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Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros
Sermão para o IV Domingo do AdventoPadre Raul Regula, IBP.21/12/2025Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, Belém/PA
Linguista e antigo diretor da Universidade Nova de Lisboa, foi ministro da Educação no último governo de Costa. Uma fase “dura”, a enfrentar muitas greves dos professores, que não deixou saudades. “Nunca pus em causa a legitimidade do que os professores pediam. O pior dia enquanto ministro terá sido quando a minha mãe foi insultada por ser filho dela. Aí pensei bater com a porta.” No final do ano passado publicou o livro “Manifesto pelas Identidades e Famílias - Portugal Plural”, como um desabafo para desmontar as “falácias” dos supostos ataques à “família tradicional”. Quanto a isso, o atual diretor da Agência Europeia para as Necessidades Especiais e a Educação Inclusiva, fala do poder da educação e da arte, como defesa da liberdade, da diversidade e dos direitos fundamentais. E revela pela primeira vez a depressão crónica que sofre desde cedo, invisível aos outros, diagnosticada há 7 anos, e a resistência interna que teve de vencer até pedir ajuda. “É um quadro solitário, porque há estigma, não se fala.”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quando falarem deste tempo dentro de uns 25 ou 50 anos, o que dirão? Quando não restar já grande coisa, senão alguns detalhes significativos rearranjados e dispostos segundo outra ordem para nós oculta, o que sobressairá de entre a confusão em que vivemos enredados? Que leitura farão dos textos capazes de sobreviverem a si mesmos, à sua perspectiva limitada, libertando um eco capaz de expressar outra coisa além desta percepção da queda, da fuga pela dissipação, a par do desejo de trair as nossas últimas esperanças? O pior castigo deste tempo é ainda a ocultação, a dilapidação constante do que não colabora com a realidade tal como ela se apresenta. Desfeitos pelo ressentimento, deixados à mercê da pior corja que alguma vez pisou esta Terra, o mais triste é nem ver confrontado tudo aquilo que nos degrada intimamente, e impede que a época reconheça o seu elemento trágico. Ortega y Gasset admite algures que possam existir duas classes de épocas históricas: “numas, os homens preocupam-se mais em granjear prazeres do que em evitar dores; noutras, sucede o inverso. Um sintoma económico pode servir de índice para as distinguir: nas primeiras paga-se mais ao jogral, fornecedor de prazeres, do que ao médico, removedor de dores; nas segundas, paga-se mais ao médico do que ao jogral. Nós vivemos resolutamente numa idade desta segunda espécie: possuímos excelentes clínicas e espectáculos detestáveis; inventamos novos analgésicos, mas não diversões. Não aceitamos outra medicina que não seja a mais recente e, em contrapartida, fingimos comprazermo-nos assistindo a um drama onde ainda hoje, como há cinquenta anos, dialogam um marquês e uma adúltera. Ninguém se admire de que esta capacidade de fingir a adaptação a formas que, para nós próprios, perderam já virtude e prestígio, se manifeste em toda a vida contemporânea. Se somos insinceros nos nossos prazeres, como não o seremos em tudo o resto? Inscrevemo-nos em partidos políticos cujos programas já não despertam o nosso entusiasmo, conservamos instituições dissecadas, lemos autores clássicos que não entendemos ou que nos falam do que não nos importa, etc. Os espectáculos em voga permitiriam, pois, reconstruir o resto do nosso carácter, visto que em todos os actos de um ser vivo reside certa unidade de estilo e uma ineludível solidariedade. Quanto mais supérfluos pareçam aqueles mais livres são e, portanto, mais expressivos da personalidade que os executa. Diz-me como te divertes e dir-te-ei quem és.” Mas quem se diverte verdadeiramente por estes dias? Todos os rituais penosos e celebrações ou festas a que nos submetemos como antes quando éramos obrigados por algum familiar mais fervoroso a assistir nem que fosse à missa do galo, tudo isso diz muito sobre a própria degradação dessa forma de entretenimento perpétuo a que, por hábito, continuamos a chamar “espectáculo”. Esta sociedade submetida a esse signo apenas é capaz de produzir um fastio absurdo, como aquele que se sabe condenado e não consegue retirar qualquer proveito ou gosto nem do que faz nem daquilo que prova ou consome. Continuamos a assinalar o melhor que podemos a passagem do tempo, certos marcos infaustos, efemérides inúteis, mas ninguém consegue deixar de perceber como o próprio tempo está desfeito, e nada o torna mais evidente do que dar por estes jovens enrugados que se apoiam em fragmentos de estátuas deitados por terra cobiçando um prestígio que está de todo ausente do mundo em que nos calhou viver. Tudo são acenos e vénias feitas a algum fantasma do nosso passado, e a arte decaiu na composição de cenas religiosas que apenas trabalham para tentar estancar a sensação de que já nada importa, para segurar essa solenidade oca patrocinada oficialmente, todo esse logro de que nos vemos cercados, e que não passa de uma concessão às fantasias de um quadro geriátrico, um bando de velhos cujo único projecto é construírem os seus túmulos dourados onde pretendem selar-nos a todos junto com eles. A juventude vê o seu preço baixar a cada estação, já não sustenta mitos próprios, e de uma condição do espírito, de uma capacidade de fazer apelo ao sangue e ao fel, passou a bastar-se com o aguardar pacientemente a sua vez, a ver se lhe toca uma parte graúda da herança familiar. Mas, como assinalava Gil de Carvalho, “na viagem de um astro a órbita apodrece". Não temos ninguém capaz de apontar uma rota às profecias, porque vimos a própria inspiração degradar-se, não sabemos como mergulhar nos nossos desejos de forma a instigar em nós aquela cólera que seria capaz de nos libertar de todo este peso. “Pois bem: creio que poucas coisas definem tão bem uma época como o programa dos seus prazeres”, vinca o filósofo espanhol. “A própria ciência não representa com tanta fidelidade a idade em que se produz; porque, se exceptuarmos a filosofia, é antes uma resposta utilitária às urgências do meio do que uma exigência espontânea e uma intimação original ao contorno. Pelo contrário, as nossas aspirações, apetites e fruições constituem o nosso ajuar personalíssimo. São aquilo que nós trazemos ao mundo; o resto é o que o mundo nos concede. Por esta razão me parece muito significativo o facto de nós, ocidentais, termos vivido durante trinta anos sem fruir de um espectáculo afim. Porque não soube a geração anterior à nossa criar uma nova forma de diversão colectiva que coincidisse plenamente com a sua sensibilidade? À maneira dos sacerdotes de um deus extinto, assistimos sem fé a espectáculos sobreviventes que fizeram as delícias dos nossos avós, mas que para nós não passam de uma penosa obrigação. Desconfio muito de quem não é leal aos seus próprios prazeres — quero dizer, de quem não sabe claramente quando se aborrece ou quando se diverte, ou não se atreve a empenhar-se com denodo em gozar, ou não acerta em satisfazer as suas aspirações de deleite. Todo o organismo são apresenta à existência um orçamento de prazer que tem de ser satisfeito, sob pena de um desequilíbrio mórbido. Pelo contrário, o animal doente costuma perder, antes de mais nada, o seu afã pelo prazer.” Aqui estamos nós, sepultados vivos, e a deixar que o nosso tempo se esgote, sem qualquer reivindicação própria, nem de prazeres tumultuosos capazes de nos fazer ferver o sangue e preparar-nos um ímpeto revoltoso. Vemos já uma geração de novos imbecis renderem a guarda nas posições onde se reproduz a mesma fábula grotesca sobre a nossa realidade política, que tem como único fim levar-nos à abulia, à desistência de resgatarmos o horizonte político. Neste episódio, para lançarmos mais algumas hipóteses e continuarmos este balanço epocal à beira de mais um final e recomeço tão equívocos quanto irrelevantes, contámos com um jovem que tem feito as suas investigações sobre o passado de forma a perceber a miserável continuidade que vamos suportando nos nossos dias. João Moreira da Silva anda a estudar a história de São Tomé e Príncipe e o colonialismo português em Cambridge, e se está ainda à procura de um modo de romper e cortar com as disciplinas aplicadas do percurso mais atilado para se ir longe neste país (um país cada vez mais distante de si mesmo), consegue ter alguma perspectiva dessa deriva e do desfasamento entre os mais jovens e a própria noção de juventude.
Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros
O universo dos sons e os sons do universo explorados em viagens pelo espaço-tempo. Com João Morado
O treinador de 36 anos descasca as camadas do futebol, relata os tempos de aprendizagem ao lado de Farioli no Qatar e da final que viveu no Jamor com a Académica, revela os encantos da II Liga e da Liga Revelação e resume os seus quatro meses no Leixões, assim como deixa sinais sobre a importância de jogadores como Thiago Silva. Com Rui Miguel Tovar, a moderação é do Hugo Tavares da Silva.
Não é uma prenda de Natal, mas é quase: o Collabora Office Desktop já está disponível para instalar como flatpak! O Collabora é um software de produtividade de escritório, que também funciona on-line, com partilha de ficheiros em trabalho colaborativo. Para falar do seu desenvolvimento, capacidades, virtudes, dores de cabeça, segurança, privacidade e perspectivas de futuro, falámos com o Pedro Silva (Designer UX) e o João Azevedo (Controlo de Qualidade), que fazem parte da equipa deste projecto. A conversa de quase duas horas também incluiu UPS vendidas ao quilo e até consolas, emuladores e sistemas operativos para jogos retro!
O universo dos sons e os sons do universo explorados em viagens pelo espaço-tempo. Com João Morado
Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros
O universo dos sons e os sons do universo explorados em viagens pelo espaço-tempo. Com João Morado
Em matéria de carro, segurança também é importante! No programa de hoje, comparamos os dados do último teste do Latin NCAP de 2025, com o comentário do jornalista João Buffon, do Guia do Carro e Revista RodaRio.Link para os dados do Latin NCAP Dez/25: https://www.latinncap.com/po/area-imprensa/noticiasSiga o programa nas redes sociais, no @podcarro!Recuse imitações!
Nesta sexta-feira, convidamos João da Mata para responder a pergunta: por que Somaterapia? Esta forma de terapia libertária criada por Roberto Freire no Brasil e inspirada nas ideias de Wilhelm Reich. Se você quer começar os estudos nesta abordagem, acreditamos que este programa é um bom primeiro passo.ParticipantesJoão da MataRafael LauroRafael TrindadeLinksLive no YouTubeOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru Almeida Support the show
É um dos apresentadores mais populares da televisão, mas viveu uma fase em que se afastou dos holofotes por desentusiasmo com o entretenimento e busca de sentido para a vida. É quando passa a dar voz a várias causas humanitárias e de sustentabilidade ambiental. João Manzarra afirma ter passado por um dos momentos mais belos de sempre quando acompanhou de perto o pai durante o seu último ano de vida. E atribui ao progenitor o facto de ter feito as pazes com o seu papel televisivo, como forma de trazer alegria às pessoas. Amante de grandes viagens, tem agora um canal no Youtube onde relata as aventuras pelo mundo e estreia em breve um videocast sobre caminhadas com figuras públicas. E aqui revela as razões por se ter encantado tanto pela Argentina e pelo seu povo, nas várias viagens que fez por lá. E, nesse caminho, conta algumas peripécias por que passou na estrada, num carro com atrelado, e explica o que o faz gostar tanto de viajar sozinho, para viver o que chama de “liberdade total”. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros
O universo dos sons e os sons do universo explorados em viagens pelo espaço-tempo. Com João Morado
Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros
Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros
Caio Huck Spirandelli conversa com João Ribeiro, psicólogo em formação e estudioso da filosofia da psicologia, em um diálogo que atravessa alguns dos debates mais importantes, e frequentemente mal compreendidos, da psicologia contemporânea. A partir de sua trajetória pessoal e do interesse por bases conceituais, João explica por que distinguir ciência básica, ciência aplicada e prática profissional é fundamental para compreender o que realmente está em jogo quando falamos de Prática Baseada em Evidências (PBE).A conversa mergulha nos limites e possibilidades da quantificação, na dependência dos autorrelatos, na diferença entre explicar comportamentos por “causas” ou “razões” e na dificuldade de unificar teorias em uma disciplina tão plural quanto a psicologia. Nesse cenário, Caio e João analisam o papel das redes sociais na amplificação de ruídos e simplificações e discutem como certas disputas, especialmente em torno da psicanálise, acabam mais pautadas por rótulos do que por análise séria. João argumenta que termos como pseudociência e cientificismo são úteis, mas frequentemente aplicados de forma imprecisa e pouco produtiva.O diálogo também percorre novas abordagens e revisões dentro da psicologia evolucionista, do enativismo e da psicologia ecológica, destacando como a compreensão do comportamento humano depende de múltiplas lentes, métodos e níveis de análise, desde a investigação conceitual até evidências empíricas e perspectivas antropológicas.Links:Instagram - João Ribeiro (@psi.joaoribeiro)Grupo de Estudos PensandoPsiSubstack - João Ribeiro*** APOIE O CANAL ***Apoio mensal:https://apoia.se/podcastuniversogeneralistaPIX: universogeneralista@gmail.com
O universo dos sons e os sons do universo explorados em viagens pelo espaço-tempo. Com João Morado
O âncora Jota Batista e a colunista de política da Folha de Pernambuco, Betânia Santana, recebem, nesta quarta-feira (19,) no Folha Política, o prefeito do Recife, João Campos, presidente nacional do PSB.
No episódio de novembro, recebemos o João Sena Ribeiro para tirar a limpo tudo aquilo que por aí circula sobre sono bifásico e polifásico - afinal, dormir em várias blocos é saudável ou só mais um mito viral? O sono polifásico faz-nos ser mais produtivos ou traz-nos riscos demasiado sérios?O convidado de hoje é licenciado em Bioquímica pela Universidade Nova de Lisboa e mestre em Neurociências pela Universidade de Amesterdão. Com ele conversámos sobre a biologia do sono, sobre como os nossos ritmos mudaram ao longo da história e os perigos de seguir modas sem orientação. O João partilha ainda o seu percurso na área da ciência do sono e deixa alguns conselhos práticos para quem quer testar o sono bifásico de forma segura. Esperamos que gostem! Até ao próximo mês![Episódio patrocinado pela @gasoxmed e pela @blanky_pt - líder de produtos inovadores para a sua cama e sono; código de desconto de 20% em todos os produtos disponível no episódio]——————Enviem-nos as vossas histórias/dúvidas sobre sono, feedback ou venham só dar-nos dois dedos de conversa por aqui:. Instagram: @oteumalesono. Site: www.oteumalesono.pt. E-mail: oteumalesonopodcast@gmail.com
O Sonic que em algum momento antagonizou o Super Mario, e de alguma forma ainda é o principal contraponto ao Mario, não sei se tem algum outro mascote que tá em pé de igualdade, para se opor assim, mascote que representa uma marca, enfim, tô divagando, não é isso que eu quero falar. Quero falar o seguinte, o Sonic é um bichinho muito maneiro, eu fico muito impressionado com a força que o personagem Sonic tem, a despeito dos jogos Diálogo infinito sobre games via WhatsApp.Com João Varella, Alexandre Sato, Thomas Kehl, Marcos Kiyoto, João R e Marina Andreoli2 analógicos
Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros
O universo dos sons e os sons do universo explorados em viagens pelo espaço-tempo. Com João Morado
Convidado especial: João Carlos PacalEstudo de Doutrina e Convênios com o apoio do manual Vem, e Segue-Me (um recurso preparado pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias).Nossos episódios trazem reflexões e insights sobre alguns dos tópicos designados para a semana, buscando tornar seu estudo mais claro, edificante e conectado às escrituras. Junte-se a nós nesta jornada de aprendizado e inspiração enquanto exploramos o significado das revelações para os nossos dias.Seja você um membro novo, experiente ou alguém curioso sobre a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, este é um espaço para aprender, compartilhar e crescer espiritualmente.Acompanhe-nos nesta jornada de aprendizado e fortalecimento da fé, enquanto buscamos viver mais plenamente os ensinamentos de Cristo!
Transformar em 2D e jogar na mão se quiser, ou jogar no modo VR, ou poderia também ter um filtro pra não ficar vermelho, ficar preto e branco, sei lá. E aí, pensando em tudo isso, depois ouvi dizer que emuladores já fazem tudo isso, já converte em 2D, já faz com outras paletas de cores, como se fosse um... Na época tinha o Super Game Boy, né?E a Nintendo não quer fazer nada disso não, né? Só quer ser muito louca. Outra coisa da Nintendo Direct, e agora eu falo aqui já do silêncio da minha casa, que aquela hora tava almoçando, é que, tal qual são as transições dos últimos PS4 e PS5, dos Xbox...Qual que era o último? Era o 1? Pro Series?É isso? Nunca fui caixista, não sei direito,Diálogo infinito sobre games via WhatsApp.Com João Varella, Alexandre Sato, Thomas Kehl, Marcos Kiyoto, João R e Marina Andreoli2 analógicos
O universo dos sons e os sons do universo explorados em viagens pelo espaço-tempo. Com João Morado
"Foi Só Um Acidente", "As Meninas Exemplares", 12º Porto/Post/Doc; "Vórtice" Com João Botelho, Jafar Panahi, Dario Oliveira, Guilherme Branquinho
Já não sei mais, eu que taquei o tema na mesa e a gente está indo embora falando de putaria. Falando em putaria, não vou falar de jogos hentai no Steam que estão sendo banidos, mas vou falar que nesse exato momento está lançando Silksong Hollow Knight 2 Break News. E aí chegaram a travar a Steam, agora acho que já tá rolando, mas por alguns minutos a Steam travou de tanta gente que estava acessando. O jogo saiu, a meu ver, absurdamente barato, R$ 60,00, eu acho um preço assim de... preço de vó pra neto, sabe? Aquela coisa assim feita com muito carinho. Fico muito impressionado com a proporção que esse bagulho está tomando e é isso, já tem milhares e milhares de pessoas baixando o jogo e começando a jogar neste exato momento. Vamos ver aí, não sei vocês jogam Hollow Knight?Diálogo infinito sobre games via WhatsApp.Com João Varella, Alexandre Sato, Thomas Kehl, Marcos Kiyoto, João R e Marina Andreoli2 analógicos
Paulina Chamorro conversa com João Malavolta (fundador e CEO do Ecosurf) e Zélia Brito (chefe da Reserva Biológica do Atol das Rocas) em um Vozes do Planeta especial direto da COP 30 em parceria com o Instituto Arayara. Apoio: Compasso Coolab
Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros
Agora, tem um outro caso que é, se eu sento para jogar videogame e abro uma cerveja e vou ficando, ou um vinho, e vou ficando meio bêbada, na progressão do jogo, fatos interessantes acontecem, como por exemplo, a vez que eu estava jogando Assassin's Creed Odyssey, e eu estava tomando uma cervejinha e eu estava meio bêbada, e rola uma cena uma cutscene bem emocionante, e eu comecei a chorar, enquanto eu estava jogando Assassin's Creed, então, foi registrado que eu me emociono com videogame, e se eu tiver tomado um um drinkzinho, também acontece com frequência Agora, outro jogo muito bom, muito bom mesmo, pra jogar bêbado e, barra ou, chapado, é DiabloDiálogo infinito sobre games via WhatsApp.Com João Varella, Alexandre Sato, Thomas Kehl, Marcos Kiyoto, João R e Marina Andreoli2 analógicos
No quarto episódio da série especial O Tempo Virou — Rumo à COP30, João Paulo Rodrigues, dirigente nacional do MST, fala sobre como a luta pela terra se conecta hoje à justiça climática, à soberania alimentar e à transição ecológica. Ele reflete sobre o novo momento do movimento, que se afirma como uma força produtiva e inovadora no campo brasileiro. Uma conversa sobre reforma agrária, tecnologia social e o papel das comunidades rurais na construção de um futuro verdadeiramente agroecológico.
Factos Curiosos e às vezes até interessantes sobre as marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos. Com João Soares Barros
O universo dos sons e os sons do universo explorados em viagens pelo espaço-tempo. Com João Morado
O universo dos sons e os sons do universo explorados em viagens pelo espaço-tempo. Com João Morado
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O universo dos sons e os sons do universo explorados em viagens pelo espaço-tempo. Com João Morado
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Queixando-se de falta de “spleen” e cosmopolitismo, Eça, que aí viveu e trabalhou de 1874 a 1878 como cônsul de Portugal, não ficou propriamente muito impressionado com Newcastle upon Tyne - que descreveu como “a cidade dos tijolos pretos, meio afogada na lama”.Apesar disso, a maior cidade do nordeste inglês tem uma história de resiliência, trabalho e alguma inovação, sendo isso a imagem de marca do clube que a representa.Com João Tibério a fazer de Sérgio Engrácia, Aires Gouveia guia-nos em nova Viagem em Vermelho, onde numa descrição nada queirosiana, tentamos descobrir os encantos e particularidades da “Toon” (nome afetuoso pelo qual é conhecida).
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No podcast do PublishNews desta semana. João Silvério Trevisan compartilha sua jornada literária, desde a infância até sua atuação como escritor e professor. Ele discute a importância da expressão pessoal na literatura, suas influências literárias, e como a vida e a escrita estão interligadas. Além disso, João fala sobre sua oficina prática literária, A oficina Prática literária e expressão pessoal, onde busca ajudar os participantes a encontrar suas vozes e desenvolver suas habilidades de escrita. Ele também recomenda obras que o impactaram ao longo de sua vida, refletindo sobre a responsabilidade que os escritores têm com seus leitores.Link do cursoEste é um episódio 389 do Podcast do PublishNews do dia 23 de setembro de 2025 gravado no dia 18. Eu sou Fabio Uehara e esse episódio conta com a participação de Bia Sardinha. E não se esqueça de assinar a nossa newsletter, nos seguir nas redes sociais: Instagram, Linkedin, YouTube, Facebook e TikTok. Todos os dias com novos conteúdos para você. Ah, e um lembrete importante, o Podcast estará toda terça-feira no seu tocador de podcast, como Spotify e também no youtube! Mas antes da nossa conversa com João Silvério Trevisan, um recado importante! Link do Vida do LivroIndicações: Nossa senhora das flores - Jean Genet (Todavia) - Tradução: Julio Castañon Guimarães- https://todavialivros.com.br/livros/nossa-senhora-das-flores Clarice Linspector https://rocco.com.br/especial/clarice-lispector/
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