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Neste episódio da série A ORDEM, realizamos um confronto teológico e escatológico com o pensamento de Noam Chomsky, o "profeta laico" da modernidade. Reconhecido por sua revolução na linguística e por sua crítica feroz ao imperialismo e à manipulação midiática, Chomsky oferece diagnósticos precisos sobre o abuso de poder, mas suas soluções — baseadas no anarquismo e na rejeição de hierarquias — representam um risco sutil à identidade da Igreja Adventista. Exploramos como a visão chomskiana da linguagem como ferramenta biológica contrasta com a visão bíblica da Palavra como Revelação (Logos). Analisamos o perigo de importar o antiinstitucionalismo para dentro da igreja, confundindo autoridade espiritual com tirania. O desafio para a liderança adventista é aceitar a denúncia contra a manipulação ("a manufatura do consenso"), mas rejeitar a anarquia, reafirmando o sistema representativo como uma ordem divina redimida para a missão final. Resumo O episódio disseca a obra de Chomsky em cinco eixos, desde a ontologia da linguagem até a crítica ao Estado, aplicando-os à realidade eclesiástica. Argumenta-se que, embora a crítica ao poder seja necessária para evitar a "Babilônia", a resposta não é a dissolução da ordem (anarquismo), mas a purificação da autoridade sob o senhorio de Cristo. Principais Conclusões A linguagem não é apenas uma estrutura mental ou social, mas um dom sagrado que deve comunicar a Verdade, e não manipular consensos. O anarquismo epistemológico de Chomsky, se aplicado à igreja, leva ao gnosticismo institucional e à fragmentação da missão. A liderança adventista deve ser "representativa e profética", rejeitando tanto o autoritarismo burocrático quanto a desordem libertária. Pontos-Chave - A diferença entre a linguagem como "ferramenta de resistência" (Chomsky) e "veículo de Revelação" (Bíblia). - O risco da "política da desconfiança": quando o cinismo corrói a unidade do corpo de Cristo. - A missão profética exige ordem: a estrutura da igreja não é um fim, mas um canal vital para a proclamação. - A resposta à manipulação midiática e ideológica não é o silêncio, mas a pregação fiel da Palavra. Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042 Website www.startmovements.com Sobre Alex Palmeira Alex Palmeira é um formador de líderes focado na revitalização da igreja e no resgate do senso de movimento apostólico. Com experiência na liderança institucional e na plantação de igrejas, ele trabalha a intersecção entre teologia profunda, gestão eclesiástica e missão encarnacional. Seu objetivo é capacitar uma nova geração de líderes que compreendam o tempo em que vivem e respondam com fidelidade bíblica e coragem profética.
Em Cúpula da União Africana, em Adis Abeba, líder das Nações Unidas disse que é preciso acabar com exploração e pilhagem de recursos naturais e combater fluxos financeiros ilícitos; ele defendeu maior presença e protagonismo africano no Conselho de Segurança.
Confira a edição 40.º do Programa Pela Ordem, veiculado na TV Justiça, e fique por dentro das principais ações da OAB Nacional. Neste episódio especial, você acompanha os destaques da advocacia brasileira e as iniciativas da Ordem em defesa da cidadania, do Estado de Direito e da classe profissional.
"Considerem atentamente Jesus: Cristologia contra apostasia na Epístola aos Hebreus" é uma série de pregações expositivas em vários trechos da carta aos Hebreus, originalmente ensinada na Igreja Presbiteriana Bereia entre Setembro de 2024 a novembro de 2025.
O Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, reafirmou, em Addis Abeba, uma posição firme sobre a Guiné-Bissau, sublinhando a defesa inequívoca da ordem constitucional. Em entrevista à RFI, à margem da 39.ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana, António Guterres, manifestou, ainda, forte preocupação com o terrorismo em Cabo Delgado, Moçambique, e apelou à comunidade internacional, em particular à União Europeia, para reforçar o apoio ao país. RFI em Português : Na Guiné-Bissau os atropelos ao Estado de Direito multiplicam-se: novo golpe de Estado, novamente os militares no poder. Tem acompanhado a situação, como é que olha para o que se passa na Guiné-Bissau? Secretário-Geral da ONU, António Guterres: Em primeiro lugar, nós temos uma posição muito clara de defesa da ordem constitucional e da democracia em todos os países, no mundo e, em particular, em África. E, naturalmente, rejeitamos qualquer golpe de Estado. Rejeitamos qualquer forma inconstitucional de alterar a vida política de um país. Houve aqui uma situação clara. Houve eleições, havia resultados destas eleições e há um golpe de Estado que impede a publicação destes resultados e que cria uma situação que tem que rapidamente chegar ao fim. Tem que se encontrar uma maneira - penso que alguns progressos se registaram - de regressar o mais depressa possível a um Estado constitucional. Ao longo dos seus mandatos fomentou e reforçou o trabalho conjunto entre as Nações Unidas e a União Africana, nomeadamente no âmbito da paz e da segurança. Esta é a sua última cimeira da União Africana enquanto Secretário-Geral das Nações Unidas. Que resultados concretos produziram essas parcerias na prevenção de conflitos e na manutenção da paz? E em que áreas continuam a falhar? Em primeiro lugar, a cooperação entre as Nações Unidas e a União Africana é uma cooperação exemplar e essa cooperação, enquanto tal, não falhou em parte nenhuma. Agora, o que acontece é que.... e dou um exemplo da Somália... Na Somália há uma força da União Africana. Essa força da União Africana é apoiada pelas Nações Unidas. E nós conseguimos aprovar no Conselho de Segurança uma nova resolução que permite forças da União Africana de imposição de paz, financiadas pelas Nações Unidas através das chamadas contribuições obrigatórias, por decisão do Conselho de Segurança. Infelizmente, em relação à situação da Somália, onde há uma força da União Africana, o Conselho de Segurança decidiu não apoiá-la porque houve uma posição muito contrária por parte de um dos países, dos Estados Unidos da América. Ou seja, não há falhas, mas continua a haver muitos desafios? Há muitos desafios e há, naturalmente, muitas dificuldades. O que há é uma cooperação exemplar. Agora, as ingerências externas e a criação de mecanismos que diminuem a confiança entre as diversas forças que se confrontam em vários cenários africanos, tudo isso torna muito difícil a acção das Nações Unidas e a acção da União Africana. Mas, apesar de tudo, há que reconhecer que alguns avanços importantes também têm acontecido. Sobre o Sudão, a guerra no Sudão continua. É a pior crise humanitária de sempre. A ONU ainda tem aqui margem de manobra de influência sobre as partes ? Nós estamos sempre activos com as partes e não só com as partes. Ainda recentemente se fez uma reunião conjunta com a Liga Árabe, com a União Africana e com o IGAD para conjugar esforços. Temos procurado encontrar formas de consenso que permitam um cessar-fogo com a desmilitarização de algumas zonas. E estamos muito activos na procura de soluções parcelares de, como digo, cessar-fogo, acesso humanitário ou desmilitarização de certas zonas. E continuaremos, não desistiremos, como disse, em colaboração com diversos outros países, enquanto não conseguirmos um resultado positivo. Infelizmente há dois grupos, ambos pensam que podem ganhar a guerra, o que torna difícil a paz. E depois há uma ingerência exterior que é evidente, inclusive com o fornecimento de armas aos beligerantes. E uma enorme população que sofre na pele essas consequências. A população sofre terrivelmente com o que se está a passar. A carnificina a que assistimos no Sudão é totalmente intolerável. Moçambique está a braços com duas problemáticas: alterações climáticas e terrorismo no norte. Como é que a ONU continua a olhar para o terrorismo em Cabo Delgado? Com preocupação. O terrorismo em Cabo Delgado é mais uma manifestação de uma expansão do terrorismo em África que nos preocupa enormemente. Temos o Sahel, a Somália, parte norte do Congo, não falo agora do M23, falo dos grupos terroristas propriamente ditos. E, portanto, há aqui uma progressão do terrorismo em África que é extremamente preocupante. O meu apelo é que a comunidade internacional e em particular a União Europeia, para que façam tudo para apoiar Moçambique, para que Moçambique tenha condições para derrotar o terrorismo. Em relação ao clima, é absolutamente vital que as pessoas compreendam que estamos a ir por um mau caminho. Globalmente, já se sabe que os 1,5 graus vão ser ultrapassados. Vamos ter aquilo que os ingleses chamam um “over shooting”. Importa que ele seja tão curto quanto possível. Importa que seja de amplitude tão pequena quanto possível. Ainda é possível, no final do século, ter um aumento de temperatura abaixo de 1,5 graus ou na linha de 1,5 graus. Mas isso implica uma drástica redução das emissões agora. Isso implica a aceleração da transferência dos combustíveis fósseis para a energia renovável e um aumento substancial dos mecanismos de apoio aos países que estão a sofrer as consequências, como é o caso de Moçambique, das alterações climáticas, não tendo contribuído em nada para essas mesmas alterações, porque não têm praticamente emissões. Neste mundo marcado por guerras prolongadas, tensões políticas e a crise climática, as Nações Unidas ainda estão à altura destes desafios globais? O multilateralismo não está em causa? As Nações Unidas têm revelado uma clara capacidade de liderança no plano da ajuda humanitária em todo o mundo. São um instrumento fundamental para apoiar os países em matéria de direitos humanos, em matéria de desenvolvimento. As Nações Unidas ganharam recentemente uma batalha muito importante e acabámos de constituir o primeiro comité científico independente sobre a Inteligência artificial, que será a autoridade universal em matéria do tema que hoje mais preocupa as pessoas. E as Nações Unidas têm tido uma liderança clara na luta contra as alterações climáticas e na defesa de políticas de drástica redução das emissões e de forte apoio aos países afectados, nomeadamente, por exemplo, ninguém mais que as Nações Unidas tem estado ao lado e dando todo o apoio às pequenas ilhas que são, porventura, os mais vulneráveis. Portanto, as Nações Unidas mantêm em todas estas áreas uma acção extremamente importante e em matéria de paz e segurança, continuamos activos. É evidente que não temos exército para combater. Não temos sanções, a não ser aquelas que o Conselho de Segurança aprova. O Conselho de Segurança, infelizmente, está normalmente dividido pelas divisões geopolíticas que existem no mundo. Acusam, muitas vezes, as Nações Unidas daquilo que são os problemas criados pelos Estados-Membros.
Theodore Dalrymple, psiquiatra e crítico cultural, é famoso por denunciar o colapso moral do Ocidente: a vitimização, a rejeição da autoridade e a destruição da família. Seu diagnóstico é brilhante e assustadoramente preciso. Mas será que a solução é apenas um retorno aos "bons costumes"?Neste episódio, analisamos o pensamento de Dalrymple à luz da teologia adventista. Mostramos por que a Igreja não pode se contentar com o conservadorismo cultural. A ordem verdadeira não nasce da etiqueta ou da tradição, mas da Cruz e da esperança escatológica. Descubra como a liderança da IASD deve responder à decadência moral sem cair na armadilha de um moralismo sem redenção. Resumo – Uma análise do pensamento de Theodore Dalrymple sobre a decadência cultural moderna, contrastando seu pessimismo secular com a esperança profética e a missão restauradora da Igreja Adventista. Principais Conclusões – Dalrymple acerta ao diagnosticar a "vitimização" e a "rejeição da autoridade" como causas do caos social. – A moralidade cultural, sem base na revelação bíblica, é insuficiente para sustentar a ordem verdadeira. – A Igreja Adventista não prega apenas "bons valores", mas arrependimento, juízo e a volta de Jesus. Pontos-Chave – A crítica de Dalrymple ao Estado assistencialista e à infantilização da sociedade. – Por que a "ordem" sem Deus se torna apenas estética e elitista. – A diferença entre a hierarquia de mérito (Dalrymple) e a liderança servidora (IASD). – O perigo do pessimismo cultural vs. a esperança do Advento. – Como a estrutura da Igreja protege a verdade em tempos de relativismo. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
Em março de 2025, pais de crianças com síndrome de Down ajuizaram uma ação no Supremo Tribunal Federal contra duas leis do estado do Paraná.Eles diziam que as leis estaduais criavam um ambiente segregado na educação das pessoas com deficiência, que isso batia de frente com o que está escrito na Constituição. E que iam na contramão do que estava sendo feito no restante do mundo em termos de educação de pessoas com deficiência.No alvo da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida pela Federação Nacional das Associações de Síndrome de Down estava uma das entidades mais conhecidas e respeitadas quando se fala em pessoas com deficiência. A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).A associação foi beneficiada pelas leis do Paraná, que davam a ela e a instituições semelhantes o mesmo status de escola, e facilitava a transferência de recursos federais. No embate entre segregação e inclusão gerado pela ADI 7796, as Apaes se posicionaram pela segregação. Elas inclusive atuaram em prol de um decreto do governo Bolsonaro que possibilitaria replicar, no restante do país, o modelo do Paraná.O episódio 153 de Escafandro mergulha fundo nesse embate jurídico e tenta entender que interesses estão por trás das leis paranaenses que vão contra o consenso mundial quando se fala em educação de pessoas com deficiência.Mergulhe mais fundoA nova velha Política Nacional de Educação Especial de 2020: distorcer para retrocederEpisódios relacionados#68: Lindinês e a década das cotas#94: O professor, a fanfarra e o pé de mangaEntrevistados do episódioMeire CavalcanteJornalista, pedagoga, mestra e doutora em Educação Inclusiva pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).Caio SilvaAdvogado, professor, membro do comitê jurídico da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD) e coordenador da diretoria da pessoa com deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Rio de Janeiro.Liana Lopes BassiDoutora em Serviço Social e Políticas Sociais pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Presidente da Federação Paranaense das Associações de Síndrome de Down (FEPASD).Jarbas Feldner de BarrosProfessor e presidente da Federação Nacional das Apaes (Fenapaes).Flávio ArnsSenador da República. Ex-secretário de educação do estado do Paraná.Cléo BohnPresidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD).Ficha técnicaProdução, reportagem e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
A Ordem dos Advogados do Brasil é uma autarquia independente, responsável pela regulamentação do exercício da advocacia
O Bastonário da Ordem dos Engenheiros, Fernando de Almeida Santos, explica que o dique do Mondego pode não resistir à força das águas. Recomenda ao Governo uma verba no Orçamento de Estado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No auge dos preparativos para o Carnaval, uma mobilização no Espírito Santo une as principais instituições de Justiça e Segurança em defesa do respeito às mulheres. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-ES), o Tribunal de Justiça e a Polícia Civil lançaram uma campanha conjunta para alertar que a liberdade da folia jamais deve ser confundida com importunação sexual ou violência.A iniciativa ganha força com a distribuição de materiais informativos e a circulação de um vídeo institucional protagonizado por figuras que quebraram barreiras em suas carreiras. Esta ação reforça que o papel das instituições vai além do julgamento e da punição, passando fundamentalmente pela educação e pela garantia de que o Carnaval seja um ambiente de convivência segura e pautada pela lei.Segundo as idealizadoras, o objetivo é garantir que a alegria da festa não seja interrompida por crimes que ferem os direitos fundamentais e a dignidade feminina. Para detalhar essa mobilização e orientar as foliãs sobre como agir em casos de assédio, recebemos amanhã três lideranças pioneiras: a presidente da OAB-ES, Erica Neves, a presidente do Tribunal de Justiça, Janete Vargas Simões, e a delegada-chefe da Divisão de Atendimento à Mulher, Cláudia Dematté.
Acompanhar as notícias internacionais nos deixa com o stress de conviver com um alarme permanente disparado, com a sensação de que as regras que deveriam impedir a escalada estão sempre correndo atrás dos fatos. No #535, a gente usa a estética do jogo War pra organizar o caos: ameaça, coerção, pressão territorial, agressão limitada, guerra — como essas ferramentas estão sendo usadas, por quem, onde e o que elas revelam sobre a crise do multilateralismo. A partir desse cenário vamos para a grande questão do momento: estamos vivendo uma transição ou uma ruptura da ordem internacional? O que está em jogo e como países médios (como o Brasil) se defendem quando o tabuleiro e as regras do jogo mudam? Tivemos o privilégio de receber para essa conversa:Lucas Leite — professor de Relações Internacionais da FAAP; pesquisador (INCT/NEU); doutor em RI; Natália Fingerman — professora de RI (ESPM); coordena núcleo de estudos e negócios africanos; mestrado em Sussex; doutorado na FGV; Passa um café, respira e vem entender melhor o mundo em boa companhia. Vamos juntos!
O podcast Ordem no Bolso – transmitido pelo Uniforcast no Spotify – é uma extensão do curso de Finanças da Universidade de Fortaleza, em parceria com a TV Unifor e Diretoria de Comunicação, Marketing e Comercial. Foi desenvolvido para orientar o público como se organizar financeiramente de maneira simples, direta, sem enrolação ou solução mágica. Na sua segunda temporada, os 10 episódios destacam temas como planejamento financeiro, consumo consciente, educação financeira em família, dinheiro digital, metas financeiras, previdência, além de muitas orientações sobre como administrar e utilizar seu dinheiro de maneira prática. O convidado é o professor Felipe Sobral, coordenador dos cursos de Ciências Econômicas e o de Finanças, ambos oferecidos pela Universidade de Fortaleza. O docente é também mestre em Administração de Empresas pela Unifor; tem MBA em Marketing pela Universidade Salvador e é graduado em Administração e Ciências Econômicas pela Unifor e em Estilismo em Moda.O podcast Ordem no Bolso é um serviço valioso sobre educação financeira, oferecendo dicas práticas sobre como lidar com o dinheiro.FICHA TÉCNICA:Apresentação: Ana Paula Dantas e Felipe SobralProdução: Ana Beatriz Casseb, Beatriz Barros, Clara de Assis, Fellipe Ferreira, Isabela Fortaleza, Luana Gonzaga e Wivyna Santos.Pesquisa: Ellen Figueiredo, Luiz Henrique Sousa e Rosiane MenezesTécnico de áudio e edição: João Rufino Sales.Coordenadores de produção de podcast: Ana Paula Farias e Max EluardDireção-Geral: Max EluardLivro abordado neste episódio: “Finanças Pessoais Para Todas as Idades: Um Guia Prático" - por José Odalio Dos Santos - Editora Atlas, 2014 - 1ª edição.
Debate da Super Manhã: Fundamental para o funcionamento das instituições brasileiras, o Código de Conduta do Supremo Tribunal Federal (STF)estabelece princípios, deveres e limites e que estabelece a imparcialidade das decisões e a credibilidade do Judiciário perante a sociedade. No debate desta segunda-feira (9), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre o código de conduta do STF, os deveres dos ministros, o decoro do cargo e as relações institucionais entre os poderes. Participam o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, o cientista político e especialista em Supremo Tribunal Federal (STF), Ernani Carvalho, e o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Pernambuco (OAB/PE), Fernando Ribeiro Lins.
Roger Scruton foi o grande defensor da ordem, da beleza e da tradição no Ocidente. Mas será que sua filosofia conservadora é segura para a Igreja Adventista?Neste episódio, analisamos como o pensamento de Scruton, embora útil para combater o caos moral moderno, esconde um risco mortal para o povo remanescente: a sacralização do passado. Se a tradição se torna o critério final da verdade, como fica a missão profética de denunciar os erros de "Babilônia"? Descubra por que a verdadeira ordem adventista não é a conservação de costumes, mas a fidelidade radical à Palavra de Deus. Resumo – Uma análise crítica da filosofia de Roger Scruton, contrastando sua defesa da tradição cultural com a necessidade adventista de reforma contínua e fidelidade profética. Principais Conclusões – Scruton defende a tradição como fonte de ordem, mas o Adventismo a submete à autoridade superior da Bíblia. – O conservadorismo cultural pode se tornar um obstáculo para a proclamação de verdades impopulares (como o Sábado). – O sistema representativo da IASD equilibra ordem e movimento, evitando tanto o caos quanto o engessamento institucional. Pontos-Chave – A beleza e a ordem na liturgia: onde Scruton e o Adventismo concordam. – O perigo da "ruptura niilista" moderna vs. a "reforma profética" bíblica. – Por que a tradição humana não pode ser o refúgio final da Igreja. – A tensão entre manter a estrutura e avançar na missão escatológica. – A verdadeira ordem: não a nostalgia do passado, mas a obediência ao "Assim diz o Senhor". Alex Palmeira é um formador de líderes dedicado a catalisar movimentos missionais e fortalecer a liderança apostólica na igreja contemporânea. Com uma abordagem pastoral e teológica, atua como referência em processos de liderança institucional, focando na formação de uma cultura de fidelidade e missão. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
Há 500 anos nascia o maior poeta da língua portuguesa, Luís Vaz de Camões e os versos que compôs criaram uma obra extraordinária, com destaque para Os Lusíadas, grande clássico da literatura portuguesa. Letícia Fonseca-Sourander, correspondente da RFI em Lisboa No poema épico, que narra a viagem de Portugal à Índia comandada por Vasco da Gama, Camões celebra a pátria, mas também critica o poder. Na epopeia, o poeta usou uma linguagem nova considerada fundadora do português moderno. Para comemorar o 5° Centenário do nascimento de Camões, o governo de Portugal organizou exposições, ciclos de debates, palestras, congressos internacionais, publicações, prêmios, espetáculos, oficinas e concursos, entre outros, que acontecem até junho deste ano. “Celebrar o nascimento de Luís de Camões significa, antes de mais nada, reconhecer a sua atualidade. Tratando-se de alguém que nasceu há 500 anos, o mais natural é que o seu rastro tivesse já desvanecido no pó dos séculos”. Por isso, “celebrar Camões é muito mais do que homenagear um nome maior da literatura portuguesa e da literatura universal: é reconhecer a força duradoura da sua obra, cuja presença atravessa séculos, fronteiras e gerações”, ressalta José Augusto Cardoso Bernardes, catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, especialista em literatura camoniana e comissário-geral da Estrutura de Missão para as Comemorações dos 500 anos de Camões. Em sua entrevista para a RFI, o professor Cardoso Bernardes afirma que “a atualidade de Camões é impressionante, a voz do poeta vem do século 16 e chega ao século 21. Nela, encontramos o conflito entre a injustiça e a justiça. Encontramos um tema impressionantemente moderno, que é a insuficiência das palavras para exprimir a realidade, que pode ser subjetiva ou objetiva. Mas talvez a componente mais atual que existe em Camões é o apelo que ele nos faz para não nos resignarmos, para não aceitarmos aquilo que parece uma fatalidade. Lembro que Camões termina Os Lusíadas exultando os portugueses a partirem; a partirem para algum lugar, mas sobretudo a saírem de si próprios. A vocação universalista que sempre nos caracterizou está nos Lusíadas em forma de retrato profundo”, analisa. A intenção do enorme mosaico de eventos nas comemorações dos 500 anos do poeta é contribuir para a valorização do legado camoniano, promover o seu estudo e divulgação através da pesquisa, criação artística, ação pedagógica e reflexão crítica. Embora o centro da programação - que iniciou em 2024 - aconteça em Portugal, as comunidades portuguesas no mundo e os países de língua portuguesa também participam da celebração. Entre as principais iniciativas deste ano em Lisboa, destaque para a exposição No Rastro de Luís de Camões e o congresso internacional O tempo de Camões, Camões no nosso tempo, ambos na Biblioteca Nacional de Portugal, o ciclo de conferências Camões Hoje no Palácio Galveias, o prêmio Conhecer Camões, a ópera Relicário Perpétuo com libreto de Luísa Costa Gomes, no Teatro São Carlos, e a mesa-redonda As Mulheres no Tempo de Camões, na Biblioteca Nacional de Portugal. O Real Gabinete de Leitura, no Rio de Janeiro, que abrigou um ciclo de conferências sobre o poeta, recebeu do governo de Portugal a Ordem de Camões, no último dia 16. A instituição tem o maior espólio de Camões no Brasil, incluindo um dos exemplares da primeira edição de Os Lusíadas, de 1572. Língua portuguesa e Camões Teria sido a partir dos versos de Os Lusíadas que a língua portuguesa se consolidou. A obra não criou o idioma, mas elevou o português a uma das línguas mais importantes da Europa durante o Renascimento. Camões ao escrever em oitavas rimas, estruturou o português com elegância clássica e o transformou em uma língua literária de prestígio. “Os especialistas na língua de Camões reconhecem a capacidade que ele teve senão de reinventar a língua portuguesa, pelo menos lhe conferir um cunho de modernidade, de musicalidade e até de plasticidade que não existia antes dele. E faz com que os versos de Camões nos toquem de uma forma quase sensorial, para além de uma forma também emocional, e isso é uma característica que começa realmente com ele e que os poetas que vieram a seguir procuram imitar. Nós somos todos devedores desta novidade, desta frescura e modernidade que Camões trouxe para a língua que nós falamos”, contextualiza a escritora Isabel Rio Novo, autora de Fortuna, Caso, Tempo e Sorte: biografia de Luís Vaz de Camões. Como uma das figuras mais agregadoras da cultura portuguesa, Camões se transformou em símbolo da identidade nacional, tanto que o dia da morte do poeta, 10 de junho, é quando se celebra o dia de Portugal e das comunidades portuguesas. Especialista em literatura camoniana, o professor da Universidade de Coimbra, José Augusto Cardoso Bernardes comenta o legado de Luís Vaz de Camões. “Distingo dois aspectos no legado de Camões. Um deles tem a ver com nossa língua, por ventura o nosso maior tesouro. Camões não inventou a nossa língua, mas prestigiou-a, mobilitou-a, converteu-a numa das línguas mais importantes da Europa do seu tempo e assim se mantém até hoje. O segundo legado tem a ver com o fato dele nos ter reunido, de nos ter agregado, é um legado precioso. As comunidades necessitam ter uma referência comum e Camões é a referência comum para os portugueses, e eu diria mais, para os falantes de língua portuguesa”. Influência da lírica e da épica camoniana na literatura brasileira Em uma entrevista para a RTP, Radio e Televisão Portuguesa, o professor de Literatura Brasileira na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ, Eucanaã Ferraz, lembra que é possível perceber a influência de Camões na poesia de Gregório de Matos – um dos maiores poetas brasileiros no período do Barroco, no século 17. “O Gregório tem construções e imagens que são claramente camonianas. Já no século 18, há mais presença de Camões na sintaxe, certos esquemas de rima, tempos verbais. No século 19, o romantismo brasileiro está diretamente ligado aos movimentos de Independência, portanto, há uma espécie de anti lusitanismo e isso evita uma presença de Camões, que é como um sinônimo de literatura portuguesa. Curiosamente é no modernismo, nos anos 20, que a presença camoniana aparece mais livre. Talvez Carlos Drummond de Andrade seja o poeta que melhor compreendeu e incorporou Camões”, explica. Teses e estudos de alguns linguistas portugueses afirmam que o português do Brasil tem uma fonética muito mais parecida com os Quinhentos – ou seja, o século 16, época que Camões viveu, do que o português contemporâneo de Portugal, que parece ter “fome de comer sílabas”. Visto sob este prisma, é possível que Camões falasse com todas as vogais presentes, assim como os brasileiros se expressam. Além do mais, a métrica dos versos decassílabos dos Lusíadas só fecha quando lida com sotaque brasileiro, com todas as vogais átonas bem pronunciadas. Nos anos 80, o cantor e compositor Caetano Veloso celebrou Camões e o idioma que une o Brasil a Portugal na música Língua “Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões. Gosto de ser e de estar e quero me dedicar a criar confusões de prosódias e uma profusão de paródias que encurtem dores e furtem cores como camaleão. A língua é minha pátria, e eu não tenho pátria, tenho mátria e quero fátria”. Os séculos passam, Camões fica “Camões é uma personalidade interessantíssima com uma vida que parece ter saído das páginas de um romance e teve uma particularidade de ter sido tudo aquilo que um homem podia ser no século 16”, conta para a RFI a escritora Isabel Rio Novo. “Foi um humanista, um estudioso, também um soldado, porque toda a sua vida ganhou como um homem de armas, foi um viajante que conheceu praticamente todos os lugares daquilo que então se chamava o império português, e com toda essa riqueza, com todo esse conhecimento e um talento inexplicável do domínio do gênio conseguiu produzir uma obra poética tão notável que ainda hoje nos interpela e nos emociona”, reflete. “Estamos a falar de um homem que desde os vinte e poucos anos teve sempre envolvido em grandes aventuras e desventuras. Longas viagens, experiências de prisão, expedições militares, portanto, estamos a falar de uma vida muito dura, nos intervalos da qual, Camões inexplicavelmente conseguiu produzir uma obra notável; e note-se que aquilo que nós conhecemos, nomeadamente Os Lusíadas e a poesia lírica que lhe é atribuída pode ser apenas uma parte daquilo que ele foi escrevendo ao longo da sua vida. Isto, como eu digo, é do domínio do inexplicável, estamos a falar realmente daqueles gênios da literatura, dos quais provavelmente na literatura universal existe uma mão cheia”, enfatiza Isabel Rio Novo. A lírica de Camões é frequentemente interpretada por biógrafos como o reflexo de uma vida marcada por amores impossíveis, intensos e frustrados. Como mostra um dos mais famosos sonetos do poeta, publicado em 1598, na obra Rimas, “Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é um descontentamento descontente, é dor que desatina sem doer”. Percurso camoniano Muitos mistérios rodeiam a vida de Luís Vaz de Camões. Não se sabe ao certo onde nasceu, onde morou e por onde andou o autor de Os Lusíadas, que viveu no século 16 e se tornou um dos maiores nomes da literatura lusófona. Ao longo dos tempos, Camões se tornou símbolo nacional, mártir literário e a sua consagração como poeta da pátria no imaginário português se mantêm até hoje. Luís Vaz de Camões nasceu provavelmente em Lisboa ou na cidade do Porto, mas a origem de sua família seria da região da Galícia, na Espanha. Reza a lenda que o jovem Camões teria frequentado aulas de Humanidades no Mosteiro de São Cruz, em Coimbra. Na época, a cidade era uma das mais importantes da Península Ibérica e D. Bento de Camões, tio do poeta, era prior do mosteiro e reitor da prestigiosa Universidade de Coimbra. Ainda jovem teria iniciado sua carreira literária como poeta lírico na corte de D. João III. Acredita-se que após uma desilusão amorosa tenha se alistado no Exército da Coroa Portuguesa embarcando para o norte da África em 1547. Foi em Ceuta, no Marrocos, lutando contra os mouros que Camões perdeu o olho direito. Depois deste episódio trágico, o autor quinhentista volta para Lisboa. Intempestivo, ele se envolve em uma briga, desembainha a espada contra um fidalgo e é preso. “Naquela época era preciso bajular o poder, ser humilde, e Camões não era nada disso. Ele era um homem orgulhoso, tinha muita consciência do seu talento, do seu gênio extraordinário e não tinha perfil psicológico para se dar bem com o poder”, explica Vitalina Leal de Matos, professora da Faculdade de Letras de Lisboa. No entanto, o poeta consegue o perdão real em troca de uma espécie de exílio forçado no Oriente, e parte em direção à Goa, na Índia. Luís de Camões navega então os mares que Vasco da Gama havia percorrido meio século antes. Camões viveu cerca de dezessete anos na Ásia, e Goa, chamada de “capital” do império português no Oriente, foi o seu porto seguro. Lá, escreveu sua obra-prima Os Lusíadas. Não há prova de que o poeta viveu na China, mas há relatos de que ele naufragou na costa chinesa e conseguiu salvar o manuscrito de Os Lusíadas, levando-o preso nos dentes até chegar à terra firme. Da Ásia rumou em direção à África; morou em Moçambique e sobrevivia graças a caridade dos amigos. Em 1570 Camões retornou à Lisboa e o rei D. Sebastião autorizou a publicação de Os Lusíadas, poemas sobre as grandezas de Portugal, mas também um prenúncio da decadência do país. Durante os seus últimos anos Camões viveu na miséria, morreu provavelmente vítima da peste no dia 10 de junho de 1580 e foi enterrado como indigente. Um fim triste e solitário. Por proposta da Academia das Ciências de Lisboa, os presumíveis restos mortais de Camões foram transladados e enterrados em um túmulo na Igreja do Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa.
O chamado e a ordem de Deus a Jonas // Pr. Ayrton Zorzi - 01/02/2026
08 de Fevereiro de 2026Preleção: Pr. Sílvio J. Santos
Anabela Veloso, Bastonária da Ordem dos Solicitadores, explica que o apoio técnico surge para evitar fraudes na altura de pedir apoios ou acionar seguros para os danos provocados pelo mau tempo. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Celebra-se hoje a memória dos santos Paulo Miki e companheiros, mártires em Nagasáki, no Japão. Num tempo de grande perseguição contra os cristãos, morreram crucificados oito padres ou religiosos da Companhia de Jesus e da Ordem dos Frades Menores e dezassete leigos, entre eles vários adolescentes
Ministração Igreja da Fazenda
Confira a edição 39.º do Programa Pela Ordem, veiculado na TV Justiça, e fique por dentro das principais ações da OAB Nacional. Neste episódio especial, você acompanha os destaques da advocacia brasileira e as iniciativas da Ordem em defesa da cidadania, do Estado de Direito e da classe profissional.
A ordem deve ser mantida pela tradição ou reformada pela profecia? Russell Kirk, pai do conservadorismo moderno, defende que a continuidade das instituições e o respeito aos costumes ancestrais são os únicos diques contra a barbárie. Mas será que essa visão é compatível com uma igreja que aguarda o fim da história e o retorno de Cristo?Neste episódio, analisamos o pensamento de Kirk sob a luz da eclesiologia adventista. Discutimos os perigos de uma liderança que, na tentativa de preservar a ordem, substitui a autoridade das Escrituras pela autoridade da cultura. Um estudo indispensável para pastores e líderes que desejam estrutura institucional sem sacrificar o movimento profético. Resumo Este vídeo confronta a filosofia de Russell Kirk com a teologia da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Exploramos como a ênfase conservadora na tradição e na hierarquia cultural pode ameaçar doutrinas centrais como o Sola Scriptura, o sacerdócio universal dos crentes e a esperança escatológica, propondo uma ordem que serve à missão, não à inércia. Principais Conclusões A defesa de Kirk pela ordem moral objetiva é um aliado contra o niilismo moderno, mas torna-se perigosa quando eleva a tradição ao status de revelação. O viés aristocrático de Kirk contradiz o sistema representativo adventista e o sacerdócio universal, que distribui autoridade baseada em dons espirituais, não em elitismo cultural. A verdadeira ordem adventista não é preservacionista, mas escatológica: ela existe para facilitar a pregação do evangelho e preparar o mundo para o juízo, não para manter o status quo. Pontos-Chave O conflito irreconciliável entre a tradição como fonte de verdade e o princípio protestante da autoridade bíblica. A distinção vital entre a prudência administrativa e a paralisia institucional. Como o conservadorismo sem escatologia gera um moralismo comportamental vazio de poder profético. Os riscos do clericalismo cultural dentro da estrutura de governança da igreja. A necessidade de uma liderança que valorize a estabilidade apenas enquanto ela serve à missão redentora. Conexões Oficiais Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042 Website www.startmovements.com Alex Palmeira é um formador de líderes dedicado a catalisar movimentos missionais. Com uma abordagem pastoral e teológica, atua como uma referência em liderança apostólica, auxiliando a igreja a redescobrir sua vocação e a fortalecer suas estruturas para o cumprimento da missão.
Citações e trechos do livro “A Primeira e a Última Liberdade”, de Jiddu Krishnamurti.Jiddu Krishnamurti (1895-1986) foi um renomado filósofo e pensador indiano, reconhecido por sua visão única sobre espiritualidade e autotransformação.Nascido em Madanapalle, Índia, foi descoberto na juventude pela Sociedade Teosófica, que o proclamou como o "instrutor do mundo". No entanto, em 1929, Krishnamurti rejeitou essa designação, dissolveu a Ordem da Estrela e seguiu um caminho independente, rejeitando rituais e instituições. Ele passou a vida viajando pelo mundo, dando palestras e escrevendo, sempre focado em uma profunda busca pela liberdade e a verdade.Krishnamurti enfatizava a importância da autoinvestigação e da liberdade de dogmas e autoridades externas. Ele defendia que a verdade é uma terra sem caminhos e que cada indivíduo deve explorar sua própria mente para encontrar a libertação. Seus ensinamentos abordavam temas como o autoconhecimento, a meditação como atenção plena e a dissolução do ego. Ele rejeitava a ideia de mestres espirituais, insistindo que cada um é responsável por sua própria jornada interior.Jiddu Krishnamurti é amplamente considerado um dos maiores pensadores espirituais do século XX. Suas ideias influenciaram a psicologia, a educação e a filosofia. Seu legado continua vivo através de suas fundações, livros e discursos.
Setor da construção civil diz que tem meio milhão de trabalhadores a postos para ajudar na reconstrução das áreas afetadas pela tempestade. Aguarda apenas a ordem da estrutura de missão no terreno.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Comentário Final de hoje, Ricardo Spinosa celebra a ordem de serviço do Terminal Metropolitano em Londrina, mas transforma a notícia em memória e homenagem, lembrando a luta histórica do ex-prefeito Zé do Carmo e sugerindo que o terminal leve o nome de quem sonhou com esse projeto por décadas.#ComentarioFinal #RicardoSpinosa #terminalmetropolitano #homenagem #regiaometropolitana
O podcast Ordem no Bolso – transmitido pelo Uniforcast no Spotify – é uma extensão do curso de Finanças da Universidade de Fortaleza, em parceria com a TV Unifor e Diretoria de Comunicação, Marketing e Comercial. Foi desenvolvido para orientar o público como se organizar financeiramente de maneira simples, direta, sem enrolação ou solução mágica.Na sua segunda temporada, os 10 episódios destacam temas como planejamento financeiro, consumo consciente, educação financeira em família, dinheiro digital, metas financeiras, previdência, além de muitas orientações sobre como administrar e utilizar seu dinheiro de maneira prática.O convidado é o professor Felipe Sobral, coordenador dos cursos de Ciências Econômicas e o de Finanças, ambos oferecidos pela Universidade de Fortaleza. O docente é também mestre em Administração de Empresas pela Unifor; tem MBA em Marketing pela Universidade Salvador e é graduado em Administração e Ciências Econômicas pela Unifor e em Estilismo em Moda.O podcast Ordem no Bolso é um serviço valioso sobre educação financeira, oferecendo dicas práticas sobre como lidar com o dinheiro.Ficha Técnica:Apresentação: Ana Paula Dantas e Felipe SobralProdução: Ana Beatriz Casseb, Beatriz Barros, Clara de Assis, Fellipe Ferreira, Isabela Fortaleza, Luana Gonzaga e Wivyna SantosPesquisa: Ellen Figueiredo, Luiz Henrique Sousa e Rosiane MenezesTécnico de áudio e edição: João Rufino SalesCoordenadores de produção de podcast: Ana Paula Farias e Max EluardDireção-Geral: Max Eluard
Debate da Super Manhã: Com a missão de garantir eleições livres, seguras e transparentes, a Justiça Eleitoral brasileira ocupa um papel central na consolidação da democracia e na capacidade de adaptação a um cenário político, tecnológico e social cada vez mais complexo. No debate desta segunda-feira (2), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre os desafios da Justiça Eleitoral para as eleições 2026, as regras atuais do pleito deste ano, o uso da inteligência artificial e os riscos da IA no processo eleitoral. Participam o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), Fernando Cerqueira, a presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Pernambuco (OAB-PE), Ingrid Zanella, e o professor e procurador regional da República do Ministério Público Federal, Wellington Cabral Saraiva.
Stanley Hauerwas propõe que a Igreja não deve tentar "consertar" o mundo, mas ser o mundo como Deus o criou: uma comunidade alternativa que vive uma história diferente da cultura secular. Mas como essa visão radical se conecta com a necessidade de ordem, estrutura e liderança?Neste episódio, analisamos a teologia de Hauerwas à luz da eclesiologia adventista. Exploramos a tensão entre ser uma "comunidade narrativa" e ter um "governo representativo". Descubra como a liderança adventista pode ser, ao mesmo tempo, organizada e profética, estruturada e espiritual, evitando tanto o institucionalismo frio quanto o caos carismático. Resumo – Uma análise crítica da teologia de Stanley Hauerwas sobre a Igreja como "comunidade alternativa", confrontando-a com o sistema representativo e a missão escatológica da Igreja Adventista. Principais Conclusões – A Igreja não existe para servir ao Estado ou à cultura, mas para testemunhar uma nova ordem social baseada no Reino de Deus. – A ética cristã não é sobre regras abstratas, mas sobre a formação de caráter dentro de uma comunidade fiel. – A estrutura e a organização da Igreja Adventista não são inimigas da profecia, mas veículos necessários para a missão global. Pontos-Chave – O conceito de "Comunidade Narrativa" de Hauerwas e sua aplicação ao povo remanescente. – Por que a liderança espiritual depende mais de virtude e caráter do que de eficiência técnica. – A crítica à aliança Igreja-Estado e a defesa da liberdade profética. – Como o sistema representativo adventista equilibra autoridade e comunidade. – A necessidade de uma liderança que seja bíblica, apostólica e escatológica. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042 Alex Palmeira é um formador de líderes dedicado a catalisar movimentos missionais e fortalecer a liderança apostólica na igreja contemporânea. Com uma abordagem pastoral e teológica, atua como referência em processos de liderança institucional, focando na formação de uma cultura de fidelidade e missão.
Vice-Presidente da Ordem dos Engenheiros avisa que planos de contingência de empresas podem não estar preparadas para este tipo de fenómenos. Jorge Liça realça que a velocidade da rede está a ser rápida.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Charles Taylor, em sua obra monumental A Secular Age, define a nossa época não pela ausência de religião, mas pela mudança nas condições da fé: Deus deixou de ser uma certeza cósmica para se tornar uma "opção" entre muitas. Vivemos a era do "Eu Blindado" (Buffered Self), onde a busca por autenticidade pessoal substituiu a obediência à verdade revelada.Neste episódio, exploramos como essa mudança sísmica no imaginário moral afeta a Igreja Adventista. Quando a transcendência desaparece, a igreja corre o risco de se tornar uma ONG de serviços terapêuticos e o pastor, um facilitador de bem-estar. Analisamos como resgatar o Telos (propósito final) e a liderança profética em um mundo que perdeu a capacidade de olhar para o céu. Resumo – Uma análise do pensamento de Charles Taylor sobre a secularização e o "imaginário social", aplicando seus conceitos à crise de autoridade na igreja e à necessidade de restaurar uma visão escatológica e profética de liderança. Principais Conclusões – A secularização não é apenas o fim da crença, mas a transformação da fé em uma escolha de consumo pessoal. – A cultura da "autenticidade" enfraqueceu a autoridade das Escrituras e da liderança institucional. – A Igreja Adventista não pode ser uma prestadora de serviços religiosos; ela precisa ser uma contracultura escatológica. Pontos-Chave – O conceito de "Eu Blindado" e por que o homem moderno é fechado ao transcendente. – A substituição do Telos (glória de Deus) pela busca da felicidade imanente. – O perigo de transformar a liderança pastoral em gestão terapêutica. – Como o sistema representativo da IASD deve resistir à subjetividade moderna. – A restauração da missão profética como resposta ao vazio secular. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042 Alex Palmeira é um formador de líderes dedicado a catalisar movimentos missionais e fortalecer a liderança apostólica na igreja contemporânea. Com uma abordagem pastoral e teológica, atua como referência em processos de liderança institucional, focando na formação de uma cultura de fidelidade e missão.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (27/01/2026): A seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) enviou ao presidente do STF, Edson Fachin, proposta para criação de um código de conduta dos ministros da Corte. As sugestões a Fachin – que deseja implantar um código de ética para os magistrados da Corte – preveem restrições ao julgamento de processos envolvendo parentes de ministros, além de veto a manifestações político-partidárias, ao uso de jatinhos particulares e à exploração de instituições de ensino. Assinado por integrantes da Comissão de Estudos para a Reforma do Judiciário da OAB-SP, o documento propõe 12 artigos de conduta. A resolução foi formulada pelos ex-presidentes do Supremo Ellen Gracie e Cezar Peluso e os ex-ministros da Justiça Miguel Reale Jr. e José Eduardo Martins Cardozo, entre outros jurist E mais: Economia: Caso Master retoma debate sobre responsabilização de auditorias Internacional: Nevasca deixa ao menos 25 mortos nos Estados Unidos Metrópole: STF decidirá sobre fim do limite a barulho em eventos em SP Esportes: Lula reforça pedido da CBF para ter Mundial de ClubesSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Jorge Rodrigues considera que a União Europeia precisa de reforçar a sua política externa comum. Ainda acrescenta que o acordo com a Índia é um passo decisivo para garantir autonomia e segurança.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vivemos em ruínas morais. O filósofo Alasdair MacIntyre, em sua obra After Virtue, diagnostica que a modernidade perdeu a capacidade de definir o "bem humano", substituindo a ética pela preferência pessoal (emotivismo) e a autoridade moral pela eficiência gerencial.Neste episódio, aplicamos essa crítica devastadora à realidade da Igreja. Corremos o risco de substituir pastores por gestores? A nossa estrutura representativa está se tornando uma burocracia técnica, desconectada da virtude e da profecia? Exploramos como a teologia adventista, com sua união única entre tradição e escatologia, oferece a resposta que MacIntyre procura, mas não encontra: uma ordem que não é apenas histórica, mas divina e voltada para o Reino. Resumo – Uma análise profunda sobre a fragmentação moral do Ocidente através das lentes de Alasdair MacIntyre e como isso ameaça transformar a liderança da Igreja em mera gestão administrativa, perdendo sua vocação profética. Principais Conclusões – O "emotivismo" moderno transformou juízos morais em preferências pessoais, destruindo a base da autoridade ética. – A figura do "líder virtuoso" está sendo perigosamente substituída pela do "gestor eficiente" dentro das instituições religiosas. – A Igreja Adventista deve responder a essa crise não apenas com tradição, mas com uma ordem escatológica que une virtude, memória e esperança. Pontos-Chave – A crítica de MacIntyre ao "Gestor" como o personagem central da modernidade. – Por que a técnica e a eficiência não podem substituir a santidade e a sabedoria. – A diferença entre uma tradição morta e a memória profética do povo de Deus. – O perigo de uma igreja que opera por métricas corporativas em vez de fidelidade bíblica. – A necessidade de "Novos São Beneditos" vs. o Remanescente Escatológico. Conexões Oficiais Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5X http://x.com/alexpalmeira9Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042Website www.startmovements.com Alex Palmeira é um formador de líderes dedicado a catalisar movimentos missionais e fortalecer a liderança apostólica na igreja contemporânea. Com uma abordagem pastoral e teológica, atua como referência em processos de liderança institucional, focando na formação de uma cultura de fidelidade e missão.
Pauta:1)TRUMP 2.0 E A ORDEM GLOBAL2)UM ATAQUE AO IRÃ PODE ESTAR PRÓXIMO3)ESTAMOS DE OLHO4)BOA NOTÍCIA
A civilização moderna, ao se afastar de sua matriz espiritual, colapsa sob o peso de suas próprias promessas: liberdade sem verdade e técnica sem ética. O historiador Christopher Dawson diagnosticou essa crise com profundidade profética, afirmando que toda cultura nasce de uma religião. Quando o Ocidente abandonou sua raiz cristã, iniciou um processo de desintegração que hoje se acelera. Este vídeo explora o pensamento de Dawson como uma ferramenta indispensável para a liderança cristã contemporânea. Analisamos como sua visão da história — um campo de batalha entre a ordem divina e a desordem secular — se conecta diretamente aos desafios do governo da Igreja, da educação e da missão profética no tempo do fim, oferecendo um caminho para restaurar uma ordem espiritual em meio ao caos. Resumo – Este vídeo analisa o pensamento de Christopher Dawson, que via a religião como a base de toda cultura. Aplicamos suas ideias à crise da modernidade e aos desafios da liderança e do sistema de governo da Igreja Adventista, propondo uma restauração da ordem espiritual e profética. Principais Conclusões – A crise do Ocidente é, fundamentalmente, uma crise religiosa causada pelo abandono de sua herança cristã. – O sistema de governo da Igreja não deve ser uma estrutura administrativa secular, mas a expressão de uma ordem espiritual e escatológica. – A educação e a liderança adventistas devem resistir ativamente aos modelos tecnocráticos e globalistas para cumprir sua missão profética. Pontos-Chave – Toda cultura nasce de uma religião; a fé não é um adorno, mas a raiz da ordem social. – A história é o palco de uma luta espiritual entre as forças da ordem divina e da desordem secular. – A modernidade busca ordem sem transcendência, progresso sem virtude e liberdade sem verdade. – A estrutura da Igreja precisa ser santa e profética, não apenas administrativamente eficiente. – A educação é o principal campo de batalha entre a fé e a secularização. – A liderança adventista é uma mordomia escatológica, não uma busca por poder. Alex Palmeira é um formador de líderes dedicado a catalisar movimentos missionais e fortalecer a liderança apostólica na igreja contemporânea. Com uma abordagem pastoral e teológica, atua como referência em processos de liderança institucional, focando na formação de uma cultura de fidelidade e missão. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
Hoje, 20 de janeiro, Donald Trump completa um ano de presidência em seu segundo mandato. Um período curto no calendário, mas já suficiente para produzir mudanças profundas no cenário internacional.No programa de hoje, faremos um balanço desse primeiro ano que já entrou para a história pela inflexão que impôs à ordem mundial. Vamos falar da Groenlândia, do Irã, da guerra na Ucrânia e dos principais vetores de transformação da geopolítica contemporânea.Uma conversa para quem quer compreender, com calma e profundidade, o mundo que está tomando forma diante de nós.Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/+IXY-lux3x3A1ZGNhSiga-nos no Twitter - / paulofilho_90 Siga-nos no Linkedin - / paulo-filho-a5122218 Siga-nos no Instagram - / blogdopaulofilho Inscreva-se no canal do Youtube - / paulofil Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK
A Tirania da Urgência: Saul Alinsky, Poder e a Crise do Ministério é um episódio de discernimento espiritual e institucional. Partindo da figura de Saul Alinsky (1909–1972) e de seu Rules for Radicals, analisamos a lógica do conflito permanente, da pressão contínua e da “engenharia da percepção” como gramática moderna de poder — e como essa racionalidade pode se infiltrar na Igreja não por ideologia declarada, mas por métodos silenciosos. Em diálogo com Eric Voegelin, examinamos a tentação gnóstica de “salvar o mundo por técnica”: quando eficácia substitui santidade, urgência substitui formação, e mobilização toma o lugar do discipulado. O episódio desce do plano teórico para o pastoral: instabilidade crônica, transferência pastoral como cultura, colapso do enraizamento, custo invisível para esposas e filhos, e a transformação do ministério em função, não vocação. Por fim, propomos um caminho de resistência: a Igreja como comunidade alternativa (não vanguarda revolucionária), o governo representativo como teologia encarnada, e a escatologia adventista como antídoto à tirania da urgência — resgatando tempo redimido, memória, vínculos e fidelidade ao Cordeiro.
Neste episódio da série A ORDEM, entramos no pensamento de Norberto Bobbio para refletir sobre um tema decisivo para o nosso tempo: os limites do poder, a justiça representativa e a vocação escatológica da liderança adventista. Bobbio, jurista e filósofo político italiano, foi uma das grandes consciências do século XX na defesa do Estado de Direito, da democracia representativa e da limitação da autoridade. Para ele, o problema do poder não era sua existência, mas a ausência de limites — uma advertência que ecoa com força em tempos de populismo, tecnocratização e opacidade institucional. Ao integrar Bobbio ao horizonte teológico da Igreja Adventista do Sétimo Dia, este episódio não seculariza a fé, mas ilumina a estrutura com a razão, submetendo-a à Palavra e ao Espírito. Exploramos como princípios como regra, representação, prestação de contas e transparência dialogam profundamente com a escatologia adventista, o sistema de governo representativo da IASD e a santidade da limitação na liderança espiritual. O episódio percorre: o significado do Estado de Direito e sua releitura espiritual como santificação do poder; a democracia representativa como participação responsável, não elitismo institucional; a transparência como vocação profética contra a tentação da opacidade; e a ordem representativa como resistência à desordem escatológica dos tempos finais. Mais do que uma análise filosófica, este é um chamado pastoral e profético: autoridade só é santa quando é limitada, visível e submissa ao Senhor da Igreja.
O que você vai ouvir aqui é uma radiografia das entranhas onde se formam não apenas as heresias que surgem entre o povo de Deus, mas também o ceticismo institucional e o descrédito denominacional. Vivemos uma crise global de autoridade — nas famílias, nas instituições, nas igrejas. Mas essa crise não começou apenas na política ou na moral: ela começou na interpretação.Começou quando o homem deixou de crer que Deus fala com clareza e passou a tratar a Bíblia como uma opinião entre muitas. A crise da ordem é, portanto, uma crise hermenêutica.
Ricardo analisa a prisão de Nicolás Maduro e explica por que esse fato é decisivo para entender a ditadura venezuelana, o colapso econômico do país e o fim da ordem internacional liberal. A partir da ação dos Estados Unidos na Venezuela, o episódio discute o que realmente significam conceitos como soberania, autodeterminação dos povos e direito internacional, quando confrontados com um regime que persegue, censura e empobrece sua própria população.
Uma mãe portuguesa põe Donald Trump na linha, a Ana lembra o presente do pai de que ela não gostava, a Tia Bli irrita-se com os saldos e a Ana e a Joana inundam o bastonário da Ordem dos Advogados com perguntas sobre casos mediáticos
Michel Foucault, um dos pensadores mais influentes do século XX, desconstruiu conceitos fundamentais como verdade, poder e sujeito, oferecendo uma visão profundamente cética sobre as instituições e suas estruturas de autoridade. Suas ideias, amplamente difundidas nas universidades e na cultura contemporânea, têm moldado a forma como muitos jovens adventistas enxergam a igreja, suas doutrinas e sua liderança. Foucault não surge isolado. Ele faz parte de um movimento intelectual mais amplo, que inclui Friedrich Nietzsche, Jacques Derrida, Gilles Deleuze e a Escola de Frankfurt. Esses pensadores, cada um a seu modo, questionaram as bases da modernidade, desconstruíram as grandes narrativas e lançaram dúvidas sobre a possibilidade de verdades universais.
Na Guiné-Bissau, a Ordem dos Advogados alerta que a situação dos políticos detidos nas cadeias de Bissau após o golpe de Estado militar é péssima e desumana. Na Guiné-Conacri, a vitória de Mamadi Doumbouya nas eleições presidenciais está a gerar reações divididas. E no universo feminino negro, o "Movimento Tira a Peruca", de Moçambique, é um dos pioneiros contra o uso de perucas.
TCU vai analisar documentos do Master que estão no Banco Central. E número de mortos em incêndio na Suíça chega a 47.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em tempos de crise institucional e moral, pensadores que defendem vigorosamente os valores da liberdade e da responsabilidade individual ganham projeção. Entre eles, Ayn Rand (1905–1982) se destaca como uma das vozes mais influentes do liberalismo filosófico moderno. Seu sistema de pensamento, denominado objetivismo, propõe uma ética racional do egoísmo, exaltando o indivíduo como medida suprema da existência e rejeitando toda forma de coletivismo, altruísmo ou transcendência religiosa como ameaça à liberdade. Apesar de Rand não ter formulado um sistema teológico, sua filosofia tem implicações profundas para as concepções de verdade, comunidade, liderança e ordem. Neste episódio, buscamos avaliar criticamente o pensamento randiano à luz da teologia adventista, especialmente no que se refere ao sistema de governo representativo da Igreja e à estrutura de liderança espiritual. Argumentamos que, embora o objetivismo de Rand aponte para aspectos válidos da responsabilidade pessoal, sua rejeição do princípio da revelação, da autoridade espiritual e da dimensão comunitária da fé o torna uma ameaça ao ideal bíblico de ordem eclesiástica.
No episódio final do nosso Especial sobre a Sucessão Papal, revelamos tudo sobre o novo líder da Igreja Católica: o Papa Leão XIV. Primeiro norte-americano a ocupar o trono de Pedro, Robert Prevost contrariou todas as previsões ao ser escolhido no conclave de maio de 2025. Descubra a fascinante trajetória do homem que nasceu em Chicago, serviu no Peru, adquiriu dupla nacionalidade e agora lidera 1,3 bilhão de católicos. Analisamos sua formação acadêmica, sua atuação na Ordem de Santo Agostinho e os primeiros sinais de seu pontificado marcado pelo equilíbrio entre tradição e os desafios contemporâneos. Por que escolheu o nome Leão XIV? O que significa seu retorno a símbolos tradicionais? Como será seu posicionamento diante da revolução tecnológica? Todas essas perguntas são respondidas nesta análise completa e exclusiva.
Na Guiné-Bissau: Convocada uma marcha a nível nacional contra o medo e pela liberdade. Mas ativistas temem pela repressão do governo. Moçambicanos comemoram inédita qualificação dos Mambas aos oitavos de final de um CAN. Tribunal Constitucional angolano chumba lei contra Vandalismo de Bens Públicos, dando razão à UNITA e Ordem dos advogados de Angola.
Debate da Super Manhã: O sistema de Justiça do Brasil é o conjunto de instituições responsáveis por garantir que as leis sejam cumpridas, os direitos sejam respeitados e a democracia seja fortalecida. Ele reúne órgãos como o Judiciário, o Ministério Público, a Defensoria Pública, a advocacia e as forças de segurança, que atuam desde a prevenção de conflitos até a punição de crimes e a solução de disputas. No Debate desta sexta-feira (26), o comunicador Tony Araújo fala com os nossos convidados sobre o balanço das ações do sistema de Justiça no estado durante o ano de 2025. Participam o desembargador do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), Alexandre Pimentel, a presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB-PE), Ingrid Zanella, e o procurador-geral de Justiça, José Paulo Cavalcanti Xavier Filho.
Raymond Aron, pensador político do século XX, é amplamente conhecido por sua análise sóbria das democracias liberais e pelo contraste crítico com as ideologias totalitárias. Suas ideias gravitavam em torno da defesa da racionalidade política, do pluralismo e da liberdade civil como fundamentos da ordem moderna. Entretanto, para os adventistas do sétimo dia, cuja compreensão da ordem não se limita aos parâmetros sociais e institucionais do mundo secular, mas repousa em um alicerce teológico e escatológico, as ideias de Aron requerem um exame crítico mais profundo. Esta análise propõe um entrelaçamento entre a cosmovisão adventista sobre ordem e governo representativo e as ideias arônicas, identificando tanto pontos de convergência quanto de tensão.
Eric Voegelin (1901–1985) é uma figura singular no pensamento político do século XX. Filósofo germano-americano, notabilizou-se por sua crítica incisiva às ideologias modernas — especialmente ao totalitarismo —, bem como por seu esforço para restaurar o que chamava de “ordem existencial” da alma humana, em sintonia com a transcendência. Suas ideias, embora eruditas e de alto valor diagnóstico no campo da crítica cultural, apresentam riscos profundos quando transpostas para o universo da fé cristã revelada — e, em particular, para a teologia e a estrutura eclesiástica da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Neste episódio, examinamos em profundidade as proposições centrais do pensamento voegeliano e suas implicações para a cosmovisão, a organização e a missão da IASD. A análise desenvolve-se a partir de uma crítica sistemática à tentativa de Voegelin de neutralizar a escatologia bíblica, relativizar a revelação e redefinir a ordem eclesial com base em categorias filosóficas subjetivistas. A tese central que orienta esta aula é que o pensamento de Voegelin, embora valioso em aspectos diagnósticos, representa uma ameaça à ordem bíblica e profética que fundamenta a vida e o governo da Igreja Adventista.