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Desde 2020, a procura por cirurgia e medicina estética aumentou, em média, 43% em todo o mundo, segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Estética. E Portugal registou um crescimento da mesma ordem de grandeza. Fomos procurar perceber porquê e descobrimos que há cada vez mais jovem à procura da beleza padronizada pelas redes sociais. Neste episódio, conversamos com Helena Bento.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio das rapidinhas falamos sobre o lançamento do TikTok do Dreamina Seedance 2.5, 1 em cada 4 conteúdos nas redes sociais são criados por IA e muito mais…
Tema: Fé que transforma a cidade Apresentação: Renata Burjato Convidado: Samuel Pereira - Plantador da Comunidade Mosaico, em São Paulo, coordenador regional do Movement Day e diretor regional da Resource Global. Redes Sociais:@samuelpelima / @movementdaysp / @resourceglobal_sp Sites: resourceglobal.com.brmovementsp.com.br A nossa fé pode transformar o lugar onde vivemos? O que a Bíblia nos ensina sobre o nosso chamado e como devemos influenciar e refletir a luz de Cristo na sociedade? Confira nesta entrevista como o Evangelho pode impactar as cidades em que vivemos!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje, quero falar sobre algo que tenho observado no marketing digital e nas redes sociais. Há uma tensão constante, uma sensação de comparação e uma corrida pela ostentação que está desgastando a todos. Mas a culpa não é da plataforma.Growth Diaries is a reader-supported publication. To receive new posts and support my work, consider becoming a free or paid subscriber.As redes sociais são apenas um espelhoA primeira premissa que precisamos aceitar é dura, mas libertadora: as redes sociais, sejam Instagram, TikTok ou quaisquer outras, não têm responsabilidade por nos sentirmos comparados ou por vermos um desfile de conquistas. Elas não são a causa, são o sintoma. As plataformas são apenas um “simulacro da vida real”, um reflexo digital das nossas próprias tendências humanas.O que vemos online — a necessidade de mostrar apenas as vitórias e esconder as dificuldades — é um comportamento que já existe fora das telas. A tecnologia apenas amplificou isso.A Biologia da ComparaçãoPor que é tão difícil para nós mostrarmos vulnerabilidade? A resposta está na nossa psicologia mais primitiva. Inconscientemente, nosso “cérebro reptiliano” associa fragilidade a perigo. Desde os tempos dos homens das cavernas, um membro frágil do grupo era um risco para a sobrevivência da tribo: incapaz de caçar, proteger ou garantir a segurança de todos.Carregamos essa aversão à vulnerabilidade até hoje. Por isso, as pessoas exibem apenas o que querem mostrar: conquistas, viagens, sucessos. Elas não mostram as derrotas, os momentos difíceis ou as fragilidades, pois, instintivamente, temem perder o respeito e o “valor” perante o grupo.O Antídoto: Seus Valores São Sua BússolaSe a comparação é um instinto, como podemos lidar com ela? A resposta está em olhar para dentro e entender o que realmente valorizamos. A vida não é igual para todo mundo, e o segredo está em reconhecer que construímos e valorizamos coisas diferentes.Nossos valores são o que nos diferencia como seres humanos. Quando temos clareza sobre o que é importante para nós — e não para o que a multidão aplaude —, a necessidade de comparação diminui. É nesse alinhamento com nossos próprios valores que encontramos a verdadeira sensação de felicidade e de estarmos vivos.Para quem se sente perdido, sem saber para onde o vento sopra, o primeiro passo é este: descubra o que você valoriza. Essa é a única métrica que importa.Obrigado pela leitura.Leituras SugeridasRobert Greene - 48 Leis do PoderRobert Greene - 33 Estratégias de GuerraRobert Greene - A Arte da SeduçãoOuça o último episódio publicado To hear more, visit victormignone.substack.com
Cristiano Ronaldo e Georgina casaram em Cascais numa cerimónia civil restrita. Com uma simples foto, o casal parou as redes sociais e controlou a narrativa e o impacto mediático da união.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em 1º de setembro, no início do ano letivo na França, entra em vigor a lei que proíbe redes sociais a menores de 15 anos. Pais e filhos ouvidos pela RFI opinaram sobre a medida. É consensual que o modo de funcionamento dos algoritmos das plataformas causa impactos negativos para os jovens. Vitória Barreto, para a RFI em Paris A França se tornou o primeiro país na União Europeia a estabelecer uma lei de idade mínima para o acesso às redes sociais em âmbito nacional. A iniciativa faz parte de um movimento crescente de governos que buscam limitar a exposição de crianças e adolescentes às plataformas digitais diante de preocupações com saúde mental, privacidade e segurança online. O texto, aprovado em julho pela Assembleia e pelo Senado, ainda requer um detalhamento sobre o método de verificação de idade dos usuários. Mas já está definido que, para as contas existentes, o prazo de verificação da idade mínima termina em dezembro. Alain Bleu, supervisor técnico de transmissão de rádio e TV, pai de um adolescente de 14 anos, vê a nova legislação com reservas. Embora reconheça os riscos associados ao uso das redes sociais por jovens, ele questiona a eficácia de uma proibição implementada abruptamente. “Já existe um sistema em que as pessoas vivem com as redes sociais. Impor um controle de repente, acho que surpreende, e não sei se é a resposta certa fazer desse jeito", disse Alain. “Acho que os políticos não tiveram a reflexão necessária quando essas redes sociais começaram, porque já havia evidências, os psicólogos já falavam dos perigos, dos problemas”, acrescentou. Saúde mental em jogo Uma das principais justificativas para a implementação da lei é a proteção da saúde mental dos jovens. Segundo a agência de saúde francesa, um em cada dois adolescentes passa entre duas e cinco horas por dia conectado a um smartphone. Um relatório mostrou que o uso de redes sociais traz uma série de efeitos negativos: a queda da autoestima dos adolescentes e o aumento da exposição a conteúdos ligados a comportamentos de risco. Inès Legendre, assessora jurídica da e-Enfance, organização francesa de proteção de menores no ambiente digital, afirma que a associação recebe frequentemente ligações de pais que se sentem desamparados diante do tempo que os filhos passam em frente às telas e nas redes sociais. Segundo ela, os jovens ficam expostos muitas vezes a “conteúdo que promove a magreza extrema, ou posts ligados ao suicídio”. Críticos apontam que a lei pode ser utópica, já que os próprios jovens podem encontrar formas de contorná-la. Na Austrália, por exemplo, mais de 80% dos adolescentes com menos de 16 anos continuaram nas redes sociais três meses após a proibição nacional entrar em vigor, segundo pesquisa do órgão regulatório do país. Ainda assim, para a jurista francesa, a lei é um passo importante para a regulamentação das redes no bloco europeu. “Como os próprios parlamentares que votaram o texto final da lei já disseram, ela é, na verdade, simbólica. Serve, antes de tudo, para pressionar a União Europeia a agir. O bloco até já fez bastante coisa nessa área, mas, no momento, quem tomou a frente mesmo foi a França,” enfatizou. Leia tambémFrança aprova veto às redes sociais para menores de 15 anos e lidera movimento inédito na UE As redes como espaço de refúgio O filho de Alain, de 14 anos, cuja identidade foi preservada por ser menor de idade, afirma que passa bastante tempo nas redes sociais, onde acompanha principalmente conteúdos relacionados a temas de seu interesse, como política. Apesar do hábito de usar essas plataformas com frequência, ele diz ser favorável à nova lei. Na sua avaliação, diferentemente dele, muitos de seus amigos enxergam as redes sociais como um espaço de refúgio, mas nem sempre seguro. “Eles pensam que a rede social é uma forma de escapar da vida real e que agora estão tirando essa válvula de escape de pessoas que vivem, por exemplo, em um ambiente familiar difícil ou cercadas de relações tóxicas”, afirma. O adolescente reconhece, no entanto, que os benefícios das redes convivem com riscos importantes. “Quando você percebe que o mesmo algoritmo que pode ajudar alguém a encontrar apoio também pode expô-lo a conteúdos ligados ao suicídio, por exemplo, os efeitos negativos acabam sendo ainda maiores. É por isso que considero essa lei uma boa medida”, acrescenta. Leia tambémUE exige que Meta mude 'design viciante' do Facebook e do Instagram para evitar multa A importância da educação em casa Para o empreendedor Jonathan Kiloso, pai de uma menina de 11 anos, a lei é um passo importante, mas acredita que a verdadeira solução está na comunicação entre pais e filhos. “O verdadeiro caminho seria ensinar as crianças a cuidar dos próprios dados, pensar na imagem que deixam na internet e entender que certas atitudes têm consequências tanto para os outros quanto para elas mesmas. E também ajudá-las a entender como os algoritmos funcionam,” disse o pai. “Quando esses pontos já estiverem bem trabalhados, dentro de um diálogo aberto e transparente entre pais e filhos, aí sim dá para pensar em limitar o acesso delas”, acrescentou. A filha pré-adolescente de Jonathan é a favor da lei, porque sente que não teria a mesma infância se usasse as redes sociais. “Quando você tem menos de 15 anos e não tem redes sociais, pode ficar mais aberto ao que está ao seu redor. Já a maioria dos jovens de 15 anos vive grudada no celular e não se abre para o mundo. Não estou dizendo que isso vai acontecer comigo, mas, se tivesse redes sociais, talvez passasse meu tempo nelas, e não é isso que eu quero." Um dos principais críticos da lei é o partido de esquerda radical França Insubmissa. Apesar de concordar com a necessidade da proteção de menores, defende que as redes sociais são um espaço importante de socialização, acesso à informação e na introdução dos jovens ao debate público. Até setembro, o governo francês deve detalhar os possíveis métodos de verificação da idade dos adolescentes. Entre as opções em estudo estão a estimativa de idade por selfie, analisada por algoritmo, ou por apresentação de um documento de identidade. Na volta às aulas, a França também amplia as restrições ao uso de smartphones no ensino médio, oito anos depois da adoção da medida no ensino fundamental. Segundo o governo francês, pesquisas realizadas em escolas que restringiram os aparelhos mostraram efeitos positivos sobre a concentração dos estudantes, o clima escolar e a redução de episódios de bullying nas redes.
A sexta edição da Rio Innovation Week, que ocorreu entre os dias 4 e 7 de agosto, colocou em pauta a convergência digital entre televisão, streaming e redes sociais on-line e a necessidade da reinvenção das mídias tradicionais em um mundo cada vez mais plataformizado.Reportagem: Leonice Weber e Sophia SantanaEdição: Gabriel Góes
Jacques Lacan morreu antes do primeiro smartphone — mas seus conceitos de desejo, gozo e discurso do capitalista explicam, melhor que qualquer teoria do "vício de tela", por que rolamos o feed sem saber o que procuramos. Um episódio do Blog Juvenil Alves sobre desejo, silêncio e o que a pressa digital tenta tapar.
Técnica é utilizada para enganar consumidores na compra de fármacos não regularizados pela Anvisa
Esperamos sua visita: Avenida Rio Doce, 217 - Ilha dos Araújos - Governador Valadares/MG - Telefone:(33) 3275-3289 Nossa Programação: Quarta-feira: 20h Culto da Vitória Sábado: 19h Culto dos Adolecentes 19h Culto Mova Jovens Domingo: 09h Escola Bíblica Dominical 19h Culto de Adoração Reuniões de Oração Segunda-feira: 19h Terça-feira: 15h Quinta-feira: 07h Domingo: 18h Visite nosso site: http://www.moriagv.com.br Visite nossas Redes Sociais: http://www.instagram.com/moriagv http://www.facebook.com/moriagv http://www.youtube.com/moriagv http://www.youtube.com/moriagv http://www.instagram.com/moriagv https://open.spotify.com/show/4ftB5DHYWOaQgjfKyWtoUl?si=14c7313c9d83429b http://www.soundcloud.com/moriagv
Nosso convidado de hoje é o Pernambucano Breno Queiroz , Breno é Zootecnista e atua ativamente através das Redes Sociais produzindo conteúdos para os produtores rurais , Breno também é consultor do Senar e assessora muitas pessoas da produção rural com muitos conhecimentos.Inscreva-se no nosso Canal , deixe um Like é importante seu apoio para que o Youtube entenda que nosso conteúdo é legal.INSTAGRAM: https://encurta.ae/vPQJQTIK TOK: https://encurta.ae/r5py5KWAI: https://encurta.ae/Le3grFACEBOOK: https://encurta.ae/AR3LTSPOTIFY: https://encurta.ae/Yie2vCONTATO: https://encurta.ae/buDV7#podcast #nordeste #cultural
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A Verdade sobre as Redes Sociais - Adriana Maia
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta quinta-feira (6), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o economista da FIEPE, Cézar Andrade, sobre o relançamento do Índice de Velocidade de Vendas para Imóveis Novos (IVV) da Fiepe. O diretor executivo da empresa de análise de dados Bites, Manoel Fernandes, conversa sobre o sentimento político nas redes sociais.
No episódio, Ana Frazão conversa com Rose Marie Santini, Professora da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Fundadora e Diretora do NetLab (Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da UFRJ). No episódio, a Professora Marie aborda as principais consequências da internet para a comunicação e a interação humanas, bem como o papel das grandes plataformas e redes sociais no gerenciamento do fluxo informacional. Um dos pontos principais da conversa diz respeito ao que é desinformação, seus principais alcances e as principais preocupações que despertam, com base em recente estudo do NetLab “Desinformação pode matar”. São explorados, dentre outros assuntos, os diferentes tipos de manipulação informacional e digital e como a desinformação se tornou um negócio lucrativo. Por fim, a professora Marie ainda faz uma análise dos riscos da desinformação nas próximas eleições, abordando os subsídios que o NetLab recentemente ofereceu ao TSE.
Vida real e digital. Nesta edição do "CBN e a Tecnologia", o comentarista Gilberto Sudré traz o seguinte alerta. Você já parou para pensar que aquela postagem feita em um momento de descontração pode estar sendo vista por um futuro empregador? Em um mundo cada vez mais conectado, o currículo deixou de ser o único cartão de visitas. Hoje, a "reputação digital" faz parte da avaliação de muitos processos seletivos, e o que publicamos, curtimos ou comentamos pode abrir portas ou fechar oportunidades. No quadro, vamos discutir até que ponto isso é justo e quais são os limites entre vida pessoal e profissional.
Paulo Lopes Marcelo (PSD) e Pedro Vaz (PS) em consenso: redes socais devem ser responsabilizadas pela divulgação de conteúdos falsos. Guerra híbrida à vista? É preciso resposta aos desafios digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pedro Silva Pereira e Carlos Coelho analisam o caos migratório vivido nos últimos dias em Ceuta. Desde as políticas espanholas à conivência marroquina, passado pelas redes sociais, de quem é a culpa?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Lopes Marcelo (PSD) e Pedro Vaz (PS) em consenso: redes socais devem ser responsabilizadas pela divulgação de conteúdos falsos. Guerra híbrida à vista? É preciso resposta aos desafios digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A presença de Xavier Milei em evento bolsonarista, os insultos repetidos do presidente argentino a Lula e novos ataques de Washington ao presidente brasileiro mostram que o risco de ingerência estrangeira na eleição presidencial de 2026 é real. Thomás Zicman de Barros, analista político Esta é uma crônica de política internacional. Como tal, evito falar muito sobre política brasileira. Mas, às vezes, a política internacional invade a atualidade nacional. Falo de “invasão” aqui num sentido metafórico, mas não sem motivo: com a proximidade da eleição presidencial de 2026, aumenta a preocupação com possíveis ingerências estrangeiras na política nacional. Não se trata, por sinal, de uma paranoia exclusivamente brasileira: em diversas democracias, inclusive na Europa, são cada vez mais frequentes as acusações de interferências externas em eleições. Apesar de guardar inequívoca base militante, o bolsonarismo vive um momento de fraqueza no Brasil. Jair Bolsonaro está preso por tentativa de golpe de Estado, e impedido de se comunicar diretamente. Seu filho-candidato Flávio, que até poucos meses atrás aparecia à frente de Lula em certas pesquisas, entrou num inferno astral, envolvido em trapalhadas com Daniel Vorcaro e em conflitos político-familiares com a madrasta Michelle. Partidos de direita que prometiam compor sua coligação parecem preferir a neutralidade. Sem força suficiente no plano interno, o bolsonarismo parece depender cada vez mais de agentes externos para recuperar o fôlego. A presença de Javier Milei, presidente da Argentina, na convenção que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro foi interpretada por muitos como um sinal de que a internacional da extrema direita – ou, se preferirmos, uma internacional reacionária – poderá atuar no país. Milei seria, nessa leitura, um emissário de Donald Trump e de sua administração. Se ainda não há como demonstrar essa conexão direta entre a Casa Branca e a Casa Rosada, há poucos motivos para duvidar de que Washington passou a acompanhar as eleições brasileiras com atenção. Da cordialidade aparente ao apoio à oposição Até poucos meses atrás, Trump parecia cultivar uma relação cordial com Lula. Elogiou o presidente brasileiro na Assembleia Geral da ONU e voltou a fazê-lo em encontros posteriores, em Kuala Lumpur e em Washington. O tom da administração americana, contudo, parece ter mudado. O governo Trump não é um todo monolítico. O principal articulador de uma política de apoio a movimentos de extrema direita na América Latina parece ser o secretário de Estado, Marco Rubio, político ultraconservador da Flórida e filho de imigrantes cubanos anticastristas. Foi Rubio quem assinou declarações atacando Lula, responsabilizando-o pelas novas tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil e respaldando críticas ao Judiciário brasileiro. Soma-se a isso o temor de que Washington recorra a outros expedientes para influenciar a política nacional, como a disseminação de desinformação e o impulsionamento de conteúdos em plataformas digitais. Não por acaso, na semana passada o Itamaraty negou visto a agentes do Departamento de Estado americano, sob a suspeita de que viriam ao Brasil para lançar dúvidas sobre o processo eleitoral. Vale notar que, em diversas ocasiões, as declarações de Trump mais atrapalharam do que ajudaram seus aliados. No Canadá, por exemplo, a hostilidade do presidente americano – que chegou a defender a anexação do país vizinho – contribuiu para a permanência da esquerda no poder, ao associar a oposição conservadora a um adversário externo. Nos últimos meses, entretanto, Washington parece ter sido mais eficiente em suas ingerências. Na Argentina, o próprio Milei só não sofreu uma derrota expressiva nas eleições legislativas do fim do ano passado – sobre as quais escrevi aqui – graças a empréstimos bilionários e à promessa de novas linhas de crédito abertas pelos Estados Unidos. Mais recentemente, na Colômbia, o presidente-eleito Abelardo de la Espriella disparou nas pesquisas depois de receber manifestações públicas de simpatia de Trump. Some-se a isso a vitória, no tira-teima, da ultraconservadora Keiko Fujimori no Peru, a eleição de José Antonio Kast no Chile, e a tutela exercida sobre a Venezuela após o rapto de Nicolás Maduro em janeiro. Brasil: joia da coroa Nesse contexto, o Brasil parece, ao lado do pequeno Uruguai, constituir o último grande baluarte da esquerda – e, digo mais, da democracia – na América do Sul. E não se trata de um bastião qualquer. Sozinho, o Brasil representa mais da metade da população e da economia da região. Trata-se, sem dúvida, da mais cobiçada joia da coroa. Até agora, o saldo da ajuda de Trump ao clã Bolsonaro parece ser negativo. Ao se associarem ao tarifaço – comemorado por Eduardo Bolsonaro –, eles deram a Lula a deixa que precisava para defender a soberania nacional. Mas, num mundo marcado por acusações de ingerências estrangeiras em eleições, não se deve baixar a guarda.
Esta semana convidámos a Madalena de Azeredo Perdigão que é associada coordenadora de contencioso penal para nos vir explicar como é que as redes sociais podem ter influência no processo penal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pedro Silva Pereira e Carlos Coelho analisam o caos migratório vivido nos últimos dias em Ceuta. Desde as políticas espanholas à conivência marroquina, passado pelas redes sociais, de quem é a culpa?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nosso Convidado de hoje é o Poeta Cearense Evandro Aquino , Evandro é o responsável por uma das maiores páginas do Brasil que dissemina a Poesia de Cordel todos os dias através das Redes Sociais.Inscreva-se no nosso Canal , deixe um Like é importante seu apoio para que o Youtube entenda que nosso conteúdo é legal.INSTAGRAM: https://encurta.ae/vPQJQTIK TOK: https://encurta.ae/r5py5KWAI: https://encurta.ae/Le3grFACEBOOK: https://encurta.ae/AR3LTSPOTIFY: https://encurta.ae/Yie2vCONTATO: https://encurta.ae/buDV7#podcast #nordeste #cultural
Pedro Silva Pereira e Carlos Coelho analisam o caos migratório vivido nos últimos dias em Ceuta. Desde as políticas espanholas à conivência marroquina, passado pelas redes sociais, de quem é a culpa?See omnystudio.com/listener for privacy information.
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No Podcast das Venenosas desta sexta (31), Virginia Fonseca teria imposto uma verdadeira limpa nas redes sociais de Vini Jr., que deixou de seguir quase 50 mulheres. Bella Campos entrou na confusão com um vídeo cheio de deboche, enquanto Neymar Pai foi pessoalmente ao Santos cobrar explicações sobre vazamentos envolvendo o filho. Keila Jimenez e Fabíola Reipert te contam essas e outras notícias do mundo pantanoso dos famosos!
No episódio de hoje do Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC), debatemos o artigo "Redes sociais, segmentação e vulnerabilidades dos públicos", de Thomaz Moreira Arantes de Castro, refletindo sobre sua relevância para compreender os desafios contemporâneos de assimetria informacional, manipulação algorítmica e fragilização da participação democrática em meio à expansão das plataformas digitais. A discussão aborda como o microtargeting, a persuasão indireta e os algoritmos de segmentação se relacionam com a cidadania, a democracia e as disputas em torno da circulação de conteúdos, considerando diferentes perspectivas teóricas e críticas — de Walter Lippmann e John Dewey aos estudos contemporâneos sobre comunicação política e plataformas digitais —, além dos riscos potencializados pelo avanço da inteligência artificial.Autor do podcast: Carolina Fioravante, bolsista PIC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.Cabral.Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.Cabral.Entre em contato conosco:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7nilPYHyPTpr24THJX-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC-Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.comSiga o podcast e acompanhe os próximos episódios!
Z Fold 8 e mais: Todas as novidades apresentadas na live Galaxy Unpacked! Samsung Wallet ganha pagamento via chave Pix; saiba como usar. YouTube detalha regras que vão desmonetizar vídeos genéricos de IA. EUA e China farão grande encontro para discutir IA; confira os temas e França aprova lei que proíbe redes sociais para menores de 15 anos.
Governo anuncia nova linha de crédito para setores afetados pelo tarifaço dos EUA. Destroços de avião que estava desaparecido há 74 anos são encontrados por exploradores no mar. Mensagens mostram como grupo ligado ao PCC resolvia disputas e pagava policiais. Tio da capitã Michele Leão diz que o sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, preso e investigado pela morte da esposa em Belo Horizonte, era uma "pessoa ciumenta e manipuladora". França aprova proibição de redes sociais para menores de 15 anos; medida é inédita na União Europeia. Luiz Carlos Barreto, expoente do cinema brasileiro, morre aos 98 anos.
A Igreja Adventista enfrenta hoje um dos maiores desafios de sua história: como preservar a unidade doutrinária, a missão global e a identidade profética em uma era marcada pela polarização ideológica, pela cultura digital e pela crise de confiança nas instituições? Neste episódio, analisamos os impactos das redes sociais, do tribalismo ideológico, dos influenciadores religiosos, das tensões doutrinárias contemporâneas e das mudanças culturais que pressionam o sistema representativo adventista. Mais importante ainda, buscamos compreender como a Igreja pode permanecer fiel à sua missão profética sem perder sua relevância no mundo atual. Você descobrirá: ✅ Como a polarização ameaça a unidade da Igreja ✅ O impacto das redes sociais na autoridade espiritual e organizacional ✅ Os desafios da cultura digital para a liderança adventista ✅ O papel do Working Policy, do Manual da Igreja e das Assembleias ✅ Como preservar a unidade sem sacrificar a verdade ✅ A importância da governança representativa em tempos de crise ✅ O desafio de reconquistar a confiança das novas gerações ✅ Por que a missão deve continuar sendo o centro regulador de todas as decisões Este episódio é um chamado à maturidade espiritual, à fidelidade doutrinária e ao fortalecimento de uma Igreja capaz de permanecer unida enquanto proclama ao mundo a mensagem dos três anjos. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
Link para o À Mesa: https://www.lucianopires.com.br/amesa/a-mesa-instagram?utm_source=Podcast&utm_medium=CafeBrasil&utm_campaign=Amesa O episódio parte de uma pergunta simples e desconfortável: e se o maior problema do nosso tempo não fosse a falta de informação, mas a falta de atenção? A partir da pesquisa Cultura no Espelho, da Globo e Quaest, investigamos a epidemia da subnutrição intelectual e mostramos como algoritmos, distrações e entretenimento permanente moldam nossa forma de pensar. Um convite para recuperar o controle da própria mente e fortalecer o repertório antes que alguém pense por você.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio das rapidinhas falamos de redes sociais no Google Search Console, fotos de Instagram na Meta AI e muito mais...
Há uma onda a crescer pelo mundo no sentido de limitar, ou mesmo proibir, o uso de redes sociais a menores de idade. A Ásia e Oceânia foram primeiros, mas é na Europa que o movimento alastra. O tema não é fácil, mas também aqui há vantagens evidentes para as crianças e adolescentes. Retomamos neste episódio a conversa com Mariana Reis e Matilde Sobral, da associação Mirabilis Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alexandre de Moraes suspendeu por 90 dias o direito de Flávio Bolsonaro visitar o pai, Jair Bolsonaro, após a divulgação de uma carta escrita durante a prisão domiciliar.O prazo se estende até depois do primeiro turno das eleições de outubro.No Meio-Dia em Brasília, o especialista em Direito Penal Rubens Bessac explica a diferença jurídica entre este caso e as cartas lidas na campanha de Lula em 2018, e avalia se a carta configura campanha antecipada. José Inácio Pilar e Wilson Lima comentam a repercussão política.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Moraes #STF #FlavioBolsonaro #JairBolsonaro #DecisaoSTF #VisitasSuspensas #Eleicoes2026 #PoliticaNacional #AlexandreDeMoraes #NoticiasPoliticas #BastidoresDaPolitica #Direito #SenadoFederal #CartaDeBolsonaro #CampanhaEleitoral #Justica #CenarioPolitico #BrasilHoje #LivePolitica #CriseNaDireita
Proibir o uso dos telemóveis nas escolas até ao 6º ano teve resultados positivos muito visíveis, e até o ministro da Educação deu testemunho disso mesmo, mas o governo quer esperar pelos resultados de um estudo que mandou fazer para alargar a proibição até ao 9º ano. Conversamos neste episódio com Mariana Reis e Matilde Sobral, da Mirabilis, uma associação que tem lutado em Portugal por uma utilização mais responsável dos smartphones.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O programa Meio-Dia em Brasília desta sexta-feira, 10, fala sobre a milícia virtual contratada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, conforme as investigações da Polícia Federal no âmbito da operação Compliance Zero. Além disso, o jornal também fala sobre o mais novo episódio envolvendo a disputa entre Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a desistência do presidente do PSDB, Aécio Neves, em disputar a Presidência da República. Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #DanielVorcaro, #MiliciaVirtual, #Internet, #YouTube, #Podcast, #Audio, #Alavancar, #Engajamento, #Algoritmo, #MarketingDigital, #RedesSociais, #Audiencia, #Streaming, #Estrategia, #Crescimento, #Conteudo, #Visibilidade, #Midia, #Tecnologia, #Sucesso
A Organização Pan-Americana da Saúde, Opas, lançou texto com recomendações para identificar e contestar informações falsas sem reforçar boatos; orientações são para destacar evidências científicas, evitar confrontos pessoais e investir em alfabetização digital e pensamento crítico.
A presidente do PL Mulher, Michelle Bolsonaro, voltou a utilizar suas redes sociais oficiais para emitir posicionamentos interpretados como recados diretos ao enteado, senador Flávio Bolsonaro.As postagens aprofundam as divergências sobre as alianças e condutas do partido.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #michelle #bolsonaro #flavio #recado #redes #mensagens #aliados #racha #crise #bastidores #pronunciamento #politica #video #podcast #youtube #audio #noticias #partido #pl #comunicacao
As redes sociais fazem parte da rotina de milhões de crianças e adolescentes, mas até que ponto esse uso pode afetar o desenvolvimento, a saúde mental e a forma como os jovens se relacionam? Esse debate ganhou força após diferentes países anunciarem medidas para restringir o acesso de menores às plataformas digitais. No novo episódio do Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com Luiza Sassi, diretora-geral do Instituto GayLussac, escola que restringe o uso de celulares há duas décadas e acompanha de perto os impactos da tecnologia no ambiente escolar. Durante a entrevista, a especialista comenta as mudanças de comportamento observadas entre os estudantes, fala sobre o papel das famílias e das empresas de tecnologia e explica por que acredita que a educação digital precisa começar cedo. O episódio também aborda temas como saúde mental, habilidades sociais, controle parental e os desafios de encontrar um equilíbrio entre os benefícios da tecnologia e seus riscos. Você também vai conferir: LG apresenta uma tela que leva a experiência imersiva a outro nível, Google quer dar um aplicativo exclusivo para sua busca com inteligência artificial e Os robôs humanoides já começaram a provocar greves nas fábricas. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França e Bruno Bertonzin.A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Nick Farewell apareceu com a ideia de ligar a câmera e trazer o Jucelio para a mesa. O Jucelio é um advogado que escreve e pensa muito sobre como a internet está mudando a gente. É engraçado como uma simples observação sobre pessoas paradas no metrô pode puxar um fio tão longo na cabeça humana.A conversa foi passando por essa ideia de que a gente não apenas entra na internet hoje em dia. A gente existe nela. O Jucelio chama isso de segunda alma. Ele diz que os nossos telefones são praticamente órgãos externos agora.O Nick trouxe uns pontos muito bons e nós entramos nessa viagem sobre o que acontece quando uma inteligência artificial escreve um processo judicial com letras brancas só para enganar a máquina do outro advogado. É um negócio completamente surreal.Também falamos bastante sobre o peso de ser cancelado em um lugar que simplesmente não tem um botão de apagar. A internet não perdoa e a gente ainda não sabe como lidar com isso do ponto de vista da lei.No fim a conversa foi parar em implantes neurais, singularidade e nessa sensação estranha de que talvez o futuro já tenha começado faz tempo.Eu realmente não tenho as respostas para nada disso.
Notícias do dia: Governo australiano reforça proibição de redes sociais para menores de 16 anos. Equipes de resgate seguem buscas na Venezuela com chegada de ajuda internacional. Parlamento aprova reforma tributária na Austrália em meio a críticas sobre "taxa da viúva". Rei Charles III não vai morar no Palácio de Buckingham após reforma de cerca de 534 milhões de dólares australianos. Plano contra o trabalho infantil no Brasil destaca riscos da exploração digital de crianças e adolescentes. Terremotos na Venezuela deixam um português e dois luso-descendentes entre as vítimas fatais.
No episódio desta semana falamos sobre o Mundial e Ronaldo, detox de redes sociais e muito mais.
À Direita começa com uma viagem a 2016, o ano zero da nova direita. A eleição de Donald Trump transformou o panorama político americano, abriu um horizonte de possibilidades para o nacional-populismo europeu, e pôs em causa décadas de consensos que se julgavam inabaláveis.Neste primeiro episódio de À Direita, Vasco Rato e Teresa Nogueira Pinto conversam sobre a América, sobre declínio, contrarrevolução, a crise do liberalismo e o futuro da política americana. O ex-presidente da FLAD tem estado mais empenhado em compreender Trump e o Trumpismo do que em adjetivá-lo: o que é que Trump representa, o que veio fazer, e porque é que quem pensa que Trump é um interregno e tudo voltará ao que era está muito enganado.Vasco Rato é doutorado pela Universidade de Georgetown e professor universitário. Foi presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento entre 2014 e 2019 e é autor de livros como “De Mao a Xi: O Ressurgimento da China” e “Tsunami: Trump, trumpismo e a Europa”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Linhas Cruzadas desta semana, Thaís Oyama e Luiz Felipe Pondé discutem se as pessoas controlam as redes sociais ou se elas controlam os seus usuários. A edição decodifica a obsessão da sociedade atualmente: a busca desesperada por visibilidade digital que engole, a cada dia mais, o conceito de sucesso e o impacto brutal dessa ditadura do clique na saúde mental dos adolescentes, sufocados pela comparação constante.#LinhasCruzadas #TVCultura #SomosCultura #Viralização #RedesSociais
Sistema de pagamentos instantâneos entra no alvo da disputa eleitoral entre petistas e bolsonaristas.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Lula #FlávioBolsonaro #Pix #paternidade #política #podcast #debate #notícias #eleições #governo #oposição #atualidades #brasil #polêmica #redessociais #disputa #informação #bastidores #análise #economia
Hoje trazemos Nuno Vancetto, que trocou a engenharia civil pela psicologia para seguir uma vocação. Especialista em transtornos de humor, pós-graduado em neuropsicologia e fundador da ONG Salvando Vidas, dedica-se ao estudo da formação emocional das crianças e dos impactos das telas no desenvolvimento humano. Nesta conversa, falamos sobre saúde mental, infância, neurociência, fé, propósito e os desafios de manter convicções em um mundo cada vez mais polarizado. Uma conversa necessária sobre gente, família e futuro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje trazemos Nuno Vancetto, que trocou a engenharia civil pela psicologia para seguir uma vocação. Especialista em transtornos de humor, pós-graduado em neuropsicologia e fundador da ONG Salvando Vidas, dedica-se ao estudo da formação emocional das crianças e dos impactos das telas no desenvolvimento humano. Nesta conversa, falamos sobre saúde mental, infância, neurociência, fé, propósito e os desafios de manter convicções em um mundo cada vez mais polarizado. Uma conversa necessária sobre gente, família e futuro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vivemos na era em que todo mundo virou editor, crítico, juiz e comentarista profissional. Hoje, qualquer texto publicado numa rede social parece virar rascunho coletivo aberto para revisão pública permanente. Neste Cafezinho, mergulhamos na lógica das plataformas que transformaram conversa em performance, discordância em espetáculo e opinião em moeda social. No fim, talvez o problema não esteja em quem escreve. Mas nas máquinas que lucram transformando qualquer café em arena.See omnystudio.com/listener for privacy information.