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Algumas histórias começam pelo meio.E talvez a nossa relação com casa também.Depois de atravessar corpo, memória, imagem, cuidado, criação e ancestralidade, Palavra de Mulher Preta chega ao seu último episódio perguntando:Como construímos pertencimento em movimento?Amanda Julieta e Hanna Gomes refletem sobre deslocamento, autonomia, memória e criação como formas de construir morada no mundo.Aqui, casa não aparece como um ponto fixo.Casa pode ser caminho.Casa pode ser escolha.Casa pode ser aquilo que seguimos construindo enquanto atravessamos.Entre literatura, artes visuais, filosofia e experiência, este episódio nos convida a pensar os modos como seguimos criando abrigo, mesmo em trânsito.✨ EPISÓDIO JÁ DISPONÍVEL
De 8 a 14 de junho, a capital recebe a Brasília Design Week 2026. O evento, que tem como tema “Design que conecta territórios”, ocupa o Memorial dos Povos Indígenas e se espalha por vários outros locais da cidade. Os detalhes na dica cultural de Nita Queiroz
O corpo lembra.O corpo registra.O corpo escreve.No sétimo episódio de Palavra de Mulher Preta, a multiartista Bruna Bastos e a designer, diretora de arte e pesquisadora Adriele Regine atravessam arte, memória, ancestralidade e criação para pensar o corpo negro como território de presença e produção de sentido.Aqui, a palavra não vive apenas na fala.Ela aparece no gesto.Na respiração.Na forma como ocupamos o mundo.Entre poesia, movimento e experiência, a conversa nos convida a refletir sobre aquilo que o corpo guarda, produz e transforma.✨ EPISÓDIO JÁ DISPONÍVEL
Neste episódio, recebemos as sociólogas e pesquisadoras cariocas Maria Isabel (Diretora de Dados do Fogo Cruzado) e Carolina (Coordenadora do GENI/UFF) para uma conversa sobre controle territorial armado e os novos ilegalismos no Rio de Janeiro.Apoie o Caos Planejado.Confira os links do episódio no site.Episódio produzido com o apoio do Grupo OSPA e 0e1 Arquitetos.
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DO CÉU SE MANIFESTA O JUÍZO DE DEUS, SOBRE TODOS QUE DETÉM A VERDADE EM MENTIRA. O que de Deus se pode CONHECER, neles se manifesta. DESDE A CRIAÇÃO DO MUNDO, O SEU PODER ETERNO, NITIDAMENTE SE VEEM PELAS COISAS CRIADAS. MAS, TENDO CONHECIDO DEUS, NÃO O RECONHECERAM COMO DEUS, em seus discursos se perderam, se obscurecendo. Dizendo ser "SÁBIOS", se tornaram LOUCOS. Fizeram do Deus INCORRUPTÍVEL em imagem humana CORRUPTÍVEL. Por isso Deus os entregou. TRANFORMARAM A VERDADE DE DEUS EM MENTIRA; serviram e deram mais VALOR a CRIATURA do que o CRIADOR. Por isso Deus os abandonou. MULHERES E HOMENS DESVIARAM o uso natural à NATUREZA (=se refere aos "crentes" que praticavam estupros, orgias, putaria coletiva, swing...). E, como não se importaram, Deus os deixou. E CHEIOS DE CORRUPÇÃO; SENDO MURMURADORES, DIFAMADORES, INJURIADORES, SOBERBOS, DESOBEDIENTES; NÉSCIOS, FRAUDADORES NOS CONTRATOS. E CONHECENDO O JUÍZO DE DEUS, NÃO APENAS FAZEM, MAS SE AGRADAM DOS QUE TAMBÉM FAZEM. O JUÍZO DE DEUS É DE ACORDO COM A VERDADE. Mas, acumulam fúria no DIA DO SENHOR. QUE RECOMPENSARÁ CADA UM SEGUNDO AS SUAS OBRAS. Sofrimento sobre todos que praticam o mal; primeiro do judeu e também do grego; COM DEUS NÃO HÁ ACEPÇÃO DE PESSOAS. PELA LEI SERÃO JULGADOS. OS QUE PRATICAM A LEI SERÃO JUSTIFICADOS. Vocês que se dizem judeus, "escolhidos"; guias dos cegos; que ensinam outros, não se ensinam? Dizem que não se deve roubar rouba? Se vangloriam na LEI, DESONRAM DEUS PELA TRANSGRESSÃO DA LEI? COMO ESTÁ ESCRITO: O NOME DE DEUS É BLASFEMADO ENTRE OS "ATEUS" POR CAUSA DE VOCÊS. Se são TRANSGRESSORES DA LEI, a circuncisão (=marca dos judeus), se torna incircuncisão. E, SE, A INCIRCUNCISÃO GUARDAR OS PRECEITOS DA LEI, SE CUMPRE A LEI, NÃO JULGARÁ OS TRANSGRESSORES DA LEI? NÃO É JUDEU O QUE É EXTERIORMENTE; É JUDEU O QUE É NO INTERIOR, NO ESPÍRITO. CANCELAMOS A LEI PELA FÉ? OBVIAMENTE QUE NÃO, APLICAMOS A LEI. Romanos 1:18-31; 2:2,5-29; 3:31 JESUS DIZIA, AOS JUDEUS: SE VOCÊS PERMANECEREM NA MINHA PALAVRA, VERDADEIRAMENTE SERÃO MEUS DISCÍPULOS. E CONHECERÃO A VERDADE, E A VERDADE OS LIBERTARÁ. E DISSERAM: SOMOS DESCENDÊNCIA DE ABRAÃO, E NUNCA SERVIMOS NINGUÉM. COMO VOCÊ DIZ: SERÃO LIVRES? EU AFIRMO QUE TODO AQUELE QUE PRATICA CORRUPÇÃO É ESCRAVO DA CORRUPÇÃO. VOCÊS TEM POR PAI AO DIABO, E QUEREM SATISFAZER OS DESEJOS DELE. QUE FOI HOMICIDA DESDE O PRINCÍPIO (=OLHEI E VI UM CAVALO PRETO E O QUE SOBRE ELE ESTAVA, TINHA UMA BALANÇA DESIGUAL EM SUA MÃO. Apocalipse 6:5-6), E NÃO SE FIRMOU NA VERDADE, PORQUE NELE NÃO HÁ VERDADE. QUANDO ELE FALA MENTIRA, FALA DO QUE É PRÓPRIO, PORQUE É MENTIROSO, E PAI DA MENTIRA. QUEM É DE DEUS ESCUTA AS PALAVRAS DE DEUS. João 8:31-34,44-47Ezequiel 21:1-9,25-30 Art. 35. O Estado não intervirá em seus Municípios, nem a União nos Municípios localizados em Território Federal, exceto quando:I – deixar de ser paga, sem motivo de força maior, por dois anos consecutivos, a dívida fundada; II – não forem prestadas contas devidas, na forma da lei; III – não tiver sido aplicado o mínimo exigido da receita municipal na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde; (Redação dada pela EC n. 29/2000) IV – o Tribunal de Justiça der provimento a representação para assegurar a observância de princípios indicados na Constituição Estadual, ou para prover a execução de lei, de ordem ou de decisão judicial.Constituição Federal-Edição STF
Toda imagem conta uma história.Mas quem aprende a construir imagens… também aprende a disputar narrativas.No sexto episódio de Palavra de Mulher Preta, Adriele Regine e Deisiane Barbosa atravessam criação, audiovisual, design e literatura para pensar as imagens como território de memória, linguagem e permanência.Aqui, desenhar não é apenas ilustrar.É imaginar.É estruturar.É criar outras formas de ver — e existir.Entre palavra, imagem e processo criativo, o episódio reflete sobre os bastidores da produção simbólica e a potência das visualidades negras.✨ EPISÓDIO JÁ DISPONÍVEL
Australianos estão entre as centenas de ativistas que foram libertados pelas autoridades israelitas, após terem sido detidos no início da semana. O embaixador de Israel na Austrália, Hillel Newman, defendeu a forma como o seu país lidou com os ativistas da flotilha de ajuda a Gaza. Está a ser desenvolvido um plano para destacar mais enfermeiros para o Território do Norte, de forma a responder ao mais grave surto de difteria registado no país nos últimos 30 anos. Mais mulheres e crianças australianas, com ligações ao Estado Islâmico, terão alegadamente deixado a Síria. Analistas do banco de investimento Morgan Stanley preveem uma descida dos preços da habitação na Austrália entre 5% e 10%. Afonso Eulálio tornou-se o terceiro ciclista português a liderar a Volta a Itália, também conhecida como Giro d'Italia, uma das três maiores provas de ciclismo de estrada do mundo.Boletins de notícias e reportagens no site sbs.com.au/portuguese.Siga-nos também nas redes sociais. Estamos no instagram e no facebook com o nome SBS Portuguese.
Narrar também é conjurar.No quinto episódio de Palavra de Mulher Preta, a palavra atravessa oralidade, memória e imaginação para pensar a literatura como prática de encantamento e criação de mundos.Hildália Fernandes e Feibriss refletem sobre escrita, tradução, ancestralidade e os modos como mulheres negras seguem produzindo futuros possíveis através da palavra.Aqui, fabular não é escapar da realidade.É proteger saberes.É abrir caminhos.É inventar outras possibilidades de existir.
O corpo das mulheres indígenas, quilombolas e negras da Amazônia é o primeiro território de resistência, e a última linha de defesa de um mundo que o capitalismo tenta destruir. No segundo episódio da série Utopias Amazônicas: Conversas com os Autores, recebemos a professora Flávia Marinho Lisbôa, doutora em Letras e Estudos Linguísticos pela UFPA, professora adjunta da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, na Faculdade de Educação do Campo, e no Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPA. Autora do livro Racismo Linguístico e os Indígenas Gavião na Universidade: língua como linha de força do dispositivo colonial(EDUFBA, 2022). No livro Utopias Amazônicas, a professora assina o artigo Corpo-Utópico: Território e Dimensões de Gênero na Amazônia, um ensaio que parte de Foucault, atravessa a Amazônia Oriental e chega até os corpos concretos de mulheres que estão, hoje, segurando o céu com as próprias mãos. Conversamos sobre corpo-território, heterotopia, racismo linguístico, o protagonismo político das mulheres amazônidas, e a violência colonial que atinge primeiro os corpos que mais resistem. Utopia não é o lugar que não existe. É o lugar que sempre esteve ao alcance, e onde os povos originários sempre estiveram.
Paula MelâneoÉ arquiteta (FA/UTL 1999) e MSc. Multimédia-Hipermédia (ENSBA/ENST Paris 2003). Dedica- se à edição, projetos culturais e exposições. Colabora com a imprensa internacional especializada em arquitetura. Integra a produtora cultural Space Collectors, onde é uma das responsáveis pela programação do seu espaço de galeria SPACE ZERO. Faz parte da redação do J—A Jornal Arquitectos, do qual foi co-autora e coordenadora do projeto editorial (2015- 2019). É membro da AICA – Associação Internacional de Críticos de Arte. Foi a curadora do projeto Artificialis: A Natureza das Imagens Latentes apresentado em Guimarães (DGArtes e Universidade do Minho, 2024-2025). Foi co curadora dos projetos: Paraíso, hoje. (Pavilhão de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025); Colecção Arquitectura Portuguesa na Democracia 2000-2024 (Casa da Arquitectura); investigação e exposição Almada: um Território em Seis Ecologias (Museu de Almada, 2020); Geração Z: práticas arquitectónicas portuguesas emergente, exposições e conferências (2009-2011). Em 2001 integrou a redação da arqa revista de arquitectura e arte, que coordenou entre 2010-2016. Integrou a Experimentadesign para quatro edições da Bienal de Design e Arquitetura (2011-2017) enquanto coordenadora editorial e editora, sendo a responsável pela edição de diversos livros e publicações. Luca MartinucciNasceu em Bérgamo na Itália, é arquiteto formado pelo Politécnico de Milão e frequentou a Universidade Lusíada de Lisboa em 2002/2003 ao abrigo do programa Erasmus. Colaborou com diferentes arquitetos e ateliers de arquitetura, em Itália e Portugal. O seu percurso multidisciplinar e interesse na História da Arquitetura e da Arte, bem como na produção de imagem analógica e digital, levaram-no a fundar o 18—25 Research Studio em 2010, que hoje partilha com o arquiteto Filipe Alves e Paula Melâneo. Tem apresentado o trabalho do estúdio em diversas exposições, em Portugal e no estrangeiro, e em conferências em universidades portuguesas. Para além do trabalho desenvolvido no estúdio, Luca Martinucci foi co-curador de Paraíso, hoje. (Pavilhão de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025) e dirige a produtora cultural Space Collectors, onde é um dos responsáveis pela programação do seu espaço de galeria SPACE ZERO. Links: https://www.1825.pt/ https://space-collectors.com/ https://paraisohoje.pt/ https://tigrepapel.pt/loja/ensaio/artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes/ https://lab2pt.net/exhibitions/exposicao-artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes-duplicate-1 Episódio gravado a 18.05.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
Boletim - Previsão do tempo para 20/05
A defesa permanente dos direitos humanos fundamentais será prioridade na condução do Grupo Nacional de Defesa dos Direitos Humanos em Sentido Estrito (COPEDH), assim como já é na atual gestão do Ministério Público do Acre. A afirmação foi feita pelo procurador-geral de Justiça do Acre, Oswaldo D'Albuquerque Lima Neto, ao presidir a primeira reunião do grupo nacional durante a 2ª Reunião Executiva dos Grupos Nacionais do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais dos Ministérios Públicos dos Estados e da União (CNPG), realizada na sede do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), em Brasília.
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Há palavras que se escrevem com linha, tecido e permanência.No quarto episódio de Palavra de Mulher Preta, a conversa atravessa moda, ancestralidade, memória e espiritualidade para pensar o vestir como forma de escrita do mundo.Anthea Xavier e Janja Araújo refletem sobre o tecido como arquivo vivo — lugar onde histórias, saberes e identidades seguem sendo preservados e transmitidos.Aqui, a palavra não aparece apenas na fala.Ela vive no corte.No alinhavo.No gesto de fazer e refazer.
Tradutora australiana Alison Entrekin é condecorada com a Ordem do Rio Branco por levar a literatura brasileira ao público de língua inglesa, incluindo uma nova tradução de "Grande Sertão: Veredas", a obra máxima de Guimarães Rosa. Programa multicultural de caminhada reúne refugiados e imigrantes recém-chegados a Darwin, no Território do Norte, promovendo uma melhor adaptação dos participantes à nova vida na Austrália. Entrevista a Álvaro Garrido, historiador e Professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. "Bacalhau: Um sabor português. Uma história global". Este é o título do livro do autor que reflete sobre a relação do bacalhau com a história social, económica e política portuguesa.
Erick, Rock, Carcará, Batata, Coptulio, Miqueias, Fred Murta, Villas Boas e Paganotto se reúnem para o Fala Glauber News. O programa vai ao ar segundas, quartas e sextas, das 16h00 às 20h00.QUER FAZER PARTE DISSO? ENTÃO BOOORAAA. VEM COM A GENTE E INTERAJA NESSA TRANSMISSÃO AO VIVO!!!VIIIIIIIIBRA!!! INSCREVA-SE NO NOSSO NOVO CANAL: @falaglaubernews CONHEÇA MAIS DOS NOSSOS PATROCINADORES:
A arte cura?No terceiro episódio de Palavra de Mulher Preta, a conversa atravessa cuidado, trauma, espiritualidade e elaboração do sofrimento.A chefe Ana Célia e a rainha-dançarina Lorena Bispo aproximam arte, memória e afeto para pensar os caminhos possíveis de reconstrução de si.Aqui, a palavra aparece como espelho, ferida e possibilidade.Mais do que responder, o episódio propõe escuta:✨ O que ainda está em processo de cura?
Eis que houve um grande TERREMOTO, porque um ANJO DO SENHOR, vindo do céu, chegou, tirou a pedra da porta, e sentou sobre ela. A sua aparência era como um RELÂMPAGO, e as suas ROUPAS BRANCAS como neve. E os soldados, com medo, ficaram como mortos. MAS O ANJO, DISSE ÀS MULHERES: NÃO TENHAM MEDO; EU SEI QUE PROCURAM JESUS. ELE NÃO ESTÁ AQUI, PORQUE JÁ RESSUSCITOU. VÃO, E DIGAM QUE JÁ RESSUSCITOU.Mateus 28:2-7 = Marcos 16:1-7 = Lucas 24:1-10 = João 20:11-18 Antes, pela manhã, os principais fanáticos líderes religiosos, se juntaram contra JESUS, para o matarem; e o entregaram ao presidente Pôncio Pilatos. E JESUS estava em pé diante do presidente, e o presidente o questionou: VOCÊ É O REI DOS JUDEUS? JESUS DISSE: VOCÊ DIZ. E SENDO ACUSADO PELOS PRINCIPAIS FANÁTICOS LÍDERES RELIGIOSOS, NADA RESPONDEU. Ora, os principais fanáticos líderes religiosos, PROCURAVAM FALSA ACUSAÇÃO CONTRA JESUS, para poderem dar pena de morte. MAS NÃO ACHAVAM, apesar de alguns dispostos. E apareceram duas PESSOAS FALSAS, e DISSERAM: ESTE DISSE: EU POSSO DESTRUIR O TEMPLO DE DEUS, E CONSTRUÍ-LO EM TRÊS DIAS. E, se levantando o principal líder, disse: Você não responde nada ao que estes falam contra você? JESUS, PORÉM, PERMANECEU EM SILÊNCIO. E O FANÁTICO LÍDER RELIGIOSO, DISSE: TE SUPLICO PELO DEUS VIVO QUE NOS DIGA SE VOCÊ É O CRISTO, O FILHO DE DEUS. JESUS DISSE: VOCÊ DISSE; E EU AFIRMO, QUE VERÃO O FILHO DO HOMEM COM PODER, VINDO SOBRE AS NUVENS. Mateus 27:1-2,11-14; 26:59-64 = Marcos 15:1-5; 14:55-62 = Lucas 23:1-4 = João 18:33-34,38 E JESUS ACHOU NO TEMPLO OS QUE VENDIAM ANIMAIS, E OS CAMBISTAS. E TENDO FEITO UM CHICOTE, EXPULSOU TODOS FORA DO TEMPLO, TAMBÉM OS ANIMAIS; E ESPALHOU O DINHEIRO DOS CAMBISTAS, E DERRUBOU AS MESAS; E DISSE: TIREM DAQUI, E NÃO FAÇAM DA CASA DE MEU PAI COMÉRCIO. ESTÁ ESCRITO: A MINHA CASA É CASA DO POVO; MAS VOCÊS TRANSFORMARAM EM UM COVIL DE LADRÕES (=DESVIO DE VERBAS PÚBLICAS, FRAUDES, EMENDAS, RACHADINHAS, PENDURICALHOS, GANÂNCIA, SOBERBA...).Mateus 21:12-13 = Marcos 11:15-17 = Lucas 19:45-46 = João 2:14-16 PRESTEM BASTANTE ATENÇÃO: O reino dos céus é parecido a uma REDE jogada ao MAR, e que pega todo tipo de PEIXES. E, estando cheia, puxam para a PRAIA; e separam os que servem; OS QUE NÃO SERVEM, JOGAM FORA. Assim é na consumação do mundo: VEM OS ANJOS, E SEPARAM OS MAUS DOS JUSTOS. HAVERÁ PRANTO E RANGER DE DENTES. ENTENDERAM?Mateus 13:47-51 QUALQUER UM, QUE BLASFEMAR CONTRA O ESPÍRITO SANTO, NUNCA OBTERÁ PERDÃO, MAS É CULPADO DO ETERNO JUÍZO. E NO JUÍZO, TODA PALAVRA INÚTIL QUE DISSEREM, TERÃO DE DAR CONTA (=CALÚNIA, INJÚRIA, DIFAMAÇÃO...).Mateus 12:31-32,36 = Marcos 3:29 = Lucas 12:9-10 AQUELE QUE CAIR SOBRE A PEDRA FICARÁ EM PEDAÇOS, E SOBRE QUEM ELA CAIR SERÁ FEITO EM PÓ. Lucas 20:18Ezequiel 23:1-5,9,11-13,18-19,22,31,35-39,45-49 Art. 33. A lei disporá sobre a organização administrativa e judiciária dos Territórios.§ 1º Os Territórios poderão ser divididos em Municípios, aos quais se aplicará, no que couber, o disposto no Capítulo IV deste Título. § 2º As contas do Governo do Território serão submetidas ao Congresso Nacional, com parecer prévio do Tribunal de Contas da União. § 3º Nos Territórios Federais com mais de cem mil habitantes, além do Governador nomeado na forma desta Constituição, haverá órgãos judiciários de primeira e segunda instância, membros do Ministério Público e defensores públicos federais; a lei disporá sobre as eleições para a Câmara Territorial e sua competência deliberativa.Constituição Federal-Edição STF
Hoje o #PodEntrar invade o território da loba mais icônica da internet: Wanessa Wolf ✨
Lisboa volta a ser a capital da inovação urbana com o Portugal Smart Cities Summit.A ARTE marca presença com a Estratégia nacional de Territórios Inteligentes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 11/05.
Era actualitat dera Val d'Aran en aran
Nem toda palavra é dita.Algumas são encenadas.Fotografadas.Performadas.No segundo episódio de Palavra de Mulher Preta, o corpo aparece como superfície de escrita — lugar onde memória, gesto e imagem se encontram.A atriz e diretora Sara Barbosa e a multiartista Vilma Neres atravessam teatro, fotografia e artes visuais para pensar o corpo negro como arquivo vivo, linguagem e presença.Aqui, a palavra já não vive apenas no discurso.Ela aparece no olhar.Na cena.No movimento.Na forma como o corpo ocupa o mundo.
No primeiro episódio de Palavra de Mulher Preta, a conversa começa pela saúde mental e pelos processos de conhecer e reconhecer a si enquanto sujeito negro no mundo.A psicóloga Edlamar França e a comunicadora e escritora Lugana Olaiá refletem sobre dor, linguagem, escuta e os caminhos possíveis de elaboração do sofrimento psíquico.Entre teoria e experiência, a palavra aparece como ferramenta de compreensão — e também de construção de si.Este é o ponto de partida da temporada:nomear, escutar e reconhecer.
Convidados: Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro De Segurança Pública e Paulo Renato Soares, jornalista da TV Globo e um dos repórteres do documentário ‘Territórios' do Globoplay. O Brasil vive um processo de interiorização da violência, com o avanço das facções criminosas para cidades médias e pequenas. É o que mostram estudos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Enquanto grandes capitais (como Fortaleza, São Luís e Goiânia) reduziram as taxas de homicídios em mais de 60% entre 2013 e 2023, municípios do interior passaram a concentrar episódios de violência antes restritos às metrópoles. Como mostra o documentário do Globoplay “Territórios – Sob o Domínio do Crime”, o crime organizado deixou de ser um fenômeno localizado e passou a atuar de forma articulada em escala nacional e transnacional, apoiado no domínio de territórios, no uso da força armada, na influência dentro do sistema prisional, na penetração em atividades da economia formal e em práticas de corrupção. "A gente escolheu esse nome 'Territórios', porque este é o ponto: é grave a dominação armada de territórios que acontece muito no Rio de Janeiro e está se espalhando por tudo quanto é lugar. Isso subjuga milhões de pessoas. Eles impõem regras a elas, que são consumir produtos e serviços imposto pelos traficantes", disse Paulo Renato Soares, um dos repórteres do documentário. Cidades como Rio Claro, no interior de São Paulo, com cerca de 200 mil habitantes, viraram palco de disputa entre o PCC e o Comando Vermelho. A localização, próxima a grandes rodovias, transformou a cidade em um ponto estratégico para o tráfico. Na Bahia, o município de Juazeiro, a 500 quilômetros de Salvador, reflete esse mesmo movimento. Lá, a taxa de homicídios chega a 76,2 por 100 mil habitantes, três vezes maior que a média nacional. E, na Amazônia Legal, formada por nove estados, a presença do crime organizado já alcança 45% dos municípios. De acordo com Samira Bueno, do Fórum Brasileiro De Segurança Pública, com esse avanço, o Estado precisa considerar a atuação das facções não apenas no âmbito da segurança pública, mas também na formulação de políticas de habitação, transporte e até no processo eleitoral. No Rio de Janeiro, por exemplo, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) tem realizado uma força-tarefa para conter a influência do crime organizado nas eleições.
Existem palavras que nascem no silêncio e atravessam gerações.Palavra de Mulher Preta retorna em uma nova temporada reunindo mulheres negras de diferentes áreas para pensar a palavra como corpo, memória, imagem, criação e pertencimento.Ao longo dos episódios, psicologia, literatura, artes visuais, moda, dança e audiovisual se encontram para refletir sobre como se escreve o mundo a partir de experiências negras.Mais do que um programa, este é um espaço de escuta, troca e elaboração coletiva.
Debate no Conselho de Segurança sobre Oriente Médio ressalta condições humanitárias “calamitosas” nos Territórios Palestinos; representante das Nações Unidas afirma que o cessar-fogo é cada vez mais frágil em Gaza.
Neste episódio, mergulhamos em uma análise profunda e necessária sobre a violência contra as mulheres no Brasil. Mais do que apresentar estatísticas alarmantes — como os 8,2 milhões de vítimas de violência doméstica registrados em 2020 — nós adotamos um olhar geográfico sobre o problema .Entenda como a violência se manifesta de forma diferente em cada território, analisando as disparidades entre as regiões do país , as particularidades dos contextos urbanos e rurais , e como fatores como a pobreza, o isolamento geográfico e a ausência de políticas públicas influenciam essa realidade .Abordamos as raízes do problema na cultura machista, desmistificando frases do cotidiano e explicando as diversas faces da violência — física, psicológica, sexual, patrimonial e moral — que são, todas elas, crimes .Conheça a inspiradora e dolorosa história de Maria da Penha, uma farmacêutica cearense que transformou sua tragédia pessoal em uma luta histórica por justiça . Detalhamos como sua persistência resultou na criação da Lei nº 11.340 (Lei Maria da Penha), considerada uma das melhores do mundo no combate à violência doméstica .Este episódio também é um guia prático para a ação. Saiba exatamente como denunciar e buscar ajuda, com informações sobre o Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) — que funciona 24h, é gratuito e pode ser anônimo — além de outros canais essenciais como o 190 (Polícia Militar), o Disque 100 e as delegacias especializadas (DEAM) .Por fim, discutimos o papel fundamental de cada um de nós na construção de uma sociedade mais igualitária. Com dicas práticas para combater o machismo na escola, em casa e na comunidade , reforçamos que a transformação social começa nas pequenas atitudes do dia a dia .Não fique calado. Conhecimento é poder e a denúncia salva vidas.Principais tópicos abordados:A violência doméstica além da agressão física: psicológica, patrimonial, sexual e moral .Geografia da violência: como o território e o contexto social influenciam os casos no Brasil .A luta de Maria da Penha e as principais medidas da Lei 11.340 .Canais de denúncia e a importância do Ligue 180 .Ações práticas para jovens e adultos combaterem a cultura machista.
Crime organizado eleva necessidades de auxílio a níveis alarmantes; violência está forçando milhares de haitianos a fugir de suas casas; ação de bandidos causa superlotação dos presídios; atuação para reprimir facções tenta conter crise de segurança.
O projeto da Terceira Via, que tem como objetivo criar uma nova conexão entre Serra e Vitória para desafogar o trânsito na região, agora terá o seu traçado sendo construído exclusivamente dentro do município serrano. A Terceira Via terá início em Hélio Ferraz e seguirá contornando Manoel Plaza, São Geraldo e Jardim Limoeiro, passando por São Diogo até chegar a Novo Horizonte. 'Todo o traçado está dentro do território da Serra', como explica em entrevista à CBN Vitória, a secretária de Obras do município, Izabela Roriz. Serão 4,25 quilômetros de extensão, com três faixas por sentido e ciclovia em todo o percurso. A via vai dar continuidade ao binário de Jardim Limoeiro e conectar a Avenida Brasil, em Novo Horizonte, à divisa com Vitória, nas proximidades do Shopping Mestre Álvaro. A nova ligação foi projetada para reduzir gargalos viários entre Serra e Vitória, especialmente nos horários de pico, melhorando o fluxo em corredores como a Rodovia Norte Sul e a Avenida Mestre Álvaro.
Confira no Morning Show desta terça-feira (21): O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), propôs uma revisão de competências do judiciário. O magistrado quer mais rigor para corrupção de juízes. A proposta também prevê o fim da aposentadoria compulsória como punição. Repórter: Marco Viana. A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados deu celeridade à PEC que visa extinguir a jornada de trabalho 6x1. O texto, que propõe a transição para modelos como o 5x2 ou a semana de quatro dias (4x3), foi encaminhado para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O texto deve ser votado nesta quarta-feira (22). O clima é de otimismo pela aprovação. Repórter: Beatriz Souza. As celebrações oficiais do aniversário de 66 anos de Brasília, tradicionalmente realizadas no dia 21 de abril, foram canceladas. Segundo a governadora do Distrito Federal (DF), Celina Leão (PP), a celebração estava orçada em cerca de R$ 25 milhões. O cancelamento ocorre em meio a uma crise fiscal que atinge o governo do DF. Dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP) apontam uma queda dos roubos em geral no Estado de São Paulo. De acordo com a pasta, o recuo foi de 24%. De janeiro a fevereiro, foram 26,4 mil ocorrências. Uma família foi surpreendida por um bando de quatis que invadiu uma casa de praia e fizeram a festa. Os bichinhos abriram salgadinhos e até pularam na piscina. A “invasão” ocorreu em Bertioga, no litoral de São Paulo, e viralizou na internet. O prazo para regularização do título de eleitor termina no dia 6 de maio. O 1º turno das eleições ocorrem no dia 4 de outubro. A solicitação pode ser feita pelo site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou nos cartórios eleitorais e postos de atendimento da Justiça Eleitoral. A repórter Danúbia Braga traz os detalhes. Uma nova esperança para o tratamento do Alzheimer, o Lecanemabe chega ao mercado brasileiro em junho de 2026. O custo do medicamento pode chegar a R$ 11 mil. O doutor Cláudio Lottenberg tira as principais dúvidas sobre a doença. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) negou um pedido da ex-primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro (PL), para exclusão de um vídeo publicado pela ex-deputada federal, Joice Hasselmann, No vídeo, ela chama a esposa do ex-presidente, Jair Bolsonaro (PL), de “amante” e que tem um passado “mais sujo que pau de galinheiro”, entre outros termos. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Guilherme Pupe reúne uma trajetória que impõe respeito.Mestre, doutor e pós doutor, professor, sócio do Mudrovitsch Advogados, Desembargador Eleitoral Titular do TRE do Distrito Federal e Territórios, Diretor da Escola Judiciária Eleitoral Rui Barbosa e Presidente do Colégio Permanente dos Juristas Eleitorais, construiu um caminho de muita consistência, estudo e atuação de alto nível.Sua história combina produção acadêmica relevante, participação institucional de destaque e advocacia sofisticada, sempre com seriedade, profundidade e senso de responsabilidade.No nosso encontro, falou sobre construção de nome, escolhas profissionais, a importância de se cercar de boas pessoas e lições valiosas colhidas ao longo da própria trajetória.Uma conversa inteligente, sólida e cheia de boas recomendações para quem leva a advocacia a sério.Sem dúvida, um nome que honra a advocacia. menos
Autor de "Parcelado: dinâmicas de consumo na periferia" fala sobre as razões estruturais para o endividamento de brasileiros que vivem em territórios periféricos
Depois das tempestades na zona centro do país, há muitos verbos para conjugar com urgência: recuperar, apoiar, proteger ou prevenir.Neste episódio, ficamos a saber como podemos preparar territórios para eventos extremos e como prevenir incêndios florestais nas zonas atingidas pelas tempestades. Quão desprotegidas estão? E como é que se recupera ao mesmo tempo a economia local e o património natural?São questões às quais vão responder o engenheiro florestal Paulo Fernandes, também presidente da Estrutura de Missão de Reconstrução da Região Centro, e a arquiteta paisagista Teresa Andresen.Um tema a marcar a atualidade, depois da primeira Presidência Aberta de António José Seguro.O Da Capa à Contracapa é uma parceira da Fundação com a Rádio Renascença.
Depois das tempestades na zona centro do país, há muitos verbos para conjugar com urgência: recuperar, apoiar, proteger ou prevenir. Neste "Da Capa à Contracapa" queremos saber como podemos preparar territórios para eventos extremos e , sobretudo e desde já, como prevenir incêndios florestais nas zonas atingidas pelas tempestades. Quão desprotegidas estão as zonas afetadas no Inverno? Como recuperar ao mesmo tempo a economia local e o património natural? São questões para colocarmos a Paulo Fernandes, Presidente da Estrutura de Missão de Reconstrução da Região Centro e Teresa Andresen, arquiteta paisagista e engenheira agrónoma. Um tema a marcar a atualidade ainda mais depois da primeira Presidência Aberta de António José Seguro.
Alexandre Garcia comenta sobre o avanço de Flávio Bolsonaro no Nordeste e como a conta da reação de Lula será paga pelo eleitor.
Monica Espadaro, Diretora de Operações do Instituto Alcoa, é a nossa convidada nesse episódio do V2V Cast. Na conversa com Bruno Ayres e Marianna Taborda, ela conta como o Instituto concretiza o propósito de promover a transformação coletiva e o desenvolvimento sustentável dos territórios onde a Alcoa atua, focando em educação e na geração de trabalho e renda.
Carregamento saiu do Chipre com 106 toneladas de alimentos e itens de emergência; projeto é realizado em parceria com governo cipriota, escritórios da agência da ONU no Chipre e nos Territórios Palestinos.
Agência Internacional de Energia se reúne para discutir cenários do abastecimento mundial com a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã. Sete integrantes da delegação de futebol feminino do Irã recebem asilo para permanecer na Austrália após a Copa da Ásia. Queensland e Território do Norte enfrentam cheias recordes. No Brasil, Polícia Federal abre investigação sobre trend do TikTok que prega violência contra mulheres que rejeitem investidas de homens.
15 minutos a cada 15 dias.No episódio de hoje, Edmara Galvão comenta sobre a pressão do agronegócio na alteração de em materiais escolares, a adaptação de "O Museu da Inocência", de Orhan Pamuk, com comentário de Cecilia Garcia Marcon, traz curiosidades sobre a história da prensa de Gutenberg, comenta sobre a antologia "Inesquecíveis: quatro séculos de poetas brasileiras", organizada por Ana Rüsche e Lubi Prates, traz o lançamento de um quadrinho que é uma antologia de narrativas indígenas, anuncia o lançamento do documentário inspirado em "A Queda do Céu" no serviço de streaming e comenta sobre a participação de Wagner Moura em adaptação de "Mrs. Dalloway".O episódio também traz uma Resenha Relâmpago da ouvinte Lydianne Aquino sobre "Cartas a uma negra", de Françoise Ega.---RecebidosInesquecíveis: quatro séculos de poetas brasileiras, org. Ana Rüsche e Lubi Prates - Editora Bazar do TempoGarota sobre garota: como a cultura pop colocou uma geração de mulheres contra si mesmas, de Sophie Gilbert (com tradução de Emanuela Siqueira) - Editora TodaviaО último dia da vida anterior, de Andrés Barba (com tradução de Fabiane Secches) - Editora TodaviaO primeiro gato no espaço e a vingança do bebê pirata, de Mac Barnett e Shawn Harris (com tradução de Erico Assis) - Editora TodaviaUma história da literatura brasileira contemporânea: a narrativa, de Regina Dalcastagné - Editora Todavia---Links citadosPressão do agro altera conteúdos de livros escolares, denunciam editoresAntologia "Territórios Compartilhados" desafia imaginários e celebra a ancestralidade com protagonismo indígenaSo, Gutenberg Didn't Actually Invent Printing As We Know It
Mensagem de 25 de Janeiro de 2025 de Jackson António com o título "Tomando Territórios Pelo Som do Avivamento".
Luís Schmidt é socióloga e investigadora coordenadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-ULisboa). Faz parte da equipa que introduziu a Sociologia do Ambiente em Portugal, tanto na investigação, como no ensino, como na articulação entre academia e sociedade. Neste sentido, integrou o grupo de investigadores que criou e montou o OBSERVA (Observatório de Ambiente, Território e Sociedade), que atualmente coordena, e onde desenvolve vários projetos de investigação que articulam ciências sociais e ambiente. Desde logo, referiram-se os primeiros grandes inquéritos sobre valores e práticas ambientais e também as análises mediáticas longitudinais sobre as questões de Ambiente e Natureza.
Está previsto calor extremo até ao fim da semana no estado de Vitória, na Tasmânia, na Austrália do Sul, no Território da Capital Australiana e em Nova Gales do Sul. Aumenta o número de vítimas mortais resultante da operação militar dos Estados Unidos durante a qual o Presidente da Venezuela Nicolás Maduro e sua esposa foram detidos. Anthony Albanese anuncia plano de apoio financeiro para suportar as comunidades do noroeste de Queensland, afetadas por cheias intensas. Em Portugal, o Futebol Clube do Porto estabelece um recorde histórico na Liga Portuguesa e prepara-se agora para os quartos de final da Taça de Portugal. Estas e outras notícias em destaque no noticiário de hoje.
[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 15 de janeiro de 2025.] Hoje é uma região autónoma da Dinamarca, mas Donald Trump gostaria de transformá-la no 51º estado dos Estados Unidos. Esta é a história da Gronelândia e das razões para andarmos a falar tanto dela.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pauta:1) PUTIN INSISTE NOS TERRITÓRIOS E AMEAÇA A EUROPA2) TRUMP FICANDO SEM SAÍDA NA QUESTÃO VENEZUELANA3) ESTAMOS DE OLHO4) BOA NOTÍCIA
Neste episódio do podcast Mulheres Reais, a conversa foi sobre um tema urgente: a crise de saúde mental que atravessa o Brasil e o mundo. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que uma em cada oito pessoas convive com algum transtorno mental — e, segundo a convidada do episódio, Tide Setúbal, psicóloga, psicanalista e coordenadora do programa Saúde Mental e Territórios Periféricos, essa realidade é ainda mais dura quando se olha para quem vive nas periferias urbanas. “A saúde mental não é solta no espaço. Ela está ligada ao modo como vivemos — à renda, ao tempo de deslocamento, à moradia, às relações familiares, à cor da pele, ao gênero, à solidão e à falta de lazer”, afirma. Para Tide, os fatores estruturais da vida cotidiana são determinantes no adoecimento psíquico. Mulheres sobrecarregadas, mães solo, pessoas negras e moradores de regiões periféricas enfrentam pressões múltiplas e, muitas vezes, não encontram acolhimento adequado na rede pública. Segundo a especialista, há um cenário alarmante: os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) estão lotados, especialmente nas regiões mais vulneráveis. “Há CAPS que deveriam atender 300 pessoas por mês e hoje cuidam de mil”, relata. Nas UBSs, o quadro é semelhante — e em muitos casos, o atendimento é feito por uma “meia psicóloga”, profissional que se divide entre duas unidades. Para tentar suprir essa carência, Tide Setubal coordena o projeto Territórios Clínicos, que apoia iniciativas locais e clínicas comunitárias nas periferias de São Paulo. O grupo também mapeou serviços públicos e sociais que oferecem atendimento psicológico gratuito ou de baixo custo, disponíveis no site do instituto que leva o nome de sua avó, a Fundação Tide Setúbal.See omnystudio.com/listener for privacy information.