Reavivados por Sua Palavra

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Um Podcast que busca trazer aplicações diárias sobre o capítulo da Bíblia lido no #rpsp. Sabe o que é o #rpsp? O Reavivados por Sua Palavra é o Ano Bíblico do Ministério Jovem Adventista. Leu e não entendeu? Aperte o play e vem com a gente. Descubra como ler a Bíblia pode ser a maior viagem! Quer fazer contato comigo? Você pode me achar no Instagram (@pr.filipi)

@pr.filipi


    • Jan 9, 2023 LATEST EPISODE
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    House of Cards - Porteiros, Músicos e Levitas: a rotina do Templo (1 Crônicas 23-26) #rpsp

    Play Episode Listen Later Jan 9, 2023 16:59


    O princípio vale para uma família, para uma organização sem fins lucrativos ou para uma empresa: precisamos ser modernos, mas mantendo a tradição. Erra quem, até mesmo na vida pessoal, quer inventar a roda todas as vezes que precisa fazer algo. O segredo do futuro é a atenção ao passado. No caso de uma empresa, por exemplo, é começo de fracasso a nova gestão achar que “daqui para a frente será assim”. Primeiramente a nova gestão precisa se lembrar que, antes dela, muitas outras pessoas construíram aquela empresa, muitas vezes com sacrifícios e com fidelidade aos valores da organização. Em segundo lugar, a nova gestão deve se lembrar que, depois dela, virá outra. Cabe-lhe agora fazer o melhor, com os olhos no futuro e os pés no passado. Por outro lado, a tradição não pode ser um impedimento ao crescimento por meio de novas ideias, novas culturas internas e novas tecnologias. Sempre há uma maneira nova de fazer as mesmas coisas. Como sempre, o segredo é o equilíbrio. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    House of Cards - O Legado de Davi: Salomão ou o Templo? (1 Crônicas 22) #rpsp

    Play Episode Listen Later Jan 8, 2023 11:21


    Todo pai deve dizer ao seu filho: “Obedeça aos mandamentos de Deus que você será feliz; também, seja forte e corajoso”. Talvez sejamos por vezes levados a colocar em segundo plano a obediência, já que Deus revelou por meio de Jesus Cristo a sua graça para nos trazer a salvação (Tito 2.10). No entanto, as leis de Deus continuam válidas. O merecimento ainda tem valor. O merecimento só não tem valor para a salvação. Ela nos vem pela graça (Efésios 2.10). Para o dia a dia, a lei é fundamental. Se queremos trabalhar ou estudar, temos de acordar cedo e sair da cama. Se queremos ser santos, precisamos ouvir os mandamentos de Deus. Se queremos ter vida longa, Deus nos instrui. A graça nos ensina e até intervém, mas ela não quebra as regras a toda hora. Precisamos pensar que a lei (ou o conjunto de mandamentos que temos no Antigo e no Novo Testamento) são meios pelos quais Deus nos abençoa. AZEVEDO, Israel Belo De - Bíblia Sagrada Bom Dia

    House of Cards - Tentação ou Teste? Davi, o censo e o monte do Templo (1 Crônicas 21) #rpsp

    Play Episode Listen Later Jan 7, 2023 23:46


    O que fazemos com os conselhos que nos dão? Davi ouviu o conselho de Joabe, mas não o seguiu. Ficou com seu próprio conhecimento, com sua própria autoridade, com sua própria experiência de vida e com sua teimosia. Davi tomou uma decisão errada. Há conselhos ruins, como os de Aitofel, mas há orientações boas, como, nesse caso, a de Joabe. Precisamos de bons conselhos. Conselhos bons nos levam para o topo. Conselhos bons nos põem na luta. Conselhos bons nos mostram possibilidades novas para o problema que estamos vivendo. Conselhos bons nos colocam na boa rota outra vez, se dela nos afastamos. Para ouvir conselhos bons precisamos de bons conselheiros. Tendo bons conselheiros, precisamos ouvi-los, pesar o que disseram e agir. Ouvindo bons conselhos, precisamos agradecer a Deus por nos abençoar com bons conselheiros. Se é verdade que podemos contar com o Conselheiro Maravilhoso (Isaías 9.6), que é Jesus Cristo, ele pode nos mandar bons conselheiros como seus auxiliares na tarefa de nos orientar. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    House of Cards - As Guerras de Davi (1 Crônicas 18—20) #rpsp

    Play Episode Listen Later Jan 4, 2023 13:24


    Um governante pode construir pontes e não ministrar a justiça. Um governante pode promover festas e não oferecer alegria. Um governante pode distribuir dinheiro e não buscar a igualdade. Um governante pode afrouxar ou apertar as leis, mas não pode aumentar a solidariedade. Davi é elogiado por tratar o povo com justiça. Com justiça, o povo trabalha. Com justiça, o povo estuda. Com justiça, o povo brinca. Com justiça, o povo tem saúde. A tarefa de todo governante é administrar com justiça. A tarefa de todo governante é fazer valer a justiça, para que ela sirva a todos. AZEVEDO, Israel Belo De - Bíblia Sagrada Bom Dia

    House of Cards - Quem constrói a Casa? A Promessa de Deus a Davi (1 Crônicas 17) #rpsp

    Play Episode Listen Later Jan 3, 2023 11:01


    Quando estamos com uma dificuldade, o que fazemos? Oramos a Deus. E quando as coisas vão bem? Trabalhamos, brincamos, viajamos, consumimos. Davi chamou o seu mentor espiritual. É como se lhe dissesse: “Natã, cumpri a minha missão. Estamos realizados, mas preciso agradecer a Deus por tudo o que nos fez. Sabe, Natã, chegou a hora de construirmos um templo para o nosso Deus, mais bonito que o palácio onde moro”. A preocupação de Davi mostra o lugar que Deus ocupava na sua vida. E quando Deus dispensa o presente (o templo), Davi não se aborrece. O que lhe importava era realmente agradar a Deus. Há uma diferença entre a oração de Davi e a do fariseu, retratado na história contada por Jesus (Lucas 18.9-14). O fariseu orou assim: “Ó Deus, eu te agradeço porque não sou avarento, nem desonesto, nem imoral como as outras pessoas. Agradeço-te também porque não sou como este cobrador de impostos. Jejuo duas vezes por semana e te dou a décima parte de tudo o que ganho”. Davi orou de modo bem diferente: “Ó SENHOR Deus, eu não mereço tudo aquilo que fizeste por mim no passado”. Como oramos a Deus? Como quem merece receber ou como quem pede e descansa? Como quem exige, como se soubesse o que Deus deve fazer? Devemos orar como Davi. AZEVEDO, Israel Belo De - Bíblia Sagrada Bom Dia

    House of Cards - Dança, Guerra, Santificação e Louvor: Davi e a Arca (1 Crônicas 13—16) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 30, 2022 32:07


    Os mandamentos que lemos no Antigo Testamento têm o objetivo de nos levar a uma vida de integridade, em todas as áreas. Essa integridade é o verdadeiro objetivo da santidade. Deus é santo e quer que sejamos santos também. Todos os mandamentos que nos legou, mesmo que não os entendamos, são para o nosso bem. Deus já é perfeito e nós estamos a caminho. A arca da aliança deveria ser transportada da maneira certa. Essa maneira está descrita na Bíblia detalhadamente (Êxodo 25.13-15; Números 4.15-20). Se tinha uma maneira certa, devia ser feito da maneira certa. Em nossos relacionamentos, há uma maneira certa de tratarmos as pessoas. Em nosso trabalho, há uma maneira certa de fazer as coisas. Em nosso culto, temos uma maneira certa de cultuar. Quando lemos a Bíblia, encontramos essa maneira certa. Então, não é para fazermos as coisas de qualquer modo, mas da maneira certa. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    House of Cards - A Ascensão de Davi (1 Crônicas 11—12) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 28, 2022 15:39


    Davi não venceu sozinho suas guerras. Ninguém vence sozinho. Davi não se tornou rei sozinho. Ninguém se torna grande sozinho. Davi não foi o grande rei que foi sozinho. Ninguém sobe e continua no alto sozinho. O marido não é um bom pai sozinho. O chefe não conquista metas sozinho. O governante não lidera o povo sozinho. O escritor não produz sua obra sozinho. Os verdadeiramente famosos contam com uma equipe de colaboradores, como Davi. Os nomes dos “famosos soldados de Davi” estão aqui para nos lembrar disso. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    House of Cards - O fim do Rei Saul (1 Crônicas 10) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 27, 2022 11:02


    Saul foi aprovado por Deus como rei, mas ele achou que tinha sido escolhido por causa dos seus méritos. Saul foi aconselhado por Deus a como ser rei por meio do profeta Samuel, mas ele preferiu consultar os mortos. Saul foi apoiado por Davi, mas teve inveja dele. Saul tinha um filho companheiro (Jônatas), mas o abandonou. Saul podia se abrir para com Deus, mas se fechou em si mesmo. Saul teve tempo para se arrepender, mas preferiu morrer no remorso. Nenhum dos caminhos tomados por Saul pode ser o nosso. Tal como ele, somos amados por Deus. Diferentemente dele, se errarmos, devemos pedir perdão a Deus, que nos consertará a vida. E esse caminho pode ser tomado hoje, se é a nossa necessidade, antes que seja tarde. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    House of Cards - O registo genealógico do Povo de Deus: propósito e lições (1 Crônicas 1—9) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 24, 2022 56:44


    O livro de 1Crônicas é uma coletânea dos fatos importantes que aconteceram ao longo da história de Israel. Os primeiros capítulos (1Crônicas 1—12) trazem uma lista de nomes de diferentes períodos, junto com alguns fatos relevantes nas vidas dos reis Saul e Davi. Não deixe de ler as listas de nomes de 1Crônicas. Elas contêm informações que foram de grande valor para seus primeiros leitores (como se fossem um registro de cartório) e também são de valor para nós, ao nos mostrar que Deus age na História em meio a circunstâncias concretas. As listas também nos mostram que, na nossa família e no nosso país, muitas coisas aconteceram antes que chegássemos, o que nos ajuda a entender o nosso presente. Além disso, há verdadeiras pérolas que a nossa atenção pode descobrir, como, por exemplo, como a oração de Jabes (1Crônicas 4.10). Dessa coletânea de informações sobre a vida do povo Israel, aprendemos muitas verdades que nos ajudam a viver de maneira sábia e santa. Vejamos algumas para praticar: 1. Mesmo que não tenhamos sido bem recebidos no mundo quando nascemos, podemos ser felizes. Se nossos pais não nos desejaram, Deus nos desejou e podemos, por causa da graça dele, viver de maneira vitoriosa (1Crônicas 4.10). 2. Ser fiel a Deus só traz alegrias. Ser infiel a ele pode trazer consequências que podem alcançar gerações. A despeito de todas as advertências, o povo abandonou o Deus verdadeiro, para adorar deuses de madeira. O preço foi alto (1Crônicas 5.26). Devemos estar sempre atentos para sermos realmente guiados por Deus de modo a vivermos uma vida que valha a pena. 3. Tudo o que fizermos, na vida profissional, na família e na igreja, deve ser feito com dedicação. Uma demonstração disso era a transparência demonstrada pelos levitas que contavam os instrumentos usados nos cultos (1Crônicas 9.28), para que não houvesse desvio. 4. Em todas as áreas da nossa vida, precisamos uns dos outros. Quando um grande homem (ou grande mulher) se destaca, há ao seu lado um batalhão de pessoas (1Crônicas 11.10), levando junto as suas cargas, lutando por ele, aconselhando-o, chorando com ele, orando por ele. Os verdadeiramente grandes são agradecidos aos seus companheiros de trabalho. 5. Quando você vence uma batalha, saiba que outras poderão vir. A vida do povo de Israel esteve sempre sob a ameaça dos filisteus (1Crônicas 14.13). Os possíveis ataques por parte dos filisteus mantinham Israel alerta. Também precisamos de filisteus que nos mantenham firmes para a vitória, sem relaxar. 6. Oração é ação para os tempos de angústia. Oração é atitude para os tempos de alegria. Oramos para pedir. Oramos para louvar (1Crônicas 17.16-17). 7. Pode ser que alguns dos seus planos para a sua família, para sua organização ou para a sua igreja não serão executados por você. Outros poderão realizá-los. Pode ser que a glória não seja sua. O templo com que Davi sonhou ficou conhecido na história como o “templo de Salomão”. A disposição de preparar o terreno (1Crônicas 22.13) para que outros construam mostra nossa verdadeira motivação: honrar a Deus, não a nós mesmos. 8. A música tem um lugar na nossa vida, estejamos numa igreja, em casa ou andando. Somos chamados a adorar, sempre nos lembrando que adoramos a Deus, e que isso deve ser feito do modo como ele espera, não de qualquer jeito (1Crônicas 25). 9. Devemos nos perguntar sobre o que estamos deixando para os nossos filhos. Davi legou a Salomão um senso de responsabilidade. Davi lhe disse que uma vida bem-sucedida só aconteceria se ele fosse fiel a Deus (1Crônicas 28.9). 10. Com seu exemplo, Davi ensinou o povo a ofertar (1Crônicas 29). Muitos de nós ainda não aprendemos com Davi e não fazemos como o povo de Israel fez. A glória do templo de Deus só foi possível por causa da fidelidade dos que amavam a Deus. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - A Queda de Jerusalém: A Destruição do Trono de Ferro (2 Reis 25) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 23, 2022 34:50


    Ao chegar ao final deste relato do declí­nio e destruição trágicos de uma grande nação, devemos considerar seriamente al­gumas lições. A ascensão de um povo é di­retamente proporcional a sua adoração a Deus. A nação de Israel foi dividida em dois reinos como resultado dos pecados de Salomão, que adorou ídolos a fim de agra­dar a suas esposas pagãs. Uma vez que o povo do reino do Norte, Israel, entregou-se à idolatria e abandonou o verdadeiro Deus vivo, seu povo foi levado cativo para a Assíria. Judá também não demorou a sucumbir e, por fim, foi capturada pela Babilônia. Tornamo-nos semelhantes ao deus a quem adora­mos (Sl 115:8). Se nos recusarmos a adorar o verdadeiro Deus vivo, seremos tão vulne­ráveis quanto os ídolos que nos cativam. Israel e Judá se desviaram, pois foram conduzidas por pessoas conformistas, gente fraca que seguia o exemplo da maioria e que agradava o povo. A fim de adverti-los sobre essa insensatez, Deus levantou ho­mens e mulheres inconfundivelmente dis­tintos, que procuraram agradar o Senhor. Porém, essas testemunhas fiéis foram igno­radas, abusadas e martirizadas. O drama­ turgo e cético George Bernard Shaw definiu, incorretamente, o martírio como "a única maneira de um homem incompetente ficar famoso". As pessoas que sofreram e morre­ram pela fé possuíam as aptidões que ha­viam recebido de Deus para confiar nele, colocar a verdade e o caráter à frente das mentiras e da popularidade e se recusar a fazer como a maioria, conformando-se com a superficialidade e o pecado do mundo. Neste momento crítico da história, Deus está à procura de pessoas diferentes - não de cristãos que seguem os modismos, do tipo "maria-vai-com-as-outras". Viver em amizade com o mundo é viver em inimiza­de com Deus (Tg 4:4); amar e confiar no mundo é perder o amor do Pai (1 Jo 2:15- 17). Devemos ser "sacrifícios vivos" para o Senhor (Rm 12:1, 2), pessoas diferentes cuja vida e testemunho apontam para Cristo e brilham como luzes em meio à escuridão. "Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte" (Mt 5:14). Crer é viver sem tramar. Se começarmos a racionalizar os ensinamentos bíblicos acerca da obediên­cia ao Senhor e da separação do pecado, logo nos veremos escorregando aos poucos para fora da luz, caindo nas sombras e, de­pois, na mais completa escuridão, até termi­narmos envergonhados e derrotados. "Aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente" (1 Jo 2:17). WIERSBE, Warren W. - Comentário Bíblico Expositivo: Antigo Testamento

    Game of Thrones - Quatro Reis e um Destino: a Queda de Jerusalém (2 Reis 24) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 23, 2022 32:02


    Precisamos saber que há pecados com consequências irreparáveis. O rei Manassés matou pessoas inocentes. Mesmo que ele reconhecesse que tinha pecado, os mortos não voltariam a viver. Além do homicídio, há outros pecados também de consequências dramáticas. Um deles é o abuso sexual contra uma criança. Infelizmente, os abusos acontecem num número maior do que é notificado, porque muitos acontecem dentro de casa, cometidos por pais, parentes e vizinhos. Algumas dessas vítimas nunca se recuperarão. Outro pecado é a maledicência. Uma vez que alguém espalha algo sobre o outro, que espalha para outros, num rastro de destruição, o dano não pode ser reparado. Devemos cuidar para não erramos como Manassés e Jeoaquim. Devemos saber que, mesmo quando somos perdoados, as consequências de alguns dos nossos pecados não podem ser removidas. Essa consciência nos deve manter ainda mais vigilantes. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - Josias: Sempre o Melhor Legado (2 Reis 22 e 23) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 23, 2022 46:23


    Josias ouviu a Palavra de Deus. Não foram palavras doces que ouviu, mas amargas. Não foram elogios que escutou, mas correções duras. Não foram promessas que soaram suaves ao seu coração, mas advertências que lhe cortaram a alma. Mas é o que Palavra diz que devemos ouvir. Há momentos em que precisamos de promessas que nos consolam. Se formos à Biblia, encontraremos o consolo que buscamos. Há momentos que precisamos de advertências que nos corrijam. Precisamos de coragem para receber a Bíblia como um chicote. Quando pecamos, precisamos da disciplina. Quando nos arrependemos, precisamos de paz. A Bíblia é também palavra de paz. Uma pessoa está em dificuldade. Temos a oportunidade de estar com ela. A primeira tendência é, depois de ouvi-la, dizer-lhe algumas palavras sinceras e amorosas, para apoiá-la nesse momento. Talvez a entendamos. E ela sorria. Talvez lhe sugiramos um bom livro. E ela anote. Talvez lhe ofereçamos um caloroso abraço. E ela agradeça. Talvez choremos com ela, tocados pelo seu sofrimento. E ela se emocione. Vai ser ótimo. No entanto, nossa compreensão ou nossa sugestão ou nosso abraço ou nossa lágrima, mesmo reunidas num mesmo momento e recebidas como aromas naquela ocasião, talvez não resistam sequer a algumas horas, tamanha é a dor. Aquele momento conosco precisa servir como uma lembrança perenizada de que nos importamos verdadeiramente e que há esperança. Há, então, uma atitude que podemos tomar, em conjunto com os outros gestos de amizade: podemos e devemos abrir a Bíblia (ou citá-la de cor, se a situação do momento o exigir) e orar junto com essa pessoa. A Bíblia tem o poder de implantar a confiança no coração entristecido. Quando lemos a Bíblia para uma pessoa, nós nos tornamos homens e mulheres de Deus na sua vida. A oração tem o poder de nos mergulhar — o que toma a iniciativa e o que acompanha, mesmo silenciosamente — na atmosfera do amor de Deus, graças a quem, não importam as dificuldades, vale a pena viver. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - Manassés: o começo do fim (2 Reis 21) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 23, 2022 33:14


    O fato de o piedoso rei Ezequias ter gerado um filho perverso é mais um daqueles mis­térios da história bíblica. Se Manassés nas­ceu em 709 a.C., então estava com 7 anos quando o pai foi curado e o milagre da som­bra ocorreu. Tinha 11 anos quando os 185 mil soldados assírios foram mortos. Ao que parece, esses milagres não causaram grande impacto em seu coração. Vários estudio­sos acreditam que Manassés foi co-regente com o pai durante cerca de dez anos (697- 687 a.C.), dos 12 aos 22 anos, tendo, por­ tanto, um relacionamento próximo com um pai temente a Deus. O que impressiona, porém, é que Manassés tornou-se o rei mais perverso da história de Judá, tanto que é responsabilizado pela queda do reino do Sul (2 Rs 24:3; Jr 15:1-4). Ele foi terrivelmente ímpio e, no entanto, teve o reinado mais longo da história de Israel e Judá. Foi como se o Se­nhor tivesse retirado a mão do reino de Judá e permitido que toda imundície fosse derra­mada do coração do povo. Em seu caráter e conduta, Manassés foi pior que os amorreus que Josué havia derrotado em Canaã, uma nação conhecida por sua brutalidade e per­ versidade (2 Rs 21:11; Gn 15:16). Tudo o que Ezequias, seu pai piedoso, havia des­truído, Manassés reconstruiu ao conduzir a nação de volta à idolatria, inclusive à adora­ção a Baal. O pior rei de Israel (norte e sul juntos) foi o que mais tempo ficou no poder: 55 anos. Deus nada fez para tirá-lo do poder. Política é coisa nossa. É nossa responsabilidade votar (e ser votado). É nossa tarefa eleger governantes e mandá-los para casa, obedecendo às regras constitucionais. Manassés ficou tanto tempo no poder porque o povo não se dispôs a contestá-lo. O povo foi também responsável pelo desastrosa administração de Manassés.

    Game of Thrones - Ezequias, sua doença e a embaixada da Babilônia (2 Reis 20) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 22, 2022 23:01


    Não se deixe levar nem mesmo por pregadores que, de Bíblia aberta, seduzem-no contra a própria Palavra de Deus, insistindo, por exemplo, que um cristão não pode tomar remédio para tratar da sua saúde mental ou física e nem mesmo buscar um psicoterapeuta para se tratar de um distúrbio emocional. Alguns autores têm proposto que, quando uma pessoa toma um remédio para a depressão, por exemplo, ela está recusando a graça providenciada por Deus. Segundo esses pregadores, não precisamos de mais nada além da Palavra de Deus. O resultado de uma instrução dessas é que pessoas da igreja que estão se tratando com medicamentos param com o tratamento por medo de estarem pecando contra Deus por não confiarem nele; alguns chegam a duvidar de sua própria salvação. Quando um líder espiritual dá uma orientação desse tipo ele está indo contra a Palavra de Deus. O único erro é confiar tão somente nas ciências da saúde. A oração deve fazer parte do processo de cura. Em qualquer situação, o cristão deve buscar ajuda em Deus, até mesmo para orientação quanto a quem procurar. Ezequias pediu para ser curado e Deus o atendeu, usando um remédio, no caso um emplastro de figos. Na verdade, quando uma pessoa recusa o tratamento, ela está recusando os recursos que Deus lhe oferece. O apóstolo Paulo, homem de oração, recomenda a Timóteo, outro homem de oração, a tomar remédio para seu problema gastrointestinal (1Timóteo 5.23). De igual modo, quem recusa o tratamento está punindo a si mesmo e ferindo as pessoas que a amam, ao se negarem a ter uma vida saudável, por culpas inexistentes. Deus é o Senhor dos médicos. Deus é o farmacêutico por excelência. Os remédios são recursos que ele nos disponibiliza para termos saúde. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - In God We Trust: Ezequias e as Dificuldades (2 Reis 19) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 22, 2022 24:09


    Quando Ezequias se viu em grande dificuldade, com o seu coração perturbado, ele foi para o lugar certo: o templo. Ele foi vestido com roupas de pano grosseiro, não com vestes de rei. Ele foi como quem pedia, não como quem exigia. Ele foi para o lugar certo e com a atitude certa. O profeta Isaías não estava, mas o rei mandou-lhe uma carta em que pedia que orasse por ele e pelo país. Isaías orou e mandou uma mensagem de volta: Ezequias não devia temer. A tribulação continuou e Ezequias voltou ao templo, agora para orar ele mesmo. No templo, o rei encontrou o refúgio de que precisava para orar. Ezequias orou, novamente por meio do profeta isaías, e Deus lhe respondeu: o adversário de Ezequias detestava a Deus. Logo, o rei não devia se preocupar. Deus mesmo cuidaria de Senaqueribe, o rei insolente. Ao fim, Deus cumpriu a promessa de proteger a cidade. A atitude de Ezequias nos inspira em diferentes direções. Diante da dificuldade, ele recorreu ao Senhor Deus. Sempre que recorremos a Deus, nós saímos vitoriosos. Diante da dificuldade, ele foi ao templo em busca de oração e conselho. Diante da dificuldade, ele confiou. Diante da dificuldade, devemos recorrer a Deus. Diante da dificuldade, devemos procurar a nossa comunidade de fé, em busca de intercessão e aconselhamento. Diante da dificuldade, devemos confiar em Deus. Por sua vez, a igreja enquanto comunidade dos que creem deve ser um lugar de refúgio, oração e aconselhamento, para que seus participantes sejam fortalecidos por meio dela em nossa confiança em Deus. A igreja deve ser o lugar em que pessoas confiam que podem ir tanto na hora da festa quanto na hora da angústia. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - Ezequias, Neustã e Senaqueribe: em quem Confiar? (2 Reis 18) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 22, 2022 38:45


    Quando o povo ainda no deserto pecou, Moisés providenciou um atalho para o perdão. Os feridos deviam olhar para Neustã (Números 21.4-9), uma escultura em forma de serpente. Quem a contemplasse ficaria curado. Foi só um meio de comunicação. No entanto, o povo se apegou à escultura. Durante os séculos seguintes, o povo a reverenciou, queimando-lhe incenso, até que Ezequias a destruísse completamente. A presença de Neustã entre o povo demonstra a capacidade de as pessoas crerem em qualquer coisa, até mesmo numa haste de bronze. A presença de Neustã entre o povo demonstra como as pessoas são capazes de transformar experiências boas em experiências definitivas. Foi bom olhar para a escultura no passado. Deve ser bom olhar ainda hoje e por isso se tornaram escravos da idolatria. Como os israelitas, podemos também crer em qualquer coisa que nos digam, a menos que estejamos firmados na Palavra de Deus. Como os israelitas, podemos também viver do passado, achando que nossas experiências de ontem podem nos alimentar hoje. Como os israelitas, podemos também tentar domesticar Deus, para que ele aja da maneira que nós queremos ou determinamos. Gostamos de deuses quando podemos adorar somente ao único Deus. Qualquer coisa, experiência ou pessoa que faça olhar para ela e não para Deus, é Neustã. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - O fim do Trono do Norte: o perigo da Idolatria (2 Reis 17) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 14, 2022 42:18


    Se vivermos de acordo com a nossa própria natureza (entenda-se natureza como inclinação natural, tendência natural, desejo natural), vamos colher espinhos. A nossa natureza só vê a satisfação imediata e é cega para as consequências das suas escolhas. A nossa natureza, dizendo-se livre e autônoma, é influenciada pela nossa própria história, com os exemplos que correm nas nossas veias, ou pelas pessoas com as quais convivemos (sejam os astros do entretenimento, seja as turmas do trabalho, da rua ou da escola). A nossa natureza, tão cheia de si, não percebe as grades da prisão em que se encontra. Há uma alternativa. Vivamos pelo Espírito Santo. Quando vivemos pelo Espírito Santo, dizemos “não” à nossa natureza. Pelo menos no plano do desejo, ela deixa de ser a rainha do nosso coração. A morte de nossa natureza é a vida da nossa vida. Viver de verdade é viver guiado pelo Espírito Santo, não pelos espíritos da nossa época ou dos nossos desejos. Ser guiado pelo Espírito Santo implica abrir mão da liberdade da natureza (esta a que renunciamos ou a que devemos renunciar) e ser alcançado pela liberdade do Espírito Santo. Se o salário de uma vida sob o tacão da natureza é a morte, o salário de uma vida docemente cativa do Espírito Santo é mais vida. Por meio da sua palavra e dos profetas, Deus disse aos israelitas como deviam viver. Desde Moisés, foi dada ao povo escolher entre a bênção e a maldição: “Vocês receberão a bênção se obedecerem às leis do SENHOR (…); ou receberão a maldição, se não obedecerem às suas leis (…) e adorarem outros deuses” (Deuteronômio 11.27-28). Desde o princípio, o Criador dotou o homem de liberdade. O povo do norte de Israel fez a sua escolha: preferiu seguir “outros deuses”. Era a estes que amava, não ao Deus verdadeiro. Sua escolha tinha o poder de dividir a nação e de mergulhar na imoralidade e na desonestidade. Destruiu-se a si mesma. O fim de Israel foi consequência do mal uso que fez da sua liberdade. Deus respeita a liberdade humana. Deus respeita a nossa liberdade quando nos afastamos dele. Deus respeita a liberdade dos nossos filhos e amigos quando eles escolhem o pecado como a prática das suas vidas. Com a liberdade vem a responsabilidade. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - Acaz: Quem se compara não é feliz (2 Reis 16) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 12, 2022 17:42


    Quem se compara com o outro não é feliz. O tema da felicidade espirra para todos os lados. De um você ouve que ela não deve ser buscada, exceto pelos tolos. Um outro lhe oferece um mapa infalível, que você receberá indo a determinada reunião, participando de uma certa religião, envolvendo-se numa ação específica. Para um, felicidade é ilusão. Para outros, ter fé é ser feliz. E lhes basta. No entanto, alguns de fé têm a vida mergulhada em perdas sobre perdas, o que faz da felicidade um ideal, por vezes, distante. Em todos os casos, a felicidade precisa ser desfrutada em comunhão com Deus, a fonte de alegria completa. Nos casos de perdas sucessivas, a vida precisa ser vista como tendo dois tempos: este, que pode ser objetivamente péssimo e sem chance de ser mudado, e o próximo, que será necessariamente magnífico. O tempo presente precisa ser compreendido como estando sob o controle de Deus, que fará com que até as coisas ruins cooperem para que tenhamos uma vida que ainda assim vale a pena e valerá se a vivermos com confiança. Em alguns casos, ser feliz começa com crer e prossegue com aprender a viver. Esse aprendizado mantém sob o nível das águas a ansiedade, o rancor, a inveja, esses afluentes da comparação. Quem se compara com o outro não é feliz. Em todos os casos, ser feliz é não se comparar. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - Os últimos reis de Israel: O poder das heranças ruins (1 Reis 15) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 12, 2022 12:19


    Procedemos hoje de acordo com o que aprendemos a fazer na infância, com o que vimos ser feitas quando éramos pequenos ou que nos foram legadas por nossos pais. Consola-nos saber que, no rol dessas coisas, estão práticas muito boas. Quantos de nós não aprendemos a orar com nossos pais, a amar a Bíblia com nossos avós ou a gostar de ir à praia com nossos tios? As boas práticas, contudo, não nos perturbam e requerem apenas que continuemos com elas. Quanto às outras — as ruins — o que queremos fazer? 1. Temos de ser sinceros, respondendo de modo claro se julgamos que esses padrões são bons ou ruins. Eles não podem ser as duas coisas ao mesmo tempo. Essa primeira pergunta é decisiva. Para ser dada, precisamos estar atentos ao que falam a nós e sobre nós. Se o que falam não confere com o que achamos de nós mesmos, precisamos levar a sério o que dizem. Talvez estejam com a razão. Talvez sejam palavras de Deus que temos recusado ouvir, endurecendo o nosso coração. 2. Em segundo lugar, precisamos decidir o que faremos. Nascemos assim e morreremos assim ou nascemos assim mas morreremos diferentes? Não somos obrigados a ser escravos de nossa herança. Somos livres para abandoná-las. Só não podemos abandonar o nosso Deus, que nos acompanha em direção à recuperação. Também não podemos abandonar ou magoar as pessoas dispostas a caminhar conosco. Elas podem desistir diante da nossa ingratidão. 3. Em terceiro lugar, temos de verificar o tamanho do problema. 4. Em seguida, precisamos fazer uma análise do efetivo de nossas forças para saber se teremos condições de enfrentar sozinhos a refrega. Pode ser que precisemos de ajuda externa profissional. Esta é uma questão muito pessoal. Há pessoas que conseguem deixar sozinhas o vício, fazendo-o de uma vez, mas outras precisam de apoio fraternal ou profissional. Em umas a distância entre o desejo de mudança e a mudança é curta; em outros, é bastante longa e dolorosa. 5. Em quinto lugar, precisamos traçar as nossas metas. Aonde podemos chegar e aonde queremos chegar. Como pretendemos chegar? 6. Então, precisamos continuar. Pode ser que titubeemos ou mesmo que fracassemos. Importa que, levantando-nos, sigamos em frente. Nem sempre nossa caminhada é em direção ao alvo — a mudança que queremos — porque, às vezes, perdemos o alvo. Cair à beira do caminho é para os que caminham. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - Amazias e Jeroboão II: Presunção e Prosperidade (2 Reis 14) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 12, 2022 27:40


    O relato deixa Judá e se volta para Israel e Jeroboão II, que teve o reinado mais longo dentre os reis de Israel - quarenta e um anos. Em se tratando de questões espirituais, Jeroboão II não foi um bom rei, mas trouxe prosperidade à nação e a livrou de seus ini­migos. Já naqueles tempos antigos, desde que o povo tivesse comida na mesa, dinheiro no bolso e não precisasse temer os inimigos, os cidadãos, de modo geral, não se preo­cupavam com o caráter de seus líderes. Graças às vitórias da Assíria sobre a Síria, tanto Israel quanto Judá viram-se finalmente livres da sujeição a essa inimiga persistente, e os dois reinos tiveram oportunidade de usar sua riqueza e força de trabalho para construir em vez de lutar. Israel conseguiu expulsar os siros de postos avançados na fronteira, e Jeroboão também recuperou ter­ritórios que haviam sido perdidos para a Síria. O reino de Israel chegou a ter as mesmas dimensões que havia alcançado nos tempos de Salomão (vv. 25 e 28; 1 Rs 8:65). O Se­nhor permitiu essas vitórias não porque os israelitas ou seu rei merecessem, mas por­ que teve misericórdia de seu povo, que so­fria sob o domínio da Síria (2 Rs 14:26; ver Êx 2:23-25). A prosperidade de Israel era apenas su­perficial e, na verdade, encobria pecados e crimes abomináveis aos olhos do Senhor. Os profetas Amós (1:1) e Oséias (1:1) mi­nistraram durante o reinado de Jeroboão e advertiram que o julgamento estava a ca­minho. De fato, o julgamento sobreveio em 722 a.C, quando os assírios invadiram Is­rael, deportaram muitos dos israelitas e trouxeram gentios de outras nações con­quistadas a se misturarem com o povo de Israel. Quais eram os pecados desse reino prós­pero? Um deles era que os ricos prospera­vam à custa dos pobres, os quais, por sua vez, eram explorados e abusados. Os abas­tados proprietários de terras mal cuidavam de seus escravos, e os tribunais desobede­ciam à lei e julgavam os casos em favor dos ricos, não usando de justiça com os pobres. Em meio a essa corrupção, os líderes prati­cavam sua "religião", comparecendo aos cultos e levando seus sacrifícios (Am 2:1-8; 4:1-5). Enquanto os homens ricos e suas es­posas viviam em meio ao luxo, os pobres eram oprimidos e privados de seus direitos civis (Am 6:1-7; Os 12:8). O povo "religio­so" ansiava pela vinda do "Dia do Senhor", pensando que esse grande acontecimento traria ainda mais glória para Israel (Am 5:18- 27). O povo não se dava conta de que o "Dia do Senhor", na verdade, significava o julgamento divino sobre a nação, pois o jul­gamento de Deus começa com o próprio povo (1 Pe 4:1 7). Israel possuía uma disposi­ção para a idolatria, o que levava à deca­dência moral e à corrupção mundana (Os 6:4; 7:8; 9:9; 11:7; 13:2). Jeroboão II reinou de 793 a 753, e, em 722 a.C., os assírios in­vadiram Israel e acabaram com a nação. Oliver Coldsmith, poeta e dramaturgo in­glês, expressou-se com perfeição em seu poema The Deserted Village [Vilarejo Deserto]: A terra agoniza e, depressa, os males irrompem, Onde a riqueza se acumula e os homens se corrompem... WIERSBE, Warren W. - Comentário Bíblico Expositivo: Antigo Testamento

    Game of Thrones - Joacaz e Joás: uma fé só para os tempos de crise (2 Reis 13) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 11, 2022 20:38


    A situação tornou-se tão desesperadora que Jeoacaz clamou ao Senhor por socor­ro, exatamente como Israel havia feito no tempo dos juízes (jz 2:10-23). Em sua misericórdia, Deus ouviu e respondeu ã oração do rei e prometeu enviar um libertador, mas somente depois que Jeoacaz tivesse saído de cena (v. 22). Hazael morreu e foi sucedi­do por seu filho, Ben-Hadade, um governante mais fraco, de modo que foi possível alguém livrar Israel das garras da Síria. Os historiado­res não apresentam um consenso quanto a quem foi esse libertador. Alguns acreditam que os assírios começaram a atacar a Síria no tempo de Ben-Hadade e a enfraquecer seu poder. Outros são de opinião que o livra­mento veio por um ou por ambos os suces­sores de Jeoacaz: Jeoás (v. 25) e Jeroboão II (14:25-27). A afirmação: "os filhos de Israel [...] habitaram, de novo, em seus lares" (v. 5) significa: "viveram em paz e não tiveram de buscar refúgio nas cidades fortificadas". A bênção prometida por Deus mudou o coração do rei? Ao que parece não, pois ele não removeu os ídolos da terra (v. 6; 1 Rs 16:33) nem incentivou o povo a voltar para o Senhor. A fé que só aparece em tempos de crise raramente é profunda e duradoura. Uma vez que as pessoas vêem uma espe­rança de livramento e que sua dor é aliviada, esquecem do Senhor e voltam a seus antigos caminhos até a crise seguinte. Os siros deixaram Jeocaz com um arremedo de exército, que era mais uma vergonha do que um encorajamento. Porém, Deus prometeu que, caso seu povo confiasse nele e obede­cesse à sua Palavra, seus inimigos fugiriam de diante deles (Dt 28:7; 32:30; Lv 26:8). No entanto, a fé em tempos de crise não é confiável. Quantas vezes ouvi pacientes no hospital dizerem: "Pastor, se Deus me curar e me tirar daqui, serei o melhor cristão que o senhor já viu". Deus curou essas pes­soas e permitiu que fossem para casa, mas nunca mais as vi na igreja. Sem dúvida, há conversões verdadeiras que ocorrem em si­tuações extremas ou no leito de morte; não queremos desestimular ninguém a procurar a Deus nos momentos de crise. O historiador inglês William Camdem escreveu: "Entre o estribo e o chão / por misericórdia supliquei / e foi entre o estribo e o chão / que miseri­córdia encontrei". Mas quantas vezes clamamos ao Senhor em meio a uma crise e, depois, o ignora­mos quando nos vemos em segurança? As pessoas que dependem de uma fé que só aparece em tempos de crise precisam dar ouvidos às advertências em Provérbios 1:24- 33 e em Isaías 55:6, 7 e não devem supor que, pelo fato de Deus as haver atendido e socorrido, estão automaticamente salvas. WIERSBE, Warren - Comentário Bíblico Expositivo: Antigo Testamento (Volume 2) Históricos

    Game of Thrones - Joás: Manual de transparência financeira na igreja (2 Reis 12) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 6, 2022 20:46


    Em muitas circunstâncias, tendemos a deixar as coisas para depois. Sabemos o que temos de fazer, mas prometemos fazer amanhã. Amanhã deixaremos para o dia seguinte. Queremos começar um novo curso, mas deixamos para amanhã. Queremos começar a praticar exercícios, em busca de uma vida mais saudável, mas deixamos para amanhã. Queremos fazer uma boa faxina na casa, mas deixamos para amanhã. Queremos começar uma atividade na igreja, mas deixamos para amanhã. Queremos nos acertar, por meio do perdão, com um colega, mas deixamos para amanhã. Queremos ler a Bíblia toda, mas deixamos para começar amanhã. Os dias passam. Os meses passam. No caso dos sacerdotes em Jerusalém, encarregados de recolher o dinheiro e fazer os reparos no templo, 23 anos se passaram. Por isso, o dia de começar algo bom é hoje. O jovem rei ofereceu as diretrizes sobre o uso do dinheiro entregue como dízimos e ofertas no templo de Jerusalém. As orientações do rei são válidas ainda hoje para as igrejas e organizações sociais. 1. O dinheiro deve ser recolhido e manuseado por pessoas competentes e honestas (versículo 4). 2. O dinheiro deve ser usado para os fins para os quais foram entregues, não para nenhum outro fim, por mais nobre que seja (versículo 7). 3. As pessoas encarregadas de recolher, contar e guardar o dinheiro não devem ser as mesmas que os gastam. As tarefas devem ser coordenadas de tal modo em equipes específicas que se evite a tentação de uma delas usar os recursos para fins pessoais (versículo 7). 4. As pessoas encarregadas de receber, contar e guardar o dinheiro não podem se esquecer, em momento algum, de que o dinheiro pertence a Deus, nunca a eles (versículo 7). 5. Os recursos devem ser guardados num lugar seguro, fora do alcance dos cobiçosos (versículo 8). 6. Os encarregados de receber e contar o dinheiro devem fazer isso com precisão, contando e recontando na presença de testemunhas, para que não haja dúvidas sobre os valores recebidos (versículo 11). 7. Todos os que trabalham devem ser remunerados de modo digno (versículo 11). Os voluntários são bem-vindos, mas nem todo trabalho na igreja precisa ser executado por voluntários. Há tarefas que exigem dedicação integral e conhecimento especializado, que requerem remuneração. 8. Os recursos não devem ser usados para luxo, mas para as coisas essenciais (versículo 13). 09. Todos os que trabalham devem ser de tal confiança que não seja necessário que gastem muito tempo com relatórios para demonstrar a sua honestidade. Esses mesmos, no entanto, devem estar prontos para fazer os relatórios quando solicitados (versículo 15). 10. No caso de uma igreja, aqueles que lhe dedicam tempo parcial e integral, como pastores e ministros, devem receber pelo seu trabalho, a menos que não precisem. O trabalho voluntário deve ser estimulado (versículo 16). AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - Tchau Querida! A Deposição de Atalia (2 Reis 11) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 6, 2022 26:18


    Joiada é a demonstração do que os bons podem fazer. Ao mesmo tempo, Acabe é a prova do poder destruidor das pessoas más. A trajetória de Joiada começa com um ato de desobediência. Como o Faraó do tempo de Moisés e Herodes do tempo de Jesus, a ordem palaciana era que crianças fossem mortas, por razões políticas. Ele desobedeceu, obedecendo antes a Deus (Atos 5.29). Pouco depois, o menino que ele protegeu da morte se tornou o rei. Tinha 7 anos de idade e foi orientado por Joiada até poder tomar suas próprias decisões. Quando o menino se assentou no trono, o povo se alegrou. Por várias razões, tendemos a pensar na política apenas de modo negativo. No entanto, ela é o modo pelo qual a sociedade é governada. Precisamos de pessoas como Joiada na política. Quando o governante é bom, o povo fica feliz. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - Jeú: Obediência pela metade (2 Reis 10) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 5, 2022 31:49


    Jeú tinha um conceito muito elevado de si mesmo. Ele não era realmente dedicado ao Senhor. Recebeu de Deus uma tarefa e a executou. A seu favor, estão a obediência ao pedido de Deus e a inteligência que usou. Uma dessas demonstrações foi convidar Jonadabe para sua equipe (2Reis 10.15-16). Jonadabe era da família dos recabitas, que gozavam de alto conceito em Israel (Jeremias 35). Sua presença com Jeú ajudou o rei a conquistar a simpatia das pessoas. Jeú não foi obediente por inteiro. Quando a obediência contribuía para extravasar sua agressividade, ele foi firme. No entanto, mais importante, no amor a Deus de modo sincero, ele não foi fiel. Ele continuou adorando a Baal e levando o povo a fazer o mesmo. Além disso, matou muitas pessoas inocentes. Deus o dotou de inteligência e força, mas ele não usou esses dons para uma fidelidade completa a Deus. Por isso, Deus o reprovou (Oseias 1.4). Ele permitiu que a vaidade e a violência apagassem o seu dom. Há pessoas sinceras que, em nome de Deus, ferem e até matam as pessoas. São sinceras mas não amam como Deus quer que amemos. Até mesmo a verdade deve ser dita com amor (Efésios 4.15). AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - Acerto de contas: Jeú extermina a casa de Acabe (2 Reis 9) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 4, 2022 32:53


    O poder é encantador. O poder brilha. O poder seduz. O poder faz amigo. O poder promove festas. O poder gera dinheiro. O poder traz fama. Quando Acabe e Jezabel comandaram Israel (o reino do norte), estavam cercados de pessoas. Muitas sabiam que os dois seguiam o deus errado, mas não os criticavam. Estavam no poder e deviam ser elogiados. Jezabel era estrangeira (1Reis 16.31), mas estava no poder e era isso o que importava. Durante 22 anos (2Reis 3.3), o grupo dos “amigos” do casal real foi crescendo. Certamente, isso lhes dava alguma segurança. Quando precisassem, o “grupo” estaria do seu lado. Os amigos do rei só têm um lado: o seu próprio. Jezabel não teve tempo para perceber essa verdade, porque o novo rei, Jeú, olhou para onde ela estava, na sacada do palácio, e deu uma simples ordem aos “amigos” dela: “Joguem essa mulher daí”. Os “amigos” sabiam que Jeú agora mandava. Imediatamente, jogaram o corpo de sua rainha palácio abaixo. Assim é o poder. Enganam-se os que se deixam seduzir pelos convites para festas regadas a luxos entre “amigos”. Se um dia precisar deles, saberão que não são amigos. Perdem-se os que não percebem que a sedução do poder leva as pessoas para longe de Deus, muitas vezes para pontos de onde é difícil voltar. Se as luzes da festa do poder estão atraindo você como um imã, fuja enquanto é tempo, mesmo que tenha de sair nu, como José do Egito (Gênesis 39.12). AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - Tragédia à vista: as lágrimas de Eliseu (2 Reis 8) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 2, 2022 27:04


    Quando as coincidências acontecem: Sete anos depois, a mulher de Suném retornou para casa. Orientada pelo profeta Eliseu, ela tinha migrado para outra terra, deixando suas propriedades e posses para trás. Nesse ínterim, invadiram sua casa e tomaram suas coisas. Ela decidiu procurar o rei, responsável pela ministração da justiça, para retomar seus bens. Quando ela chegou, o rei estava ouvindo a história da ressuscitação do seu filho por Eliseu. Foi fácil para o rei decidir devolver-lhe o que lhe pertencia. Ela foi beneficiada pela coincidência. Sua experiência faz lembrar a frase de William Temple: “As pessoas me dizem que as respostas às orações são meras coincidências. Eu respondo apenas que quando eu oro, coincidências acontecem; quando eu não oro, elas não acontecem”. Exemplos a seguir na família: Uma coisa boa que podemos fazer é conferir nossa árvore genealógica. Assim saberemos quem eram e como viviam os que vieram antes de nós. Veremos que alguns antepassados nossos eram como Jeroboão ou Acabe. Alguns dos descendentes de Acabe seguiram tristemente os seus passos. Outros repetiram Jerobão I, filho de Nabate. Várias vezes lemos que determinado rei, como Jorão, por exemplo, o imitou (2Reis 3.3). É bom conhecer a história deles para que sigamos um caminho bem diferente. Conhecendo a história da nossa família, veremos que alguns dos nossos ancestrais eram como Davi. Os bons reis do reino do sul de Israel (Judá) governaram como Davi governou e abençoaram seu povo. Se temos um Acabe no nosso passado, devemos evitar o caminho dele. Se temos um Davi entre nossos ancestrais, temos um exemplo a seguir. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - Nem Deus dá jeito nisso? O cerco de Samaria (2 Reis 7) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 2, 2022 20:53


    Há situações tão difíceis na vida que sugerem uma frase às vezes comum: “Nem Deus dá jeito nisto”. Uma menina foi abusada sexualmente por um parente próximo. As sequelas foram de tal grandeza que não parece haver cura possível. Um adolescente se envolveu tão fortemente com o crime organizado que seus pais, embora orando por ele, entregam os pontos, esperando apenas a morte do rapaz. Uma doença começou tão devastadora que vai corroendo cada parte do corpo, numa carreira que anuncia a morte próxima, sem reversão. Um casal entra numa tal rota de desentendimento que a separação parece até mesmo aconselhável. Essas situações são mesmo vistas como de impossível transformação. No entanto, a Bíblia está cheias de histórias que contrariam nossas incredulidades. Rute passava fome, junto com a sogra. Deus entrou na sua vida, fez com que sobrevivesse, providenciou-lhe um casamento e fez dela uma ancestral do Messias. Jabez foi concebido em meio ao sofrimento e recebeu um nome que era uma sentença de infelicidade e miséria. Deus entrou na sua vida e ampliou as suas fronteiras. O rei Ezequias ficou tão enfermo que a morte já dera o seu aviso. Deus entrou na sua vida e lhe deu mais 15 anos de vida. Pedro negou a Jesus por três vezes e caiu numa profunda amargura. Deus entrou em sua vida e fez dele um líder da igreja que nasceria depois da ressurreição de Jesus. Os noivos José e Maria estavam a ponto de se separar. Deus entrou na vida de José e ele decidiu se casar com Maria e cuidar do filho que nasceria e que seria o Salvador do mundo. Diferentemente do que pensam as pessoas, Deus dá jeito nas coisas. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - Quando tudo dá errado: Eliseu, Jorão e os sírios (2 Reis 6) #rpsp

    Play Episode Listen Later Dec 1, 2022 36:02


    No contexto bíblico, perder o machado é perder o elemento essencial para continuar tocando o projeto tão sonhado. Perder o machado é perder a capacidade de avançar na vida. Ver o machado cair no rio é ver esvair-se a esperança, motora da vida. Uma vida com um machado perdido é uma vida sem força, sem alegria. As atitudes dos aprendizes de profetas da escola de Eliseu nos ensinam a desenvolver atitudes capazes de nos levar a superar os nossos problemas, para que todas as coisas venham a convergir para o nosso bem (Romanos 8.28). Eis algumas dessas atitudes: 1. Não aceite a estreiteza. — Os aprendizes poderiam ficar acomodados naquele lugar, acotovelados, tendo de chegar mais cedo para encontrar lugar. Eles poderiam transferir a responsabilidade pelo problema, aguardando uma solução por iniciativa de Eliseu ou esperando um milagre divino pelo qual não oravam. Ao contrário, eles não aceitaram a estreiteza da sua casa e desejaram mais e se puseram em ação para realizar mais. Diferentemente, muitas vezes recebemos as circunstâncias como senhoras de nossos destinos. No entanto, nossa atitude deve se inspirar na dos estudantes às margens do rio Jordão. O que está estreito na sua vida? Até quando você vai se conformar com essa estreiteza? Se sua visão é estreita, alargue-a. 2. Não dispense quem pode ajudá-lo. — Temos a triste tendência de fazer as coisas sozinhos, mas há coisas que não podemos fazer por nós mesmos. Na verdade, a maioria delas. Os alunos de Eliseu fizeram questão de que seu mestre fosse com eles. Eles tinham a força, mas o profeta-chefe tinha a sabedoria. Será que você não tem avançado porque tem querido avançar sozinho? Talvez você diga que jamais dispensaria a ajuda de um profeta como Eliseu, embora tenha dificuldade em querer arrolar as pessoas sem muitas credenciais. Saiba que todas as pessoas são importantes; cada uma pode fazer algo para que o projeto de sua vida avance. Não dispense quem possa, ou queira, ajudá-lo. Não se ache tão poderoso. Compartilhe com os outros as suas necessidades. Há casamentos que fracassam porque os cônjuges (ou um deles) não busca o apoio do outro ou apoio de outras pessoas para os ajudarem a entender o problema por que passam. Há projetos que não se realizam porque não são obra para uma pessoa só. 3. Não se ache imune à tragédia. — Por buscarmos servir ao Senhor, não estamos livres das vitórias temporárias do mal sobre nós. Jesus nos ensinou que Deus faz nascer o sol sobre maus e bons e faz chover sobre justos e injustos. Ser cristão não é ser imune às tragédias. Ser cristão é saber que, não importa o que aconteça, Deus é sábio, misericordioso e soberano. Ele sabe do que o cristão realmente precisa; ele concede ao cristão aquilo de que ele realmente precisa; ele decide o que é melhor para o cristão baseado na sua sabedoria e na sua misericórdia. Deus cuida das circunstâncias da nossa vida. Ele sabe pelo que passamos. Ele tem o hábito de fazer coisas pequenas para ajudar pessoas aflitas e necessitadas. 4. Não procure culpados. — Eliseu não deu uma lição ao lenhador, exortando-o pela sua falta de cuidado ao manejar ferramenta tão valiosa e que não lhe pertencia. Seus colegas também não gritaram para reprovar a sua aparente desatenção. Eles sabiam que encontrar um culpado não resolveria o problema. Eles continuariam sem o machado. A maioria de nossas palavras culpabilizadoras não representa um passo sequer para melhorar as coisas. É claro que devemos analisar o que nos ocorreu, não para desenvolver um sentimento de culpa inadequado, mas para aprender novos caminhos. Deus age conosco de maneira diferente. Tipificando-o, Eliseu não berrou contra o provavelmente descuidado usuário do machado. Antes, buscou uma solução para o problema. Deus não vocifera contra nós, mas nos recebe com carinho. Eliseu pediu que o homem que perdera o machado voltasse ao lugar onde acontecera o acidente. Se Deus lhe perguntar “Onde foi que ele caiu?”, esteja atento e responda. AZEVEDO - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - Naamã: o “formoso” com um grande Mas (2 Reis 5) #rpsp

    Play Episode Listen Later Nov 29, 2022 28:19


    Tal como Naamã, temos dificuldade em conviver com o fato que o poder de Deus não tem nada a ver com o poder humano. Ele trafega por outros caminhos e alcança outras pessoas, algumas muito simples, mas que levam a sério o que Deus fala e faz. O poder é de Deus, que o dá, como dom, a quem quiser, independentemente de títulos e posses. Também dificilmente nos acostumamos com a realidade de que Deus age por meio de coisas simples, banais até, como uma série de mergulhos num rio. Sua fala não vem necessariamente precedida de um trovão. Seus atos não têm obrigatoriamente uma coreografia cercada de gelo seco para ser melhor documentada pelas câmeras de televisão. Deus não precisa fazer propaganda para crermos nele. Naamã nos lembra as pessoas que têm dificuldade para crer num Deus pessoal, por achar a ideia um pouco absurda, mas essas mesmas pessoas não têm dificuldade em acreditar que os astros regem o nosso comportamento, pelo que sempre leem horóscopos. Algumas pessoas têm dificuldade em aceitar os relatos bíblicos, por acharem que alguns são sobrenaturais demais, mas não têm dificuldade em consumir teorias conspiratórias sobre a Biblia e sobre Jesus. Acham, por exemplo, fácil acreditar que, depois da sua ressurreição, Jesus teve seu corpo guardado em algum lugar, a despeito do que a Bíblia conta sobre as experiências que muitas pessoas tiveram pessoalmente com ele. Algumas pessoas aceitam viajar pelo mundo para conhecer um guru religioso ou um lugar tido como sagrado, quando podem atravessar uma rua e cultuar a Deus junto com outras pessoas ou simplesmente se ajoelhando diante dele no seu quarto e entrar em comunhão com ele. Algumas pessoas não conseguem entender que a fé é algo bastante simples. Requer apenas que convidemos Deus para fazer parte da nossa vida. A graça de Deus é simples. Naamã, por fim, aprendeu. Contra a sua tradição, Naamã decidiu seguir o Deus verdadeiro, anunciado pelo profeta Eliseu. Ele agora era um adorador do único Deus e não mais de Rimom, o deus de sua terra e de seu rei. Uma prova disso é que pediu autorização para levar terra de Israel para usar em seus sacrifícios ao único Deus. Isso mostra que sua conversão foi verdadeira. Mas ele era um funcionário da confiança do rei. Era parte do seu trabalho acompanhar o chefe no cultos ao seu deus e fazer o que ele fazia. E Eliseu lhe desejou boa viagem para a Síria. Eliseu nos ensina sobre compreensão e compromisso. Não podemos esperar de um recém-convertido uma maturidade que os mais antigos não têm. Cabe aos mais experientes o cuidado deles, para que a sua fé se desenvolva. Eliseu nos ensina que, no mundo do trabalho, muitas vezes temos de fazer concessões. Enquanto não conseguimos encontrar outro emprego e enquanto as concessões não comprometem essencialmente nossa fidelidade a Deus, vamos nos mantendo na empresa, esperando uma oportunidade para trocarmos de trabalho, no qual as concessões sejam menores. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - Está tudo bem? Eliseu, o profeta da compaixão (2 Reis 4) #rpsp

    Play Episode Listen Later Nov 29, 2022 35:27


    A sunamita aprendeu que coisas boas e ruins acontecem nas famílias. Seus contrastes são também os nossos: a sunamita era estéril mas, depois de uma palavra de Eliseu, deu à luz um filho. O menino era saudável, mas ficou doente e morreu. Felizmente, há pessoas que se preocupam com a nossa família e a dos outros. A pergunta de Eliseu (se as coisas iam bem em casa) não era protocolar, mas evidenciava seu interesse. Quando a tragédia atinge a sua família, a mãe decide procurar ajuda. Ela não tem vergonha de parecer desesperada; ela estava desesperada. Seu filho morrera. Ela assumiu a sua condição de necessitada e buscou a Deus por meio do profeta Eliseu. Nessa tocante história, ela se encontra com Eliseu. Quando entende o seu drama, ele a manda embora com a solução: voltasse logo levando o bastão do profeta que deveria colocar sobre o filho morto. Ela não se satisfez e pediu ao profeta que fosse com ela. Se Eliseu não fosse, ela não iria. Eliseu foi. Orou e o menino voltou a viver. Com essa mãe, aprendemos alguns princípios para a vida. 1. Todos estamos sujeitos a coisas ruins. Ela era estéril, mas teve um filho. Seu filho não estava blindado. Ela foi desse modo abençoada, não isso queria dizer que não teria mais problemas. 2. Se passamos por dificuldade, temos de abrir mão do orgulho e procurar ajuda. Se é um vício, temos que abrir nossa vida para sermos ajudados. Se é um desemprego, temos de perder a vergonha para sermos apoiados. 3. Se vamos pedir ajuda, precisamos pedir no lugar certo. Nosso primeiro ajudador é Deus. A sunamita buscou o profeta, que simbolizava a própria presença de Deus. 4. Nosso pedido de ajuda tem de ser feito rapidamente. Há situações que não podemos deixar para amanhã. 5. Se precisamos de ajuda, não devemos ter medo dos riscos. Aquela mãe montou numa jumenta e foi depressa. O marido não foi: ela foi sozinha. 6. Aquela mãe sabia que não há situação que Deus não possa reverter. Devemos crer com a mesma ousadia. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - Vitória com gosto de derrota: a revolta de Moabe (2 Reis 3) #rpsp

    Play Episode Listen Later Nov 25, 2022 34:34


    Não há nada difícil para Deus. Primeiro, ele tem a perspectiva certa. Ele sabe todas as coisas. Depois, ele tem todo o poder para mudar as regras da natureza, pois foi ele que as fez e as supervisiona. Mais ainda: ele tem todo interesse em resolver as coisas para nos beneficiar, pois ele é essencialmente bom. Eliseu sabia que essas qualidades de Deus estavam à sua disposição. Por isso, ele buscou receber dele o poder para realizar o que o próprio Deus queria fazer. Diante de Deus, não impomos nossa vontade, que apresentamos a ele. Se Deus a aprovar, precisamos que ele nos capacite com poder para levar adiante a nossa tarefa. Há vários leões dentro de nós. Um deles se chama hostilidade. Como lavas de um vulcão aparentemente extinto, a hostilidade se manifesta ao sinal da menor contrariedade. Quando nosso modo de pensar domina, a caverna da hostilidade se mantém guardada a sete chaves. Quando, contudo, nosso desejo não é satisfeito, esquecemos o passado bom e atacamos com uma surpreendente violência. A cratera se abre e cobre de letais lavas incandescentes quem está por perto, incluindo (e sobretudo) as pessoas queridas. O leão está dentro de nós, mas dentro de nós mora também o cordeiro. (Se não mora, devia morar, se somos guiados pelo Espírito de Deus.) O leão e o cordeiro devem sentar-se à mesma mesa, para compartilhar da mesma refeição. Para isso, o leão precisa controlar o seu apetite. O leão precisa desejar ser manso. O leão precisa apreciar o caráter suave do cordeiro. O leão precisa chorar, arrependido, quando ruge. Os verdadeiramente fortes são os cordeiros, não os leões. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - O arrebatamento de Elias: Sai Elias, entra Eliseu (2 Reis 2) #rpsp

    Play Episode Listen Later Nov 24, 2022 32:27


    O contrato sem cláusula de morte de Elias estava sendo cumprido. Elias, profeta de poder... se foi. Eliseu, profeta de duplo poder... aqui e agora, pronto para ser grandemente usado por Deus. Quando um homem ou uma mulher de Deus morre, nada de Deus morre junto. Costumamos esquecer disso. Ficamos tão presos à vida de certas pessoas que começamos a pensar que não podemos fazer nada sem elas. Que pensamento limitado! Quando apenas um servo poderoso se vai, Deus tem milhares de outros que nunca do­ braram seus joelhos diante de Baal. Ele os tem prontos, esperando. Exemplo típico: Eliseu. Deus sempre tem um plano de contingência. Pense nisso. Durante as diversas eras, Deus sempre teve homens e mulheres que levaram adiante sua obra. O Senhor nunca se frus­trou pensando “o que meu povo vai fazer, agora que este aqui se foi? Como eles vão prosseguir sem esta aqui?” Nosso Deus Criador é onipotente. Ele nunca é pego de surpresa. Eliseu pode ter ficado momentaneamente surpreso e estupefato, mas isso não durou muito. Lembrando-se das palavras de Elias, ele se abaixa e pega o manto do profeta. Clamando pelo poder que agora estava com ele, Eliseu cruza o Jordão de volta e começa seu próprio ministério profético a partir dali. O plano de Deus não falha em nenhum aspecto. Sai Elias. Entra Eliseu. Não podemos deixar de imaginar que, nos anos que se seguiram, Eliseu deve ter parado em alguns momentos, olhando para aquele velho manto, trazendo à mente os grandes dias passados em que seu mentor e amigo ficou em pé, sozinho, representando a Deus e pro­ clamando a mensagem do Senhor. Esta lembrança do velho Elias - um homem de heroísmo e hu­mildade - serviram para fortalecer o jovem Eliseu, destinado a ser um instrumento ainda mais poderoso de Deus. Há momentos, hoje em dia, em que me vem à mente a figura de meu avô, L. O. Lundy. Suas sábias palavras de conselho ainda res­soam. Sua vida de personalidade calma e profunda às vezes parece tão perto de mim que quase posso sentir sua respiração em minha cabe­ça. Sim, ainda hoje sinto falta dele, mas o manto de sua memória me leva a maiores alturas e à devoção mais profunda. As boas-novas são estas: um dia eu o verei. E todos nós, juntos, adoraremos o mesmo Senhor, face a face “e, assim, estaremos para sempre com o Senhor”. SWINDOLL, Charles - Elias, um homem de heroísmo e humildade

    Game of Thrones - Elias e Acazias: cuidado com o terreno do inimigo (2 Reis 1) #rpsp

    Play Episode Listen Later Nov 23, 2022 21:16


    Hoje em dia um número incontável de pessoas busca saber o futuro. Os jornais e as revistas trazem colunas com o horóscopo. As redes de televisão fazem propagandas de linhas diretas para conversar com esotéricos. Há anúncios de leitoras de mão pregados nos pontos de ônibus. Gôndolas ao lado dos caixas dos supermercados oferecem livretos sobre astrologia, horóscopo e outros assuntos ligados ao ocul­ tismo. Há catálogos com desenhos de tabuleiros Ouija. A Internet dá uma vasta gama de informações para as pessoas que estejam interessadas em obter informações sobre seu futuro e seu destino. Para muitos, essa propaganda espalhafatosa pode parecer uma completa bobagem; pode parecer nada além de um divertimento ino­fensivo. Depois, qual o problema em ler seu horóscopo diário? Mas este é o território inimigo. E qualquer coisa, menos bobagem ou divertimento inofensivo. Tal qual os ídolos de pedra e madeira de Ecrom, estes videntes dos dias atuais são os substitutos de nossa con­fiança no Deus vivo. Aqueles que os procuram para saber o futuro estão procurando informações em fontes ligadas ao “senhor das mos­cas” dos dias atuais. Como as forças demoníacas ficam felizes em derramar sobre nós seus poderes exóticos. Deus não se agrada de nenhum envolvimento com o oculto. Não importa qual o motivo, quão grande seja a necessidade: flertar com o oculto é pecado. Lembra-se de quão rápida e definitivamente Deus lidou com Acazias? A Palavra de Deus é cristalina neste assunto. Voltando ao Livro de Levítico, Deus dá a seu povo uma ordem direta: Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivi­nhos; não os procureis para serdes contaminados por eles. Eu sou o Senhor, vosso Deus. Levítico 19:31 Você se contamina ao procurar um esotérico ou um médium. Torna-se mentalmente contaminado, emocionalmente confuso e es­piritualmente corrompido. Esta não era sua intenção, mas este é o resultado. Brincando com a natural curiosidade humana, as forças das trevas lançam iscas interessantes e aparentemente inocentes. Mas morder a isca é comprometer nossa proteção espiritual. Todo aquele que caminha por este mundo abre portas que não poderão ser fecha­das mais tarde. A ajuda divina existe para nos livrar dessas impurezas que penetraram nossos corações. Porque, ao tomarem posse da terra, os hebreus não eliminaram totalmente os cananeus que ali estavam, essas práticas continuaram. Elas eram até mesmo toleradas por aqueles que receberam a ordem de eliminar da terra toda e qualquer atividade ocultista. Sendo assim, lançava-se a base para a participação dos próprios israelitas nestas prá­ticas ímpias. A idolatria inspirada no demónio, praticada por Acabe, Jezabel e seu filho, originaram-se nessas práticas ímpias que não ha­viam sido eliminadas da terra séculos antes. Deus se entristece com qualquer envolvimento com o oculto. Além disso, Deus é desonrado por qualquer busca específica pelo futuro que não encontre respaldo em sua Palavra. Percebi que a maioria das pessoas que começam a lidar com as­trologia, previsão do futuro ou tabuleiros Ouija não levam estas coisas tão a sério. A astrologia, por exemplo, tem um apelo cativante. A maio­ria se aproxima simplesmente de brincadeira. Ou por curiosidade. Estes jogos, porém, aparentemente simples e sem risco iniciam um processo com o qual muitos não conseguem lidar, abrindo portas que jamais deveriam ter sido abertas. E, então, é apenas uma questão de tempo para que as forças demoníacas das trevas suguem as pessoas, que se vêem enredadas. A medida que as forças malignas se apoderam de suas mentes, as pessoas passam a ser controladas por esses poderes, consumidas e governadas por eles, em vez de serem dirigidas por Deus. Acazias, doente e incapaz de sair de sua cama depois do acidente, estava suscetível ao canto de sereia de Baal-Zebube. Em sua condição de fraqueza, totalmente destituído de devoção à verdade de Deus nas questões espirituais, Acazias tornou-se uma presa do “senhor das moscas e pai da mentira”. SWINDOLL

    Game of Thrones - Fim de Linha: a morte de Acabe (1 Reis 22) #rpsp

    Play Episode Listen Later Nov 22, 2022 33:02


    Como seria o mundo se os valores estivessem acima dos desejos! Seriamos felizes se amássemos a Deus com amor verdadeiro, que é o amor que não ama com uma mão para receber com a outra! Seriamos felizes se só fizéssemos aos outros apenas o que gostaríamos que nos fizessem: nunca falaríamos mal deles, nunca os enganaríamos, nunca os desrespeitaríamos, nunca os roubaríamos. Seriamos felizes se fôssemos honestos. Seríamos felizes se déssemos valor ao trabalho, repudiando “a sorte” ou “o jeitinho”. Seriamos felizes se visássemos primeiro aos interesses comuns (da família, da comunidade, da nacionalidade); depois, visaríamos aos interesses próprios. Seriamos felizes se nos amássemos a nós mesmos: não precisaríamos dar cotoveladas em ninguém para abrir o nosso caminho, simplesmente porque o caminho já estaria aberto. Seremos felizes se ensinarmos, com a vida e com a voz, estes (e outros) princípios aos nossos filhos. Por isso, com a voz e com a vida, os pais devem ensinar aos seus filhos que uma vida se faz com valores. Os valores ficam. Uma vida se faz com valores. Os valores nascem dos princípios, que não podem ser confundidos com desejos. Nossa história é escrita com desejos. Quando nossos desejos são governados por princípios, escrevemos uma boa história. Trava-se, então, uma guerra dentro do nosso coração. Nosso corpo deseja afundar-se no sofá. O princípio manda que fique ereto. Se o desejo vencer, vencerá o prazer. Se o prazer triunfar, o prazer seguirá até se transformar em dor. Primeiro a mentira é sorvida como um doce suave; só depois, vira areia na nossa boca (Provérbios 20.17). Os princípios vêm de cima. Não nascem de um plebiscito, território dos desejos. Os princípios, quando vividos, nos fazem felizes. Os princípios nos civilizam. Os desejos, quando governados por si mesmos, nos destroem. Felizes seremos (nós, nossa cidade, nossa nação, nossa civilização) se conseguirmos ensinar nossos filhos a se deixarem conduzir por princípios. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - Quando Deus diz: Basta! Acabe e a vinha de Nabote (1 Reis 21) #rpsp

    Play Episode Listen Later Nov 21, 2022 28:48


    Eis aqui dois lembretes sensatos e solenes que devemos considerar: 1. A paciência de Deus tem limite. Ninguém sabe qual é ele. As engrenagens de Deus rodam devagar, mas com extrema precisão. Deus, em sua graciosa paciência e misericórdia, espera que ouçamos sua voz e lhe obedeçamos. As pessoas ouvem o Evangelho da salvação e não respondem. Ainda assim Deus espera. Alguns cla­mam por seu nome, mas vivem de um modo que diz outra coisa. Deus continua esperando. A paciência de Deus às vezes até nos frustra, particularmente quando o mal predomina e ele não dá nenhum passo para bloqueá-lo. Em momentos assim é muito fácil nos convencermos de que o mal continuará perpetuamente sem ser notado. Salomão escreve so­bre isso: “Visto como se não executa logo a sentença sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto a praticar o mal”. (Eclesiastes 8:11) Que clara revelação das desculpas que as pessoas usam para ficar longe de Deus, justificando o mal pela demora na punição. “Bom, nada aconteceu até agora; portanto, estou livre.” Quando as pessoas praticam uma série de pecados e não vêem consequências imediatas, elas pensam: “Ahá! Tá tudo bem! Olha, estou seguro!” Mas este pode muito bem ser o último dia em que elas dizem tal coisa. Você e eu não sabemos qual é o limite da paciência de Deus, quando ele diz “Basta! Chega! Não vou tolerar mais isso!” Mas eu sei, a partir dessa passagem e de outras, como as que tratam de Sodoma e Gomorra, de Herodes Agripa, Acabe e Jezabel, que a paciência de Deus pode e efetivamente chega a um fim. Não faça a bobagem de pensar que a longanimidade de Deus é sinónimo de “semprenimidade”. 2. Deus cumpre suas promessas. Ninguém impede isso. Nunca se esqueça do que você leu neste capítulo. Acabe e Jezabel eram muito poderosos, muito intimidadores, muito pecadores. Eles acreditavam estar no controle de todas as coisas - que eram invencíveis. Mas, quando Deus entrou em cena, as cortinas se fecharam para eles. Ambos eram incapazes de evitar seu julgamento. Outro poderoso monarca nos apresenta a mesma lição. Seu nome era Belsazar e ele governou nos dias de Daniel. Belsazar também era poderoso e impressionante e também cometeu o erro de ignorar a voz de Deus. “Comam, bebam e se casem!” era seu lema. Então, certa noite, ele vê a mão de Deus escrevendo numa parede de gesso: “Você foi pesado nas balanças do meu julgamento e foi achado em falta. Vou dar fim a você e a seu reino” Mais uma vez Deus disse: “Basta”. E naquela mesma noite Belsazar foi condenado. Ele não pôde fazer nada para impedir o julgamento de Deus. Se você é filho de Deus, ele não vai expulsá-lo da família. Mas se você teimosamente se recusar a obedecer-lhe, insistindo em cami­nhar de seu jeito, o Senhor trará severa disciplina sobre você. Ele o ama demais para se esquecer de seus atos. Deus pode rapidamente removê-lo desta terra ou tirar de você a alegria da vida. Pode, até mesmo (como fez com os coríntios), drenar sua força e saúde tornan- do-o fraco e doente. Alguns deles morreram tragicamente por causa de sua carnalidade. A tendência é nos compararmos com os outros e dizer: “Bom, eu não sou tão ruim quanto Acabe e Jezabel” . Ou então procrastina­mos, dizendo: “Lidar com isso agora é muito doloroso. Na semana que vem eu cuido do problema”. Eu imploro a você que não use nenhuma dessas duas desculpas tolas - comparação ou procrastinação. A ferramenta mais afiada do diabo é a protelação. Encerro com estas duas sérias advertências: Não brinque com Deus e não se afaste dele por causa de sua teimosia. Lembre-se: ele sempre ganha no final. Quando ele diz: “Basta!”, é tarde demais. Deus é bom e também justo. Quando sua justiça finalmente surge, não há escapatória. Se você duvida disso, então está tomando um sonífero mortal. SWINDOLL, Charles - Elias, um homem de heroísmo e humildade

    Game of Thrones - Acabe e Ben-Hadade: o perigo de zombar de um Deus ilimitado (1 Reis 20) #rpsp

    Play Episode Listen Later Nov 21, 2022 38:07


    Para decidir corretamente, precisamos de boas informações. Se, por exemplo, não sabemos que nossa conta está negativa no banco, tomaremos decisões que nos deixarão em situação bem pior. Para decidir bem, precisamos de bons pressupostos. Os sírios pressupunham que Israel tinha deuses. Não tinham: só tinham o único Deus. Os sírios pressupunham que esses supostos deuses eram típicos das montanhas e nada conheciam sobre a vida nas planícies. Assim, eles não poderiam lutar com os israelitas. O caminho era levar a luta para longe das montanhas. Como suas informações estavam erradas e seus pressupostos não tinham base na realidade, os sírios foram para a luta e perderam. Diferentemente dos sírios, não devemos agir com base em informações e pressupostos equivocados. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - O que fazes aqui, Elias? Lidando com a Depressão (1 Reis 19) #rpsp

    Play Episode Listen Later Nov 19, 2022 34:59


    A experiência da depressão é universal no espaço e no tempo. Ninguém está imune. Ela pode vir para quem tem e para quem não tem fé. A depressão é realmente uma doença, e como tal deve ser entendida e tratada. A depressão de Elias foi desencadeada pelo medo (1Reis 19.3). A mesma situação poderia ter provocado alegria e confiança em outra pessoa. Ela poderia ter pensado: “Ah os reis estão furiosos porque eu fiz a coisa certa. Deus continuará a me capacitar”. Porém, no caso dele, provocou frustração e medo. É uma reação normal sentirmo-nos tristes depois da uma perda, como a morte de uma pessoa querida ou diante do rompimento de um relacionamento. Às vezes, essa tristeza pode se transformar em depressão, mas isso só acontece nas pessoas que têm essa tendência. Em outras palavras, os acontecimentos estressam-nos mais ou menos em função de como conduzimos a nossa vida. Certas pessoas, por causa de suas características específicas (bioquímicas, genéticas, psicológicas), são mais vulneráveis que outras ao desenvolvimento de um episódio depressivo em face de um fator estressante. A autoestima de Elias estava muito baixa. Eis como ele se autodefiniu: “Eu sou um fracasso, como foram os meus antepassados”. No primeiro estágio da sua depressão, Elias lutou por sua vida, buscando o refúgio no deserto, numa espécie de caminhada em direção ao nada. Depois, desistiu de viver e pediu a morte, sentando-se num lugar onde não poderia ser encontrado. No terceiro, ele se afundou numa caverna, na escuridão da falta de perspectiva. Porém, pela graça de Deus, ele não ficou na caverna. Quem está hoje na caverna precisa saber que ali não o seu lugar. Deus sustentou Elias em sua falta de perspectiva. Primeiramente, ele veio em forma de anjo (alguém enviado por Deus). Na primeira, ele lhe deu alento (“Levante-se”) e alimento (“Coma”) para que pudesse continuar sua caminhada (versículo 8). Deus não livrou Elias do fardo de uma caminhada longa (40 dias) e dolorosa. A jornada se assemelhava à de Moisés e seu povo em direção à terra prometida. O sentido era inverso: Elias estava na terra prometida e seu destino agora era o lugar onde Deus se revelara do modo mais pessoal e mais espetacular em toda a história do Antigo Testamento: no monte Horebe (ou monte Sinai), Deus instruiu seu povo com os Dez Mandamentos. Era por excelência o monte da revelação divina. Não por acaso Elias se dirigia para esse lugar, também chamado, e não por acaso também, de monte de Deus. Graças à intervenção de Deus, Elias chegou ao monte que desejava. Deus sempre nos leva aonde precisamos ir. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - Guerra dos Deuses: Elias e os profetas de Baal (1 Reis 18) #rpsp

    Play Episode Listen Later Nov 18, 2022 43:48


    Esta é uma história inesquecível que nos deixa três lições eternas. 1º) Quando temos certeza de estarmos dentro da vontade de Deus, somos invencíveis. Nada nos deixa mais temerosos e inseguros do que não ter certe­za de estar dentro da vontade de Deus. Por outro lado, não há nada mais encorajador do que saber que estamos dentro dela. Assim, não importa quais sejam as circunstâncias, pois poderemos resistir. Podemos estar desempregados, mas saber que estamos dentro da vontade de Deus. Podemos passar por situações difíceis, mas ainda assim saber que estamos dentro da vontade de Deus. Podemos ter todas as coisas se levantando contra nós e ainda assim saber que estamos dentro da vontade de Deus. Nada intimida aqueles que sa­ bem que aquilo em que crêem está baseado no que Deus disse. A equação nunca é 850 contra 1. É 850 contra 1 mais Deus. Quando sabemos que estamos dentro da vontade de Deus, so­mos invencíveis. Elias não se intimidou em nenhum momento. Nesta passagem, o profeta fala oito vezes e, em todas elas, está dando ordens. Sim, todas as vezes. Ele não mudou, não gaguejou, não sugeriu: ele proferiu uma ordem. Ele não estava na defesa: estava no ataque. Elias sabia onde estava firmado. Qual é a palavra para descrever isso? É invencível. 2º) Obediência dividida é tão errada quanta a idojatria de­clarada. “Até quando coxeareis entre dois pensamentos?”, pergunta Elias ao povo de Israel. A coisa mais fácil a fazer quando somos oprimidos ou superados em número é permanecer naquele estado medíocre de não comprometimento. Era nesse lugar que vivia o povo de Israel; Elias, porém, nunca habitou ali. O profeta lhes disse: “Não é possível continuar neste estado de obediência dividida por mais tempo”. As palavras mais duras proferidas nas cartas às sete igrejas men­cionadas nos capítulos 2 e 3 de Apocalipse foram dirigidas à igreja em Laodicéia. E a razão era clara: eles não tinham compromisso. Não eram quentes nem frios. Elias pediu que o povo saísse de cima do muro da indecisão. Com você é a mesma coisa: ou você é a favor de Deus ou é contra ele. Talvez você conheça a Deus há muitos anos, mas nunca se com­ prometeu realmente com ele. Agora chegou a hora de mudar isso. Pare de esconder seu amor e seu compromisso com Cristo. Deixe que as palavras saiam! Fale de sua fé com tato, mas também com firmeza. Comece agora. Deus pode usar você em seu negócio, sua profissão, sua escola, sua vizinhança de modos bastante estratégicos. Neu­tralidade na hora da decisão é uma maldição que leva a trágicas con­ sequências. 3º) Nossa ferramenta mais eficiente é a oração de fé. Quando a coisa chegou no ponto do “preto no branco”, ou seja, quando Baal falhou e Deus estava prestes a fazer sua obra, o único instrumento que Elias usou foi a oração. Não é impressionante como as pessoas usam todas as outras coi­sas, menos esta? É como diz o velho ditado: “Quando todas as tenta tivas falharem, leia o manual”. O mesmo acontece com a oração. Quanto tudo o mais falhar, tente orar. “Tá bom, tá bom, talvez eu devesse orar por isso...” Mas Elias não usou a oração como último recurso. A oração foi seu primeiro e único recurso. Uma simples ora­ ção de fé foi seu maior contato com o Deus vivo. Foi ela que fez tudo o mais acontecer. Deixe-me fazer uma pergunta direta: você ora? Veja que eu não disse: “você ouve a oração do pastor ou de seus pais?” Eu também não disse: “você conhece um bom estudo bíblico sobre oração?” Nem mesmo perguntei “você já ensinou sobre a oração?” Perguntei: “você ora?” Você é capaz de olhar para os sete últimos dias e destacar mo­ mentos em que se dedicou voluntariamente à oração? Mesmo que tenham sido apenas dez ou quinze minutos, mas de ininterrupta co­ munhão com Deus? A ferramenta mais eficiente do cristão é a oração. SWINDOLL, Charles - Elias: um homem de heroísmo e humildade

    Game of Thrones - Jogando fora de casa: Elias e Yahweh X Acabe, Baal e Mot (1 Reis 14) #rpsp

    Play Episode Listen Later Nov 17, 2022 36:08


    Elias não complicou as coisas simples. Ele apenas obedeceu a palavra que Deus revelou, como cada cristão deveria fazer. A obediência verdadeira tem a força da permanência. E isso é ne­cessário, pois viver para Deus em dias ruins exige mais do que um mero ato de obediência. Frequentemente, exige uma obediência duradoura. Quando Elias chegou ao lugar da provisão de Deus, ele precisou ficar ali, e assim o fez. Ele “retirou-se e habitou junto à torrente de Querite, fronteira ao Jordão” (IRs 17.5). A Bíblia não revela quão difícil foi fícar em Querite, mas não deve ter sido fácil. O profeta estava se escondendo de Jezabel para se afastar do perigo. Ele estava escondido do povo de Israel, de modo que havería uma falta da Palavra de Deus, bem como uma falta de grãos. É provável que, para um homem da palavra e de ação como Elias, fícar parado e inativo pode ter representado uma grande provação. No entanto, tudo o que a Bíblia revela é que Elias permaneceu exatamente onde Deus o colocara. Elias ficou onde estava, porque sabia que Deus estava com ele. Em quê Elias estava confiando enquanto ficou em Querite? Será que ele esta­va confiando no riacho e nos corvos? Elias não estava confiando no riacho, mas no Deus que fez o riacho. Ele não depositou sua confiança nos corvos, mas no Deus que enviou os corvos. Ele tinha aprendido a não confiar nas circunstâncias externas de sua provisão, mas no Deus que providencia. Observe como todas as ações de Elias correspondem aos atributos do Deus ao qual servia. Elias era o tipo de homem que era porque Deus é o tipo de Deus que é. Pelo fato de Deus ser um Deus vivo, Elias foi capaz de orar para ele. Pelo fato de Deus sempre cumprir sua palavra, Elias teve uma palavra que podia obedecer. Pelo fato de Deus cuidar de seu povo, Elias pôde ficar onde estava e depender da providência de Deus. Ele era um profeta que orava, obedecia e permanecia porque o Deus ao qual servia era um Deus que vive, que cumpre sua palavra e que cuida. Deus sempre permanece com seu povo. Ele cuidará também de nós, mesmo que tenha de usar corvos para fazê-lo. Em um sermão chamado “Elias às margens do ribeiro”, Al Martin narra uma noite fria num inverno com neve em uma aldeia alemã na qual um menino e sua mãe se encontra­vam numa situação desesperadora. Os alimentos haviam acabado. O fogo apagara e não havia nada que pudessem queimar para aquecer sua casa de campo. Então, a mãe ficou chocada quando, ao orar, ouviu seu filho atraves­sar a sala e abrir a porta da casa deixando assim entrar o ar frio da noite. “Filho, por que você está abrindo a porta numa noite tão fria?”, a mãe exclamou. “É para os corvos, mãe”, o menino respondeu simplesmente. Ele co­nhecia a história de Elias. Lembrou-se de como Deus havia providenciado tudo para o seu profeta e confiou que Deus enviaria seus corvos, com ou sem neve. Acontece que o burgomestre estava fazendo uma caminhada naquela noite gélida para ver se tudo estava bem na aldeia. Ele ficou surpreso ao ver a porta daquela pequena casa aberta, então foi até lá para investigar. Ele encontrou a mulher na porta e perguntou qual era o problema. Quando ela explicou que ela e seu filho estavam esperando os corvos de Deus, o burgomestre respondeu: “Eu serei o seu corvo, agora e para sempre”. A pobre mãe e seu filho eram iguais a Elias - apesar de viverem em tempos difíceis, conheciam o mesmo Deus que Elias conhecera. Quando oraram por sua providência, descobriram a mesma coisa que nós descobri­remos quando confíarmos nele: ele é um Deus vivo, que sempre cumpre sua palavra e sempre se preocupa com seu povo. RYKEN, Philip Graham - Estudos bíblicos expositivos em 1 Reis

    Game of Thrones - Seis Reis e Três Golpes Militares (1 Reis 16) #rpsp

    Play Episode Listen Later Nov 16, 2022 55:18


    Derramamento de sangue e assassinatos, conspirações e maldades, intriga e imoralidade, traição e engano, ódio e idolatria; tudo isso prevaleceu por seis escuras e ininterruptas décadas em Israel. Este reino do mal se iniciava no coração daquele que estava no trono e se derramava sobre todas as pessoas daquela terra. Então, para com­pletar, eles entregaram o trono a Acabe, o qual se casou com Jezabel. Qual o propósito de mos­trar a ascendência da mulher de Acabe? Creio que existam duas ra­zões principais. Primeiro, ela era o parceiro dominante no casamento. Quem real­mente mandava no reino era Jezabel. Ela era o poder por trás do trono. Jezabel mandava no marido, o rei, e, portanto, governava sobre o povo de Israel. Segundo, ela foi a precursora da adoração a Baal. A verdadeira adoração a Baal não havia encontrado eco entre os israelitas até que fosse introduzida por meio do casamento de Acabe. Podemos dizer que foi parte do dote de Jezabel. Ela trouxe na bagagem sua herança religiosa: a adoração idó­latra a Baal. Baal era adorado como o Deus da chuva e da fertilidade, aquele que controlava as estações do ano, as colheitas e a terra. Quando a adoração a Baal entrou no reino de Israel, trazendo suas práticas pa­gãs e os sacrifícios bárbaros, a impiedade da terra só cresceu. Em termos espirituais este foi um tempo de desespero comple­to. A separação entre Deus e seu povo havia atingido seu ponto mais distante. Imagine as trevas demoníacas da situação quando Acabe levantou um altar a Baal na casa de Baal que ele edificara em Samaria. Ao ler essas palavras, sou capaz de ouvir os suspiros da narrativa - a profunda dor no coração, escrita nas entrelinhas do texto sagrado. Se você não percebeu isso, perderá todo o impacto da chegada repentina e sem aviso de Elias. Penetrando com toda força nesta era de impiedade e mal, vemos Elias, o profeta de Deus, mandado dos céus. Duas lições surgem aqui 1. Deus busca pessoas especiais em tempos difíceis. Deus precisava de um homem especial para jogar luz na escuridão daque­les dias. Mas Deus não encontrou este homem no palácio ou na corte. Não o encontrou andando de cabeça baixa na escola de profe­tas. Ele nem mesmo o encontrou nas casas das pessoas comuns. De todos os lugares onde procurou, Deus o encontrou em Tisbé. Um homem que se colocaria na brecha não poderia ser alguém delicado e manso: ele tinha de ser durão. Deus procurou alguém que tivesse uma espinha dorsal capaz de mantê-lo ereto. Alguém que tivesse a coragem de dizer: “Está erra­do!” Alguém que pudesse ficar ao lado do idólatra e dizer: “Deus é Deus”. Em nossa cultura - nossas escolas, escritórios, fábricas, refeitórios, salas de reunião, corredores ou tribunais - precisamos de homens e mulheres de Deus, jovens de Deus. Precisamos de profissionais, atle­tas, pedreiros, professores, figuras públicas e cidadãos comuns res­ponsáveis que promovam as coisas de Deus, que fiquem em pé —eretos, firmes, fortes! Qual é sua estatura e sua integridade? Você corrompeu seus prin­cípios apenas para permanecer nos negócios? Para conseguir uma boa nota? Para fazer parte do time? Para estar com o pessoal descolado? Para subir um posto na hierarquia? Será que agora, neste exato momento, você não está moral­mente comprometido porque não quer ser tachado de puritano? 2. Os métodos de Deus normalmente são surpreendentes. Deus não levantou um exército para destruir Acabe e Jezabel. Tam­ bém não mandou um príncipe cintilante para defender a causa ou tentar impressionar suas reais majestades. Ao invés disso, Deus fez o inimaginável: escolheu alguém como... bem, como Elias. Alguém comum como você e eu. Se seu cristianismo não coloca este tipo de aço em sua espinha dorsal, este tutano em seus ossos, há alguma coisa terrivelmente erra­da, seja com a mensagem que você está ouvindo, seja com seu cora­ção. Aqueles que encontram conforto na corte de Acabe nunca se colocarão na brecha com Elias. SWINDOLL, Charles - Elias, um homem de heroísmo e humildade

    Game of Thrones - Tal Pai, Tal Filho? O reinado de Abias e Asa (1 Reis 15) #rpsp

    Play Episode Listen Later Nov 15, 2022 38:06


    Deixar para trás todo ídolo para adorar a Jesus pode custar muito caro a você. Jesus falou claramente sobre isso com seus discípulos: “Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo” (Lc 14.26-27). E continuou: “Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo” (Lc 14.33). Devemos calcular o custo total do discipulado. O rei Asa não só calcu­lou seu custo, mas também pagou seu preço. Sua decisão de seguir a Deus nos mostra o custo do discipulado em duas áreas: nas relações pessoais e na administração financeira. Parte do preço que Asa pagou foram suas relações familiares, pois além de derrubar ídolos pagãos, “e até a Maaca, sua mãe, depôs da dignida­ de de rainha-mãe, porquanto ela havia feito ao poste-ídolo uma abominável imagem; pois Asa destruiu essa imagem e a queimou no vale de Cedrom” (IRs 15.13). A rainha-mãe exercia um papel cultural e político de destaque na socie­ dade antiga. Em muitos casos, seu poder era apenas inferior ao do rei. Como figura de liderança no harém real, ela exercia uma influência espiritual tanto sobre a família real quanto sobre o público ao redor. Nesse caso específico, a rainha-mãe estava liderando as pessoas na adoração de divindades pagãs. Maacá, a mãe de Asa, havia erguido uma imagem de Aserá - a deusa Cananeia vulgar do sexo que convivia com o deus da tempestade Baal. Asa deve ter sofrido uma enorme pressão pessoal e pública para dei­xar passar impune esse pecado. Sem dúvida, sua mãe ficaria muito ofendida com um ataque direto à sua religião ímpia. Como o rei podería fazer uma coisa dessas com a própria mãe? No entanto. Asa honrou a Deus ao derru­bar e queimar o ídolo. Precisamos ter cuidado quando formos seguir o exemplo de Asa. Quando algumas pessoas encontram fé em Cristo, elas ficam tão animadas com o que Deus tem feito que imediatamente começam a corrigir as pessoas, es­pecialmente dentro de suas próprias famílias. Muitas vezes, são tão insisten­tes e desagradáveis que levam muito tempo para desfazer o prejuízo causa­do. Ninguém gosta de um espertinho espiritual. Em vez de dizer às pessoas tudo o que está errado em sua religião, às vezes é melhor começar a amá-las com o amor de Jesus e, em seguida, esperar até que o Espírito Santo nos dê a oportunidade de compartilhar nossa fé. Reconheça a posição especial de Asa. Ele era o rei, e, portanto, tinha a responsabilidade dada por Deus de estabelecer a religião de Judá. Antes de destruir a propriedade de alguém ou de mandar que as pessoas parem de adorar falsos deuses, é melhor certificar-se de que Deus lhe deu a autorida­ de espiritual para fazê-lo. As crianças raramente têm esse tipo de autoridade sobre seus pais. Asa foi uma exceção, pois Deus o fizera rei. Contanto, porém, que obedeçamos a essas advertências, devemos se­ guir o exemplo de Asa em colocar o nosso compromisso com Deus à frente das relações pessoais, não permitindo que a família e os amigos obstruam o caminho de nosso compromisso com Cristo. Haverá momentos em que o nosso amor por Jesus nos custará algo em nossos relacionamentos mais íntimos. Podemos ser chamados a servir a Cristo em um país distante, apesar das objeções dos nossos pais ou filhos. Podemos ter de nos recusar a aprovar o estilo de vida sexual de alguém, ou a participar de uma prática de culto que desonre a Cristo. Podemos ter de enfrentar zombaria na es­cola ou no trabalho por causa do que fazemos ou decidimos não fazer por lealdade a Cristo. O custo é diferente para cada cristão, e algumas das escolhas difíceis que enfrentamos podem ser uma questão de consciência pessoal. Mas o princípio é o mesmo para todos os discípulos: Jesus sempre vem em primeiro lugar, mesmo à custa de um relacionamento. RYKEN, Philip Graham - Estudos bíblicos expositivos em 1 Reis

    Game of Thrones - Jeroboão e Roboão: o perigo de escutar tudo, menos a voz de Deus (1 Reis 14) #rpsp

    Play Episode Listen Later Nov 15, 2022 40:14


    Deus amava o filho de Jeroboão. Sabemos que seu nome era Abias e que estava doente e que morreu. A Bíblia diz que Deus gostava dele. No entanto, Deus não o curou. Soberano, santo e sábio, Deus não curou. Não sabemos por quê. Mas sabemos que Deus o amava. Muitas vezes, achamos que, quando Deus não intervém, restabelecendo a nossa saúde ou de alguma pessoa querida, é porque ele não nos ama. Deus também amava Jeroboão, que não o amava. Jeroboão preferiu adorar aos dois touros de ouro em vez de adora ao único Deus. Deus respeitou a sua escolha, não sem que antes deixasse que colhesse os frutos de sua idolatria. Devemos cuidar para não simplificar demais as coisas. Quando enfrentamos dificuldades, isso não quer dizer que Deus não esteja atento. Quando enfrentamos dores, isso não quer dizer que Deus esteja satisfeito com o nosso sofrimento. Não podemos nos relacionar com Deus com base no que ele nos dá, mas com base no que ele é. Assentados, com a Bíblia aberta, lemos a história de Roboão e vemos que ele levou seu povo a fazer tudo o que era explicitamente condenado pela Bíblia. Roboão não teve o mesmo privilégio que nós. No entanto, se ele pudesse nos ver, o que veria? Não veria também… Não veria que cometemos pecados tão grotescos quanto os dele? Nós só adoramos a Deus com pureza de coração? Por vezes, não pulamos de igreja em igreja, em busca da bênção, como se ela estivesse ali, mas não estivesse aqui? Por vezes, não abandonamos os nossos mais caros valores morais em busca de um benefício qualquer? Nós também não nos deixamos levar pelos conselhos dos maus, não seguimos o exemplo dos que não querem saber de Deus e não nos juntamos com os que zombam de tudo o que é sagrado? (Salmo 1.1). AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - Mudando o Caminho: Jeroboão e o Homem de Deus de Judá (1 Reis 13) #rpsp

    Play Episode Listen Later Nov 14, 2022 23:18


    Dois profetas se enfrentam. Um velho profeta e um novo. O novo ouve a voz de Deus. O velho não ouve mais, embora tenho ouvido um dia. Agora ele fala o que os donos do poder querem ouvir. Sua profecia está à venda. Deus incumbe o jovem profeta de uma tarefa. Ele a executa. Deus lhe diz como proceder na volta, depois de dar o recado. Então, sua desgraça começa. Ele começou bem, mas vai terminar mal. O velho profeta vai ao seu encontro. Mente e o outro acredita. Faz, então, o que o velho profeta, passando-se por verdadeiro profeta, manda. Quando volta para casa, morre pela boca de um leão. O velho profeta vai ao seu encontro e então descobre que o jovem profeta falava a verdade. O velho profeta se arrepende. Vai terminar bem. Assim, o jovem profeta começa bem, desobedece a Deus e termina mal. O velho profeta começa mal, mas termina bem, porque aprendeu com o jovem profeta que é bom obedecer. Nessa história, quem somos? Se hoje estamos como jovem profeta, fazendo pela metade a obra de Deus, falando pela metade a Palavra de Deus, podemos ainda hoje nos acertar com Deus. Se somos o velho profeta, podemos nos acertar com Deus também e fazer fielmente o que ele nos pede para fazer. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - O Reino Dividido: Jeroboão conquista o povo que Roboão diminuiu (1 Reis 12) #rpsp

    Play Episode Listen Later Nov 14, 2022 41:19


    Conselhos errados O que aprendemos com um homem como Roboão? Os heróis da Bíblia nos deixam com desejo de imitá-los. Os anti-heróis, no entanto, nos deixam lições dramáticas. Roboão tinha uma virtude: ele pedia conselhos. Só que ouviu o conselho das pessoas erradas. Precisava ter ouvido os conselhos dos mais velhos, que lhe disseram para considerar o pedido do povo por menos impostos. No entanto, porque lhes eram mais convenientes, preferiu escutar os conselhos dos mais jovens, gente da sua idade, para aumentar a carga tributária. Faltou-lhe também, tendo ouvido os jovens, ponderar as palavras e conferi-las com a Palavra de Deus. Se a conhecesse, saberia que um rei não deveria ter muitos cavalos, nem muitas mulheres e nem muito dinheiro (Deuteronômio 17.15-17). Os cavalos levam o rei a confiar em si mesmo. As mulheres levam o rei a adorar os deuses dela. O dinheiro leva o rei à insensibilidade. E todas essas coisas exigem uma carga tributária mais pesada para a população. Roboão sequer viu onde seu pai caiu. Deu no que deu. Quanto a nós, que conselhos estamos ouvindo? O que fazemos com os conselhos que ouvimos? Conferimos os conselhos que nos sopram com o que nos sopra o Espírito Santo na Bíblia? Usando a religião Talvez com medo de que comparassem negativamente sua ação com o do irmão de Moisés, um rei (Jeroboão) mandou esculpir não um, mas dois bezerros de ouro. Jeroboão é uma pessoa desprezível, porque é desprezível toda a pessoa que usa a religião. Ele mandou construir dois centros religiosos, não para que o povo adorasse, mas para que o povo fosse controlado. Um centro ficava no norte (Dã) e o outro no sul (Betel). Os que moravam no sul não precisariam descer um pouco mais para chegar a Jerusalém, controlada pelo seu rival Roboão, filho de Salomão. Ao povo, a ação de Jeroboão parecia preocupação espiritual, mas era pura estratégia política. São como Jeroboão todos os que usam a religião, seja para controlar pessoas ou para se enriquecerem. Não, de novo não! Depois de vistas as conseqüências da idolatria, com a fundição de touros de ouro ainda no deserto, não parecia possível que a prática voltasse, tão condenada fora. Mas voltou. E por que voltou? Voltou porque todos gostamos de deuses visíveis, feitos à nossa imagem e semelhança. Toda vez que alguém oferecer um deus assim vai ganhar adeptos. No tempo de Jeroboão não era diferente. Voltou à liderança e manipulou o povo. Na mudança religiosa proposta, havia elementos válidos no culto com que legitimaram práticas erradas, como o da veneração a bezerros de ouro. O erro só é aceito quando vem misturado com a verdade. Voltou porque faltou ao povo conhecimento da Palavra de Deus. Se a conhecessem, saberiam o pensamento de Deus acerca da fundição de esculturas para fins litúrgicos. Sem Bíblia é fácil enganar. A menos que vigiemos, tendemos a repetir as ações dos que vieram antes de nós. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - A Queda: Por que Salomão falhou? (1 Reis 11) #rpsp

    Play Episode Listen Later Nov 14, 2022 50:05


    Os grandes caem. Salomão caiu. Observemos, no entanto, que o itinerário da sua queda se assemelha ao de outras quedas, ao envolver poder, dinheiro e sexo. No capítulo 10, o poder sobe à cabeça, com a visita obsequiosa da rainha de Sabá. Logo, a seguir, são enumeradas as suas riquezas. No capítulo 11, a volúpia de Salomão por poder e sexo levou-o a cair na armadilha de adorar os deuses de suas mulheres. As consequências foram as piores possíveis, porque o pecado sempre tem consequências. Quem está em pé deve fitar os olhos no iniciador e aperfeiçoador de nossa fé para não cair. Não devia ser assim, mas é. Não somos julgados pelo conjunto da nossa vida, mas pelo que acabamos de fazer. A boa ação de ontem não resiste à ação mesquinha de hoje. O fato de ter escrito um bom livro ontem não compensa pelo livro mais fraco que está sendo criticado hoje. Depois que morremos, somos julgados pelo final, não pelo começo, nem pelo conjunto. A última imagem é a que fica. Se os que cairam tivesse se lembrado disso, talvez não tivessem caido. Salomão começou bem, mas terminou da pior maneira possível. Entre o começo e o fim, fez grandes coisas, mas no final seu coração não era mais fiel ao seu Senhor. Ninguém começou tão bem quanto Salomão. Poucos terminaram tão mal. A trajetória de Salomão foi semelhante à de muitas pessoas famosas ao longo tanto da história antiga quanto da contemporânea. Algumas, no final, podem até mesmo ter revelado o que verdadeiramente eram. Outras, no entanto, traíram a si mesmas e traíram a Deus. Esse foi o caso de Salomão. Ele não escapou das ciladas do mal. Devemos tomar muito cuidado. Devemos fazer tudo o que pudermos para terminarmos bem, como o apóstolo Paulo, que fez o que melhor que pôde na corrida, tendo chegado ao fim com a fé viva (2Timóteo 4.7). AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia

    Game of Thrones - A Rainha de Sabá dá um sabão em Salomão (1 Reis 10) #rpsp

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