A vida e o cotidiano de meu caminho! Dúvidas, problemas, soluções, ideias, críticas, pensamentos, desabafos ... Um diário falado .... ou um falado diário ... (www.podcastdofabio.com.br) (podcastdofabio@gmail.com) Bem-vind@s! WhatsApp, Telegram, Signal e demais redes ... +55 11 971174933 Blog: https://podcastdofabio.blog



❤️ HÁ LUGAR PARA VOCÊ. EXATAMENTE COMO VOCÊ É.Hoje compartilho no Podcast do Fabio um momento especial: a Santa Missa das 18h deste domingo e uma mensagem que, para mim, ultrapassa as paredes de qualquer igreja.O Evangelho fala dos trabalhadores chamados para a vinha em diferentes momentos do dia. Uns chegaram cedo. Outros no meio do caminho. Alguns chegaram quando parecia que já era tarde demais.Mas ninguém chegou tarde demais para Deus.E talvez alguém precise ler isso hoje.Você que tem fé. Você que está cheio de dúvidas. Você que frequenta uma igreja todos os domingos. Você que não entra numa há anos. Você que pertence a outra religião. Você que não segue religião alguma. Você que acredita em Deus, mas ainda procura seu lugar.Você também é bem-vindo.Independentemente da sua idade, origem, cor, condição econômica, escolaridade, deficiência, aparência, corpo, orientação sexual, identidade de gênero ou configuração familiar.Independentemente de quem você ama.Independentemente de quantas vezes você tenha recomeçado.Independentemente até das perguntas para as quais ainda não encontrou respostas.A fé que eu procuro viver e anunciar não pode ser instrumento para levantar muros onde Jesus nos ensinou a construir pontes.Não acredito numa mesa em que alguém precise esconder parte de sua história para poder se aproximar.Não acredito num Evangelho usado para humilhar, excluir ou determinar quem merece ou não ser amado.Acredito no Cristo que chama. Que encontra. Que acolhe. Que senta à mesa. Que ama.No Evangelho deste domingo, os trabalhadores não chegaram todos no mesmo horário. Não percorreram todos o mesmo caminho. Suas histórias não eram iguais.E, ainda assim, havia lugar na vinha para todos.Talvez você tenha chegado cedo. Talvez esteja chegando agora. Talvez ainda esteja parado na praça tentando descobrir se existe um lugar para você.Existe. ❤️Nunca é tarde para amar. Nunca é tarde para acreditar. Nunca é tarde para procurar. Nunca é tarde para voltar. Nunca é tarde para recomeçar.E mesmo que você pense diferente de mim, ainda assim podemos caminhar juntos, conversar, aprender e nos respeitar.Porque o Podcast do Fabio é justamente isso: um espaço para a vida como ela acontece — com fé, sentimentos, diferenças, encontros, dúvidas, histórias e recomeços.


Mude o foco — e o foco muda com você.Hoje o episódio é sobre isso: perceber quando chegou a hora de olhar para uma história por outro ângulo, fechar alguns ciclos e continuar caminhando sem precisar apagar aquilo que foi importante. ❤️Minha sexta-feira começou às 5h48, teve lixo na rua, aulas, natação, cardio, dieta, conversas, perguntas de ouvintes e aquelas situações absolutamente comuns da vida real que sempre acabam virando assunto por aqui.

❤️ QUARTA-FEIRA É DIA DE FALAR DE AMOR!No episódio de hoje do Podcast do Fábio, eu abro mais uma vez as portas da minha vida real — sem filtros, falando exatamente aquilo que sinto.Entre a rotina do dia, trabalho, academia, natação e as histórias que fazem parte da minha caminhada, a conversa desta quarta-feira chegou onde o coração sempre acaba chegando: o amor.Falei sobre relacionamentos, sobre por que não uso mais aplicativos para conhecer alguém e sobre a minha vontade de deixar que as coisas aconteçam naturalmente, na vida real, onde duas pessoas possam se conhecer, se aproximar e perceber se existe reciprocidade.Também falei de saudade. ❤️

Nesta segunda-feira, 14 de setembro, São Paulo amanheceu fria e chuvosa, mas a vida seguiu por aqui: aula de Direito, estudo do anglicanismo, treino com o Maurão, cuidados com a mamãe e natação. Uma rotina cheia de pequenas histórias para compartilhar com vocês! ☔


⚠️ ESTE É O SEGUNDO E ÚLTIMO AVISO!Depois de ouvir o primeiro áudio explicativo, escute este segundo recado antes de seguir para o episódio oficial de sexta-feira, 11 de setembro.O próximo áudio da sequência já será o episódio verdadeiro — mas ele terminará de forma repentina, porque o cartão de memória ficou cheio durante a gravação e eu só percebi depois.Neste aviso, também agradeço à Rafaela, de Volta Redonda, mando um beijo especial para o meu Gabrielzinho e reafirmo algo em que acredito profundamente:Eu sei o que quero viver na minha vida. Não posso exigir que alguém queira viver o mesmo que eu — nem mesmo o Gabrielzinho, meu crush e sonho real. Mas posso continuar procurando alguém que queira viver o mesmo ao meu lado.


Testando o envio de vídeos aqui pelo Spotify - num vídeo que gravei - não consegui fazer ao vivo por questão de tempo - hoje cedo, na ída para academia n. 2 - para a aula que tenho com meu amigo e personal o Maurão.Site oficial - https://www.podcastdofabiotv.com.br


Quando o amor fala, ninguém é descartadoA Palavra de Deus não nos foi dada como uma janela pela qual observamos e julgamos a vida alheia. Ela é, antes de tudo, um espelho: revela nossa beleza, mas também mostra as atitudes, feridas e imperfeições que precisamos transformar.As leituras deste domingo nos recordam que somos responsáveis uns pelos outros. Entretanto, a correção fraterna ensinada por Jesus não significa humilhar, perseguir, controlar ou expor alguém publicamente. Corrigir com amor é aproximar-se em particular, ouvir, dialogar e procurar preservar a dignidade e a comunhão. Quando uma suposta correção fere, constrange ou exclui, ela já deixou de ser fraterna.São Paulo resume toda a lei em um princípio simples e profundo: amar o próximo como a nós mesmos. Portanto, nenhuma interpretação religiosa que produza ódio, preconceito, violência ou exclusão pode representar o coração do Evangelho. O amor verdadeiro não apaga as diferenças; acolhe cada pessoa em sua história, identidade, orientação, condição social e maneira de existir.Ser “vigia”, como ensina o profeta Ezequiel, não é ser fiscal da vida alheia. É permanecer atento para que ninguém seja abandonado, silenciado ou deixado pelo caminho. É levantar a voz diante do racismo, da LGBTfobia, da violência contra as mulheres, da intolerância religiosa, da pobreza e de todas as estruturas que roubam a dignidade humana.Jesus também nos oferece uma promessa extraordinária: onde duas ou três pessoas estiverem reunidas em seu nome, Ele estará presente. Sua presença não depende de multidões, títulos ou grandes templos. Cristo está onde existe comunhão sincera, cuidado, justiça, escuta e amor.Neste tempo em que também refletimos sobre a Pátria e o Grito dos Excluídos, precisamos lembrar que amar o Brasil é defender a vida de todo o povo brasileiro, especialmente daqueles que foram empurrados para as margens. Não existe verdadeira paz sem justiça, nem progresso quando parte da população permanece invisível.Que nossa fé seja reconhecida não pela capacidade de condenar, mas pela coragem de acolher. Que nossas palavras curem, nossas atitudes aproximem e nossas comunidades tenham sempre as portas abertas. Afinal, a vida cristã deveria fazer com que as pessoas olhassem para nós e dissessem: “Vejam como eles se amam”.Que Deus nos conceda humildade para corrigir sem ferir, maturidade para receber uma correção sem orgulho e sabedoria para compreender que nenhuma pessoa é descartável.Onde houver amor, respeito e comunhão, Cristo estará no meio de nós.Podcast do Fabio — fé, reflexão, diversidade e vida real.#PodcastDoFabio #TeologiaInclusiva #FéQueAcolhe #AmorAoPróximo #CorreçãoFraterna #PalavraDeDeus #Diversidade #Inclusão #JustiçaEPaz #VidaEmPrimeiroLugar



Setembro começou. E eu também começo este mês de um jeito um pouco diferente.Não diferente na essência. Continuo acreditando no amor, na reciprocidade, na monogamia, no carinho, na família, na fé e na possibilidade de encontrar alguém que queira viver o mesmo que eu quero viver. Mas mudo o foco.Aprendi que sentir não significa parar a vida. Gostar de alguém não significa viver preso ao “e se?”. E desejar reciprocidade não significa exigir que alguém queira aquilo que eu quero.Eu sei bem o que quero viver na minha vida. Não posso exigir que ninguém queira viver o mesmo que eu. Mas posso, sim, procurar alguém que queira. E sigo teimosamente procurando.Também aprendi que a academia, para mim, é lugar de cuidar da saúde. Que certas convivências não merecem nossa energia. Que aparência não sustenta relacionamento. E que, em algum momento da vida, a gente precisa se escolher primeiro — não por egoísmo, mas por maturidade.O Podcast do Fábio começa setembro assim: mudando a maneira de olhar, sem mudar a maneira de ser.E começamos este mês com uma notícia que me emociona profundamente: hoje o Podcast do Fábio chega a 141 países, sendo acompanhado também em 58 países pelo Spotify.Uma vida real, contada daqui de São Paulo, atravessando fronteiras pelo mundo.Obrigado a cada pessoa que ouve, acompanha, comenta, compartilha ou simplesmente permanece do outro lado.Mês novo. Novo foco. A mesma essência.Porque mudar o foco não é deixar de sentir. É aprender a continuar caminhando.

✨ ESCUTE O SEU CORAÇÃO — E TENHA CORAGEM DE SEGUIR O CAMINHO ❤️



✝️ QUEM É JESUS PARA VOCÊ? | 21º Domingo do Tempo ComumNa Missa das 7h30 deste domingo, uma pergunta de Jesus ficou ecoando em mim:“E vós, quem dizeis que eu sou?” (Mt 16,15)Talvez esta seja uma das perguntas mais importantes de todo o Evangelho.Jesus não pergunta quem disseram que Ele deveria ser. Não pede uma resposta pronta, decorada ou simplesmente repetida porque alguém nos ensinou. Ele pergunta aos discípulos — e hoje pergunta a cada um de nós:Quem eu sou para você?E nossa resposta vai amadurecendo com a própria vida.A homilia trouxe uma comparação muito bonita: duas pessoas que convivem durante décadas podem continuar sendo fisicamente as mesmas, mas aquilo que uma significa para a outra se torna infinitamente mais profundo por causa da história construída juntas.Com Deus também é assim.A fé não deveria ser uma fotografia congelada. Ela é encontro, caminhada, descoberta, amadurecimento e transformação.E, se realmente vamos conhecendo Jesus, esse encontro precisa aparecer na maneira como tratamos as pessoas.Por isso foi tão significativo que esta celebração também recordasse os 15 anos da Conferência Vicentina da paróquia. São Vicente de Paulo e a espiritualidade vicentina nos lembram que não podemos dizer que amamos o Cristo presente no altar e ignorar o Cristo presente naquele que sofre.Servir ao próximo é também servir a Deus.E aqui está algo que considero essencial: esse próximo não vem acompanhado de uma lista de condições para merecer nosso amor.É o pobre. É quem tem fome. É quem está sozinho. É quem sofre. É quem pensa diferente de nós. É quem está procurando Deus. É quem ainda não conseguiu acreditar. É quem foi ferido justamente por pessoas que diziam falar em nome de Deus.É também a pessoa que, tantas vezes, ouviu que não havia lugar para ela dentro da Igreja.O Evangelho de Jesus não pode ser transformado numa ferramenta de exclusão.Se nossa fé nos torna incapazes de acolher, escutar, servir, repartir o pão e reconhecer a dignidade do outro, precisamos voltar à pergunta inicial:Afinal, quem é Jesus para nós?Neste domingo dedicado também à vocação dos leigos e leigas, fica outro lembrete importante: vocação não acontece somente no altar.O professor serve a Deus ensinando com responsabilidade. O advogado, buscando a justiça. O profissional da saúde, cuidando da vida. O trabalhador, exercendo dignamente seu ofício. O cristão, onde estiver, testemunhando amor, misericórdia, justiça e paz.Não precisamos ser todos iguais para caminharmos juntos.Podemos ter histórias diferentes, perguntas diferentes, orientações afetivas diferentes, condições sociais diferentes, maneiras diferentes de compreender determinadas questões e até momentos diferentes em nossa relação com a fé.Mas existe uma mesa para a qual Cristo continua nos chamando.Uma mesa onde ninguém deveria precisar esconder quem é para ser tratado com dignidade.Uma mesa onde serviço vale mais do que aparência religiosa.Uma mesa onde a caridade deixa de ser discurso e se transforma em vida.Talvez, então, a melhor resposta para “Quem dizeis que eu sou?” não seja dada apenas com os nossos lábios.Talvez nossa própria vida precise respondê-la.❤️ Que nossa fé tenha braços para acolher, mãos para servir e coragem para amar.

Domingo também tem Podcast do Fabio — mesmo quando a tecnologia resolve aprontar!O episódio de hoje estava sendo gravado normalmente. Eu falei, contei as coisas do meu domingo, desenvolvi os assuntos, encerrei o programa… tudo certinho.Ou melhor: eu achei que estava tudo certinho.


❤️ SERÁ QUE ELE GOSTA DE MIM? EU NÃO SEI…Hoje eu encontrei o Gabrielzinho no Carrefour.Ele sorriu, conversou comigo, perguntou como eu estava… e eu saí de lá feliz.Mas também saí com uma pergunta que ficou martelando na minha cabeça:Será que existe alguma coisa do outro lado ou sou apenas eu criando possibilidades?E daí veio outra, ainda mais difícil:Será que eu sempre escolho alguém que não vai me escolher?No episódio de hoje, eu conto o que aconteceu — e por que um encontro aparentemente simples me fez voltar para casa pensando tanto.Não vou transformar esperança em certeza. Mas também não quero transformar medo em rejeição.Eu sei o que sinto. O que eu ainda não sei… é o que ele sente.


❤️ QUARTA DO AMOR: O DESEJO PASSA. O QUE TOCA O CORAÇÃO FICA.No episódio de hoje do Podcast do Fábio, a vida real apareceu sem maquiagem.Teve rotina, trabalho, advocacia, natação, academia, desejo, atração e aquelas situações inesperadas que nos lembram que somos humanos.

Hoje o Podcast do Fábio foi sobre aquilo que talvez seja uma das coisas mais difíceis — e mais bonitas — da vida: gostar sem possuir, sentir sem obrigar e aprender a aceitar que o amor só faz sentido quando existe escolha dos dois lados.Contei um pouco da minha terça-feira, da rotina com minha mãe, dos cuidados com o Tufão, do trabalho, da academia e também da mudança no canal de perguntas anônimas.Mas o coração do episódio foi outro.Recebi uma pergunta simples: “E se o Gabriel não quiser nada com você?”Minha resposta também é simples: eu ficaria triste, claro. Sou humano. Mas respeitaria.Porque ninguém é obrigado a viver o que eu quero viver. Ninguém é obrigado a gostar de mim porque eu gostei primeiro. Amor não é posse, não é cobrança e muito menos imposição.Se um dia o Gabriel disser que já tem alguém, que não sente o mesmo ou simplesmente que eu não faço o tipo dele, a vida continua. E ainda assim eu teria algo para agradecer: ele despertou em mim uma vontade de gostar de alguém que estava adormecida.Talvez algumas pessoas passem pela nossa vida para ficar. Outras, para nos lembrar de que ainda conseguimos sentir.E isso já pode ser muito bonito.Como eu digo sempre: eu sei bem o que quero viver na minha vida. Não posso exigir que ninguém queira viver o mesmo que eu, mas posso continuar procurando alguém que queira.Teimosamente, eu continuo procurando. ❤️

❤️ UM ENCONTRO QUE MUDOU MINHA SEGUNDA-FEIRAHoje o Podcast do Fábio começou falando da rotina de uma segunda-feira comum: trabalho, aula, natação, compromissos, academia… mas terminou falando daquilo que a gente não programa: o coração.Depois da academia, passei pelo Carrefour e encontrei o Gabriel. E hoje foi diferente. Um sorriso, uma aproximação inesperada, uma conversa, mãos que se encontraram algumas vezes e um “boa semana” foram suficientes para eu sair dali sorrindo e levar aquele momento comigo.

✨ UM DOMINGO DIFERENTE: FAMÍLIA, FÉ, VOCAÇÃO E AMOR ❤️