POPULARITY
Categories
A Leni Riefensthalt, le llamaron de todo: "La amiga de Hitler", "La puta de los nazis". Su pecado haber hecho varias películas documentales que ensalzaron la figura de Adolf Hitler, películas cuya maestría cinematográfica dejó una huella tan grande que celebres directores como Spielberg, Copolla, Lucas o Chaplin declararon haberse inspirado para realizar sus futuros trabajos. Reyes Monforte, periodista y escritora nos cuenta en su novela "La mirada del mal" publicada en Plaza y Janes, toda su trayectoria artística, cuando Leni era famosa antes de trabajar para Hitler y como se defendió durante los juicios de desnazificación afirmando que ella era solo culpable de transmitir belleza a través de su trabajo y que desconocía las matanzas de judíos que realizaron los nazis. Mucha información que desvela los claro oscuros de la época y que pone de manifiesto las simpatías que existía por Hitler y su proyecto en Europa hasta que salieron a la luz las matanzas de los campos de concentración.
Cómo unos capitanes del Ejército portugués acabaron en un día con 48 años de dictadura
André Rumjanek e Googlebee exploram os principais lançamentos e notícias recentes do universo dos jogos de tabuleiro, comentando anúncios, reimpressões e tendências do mercado. Entre destaques estão novas edições como Fury of Dracula, adaptações digitais, jogos solo como Witchcraft, além de títulos curiosos e acessíveis que chegam ao Brasil, mostrando a diversidade de propostas — de experiências rápidas a jogos mais estratégicos.O episódio também discute o cenário de financiamentos coletivos, abordando projetos como Zombicide: Deadman's Tails, Hitman e Leviathan Wilds, além de reflexões sobre expansões, “famílias de jogos” e a saturação de certas linhas. A conversa equilibra análise de mecânicas, produção e experiência do jogador, trazendo uma visão crítica e bem-humorada sobre o momento atual do hobby.Para saber mais sobre este episódio e os jogos mencionados: Bruxas, Vampiros e RevolucionáriosSe você ainda não conhece ou faz parte, fale conosco no nosso Fabuloso Discord.E para as redes sociais: Fabuloso Podcast no InstagramFabuloso Podcast no YouTubeFabuloso Podcast no TikTokPara comprar camisa do Fabuloso (e outras):Deselegante
Fábio Rosa, investigador português de 32 anos, acaba de ser distinguido, neste mês de Abril, com o Prémio de Inovação e Ciência 2026, atribuído pelo Instituto de Bioinovação da Dinamarca. O reconhecimento surge na sequência de uma investigação pioneira que poderá transformar o futuro do combate ao cancro. A investigação deste jovem cientista, natural de Aveiro, já considerado uma das mentes mais promissoras da sua geração, desafia abordagens convencionais e pretende transformar os próprios tumores em vacinas capazes de estimular o sistema imunitário a combater a doença de forma mais eficaz. RFI: Em que consiste a sua investigação? Fábio Rosa: A base da minha investigação foi desenvolver um método que permite converter qualquer célula do organismo, como células da pele ou células dos tumores, em células muito específicas do sistema imunitário, chamadas células dendríticas, que são os soldados do sistema imunitário. São basicamente capazes de identificar as células do cancro e induzir uma resposta imune contra o próprio cancro. Este método foi identificado originalmente na Universidade de Coimbra, quando eu estava a fazer o meu mestrado e doutoramento. O que é que fazemos concretamente? Nós identificámos um conjunto de três proteínas que são entregues directamente nas células do cancro, e estas três proteínas modelam a expressão dos genes e convertem a célula do cancro numa célula do sistema imunitário, que depois é capaz de induzir uma resposta imune contra ela própria. RFI: E em que é que esta abordagem, no fundo, é diferente de outras abordagens que já existem na luta contra o cancro? Fábio Rosa: A maior parte das abordagens na luta contra o cancro são focadas em destruir as células do próprio cancro, ou seja, o objectivo é induzir uma resposta imunitária directamente contra o cancro. Mas o cancro desenvolve mecanismos que faz com que ele fique invisível para a detecção do sistema imunitário e, consequentemente, não pode ser destruído. O que é que nós fazemos? Em vez de destruir directamente as células do cancro, nós convertemo-las em células do sistema imunitário, ou seja, com este método, forçamos as células do cancro a induzir uma resposta contra ele próprio. E, assim, tornamos o cancro visível de novo para o sistema imunitário. Isto faz com que, em vez de induzir à destruição das células do cancro directamente com o nosso tratamento, basicamente fazemos o cancro mais visível para o nosso próprio sistema imunitário, de forma a que ele consiga detectar e destruir. RFI: E esta terapia poderá substituir de alguma forma os actuais tratamentos de quimioterapia e radioterapia que já existem? O que é que está em cima da mesa em concreto? Fábio Rosa: Definitivamente. Os tratamentos mais comuns, como a radioterapia ou a quimioterapia, definitivamente poderão ser substituídos. O objectivo, no entanto, e é onde a área de investigação de novas terapias para o cancro está a emergir, é que a cura que todos estamos à procura vai muito provavelmente depender da combinação racional de diferentes tratamentos, que basicamente fazem o targeting de diferentes componentes do sistema imunitário. Ou seja, quanto a esta terapia, inicialmente vamos testá-la sozinha, sem ser em combinação com outros tratamentos. Mas, no futuro, pretendemos combiná-la com outras terapias e, consequentemente, aumentar o número de doentes que podem beneficiar deste tipo de terapias, que usam o próprio sistema imunitário para induzir uma resposta anti-cancerígena. RFI: O Fábio é um estudioso nesta área do cancro. O que é que ainda não sabemos sobre o cancro e que mais o intriga? É o facto de existirem diferentes tipos de cancro? De cada cancro ter, no fundo, um comportamento distinto? O que é que mais o intriga nesta doença? Fábio Rosa: O que mais me intriga nesta doença é que o cancro é muito complexo e heterogéneo, ou seja, quanto mais sabemos sobre o cancro e sobre o processo oncológico, sobre o processo do desenvolvimento de cancro, mais perguntas temos. Estas perguntas ajudam-nos a tentar perceber melhor, perceber os mecanismos e desenvolver novas terapias que realmente podem fazer a diferença. RFI: O Fábio é uma das vozes mais promissoras na sua idade, em Portugal, no que diz respeito ao estudo contra o cancro. Este ano recebeu o Prémio de Inovação e Ciência. Como é que se sente com este reconhecimento? Fábio Rosa: É um reconhecimento que, na verdade, é um prémio pessoal, mas que no final reflecte o trabalho conjunto de muitas pessoas. Eu, os meus colegas do laboratório, e todas as pessoas que directamente ou indirectamente têm trabalhado na tecnologia que nós estamos actualmente a desenvolver. É o início. Existem muitas coisas que ainda temos de fazer. Estamos a desenvolver esta terapia, na Asgard Therapeutics, a empresa que eu co-fundei na Suécia, juntamente com Cristiana Pires e Filipe Pereira. Para o ano vamos entrar na clínica. Este é o primeiro passo para fazer com que realmente o que temos estado a trabalhar nos últimos dez anos consiga beneficiar os doentes. Daqui para a frente é continuar a trabalhar com o foco de ajudar o maior número de doentes possível com a doença oncológica. RFI: Fábio, a última pergunta que lhe faço é o que é que o motivou a estudar o cancro e a imunologia? Fábio Rosa: O que me motivou a estudar o cancro é o facto de ser uma doença tão misteriosa. Ainda é incerto como é que aparece, como é que se desenvolve e como é que progride. É uma doença que, até este ponto, ainda não tem tratamento. Ou seja, o conjunto de perguntas que eu tinha sobre o que é que faz uma célula tornar-se numa célula cancerígena e porque é que o sistema imunitário não as consegue identificar e não as consegue eliminar, como seria de esperar, de acordo com a Biologia, de acordo com o que aprendemos nas aulas na Universidade... Portanto, toda essa complexidade foi uma motivação da minha parte para tentar perceber quais é que são os processos responsáveis por estes factos. E, no final de tudo, tentar arranjar maneiras de usar o conhecimento que nós desenvolvemos ao responder a estas perguntas, para desenvolver novas terapias que são mais inteligentes. Ou seja, que nos permitem, por exemplo, fazer as células do cancro mais facilmente detectadas pelo sistema imunitário e que sejam destruídas, de forma a conseguirmos, por um lado, aumentar a qualidade de vida dos doentes com cancro. Por outro lado, o objectivo de todos os cientistas que estão a trabalhar nesta área é desenvolver o que chamamos a cura. Aquilo que pretendemos é que quando um doente é diagnosticado com cancro, possa, de uma maneira rápida e eficaz, ser tratado com uma terapia que seja eficaz e que resulte na remissão completa desta doença oncológica.
Andrés Amorós recuerda a Friedrich Gulda.
Rakstnieces Ainas Rendas romāns “Pirmavots” ir viens no nozīmīgākajiem 20. gadsimta literārajiem darbiem, kas dēvēts par “himnu individuālismam”. Par romāna interpretāciju Dailes teātrī saruna Kultūras rondo studijā. Radošums, ceļošais un ārdošais. Kompromisi un bezkompromisu dzīve. Sabiedrība, publiskā telpa un nauda. Par pasaules mainīgo un arī nemainīgo dabu pēc pirmizrādes jautājām režisoram Viesturam Kairišam un scenogrāfam Reinim Dzudzilo, kurš iekustinājis visus iespējamos skatuves mehānismus. Bet studijā sarunājas divi aktieri – Ilze Ķuzule-Skrastiņa (izrādē Dominika) un Kaspars Dumburs (izrādē arhitekts Hovards Rorks). "Īstas apmātības un absolūtas kaislības ir kā debesskrāpji – tās met ēnu uz garāmgājējiem," teikts izrādes aprakstā. Hovards Rorks ir jauns, ģeniāls un nepiekāpīgs arhitekts. Revolucionārs, kurš atsakās no komforta arhitektu birojā, lai strādātu akmeņlauztuvē. Tomēr viņā ieskatās kādreizējā drauga un konkurenta Pītera Kītinga mīļotā sieviete Dominika Frankona, augstāko aprindu sieviete, kuras tēvam akmeņlauztuve pieder. Abos dzimst jauna apmātība, kas kļūs par viņu nolemtību. Viņi pārstāv vienu par otru atšķirīgākas pasaules, tomēr abi ir fatālisti. Dominika nevar izlemt: mīlēt Rorku vai iznīcināt, lai abiem nebūtu jācieš? Attiecību trijstūris savelkas vēl ciešāk, kad Dominika izlemj atdoties mediju magnātam Vainendam, lai viņas tābrīža vīrs Kītings varētu realizēt savas dzīves lielāko pasūtījumu. Taču Vainends lūdz Dominkas roku, un viss kļūst neiespējami sarežģīti, jo viņas pielūgtais Rorks un jaunais vīrs Vainends kļūst par nešķiramiem draugiem.
Revolucionář se vším všudy, půl století lídr a trýznitel Kuby – Fidel Castro. Právě o něm je první díl speciální série Vinohradské 12 s názvem KATI o diktátorech s krví na rukou. Dnes i každou další sobotu bude hostem Jaroslav Bílek, politolog se specializací na autoritářské režimy z Univerzity Karlovy. Ptá se Matěj Skalický. Všechny díly podcastu Vinohradská 12 můžete pohodlně poslouchat v mobilní aplikaci mujRozhlas pro Android a iOS nebo na webu mujRozhlas.cz.
Revolucionář se vším všudy, půl století lídr a trýznitel Kuby – Fidel Castro. Právě o něm je první díl speciální série Vinohradské 12 s názvem KATI o diktátorech s krví na rukou. Dnes i každou další sobotu bude hostem Jaroslav Bílek, politolog se specializací na autoritářské režimy z Univerzity Karlovy. Ptá se Matěj Skalický.
Revolucionář se vším všudy, půl století lídr a trýznitel Kuby – Fidel Castro. Právě o něm je první díl speciální série Vinohradské 12 s názvem KATI o diktátorech s krví na rukou. Dnes i každou další sobotu bude hostem Jaroslav Bílek, politolog se specializací na autoritářské režimy z Univerzity Karlovy. Ptá se Matěj Skalický.
Alberto Gonçalves comenta o debate entre Pacheco Pereira e André Ventura.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Entrada Cómo Una Pregunta “Incómoda” Revolucionó La Conversación Sobre El Cuerpo De Las Mujeres. Sección La Nota Del Día - Gonzalo Oliveros Tema: La Crisis De Aeropuertos Sección Colaboradores (Zoom) - Andrés Oppenheimer / Periodista Tema: El Nuevo Ranking Mundial De La Felicidad Sección Colaboradores - Pablo Ruz / Ceo X Eleva Group - Octavio De La Torre Steffano ((Zoom)) / Presidente Concanaco Servytur Tema: Crecer Una Pyme En México La Entrevista Con Fernanda - Eugenia Cauduro / Actriz - Raquel Garza / Actriz Tema: Los Monólogos De La Vagina Mexican@ Rifad@ - Louis David Horné / Actor
Ataques também mataram, pelo menos, cinco civis em área habitacional de Teerã.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
Sobre um artigo de investigação que apresenta uma nova métrica para avaliar a natureza transformadora de descobertas científicas, denominada Medida de Desconectividade por Incorporação (EDM). Ao contrário de índices tradicionais que analisam apenas citações locais, este método utiliza modelos de aprendizagem profunda para mapear a posição de um artigo em relação ao conhecimento passado e às trajetórias de investigação futuras. Esta abordagem permite identificar com maior precisão avanços fundamentais, como os premiados com o Nobel, superando as limitações estatísticas de ferramentas anteriores. O sistema revela-se particularmente eficaz na deteção de descobertas simultâneas, casos em que investigadores independentes chegam à mesma conclusão mas acabam por ocultar o impacto mútuo nas redes de citações convencionais. Através da análise de milhões de patentes e artigos, os autores demonstram que a EDM oferece uma visão mais estável e granular da inovação disruptiva. Em última análise, esta ferramenta facilita uma atribuição mais justa de mérito científico ao evidenciar contribuições que moldam significativamente a evolução do conhecimento global.
Fez o retrato das portuguesas e foi presa consecutivamente. Visitou a URSS, foi recebida em Pequim pelo primeiro-ministro, viveu em Paris o Maio de 68. Maria Lamas (1893-1983), a última desobediente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Fez o retrato das portuguesas e foi presa consecutivamente. Visitou a URSS, foi recebida em Pequim pelo primeiro-ministro, viveu em Paris o Maio de 68. Maria Lamas (1893-1983), a última desobediente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Se inspirado a responder al llamado de ser. un hombre de Dios!
Islamismo pode ser uma força revolucionária? - Mansur Peixoto - Programa 20 Minutos
¡Que pasa locos!Llevábamos unos dias queriendo comentar lo que ha mostrado Nvidia en su última presentación. El famoso DLSS 5 que ha tenido muchos detractores. ¿Le parecerá a Joakin dead y compañía tan infame como al resto?¿Sony tiene miedo a Valva y su próximo PC consolidado? Repasando los datos de los últimos estudios, tiene pinta de que si…..También hemos tenido tiempo para probar algunos juegos y os dejamos aqui nuestras impresiones. Un juego estilo Vampire survivors llamado Night swarm y un clásico de los walking simulacros, SOMA.¡Esperemos que os guste!Aquí tenéis el enlace para crearos la cuenta de ICG Vault, la web app donde puedes votar las pelis, juegos y series y donde cuanto mas participes, mayor será tu peso en el computo global! https://icgvault.esNuestros 10 juegos recomendadosRed dead redemption 2HadesThe last of us 2Elden ringMass effect 2Xcom 2World of warcraftHollow knightZelda breath of the wildPersona 5 royale¡Encuentra tu versión 2.0 con los consejos de Joakin Dead!https://www.amazon.es/dp/B0BHTZPJMH/ref=cm_sw_r_wa_api_EX5KV44ACRD6C0165XDMAquí tienes tu código de descuento de Wetaca: JOAQUINL4097Recordad, si queréis saber mas de nosotros, a continuación toda la información:InsertCoin Games:Grupo de Discord: https://discord.gg/aJrZFRCYoutube: https://www.youtube.com/channel/UC_TLx2vHlr7AJ4kPgckx68wTwitch: https://www.twitch.tv/insertcoingamesTwitter: @ICGames_ESInstagram: insertcoingames_Se os quiere!
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Mais uma autoridade do alto escalão do regime iraniano morreu em um ataque aéreo de Israel. O porta-voz da Guarda Revolucionária, Ali Mohamed Naíni, era responsável pela propaganda do regime islâmico. O líder supremo, Mojtaba Khamenei, disse que a morte de pessoas do alto escalão não fará com que o povo iraniano abandone o regime. Em resposta, o Irã lançou novos ataques contra Israel, atingindo uma região histórica de Jerusalém. E ainda: Oito pessoas ficam feridas em explosão de granada caseira no Rio de Janeiro.
Un año después del asesinato que incendió Irán, este documental relata una insurrección feminista y popular de inmenso impacto. Recuerda la extrema pobreza del país y los frágiles cimientos de un poder bloqueado, socavado por la corrupción y el autoritarismo. Al calor de los testimonios y de las imágenes, a veces de gran violencia, que documentan esta revuelta histórica, a lo largo de esta instructiva y conmovedora inmersión, queda una pregunta: ¿qué episodio decisivo pondrá fin a la dictadura?
O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Un año después del asesinato que incendió Irán, este documental relata una insurrección feminista y popular de inmenso impacto. Recuerda la extrema pobreza del país y los frágiles cimientos de un poder bloqueado, socavado por la corrupción y el autoritarismo. Al calor de los testimonios y de las imágenes, a veces de gran violencia, que documentan esta revuelta histórica, a lo largo de esta instructiva y conmovedora inmersión, queda una pregunta: ¿qué episodio decisivo pondrá fin a la dictadura?
O cinema português do pós-25 de Abril também fez a sua revolução política e estética, enquanto retratava o momento histórico que se vivia em Portugal depois de 48 anos de ditadura. O espírito e os bastidores desse “ideal colectivo do cinema português” foi estudado pelo historiador de cinema Mickaël Robert-Gonçalves que agora publica, em França, o livro "Cinéma Portugais en Révolution : 1974-1982". A RFI falou com o autor no lançamento da obra, a 13 de Março, em Paris. Mickaël Robert-Gonçalves começa por contar à RFI que “o livro trata de como a revolução portuguesa foi filmada e como os cineastas organizaram a revolução dentro da instituição do cinema”, mas também aborda “um estudo estético dos filmes” e “uma reflexão” sobre o percurso dos filmes e o seu contacto com o público. O que foi, afinal, este “cinema português em revolução” e o que levou Mickaël Robert-Gonçalves a fazer deste assunto o tema central da sua tese de doutoramento numa universidade francesa? A descoberta do filme Bom Povo Português (1981) de Rui Simões foi o ponto de partida para o investigador, que também se rendeu a Gestos & Fragmentos - Ensaio sobre os Militares e o Poder (1982) de Alberto Seixas Santos. Ambas as obras marcam, para ele, “o fim de um espírito sobre os filmes revolucionários” e “o fim, talvez, do ideal colectivo do cinema português”, o que também explica as datas do título do livro. Mickaël Robert-Gonçalves mergulhou, então, nessa “outra forma de fazer cinema” em Portugal, um cinema radical, na forma e no conteúdo, que abordou temas calados por 48 anos de ditadura e que retratou as lutas do Período Revolucionário em Curso, deixando-se simultaneamente absorver pelo próprio ímpeto revolucionário. A partir de Paris, o historiador lusodescendente agarrou num tema “ainda muito desconhecido” em Portugal e foi pesquisar esse cinema colaborativo que - conta - “questionou o lugar do autor e do poder no cinema” através, nomeadamente, de “uma variedade de cooperativas que tinham um modelo diferente de produção e uma discussão permanente, como era possível num período revolucionário”. Na apresentação da obra, em Paris, Raquel Schefer, professora de cinema na universidade Sorbonne Nouvelle, resumiu o livro como “a mais importante sistematização do cinema revolucionário português até à data”. Oiça a entrevista com Mickaël Robert-Gonçalves neste programa. RFI: Do que fala este livro Cinéma Portugais en Révolution:1974-1982? Mickaël Robert-Gonçalves, Autor do livro Cinéma portugais en révolution : 1974-1982: “Este livro é uma espécie de síntese da minha tese de doutoramento que foi defendida em Paris 3-Sorbonne Nouvelle, em 2018. O livro trata de como a revolução portuguesa foi filmada e de como os cineastas organizaram a revolução dentro da instituição do cinema, na primeira parte. Na segunda parte é mais um livro sobre os filmes e como os filmes foram feitos durante a revolução, um estudo estético dos filmes. E, depois, é uma reflexão sobre o destino dos filmes, como foram projectados, como circularam nos festivais, nas salas de cinema, etc.” Como é que a revolução entrou e se manifestou no cinema português? “É um cinema interessante porque questionou, por exemplo, o lugar do autor, sendo que o cinema português é um cinema de autor, e no período revolucionário foi um cinema colaborativo, um cinema colectivo. Por isso, foi uma das primeiras maneiras de fazer um cinema diferente. Também questionou as questões do poder no cinema porque houve uma tentativa de socialização da produção cinematográfica em Portugal durante a revolução, que durou mais ou menos dois anos, e havia uma variedade de cooperativas que tinham um modelo diferente de produção e foi uma discussão permanente, como era possível num período revolucionário.” Há dois filmes que estruturam o seu livro. Quais são e porquê a escolha destes dois? “O primeiro é ‘Bom Povo Português' de Rui Simões, foi o primeiro filme que descobri sobre a revolução. É um dos filmes mais conhecidos sobre a revolução. Era um filme que sintetizava toda a revolução e, ao mesmo tempo, é um filme também muito poético e havia muitas imagens que eu queria descobrir e foi a minha maneira mais fácil e mais rica de entrar no período revolucionário. Este filme foi terminado no início dos anos 80. O segundo filme é ‘Gestos & Fragmentos - Ensaio sobre os Militares e o Poder' de Alberto Seixas Santos. Este é um filme mais radical, um filme mais intelectual talvez, também foi um filme que foi difícil de acabar para a equipa do filme e só foi finalizado em 1982. Para mim, era já o fim de um período, de um espírito sobre os filmes revolucionários. Era também, talvez, o fim do ideal cooperativo, o ideal colectivo do cinema português. Acabou com ‘Gestos & Fragmentos' e Bom Povo Português'.” Daí a escolha das datas 1974-1982? “Sim, para mim, era uma maneira poética ou filosófica de acabar a revolução com os filmes, não com o processo histórico, porque claro que a revolução acabou antes de 1982, mas houve mais influências e referências da revolução depois do fim da revolução. Então, para mim, era lógico acabar em 1982 com ‘Gestos & Fragmentos'”. Olhando para além de 1982, até que ponto hoje essa vaga revolucionária toca algum cinema português? “É uma questão complicada porque não sei se há mesmo um eco agora nos filmes contemporâneos. Há uma referência, por exemplo, nos filmes do Colectivo Terratreme e, por exemplo, acabei o meu livro com o filme ‘A Fábrica de Nada'. Para mim, no modelo de criação do filme, havia um eco do período revolucionário, mas não sei se é uma ligação voluntária ou se é qualquer coisa que os realizadores conscientizaram quando estavam a fazer este filme, espero que fosse uma espécie de referência e influência. Mas também é preciso conhecer este património cinematográfico dos anos 70 e não sei se isso está a ser ensinado nas escolas de cinema. É um período ainda muito desconhecido.” Quais são os temas que até então não tinham aparecido na história do cinema português e que aparecem nessa altura? “Há muitos, porque neste cinema militante havia muitos problemas que surgiram no período revolucionário, problemas que já existiam durante a ditadura, por exemplo, a questão do aborto, a questão da reforma agrária, a questão da organização dos trabalhadores, várias questões políticas e de sociedade, a questão do direito ao alojamento, a questão do hospital psiquiátrico, por exemplo. Foi um período onde era possível ter todos esse objectos de trabalho e foi um período decisivo.” Qual foi o papel das cooperativas de cineastas? Além de apagarem, entre aspas, o nome do autor, fizeram um trabalho colectivo que, muitas vezes, se associa a uma utopia colectiva e revolucionária… “Sim, mas como uma utopia, também é sempre difícil que isso fique no tempo. Foi uma experiência. Para os realizadores era uma maneira de experimentar, fazer um cinema diferente também e experimentar outras formas de fazer cinema. Depois, a figura do autor voltou em Portugal, então, só foi um período muito curto na história do cinema português.” Além de ser um cinema revolucionário nos temas, com temas que até então não tinham sido abordados, em termos formais, houve também uma radicalização das formas, algo novo? “Sim, houve uma radicalização das formas porque era um cinema que estava influenciado pelas formas de cinema político da Europa: o cinema político francês, o cinema militante que já havia na América Latina, por exemplo. Era possível porque havia uma revolução. Havia também formas de cinema mais antigas e, às vezes, menos valorizadas, porque já havia este tipo de cinema em França, em Itália, na América do Norte, mas não havia este tipo de cinema em Portugal. Então era uma descoberta e também foi uma maneira de experimentar este tipo de cinema em Portugal.” Além destes dois filmes que falou, que outros poderia recomendar às pessoas que querem descobrir este cinema revolucionário português? “Posso recomendar não os filmes, porque é difícil, mas as plataformas onde é possível ver esses filmes, como a RTP Arquivos onde podem encontrar os filmes do programa ‘Nome Mulher' e ‘Ver e Pensar' que é um outro programa. Também a plataforma da Real Ficção de Rui Simões, que é uma sociedade de produção portuguesa, e há uma possibilidade de ver os filmes do Grupo Zero: ‘A Lei da Terra', ‘Gestos & Fragmentos', ‘Assim começa uma cooperativa', por exemplo, e os filmes da Cooperativa VirVer de Rui Simões que estão também na plataforma Real Ficção.” Na apresentação da obra, a historiadora de cinema Raquel Schefer disse que é uma obra que sistematiza e desmistifica a história do cinema revolucionário português, desidealizando a história das cooperativas de cineastas. Houve esse intuito? “Não sei. Acho que isso é a percepção da Raquel [Schefer], mas acho que talvez seja verdade porque talvez seja uma coisa que está ligada com o facto de que eu não vivi em Portugal, nasci aqui em França e tenho uma espécie de um olhar sobre Portugal que é um olhar um pouco estrangeirado sobre a História de Portugal. Então, talvez seja por isso que eu possa olhar para esta história e para estes filmes, talvez, com distância e uma maneira de analisar que permite essa sistematização e esse olhar específico que eu tenho no meu livro.”
Donald Trump si přeje najít v Íránu „svou Delcy Rodríguezovou“. Tuto venezuelskou prezidentku, někdejší pravou ruku diktátora Nicoláse Madura, totiž ponechal u moci a teď si to nemůže vynachválit. Trump s Caracasem uzavírá jednu obchodní smlouvu za druhou, ze země čerpá ropu, zlato a další nerostné zdroje.
Ky është një emision që ka për qëllim informacionin mjekësor për dëgjuesit në lidhje me simptomat e para të disa sëmundjeve dhe kurimin e tyre. Mënyra e rrëfimit të pacientëve sesi nisin simptomat e para në formën e rrëfimeve, vizitat tek mjeku, rrëfimet e mjekëve për dyshimet e tyre në lidhje me diagnozën e saktë, vendosja e saktë e diagnozës dhe fillimi i kurimit. Bashkëpunim me mjekë të njohur dhe personazhe të njohur të cilët kanë pasur eksperienca sëmundjesh. Ky emision ka si synim informimin e publikut mbi të rejat në fushën e mjekësisë, kërkimet, teknologjitë e reja dhe gjithçka tjetër.
TECNOLOGIA y LIBERTAD -------------------------- twitter.com/D3kkaR #Bitcoin BTC: dekkar$paystring.crypt Seedbox: https://members.rapidseedbox.com/ref.php?id=66848 CANAL PRIVADO DEKNET https://t.me/+0W_fPQXXOFAyNzE8
Çdo mëngjes zgjohuni me “Wake Up”, programi i njëkohshëm radio-televiziv i “Top Channel” e “Top Albania Radio”, në thelb ka përcjelljen e informacionit më të nevojshëm për mëngjesin. Në “Wake Up” gjeni leximin e gazetave, analiza të ndryshme, informacione utilitare, këmbimin valuator, parashikimin e motit, biseda me të ftuarit në studio për tema të aktualitetit, nga jeta e përditshme urbane e deri tek arti dhe spektakli si dhe personazhe interesantë. Zgjimi në “Wake Up” është ritmik dhe me buzëqeshje. Gjatë tri orëve të transmetimit, na shoqëron edhe muzika më e mirë, e huaj dhe shqiptare.
Hey there food fans! Welcome back to the Food For ThoughtCast-- you're just in time to talk about the foods of the early settlers, the time of the revolutionary war, and a few of the colonies. It's time for episode 138! Melissa and Steve are all over the place and all over the map, literally, in today's quick look at some of the most commonly eaten foods and cooking techniques used during this monumental time in our nation's history. There is a only a tiny, un-American amount of talk devoted to apple pie- but that's ok, we salvage it by having a full conversation devoted to whether possums are friends or food. Enjoy ! Find us everywhere that you find only the most amazing food podcasts and don't forget to watch us on YouTube!
The views and opinions expressed on this podcast are for entertainment and informational purposes only. They do not constitute legal, financial, or professional advice. Any characters, stories, or references to public figures are presented in a satirical or opinion-based context. Listeners are encouraged to do their own research and consult with qualified professionals before making decisions based on the content. The hosts and guests disclaim any liability for actions taken or not taken based on what is discussed.Jesus gives a brief update about Revolucion Bar. Gil updates listeners on RLG's continued delays on depositions. They filed a protective order and 3 days later filed an emergency order to stay the depositions. Brandon Rafi learned after his landlord tenant dispute that speaking into a camera may not be good for his career as the judge in that case said "Rafi is neither convincing nor credible." Wise words from a Judge. Gil updates the listeners on the 3 lawsuits filed against him by 3 Rafi lawyers. Can you say consolidation? Gil calls out local radio host Joey Boy for advising people not to come to Revolucion or speak to Gil and Jezuz. Despite his urging requests, his ex Amber still showed up and supported the dynamic duo. Gil advises the listeners that if they have issues with Brandon Rafi or Rafi Law Group, they should reach out to him so he can help them seek answers and resolution. The saga continues...
Es uno de los grandes autores de la ficción televisiva contemporánea, uno de esos guionistas que formó parte de la revolución de HBO a principios de los 2000. Alan Ball es el creador de 'A dos metros bajo tierra' y de 'True blood', pero también el guionista de una película cómo 'American Beauty'. En esta charla durante el Serielizados reflexiona acerca de su carrera, la situación de la ficción y los retos de la sociedad americana en la era Trump.
Charlamos con Hodei Olite y @javieririberri1, dos vidas dedicadas al ciclismo base, sobre el cambio generacional que ha vivido el ciclismo. Han estado 11 años en el @CCErmitagana y 18 en el Club Ciclista Villavés y han vivido la revolución y evolución del ciclismo desde dentro. ¿Cómo está la base ciclista? ¿Cómo se enfoca la formación de cadetes y juniors? Javier Iriberri además de ser entrenador en el Villavés, histórico club navarro donde se formó Miguel Indurain, es corredor de ultrafondo. Os invitamos a seguir su historia en su web: javieririberri.com 🗣️ Con Mikel Ilundain Os recordamos que podéis veniros a la Quedada ACDP el próximo 29 de noviembre. Toda la info en la pestaña de comunidad. O escribiendo a contacto@alacoladelpeloton.es Identidad CLAS on Tour 2025 (libro de Eneko) Fechas confirmadas: 26/11 - Librería La Revoltosa (Xixón) /// 27/11 Viva Bicicletas (Madrid) /// 10/12 - Katakrak (Iruñea) Otros enlaces: https://go.ivoox.com/rf/140346204 podcast Café y Ciclismo https://cyclingreport.substack.com/ proyecto Javi Aguilar 📍 Encuéntranos en... ➡️ https://www.twitch.tv/acdpeloton ➡️https://youtube.es/ACDPeloton ➡️Grupo de Telegram: https://t.me/familiaACDP ➡️Twitter: twitter.com/ACDPeloton ➡️Instagram: https://www.instagram.com/acdpeloton/ Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Pre konsolidáciu zníži rezort kultúry počty pracovných miest, môže sa to týkať približne štyroch stoviek ľudí, uviedol generálny tajomník služobného úradu ministerstva kultúry Lukáš Machala v relácii Ide o pravdu.
¡Atención usuarios de Arch Linux! En este nuevo episodio de Atareao con Linux, te desvelo la herramienta TUI (Terminal User Interface) que está cambiando por completo la forma de gestionar paquetes, tanto de los repositorios oficiales como del vasto ecosistema del Arch User Repository (AUR). Si el factor productividad es más importante para ti que el factor ilusión de las nuevas versiones, y valoras la filosofía KISS (Keep It Simple, Stupid) y el modelo rolling release, este tutorial práctico es crucial para optimizar tu flujo de trabajo.Mi nombre es Lorenzo Carbonell ("atareao"), y mi podcast se centra en ofrecer soluciones para cualquier cosa que quieras hacer con Linux. Este episodio es el ejemplo perfecto: te muestro cómo simplificar lo que antes requería múltiples comandos.Comenzamos profundizando en la que es, para muchos, la razón principal para elegir Arch Linux: el AUR (Arch User Repository). Este es un gran repositorio comunitario que te da acceso a una cantidad inmensa de software, incluyendo herramientas de nicho, versiones *-git y *-svn con las últimas características de desarrollo.Pero, ¿cómo gestionamos este poder?El AUR no contiene binarios, sino PKGBUILDs—scripts de compilación escritos por la comunidad que instruyen a tu sistema a descargar, verificar, compilar e instalar el paquete. Para manejar esto, necesitas un AUR Helper.He estado utilizando Paru durante mucho tiempo, y sigo encantado con él. Es una herramienta escrita en Rust que combina las funciones del gestor oficial pacman y la gestión de AUR.Características clave de Paru para la productividad:Herramienta Unificada.Seguridad y Transparencia.Gestión de Huérfanos.Y ahora, la estrella del episodio: Pacsea. Esta es una nueva herramienta de terminal, presentada como una TUI, que simplifica enormemente las tareas de búsqueda e instalación. También escrita en Rust, pacsea ofrece una interfaz intuitiva para buscar, filtrar e instalar paquetes.Por qué Pacsea es un game changer para tu productividad:Diseño de Tres Paneles: Interfaz clara con resultados, búsquedas recientes/instalación e información detallada del paquete.Seguridad Visual: Incorpora un visor de PKGBUILD que puedes abrir con Ctrl+x o un solo clic. Esto te permite revisar el código antes de la compilación e instalación.Instalación por Cola (Queueing): Pulsa la tecla Espacio para añadir varios paquetes a la cola y confirmar la instalación por lotes con Enter.Búsqueda Instantánea y Optimizada: El sistema de búsqueda utiliza debouncing para ser inmediato y simultáneo en repos oficiales y AUR.Filtros Clicables: Puedes filtrar los resultados directamente haciendo clic en las etiquetas [AUR], [core], [extra], etc..Información Esencial al Instante: Muestra la popularidad del AUR (estrellas), el estado de los servicios Arch/AUR y las noticias críticas que requieren intervención manual.Aunque siempre se puede exprimir más a herramientas nativas como paru y pacman, la facilidad de uso y la eficiencia de Pacsea la convierten en una herramienta imprescindible para mi flujo de trabajo en Arch Linux.Si buscas soluciones claras y directas para mejorar tu productividad, gestionar servidores web, proxies inversos (como Traefik) o utilizar herramientas avanzadas (como Docker, Neovim o Rust) [cite: 2025-07-15], este podcast es tu guía.
Hoy nos sentamos con Isaac Gómez (profesor de física, UPR/Albizu y creador de Notas Astronómicas) para hablar de cómo Puerto Rico —desde el Observatorio de Arecibo— cambió la historia de la astrofísica: descubrimos exoplanetas, enviamos un mensaje al espacio y abrimos una ventana a un universo que no podíamos ver.En este episodio:La era dorada de Arecibo y por qué fue clave en la radioastronomíaExoplanetas: el primer paso serio en la búsqueda de vida fuera del Sistema SolarEl mensaje de Arecibo: una “botella” con información de la Tierra lanzada al cosmos¿Existe una “foto” del Big Bang? La radiación de fondo cósmica explicada fácilVer el pasado cuando miramos las estrellas (años luz, luz y tiempo)Agujeros negros: por qué vemos la ausencia de luzSci-fi que sí podría pasar: Contact, Interstellar¿Vida ET, conspiraciones y evidencia?El futuro del Sol y qué significa para nuestra especiePlutón, Júpiter “sin piso” y océanos bajo hielo en lunas lejanasSi te gustó, suscríbete, deja tu pregunta en los comentarios y comparte este episodio con ese pana que ama la ciencia (o que aún no cree en ella
Les platicamos sobre uno de los descubrimientos más importantes en toda la historia de la humanidad: La pólvora. En este video te platicaremos sobre practicamente 1000 años de progreso tecnológico y de cómo la fórmula de la pólvora fue desarrollando algunos de los más grandes acontecimientos de la historia de la humanidad.
Steve Jobs es considerado un visionario, un genio que cambió el mundo con Apple. Pero detrás de los productos icónicos y de su imagen de innovador, había un hombre marcado por el abandono, las traiciones y un carácter despiadado.En este video exploramos la verdadera historia de Steve Jobs: desde su infancia difícil y sus relaciones tormentosas, hasta la construcción del imperio Apple y el mito que se creó alrededor de su nombre. ¿Fue realmente un revolucionario… o solo un personaje más grande que la vida?Fuentes: https://docs.google.com/document/d/1QkYpNPH6J1xUMAAfVz3EO0MIws8y0DQNta2Edki5xcI/edit?usp=sharing
When we last left the Goose Cannons, they were trying to build goodwill with the people of Zobeck. As they walked through the streets, handing out gold and food to the downtrodden of the city, a large minotaur named Lawson stopped them for a word. What does Lawson want with the group? Has Syph's past come back to haunt him? Find out now!
Juan Luis Saldaña acaba de publicar Fernando Soteras Mefisto (1886-1934) y sus coplas del día como fenómeno popular, un libro editado por la Institución Fernando el Católico que rescata a un periodista y poeta singular. Soteras escribió más de dos mil coplas para la prensa aragonesa, convirtiéndose en un auténtico fenómeno cultural de su época.
Olá, pessoas, nesta semana vamos falar de uma figura pouco conhecida, Benjamin Lay, um pequeno grande revolucionário para a sua época. Depois de vários episódios falando de pessoas terríveis, é bom refletir sobre a vida de uma pessoa que lutou pelo que é certo.
Com Joana Azevedo e Diogo Beja