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Ouça essa história para meditar exclusiva INTEIRA do Reino entre várias outras clicando aqui:https://eraumavezumpodcast.com.br/clube102Nesta história para meditar para crianças, você vai conhecer o dragãozinho Brasa, que tem um segredo: ele sente medo do escuro.Enquanto outros dragões voam confiantes pela noite, Brasa prefere ficar escondido… até encontrar uma coruja especial que lhe ensina algo poderoso: como usar a respiração e a calma para enfrentar o medo.Com uma narrativa suave e guiada, essa meditação ajuda as crianças a relaxar, desacelerar e perceber que o escuro não é vazio, ele pode estar cheio de estrelas esperando para aparecer.Perfeita para a hora de dormir, essa história acolhedora convida os pequenos a se conectarem com a própria respiração e descobrirem a luz que existe dentro deles.Meditação infantil para dormir | História do dragãozinho que vence o medo | Relaxamento e respiração para criançasEscrita e narrada por: Carol Camanho
Canal Vale Estreito"Criado para anunciar o Evangelho das Insondáveis Riquezas de Cristo.
Para ouvir essa versão para dormir INTEIRA e exclusiva do Reino, apoie o podcast e entre para o Reino aqui:https://eraumavezumpodcast.com.br/clube99Nessa história para dormir, um homem herda de seu pai um gato e acha que é uma péssima herança. Porém, o gato é especial e começa a ajuda-lo a chamar a atenção do rei de uma forma não muito correta. Ouça a história pra saber o que acontece!Escrita por: Giovanni Francesco StraparolaVersão adaptada de: Charles PerraultAdaptado e narrado por: Carol Camanho
Passagens Complementares:Salmo 22
O futuro a curto prazo de Ruben Amorim. Real Madrid TV repete um lance 245 vezes. O regresso de um histórico à nossa liga de futebol.
Seja bem-vindo(a)!Participe dos nossos encontros:► Sábado: 17h Alcance Adoles | 19h Alcance Jovem► Domingo: 10h30 I 18h - CULTOSAcompanhe nossas Redes Sociais: ► Instagram: @alcancesantafelicidade► YouTube: Alcance Santa FelicidadeVenha nos visitar!►Nossa igreja fica na rua Antônio Escorsin, 2897
Se a primeira parte abriu o apetite, esta continuação entrega o banquete. No episódio #296, Thamirys Schneider e Amanda Dadda fazem um mergulho sem escalas entre a elegância do Dão, o sol do Alentejo e o frescor atlântico de Lisboa. Do Douro à Ilha da Madeira, elas desvendam onde moram os segredos de nomes tradicionais em um passeio sensorial que prova que o mapa de Portugal é, na verdade, um infinito engarrafado.
No terceiro episódio do Pequeno Discípulo, conversamos sobre a história mais triste da história do mundo, que traz consequências desastrosas para todas as pessoas até hoje: o primeiro pecado de Adão e Eva.* * *► GOSTA DO ICHTHUS PODCAST? ◄SÓ CONTINUAREMOS A EXISTIR COM A SUA AJUDA!Escolha AGORA MESMO sua faixa de apoio mensal em nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse (pode ser qualquer valor) acessando: https://catarse.me/ichthusAgora, se você REALMENTE não tem condições de se comprometer com um valor mensal, por menor que seja, mas deseja nos abençoar esporadicamente, você também pode, sempre que possível, fazê-lo através de DOAÇÕES AVULSAS ou RECORRENTES de qualquer valor via PIX.Nossa chave PIX é: 17.558.300/0001-93* * *Outra forma de ajudar o Ichthus é SEMPRE fazer TODAS as suas compras na Amazon partindo do nosso link de afiliação: https://ichthus.com.br/amazonPode ficar tranquilo que nenhum item será mais caro por conta disso.* * *E que tal continuar esta conversa em nossa comunidade no Discord? Por lá organizamos várias leituras coletivas (inclusive da Bíblia), transmitidos AO VIVO a gravação de podcasts do Ichthus (e você pode participar via chat) e muito mais. Participe acessando: https://bit.ly/leituracoletiva (É TUDO DE GRAÇA!)Se preferir, também temos o nosso canal no Telegram. Inscreva-se em: https://t.me/clubeichthusE, agora, também temos o nosso canal no WhatsApp. Inscreva-se em: https://ichthus.com.br/whatsapp* * *O Ichthus Podcast é um oferecimento do Estúdio Ichthus. Você pode ouvir este e outros programas em nosso site (https://ichthus.com.br) ou nas principais plataformas de áudio (como Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Music, Amazon Music e tantas outras).Procure por "Ichthus Podcast" em seu aplicativo favorito e assine nosso feed gratuitamente para não perder nenhum episódio.* * *Finalmente, lembre-se de compartilhar este episódio de todas as maneiras possíveis. Este é o melhor jeito de você demonstrar carinho por nós e ajudar este projeto a crescer cada vez mais. Ah, e não esqueça de nos marcar (@clubeichthus) na sua postagem.Agora sim, pegue seu fone de ouvido e bom podcast!
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No episódio #293, Thamirys Schneider e Amanda Dadda deixam as rotas óbvias para falar de um país que revela um universo inteiro em cada gole. Elas conversam sobre o que torna Portugal tão singular, pontuando particularidades que diferenciam o país no mundo do vinho, descobrindo motivos para abrir a sua próxima garrafa de vinho português e deleitar-se.
No episódio da semana, o deputado Maurício Peixer (PL) explica o projeto de lei que cria regras para a circulação de veículos elétricos de pequeno porte, como patinetes e bicicletas, em Santa Catarina.
O Presidente arrancou a pressionar o governo. António José Seguro foi a Pedrógão Pequeno saber o que está a correr bem e mal e que apoios estão a tardar. E vamos precisar de apertar o cinto?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Já está no ar o novo episódio do podcast ReumatoMinas!Na edição intitulada “O pequeno grande universo das doenças raras” as reumatologistas Gilda Aparecida Ferreira e Lilian Santuza Santos Porto adentram o mundo das doenças raras. As médicas analisam as doenças reumáticas raras e todo o desafio que essas condições impõem: do diagnóstico ao tratamento. Assistam no Spotify, YouTube (canal: Sociedade Mineira de Reumatologia) e no site (reumatominas.com.br).
Se também estão a dormir em pé com a mudança de hora, juntem-se a mim neste episódio, you're not alone. Apesar de ter falado de tudo e de mais alguma coisa, espero que gostem!
Para ouvir essa história exclusiva INTEIRA do Reino e apoiar o podcast, entre para o Reino Mágico aqui:https://eraumavezumpodcast.com.br/clube30Essa história conta sobre uma loja encantadora comandada por um gato e um cachorro que vende muito! Porém, somente fiado e as contas não fecham! Ouça e descubra o que acontece!Ensinamentos para crianças: equilíbrio entre generosidade e responsabilidade, e como todo fim pode ser o começo de algo novo.Faixa etária recomendada: a partir de 5 anos.Escrita por: Beatrix PotterAdaptada e narrada por: Carol Camanho.
[Patrocinado] Com mais de 70 anos de história, a JBS garante qualidade à mesa e alimenta um futuro melhor. Saiba mais em: https://www.jbs.com.br/Espremido entre Argentina e Brasil, o Paraguai tem sido por muito tempo ignorado pela comunidade internacional. Pequeno, sem litoral e pobre, era frequentemente visto apenas como um país de passagem.
Nem sempre é preciso complicar para comer melhor. Incluir fruta logo de manhã pode ser uma forma simples de criar hábitos mais saudáveis, explica a Nutricionista Mariana Chaves.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Portugal de Quinhentos: Um País Pequeno com Ambições ImensasPara entender o que Afonso de Albuquerque fez em Ormuz, é preciso primeiro perceber o que era Portugal no início do século XVI. Era um país pequeno. Muito pequeno. Estima-se que no começo de Quinhentos Portugal não ultrapassava um milhão de almas — numa Europa que já então tinha países com densidades muito superiores, como a França, a Alemanha ou a Itália, onde a densidade populacional chegava a ser o dobro da portuguesa. Lisboa, a capital, contava entre cinquenta e sessenta e cinco mil habitantes no levantamento de 1527-1532, e cresceria para mais de 120 mil até ao final do século, tornando-se uma das maiores cidades da Europa ocidental.
Estamos de volta com o Pequeno Discípulo, uma deliciosa conversa entre pai e filho sobre as principais histórias da Bíblia.Hoje visitaremos Belém na noite mais especial da história do mundo.* * *► GOSTA DO ICHTHUS PODCAST? ◄SÓ CONTINUAREMOS A EXISTIR COM A SUA AJUDA!Escolha AGORA MESMO sua faixa de apoio mensal em nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse (pode ser qualquer valor) acessando: https://catarse.me/ichthusAgora, se você REALMENTE não tem condições de se comprometer com um valor mensal, por menor que seja, mas deseja nos abençoar esporadicamente, você também pode, sempre que possível, fazê-lo através de DOAÇÕES AVULSAS ou RECORRENTES de qualquer valor via PIX.Nossa chave PIX é: 17.558.300/0001-93* * *Outra forma de ajudar o Ichthus é SEMPRE fazer TODAS as suas compras na Amazon partindo do nosso link de afiliação: https://ichthus.com.br/amazonPode ficar tranquilo que nenhum item será mais caro por conta disso.* * *E que tal continuar esta conversa em nossa comunidade no Discord? Por lá organizamos várias leituras coletivas (inclusive da Bíblia), transmitidos AO VIVO a gravação de podcasts do Ichthus (e você pode participar via chat) e muito mais. Participe acessando: https://bit.ly/leituracoletiva (É TUDO DE GRAÇA!)Se preferir, também temos o nosso canal no Telegram. Inscreva-se em: https://t.me/clubeichthusE, agora, também temos o nosso canal no WhatsApp. Inscreva-se em: https://ichthus.com.br/whatsapp* * *O Ichthus Podcast é um oferecimento do Estúdio Ichthus. Você pode ouvir este e outros programas em nosso site (https://ichthus.com.br) ou nas principais plataformas de áudio (como Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Music, Amazon Music e tantas outras).Procure por "Ichthus Podcast" em seu aplicativo favorito e assine nosso feed gratuitamente para não perder nenhum episódio.* * *Finalmente, lembre-se de compartilhar este episódio de todas as maneiras possíveis. Este é o melhor jeito de você demonstrar carinho por nós e ajudar este projeto a crescer cada vez mais. Ah, e não esqueça de nos marcar (@clubeichthus) na sua postagem.Agora sim, pegue seu fone de ouvido e bom podcast!
A nutricionista Mariana Chaves explica porque 30 gramas de proteína podem mudar o seu dia, e traz três receitas fáceis para experimentar já amanhã.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Para ouvir essa versão para dormir INTEIRA exclusiva do Reino, apoie o podcast e entre para o Reino aqui:https://eraumavezumpodcast.com.br/clube86Ouça essa história para dormir da A Bela Adormecida, um dos contos de fadas mais amados do mundo, agora em uma versão encantadora e inspiradora!Nesta adaptação conheça a doce princesa Aurora, amaldiçoada por uma fada rancorosa, protegida pela bondade e despertada pelo tempo e não apenas por um beijo.Escrita originalmente por: Charles PerraultAdaptada e narrada por: Carol Camanho
“Veio-me à cabeça a imagem do general Garibaldi quando, ao partirem de Roma, disse aos soldados que lhes oferecia sede e calor durante o dia, fome durante a noite e perigo a toda a hora…” Isto serve como impulso se nos viramos para aquele outro lado do qual só recebemos notícias quando algo da ordem da catástrofe nos faz sentir como a realidade é hoje outro nome para o esquecimento. Esses lugares por onde anda a monte, sem prece que o alcance, e a coçar-se contra tudo o deus dos secretos, senhor de vidas inesperadas, que não quadram, não encontram rima neste mundo, mas são contíguos a desertos, serras floridas, e mato agreste, afiados instintos de tanta dar caça a bichos difíceis de explicar, enumerar, armar ciladas aos pássaros, naças aos peixes no mais fundo rio, pescarias ali onde o rio faz d'água uma mansa colheita, e às vezes distraído num gesto mais largo, molhava n'água amara, e compelia/ a recolher a roxa tarde e breve”, depois servia-se da capela abandonada como despensa, usava os santos quebrados para esfacelar a carne. Chamam casa a estes lugares que começam onde se chama campo ao que mais ninguém quis. Tudo saqueado, vendido, traído, tudo roído por uma angústia esfomeada. “Vês o tempo como foge/ que parece que não toca?” Como querem então fazer deste tempo qualquer coisa que se sinta, que de si possa fazer exemplo, deixar algo em conserva, penetrar com um perfume apenas seu esses esforços de memória? “Correm os nossos tempos de maneira,/ Antes no mal parece que estão quedos,/ por mais que mude o sol sua carreira,/ Tantos os males são, tantos os medos,/ Que não há vale cá, não há ribeira,/ Por onde soem já cantares ledos;/ Dos tristes ouvi esses, entretanto/ Dará o céu matéria a melhor canto.”… Há tanto tempo já que não cantamos, e parece até que grão mal adivinhamos. Parece que erram buscando saber o que vão por aí inda dizendo os poetas, mas estes, pior que as silvas, têm só esta estratégia de viverem virados para si mesmos, fazendo o seu, como quem oferece caução, sem levantar ondas, e depois esperar que se insista nesse triste enredo que foi o da eternidade, como se eles disso tivessem notícias mais do que as enfermidades de retardo que nos servem de quotidiano. “O vosso Tejo vai de sangue tinto./ Tal vai o nosso Douro, tal o Lima,/ E vão ainda pior do que te pinto./ Aquele que mais pode não estima/ Entrar por onde quer, saqueia tudo,/ O fogo traz na mão, a maça e a lima./ O dono do curral há-de ser mudo,/ Se não quer, em soltando uma só fala,/ Provar com dano seu, seu aço agudo.” Só vagos ventos sem origem nem nenhuma espécie de sentido andam pelos fundos da língua, a fazer que vivam antigas imagens, muito repetidas, muito usadas para ajudar a despertar fantasmas um pouco mais doces, como o dessa Leanor descalça, que vai pela verdura até à fonte e… “A talha leva pedrada,/ pucarinho de feição,/ sai de cor de limão,/ beatilha soqueixada; cantando de madrugada,/ pisa as flores na verdura:/ Vai fermosa e não segura.” O campo hoje é mais um enredo que o ouvido capta escutando os ecos na sua intimidade ajeitados a modos bravios fazendo por se reproduzirem. “O maravilhoso move-se tão próximo/ das casas sujas e decrépitas…” E o que temos nós ainda de ligação com isto, ainda somos capazes com o nosso peso de assentá-lo em qualquer pegada que faça florescer a verdura? Somos vistos lá onde o tempo se faz outro de tão longe, e temos alguma semelhança muito lavada com esses de olhos castanhos, a tez soleada, a fala cantada de só saber das coisas o recorte emprestado pelo ar. Outros ouvirão falar de um país esquecido, entregue à sua bárbara implosão, num mundo entregue ao desaire de envelhecer, enrijar, ossificar-se sem mais distracção que a própria destruição… Essa é a sua musa, e desperta nele uma intenção terrível, a de um mundo que deita um olhar envilecido a tudo o que de fora só vem para roubar-lhe a paz, incomodá-lo. Eram mentira os idílios, e mesmo desses lendas cheias do unto verboso foi tendo outra impressão… “Um dia vi o amor – era medonho:/ tinha olhos convulsos de anjo bêbado/ e a máscara do ódio.” Os que eram daqui, de tanto se desfazerem contra os trabalhos ordinários que aos demais serviam de ilustração, impulsos para que a lira se entregasse às suas perras entoações, tão fartos de terra, de séculos sentindo os ossos lentamente esmagados contra ela, com vergões e cicatrizes herdadas na pele, e nenhum entusiasmo por esses nomes que a nós nos sabem a mel e cheiram a madressilva. Mal se puderam ver livres de tudo isto, deram cabo dela e de tudo o que lhes lembrasse, nesse crime passional de que fala o Rui Lage. Preferem-lhe tudo o que sirva para enforcar a vista, essas grandes casas, edifícios que fecham a vista, escondem o horizonte, empurram o olhar para longe de todo o céu, fartos-fartos da terra, das infinitas extensões que lhes causavam vertigem pois só viam o imenso trabalho que tudo isso lhes dava. Se nós vamos ao campo em passeio, gozar do prazer de ver a terra presa aos astros, alguns vêm a ígnea tela bárbara de espanto, conhecem os infinitos cansaços de “um povo que vivia a suicidar-se, arando a terra, abrindo a derradeira cama”. Esse povo que hoje nos custa reconhecer como a nossa mais funda tradição, povo para quem o trigo é pão em flor, povo para quem a verdadeira flor era o pão. E é deles sobre nós que sentimos assentarem como uma esparsa maldição esses olhos rasos de um espanto podre, vozes misturadas ao silêncio, um engolir a seco nas serras onde irá a enterrar por estes dias o último pastor, lugares à morte entregues todo-ouvidos. Esta a corografia que se apropriará dos nossos restos, o país das “cabras e carrascos”… “É no teu chão dorido/ Que gasto, em paz, os cascos/ Deu fauno envelhecido…” Escreva-se o requiem, então, sendo certo que de nós nada irá notar-se que não comece ali, que se esboce entre aquela névoa: “A morte/ em flor/ dos camponeses/ tão chegados à terra/ que são folhas/ e ervas de nada/ passa no vento/ e eu julgo ouvir/ ao longe/ nos recessos da névoa/ os animais feridos/ do Início.” Tão poucas páginas daquilo que se resolve antologias fazem ferida como esta. Um pó que soa, um brilho que nos chama para a infinidade dessas noites em que não havia mais que acumular o resíduo de estrelas, vê-lo pairar, como uma essência estranha àquela terra que se fazia sentir com a sua imensidão nos corpos, o peso deles também a decompor-se, sem dar notícia, nesse pouco som enfrentando os currais sem gado que ruíram de pobreza. O sofrimento é a única história, mas desta talvez só o musgo dê, “em seu discurso esquivo de água e indiferença alguma ideia disto”. E, por isso, neste tempo que é sempre depois, só nos resta passar por lá em prosa, para não nos entregarmos a essa inane torpeza de quem canta seja o que for, e se põe a soprar aos pés de um enforcado a ver se o faz balouçar… O enforcado de quem ainda alguns têm muita vergonha… “No gesto suspensivo de um sobreiro,/ o enforcado.// Badalo que ninguém ouve,/ espantalho que ninguém vê,/ suas botas recusam o chão que o rejeitou.// Dele sobra o cajado.” É uma forma de dizer mal disto tudo, outra é lançar um fósforo e rir-se ao vê-los naquela dança dos noticiários, estes que só sabem soletrar o desastre quando o campo, a paisagem deles, surge carbonizado. Quando já não é possível trocar coisa nenhuma por nada que valha. Um fim muito claro, muito fácil de entender, traduzindo em cinzas aquilo que de outro modo não era senão “um pó que nem se palpa/ na peneira do mundo”. E de toda aquela história resta o quê? Além da dúvida de um tempo incerto, sem ciclos, sem estações sequer, os campos tão sós… “Tão longe/ dos homens, as largas plantações, ermos/ sem lar, sem fumos, sequer sem espectros/ dos antigos habitantes vivos.” Aos poucos o bucolismo já não aguenta canto seja de que espécie for, morrem as espécies e só se gera já “crias das bestas e dos homens”, um hálito desolador e “oposto ao antigo sopro do Génesis; que gera/ criaturas como se meramente simulasse/ a vida. E a paisagem torna-se aparência,/ semente simulacro e armadilha”. Teremos, então, de nos contar não tanto com os resíduos de estrelas, que já quase não se vêem, mas com os resíduos do campo: “É o oco interior de alguns/ quintais. O bailado surdo/ e brusco das asas/ da galinha./ A caleira podre aonde/ chora um pingo/ – o derradeiro.// É o mundo minúsculo/ dos canteiros; a vida/ nos degraus da planta; a sesta/ de uma gata que por acaso/ insiste em ser novelo.// É este chão cinzento./ A carne entumescida das paredes./ As espinhas reunidas/ do que foi um peixe.// E as armas toscas de matar/ o tempo: colheres, comida, insectos que tentam/ (ao menos) um mundo/ irrequieto./ É a noite que tem as mãos/ suspensas sobre um alguidar/aonde bóia o dia/ pequeno/ de todas as crianças.// Em certas casas constroem-se/ filhos: a música suave/ que se ouve nas camas./ Resíduos da canção/ a única/ que este povo/ ainda sabe/ e canta.” E com este balanço todo que levamos, colhido na mais recente antologia da poesia portuguesa que nos ofereceu Rui Lage, aquela que reza sobre os campos afinal tão infelizes que foram mantidos até meados do século passado num epílogo do Neolítico, parece que deste lado já estamos safos. Mas, entretanto, se a natureza só é vista em trânsito, cada vez mais embaraçada, a vida cedeu toda ela a um comércio passageiro, e se antes Deus se pagava com o seu próprio dinheiro (lombarda, vinho, feijão-verde e batata nova entre outras espécies), agora parece que a própria vida lírica está inteiramente nos velhos, os que tendo memória de outro mundo, estão invadidos de um infinita suspeita, e tossem, conspiram contra este com uma militância certamente desencantada, mas talvez já só haja algum encanto em ser contra. “Sempre se busca alguma espécie de/ mortal eternidade e a escolha/ da terra é a melhor// forma de amar um tempo destinado/ a mostrar que a linguagem por mais/ ninguém usada// como poesia/ o mortal corpo de quem/ a usou há-de por fim dilacerar”. De resto, que resta? Talvez já só esse resíduo de alvoroço, andar para trás e recompor com toda a dificuldade uma pequena porção de toda aquela dor, emocionar-se diante de algo como um arado, que hoje adquire as feições de um passado remoto, mais parecendo o seu esqueleto. Contra a tecnologia toda que se alimenta de nós, espantar-se diante desse ser já sem mundo… “A mecânica do arado é rudimentar,/ clarividente e sóbria. Nada tem/ em demasia: o que a função requer/ e nada mais.// No perfil eficiente do arado/ há qualquer coisa de navalha, qualquer coisa/ de falo em riste, em transe de fecundar.// de facto, noutros tempos,/ era o arado que rasgava a terra,/ fazia dela um ventre aconchegado –/ cenário certo para o deflagrar da vida/ que vai dentro das sementes.// isto foi no tempo em que havia agricultura/ nos gestos quotidianos dos homens/ e das mulheres.” Agora, o campo na linguagem parece também ele algo que se trafica na sua versão transgénica. Vemos aquele talento para combinar os termos e favorecer um apelo rústico, na poesia como na gastronomia ou nos empreendimentos de turismo-rural… Os poemas dos nossos neo-bucólicos, estão cheios de tojo, restolho e urze, giestas, estalidos, de folhas secas, água a correr, das vozes distantes que chamam dos quintais, e das “casinhas/ com papás, vovós e manos, talvez/ com uma sentida perda/ de um talher à mesa e uma/ horta, couves, alfaces, a doméstica/ economia dos quintalórios/ com um cão cativo a ladrar/ à sina e à honestidade das batatas/ que as mães ou avós ainda esmagam/ na sopa com uns pingos de azeite e/ enfado. Pequeno país do/ gasóleo e futebol, memórias/ de mercados e feiras buliçosas,/ de escolinhas rústicas, agora desertas,/ com a cruz e os presidentes na parede,/ pequeno país de bravia/ palavra, sofrida crueza/ de mato ardido e estrumes, sucatas,/ detritos, o hábito endurecido dos/ pequenos holocaustos/ diários.” E para que mais queremos o espaço, a terra, o país propriamente, esse que serve de luxo de passagem, com todas essas aldeias com abismos e alguma ribeira ao fundo. Carbonizadas aldeias que parece que se deitaram para sempre, e estão por aí como ruínas de embalar, “como se nenhum de nós conseguisse entrar nesse obscuro mundo de leis e direcções invisíveis”. E olhamos para tudo isso e aqueles que lhe escaparam de algum modo talvez se sintam como se reconfortados, como se não pudesse mesmo haver volta, e não quisessem daquele mundo outra coisa além desse “mecanismo triste/ movendo a boca breve”. E o fogo talvez seja a última honestidade de que somos capazes. Talvez, de algum modo, nós sejamos toda a destruição que sonharam e convocaram essas tantas gerações que ali no campo “nasciam, penavam e pereciam no anonimato e no isolamento mais cru”, como nos diz Rui Lage. “A luta pelo pão de cada dia exauria a força vital, conduzida para o braço que fazia descer a enxada e o mangual, que pilotava o arado, que cegava as espigas no braseiro do estio e tocava o gado pelos montes. Do berço à cova, a existência do camponês compunha-se de agruras e privações inumeráveis. Ninguém disse tal condição em verso tão cortante quanto Gil Vicente, pela voz do lavrador da Barca do Purgatório (1518): ‘Sempre é morto quem do arado/ há-de viver'. Afinal, nesse auto medial da trilogia das barcas, o Lavrador anuncia-se ao Anjo não como debutante da morte, mas como seu veterano: ‘Da morte venho eu cansado'. Séculos a fio, o adeus aos campos infelizes foi um gesto vedado. A aldeia fazia as vezes de um cativeiro sem grades.”
26 DE FEVEREIRO DE 2026 - QUINTARef.: Gênesis 15.1-6
É a refeição mais recente de todas e nos últimos 100 anos mudou radicalmente. Chegou a ser considerada um pecado mortal, incluiu cerveja, vinho e estufados e foi perseguida pela Igreja durante séculos. Conheça a história atribulada do pequeno-almoço.
https://soundcloud.com/rene-de-paula-jr/metricas-cerebelo Could apes ‘play pretend’ like toddlers? A study tracks imaginary juice and grapes https://phys.org/news/2026-02-apes-play-toddlers-tracks-imaginary.html Bonobo’s pretend tea party shows capacity for imagination https://www.newscientist.com/article/2514366-bonobos-pretend-tea-party-shows-capacity-for-imagination/ Obama em 2024 https://www.instagram.com/reel/DUcI-SGDDHx/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA== The Dictator's Speech (Clip) | The Great Dictator (1940) | TCM https://youtu.be/k0CzXi9e66M?si=BZaH-Ev7aCXnml5o The problem with gamifying life https://pca.st/7f8uwl6n Song of the Cerebellum | Radiolab Podcast https://youtu.be/fbYtsOSlybk?si=fFFUF9K1oTdRW9yS a app do radinho!!! http://radinhodepilha.com/radinho canal do radinho no telegram: http://t.me/radinhodepilha meu perfil no Threads: https://www.threads.net/@renedepaulajr meu perfil no BlueSky https://bsky.app/profile/renedepaula.bsky.social meu twitter http://twitter.com/renedepaula aqui está o link para a caneca no Colab55: https://www.colab55.com/@rene/mugs/caneca-rarissima para xs raríssimxs internacionais, aqui está nossa caneca no Zazzle: https://www.zazzle.com/radinhos_anniversary_mug-168129613992374138 minha lojinha no Colab55 (posters, camisetas, adesivos, sacolas): http://bit.ly/renecolab meu livro novo na lojinha! blue notes https://www.ko-fi.com/s/550d7d5e22 meu livro solo https://www.ko-fi.com/s/0f990d61c7 o adesivo do radinho!!! http://bit.ly/rarissimos minha lojinha no ko-fi: https://ko-fi.com/renedepaula/shop muito obrigado pelos cafés!!! http://ko-fi.com/renedepaula
Ouça essa história para meditar inteira EXCLUSIVA do Reino Mágico entre várias outras clicando aqui:https://eraumavezumpodcast.com.br/clube32Uma meditação infantil cheia de calma, imaginação e esperança para ajudar as crianças a desacelerar, respirar e lembrar que sempre é possível recomeçar.Nesta história guiada, viajamos por um céu estrelado até encontrar Lúnia, a Estrela do Recomeço, que convida a criança a olhar para dentro de si e descobrir uma luz que nunca se apaga. Aperte o play e relaxe!Escrita e narrada por: Carol Camanho
Emily is in search of gluten-free breakfast options! Learn how to ask about ingredients and discuss dietary restrictions in European Portuguese.
Para ouvir essa história EXCLUSIVA inteira do Reino e apoiar o podcast, entre para o Reino aqui:https://eraumavezumpodcast.com.br/clube30Essa história infantil super legal conta sobre dois meninos que receberam de uma fada um presente especial: livros com páginas brancas e puras. Um ano depois, a fada voltou e mostrou como as páginas estavam cheias de marcas. Algumas eram manchas feias, causadas por mentiras e desobediências; outras, lindas ilustrações, frutos de atos bondosos e gentis. A fada explicou que cada escolha deles preenchia as páginas. Ouça e descubra o que mais eles descobriram!Ensinamentos para crianças: Importancia das escolhas, responsabilidade e como podemos melhorar a cada dia.Faixa etária recomendada: a partir de 4 anos.Escrita por: Emilie Poulsson.Adaptada e narrada por: Carol Camanho.
Neste episódio, converso com a Mariana e a Nayara, duas farmacêuticas que faturam cerca de R$ 11.000 de lucro por mês vendendo ebooks de R$ 67,00 para farmacêuticos. Elas bateram no teto de vidro da escala: tentam investir mais, o ROI cai e elas recuam.Para furar esse bloqueio, a virada de chave é aceitar que na escala a margem percentual diminui naturalmente (enquanto o lucro absoluto cresce) e parar de depender só do ebook. O segredo é transformar o ebook em apenas uma porta de entrada para vender produtos de ticket alto (como mentorias ou aceleração de carreira) logo em seguida, usando um funil de venda imediata (Upsell) na página de obrigado, e afinar os anúncios com "filtro de copy" para atrair somente profissionais qualificados, afastando curiosos.Aproveite a Black do Ladeira:http://vtsd.com.br/quero-bf-ladeira-ep398 Me siga no Instagram:https://bit.ly/Insta-Leandro-LadeiraConheça o canal principal:https://bit.ly/Canal-Metodo-VTSDOuça nosso podcast:https://bit.ly/Podcast-do-Ladeira-no-Spotify
No Frango Fino dessa semana, Doug Bezerra, Doug Lira e Rafa Louzada comentam o polêmico documentário que afirma que H1tl3r teria micropênis, falam sobre a declaração de Brie Larson envolvendo Rosalina em Super Mario Galaxy e analisam a ascensão das produções coreanas no Disney+.DIA 11/12, ÀS 20H, TEM LIVE DE AMIGO SECRETO DO FRANGOHAIR FRIDAY MANUAL: 40% OFF — CUPOM FRANGOFRIDAY!BLACK FRIDAY INSIDER: APROVEITE A TECH WEEK — CUPOM FRANGOFINO PRA ATÉ 50% OFF!GRUPO DO WHATSAPP DA INSIDERArte do episódio por Isis The Bunny (@isisthebunnyart)Apoie o Frango!! NOVO PIX: pixdofrangofino@gmail.com Apoia.se: https://apoia.se/frangofinoOrelo: https://orelo.cc/frangofinoPatreon: https://patreon.com/frangofino Comentado durante o programa:Rafa Louzada no Pelada na NetMatéria sobre o documentárioMaquininha Philips para depilação (boa para regiões rugosas)Maquininha Philips para depilação das moças (mas pode usar se você se considerar rapaz também)INSCREVA-SE NO CANAL DO FRANGO NO YOUTUBEReddit do Frango FinoLoja do FrangoPlaylist musical do FrangoNão perca mais nossas lives! Siga o Bezerra em twitch.tv/dougbezerraTIKTOK DO FRANGO!Instagram dos Frangos:Doug Bezerra (@dougbezerra), Doug Lira (@liradoug) e Rafa Louzada (@rafaelouzada)Para falar com a gente:E-mail:frangofinopodcast@gmail.comInstagram:@frangofinopodcastWhatsapp: 11 94547-3377
Tornano su Spotify le prime puntate del PoretCast e questa volta anche in formato video! Gue Pequeno ci racconta il dietro le quinte dell'industria musicale, la sua storia e il rapporto con la fama. Una produzione Corax. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Fui a um spa para bebés, pequeno almoço de hotel, hotel 5 vs 4 estrelas by Tiago Almeida
Olá, pessoas, nesta semana vamos falar de uma figura pouco conhecida, Benjamin Lay, um pequeno grande revolucionário para a sua época. Depois de vários episódios falando de pessoas terríveis, é bom refletir sobre a vida de uma pessoa que lutou pelo que é certo.
Como podem histórias tão curtas impactar tão fortemente a gente? Ainda estamos em choque com os causos recebidos, mas edificamos como nunca! Nada como um episódio com a parceria do movimento Compre do Pequeno, do SEBRAE, pra nos mostrar que quando a gente aposta na história certa, a vida presta. E muito!QUER SE TORNAR UM OUVINTE APOIADOR E ENTRAR PRO GRUPO DO TELEGRAM MAIS FOFOQUEIRO DO BRASIL? CLICA AQUI! E você também pode apoiar de fora do Brasil pelo patreon.com/hojetem
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A queda de um avião de pequeno porte, em Mato Grosso do Sul, causou a morte de quatro pessoas. Os corpos das vítimas já estão no IML de Aquidauana (MS). Os exames de identificação ainda não foram realizados. Os corpos estão carbonizados e terão de passar por exames de DNA. O avião de pequeno porte caiu em uma fazenda em Aquidauana, na região do Pantanal. Segundo as investigações iniciais, o monomotor não tinha autorização para realizar o serviço de táxi aéreo. A Força Aérea informou que investiga as causas do acidente, sem prazo para conclusão. E ainda: Chefe de facção criminosa do Paraná é preso no Rio de Janeiro após operação conjunta.
Quarta-feira, 3 de setembro de 2025.
Ouça essa história para meditar EXCLUSIVA do Reino Mágico Inteira entre várias outras clicando aqui:https://eraumavezumpodcast.com.br/clube32Nessa meditação guiada, você caminha por um jardim mágico onde cada flor tinha seu próprio tempo para florescer. Um dia, uma criança conheceu a Inveja, uma criaturinha que, em vez de ser vilã, mostrou como transformar esse sentimento para algo bom.Escrita e narrada por: Carol Camanho
Na exposição de Efésios 2.12-22, o Pr. Leandro Peixoto mostra que a vida cristã não foi projetada para ser vivida de forma isolada, mas em comunidade. Em Cristo, fomos reconciliados com Deus e inseridos em um só corpo, como membros da família de Deus. A partir dessa verdade, a mensagem destaca a importância da koinonia, a comunhão prática da igreja, que se expressa na vida congregacional e especialmente nos pequenos grupos.
Livro em martinholutero.org/livros Instagram: @martinholutero
Para ouvir essa versão para dormir exclusiva INTEIRA do Reino entre outras, apoie o podcast e entre para o Reino aqui:https://eraumavezumpodcast.com.br/clube78Nessa história para dormir, eu conto sobre Ariel, uma sereia que quando faz 18 anos, recebe permissão para conhecer a superfície do mar. Lá, ela conhece um principe e para conhece-lo melhor, decide ir até a bruxa do mar para pedir para transforma-la em humana. Porém, a bruxa pede sua voz em troca e continua com suas maldades.Escrita por: Hans Christian AndersenAdaptada e narrada por: Carol Camanho
Se tem o Movimento Compre do Pequeno do SEBRAE neste programa, vocês podem esperar duas coisas: as melhores historias para inspirar e soltar boas risadas. Dessa vez, a gente vai conhecer gente que inspira quando o assunto é pequenos negócios e gente que tem o dom de planejar de um jeito… nada SEBRAE. APOIE A GENTE PELO APOIA.SE/HOJETEMPODCASTE SE VOCÊ MORA FORA DO BRASIL, VEM DE PATREON.COM/HOJETEM
Hotéis têm buffets irresistíveis — mas nem tudo é boa ideia logo de manhã. Descubra as melhores combinações para sair da mesa saciado e com energia, com a nutricionista Mariana Chaves.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Para ouvir essa versão para dormir inteira exclusiva do Reino Mágico, apoie o podcast e entre para o Reino aqui:https://eraumavezumpodcast.com.br/clube69Uma das histórias mais pedidas do Era Uma Vez Um Podcast chegou na sua versão para dormir! Rapunzel é uma garota que tem longos cabelos e mora numa torre com a bruxa. Um dia, um príncipe invade a torre, conhece Rapunzel e a leva pra uma aventura incrível! Venha ouvir, torcer e se encantar por essa história!Escrita por: Irmãos GrimmAdaptada e narrada por: Carol Camanho
Ouça essa história para meditar EXCLUSIVA do clube entre várias outras clicando aqui:https://eraumavezumpodcast.com.br/clube32Hoje, vamos fazer uma meditação para ter calma e tranquilidade e caminhar por uma floresta encantada e ouvir os sons da natureza. Vamos ouvir o vento que sopra suavemente, os pássaros que cantam docemente, um riacho cristalino que corre entre as pedras e muito mais! Venha ouvir e relaxar!Escrita e narrada por: Carol Camanho.
As aventuras de humanos adultos em mundos diminutos. No primeiro ato: jogando para ganhar. Por Bárbara Rubira e Isabel Harari. No segundo ato: os dramas microscópicos que acontecem debaixo dos nossos pés. Por Sarah Azoubel. A história "Pequenas batalhas" foi produzida com apoio da Fundação Heinrich Böll, uma organização política alemã com projetos em mais de 60 países. No Brasil a organização contribui para o fortalecimento da democracia e para a garantia de direitos. Você tem cinco minutinhos? Então responde esta pesquisa, vai ajudar bastante a gente a continuar fazendo o programa: radionovelo.com.br/pesquisa Neste mês do consumidor, o site da Insider, a marca de roupas que une inteligência, elegância e praticidade em cada escolha está recheado de descontos! Os ouvintes da Rádio Novelo podem ganhar até 35% OFF clicando aqui no link pra aplicar o cupom RADIONOVELO automaticamente ao carrinho https://creators.insiderstore.com.br/RADIONOVELO #insiderstore Palavras-chave: Roblox, games, jogos, trabalho infantil, Repórter Brasil, cavernas, fungos, bioprodutos, controle biológico, ciência, biodiversidade. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices