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Para além da polarização política, existe um diagnóstico que não podemos ignorar. Olavo de Carvalho descreveu, como poucos, o colapso da inteligência brasileira, a manipulação da linguagem e a destruição da alta cultura. Mas como isso afeta a Igreja Adventista?Neste episódio da série A ORDEM, separamos o personagem do pensador. Analisamos as "11 Feridas do Esquecimento Brasileiro" e como a "mente capturada" pelas universidades seculares está criando uma geração de jovens adventistas incapazes de compreender a autoridade profética. Descubra onde o diagnóstico de Olavo é vital para a liderança e onde a sua solução (tradição) falha diante da resposta bíblica (escatologia). Resumo – Uma análise intelectual e desapaixonada do pensamento de Olavo de Carvalho, focada em seu diagnóstico da crise cultural brasileira e suas implicações diretas para a educação, a liderança e a estrutura da Igreja Adventista. Principais Conclusões – O Brasil sofre de um "esquecimento civilizacional" que corrói a memória, a autoridade e a identidade — e isso infectou a Igreja. – A universidade moderna tornou-se uma forja de "mentes capturadas", incapazes de transcendência e hostis à fé bíblica. – A resposta ao caos cultural não é o conservadorismo aristocrático de Olavo, mas a fidelidade profética e representativa do Remanescente. Pontos-Chave – As "11 Feridas do Esquecimento": do desprezo aos heróis à síndrome de vira-lata na teologia. – A crítica à linguagem manipulada ("novilíngua") e como ela destrói a doutrina. – O perigo de importar agendas da ONU/MEC para a Educação Adventista. – Olavo de Carvalho: um diagnóstico preciso, mas um remédio incompleto. – Por que a Igreja não precisa de reacionários, mas de profetas. Conexões Oficiais Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5X http://x.com/alexpalmeira9Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042Website www.startmovements.com Alex Palmeira é um formador de líderes dedicado a catalisar movimentos missionais e fortalecer a liderança apostólica na igreja contemporânea. Com uma abordagem pastoral e teológica, atua como referência em processos de liderança institucional, focando na formação de uma cultura de fidelidade e missão.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (24):Lideranças do Centrão avaliam que brigas públicas no PL, especialmente envolvendo a família Bolsonaro, dificultam a articulação de alianças do pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo interlocutores, os desentendimentos arranham a imagem de moderação que o senador tenta projetar para ampliar apoios na disputa eleitoral. O pastor Silas Malafaia critica declarações de Eduardo Bolsonaro (PL) e afirma que o ex-deputado ajuda mais a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se ficar calado. Em entrevista ao portal Metrópoles, o líder religioso diz que, caso o comportamento continue, o presidente Lula (PT) pode ser beneficiado. Carlos Bolsonaro (PL) também cobra maior engajamento do partido em apoio ao senador. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirma que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é um Bolsonaro mais moderado e diz que, se eleito, o senador fará um governo melhor que o do pai, Jair Bolsonaro (PL). Em jantar com empresários, o dirigente declara que o ex-presidente tinha “destemperos” que o pré-candidato não tem e avalia que o partido não pode repetir erros das eleições de 2022, citando a escolha do general Walter Braga Netto como vice. O presidente interino da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), João Accioly, afirma em oitiva no Senado que as primeiras irregularidades no Banco Master foram identificadas ainda em 2017. Segundo ele, há 200 processos em aberto e comunicações enviadas ao Ministério Público Federal (MPF) sobre riscos de irregularidades. A senadora Leila Barros (PDT-DF) afirma que as informações indicam “omissão clara” de órgãos e autoridades no caso. A Polícia Federal analisa movimentações financeiras de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que somam R$ 2,7 bilhões entre 2016 e 2025. Segundo documentos obtidos pelo jornal O Globo, a média diária das transações chega a R$ 773 mil. Vorcaro é investigado por suspeita de fraude na venda do banco ao BRB e está em prisão domiciliar. A defesa afirma que todas as movimentações foram declaradas às autoridades. O deputado Guilherme Derrite (PL-SP) apresenta relatório do PL Antifacção com proposta de endurecer o combate ao crime organizado. O parecer retoma trechos criticados pelo governo, amplia penas, reforça mecanismos de prisão e investigação e restabelece instrumentos voltados à asfixia financeira de grupos criminosos. O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) envia ofício ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, pedindo providências para a conclusão do inquérito das fake news, aberto em 2019. No documento, a entidade afirma que a apuração se prolonga por tempo excessivo, manifesta preocupação com a ampliação do escopo da investigação e cita possível impacto à segurança jurídica. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
A Ordem dos Advogados do Brasil enviou um ofício ao ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal, pedindo a conclusão do Inquérito nº 4781, conhecido como inquérito das fake news.Na solicitação, a OAB manifestou “extrema preocupação institucional com a permanência e conformação jurídica de investigações de longa duração”.Duda Teixeira e Madeleine Lacsko comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #OAB #STF #FakeNews #Justiça #Direito #AlexandreDeMoraes #LiberdadeDeExpressão #Constituição #Brasilia #NoticiasPolitica
A Ordem dos Advogados do Brasil solicitou ao Supremo Tribunal Federal o encerramento do chamado “inquérito das fake news”, aberto em 2019. O pedido foi encaminhado ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin.A OAB afirma que a investigação se tornou permanente e passou a incluir novos fatos sem limite temporal, o que poderia comprometer o devido processo legal, o sigilo profissional e a liberdade de expressão.O pedido ocorre após operação autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes contra servidores da Receita. A entidade defende que novos casos sejam apurados em procedimentos próprios, com prazo definido.
Jejum intermitente não é só para emagrecer. Neste episódio do Made in Brasil, a Dra. Maíra Soliani explica, com base científica, como o jejum intermitente pode melhorar clareza mental, foco e produtividade, além de apoiar saúde metabólica e longevidade.
O podcast Ordem no Bolso – transmitido pelo Uniforcast no Spotify – é uma extensão do curso de Finanças da Universidade de Fortaleza, em parceria com a TV Unifor e Diretoria de Comunicação, Marketing e Comercial. Foi desenvolvido para orientar o público como se organizar financeiramente de maneira simples, direta, sem enrolação ou solução mágica. Na sua segunda temporada, os 10 episódios destacam temas como planejamento financeiro, consumo consciente, educação financeira em família, dinheiro digital, metas financeiras, previdência, além de muitas orientações sobre como administrar e utilizar seu dinheiro de maneira prática. O convidado é o professor Felipe Sobral, coordenador dos cursos de Ciências Econômicas e o de Finanças, ambos oferecidos pela Universidade de Fortaleza. O docente é também mestre em Administração de Empresas pela Unifor; tem MBA em Marketing pela Universidade Salvador e é graduado em Administração e Ciências Econômicas pela Unifor e em Estilismo em Moda.O podcast Ordem no Bolso é um serviço valioso sobre educação financeira, oferecendo dicas práticas sobre como lidar com o dinheiro.FICHA TÉCNICA:Apresentação: Ana Paula Dantas e Felipe SobralProdução: Ana Beatriz Casseb, Beatriz Barros, Clara de Assis, Fellipe Ferreira, Isabela Fortaleza, Luana Gonzaga e Wivyna Santos.Pesquisa: Ellen Figueiredo, Luiz Henrique Sousa e Rosiane MenezesTécnico de áudio e edição: João Rufino Sales.Coordenadores de produção de podcast: Ana Paula Farias e Max EluardDireção-Geral: Max EluardLivros abordados neste episódio: - “A árvore de dinheiro - Guia para cultivar a sua independência financeira” - por Jurandir Sell Macedo Jr. - Editora Insular, 2013 - 8ª edição. “Os segredos da mente milionária: aprenda a enriquecer mudando seus conceitos sobre o dinheiro e adotando os hábitos das pessoas bem-sucedidas” - T. Haver Eker, Sextante, 2005. - “O papel da alfabetização financeira e do cartão de crédito no endividamento dos consumidores brasileiros.” REMark - Revista Brasileira de Marketing, 2012.
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) subiu o tom e formalizou um pedido para o encerramento do polêmico Inquérito das Fake News, relatado pelo ministro Alexandre de Moraes.A entidade argumenta que a investigação, que já dura anos, fere princípios constitucionais e o sistema acusatório.No entanto, os bastidores de Brasília indicam que a expectativa dentro do STF é de que a investigação continue aberta até pelo menos 2027, servindo como uma espécie de "escudo" para a Corte durante o processo sucessório.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O programa Meio-Dia em Brasília desta segunda-feira, 23, fala sobre o novo episódio da crise sobre o Banco Master e como o presidente do STF, Edson Fachin, tem atuado para blindar o Tribunal das investigações envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro.Além disso, o jornal também aborda o pedido da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para acabar com as investigações relacionadas ao inquérito das fake news.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #BancoMaster #STF #EdsonFachin #DiasToffoli #CasoMaster #DanielVorcaro #CriseNoSTF #Fachin #Toffoli #Suspeição #JustiçaBrasileira #PoliticaBrasileira #NoticiasDoBrasil #Brasilia #Brasil2026 #URGENTE #BastidoresDoPoder #Poder360 #GiroDeNoticias #PF #Investigação #Brasil #News #UltimasNoticias #DebatePolitico #Opiniao #Direito #Politica #Informação
Neste episódio mergulhamos em uma análise profunda e necessária sobre a influência das obras de Robert Greene — autor de As 48 Leis do Poder e As Leis da Natureza Humana — no ambiente eclesiástico. Vivemos um tempo de crise de autoridade, onde a lógica do mundo, baseada na manipulação, na vaidade e no controle, tenta se infiltrar na liderança da Igreja. Discutimos como o pragmatismo "greeneano" transforma o pastor em gestor de crises e o evangelho em performance estética. Confrontamos a visão de Greene, que enxerga o ser humano como um animal a ser domesticado, com a cosmovisão bíblica da regeneração e do serviço. É possível liderar sem ceder ao "jogo do poder"? Como a estrutura profética da Igreja Adventista deve resistir à tentação da técnica em favor da fidelidade escatológica? Um alerta urgente para líderes e membros que buscam entender a diferença entre a autoridade do Cordeiro e a tirania da influência humana. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
*) Este episódio do Podcast 15 Minutos discute o ofício da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, o encerramento do inquérito 4781, conhecido como “inquérito das fake news” ou “inquérito do fim do mundo”.
A Ordem dos Advogados do Brasil, OAB, enviou ofício ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, pedindo que a Corte encerre o inquérito das fake news. As investigações são realizadas pelo Supremo, na relatoria do ministro Alexandre de Moraes, há cerca de sete anos.
Neste episódio do Mais Lento do Que a Luz, recebemos dois convidados que representam bem a engenharia portuguesa. Elói Figueiredo é engenheiro civil, professor universitário e especialista em saúde de estruturas, com trabalho académico e de divulgação dedicado à forma como avaliamos, mantemos e prolongamos a vida das infra-estruturas. Autor de livros e artigos dirigidos ao grande público, tem procurado aproximar a engenharia da sociedade, explicando o impacto das decisões técnicas no quotidiano. E Carlos Matias Ramos, também engenheiro civil e professor, foi presidente do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e Bastonário da Ordem dos Engenheiros, desempenhando um papel central no planeamento do território, nas políticas de infra-estruturas e na construção de grandes obras públicas em Portugal. A sua experiência cruza o ensino, a investigação e a intervenção pública em temas de engenharia. Partindo do livro que escreveram em conjunto — "A Ciência Descobre, a Engenharia Cria: Uma visão da Engenharia em doze axiomas e meio", recentemente saído na colecção Ciência Aberta da Gradiva — a nossa conversa explorou a ideia provocadora dos autores: enquanto a ciência procura compreender o mundo que existe, a engenharia dedica-se a imaginar e a construir aquilo que ainda não existe. Ao longo do episódio, falámos sobre a distinção entre ciência e engenharia, sobre o modo como as grandes obras moldam o nosso quotidiano e sobre os riscos, responsabilidades e falhas que fazem parte da história da engenharia — do vaivém Challenger à Ponte de Entre-os-Rios. Discutimos os axiomas que estruturam o livro, a simplificação como princípio do pensamento do engenheiro, e a presença, muitas vezes invisível, da engenharia na nossa vida diária.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira no Morning Show desta sexta-feira (20): O presidente da Unafisco Nacional, Kléber Cabral, foi intimado a depor à Polícia Federal nesta sexta-feira (20). A oitiva foi determinada por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. A repórter Beatriz Manfredini traz ao Morning Show uma apuração exclusiva: policiais militares de São Paulo estão indo aos gabinetes da Alesp pedir dinheiro de emendas parlamentares para comprar equipamentos básicos. A Secretaria de Segurança Pública negou a falta de insumos, afirmando que destinou R$ 12 bilhões à corporação, e o governo de Tarcísio de Freitas enxerga o movimento como pressão política. Doutrinação ideológica ou liberdade de ensino? O STF derrubou uma lei que proibia professores de abordarem conteúdos que contrariassem as convicções religiosas e morais das famílias. A repórter Anne Beckhauser explica no Morning Show os argumentos dos ministros, que consideraram a norma inconstitucional por ferir a liberdade de ensinar e aprender, além de configurar censura prévia aos professores. Uma pesquisa exclusiva do Instituto Real Time Big Data mostrou a percepção do público sobre a homenagem ao presidente Lula feita pela escola de samba Acadêmicos de Niterói. O repórter Rodrigo Viga traz os dados no Morning Show: a maioria (62%) considerou o ato como propaganda eleitoral antecipada. Veja os detalhes e os sentimentos que o desfile despertou na população O ministro Alexandre de Moraes é o relator da ação penal que acaba de tornar o ex-deputado Eduardo Bolsonaro réu no STF. A acusação afirma que existem provas suficientes de que o filho do ex-presidente atuou nos Estados Unidos para influenciar a aplicação de sanções contra autoridades brasileiras. Acompanhe os detalhes. "Eu sei cozinhar, então vou abrir um restaurante". Você já pensou assim? Cuidado! O diretor do Sebrae, Marcos Vinholi, participou do Morning Show para alertar sobre as armadilhas de abrir um negócio apenas por paixão ou hobby.Descubra como o uso de técnicas e ferramentas de gestão pode impedir que a sua empresa faça parte das estatísticas de falência no Brasil. O clima esquentou no Oriente Médio. O correspondente Eliseu Caetano informa direto dos EUA que forças militares americanas, incluindo porta-aviões e artilharia pesada, estão de prontidão no Canal de Ormuz para um possível ataque. Para evitar uma guerra e aliviar sanções econômicas, o Irã corre contra o tempo. O país anunciou a elaboração de um texto preliminar para um novo acordo nuclear com os Estados Unidos. A grande atriz e humorista Nany People participou do Morning Show para comemorar um marco histórico: 100 apresentações do seu espetáculo de sucesso "Como Salvar um Casamento". Ela bateu um papo divertido com Fernando sobre como a peça aborda as várias camadas de um relacionamento, desde o momento em que o casal se conhece até as inevitáveis diferenças do dia a dia. Parece roteiro de filme, mas aconteceu na vida real. Uma americana se apaixonou perdidamente por um "namorado virtual" criado no ChatGPT. O problema? A versão do aplicativo foi atualizada, o "namorado" deixou de existir e agora ela vive um verdadeiro luto. No Morning Show, a bancada discute o surgimento do "luto digital" e os limites da interação humana com a Inteligência Artificial. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
É uma das mulheres de armas que ajudaram a deitar abaixo o antigo regime. Participou nas revoltas estudantis de 62 e, em 1970, fundou as Brigadas Revolucionárias com o companheiro Carlos Antunes. Viveu na clandestinidade, esteve presa duas vezes antes do 25 de Abril e, na fase do PREC, esteve 4 anos em prisão preventiva, o que a levou a fazer uma longa greve de fome. Em 2004, recebeu das mãos do Presidente Jorge Sampaio o grau de grande oficial da Ordem da Liberdade. Isabel do Carmo, que é também uma das mais notáveis médicas especialistas na área de “endocrinologia, diabetes e nutrição”, revela-se optimista, mas preocupada com o futuro e considera que a ideia de liberdade ainda não serve a uma boa parte da população. Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça..See omnystudio.com/listener for privacy information.
"É bom sinal" que Supremo tenha bloqueado tarifas de importações nos EUA. "Tribunais ainda têm poder de atuação para contrapôr prorrogativa de poder absoluto do Presidente", explica João Albuquerque.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira a edição 41.º do Programa Pela Ordem, veiculado na TV Justiça, e fique por dentro das principais ações da OAB Nacional. Neste episódio especial, você acompanha os destaques da advocacia brasileira e as iniciativas da Ordem em defesa da cidadania, do Estado de Direito e da classe profissional.
Neste episódio da série A ORDEM, mergulhamos no diagnóstico civilizacional de Zygmunt Bauman sobre a Modernidade Líquida e suas implicações devastadoras para a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Vivemos em um tempo onde as instituições se desfazem, a fé é tratada como produto de consumo e a identidade se torna volátil. Como liderar uma comunidade profética em um ambiente que corrói todo tipo de compromisso sólido? Analisamos como a "liquidez" cultural pressiona o sistema representativo da igreja, transformando membros em consumidores exigentes e líderes em gestores de crises emocionais. Discutimos a cegueira moral que surge da burocratização, o perigo da vigilância digital que destrói a confiança e a necessidade urgente de uma resistência escatológica. Não se trata de adaptar a igreja à fluidez do mundo, mas de reafirmar nossa vocação como um corpo sólido, ancorado na revelação e na esperança do Reino. Resumo O episódio utiliza as categorias de Bauman — modernidade líquida, cultura de consumo e cegueira moral — como um espelho para diagnosticar os riscos de desinstitucionalização na fé adventista. Propõe que a resposta à crise não é a informalidade, mas a recuperação da profundidade teológica e da integridade ética. Principais Conclusões A mentalidade de consumo transformou a religião em mercadoria, exigindo que a liderança retome o discipulado radical em oposição ao entretenimento. A estrutura da igreja não é um obstáculo burocrático, mas uma forma necessária de resistência profética contra a dissolução dos laços comunitários. A vigilância líquida e a exposição digital ameaçam a confiança institucional, exigindo uma volta à transparência real e à vida de oração no secreto. Pontos-Chave - A modernidade líquida substitui a cidadania pelo consumo, afetando diretamente a fidelidade e a adoração. - A desinstitucionalização gera ansiedade e fragmentação doutrinária; a forma eclesiástica é proteção, não prisão. - A cegueira moral ocorre quando a eficiência técnica substitui a sensibilidade ética e o cuidado pastoral. - A liderança adventista deve atuar como uma "estaca firme" (Is 22:23), oferecendo solidez em tempos de derretimento moral. Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042 Website www.startmovements.com Sobre Alex Palmeira Alex Palmeira é um formador de líderes focado na revitalização da igreja e no resgate do senso de movimento apostólico. Com experiência na liderança institucional e na plantação de igrejas, ele trabalha a intersecção entre teologia profunda, gestão eclesiástica e missão encarnacional. Seu objetivo é capacitar uma nova geração de líderes que compreendam o tempo em que vivem e respondam com fidelidade bíblica e coragem profética.
Neste episódio da série A ORDEM, realizamos um confronto teológico e escatológico com o pensamento de Noam Chomsky, o "profeta laico" da modernidade. Reconhecido por sua revolução na linguística e por sua crítica feroz ao imperialismo e à manipulação midiática, Chomsky oferece diagnósticos precisos sobre o abuso de poder, mas suas soluções — baseadas no anarquismo e na rejeição de hierarquias — representam um risco sutil à identidade da Igreja Adventista. Exploramos como a visão chomskiana da linguagem como ferramenta biológica contrasta com a visão bíblica da Palavra como Revelação (Logos). Analisamos o perigo de importar o antiinstitucionalismo para dentro da igreja, confundindo autoridade espiritual com tirania. O desafio para a liderança adventista é aceitar a denúncia contra a manipulação ("a manufatura do consenso"), mas rejeitar a anarquia, reafirmando o sistema representativo como uma ordem divina redimida para a missão final. Resumo O episódio disseca a obra de Chomsky em cinco eixos, desde a ontologia da linguagem até a crítica ao Estado, aplicando-os à realidade eclesiástica. Argumenta-se que, embora a crítica ao poder seja necessária para evitar a "Babilônia", a resposta não é a dissolução da ordem (anarquismo), mas a purificação da autoridade sob o senhorio de Cristo. Principais Conclusões A linguagem não é apenas uma estrutura mental ou social, mas um dom sagrado que deve comunicar a Verdade, e não manipular consensos. O anarquismo epistemológico de Chomsky, se aplicado à igreja, leva ao gnosticismo institucional e à fragmentação da missão. A liderança adventista deve ser "representativa e profética", rejeitando tanto o autoritarismo burocrático quanto a desordem libertária. Pontos-Chave - A diferença entre a linguagem como "ferramenta de resistência" (Chomsky) e "veículo de Revelação" (Bíblia). - O risco da "política da desconfiança": quando o cinismo corrói a unidade do corpo de Cristo. - A missão profética exige ordem: a estrutura da igreja não é um fim, mas um canal vital para a proclamação. - A resposta à manipulação midiática e ideológica não é o silêncio, mas a pregação fiel da Palavra. Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042 Website www.startmovements.com Sobre Alex Palmeira Alex Palmeira é um formador de líderes focado na revitalização da igreja e no resgate do senso de movimento apostólico. Com experiência na liderança institucional e na plantação de igrejas, ele trabalha a intersecção entre teologia profunda, gestão eclesiástica e missão encarnacional. Seu objetivo é capacitar uma nova geração de líderes que compreendam o tempo em que vivem e respondam com fidelidade bíblica e coragem profética.
Em Cúpula da União Africana, em Adis Abeba, líder das Nações Unidas disse que é preciso acabar com exploração e pilhagem de recursos naturais e combater fluxos financeiros ilícitos; ele defendeu maior presença e protagonismo africano no Conselho de Segurança.
Confira a edição 40.º do Programa Pela Ordem, veiculado na TV Justiça, e fique por dentro das principais ações da OAB Nacional. Neste episódio especial, você acompanha os destaques da advocacia brasileira e as iniciativas da Ordem em defesa da cidadania, do Estado de Direito e da classe profissional.
"Considerem atentamente Jesus: Cristologia contra apostasia na Epístola aos Hebreus" é uma série de pregações expositivas em vários trechos da carta aos Hebreus, originalmente ensinada na Igreja Presbiteriana Bereia entre Setembro de 2024 a novembro de 2025.
O Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, reafirmou, em Addis Abeba, uma posição firme sobre a Guiné-Bissau, sublinhando a defesa inequívoca da ordem constitucional. Em entrevista à RFI, à margem da 39.ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana, António Guterres, manifestou, ainda, forte preocupação com o terrorismo em Cabo Delgado, Moçambique, e apelou à comunidade internacional, em particular à União Europeia, para reforçar o apoio ao país. RFI em Português : Na Guiné-Bissau os atropelos ao Estado de Direito multiplicam-se: novo golpe de Estado, novamente os militares no poder. Tem acompanhado a situação, como é que olha para o que se passa na Guiné-Bissau? Secretário-Geral da ONU, António Guterres: Em primeiro lugar, nós temos uma posição muito clara de defesa da ordem constitucional e da democracia em todos os países, no mundo e, em particular, em África. E, naturalmente, rejeitamos qualquer golpe de Estado. Rejeitamos qualquer forma inconstitucional de alterar a vida política de um país. Houve aqui uma situação clara. Houve eleições, havia resultados destas eleições e há um golpe de Estado que impede a publicação destes resultados e que cria uma situação que tem que rapidamente chegar ao fim. Tem que se encontrar uma maneira - penso que alguns progressos se registaram - de regressar o mais depressa possível a um Estado constitucional. Ao longo dos seus mandatos fomentou e reforçou o trabalho conjunto entre as Nações Unidas e a União Africana, nomeadamente no âmbito da paz e da segurança. Esta é a sua última cimeira da União Africana enquanto Secretário-Geral das Nações Unidas. Que resultados concretos produziram essas parcerias na prevenção de conflitos e na manutenção da paz? E em que áreas continuam a falhar? Em primeiro lugar, a cooperação entre as Nações Unidas e a União Africana é uma cooperação exemplar e essa cooperação, enquanto tal, não falhou em parte nenhuma. Agora, o que acontece é que.... e dou um exemplo da Somália... Na Somália há uma força da União Africana. Essa força da União Africana é apoiada pelas Nações Unidas. E nós conseguimos aprovar no Conselho de Segurança uma nova resolução que permite forças da União Africana de imposição de paz, financiadas pelas Nações Unidas através das chamadas contribuições obrigatórias, por decisão do Conselho de Segurança. Infelizmente, em relação à situação da Somália, onde há uma força da União Africana, o Conselho de Segurança decidiu não apoiá-la porque houve uma posição muito contrária por parte de um dos países, dos Estados Unidos da América. Ou seja, não há falhas, mas continua a haver muitos desafios? Há muitos desafios e há, naturalmente, muitas dificuldades. O que há é uma cooperação exemplar. Agora, as ingerências externas e a criação de mecanismos que diminuem a confiança entre as diversas forças que se confrontam em vários cenários africanos, tudo isso torna muito difícil a acção das Nações Unidas e a acção da União Africana. Mas, apesar de tudo, há que reconhecer que alguns avanços importantes também têm acontecido. Sobre o Sudão, a guerra no Sudão continua. É a pior crise humanitária de sempre. A ONU ainda tem aqui margem de manobra de influência sobre as partes ? Nós estamos sempre activos com as partes e não só com as partes. Ainda recentemente se fez uma reunião conjunta com a Liga Árabe, com a União Africana e com o IGAD para conjugar esforços. Temos procurado encontrar formas de consenso que permitam um cessar-fogo com a desmilitarização de algumas zonas. E estamos muito activos na procura de soluções parcelares de, como digo, cessar-fogo, acesso humanitário ou desmilitarização de certas zonas. E continuaremos, não desistiremos, como disse, em colaboração com diversos outros países, enquanto não conseguirmos um resultado positivo. Infelizmente há dois grupos, ambos pensam que podem ganhar a guerra, o que torna difícil a paz. E depois há uma ingerência exterior que é evidente, inclusive com o fornecimento de armas aos beligerantes. E uma enorme população que sofre na pele essas consequências. A população sofre terrivelmente com o que se está a passar. A carnificina a que assistimos no Sudão é totalmente intolerável. Moçambique está a braços com duas problemáticas: alterações climáticas e terrorismo no norte. Como é que a ONU continua a olhar para o terrorismo em Cabo Delgado? Com preocupação. O terrorismo em Cabo Delgado é mais uma manifestação de uma expansão do terrorismo em África que nos preocupa enormemente. Temos o Sahel, a Somália, parte norte do Congo, não falo agora do M23, falo dos grupos terroristas propriamente ditos. E, portanto, há aqui uma progressão do terrorismo em África que é extremamente preocupante. O meu apelo é que a comunidade internacional e em particular a União Europeia, para que façam tudo para apoiar Moçambique, para que Moçambique tenha condições para derrotar o terrorismo. Em relação ao clima, é absolutamente vital que as pessoas compreendam que estamos a ir por um mau caminho. Globalmente, já se sabe que os 1,5 graus vão ser ultrapassados. Vamos ter aquilo que os ingleses chamam um “over shooting”. Importa que ele seja tão curto quanto possível. Importa que seja de amplitude tão pequena quanto possível. Ainda é possível, no final do século, ter um aumento de temperatura abaixo de 1,5 graus ou na linha de 1,5 graus. Mas isso implica uma drástica redução das emissões agora. Isso implica a aceleração da transferência dos combustíveis fósseis para a energia renovável e um aumento substancial dos mecanismos de apoio aos países que estão a sofrer as consequências, como é o caso de Moçambique, das alterações climáticas, não tendo contribuído em nada para essas mesmas alterações, porque não têm praticamente emissões. Neste mundo marcado por guerras prolongadas, tensões políticas e a crise climática, as Nações Unidas ainda estão à altura destes desafios globais? O multilateralismo não está em causa? As Nações Unidas têm revelado uma clara capacidade de liderança no plano da ajuda humanitária em todo o mundo. São um instrumento fundamental para apoiar os países em matéria de direitos humanos, em matéria de desenvolvimento. As Nações Unidas ganharam recentemente uma batalha muito importante e acabámos de constituir o primeiro comité científico independente sobre a Inteligência artificial, que será a autoridade universal em matéria do tema que hoje mais preocupa as pessoas. E as Nações Unidas têm tido uma liderança clara na luta contra as alterações climáticas e na defesa de políticas de drástica redução das emissões e de forte apoio aos países afectados, nomeadamente, por exemplo, ninguém mais que as Nações Unidas tem estado ao lado e dando todo o apoio às pequenas ilhas que são, porventura, os mais vulneráveis. Portanto, as Nações Unidas mantêm em todas estas áreas uma acção extremamente importante e em matéria de paz e segurança, continuamos activos. É evidente que não temos exército para combater. Não temos sanções, a não ser aquelas que o Conselho de Segurança aprova. O Conselho de Segurança, infelizmente, está normalmente dividido pelas divisões geopolíticas que existem no mundo. Acusam, muitas vezes, as Nações Unidas daquilo que são os problemas criados pelos Estados-Membros.
Theodore Dalrymple, psiquiatra e crítico cultural, é famoso por denunciar o colapso moral do Ocidente: a vitimização, a rejeição da autoridade e a destruição da família. Seu diagnóstico é brilhante e assustadoramente preciso. Mas será que a solução é apenas um retorno aos "bons costumes"?Neste episódio, analisamos o pensamento de Dalrymple à luz da teologia adventista. Mostramos por que a Igreja não pode se contentar com o conservadorismo cultural. A ordem verdadeira não nasce da etiqueta ou da tradição, mas da Cruz e da esperança escatológica. Descubra como a liderança da IASD deve responder à decadência moral sem cair na armadilha de um moralismo sem redenção. Resumo – Uma análise do pensamento de Theodore Dalrymple sobre a decadência cultural moderna, contrastando seu pessimismo secular com a esperança profética e a missão restauradora da Igreja Adventista. Principais Conclusões – Dalrymple acerta ao diagnosticar a "vitimização" e a "rejeição da autoridade" como causas do caos social. – A moralidade cultural, sem base na revelação bíblica, é insuficiente para sustentar a ordem verdadeira. – A Igreja Adventista não prega apenas "bons valores", mas arrependimento, juízo e a volta de Jesus. Pontos-Chave – A crítica de Dalrymple ao Estado assistencialista e à infantilização da sociedade. – Por que a "ordem" sem Deus se torna apenas estética e elitista. – A diferença entre a hierarquia de mérito (Dalrymple) e a liderança servidora (IASD). – O perigo do pessimismo cultural vs. a esperança do Advento. – Como a estrutura da Igreja protege a verdade em tempos de relativismo. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
Em março de 2025, pais de crianças com síndrome de Down ajuizaram uma ação no Supremo Tribunal Federal contra duas leis do estado do Paraná.Eles diziam que as leis estaduais criavam um ambiente segregado na educação das pessoas com deficiência, que isso batia de frente com o que está escrito na Constituição. E que iam na contramão do que estava sendo feito no restante do mundo em termos de educação de pessoas com deficiência.No alvo da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida pela Federação Nacional das Associações de Síndrome de Down estava uma das entidades mais conhecidas e respeitadas quando se fala em pessoas com deficiência. A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).A associação foi beneficiada pelas leis do Paraná, que davam a ela e a instituições semelhantes o mesmo status de escola, e facilitava a transferência de recursos federais. No embate entre segregação e inclusão gerado pela ADI 7796, as Apaes se posicionaram pela segregação. Elas inclusive atuaram em prol de um decreto do governo Bolsonaro que possibilitaria replicar, no restante do país, o modelo do Paraná.O episódio 153 de Escafandro mergulha fundo nesse embate jurídico e tenta entender que interesses estão por trás das leis paranaenses que vão contra o consenso mundial quando se fala em educação de pessoas com deficiência.Mergulhe mais fundoA nova velha Política Nacional de Educação Especial de 2020: distorcer para retrocederEpisódios relacionados#68: Lindinês e a década das cotas#94: O professor, a fanfarra e o pé de mangaEntrevistados do episódioMeire CavalcanteJornalista, pedagoga, mestra e doutora em Educação Inclusiva pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).Caio SilvaAdvogado, professor, membro do comitê jurídico da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD) e coordenador da diretoria da pessoa com deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Rio de Janeiro.Liana Lopes BassiDoutora em Serviço Social e Políticas Sociais pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Presidente da Federação Paranaense das Associações de Síndrome de Down (FEPASD).Jarbas Feldner de BarrosProfessor e presidente da Federação Nacional das Apaes (Fenapaes).Flávio ArnsSenador da República. Ex-secretário de educação do estado do Paraná.Cléo BohnPresidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD).Ficha técnicaProdução, reportagem e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
A Ordem dos Advogados do Brasil é uma autarquia independente, responsável pela regulamentação do exercício da advocacia
O Bastonário da Ordem dos Engenheiros, Fernando de Almeida Santos, explica que o dique do Mondego pode não resistir à força das águas. Recomenda ao Governo uma verba no Orçamento de Estado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Acompanhar as notícias internacionais nos deixa com o stress de conviver com um alarme permanente disparado, com a sensação de que as regras que deveriam impedir a escalada estão sempre correndo atrás dos fatos. No #535, a gente usa a estética do jogo War pra organizar o caos: ameaça, coerção, pressão territorial, agressão limitada, guerra — como essas ferramentas estão sendo usadas, por quem, onde e o que elas revelam sobre a crise do multilateralismo. A partir desse cenário vamos para a grande questão do momento: estamos vivendo uma transição ou uma ruptura da ordem internacional? O que está em jogo e como países médios (como o Brasil) se defendem quando o tabuleiro e as regras do jogo mudam? Tivemos o privilégio de receber para essa conversa:Lucas Leite — professor de Relações Internacionais da FAAP; pesquisador (INCT/NEU); doutor em RI; Natália Fingerman — professora de RI (ESPM); coordena núcleo de estudos e negócios africanos; mestrado em Sussex; doutorado na FGV; Passa um café, respira e vem entender melhor o mundo em boa companhia. Vamos juntos!
Debate da Super Manhã: Fundamental para o funcionamento das instituições brasileiras, o Código de Conduta do Supremo Tribunal Federal (STF)estabelece princípios, deveres e limites e que estabelece a imparcialidade das decisões e a credibilidade do Judiciário perante a sociedade. No debate desta segunda-feira (9), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre o código de conduta do STF, os deveres dos ministros, o decoro do cargo e as relações institucionais entre os poderes. Participam o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, o cientista político e especialista em Supremo Tribunal Federal (STF), Ernani Carvalho, e o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Pernambuco (OAB/PE), Fernando Ribeiro Lins.
Roger Scruton foi o grande defensor da ordem, da beleza e da tradição no Ocidente. Mas será que sua filosofia conservadora é segura para a Igreja Adventista?Neste episódio, analisamos como o pensamento de Scruton, embora útil para combater o caos moral moderno, esconde um risco mortal para o povo remanescente: a sacralização do passado. Se a tradição se torna o critério final da verdade, como fica a missão profética de denunciar os erros de "Babilônia"? Descubra por que a verdadeira ordem adventista não é a conservação de costumes, mas a fidelidade radical à Palavra de Deus. Resumo – Uma análise crítica da filosofia de Roger Scruton, contrastando sua defesa da tradição cultural com a necessidade adventista de reforma contínua e fidelidade profética. Principais Conclusões – Scruton defende a tradição como fonte de ordem, mas o Adventismo a submete à autoridade superior da Bíblia. – O conservadorismo cultural pode se tornar um obstáculo para a proclamação de verdades impopulares (como o Sábado). – O sistema representativo da IASD equilibra ordem e movimento, evitando tanto o caos quanto o engessamento institucional. Pontos-Chave – A beleza e a ordem na liturgia: onde Scruton e o Adventismo concordam. – O perigo da "ruptura niilista" moderna vs. a "reforma profética" bíblica. – Por que a tradição humana não pode ser o refúgio final da Igreja. – A tensão entre manter a estrutura e avançar na missão escatológica. – A verdadeira ordem: não a nostalgia do passado, mas a obediência ao "Assim diz o Senhor". Alex Palmeira é um formador de líderes dedicado a catalisar movimentos missionais e fortalecer a liderança apostólica na igreja contemporânea. Com uma abordagem pastoral e teológica, atua como referência em processos de liderança institucional, focando na formação de uma cultura de fidelidade e missão. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
A ordem deve ser mantida pela tradição ou reformada pela profecia? Russell Kirk, pai do conservadorismo moderno, defende que a continuidade das instituições e o respeito aos costumes ancestrais são os únicos diques contra a barbárie. Mas será que essa visão é compatível com uma igreja que aguarda o fim da história e o retorno de Cristo?Neste episódio, analisamos o pensamento de Kirk sob a luz da eclesiologia adventista. Discutimos os perigos de uma liderança que, na tentativa de preservar a ordem, substitui a autoridade das Escrituras pela autoridade da cultura. Um estudo indispensável para pastores e líderes que desejam estrutura institucional sem sacrificar o movimento profético. Resumo Este vídeo confronta a filosofia de Russell Kirk com a teologia da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Exploramos como a ênfase conservadora na tradição e na hierarquia cultural pode ameaçar doutrinas centrais como o Sola Scriptura, o sacerdócio universal dos crentes e a esperança escatológica, propondo uma ordem que serve à missão, não à inércia. Principais Conclusões A defesa de Kirk pela ordem moral objetiva é um aliado contra o niilismo moderno, mas torna-se perigosa quando eleva a tradição ao status de revelação. O viés aristocrático de Kirk contradiz o sistema representativo adventista e o sacerdócio universal, que distribui autoridade baseada em dons espirituais, não em elitismo cultural. A verdadeira ordem adventista não é preservacionista, mas escatológica: ela existe para facilitar a pregação do evangelho e preparar o mundo para o juízo, não para manter o status quo. Pontos-Chave O conflito irreconciliável entre a tradição como fonte de verdade e o princípio protestante da autoridade bíblica. A distinção vital entre a prudência administrativa e a paralisia institucional. Como o conservadorismo sem escatologia gera um moralismo comportamental vazio de poder profético. Os riscos do clericalismo cultural dentro da estrutura de governança da igreja. A necessidade de uma liderança que valorize a estabilidade apenas enquanto ela serve à missão redentora. Conexões Oficiais Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042 Website www.startmovements.com Alex Palmeira é um formador de líderes dedicado a catalisar movimentos missionais. Com uma abordagem pastoral e teológica, atua como uma referência em liderança apostólica, auxiliando a igreja a redescobrir sua vocação e a fortalecer suas estruturas para o cumprimento da missão.
Debate da Super Manhã: Com a missão de garantir eleições livres, seguras e transparentes, a Justiça Eleitoral brasileira ocupa um papel central na consolidação da democracia e na capacidade de adaptação a um cenário político, tecnológico e social cada vez mais complexo. No debate desta segunda-feira (2), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre os desafios da Justiça Eleitoral para as eleições 2026, as regras atuais do pleito deste ano, o uso da inteligência artificial e os riscos da IA no processo eleitoral. Participam o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), Fernando Cerqueira, a presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Pernambuco (OAB-PE), Ingrid Zanella, e o professor e procurador regional da República do Ministério Público Federal, Wellington Cabral Saraiva.
Stanley Hauerwas propõe que a Igreja não deve tentar "consertar" o mundo, mas ser o mundo como Deus o criou: uma comunidade alternativa que vive uma história diferente da cultura secular. Mas como essa visão radical se conecta com a necessidade de ordem, estrutura e liderança?Neste episódio, analisamos a teologia de Hauerwas à luz da eclesiologia adventista. Exploramos a tensão entre ser uma "comunidade narrativa" e ter um "governo representativo". Descubra como a liderança adventista pode ser, ao mesmo tempo, organizada e profética, estruturada e espiritual, evitando tanto o institucionalismo frio quanto o caos carismático. Resumo – Uma análise crítica da teologia de Stanley Hauerwas sobre a Igreja como "comunidade alternativa", confrontando-a com o sistema representativo e a missão escatológica da Igreja Adventista. Principais Conclusões – A Igreja não existe para servir ao Estado ou à cultura, mas para testemunhar uma nova ordem social baseada no Reino de Deus. – A ética cristã não é sobre regras abstratas, mas sobre a formação de caráter dentro de uma comunidade fiel. – A estrutura e a organização da Igreja Adventista não são inimigas da profecia, mas veículos necessários para a missão global. Pontos-Chave – O conceito de "Comunidade Narrativa" de Hauerwas e sua aplicação ao povo remanescente. – Por que a liderança espiritual depende mais de virtude e caráter do que de eficiência técnica. – A crítica à aliança Igreja-Estado e a defesa da liberdade profética. – Como o sistema representativo adventista equilibra autoridade e comunidade. – A necessidade de uma liderança que seja bíblica, apostólica e escatológica. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042 Alex Palmeira é um formador de líderes dedicado a catalisar movimentos missionais e fortalecer a liderança apostólica na igreja contemporânea. Com uma abordagem pastoral e teológica, atua como referência em processos de liderança institucional, focando na formação de uma cultura de fidelidade e missão.
Charles Taylor, em sua obra monumental A Secular Age, define a nossa época não pela ausência de religião, mas pela mudança nas condições da fé: Deus deixou de ser uma certeza cósmica para se tornar uma "opção" entre muitas. Vivemos a era do "Eu Blindado" (Buffered Self), onde a busca por autenticidade pessoal substituiu a obediência à verdade revelada.Neste episódio, exploramos como essa mudança sísmica no imaginário moral afeta a Igreja Adventista. Quando a transcendência desaparece, a igreja corre o risco de se tornar uma ONG de serviços terapêuticos e o pastor, um facilitador de bem-estar. Analisamos como resgatar o Telos (propósito final) e a liderança profética em um mundo que perdeu a capacidade de olhar para o céu. Resumo – Uma análise do pensamento de Charles Taylor sobre a secularização e o "imaginário social", aplicando seus conceitos à crise de autoridade na igreja e à necessidade de restaurar uma visão escatológica e profética de liderança. Principais Conclusões – A secularização não é apenas o fim da crença, mas a transformação da fé em uma escolha de consumo pessoal. – A cultura da "autenticidade" enfraqueceu a autoridade das Escrituras e da liderança institucional. – A Igreja Adventista não pode ser uma prestadora de serviços religiosos; ela precisa ser uma contracultura escatológica. Pontos-Chave – O conceito de "Eu Blindado" e por que o homem moderno é fechado ao transcendente. – A substituição do Telos (glória de Deus) pela busca da felicidade imanente. – O perigo de transformar a liderança pastoral em gestão terapêutica. – Como o sistema representativo da IASD deve resistir à subjetividade moderna. – A restauração da missão profética como resposta ao vazio secular. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042 Alex Palmeira é um formador de líderes dedicado a catalisar movimentos missionais e fortalecer a liderança apostólica na igreja contemporânea. Com uma abordagem pastoral e teológica, atua como referência em processos de liderança institucional, focando na formação de uma cultura de fidelidade e missão.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (27/01/2026): A seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) enviou ao presidente do STF, Edson Fachin, proposta para criação de um código de conduta dos ministros da Corte. As sugestões a Fachin – que deseja implantar um código de ética para os magistrados da Corte – preveem restrições ao julgamento de processos envolvendo parentes de ministros, além de veto a manifestações político-partidárias, ao uso de jatinhos particulares e à exploração de instituições de ensino. Assinado por integrantes da Comissão de Estudos para a Reforma do Judiciário da OAB-SP, o documento propõe 12 artigos de conduta. A resolução foi formulada pelos ex-presidentes do Supremo Ellen Gracie e Cezar Peluso e os ex-ministros da Justiça Miguel Reale Jr. e José Eduardo Martins Cardozo, entre outros jurist E mais: Economia: Caso Master retoma debate sobre responsabilização de auditorias Internacional: Nevasca deixa ao menos 25 mortos nos Estados Unidos Metrópole: STF decidirá sobre fim do limite a barulho em eventos em SP Esportes: Lula reforça pedido da CBF para ter Mundial de ClubesSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Jorge Rodrigues considera que a União Europeia precisa de reforçar a sua política externa comum. Ainda acrescenta que o acordo com a Índia é um passo decisivo para garantir autonomia e segurança.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vivemos em ruínas morais. O filósofo Alasdair MacIntyre, em sua obra After Virtue, diagnostica que a modernidade perdeu a capacidade de definir o "bem humano", substituindo a ética pela preferência pessoal (emotivismo) e a autoridade moral pela eficiência gerencial.Neste episódio, aplicamos essa crítica devastadora à realidade da Igreja. Corremos o risco de substituir pastores por gestores? A nossa estrutura representativa está se tornando uma burocracia técnica, desconectada da virtude e da profecia? Exploramos como a teologia adventista, com sua união única entre tradição e escatologia, oferece a resposta que MacIntyre procura, mas não encontra: uma ordem que não é apenas histórica, mas divina e voltada para o Reino. Resumo – Uma análise profunda sobre a fragmentação moral do Ocidente através das lentes de Alasdair MacIntyre e como isso ameaça transformar a liderança da Igreja em mera gestão administrativa, perdendo sua vocação profética. Principais Conclusões – O "emotivismo" moderno transformou juízos morais em preferências pessoais, destruindo a base da autoridade ética. – A figura do "líder virtuoso" está sendo perigosamente substituída pela do "gestor eficiente" dentro das instituições religiosas. – A Igreja Adventista deve responder a essa crise não apenas com tradição, mas com uma ordem escatológica que une virtude, memória e esperança. Pontos-Chave – A crítica de MacIntyre ao "Gestor" como o personagem central da modernidade. – Por que a técnica e a eficiência não podem substituir a santidade e a sabedoria. – A diferença entre uma tradição morta e a memória profética do povo de Deus. – O perigo de uma igreja que opera por métricas corporativas em vez de fidelidade bíblica. – A necessidade de "Novos São Beneditos" vs. o Remanescente Escatológico. Conexões Oficiais Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5X http://x.com/alexpalmeira9Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042Website www.startmovements.com Alex Palmeira é um formador de líderes dedicado a catalisar movimentos missionais e fortalecer a liderança apostólica na igreja contemporânea. Com uma abordagem pastoral e teológica, atua como referência em processos de liderança institucional, focando na formação de uma cultura de fidelidade e missão.
Pauta:1)TRUMP 2.0 E A ORDEM GLOBAL2)UM ATAQUE AO IRÃ PODE ESTAR PRÓXIMO3)ESTAMOS DE OLHO4)BOA NOTÍCIA
A civilização moderna, ao se afastar de sua matriz espiritual, colapsa sob o peso de suas próprias promessas: liberdade sem verdade e técnica sem ética. O historiador Christopher Dawson diagnosticou essa crise com profundidade profética, afirmando que toda cultura nasce de uma religião. Quando o Ocidente abandonou sua raiz cristã, iniciou um processo de desintegração que hoje se acelera. Este vídeo explora o pensamento de Dawson como uma ferramenta indispensável para a liderança cristã contemporânea. Analisamos como sua visão da história — um campo de batalha entre a ordem divina e a desordem secular — se conecta diretamente aos desafios do governo da Igreja, da educação e da missão profética no tempo do fim, oferecendo um caminho para restaurar uma ordem espiritual em meio ao caos. Resumo – Este vídeo analisa o pensamento de Christopher Dawson, que via a religião como a base de toda cultura. Aplicamos suas ideias à crise da modernidade e aos desafios da liderança e do sistema de governo da Igreja Adventista, propondo uma restauração da ordem espiritual e profética. Principais Conclusões – A crise do Ocidente é, fundamentalmente, uma crise religiosa causada pelo abandono de sua herança cristã. – O sistema de governo da Igreja não deve ser uma estrutura administrativa secular, mas a expressão de uma ordem espiritual e escatológica. – A educação e a liderança adventistas devem resistir ativamente aos modelos tecnocráticos e globalistas para cumprir sua missão profética. Pontos-Chave – Toda cultura nasce de uma religião; a fé não é um adorno, mas a raiz da ordem social. – A história é o palco de uma luta espiritual entre as forças da ordem divina e da desordem secular. – A modernidade busca ordem sem transcendência, progresso sem virtude e liberdade sem verdade. – A estrutura da Igreja precisa ser santa e profética, não apenas administrativamente eficiente. – A educação é o principal campo de batalha entre a fé e a secularização. – A liderança adventista é uma mordomia escatológica, não uma busca por poder. Alex Palmeira é um formador de líderes dedicado a catalisar movimentos missionais e fortalecer a liderança apostólica na igreja contemporânea. Com uma abordagem pastoral e teológica, atua como referência em processos de liderança institucional, focando na formação de uma cultura de fidelidade e missão. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
Hoje, 20 de janeiro, Donald Trump completa um ano de presidência em seu segundo mandato. Um período curto no calendário, mas já suficiente para produzir mudanças profundas no cenário internacional.No programa de hoje, faremos um balanço desse primeiro ano que já entrou para a história pela inflexão que impôs à ordem mundial. Vamos falar da Groenlândia, do Irã, da guerra na Ucrânia e dos principais vetores de transformação da geopolítica contemporânea.Uma conversa para quem quer compreender, com calma e profundidade, o mundo que está tomando forma diante de nós.Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/+IXY-lux3x3A1ZGNhSiga-nos no Twitter - / paulofilho_90 Siga-nos no Linkedin - / paulo-filho-a5122218 Siga-nos no Instagram - / blogdopaulofilho Inscreva-se no canal do Youtube - / paulofil Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK
A Tirania da Urgência: Saul Alinsky, Poder e a Crise do Ministério é um episódio de discernimento espiritual e institucional. Partindo da figura de Saul Alinsky (1909–1972) e de seu Rules for Radicals, analisamos a lógica do conflito permanente, da pressão contínua e da “engenharia da percepção” como gramática moderna de poder — e como essa racionalidade pode se infiltrar na Igreja não por ideologia declarada, mas por métodos silenciosos. Em diálogo com Eric Voegelin, examinamos a tentação gnóstica de “salvar o mundo por técnica”: quando eficácia substitui santidade, urgência substitui formação, e mobilização toma o lugar do discipulado. O episódio desce do plano teórico para o pastoral: instabilidade crônica, transferência pastoral como cultura, colapso do enraizamento, custo invisível para esposas e filhos, e a transformação do ministério em função, não vocação. Por fim, propomos um caminho de resistência: a Igreja como comunidade alternativa (não vanguarda revolucionária), o governo representativo como teologia encarnada, e a escatologia adventista como antídoto à tirania da urgência — resgatando tempo redimido, memória, vínculos e fidelidade ao Cordeiro.
Neste episódio da série A ORDEM, entramos no pensamento de Norberto Bobbio para refletir sobre um tema decisivo para o nosso tempo: os limites do poder, a justiça representativa e a vocação escatológica da liderança adventista. Bobbio, jurista e filósofo político italiano, foi uma das grandes consciências do século XX na defesa do Estado de Direito, da democracia representativa e da limitação da autoridade. Para ele, o problema do poder não era sua existência, mas a ausência de limites — uma advertência que ecoa com força em tempos de populismo, tecnocratização e opacidade institucional. Ao integrar Bobbio ao horizonte teológico da Igreja Adventista do Sétimo Dia, este episódio não seculariza a fé, mas ilumina a estrutura com a razão, submetendo-a à Palavra e ao Espírito. Exploramos como princípios como regra, representação, prestação de contas e transparência dialogam profundamente com a escatologia adventista, o sistema de governo representativo da IASD e a santidade da limitação na liderança espiritual. O episódio percorre: o significado do Estado de Direito e sua releitura espiritual como santificação do poder; a democracia representativa como participação responsável, não elitismo institucional; a transparência como vocação profética contra a tentação da opacidade; e a ordem representativa como resistência à desordem escatológica dos tempos finais. Mais do que uma análise filosófica, este é um chamado pastoral e profético: autoridade só é santa quando é limitada, visível e submissa ao Senhor da Igreja.
O que você vai ouvir aqui é uma radiografia das entranhas onde se formam não apenas as heresias que surgem entre o povo de Deus, mas também o ceticismo institucional e o descrédito denominacional. Vivemos uma crise global de autoridade — nas famílias, nas instituições, nas igrejas. Mas essa crise não começou apenas na política ou na moral: ela começou na interpretação.Começou quando o homem deixou de crer que Deus fala com clareza e passou a tratar a Bíblia como uma opinião entre muitas. A crise da ordem é, portanto, uma crise hermenêutica.
Ricardo analisa a prisão de Nicolás Maduro e explica por que esse fato é decisivo para entender a ditadura venezuelana, o colapso econômico do país e o fim da ordem internacional liberal. A partir da ação dos Estados Unidos na Venezuela, o episódio discute o que realmente significam conceitos como soberania, autodeterminação dos povos e direito internacional, quando confrontados com um regime que persegue, censura e empobrece sua própria população.
Uma mãe portuguesa põe Donald Trump na linha, a Ana lembra o presente do pai de que ela não gostava, a Tia Bli irrita-se com os saldos e a Ana e a Joana inundam o bastonário da Ordem dos Advogados com perguntas sobre casos mediáticos