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O NJ Notícias tem sua essência baseada no rádio jornal, agora com notas, duas reportagens e uma entrevista. Neste episódio, vamos falar sobre a reestruturação do Núcleo Técnico de Atenção Psicossocial da Unesp (NTAPS) e da preparação para o ENEM dos cursinhos populares da Unesp em Bauru. Também conversamos com Antônio Luís de Andrade, presidente da Associação dos Docentes da Unesp (ADUNESP), sobre as reivindicações dos docentes e servidores técnicosO podcast foi produzido por estudantes da Unesp de Bauru e esta edição conta com diversas fontes que contribuíram para o enriquecimento das reportagens e da experiência do ouvinte.Pautas, Reportagens e Locução por Brida Souza, Livia Ghirardello, Luísa Machado, Lucas Mello, Mariana Bezerra e Mário Neto Notas por Alice Brida Souza e Mariana BezerraEntrevista por Lucas MelloEdição de som por João Pedro Coelho e Yohana SorianoRoteiro geral por Luísa MachadoProdução por Luísa Machado Edição Geral por Ana Helena Masson Apresentação por Ana Helena Masson
O Presidente da República faz política com adereços, o PS lava as mãos e a AD percebe que governar é um detalhe quando se está no colo do Chega. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Presidente da República faz política com adereços, o PS lava as mãos e a AD percebe que governar é um detalhe quando se está no colo do Chega. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Naquele que é o primeiro veto político desde que chegou a Belém, António José Seguro invoca o hastear de bandeiras de “causas humanitárias” — como a paz, os direitos humanos ou a protecção do clima — como argumento para travar o diploma, aprovado no Parlamento, que impõe que só bandeiras institucionais possam ser hasteadas em edifícios públicos. O Presidente da República considera também que “os conceitos de ‘bandeira ideológica’ e de ‘bandeira associativa’ não se encontram definidos” no decreto da Assembleia da República. Neste Soundbite olhamos também para o discurso do Presidente da República no seu primeiro 10 de Junho em funções.See omnystudio.com/listener for privacy information.
António José Seguro marca pontos no arranque,, mas o cenário é negro no Parlamento. Com PS e Chega a travar reformas, o país pode ficar paralisado. Será que vamos direitinhos a eleições?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (06): O senador Flávio Bolsonaro defendeu publicamente a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, afirmando que a medida trará uma “asfixia financeira” para as facções criminosas. Enquanto aliados políticos apoiam o movimento, a decisão gera forte debate no Palácio do Planalto e entre analistas de segurança pública sobre uma possível interferência na soberania nacional. Reportagem: André Anelli. Os Estados Unidos e países da América Latina, integrantes do grupo "Escudo das Américas", assinaram um documento de apoio ao presidente da Bolívia, Rodrigo Paz. O líder direitista enfrenta fortes protestos, bloqueios de estradas por caminhoneiros e agricultores, além de pedidos de renúncia devido a reformas econômicas. O governo boliviano acusa o ex-presidente Evo Morales de coordenar as manifestações para desestabilizar o país. Reportagem: Luca Bassani. A seleção do Irã garantiu os seus vistos para entrar nos Estados Unidos e disputar a Copa do Mundo de 2026, após semanas de incerteza diplomática. A autorização foi concedida apenas dez dias antes da estreia da equipe, em meio ao acirrado conflito militar e político entre Washington e Teerã. O governo do Brasil corre contra o tempo para estender o prazo de negociação com os Estados Unidos e evitar a aplicação de uma tarifa de 25% sobre os produtos nacionais. A medida, imposta pela gestão de Donald Trump, coloca em xeque a relação comercial e geopolítica entre os dois países. Enquanto Brasília tenta blindar o Pix das tratativas e esticar as conversas até meados de julho, analistas debatem se a ameaça norte-americana é uma estratégia de pressão econômica ou um movimento político para frear o protagonismo do Brasil na América do Sul. O novo tarifaço de até 25% sobre importações brasileiras, gera alerta nas relações comerciais entre os dois países. Em entrevista ao Jornal da Manhã deste sábado (06), o professor Igor Lucena explicou que a medida norte-americana possui um caráter político e busca forçar um alinhamento econômico e ideológico do Brasil com os Estados Unidos. A Polícia Federal estuda incluir o nome do ex-banqueiro Daniel Vorcaro na "Difusão Prateada" da Interpol, mecanismo internacional voltado ao rastreio e bloqueio de ativos financeiros no exterior. A medida busca mapear o patrimônio ocultado pelo empresário, investigado na Operação Compliance Zero por fraudes bilionárias estimadas em mais de 80 bilhões de reais envolvendo o Banco Master. Reportagem: Raphaella Almeida. Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) revela que o trabalhador brasileiro prioriza estabilidade no emprego e o regime CLT, mesmo diante das discussões sobre o fim da escala 6x1. O estudo aponta que, embora o salário continue sendo o principal atrativo, a busca por segurança social e flexibilidade, como o home office, ganha força. O ministro Edson Fachin rejeitou o pedido de suspeição e remoção de Kassio Nunes Marques da relatoria do processo que discute a instalação da CPI do Banco Master no Senado. A decisão foi estritamente processual, sob a justificativa de que o questionamento apresentado por parlamentares foi feito fora do prazo legal. Com isso, Nunes Marques segue à frente do caso, gerando debate entre analistas sobre os critérios de neutralidade e ética na Suprema Corte. Reportagem: Raphaella Almeida. Os Estados Unidos classificaram oficialmente as facções criminosas brasileiras PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, gerando repercussão imediata nos bastidores de Brasília. Em entrevista ao programa Jornal da Manhã deste sábado (06), o especialista em segurança pública Coronel Frederico Afonso analisa os impactos práticos da medida na soberania nacional, no controle de fronteiras e no sufocamento financeiro das organizações. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta quarta-feira (3), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o Ministro da Agricultura e Pecuária do Brasil, André de Paula. Na pauta, a China reconhecer o Brasil como livre da febre aftosa. O Presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci, conversa sobre a escala 6x1. O programa também conta com o correspondente em Portugal, Antônio Martins.
Durante a Segunda Guerra Mundial um homem se salvou por pouco de ser capturado e canibalizado pelos japoneses. Anos depois ele se tornaria presidente.Roteiro e Apresentação: Icles RodriguesEdição: João Victor VilaInstagram: @iclesrodriguesAdquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIColabore com nosso trabalho em apoia.se/obrigahistoria
Um mês e meio depois da sua primeira Presidência Aberta, António José Seguro concluiu o relatório global em que regista as conclusões de uma semana a ver os estragos causados na região Centro pelas tempestades e sinaliza o que de mais urgente há a fazer. O Presidente da República conclui que “a governação da crise revelou insuficiências de coordenação, clareza e interoperabilidade” e espera que este “contributo para o futuro” produza resultados. O Governo passou a ter oposição em Belém?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Presidente atira "relatórios" à cara de São Bento, Montenegro sonha com maiorias impossíveis e a oposição tenta marcar golos sem bola. No relvado, as eleições já aquecem no banco.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em entrevista com os jornalistas João de Andrade Neto e Lucas Holanda, o presidente alvirrubro falou de assuntos importantes como o debate no Conselho Deliberativo sobre o orçamento financeiro do clube para 2026, a destinação do dinheiro da indenização pelo rompimento de contrato com a Arena de Pernambuco, busca por reforços na próxima janela de contratações e a avaliação do trabalho dos técnicos Hélio e Guilherme dos Anjos.
O Presidente da Abramilho, Paulo Bertolini, fala sobre o sucesso que foi o 4o Congresso da entidade, que aconteceu em Brasília, nessa semana. E contou com lideranças políticas importantes, como o vice presidente Geraldo Alckmin, o novo Ministro da Agricultura André de Paula e o Embaixador Chinês no Brasil, Zhou Qingqiao.
Neste vídeo, exploramos a fundo as responsabilidades e os limites do cargo de presidente na estrutura da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Diferentemente do modelo corporativo, o presidente adventista não atua como um CEO solitário, mas sim como um facilitador de comissões e um "primeiro entre iguais". O que você vai aprender: 1. A Distinção Crucial: Por que o presidente preside processos, mas não decide sozinho. 2. O "Ancião Chefe": A responsabilidade pastoral e o bem-estar espiritual das igrejas no território. 3. Administração Compartilhada: Como funciona o trio administrativo (Presidente, Secretário e Tesoureiro). 4. Sinais de Alerta: Como identificar quando a liderança saudável se torna dominação autoritária. 5. Liderança Forte vs. Dominação: Dicas práticas para liderar com humildade e eficiência. Este estudo é essencial para pastores, líderes de igreja e membros que desejam entender como as decisões são tomadas e como a governança bíblica protege a missão da igreja contra o acúmulo de poder. VINTE PERGUNTAS PARA REFLEXÃO Sobre Estilo de Liderança 1. Você (ou o presidente que você conhece) atua mais como CEO ou como presidente de comissão? Quais comportamentos específicos indicam uma ou outra coisa? 2. Nas reuniões que você preside, quanto do tempo de fala é ocupado por você? Você fala primeiro ou por último nas discussões importantes? 3. Quando foi a última vez que a comissão decidiu diferente do que você queria? Como você reagiu — interna e externamente? 4. Há espaço real para discordância nas reuniões que você preside? Quando foi a última vez que alguém discordou abertamente de você? 5. Você incentiva ativamente a discordância ou apenas a tolera quando surge? Sobre Relacionamentos 6. Como é a qualidade da relação entre presidente, secretário e tesoureiro em sua organização? É parceria genuína ou hierarquia disfarçada? 7. Quem são seus "truth-tellers" — pessoas que lhe dirão verdades difíceis mesmo quando dói? Você os cultiva ou os evita? 8. Seus pastores confiam em você o suficiente para trazer más notícias? Ou filtram para proteger você — ou a si mesmos? 9. Você tem relacionamentos significativos fora do círculo profissional? Ou todos os seus relacionamentos são mediados pelo cargo? Sobre Processos 10. Seus membros de comissão recebem informação com antecedência suficiente para estudar? Ou são frequentemente surpreendidos na reunião? 11. As atas de suas reuniões refletem o que realmente aconteceu? Ou são editadas para parecer melhor? 12. Como você lida com os limites do seu cargo? Você os aceita como design saudável ou os ressente como obstáculos? Sobre Legado e Transição 13. Você está desenvolvendo sucessores ativamente? Ou concentrando conhecimento e relacionamentos em si mesmo? 14. Se você deixasse o cargo amanhã, a organização estaria preparada para funcionar? Ou entraria em crise por depender demais de você? 15. Quando você imagina seu legado, o que vê? Realização pessoal e reconhecimento? Ou organização fortalecida que florescerá após sua saída? Sobre Vida Pessoal 16. Como está sua vida espiritual pessoal — não a profissional, mas a íntima com Deus? Você tem tempo protegido para oração, estudo, reflexão? 17. Como está sua família? Seu cônjuge se sente parceiro e prioridade? Seus filhos conhecem você profundamente ou apenas seu cargo? 18. Você consegue dizer não a demandas que não são prioritárias? Ou diz sim a tudo e se sobrecarrega cronicamente? 19. Você tem hobbies, interesses, relacionamentos que não têm nada a ver com seu trabalho? Ou o cargo consumiu tudo? A Pergunta Final 20. Se Jesus fosse avaliar como você exerce presidência — não sua teologia, mas sua prática concreta de liderança — o que Ele diria? Onde você O estaria honrando? Onde precisaria mudar? Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
José João Abrantes, invocou "razões pessoais e institucionais" para renunciar. Tiago Duarte, professor e constitucionalista, diz que a decisão "deve ser louvada" e que é "a bem do interesse público".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Da vigilância internacional ao cruzeiro Hondius afectado por um surto de hantavírus, ao agravamento da violência xenófoba na África do Sul que já provoca o regresso de moçambicanos ao país, a semana ficou marcada pela persistência da ameaça terrorista em Cabo Delgado e pelo reaproximar diplomático entre França e Argélia. A OMS afastou o cenário de uma nova pandemia e considerou o risco “baixo” e “limitado”. O navio Hondius seguiu da Praia para Tenerife, onde os passageiros devem ser evacuados sob vigilância médica. Cabo Verde garante que todos os procedimentos seguiram as normas internacionais. Na África do Sul, a violência xenófoba voltou a provocar tensão regional. O Governo sul-africano reagiu às críticas internacionais depois de protestos contra migrantes, defendendo que a instabilidade política e a má governação em vários países africanos estão na origem dos fluxos migratórios. O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, exigiu o fim da violência contra estrangeiros durante um encontro com Cyril Ramaphosa, em Pretória. Em resposta ao aumento de cidadãos em fuga, Moçambique anunciou medidas de acolhimento em Ressano Garcia, principal fronteira entre os dois países. Ainda em Moçambique, o ministro da Defesa, Cristóvão Chume, reconheceu a continuação dos ataques armados em Cabo Delgado. O governante admitiu dificuldades no controlo das fronteiras e no combate às redes de apoio logístico dos grupos armados. Entretanto, França e Argélia continuam a aproximar-se diplomaticamente após meses de tensão. Emmanuel Macron anunciou o regresso do embaixador francês a Argel e o envio de representantes franceses às cerimónias evocativas do massacre de Sétif, símbolo da memória colonial argelina. Apesar do degelo diplomático, continuam pendentes vários pontos de divergência entre os dois países.
Alberto Gonçalves comenta o assalto à residência vizinha de António José Seguro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Notícias do dia: Donald Trump afirma que os EUA vão começar a escoltar navios através do Estreito de Ormuz. Três pessoas morreram num surto de síndrome respiratória aguda a bordo de um navio de cruzeiro que fazia a ligação entre Ushuaia e Cabo Verde. Ativistas dizem que a resposta do governo australiano aos cidadãos australianos a bordo da Flotilha Global Sumud é inaceitável. Um tribunal de Israel prolongou por mais 48 horas a detenção de dois ativistas de uma flotilha de ajuda a Gaza. O Presidente da República Portuguesa, António José Seguro, promulgou este domingo o decreto do parlamento que altera a Lei da Nacionalidade. Novo Desenrola Brasil será lançado esta segunda-feira, 4 de maio.
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta segunda-feira (4), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com a Diretora executiva da Habitat Brasil, Socorro Leite, sobre os desafios das cidades em períodos de chuva intensa. O Presidente da Compesa, Douglas Nóbrega, repercute o impacto do abastecimento de água devido às chuvas intensas registradas nos últimos dias em Pernambuco.
José Guilherme Aguiar aponta André Villas-Boas como o primeiro responsável pelo título. Ainda, elogia Farioli pela regularidade e chama Varandas de "menino mimado" que motivou o balneário.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em plena guerra no Médio Oriente, os Emirados Árabes Unidos decidiram abandonar nesta terça-feira, 28 de Abril, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo OPEP, em nome dos "interesses nacionais". O economista angolano Osvaldo Mboco considera que esta saída fragiliza a liderança da Arábia Saudita e vai obrigar à reorganização da OPEP. Os Emirados Árabes Unidos decidiram sair da OPEP, invocando o interesse nacional. O que é que esta decisão reflecte? Os Emirados Árabes Unidos são um dos maiores produtores de petróleo a nível mundial e têm capacidade para aumentar a sua produção. No entanto, as normas da OPEP, conduzidas pela Arábia Saudita - que chefia a organização - impõem contenção e redução do número de barris de petróleo produzidos por dia.Isto tem implicações ao nível da economia dos países. Esta retirada reflecte a posição dos Emirados Árabes Unidos que têm como objectivo ganhar maior autonomia relativamente à sua política energética. Esta automonia passa, essencialmente, pelo aumento da produção diária, com o objectivo de maximizar receitas provenientes dessa mesma produção, bem como intensificar o seu papel enquanto um dos maiores produtores de petróleo a nível mundial. Eram conhecidas as fortes rivalidades pelo controlo da OPEP entre os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita. A liderança saudita fica posta em causa com esta decisão? A liderança fica um pouco fragilizada. Esta liderança tem vindo a sofrer saídas de países-membros de forma significativa , países com uma produção relevante, como foi o caso de Angola, Qatar e Equador. Agora, os Emirados Árabes Unidos, o que pode também abrir caminho para que outros países, que ainda estão na organização, tencionem fazer o mesmo. Isto acaba, em certa medida, por fragilizar a posição da Arábia Saudita relativamente à sua liderança. Ainda assim, a OPEP continua a ser, uma organização extremamente importante do ponto de vista da regulação da produção, podendo influenciar o preço do barril de petróleo. O mercado petrolífero funciona na lógica da oferta e da procura: quanto maior for a oferta, tendencialmente o preço desce; quanto maior for a escassez ou o controlo, pode haver um equilíbrio que evite aquilo a que eu chamaria um choque petrolífero, que pode pôr em causa o próprio preço do petróleo. Os Emirados Árabes Unidos tinham recentemente criticado a resposta militar dos países do Golfo, com o encerramento do Estreito de Ormuz, devido à guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irão. Esta situação também pode ter levado à saída da organização? Os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita convergem em determinadas matérias de política externa. Ambos são aliados dos Estados Unidos, embora tenham algumas divergências nas suas relações com a Rússia e a China. Ainda assim, existem assuntos estruturais em que seguem na mesma direcção. Os Emirados Árabes Unidos têm uma visão diferente relativamente ao que está a acontecer no Golfo Pérsico, nomeadamente no que diz respeito ao Estreito de Ormuz e às influências na região. Se repararmos, também várias críticas foram feitas por aliados europeus aos Estados Unidos, relativamente à sua estratégia no Oriente. Assistimos, pela primeira vez, a vários “nãos” relativamente a intervenções apoiadas pela NATO, o que considero normal. O Presidente dos Estados Unidos tinha recentemente acusado a organização de enganar o mundo ao aumentar o preço do petróleo. Esta saída pode ser vista como uma vitória para Donald Trump? Os Estados Unidos são um dos países que mais consomem petróleo, em função da sua capacidade industrial. Naturalmente, quanto maior for o preço do petróleo, maiores podem ser os impactos económicos. Do ponto de vista político, não diria que é uma vitória, mas sim uma decisão que pode interessar aos Estados Unidos. Os americanos também produzem petróleo de xisto - embora seja mais dispendioso - e possuem uma das maiores reservas do mundo. No entanto, uma fragilidade da OPEP pode não ser totalmente vantajosa para os Estados Unidos, devido à questão do petrodólar. Este só tem a dimensão que conhecemos em função dos acordos estabelecidos após o choque petrolífero de 1973, nomeadamente com a Arábia Saudita, para que o petróleo fosse comercializado em dólares. A saída de vários países da OPEP pode levar à desvalorização do petróleo e abrir espaço para que alguns países passem a transaccionar noutras moedas, como já acontece com o Irão. Ainda assim, não me parece ser o caso dos Emirados Árabes Unidos, dada a sua relação próxima com os Estados Unidos. A Arábia Saudita é um dos poucos membros com capacidade significativa de reserva de petróleo. A longo prazo, com a reabertura do Estreito de Ormuz, isto pode representar o enfraquecimento estrutural da OPEP? A OPEP pode estar enfraquecida, mas é difícil afirmar que este seja o seu fim. Enfrenta, no entanto, vários desafios que devem ser ultrapassados. Um deles é a necessidade de reforçar a cooperação com o grupo OPEP+, que inclui países como a Rússia, que não sendo membro formal, tem um papel relevante nas decisões sobre o mercado petrolífero. Outro desafio passa pela adaptação à transição energética global, que tem vindo a ganhar força nos últimos anos. Por fim, é essencial gerir as tensões internas entre os Estados-membros, que têm interesses e contextos muito distintos. Caso contrário, poderemos continuar a assistir à saída de países, o que levará a uma perda de controlo directo sobre os preços num mercado cada vez mais fragmentado. Este é, sem dúvida, um dos grandes desafios: manter a relevância e a capacidade de influência num contexto global em mudança.
Neste episódio da Comissão Política, debatemos os discursos na cerimónia do 25 de Abril. O Presidente da República, António José Seguro, foi inequívoco no discurso que fez a favor da transparência e do escrutínio dos responsáveis políticos, com enfoque na publicidade dos donativos aos partidos. Foi um contraste total com o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, que fez uma caricatura das obrigações declarativas dos titulares de cargos públicos, e alinhou com as posições do topo do PSD, a favor de um alívio dos mecanismos da transparência. Depois, ainda tentámos interpretar as palavras de Pedro Nuno Santos, no seu regresso ao Parlamento e não foi fácil. Os comentários são de João Pedro Henriques, jornalista do Expresso, Liliana Valente, coordenadora da secção de Política, e Eunice Lourenço, editora de Política, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é da responsabilidade de Salomé Rita e a ilustração é da autoria de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há ainda muita coisa por esclarecer na tentativa de ataque em Washington, num evento de sábado à noite onde estava Donald Trump. O Presidente quis falar nessa mesma noite e aproveitou para lembrar como o salão de baile que quer construir na Casa Branca poderia evitar atentados deste tipo. No domingo, em entrevista à FOX News, voltou a falar do assunto para exigir que termine o embargo às obras. Neste episódio, conversamos com o comentador da SIC João Maria Jonet. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Reportagem de Íris Brito e Tiago GouveiaEdição de Íris BritoNas celebrações do 25 de Abril, o presidente da república faz diversos alertas aos portugueses sobre a manutenção da democracia. PSP multa mais de 9000 pessoas sem inspeçãoChina ameaça retaliar contra lei industrial ‘discriminatória' da UE Donald Trump foi alvo de tentativa de assassinato. FC Porto mais perto do título de campeão nacionalSonoplastia: Nuno ViegasDesign: Carlota Real
O Presidente da República pediu aos partidos para tornarem pública a origem dos donativos e falou para os jovens prometendo cumprir Abril durante o mandato como Chefe de Estado. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Presidente recebe a UGT, antes da decisão final sobre a revisão do Código Laboral. Terá Seguro um papel nesta negociação ou resta-lhe vetar o que o Parlamento aprovar. Nesta Comissão Política, analisamos as opções Incomodada com a pressão do Presidente, a UGT vai a Belém esta semana, antes da sua decisão final sobre as negociações. Neste episódio da Comissão Política, analisamos as opções da central sindical, do Governo e do próprio Presidente, sobre uma legislação que já teve destino quase traçado, mas que ainda terá várias sequelas. Comentários de Eunice Lourenço, Rita Dinis e Vítor Matos, com moderação de David Dinis, sonoplastia de Salomé Rita e ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Secretariado da UGT volta a reunir na quinta-feira para decidir novamente sobre a sua posição face ao pacote legislativo que o governo quer aprovar no Parlamento para alterar a legislação laboral. O Presidente da República convocou todos os parceiros sociais para reuniões no dia anterior à decisão da central sindical. Em última instância, é sempre o Parlamento que tem de aprovar o pacote legislativo. Veremos se o governo vai mais longe nas cedências ou fica aquém do que já tinha feito. Para reflectir sobre o que está em jogo neste momento, conversamos com o director-adjunto do Expresso, David Dinis. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Irão anunciou a reabertura total do estreito de Ormuz à navegação comercial durante o período de cessar-fogo com os Estados Unidos. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, indicou que a circulação seguirá rotas coordenadas com as autoridades marítimas iranianas. O Presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou a medida, mas afirmou que o bloqueio naval ao Irão se mantém até à conclusão de negociações. A reabertura provocou uma queda superior a 10% nos preços do petróleo. Trump também criticou a NATO por falta de apoio no conflito e agradeceu aos aliados do Golfo. Apesar de sugerir que o Irão manterá o estreito permanentemente aberto, essa garantia não foi confirmada por Teerão. Será que a guerra está mais perto de terminar? Ricardo Costa e Bernardo Ferrão moderam o debate no Expresso da Meia-Noite, com o ex-comissário europeu António Vitorino, o embaixador António Martins da Cruz, a professora Raquel Vaz Pinto, e o ex-ministro da Economia Pedro Siza Vieira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Presidente da República anunciou os elementos para o Conselho de Estado. Será que foram boas escolhas? E ainda, Tiago Antunes foi “apunhalado” pelos votos secretos?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Felipe Frazão, repórter do Estadão em Brasília, aborda as principais notícias do dia na política brasileira, na coluna 'Sua Política', às terças e quintas, 8h30.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta terça-feira (07), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com os secretários das prefeituras da RMR onde registraram os maiores acumulados de chuvas nas últimas horas: Carlos D'Albuquerque - Secretário executivo de Defesa Civil de Olinda, Ricardo Medeiros - Secretário da Defesa Civil do Paulista, Anderson Soares - Chefe do Centro de Operações do Recife (COP). O Presidente estadual do PL e pré-candidato ao Senado, Anderson Ferreira, conversa sobre a disputa ao Senado.
António José Seguro estreia-se na estrada, com a sua primeira Presidência Aberta para pressionar o Governo no âmbito dos apoios às vítimas - pessoas e empresas -, afetadas pelas tempestades deste inverno. O Presidente joga aqui a revelação de um estilo que ainda não conhecemos na totalidade, mas também a capacidade de influenciar a política do Governo. Conseguirá converter a sua votação massiva em poder efetivo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Presidente arrancou a pressionar o governo. António José Seguro foi a Pedrógão Pequeno saber o que está a correr bem e mal e que apoios estão a tardar. E vamos precisar de apertar o cinto?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Caio Blinder, integrante do Manhattan Connection, com passagens por O Globo, Folha de S.Paulo, VEJA, Jovem Pan e BBC Brasil, analisa e comenta as relações internacionais, no Jornal Eldorado, às 4ªs e 6ªs feiras, 8h15.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Da deslocação do Presidente moçambicano Daniel Chapo a Bruxelas às dúvidas sobre a continuidade das forças do Ruanda em Cabo Delgado, passando pela nomeação de um novo Procurador-Geral em Angola, pela penhora de bens de uma cervejeira em São Tomé e Príncipe e pelas polémicas no recenseamento eleitoral em Cabo Verde, a semana em África fica marcada por desenvolvimentos políticos, judiciais e económicos em vários pontos do continente. O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, esteve em Bruxelas para uma série de encontros com representantes das instituições europeias e autoridades belgas. Em declarações à imprensa, manifestou a intenção de renovar as missões de apoio ao país, sublinhando que estas ainda se encontram “em dia”. Entretanto, o Ruanda admite retirar o contingente militar destacado no combate ao terrorismo em Cabo Delgado, caso não sejam asseguradas garantias de financiamento sustentável. O aviso surge numa altura em que se aproxima o fim do apoio da União Europeia à missão. O investigador João Feijó alerta que não há interesse em ver as forças ruandesas abandonarem o país. Ainda em Moçambique, a Procuradoria-Geral da República de Moçambique considerou ilegal a decisão de suspender a atividade da MOZAL, a maior unidade industrial do país, tendo dado um prazo de cinco dias para reverter a medida. A reportagem é de Orfeu Lisboa. No plano judicial, o antigo ministro das Finanças, Manuel Chang, será libertado nos Estados Unidos e deportado para Maputo na próxima semana, após cumprir uma pena de oito anos e meio por fraude e branqueamento de capitais no âmbito do escândalo das dívidas ocultas. Em Angola, o Presidente João Lourenço nomeou Pedro Mendes de Carvalho como novo Procurador-Geral da República, sucedendo a Hélder Pitta Groz, que cessou funções por limite de idade. A reportagem é de Anvelino Miguel. Ainda em Angola, as organizações MUDEI, KUTAKEASA e UYELE entregaram um pedido de acesso a documentos administrativos relacionados com concursos públicos atribuídos à empresa INDRA, responsável pela gestão logística das eleições gerais de 2027. O jurista Jaime Domingos Mussinda afirma que o objetivo é garantir transparência. Em São Tomé e Príncipe, o Governo avançou com a penhora de bens da cervejeira Rosema, devido a dívidas fiscais avaliadas em cerca de um milhão de euros. A informação foi avançada pelo ministro das Finanças, Gareth Guadalupe. A reportagem é de Maximino Carlos. Já em Cabo Verde, após denúncias de atrasos e irregularidades, a Comissão Nacional de Eleições de Cabo Verde remeteu ao Supremo Tribunal de Justiça de Cabo Verde o processo de recenseamento eleitoral dos cidadãos residentes no estrangeiro. Mais pormenores com Odair Santos.
Dois anos depois da primeira vitória eleitoral de Luís Montenegro e quase um ano depois da segunda vitória em legislativas, a AD foi alcançada pelo PS e em o Chega à perna, como mostra a sondagem do ICS/ISCTE para o Expresso e a SIC. A mesma sondagem que também nos diz que os portugueses esperam de António José Seguro um Presidente colaborante.Será que o empate entre os três partidos é sinal de pântano? Ou, está de facto em curso a “mudança tranquila” e “despida de ideologias” de que falou Hugo Soares na Jornadas Parlamentares do PSD? Na Comissão Política desta semana, debatemos a sondagem e as promessas de reformas à luz dos últimos desenvolvimentos nas negociações da legislação laboral e do novo adiamento de eleições no Parlamento para órgãos externos. A edição desta semana conta com os jornalistas João Pedro Henriques, Paula Caeiro Varela e Rita Dinis, a sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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A nova era em Belém, com o Presidente António José Seguro, e o impacto das intervenções de Passos Coelho no PSD foram os temas da Vichyssoise. O convidado foi o antigo dirigente do PS, Ascenso Simões. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta terça-feira (10), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com a Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Pernambuco (OAB-PE), Ingrid Zanella, sobre o fim do inquérito das fake news. O Presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), Sérgio Araújo, conversa sobre o preço dos combustíveis. O Senador da República, Fernando Dueire (MDB), fala sobre a disputa.
No discurso de posse, o Presidente da República reafirmou a tese de que o chumbo do Orçamento do Estado não tem de resultar na dissolução do Parlamento e na convocação de eleições antecipadas. Em matérias como Saúde e Legislação Laboral também se joga a coabitação entre Seguro e Montenegro. O que aí vem? Neste episódio, conversamos com o comentador da SIC e colunista do Expresso, Daniel Oliveira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta segunda-feira (23), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o cientista político, Elias Tavares, sobre o casamento de João Campos e Tabata Amaral. O Presidente da Compesa, Douglas Nóbrega, fala sobre a gestão à frente da estatal de saneamento. O programa também conta com Eliane Cantanhêde.
Por ordem do ministro do STF, Alexandre de Moraes, a PF intimou Kléber Cabral, presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita (Unafisco), a prestar depoimento nesta sexta-feira.A decisão ocorre após Cabral dar uma série de entrevistas criticando a operação contra servidores da Receita.Duda Teixeira, Madeleine Lacsko e Magno Karl comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
No Estádio da Luz, o jogador encarnado Gianluca Prestianni proferiu alegadamente um insulto racista dirigido a Vinícius Júnior, durante um jogo entre Benfica e Real Madrid. Quer Mourinho, quer o clube, reagiram rapidamente, defendendo o seu jogador antes de ter sido concluída qualquer investigação. No Reino Unido, o ex-príncipe André, irmão do Rei Carlos III, foi detido por suspeitas de ter divulgado informação confidencial a Jeffrey Epstein, o milionário pedófilo com quem mantinha uma relação de amizade. Foi entretanto libertado, mas continua a ser investigado. Por cá, aproximamo-nos do fim de mandato de Marcelo Rebelo de Sousa. O Presidente da República já começa a fazer as suas despedidas, deixando oficialmente o cargo a 9 de março. A análise de Clara Ferreira Alves, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 19 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Presidente de Moçambique elogiou a liderança angolana na 39.ª Cimeira da União Africana, destacando os esforços de paz e a necessidade de África reforçar a sua influência, nomeadamente no Conselho de Segurança da ONU. A transição na Guiné-Bissau gera tensões na CPLP e, em Angola, um jornalista denuncia um alegado caso de espionagem com recurso ao sistema “Predator”. A 39.ª Cimeira da União Africana ficou marcada por um balanço positivo da presidência angolana, pela reafirmação dos desafios das alterações climáticas e pelo apelo a uma maior representação africana no Conselho de Segurança das Nações Unidas. O Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, considerou “excelente” a liderança de Angola, destacando o empenho de João Lourenço na promoção da paz, em particular no leste da República Democrática do Congo. A cimeira deu especial atenção às infra-estruturas e à gestão da água, sem descurar as questões de paz e segurança. Daniel Chapo defendeu ainda que África deve organizar-se para garantir um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU e reforçar a sua influência nos centros de decisão internacionais. Em Adis Abeba, uma reunião de alto nível, promovida pela Libéria, permitiu concertar posições africanas sobre a sucessão de António Guterres na liderança das Nações Unidas. O mandato termina a 31 de Dezembro e o processo de escolha do novo secretário-geral arranca a 1 de Abril. Diplomatas sublinham a importância de uma estratégia comum do continente. Na Guiné-Bissau, o enviado especial da União Africana, o antigo primeiro-ministro são-tomense, Patrício Trovoada, iniciou contactos no âmbito da crise política desencadeada pela tomada do poder pelos militares a 26 de Novembro. O responsável reconheceu que há “muito para fazer” na transição para uma ordem constitucional legítima e recusou comentar críticas sobre alegadas proximidades ao Presidente Umaro Sissoco Embaló. A situação em Bissau tem provocado tensões na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). O porta-voz do Conselho Nacional de Transição acusou Cabo Verde, Angola e Timor-Leste de ingerência. Para Pedro Seabra, do ISCTE, regimes saídos de golpes de Estado tendem a usar críticas externas para reforçar a sua legitimidade interna e consolidar a narrativa de estabilidade. Em Angola, o jornalista Teixeira Cândido denunciou ter sido alvo de espionagem através do sistema informático “Predator”, alegadamente utilizado para aceder ao seu telemóvel. A Amnistia Internacional classificou o caso como uma grave violação do direito à privacidade. O jornalista anunciou que apresentará queixa junto do Ministério Público, enquanto persistem suspeitas sobre um eventual envolvimento de entidades estatais.
Nesta entrevista de 26 de setembro de 2025 que é aqui republicada, António José Seguro abre-se sobre o seu percurso pessoal e profissional. Viaja pelas memórias de infância, valores familiares, experiências de juventude, envolvimento no desporto e cultura local, bem como a sua carreira política e candidatura à presidência da república. Dizia, à época, que ”queria ser um Presidente da República capaz, com a descrição que o cargo exige, de mobilizar os atores políticos para resolver problemas que não podem estar dependentes dos Governos de cada momento”. Reflete sobre a importância do diálogo, da moderação e do compromisso cívico, destacando o papel da família e dos valores éticos na sua vida. Oiça aqui a entrevistaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois das presidenciais, primeiro-ministro dá estabilidade como facto consumado que Chega e PS têm "de comer e calar", mas cálculos podem ter mudado. O que fará António José Seguro em Belém?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sousa Tavares analisa a primeira volta das presidenciais com criticas à neutralidade de Cotrim ("não sabe se vota em quem quer destruir o regime?") e a Montenegro que, embora possa ter tido uma "atitude compreensível" no quadro da AR, suscita dúvidas ao manter-se neutral entre "um social democrata brando e neutro" e "alguém que é compagnon de route de grupos fascistas". Falamos ainda de Davos e das ondas de choque provocadas por Trump, um líder de "loucura incontrolável" e da politica externa de que Montenegro "não faz a mais pequena ideia"See omnystudio.com/listener for privacy information.
A queda de braço entre Donald Trump e Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (FED), o Banco Central americano, ganhou novos capítulos nesta terça-feira, 13.Mais cedo, bancos centrais de todo o mundo divulgaram uma mensagem de solidariedade a Powell, que tem sido pressionado por Trump a reduzir os juros.Madeleine Lacsko, Duda Teixeira, Ricardo Kertzman e Felipe Nascimento, analista de economia e apresentador da BM&C News, comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br