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Uma das zagueiras brasileiras mais vitoriosas do futebol feminino, Tarciane tem apenas 22 anos e uma longa carreira pela frente. Apesar de jovem, a jogadora do Lyon já tem uma coleção de títulos. Revelada pelo Fluminense em 2021, Tarciane ganhou destaque com a camisa do Corinthians. No clube paulista, a carioca conquistou quatro campeonatos brasileiros, uma Libertadores e três Supercopas do Brasil. Marcio Arruda, da RFI em Paris Depois de uma rápida passagem pelo Houston Dash, dos Estados Unidos, a zagueira foi campeã da Liga Francesa no ano passado pelo Lyon. Na seleção brasileira, conquistou a última edição da Copa América. Tarciane vai se apresentar nesta semana para a seleção brasileira, que faz uma série de três amistosos contra países do mesmo continente. O primeiro compromisso do Brasil é contra a Costa Rica, em Alajuela, na próxima sexta-feira, 27 de fevereiro. Na sequência, a seleção enfrenta a Venezuela no dia 4 de março e o México no dia 7; estes dois últimos jogos serão em território mexicano. Em entrevista para a RFI, Tarciane destacou o trabalho que a equipe brasileira tem feito. A zagueira afirmou que o foco é a Copa do Mundo de 2027, que será disputada entre junho e julho do ano que vem, no Brasil. Este mundial reunirá as melhores seleções do planeta e é bem provável que a Espanha, atual campeã, os Estados Unidos, ouro na Olimpíada de Paris, a Inglaterra, a Suécia, a Alemanha e o Canadá disputem a competição. Leia tambémApós beijo forçado em atleta espanhola, surge outra denúncia contra presidente da federação de futebol "A gente está conseguindo fazer um bom trabalho. Toda a comissão e as atletas abraçam totalmente a ideia de jogo para podermos melhorar até a Copa do Mundo. A gente já passou por um momento especial nos Jogos Olímpicos de Paris. Hoje a gente já entende o que é jogar uma competição de alto nível; sabemos o quanto é importante a parte física para a gente poder estar bem na competição", afirmou. Com mais de 25 jogos pela seleção, Tarciane pensa grande. "Mentalmente é importante estarmos trabalhando e jogando com grandes seleções para podermos nos adaptar melhor e chegarmos muito bem na Copa. É um grupo novo e bastante jovem, e certamente vai ter menina que disputará pela primeira vez uma Copa do Mundo. Se eu for convocada, será a minha primeira Copa. Tenho experiência dos Jogos Olímpicos e de outras competições com a seleção. Então, é importante a gente estar pronta para conseguirmos ganhar o mundo; e a gente vai ganhar o mundo", deseja a confiante Tarciane. Mas a zagueira, que conquistou a medalha de prata na Olimpíada de Paris, não quer saber de oba-oba no Mundial do ano que vem. "A gente não quer favoritismo. Ainda mais com a Copa do Mundo em casa. A gente quer chegar em silêncio e bem quietinha, fazendo o nosso trabalho e jogando contra as grandes seleções. É isso que a gente quer", disse Tarciane. "Eu tenho certeza que a seleção brasileira vai chegar muito bem preparada na Copa do Mundo." "A gente se prepara todos os dias, aprendendo e demonstrando cada vez mais a nossa identidade em campo. Assim, vamos trazer o torcedor brasileiro para o nosso lado. E isso vai fortalecer a gente cada vez mais para jogar uma partida importante no Brasil diante da nossa torcida", falou. Leia tambémEm Paris, Formiga e Michael Jackson dizem o que falta para o futebol feminino decolar no Brasil Mas para continuar a ser lembrada pelo técnico da seleção, Arthur Elias, a zagueira brasileira precisa manter o bom desempenho que tem apresentado com a camisa do Lyon. No clube desde fevereiro do ano passado, Tarciane é titular da zaga do time francês e já marcou três gols – diante do PSG, Nantes e Strasbourg, todos nesta temporada. Mas se ela já está adaptada à equipe francesa, no dia a dia, Tarciane ainda precisa de mais um tempinho. "A adaptação é difícil. Outra língua, outro idioma… tudo muito diferente, mas a cada dia aprendendo mais um pouquinho. Hoje eu entendo muito mais francês do que quando cheguei aqui (fevereiro de 2025) e agora só falta falar um pouco mais. Acho que isso é a parte mais complicada, mas a adaptação é todos os dias", conta. "É um momento importante de aprendizado." E como será que ela faz para matar as saudades da família e amigos? "Sinto saudades de casa; sempre. É difícil porque é muito longe. O Rio de Janeiro e a França são totalmente diferentes. A logística, o horário... Eu pude ir para casa nas férias e aproveitei meus dez dias de folga. É vida de atleta. Eu sabia que isso iria acontecer porque são escolhas que a gente faz na nossa vida. A gente vai matando (a saudade) por telefone e videochamada", explicou a zagueira. Mesmo em outro continente, Tarciane mostrou que não esqueceu os clubes que defendeu. Será que o coração da zagueira ainda é de braba, apelido dado às jogadoras do Corinthians? "Ah, sempre vai ser. Foi a segunda equipe que me apresentou para o mundo. A primeira foi o Fluminense e a segunda foi o Corinthians, onde eu pude viver profissionalmente muita coisa. Foi lá que conquistei os melhores troféus que eu tenho. É por isso que eu sempre vou ser uma braba e sempre vou estar na torcida. O Corinthians está no meu coração. Gratidão sempre", disse. Depois da sequência de amistosos com a seleção atual campeã da Copa América, Tarciane voltará ao Lyon para o campeonato francês. O próximo compromisso do clube é em casa contra Le Havre. O Lyon de Tarciane é o líder invicto da competição com 16 pontos de vantagem sobre o Nantes, que hoje está na vice-liderança.
É COPA DO MUNDO, AMIGOS!O Rebatida Podcast entrevista o ex-atleta e atualmente técnico dos arremessadores da seleção brasileira de beisebol, André Rienzo, que vai participar do WBC em Março.Em um papo descontraído com Thiago Cordeiro e Tassyo Falcão, Rienzo contou sobre os preparativos da delegação, os atletas de destaque, a expectativa para os confrontos contra Estados Unidos e México, além de falar de memórias dos seus anos como Pitcher na MLB.Episódio histórico e indispensável para quem vai torcer para o Brasil, em março, no World Baseball Classic!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste vídeo, Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli analisam os cenários possíveis, o impacto no calendário do futebol brasileiro, os conflitos com datas da FIFA, além das diferenças em relação às Copas anteriores.
Confira o episódio #533 especial do Podcast Futebol No Mundo sobre Copa do Mundo! Com convidado especial, Élber, ídolo do Bayern de Munique e um dos maiores artilheiros estrangeiros da Bundesliga e hoje é embaixador do Bayern. Élber relembra histórias de quando jogaa e fala sobre a Copa do mundo, a seleção da Alemanha e também da Seleção Brasileira. Vem com a gente! - Abertura do programa - Começa a entrevista com Élber - Estrutura e momento do Bayern - Carreira internacional - Projeto da Seleção da Alemanha - Passagem pela Seleção Brasileira - Geração atual da Seleção Brasileira - Passagem pelo Milan - Ancelotti e Brasil a Copa - Seleções favoritas para a Copa do Mundo - Sistema de jogo com centro-avante - Sobre a relação atual com o Bayern Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Na edição 187 do PFF Debate, Rafael Alves e Raffa Carolina repercutem o evento de lançamento da Copa do Mundo Feminina no Brasil. Nossa equipe também destaca a preparação do Corinthians em Londres para a Copa das Campeãs femina, Formiga com cargo no Ministério do Esporte, e fazem uma tierlist das equipes do Campeonato Brasileiro de acordo com quem contratou melhor.Contribua com um PIX: PixPlanetaFutebolFeminino@hotmail.comInstagram - instagram.com/planetafutebolfemininoTwitter/X - x.com/PFF_OficialYoutube - youtube.com/@PlanetaFutebolFemininoSite - planetafutebolfeminino.com.br
O Maquinistas de hoje recebe Tiago Paes, head de operações dos estádios da Fifa na Copa do Mundo de 2026, para discutir os DESAFIOS na organização de uma Copa do Mundo.Tiago detalha toda a extensa operação da Fifa para a Copa do Mundo deste ano, que será realizada, pela primeira vez, em 3 países, Canadá, EUA e México.O executivo fala sobre as diferenças culturais, principalmente nos EUA, onde o futebol não tem tanta tradição. Tiago entende que os norte-americanos estão aprendendo muito sobre a organização de eventos esportivos com a Fifa e que este intercâmbio é saudável.O episódio do Maquinistas de hoje detalha a complexidade de organização do maior evento esportivo do mundo e, com a Copa de 2026 tendo 48 seleções, o maior evento esportivo já realizado na história.00:00 Os planos da Fifa para a Copa do Mundo de 202602:20 O cargo de Tiago Paes na Fifa03:53 A complexidade da organização de uma Copa do Mundo05:23 O tamanho da equipe07:19 A trajetória de Tiago Paes na indústria esportiva13:54 O diferencial dos brasileiros na organização de grandes eventos17:00 Dicas para quem quer ingressar na indústria esportiva19:16 O dia a dia do trabalho na organização das competições na Fifa23:11 Como organizar uma Copa do Mundo em 3 países diferentes26:13 Quando começa o trabalho de organização de uma Copa do Mundo27:36 A execução da maior Copa do Mundo da história30:24 A disputa da Copa do Mundo com outros eventos globais33:00 As mudanças nas relações com os torcedores das novas gerações35:50 As dificuldades de organização nos EUA41:14 O clima da Copa do Mundo nos EUA44:56 Os possíveis legados da Copa nos EUA48:30 Como lidar com as dificuldades climáticas nos EUA54:16 As mudanças e evoluções na organização da Copa do Mundo57:13 A tranquilidade de Tiago para organizar a Copa do Mundo01:01:54 Os aprendizados sobre liderança01:03:16 Momento Gheorge
Robson Morelli repercute os principais assuntos do Esporte, diariamente, às 8h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Entre tantas alternativas de retaliação e de tentativa de controle sobre o que os Estados Unidos vêm fazendo em relação à Europa, uma ameaça de boicote europeu à Copa do Mundo de 2026 em solo americano talvez fosse uma das poucas jogadas capazes de, de fato, fazer Trump recuar. Não porque ele se importe com a pureza do esporte ou com a liturgia da FIFA, mas porque mexe em três coisas que pesam muito no seu universo de prioridades: imagem, dinheiro e narrativa. Thiago de Aragão, analista político De repente, a maior vitrine do planeta, cuidadosamente montada em casa, corre o risco de virar um grande palco de constrangimento ao vivo. Um boicote desse tipo não nasceria como raio em céu azul. Ele viria depois de meses de atrito, cobranças públicas e humilhações discretas, especialmente em torno da Groenlândia. Cada declaração sobre “interesse estratégico”, cada ameaça tarifária contra aliados europeus, cada aceno de que, se for preciso atropelar sensibilidades de Copenhague, Bruxelas e companhia, se atropela. Em algum momento, a sensação de que a Europa está sendo tratada mais como peça de tabuleiro do que como parceira começa a ferver. E quando essa temperatura sobe, a Copa, que parecia um assunto distante, logística, estádio, calendário, começa a aparecer como botão de emergência. A ideia de boicote, no começo, surgiria em voz baixa. Um parlamentar aqui fala que “não dá para ir à festa de quem te humilha na porta de casa”. Um colunista ali sugere que, se Washington quer testar limites na Groenlândia, a resposta não pode ser só nota de repúdio e discurso protocolar. Aos poucos, a conexão se consolida na cabeça do público: Copa em solo americano, naquele momento, não é apenas futebol. É um selo de normalidade, um “está tudo bem entre nós” estampado em HD para o mundo todo ver. Se essa percepção cola, o cardápio de ações se abre. Alguns governos podem defender um boicote total, com seleções europeias simplesmente ficando em casa. Outros preferem um meio‑termo: seleções vão, mas sem delegações oficiais, sem encontros cerimoniais, sem foto sorridente em camarote ao lado do presidente americano. Há ainda a opção de transformar cada coletiva de imprensa em micropalco político, com jogadores e técnicos lembrando, sempre que possível, por que aquela Copa acontece sob protesto. Em todos os casos, o recado chega onde importa: na combinação de audiência, patrocínio e prestígio. A razão pela qual isso toca num nervo específico em Trump é simples. A Copa em casa, em 2026, é mais do que um torneio; é uma peça de narrativa. É a chance de mostrar um país vibrante, organizado, capaz de montar o maior espetáculo esportivo do planeta, com estádios cheios, patrocinadores felizes e o resto do mundo vindo bater palma. Um boicote europeu não destrói a Copa, mas arranha essa imagem de perfeição: a festa acontece, mas com cadeiras vazias importantes. O anfitrião continua sorrindo, porém o mundo inteiro sabe que nem todo convidado aceitou o convite. Do ponto de vista financeiro, o dano também é calibrado onde dói. Emissoras europeias pagaram caro esperando jogos com França, Alemanha, Espanha, Itália, Inglaterra. Patrocinadores globais apostaram na presença de estrelas que jogam em clubes europeus, com torcidas gigantescas. Se parte desse pacote evapora, começam as renegociações, os pedidos de compensação, os ajustes de contrato. Nada disso derruba a economia americana, claro, mas é barulhento o suficiente para virar manchete, relatório de banco, debate em mercado. O tipo de ruído que investidores e conselheiros detestam e que qualquer presidente que se vê como sinônimo de “sucesso” prefere evitar. “Não vamos à sua festa enquanto você pisar no nosso calo” Politicamente, a Europa teria a vantagem de usar uma arma que fala o idioma da opinião pública. Em vez de discutir cláusulas de tratado ou números de tarifa em documentos opacos, ela diria algo muito mais simples: “não vamos à sua festa enquanto você pisa no nosso calo”. A opinião pública europeia entende. A opinião pública americana, mesmo dividida, entende também. E, talvez mais importante, outros países assistem. Da América Latina à África, passando pela Ásia, a imagem de uma Europa que finalmente decidiu peitar Washington numa arena tão simbólica quanto a Copa tem peso próprio. Isso não quer dizer que o boicote seja fácil de construir. Dentro da própria Europa, o debate seria duro. Países mais expostos à Rússia teriam medo de qualquer movimento que parecesse enfraquecer o vínculo com os Estados Unidos. Governos mais atlanticistas argumentariam que é perigoso transformar a segurança de longo prazo em refém de um gesto de curto prazo, por mais sedutor que ele pareça. Outros, sobretudo onde a fadiga com a postura americana já é grande, veriam no boicote a primeira oportunidade real, em décadas, de dizer “não” de forma que seja ouvida. E é justamente aí que entra o potencial de fazer Trump recuar. Diferente de sanções discretas, notas diplomáticas ou manobras em bastidores, uma ameaça crível de boicote à Copa mexe com algo que ele acompanha pessoalmente, que ele entende intuitivamente e que impacta, de forma direta, sua narrativa de sucesso interno. Diante da perspectiva concreta de ver o grande show de 2026 virar vitrine de resistência europeia, a tentação de calibrar o tom sobre a Groenlândia, suavizar ameaças, oferecer alguma concessão de fachada ganha força. Não por reconhecimento de erro, mas por cálculo de custo. No fundo, a ideia de usar a Copa como instrumento de pressão é um pouco o espelho do que os próprios Estados Unidos fizeram tantas vezes com outros países: transformar um evento simbólico em teste de lealdade, premiar quem entra na linha, punir quem sai do script. A diferença é que, desta vez, o alvo seria o centro, não a periferia. Para a Europa, seria uma forma de dizer que também sabe jogar esse jogo. Para Trump, um lembrete incômodo de que, às vezes, o gol que dói mais não é o que entra no próprio time, mas o que estraga a festa no estádio inteiro.
Toda quarta-feira, o Direto ao Ponto conta com a participação da especialista em Mídias Sociais e Negócios na Internet, Fernanda Musardo. Em seu comentário, diretamente de Curitiba, a colunista fala sobre inovação e tecnologia. Nesta semana, o assunto foi o uso do TikTok como ferramenta de divulgação da Copa do Mundo pela FIFA.
Toda quarta-feira, o Direto ao Ponto conta com a participação da especialista em Mídias Sociais e Negócios na Internet, Fernanda Musardo. Em seu comentário, diretamente de Curitiba, a colunista fala sobre inovação e tecnologia. Nesta semana, o assunto foi o uso do TikTok como ferramenta de divulgação da Copa do Mundo pela FIFA.
A semana tem muitas novidades no ciclismo brasileiro, entretanto, no ciclocross, o assunto muda um pouco o enredo, mas o final é sempre o mesmo: domínio de Van der Poel em Benidorn. Neerlandês se "vinga" da última prova que não conseguiu vencer (em 2024!!) com um show na Espanha. Lucinda Brand também segue dominante. No Radio, espaço também para o ciclismo de Estrada feminino com o TDU e o Tour de El Salvador! Além, claro, da melhor resenha sobre os principais destaques pelo mundo! Viu a sapatilha da Van Rysel? E o uniforme com air-bag? Vem trocar uma ideia conosco sobre isso também!
Marcel Rizzo analisa o mercado da bola neste início de ano e projeta a base da seleção brasileira para a Copa do Mundo 2026 em conversa com Leandro Cacossi e Andrea Machado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Robson Morelli repercute os principais assuntos do Esporte, diariamente, às 8h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para o 8 e a faixa! E hoje o Príncipe Vidane avalia a amizade entre Donald Trump e a FIFA (na figura de Infantino) e as implicações disso pra próxima Copa do Mundo.Leia o texto de Max McCoy citado no episódio clicando aqui.ACOMPANHE AS LIVES - Siga @cortesjovemnerdoficialORIGINAIS DO FUT - Acesse www.originaisdofut.com, use o cupom PELADA10 para 10% de desconto! E siga a @originaisdofut_ no instagramsite https://peladananet.com.br | bsky @peladananet.com.br | twitter @PeladaNET | instagram @PeladaNaNet | grupo no telegram https://t.me/padegostosodemaisSiga os titulares:Maidana – Twitter / Instagram / BskyShow do Vitinho – Twitter / Instagram / BskyPríncipe Vidane – Twitter / Instagram / BskyProjetos paralelos:Dentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineFábrica de FilmesContribua com o Peladinha:Apoia.sePatreonChave pix: podcast@peladananet.com.br
Falamos sobre todos os confrontos e possibilidades de confronto da Copa do Mundo 2026 para tirar sua ansiedade do que vai acontecer. Ouve e diz para a gente a sua opinião. :)Toca ao fundo no episódio são do:Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 3.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/3.0/
O ano de 2026 começa sob as expectativas sobre as eleições presidenciais, nas quais Luiz Inácio Lula da Silva buscará seu quarto mandato. Será um ano em que o Supremo Tribunal Federal continuará sob os holofotes. Um ano em que o Brasil buscará o hexacampeonato na Copa do Mundo em meio a um jejum de 24 anos. O Durma com Essa desta quarta-feira (31) traz as projeções para o ano. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Em um contexto geopolítico de tantas incertezas, o que esperar da economia em 2026? Com o mundo ainda sob o impacto da gestão agressiva do presidente Donald Trump, reconfigurando suas antigas alianças, o aumento do protecionismo e a ameaça das guerras levam o crescimento mundial a continuar fraco, antecipa o FMI. No Brasil, a perspectiva de eleições embaralha ainda mais as cartas. Mesmo assim, há razões para otimismo. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Segundo o Fundo Monetário Internacional, o crescimento do PIB mundial em 2026 será quase o mesmo que em 2025: 3,1%. As tarifas comerciais mais elevadas, a instabilidade das políticas econômicas, a começar pelos Estados Unidos, e os conflitos geopolíticos impactam no comércio e nos investimentos, aponta também a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). “Será, acima de tudo, um ano de surpresas, porque assim é o governo americano. Muitas coisas podem acontecer, desde as mais assustadoras até as mais pitorescas”, observa Jorge Arbache, professor de Economia da Universidade de Brasília e ex-economista sênior do Banco Mundial. “É possível que o que está aí se aprofunde e a gente tenha uma ainda maior polarização em nível global. E, para um país como o Brasil, que procura manter uma certa neutralidade política e econômica, vai exigir, num ano de eleições, um certo malabarismo para não elevar tensões ou não criar dificuldades num ambiente muito frágil e sensível. O país, obviamente, vai adiar grandes decisões, esperando um novo governo – qualquer que seja ele”, afirma Arbache. Impacto das eleições e da Copa do Mundo “A gente fala que é um ano mais curto porque tem eleições e também a Copa do Mundo, que é algo muito importante no Brasil”, lembra ainda a economista Patricia Krause, especialista na economia da América Latina da Coface, líder mundial de seguro de crédito. “A agenda no Congresso fica reduzida e, no segundo semestre, tudo fica mais focado nas eleições. Elas podem trazer sempre alguma volatilidade cambial – e câmbio é a pior variável que tem para tentar fazer previsões”, frisa. No ano que passou, a desigualdade caiu ao menor índice em 10 anos no Brasil, e o país atingiu o pleno emprego. No segundo semestre, o crescimento econômico desacelerou, o que era esperado há meses pela maioria dos especialistas, preocupados com a inflação. “A economia brasileira, de modo geral, tem surpreendido para cima nos últimos anos, com crescimento mais resiliente do que esperado e os economistas revisando para cima as projeções. E este ano, de fato, ocorreu essa desaceleração do crescimento que há muito era esperada”, indica Patricia Krause. Queda dos juros? Com uma taxa Selic de 15% ao ano, num contexto de inflação de 4,5%, a projeção de crescimento da Coface para 2026 é de 1,9%. Mas a perspectiva agora é de queda da inflação. “Com isso, a grande questão é a esperança de que o Banco Central brasileiro comece a reduzir juros no começo do próximo ano”, salienta Krause. Ano eleitoral costuma ser sinônimo de aumento de gastos – e, no caso do Brasil, este é um dos aspectos mais delicados que ficam de 2025 para 2026. A situação das contas públicas se deteriora ano após ano e o descontrole fiscal é hoje a maior preocupação da economia do país, com o déficit e a dívida pública em curva ascendente. A alta da taxa de juros, aplicada pelo Banco Central para controlar o aumento dos preços, joga ainda mais lenha nesta fogueira, ao corroer a fraca margem de manobra dos gastos do governo federal. Se nada for feito, o orçamento tende a ficar cada vez mais estrangulado, com o peso das despesas em saúde e previdência também em crescimento. “O aumento significativo dos gastos já está contratado. Ele não vai nos surpreender”, adverte o professor da UnB, que foi secretário para Assuntos Internacionais do Ministério do Planejamento. “Hoje, 95% dos gastos públicos são praticamente definidos. O espaço de manobra efetivo é muito menor do que as pessoas imaginam.” Brasil em posição favorável no mundo O economista pondera, entretanto, que, do ponto de vista relativo, o Brasil hoje está melhor em relação à maioria dos outros países, inclusive as potências. “Não que o Brasil tenha feito o dever de casa, mas porque o mundo piorou. Fazer negócios hoje nos Estados Unidos é muito mais arriscado do que no Brasil”, diz Arbache. “Muita coisa tem mudado também na Europa, e a guerra cria uma insegurança brutal. O mundo hoje não está para peixe, e do ponto de vista relativo, o Brasil está melhor.” Os dois economistas avaliam que, em meio à guerra comercial de Donald Trump contra os antigos parceiros, o Brasil demonstrou resiliência. “O fato de o Brasil ser uma economia ainda muito fechada ao comércio nesse momento acabou ajudando. Isso não é algo positivo, mas neste momento em que o comércio internacional preocupa, você está menos exposto”, sublinha a especialista da Coface. “Teve queda nas exportações para os Estados Unidos, porém o Brasil conseguiu aumentar vendas para outros mercados. Isso foi, de certa forma, algo positivo.” No plano interno, a aprovação das reformas fiscal e tributária trouxe avanços. O arcabouço legal relativo à economia verde, com um imenso potencial para o Brasil, coloca o país na rota de investimentos em setores como energia renovável, mercado de carbono e combustíveis limpos. Em 2025, o Brasil demonstrou que entendeu qual é o seu lugar nesta promissora economia, constata Jorge Arbache. “Eu acho que não existe outra estratégia para o país, do ponto de vista econômico e de desenvolvimento. É essa ou nenhuma”, destaca. “Não só a capacidade de atração de investimentos no âmbito do powershoring, mas também aquilo que é pertinente aos minerais críticos para a transição e às terras raras, que vêm atraindo uma crescente atenção, especialmente da Europa, dos Estados Unidos e da China. Muita coisa deverá se passar nos próximos meses e anos. Esse caminho é sem volta.” Acordo UE-Mercosul Neste ponto, o economista chama a atenção para as falhas do acordo comercial negociado entre a União Europeia e o Mercosul, que esteve prestes a ser ratificado em 2025. Travado devido a resistências na questão agrícola, o texto sequer aborda o potencial de cooperação na área da transição energética. Os europeus deixam passar a oportunidade de serem parceiros privilegiados dos países latino-americanos neste comércio. “O maior ganho, para a Europa, nem está nas manufaturas. Eu acho que é tudo aquilo que tem a ver com a abertura de novas fronteiras e possibilidades de negócios para ajudar a solucionar muitos dos mais graves problemas econômicos que a Europa tem, associados à energia e à produção de vários produtos manufaturados e insumos a custos muito menores, fundamentais para dar maior competitividade para a própria indústria europeia”, explica. “Essas coisas passam ao largo do acordo atual.” Ainda na área de energia, mas também das commodities, as perspectivas são positivas. “A gente tem uma produção de petróleo em alta e pode ter um ano importante, em termos de volume. A estimativa de safra indica recorde, além de uma demanda por proteína aquecida”, antecipa Patricia Krause. “Eu diria que o canal de exportação e também um consumo resiliente podem trazer alguma sustentação para o PIB brasileiro no próximo ano.”
A turma analisou a tabela completa da Copa do Mundo de 2026: os 12 grupos, o caminho do Brasil, os possíveis cruzamentos e quem pode despontar no novo formato do Mundial. Fred Figueiroa, Cassio Zirpoli e Rodrigo Rabello trouxeram todos os detalhes das principais chaves e cenários decisivos. Na técnica, João Trigueiro e Marcio Souza. […]
O time do Meiocampo entrou no ar após o sorteio dos grupos da Copa e analisa como ficou a estrutura da maior competição do futebol.
No Futebol no Mundo desta sexta-feira (05), vamos falar TUDO sobre o sorteio da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. Vem com a gente! Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Flávio Bolsonaro é nomeado candidato à presidência da República para 2026 pelo PL. Morre Frank Gehry, canadense que popularizou a computação gráfica na arquitetura. Bolsa Família impulsiona mobilidade social e 70% dos jovens saem do programa em 10 anos. Metrô de São Paulo passa a funcionar, de forma experimental, 24 horas aos sábados. Mutirão de perícias médicas do INSS atenderá 19 mil pessoas em todo o Brasil.
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Caíque Andrade, Jorge Natan e Rafael Bizarelo analisam grupos da Copa do Mundo de 2026 e o possível caminho do Brasil na competição. Seleção brasileira enfrenta Marrocos, Escócia e Haiti na fase de grupos. Estreia será no dia 13 de junho, contra o Marrocos. Dá o play!
React do Sorteio da Copa do Mundo 2026.
O Bate-Pronto de hoje reagirá ao sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2026. Além disso, o programa também atualizará as principais informações do futebol nacional.
Nesta sexta-feira (5), nossos comentaristas repercutiram e analisaram todos os grupos da Copa do Mundo de 2026 e, principalmente, os adversário da seleção brasileira. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Brasil descobriu quais os adversários da fase de grupos da Copa do Mundo de Futebol de 2026. Antes do sorteio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu o prêmio "Fifa Pela Paz", que foi entregue pela primeira vez pela entidade máxima do futebol. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, e o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, também participaram do evento representando as outras sedes. Cada líder tirou a bolinha do próprio país e depois posaram para uma foto em conjunto. O Brasil caiu no Grupo C. A seleção estreia contra o Marrocos, quarta colocada na última edição. Depois, enfrenta as seleções do Haiti e da Escócia, consideradas mais fracas. O Brasil vai jogar na costa leste dos Estados Unidos. As cidades ainda serão confirmadas. E ainda: Mais de 14 toneladas de produtos falsificados são apreendidos no Rio de Janeiro.
Inter lutando contra o rebaixamento na última rodada e o caminho do Brasil na Copa do Mundo: confira o que foi assunto no Sala de Redação
A dupla feminina foi a que chegou mais longe na competição entre os brasileiros. Solberg usou o discurso após a vitória para celebrar a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em quadra, conversamos com o técnico brasileiro Lucas Palermo, campeão olímpico em 2024 e atual treinador das duplas femininas dos Países Baixos. Ele elogia a estrutura de Adelaide para sediar a competição, e diz que a sazonalidade é um fator pela fase mais baixa do vôlei do país nos últimos anos.
A Copa do Mundo de 2026 ganhou cara após a última data FIFA. São 42 classificados e só restam as seis vagas de repescagem para definir todos os países participantes. Falamos sobre como fica a cara do próximo Mundial com os últimos classificados, tratando de algumas histórias incríveis como da Escócia e Curaçau, mais um estreante na competição.INSCREVA-SE NA NEWSLETTER! Toda sexta-feira aberta a todos inscritos com nossos textos sobre o que rolou na semana e às terças com conteúdo exclusivo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro: https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinConheça o canal do Bruno Bonsanti sobre Football Manager: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Felipe Lobo sobre games: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal do Leandro Iamin sobre a Seleção Brasileira: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil
Celso Ishigami e Fred Figueiroa comentam sobre as principais seleções que falharam em se classificar para a Copa do Mundo FIFA de 2026. Tudo sobre as principais surpresas negativas e a situação da Italia na repescagem você vê aqui. Vem! Na técnica, João Trigueiro e Marcio Souza. Ouça agora ou quando quiser.
Tudo sobre a definição dos potes, as seleções surpresa, repescagem, casos inusitados e tudo o que envolve a formação dos grupos da Copa do Mundo FIFA 2026 nos comentários de Celso Ishigami e Fred Figueiroa. Na técnica, João Trigueiro e Marcio Souza. Ouça agora ou quando quiser.
Fred Figueiroa e José Passini destrincham tudo sobre o sorteio da repescagem da Copa do Mundo. Qual será o destino da Itália? Quais duelos prometem explosão de expectativa? Vem com a turma conferir todos os cenários, agora! Na técnica, Marcio Souza. Ouça agora ou quando quiser.
Neste sábado (15), nossos comentaristas analisam tudo da vitória do Brasil contra o Senegal em amistoso. A amarelinha venceu a partida por 2 a 0, com gols de Estêvão e Casemiro. Vem com a gente! Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Celso Ishigami e Fred Figueiroa analisam todas as possibilidades das chaves que envolvem as principais seleções do mundo na Copa do Mundo de 2026. As seleções que podem enfrentar o Brasil e os principais elencos do futebol Europeu, analisados pela turma de sempre. Vem!
Mais um conteúdo no ar! Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli debatem o confronto entre Sport e Flamengo, mas desta vez não dentro das 4 linhas, e sim sobre o que pode acontecer nas arquibancadas da Arena de Pernambuco. Ingressos caros, poucos check-ins para a torcida do rubro negro recifense, boa fase do rubro negro carioca, […]
O Futebol No Mundo chega ao seu 500 episódio e está para lá de especial! Vem com a gente! Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Nesta segunda-feira (13), nossos comentaristas fizeram uma tier-list dos possíveis convocados da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Mais um conteúdo no ar, vem com a turma! Análise pós-jogo do amistoso da Seleção Brasileira, que bateu a Coreia do Sul pelo placar de 5 a 0. Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli se debruçam não apenas no desempenho dentro de campo, mas também no cenário geral do Brasil para a Copa do Mundo que […]
O sonho está a tornar-se realidade: os "tubarões azuis" estão a uma vitória de levar Cabo Verde ao próximo mundial de futebol.
React da partida entre Bolívia x Brasil pelas eliminatórias da Copa do Mundo.
React da partida entre Brasil x Chile pelas eliminatórias da Copa do Mundo.
Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para o 8 e a faixa! E hoje o Príncipe Vidane cria expectativas pra reta final da preparação da seleção brasileira pra próxima Copa do Mundo.Esse é um spin-off do Pelada na Net, e está disponível em vídeo no Spotify!site https://peladananet.com.br | bsky @peladananet.com.br | twitter @PeladaNET | instagram @PeladaNaNet | grupo no telegram https://t.me/padegostosodemaisSiga os titulares:Maidana – Twitter / Instagram / BskyShow do Vitinho – Twitter / Instagram / BskyPríncipe Vidane – Twitter / Instagram / BskyProjetos paralelos:Dentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineFábrica de FilmesContribua com o Peladinha:Apoia.sePatreonChave pix: podcast@peladananet.com.br
Edgard Maciel de Sá, Cauê Rademaker, Phill e Marcello Neves analisam a derrota para o Flamengo, as dificuldades após a campanha no Mundial e a situação da dupla Lavega e Lezcano. DÁ O PLAY!
Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para o 8 e a faixa! E hoje o Príncipe Vidane comenta a conquista inédita do Chelsea que amassou o Paris Saint-Germain e se consagrou o primeiro campeão do Super Mundial da FIFA.Esse é um spin-off do Pelada na Net, e está disponível em vídeo no Spotify!Obrigado aos nossos atuais patrocinadores: IRON STUDIOS - Com o cupom PELADA10 você tem 10% de desconto nas estátuas do Maradona e Anderson Silva!site https://peladananet.com.br | bsky @peladananet.com.br | twitter @PeladaNET | instagram @PeladaNaNet | grupo no telegram https://t.me/padegostosodemaisSiga os titulares:Maidana – Twitter / Instagram / BskyShow do Vitinho – Twitter / Instagram / BskyPríncipe Vidane – Twitter / Instagram / BskyProjetos paralelos:Dentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineFábrica de FilmesContribua com o Peladinha:Apoia.sePatreonChave pix: podcast@peladananet.com.br
Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para o 8 e a faixa! E hoje o Príncipe Vidane comenta a histórica campanha do Fluminense, semifinalista do Super Mundial da FIFA.Esse é um spin-off do Pelada na Net, e está disponível em vídeo no Spotify!Obrigado aos nossos atuais patrocinadores: IRON STUDIOS - Com o cupom PELADA10 você tem 10% de desconto nas estátuas do Maradona e Anderson Silva!site https://peladananet.com.br | bsky @peladananet.com.br | twitter @PeladaNET | instagram @PeladaNaNet | grupo no telegram https://t.me/padegostosodemaisSiga os titulares:Maidana – Twitter / Instagram / BskyShow do Vitinho – Twitter / Instagram / BskyPríncipe Vidane – Twitter / Instagram / BskyProjetos paralelos:Dentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineFábrica de FilmesContribua com o Peladinha:Apoia.sePatreonChave pix: podcast@peladananet.com.br
Tudo sobre o mercado da Série A, a nova pesquisa Atlas da visão das torcidas sobre o que o modelo SAF apresentou até aqui, Copa do Mundo de Cubes e muita resenha com Fred Figueiroa, Cassio Zirpoli, Ravel Pinheiro e Hathos Rildo. Na técnica, Marcio Souza. Ouça agora ou quando quiser.
Noite de Raiz! Vamo simbora falar da Copa do Mundo de Clubes e muito mais. Fred Figueiroa, Cássio Zirpoli, Ravel Pinheiro e Hathos Rildo comentam sobre o campeonato e tudo o que o engloba. Na técnica, Gabriel Costa. Inscreva-se agora no NE45 Experience, que vai acontecer no dia 05/07: https://www.even3.com.br/ne45experien… Ouça agora ou quando quiser!