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Existe um tempo que só a alma conhece.O relógio não marca esse tempo. O calendário também não.É o tempo que existe entre compreender uma dor e, finalmente, deixar de carregá-la.Às vezes, pensamos que já seguimos em frente. Afinal, a vida continuou. Os dias passaram. Novas pessoas chegaram. Novos caminhos se abriram.Mas basta uma palavra, um lugar, um rosto… e alguma coisa, lá dentro, muda de lugar.Não é falta de força.É porque o coração não funciona como uma gaveta que se fecha depois de organizada.Ele é mais parecido com uma casa.Há cômodos que permanecem fechados por muito tempo. Não porque esquecemos o que existe ali, mas porque ainda não encontramos coragem para abrir a janela.E talvez Deus nunca tenha se incomodado com isso.Porque Ele conhece a diferença entre quem alimenta uma ferida e quem ainda está aprendendo a tocá-la sem sentir tanto medo.A maturidade não chega quando deixamos de sentir.Ela chega quando a dor deixa de decidir por nós.Nesse dia, quase sem perceber, voltamos a fazer planos. Voltamos a rir sem culpa. Voltamos a acreditar nas pessoas sem achar que toda história terminará do mesmo jeito.A cura, talvez, seja isso.Não o desaparecimento da cicatriz.Mas o momento em que ela deixa de ser o centro da nossa vida.E quando isso acontece, Deus sorri em silêncio.Porque há milagres que não aparecem nos olhos.Acontecem primeiro dentro da gente.
Existe um tempo que só a alma conhece.O relógio não marca esse tempo. O calendário também não.É o tempo que existe entre compreender uma dor e, finalmente, deixar de carregá-la.Às vezes, pensamos que já seguimos em frente. Afinal, a vida continuou. Os dias passaram. Novas pessoas chegaram. Novos caminhos se abriram.Mas basta uma palavra, um lugar, um rosto… e alguma coisa, lá dentro, muda de lugar.Não é falta de força.É porque o coração não funciona como uma gaveta que se fecha depois de organizada.Ele é mais parecido com uma casa.Há cômodos que permanecem fechados por muito tempo. Não porque esquecemos o que existe ali, mas porque ainda não encontramos coragem para abrir a janela.E talvez Deus nunca tenha se incomodado com isso.Porque Ele conhece a diferença entre quem alimenta uma ferida e quem ainda está aprendendo a tocá-la sem sentir tanto medo.A maturidade não chega quando deixamos de sentir.Ela chega quando a dor deixa de decidir por nós.Nesse dia, quase sem perceber, voltamos a fazer planos. Voltamos a rir sem culpa. Voltamos a acreditar nas pessoas sem achar que toda história terminará do mesmo jeito.A cura, talvez, seja isso.Não o desaparecimento da cicatriz.Mas o momento em que ela deixa de ser o centro da nossa vida.E quando isso acontece, Deus sorri em silêncio.Porque há milagres que não aparecem nos olhos.Acontecem primeiro dentro da gente.
Bloqueio naval dos EUA ao Irã começa nesta terça; Trump diz que cobrará 20% de 'pedágio' sobre cargas em Ormuz. Governo deve aumentar etanol na gasolina para 32%; veja quais carros podem sentir os efeitos. Como sobrevivem os partidos que não recebem Fundo Partidário: doações, filiados e outras receitas bancam gastos. França e Espanha se enfrentam na 1ª semifinal da Copa. A mesma IA pode ter te avaliado mal e rejeitado seu currículo em várias empresas, diz pesquisa.
Seu sonho vai colocar você à prova. Esteja preparado.Porque um sonho verdadeiro nunca aceita viver apenas no discurso.Ele pergunta, todos os dias, quanto você está disposto a renunciar para merecê-lo. Testa sua disciplina quando o entusiasmo desaparece. Mede sua coragem quando o medo parece maior que a esperança.O sonho não negocia com desculpas. Também não se acomoda diante de atalhos. Ele exige presença, constância e responsabilidade.Há dias em que ele será o primeiro pensamento ao amanhecer. Em outros, será a última inquietação antes de você dormir. Não para tirar sua paz, mas para lembrar que existe um lugar onde você ainda não chegou.O sonho conhece você melhor do que muitos ao seu redor. Conhece seus talentos, suas fragilidades, os medos que você revela e aqueles que esconde até de si mesmo.E, curiosamente, quanto maior o sonho, maior será a exigência que ele fará da pessoa que você precisa se tornar.Talvez seja por isso que os grandes sonhos nunca transformam apenas o destino. Eles transformam quem caminha até ele.No fim das contas, um sonho verdadeiro não existe apenas para ser realizado. Existe para formar caráter, lapidar disciplina e ensinar perseverança.Porque o maior prêmio de um sonho, muitas vezes, não é alcançá-lo.É descobrir quem você precisou se tornar para merecê-lo.
Seu sonho vai colocar você à prova. Esteja preparado.Porque um sonho verdadeiro nunca aceita viver apenas no discurso.Ele pergunta, todos os dias, quanto você está disposto a renunciar para merecê-lo. Testa sua disciplina quando o entusiasmo desaparece. Mede sua coragem quando o medo parece maior que a esperança.O sonho não negocia com desculpas. Também não se acomoda diante de atalhos. Ele exige presença, constância e responsabilidade.Há dias em que ele será o primeiro pensamento ao amanhecer. Em outros, será a última inquietação antes de você dormir. Não para tirar sua paz, mas para lembrar que existe um lugar onde você ainda não chegou.O sonho conhece você melhor do que muitos ao seu redor. Conhece seus talentos, suas fragilidades, os medos que você revela e aqueles que esconde até de si mesmo.E, curiosamente, quanto maior o sonho, maior será a exigência que ele fará da pessoa que você precisa se tornar.Talvez seja por isso que os grandes sonhos nunca transformam apenas o destino. Eles transformam quem caminha até ele.No fim das contas, um sonho verdadeiro não existe apenas para ser realizado. Existe para formar caráter, lapidar disciplina e ensinar perseverança.Porque o maior prêmio de um sonho, muitas vezes, não é alcançá-lo.É descobrir quem você precisou se tornar para merecê-lo.
Pedro escreveu sua segunda carta num momento em que a maior ameaça à igreja já não vinha da perseguição, mas das falsas doutrinas que se infiltravam silenciosamente.Sua resposta foi clara: o antídoto contra o engano é o verdadeiro conhecimento de Cristo.Nesta mensagem aprendemos que:✔️ O conhecimento de Deus fortalece nossa identidade.✔️ Deus já nos concedeu tudo o que precisamos para viver uma vida piedosa.✔️ O crescimento espiritual exige dedicação e prática diária.✔️ Uma fé saudável produz caráter, perseverança e amor.✔️ Quem cresce no conhecimento de Cristo vive com a certeza da eternidade.Conhecer Jesus nunca foi apenas adquirir informação. É caminhar diariamente com Ele até que Sua vida seja refletida na nossa.
O Festival de Avignon arrancou a 4 de Julho, e junta, durante três semanas, milhares de pessoas, para esta 80ª edição. Este é o epicentro da história contemporânea do teatro, dirigido pelo encenador, dramaturgo e actor português Tiago Rodrigues. Este ano, há 47 espectáculos, dois de encenadoras lusófonas e a língua convidada é o coreano. Há uma maioria inédita de criadoras mulheres e a linha de força é um enorme ponto de interrogação estampado um pouco por todo o lado nas ruelas da cidade francesa. O teatro anda à solta, sem rédeas, pela cidade de Avignon. Bem-vindos ao “país do teatro, à república independente das artes performativas”, nas palavras e na companhia de Tiago Rodrigues, um dos fazedores desta “fábrica de memórias inesquecíveis para o público”. Uma dessas “memórias” é a primeira maratona teatral em português, de dez horas, com a apresentação, a 12 e 13 de Julho, da Trilogia Cadela Força de Carolina Bianchi. Outra é o espectáculo de cinco horas do francês Julien Gosselin, “Maldoror”, que Tiago Rodrigues acredita que “vai marcar as próximas décadas do teatro francês, europeu e mundial”. E outra, ainda, é a peça “Um julgamento - Depois do inimigo do povo” que descreve como “uma interpretação magistral de uma história do repertório agora reescrita, repensada por Christiane Jatahy e Wagner Moura e com um elenco magistral à volta de Wagner Moura que tem uma prestação absolutamente sublime”. Nesta 80ª edição, “os questionamentos” são a bandeira de um festival que sempre foi sintoma e espelho dos tempos que correm. Este é também “um espaço de liberdade onde os artistas e o público se podem exprimir com toda a liberdade”, reitera o artista, destacando que “em França, como noutros países da Europa e do mundo, a liberdade de expressão e de criação estão a ser ameaçadas”. Mais ainda, em França – diz – “já não se trata apenas de uma ameaça, mas de ataques repetidos em vários territórios”. E, assim, a menos de um ano das próximas eleições presidenciais em França, onde a extrema-direita cresce, Tiago Rodrigues, enquanto director desta instituição e não apenas como cidadão e autor de “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas”, toma já posição e pede às pessoas para não deixarem a extrema-direita chegar ao Palácio do Eliseu. Tiago Rodrigues, português, emigrante, inscreve-se numa longa linhagem histórica de emigração portuguesa para França, mas esta é também uma história familiar e é a história que inspira o seu próximo espectáculo, revelou à RFI em primeira mão. O pai, Rogério Rodrigues, exilou-se em França durante o Estado Novo, o filho é agora o director do maior festival francês de artes cénicas e serve com a sua arte o que chama de “dívida de gratidão” que tem com a sociedade francesa por ter acolhido o pai quando este precisava. RFI: Queria começar com uma expressão que o Tiago Rodrigues gosta muito de usar, que é “o país do teatro”. O festival está na 80ª edição. Até que ponto Avignon continua a ser a capital mundial do teatro? Tiago Rodrigues, Director do Festival de Avignon: “Eu acho que cada vez mais, com o passar do tempo, aquilo que era uma utopia imaginada por Jean Vilar, o encenador que em 1947 funda este festival logo a seguir à Segunda Guerra Mundial, numa sociedade muito dividida e pensa que talvez um festival durante as férias das pessoas - e é preciso relembrar que as férias pagas eram uma novidade na época - durante as férias pagas das pessoas, podia ser um festival que permitisse ao público viver experiências que eles não teriam oportunidade, nem tempo para viver durante o ano, portanto, grandes aventuras teatrais em lugares monumentais que obrigariam a viajar. E é assim que nasce esta ideia, esta utopia de um país do teatro. Um lugar onde viajamos como quem viaja para fazer turismo, como quem viaja para se repousar. E aqui viajamos, sim, pelo turismo, pelo repouso, mas sobretudo pela descoberta dos espectáculos, pela descoberta de uma grande quantidade de estéticas e de visões de um mundo muito diferentes entre si. O tempo fez com que, ao fim de 80 edições, possamos dizer que este é o país do teatro, a república independente das artes performativas. O público vem precisamente com essa sede de ver espectáculos que talvez não tivesse tempo de ver durante o ano. Por exemplo, 'Maldoror', o espectáculo de Julian Gosselin, um grande encenador que dirige o teatro do Odéon, um dos teatros nacionais franceses, e que faz um espectáculo de cinco horas, poderíamos dizer que cinco horas é ambicioso, mas é um espectáculo magistral. O que nós vemos é que ao fim das cinco horas, por volta das duas e meia, três da manhã, todo o público está lá, aplaudiu de pé e viveu essa aventura colectiva que é singular, que só se vive em Avignon, estar num palácio sob as estrelas e ver uma obra de arte que, no meu entender, este ‘Maldoror' vai marcar as próximas décadas do teatro francês, europeu e mundial.” É português, é o primeiro director estrangeiro a dirigir o festival. Esta é a sua quarta edição como director. Conhece os talentos e as dificuldades das artes performativas portuguesas, brasileiras, de dança contemporânea moçambicana e cabo-verdiana, por exemplo, mas este ano só há duas peças lusófonas no cartaz… “Eu permito-me corrigir o “só”, “só há”. O Festival de Avignon é um festival de nomes de expressão mundial e, portanto, é um festival que tem que estar atento a tudo o que se passa no mundo. Saber que, por exemplo, este ano há duas artistas brasileiras e saber que estas duas artistas brasileiras lusófonas, Christiane Jatahy e Carolina Bianchi, que são duas das grandes artistas desta edição, são duas artistas que vêm de um só país lusófono, numa possibilidade de mais ou menos - é discutível a quantidade de países que existe no mundo, mas digamos que são duas centenas, porque depois há questões de legitimidade de algumas fronteiras, etc - mas digamos que em 200 países haver dois espectáculos, ambos vindos do Brasil ou de criadores brasileiros, criadoras neste caso, é, de qualquer das formas, um foco muito importante, uma atenção muito importante. Há muitos países que não estão representados no festival. Este ano, há uma representação de 14 países e, portanto, digamos que a maioria dos países do mundo não estão presentes no ano. A criação lusófona tem duas presenças e, portanto, acho que estamos numa quantidade, numa proporção muito benéfica para a criação lusófona.” Mas o que eu queria mesmo saber - e já percebeu onde quero chegar - é quando é que Avignon vai convidar a língua portuguesa? “Bom, o que eu posso dizer é que recentemente fui reconduzido para um segundo mandato, portanto, serei director do Festival até 2030. E estou muito feliz, muito vaidoso mesmo dessa possibilidade, mas também é um grande privilégio e uma grande responsabilidade também. E sem dúvidas que a língua portuguesa, eu digo desde o início, tem todo o mérito, toda a riqueza, toda a diversidade contemporânea e, sobretudo, toda a grande qualidade das criadoras e dos criadores, sejam portugueses, brasileiros, moçambicanos, angolanos, cabo-verdianos para estar presente no festival. Eu recordo que a lusofonia tem estado muito presente nos últimos anos no festival. No ano passado, a abertura do festival fez-se com uma artista cabo-verdiana, Marlene Monteiro Freitas, foi a primeira vez que Cabo Verde esteve na Cour d'Honneur du Palais des Papes e abriu este festival, ainda por cima no ano em que se celebrava os 50 anos da independência desse país-irmão do meu país-natal, Portugal. E, portanto, temos feito um trabalho de abertura, de aproximação do público de Avignon à criação lusófona ou em língua portuguesa. Sem dúvida que até 2030 a língua portuguesa será certamente uma das línguas convidadas no festival.” A Carolina Bianchi vem ao Festival de Avignon pela segunda vez para apresentar não só o terceiro capítulo da sua Trilogia Cadela Força aqui iniciada, como a trilogia completa, o que perfaz dez horas seguidas de maratona teatral. Isto também é histórico. Já houve maratonas teatrais em Avignon, mas em língua portuguesa, se calhar não… “Em língua portuguesa nunca houve uma aventura destas e estamos muito felizes de poder acompanhar a Carolina e toda a sua equipa da Companhia Cara de Cavalo nisto, que é uma aventura inédita. É o tipo de aventuras que só se pode viver em Avignon, dez horas de teatro. Antes que Carolina Bianchi fosse conhecida do público francês ou europeu, apresentámo-la pela primeira vez em 2023 e logo na altura sabíamos que estávamos comprometidos com continuar a acompanhar a sua trilogia. Entretanto, Carolina Bianchi ganhou o Leão de Prata da Bienal de Veneza, tornou-se numa artista absolutamente reconhecida a nível não apenas europeu, mas mundial. Queríamos estar no lugar do término desta trilogia, a acompanhar a aventura até ao fim e, sobretudo, permitir ao público de descobrir pela primeira vez a trilogia completa inédita. É uma grande aventura para a companhia, que exige enormemente. Também exige do público e das equipas técnicas e de acolhimento. Estamos muito felizes aqui em Avignon de poder propor ao público estas aventuras, porque, como nós costumamos dizer, nós queremos ser uma fábrica de memórias inesquecíveis. E é isso que queremos propor: uma memória inesquecível ao público.” A encenadora brasileira Christiane Jatahy também traz uma peça com um forte teor político. Qual é este alerta também em língua portuguesa que esta peça traz para os dias de hoje? “Christiane Jatahy, acompanhada de Wagner Moura, grande actor que foi este ano nomeado para os Óscares, que ganhou o Globo de Ouro, que ganhou o prémio de interpretação masculina em Cannes no ano passado e, portanto, de alguma forma, é um dos grandes protagonistas deste festival, juntaram-se para - ele actor, ela encenadora, mas ambos como autores do texto deste espectáculo - nos apresentarem um espectáculo que não é uma adaptação de ‘Um Inimigo do Povo' de Henrik Ibsen, mas que se inspira dessa história do dramaturgo norueguês para inventar um processo em tribunal onde se pergunta se alguém que denunciou a contaminação das águas de uma cidade é um herói que tentou ajudar as pessoas, salvar a saúde das pessoas, ou se é um inimigo do povo, alguém que destruiu a economia dessa cidade que dependia das termas, de um spa e dos turistas que vinham. Há um julgamento dessa pessoa e é um julgamento muito também sobre o risco dos julgamentos populares em opinião pública na época das redes sociais, na época em que toda a gente pode exprimir uma opinião, caluniar, difamar e destruir uma reputação publicamente muito facilmente. É uma questão de debate sobre a legitimidade de um gesto político de denúncia, sobre o diálogo entre saúde pública e a economia, essa tensão, também sobre a ecologia muito presente no espectáculo e é, sobretudo, uma interpretação magistral de uma história do repertório agora reescrita e repensada por Christiane Jatahy e Wagner Moura, com um elenco magistral à volta de Wagner Moura, que tem uma prestação absolutamente sublime. Uma peça que nos chega agora de Lisboa, esteve mesmo agora em Portugal em digressão e que é o resultado de uma encomenda que o Festival de Avignon fez com o Holland Festival de Amsterdão e com o Festival de Edimburgo, que são os três festivais europeus fundados no mesmo verão de 1947. Juntos queremos colaborar, continuar a colaborar também para o ano, quando fizermos 80 anos os três festivais e, para este início de colaboração, lançámos o desafio a Christiane Jatahy e a Wagner Moura de criar esta peça e estamos muito felizes. É uma das peças pilar da programação do festival este ano. E muito feliz também que seja a segunda peça falada em português.” Desde a sua primeira edição como director artístico do festival, apresentou “Na Medida do Impossível” e “By Heart” em 2023, “Hécuba, não Hécuba”, em 2024, “A Distância”, em 2025. Antes de ser director, já tinha apresentado “António e Cleópatra”, “Sopro” e “O Cerejal”. Este ano não apresenta peça sua. Posso perguntar porquê? “Porque acho que é importante que o meu trabalho artístico esteja sempre ao serviço do festival e nunca o contrário. E isso exige equilíbrio. Exige, no meu entender - e é a escolha responsável que eu tento fazer - que o meu trabalho não esteja necessariamente sistematicamente presente enquanto artista na programação do festival para deixar espaço a outros, para permitir precisamente que o festival não trabalhe a meu favor, mas o contrário, que quando eu apresento um trabalho, uma peça, um espectáculo no Festival de Avignon, seja para contribuir à programação e também contribuir, de certa maneira, à economia do festival. As digressões dos meus espectáculos produzem receitas que favorecem o festival e que nos permitem convidar outros artistas do festival. E, portanto, eu acredito que o director do Festival de Avignon ou a directora, se forem artistas, devem fazer o seu trabalho no festival, mas devem fazer com a medida que permite que seja o seu trabalho a estar ao serviço do festival e nunca o contrário, como disse. O Tiago Rodrigues é imigrante em França. Não vai poder votar nas presidenciais francesas do próximo ano porque é preciso nacionalidade francesa para isso. Como é que o autor de “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas” olha para estas eleições, nomeadamente depois de Marine Le Pen ter confirmado que se vai candidatar? “Não é apenas o autor de ‘Catarina e a Beleza de Matar Fascistas' ou o cidadão Tiago Rodrigues, mas é também o director do Festival de Avignon que toma posição e a posição é muito clara. O Festival de Avignon já pôde fazê-lo no passado, nas legislativas de 2024, que aconteceram ao mesmo tempo que o festival. O Festival de Avignon fez apelo a uma barragem à extrema-direita e, portanto, à União Nacional de Marine Le Pen, e fez um apelo ao voto no campo democrático. Eu não considero, o Festival de Avignon institucionalmente não considera, que a extrema-direita pertence ao campo democrático. A nossa posição é muito clara. Fazemos um apelo à participação nas eleições e é uma barragem clara, sem ambiguidades, à extrema-direita. Será também o caso para as presidenciais, como foi, aliás, para as municipais de Avignon, onde a extrema-direita perdeu uma derrota forte depois também de o festival ter tomado posição e ter anunciado que não trabalharia com a extrema-direita se esta tomasse o poder na cidade de Avignon. Felizmente não foi o caso e não será o caso, eu creio, também nas presidenciais. Sinto muita confiança na lucidez democrática das francesas e dos franceses.” Avignon é, historicamente, a cidade-teatro aberta à contestação, o festival sempre foi politicamente atravessado pelo seu tempo, como acaba de dizer, assim como em Maio de 68, os debates pós-coloniais, as crises migratórias. Este ano, qual é a causa a atravessar esta edição? “Cada Festival de Avignon é, por um lado, um sintoma de implicação com a actualidade, com os grandes fenómenos da actualidade e, portanto, a cada festival vemos novas questões, novas causas, novos debates a surgirem. E é também por isso que este ano quisemos celebrar esta 80ª edição, pondo as questões e os questionamentos no centro do discurso. Este é um festival que desde 1947, por 80 ocasiões, colocou questões ao mundo, as questões dos artistas, acompanhando os artistas a criar espectáculos que traduzem os seus questionamentos e permitindo ao público de se apropriar destas questões para ter os seus debates. O Festival é muito conhecido pelos seus debates, apaixonantes e apaixonados, por vezes bem intensos, e nós gostamos que seja assim. Gostamos que seja assim, aqui no Café das Ideias, onde estamos e onde acontecem todas as manhãs grandes debates, mas também nas ruas, nas praças, espontaneamente. Discutindo espectáculos, nós discutimos o mundo e questionamos o mundo. Este ano, como todos os anos, julgo que a questões que atravessam a actualidade, seja questões ligadas, por exemplo, às eleições presidenciais, questões ligadas à crise climática, às vagas de calor e à aceleração de medidas que os governos têm que tomar para combater a crise climática, defender a biodiversidade, mas também a vida e o bem-estar das pessoas e questões que são intemporais. Este ano temos, por exemplo, dois Hamlet, portanto, a questão de ‘ser ou não ser', que já existe há 400 anos, aqui está de novo. É esta mistura de questão política e questão íntima, de questão pública e questão individual, que anima a cada ano o festival que quer continuar a ser um festival de liberdade de expressão, de implicação com o mundo, mas com uma grande pluralidade de pontos de vista. Não é um festival de pensamento único que está aqui para convencer as pessoas seja do que for. É um espaço de liberdade onde os artistas e o público se podem exprimir com toda a liberdade, e deve dizer-se isto várias vezes, numa França onde, infelizmente vemos, como noutros países da Europa e do mundo, a liberdade de expressão e de criação a ser ameaçada. A França não é imune a isso. Já não se trata apenas de uma ameaça, mas de ataques repetidos em vários territórios de França. Aqui em Avignon, a primeira coisa que podemos fazer para responder a essa ameaça é praticar toda a liberdade de criação, toda a liberdade de expressão.” É essa a sua assinatura mais pessoal nesta edição? Reafirmar a liberdade de criação junto dos artistas, dar-lhes um espaço seguro aqui no festival? “Eu não acredito em assinaturas pessoais. Isto é o trabalho de mais de 700 pessoas que organizam este festival. O pensamento do festival não emana apenas de mim, é de dezenas de pessoas, de centenas de discussões, ele emana dos artistas e emana do público. E eu convido sempre quem me coloca essa questão de ‘Qual é a marca que tu, enquanto director, queres imprimir? Qual é o teu cunho pessoal?' O meu cunho pessoal é: Perguntem às pessoas na rua o que sentem em relação a este festival, como estão a vivê-lo. É permitir colocar-me ao serviço desta história, desta aventura colectiva que atravessa gerações. São os filhos que transmitiram aos netos, que transmitem aos vindouros este amor do teatro e este amor de poder juntar-se sem ser à volta de uma mesma ideia, juntar-se à volta do debate, à volta do facto de podermos estar juntos, felizes, a desfrutar das artes do teatro em desacordo. Este desacordo é o princípio do diálogo e o diálogo é o fundamento da democracia.” Falou da questão da filiação, da transmissão intergeracional. Está em França há quatro anos. Emigrou como o seu pai e como tantos milhares de portugueses o fizeram no século XX, durante a ditadura portuguesa. O seu pai foi acolhido pela França e o Tiago é convidado pela França para dirigir o maior festival de teatro francês, quando justamente há esta ameaça de a extrema-direita chegar ao poder. Isto é uma história que poderia dar uma peça de teatro. Qual é o poder simbólico desta história no contexto político actual? “Devo dizer que, enquanto director do Festival de Avignon, português, saber que estou ao serviço desta aventura, dos valores democráticos, republicanos, progressistas deste festival que é um festival também ecologista, feminista, anti-racista porque defende esses valores da democracia, da liberdade, da igualdade, da fraternidade, saber-me ao serviço destes valores, através deste festival, é para mim, de alguma forma, tentar também pagar a dívida de gratidão que tenho em relação à sociedade francesa que acolheu o meu pai quando o meu pai precisava de ser acolhido.” Obrigada por continuar a transmitir esta história e obrigada por também transmitir a história da emigração. “Vou dizê-lo para a RFI, é a primeira vez que falo disto publicamente: acho que será o tema do meu próximo espectáculo.”
Benedito Ruy Barbosa, autor de novelas icônicas, morre aos 95 anos em São Paulo. Tesla, Coca-Cola, Nestlé e eBay pedem que EUA não tarifem produtos do Brasil. Flávio Bolsonaro participa nesta terça de audiência nos EUA sobre tarifas de Trump a produtos brasileiros. Argentina, de Messi, enfrenta o Egito em jogo das oitavas da Copa. Doméstica resgatada em condomínio de luxo trabalhou sem salário por 55 anos com tarefas que começavam às 4h30 da manhã. Como a tadalafila virou febre nas redes sociais e por que médicos fazem um alerta.
Operação da PF prende secretária alvo de sanção dos EUA por suspeita de ligação com PCC e mais 6 pessoas; empresário está foragido. Jogos de Argentina e Colômbia encerram 1º mata-mata da Copa. Presa por morte de casal é suspeita de ter dopado e furtado primo de idosa assassinada dias antes do crime, diz polícia. Talheres, copos, luminárias, 10 mil guardanapos e até balde de gelo: chefs relatam furtos frequentes em restaurantes de SP. WhatsApp com nome de usuário: como reservar o seu? É seguro? Tire dúvidas sobre o novo recurso.
Todos desejam conhecer a vontade de Deus, especialmente quando precisam tomar grandes decisões. Mas será que essa é a principal preocupação das Escrituras? Em Colossenses 1.10, o apóstolo Paulo mostra que conhecer a vontade de Deus vai muito além de descobrir o próximo passo da vida; significa permitir que esse conhecimento transforme completamente quem somos. Uma igreja madura não é definida por seu tamanho, estrutura ou quantidade de atividades, mas por uma vida que busca agradar ao Senhor, produz frutos que permanecem e cresce continuamente no conhecimento de Deus. Nesta mensagem, refletiremos sobre as marcas que caracterizam uma comunidade verdadeiramente comprometida com Cristo e desafiados a avaliar se nossa caminhada tem sido moldada pela vontade de Deus ou apenas por nossos próprios interesses. Afinal, o verdadeiro conhecimento de Deus nunca termina em informação; ele sempre produz transformação.#igrejabatista #igrejanaoelugar #reflexão # #pregação #juntossomosmaisfortes
No Bate-Pronto, a equipe analisa o caminho da Seleção Brasileira no mata-mata da Copa do Mundo após a definição dos confrontos até uma possível semifinal. O Brasil terá uma trajetória acessível ou ainda encontrará grandes obstáculos na luta pelo hexacampeonato? O programa debate os possíveis adversários, as principais forças da chave brasileira, os confrontos mais aguardados das oitavas de final e quem chega mais forte na disputa pelo título, com muita informação, análise e opinião.
Eu conheço, e queria falar sobre isso.Primeiro, o paciente passa pela angústia do diagnóstico. Saber da doença e da necessidade de um transplante é algo assustador. Embora o transplante seja o único caminho, decidir por ele também não é algo tão simples.O processo até o transplante também é doloroso: internações, quimioterapia, encontrar um doador compatível. Uma "via crucis" ! Mas ao final, o milagre. O transplante é algo maravilhoso demais, grande demais, incrível demais.O Salmo 77 no verso 14 diz algo que nos remete a isso: "Tu és o Deus que operas maravilhas e, entre os povos, tens feito notório o teu poder."O Senhor opera maravilhas. E quantas ele faz durante um transplante? Deixa eu falar algumas: a inteligência dada aos médicos e demais profissionais para diagnóstico e tratamento; a possibilidade de se encontrar um doador como uma agulha num palheiro; a morte da velha medula e a "pega" da nova, entre tantas maravilhas.O Senhor opera maravilhas, e quantos Ele fez ontem num simples dia comum? Nosso Deus age tanto na difícil trajetória de alguém que fez transplante, como também na simplicidade do dia a dia. Só esteja atento e perceba.
Costa do Marfim e Noruega definem nesta terça-feira o adversário do Brasil nas oitavas da Copa do Mundo. Greve de rodoviários entra no 2º dia no Rio; categoria terá reunião de mediação no TRT e assembleia pela manhã. Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda. Imagens de satélite apontam quase 59 mil prédios possivelmente danificados após terremotos na Venezuela. Imposto de Renda 2026: Receita paga 2º lote de restituição nesta terça; veja o calendário.
Certidões, patrimônio e veto em convenções: MP quer cerco a facções nas candidaturas de 2026. Desenrola Adimplentes: governo lança nova etapa do programa para trabalhadores informais e devedores do Fies; veja regras. Venezuela registra novo tremor 5 dias após terremoto duplo de 4,6 de magnitude. Ataque a tiros na Alemanha deixa mortos e feridos; dois suspeitos são presos. Homem morre ao cair de trilha no RJ; vítima tinha subido em pedra para tirar foto. Resultado do Festival de Parintins 2026: apuração define campeão nesta segunda-feira.
Passagens Complementares:Gálatas 6,1Romanos 2,1
Limão caviar brasileiro: pérolas de suco, preço de ouro e agora cultivado aqui. Descubra a Faustrime, a primeira variedade nacional registrada pelo IAC
Conheça os Mizuno Neo feitos no Brasil (e outros modelos tb) - https://cnoar.run/MizunoNoCNANeste episódio do CNA News, você vai conhecer em detalhes a nova linha Mizuno Neo, desenvolvida em uma parceria exclusiva entre o Japão e o Brasil e fabricada localmente pela Vulcabrás para garantir alto controle de qualidade com excelente custo-benefício. São eles o Neo Vortex, Neo Aura (com versão knit e sem knit) e o Neo Pryzma. O programa também aborda o posicionamento rígido da Maratona e Meia de BH em relação ao cumprimento das regras oficiais de competição para quem disputa o pódio, além de expor a polêmica das infrações cometidas por um influenciador capixaba na Corrida da Ames e a ausência de posicionamento da federação local. Para fechar, trazemos uma análise sobre o mito do uso de mostarda contra cãibras e os riscos graves de correr utilizando o número de peito de outra pessoa.- Nova linha Mizuno Neo fabricada no Brasil pela Vulcabrás- Regras rígidas de competição na Maratona e Meia de BH- Polêmica com influenciador e a Federação Capixaba de Atletismo- O mito da mostarda contra cãibras sob a ótica da ciência- Os perigos e a irregularidade de correr com a inscrição de terceirosNossos cupons e links - https://cnoar.run/cuponsO Corrida no Ar News é produzido diariamente.
Não enterre seu dom: o poder de orar por quem você nem conhece - Jannayna Albuquerque by Verbo da Vida Sede
DIRETAMENTE DO YOUTUBE | Em maio de 2010, acontecia um dos grandes eventos da cultura roqueira e metalística, pouco antes de começar um show internacional por aqui. Um vídeo que se tornou viral, envolvendo um crítico de música sem papas na língua, um fã que não admitiria alguém falando mal da sua banda favorita e quatro músicos conhecidos por serem os bastiões do verdadeiro metal. E quer saber? EU ESTAVA LÁ!
Passagens Complementares:Apocalipse 3,20Romanos 9,15-16I Coríntios 1,26-28
O Deus que me conhece - Pr. Rômulo Augusto by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Campo Grande Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/cortes-brunetcastVocê sabe o que o pastor está pregando, mas já verificou se está na Bíblia?Tiago Brunet recebe o Teólogo, filósofo e historiador Presley Camargo, fundador de uma escola de formação de pregadores e autor de "História do Cristianismo Século por Século", para uma conversa que vai mudar a forma como você lê as Escrituras.Neste episódio:→ Por que o brasileiro tem dificuldade de interpretar a Bíblia→ Como foi decidido quais livros entrariam no cânon bíblico→ Quem foi Atanásio, o homem que salvou o cristianismo→ A história real por trás do nome "protestante"→ Como o culto que você conhece hoje foi construído→ Por que o conhecimento sofre preconceito dentro da própria igreja→ Maturidade cristã na prática: como reagir à crítica e ao elogio"Quem não lê a Bíblia vai ter que acreditar no que os outros falam." — Tiago Brunet
Existe uma coisa interessante sobre liderança: ela raramente nasce pronta.Neste episódio, nossa host Silvana Dias recebe Ingrid Paganini para uma conversa profunda e muito prática sobre senioridade, liderança e crescimento profissional.Ao longo do episódio, foram discutidos temas que vão muito além do cargo:O que realmente diferencia profissionais senioresComo desenvolver influência antes da liderança formalO papel da autonomia e da comunicação na construção de carreiraEstratégias reais para crescer profissionalmente em contextos complexosA trajetória da Ingrid passa por comunicação, negócios, tecnologia e transformação digital, trazendo uma visão muito rica sobre liderança construída na prática e não apenas no discurso.Um episódio especialmente valioso para profissionais que estão buscando mais protagonismo, impacto e clareza sobre os próximos passos da carreira.Conhece alguem que precisa muito dessa conversa? Compartilhe já!#ProductManagement #Leadership #WomenInTech #DigitalTransformation #Carreira #Liderança #Senioridade #Produto #TechLeadershipConvidada: Ingrid Paganini Host: Silvana Dias********Este episódio é patrocinado pelo Itaú!Se você, assim como a gente aqui na Mulheres de Produto, é fã de cultura de produto forte e quer saber como é Jeito Itaú de Produtar, dá uma olhada em: carreiras.itau.com.br/produto.
Neste vídeo, mergulhamos nas raízes da Inconfidência Mineira para separar o fato da ficção. Analisamos o cenário de asfixia tributária gerado pela "Derrama", o descontentamento da elite de Vila Rica e o papel real de Tiradentes como o elo entre os intelectuais iluministas e o povo. Exploramos também a polêmica construção da sua imagem pela República em 1889. Por que ele é retratado com barbas e cabelos longos, assemelhando-se a Jesus Cristo, se os registros militares indicam o contrário? Descubra como o marketing político do século XIX resgatou um personagem esquecido para criar o "Santo Cívico" do Brasil.
No dia em que Milton Hatoum assume uma cadeira na Academia Brasileira de Letras, tornando-se o primeiro escritor da Amazônia a fazê-lo , a Amazônia Latitude retoma uma palestra realizada em 2016, na Universidade do Estado do Amazonas. Nesta fala, ele revisita sua formação como leitor em Manaus, reflete sobre o papel da escola pública, a desigualdade como marca estrutural do país, e a literatura como forma de compreender o outro. Entre memórias pessoais e posicionamentos críticos, Hatoum articula uma visão de mundo em que o acesso ao conhecimento é também um gesto de autonomia, e de resistência. Um registro que atravessa tempo, território e experiência. Uma voz que, hoje, ganha novo peso.
O projeto ‘Saúde sem Boato’ foi criado durante a pandemia de Covid-19, quando aumentou a circulação de informações falsas sobre saúde. Saiba mais no episódio de hoje.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Entre no grupo de devocionais no WhatsApp:https://chat.whatsapp.com/F5x2IMHDCj4AwHidGXzf2kJesus conhece cada detalhe da sua história, desde antes mesmo de você existir. Nada do que você viveu, seja bom ou doloroso, passou despercebido aos olhos de Deus. Ele vê, entende e se importa com cada fase, cada luta e cada momento da sua caminhada.Assim como na história da mulher encurvada e do peixe engasgado, Deus não reage com acusação ou julgamento diante das dores. Ele não expõe, não condena, mas age com compaixão e cuidado, trazendo alívio e solução no tempo certo. Sua resposta não vem com peso, mas com graça.Aquilo que está preso dentro de você, suas dores, traumas ou feridas, não afastam Deus. Pelo contrário, Ele se aproxima para tratar, curar e restaurar. Ele sabe exatamente onde você está e o que você precisa, e continua agindo com amor em cada detalhe da sua vida.
Você conhece Allan Kardec? Conhece, mesmo? Qual o efetivo papel deste humano na Doutrina dos Espíritos? Você está preparado para passar a conhecer, de fato, Kardec?No dia convencionado como o "Dia do Espiritismo", vamos celebrar a data, com uma live no ECK. Porque foi em 18 de abril de 1857 que o Professor francês, reconhecido como um brilhante educador e com uma trajetória acima da média na educação francesa e europeia do Século XIX, publicou a primeira (e ainda incompleta) edição de "O livro dos Espíritos", a pedra fundamental da Filosofia Espírita.E, mais do que isso, é ANIVERSÁRIO DO ECK, pois nosso Coletivo completou, uma semana antes, no dia 11 de abril, o seu nono aniversário, consolidando-se como uma VOZ ATIVA que resgata as premissas fundamentais estruturadas por Kardec, numa construção que remete ao período de gestão do movimento espírita francês e europeu daqueles dias (1857-1869).Nos "Embalos de Sábado à Noite", tradicionais na programação do ECK, estaremos recebendo uma das mais lúcidas inteligências do meio espírita contemporâneo, o venezuelano Jon Aizpúrua, que volta à nossa bancada para nos apresentar um outro (e verdadeiro!) Allan Kardec. Nos debates, também a valiosa presença de Wilson Custódio (SP), estudioso e pesquisador espírita, membro do Conselho de Gestão do ECK e, na moderação, o Coordenador-Geral do Coletivo ECK, Marcelo Henrique, que costumeiramente realiza esta tarefa.Portanto, como "aperitivo" da live, pergunta-se:1) Se o Espiritismo existira SEM Kardec, como teria sido a formação e a constituição do Espiritismo? 2) Kardec teria contribuído para o surgimento de uma Religião Espírita? Em que medida? 3) Como restabelecer o "padrão Kardec" na métrica da mediunidade? 4) Falar em Filosofia e Ciência Espíritas, nos dias de hoje, é ELITIZAR o Espiritismo? 5) Como recuperar a prática mediúnica como um laboratório e um exercício, distanciando-a da idolatria e da "santidade"?6) O diálogo com a sociedade parece ser fundamental para a continuidade do Espiritismo. Mas, como dialogar com as ciências e outras expressões do pensamento humano a partir da premissa de ser, o Espiritismo, a "Terceira Revelação"?7) Qual a maior diferença teórica entre o Espiritismo de Kardec e o das obras mediúnicas brasileiras? Esta diferença é positiva ou negativa para o conhecimento espiritual?Vale lembrar, aqui, a expressão de Herculano Pires em relação à Doutrina Espírita, nas décadas de 1960/70: "Espiritismo o Grande Desconhecido (dos espíritas)", subtítulo, aliás, do seu livro "Curso Dinâmico de Espiritismo".Para esse debate que estará em nossa programação, nos "Embalos" do ECK, queremos motivar você a se fazer presente, ao vivo, para contribuir com comentários e questionamentos, dentro dos parâmetros da dialógica, da dialética, dos contraditórios, no espírito do livre pensar que caracteriza a Filosofia Espírita e repisa o trabalho de Allan Kardec (1804-1869).
Se você não conhece seu cliente, seu marketing erra. Nesse vídeo, a gente usa o caso da Sony para mostrar como falar com o público errado pode afastar quem realmente compra.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: MATEUS 6:25-34 PLANO DE LEITURA ANUAL: 1 SAMUEL 25–26; LUCAS 12:32-59 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Leandro, motorista de aplicativo, tomou rapidamente seu café à beira da estrada. A circulação de passageiros voltou à cidade após o fim dos bloqueios do COVID-19. O jogo de hoje significa mais passageiros, pensou. Recuperarei a renda perdida e posso parar de me preocupar. Prestes a voltar a dirigir, ele avistou Ronaldo num banco. O gari parecia preocupado, precisando conversar. Mas cada minuto conta, ponderou. Quanto mais passageiros, mais renda. Não posso demorar. Porém Leandro sentiu que Deus desejava que ele falasse com Ronaldo, então ele o fez. Jesus sabia como era difícil não se preocupar (MATEUS 6:25-27), portanto nos afirma que nosso Pai celestial sabe exatamente o que precisamos (v.32). Ele nos lembra de não nos sentirmos ansiosos, mas confiarmos nele e fazermos Sua vontade (vv.31-33). Ao aceitar e obedecer Seus propósitos, confiamos que o nosso Pai, que “veste com tamanha beleza as flores silvestres que […] amanhã são lançadas ao fogo”, proverá por nós de acordo com Sua vontade, assim como provê para toda a criação (v.30). Por fim, devido a conversa deles, o gari orou e tornou-se cristão. Leandro compartilhou: “E Deus ainda proveu-me com passageiros suficientes naquele dia, lembrou-me de que as minhas necessidades eram Sua preocupação e que eu deveria simplesmente segui-lo”. Por: KAREN HUANG
Não é feitiçaria, é tecnologia! Você já sentiu que seu celular sabe o que você quer antes mesmo de você decidir? Aperte o play e entre na toca do coelho para desvendar o mistério do algoritmo fofoqueiro!
A internet prometeu expansão, mas entregou um espelho que reduz quem você é ao que o algoritmo acha que você deve ser. Enquanto uma geração aprende a ter medo de ser estranha, culturas locais e identidades periféricas são apagadas pela lógica do engajamento.Neste episódio: como os algoritmos decidem o que é cultura, quem merece visibilidade e por que a curiosidade — aquela vontade de explorar o desconhecido — virou risco social.Entra no canal Periferia do Futuro pra continuar a conversa sem filtro: https://whatsapp.com/channel/0029VaaAULA8aKvNJZNFEv1A
TEMPO DE REFLETIR 01716 – 27 de março de 2026 Salmo 139:6 – Tal conhecimento é maravilhoso demais e está além do meu alcance; é tão elevado que não o posso atingir. O Salmo 139 é chamado “a coroa dos Salmos” e é um dos mais belos da Bíblia. Nele, três atributos de Deus são salientados: onisciência, onipresença e onipotência. É um poema com expressões sintonizadas àquilo que sentimos e experimentamos. Davi ficou maravilhado pelo modo tão pleno pelo qual Deus o conhecia. Nenhum movimento, nenhum detalhe, nada escapa ao Seu conhecimento. Não podemos imaginar como é o conhecimento de Deus. Cada aspecto da nossa vida está aberto diante dEle. Dessa forma, pensamentos, ações, palavras, motivos, Ele os conhece todos. Mesmo tendo em mente que Deus sabia tudo sobre ele, Davi não se sentia ameaçado nem amedrontado por esse fato. Nenhum evento toma Deus de surpresa. Ele também conhece todos os mistérios nas várias esferas do conhecimento humano. Deus não faz nenhuma descoberta e jamais é surpreendido. Não fica espantado, admirado nem maravilhado com nada. Seu conhecimento é pleno, absoluto, completo. Não há segredos para o Senhor, e Ele não precisa buscar informações a nosso respeito. Deus sabe o que pensamos antes de termos pensado. Os namorados gostariam muito de ter essa capacidade, de ler o pensamento um do outro. O que será que a Gabriela está pensando? O que será que o Marcelo está pensando? Nenhum de nossos caminhos está escondido de Deus. “Senhor, Tu me sondas e me conheces” (Sl 139:1). Ele conhece o meu interior. Sabe quando estou lá em cima e lá embaixo. Sabe quando tudo é sol, céu azul, realização, amor. E sabe, também, quando o céu está escuro, quando estou sozinho e com medo do que possa vir. Deus está familiarizado com nosso dia a dia. Conhece nosso itinerário. Ele traça nossa viagem e as paradas nos locais de descanso. Sabe nosso passado, presente e futuro. Conhecendo em detalhe como nos conhece, mesmo assim Ele tem um carinho especial por nós e continua nos amando. Ninguém vai nos conhecer melhor do que Deus, e ninguém vai nos amar e aceitar melhor do que Ele. O que Davi quis salientar nesse salmo não foi o fato de que Deus conhece todos os segredos e mistérios do Universo. O que Davi salientou foi o fato de que Deus nos conhece perfeitamente. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, obrigado por nos conheceres perfeitamente. Ajuste, por favor, aquilo que precisa ser ajustado; mude aquilo que precisa ser mudado! Toma conta de todas as coisas! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Mafalda Livermore foi exonerada do cargo de vogal dos serviços sociais da autarquia, depois de uma investigação ter revelado que arrendava habitações alegadamente clandestinas a imigrantes. A namorada de Bruno Mascarenhas, vereador do Chega na Câmara de Lisboa, decidiu desfiliar-se do partido. No entanto, internamente, há pedidos de figuras fortes para que o vereador ceda o seu lugar na autarquia. Os casos com autarcas eleitos pelo partido sucedem-se, tendo perdido oito vereadores apenas cinco meses depois das eleições a nível local. No Parlamento discute-se também as vagas por preencher para vários órgãos externos, como o Tribunal Constitucional, e o PSD entende que o partido de André Ventura deve ter uma palavra a dizer. A análise de José Eduardo Martins e Pedro Delgado Alves no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 19 de março. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Carlos Hoyos, business advisor, coach executivo global sênior, membro da Forbes Coaches Council, CEO/Founder do Elite Leader Institute, bestseller internacional, autor de 8 livros, e host do Podcast Líder de Elite, conversou com Marcello Lacroix sobre Engenharia de Gente — a arte de desenvolver pessoas, sustentar processos que funcionam e elevar o nível de consciência dentro das organizações.Neste episódio, Marcello Lacroix, simplificador de processos e facilitador de mudanças, apresenta uma visão prática e humana: processo bom gera fluidez, e quando existe conflito, ruído ou estresse recorrente, muitas vezes o problema não é “a pessoa” — é a falta de clareza de processo e de propósito. Ele também compartilha um conjunto de 5 perguntas simples para diagnosticar maturidade organizacional (processos existem, estão descritos, estão disponíveis, são usados e funcionam?), além de reflexões sobre responsabilidade, vulnerabilidade e a frase que o norteia: “Conhece-te a ti mesmo.”Pontos Chave: Engenharia de Gente, Pessoas como conteúdo, Propósito-forma-conteúdo, Qualidade de processos, Diagnóstico de processos, Desenvolvimento de equipes, Autoconhecimento, Liderança na prática.Siga o Podcast Líder de Elite para mais conversas transformadoras.#processos #altaperformance #autoconhecimento #gestaodetimes #governança #networking #liderança
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Terceira pesquisa Meio/Ideia mostra que 44% dos eleitores admitem votar em um senador que defenda o impeachment de ministros do Supremo — 75% entre os que estão a par do caso Master. Cidades de vários países estão proibindo propaganda de carros para conter emissões de carbono. Bon Jovi vai ganhar cinebiografia. E Ministério da Justiça aciona TikTok por trend que encena violência contra mulheres.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Influenciadores, celebridades e empresas descobriram que errar é quase inevitável — mas saber pedir desculpas virou habilidade de sobrevivência pública. Na era da internet, pronunciamentos são dissecados em tempo real: tom de voz, escolha de palavras, cenário, emoção e até figurino entram no julgamento coletivo. Neste episódio, o Braincast analisa como os pedidos de desculpa se transformaram em um verdadeiro gênero da comunicação digital, os limites entre sinceridade e performance e por que algumas falas acalmam crises enquanto outras inflamam ainda mais. Para entender esse cenário, Carlos Merigo, Bia Fiorotto e Hiago Vinícius conversam com Ana Paula Passarelli, a Passa, cofundadora da Brunch e uma das principais especialistas em creator economy e reputação digital no Brasil. 04:54 - Pauta 01:21:00 - QEAB -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios! https://www.youtube.com/channel/UCGNdGepMFVqPNgaCkNBdiLw/join --
Fabrício Camões, o Morango, faixa-preta da Academia Gracie Tijuca e veterano do UFC, conta a história real do Jiu-Jitsu brasileiro nos anos 90. Da luta épica de 27 minutos contra Anderson Silva (sem luvas) até a construção de um legado ao lado de Letícia Ribeiro em San Diego, Fabrício revela os bastidores do Vale Tudo, a essência da defesa pessoal e o que significa ser professor de Jiu-Jitsu após décadas no tatame. Uma aula de resiliência, humildade e paixão pelo esporte.
Apuração define campeã do carnaval do Rio nesta quarta, e metade das notas será descartada; entenda. Virginia reage a novo caso de racismo contra Vini Jr: 'Estou com ele em todo momento'. Dos beijos de Bruna e Shawn às polêmicas nos trios: veja o que bombou no carnaval 2026. Ressaca com fim do carnaval? Saiba o que o álcool faz no fígado, no cérebro e como aliviar os sintomas. Lula sanciona reajuste para servidores da Câmara, Senado e TCU, e veta valores acima do teto constitucional. Socorristas enfrentam tempestade de inverno para resgatar 6 sobreviventes de uma avalanche na Califórnia.
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#325 – Como lidar com turnover do mercado de trabalho”. Nele, Angela Duarte, Head de Operações, e Fernanda Camargos, Head de Pessoas, ambas da dti digital, revelam por que muitos líderes sabem o que fazer para reter talentos, mas poucos conseguem executar essas estratégias de forma consistente. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Impacto do turnover no mercado; Perda de conhecimento especializado; Custos de integração de talentos; Cultura do herói; Conexão humana como estratégia; Líderes que desenvolvem pessoas. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, analiso Thirst (2009), filme de Park Chan-wook que transforma o mito do vampiro em uma investigação profunda sobre fé, desejo, culpa e colapso moral.Longe do romantismo tradicional do gênero, Thirst apresenta o vampirismo como patologia, contágio e degradação ética, articulando horror corporal, erotismo inquietante e uma crítica radical às estruturas morais da civilização.A partir de sua relação com o romance Thérèse Raquin, de Émile Zola, o filme revela como a liberação do desejo não conduz à liberdade, mas à dissolução dos limites éticos e do próprio sujeito.Para quem se interessa por cinema de horror, filosofia, estética do corpo e narrativas sombrias, este episódio propõe uma escuta lenta e reflexiva.Leia a crítica completa no site:https://tavernadolugarnenhum.com.br/resenha/thirst/
TEMPO DE REFLETIR 01629 – 30 de dezembro de 2025 Lucas 15:31 – Então lhe respondeu o pai. Meu filho, tu sempre estás comigo, tudo o que é meu é teu. Em extremos opostos, os dois filhos preocupavam o pai. Um, tão franco e amante da brincadeira, do divertimento; o outro, retraído e astuto. Como poderia ele ajudá-los a descobrir valores que tivessem importância? Que fizessem o mais novo se preocupar com os outros? Como poderia o mais velho ver-se como totalmente egocêntrico e calculista? O mais novo veio tropeçando pelo caminho em farrapos. O pai tinha cogitado esse momento, mas isto estava além dos seus piores sonhos. Para onde tinha ido a alegria do jovem? Quem havia posto o temor naqueles olhos? Seu coração clamava por esse rapaz triste, em retorno de uma amarga lição sobre a vida. “Correu para ele”. Teve compaixão. Posteriormente ele regozijou-se com o filho que não sabia ser conivente e astuto, contudo, veio com o que imaginava ser um plano astuto. Enganar seu pai pedindo para ser um servo? O pai o leu antes mesmo que ele pronunciasse as palavras. Ele não necessitava de um emprego necessitava de amor e restauração. Não tinha nenhum plano à mão para lidar com o jovem mais velho. Como poderia ter predito a arrogante e furiosa reação? Como poderia aquela mente soberba ir tão longe a ponto de rejeitar a irmandade? Não via que se não tivesse nenhum irmão também não teria nenhum pai? Antes que o jovem irado abaixasse o seu dedo acusador, o pai fez tudo o que ele sabia. Suplicou-lhe, lembrando-lhe do que ele era, do que estava guardado para ele. “Filho, não necessitas de um cabrito. Nunca tiveste um para uma festa e amigos. O que necessitas é do meu amor. Certamente isto deve ser suficiente”. Quando as barreiras sobem, que pode Deus fazer? Ele pode ver a necessidade. Conhece os pensamentos sinuosos. Compreende as tristes justificativas. Repele os esquemas de retribuição ou serviço para pacificar o premente senso de culpa. Tem a resposta para eles. Deixe-Me dar, diz Ele. Não tente dar ainda. Deixe-Me ser o Doador. Para aqueles que não têm nada da celebração do amor de Deus, a tarefa se torna mais difícil. O Pai suplica e continua suplicando. “Tudo o que Eu tenho é teu”, diz Ele. “Não estou mais pobre porque odeia teu irmão. Fico mais rico dando Meu amor. Não queres tomar tua parte?” Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, que lições preciosas podemos tirar desta parábola do filho pródigo. Muitas vezes somos o filho mais velho, enciumado e orgulhoso; em outras, somos o filho mais novo, querendo desfrutar de um mundo que não tem nada para oferecer. Ajuda-nos, por favor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Chegamos ao último episódio do podcast Caos Corporativo de 2025!
Robson Morelli repercute os principais assuntos do Esporte, diariamente, às 8h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Passagens Complementares:Salmo 139 (138),1-2
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Flávio Bolsonaro é nomeado candidato à presidência da República para 2026 pelo PL. Morre Frank Gehry, canadense que popularizou a computação gráfica na arquitetura. Bolsa Família impulsiona mobilidade social e 70% dos jovens saem do programa em 10 anos. Metrô de São Paulo passa a funcionar, de forma experimental, 24 horas aos sábados. Mutirão de perícias médicas do INSS atenderá 19 mil pessoas em todo o Brasil.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Brasil descobriu quais os adversários da fase de grupos da Copa do Mundo de Futebol de 2026. Antes do sorteio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu o prêmio "Fifa Pela Paz", que foi entregue pela primeira vez pela entidade máxima do futebol. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, e o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, também participaram do evento representando as outras sedes. Cada líder tirou a bolinha do próprio país e depois posaram para uma foto em conjunto. O Brasil caiu no Grupo C. A seleção estreia contra o Marrocos, quarta colocada na última edição. Depois, enfrenta as seleções do Haiti e da Escócia, consideradas mais fracas. O Brasil vai jogar na costa leste dos Estados Unidos. As cidades ainda serão confirmadas. E ainda: Mais de 14 toneladas de produtos falsificados são apreendidos no Rio de Janeiro.
Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira
O cantor e compositor do RPM fala sobre o pai militar, a infância em Florianópolis, a carreira de jornalista, a visão madura sobre as drogas, a maturidade e os gibis do Homem-Aranha