Autonomous Region of Portugal in the archipelago of Madeira
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Joseph Marconi is a writer and director from the Hudson Valley, New York. He began his career in advertising, working with global companies like BBDO and Showtime. After a brief stint as a New York City nightlife photographer, he transitioned to writing and directing short films, music videos, and branded content. His short film, Baby Love, won Best Short Film and Best Made in Montana Film at the 2021 MINT Film Festival. He edited the documentary feature Hargrove (directed by Eliane Henri) and the Muslim Futurism music video Alhamdu (directed by Abbas Rattani), both of which premiered at Tribeca 2022. Joseph is also a 2021 Film Independent Fellow. Baby Love will be his debut feature film. Joseph is represented by Brian Levy at Entertainment 360. Maury Sterling is an actor, writer, and producer originally from Mill Valley, California. As an actor, he has appeared in numerous films, series, and recurring roles, most notably of late as Max Piotrowski on the Showtime juggernaut Homeland. Maury and his wife Alexis recently launched their production company, Little Idea Media. Under the banner of this new production company, which aspires to create stories that challenge narrative, perspective, and tradition, they have produced the short film Blood and Water, the feature My Dead Friend Zoe (winner of the 2024 SXSW Audience Award), and now Baby Love. Maury is represented by Forward Entertainment and Innovative Artists.Kiana Madeira is a powerhouse actress whose past credits prove that she cannot be put in a box. Although she started her career in Toronto at the age of ten, Kiana's international breakthrough came when she led the cast in the hit Netflix horror trilogy “Fear Street.” Playing multiple characters across three timelines, Kiana's seemingly effortless ability to take on the challenge did not go unnoticed. She went on to star in the Toronto Film Festival favorite “Brother”, which earned her an ACTRA Awards nomination for Outstanding Female Performance. Brother won fourteen Canadian Screen Awards and now lives on Netflix. Being no stranger to the streamer, Kiana also stars in the Netflix Original series “Trinkets” and the hit “After” franchise of YA films.Breaking into the action space, Kiana has recently starred in the film “Perfect Addiction,” where she brought to life Sienna Lane, an MMA trainer-turned-fighter. Her physicality in this role has carved a lane for her as she is currently set to star in the survivor thriller “Titan”, with filming commencing later this year. The “Resident Evil” Producers Constantin Film & JB Pictures are behind both Perfect Addiction and Titan.Kiana is currently making her first leap into producing as executive producer of “Baby Love”, an indie fighter drama centered around Madeira, who portrays the lead character.She currently splits her time between Toronto and the US and is bi-coastal
This week on The Horror, Beyond Midnight presents, Madeira Wine. I don't have a specific broadcast date for this story, but the series aired between 1968 and 1970. Listen to more from Beyond Midnight https://traffic.libsyn.com/forcedn/e55e1c7a-e213-4a20-8701-21862bdf1f8a/TheHorror1283.mp3 Download TheHorror1283 | Subscribe | Spotify | Support The Horror
Durante décadas, Armande de Polignac permaneceu praticamente ausente da história da música. O seu nome desapareceu dos programas de concerto e muitas obras sobreviveram apenas em manuscritos dispersos. Agora, os pianistas Bruno Belthoise e João Costa Ferreira recuperam a compositora num disco que inclui primeiras gravações mundiais, revelando uma figura essencial da transição entre o romantismo tardio e a modernidade musical francesa do início do século XX. Esquecida durante mais de um século, Armande de Polignac regressa agora através de um disco de Bruno Belthoise e João Costa Ferreira, dedicado a manuscritos reencontrados e primeiras gravações mundiais. Entre simbolismo, impressionismo e modernismo do início do século XX, o álbum revela uma compositora singular, cuja obra foi apagada da memória musical apesar da originalidade, da estética e da proximidade aos grandes centros artísticos franceses do início do século XX. “A música de Armande de Polignac é realmente uma coisa para descobrir”, começa por contar Bruno Belthoise. Para o pianista francês, a compositora pertence a um momento decisivo da cultura europeia, em que as mulheres começaram lentamente a conquistar espaço no universo da criação musical. “Ela fazia parte de uma família muito dedicada às artes e à música” e iniciou “muito jovem” os seus estudos musicais. Sobretudo, acrescenta Bruno Belthoise, pertenceu a uma geração que beneficiou de mudanças profundas na sociedade francesa: “Nos séculos antigos era quase impossível ser mulher compositora.” Bruno Belthoise recorda que o início do século XX coincidiu com a abertura gradual das grandes instituições musicais às mulheres. “Ela aproveitou uma dinâmica muito importante”, explica, referindo-se ao momento em que compositoras passaram a poder apresentar-se ao Prix de Rome. “Estas mulheres começaram a ser mais conhecidas no início do século XX.” Embora Armande de Polignac nunca tenha concorrido ao prémio, desenvolveu uma carreira intensa e ligada ao meio musical parisiense. “Ela dedicou a vida inteira à composição”, sublinha Bruno Belthoise. Estudou com figuras fundamentais da música francesa, entre elas Vincent d'Indy, Eugène Gigout e Gabriel Fauré. “Deixou uma obra muito importante, quase 200 obras em todos os domínios”, acrescenta. Música para piano, música de câmara, obras orquestrais, ópera e ballet fazem parte de um catálogo hoje ainda pouco conhecido. A compositora dirigiu igualmente as suas próprias obras no Théâtre du Châtelet, em Paris, e estreou a ópera Petite Sirène na Opéra de Nice. Para Bruno Belthoise, Armande de Polignac “simboliza a passagem entre a música romântica e a música moderna francesa”, num território onde convivem o impressionismo, o simbolismo e as novas linguagens do século XX. Ainda assim, a compositora acabou por desaparecer quase totalmente da memória musical europeia. “As suas obras não foram muito divulgadas, não foram muito editadas”, lamenta Bruno Belthoise. Grande parte da produção permaneceu inédita ou acessível apenas através de manuscritos. “Mesmo apesar de poder participar na programação de concertos em Paris, as mulheres não eram muito destacadas.” Ao ouvir o disco, a ausência prolongada na história da música de Armande de Polignac torna-se difícil de compreender. João Costa Ferreira descreve uma música construída sobre timbres delicados e ressonâncias quase suspensas. “Quando ouvimos Nos Jardins do Palácio do Sultão, sentimos esse universo tímbrico muito especial”, explica. O pianista português destaca ainda a importância do instrumento utilizado na gravação: “Havia um Steinway cujas características permitiam certas coisas que outros pianos não permitem.” A estética de Armande de Polignac revela uma forte influência do exotismo francês do início do século XX. João Costa Ferreira fala numa “procura por cores de países longínquos, como o mundo árabe e sobretudo o mundo asiático”. A compositora escreveu obras inspiradas na China, no Japão e nas atmosferas orientais das Mil e Uma Noites. “Ela seguia essa corrente estética modernista da procura por essas sonoridades exóticas”, acrescenta. Segundo João Costa Ferreira, essa linguagem resulta tanto do ambiente artístico parisiense como da influência directa dos mestres com quem Armande de Polignac estudou. “Vê-se claramente a influência dos seus pares e da sua época”, observa. A tradição impressionista francesa, marcada por Debussy e pelas Exposições Universais de Paris, atravessa muitas destas obras. Ainda assim, as referências nunca surgem como mera imitação. Há ecos de Fauré, Debussy ou mesmo de certas escolas russas, mas a escrita mantém sempre uma identidade própria. Bruno Belthoise enquadra essa diversidade no ambiente cultural extremamente aberto do início do século XX. “Era tudo aberto no início do século XX”, afirma. “Tchaikovsky chegou a Paris no fim do século XIX, Gustav Mahler no início do século XX. Essa convergência era importante para desenvolver a imaginação dos compositores.” Na escrita pianística, Bruno Belthoise identifica “uma mistura entre romantismo e modernismo”, associada a um trabalho particularmente sofisticado sobre a ressonância sonora. “Da maneira francesa, havia realmente este desenvolvimento do piano através das ressonâncias do instrumento”, explica. “Mas também a parte russa desenvolveu muito a escrita para piano.” Para João Costa Ferreira, interpretar estas partituras implica uma experiência rara no mundo contemporâneo da música clássica: tocar obras praticamente sem memória auditiva acumulada. “Hoje em dia, quando interpretamos Chopin ou Beethoven, temos todas as referências auditivas dessas obras”, explica. “Aqui criamos uma interpretação a partir do nada.” Esse desafio tornou-se central no percurso artístico dos dois pianistas. “Sentimos que estamos a descobrir algo pela primeira vez”, afirma João Costa Ferreira. “Propor uma primeira escuta, uma primeira interpretação de algo que nunca foi ouvido, pelo menos nos últimos cem anos, é muito estimulante.” Bruno Belthoise partilha a mesma visão. “Procurar repertório diferente é importante para nós”, diz. “Descobrir obras novas é uma coisa muito estimulante.” Esse trabalho de redescoberta já levou os dois pianistas a explorar repertórios esquecidos de compositores como José Vianna da Motta, Fernando Lopes-Graça ou Gabriel Fauré. Mas este disco surge também de uma dimensão pessoal. Bruno Belthoise revela que a ideia do projecto nasceu de “duas influências diferentes”. A primeira foi o pianista francês Laurent Martin, figura central na recuperação de compositoras francesas esquecidas. “O Laurent Martin gravou muitos discos e interpretou muitas vezes compositoras francesas”, recorda Bruno Belthoise. “Ele confiou-me uma quantidade de partituras dela, perguntando-me se eu estaria interessado em trabalhar a obra de Armande de Polignac para a fazer conhecer”. Essa transmissão entre músicos revelou-se decisiva para o projecto. Laurent Martin, conhecido pelo trabalho de investigação em torno do romantismo francês e das compositoras esquecidas, funcionou como verdadeiro impulsionador da redescoberta de Armande de Polignac. A segunda influência surgiu em Lisboa, através de uma descoberta inesperada. Um manuscrito de Cloches, ligado à família Assis de Barros, apareceu nas mãos de Bruno Belthoise graças ao investigador João Pedro Mendes dos Santos. “Foi exactamente como um arqueólogo”, admite o pianista francês. “Esse manuscrito surgiu completamente sem preparação e caiu nas minhas mãos.” A descoberta revelou uma ligação pouco conhecida entre Armande de Polignac e Portugal. “Ela tinha uma ligação particular à família Assis de Barros e visitou Lisboa várias vezes”, explica Bruno Belthoise. O disco inclui ainda várias obras para piano a quatro mãos, formação que exige uma relação muito específica entre intérpretes. “Tocar a quatro mãos é uma coisa de que gosto imenso”, afirma Bruno Belthoise. “É um pequeno exercício de equilibrismo.” A proximidade física obriga a reinventar gestos, movimentos e respirações. “É muito importante ensaiar juntos”, acrescenta. “Não podemos fazer piano a quatro mãos sem esse trabalho comum.” Para João Costa Ferreira, essa construção colectiva faz parte da própria identidade artística do duo. “Este desafio é completamente diferente do que gravar o grande repertório canónico”, afirma. Depois da edição do álbum, seguem-se agora concertos em Lisboa, Tavira, Madeira e França. Bruno Belthoise interpretou igualmente obras para piano solo de Armande de Polignac em Saint-Leu-la-Forêt, no Val-d'Oise, no passado 30 de Maio.
On episode 423 we go to the beautiful Madeira island for one Afro and Tech House hour recorded by Carlos Manaça at Immersio Event last May 23rd below the Funchal Airport's runway, an amazing location.Check “Prime EP” a great House & Tech House EP by Byred & Bullet Time out now on Magna !https://linktr.ee/magnarecordingsMore info athttps://linktr.ee/carlosmanacahttps://linktr.ee/magnarecordingshttps://music.beepd.co/card/carlosmanaca
Feeling stuck between dreaming about success and actually taking action? Learn how to build confidence, stay focused, and turn your ideas into reality.Most people have dreams, but very few develop the mindset, structure, and consistency needed to make those dreams happen.In this Mindset and Personal Growth Coaching episode of Coaching In Session, Michael Rearden sits down with conscious venture capitalist and Daydreamer Journal founder Lauren Madeira to explore how belief, discipline, and intentional action help bridge the gap between dreaming and doing.Lauren shares insights on building self-belief, overcoming distractions, and using tools like journaling and reflection to stay accountable and focused. The conversation dives into the underdog mindset, the role of grit in success, and why protecting your dreams is essential when building a meaningful life or business.If you're wondering how to stop procrastinating on your goals, how to stay focused on your dreams, or how to build confidence through action, this episode gives you practical tools to move forward with clarity and purpose.What You'll Learn from This Episode• How to turn dreams into actionable goals• Why mindset and belief are critical for success• How journaling improves focus and accountability• The impact of distractions on personal growth• Why grit and consistency matter more than perfection• How to build confidence through intentional action Key Takeaways✅ There is a gap between dreaming and doing✅ Execution matters more than ideas alone✅ Self-belief is built through challenges and action✅ The underdog mindset can fuel growth and success✅ Journaling helps create clarity and accountability✅ Distractions can delay progress toward your goals✅ Consistent effort creates long-term transformation✅ Protecting your dreams is essential for growth
Dragon's Milk Origin Toasted 2026C “A Breath of Fresh Air” brings a wild Madeira barrel finish layered with orange meringue, citrus, toasted sweetness, and surprisingly hoppy IPA vibes. Weird? Absolutely. Delicious? Maybe even more so.DISCLAIMER: The whiskey in this review was provided to us at no cost courtesy of the spirit producer. We were not compensated by the spirit producer for this review. This is our honest opinion based on what we tasted. Please drink responsibly. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Fábio Porchat recebe Augusto Madeira, Clarice Falcão e Fernando Pedrosa. Augusto conta de um set de filmagem que virou caso de polícia. Clarice lembra de uma viagem de intercâmbio impedida por um macaco. E Fernando narra um casamento (hétero) top no Ceará. Na plateia, Pedro Henrique reúne experiências entre o sagrado e o profano.
The Beard Gang is back in rare form for this one… and this ain't your granddaddy's rye.
Watch every episode ad-free & uncensored on Patreon: https://patreon.com/dannyjones John Nores is a game warden who discovered and combatted Mexican cartels operating in the forests of California & Montana. He explains how China's partnership with the Sinaloa cartel is America's biggest threat. His latest book is "Hidden War: How Special Operations Game Wardens Are Reclaiming America's Wildlands From The Drug Cartels". SPONSORS https://liquid-iv.com - Use code DANNY for 20% off your first order. https://amentara.com/go/djp - Use code DJ11 for an EXTRA 11% off. https://shopify.com/dannyjones - Sign up for your one-dollar-per-month trial today. https://takeultra.com - Use code DANNY for 15% off. https://whiterabbitenergy.com/?ref=DJP - Use code DJP for 20% off EPISODE LINKS https://www.johnnores.com Hidden War Book: https://amzn.to/3PLItP2 FOLLOW DANNY JONES https://www.instagram.com/dannyjones https://twitter.com/jonesdanny OUTLINE 00:00 - The Game Warden protecting the Emerald Triangle 07:38 - Game Warden training 12:00 - Hunting for consumption in California 17:56 - Human deaths from California Mountain Lions 21:06 - Why hunting is GOOD for wildlife 27:38 - Unique elk species in California & Montana 29:25 - Hunting coyotes to protect other species 35:08 - Why cattle ranching is dying 39:14 - Shoot-outs with drug cartels in the California woods 42:50 - How 9/11 changed game warden training 47:09 - Cartels diverting water sources for illegal drug farms 53:52 - Encountering Sinaloa Cartel growers 01:01:45 - The anti-grow operation task force 01:08:07 - The first Sinaloa Cartel grow farm shoot-out 01:19:27 - Cartel booby traps around grow farms 01:22:21 - "El diablo": cartel's favorite pesticide 01:29:30 - When cartels started growing drugs in the U.S. 01:30:58 - Sinaloa boss' confessions about growth farms 01:38:54 - China & Mexico's joint fentanyl operation 01:46:39 - China's involvement in weed & fentanyl trade 01:54:12 - How China penetrates our Northern border 01:59:37 - Illegal cartel grow farms are worse than ever 02:04:53 - How to fix the cartel drug farm problem 02:08:22 - Why legalizing marijuana is a net positive 02:12:04 - The Madeira beach grouper fishing industry Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
„Blumeninsel“, „Insel des ewigen Frühlings“, „Hawaii Europas“ - wer die Insel Madeira besucht, wird feststellen, keine dieser Beschreibungen ist untertrieben. Grün ist es an fast jeder Ecke - und das zu jeder Jahreszeit. Die Insel mitten im Atlantik zeichnet sich durch ein ganzjährig mildes, subtropisches Frühlingsklima aus, das durch den Golfstrom und Passatwinde geprägt ist. Die zahlreichen Mikroklimazonen führen zusätzlich dazu, dass sich das Wetter je nach Höhenlage und Nord-Süd-Ausrichtung stark unterscheiden kann. Deshalb gehören Sonnencreme und Regenjacke gleichzeitig ins Gepäck. Abwechslungsreich ist Madeira allemal: Der sonnige Süden eignet sich perfekt für Badetage und Urbanes, während der grüne Norden mit Lorbeerwäldern, steilen Klippen und Naturschwimmbecken beeindruckt. Das raue Hochland ist ideal für Wanderungen. Madeira gilt als Wanderparadies, vor allem entlang der Levadas. Das sind gebaute Kanäle, die Wasser aus dem regenreichen Norden in den trockenen Süden führen. Das Levadanetz auf der Insel ist über 2000 Kilometer lang. Die erste Levada entstand im 16. Jahrhundert. Mit dem großflächigen Bau wurde im 19. Jahrhundert begonnen. Waren sie früher aus Holz und später aus Steinplatten, fließt das Wasser mittlerweile durch Betonkanäle.Wer Madeira besucht, wird an zwei Genüssen nicht vorbeikommen: die Banane und der Poncha. Keine andere Frucht wird so sehr mit Madeira in Verbindung gebracht, wie die Banane. 1552 wurde der Anbau erstmals schriftlich erwähnt. Das gelbe Obst entwickelte sich im 19. Jahrhundert zu einem Exportschlager. Heute ist allerdings nur noch ein kleiner Teil für den europäischen Markt gedacht. Die meisten Bananen gehen aufs portugiesische und spanische Festland. Der Poncha ist das Nationalgetränk der Insel. Der süß-saure, alkoholische Cocktail wird in fast jedem Lokal/Bar angeboten. Er besteht klassisch aus Zuckerrohrschnaps, Honig und Zitronen- oder Orangensaft. Oft ist er auch ein Mitbringsel der Touristen. Ohnehin ist der Tourismus mittlerweile eine wichtige Einnahmequelle geworden. Gäbe es ihn nicht, hätten viele Menschen keine Arbeit. Gleichzeitig sorgen Touristenmassen – vor allem mit dem Schiff – nicht nur für volle Ecken, sondern steigende Preise. Schnell wird deutlich: Der Tourismus ist für Madeira Fluch und Segen zugleich.