Podcasts about Fui

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Aprende portugués con LinguaBoost
Lección 34: Viajes y vacaciones pt. 2

Aprende portugués con LinguaBoost

Play Episode Listen Later May 12, 2026 12:57 Transcription Available


En esta lección aprenderás las siguientes frases: ¿Dónde quieres ir de vacaciones? / Este año quiero visitar India. / ¿Fuiste a Egipto el año pasado? / Fui por una semana. / Visité Roma la semana pasada. / ¿Cuánto tiempo estuviste allí? / Pasé tres semanas en Nueva York en el verano. / Necesito vacaciones.

Aprende francés con LinguaBoost
Lección 34: Viajes y vacaciones pt. 2

Aprende francés con LinguaBoost

Play Episode Listen Later May 12, 2026 12:52 Transcription Available


En esta lección aprenderás las siguientes frases: ¿Dónde quieres ir de vacaciones? / Este año quiero visitar India. / ¿Fuiste a Egipto el año pasado? / Fui por una semana. / Visité Roma la semana pasada. / ¿Cuánto tiempo estuviste allí? / Pasé tres semanas en Nueva York en el verano. / Necesito vacaciones.

Aprende inglés con LinguaBoost
Lección 34: Viajes y vacaciones pt. 2

Aprende inglés con LinguaBoost

Play Episode Listen Later May 12, 2026 12:48 Transcription Available


En esta lección aprenderás las siguientes frases: ¿Dónde quieres ir de vacaciones? / Este año quiero visitar India. / ¿Fuiste a Egipto el año pasado? / Fui por una semana. / Visité Roma la semana pasada. / ¿Cuánto tiempo estuviste allí? / Pasé tres semanas en Nueva York en el verano. / Necesito vacaciones.

Aprende italiano con LinguaBoost
Lección 34: Viajes y vacaciones pt. 2

Aprende italiano con LinguaBoost

Play Episode Listen Later May 12, 2026 13:59 Transcription Available


En esta lección aprenderás las siguientes frases: ¿Dónde quieres ir de vacaciones? / Este año quiero visitar India. / ¿Fuiste a Egipto el año pasado? / Fui por una semana. / Visité Roma la semana pasada. / ¿Cuánto tiempo estuviste allí? / Pasé tres semanas en Nueva York en el verano. / Necesito vacaciones.

Audio Contos Gays
O maconheiro do estacionamento

Audio Contos Gays

Play Episode Listen Later May 3, 2026 5:06


Fui pegar meu carro e tinha um malandro pedindo dinheiro por ter guardado o carro. Ele tinha uns 20 anos e era bem gostosinho.

Aprenda em 5 Minutos
É verdade que só existe saudade em português? #185

Aprenda em 5 Minutos

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 8:46


Todo mundo já repetiu isso em algum momento. Num post, numa conversa, numa aula de português: a palavra saudade não existe em nenhum outro idioma do mundo. É nossa, exclusiva, intraduzível.Mas será que é mesmo?Fui pesquisar a fundo essa história e o que encontrei me surpreendeu — tanto sobre a resposta quanto sobre a própria origem da palavra. Tem coisa aí que a maioria das pessoas nunca parou pra pensar.No episódio de hoje, eu conto tudo. Vem aprender comigo!─────────────────────────────────APRENDA EM 5 MINUTOS é o podcast sobre coisas que você nem sabia que queria saber. Os episódios são roteirizados e apresentados por Alvaro Leme. Jornalista, mestre e doutorando em Ciências da Comunicação na ECA-USP e criador de conteúdo há vinte anos, ele traz episódios sobre curiosidades dos mais variados tipos. São episódios curtos, quase sempre com 5 minutos — mas alguns passam disso, porque tem tema que precisa mesmo de mais um tempinho.Edição dos episódios em vídeo: André Glasnerhttp://instagram.com/andreglasnerDireção de arte: Dorien Barrettohttps://www.instagram.com/dorienbarretto66/Fotografia: Daniela Tovianskyhttps://www.instagram.com/dtoviansky/Siga o APRENDA no Instagram: http://instagram.com/aprendapodcasthttp://instagram.com/alvarolemeComercial e parcerias: alvaroleme@brunch.ag─────────────────────────────────Quer saber mais? Confira as fontes que consultei enquanto criava o episódio- É verdade que só existe saudade em português?Por Edison Veiga , Revista Problemas Brasileiros

Convidado
Albino Carlos: “A música constitui um dos mais saborosos ingredientes da cultura angolana.”

Convidado

Play Episode Listen Later Apr 26, 2026 16:19


História da Música de Angola é a obra que o escritor, professor e jornalista Albino Carlos lançou recentemente em Lisboa. O livro consolida o elo entre identidade, cultura e história. Abordando a produção musical feita nos diferentes géneros e em diferentes línguas nacionais, Albino Carlos contribui para promover a “definição de quem é o angolano e de quem é Angola.” História da Música Angolana é o livro que faltava para um melhor entendimento do manifestar musical de angolanas e angolanos. O mais recente trabalho de Albino Carlos proporciona uma viagem pela alma musical de Angola, pela essência do povo angolano. Estabelecendo a relação entre história, cultura e identidade, o livro História da Música Angolana torna-se essencial para pintarmos um mais elucidativo quadro de uma sociedade onde o cantar e dançar são forma de viver e podem fazer um país evoluir nas diferentes relações dentro da imensa comunidade formada por todos aqueles que fruem da música angolana.  A RFI aproveitou a presença do Albino Carlos na capital portuguesa para uma conversa sobre a singularidade da cultura musical de Angola e o livro recentemente editado em Portugal pela Oficina da Escrita. Albino Carlos começa por revelar que a ausência de bibliografia produzida por académicos e estudiosos angolanos foi um dos elementos que espoletou a obra agora lançada. Albino Carlos, autor do livro História da Música de Angola: Este livro nasceu de um questionamento existencial e intelectual. Intelectual por quê? Porque fui percebendo, ao longo do tempo, que a maior parte da bibliografia, dos estudos académicos sobre a música angolana eram feitos por académicos e estudiosos estrangeiros. São conhecidos os estudos profundos do professor Mesquitela Lima, são conhecidos os estudos profundos que a antiga Companhia Nacional de Diamante fez sobre a produção musical da região do Leste, são conhecidos estudos que muitos estudiosos, ainda no século XVIII, alemães fizeram sobre a música angolana. Portanto, havia esta dúvida, este questionamento intelectual: qual a razão pela qual Angola, sendo um país musical, tem tantas músicas, tanto quanto tem de povos e nações, não era objeto de estudo nas universidades, não era objeto de aprofundamento académico por parte dos intelectuais e por parte, sobretudo, da classe académica angolana. Esta foi a perspectiva do questionamento intelectual. Depois, houve também um certo questionamento existencial. O Luis sabe que nós somos a música que produzimos e que fazemos. Os povos definem-se muito pela música, porque a música é a arte das artes, é a expressão da nossa alma. Em qualquer parte do mundo, se disser que estou a cantar um fado, as pessoas remetem logo para Portugal. Basta falar no samba, as pessoas remetem logo para o Brasil, e assim sucessivamente. Tendo em conta que a música, no caso particular da Angola, é um dos mecanismos que os angolanos mais se socorrem para falar de si, para contactar o outro, para chorar, para dançar, para... . Enfim, tendo em conta a importância que esta mesma música desempenhou, quer na resistência contra o colonialismo, quer para suportar as agruras da escravatura, e até na guerra civil que aconteceu, que dilacerou o nosso país, foi graças ao canto, foi graças ao batuque, que os angolanos e Angola resistiram a esses momentos tremendos que nós passávamos e que queremos esquecer. Portanto, a música desempenhou um papel muito, mas muito importante na definição de quem é o angolano e de quem é Angola, quem a Angola é. É esta questão existencial. Quer dizer, eu sempre me bati para que o semba também fosse reconhecido como o símbolo do nosso fazer musical, a simbologia daquilo que o angolano gosta de ser. Então, é por aí que eu decidi começar a fazer um estudo sobre a nossa música. Nos últimos 15 anos da minha vida, mesmo passando pela política, pela docência universitária, fui fazendo os meus estudos, mas também fiz um desafio pessoal, eu não queria fazer um livro sobre música angolana, como eram feitos os livros sobre música. RFI: Então, qual foi o desafio que se colocou? Albino Carlos: Fazer difrente, contar a história da Angola através da sua música. Ver como é que a música caracterizou o angolano. Como é que nós cantamos o amor, como cantamos o infortuno, como vivemos o luto, qual é a força que tem o comboio na simbologia tradicional angolana, como é que cantamos a escravatura. Eu fiz esse estudo profundo e daí resultou num livro enormíssimo que eu chamo de Trilogia da Música Angolana. Este é o primeiro livro, História da Música Angolana, e dei muito destaque à nossa tradição oral, ao cancioneiro tradicional, que é a origem de toda esta musicalidade, sobretudo popular e moderna. Quis fazer também uma recolha de todas as letras das músicas mais emblemáticas angolanas, porque eu via que tínhamos dificuldades. Por exemplo, Muxima, a letra de Muxima, tinha dificuldade em encontrar. Quem quer a letra de Umbi-Umbi, que é uma música de tradição oral, uma música que é muito local, mas tornou-se um hino universal. Era difícil encontrar a letra. Então, fiz também um trabalho de recolha daquelas músicas mais emblemáticas, quer na língua nacional Quimbundo, que é uma das línguas mais preponderantes, como naquelas línguas que também são, de certa forma, subalternizadas. Mas há registros musicais muito fortes nessas línguas. Então esse é o desafio que eu me propus. Este é apenas uma parte deste desafio, porque a trilogia é composta pela História da Música Angolana, que é praticamente o início da música, quais são os temas fundamentais da música, quais são os elementos constitutivos do discurso musical angolano. RFI: História da Música Angolana é o livro que foi recentemente apresentado. Há, então, mais dois a serem publicados? Albino Carlos: Sim, faz parte de uma trilogia sobre o fazer musical angolano. Há um livro que é só sobre o semba. Mas não é um livro, ao contrário dos outros livros, que são muitas cronologias históricas, nasceu no dia tal, o grupo... Não, eu fiz uma análise do discurso musical. O que o semba canta e como canta. A fome, a miséria, a guerra, o ciúme, a paixão. Enfim, eu fiz uma análise semiótica do discurso musical. Ao invés de preocupar-me em falar sobre os grupos, o historial cronológico dos fenómenos musicais, não. Eu fiz uma coisa um pouco mais difícil. Eu queria fugir um bocadinho daquilo que são normalmente os livros sobre história das músicas, quer em Portugal, quer no Brasil. RFI: O Semba que está, neste momento, em processo de candidatura para que venha a ser considerado como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO. Albino Carlos: Eu penso que neste momento há condições objetivas e subjetivas que nos permitem estar mais animados neste processo. Porquê? Porque o Fado já foi reconhecido, o Samba de Roda já foi reconhecido, a Coladera foi reconhecida, muito recentemente o Reggae foi reconhecido, a Rumba foi reconhecida. São todas musicalidades que bebem, intercambiam, têm subsídios com o Semba e são parecidos com o Semba. Há, digamos assim, elementos que se cruzam entre o Semba e o Samba. Há uma influência muito forte da musicalidade africana no Fado. O Reggae não preciso mais dizer, o Reggae vem da África, se bem que tem uma essência muito forte daquela região, do Caribe. E nesse contexto, o Semba, pelo fato de ser uma música nacional, mas muito aberta ao mundo, da mesma forma que é o angolano, é um povo africano, mas muito aberto ao mundo. Nós herdamos um bocadinho esta particularidade dos portugueses. Portugal é um pequeno país que dominou o mundo, não é? Espalhou-se por mares nunca antes navegados. Herdamos esta abertura, esta pluralidade, esta multiplicidade, este diálogo com o outro, este intercâmbio, esta miscigenação. É isto que nos faz fortes e é isto que faz forte o Semba, porque o Semba é uma música urbana. Obviamente que as raízes vêm da Ambaca, daquela região do Cuanza Norte, mas passou a ser Semba, como Semba, a partir do momento em que o N'gola Ritmos fez dele um ritmo mais urbano. Já tem viola, é uma música popular, é moderna. Mas também neste Semba tem influência portuguesa, do Fado e outras sonoridades portuguesas e europeias. Tem muita influência também latino-americana, tem muita influência da Rumba congolesa, sendo certo que a Rumba também tem alguma origem em Angola, mas é daquela região. Portanto, o Semba é, digamos assim, o melhor espaço que o angolano encontrou para se definir a si mesmo, para expressar aquilo que vai na alma, para se relacionar com o mundo. O Semba, por intermédio de algumas derivações, como o Kuduro e a Kizomba, tem dado sons aos sons do mundo. Hoje a Kizomba conquistou o mundo, hoje toda a gente quer dançar Kizomba, mas a Kizomba não é só mais uma derivação do semba.   RFI: O que é que se pode encontrar neste livro? Albino Carlos: É um livro que faz uma viagem pelas práticas musicais angolanas. É um livro que dá muito ênfase à identidade musical de Angola, às línguas nacionais e como é que essas línguas nacionais, estando mais próximo daquilo que são os rumores do nosso pensamento e da nossa alma, expressam melhor o nosso pensamento, os nossos sonhos e as nossas frustrações. É um livro que também faz muita referência ou dá grande destaque à música de intervenção. O Luís sabe bem que a música de intervenção jogou um papel muito importante na nossa independência e também jogou um papel muito importante no 25 de abril. Zeca Afonso é uma figura emblemática. Zeca Afonso marcou a música de intervenção angolana. Os grandes trovadores portugueses, sobretudo daquele período quente do 25 de abril, marcaram profundamentalmente a música de intervenção e esta música de intervenção teve um papel extraordinário no desenrolar no xadrez político angolano naquele período da independência. Falo também da música como um espaço de libertação da mulher. A música também é isto, tem também sentido de missão. Por exemplo, Angola ainda sendo um país com uma certa cultura machista, como é que as mulheres, através da música, conseguiram serem sujeitos de discurso ao invés de objetos de discurso? Cantava essa mulher, né? Oh, Maria... Não, agora é a Maria que está a cantar sobre o Zé, é a Maria que está a cantar sobre ela, é a Maria que está a cantar como uma pessoa, não como uma mulher, não como um indivíduo, não para se contrapor ao homem, mas para afirmar-se, para um espaço de liberdade, um espaço de expressão.     É um livro que também fala sobre algumas particularidades do discurso musical, por exemplo, a força do comboio, a força da feitiçaria, a força da religião, a força da tradição e como é que faz essa mistura com o discurso da modernidade.   É um livro que também fala sobre a canção infantil angolana, mas, obviamente, sempre fazendo referência ao que se faz também ao nível do mundo, sobretudo, à forte influência que Portugal exerce e continua a exercer na nossa idiosincrasia. Por exemplo, nós não podemos falar da canção infantil angolana sem referências profundas dos cantos de ninar de Portugal. O “Atirei o pau ao gato”...,  enfim. Todos nós tivemos uma infância cuja banda sonora eram aquelas músicas que os nossos avós, os nossos pais foram cantando e continuamos agora a transmitir aos nossos filhos e aos nossos netos. E tenho a convicção profunda de que os nossos filhos, os nossos netos vão também transmitir essa experiência de socialização, de passar valores da família, do amor, da fraternidade, por intermédio da canção infantil. A canção infantil angolana também desempenhou este papel e tem desempenhado até um papel muito mais do que aquilo que é a canção de ninar ou a canção de roda. É uma canção que foi usada também para incutir nas nossas crianças, o amor à terra, para conhecerem o seu país, para terem o orgulho da sua nacionalidade. Enfim, a história da música angolana é a história da Angola contada através da sua música. Sendo certo que Angola é um país novo, está a construir a sua história, está a escrever a sua história. Mas, a história da Angola não será completa sem o capítulo relacionado com a música. De tal sorte que a história da Angola confunde-se com a história da música angolana. É esta a tese fundamental deste livro. RFI: Albino Carlos, qual foi o grande desafio, os grandes obstáculos, que encontrou para escrever este livro?Albino Carlos: Desde logo a bibliografia, a dificuldade de recolha das músicas. Tive uma dificuldade porque eu, sendo de Luanda, não domino as línguas nacionais, domino mais ou menos o quimbundo, mas não domino as outras línguas. E isto, de certa forma, pode ser uma crítica, e já agora é uma crítica que eu aceito. Houve um certo pendor para o grupo etnolinguístico quimbundo, que é da minha região, da zona de Luanda. Há um certo privilégio, digamos assim. Houve maior preponderância na recolha e na abordagem desse espaço etnocultural. Mas não foi por intenção. Foi pela minha dificuldade, foi pela minha incapacidade intelectual. Obviamente que fez um esforço enormíssimo que este livro espalhasse a diversidade cultural. Porque é da diversidade cultural que reside a força e a riqueza da Angola. Angola é o que é porque existem 21 províncias, existem várias nações, no intuito de criar uma só nação, uma nação forte, um só povo e uma só nação. Quer dizer, num conceito no sentido de afirmar a sua identidade e se afirmar no contexto das nações. Esse foi o grande desafio. Por outro lado, houve também o desafio da pouca bibliografia. Vou só dar um exemplo, de 1960 até hoje, pouco menos de 40 obras existem sobre a música angolana. Mesmo sendo este país conhecido a nível internacional pela música. África do Sul, por exemplo, que é aqui a nossa vizinha, tem mais de 300 títulos sobre a sua produção musical. Que abrange desde a música tradicional ao mais moderno dos modernos. O Kuduro, esta música que nos tem afirmado a nível internacional, o primeiro doutoramento foi feito numa universidade portuguesa. É este o grande desafio que é lançado aos angolanos. RFI: A obra foi recentemente publicada em Portugal. Depois de Portugal, o que é que pode acontecer? Albino Carlos: De facto, o livro criou muitas expectativas. Porque eu fui falando ao longo desse tempo. Na qualidade académico, coloquei a problemática da música na universidade, na academia. Fui alertando, ao longo desse tempo, que estava a produzir esta obra. Portanto, há muitas expectativas em Angola. Estou a ser cobrado. Obviamente que problemas de logística e problemas financeiros limitam a possibilidade de poder lançar em Angola. Mas estamos a envidar todos os esforços no sentido de que no mês de junho nós possamos fazer o lançamento em Angola. Moçambique também já convidou, o Brasil também já está interessado nesta obra. Significa dizer que, em colaboração com a editora, vamos colocar esta obra em todo o espaço da lusofonia. Sendo certo que o nosso fazer musical, o fazer musical do espaço da lusofonia, carece de bibliografia. Para que os nossos cidadãos sintam-se orgulhosos do seu discurso. De um dos discursos que mais marcam. Um dos discursos que mais marca a lusofonia é a música. Não existe Brasil sem samba. Portugal sem o fado, não sei o que seria.

Al Amparo del Altísimo
Caminando de Colores

Al Amparo del Altísimo

Play Episode Listen Later Apr 26, 2026 34:13


Anoche estuve en el programa «Caminando de Colores», del Movimiento Cursillos de Cristiandad de la Arquidiócesis. Fui invitado a compartir sobre lo que hemos venido trabajando en el Curso de la Escuela San Ireneo: «La Resurrección en el Arte Sacro». Hablamos sobre cómo era representada la Resurrección en los primeros siglos, y por qué, y cómo el Arte nos lleva a aprender de cosas de forma única.

Audio Contos Gays
Menino trabalhador gostosinho

Audio Contos Gays

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 8:06


Me mudei pra uma cidade pequena e arrumei um garoto pra me ajudar com a grama nos finais de semana. Fui ficando louco por aquele moleque.

WGospel.com
Precisa-se de torcedores!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Apr 18, 2026 5:03


TEMPO DE REFLETIR 01738 – 18 de abril de 2026 Hebreus 3:13 – Encorajem-se uns aos outros todos os dias durante o tempo que se chama hoje. A Escola Fundamental anunciou a apresentação de uma peça e Tiago se apresentou voluntariamente para ser um dos personagens. A mãe temia que ele não fosse escolhido. No dia em que distribuíram os papéis dos personagens, ela foi buscá-lo com medo de que ele estivesse desapontado. Quando Tiago viu a mãe, correu para ela e, com os olhos brilhando de empolgação, disse: “Adivinha, mãe! Fui escolhido para bater palmas e torcer!” Diz Carlos Drummond de Andrade em uma pequena crônica intitulada “Torcida por você”: “Mesmo antes de nascer já tinha alguém torcendo por você. Tinha gente que torcia para você ser menino. Outros torciam para você ser menina. Torciam para você puxar a beleza da mãe e o bom humor do pai. Estavam torcendo para você nascer perfeito. Daí em diante, continuaram torcendo.” E termina dizendo: “Muita gente ainda torce por você.” É verdade. Quem não tem um torcedor? Não estou falando de times que têm torcedores fanáticos que, com buzinas, bandeiras e gritos de guerra, acompanham o time em todos os jogos. Estou me referindo a alguém que acredita e torce por nós, e grita: “Vamos! É isso aí! Você vai conseguir!” Quem já não sentiu ânimo quando ouviu a voz de incentivo dos amigos, dos pais, dos professores e chefes? O senso de que temos valor diante de outros é muito importante para nós. Significa que não estamos sozinhos! Encorajar é estar lado a lado, ter confiança na habilidade da pessoa para fazer alguma coisa; é quase empurrá-la para uma decisão. Há determinados momentos na vida em que desejamos que apareça alguém que dê esse empurrão na gente, em algum projeto que estamos empreendendo, para que saibamos que não estamos sozinhos. É assim que se colocam diante das pessoas expectativas bonitas e animadoras como as dos pais diante dos filhos, professores diante de estudantes, patrões diante de empregados, treinadores diante de jogadores e médicos diante dos pacientes. Essas expectativas capacitam as pessoas além de suas fragilidades e imperfeições para uma mudança de comportamento. Por meio de nossa companhia, escutando, demonstrando hospitalidade, orando, dando um abraço, enviando uma mensagem pelo whatsapp e estando presentes, podemos dizer que estamos “torcendo” por alguém. A quem você pode animar hoje, dizendo: “Estou torcendo por você”? Faça isso hoje e ore comigo agora: Pai, obrigado por aqueles que nos incentivam e, mais do que tudo: obrigado pela força e o poder que vem do Alto, o Teu incentivo. Louvamos-Te em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Podcast El Lugar de Su Presencia.
Una fe valiente - Sergio Hornung ¦ Prédicas Cristianas 2026 (128kbit_AAC)

Podcast El Lugar de Su Presencia.

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 47:34


Mateo 15:21-28 NTV 1. Una fe valiente supera el silencio. Silencio no es lo mismo que indiferencia. Silencio no es lo mismo que ausencia. Silencio no es lo mismo que pasividad. 2. Una fe valiente supera la ofensa. 3. Una fe valiente supera el rechazo. Mateo 15:24-25 NTV “Entonces Jesús le dijo a la mujer: Fui enviado para ayudar solamente a las ovejas perdidas de Dios, el pueblo de Israel.25 Ella se acercó y lo adoró, y le rogó una vez más: —¡Señor, ayúdame!26 4. Una fe valiente supera el “NO”. Mateo 15:26 NTV Jesús le respondió: No está bien tomar la comida de los hijos y arrojársela a los perros. Es verdad, Señor—respondió la mujer—, pero hasta a los perros se les permite comer las sobras que caen bajo la mesa de sus amos.”

Aprende portugués con LinguaBoost
Lección 14: Viajes y vacaciones

Aprende portugués con LinguaBoost

Play Episode Listen Later Apr 14, 2026 11:49 Transcription Available


En esta lección aprenderás las siguientes frases: Me gusta viajar. / Quiero visitar Alemania. / Me gusta visitar Italia. / ¿Has estado en Inglaterra? / Nunca he estado allí. / Estuve en Francia. / ¿Alguna vez has estado en París? / Fui allí de vacaciones el año pasado.

Aprende francés con LinguaBoost
Lección 14: Viajes y vacaciones

Aprende francés con LinguaBoost

Play Episode Listen Later Apr 14, 2026 11:08 Transcription Available


En esta lección aprenderás las siguientes frases: Me gusta viajar. / Quiero visitar Alemania. / Me gusta visitar Italia. / ¿Has estado en Inglaterra? / Nunca he estado allí. / Estuve en Francia. / ¿Alguna vez has estado en París? / Fui allí de vacaciones el año pasado.

Aprende inglés con LinguaBoost
Lección 14: Viajes y vacaciones

Aprende inglés con LinguaBoost

Play Episode Listen Later Apr 14, 2026 10:47 Transcription Available


En esta lección aprenderás las siguientes frases: Me gusta viajar. / Quiero visitar Alemania. / Me gusta visitar Italia. / ¿Has estado en Inglaterra? / Nunca he estado allí. / Estuve en Francia. / ¿Alguna vez has estado en París? / Fui allí de vacaciones el año pasado.

Presente Diário
Fé para a vida

Presente Diário

Play Episode Listen Later Apr 14, 2026 4:02


Devocional do dia 14/04/2026 com o Tema: Fé para a vida Há alguns anos, fui convidada para fazer parte de um projeto de escrita para um livro de devocionais. Fui desafiada a escrever alguns textos com outros autores, cada um em uma fase da vida. Os temas seriam: fé, esperança e amor (cinco textos para cada assunto). Leitura Bíblica: Salmo 138.1-8 Quando clamei, tu me respondeste; deste-me força e coragem (Sl 138.3).See omnystudio.com/listener for privacy information.

CBN Vitória - Entrevistas
Capixaba relata como é a cultura e a vida de quem vive no Irã

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later Apr 14, 2026 20:41


A tensão na geopolítica mundial e os desdobramentos de um conflito histórico e complexo. A Guerra no Irã teve início oficialmente em 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel atacaram o país. O presidente americano, Donald Trump, e o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, disseram ter iniciado a operação para se proteger ante o potencial do programa nuclear iraniano. Em resposta, o regime persa retaliou com bombardeios no território de Israel e em bases americanas nas nações vizinhas.Mais recentemente, o encerramento das negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã sem um acordo, na capital paquistanesa, Islamabad, colocou em dúvida a possibilidade de se alcançar uma paz duradoura entre os dois países. Apesar das narrativas de vitória, no entanto, os dois lados contabilizam perdas e ganhos assimétricos em áreas estratégicas, políticas, econômicas e, principalmente, militares. Um pouco antes do início deste conflito, entre dezembro de 2025 e janeiro deste ano, o advogado Leonardo Maioli, natural de Guarapari, no Espírito Santo, passou cerca de dezessete dias vivendo no Irã e relata, nesta entrevista à CBN Vitória, o que viu por lá. "Eu, desde criança, sempre fui um apaixonado por Geografia, História, era um menino da 'roça', como eu digo, que ficava brincando com atlas. E sempre tive o interesse de conhecer o Irã, pela riqueza da sua história, a influência persa. Fui influenciado pelas aulas de Geografia. Foi uma viagem programada", conta. 

Aprende italiano con LinguaBoost
Lección 14: Viajes y vacaciones

Aprende italiano con LinguaBoost

Play Episode Listen Later Apr 14, 2026 15:15 Transcription Available


En esta lección aprenderás las siguientes frases: Me gusta viajar. / Quiero visitar Alemania. / Me gusta visitar Italia. / ¿Has estado en Inglaterra? / Nunca he estado allí. / Estuve en Francia. / ¿Alguna vez has estado en París? / Fui allí de vacaciones el año pasado.

Kiroleros
"¿Qué hostias? Lo primero que pensó Markel Beloki en el incidente con el coche

Kiroleros

Play Episode Listen Later Apr 14, 2026 46:02


"Yo estaba abriendo un botellín y noté un golpe por detrás. Fui a preguntarle qué hostias hacía y se soprendió. No le di ninguna importancia, el problema fue al llegar a meta el revuelo que se había montado" "Primero pensé en tirarle el botellín luego pensé, no que me echan de carrera" "Mis colegas de la cuadrilla estuvieron viendo la etapa con el chófer en el autobús del equipo"

Radio Unse podcast
Brigada Solidaria en comunidades originarias de Catamarca: experiencia de estudiantes de la Unse

Radio Unse podcast

Play Episode Listen Later Apr 10, 2026 9:33


Durante los primeros días de abril, 28 profesionales y estudiantes de la salud de la UNSE llevaron a cabo una brigada solidaria en comunidades de la Unión de los Pueblos de la Nación Diaguita, en Catamarca. La intervención abarcó las comunidades de Laguna Blanca, La Redonda, Peñas Negras y Corral Blanco.En #AgendaPropia, en el espacio "¿Dónde andan los estudiantes?", hablamos con los estudiantes de Ciencias Medicas, Abel Corvalán y Lourdes Coronel, sobre la intervención. Lourdes, que participó como voluntaria, contó que la experiencia la sorprendió: “Fui con una idea y quedé totalmente sorprendida; la gente nos esperaba con mucha ansiedad por poder vernos y ser atendida. Son comunidades que están a siete horas del puesto de salud más cercano”. Abel destacó la brecha de realidades: la diferencia en el acceso y las condiciones de vida entre su entorno y estas comunidades fue lo que más le impactó.La organización ya convocó a una próxima brigada de salud en la comunidad de Malota, prevista entre el 24 y el 26 de abril. La comunidad de Malota sufrió grandes pérdidas tras las recientes inundaciones; por ello se busca sumar profesionales de la salud y voluntarios para reforzar la atención. Quienes deseen sumarse serán bienvenidos.Los estudiantes señalaron que la experiencia aportó significativamente a su formación profesional, brindándoles contacto directo con problemáticas sanitarias y sociales reales y urgentes.Escucha la entrevista aquí:

LendaCast
PARTICIPEI DA SESSÃO "CARTAS CONSOLADORAS" DE MAIRA ROCHA

LendaCast

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 28:17


No último dia 28 de março, participei do evento "Cartas Consoladoras" na Casa da Caridade Inácio Daniel, em Brasília, que tem como fundadora a médium Maira Rocha. Fui conhecer de perto o trabalho da casa e me deparei com mais de 600 pessoas esperando uma carta psicografada, ditada por um familiar f4lecid0, ou melhor, desencarnado.

Aprende chino mandarín con LinguaBoost
Lección 22: ¿Dónde estabas ayer?

Aprende chino mandarín con LinguaBoost

Play Episode Listen Later Apr 7, 2026 10:18 Transcription Available


En esta lección aprenderás las siguientes frases: ¿Dónde estabas ayer? / Fui a una fiesta. / Estaba en el cine junto a un amigo. / Me encontré con unos amigos. / Me encontré con amigos en la cafetería. / Estaba en el campo.

Aprende ruso con LinguaBoost
Lección 22: ¿Dónde estabas ayer?

Aprende ruso con LinguaBoost

Play Episode Listen Later Apr 7, 2026 14:48 Transcription Available


En esta lección aprenderás las siguientes frases: ¿Dónde estabas ayer? / Fui a una fiesta. / Estaba en el cine junto a un amigo. / Me encontré con unos amigos. / Me encontré con amigos en la cafetería. / Estaba en el campo.

Convidado
Elida Almeida apresenta o seu novo álbum "Spedju" em Paris

Convidado

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 17:00


A cantora cabo-verdiana Elida Almeida regressa esta semana a Paris para apresentar o seu novo trabalho "Spedju". As suas canções mostram uma nova fase da vida da cantora, com uma grande ênfase na maternidade, no amor romântico, mas também a força das mulheres e a resistência do povo cabo-verdiano. Elida Almeida afirmou-se na última década como uma das principais vozes de Cabo Verde na música. Com os ritmos tradicionais do seu país, Elida Almeida nunca esquece nas suas canções, a maior parte da sua autoria, a realidade que a rodeia. O seu novo álbum "Spedju", ou espelho em português, é um reflexo da sua vida. Foi preprarado durante uma gravidez esperada e desejada, sendo um reflexo do amor maternal, do amor romântico, mas também das inquietações que vêm com a maternidade. Em entrevista à RFI, Elida Almeida fala sobre esta nova fase da sua vida e como isso influenciou a concepção deste novo álbum. "Fui muito activa durante a minha gravidez. O meu maior problema era descansar. Não conseguia descansar, não conseguia parar. E o álbum veio dessa fase que eu tinha vontade de fazer muita coisa e não queria ficar parada. Tive um motivo mais do que suficiente para inspirar-me desde o primeiro mês. A minha primeira gravidez foi uma gravidez muito turbulenta. Uma gravidez na adolescência em que não consegui apreciar e viajar nessa jornada que de nove meses, porque era muito nova e estava preocupada com muita coisa. E desta vez tive esta oportunidade de poder saborear melhor esta dádiva. Assim, o álbum foi acompanhando no meio dos momentos bem bonitos e felizes que tinha. Também havia questionamentos e inseguranças e todos os poréns. Podia estar afastada do palco? Será que que quando voltar o meu lugar ainda é ali? Então eu acho que não havia melhor escolha de título do que Spedju, que significa espelho em português", afirmou. Para este trabalho, Elida Almeida chamou diversas figuras da música cabo-verdiana algo inédito face aos seus precedentes álbuns. "Spedju" conta com participações das Freirianas Guerreiras (no tema "Nka Ta Pasa"), de Garry (no tema "Baka Brabu"), Nancy Vieira (no tema "Daddy) e ainda Grace Évora (no tema "Mintira"). Estas foram colaborações evidentes para Elida Almeida que não jesitou em juntar nomes mais recentes e mais clássicos da música cabo-verdiana à sua sonoridade. "Venho de um país extraordinariamente talentoso. Tenho muito orgulho em ser cabo-verdiana. Tenho muito orgulho em fazer parte desta geração. Uma geração que também está a dar muito contributo para música de Cabo Verde. O nosso tapete vermelho já está estendido, foi estendido pelos grandes músicos, muitos deles que já não estão cá. E nós agora estamos a desfilar e estamos a tentar dar continuidade ao que eles fizeram. Eu tenho a sorte de misturar-me com todos e gravar com todos", declarou. Como em todos os seus trabalhos, Elida Almeida não foge às questões actuais e no tema "Funa Ku Nana" fala sobre a música como acto de resistência dos escravos face ao colonialismo português em Cabo Verde. "Claro que é uma coisa que nos inquieta nós todos. É um passado sombrio e sujo e com muito sangue, com muita, com muita tristeza e com muito estupro. Não há como não afectar qualquer pessoa, sendo africana ou não, quando ela se dá conta de realmente o que é que se passava na altura. Qualquer um sente que foi algo desumano. Então isto até hoje traz sequelas e traumas que nós carregamos e que só nós sabemos como é que isto repercute na nossa vida e na vida dos nossos filhos. Cabo Verde sempre usou principalmente a música. Nós nunca tivemos a luta armada nos nossos territórios, então a música foi sempre uma das nossas armas. Nós usamos durante toda a colonização, durante a nossa luta também para a libertação. Os ritmos que nós fizemos questão de manter, que resistimos porque os rebelados, os escravos que fugiram pela montanha, não só fugiram do trabalho físico de tudo que é exploração, mas também era uma resistência a nível musical, porque tentaram a todo custo banir tudo o que era africano, tudo que tinha uma sonoridade africana da nossa música, da mestiçagem que estava a surgir em Cabo Verde. Tanto que baniram todos os instrumentos percussivos e só deixaram a gaita que tinham trazido e a guitarra portuguesa. Mas esses escravos que fugiram pelas montanhas conseguiram levar com eles muitos ritmos africanos em que deram origem à tabanca, ao batuco e ao funaná, ritmos estes que fizeram questão de manter todas as sonoridades de todas as partes percussiva da música africana. Então é sobre isso que eu falo na musica 'Funa Ku Nana'", detalhou Elida Almeida. A cantona cabo-verdiana volta agora a Paris já na sexta-feira, dia 10 de Abril, para um concerto na sala New Morning, na capital francesa, sendo o seu regresso aos palcos gauleses para apresentar o seu novo álbum. Para o Verão e já com o novo espectáculo do "Spedju", Elida Almeida já tem datas agendadas para concertos individuais e festivais em França.

Les matins
"J'ai dessiné la vérité" : un père et sa fille sont arrivés en France après avoir fui la répression en Russie

Les matins

Play Episode Listen Later Mar 25, 2026 15:16


durée : 00:15:16 - Journal de 8 h - Pour un dessin à l'école dénonçant la guerre en Ukraine, le père d'une jeune fille avait été condamné à deux ans de prison en 2023 et sa fille placée dans un foyer. Depuis, tous les deux ont réussi à fuir et viennent de rejoindre la France. Témoignage rare dans cette édition.

Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

1) Enviado: Te cuento una historia real: Marcelo, un muchacho del grupo de jóvenes de la parroquia, iba a la visita que hacían los viernes en el asilo de ancianos. El tema es que a él no le gustaba ir, porque decía que a ver a los ancianos lo deprimía, lo bajoneaba, que ver a los ancianos no lo motivaba. La cuestión es que todos los viernes a la tarde iban y, a Marcelo, le llamó la atención que un abuelo le tomaba de la mano y no le soltaba. Marcelo, para sacárselo de encima, le decía: “Abuelo, te veo el viernes que viene…”, para sutilmente sacárselo de encima. Así fueron pasando las semanas hasta que un día el abuelo ya no estaba allí. Y, cuando Marcelo preguntó dónde estaba, le dijeron que estaba en terapia intensiva, pero que lo llevarían hacia donde estaba. En eso se acercó una muchacha y le preguntó si era Marcelo, sorprendido, él le dijo que sí. Ella le dijo que era la nieta de ese abuelo y que quería agradecerle por todo lo había hecho por su abuelo. Sorprendido, le dijo: “Yo no hice nada”. Ella contestó: “Mi abuelo, en un momento de lucidez, me dijo que todos los viernes iba Jesús a verlo, que lo tenía de la mano y eso le daba fuerzas y calma. Fui a preguntarle a las enfermeras y me dijeron que eras tú quien venía a verlo”. Hay veces que esos son nuestros ángeles Gabriel, que con solo tomarnos de la mano nos ayudan a seguir y a caminar. No hay que hacer muchas cosas ni decir muchas palabras para ayudar en la vida de alguien.2) El ángel Gabriel: No dejé de pensar que, si un voluntario mal dispuesto que, como Marcelo manifestó que no le gustaba ir a ver a los ancianos, si alguien como él puede ser confundido con Jesús, quizá nosotros tengamos la oportunidad de ser confundidos con Él. Si prestamos atención, Jesús va a aparecer delante de nuestros ojos bajo el disfraz de gente que no nos puede devolver ni el más pequeño favor. Jesús se va a disfrazar de gente tatuada, de gente con aros, con piercings, incluso con gente que nos puede parecer rara. Jesús nos pide que amemos al que tenemos delante. Mira, nosotros no estuvimos en el Edén y, sin embargo, heredamos la culpa, pero tampoco estuvimos en el calvario y heredamos la gracia. Por eso tenemos que estar atentos para ver a Jesús de incógnito y dar esa gracia.3) María: Tu hacer es hacer la voluntad de Dios, como María. Es aprender a saber soltar y poner todo en manos de Dios, porque la vida es un seguir lo que se te pide. Porque cuando Dios te pide algo te da las fuerzas necesarias para que lo hagas. Como dice el dicho de san Agustín: “Mándame lo que me pides y haré lo que me mandas”. Algo bueno está por venir.

Le journal de 8H00
"J'ai dessiné la vérité" : un père et sa fille sont arrivés en France après avoir fui la répression en Russie

Le journal de 8H00

Play Episode Listen Later Mar 25, 2026 15:16


durée : 00:15:16 - Journal de 8 h - Pour un dessin à l'école dénonçant la guerre en Ukraine, le père d'une jeune fille avait été condamné à deux ans de prison en 2023 et sa fille placée dans un foyer. Depuis, tous les deux ont réussi à fuir et viennent de rejoindre la France. Témoignage rare dans cette édition.

Les journaux de France Culture
"J'ai dessiné la vérité" : un père et sa fille sont arrivés en France après avoir fui la répression en Russie

Les journaux de France Culture

Play Episode Listen Later Mar 25, 2026 15:16


durée : 00:15:16 - Journal de 8 h - Pour un dessin à l'école dénonçant la guerre en Ukraine, le père d'une jeune fille avait été condamné à deux ans de prison en 2023 et sa fille placée dans un foyer. Depuis, tous les deux ont réussi à fuir et viennent de rejoindre la France. Témoignage rare dans cette édition.

Potencia Pro, tu podcast de WordPress
Potencia Pro 323: La NASA en WordPress

Potencia Pro, tu podcast de WordPress

Play Episode Listen Later Mar 23, 2026 25:59


Arrancamos la primavera con un episodio cargadito de noticias interesantes para los que nos dedicamos a esto de la web. NASA, Drupal, WordPress, podcasting… hay para todos. Tema del día La NASA se muda a WordPress Puede que lo hayas visto por ahí, pero si no, aquí va: la web de la NASA, nasa.gov, ha sido completamente rediseñada y migrada a WordPress. La agencia que se encargó del proyecto se llama Long Rock Point, y el motivo principal no fue un capricho estético, sino cumplir una directriz del gobierno de EE.UU. llamada IDEA Act (Ley de Experiencia Digital Integrada del Siglo XXI, de 2018), que obliga a todas las agencias del ejecutivo a modernizar sus webs cumpliendo ocho requisitos: accesibilidad, coherencia visual de marca, contenido claro, búsqueda funcional, seguridad, diseño centrado en el usuario, personalización y diseño mobile-first. La web anterior estaba hecha en Drupal 7, que salió en 2010. Actualizar a Drupal moderno no era viable porque Drupal cambió tanto del 7 al 8 que es prácticamente rehacer todo desde cero, así que optaron por WordPress con Gutenberg. Han creado bloques personalizados para cada tipo de contenido (noticias, carruseles, la famosa imagen del día…), roles de usuario muy acotados por sección, plantillas obligatorias al crear contenido nuevo, y todo alojado en WordPress VIP. Además, han integrado el chequeador de accesibilidad Editoria11y, búsqueda con Elasticsearch, y conexión con la biblioteca multimedia de la NASA a través de su API. En total, se han migrado más de 126.000 páginas y actualmente publican en ella 150 usuarios. ¿Qué ha pasado con todas las webs que estaban en Drupal 7? Esto es lo que da para reflexionar. Drupal 7 fue en su día el CMS de referencia para proyectos grandes y serios. Pero cuando Drupal decidió a partir del 8 orientarse a proyectos enterprise con estándares más complejos, muchos sitios medianos se quedaron descolgados. ¿Resultado? De las casi 827.000 webs que había en Drupal 7, el 35% se han ido a WordPress, el 28% siguen todavía en Drupal 7 sin moverse, solo un 6% han migrado a Drupal moderno, y el resto se han ido a otras plataformas o han desaparecido. Una lección sobre lo que pasa cuando un proyecto de software abandona a su base de usuarios habitual. Prestocast: el Twitter de los podcasts Joan Boluda ha lanzado Prestocast, un proyecto muy chulo que permite publicar episodios de podcast de forma ultrasencilla. Configuras un par de cosas, te crea un feed listo para subir a todas las plataformas, y a partir de ahí puedes publicar un nuevo episodio simplemente enviando un audio por Telegram. En menos de lo que tardas en bajar unas escaleras, el episodio está en Spotify y en Apple Podcasts. Eso sí, los episodios son de máximo 60 segundos, así que va perfecto para contenido corto y frecuente. OP3 y el plugin que me hice yo mismo A raíz de ver que Prestocast usaba OP3 para las estadísticas, decidí añadir el prefijo de OP3 a Potencia Pro para tener métricas más detalladas y de código abierto sobre las descargas del podcast. Fui al repositorio de WordPress a buscar un plugin que lo hiciera… y no existía ninguno. Así que, ni corto ni perezoso, me puse con Claude y construimos el plugin desde cero. Lo he enviado al repositorio oficial de WordPress.org y está pendiente de revisión (el proceso tarda lo suyo). Mientras tanto, podéis descargar la primera versión desde la sección de descargas de Potencia Pro si queréis probarlo. Solo necesitáis daros de alta en OP3, conseguir vuestro ID de podcast y la API key, meterlo en el plugin, y ya tendréis estadísticas de descargas bastante detalladas. Ayer mismo registró 1.493 descargas, que no está nada mal. Recursos mencionados nasa.gov – La web de la NASA rediseñada en WordPress Long Rock Point – La agencia que hizo el rediseño (longrock.com) IDEA Act – La directriz del gobierno de EE.UU. que motivó el cambio WordPress VIP – El hosting enterprise donde está alojada la NASA Editoria11y – Plugin de accesibilidad usado en la web de la NASA Prestocast – El proyecto de Joan Boluda para podcasting ultrarápido (prestocast.com) OP3 – Sistema de estadísticas de código abierto para podcasts (op3.dev) Plugin OP3 para WordPress – Disponible próximamente en el repo oficial; versión beta en la sección de descargas de Potencia Pro ¿No eres suscriptor? pues estás tardando, porque por sólo 2,5€ al mes tendrás acceso a todas las descargas de la intranet y lo más importante, nuestro amor. Soñaremos contigo todas las noches. Métodos de contacto Enviadnos vuestras preguntas al grupo de Telegram. Apuntaos al canal de Youtube del podcast https://www.youtube.com/potenciapro Si nos queréis decir algo directamente lo podéis hacer a @potenciapro , @materron, @mpc, o en el grupo de Telegram Y si eres muy muy muy fan del podcast Echa un vistazo a cómo nos puedes ayudar en https://potencia.pro/se-prosperoso/

Daniel Ramos' Podcast
Episode 519: 23 de Marzo del 2026 - Devoción para la mujer - ¨Sublime belleza¨

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Mar 22, 2026 4:08


==============================================SUSCRIBETEhttps://wwaw.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MUJERES 2026“SUBLIME BELLEZA”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================23 de MarzoProtagonistas INSUSTITUIBLESConfecciona ropa de lino y la vende. [...] Se reviste de fuerza y dignidad [...]. Está atenta a la marcha de su hogar y el pan que come no es fruto del ocio (Proverbios 31:24-27).En 1962 Agnes de Mile publicó en la revista Selecciones: "No tengo certeza de que la joven de hoy sea más feliz. La felicidad es muy personal y está íntimamente relacionada con la aptitud para amar. Nuestras abuelas lo sabían muy bien. Las mujeres de su tiempo vivían para los otros. Una de sus marcas de gloria era el altruismo. Su generación conoció la fe, la disciplina, un objetivo en la vida, en contraste con la ambición y el placer personal. Fue una generación que comprendió el valor de la elegancia. En el recato de su existencia, la mujer de entonces representó lo que tal vez haya sido el último baluarte de la hidalguía".La dramaturga norteamericana Zoe Lewis escribió un desahogo, titulado "Fui engañada por el movimiento feminista".Su madre le inculcó los valores de la posibilidad de elegir y de la liberación sexual. Durante veinte años, persiguió sus sueños, pero, cerca de los cuarenta años, concluyó: "Sacrifiqué mis deberes femeninos y los deposité en el altar de la carrera profesional. ¿Será que valió la pena? La respuesta solo puede ser un no absoluto. Desearía haber tenido una visión más balanceada de la mujer".Zoe habla de la enorme presión que sentía para tener éxito y ser igual a los hombres y cuánto le gustaría que la idea de ser ama de casa o madre, no fuese "tan tóxica para las mujeres de la clase media del pasado". Según ella, cada vez más amigas feministas están desistiendo de su carrera en favor del amor, de los hijos y de la cocina. Y concluye: "Ser mujer y ser madre deberían tener el mismo valor que una carrera en la mente de las feministas".Por detrás de la lucha por los derechos igualitarios, el enemigo siempre intentó que se desate una guerra entre los sexos. Hombres y mujeres fueron criados para complementarse, no para competir unos contra otros, pues tienen estructuras diferentes.Si lamentamos que en el pasado los hombres oprimían a las mujeres, necesitamos evitar el error de intentar imitar la fuerza masculina, dejando de disfrutar de la femineidad, terminando frustradas y arrepentidas. Dejémonos inspirar y ser alimentadas por la fe y la confianza en el Creador que nos capacita para protagonizar un papel insustituible: primeramente, dentro de casa; después, fuera de ella. 

El Devocional
Una Vida Dedicada a Dios

El Devocional

Play Episode Listen Later Mar 20, 2026 9:37


Tito 1:1 (NTV) Yo, Pablo, esclavo de Dios y apóstol de Jesucristo, escribo esta carta. Fui enviado para proclamar fe a los que Dios ha elegido y para enseñarles a conocer la verdad que les muestra cómo vivir una vida dedicada a Dios.

Aprender francês/ intercâmbio
48 – Voz passiva e formas impessoais em francês

Aprender francês/ intercâmbio

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 29:12


Nesta aula, vamos aprofundar a voz passiva e as estruturas impessoais, que são extremamente comuns em textos formais, notícias, debates e no francês profissional.1️⃣ VOZ PASSIVA (être + particípio passado)O que é?A voz passiva é usada quando queremos colocar o foco na ação ou no resultado, e não em quem realiza a ação.Estrutura:Sujeito + être (no tempo correto) + particípio passado + par + agente

Crónicas de Banqueta Radio
Crónicas de Banqueta en la Feria Internacional del Libro de Coyoacán 2026 - con: Arturo Trejo

Crónicas de Banqueta Radio

Play Episode Listen Later Mar 13, 2026 7:12


Fui a la FILCO 2026 y platiqué con su fundador y presidente, Gerardo Valenzuela, y esto fue lo que nos dijo.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | LEMBRE-SE DO CRIADOR

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Mar 11, 2026 2:27


LEITURA BÍBLICA DO DIA: ECLESIASTES 9:7-10 PLANO DE LEITURA ANUAL: DEUTERONÔMIO 14–16; MARCOS 12:28-44  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Recentemente li um romance sobre uma mulher, Nicola, que recusava-se a reconhecer que tinha câncer terminal. Quando os amigos a forçaram a encarar a verdade, surgiu o motivo da evasão. “Desperdicei minha vida.” Nicola nas cera com talentos e riqueza, mas não fizera nada de sua vida. “Fui desleixada. Nunca me prendi a nada.” A perspectiva de partir deste mundo conquistando tão pouco lhe era muito dolorosa de contemplar. Eu lia Eclesiastes no mesmo período, e notei esse contraste gritante. O “Mestre, filho de Davi” (1:1) não nos deixa evitar a realidade da morte, pois um dia também desceremos à sepultura (9:10). Embora seja algo difícil de encarar (v.2), leva-nos a valorizar cada momento que temos no presente (v.4), desfrutar intencional mente de nossa comida e da nossa família (vv.7-9), trabalhar com propósito (v.10), assumir aventuras e riscos (11:1,6) e fazer tudo diante do Deus a quem um dia responderemos (v.9; 12:13-14). Os amigos de Nicola destacaram que a fidelidade e a sua generosidade com eles provava que a vida dela não tinha sido desperdiçada. Talvez, o conselho do Mestre possa nos salvar de tal crise no final de nossa vida: lembrarmo-nos do nosso Criador (12:1), seguir Seus caminhos e acolher todas as oportunidades de viver e amar que Ele hoje nos oferece.  Por:  SHERIDAN VOYSEY 

Aprende coreano con LinguaBoost
Lección 22: ¿Dónde estabas ayer?

Aprende coreano con LinguaBoost

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 8:33 Transcription Available


En esta lección aprenderás las siguientes frases: ¿Dónde estabas ayer? / Fui a una fiesta. / Estaba en el cine junto a un amigo. / Me encontré con unos amigos. / Me encontré con amigos en la cafetería. / Estaba en el campo.

El Devocional
¿Cuáles Son Tus Credenciales?

El Devocional

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 10:14


Filipenses 3:5 (NTV) Fui circuncidado cuando tenía ocho días de vida. Soy un ciudadano de Israel de pura cepa y miembro de la tribu de Benjamín, ¡un verdadero hebreo como no ha habido otro! Fui miembro de los fariseos, quienes exigen la obediencia más estricta a la ley judía.

Noticias de América
Cuba: ¿qué pasó en el motín que tuvo lugar en la cárcel de Canaleta?

Noticias de América

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 2:38


La semana pasada, en la prisión de alta seguridad de Canaleta, en Ciego de Ávila, estalló un motín protagonizado por más de un centenar de reclusos, motivado —según relatan ellos mismos— por el "hambre" y los "malos tratos". En conversación con RFI, Armando Labrador, fundador del Movimiento Cuba Primero, denuncia el secretismo oficial que rodea los hechos, en los que, al parecer, una persona habría muerto y al menos diez permanecen desaparecidas. De acuerdo con testimonios recogidos por las ONG Prisoners Defenders y el Centro de Documentación de Prisiones Cubanas (CDPC), las fuerzas policiales habrían utilizado "balas de goma", "gas pimienta" y violencia física para controlar la revuelta. El episodio reaviva antiguas denuncias sobre las condiciones penitenciarias en la isla: hacinamiento, insalubridad, falta de atención médica, corrupción interna y prácticas represivas. Danibel Labrada, preso político cubano, envió desde la prisión de Canaleta el siguiente testimonio dirigido a Armando Labrador, fundador del Movimiento Cuba Primero: "Mi nombre es Danibel Labrada Morales. Me encuentro preso en la Prisión Provincial de Ciego de Ávila (Canaleta). Pertenezco a la organización 'Cuba primero'. Fui trasladado el 18 de diciembre a esta prisión. Te felicito, Armando Labrador, por el buen trabajo que haces dentro de la prisión y fuera. En estos momentos, Armando, estamos pasando por una crisis muy grande en esta prisión. El hambre está doblegando a los hombres. Tenemos escasez de agua. El órgano represivo sigue torturando a los presos y dándoles grandes golpizas dentro de la celda como [lo hace] Noel Morales López. Te seguimos felicitando y vamos a vencer. Patria y vida y libertad".  "Ahí delante de todos, le dieron una golpiza" Desde Miami, a través del canal Cántalo TV, Armando Labrador ha denunciado reiteradamente las violaciones de derechos humanos contra presos políticos en la isla. Sobre el amotinamiento del jueves pasado, de la Nuez, líder opositor y una de las pocas personas con contacto directo con los reclusos de Canaleta, explicó a RFI: "Danibel Labrada empezó a exigir atención médica y mejor alimentación. Cogió una sábana y escribió en ella: 'Suelten a los del cuartico, Cuba primero, patria y vida, libertad'. Cuando la guarnición vio la sábana, lo sacaron de la celda y ahí, delante de los presos, le dieron una golpiza. Esto provocó que los destacamentos 3 y 2 de la prisión de Canaleta empezaran a protestar y se amotinaron totalmente. Amarraron la puerta y la tumbaron. La guarnición no pudo sostener aquello y mandaron a buscar las brigadas antimotines. Éstas dieron una golpiza salvaje a todo el destacamento número 3, totalmente todos ellos, ciento y pico de personas fueron golpeadas".  Exigencia de transparencia Cinco días después del suceso, organizaciones de derechos humanos continúan exigiendo claridad al régimen cubano. Los familiares de muchos presos aún no han logrado comunicación alguna con ellos y se desconoce cuántos fallecidos dejó la represión. Labrador resume así la situación: "Hay un supuesto ahorcado. Se trata de una persona que había recibido una golpiza. Hay más de diez personas que están desaparecidas. Todos fueron golpeados, pero la guarnición no da información sobre su paradero. Las autoridades no esclarecen, dicen que van a haber traslados, que están en instrucción penal. Hay un secretismo muy grande", concluye.  Mientras tanto, continúan las denuncias internacionales sobre muertes por negligencia, malos tratos, problemas de salubridad y castigos en las cárceles cubanas. Prisoners Defenders, con sede en Madrid, ha registrado hasta la fecha 1.207 presos por motivos políticos en la isla.

Lo Mejor De La Prensa
Escala tensión con Estados Unidos por sanciones al gobierno de Boric

Lo Mejor De La Prensa

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 5:29


Buenos días. Al contrario de la famosa frase de Carlos Pinto en “Mea Culpa”... “todo hacía presagiar” lo que iba a suceder en el caso del cable submarino Chile-China. Al menos eso es lo que se desprende de las declaraciones del embajador de Estados Unidos en Chile, Brandon Judd, quien calificó como “irrisoria” la sorpresa que mostraron autoridades de gobierno ante las sanciones aplicadas por la administración Trump. “Durante los últimos dos meses he tenido una gran cantidad de reuniones con ministros y funcionarios del gobierno sobre este tema. Fui muy claro acerca de nuestra preocupación y franco acerca de las amenazas no sólo a la seguridad chilena, sino a la seguridad de la región entera”. A esto se suma que hasta la visa waiver entró al ruedo en medio de la polémica. Una arista clave es el particular interés del Partido Comunista en la Subsecretaría de Telecomunicaciones, como te lo contamos en El Líbero.

Noticias de América
Cuba: ¿qué pasó en el motín que tuvo lugar en la cárcel de Canaleta?

Noticias de América

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 2:38


La semana pasada, en la prisión de alta seguridad de Canaleta, en Ciego de Ávila, estalló un motín protagonizado por más de un centenar de reclusos, motivado —según relatan ellos mismos— por el "hambre" y los "malos tratos". En conversación con RFI, Armando Labrador, fundador del Movimiento Cuba Primero, denuncia el secretismo oficial que rodea los hechos, en los que, al parecer, una persona habría muerto y al menos diez permanecen desaparecidas. De acuerdo con testimonios recogidos por las ONG Prisoners Defenders y el Centro de Documentación de Prisiones Cubanas (CDPC), las fuerzas policiales habrían utilizado "balas de goma", "gas pimienta" y violencia física para controlar la revuelta. El episodio reaviva antiguas denuncias sobre las condiciones penitenciarias en la isla: hacinamiento, insalubridad, falta de atención médica, corrupción interna y prácticas represivas. Danibel Labrada, preso político cubano, envió desde la prisión de Canaleta el siguiente testimonio dirigido a Armando Labrador, fundador del Movimiento Cuba Primero: "Mi nombre es Danibel Labrada Morales. Me encuentro preso en la Prisión Provincial de Ciego de Ávila (Canaleta). Pertenezco a la organización 'Cuba primero'. Fui trasladado el 18 de diciembre a esta prisión. Te felicito, Armando Labrador, por el buen trabajo que haces dentro de la prisión y fuera. En estos momentos, Armando, estamos pasando por una crisis muy grande en esta prisión. El hambre está doblegando a los hombres. Tenemos escasez de agua. El órgano represivo sigue torturando a los presos y dándoles grandes golpizas dentro de la celda como [lo hace] Noel Morales López. Te seguimos felicitando y vamos a vencer. Patria y vida y libertad".  "Ahí delante de todos, le dieron una golpiza" Desde Miami, a través del canal Cántalo TV, Armando Labrador ha denunciado reiteradamente las violaciones de derechos humanos contra presos políticos en la isla. Sobre el amotinamiento del jueves pasado, de la Nuez, líder opositor y una de las pocas personas con contacto directo con los reclusos de Canaleta, explicó a RFI: "Danibel Labrada empezó a exigir atención médica y mejor alimentación. Cogió una sábana y escribió en ella: 'Suelten a los del cuartico, Cuba primero, patria y vida, libertad'. Cuando la guarnición vio la sábana, lo sacaron de la celda y ahí, delante de los presos, le dieron una golpiza. Esto provocó que los destacamentos 3 y 2 de la prisión de Canaleta empezaran a protestar y se amotinaron totalmente. Amarraron la puerta y la tumbaron. La guarnición no pudo sostener aquello y mandaron a buscar las brigadas antimotines. Éstas dieron una golpiza salvaje a todo el destacamento número 3, totalmente todos ellos, ciento y pico de personas fueron golpeadas".  Exigencia de transparencia Cinco días después del suceso, organizaciones de derechos humanos continúan exigiendo claridad al régimen cubano. Los familiares de muchos presos aún no han logrado comunicación alguna con ellos y se desconoce cuántos fallecidos dejó la represión. Labrador resume así la situación: "Hay un supuesto ahorcado. Se trata de una persona que había recibido una golpiza. Hay más de diez personas que están desaparecidas. Todos fueron golpeados, pero la guarnición no da información sobre su paradero. Las autoridades no esclarecen, dicen que van a haber traslados, que están en instrucción penal. Hay un secretismo muy grande", concluye.  Mientras tanto, continúan las denuncias internacionales sobre muertes por negligencia, malos tratos, problemas de salubridad y castigos en las cárceles cubanas. Prisoners Defenders, con sede en Madrid, ha registrado hasta la fecha 1.207 presos por motivos políticos en la isla.

Kings and Generals: History for our Future
3.190 Fall and Rise of China: Zhukov Unleashes Tanks at Nomonhan

Kings and Generals: History for our Future

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 39:02


Last time we spoke about General Zhukov's arrival to the Nomohan incident. The Kwantung Army's inexperienced 23rd Division, under General Komatsubara, suffered heavy losses in failed offensives, including Colonel Yamagata's assault and the annihilation of Lieutenant Colonel Azuma's detachment, resulting in around 500 Japanese casualties. Tensions within the Japanese command intensified as Kwantung defied Tokyo's restraint, issuing aggressive orders like 1488 and launching a June 27 air raid on Soviet bases, destroying dozens of aircraft and securing temporary air superiority. This provoked Moscow's fury and rebukes from Emperor Hirohito. On June 1, Georgy Zhukov, a rising Red Army tactician and tank expert, was summoned from Minsk. Arriving June 5, he assessed the 57th Corps as inadequate, relieved Commander Feklenko, and took charge of the redesignated 1st Army Group. Reinforcements included mechanized brigades, tanks, and aircraft. Japanese intelligence misread Soviet supply convoys as retreats, underestimating Zhukov's 12,500 troops against their 15,000. By July, both sides poised for a massive clash, fueled by miscalculations and gekokujo defiance.   #190 Zhukov Unleashes Tanks at Nomohan Welcome to the Fall and Rise of China Podcast, I am your dutiful host Craig Watson. But, before we start I want to also remind you this podcast is only made possible through the efforts of Kings and Generals over at Youtube. Perhaps you want to learn more about the history of Asia? Kings and Generals have an assortment of episodes on history of asia and much more  so go give them a look over on Youtube. So please subscribe to Kings and Generals over at Youtube and to continue helping us produce this content please check out www.patreon.com/kingsandgenerals. If you are still hungry for some more history related content, over on my channel, the Pacific War Channel where I cover the history of China and Japan from the 19th century until the end of the Pacific War. At 4:00 a.m. on July 1, 15,000 heavily laden Japanese troops began marching to their final assembly and jump-off points. The sun rose at 4:00 a.m. and set at 9:00 p.m. that day, but the Japanese advance went undetected by Soviet/MPR commanders, partly because the June 27 air raid had temporarily cleared Soviet reconnaissance from the skies. On the night of July 1, Komatsubara launched the first phase. The 23rd Division, with the Yasuoka Detachment, converged on Fui Heights, east of the Halha River, about eleven miles north of its confluence with the Holsten. The term "heights" is misleading here; a Japanese infantry colonel described Fui as a "raised pancake" roughly one to one-and-a-half miles across, about thirty to forty feet higher than the surrounding terrain. For reasons not fully explained, the small Soviet force stationed on the heights was withdrawn during the day on July 1, and that night Fui Heights was occupied by Komatsubara's forces almost unopposed. This caused little stir at Zhukov's headquarters. Komatsubara bided his time on July 2.   On the night of July 2–3, the Japanese achieved a brilliant tactical success. A battalion of the 71st Infantry Regiment silently crossed the Halha River on a moonless night and landed unopposed on the west bank opposite Fui Heights. Recent rains had swollen the river to 100–150 yards wide and six feet deep, making crossing difficult for men, horses, or vehicles. Combat engineers swiftly laid a pontoon bridge, completing it by 6:30 a.m. on July 3. The main body of Komatsubara's 71st and 72nd Infantry Regiments (23rd Division) and the 26th Regiment (7th Division) began a slow, arduous crossing. The pontoon bridge, less than eight feet wide, was a bottleneck, allowing only one truck at a time. The attackers could not cross with armored vehicles, but they did bring across their regimental artillery, 18 x 37-mm antitank guns, 12 x 75-mm mountain guns, 8 x 75-mm field guns, and 4 x 120-mm howitzers, disassembled, packed on pack animals, and reassembled on the west bank. The crossing took the entire day, and the Japanese were fortunate to go without interception. The Halha crossing was commanded personally by General Komatsubara and was supported by a small Kwantung Army contingent, including General Yano (deputy chief of staff), Colonel Hattori, and Major Tsuji from the Operations Section. Despite the big air raid having alerted Zhukov, the initial Japanese moves from July 1–3 achieved complete tactical surprise, aided by Tsuji's bold plan. The first indication of the major offensive came when General Yasuoka's tanks attacked predawn on July 3. Yasuoka suspected Soviet troops south of him attempting to retreat across the Halha to the west bank, and he ordered his tanks to attack immediately, with infantry not yet in position. The night's low clouds, no moon, and low visibility—along with a passing thunderstorm lighting the sky—made the scene dramatic. Seventy Japanese tanks roared forward, supported by infantry and artillery, and the Soviet 149th Infantry Regiment found itself overwhelmed. Zhukov, hearing of Yasuoka's assault but unaware that Komatsubara had crossed the Halha, ordered his armor to move northeast to Bain Tsagan to confront the initiative. There, Soviet armor clashed with Japanese forces in a chaotic, largely uncoordinated engagement. The Soviet counterattacks, supported by heavy artillery, halted much of the Japanese momentum, and by late afternoon Japanese infantry had to dig in west of the Halha. The crossing had been accomplished without Soviet reconnaissance detecting it in time, but Zhukov's counterattacks, the limits of Japanese armored mobility across the pontoon, and the heat and exhaustion of the troops constrained the Japanese effort. By the afternoon of July 3, Zhukov's forces were pressing hard, and the Japanese momentum began to stall. Yasuoka's tanks, supported by a lack of infantry and the fatigue and losses suffered by the infantry, could not close the gap to link with Komatsubara's forces. The Type 89 tanks, designed for infantry support, were ill-suited to penetrating Soviet armor, especially when faced with BT-5/BT-7 tanks and strong anti-tank guns. The Type 95 light tanks were faster but lightly armored, and suffered heavily from Soviet fire and air attacks. Infantry on the western bank struggled to catch up with tanks, shot through by Soviet artillery and armor, while the 64th Regiment could not keep pace with the tanks due to the infantry's lack of motorized transport. By late afternoon, Yasuoka's advance stalled far short of the river junction and the Soviet bridge. The infantry dug in to withstand Soviet bombardment, and the Japanese tank regiments withdrew to their jump-off points by nightfall. The Japanese suffered heavy losses in tanks, though some were recovered and repaired; by July 9, KwAHQ decided to withdraw its two tank regiments from the theater. Armor would play no further role in the Nomonhan conflict. The Soviets, by contrast, sustained heavier tank losses but began to replenish with new models. The July offensive, for Kwantung Army, proved a failure. Part of the failure stemmed from a difficult blend of terrain and logistics. Unusually heavy rains in late June had transformed the dirt roads between Hailar and Nomonhan into a mud-filled quagmire. Japanese truck transport, already limited, was so hampered by these conditions that combat effectiveness suffered significantly. Colonel Yamagata's 64th Infantry Regiment, proceeding on foot, could not keep pace with or support General Yasuoka's tanks on July 3–4. Komatsubara's infantry on the west bank of the Halha ran short of ammunition, food, and water. As in the May 28 battle, the main cause of the Kwantung Army's July offensive failure was wholly inadequate military intelligence. Once again, the enemy's strength had been seriously underestimated. Moreover, a troubling realization was dawning at KwAHQ and in the field: the intelligence error was not merely quantitative but qualitative. The Soviets were not only more numerous but also far more potent than anticipated. The attacking Japanese forces initially held a slight numerical edge and enjoyed tactical surprise, but the Red Army fought tenaciously, and the weight of Soviet firepower proved decisive. Japan, hampered by a relative lack of raw materials and industrial capacity, could not match the great powers in the quantitative production of military materiel. Consequently, Japanese military leaders traditionally emphasized the spiritual superiority of Japan's armed forces in doctrine and training, often underestimating the importance of material factors, including firepower. This was especially true of the army that had carried the tactic of the massed bayonet charge into World War II. This "spiritual" combat doctrine arose from necessity; admitting material superiority would have implied defeat. Japan's earlier victories in the Sino-Japanese War, Russo-Japanese War, the Manchurian incident, and the China War, along with legendary medieval victories over the Mongol hordes, seemed to confirm the transcendent importance of fighting spirit. Only within such a doctrine could the Imperial Japanese Army muster inner strength and confidence to face formidable enemies. This was especially evident against Soviet Russia, whose vast geography, population, and resources loomed large. Yet what of its spirit? The Japanese military dismissed Bolshevism as a base, materialist philosophy utterly lacking spiritual power. Consequently, the Red Army was presumed to have low morale and weak fighting effectiveness. Stalin's purges only reinforced this belief. Kwantung Army's recent experiences at Nomonhan undermined this outlook. Among ordinary soldiers and officers alike, from the 23rd Division Staff to KwAHQ—grim questions formed: Had Soviet materiel and firepower proven superior to Japanese fighting spirit? If not, did the enemy possess a fighting spirit comparable to their own? To some in Kwantung Army, these questions were grotesque and almost unthinkable. To others, the implications were too painful to face. Perhaps May and July's combat results were an aberration caused by the 23rd Division's inexperience. Nevertheless, a belief took hold at KwAHQ that this situation required radical rectification. Zhukov's 1st Army Headquarters, evaluating recent events, was not immune to self-criticism and concern for the future. The enemy's success in transporting nearly 10,000 men across the Halha without detection—despite heightened Soviet alert after the June 27 air raid—revealed a level of carelessness and lack of foresight at Zhukov's level. Zhukov, however, did not fully capitalize on Komatsubara's precarious position on July 4–5. Conversely, Zhukov and his troops reacted calmly in the crisis's early hours. Although surprised and outnumbered, Zhukov immediately recognized that "our trump cards were the armored detachments, and we decided to use them immediately." He acted decisively, and the rapid deployment of armor proved pivotal. Some criticized the uncoordinated and clumsy Soviet assault on Komatsubara's infantry on July 3, but the Japanese were only a few hours' march from the river junction and the Soviet bridge. By hurling tanks at Komatsubara's advance with insufficient infantry support, Mikhail Yakovlev (11th Tank Brigade) and A. L. Lesovoi (7th Mechanized Brigade) incurred heavy losses. Nonetheless, they halted the Japanese southward advance, forcing Komatsubara onto the defensive, from which he never regained momentum. Zhukov did not flinch from heavy casualties to achieve his objectives. He later told General Dwight D. Eisenhower that if the enemy faced a minefield, their infantry attacked as if it did not exist, treating personnel mine losses as equal to those that would have occurred if the Germans defended the area with strong troops rather than minefields. Zhukov admitted losing 120 tanks and armored cars that day—a high price, but necessary to avert defeat. Years later, Zhukov defended his Nomonhan tactics, arguing he knew his armor would suffer heavy losses, but that was the only way to prevent the Japanese from seizing the bridge at the river confluence. Had Komatsubara's forces advanced unchecked for another two or three hours, they might have fought through to the Soviet bridge and linked with the Yasuoka detachment, endangering Zhukov's forces. Zhukov credited Yakovlev, Lesovoi, and their men with stabilizing the crisis through timely and self-sacrificing counterattacks. The armored car battalion of the 8th MPR Cavalry Division also distinguished itself in this action. Zhukov and his tankmen learned valuable lessons in those two days of brutal combat. A key takeaway was the successful use of large tank formations as an independent primary attack force, contrary to then-orthodox doctrine, which saw armor mainly as infantry support and favored integrating armor into every infantry regiment rather than maintaining large, autonomous armored units. The German blitzkrieg demonstrations in Poland and Western Europe soon followed, but, until then, few major armies had absorbed the tank-warfare theories championed by Basil Liddell-Hart and Charles de Gaulle. The Soviet high command's leading proponent of large-scale tank warfare had been Marshal Mikhail Tukhachevsky. His execution in 1937 erased those ideas, and the Red Army subsequently disbanded armored divisions and dispersed tanks among infantry, misapplying battlefield lessons from the Spanish Civil War. Yet Zhukov was learning a different lesson on a different battlefield. The open terrain of eastern Mongolia favored tanks, and Zhukov was a rapid learner. The Russians also learned mundane, but crucial, lessons: Japanese infantry bravely clambering onto their vehicles taught Soviet tank crews to lock hatch lids from the inside. The BT-5 and BT-7 tanks were easily set aflame by primitive hand-thrown firebombs, and rear deck ventilation grills and exhaust manifolds were vulnerable and required shielding. Broadly, the battle suggested to future Red Army commander Zhukov that tank and motorized troops, coordinated with air power and mobile artillery, could decisively conduct rapid operations. Zhukov was not the first to envision combining mobile firepower with air and artillery, but he had rare opportunities to apply this formula in crucial tests. The July offensive confirmed to the Soviets that the Nomonhan incident was far from a border skirmish; it signaled intent for further aggression. Moscow's leadership, informed by Richard Sorge's Tokyo network, perceived Japan's renewed effort to draw Germany into an anti-Soviet alliance as a dangerous possibility. Stalin and Vyacheslav Molotov began indicating to Joachim von Ribbentrop and Adolf Hitler that Berlin's stance on the Soviet–Japanese conflict would influence Soviet-German rapprochement considerations. Meanwhile, Moscow decided to reinforce Zhukov. Tens of thousands of troops and machines were ordered to Mongolia, with imports from European Russia. Foreign diplomats traveling the Trans-Siberian Railway reported eastbound trains jammed with personnel and matériel. The buildup faced a major bottleneck at Borzya, the easternmost railhead in the MPR, about 400 miles from the Halha. To prevent a logistics choke, a massive truck transport operation was needed. Thousands of trucks, half-tracks, gun-towing tractors, and other vehicles were organized into a continuous eight-hundred-mile, five-day shuttle run. The Trans-Baikal Military District, under General Shtern, supervised the effort. East of the Halha, many Japanese officers still refused to accept a failure verdict for the July offensive. General Komatsubara did not return to Hailar, instead establishing a temporary divisional HQ at Kanchuerhmiao, where his staff grappled with overcoming Soviet firepower. They concluded that night combat—long a staple of Japanese infantry tactics—could offset Soviet advantages. On July 7 at 9:30 p.m., a thirty-minute Japanese artillery barrage preceded a nighttime assault by elements of the 64th and 72nd Regiments. The Soviet 149th Infantry Regiment and supporting Mongolian cavalry were surprised and forced to fall back toward the Halha before counterattacking. Reinforcements arrived on both sides, and in brutal close-quarters combat the Japanese gained a partial local advantage, but were eventually pushed back; Major I. M. Remizov of the 149th Regiment was killed and later posthumously named a Hero of the Soviet Union. Since late May, Soviet engineers had built at least seven bridges across the Halha and Holsten Rivers to support operations. By July 7–8, Japanese demolition teams destroyed two Soviet bridges. Komatsubara believed that destroying bridges could disrupt Soviet operations east of the Halha and help secure the border. Night attacks continued from July 8 to July 12 against the Soviet perimeter, with Japanese assaults constricting Zhukov's bridgehead while Soviet artillery and counterattacks relentlessly pressed. Casualties mounted on both sides. The Japanese suffered heavy losses but gained some positions; Soviet artillery, supported by motorized infantry and armor, gradually pushed back the attackers. The biggest problem for Japan remained Soviet artillery superiority and the lack of a commensurate counter-battery capability. Japanese infantry had to withdraw to higher ground at night to avoid daytime exposure to artillery and tanks. On the nights of July 11–12, Yamagata's 64th Regiment and elements of Colonel Sakai Mikio's 72nd Regiment attempted a major assault on the Soviet bridgehead. Despite taking heavy casualties, the Japanese managed to push defenders back to the river on occasion, but Soviet counterattacks, supported by tiresome artillery and armor, prevented a decisive breakthrough. Brigade Commander Yakovlev of the 11th Armored, who led several counterattacks, was killed and later honored as a Hero of the Soviet Union; his gun stands today as a monument at the battlefield. The July 11–12 action marked the high-water mark of the Kwantung Army's attempt to expel Soviet/MPR forces east of the Halha. Komatsubara eventually suspended the costly night attacks; by that night, the 64th Regiment had suffered roughly 80–90 killed and about three times that number wounded. The decision proved controversial, with some arguing that he had not realized how close his forces had come to seizing the bridge. Others argued that broader strategic considerations justified the pause. Throughout the Nomonhan fighting, Soviet artillery superiority, both quantitative and qualitative, became painfully evident. The Soviet guns exacted heavy tolls and repeatedly forced Japanese infantry to withdraw from exposed positions. The Japanese artillery, in contrast, could not match the Red Army's scale. By July 25, Kwantung Army ended its artillery attack, a humiliating setback. Tokyo and Hsinking recognized the futility of achieving a decisive military victory at Nomonhan and shifted toward seeking a diplomatic settlement, even if concessions to the Soviet Union and the MPR were necessary. Kwantung Army, however, opposed negotiations, fearing it would echo the "Changkufeng debacle" and be read by enemies as weakness. Tsuji lamented that Kwantung Army's insistence on framing the second phase as a tie—despite heavy Soviet losses, revealed a reluctance to concede any territory. Differences in outlook and policy between AGS and Kwantung Army—and the central army's inability to impose its will on Manchukuo's field forces—became clear. The military establishment buzzed with stories of gekokujo (the superiority of the superior) within Kwantung Army and its relations with the General Staff. To enforce compliance, AGS ordered General Isogai to Tokyo for briefings, and KwAHQ's leadership occasionally distanced itself from AGS. On July 20, Isogai arrived at General Staff Headquarters and was presented with "Essentials for Settlement of the Nomonhan Incident," a formal document outlining a step-by-step plan for Kwantung Army to maintain its defensive position east of the Halha while diplomatic negotiations proceeded. If negotiations failed, Kwantung Army would withdraw to the boundary claimed by the Soviet Union by winter. Isogai, the most restrained member of the Kwantung Army circle, argued against accepting the Essentials, insisting on preserving Kwantung Army's honor and rejecting a unilateral east-bank withdrawal. A tense exchange followed, but General Nakajima ended the dispute by noting that international boundaries cannot be determined by the army alone. Isogai pledged to report the General Staff's views to his commander and take the Essentials back to KwAHQ for study. Technically, the General Staff's Essentials were not orders; in practice, however, they were treated as such. Kwantung Army tended to view them as suggestions and retained discretion in implementation. AGS hoped the Essentials would mollify Kwantung Army's wounded pride. The August 4 decision to create a 6 Army within Kwantung Army, led by General Ogisu Rippei, further complicated the command structure. Komatsubara's 23rd Division and nearby units were attached to the 6 Army, which also took responsibility for defending west-central Manchukuo, including the Nomonhan area. The 6 Army existed largely on paper, essentially a small headquarters to insulate KwAHQ from battlefield realities. AGS sought a more accountable layer of command between KwAHQ and the combat zone, but General Ueda and KwAHQ resented the move and offered little cooperation. In the final weeks before the last battles, General Ogisu and his small staff had limited influence on Nomonhan. Meanwhile, the European crisis over German demands on Poland intensified, moving into a configuration highly favorable to the Soviet Union. By the first week of August, it became evident in the Kremlin that both Anglo-French powers and the Germans were vying to secure an alliance with Moscow. Stalin knew now that he would likely have a free hand in the coming war in the West. At the same time, Richard Sorge, the Soviet master spy in Tokyo, correctly reported that Japan's top political and military leaders sought to prevent the escalation of the Nomonhan incident into an all-out war. These developments gave the cautious Soviet dictator the confidence to commit the Red Army to large-scale combat operations in eastern Mongolia. In early August, Stalin ordered preparations for a major offensive to clear the Nomonhan area of the "Japanese samurai who had violated the territory of the friendly Outer Mongolian people." The buildup of Zhukov's 1st Army Group accelerated still further. Its July strength was augmented by the 57th and 82nd Infantry Divisions, the 6th Tank Brigade, the 212th Airborne Brigade, numerous smaller infantry, armor, and artillery units, and two Mongolian cavalry divisions. Soviet air power in the area was also greatly strengthened. When this buildup was completed by mid-August, Zhukov commanded an infantry force equivalent to four divisions, supported by two cavalry divisions, 216 artillery pieces, 498 armored vehicles, and 581 aircraft. To bring in the supplies necessary for this force to launch an offensive, General Shtern's Trans-Baikal Military District Headquarters amassed a fleet of more than 4,200 vehicles, which trucked in about 55,000 tons of materiel from the distant railway depot at Borzya. The Japanese intelligence network in Outer Mongolia was weak, a problem that went unremedied throughout the Nomonhan incident. This deficiency, coupled with the curtailment of Kwantung Army's transborder air operations, helps explain why the Japanese remained ignorant of the scope of Zhukov's buildup. They were aware that some reinforcements were flowing eastward across the Trans-Siberian Railway toward the MPR but had no idea of the volume. Then, at the end of July, Kwantung Army Intelligence intercepted part of a Soviet telegraph transmission indicating that preparations were under way for some offensive operation in the middle of August. This caused a stir at KwAHQ. Generals Ueda and Yano suspected that the enemy planned to strike across the Halha River. Ueda's initial reaction was to reinforce the 23rd Division at Nomonhan with the rest of the highly regarded 7th Division. However, the 7th Division was Kwantung Army's sole strategic reserve, and the Operations Section was reluctant to commit it to extreme western Manchukuo, fearing mobilization of Soviet forces in the Maritime Province and a possible attack in the east near Changkufeng. The Kwantung Army commander again ignored his own better judgment and accepted the Operations Section's recommendation. The main strength of the 7th Division remained at its base near Tsitsihar, but another infantry regiment, the 28th, was dispatched to the Nomonhan area, as was an infantry battalion from the Mukden Garrison. Earlier, in mid-July, Kwantung Army had sent Komatsubara 1,160 individual replacements to make up for casualties from earlier fighting. All these reinforcements combined, however, did little more than replace losses: as of July 25, 1,400 killed (including 200 officers) and 3,000 wounded. Kwantung Army directed Komatsubara to dig in, construct fortifications, and adopt a defensive posture. Colonel Numazaki, who commanded the 23rd Division's Engineer Regiment, was unhappy with the defensive line he was ordered to fortify and urged a slight pullback to more easily defensible terrain. Komatsubara, however, refused to retreat from ground his men had bled to take. He and his line officers still nourished hope of a revenge offensive. As a result, the Japanese defensive positions proved to be as weak as Numazaki feared. As Zhukov's 1st Army Group prepared to strike, the effective Japanese strength at Nomonhan was less than 1.5 divisions. Major Tsuji and his colleagues in the Operations Section had little confidence in Kwantung Army's own Intelligence Section, which is part of the reason why Tsuji frequently conducted his own reconnaissance missions. Up to this time it was gospel in the Japanese army that the maximum range for large-scale infantry operations was 125–175 miles from a railway; anything beyond 200 miles from a railway was considered logistically impossible. Since Kwantung Army had only 800 trucks available in all of Manchukuo in 1939, the massive Soviet logistical effort involving more than 4,200 trucks was almost unimaginable to the Japanese. Consequently, the Operations Staff believed it had made the correct defensive deployments if a Soviet attack were to occur, which it doubted. If the enemy did strike at Nomonhan, it was believed that it could not marshal enough strength in that remote region to threaten the reinforced 23rd Division. Furthermore, the 7th Division, based at Tsitsihar on a major rail line, could be transported to any trouble spot on the eastern or western frontier in a few days. KwAHQ advised Komatsubara to maintain a defensive posture and prepare to meet a possible enemy attack around August 14 or 15. At this time, Kwantung Army also maintained a secret organization codenamed Unit 731, officially the Epidemic Prevention and Water Purification Department of the Kwantung Army. Unit 731 specialized in biological and chemical warfare, with main facilities and laboratories in Harbin, including a notorious prison-laboratory complex. During the early August lull at Nomonhan, a detachment from Unit 731 infected the Halha River with bacteria of an acute cholera-like strain. There are no reports in Soviet or Japanese accounts that this attempted biological warfare had any effect. In the war's final days, Unit 731 was disbanded, Harbin facilities demolished, and most personnel fled to Japan—but not before they gassed the surviving 150 human subjects and burned their corpses. The unit's commander, Lieutenant General Ishii Shiro, kept his men secret and threatened retaliation against informers. Ishii and his senior colleagues escaped prosecution at the Tokyo War Crimes Trials by trading the results of their experiments to U.S. authorities in exchange for immunity. The Japanese 6th Army exerted some half-hearted effort to construct defensive fortifications, but scarcity of building materials, wood had to be trucked in from far away—helped explain the lack of enthusiasm. More importantly, Japanese doctrine despised static defense and favored offense, so Kwantung Army waited to see how events would unfold. West of the Halha, Zhukov accelerated preparations. Due to tight perimeter security, few Japanese deserters, and a near-absence of civilian presence, Soviet intelligence found it hard to glean depth on Japanese defensive positions. Combat intelligence could only reveal the frontline disposition and closest mortar and artillery emplacements. Aerial reconnaissance showed photographs, but Japanese camouflage and mock-ups limited their usefulness. The new commander of the 149th Mechanized Infantry Regiment personally directed infiltration and intelligence gathering, penetrating Japanese lines on several nights and returning crucial data: Komatsubara's northern and southern flanks were held by Manchukuoan cavalry, and mobile reserves were lacking. With this information, Zhukov crafted a plan of attack. The main Japanese strength was concentrated a few miles east of the Halha, on both banks of the Holsten River. Their infantry lacked mobility and armor, and their flanks were weak. Zhukov decided to split the 1st Army Group into three strike forces: the central force would deliver a frontal assault to pin the main Japanese strength, while the northern and southern forces, carrying the bulk of the armor, would turn the Japanese flanks and drive the enemy into a pocket to be destroyed by the three-pronged effort. The plan depended on tactical surprise and overwhelming force at the points of attack. The offensive was to begin in the latter part of August, pending final approval from Moscow. To ensure tactical surprise, Zhukov and his staff devised an elaborate program of concealment and deception, disinformation. Units and materiel arriving at Tamsag Bulak toward the Halha were moved only at night with lights out. Noting that the Japanese were tapping telephone lines and intercepting radio messages, 1st Army Headquarters sent a series of false messages in an easily decipherable code about defensive preparations and autumn-winter campaigning. Thousands of leaflets titled "What the Infantryman Should Know about Defense" were distributed among troops. About two weeks before the attack, the Soviets brought in sound equipment to simulate tank and aircraft engines and heavy construction noises, staging long, loud performances nightly. At first, the Japanese mistook the sounds for large-scale enemy activity and fired toward the sounds. After a few nights, they realized it was only sound effects, and tried to ignore the "serenade." On the eve of the attack, the actual concentration and staging sounds went largely unnoticed by the Japanese. On August 7–8, Zhukov conducted minor attacks to expand the Halha bridgehead to a depth of two to three miles. These attacks, contained relatively easily by Komatsubara's troops, reinforced Kwantung Army's false sense of confidence. The Japanese military attaché in Moscow misread Soviet press coverage. In early August, the attaché advised that unlike the Changkufeng incident a year earlier, Soviet press was largely ignoring the conflict, implying low morale and a favorable prognosis for the Red Army. Kwantung Army leaders seized on this as confirmation to refrain from any display of restraint or doubt, misplaced confidence. There were, however, portents of danger. Three weeks before the Soviet attack, Colonel Isomura Takesuki, head of Kwantung Army's Intelligence Section, warned of the vulnerability of the 23rd Division's flanks. Tsuji and colleagues dismissed this, and General Kasahara Yukio of AGS also went unheeded. The "desk jockey" General Staff officers commanded little respect at KwAHQ. Around August 10, General Hata Yuzaburo, Komatsubara's successor as chief of the Special Services Agency at Harbin, warned that enemy strength in the Mongolian salient was very great and seriously underestimated at KwAHQ. Yet no decisive action followed before Zhukov's attack. Kwantung Army's inaction and unpreparedness prior to the Soviet offensive appear to reflect faulty intelligence compounded by hubris. But a more nuanced explanation suggests a fatalistic wishful thinking rooted in the Japanese military culture—the belief that their spiritual strength would prevail, leading them to assume enemy strength was not as great as reported, or that victory was inevitable regardless of resources. Meanwhile, in the rational West, the Nazi war machine faced the Polish frontier as Adolf Hitler pressed Stalin for a nonaggression pact. The German-Soviet Nonaggression Pact would neutralize the threat of a two-front war for Germany and clear the way for Hitler's invasion of Poland. If the pact was a green light, it signaled in both directions: it would also neutralize the German threat to Russia and clear the way for Zhukov's offensive at Nomonhan. On August 18–19, Hitler pressed Stalin to receive Ribbentrop in Moscow to seal the pact. Thus, reassured in the West, Stalin dared to act boldly against Japan. Zhukov supervised final preparations for his attack. Zhukov held back forward deployments until the last minute. By August 18, he had only four infantry regiments, a machine gun brigade, and Mongolian cavalry east of the Halha. Operational security was extremely tight: a week before the attack, Soviet radio traffic in the area virtually ceased. Only Zhukov and a few key officers worked on the plan, aided by a single typist. Line officers and service chiefs received information on a need-to-know basis. The date for the attack was shared with unit commanders one to four days in advance, depending on seniority. Noncommissioned officers and ordinary soldiers learned of the offensive one day in advance and received specific orders three hours before the attack.   Heavy rain grounded Japanese aerial reconnaissance from August 17 to midday on the 19th, but on August 19 Captain Oizumi Seisho in a Japanese scout plane observed the massing of Soviet forces near the west bank of the Halha. Enemy armor and troops were advancing toward the river in dispersed formations, with no new bridges but pontoon stocks spotted near the river. Oizumi sent a warning to a frontline unit and rushed back to report. The air group dispatched additional recon planes and discovered that the Japanese garrison on Fui Heights, near the northern end of Komatsubara's line, was being encircled by Soviet armor and mechanized infantry—observed by alarmed Japanese officers on and near the heights. These late discoveries on August 19 were not reported to KwAHQ and had no effect on the 6th Army and the 23rd Division's alertness on the eve of the storm. As is common in militaries, a fatal gap persisted between those gathering intelligence and those in a position to act on it. On the night of August 19–20, under cover of darkness, the bulk of the Soviet 1st Army Group crossed the Halha into the expanded Soviet enclave on the east bank.  I would like to take this time to remind you all that this podcast is only made possible through the efforts of Kings and Generals over at Youtube. Please go subscribe to Kings and Generals over at Youtube and to continue helping us produce this content please check out www.patreon.com/kingsandgenerals. If you are still hungry after that, give my personal channel a look over at The Pacific War Channel at Youtube, it would mean a lot to me. By August, European diplomacy left Moscow confident in a foothold against Germany and Britain, while Sorge's intelligence indicated Japan aimed to avoid a full-blown war. Stalin ordered a major offensive to clear Nomonhan, fueling Zhukov's buildup in eastern Mongolia. Kwantung Army, hampered by limited logistics, weak intelligence, and defensive posture, faced mounting pressure. 

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¿Te atreves a probar comidas nuevas cuando viajas? David acaba de volver de China y habla con Pau sobre diferentes comidas que nos podrían parecer extrañas. ¡Desde conejos hasta gusanos! Esperamos que te guste este podcast-bufé. ¡Vamos! ⚠️ Un aviso antes de empezar: En este episodio somos un poco gráficos contando historias de experiencias gastronómicas con animales e insectos. Easy Spanish Community Al unirte a la comunidad de Easy Spanish puedes llevar tu experiencia de aprendizaje al siguiente nivel. Los miembros de nuestra Podcast Membership reciben: Vocab Helper: El vocabulario más importante de cada minuto del podcast directamente en la pantalla de tu celular Interactive transcript: Una transcripción interactiva donde podrás leer y escuchar el podcast al mismo tiempo, con una función de traducción en tiempo real Exclusive aftershow: Después de cada episodio, Pau y José discuten un poquito más sobre el tema desde un punto de vista un poco más personal. Discord community: Acceso a la comunidad en Discord de Easy Spanish, donde puedes hablar con los miembros de nuestro equipo y otras personas que, como tú, se encuentran en la aventura de aprender nuestro idioma Extra content for our YouTube episodes: Hojas de ejercicios, listas de vocabulario y transcripciones de todos nuestros episodios de YouTube. Si todavía no eres miembro de la comunidad de Easy Spanish, puedes unirte en easy-spanish.org/community Envíanos un mensaje de audio ¡Ya puedes enviarnos mensajes de audio para que los escuchemos en el podcast! Para hacerlo tienes que ir a easyspanish.fm y dar clic en el botón amarillo que aparecerá a la derecha de la página. Transcripción Paulina: [0:03] ¡Hola, David! David: [0:05] ¡Hola, Pau! ¿Cómo estás? Paulina: [0:07] Muy bien, ¿y tú? David: [0:08] Súper bien, muy contento, muy despejado. Paulina: [0:12] ¡Porque estuviste de vacaciones! David: [0:14] ¡Exacto! Es que acabo de volver de China. Estuve como tres semanas por ahí. Fui con mis padres y, bueno, fue súper guay, la verdad. Paulina: [0:23] ¡Guau! ¿Tu primera vez en China? David: [0:25] Sí, sí, primerísima vez. Estuve en una zona que se llama Yunnan, que está al oeste del país y le llaman el lugar de la primavera eterna. Entonces, también, tuvimos súper buen clima. Paulina: [0:36] Uy. A mí me encantaría ir a China en algún momento. Y, pues, me imagino que eso inspiró el tema de hoy, que es la comida que nos parece extraña. Y yo he escuchado que en China comen muchas cosas que no estamos acostumbrados a comer en otros lugares. ¿Y tú te aventuraste a probar nuevas cosas? Support Easy Spanish and get interactive transcripts, live vocabulary and bonus content for all our episodes: easy-spanish.org/membershipSpecial Guest: David.

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Casal de mágicos brasileiros transforma sonho de infância em carreira em Portugal

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Play Episode Listen Later Jan 31, 2026 4:57


Por mais de 30 anos, o ilusionismo tem sido não apenas uma paixão, mas a profissão de André Corrêa, conhecido artisticamente como Andrély, e sua esposa, Flávia Molina. Nascidos no Rio de Janeiro, o casal encontrou em Portugal o cenário perfeito para transformar o encanto em carreira, conquistando plateias de todas as idades e mantendo viva a tradição de uma arte milenar. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Lisboa Desde a infância, André Corrêa se encanta pelo impossível. “Eu tinha nove anos, vi um mágico na televisão, num programa americano chamado The Magic Castle, e pensei: ‘poxa, mágico é legal'”, lembra. A curiosidade se tornou paixão quando, ao passar em frente a uma loja, viu a primeira “caixa de mágica”. “Fui picado pelo vírus da mágica. É um vírus que te pica e não sai mais do corpo”, diz Andrély. A partir de então, começou a estudar sozinho, economizando para comprar livros, frequentando bibliotecas e aprendendo truques cada vez mais complexos. Aos 12 anos, Andrély fez seu primeiro show profissional em uma festa infantil no Rio de Janeiro, acompanhado pelo pai. “Foi a primeira vez que falei em público. Eu era tímido, mas tive coragem e foi muito legal”, recorda. Entre bibliotecas, festivais e encontros com outros mágicos, ele se aprofundou na arte, descobrindo os diversos ramos do ilusionismo: close-up, manipulação, grandes ilusões, mentalismo e até hipnose de palco. A trajetória de Andrély se entrelaça com a de Flávia Molina, também ilusionista, que conheceu ainda no Brasil. “A magia nos une muito. Às vezes queremos brigar, mas vemos um truque e esquecemos a discussão”, conta Flávia filha do dono do Circo Molina. O casal compartilha não apenas a vida, mas o palco, criando números que combinam técnicas clássicas e inovações modernas, muitas vezes com elementos digitais, luzes e interação com o público. Entre shows, viagens e preparação para festivais internacionais, encontram tempo para a família e para o constante desenvolvimento da arte. “A magia é quase um vício para nós, mas é o que nos realiza, nos desafia e nos conecta com o público”, afirma Andrély. “É uma arte que te pica, como a música ou a pintura. Você se apaixona e nunca mais larga.” Portugal: um novo começo Chegar a Portugal, há mais de 20 anos, significou um novo começo. “Quando viemos, minha filha tinha apenas dois anos. Trabalhei alguns meses em uma loja de mágica até começar a receber convites para shows”, lembra Andrély. A adaptação ao mercado português foi rápida: os portugueses, acostumados a programas de televisão com mágica e hoje à presença digital de mágicos na internet, demonstram grande interesse e entusiasmo. “Os espetáculos de magia esgotam com facilidade, seja com shows de comédia, grandes ilusões ou close-up. Há público para todas as categorias”, explica Andrély. O público brasileiro, porém, apresenta diferenças sutis. Em cidades brasileiras, há grande demanda por shows teatrais ou festas infantis, enquanto o público português aprecia o entretenimento corporativo, festas privadas e espetáculos familiares. “No Brasil, o close-up é mais difícil de fazer porque o público quer descobrir o segredo, compete com o ilusionista tentando descobrir a magia. Em Portugal, as pessoas se encantam, aproveitam o momento, prestam atenção, sem se preocupar em decifrar os truques”, comenta Andrély. O encantamento que proporcionam ao público é, para ele e Flávia, a maior recompensa: “O sorriso das crianças, os aplausos dos adultos, isso faz a gente querer evoluir cada vez mais”, completa Flávia. Festivais internacionais  Em fevereiro, o casal estará em Blackpool, na Inglaterra, para participar do maior congresso de mágica do mundo, onde 4 mil mágicos se reúnem para workshops, conferências e apresentações. “É essencial se reciclar, conhecer novas técnicas e produtos, e aprender com outros profissionais”, diz Andrély. A carreira também é marcada pela versatilidade: da grande ilusão em teatros a números de comédia interativos, ele adapta seus shows ao público. O ilusionista leva a magia a lugares inusitados, como centros de Alzheimer, onde a plateia, mesmo com dificuldades cognitivas, conecta-se profundamente com o espetáculo. O retorno da plateia transforma cada apresentação em um momento único para ambos, salienta ele. Quando questionado sobre a essência de sua arte, Andrély resume: “O que encanta é ver o impossível acontecer ao vivo, como efeitos especiais de um filme, mas diante dos seus olhos. As pessoas sabem que é truque, mas o impossível parece real”. Dicas para os novos ilusionistas As tecnologias podem representar uma oportunidade para a profissão, nota ele. “A magia vai continuar sendo necessária, especialmente em tempos de tecnologia e inteligência artificial. As pessoas querem ver a experiência ao vivo, sentir o encantamento”, aposta. “É uma profissão com futuro, mesmo em um mundo cada vez mais digital. Começar em pequenos eventos e crescer paralelamente aos estudos garante segurança e experiência.” Após mais de três décadas de carreira, Andrély segue inspirado por grandes mestres da ilusão, como Lance Burton e David Copperfield, e deixa a dica para a nova geração de mágicos: “Aprendam os clássicos, desenvolvam seu estilo, assistam shows ao vivo e nunca deixem de estudar. Há espaço e mercado para quem se dedica de verdade”. Andrély sabe o valor de começar desde cedo e garante que assistir apresentações ao vivo faz toda a diferença. “A experiência de ver a mágica acontecer diante dos olhos é totalmente diferente de assistir a vídeos ou na internet. O sentimento é único e o aprendizado é mais profundo.” Em Portugal, Andrély e Flávia Molina transformaram o sonho infantil de um menino do Rio de Janeiro em profissão e paixão, levando a magia para plateias pela Europa e provando que o impossível pode, sim, se tornar realidade.

Aprende portugués con LinguaBoost
Lección 22: ¿Dónde estabas ayer?

Aprende portugués con LinguaBoost

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 9:09 Transcription Available


En esta lección aprenderás las siguientes frases: ¿Dónde estabas ayer? / Fui a una fiesta. / Estaba en el cine junto a un amigo. / Me encontré con unos amigos. / Me encontré con amigos en la cafetería. / Estaba en el campo.

Segurança Legal
#410 – Retrospectiva 2025

Segurança Legal

Play Episode Listen Later Jan 6, 2026 93:20


Neste episódio fazemos uma retrospectiva dos assuntos mais importantes tratados em 2025 no Segurança Legal. Você irá descobrirá os principais temas que dominaram o ano em inteligência artificial, segurança da informação e direito digital. O episódio traz uma análise sobre o aparecimento do Deepseek, explorando como a inteligência artificial transformou o cenário de segurança cibernética. Você irá descobrir os riscos de atrofia cognitiva causados pelo uso excessivo de IA, a importância da proteção de dados pessoais com a LGPD, e como os backdoors em modelos de linguagem ameaçaram a supply chain. O podcast também aborda questões de vigilância digital, as novas regras do Banco Central após fraudes bancárias, a inconstitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil, a aprovação do ECA Digital, vulnerabilidades no gov.br e a questão crítica do analfabetismo funcional digital. Esta retrospectiva cobre ainda aspectos geopolíticos da IA, regulação de inteligência artificial, conformidade com políticas de proteção de dados, e o papel das bigtechs em 2025.  Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana.  Visite nossa campanha de financiamento coletivo e nos apoie!  Conheça o Blog da BrownPipe Consultoria e se inscreva no nosso mailing Imagem do Episódio – Por trás do tempo – Guilherme Goulart

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Portuguese For Listening With Eli And Friends
Episode 267: Talking about Carjacking

Portuguese For Listening With Eli And Friends

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 40:57


To book your conversation with Eli this very week, go to ⁠⁠⁠https://portuguesewitheli.com/get-your-roadmap/⁠⁠⁠To support this podcast, consider leaving a review or making a donation (only if you can, and if you feel this podcast’s helped you

Daniel Ramos' Podcast
Episode 508: 31 de Diciembre del 2025 - Devoción para la mujer - ¨Amanecer con Jesús

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Dec 30, 2025 4:03


==============================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MUJERES 2025“AMANECER CON JESÚS”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================31 de DiciembreVendrá«¡Vengo pronto! ¡Bienaventurado el que guarda las palabras de la profecía de este libro!» (Apocalipsis 22: 7).Mi futuro, o lo que quedaba de él, estaba resuelto. Cursaba el tercer año de la secundaria y no tenía planes de seguir con la preparatoria. Al graduar, me inscribiría en una escuela donde enseñaban a costurar y bordar, pues era todo lo que necesitaba saber mientras Jesús regresaba... y faltaba poco. Un día, mientras mis compañeros planeaban un reencuentro de amigos, alguien sugirió que nos volviéramos a ver dentro de 10 años, a lo que yo respondí: «No creo que lleguemos, Jesús va a regresar antes que eso; quizás en cinco años podamos reunirnos».Mis compañeros que sabían acerca de mi religión, comenzaron a preguntarme a qué me refería y comencé a explicarles acerca de la Segunda Venida de Jesús. Llegó el día de la graduación y nos despedimos. No hubo fecha de reencuentro. Me inscribí en la escuela de corte y confección y aprendí a coser y a bordar. Pasaron los dos años y me gradué. Jesús no regresaba. Me fui a la ciudad de Mérida para estudiar la preparatoria y continuar con las clases de costura... y Jesús no regresaba. Fui a la Universidad de Montemorelos a estudiar la Licenciatura en Enfermería... y Jesús no regresaba. Han pasado más de 20 años desde aquella mañana que les contara a mis compañeros de secundaria acerca del regreso de Jesús, y si hoy estás leyendo el último devocional de este año es porque Jesús todavía no ha regresado. ¡Pero volverá!¿Cuánto tiempo llevas esperando la segunda venida? ¿Una década o dos? Quizás más. Minutos antes de morir, la cantante Del Delker dijo: «Me sorprende que Jesús no haya venido todavía». Sus palabras causaron un profundo impacto en mí, pues en mi niñez solía escucharla en la casetera de mamá con esa voz tan apacible. Me imaginé a mí misma después de haber cantado toda una vida, morir en edad avanzada y que Jesús no haya regresado todavía.Querida amiga, nos vamos al cielo y eso es un hecho. ¿Cuándo?, no lo sabemos; no obstante, la buena noticia es que las señales anuncian que falta menos que ayer. Durante todo este año hemos aprendido y recordado que tenemos un Dios que cumple sus promesas; por lo tanto, ¡volverá! Será un placer conocerte en el cielo bajo el árbol de la vida. Dios te bendiga en este nuevo año.Con cariño: Sayli. 

Viene y Va con Dani G Schulz
5 secretos para explotar tu marca personal

Viene y Va con Dani G Schulz

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 49:26


Fui al concierto de Bad Bunny en la Ciudad de México y reconocí 5 claves que tiene cada marca principal exitosa. Hoy te las comparto con ejemplos para que las apliques a la industria que sea. Si quieres realmente explotar tu marca personal o de productos en este 2026 en redes sociales, te espero en The Content Formula. - DESCUENTO DE $334 US disponible: https://www.danischulzinc.com/tcf⁠ www.danischulzinc.com | IG: @danigschulz | TikTok: @danigschulzPregúntale a Dani: ⁠https://www.danischulzinc.com/podcast⁠ 

Puedes Hacerlo
302. La soledad que engorda: el conflicto oculto detrás de la retención de líquidos.

Puedes Hacerlo

Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 9:34


La soledad que engorda: el conflicto oculto detrás de la retención de líquidos. Antes de comenzar quiero darte un aviso importante. En este episodio voy a mencionar conceptos relacionados con la descodificación biológica, que es una de las herramientas que utilizo en el acompañamiento dentro de Más Allá del Peso y Mi Mejor Versión. La descodificación biológica es una mirada profunda, muy hermosa y muy poderosa que nos ayuda a comprender los síntomas del cuerpo desde la emoción. Combinada con la transformación de pensamiento, es espectacular para lograr cambios de estilo de vida y transformaciones que van mucho más allá del peso. Si este tema es nuevo para ti, o si quieres comprenderlo mejor, te invito a que cuando termines este episodio escuches el episodio 268 titulado "Descodificación Biológica del Sobrepeso". Ese episodio explica la base de todo esto de manera más sencilla y te va a ayudar muchísimo a conectar con lo que voy a contarte hoy. Te comparto por aquí el enlace del episodio: https://www.monicasosa.com/blog/268  Y ahora si, vamos al tema. La soledad que engorda: el conflicto oculto detrás de la retención de líquidos. Hoy quiero compartirte comparto algo que me abrió los ojos y que estoy segura de que también puede abrir los tuyos. Porque a veces no retenemos líquidos por la comida, ni por la sal, ni por la hormona, ni por haber hecho algo mal. En este episodio te quiero invitar a considerar que a veces retenemos líquidos porque nuestras emociones dicen una cosa… y nuestro cuerpo la escucha antes que nosotras. En descodificación biológica existe un concepto que me fascina: el pez fuera del agua. Es ese momento en que el cuerpo interpreta: "Estoy fuera de mi lugar… estoy sin referencias… estoy sola… no sé dónde estoy… no sé cómo sostenerme." Y cuando alguien vive algo así, su biología activa un programa de supervivencia: guardar agua, retener líquido, protegerse ante la sensación de peligro emocional. El cuerpo no falla. El cuerpo te cuida. Hace poco amanecí súper hinchada. Y le mandé un audio a una amiga mía, terapeuta en descodificación biológica, contándole que había amanecido así. Ella lo escuchó y me dijo: "Mónica, escucha tu audio. Solo escucha cuántas veces dices la palabra 'sola'." Y yo pensé: ¿En serio? ¿Yo dije eso? Pues lo escuché. Y ahí estaban mis palabras: "Estaba sola…", "Fui yo sola…", "No sé si quiero hacerlo sola…" No lo estaba diciendo desde el drama ni desde la víctima. Lo decía como un hecho. Pero mi cuerpo lo escuchó como un mensaje: "Estás sola… estás sola… estás sola…" Y reaccionó cuidándome, reteniendo agua, protegiéndome como un pez fuera del agua. Y claro, yo también necesito mis sesiones. Los terapeutas también necesitamos acompañamiento. Tuve una sesión de descodificación y pude ver con una claridad impresionante lo que mi cuerpo estaba tratando de hacer por mí. Pude sentir lo que me estaba pesando emocionalmente. Pude ver el origen de esa soledad interna. Y lo más importante: pude conectar profundamente con esa poderosa sensación de "estoy conmigo y para mí." Fue hermoso. Fue liberador. Y fue muy sanador. Si tú eres alguien que amanece con los ojos hinchados, tiene retención de líquidos recurrente, sube y baja en inflamación sin explicación, siente bolsas en los ojos, piernas pesadas o hinchazón repentina, te invito a considerar algo: tal vez tu cuerpo está reaccionando a una emoción que no se ha sentido acompañada. Tal vez hay una parte de ti que se ha sentido sola. Y tu biología lo ha intentado sostener por ti. No es tu culpa. No eastás mal. No estás fallando. Es tu cuerpo diciendo: "Déjame ayudarte a sobrevivir esto." Cuando te des cuenta de que tu cuerpo está en este programa, empieza por recordarte: estoy a salvo conmigo misma, Dios está conmigo, soy guiada, soy amada, estoy conmigo y para mi. Busca apoyo, acompañamiento, presencia. Esto lo estamos trabajando en profundidad dentro del recorrido de Más Allá del Peso, y si tú sientes que este puede ser tu camino, quiero invitarte a unirte a la lista de espera en el siguiente enlace: https://www.monicasosa.com/primerafila Estaré encantada de acompañarte en este proceso para que tu cuerpo deje de sobrevivir y empiece a sentirse en casa contigo.  Mientras tanto, vive espectacular.   Con mi cariño,  Tu coach Mónica              

Un Minuto Con Dios
111625-Perdonar a plazos

Un Minuto Con Dios

Play Episode Listen Later Nov 16, 2025 1:39


Perdonar no siempre ocurre de inmediato; a veces es un camino que se recorre paso a paso. Así es, hay heridas que necesitan tiempo, oración y mucha gracia. Hoy, nombra con precisión la ofensa delante del Señor Jesús y pronuncia esta verdad: “Fui herido, pero no seré definido por esta herida”. Luego, entrégalo al Juez justo y decide dar un paso pequeño de obediencia como dejar de repetir la historia, orar por el bien del ofensor o establecer límites saludables que honren a Dios. No obstante, cuando el dolor regrese, no creas que has fracasado; más bien, vuelve a la cruz y repite: “El Señor Jesús ya cargó con mi culpa y con esta carga”. De manera que tu alma aprenda a soltar en lugar de retener. Así pues, protege tu corazón de la amargura, practica la mansedumbre firme y busca consejería sabia si es necesario. Además, reemplaza el rencor con actos concretos de bondad, porque la obediencia desbloquea los afectos. Recuerda que el perdón no borra la justicia, pero sí rompe el dominio del mal sobre tu historia. Por consiguiente, entrégale al Señor tu memoria y tu futuro. La Biblia dice en Efesios 4:32: “Antes sed benignos unos con otros, misericordiosos, perdonándoos unos a otros, como Dios también os perdonó a vosotros en Cristo”. (RV1960).

Un Mensaje a la Conciencia
«Por ser un mísero fracasado e hipócrita»

Un Mensaje a la Conciencia

Play Episode Listen Later Oct 25, 2025 4:01


En este mensaje tratamos el caso de un hombre que «descargó su conciencia» de manera anónima en nuestro sitio www.conciencia.net y nos autorizó a que lo citáramos, como sigue: «Soy un joven soltero y estudiante.... Lamentablemente, en la adolescencia caí en el vicio de la pornografía y la masturbación.... »Comencé a asistir a una iglesia. Pensé que sería fácil dejar el vicio. He intentado abandonarlo, pero luego recaigo. La culpabilidad y el remordimiento me atormentan.... Fui hombre de oración y de estudio de la Biblia, e incluso predicador y líder de mi iglesia, y sin embargo mi conciencia me condenaba al punto que renuncié. »Ya no puedo más. He perdido la fuerza de voluntad. El vicio del pecado me derrotó.... Siento que Dios no me oye, y que me aborrece por ser un mísero fracasado e hipócrita.» Este es el consejo que le dio mi esposa: «Estimado amigo: »¡Cuánto nos alegra que tenga el valor de contarnos acerca de sus luchas! Usted es valiente y sincero, y digno de respeto por haber renunciado a los puestos que ocupaba en su iglesia. Al dar ese paso difícil, usted se negó a ser hipócrita. »Muchas personas creen que, si uno asiste a la iglesia, con eso da a entender que está libre de pecado. Piensan que la iglesia es un club para personas que afirman que son santas. Por eso, si alguien que es conocido como un pecador asiste a la iglesia, lo tildan de hipócrita. »Sin embargo, esa manera de pensar no tiene validez alguna. La iglesia no es un club para santos; es más bien una clínica para pecadores. Todos los que asistimos a la iglesia somos pecadores. El asistir a la iglesia y estudiar la Biblia juntos nos ayuda a reconocer que somos pecadores y que Jesucristo, el Hijo de Dios, es el único que cumple los requisitos para perdonarnos y liberarnos del pecado. Todos oramos y adoramos a Dios, no porque cumplamos los requisitos para hacerlo, sino precisamente porque Cristo acepta a cualquier pecador que quiere dejar de pecar.... »... Por eso le recomendamos que busque a un líder con madurez espiritual conocido por ser sabio y digno de confianza. Pregúntele si es capaz de mantener en privado las conversaciones entre los dos. Confiese que usted está luchando con el pecado y que necesita un compañero a quien pueda rendirle cuentas. Pueda que sí, o pueda que no, quiera revelar los pormenores de su pecado, pero determine ser del todo sincero acerca de cuántos días han pasado desde la última vez que pecó. »La próxima vez que peque, pídale perdón a Cristo y luego cuénteselo al compañero ese mismo día. El tenerlo a él acompañándolo en esta lucha hará que salga de su cerebro y quede al descubierto. Reconozca que le llevará bastante tiempo vencer este problema, y que lo que de veras importa es que cada vez no deje de volver a comenzar, negándose a revolcarse en la vergüenza de haber vuelto a caer.» Con eso termina lo que recomienda Linda, mi esposa. El consejo completo puede leerse con sólo ingresar en el sitio www.conciencia.net y pulsar la pestaña que dice: «Casos», y luego buscar el Caso 746. Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net