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Originalmente exibido em 25.06.2024. Ator, diretor, professor e teatrólogo, Amir Haddad é múltiplo nas artes cênicas. O mineiro internacionalmente reconhecido por seu trabalho nas artes cênicas foi um dos fundadores do Teatro Oficina e criador dos grupos de teatro 'A Comunidade' e o Grupo Tá na Rua. E para dar conta de sua obra, o Ciência e Letras sobre ele foi dividido em duas partes. Neste episódio abordaremos a trajetória de Amir Haddad. Para falar sobre o assunto, o apresentador Renato Farias conversa com o próprio Amir Haddad. // CRÉDITOS ROTEIRO E APRESENTAÇÃO RENATO FARIAS // PRODUÇÃO CARLA COUTINHO// EDIÇÃO FELIPE DAVID RODRIGUES// DIRETORA DE TV CINTIA ALBUQUERQUE//DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA DANIEL NEVES//OPERADORES DE CAMERA SEBLEN MANTOVANI E TOTA PAIVA//TÉCNICO DE SOM MARCITO VIANNA//DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI//COORDENAÇÃO DE CONTEÚDO DÉBORA GARCIA//COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUZA// PRODUÇÃO EXECUTIVA RAPHAEL UCHOA//CONTROLLER LUIZ HENRIQUE RIBEIRO//COORDENAÇÃO TÉCNICA BEM-HUR MACHADO//COORDENADOR DE FINALIZAÇÃO PABLO FRENCH// PRODUÇÃO PLANO GERAL FILMES// REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE E EDITORA FIOCRUZ***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Dois óbitos e uma série de outras reações adversas estão sob investigação. Outros imunizantes contra dengue seguem sendo utilizados sem problemas pelo SUS. Ministro Nunes Marques, presidente do TSE, suspende pesquisa que apontou queda de Flávio Bolsonaro. Pressionados por Trump, Israel e Irã prometem interromper ataques. E documentário “Rua do Pescador, nº 6”, de Bárbara Paz, é premiado em festival de cinema na Itália.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Curtiu este conteúdo? Queremos te conhecer!Venha fazer parte desta família! .Rua Tupi, N°115 - Retiro, Volta Redonda - RJ. (Rua próxima à passarela da CSN na Beira-Rio). Encontros aos Domingos, 10h!..Link do Google Maps: https://maps.app.goo.gl/yEwwqS4XVZwpT7vu5.Se você entende que o que estamos fazendo é importante de alguma forma para você ou para outras pessoas, por favor, contribua!O nosso pix é pelo e-mail eusou@capela.churchSeja Grato! Seja Generoso!.Nosso website: https://capela.church/.Nos siga nas redes sociais:https://www.youtube.com/@CapelaChurch?sub_confirmation=1https://www.instagram.com/capelachurchhttps://www.facebook.com/capelachurch.
Você já ouviu falar em Alimentos Gravídicos? Trata-se de uma pensão que garante o sustento da gestante e do bebê durante a gravidez, cobrindo despesas como alimentação, saúde e cuidados essenciais. É um direito assegurado por lei. A gestante pode buscar juridicamente os alimentos gravídicos se o pai da criança não assumir voluntariamente, por exemplo. A saúde dela e do bebê vem em primeiro lugar. Para entender mais sobre os Alimentos Gravídicos, confira a Rádio Ciência na Rua de hoje, com a participação da professora do Departamento de Direito da UFOP, Iara Antunes.Ficha TécnicaProdução: Maria Caroline CarmoEdição de Texto: Patrícia ConscienteEdição de áudio e sonoplastia: Aurélio Bernardi
Pr. Marcos Perin - Pregação realizada na noite do dia 31/06/2026 , na Igreja Batista Regular da Pituba, localizada à Rua das Hortências, 536, Pituba, Salvador - Bahia.
Pr. Marcos Perin - Pregação realizada na manhã do dia 31/05/2026, na Igreja Batista Regular da Pituba, localizada à Rua das Hortências, 536, Pituba, Salvador - Bahia.
Pr. Marcos Perin - Pregação realizada na noite do dia 24/05/2026, na Igreja Batista Regular da Pituba, localizada à Rua das Hortências, 536, Pituba, Salvador - Bahia.
Pr. Marcos Perin - Pregação realizada na manhã do dia 24/05/2026, na Igreja Batista Regular da Pituba, localizada à Rua das Hortências, 536, Pituba, Salvador - Bahia.
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A primeira semana de junho marca a Semana Mundial da Hemocromatose, com o objetivo de aumentar a conscientização sobre a doença. A hemocromatose é uma condição caracterizada pelo acúmulo excessivo de ferro nos órgãos. É uma doença que exige atenção e cuidado, por ser, em muitos casos, silenciosa. A toxicidade do metal pode levar a sérios danos em órgãos vitais, como fígado, coração e pâncreas, se não for diagnosticada e tratada. No Rádio Ciência na Rua de hoje, a médica hematologista Luciana Quintão, atuante em Ouro Preto, traz mais informações sobre como prevenir e cuidar dessa patologia.Aperte o play e ouça agora!!Ficha TécnicaProdução: Giovanna Ávila e Manuela ResendeEdição de Texto: Patrícia ConscienteEdição de áudio e sonoplastia: Aurélio Bernardi
Pr. Marcos Perin - Pregação realizada na manhã do dia 17/05/2025, na Igreja Batista Regular da Pituba, localizada à Rua das Hortências, 536, Pituba, Salvador - Bahia.
Pr. Marcos Perin - Pregação realizada na noite do dia 17/05/2026, na Igreja Batista Regular da Pituba, localizada à Rua das Hortências, 536, Pituba, Salvador - Bahia.
Pr. Guilherme Roxo - Pregação realizada na manhã do dia 10/05/2026, na Igreja Batista Regular da Pituba, localizada à Rua das Hortências, 536, Pituba, Salvador - Bahia.
Pr. Marcos Perin - Pregação realizada na noite do dia 03/05/2026, na Igreja Batista Regular da Pituba, localizada à Rua das Hortências, 536, Pituba, Salvador - Bahia.
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Pr. Marcos Perin - Pregação realizada na noite do dia 26/04/2026, na Igreja Batista Regular da Pituba, localizada à Rua das Hortências, 536, Pituba, Salvador - Bahia.
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Pr. Marcos Perin - Pregação realizada na noite do dia 19/04/2026, na Igreja Batista Regular da Pituba, localizada à Rua das Hortências, 536, Pituba, Salvador - Bahia.
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
Pr. Marcos Perin - Pregação realizada na manhã do dia 19/04/2026, na Igreja Batista Regular da Pituba, localizada à Rua das Hortências, 536, Pituba, Salvador - Bahia.
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Acompanhe a transmissão da Asics Golden Run SP - https://cnoar.run/AsicsGoldenRunSP_aovivoCorra a ASICS RUN CHALLENGE - https://runchallenge.com.brUse o cupom CORRIDANOAR10 para ter 10% OFFNeste episódio do CNA News, analisamos os números surreais da São Paulo City Marathon, que teve suas inscrições esgotadas com impressionantes 32.300 corredores no total. Discutimos o crescimento vertiginoso da meia maratona do evento e como ela já ameaça os números de outras gigantes do Brasil. Também trazemos os detalhes, expectativas e a previsão do tempo para as provas do fim de semana: Golden Run de São Paulo (que terá nossa transmissão ao vivo!), Meia do River Shopping em Petrolina pelo Campeonato Brasileiro de Corrida de Rua, Maratona Nilson Lima de Uberlândia, Maratona Oficial de BH e a desafiadora Rio do Rastro Marathon. E, claro, a nossa tradicional leitura de comentários.Nossos cupons e links - https://cnoar.run/cuponsO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Luiz Biajoni está de volta ao Rabiscos para falar de João Malho (Ed. Rua do Sabão), seu novo romance e seu retorno à literatura pornográfica. Em uma conversa provocadora e sem filtros, o autor fala sobre liberdade criativa, conservadorismo, cancelamento e a chatice de uma literatura preocupada demais em agradar. Para envio de livros e postagens: Tadeu Rodrigues Caixa Postal nº 129 CEP: 37701-010 - Poços de Caldas - MG Acompanhe, curta, compartilhe! Siga-nos | Instagram: @podcastrabiscos | @tadeufrodrigues | email: podcastrabiscos@gmail.com |
O colectivo Rua das Pretas apresentou o álbum “Povo Brasileiro”, esta terça-feira, no Studio L'Hermitage, em Paris. “Se eu falo português, minha terra é aqui” canta-se na música “Cartão do Cidadão” e ouviu-se em Paris, no concerto de apresentação deste disco-manifesto. O trabalho é um encontro entre sonoridades e músicos de três continentes, uma viagem entre o Brasil, Cabo Verde e Portugal, que nos mergulha na ancestralidade que nos une, que traz à tona a História da escravatura e do colonialismo e que alerta contra a xenofobia nos tempos que correm. A RFI falou com Pierre Aderne, Ana Margarida Prado e Jenifer Soledad nesta escala musical do grupo em Paris. “Povo Brasileiro” foi concebido pelo músico Pierre Aderne a partir do livro “O Povo Brasileiro”, do antropólogo Darcy Ribeiro. O disco junta músicos do colectivo Rua das Pretas que Pierre Aderne criou há mais de dez anos em Lisboa, sendo o 13° disco de Pierre Aderne e o terceiro do colectivo. Aproveitámos o concerto no L'Hermitage para falar com o cantor, compositor e produtor que nasceu em França, é filho de um casal luso-brasileiro, e vive há vários anos em Portugal. A fadista portuguesa Ana Margarida Prado e a cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad também participaram na conversa que culminou com os três a cantarem “Se eu falo português, minha terra é aqui”, um verso da música “Cartão de Cidadão” e a linha de força do disco. “Todo o mundo é emigrante”, lembra Pierre Aderne que descreve o álbum como uma “lavagem espiritual de caravelas” que mergulha na “ancestralidade que nos une” e que traz “a História à tona”. Aqui, nas canções “Mãe Preta” e “Benguela”, por exemplo, recorda-se o tráfico de pessoas escravizadas e a resistência do povo quilombola. Este é também um álbum de festa colectiva e de união, simbolizadas pelo tema “Um Menino chamado Brasil”, em que ouvimos “Se sou de Angola eu sou Brasil, sou Cabo Verde eu sou Brasil, sou Moçambique eu sou Brasil, sou Portugal eu sou Brasil, sou da Guiné eu sou Brasil, sou São Tomé eu sou Brasil”. No fundo, o disco é “um encontro entre três continentes”, resume Ana Margarida Prado, a voz que se destaca no fado “Nossa terra é o mar” e em que se ouve “Portugal tu és feito de Brasil... Portugal tu és feito de Abril”. “Se eu falo português, minha terra é aqui” RFI: Como descrevem o disco “Povo Brasileiro”? Pierre Aderne, Músico: “No ‘Povo Brasileiro' a gente tenta contar, de forma litero-musical, a história da nossa criação enquanto povo, da chegada dos portugueses no Brasil, dos africanos cem anos mais tarde, dessa multiculturalidade que nos formou, dessa língua portuguesa que navegou por caravelas e foi-se misturando também com iorubá, com as linguagens bantu, kikongo, kimbundo, tupi-guarani. O álbum conta um pouco disso com essas canções, quer dizer, mostrando um pouco essa narrativa do que Darcy Ribeiro nos ensinou a partir do livro dele ‘O Povo Brasileiro'”. Quem foi Darcy Ribeiro e como é que ele se lê nas entrelinhas ou directamente no disco? “O Darcy Ribeiro foi um dos maiores educadores e antropólogos brasileiros contemporâneos, fundador da Universidade de Brasília, do sistema de ensino público mais estrutural que era um CIEPs [Centros Integrados de Educação Pública]. Darcy Ribeiro escreveu na casa de Maricá, no Rio de Janeiro, onde a gente gravou o álbum o livro ‘O Povo Brasileiro', que é mais ou menos aquilo que eu falei no início e que conta um pouquinho essa história. Eu comecei a compor as músicas há cinco anos, num momento difícil que o mundo vive da intolerância, do discurso de ódio, principalmente em Portugal, um país tão bonito e tão pequenino e que acabou também sendo vítima desse tipo de comportamento por parte dos políticos e depois pela população. Eu comecei a compor algumas canções e a primeira delas foi ‘Cartão de Cidadão', uma canção-manifesto, uma canção de intervenção, minha e do Moacyr Luz. Quando recebemos o convite da Prefeitura de Maricá para gravar o álbum, eu descobri que, na verdade, mesmo sem saber, a gente já estava fazendo uma banda sonora para o livro ‘O Povo Brasileiro' do Darcy. E dessa vez, regressando ao Brasil, nessa caravela com músicos de três continentes, o que seria isso, essa lavagem espiritual das caravelas? Olha como a gente é bonita misturada.” Quem são esses músicos a bordo da caravela? Temos aqui duas... “Bom, temos aqui a fantástica, fundamental, incontornável fadista portuguesa Ana Margarida Prado, uma fadista intelectual. O campo intelectual de Portugal, se tiver que escolher, vai escolher a Aldina Duarte e a Ana Margarida Prado. A gente colabora há muito tempo. Ela participou na génese da ‘Rua das Pretas' há mais de dez anos. Sempre flirtava, chegava no final dos concertos e eu convidei-a para se juntar a esta caravela. Aqui está também a incrível cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad, uma das vozes mais bonitas da música de Cabo Verde contemporânea e que eu tinha muita vontade de estar com com a Jenifer e de a trazer para este bando, junto com Nilson Dourado, que está hoje com a gente, Felipe Bastos, Rúben da Luz e Letícia Malvares. A Jenifer Soledad está fazendo hoje o que a Zulu, que é uma outra jovem cantora de Cabo Verde, também muito talentosa, fez no álbum.” Jenifer, o que é que o álbum tem de Cabo Verde? Jenifer Soledad, Cantora: “Quando se fala do povo brasileiro, automaticamente eu me reconheço ali porque os ritmos e a história também é um pouco da nossa história, nós fomos carregados nos navios. Acho que a mistura bonita deste trabalho vem de se reconhecer dentro deste álbum porque eu sinto o chorinho, eu sinto o samba que também em Cabo Verde existe, mas chamado de outra forma, como a coladeira que tem misturas com o samba, e tem alguns solos de instrumentos que me leva a Cabo Verde. E é muita saudade, como sempre, o povo cabo-verdiano é muita saudade. Culturalmente, sinto-me dentro deste álbum, faço - falando pelo meu povo fazemos - parte das mensagens que estão ali dentro.” Ana Margarida, em relação ao fado em que canta “Portugal tu és feito de Brasil ... Portugal, tu és feito de Abril”. Este fado é um cravo na lapela que soa a Brasil... Ana Margarida Prado, Fadista: “A primeira coisa que eu sinto que levo é a língua, a língua portuguesa que nós levámos para o Brasil. Eu como fadista e alem de fadista, sempre gostei muito destes encontros e é uma felicidade poder trazer o fado também para este encontro entre estes três continentes. A mensagem que eu acho importante está num tema que nós cantamos que é uma versão de um tema muito conhecido aqui em França, ‘Barco Negro', mas cantamos a versão original, a ‘Mãe Preta'. Para mim, foi muito importante dar voz a este lamento, a este grito, a esta lavagem das caravelas, como o Pierre fala, falar em temas como a escravatura e é bom ser uma portuguesa a dar voz a estes temas.” Pierre Aderne: “É um fado composto originalmente por dois brasileiros, Caco Velho e Piratini, e ganhou na ditadura [Estado Novo] uma nova letra porque foi censurada. A nova letra é belíssima também, de David Mourão-Ferreira, 'Barco Negro'. Quando alguém canta o 'Barco Negro' numa casa de fado de Alfama, Mouraria, passando pela Madragoa, também tem esse lamento. Quer dizer, como é que eu vou falar de uma coisa tão delicada e horrorosa e dolorida, não é? E ele achou as metáforas dele na letra do Barco Negro, que é extremamente bonita também. A versão original foi primeiro gravada por Maria da Conceição. Depois, Amália tornou esse fado realmente muito conhecido. Poucos brasileiros sabem que esse fado é um fado composto por brasileiros, assim como Amália também gravou ‘Lua Luar', que é um lamento sertanejo, assim como ela voltou do Rio de Janeiro e trouxe “Xu Xu”. Então, aquilo que a gente estava falando e respondendo à tua primeira pergunta, eu acho que esse álbum, de alguma forma, volta a colocar a bandeira atrás da língua. Quando a gente escuta uma música na rádio, a gente escuta primeiro a língua e depois a gente vai atrás da bandeira. Só que na música de língua portuguesa, acho que passamos demasiado tempo colocando a bandeira à frente da língua. Quer dizer, onde é que está esse limite? Onde é que somos limítrofes nessa relação de integração e interação? O que é meu? O que é teu? O que é cabo-verdiano, português e brasileiro? Na verdade, nós temos as patentes de tudo que a gente construiu.” Não há o risco de se despertarem velhos fantasmas do lusotropicalismo? De que forma é que este disco e as canções que vocês escolheram e criaram fazem uma certa reconciliação histórica perante aquilo que o opressor português fez durante séculos? “Eu não sei. Por exemplo, A gente teve a capa do Globo, teve também muitas críticas boas aqui na França em uma semana, com o próprio Le Monde, e curiosamente, em Portugal, em que a gente sempre teve uma visibilidade muito grande pelos programas na RTP, pelos coliseus, a gente teve apenas uma matéria em Portugal, apenas um jornalista resolveu falar desse tema, que foi o Nuno Pacheco, do Público.” O Público escreveu, em 2024, que o Pierre Aderne mudou a cena cultural de Lisboa com o projecto Rua das Pretas... “Agradeço. Mas, enfim, eu acho que realmente em Portugal, talvez este álbum não concilie neste momento, talvez seja uma pedra no sapato de muita gente, não é?” Mas o objectivo é conciliar? “Não. O objectivo é trazer a história à tona. Cada um vai procurar a sua forma de se conciliar com isso. Acho que a primeira forma, se eu fosse parte de algum partido de oposição em Portugal, era criar um museu do colonialismo, da escravatura. Ferreira Gullar dizia que a arte existe porque a vida por si só não basta. Então, todos os assuntos que são polémicos - eu já passei por isso tantas vezes nos últimos cinco anos em Portugal - eles não se resolvem nunca na prosa, mas eles se resolvem na poesia. Eu acho que é uma forma de a gente entregar para as pessoas um conteúdo que pode ser inconveniente para algumas pessoas, mas que certamente com essa multiculturalidade e essas melodias talvez faça com que as pessoas amaciem um pouco. Até porque quem deu escala para a língua portuguesa foi África, foi o Brasil. Eu compus a primeira música que deu nome ao primeiro álbum de António Zambujo lançado no Brasil e eu mostrei para um director de gravadora no Brasil da Sony Music e ele era português e falou para mim: ‘Ah, já sei, aquele fadista que não canta fado, não é?' Porquê? Porque era novo, porque se estava aproximando do Brasil, da sonoridade. E hoje a gente vê como é que esses artistas portugueses ganham escala. A Carminho canta Tom Jobim, o Zambujo canta Chico Buarque. Ou seja, é se apropriar do que é nosso, é a nossa ancestralidade que nos une.” Em “Um menino chamado Brasil” ouvimos: “Se sou de Angola, eu sou Brasil. Sou Cabo Verde, eu sou Brasil. Sou Moçambique, eu sou Brasil. Sou Portugal, eu sou Brasil. Sou da Guiné, eu sou Brasil. Sou São Tomé, eu sou Brasil” - É um manifesto de união, daí a minha pergunta de há pouco sobre se é uma tentativa de reconciliação e até de perdoar tudo aquilo que os portugueses fizeram... “Não. Eu acho que não tem perdão até porque não foi o povo português pobre como a minha família de Ourém que colonizou os seus ancestrais. Quem colonizou foram as oligarquias, as grandes famílias que estão também no Rio de Janeiro, na Bahia e em São Paulo. Quando uma babá preta empurra um carrinho de bebé de um branco, que trabalha sete dias por sete, quer dizer, eu acho que é transversal esse comportamento dessas oligarquias até hoje. Mas vale lembrar também que o grito de independência do Brasil foi dado por um português em 1822, ou seja, foi uma briga de família e Dom Pedro: 'independência ou morte'. Eu acho que não é isso. Você falou desse fado que é um fado na lapela, esse tema meu e do Moacyr Luz, ‘Nossa terra é o mar'. A primeira frase não é minha, é de um compositor do Império Serrano maravilhoso e ele mandou-me uma frase: ‘Em Portugal não fui jamais, embora de lá tenha vindo.' E eu emendei: ‘Graças aos meus ancestrais que mostraram a língua quando eu estava parindo'. É importante para nós, africanos, brasileiros e quem fez o teste de genoma como eu - que sou Magrebe também, 10 por cento africano do Norte - é importante que a gente saiba o que aconteceu. Cabo Verde não era sequer habitado e o crioulo nasceu pela imposição da língua portuguesa. É o seguinte: não busca reconciliar. Não é fácil essa história, mas é interessante a gente assimilar. Como os alemães fizeram com o Holocausto e eles morrem de vergonha do Holocausto. Você vai no Japão - eu tenho nove álbuns lançados no Japão - e eu vou lá e tem o Museu de Hiroshima e Nagasaki. Eles fazem também o mea culpa de algumas coisas. Ou seja, é importante a gente saber quando a gente errou.” Este álbum acaba por ser o “Cartão do Cidadão” dessa multiculturalidade tricontinental, entre aspas? “Vou ser sintético: ‘Vou falar mais uma vez: se eu falo português, minha terra é aqui.” Ana Margarida Prado: “Eu acho que também se celebra o encontro de tudo aquilo que se criou. Vamos passar uma mensagem do bom que nós juntos criámos.” Pierre Aderne: “O Atlântico é o Atlântico. Ele uniu e esmagou, mas é tão interessante sermos atlânticos. A gente vê o que acontece também nos Estados Unidos: os povos originários são realmente os grandes povos. Todo o mundo é emigrante.”
O colectivo Rua das Pretas apresentou o álbum “Povo Brasileiro”, esta terça-feira, no Studio L'Hermitage, em Paris. “Se eu falo português, minha terra é aqui” canta-se na música “Cartão do Cidadão” e ouviu-se em Paris, no concerto de apresentação deste disco-manifesto. O trabalho é um encontro entre sonoridades e músicos de três continentes, uma viagem entre o Brasil, Cabo Verde e Portugal, que nos mergulha na ancestralidade que nos une, que traz à tona a História da escravatura e do colonialismo e que alerta contra a xenofobia nos tempos que correm. A RFI falou com Pierre Aderne, Ana Margarida Prado e Jenifer Soledad nesta escala musical do grupo em Paris. “Povo Brasileiro” foi concebido pelo músico Pierre Aderne a partir do livro “O Povo Brasileiro”, do antropólogo Darcy Ribeiro. O disco junta músicos do colectivo Rua das Pretas que Pierre Aderne criou há mais de dez anos em Lisboa, sendo o 13° disco de Pierre Aderne e o terceiro do colectivo. Aproveitámos o concerto no L'Hermitage para falar com o cantor, compositor e produtor que nasceu em França, é filho de um casal luso-brasileiro, e vive há vários anos em Portugal. A fadista portuguesa Ana Margarida Prado e a cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad também participaram na conversa que culminou com os três a cantarem “Se eu falo português, minha terra é aqui”, um verso da música “Cartão de Cidadão” e a linha de força do disco. “Todo o mundo é emigrante”, lembra Pierre Aderne que descreve o álbum como uma “lavagem espiritual de caravelas” que mergulha na “ancestralidade que nos une” e que traz “a História à tona”. Aqui, nas canções “Mãe Preta” e “Benguela”, por exemplo, recorda-se o tráfico de pessoas escravizadas e a resistência do povo quilombola. Este é também um álbum de festa colectiva e de união, simbolizadas pelo tema “Um Menino chamado Brasil”, em que ouvimos “Se sou de Angola eu sou Brasil, sou Cabo Verde eu sou Brasil, sou Moçambique eu sou Brasil, sou Portugal eu sou Brasil, sou da Guiné eu sou Brasil, sou São Tomé eu sou Brasil”. No fundo, o disco é “um encontro entre três continentes”, resume Ana Margarida Prado, a voz que se destaca no fado “Nossa terra é o mar” e em que se ouve “Portugal tu és feito de Brasil... Portugal tu és feito de Abril”. “Se eu falo português, minha terra é aqui” RFI: Como descrevem o disco “Povo Brasileiro”? Pierre Aderne, Músico: “No ‘Povo Brasileiro' a gente tenta contar, de forma litero-musical, a história da nossa criação enquanto povo, da chegada dos portugueses no Brasil, dos africanos cem anos mais tarde, dessa multiculturalidade que nos formou, dessa língua portuguesa que navegou por caravelas e foi-se misturando também com iorubá, com as linguagens bantu, kikongo, kimbundo, tupi-guarani. O álbum conta um pouco disso com essas canções, quer dizer, mostrando um pouco essa narrativa do que Darcy Ribeiro nos ensinou a partir do livro dele ‘O Povo Brasileiro'”. Quem foi Darcy Ribeiro e como é que ele se lê nas entrelinhas ou directamente no disco? “O Darcy Ribeiro foi um dos maiores educadores e antropólogos brasileiros contemporâneos, fundador da Universidade de Brasília, do sistema de ensino público mais estrutural que era um CIEPs [Centros Integrados de Educação Pública]. Darcy Ribeiro escreveu na casa de Maricá, no Rio de Janeiro, onde a gente gravou o álbum o livro ‘O Povo Brasileiro', que é mais ou menos aquilo que eu falei no início e que conta um pouquinho essa história. Eu comecei a compor as músicas há cinco anos, num momento difícil que o mundo vive da intolerância, do discurso de ódio, principalmente em Portugal, um país tão bonito e tão pequenino e que acabou também sendo vítima desse tipo de comportamento por parte dos políticos e depois pela população. Eu comecei a compor algumas canções e a primeira delas foi ‘Cartão de Cidadão', uma canção-manifesto, uma canção de intervenção, minha e do Moacyr Luz. Quando recebemos o convite da Prefeitura de Maricá para gravar o álbum, eu descobri que, na verdade, mesmo sem saber, a gente já estava fazendo uma banda sonora para o livro ‘O Povo Brasileiro' do Darcy. E dessa vez, regressando ao Brasil, nessa caravela com músicos de três continentes, o que seria isso, essa lavagem espiritual das caravelas? Olha como a gente é bonita misturada.” Quem são esses músicos a bordo da caravela? Temos aqui duas... “Bom, temos aqui a fantástica, fundamental, incontornável fadista portuguesa Ana Margarida Prado, uma fadista intelectual. O campo intelectual de Portugal, se tiver que escolher, vai escolher a Aldina Duarte e a Ana Margarida Prado. A gente colabora há muito tempo. Ela participou na génese da ‘Rua das Pretas' há mais de dez anos. Sempre flirtava, chegava no final dos concertos e eu convidei-a para se juntar a esta caravela. Aqui está também a incrível cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad, uma das vozes mais bonitas da música de Cabo Verde contemporânea e que eu tinha muita vontade de estar com com a Jenifer e de a trazer para este bando, junto com Nilson Dourado, que está hoje com a gente, Felipe Bastos, Rúben da Luz e Letícia Malvares. A Jenifer Soledad está fazendo hoje o que a Zulu, que é uma outra jovem cantora de Cabo Verde, também muito talentosa, fez no álbum.” Jenifer, o que é que o álbum tem de Cabo Verde? Jenifer Soledad, Cantora: “Quando se fala do povo brasileiro, automaticamente eu me reconheço ali porque os ritmos e a história também é um pouco da nossa história, nós fomos carregados nos navios. Acho que a mistura bonita deste trabalho vem de se reconhecer dentro deste álbum porque eu sinto o chorinho, eu sinto o samba que também em Cabo Verde existe, mas chamado de outra forma, como a coladeira que tem misturas com o samba, e tem alguns solos de instrumentos que me leva a Cabo Verde. E é muita saudade, como sempre, o povo cabo-verdiano é muita saudade. Culturalmente, sinto-me dentro deste álbum, faço - falando pelo meu povo fazemos - parte das mensagens que estão ali dentro.” Ana Margarida, em relação ao fado em que canta “Portugal tu és feito de Brasil ... Portugal, tu és feito de Abril”. Este fado é um cravo na lapela que soa a Brasil... Ana Margarida Prado, Fadista: “A primeira coisa que eu sinto que levo é a língua, a língua portuguesa que nós levámos para o Brasil. Eu como fadista e alem de fadista, sempre gostei muito destes encontros e é uma felicidade poder trazer o fado também para este encontro entre estes três continentes. A mensagem que eu acho importante está num tema que nós cantamos que é uma versão de um tema muito conhecido aqui em França, ‘Barco Negro', mas cantamos a versão original, a ‘Mãe Preta'. Para mim, foi muito importante dar voz a este lamento, a este grito, a esta lavagem das caravelas, como o Pierre fala, falar em temas como a escravatura e é bom ser uma portuguesa a dar voz a estes temas.” Pierre Aderne: “É um fado composto originalmente por dois brasileiros, Caco Velho e Piratini, e ganhou na ditadura [Estado Novo] uma nova letra porque foi censurada. A nova letra é belíssima também, de David Mourão-Ferreira, 'Barco Negro'. Quando alguém canta o 'Barco Negro' numa casa de fado de Alfama, Mouraria, passando pela Madragoa, também tem esse lamento. Quer dizer, como é que eu vou falar de uma coisa tão delicada e horrorosa e dolorida, não é? E ele achou as metáforas dele na letra do Barco Negro, que é extremamente bonita também. A versão original foi primeiro gravada por Maria da Conceição. Depois, Amália tornou esse fado realmente muito conhecido. Poucos brasileiros sabem que esse fado é um fado composto por brasileiros, assim como Amália também gravou ‘Lua Luar', que é um lamento sertanejo, assim como ela voltou do Rio de Janeiro e trouxe “Xu Xu”. Então, aquilo que a gente estava falando e respondendo à tua primeira pergunta, eu acho que esse álbum, de alguma forma, volta a colocar a bandeira atrás da língua. Quando a gente escuta uma música na rádio, a gente escuta primeiro a língua e depois a gente vai atrás da bandeira. Só que na música de língua portuguesa, acho que passamos demasiado tempo colocando a bandeira à frente da língua. Quer dizer, onde é que está esse limite? Onde é que somos limítrofes nessa relação de integração e interação? O que é meu? O que é teu? O que é cabo-verdiano, português e brasileiro? Na verdade, nós temos as patentes de tudo que a gente construiu.” Não há o risco de se despertarem velhos fantasmas do lusotropicalismo? De que forma é que este disco e as canções que vocês escolheram e criaram fazem uma certa reconciliação histórica perante aquilo que o opressor português fez durante séculos? “Eu não sei. Por exemplo, A gente teve a capa do Globo, teve também muitas críticas boas aqui na França em uma semana, com o próprio Le Monde, e curiosamente, em Portugal, em que a gente sempre teve uma visibilidade muito grande pelos programas na RTP, pelos coliseus, a gente teve apenas uma matéria em Portugal, apenas um jornalista resolveu falar desse tema, que foi o Nuno Pacheco, do Público.” O Público escreveu, em 2024, que o Pierre Aderne mudou a cena cultural de Lisboa com o projecto Rua das Pretas... “Agradeço. Mas, enfim, eu acho que realmente em Portugal, talvez este álbum não concilie neste momento, talvez seja uma pedra no sapato de muita gente, não é?” Mas o objectivo é conciliar? “Não. O objectivo é trazer a história à tona. Cada um vai procurar a sua forma de se conciliar com isso. Acho que a primeira forma, se eu fosse parte de algum partido de oposição em Portugal, era criar um museu do colonialismo, da escravatura. Ferreira Gullar dizia que a arte existe porque a vida por si só não basta. Então, todos os assuntos que são polémicos - eu já passei por isso tantas vezes nos últimos cinco anos em Portugal - eles não se resolvem nunca na prosa, mas eles se resolvem na poesia. Eu acho que é uma forma de a gente entregar para as pessoas um conteúdo que pode ser inconveniente para algumas pessoas, mas que certamente com essa multiculturalidade e essas melodias talvez faça com que as pessoas amaciem um pouco. Até porque quem deu escala para a língua portuguesa foi África, foi o Brasil. Eu compus a primeira música que deu nome ao primeiro álbum de António Zambujo lançado no Brasil e eu mostrei para um director de gravadora no Brasil da Sony Music e ele era português e falou para mim: ‘Ah, já sei, aquele fadista que não canta fado, não é?' Porquê? Porque era novo, porque se estava aproximando do Brasil, da sonoridade. E hoje a gente vê como é que esses artistas portugueses ganham escala. A Carminho canta Tom Jobim, o Zambujo canta Chico Buarque. Ou seja, é se apropriar do que é nosso, é a nossa ancestralidade que nos une.” Em “Um menino chamado Brasil” ouvimos: “Se sou de Angola, eu sou Brasil. Sou Cabo Verde, eu sou Brasil. Sou Moçambique, eu sou Brasil. Sou Portugal, eu sou Brasil. Sou da Guiné, eu sou Brasil. Sou São Tomé, eu sou Brasil” - É um manifesto de união, daí a minha pergunta de há pouco sobre se é uma tentativa de reconciliação e até de perdoar tudo aquilo que os portugueses fizeram... “Não. Eu acho que não tem perdão até porque não foi o povo português pobre como a minha família de Ourém que colonizou os seus ancestrais. Quem colonizou foram as oligarquias, as grandes famílias que estão também no Rio de Janeiro, na Bahia e em São Paulo. Quando uma babá preta empurra um carrinho de bebé de um branco, que trabalha sete dias por sete, quer dizer, eu acho que é transversal esse comportamento dessas oligarquias até hoje. Mas vale lembrar também que o grito de independência do Brasil foi dado por um português em 1822, ou seja, foi uma briga de família e Dom Pedro: 'independência ou morte'. Eu acho que não é isso. Você falou desse fado que é um fado na lapela, esse tema meu e do Moacyr Luz, ‘Nossa terra é o mar'. A primeira frase não é minha, é de um compositor do Império Serrano maravilhoso e ele mandou-me uma frase: ‘Em Portugal não fui jamais, embora de lá tenha vindo.' E eu emendei: ‘Graças aos meus ancestrais que mostraram a língua quando eu estava parindo'. É importante para nós, africanos, brasileiros e quem fez o teste de genoma como eu - que sou Magrebe também, 10 por cento africano do Norte - é importante que a gente saiba o que aconteceu. Cabo Verde não era sequer habitado e o crioulo nasceu pela imposição da língua portuguesa. É o seguinte: não busca reconciliar. Não é fácil essa história, mas é interessante a gente assimilar. Como os alemães fizeram com o Holocausto e eles morrem de vergonha do Holocausto. Você vai no Japão - eu tenho nove álbuns lançados no Japão - e eu vou lá e tem o Museu de Hiroshima e Nagasaki. Eles fazem também o mea culpa de algumas coisas. Ou seja, é importante a gente saber quando a gente errou.” Este álbum acaba por ser o “Cartão do Cidadão” dessa multiculturalidade tricontinental, entre aspas? “Vou ser sintético: ‘Vou falar mais uma vez: se eu falo português, minha terra é aqui.” Ana Margarida Prado: “Eu acho que também se celebra o encontro de tudo aquilo que se criou. Vamos passar uma mensagem do bom que nós juntos criámos.” Pierre Aderne: “O Atlântico é o Atlântico. Ele uniu e esmagou, mas é tão interessante sermos atlânticos. A gente vê o que acontece também nos Estados Unidos: os povos originários são realmente os grandes povos. Todo o mundo é emigrante.”
Edward Ó Sé, Ceannasaí Stáisiún Dóiteán na Ceathrún Rua & Jimmy Ó Loideáin, An Cheathrú Rua ag labhairt faoin tine sléibhe a bhí ar an mbaile inné.
Curtiu este conteúdo? Queremos te conhecer!Venha fazer parte desta família! .Rua Tupi, N°115 - Retiro, Volta Redonda - RJ. (Rua próxima à passarela da CSN na Beira-Rio). Encontros aos Domingos, 10h!..Link do Google Maps: https://maps.app.goo.gl/yEwwqS4XVZwpT7vu5.Se você entende que o que estamos fazendo é importante de alguma forma para você ou para outras pessoas, por favor, contribua!O nosso pix é pelo e-mail eusou@capela.churchSeja Grato! Seja Generoso!.Nosso website: https://capela.church/.Nos siga nas redes sociais:https://www.youtube.com/@CapelaChurchhttps://www.instagram.com/capelachurchhttps://www.facebook.com/capelachurch.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) terá representação na equipe técnica de apoio responsável pela atualização do Guia de Atuação Ministerial – Defesa dos Direitos das Pessoas em Situação de Rua, instrumento de referência nacional voltado ao fortalecimento da atuação ministerial na proteção de direitos fundamentais desse público em condição de vulnerabilidade.
Qual é a diferença entre o SkyFoam Speed Rocker e o Skyfoam Aero da Fila? A Maratona de Londres conseguiu mais um recorde: o de inscritos na loteria; um giro dos resultados das maratonas brasileiras do final de semana e da Meia Internacional de Florianopolis Oakberry, que foi palco da etapa Sul do Campeonato Brasileiro de Corrida de Rua.Nossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
El rapero de São Paulo Criolo, el pianista de Recife Amaro Freitas y el cantante portugués de origen caboverdiano Dino D´Santiago realizan una travesía por el Atlántico Negro en un disco sin título: 'E se livros fossem liquidos', 'Você não me quis', 'Menina do coco de Carité', 'No vento de nós', 'Ela é foda', 'Anoitecer' y 'Hoje eu vi você'. También con músicos de tres continentes, brasileños, portugueses y caboverdianos, Pierre Aderne y su proyecto Rua das Pretas dan voz a lo que el Atlántico aplastó y creó en el disco 'Povo brasileiro' con canciones como la que le da título, 'Um menino chamado Brasil', 'Nossa terra é o mar' o 'Benguela'. Y Lucas Santtana firma 'Brasiliano', con la idea guía de un portugués influenciado por el tupí guaraní e idiomas africanos y con el que celebra lenguas surgidas de la familia latina, con 'Línguas gerais' -con participación de Osmo Puccion y Tainara Takuá-, 'Liga -con el dúo Cocanha-, 'Strati di tempo' -con Dimartino- o 'Battre des ailes' -con Piers Faccini-.Escuchar audio
A suplementação alimentar consiste no uso de produtos que complementam a alimentação, fornecendo nutrientes como vitaminas, minerais, proteínas, aminoácidos e fibras. Os suplementos podem ser indicados principalmente para pessoas com deficiências nutricionais, atletas, idosos ou indivíduos com necessidades específicas. Embora possam trazer benefícios, o uso sem orientação pode causar efeitos indesejados à saúde. Para entender mais sobre o que são os suplementos alimentares, quando são indicados e quais cuidados devemos ter, acompanhe este Rádio Ciência na Rua, que conta com a participação da professora do Departamento de Alimentos (DEALI) da Universidade Federal de Ouro Preto e especialista em compostos bioativos, fitoterápicos e suplementos nutricionais, Fernanda Guimarães Drummond e Silva.Ficha TécnicaProdução: Larissa AntunesEdição de Texto: Patrícia ConscienteEdição de áudio e sonoplastia: Aurélio Bernardi
Rua das Pretas, proyecto musical con sede en Lisboa del brasileño Pierre Aderne, publica el disco 'Povo Brasileiro' una relectura simbólica de las rutas Atánticas con músicos caboverdianos, portugueses y brasileños y canciones en su mayoría música de Moacyr Luz y letras de Aderne: 'Um menino chamado Brasil', 'Nossa terra é o mar', 'Capoeira é minha escola', 'Alafim', 'Oxalá é quem manda' y la canción que le da título. Del disco 'Filhos de Vila', del pianista Amílton Godoy y el armonicista Gabriel Grossi, 'Bachianinha nº1' de Paulinho Nogueira, 'Batida diferente' de Mauricio Einhorn y Durval Ferreira, 'Lôro' de Egberto Gismonti y 'Chovendo na roseira' de Jobim -que Tierney Sutton canta en inglés con el título de 'Double rainbow'-. Cierra el guitarrista Biréli Lagrène con 'Anjo de mim' de Ivan Lins. Escuchar audio
No dia em que sobe ao palco do Coliseu dos Recreios lotado, Nuno Ribeiro é convidado de Daniel Oliveira no Alta Definição, numa entrevista onde revela o seu percurso, desafios e o lado mais íntimo da sua vida. Nuno Ribeiro fala de um caminho feito entre o Norte e Lisboa, dividido entre o conforto das origens e a necessidade de arriscar para cumprir um sonho que nunca deixou de o inquietar. Assume-se em constante reinvenção, movido por uma ambição tranquila e por uma luta interior: fazer com que reconheçam o rosto por trás das canções. Recorda uma infância simples, onde a música e a família eram tudo, e onde a ingenuidade lhe dava leveza. Algo que sente ter perdido ao tornar-se mais pensativo e exigente consigo próprio. Neste Alta Definição de 18 de abril, na SIC, o cantor revela fragilidades que o moldaram, desde problemas de saúde a medos que ainda hoje carrega, como a dificuldade em estar sozinho. Fala de uma família que é alicerce absoluto, de pais que tudo deram e a quem tenta retribuir em gestos simples. O sonho construiu-se devagar: recusas, bares, rua, dúvidas e persistência. Nunca deu nada como garantido. Entre perdas marcantes e o amor que o transformou, o autor de êxitos como "Maria Joana" reconhece-se hoje mais leve, mais focado e mais grato. Vive com receio de que tudo possa acabar, mas é precisamente esse medo que o mantém fiel ao trabalho. No fim, sobra a certeza de quem continua a acreditar, com a mesma convicção do miúdo que começou tudo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Atravesamos todos los climas musicales del planeta, andándonos por las ramas y raíces de todas las músicas. Es un viaje que nos lleva por Finlandia, Irlanda, Inglaterra, Flandes, Colombia, Cuba y Brasil, con conexiones francesas e ibéricas, hecho a base de rutilantes estrenos discográficos. We move through all the musical climates of the planet, wandering along the branches and roots of all kinds of music. It's a journey that takes us through Finland, Ireland, England, Flanders, Colombia, Cuba and Brazil, with French and Iberian connections, built on a series of dazzling new releases. – Polenta - Polka quarantine - Matkaaja – Jenni Venäläinen - Happo - Nordic notes #200 [V.A.] – Seán McKeon - The Salamanca / Trim the velvet - Salamanca – Agent Starling - Meet me at the souk - Surrealista.enigma.musica – Warmoes - Orlando - De binnenbuiten – G Combo - Transilvania express - De la rama a la raíz – Anamaría Oramas - Flor de limón - Ramas lejanas – Revolución Guapachosa - Caballa - Guachafita – Pixvae - Y no he visto na - De lado a lado – Mansfarroll - Guajira y konkoba - África sí – Rua das Pretas - Capoeira é minha escola - Povo brasileiro – (Revolución Guapachosa - El lobo - Guachafita) Mansfarroll (Fred Boutleux)
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
Debate da Super Manhã: Revitalizar e reverter o cenário de degradação que marca o bairro da Boa Vista e demais áreas do centro do Recife: esse é o objetivo de um estudo para devolver a vitalidade da região, que terá início pela Rua da Imperatriz, em uma construção coletiva com a participação de várias frentes: governamental, acadêmica e sociedade civil. No debate de hoje, vamos conversar com os nossos convidados sobre o projeto de restauração da localidade, com a preservação do passado e a funcionalidade para o futuro, além de investimentos geradores de novos negócios e do resgate da importância histórica da capital pernambucana. Participam o economista e coordenador-geral de Estudos e Pesquisas da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), José Farias; o arquiteto e urbanista Francisco Cunha; e as arquitetas do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFPE, responsáveis pelo projeto, Iana Ludermir e Juliana Cunha Barreto.
As crianças que percebem de Óscares, a obsessão de Rúben Rua com seguidores, o Jorge Jesus das batalhas e loucura com bivalves.
- Inscreva-se no Meeting de Corrida de Rua no ENAF em BH - https://cnoar.run/EnafBH- Inscreva-se na Corrida da Folha de São Paulo - https://cnoar.run/CorridaFolhaSP- Compre a regata oficial do Corrida no ArMasculina - https://cnoar.run/RegataMasculinaCNAFeminina - https://cnoar.run/RegataFemininaCNALive XP de Fortaleza teve falta de água e até atropelamento; Meia Internacional do Rio será o Campeonato Brasileiro de Corrida de Rua; Meia de Campos do Jordão juntou a nata da elite brasileira; Maratona de São Paulo ganhou patrocinador de peso, anuncia premiação e cerveja sem álcool oficial da prova.Nossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Mário Zambujal foi um jornalista, escritor e argumentista português, nascido em Moura, no distrito de Beja. Iniciou a carreira no jornalismo desportivo, passando por redações como A Bola, Diário de Lisboa e Record. Em 1970 integrou O Século, onde era chefe de redação quando ocorreu o 25 de Abril de 1974, momento que considerou um dos mais marcantes da sua vida profissional. Mais tarde assumiu também a direção do Mundo Desportivo. Paralelamente ao jornalismo, destacou-se na rádio e na televisão, tornando-se uma figura popular através de programas da RTP como Domingo Desportivo e o humorístico Pão com Manteiga. Na literatura revelou uma escrita marcada pelo humor, pela simplicidade e pela atenção às relações humanas. A sua obra inclui títulos como Crónica dos Bons Malandros (1980), que alcançou grande notoriedade, e Histórias do Fim da Rua (1983). Ao longo da vida publicou 19 livros, entre romances, contos e outras narrativas, frequentemente centradas em personagens próximas do quotidiano português. Em 2025 lançou o romance policial O Último a Sair. Mário Zambujal esteve em Alta Definição de Daniel Oliveira, em 2013, numa emissão que pode recordar aqui. O escritor faleceu ontem, 13 de março, aos 90 anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
It's high time the Argentine working class moves past the failures of ‘Peronism' and towards a genuine and organised communist-led movement against imperialism. As in the past during the Menem, De la Rua and Macri administrations, now again since 2023 and the election of Javier Milei, many Peronist legislators and governors who were elected on a platform of social progress have changed sides, abandoning the political project they claimed to support, adapting to the new scenario, and selling their services to the government in power. Peronism has consistently been exposed and found wanting; a genuinely anti-imperialist movement must replace it, with communists at its core and in its vanguard. Subscribe! Donate! Join us in building a bright future for humanity! www.thecommunists.org www.lalkar.org www.redyouth.org Telegram: t.me/thecommunists Twitter: twitter.com/cpgbml Soundcloud: @proletarianradio Rumble: rumble.com/c/theCommunists Odysee: odysee.com/@proletariantv:2 Facebook: www.facebook.com/cpgbml Online Shop: https://shop.thecommunists.org/ Education Program: https://thecommunists.org/education-programme/ Each one teach one! www.londonworker.org/education-programme/ Join the struggle www.thecommunists.org/join/ Donate: www.thecommunists.org/donate/
Confira no Morning Show desta segunda-feira (16): A escola de samba Acadêmicos de Niterói, fez uma homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) na Sapucaí no último domingo (15). Com o enredo "Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil", a escola gerou polêmica e críticas da oposição, que aponta suposta propaganda eleitoral antecipada. Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à presidência, utilizou suas redes sociais para dizer que vai protocolar uma ação contra o desfile e que a escola fez ataques pessoais contra o pai dele. A Polícia Civil de São Paulo recuperou mais de 60 celulares na operação de Carnaval 2026 neste último domingo (16). Dessa vez os agentes foram ainda mais criativos e se fantasiaram de turma do Chaves para capturar os criminosos. O senador Carlos Viana (Podemos), presidente da CPMI do INSS, solicitará uma audiência com Mendonça logo após o Carnaval. O objetivo do Congresso é ter acesso à quebra dos sigilos fiscal, bancário e telefônico de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O Festival da Primavera, que marca o início do Ano Novo Chinês, começou oficialmente. Este ano é regido pelo Cavalo, o sétimo animal do zodíaco chinês, que tradicionalmente simboliza alta energia, inteligência, um espírito livre e independente, além de rapidez e superação. A repórter Bruna Milan detalha que as festividades duram cerca de 40 dias, gerando a maior migração humana do planeta: as autoridades esperam mais de 9,5 bilhões de viagens inter-regionais no período. O filme 'O Agente Secreto', longa que conta com o ator brasileiro Wagner Moura, não para de empilhar estatuetas. A produção acaba de vencer a categoria de Melhor Filme Internacional no Independent Spirit Awards, importante premiação independente nos Estados Unidos. O Carnaval de rua de São Paulo provou mais uma vez o seu poder de atração! Direto da Rua 13 de Maio, na Bela Vista, David de Tarso vestiu a camisa da folia (e os óculos escuros) para mostrar o clima do tradicional bloco 'Os Esfarrapados'. O ex-BBB Eliezer gerou polêmica nas redes sociais ao reclamar dos altos valores que sua família vem gastando com supermercado. Em um vídeo, o influenciador revela que as contas mensais para encher a despensa chegam a bater a marca de R$ 18 a R$ 20 mil. A banca discutiu sobre a situação. O clima de Carnaval toma conta do país, mas a festa também exige atenção redobrada com a segurança financeira, especialmente com a ação de golpistas no meio da multidão. Para ajudar a população a se proteger, o Morning Show conversa com o especialista em segurança da informação, Luiz Henrique Barbosa. Entre as estratégias de defesa, o apresentador Fernando destaca uma dica inusitada e valiosa: o uso de papel alumínio junto ao cartão de crédito para bloquear pagamentos por aproximação acidentais ou fraudulentos. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Síoda Rua is a Berlin-based DJ originally from Ireland. She has enjoyed a lifelong connection to music, rooted in years of playing classical and Irish traditional instruments, which eventually led her into the electronic scene. Prior to settling in Berlin, she spent nearly a decade immersed in the Parisian scene, followed by a year touring across Mexico — chapters that helped refine her sound and broaden her artistic perspective. Regarding the mix Síoda offered some thoughts : ' This two hour vinyl mix is a showcase of the sound I feel most connected to right now. I wanted to build a journey into those hypnotic spaces, the kind of music that feels like being lost in a mystical forest. It is a place where I feel a real sense of freedom, allowing me to let go and lose myself in the music. Deep hypnotic techno has always been what I have been drawn to, but I've also developed a love for the tribal aspects of the music I play. It reminds me of my time living in Chiapas, a part of Mexico where the Mayan culture is still so present. That region has a deep connection to psychedelics and ancient rituals, which influenced my more recent dive into the trippy and trancey style of certain tracks I select. This mix is a reflection of that journey and the sounds that move me.' Follow : https://soundcloud.com/sioda_rua Tracklist : Low Flung — Orroraltone O.utlier — Worshipper MRTL — Orbital Sander Hardstedt — Shill Atomic moog — Spinning Out Charless LCC — Introduction Sindh — Miari 9Beats — Mental Disorder Forest On Stasys — Sunken Atomic moog — Impulse Mohlao — Cut Donato Dozzy — Aquatica Feral — The Caves Reggy Van Oers — Taciturn Manner Voal — Jinx Feral & Luigi Tozzi — Enigma Viels — Nero Luigi Tozzi — Spiral (Rrose Remix) Anechoic — Mythodology of Blue Biocym — Omen Sindh — Liquefaction Vardae — The Red Citadel Mary Yuzovskaya — Astrometria Hadone — Skyld Krop Arjun Vagale & Oxygeno — Hyperdrive D-Leria — Kaleidoskop (Shoal Remix) GiGi FM — Virgo Space Acid
O coronel reformado da PM José Vicente Carvalho analisou a prisão do piloto de avião acusado e liderar uma rede de exploração sexual infantil que funcionava há, pelo menos, oito anos na capital paulista e a saidinha dos presos no período de Carnaval.Madeleine Lacsko, Duda Teixeira comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (10): O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), deve se reunir com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, para discutir a proposta relacionada à jornada de seis dias de trabalho por um de descanso, conhecida como escala 6x1. A iniciativa é considerada uma das prioridades do ministro e deve ser debatida em encontro previsto para quinta-feira (12), em Brasília. Os blocos de rua do Carnaval 2026 em São Paulo passaram a cobrar ações da Prefeitura para evitar episódios de superlotação após tumultos registrados na Rua da Consolação. O caso motivou a abertura de apuração pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP), que pretende investigar as circunstâncias da ocorrência e avaliar possíveis falhas no planejamento e na segurança dos eventos O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta segunda-feira (09) manter Silvinei Vasques preso na Papudinha, em Brasília. O ministro do STF também autorizou o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) a continuar a assistir remotamente a aulas de doutorado no formato de Ensino à Distância (EAD). O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, reafirmou que não pretende deixar o cargo em meio à crise política provocada por novas revelações envolvendo o ex-aliado Peter Mandelson e o criminoso sexual Jeffrey Epstein. A situação ganhou novos desdobramentos após a divulgação de documentos nos Estados Unidos que impactaram a credibilidade do governo britânico e também repercutiram na monarquia, com relatos de preocupação do príncipe William diante de alegações relacionadas ao ex-príncipe Andrew. O Banco de Brasília (BRB) comunicou nesta segunda-feira (09) que Jacques Maurício Ferreira Veloso de Melo, diretor jurídico da instituição, apresentou sua carta de renúncia. A renúncia ocorre em meio à crise de credibilidade que atingiu o banco público após seu envolvimento no caso do Banco Master. Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira (9) apresenta três cenários para o primeiro turno da eleição presidencial de 2026, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em segundo lugar nas simulações. O levantamento ouviu 2 mil eleitores em todo o país entre os dias 6 e 7 de fevereiro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o deputado Guilherme Derrite (PL-SP) deve continuar como relator do Projeto de Lei Antifacção. A proposta, considerada prioritária pelo governo federal, tem como objetivo endurecer o combate às organizações criminosas e ampliar instrumentos legais voltados à segurança pública. O Brasil manteve em 2025 a segunda pior pontuação de sua série histórica no Índice de Percepção da Corrupção (IPC), segundo relatório divulgado pela Transparência Internacional. O país permaneceu na 107ª posição entre 182 nações e territórios avaliados, com 35 pontos em uma escala de 0 a 100, na qual notas menores indicam maior percepção de corrupção. O resultado representa estagnação em relação a 2024, quando o Brasil havia registrado 34 pontos, e segue abaixo da média global e das Américas, ambas em 42 pontos. O chefe da Organização de Energia Atômica do Irã, Mohammad Eslami, afirmou que o país poderia concordar em diluir parte do urânio enriquecido a níveis elevados caso todas as sanções financeiras sejam suspensas. A declaração representa um dos sinais mais diretos da posição iraniana nas negociações com os Estados Unidos, que retomaram conversas por meio de mediadores em Omã na semana passada. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (09): O Carnaval de 2026 deve impulsionar o turismo em São Paulo, com expectativa de que cerca de 4,7 milhões de pessoas circulem por destinos em todo o estado ao longo do feriado. A projeção foi divulgada pelo Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), ligado à Secretaria de Turismo e Viagens de São Paulo. Policiais fantasiados de caça-fantasmas prendem dupla por furto de celulares na Consolação. Agentes disfarçados da Polícia Civil prenderam um homem e uma mulher suspeitos de furtar celulares durante um bloco de pré-Carnaval na Rua da Consolação, no centro de São Paulo, neste domingo (08). A ação ocorreu em meio à grande concentração de foliões na região. António José Seguro, de 63 anos, foi eleito presidente de Portugal após derrotar o candidato de direita André Ventura nas eleições realizadas neste domingo (08). Durante a campanha, Seguro se apresentou como uma “opção segura” para liderar o país e defender a estabilidade política e institucional. A posse está marcada para o dia 9 de março. As últimas eleições no Brasil ajudam a compreender o cenário que começa a se desenhar para a disputa presidencial de 2026. Os pleitos mais recentes foram marcados por forte polarização política, formação de alianças estratégicas e uso intenso das redes sociais como principal ferramenta de mobilização e embate eleitoral. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, cancelou a reunião marcada para 12 de fevereiro que discutiria a criação de um novo Código de Ética para os ministros da Corte. O encontro foi retirado da agenda sem nova data definida e deve ser remarcado apenas após o Carnaval. Nos bastidores, a proposta de um Código de Ética gerou resistências e contrariou ministros que já avaliavam a hipótese de não comparecer. A CPMI do INSS ouve nesta segunda-feira (09) o empresário Paulo Camisotti e o deputado estadual do Maranhão Edson Araújo (PSB). Camisotti é filho e sócio de Maurício Camisotti, preso por suspeita de envolvimento na fraude dos descontos ilegais em aposentadorias e pensões. Segundo as investigações, empresas ligadas à família teriam sido usadas para lavar valores retirados indevidamente de beneficiários. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), optou por não comparecer a uma agenda no Instituto Butantan, nesta segunda-feira (09), ao lado do presidente Lula (PT). Segundo o Palácio dos Bandeirantes, Tarcísio será representado pelo secretário de Saúde, Eleuses Paiva. O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou duramente a apresentação do cantor porto-riquenho Bad Bunny no intervalo do Super Bowl, classificando o espetáculo como um dos piores de todos os tempos. Em seu perfil na plataforma Truth Social, o republicano disse que tratou-se de “um dos piores” espetáculos “de todos os tempos” e de um “tapa na cara” dos EUA. Condenada a 20 anos de prisão por tráfico sexual de menores e cúmplice de Jeffrey Epstein, Ghislaine Maxwell participa por videoconferência de uma audiência fechada no Congresso dos Estados Unidos. A expectativa é que ela invoque o direito ao silêncio garantido pela Quinta Emenda da Constituição americana. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta segunda-feira (09): O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, optou por não comparecer a uma agenda oficial no Instituto Butantan nesta segunda-feira (09). O evento contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.De acordo com informações oficiais do Palácio dos Bandeirantes, o governador será representado no compromisso pelo secretário de Saúde do estado, Eleuses Paiva. A ausência ocorre em um momento de articulações políticas entre as esferas estadual e federal. A estatal Correios admitiu a possibilidade de interromper o atendimento em todos os municípios brasileiros. A medida visa garantir a sustentabilidade das finanças da empresa pública sob a gestão do governo federal. Para equilibrar as contas, a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja rever as regras de universalização de determinados serviços postais. Polícia Militar de São Paulo emitiu um alerta para que moradores, foliões e motoristas evitem a região da Rua da Consolação, no centro da capital, neste domingo (08). A orientação ocorre após episódios de tumulto e superlotação registrados durante a passagem de megablocos de Carnaval. De acordo com comunicado oficial do prefeito Ricardo Nunes, foi necessário acionar um plano de contingência para conter a situação. O problema se intensificou durante a apresentação de grandes atrações, como o Bloco Skol com o DJ Calvin Harris, resultando em grades de contenção derrubadas e excesso de público na via. Nos Estados Unidos, sob a gestão do presidente Donald Trump, as gigantes de tecnologia Instagram e YouTube estão no banco dos réus. Um júri em Los Angeles começou a analisar se as plataformas foram projetadas deliberadamente para viciar crianças e adolescentes. As empresas são acusadas de explorar mecanismos psicológicos e neurobiológicos para manter os usuários conectados por mais tempo, visando o lucro acima da saúde mental. Cuba anunciou a suspensão do fornecimento de querosene em seus aeroportos a partir desta terça-feira (10). A medida é reflexo da grave crise energética que atinge a ilha, intensificada após o presidente Donald Trump capturar o ditador venezuelano Nicolás Maduro, interrompendo o fluxo de combustível para o país caribenho. A escassez de petróleo se agravou com a nova ordem assinada por Donald Trump, que estabelece tarifas punitivas contra nações que exportam combustíveis para a ilha. A CPMI do INSS teve seus trabalhos esvaziados nesta segunda-feira (09) após o cancelamento dos depoimentos previstos. O empresário Paulo Camisote, filho de um dos sócios do "Careca do INSS", apresentou um atestado médico de última hora. O senador Carlos Viana, presidente da comissão, afirmou que não aceitará manobras protelatórias para barrar as investigações. Além de Camisote, o deputado estadual Edson Araújo também justificou ausência por questões de saúde. O show do intervalo do Super Bowl na Califórnia, em que o Seattle Seahawks levou a vitória, foi marcado por mensagens políticas do cantor Bad Bunny. O artista porto-riquenho utilizou o palco de maior audiência do mundo para criticar as duras medidas de imigração do presidente Donald Trump. O tom do show, que exaltou a cultura latino-americana e questionou o conceito de "América", irritou o governo. O presidente Donald Trump reagiu reforçando o movimento America First, enquanto o artista surpreendeu ao apagar suas redes sociais logo após a apresentação. O governo do primeiro-ministro Keir Starmer enfrenta sua pior crise após novas revelações do caso Jeffrey Epstein. Nesta segunda-feira (09), o chefe de gabinete Morgan McSweeney e o secretário de comunicação Tim Allen renunciaram aos cargos. As demissões ocorrem após a exposição de ligações entre membros do governo e o embaixador Peter Mandelson, amigo próximo do falecido criminoso. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Tomás Mac Con Iomaire scríobhnóir, ag labhairt faoi leabhar pictiúir a cuireadh le chéile théis bua stairiúil Chumann CLG na Ceathrún Rua 2025.
Rhóna Ní Chearbhaill, OPT Pobal Rua & Trevor Ó Clochartaigh, Coiste Eagraithe Compántas Dramaíochta Chonamara. Beidh cruinniú poiblí ar na gCeathrú Rua anocht agus compántas nua drámaíochta le bunú i gConamara.
In the beauty industry, success is often measured by landing big retailers, securing investment, or building a large team. But what if some of the most resilient and values-driven indie beauty brands thrive precisely because they reject that model? In this episode of Green Beauty Conversations, Formula Botanica CEO Lorraine Dallmeier sits down with Kristina Dunn, founder and formulator of RUA, to explore what it truly means to grow an indie beauty brand on your own terms – without Sephora, investors, or anyone else steering the ship. Tune in now to find out more! Free Resources Free formulation course | Green Beauty Conversations Podcast | Blog | YouTube Socials: Formula Botanica on Instagram | Lorraine Dallmeier on Instagram