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Nesse podcast continuamos nossa serie falando sobre a filmografia do nosso amado diretor Mike Flanagan. No episodio de hoje falamos sobre 2 filmes sendo eles "O Sono da Morte" e "Ouija: Origem do mal". Conversamos sobre as marcas registradas do diretor que ja demostrava suas caras desde esses primeiros filmes, comentamos sobre as historias dos mesmo e muito mais. Bora ouvir que ta bem legalNão percam!
Trechos do livro “Being Still”, de Jean-Yves Leloup.Jean-Yves Leloup, nascido em 1950 (França), é teólogo, filósofo, psicólogo e sacerdote.Após uma juventude marcada por questionamentos existenciais, Leloup viveu um período de silêncio monástico em Monte Athos, que transformou profundamente sua compreensão espiritual. Mais tarde, com formação em psicologia, filosofia e teologia, ele trabalhou como professor e conferencista, criando centros dedicados ao diálogo entre espiritualidade, reflexão filosófica e práticas de cuidado integral.Seus ensinamentos exploram a convergência entre mística cristã, psicologia profunda e sabedorias orientais. Leloup é amplamente conhecido por suas traduções comentadas dos Evangelhos apócrifos — especialmente o Evangelho de Tomé, de Maria Madalena e de Filipe — nos quais destaca a dimensão interior do Cristo vivo. Suas obras enfatizam o autoconhecimento, a presença consciente, a integração entre corpo, mente e espírito e a descoberta da “imagem divina” que habita cada ser humano.A importância de Leloup reside em seu papel como ponte entre tradições espirituais. Ele tornou acessível ao público contemporâneo textos cristãos antigos e a mística hesicasta, influenciando tanto buscadores religiosos quanto profissionais da saúde e da psicoterapia. Sua obra promove uma espiritualidade profunda, inclusiva e dialogal, valorizando a experiência direta do sagrado.
Quando mergulhamos nas Escrituras Sagradas nos deparamos com uma realidade inegável: A VIDA PEDE UMA DOSAGEM CERTA EM TODAS AS COISAS e é considerada sábia a pessoa que não vive nos extremos, mas busca um estilo moderado de viver.Eclesiastes faz apelos interessantes ao equilíbrio, à fuga dos excessos, justificando que, para tudo há uma ocasião, e um tempo para cada propósito debaixo do céu: tempo de nascer e tempo de morrer, tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou, tempo de matar e tempo de curar, tempo de derrubar e tempo de construir, tempo de chorar e tempo de rir, tempo de prantear e tempo de dançar, tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las, tempo de abraçar e tempo de se conter, tempo de procurar e tempo de desistir, tempo de guardar e tempo de lançar fora, tempo de rasgar e tempo de costurar, tempo de calar e tempo de falar, tempo de amar e tempo de odiar, tempo de lutar e tempo de viver em paz. (Eclesiastes 3.1-8)Ou seja, A VIDA EXIGE EQUILÍBRIO! E se fizermos uma LEITURA CORRETA DO TEMPO DAS COISAS, podemos encaixar o necessário na medida certa!A tentação de Jesus registrada nos Evangelhos é um convite aos extremos, aos excessos; é a tentativa de tirá-lo do ponto de equilíbrio...• Já que tem poder, transforme pedras em pães! (Não! Isso é um excesso no exercício do poder divino de Jesus – e a resposta Dele não foi que não fosse capaz de fazer aquilo, mas que não deveria, porque “não só de pão vive um homem”)• Sobe numa altura e se joga confiado de que Deus dará ordens aos Seus anjos para que te guardem! (Não! A fé equilibrada diz pra não colocar o Senhor a prova!)• Se prostre diante de mim e te dou todos os reinos da terra! (Não! Não posso migrar para o extremo do mal na expectativa de que assim eu GANHO O QUE O BEM NÃO ME CONCEDEU!)De um universo razoavelmente vasto de extremos, abusos e excessos que a Bíblia trata, eu quero aqui te fazer pensar em 2: o excesso de amor e o excesso de rigor!#igrejabatista #igrejanaoelugar #reflexão # #pregação #familia
Recentemente, me deparei com uma coluna da atriz Ingrid Guimarães no jornal "O Globo" intitulada "Se Jesus estivesse aqui". O texto, que rapidamente viralizou, tenta pintar um Cristo que se amolda perfeitamente ao paladar da nossa cultura atual: um Jesus que "pularia ondas", "tomaria vinho com espíritas" e "meditaria com budistas". À primeira vista, parece uma mensagem de amor e tolerância, mas, quando olhamos de perto, percebemos algo muito mais perigoso.O que estamos vendo aqui é a tentativa de criar um "Jesus Relativo" — um ícone que não confronta, não transforma e, principalmente, não exige arrependimento. Eu acho curioso, para não dizer trágico, quando figuras públicas que não vivem a realidade do Reino tentam ensinar à Igreja quem é o seu próprio Senhor. A Igreja estuda, segue e serve a Cristo há 2.000 anos. Não precisamos de uma releitura artística para entender o que está escrito de forma absoluta nas Escrituras.Jesus não é uma ideia positiva que você molda conforme sua conveniência. Ele é O Caminho, a Verdade e a Vida. Ele amava os pecadores? Sim, profundamente. Mas Ele os chamava à Metanoia — uma mudança radical de mente. Ele não se unia ao pecado; Ele libertava as pessoas dele. Dizer que Jesus aceitaria todas as práticas religiosas como caminhos válidos é ignorar Sua própria voz nos Evangelhos e abraçar a heresia universalista.Além disso, precisamos falar sobre esse ataque sutil à Igreja através da frase: "Amo Jesus, não o fã-clube". Entenda: a Igreja é o Corpo de Cristo. Ela é imperfeita, sim, porque é composta por nós, mas ela é a Noiva que Ele virá buscar. Não existe relacionamento com o Rei enquanto você despreza o Seu Reino e a Sua família.Neste vídeo, eu quero pontuar por que esse discurso "simpatizante" de Jesus é, na verdade, uma negação de quem Ele realmente é. É hora de pararmos de caçar opiniões em colunas de jornal e voltarmos para a Bíblia. Jesus não vai mudar para se adequar a nós; somos nós que precisamos ser transformados por Ele.Assista, reflita e compartilhe. Não podemos ficar calados enquanto tentam relativizar o Absoluto.
THIAGO LIMA é especialista em conspirações, e LUIZ SAYÃO é especialista em Hebraico. Eles vão bater um papo sobre os evangelhos apócrifos. O Vilela conta que presenciou quando Jesus escolheu os 12 apócrifos.
O Oratório de Páscoa (BWV 249), de Johann Sebastian Bach, tem origem numa cantata secular de Bach, a cantata Entfliehet, verschwindet, entweichet, ihr Sorgen, “Fugi, desaparecei, escapai, vós, preocupações” (BWV 249a), que foi composta para comemorar o aniversário do duque Christian, da corte de Sachsen-Weissenfels, no leste alemão, e apresentada naquela corte no dia 23 de fevereiro de 1725. Pouco mais de um mês depois, em Leipzig, Bach aproveitou essa mesma música para a celebração da Páscoa e compôs o Oratório de Páscoa, executado pela primeira vez em 1º de abril daquele ano. Essa composição, com onze movimentos e rica instrumentação, é apresentada nesta edição de Manhã com Bach. Na cantata secular, quatro pastoras no campo se revezam para cantar louvores e votos de felicidade ao duque Christian. Já no Oratório de Páscoa, as quatro pastoras dão lugar a quatro personagens bíblicos, Maria Magdalena, Maria Jacobina, Pedro e João, que, de acordo com os Evangelhos, foram as primeiras pessoas a visitar o túmulo de Jesus, num domingo de Páscoa, e constatar que o corpo do mestre não estava mais lá. A voz do soprano é feita por Maria Jacobina e o contralto, por Maria Magdalena. Pedro faz a voz do tenor e João é o baixo. Ouça o podcast no link acima. Este podcast reproduz o programa Manhã com Bach, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 4 e 5 de abril de 2026. Dedicado à divulgação da música do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750), Manhã com Bach vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 9 horas, com reapresentação no domingo, também às 9 horas, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. As edições anteriores do podcast Manhã com Bach estão disponíveis neste link.
Vamos lá! Hoje é dia de colocarmos em prática o que aprendemos sobre a Fé, para podermos crescer e muito na Esperança.Saber que a Escrita surgiu na época em que Deus chamou Abrão para que dele, numa Terra que O SENHOR lhe mostraria, viesse a nascer uma nação de onde viria Jesus e saber que este povo não teve direito à Terra alguma, pelo contrário foi escravizado no Egito, maior Cultura de seu tempo, povo que desenvolveu a Tecnologia de escrever em Papiros, rudimentos do papel que conhecemos hoje e que lá Moisés, cresceu dentro do Palácio de seu Governante aprendendo a ler e a escrever porque ele seria o responsável para escrever toda a História desde o Éden até seus dias e pensar que de lá pra cá deste mesmo povo Deus levantou profetas que escreveram e contaram a história de Deus com este povo sempre apontando para a Vida de Jesus, O Salvador, O Messias, O Rei e quando Jesus veio, sob o Império Romano a língua que se falava em quase todo mundo civilizado era o Grego e foi neste idioma que os Evangelhos e as Cartas apostólicas foram escritas e hoje, com o desenvolvimento cada vez mais acelerado da Tecnologia, para através de celulares, tablets, bíblias em braile, Bíblias faladas, traduzidas para todos os idiomas do mundo, cada vez mais pessoas tenham acesso às Verdades Eternas... cada um!Cada pessoa do Mundo pode abrir as Escrituras e guiados pelo Espírito Santo terem um Encontro com Deus através do que Cristo fez por todos nós na Cruz...Continua
Aqui está mais um episódio dos Evangelhos que retrata uma pessoa se encontrando com Jesus.E dessa vez se trata de uma mulher que só queria tocar nas vestes de Jesus, mas acaba desfrutando de um encontro maravilhoso e transformador.Ela é apresentada apenas como uma mulher que há 12 anos vinha sofrendo com uma hemorragia.Em uma cultura patriarcal em que a mulher era vista como alguém inferior, a forma como Jesus a trata e a preservação da história de seu encontro com Ele, revelam o olhar acolhedor de Deus e da Bíblia para pessoas marginalizadas.A história desse encontro é marcante em função do drama dessa mulher de ser portadora de um problema que se arrastava por tanto tempo, a impossibilidade de ter acesso a Jesus por causa de uma multidão que o cercava e da incerteza que ela carregava de que poderia ser agraciada pela atenção de Jesus.Ela carregava consigo a fé de que Jesus tinha tanto poder que, se ela pudesse tocar na orla de suas vestes, ela receberia a cura, mas a forma anônima como ela faz isso demonstra o receio que ela trazia dentro de si de que poderia ficar de frente com Ele e pedir isso a Ele.É bom lembrar que essa história está entrelaçada com outra história... A história de um homem, que o texto chama de Jairo e que era um dos líderes da sinagoga. É uma mulher sem nome, sem a certeza de que seria bem aceita por Jesus e seus homens entrando na história de um homem considerado importante, que tem nome e função na sociedade, mas também tem um problema e conta com a ajuda de Jesus: Uma filha a beira da morte que, curiosamente, tinha a idade igual ao tempo do sofrimento da mulher.A menina vive exatamente o tempo que a mulher convive com um fluxo de sangue que não parava de verter. E essa mulher que sofre há tanto tempo, movida por fé e coragem, toca em Jesus imaginando que nem Ele e nem ninguém fosse notar... e, caso Ele notasse, a urgência de atender o pedido de um homem tão importante como Jairo, não daria nenhuma importância à ela. Mas para surpresa dela, Jesus parou e começou a perguntar quem o havia tocado. A reação de Jesus é tão surpreendente que Pedro fala: "Mestre, a multidão se aglomera e te comprime". Que importância tem se alguém te toca? Parece óbvio que num contexto assim alguém vai te tocar.Mas Jesus insistiu porque não se tratava de um esbarrão acidental, mas de um toque de fé, de um movimento de esperança, de uma mulher desesperada para se ver livre de um mal!O que aprendemos com esse encontro?#igrejabatista #igrejanaoelugar #reflexão # #pregação #jesus #encontrocomjesus
Poemas selecionados de Jean-Yves Leloup.Jean-Yves Leloup, nascido em 1950 (França), é teólogo, filósofo, psicólogo e sacerdote.Após uma juventude marcada por questionamentos existenciais, Leloup viveu um período de silêncio monástico em Monte Athos, que transformou profundamente sua compreensão espiritual. Mais tarde, com formação em psicologia, filosofia e teologia, ele trabalhou como professor e conferencista, criando centros dedicados ao diálogo entre espiritualidade, reflexão filosófica e práticas de cuidado integral.Seus ensinamentos exploram a convergência entre mística cristã, psicologia profunda e sabedorias orientais. Leloup é amplamente conhecido por suas traduções comentadas dos Evangelhos apócrifos — especialmente o Evangelho de Tomé, de Maria Madalena e de Filipe — nos quais destaca a dimensão interior do Cristo vivo. Suas obras enfatizam o autoconhecimento, a presença consciente, a integração entre corpo, mente e espírito e a descoberta da “imagem divina” que habita cada ser humano.A importância de Leloup reside em seu papel como ponte entre tradições espirituais. Ele tornou acessível ao público contemporâneo textos cristãos antigos e a mística hesicasta, influenciando tanto buscadores religiosos quanto profissionais da saúde e da psicoterapia. Sua obra promove uma espiritualidade profunda, inclusiva e dialogal, valorizando a experiência direta do sagrado.
Quem foi Jesus de Nazaré, aquele a quem chamamos de Yeshua ou, carinhosamente, aqui no ECK, de Magrão? Ou, então, quem é o Jesus espírita ou o personagem humano real, o Espírito, para a Filosofia Espírita?Por certo, há que se separar o Jesus homem do Jesus mito, envolto no misticismo das construções religiosas. Porque só assim podemos, de fato, compreendê-lo à luz da lógica racional que o Espiritismo diz possuir e empregar nas análises de TODAS as temáticas.Nossa proposta, então, é a de realizar muitos questionamentos:1) Quem foi o homem Jesus, na História? O Jesus expresso nos Evangelhos canônicos está muito distante de sua verdadeira natureza humana?2) Jesus teve família? Esposa? Filhos? Manifestava-se como nós, entre alegrias e tristezas? Teve desejos e atividades afetivo-sexuais?3) Por que é difícil "humanizar" Jesus? E por que nos distanciamos, enquanto espíritas, da real identidade do "Magrão"?4) Os espíritas conseguem entender, de fato, qual a natureza espiritual do homem que teria vivido há dois mil anos, no Oriente Médio de nosso planeta?5) A quem interessa repetir os padrões de identidade cristã para o homem Jesus? Por que muitos espíritas não conseguem se desvencilhar das ideologias das religiões cristãs que sustentam os dogmas religiosos?6) O quanto Kardec contribuiu para certas confusões existentes em relação à real identidade de Jesus?7) O que os espíritas da atualidade podem realizar para a verdadeira descoberta da essência humana de Jesus?É esta a conjuntura presente na proposta de mais uma live, nos "Embalos de Sábado à Noite" do ECK. Na bancada, teremos, novamente, a presença de José Lázaro Boberg (PR), Claudio Bueno (SP) e Marcelo Henrique (SC), nos debates, sob a tradicional moderação deste último.
TEMPO DE REFLETIR 01675 – 14 de fevereiro de 2026 Mateus 4:17 (The Message) – O sermão profetizado por Isaías ganhou vida na Galileia no momento em que Jesus começou a pregar. Ele começou onde João parou: Mudem de vida. O reino de Deus está aqui. Algumas pessoas desejam que Deus apresente um mostruário de opções para os Seus seguidores. Selecionamos o que queremos e rejeitamos o resto. Mas Jesus declarou que havia chegado um reino, não um mostruário. Algumas pessoas querem que Deus siga a vontade da maioria. Um modelo democrático lhes serviria muito bem. Mas Jesus falou de um reino, não de democracia. Algumas pessoas querem que Deus governe baseado no consenso. Todos nós nos reunimos com Ele, discutimos as questões e decidimos o que fazer. Mas Jesus disse: “Não tentem mudar Deus. Mudem a sua vida. O reino de Deus está aqui.” De acordo com os Evangelhos, Jesus falou sobre “o reino” não menos do que 50 vezes. Em metade de Suas referências ao “reino” utilizou a expressão “reino do Céu” e no restante, “reino de Deus”. Parece impossível traçar qualquer diferença significativa entre as duas expressões; são praticamente a mesma. A questão que realmente importa é a frequência com que o assunto sobre “o reino” caiu-Lhe dos lábios. A maioria das pessoas hoje, inclusive os cristãos, não se importa com a ideia de reino. Após alguns séculos de democracia, acham essa ideia arcaica e até mesmo desagradável. Mesmo nas nações em que reis e rainhas ainda governam, não possuem poder real. São monarcas sem reino, meramente figurativos. Algumas das afirmações mais impressionantes de Jesus começam com a expressão: “O reino do Céu é como…” Com essa introdução, contou histórias maravilhosas, histórias que colocam a ordem social de ponta cabeça, histórias que terminam de maneira surpreendente. Trabalhadores que trabalham por apenas uma hora, mas recebem o salário de um dia inteiro. Uma grande festa para receber o filho errante. O mendigo que foi para o Céu em vez do homem rico. Isso não é democracia, muito menos um mostruário ou um governo baseado no consenso. Isso é algo além da realidade deste mundo. Esse é o reino de Deus, em que Ele, unicamente Ele, governa. Em vez de força, política, esquemas e tramoias, a graça impera aqui. A graça é um reino! Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, obrigado por ter a oportunidade de pertencer ao Teu reino! Faça de mim e de cada um que me ouve agora, cidadãos dignos da vida eterna. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
SEMENTEIRA CRISTÃ – 08/02/2026 - A escritura dos Evangelhos. Os Evangelistas – Parte IIPrezados internautas, o tema que abordaremos hoje é: - A escritura dos Evangelhos. Os Evangelistas- Parte IIDando continuidade aos nossos estudos e reflexões sobre os Evangelhos e os Evangelistas, no programa de hoje, abordaremos os Evangelhos de Mateus, Lucas e João e também faremos uma breve reflexão sobre o porquê Jesus não deixou nada escrito.A escrita dos Evangelhos é, fruto do encontro entre a experiência viva da fé, a tradição apostólica e a inspiração divina, permanecendo até hoje como fonte inesgotável de luz espiritual, estudo, oração e transformação moral.Jesus sabia ler com certeza e sabia escrever com grande probabilidade. Mais do que letras, porém, Ele dominava profundamente o sentido espiritual das Escrituras, interpretando-as com autoridade moral e sabedoria, o que impressionava até os doutores da Lei.Jesus não escreveu com tinta, porque sua missão era mais profunda: escreveu com o exemplo, com o amor vivido, com a transformação das consciências. Os Evangelhos vieram depois, como eco fiel dessa vida extraordinária — não substituem Jesus, apenas apontam para Ele.Rádio Idefran - O amor esta no ar
Pedir ajuda não é fraqueza. É caminho de graça.Nesta meditação, refletimos sobre algo simples — e ao mesmo tempo profundamente exigente: aprender a pedir. Pedir a Deus. Pedir aos outros. Pedir sem medo, sem orgulho, sem manipulação. Pedir como filhos.A partir de histórias marcantes da vida de Madre Angélica — desde mafiosos construindo uma gruta mariana até o nascimento improvável de uma rede de TV católica — vemos como Deus age quando alguém ousa pedir… e confiar.
SEMENTEIRA CRISTÃ – 1º/02/2026- A escritura dos Evangelhos.Os EvangelistasPrezados internautas, o tema que abordaremos hoje é: - A escriturados Evangelhos. Os EvangelistasOs mensageiros do Cristo presidem à redação dos textos definitivosdo Evangelho, com vistas ao futuro, não somente junto aos apóstolose seus discípulos, mas igualmente junto aos núcleos das tradições. Oscristãos mais destacados trocam, entre si, cartas de alto valordoutrinário para as diversas igrejas. São mensagens de fraternidadee de amor, que a posteridade muita vez não pôde ou não quiscompreender.Entre os anos 60 e os 80 da Era Cristã aparecem os primeirosescritos evangélicos de Marcos, considerados os mais antigos. Nofinal do século I, entre os anos 80 e 98, surge o Evangelho de Lucas,assim como o de Mateus. Finalmente, entre os anos de 98 e 110,aparece, em Éfeso, o evangelho de João. Ao lado desses evangelhos,únicos reconhecidos pela Igreja Católica, grande número de outrosvinha à luz, são os evangelhos apócrifos.A grandeza da doutrina cristã não reside na circunstância de oEvangelho ser de Marcos ou de Mateus, de Lucas ou de João; está nabeleza imortal que se irradia de suas lições divinas, atravessando asidades e atraindo os corações.
1831 - AULA - A veracidade dos Evangelhos - Profa. Dra Ir. Anna Maria Fedeli
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VII Fórum do Livre Pensar Espírita (LiPE) do ECK - Sétima LiveSétimo e último dia da sétima edição do LiPE do ECK. No dia 20 de dezembro (sábado), às 19h00, estaremos encerrando a nossa programação, com "Quando os mansos herdarão a Terra? - Reflexões sociais, políticas e espirituais para o progresso da Humanidade". Na bancada, André Marouço (Portugal), Mariza Lavorini Ribeiro (SP) e Marcelo Henrique (SC).A mansuetude foi uma das temáticas de natureza moral tratada por Yeshua, há dois mil anos, na construção e prática do seu pensamento. Em uma das passagens mais célebres do seu Evangelho, Yeshua exorta que "os mansos herdarão a Terra". O Espiritismo repercute tal teoria pedagógica e o referenda, descrevendo como os indivíduos demonstram serem mansos e qual a consequência disto para o círculo de relações humanas que todos travamos, uns com os outros, no cotidiano.Assim, é de se perguntar:1) Qual a configuração originária de mansuetude, como entendia Yeshua? Ela requer algum tipo de recontextualização e adequação aos tempos atuais?2) A mansuetude de Yeshua, conforme os Evangelhos, não contrasta com posturas mais "ácidas" ou "firmes" do personagem, em outras situações? Como conciliar tal mansidão com a energia de Yeshua na defesa da implementação do "Reino dos Céus" na Terra?3) Os espíritas são ou não mansos? Que mansuetude é esta, considerando as atividades de grupos e instituições espíritas, na convivência interpessoal interna?4) E, na sociedade, há espaço e utilidade para a mansuetude? O ser manso não é/pode ser confundido com inferioridade, apatia e subserviência?5) Para construir uma sociedade melhor e aperfeiçoada, transformando-se a realidade em que a Justiça Social está ausente, onde "cabe" a mansuetude?
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Dezembro é um mês em que a atenção de todos se volta para o Natal...Sabemos que assim como outras datas de origem religiosa, o Natal ganhou um interesse e uma ênfase comercial e, com isso, o real sentido acaba se ocultando por detrás da intenção de lucrar e levar as pessoas ao consumo de adereços, comidas e produtos para presentear outros!A atenção está muito mais voltada para um evento do que para o nascimento ou a pessoa de Jesus, como aquele que veio ao mundo para salvar os pecadores.Por isso, é importante a Igreja insistir na reflexão acerca do real sentido do Natal e voltar-se para as Sagradas Escrituras a fim de manter nossa mente atenta ao fato de que o Salvador não pode ser menos importante que uma árvore, luzes e enfeites e nem substituído pela figura do Papai Noel. O texto que lemos nos desafia a pensar no ponto inicial do Natal. Enquanto ao lermos os Evangelhos de Mateus e Lucas, somos levados a mirar a manjedoura como o ponto inicial da vinda de Jesus ao mundo, João retrocede ao princípio de todas as coisas para, de forma profunda, nos fazer refletir que a salvação tem suas raízes na eternidade.#igrejabatista #igrejanaoelugar #reflexão #mensagemdenatal #natal
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Pr. Adil Reis - Pregação realizada na manhã do dia 23/11/2025, na Igreja Batista Regular da Pituba, localizada à Rua das Hortências, 536, Pituba, Salvador - Bahia.
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Episódio do dia 10/11/2025, com o tema " Há contradições nos evangelhos?" Apresentação: Itamir Neves, André Castilho e Renata Burjato. Pergunta do dia: EM JOÃO 1:35-42 E EM: MARCOS 1: 16-18 RELATAM COMO JESUS CONHECEU ANDRE E SIMÃO, MAS OS TEXTOS PARECEM SE CONTRADIZEREM Redes Sociais Instagram: @rtmbrasil@itabeti@acastilhortm Site: www.rtmbrasil.org.br WhatsApp da RTM - (11) 97418-1456See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na introdução do livro “O Evangelho Segundo o Espiritismo” Kardec ensina que o Evangelho de Jesus pode seranalisado segundo as seguintes partes: os atos comuns da vida do Cristo, os milagres, as profecias, as palavras que serviram para o estabelecimento dos dogmas da Igreja e o ensino moral. Destas a mais importante é o ensino moral.
Episódio do dia 10/11/2025, com o tema " Há contradições nos evangelhos?" Apresentação: Itamir Neves, André Castilho e Renata Burjato. Pergunta do dia: EM JOÃO 1:35-42 E EM: MARCOS 1: 16-18 RELATAM COMO JESUS CONHECEU ANDRE E SIMÃO, MAS OS TEXTOS PARECEM SE CONTRADIZEREM Redes Sociais Instagram: @rtmbrasil@itabeti@acastilhortm Site: www.rtmbrasil.org.br WhatsApp da RTM - (11) 97418-1456See omnystudio.com/listener for privacy information.
No vigésimo primeiro episódio da nossa série de estudos bíblicos, refletimos sobre os Evangelhos e como a vida de Jesus inspira união em meio à divisão. Exploramos o contexto histórico do Novo Testamento, marcado por tensões entre judeus e romanos, seitas judaicas e pseudomessias, e analisamos como Jesus, sem poder político ou status religioso, mudou toda a história. Um estudo sobre como a figura de Jesus transcende divisões, constrói pontes e mostra que a verdadeira liderança e transformação vêm do coração, alcançando a todos além das barreiras culturais, sociais e religiosas.
No vigésimo quarto episódio da nossa série de estudos bíblicos, refletimos sobre como Jesus é a revelação plena de Deus. Discutimos se Ele veio romper com o Antigo Testamento ou se, na verdade, é a continuidade da promessa divina. Exploramos o prólogo do Evangelho de João e suas diferenças em relação aos Evangelhos sinóticos, mostrando como a vida, os ensinamentos e a obra de Jesus revelam quem Deus é de maneira completa e acessível. Um estudo que nos ajuda a compreender a conexão entre a antiga aliança e a presença viva de Deus em Cristo.
Olá, eu sou Ana Maria, trabalhadora voluntária da Casa Espírita Luiz Picelli, aqui em Maringá, no estado do Paraná, no Brasil e estou fazendo a leitura do livro Parábolas e ensinos de Jesus, do autor Cairbar Schutel.Vamos iniciar desde o preâmbulo, para não perder nada deste conteúdo emocionante que é falar de Jesus.Você vai gostar!Cairbar Schutel, foi considerado o bandeirante do espiritismo, devido a ter sido incansável na propagação da Doutrina Espírita e nos traz este livro intitulado “Parábolas e Ensinos de Jesus” com a sua 1ª Edição publicada em 1928.O autor analisa os ensinos e parábolas de Jesus, interpretando a essência dos textos evangélicos de forma clara e concisa. Jesus encarnou-se para difundir uma doutrina de imortalidade e vida após a morte, contrariando as crenças materialistas e supersticiosas da época. Os milagres e fenômenos psíquicos narrados nos Evangelhos constituem provas objetivas dos poderes espirituais de Jesus enquanto filho do Homem.Mande um alô nas nossas redes sociais, do facebook e instagram com o nome celppicelli.Estamos com palestras presenciais e online, sendo transmitidas pelo nosso canal do youtube.com, todas as segundas-feiras. Vá lá! CELP-PICELLI, curta, registre-se e compartilhe. Também acesse nosso site celp.org.br, onde constam mais das nossas atividades presenciais, endereços e telefones.Para você colaborar com nossas ações sociais, doe-nos um café, faça um PIX caridadeamoreluz@gmail.com Gratidão imensa por você estar aqui conosco.
Introdução aos Evangelhos |Teologia Viva
E aiiiii Diooooovens!! No episódio de hoje, vamos fazer algo diferente e muito especial: um React Zuero & Cristocêntrico da terceira temporada de The Chosen!
Os Evangelhos sua origem, análise e mensagem | Teologia Viva
Este é um assunto pouco falado, mas muito presente em todos os Evangelhos.É importante entender como os demônios atuam, para que você não se torne uma vítima silenciosa.Há 3 sinais claros da ação maligna:- Doenças persistentes sem explicação- Comportamentos autodestrutivos- Mudanças repentinas de personalidadeSe você reconhece esses sinais em si ou em alguém próximo, assista até o fim e descubra a solução
Ao vivo, palestra do orientador espiritual Benjamin Teixeira de Aguiar, respondendo a perguntas (25/05/25)
Evangelhos apócrifos exploram lacunas biográficas da Sagrada Família, retratando Jesus como menino poderoso e controverso, Maria como virgem idealizada e José como ancião viúvo.
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O termo "fariseu" remonta aos líderes religiosos judeus da época de Jesus, que, nos Evangelhos, são frequentemente retratados como hipócritas e legalistas, mais preocupados com a aparência de obediência à lei do que com a verdadeira justiça, humildade e compaixão.
Por Ákilla Nascimento.