: Lamparaatuspies3@gmail.com
El reposo sabático era el propósito original para Ada en el jardín. Pero no lo alcanzó por su pecado. Encontramos que este descanso también aparece en el nuevo pacto. Contáctanos: Lamparaatuspies3@gmail.com
A natureza não dá satisfações. À sua semelhança, também a poesia faz o que precisa fazer, e ninguém deve esperar que se enrede em justificações. Por outro lado, a crítica é uma arte de se mostrar audaz nos motivos que articula, como um criminoso, que fosse dispensado de cumprir qualquer tipo de pena, considerando-se que as motivações eram de tal forma eloquentes que até esse sabujo do homem médio, no seu papel, reconhece que não teria feito outra coisa, se ao menos estivesse dotado de alguma força de carácter e de coragem. Mas, por estes dias, ninguém admite como qualquer proeza significativa deve estar animada de um ímpeto e intenção criminosos, de uma paixão capaz de arrastar com ela e revirar todos os pressupostos, como se a moral se aliviasse da regularidade dos antecedentes para dar origem a uma fronteira e uma via por dentro do impensável, pelo menos até ali. Mas se pensarmos na cultura, aquela de que dispomos ao nosso redor, os exemplos mais propalados, nenhum nos adianta de nada. E o que nos servem os jornais, além dessas estatísticas sanitárias, pois se entre toda aquela jactância há muito não damos por uma ganância da realidade, as estrondosas expectativas que admitem efeitos perversos, bruscos, a vantagem de uma fantasia desordeira, e nem ao menos a sóbria e vesperal magia hebdomadária? O próprio amanhã tornou-se-nos inalcançável. Sim, porque mesmo nas condições de miséria moral actuais, todos se põem a negociar um mínimo. “Sim, porque ainda estamos no crepúsculo moribundo do amanhã, ainda podemos vislumbrar a ideia do futuro”, assinala J.G. Ballard. “Mas os meus filhos, ou os adolescentes de hoje, não estão interessados no futuro. Todas as possibilidades das suas vidas estão contidas dentro de um conjunto diferente de perspectivas, uma vida interior. Se olharmos para os últimos dez anos, podemos ver um contínuo recuo para o interior. Eu cunhei a expressão 'espaço interior' há cerca de dez anos e, geralmente, as previsões dos escritores de ficção científica provam-se erradas com 100 por cento de consistência, mas neste caso eu estava certamente certo: o que se vê é a morte do espaço exterior, o fracasso da aterragem na lua em excitar a imaginação de alguém a um nível real, e a descoberta do espaço interior em termos de sexo, drogas, meditação, misticismo. Basta olhar para a carreira dos Beatles e vê-se este recuo do exterior por etapas constantes, através das drogas, depois da meditação, para um envolvimento mais ou menos completo com os seus próprios corpos. Lennon e Yoko parecem estar a redescobrir a existência táctil, a realidade orgânica dos seus próprios abraços, e isso é muito bonito, eu acho.” Afinal, também esta leitura e previsão acabou por envelhecer mal, azedou, foi para lá do ponto. O interior tornou-se uma espécie de fuga, um álibi, um furo por onde toda a realidade vai escoando. Acabamos por ser levados a reconhecer que não há fundo para a capacidade de cada um, pelas suas razões infindáveis, pela economia das suas forças e por gestão de riscos, tirar o corpo da situação, todos tiram o corpo, e, no final, a realidade vê-se inteiramente abandonada por esta espécie. Aquele cabrão do Pasolini é que se mostrou mais presciente do que todos eles, por nunca se ter fixado em géneros desses que se especializam, e topou-nos bem os vícios, este modo de viver às arrecuas: "Encontramos assim um momento imponderável da cultura, um vazio cultural, povoado por escritores, cada um dos quais mais não faz que seguir a história particular, como numa ilha linguística ou numa área conservadora. Não se trata da crise habitual, mas de um facto totalmente novo, que evidentemente se repercute nas estruturas da sociedade." Talvez devêssemos esquecer por uns anos a longa tradição, fundar um período de intervalo, não regar os vasos, deixar toda essa vegetação que nos cobre o juízo definhar, não agir de acordo com os pressupostos, atacar as convenções, assumir o lado deficiente, ficar reduzido aos modos mais directos, aos elementos de ligação, aos contactos em que elegemos este ou aquele, e não uma suposta audiência, não alimentando a conveniência dos públicos enfartados da arte e de todos os seus produtos. Poderíamos ficar-nos pelos gestos tão fáceis de serem omitidos, dos quais muitas vezes só resta um carimbo, um selo, um minúsculo sinal de sentido tão limitado. Poderíamos voltar às correspondências que exigem algum grau de cumplicidade, os postais, as missivas que tinham um destinatário mais ou menos seguro, remontar os rastros “desses escritos desajeitados em que, no fundo, não se diz outra coisa senão que se continua vivo e que esperamos voltar a ver‑nos em breve”, aventa Georges Perec… “parece-me que emerge algo que constitui o próprio tecido da nossa existência no que ela tem de mais quotidiano e próximo: uma história esquecida, tão pouco importante face aos nomes dos generais e das batalhas, mas que conta muito mais do que é feita a nossa vida do que aquilo que os historiadores, na maior parte das vezes, nos contam.” Afinal, uma ética dos afectos não se sustém sem a alternativa, sem aquele desprendimento, que começa por não se tomar como o centro seja do que for. Em vez de determinar a acção, um tipo aceita possuir “o encantamento de receber/ de secretamente sem fim/ receber o impalpável”. Deixamo-nos ficar por aí, entre os buracos, as zonas que não se resolvem, assistindo à invasão que é uma evasão, com Michaux, e, desse modo, pode-se chegar a ser “visionário por extensão/ por limpidez/ por acréscimo// As palavras relidas nas chamas/ e a religação distendem-se/ distendem-se/ vastas, sagradas, solenes/ em luzes violentas/ em surtos// Infinito/ Infinito que já não intimida (…) Amotinadoras impotências (…) O edifício dobra/ Eu tinha pernas noutros tempos/ A mão também se desprende”… E tudo isto para chegar à conclusão de que estamos desfeitos pelos elementos da rejeição, de já nada esperarmos uns dos outros, de não contar que venha ninguém que faça o que ainda não nos dispusemos a fazer por nós próprios… É difícil começar seja o que for no meio de tanta gente tão empenhada em reagir contra, nem sabe ao certo o quê, mas está contra o que quer que venha arranjar uma crise própria, e que a obrigue, por um momento que seja, a abandonar os seus monumentos, perdê-los de vista, bem como esse orgulho de pertença, as relações que a confirmam naquela sua frivolidade céptica, naquela sua petulância melancólica e geral indiferença, ou negligência. Ainda a altivez perante a decadência – tudo sinais do fim cuja proximidade parece tornar-nos incapazes de o reconhecer. E o pior é que se queriam reclamar da poesia desde logo esses que se encontravam sempre de ouvido cheio. Isto é o que se sabe destas duas décadas e trocos, deste quartel de uma época que se empurra com a barriga… Começam a falar de poesia e o que se ouve senão esse “carrilhão retrospectivo”? Neste episódio, e com tantos livros sobre a mesa, os esforços preparatórios e os subsequentes à antologia crítica que nos serviu de motivo, procuramos espalhar ainda mais migalhas, renunciando ao século no sentido que este leva, e ao modo como tantos se inclinam perigosamente sob as honras, sendo que a nós nos interessa resgatar o sentido negativo, ganhar a periferia do mundo civilizado, e pensar hipóteses de nos retirarmos, mesmo que por intervalos mais ou menos breves, dos seus mercados. Os rapazes vieram do Porto para falarmos da antologia, A Rosa Devorada pelos Espinhos, entre outras questões, outros modos de se usurpar o lugar perdido, encarar de frente tudo o que nos surge, esse tremor dentro dos elementos, apreciar o ouro da ininterrupção que se amontoa sem que os leitores se dêem conta. Acusam-nos de maldade, como é natural. De termos ido já muito para além da conta em termos de blasfémias. Talvez isto nos venha dessa arrogância de achar que a poesia exprime aquela ânsia de quem procura viver no mundo, “mas fora das concepções que dele existem” (Wallace Stevens).
Continuamos con nuestro recorrido catequético de los nueve primeros viernes de mes, y hoy nos acercamos a la súplica que nos hace el mismo Cristo de acompañarle, adorarle y repararle en la hora santa de cada jueves. ¿Adónde nos lleva la hora santa? Encontramos las respuestas en el momento vivido por Cristo en el huerto de Getsemaní.
Não tem jeito, a sociedade em que vivemos está baseada na questão financeira e por isso, você passa a ser medido pelo seu poder de compra.Existem empresas que medem o seu "score" de compra dando a você uma certa pontuação. Quanto mais alta a sua pontuação, mais capaz é de fazer novas compras.Mas nem tudo nessa vida é financeiro e é sobre isso que fala o Salmo 66 nos versos 13 e 14: "Entrarei na tua casa com holocaustos; a ti pagarei os meus votos, que os meus lábios fizeram, e que, no dia da angústia, a minha boca prometeu."Perceba que o salmista usa o verbo pagar, mas ele não fala de dinheiro, mas de votos que foram feitos.A palavra que foi dita, a promessa que foi lançada, tudo isso precisa ser pago. Não tem nada a ver com o mundo financeiro, mas é uma dívida a ser quitada.Encontramos em Jesus esse exemplo. Nenhuma palavra dele foi lançada ao vento. Tudo o que prometeu, Ele cumpriu. Lá na cruz Ele bradou em alta voz: "está consumado", mostrando que seu propósito tinha sido levado até o fim.Nem tudo na vida é sobre dinheiro. Talvez você tenha feito um voto com Deus ou talvez tenha prometido algo para seus filhos ou para seu cônjuge. Seja como for, seja um bom pagador e leve adiante a sua palavra.
"Y si, desde su elevada posición, Vuestra Alteza mira hacia abajo a este lugar humilde donde ahora vivo, verá cuán crueles e inmerecidos han sido mis sufrimientos - impuestos por un destino duro e implacable". Con estas palabras finalizó NICOLÁS MAQUIAVELO, protagonista de nuestro programa, la carta que dirigió a El Magnífico Lorenzo de Medici, al inicio de su libro "EL PRÍNCIPE", obra que sigue teniendo enorme impacto porque es uno de los textos más polémicos y controvertidos que existen en el terreno político. Hoy, más de 500 años después, este libro sigue siendo un texto vivo, citado, estudiado y debatido en todo el mundo. Y es que, como muy bien nos apunta SERGIO RODRÍGUEZ LÓPEZ, investigador doctoral de la Universidad de Granada y docente con más de veinte años de experiencia, “Maquiavelo es un autor cuya obra ha suscitado multitud de polémicas e interpretaciones diversas a lo largo del tiempo”. Sin embargo, nosotros aquí vamos a trabajar también otro de sus más imprescindibles textos: sus “DISCURSOS SOBRE LA PRIMERA DÉCADA DE TITO LIVIO”. Será en la sección “Qué significa esta frase”. En la primera parte del programa hablaremos exclusivamente de la obra “EL Príncipe”. Creemos que, para entender plenamente el citado texto, es necesario e imprescindible, conocer el turbulento contexto histórico en el que este autor lo escribió, porque, ¿quién fue realmente Nicolás Maquiavelo? Nacido en Florencia en 1469, en aquella época Italia no era una nación unificada, sino un mosaico fragmentado de ciudades-estado y reinos (Florencia, Milán, Venecia, Nápoles, Los Estados Pontificios…) que luchaban por el poder mientras sufrían presiones constantes de fuerzas externas como Francia, Italia y el Sacro Imperio Germánico. En 1498, tras la caída del Radicalismo Religioso del predicador Savonarola y la expulsión del gobierno autocrático y de las élites de la Familia de los Medici, Maquiavelo es nombrado Secretario de la Segunda Cancillería de la República de Florencia. Este puesto le dio acceso directo al funcionamiento interno de la diplomacia, los asuntos militares y la negociación internacional. Estudió a figuras ambiciosas como César Borgia, cuya mezcla de crueldad y astucia le fascinaba como modelo de eficacia política. Estas experiencias le sirvieron para observar el arte del gobierno y la política del poder de primera mano. Su obra “El Príncipe” nació como una respuesta al colapso, una guía para que los gobernantes pudieran navegar por un mundo donde la fortuna era inestable, los enemigos estaban por todas partes, y la supervivencia requería audacia, adaptabilidad , y en ocasiones, crueldad. Maquiavelo no estaba imaginando un Estado perfecto, estaba hablando de uno roto y así, esta obra es una guía en un mundo gobernado no por ideales, sino por la ambición, la oportunidad y la fuerza calculada. Maquiavelo rompió con los ideales clásicos para revelar la mecánica brutal del poder tal como es, no como desearíamos que fuera. De ahí muchos de los fragmentos más controvertidos del texto: “Un hombre que insiste en ser bueno en toda situación, inevitablemente será destruido por aquellos que no lo son. Por lo tanto, un Príncipe que quiera mantener su poder, debe aprender a no ser bueno y usar ese conocimiento, o abstenerse de usarlo, según lo exija la situación” (Cap XV); “(…)¿es mejor ser amado o ser temido? La respuesta es que un gobernante debería aspirar a ambas cosas pero como es difícil que el amor y el temor coexistan, es mucho más seguro ser temido que amado- si hay que elegir” (Cap XVII); “(…) Un príncipe debe saber actuar tanto como hombre, como, como bestia (…) debe aprender tanto del zorro como del león. El león no puede evitar las trampas y el zorro no puede defenderse de los lobos. Por tanto, un gobernante debe ser un zorro para reconocer las trampas y un león para espantar a los lobos” (…) “Los gobernantes que mejor han imitado al zorro han sido los más exitosos. Sin embargo, es crucial ocultar bien esta naturaleza y ser un maestro del engaño (…) Un gobernante hábil en el arte del engaño, siempre encontrará personas dispuestas a ser engañadas”; “(…) Un gobernante debe aparentar ser misericordioso, humano, honesto y religioso, pero debe estar preparado para actuar de manera opuesta cuando sea necesario. Un príncipe (…) no puede seguir siempre las reglas convencionales de la moralidad, porque mantener el poder a menudo requiere acciones que van en contra de la honestidad, la bondad, la humanidad y la religión (…) . Idealmente, no debería apartarse de lo que es bueno, pero debe estar listo para hacer el mal si se ve obligado” (Cap XVIII); “ Un príncipe debe delegar las decisiones impopulares a otros, mientras que personalmente se encarga de repartir recompensas y favores (…)”( Cap XIX) etc etc… En la sección “QUÉ SIGNIFICA ESTA FRASE”, SERGIO RODRÍGUEZ LÓPEZ, el profesor que hoy nos acompaña, basándose no sólo en el estudio de “ El Príncipe”, sino también analizando los “DISCURSOS SOBRE LA PRIMERA DÉCADA DE TITO LIVIO” , defiende que “a lo largo de la obra de MAQUIAVELO, hay una unidad que tiende hacia la interpretación republicana de la misma” ya que “los textos de Maquiavelo transpiran un profundo anhelo por lograr una República sólida, que funcione según leyes civiles estables y que permita al pueblo participar del gobierno. Es este anhelo que arraigó profundamente en el pensamiento y la sensibilidad de Maquiavelo, el que nos marca el rumbo a la hora de aproximarnos a su obra”. Nuestro profesor piensa que “las divergencias entre “El Príncipe” y los “Discursos” son aparentemente indiscutibles, en la primera de ellas Maquiavelo se decanta por el Principado Aristocrático como forma de gobierno más adecuada, y perfila la figura de un Príncipe sin escrúpulos morales; frente a esto, en los Discursos, Maquiavelo toma partido abiertamente por la República como forma de gobierno más acabada y perfecta. Para defender la libertad, dice Maquiavelo, no hay mejor agente que el propio pueblo, y para proteger los intereses del pueblo, no hay mejor sistema de gobierno que el republicano porque (…) la Aristocracia deseará dominar, mientras que el pueblo aspirará sólo a no ser dominado, por esto, afirma Maquiavelo, que se debe poner como guardianes de una cosa, a quien tiene menos deseos de usurparla. Junto a la defensa de la libertad y la soberanía popular aparece en los Discursos claramente delimitada la idea del Bien Común: si no hay un espacio público en el que prospere y se comparta la riqueza del Estado, no tiene posibilidades de crecer Comunidad alguna”. “Encontramos en estos argumentos de Maquiavelo, -continúa nuestro profesor-, algunos de los principios básicos del Estado de Derecho y la Socialdemocracia contemporánea”. Igualmente, “la constitución de una República requiere forzosamente una redistribución de la riqueza y el poder, esta tesis de fondo lleva a Maquiavelo a establecer más nítidamente que en otras ocasiones, las dos categorías antitéticas: un Reino, para constituirse y consolidarse, necesita desigualdad y sometimiento; una República sólo puede erigirse allí donde haya igualdad y libertad civil. Este tipo de cuestiones son las que han provocado que se hable de dos posibles interpretaciones de la obra de Maquiavelo: una Aristocrática o Monárquica y otra Republicana o Democrática, aunque con el paso del tiempo se ha ido imponiendo la idea de que existe una continuidad democrática en la obra de Maquiavelo. Nuestro profesor defiende además, que son muchos los especialistas que han visto en El Príncipe, un intento de Maquiavelo por exponer los vicios y las reprobables acciones de los monarcas (…) de modo que esta obra empezó a ser interpretada como una crítica encubierta a la tiranía (…). Hay autores que afirman incluso que “ la intención de Maquiavelo no era instruir al tirano, sino exponerlo al juicio de los pueblos, haciendo públicas sus acciones secretas”, o que “ bajo la apariencia de aconsejar a los tiranos, Maquiavelo en realidad mostró a los pueblos cómo funcionan los mecanismos del poder, lo que puede servir para defender la libertad”; igualmente hay autores que llegan a decir que El Príncipe es en realidad el libro por excelencia de los Republicanos. De modo que se encuentran referencias que coinciden respecto a la interpretación democrática de Maquiavelo , tanto en la crítica inglesa, como en la francesa y en la italiana, estos últimos además afirman que la tarea patriótica de la unidad italiana, había sido formulada por primera vez en El Príncipe”. Finalmente, y una vez expuestas las tesis de nuestro profesor colaborador, en el programa se enuncian también más interpretaciones al respecto, como la de Miguel Ángel Granada: “Si Italia ha de recuperar su libertad, expulsar a los bárbaros, y salir de la crisis, solamente es posible mediante la “virtú” de una poderosa personalidad. Movido por la urgencia de la situación, Maquiavelo abandona el trabajo metódico de sus Discursos (se cree que fue sobre el capítulo XVII o XVIII del primer libro cuando abandona esta obra para pasar a redactar de un solo golpe El Príncipe) y así abordar la presentación de la nueva política en forma de manifiesto mediante El Príncipe (…). Conviene sin embargo no olvidar -continúa Miguel Ángel Granada-, que Maquiavelo se planteó también su obra como un medio para volver al ejercicio activo de la política al servicio de los Medici (recordemos que al caer la República, le habían arrebatado su posición, estatus y trabajo), de ahí que pensara dedicar la obra a Giuliano de Medici, y que a la muerte de éste, la dedicara a su sobrino Lorenzo. No es lícito olvidar este motivo de promoción personal como impulso de la obra, pero todavía es menos lícito, realzarlo para marginar los otros factores (el deseo de la unificación de Italia antes aludido). Igualmente, en la Introducción de la traducción del texto de Rafael García Pérez, Nathan Cole y Christian E. Detmold, se lee lo siguiente: “ Tras la caída de la República Florentina y el regreso de los Médici, Maquiavelo fue apartado del poder y se volcó en la escritura. Y así fue durante este periodo de retiro forzado, en la soledad del exilio, cuando nació El Príncipe. Este libro, lejos de ser un ejercicio académico, nació de la frustración, la ambición, y el deseo desesperado de volver a tener relevancia política. Fue dedicado a Lorenzo de Médici, miembro de la misma familia que lo había exiliado, con la esperanza de que sus ideas le valieran un puesto o, al menos, rehabilitaran su reputación. Esto le da al libro una intensidad única, porque es tanto una obra de filosofía política, como la apelación personal de un hombre que lo había perdido todo, excepto su intelecto”. Finalmente, oídas todas las voces o posibles interpretaciones, quizá la respuesta nos la de el propio Maquiavelo, con las mismas palabras que encabezan este escrito, y que integran el final de su misiva a Lorenzo El Magnífico: "Y si, desde su elevada posición, Vuestra Alteza mira hacia abajo a este lugar humilde donde ahora vivo, verá cuán crueles e inmerecidos han sido mis sufrimientos - impuestos por un destino duro e implacable". Una vez expuestas la diversidad de interpretaciones respecto a nuestro autor y en la recta final del programa, en lo relativo a nuestro afán de aunar melodía y filosofía, es imposible olvidarnos de valorar y agradecer el estupendo trabajo que Cristina Gómez Limón Ortíz, profesora de Canto de las Escuelas municipales de música de Daimiel y Bolaños, ha realizado para este programa a través de su excelente adaptación de la canción “ Algo personal” que hace años popularizó Joan Manuel Serrat.
Yailin la más viral se enfrentó a la justicia en medio de extremas medidas de seguridad y visiblemente afectada para escuchar las medidas que le impondrían. Te contamos cuál fue el dictamen. Encontramos a Mayeli Alonso en un evento y nos contó cómo va su vida, por otro lado, su ex Lupillo Rivera nos confirmó si quiere volver a ser papá. Después de 54 días, sigue sin aparecer la madre de la presentadora Savannah Guthrie. La presentadora contó todo lo que ha estado sucediendo. Nicolás Maduro y su esposa se presentaron por segunda vez ante un juez en Nueva York.
Encontramos mais de uma dezena de cabos ao longo da costa portuguesa, lugares onde a terra parece avançar sobre o mar e onde a geografia encontra a história. Descubra alguns dos cabos costeiros mais importantesSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Encontramos ahora la genial explicación sobre la "hora de los paganos", el momento de la evangelización a la que nos llama Jesucristo al darnos el mandato de llevar a Buena Nueva a todas las personas. Escuchemos y profundicemos.
Tres embarcaciones partirán este viernes desde México rumbo a Cuba con 40 toneladas de ayuda humanitaria, en un intento por aliviar la crisis que atraviesa la isla —inflación superior al 10 %, apagones de hasta 18 horas, cortes prolongados de agua y escasez de alimentos— en medio de la presión de Estados Unidos. Hablamos con la activista Nikky León, de la Internacional Progresista, coalición global de movimientos y colectivos de izquierdas. La Internacional Progresista junto con varias organizaciones mexicanas y voluntarios de todo el mundo, impulsa una iniciativa para paliar la crisis humanitaria que vive Cuba en medio de las tensiones y el bloqueo de Estados Unidos. La activista ecuatoriana Nikky León lleva un mes coordinando el envío por mar de 40 toneladas de ayuda humanitaria, que incluyen medicamentos, alimentos, paneles solares y baterías. La principal dificultad ha sido, dice, conseguir los barcos. "Yo llegué a territorio cubano hace dos semanas. Con un compañero hemos estado organizando activamente toda la ayuda. Encontramos los barcos para alquilar porque, preciso, son barcos alquilados. Nos enfrentamos a que había gente que no nos los quería alquilar, no porque no hubiera, sino por el miedo a sanciones y represalias, especialmente de Estados Unidos. Pero bueno, lo logramos. Esto nos da una lección: cuando nos organizamos y persistimos, todavía existe la solidaridad internacionalista". Un "secuestro de barco" como en Gaza parece improbable Esta semana, la Internacional Progresista consiguió enviar un avión a La Habana con unas cinco toneladas de ayuda humanitaria. Los tres barcos tienen previsto zarpar este viernes desde distintos puntos de México para llegar a Cuba el 21 de marzo. Una vez allí, el Instituto Cubano de Amistad con los Pueblos —organismo estatal de diplomacia solidaria y relaciones internacionales pueblo a pueblo— se encargará de distribuir la ayuda. La activista espera que en esta ocasión no ocurra un "secuestro" de la embarcación, como sucedió con el convoy que enviaron a Palestina a mediados de 2025. "Las posibilidades de un secuestro, como pasó con el que iba a Palestina, que nos interceptaron en aguas internacionales, están ahí, pero no a gran escala. No creemos que sea una misión especialmente riesgosa, pero en estas misiones siempre hay riesgos, y más cuando te enfrentas a un poder que lleva 60 años bloqueando y amenazando a la isla. Ese miedo o esa precaución existen, hay que tenerlos en cuenta, pero no por eso vamos a dejar de actuar", concluye.
Tres embarcaciones partirán este viernes desde México rumbo a Cuba con 40 toneladas de ayuda humanitaria, en un intento por aliviar la crisis que atraviesa la isla —inflación superior al 10 %, apagones de hasta 18 horas, cortes prolongados de agua y escasez de alimentos— en medio de la presión de Estados Unidos. Hablamos con la activista Nikky León, de la Internacional Progresista, coalición global de movimientos y colectivos de izquierdas. La Internacional Progresista junto con varias organizaciones mexicanas y voluntarios de todo el mundo, impulsa una iniciativa para paliar la crisis humanitaria que vive Cuba en medio de las tensiones y el bloqueo de Estados Unidos. La activista ecuatoriana Nikky León lleva un mes coordinando el envío por mar de 40 toneladas de ayuda humanitaria, que incluyen medicamentos, alimentos, paneles solares y baterías. La principal dificultad ha sido, dice, conseguir los barcos. "Yo llegué a territorio cubano hace dos semanas. Con un compañero hemos estado organizando activamente toda la ayuda. Encontramos los barcos para alquilar porque, preciso, son barcos alquilados. Nos enfrentamos a que había gente que no nos los quería alquilar, no porque no hubiera, sino por el miedo a sanciones y represalias, especialmente de Estados Unidos. Pero bueno, lo logramos. Esto nos da una lección: cuando nos organizamos y persistimos, todavía existe la solidaridad internacionalista". Un "secuestro de barco" como en Gaza parece improbable Esta semana, la Internacional Progresista consiguió enviar un avión a La Habana con unas cinco toneladas de ayuda humanitaria. Los tres barcos tienen previsto zarpar este viernes desde distintos puntos de México para llegar a Cuba el 21 de marzo. Una vez allí, el Instituto Cubano de Amistad con los Pueblos —organismo estatal de diplomacia solidaria y relaciones internacionales pueblo a pueblo— se encargará de distribuir la ayuda. La activista espera que en esta ocasión no ocurra un "secuestro" de la embarcación, como sucedió con el convoy que enviaron a Palestina a mediados de 2025. "Las posibilidades de un secuestro, como pasó con el que iba a Palestina, que nos interceptaron en aguas internacionales, están ahí, pero no a gran escala. No creemos que sea una misión especialmente riesgosa, pero en estas misiones siempre hay riesgos, y más cuando te enfrentas a un poder que lleva 60 años bloqueando y amenazando a la isla. Ese miedo o esa precaución existen, hay que tenerlos en cuenta, pero no por eso vamos a dejar de actuar", concluye.
Um foco de larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, foi identificado na última quinta-feira (12) na área central de Lauro Müller. O registro acende um alerta para a necessidade de reforço nas medidas de prevenção, principalmente dentro das residências. De acordo com o setor de Vigilância em Saúde do município, o foco foi encontrado em uma armadilha instalada na rua 20 de Janeiro, nas proximidades do Ginásio Nelson Righeto. No local, foram coletadas dez larvas positivas do mosquito. Após a confirmação, equipes da saúde realizaram uma varredura em um raio de 300 metros ao redor do ponto onde as larvas foram identificadas. Durante a ação, os agentes vistoriaram residências, orientaram moradores e eliminaram possíveis criadouros do mosquito. A Vigilância reforça que a prevenção depende principalmente da colaboração da população. Entre as medidas recomendadas estão evitar qualquer tipo de água parada em recipientes, manter caixas d'água bem fechadas, limpar calhas, descartar corretamente pneus e garrafas e manter terrenos e quintais limpos. Segundo o agente de combate a endemias Edson Mazzucco, o trabalho de fiscalização e orientação é constante, mas a participação da comunidade é essencial para reduzir os riscos de proliferação do mosquito. “A população precisa se atentar. Cada morador deve cuidar do próprio quintal e também observar o entorno. Encontramos principalmente lotes sujos, com lixo e até pneus jogados, que acabam acumulando água e servindo de criadouro para o mosquito”, destacou Mazzucco em entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias desta segunda-feira (16). Edson informou que os terrenos com irregularidades devem ser notificados pela prefeitura para limpeza e roçada. Enquanto isso, a orientação é para que cada morador faça a sua parte e elimine possíveis criadouros dentro de casa, evitando assim novos focos do mosquito e o aumento de casos da doença.
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Después de una larga espera y haber estado en fase beta antes de su lanzamiento, Revolut ha iniciado operaciones en México y Manolo y Omar nos presentan el análisis completo de esta Fintech, conoce a detalle sus productos y la fuerte estrategia con la que quiere acaparar usuarios ¿Logrará estar al nivel de otros bancos? conoce el veredicto de nuestros Campeones.
Encontramos a nuestra miss Experiencia de hoy en Monumenta, una aldea zamorana donde viven 18 personas. Está muy cerca de la raya de Portugal, de una frontera que de forma natural traza el río Duero. En Monumenta, en aquel rincón de la España despoblada, vive Pruden, de 77 años. Creció como un bebé sano gracias a una abuela que le masticaba el pan, a dos vecinas que la amamantaban y a una cabra que le daba más leche. Fue pastora desde los 9 años hasta los 15. Esta Heidi zamorana aprobó el bachillerato gracias a un maestro republicano y se formó después en la Sección Femenina. Fue a la Universidad de Salamanca donde estudió Servicios Sociales. Hubo dramas familiares que cortaron su carrera: la muerte del hermano en un accidente, el cuidado de su madre enferma... Pero de todo se sale. Aprobó unas oposiciones como limpiadora y cuando se jubiló tenía claro que quería vivir en la aldea donde nació. Ella es la resistencia. Es la encargada de actualizar en la puerta del consultorio el marcador con los días que están sin médico. Porque desde la pandemia a Monumenta solo va el médico una vez al mes, y no siempre.
Continuamos con nuestra cobertura de la NBA a través del segmento de “22 con la Zurda”, y en este episodio hablamos de:
Historia original escrita por: Seriously don't touch meSeriously don't touch me (u/personalbubbleof90ft) - RedditPublicada en Reddit NoSleep:Tourniquet Wasps : r/nosleepPermiso otorgado por el autorTraducción y narración por: Darksoul Horror─────────────────────────────Puedes seguirme en Twitch:darkycrane - Twitch─────────────────────────────Estás son mis redes sociales personales:→ Instagram - Sebastian Echeverri (@seb_echeverri) • Instagram photos and videos→ Facebook - Sebastian Echeverri | Facebook─────────────────────────────Escúchame también en Spotify→ https://spoti.fi/3zcl8cn─────────────────────────────Créditos musicalesRepulsive – REPULSIVE - YouTube─────────────────────────────Canción de la introVivek Abhishek - Voodoo[ No Copyright ] VOODOO | HORROR MUSIC | ROYALTY FREE MUSIC─────────────────────────────Redes Sociales de este canal: → Instagram - Darksoul (@darksoulhorror) • Fotos y videos de Instagram→ Facebook - Darksoul Horror | Facebook─────────────────────────────#Creepypastas #CreepypastasenEspañol #NoSleep
Regresamos de vacaciones, para habla de que hicimos, bueno la verdad, platicamos del demo de Dragon Quest VII, y juegos que encontrramos en nuestro viaje a Japón, recordamos Diddy Kong Raicing, Space Channel 5, Parasite Eve, Super Mario World Support this show http://supporter.acast.com/fuera-del-control. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Pablo Morán y Lourdes Lancho comentan el libro "Ser judío después de la destrucción de Gaza", de Peter Beinart. Nos acompaña también Esperanza Santos, coordinadora de Emergencias de Médicos Sin Fronteras, para hablar de la crisis humanitaria en Sudán. Para terminar, hacemos un repaso a las predicciones de The Economist para 2026.
Un viaje al futuro sonoro mediterráneo. La música como camino y también como guía de un futuro que debería ser mejor. Dejamos la palabra y entramos en la música para dibujar un paisaje de ritmos que han sido encontrados en cada una de las culturas, en las tradiciones orales, en los cantos a capela, en las frases que se pronuncian de madres a hijas. Encontramos el futuro en los sonidos de esquelas para las vacas, de percusión hecha con palos que antes eran ramas. Encontramos el futuro en el paso hacia la banda electrónica que mezcla el pasado para convertirlo en presente. Suenan: GHOULA- Zinek- Bambara; MAZALDA + SOFIANE SAIDI- El Ndjoum; ALI HASSAN KUBAN - Mabruk; TALVIN SINGH- Butterfly; NITIN SAWHNEY- Definition Of Happy; AZIZA BRAHIM - Thajliba; THE LEILA- Malika Malki; LES FILLES D’ILLIGHADAD- Surbajo; BOMBINO- Tarha; CALIFATO ¾ NO ME PISES QUE LLEVO CHANCLAS- Xancla Lebantá; DANIELA PES- Ca milla dia di; ACID ARAB + YASMINE HAMDAN- CaféEscuchar audio
Diciembre 22, 2025 - En el mundo de hoy, hay mucha confusion acerca del papel que tienen los angeles. Encontramos tanto a personas que se preguntan si en verdad existen, como a algunas otras que aseguran que cenan con ellos todos los días. Hoy continuaremos con nuestra presentacion especial navidena llamada UNA NAVIDAD EN BELEN.
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== LECCIÓN DE ESCUELA SABÁTICA IV TRIMESTRE DEL 2025Narrado por: Eddie RodriguezDesde: Guatemala, GuatemalaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchDOMINGO 07 DE DICIEMBRECOMPROMISO Lee Josué 22:1-8. ¿Qué nos dicen estos versículos acerca del compromiso de los rubenitas, los gaditas y la media tribu de Manasés? Josué afirma que las tribus del otro lado del Jordán habían cumplido plenamente las obligaciones establecidas por Moisés y por él mismo, lo que había significado una importante dedicación y sacrificio en favor de la causa común de Israel. Lucharon junto a sus hermanos durante “todo este tiempo”, lo que en realidad significaba unos seis o siete años (comparar con Jos. 11:18; 14:10; Deut. 2:14). Sus esposas e hijos permanecieron al este del Jordán y, aún así, ellos decidieron luchar lealmente junto a sus hermanos, afrontando la amenaza de las heridas y la muerte en la guerra. Estos versículos subrayan indirectamente la importancia de la unidad de la nación y de la tierra. También preparan el camino para la historia posterior, que en última instancia se refiere a la unidad. ¿Permanecerían las tribus israelitas unidas a pesar de la frontera natural que el Jordán representaba entre ellas? ¿Permitirían que la geografía definiera su identidad nacional o dejarían que su culto común al único Dios los preservara como su nación elegida, unida y fuerte bajo su conducción teocrática? Josué expuso la única manera en que tal fidelidad había sido posible: no sirvieron a sus compatriotas israelitas, sino al propio Dios, que les encargó su misión. Encontramos este mismo principio en el Nuevo Testamento. El apóstol Pablo exhortó a los cristianos a prestar su servicio como si trabajaran para Dios y no solo para los seres humanos (ver Efe. 6:7; Col. 3:23; 1 Tes. 2:4). ¿Qué vocación más elevada puede existir que la de trabajar para el Creador del universo? A menudo enfrentamos desafíos y dificultades que pueden desanimarnos y tentarnos a abandonar la lucha. Sin embargo, podemos invocar el poder del Señor, quien promete estar con nosotros y nos capacita para hacer lo que nos pide. Si mantenemos nuestra vocación superior ante nosotros, podemos estar motivados para seguir adelante a pesar de los inevitables desafíos y desalientos que forman parte de nuestra existencia caída. Josué 22:5 y 6 dice que Josué apeló a las tribus que regresaban a su territorio para que permanecieran fieles al Señor y las bendijo. ¿Cómo cambiarían nuestras relaciones en la iglesia si oráramos más unos por otros?
Por jugadores, por historia, por uniforme, por tintes de pelo, encontramos al menos una razón para agradecer por los 30 equipos. Únete a la comunidad de Whatsapp de Los NBA Freaks:https;//chat.whatsapp.com/FmSCEFkbeLyGzwnzfpSEFJRedes sociales:Facebook, X, Instagram: @losnbafreaksEmail:losnbafreaks@gmail.com
En este episodio, nos vamos a fondo con la carrera de CP3 debatiendo lo bueno y lo malo y dónde lo ponemos entre los mejores armadores en la historia. Encontramos un nuevo hogar LaMelo ante los rumores de cambio y hacemos el Enjuague hablando de jugadas que nos llamaron la atención esta semana. Únete a la comunidad de Whatsapp de Los NBA Freaks:https;//chat.whatsapp.com/FmSCEFkbeLyGzwnzfpSEFJRedes sociales:Facebook, X, Instagram: @losnbafreaksEmail:losnbafreaks@gmail.com
====================================================SUSCRIBETEhattps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1====================================================DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADOLESCENTES 2025“HABLEMOS CLARO”Narrado por: Mone MuñozDesde: Buenos Aires, ArgentinaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================16 de NoviembreNutrir el crecimiento espiritual"Jesús continuó: 'El reino de Dios se parece a quien esparce semilla en la tierra. Sin que este sepa cómo, y ya sea que duerma o esté despierto, día y noche brota y crece la semilla" (Marcos 4:26, 27).La parábola de la semilla que crece revela el misterio del crecimiento espiritual y del reino de Dios. Así como un agricultor esparce la semilla y esta crece, los creyentes siembran la semilla de la Palabra de Dios, y esta hecha raíces en los corazones de los que la escuchan. Profundicemos en las enseñanzas que podemos aprender de este texto bíblico.La siembra. Como creyentes, estamos llamados a compartir la Palabra de Dios, confiando en que echará raíces y producirá crecimiento espiritual en la vida de los demás. Nuestro papel es simplemente esparcir la semilla.El crecimiento. Así como el agricultor no entiende completamente cómo crece la semilla, es posible que nosotros no comprendamos el proceso completo del crecimiento espiritual. Dios es el responsable del crecimiento en el corazón de las personas. Debemos confiar en la obra del Espíritu Santo.La espera. Esta parábola nos anima a ser persistentes en la siembra de la semilla y pacientes en la espera del crecimiento. La transformación espiritual lleva tiempo. Mientras tanto, debemos seguir compartiendo el mensaje del reino de Dios. Encontramos un ejemplo de este proceso en 1 Corintios 3:6 y 7, donde Pablo dijo: "Yo sembré, Apolos regó, pero Dios ha dado el crecimiento. Así que no cuenta ni el que siembra ni el que riega, sino solo Dios porque es quien hace crecer".La parábola de la semilla que crece nos recuerda el misterio divino del crecimiento espiritual. Al compartir fielmente la Palabra de Dios, confiamos en su obra en los corazones de quienes la escuchan. Nuestro papel es esparcir la semilla, y el papel de Dios es hacerla crecer.Oración: Te doy gracias, Dios poderoso, por el privilegio de sembrar la semilla de tu Palabra. Ayúdame a ser fiel al compartir tu mensaje.
Ante una fuerte oleada de rumores sobre una complicada situación financiera que atraviesa Kubo Financiero e incluso su posible quiebra, Manolo y Omar responden a la petición de la comunidad de investigar a fondo y ver la situación real de una de las sofipos más importantes, conozcan lo que encontraron.
Audio Devocional "Crezcamos de Fe en Fe" - Ministerios Kenneth Copeland
«Pero los que confían en el Señor recobran las fuerzas y levantan el vuelo, como las águilas; corren, y no se cansan; caminan, y no se fatigan» (Isaías 40:31) ¿Sabías que la fuerza de la fe tiene el poder de rejuvenecer tu cuerpo? Así es. Encontramos un ejemplo de eso en la vida de Sara. La mayoría de las personas no entienden el alcance total de lo que Dios hizo en la vida de ella. Lo único que saben es que Dios le dio un hijo en la vejez. Pero si lo analizas minuciosamente, verás que hubo mucho más. Cuando Sara tomó y creyó la promesa de Dios por medio de la fe, ésta empezó a restaurar su cuerpo a tal punto que, cuando el rey Abimelec la vio, quiso tomarla por esposa. ¡Imagínalo! A los 90 años de edad, ella era tan hermosa que ese rey la quería en su harén. Y eso no es todo; después de que dio a luz a Isaac, la Biblia nos dice que ella lo amamantó hasta que fue destetado, ¡y vivió hasta cuando Isaac creció! Ahora bien, yo no estoy sugiriéndote que tengas un bebé a los 90 años como lo hizo Sara. Ella recibió una promesa especial de Dios. Pero sí te aseguro que, si crees que Dios puede restaurar tu fortaleza y salud en tu vejez, Él lo hará. De hecho, el Salmo 103 dice que es uno de Sus beneficios. Dice que Dios llenará tu boca de cosas buenas para que tu juventud sea renovada como el águila. El deseo de Dios es que en tu vejez seas un campeón poderoso y experimentado en la Palabra, y que tu fortaleza sea renovada por la fe. Empieza a confesar eso hoy mismo. Llena tu boca con las promesas de Dios, y declara: Alabado sea Dios, mi juventud se renueva como el águila. Y cuando tu labor en la Tierra termine y vayas camino al cielo, tu partida no será un simple desvanecimiento, sino que te irás de aquí cubierto de gloria, como el vencedor que Dios te ha creado para que seas. Lectura bíblica: Salmo 92 © 1997 – 2019 Eagle Mountain International Church Inc., también conocida como Ministerios Kenneth Copeland / Kenneth Copeland Ministries. Todos los derechos reservados.
Na edição especial dedicada a Francisco Pinto Balsemão, Ricardo Araújo Pereira recorda o fundador da SIC e do Expresso como um verdadeiro democrata e defensor intransigente da liberdade. O humorista sublinha que, em cerca de duas décadas de colaboração com o grupo, nunca sentiu qualquer tipo de censura ou interferência, e elogia o facto de Balsemão proteger os criadores para que trabalhassem sem constrangimentos. Destaca ainda o seu espírito jornalístico e curiosidade intelectual, que o levaram a manter-se atento à inovação até ao fim da vida, interessando-se por temas como a inteligência artificial e os podcasts. Ricardo Araújo Pereira considera que a fundação de meios como a SIC Radical foi decisiva para o surgimento de novas gerações criativas, incluindo o Gato Fedorento. Lembra-o como um homem visionário, generoso e curioso, que acreditava na liberdade de expressão e na força da comunicação como instrumento essencial da democracia portuguesa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
NOTAS DE ELENAMaterial complementario de la escuela Sabática para adultosNarrado por: Patty CuyanDesde: California, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchMIÉRCOLES, 15 DE OCTUBREOLVIDOTeniendo tan preciosas promesas bíblicas delante de vosotros, ¿podéis dar lugar a la duda? ¿Podéis creer que cuando el pobre pecador desea volver y abandonar sus pecados, el Señor le impide con severidad que venga arrepentido a sus pies? ¡Desechad tales pensamientos! Nada puede perjudicar más a vuestra propia alma que tener tal concepto de vuestro Padre celestial. Él aborrece el pecado, pero ama al pecador, pues se dio en la persona de Cristo para que todos los que quieran puedan ser salvos y gozar de eterna bienaventuranza en el reino de gloria. ¿Qué lenguaje más tierno o más poderoso podría haberse empleado para expresar su amor hacia nosotros? Declara: "¿Se olvidará acaso la mujer de su niño mamante, de modo que no tenga compasión del hijo de sus entrañas? ¡Aun las tales le pueden olvidar; mas no me olvidaré yo de ti!" Isaías 49:15. Alzad la vista los que vaciláis y tembláis; porque el Señor Jesús vive para interceder por nosotros. Agradeced a Dios por el don de su Hijo amado, y pedid que no haya muerto en vano por vosotros. Su Espíritu os invita hoy. Id con todo vuestro corazón a Jesús y demandad sus bendiciones. Cuando leáis las promesas, recordad que son la expresión de un amor y una piedad inefables. El gran Corazón de amor infinito se siente atraído hacia el pecador por una compasión ilimitada. "En quien tenemos redención por medio de su sangre, la remisión de nuestros pecados". Efesios 1:7. Sí, creed tan solo que Dios es vuestro ayudador. Él quiere restaurar su imagen moral en el hombre. Acercaos a él expresándole vuestra confesión y arrepentimiento, y él se acercará a vosotros con misericordia y perdón (El camino a Cristo, pp. 54, 55). El ejercicio más exaltado de las facultades del hombre, consiste en comprender a Dios, y regocijarse en él. Esto puede alcanzarse, únicamente cuando nuestros afectos son santificados y ennoblecidos por la gracia de Cristo... En Cristo estaba el esplendor de la gloria de su Padre, la expresa imagen de su persona. Nuestro Salvador dijo: "El que me ha visto, ha visto al Padre". Juan 14:9. En Cristo está la vida del alma. Encontramos vida en los intentos que hacen nuestros corazones por aprehenderlo, en nuestros fervientes y afectuosos anhelos de su excelencia, en nuestra intensa búsqueda de su gloria. Cuando estamos en comunión con él, comemos el Pan de vida. Cuando permitimos que cosas de menor importancia absorban nuestra atención, olvidando a Cristo, alejándonos de él para aceptar otra compañía, ponemos nuestros pies en un camino que conduce lejos de Dios y del cielo. Cristo debe ser el objeto central de nuestros afectos, y entonces viviremos en él, y tendremos su Espíritu... ¿En qué consistirá la felicidad de los redimidos? Cristo es todo en todo. Ellos contemplarán con arrobamiento inenarrable al Cordero de Dios. Derramarán sus cantos de gratitud, alabanza y adoración, a Aquel a quien han amado y adorado aquí. Ese canto lo aprendieron y comenzaron a cantarlo en la tierra. Aprendieron a poner su confianza en Jesús mientras formaban sus caracteres para el cielo. Sus corazones estuvieron a tono con su voluntad aquí. Su gozo en Cristo será proporcionado al amor y la confianza que han aprendido a poner en él aquí (Nuestra elevada vocación, 24 de febrero, p. 63).
Historia original escrita por: somethinggoeshere2somethinggoeshere2 (u/somethinggoeshere2) - RedditPublicada en Reddit NoSleep: We found a cave on my grandmother's property, what's inside needs to stay hidden forever. : r/nosleepPermiso otorgado por el autorTraducción y narración por: Darksoul Horror─────────────────────────────Estás son mis nuevas redes sociales:→ Instagram - Sebastian Echeverri (@seb_echeverri) • Instagram photos and videos→ Facebook - Sebastian Echeverri | Facebook─────────────────────────────Créditos musicalesRepulsive – REPULSIVE - YouTube─────────────────────────────Canción de la introVivek Abhishek - Voodoo[ No Copyright ] VOODOO | HORROR MUSIC | ROYALTY FREE MUSIC─────────────────────────────Redes Sociales de este canal: → Instagram - Darksoul (@darksoulhorror) • Fotos y videos de Instagram→ Facebook - Darksoul Horror | Facebook─────────────────────────────#Creepypastas #CreepypastasenEspañol #NoSleep
Ramón Campos trae sus historias de la crónica negra y en este episodio habla sobre cómo se debe actuar en caso de encontrar un cuerpo tras un crimen.
Semana de reparación al Corazón de Jesus. Monasterio de la Visitación de Santa María de Panamá
====================================================SUSCRIBETEhattps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1====================================================DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADOLESCENTES 2025“HABLEMOS CLARO”Narrado por: Mone MuñozDesde: Buenos Aires, ArgentinaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================14 de SeptiembreLos beneficios de leer la Biblia"Sin duda, la palabra de Dios es viva, eficaz y más cortante que cualquier espada de dos filos. Penetra hasta lo más profundo del alma y del espíritu, hasta la médula de los huesos, y juzga los pensamientos y las intenciones del corazón" (Hebreos 4:12).Hoy vamos a explorar los innumerables beneficios de sumergirse en las páginas de la Biblia: un libro que sigue siendo una fuente de sabiduría y consuelo a lo largo de los siglos.En la Biblia encontramos consejos prácticos para la vida diaria, principios morales sólidos y lecciones que aún resuenan en nuestro tiempo. Nos guía en nuestra relación con Dios y con los demás; y ofrece respuestas a muchas de las preguntas más importantes de la vida.Además, la Biblia es una fuente de consuelo y esperanza. Nos muestra ejemplos de personas que enfrentaron desafíos similares a los nuestros y nos recuerda que no estamos solos en nuestras luchas. Encontramos palabras de aliento y promesas que nos dan fortaleza.La lectura de la Biblia también tiene el poder de transformar nuestra mente. Nos desafía a reflexionar sobre nuestras creencias y acciones, y nos impulsa a vivir de acuerdo con los valores de amor, compasión y justicia. A medida que nos sumergimos en sus enseñanzas, somos moldeados y transformados para reflejar más plenamente la imagen de Dios.Finalmente, la Biblia nos revela el carácter y el amor de Dios de una manera íntima y personal. A medida que exploramos sus páginas, llegamos a conocer al Creador del universo y entendemos su plan para la humanidad. Descubrimos su inmenso amor por nosotros y su deseo de una relación cercana con cada uno de nosotros.La Biblia es un tesoro de sabiduría, consuelo y esperanza que sigue siendo relevante y transformador para la vida diaria. Al sumergirnos en sus páginas, encontramos respuestas para nuestras preguntas, fortaleza para nuestras luchas y una profunda conexión con Dios y con la comunidad de creyentes en todo el mundo.Oración: Dios amoroso, te agradezco por el inmenso regalo de la Biblia y por los innumerables beneficios que me brinda.
No Sacani Responde de hoje vamos procurar as teorias e evidências de vida em Marte.
Hoy Santi García Cremades pretende acabar con otra creencia popular, según el cual hay conceptos matemáticos, que hemos estudiado y que no nos sirven para nada. En concreto, el mínimo común múltiplo o máximo común divisor. Por lo que ha elaborado un concurso con el poder distinguirlos, en el que no se ha complicado mucho con el nombre 'MCD o mcm'.
Hoy Santi García Cremades pretende acabar con otra creencia popular, según el cual hay conceptos matemáticos, que hemos estudiado y que no nos sirven para nada. En concreto, el mínimo común múltiplo o máximo común divisor. Por lo que ha elaborado un concurso con el poder distinguirlos, en el que no se ha complicado mucho con el nombre 'MCD o mcm'.
A pesar de la constante bajada de tasas en lo que va de este 2025 y cómo ha afectado los rendimientos de las sofipos, Manolo y Omar encontraron un tesoro escondido en una Sofipo que ofrece el 12.50%, además, nuestros Campeones analizan a fondo esta institución, descubre de quién se trata.
Hoy nos toca otra conversación con rumbo gramatical, en la que Pau y Aida tienen tres pequeñas conversaciones para entender mejor el uso de los verbos reflexivos. Encontramos estos verbos en todas partes: cuando nos levantamos por la mañana, cuando nos vamos de un sitio o incluso cuando nos saludamos. Pero a veces no está tan claro por qué usamos tantos verbos "reflexivos"… En este podcast lo explicamos un poco. Easy Spanish Community Al unirte a la comunidad de Easy Spanish puedes llevar tu experiencia de aprendizaje al siguiente nivel. Los miembros de nuestra Podcast Membership reciben: Vocab Helper: El vocabulario más importante de cada minuto del podcast directamente en la pantalla de tu celular Interactive transcript: Una transcripción interactiva donde podrás leer y escuchar el podcast al mismo tiempo, con una función de traducción en tiempo real Exclusive aftershow: Después de cada episodio, Pau y José discuten un poquito más sobre el tema desde un punto de vista un poco más personal. Discord community: Acceso a la comunidad en Discord de Easy Spanish, donde puedes hablar con los miembros de nuestro equipo y otras personas que, como tú, se encuentran en la aventura de aprender nuestro idioma Extra content for our YouTube episodes: Hojas de ejercicios, listas de vocabulario y transcripciones de todos nuestros episodios de YouTube. Si todavía no eres miembro de la comunidad de Easy Spanish, puedes unirte en easy-spanish.org/community (https://www.easy-spanish.org/community) Envíanos un mensaje de audio ¡Ya puedes enviarnos mensajes de audio para que los escuchemos en el podcast! Para hacerlo tienes que ir a easyspanish.fm (https://www.easyspanish.fm) y dar clic en el botón amarillo que aparecerá a la derecha de la página. Show notes Tenemos también un video de YouTube (https://www.youtube.com/watch?v=AVxQgCbetTM) que habla del mismo tema :) Transcripción Paulina: [0:03] Hola Aida. Aida: [0:05] Hola Pau, ¿cómo estás? Paulina: [0:07] Bien, ¿y tú? Aida: [0:09] Muy bien, muy bien. Acalorada. Paulina: [0:12] Ay, aquí no me ha tocado tanto calor este verano, así que... yo sé que a ustedes no les gusta tanto, pero yo lo envidio un poco. Aida: [0:23] Sí, te gusta mucho el calor, ¿no? Paulina: [0:25] Me gusta el calor, me gusta tener ropa ligera, poder saltar al agua y esta sensación de refrescarse. Ay, me encanta, sí. O tirarme al sol. Aida: [0:37] Eres una persona de verano, entonces. Paulina: [0:40] Definitivamente. Bueno, ya te contaré cuando pase un verano en Barcelona porque no sé si estoy tan acostumbrada a 40 grados. Aida: [0:49] Exacto. Esto es un poquito como, ¿conoces este meme que es "lo que pediste vs lo que recibiste"? Es como lo que te imaginas del verano en Barcelona versus lo que realmente es. Support Easy Spanish and get interactive transcripts, live vocabulary and bonus content for all our episodes: easy-spanish.org/membership Special Guest: Aida.
Sabemos que llegó el verano porque el calor tiene el país encojona'o, y no solamente porque ya no da con tener un solo trabajo, o porque los pillos no perdonan ni las cacatúas, sino porque siguen apareciendo cafres peleonas como pokemones boricuas. Eliezer tuvo la mejor semana del año, peleando contra la nueva villana Yal-Lee, el aburrido Danilo, y el peligroso Pedro Julio. Audri Nix salió bien de un caso así que podrá viajar a España para disfrutar del éxito de Jovani Vázquez, y de una vez averiguar mas del chisme de Alejandro Sanz con la peor fanática del mundo. Patrones PYMES: The Pool Box PR Nana's Stuffing Nuestras redes sociales: Tío Macetaminofen Sol Guzabra El George El Come Siempre es Lunes