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O comerciante Azmi Ibrahim Muhammad Ahmad faleceu nesta quinta-feira (4), aos 89 anos, deixando uma trajetória marcada pelo empreendedorismo, pela dedicação ao trabalho e pela contribuição ao desenvolvimento econômico de Lauro Müller e região. Natural da Palestina, Azmi nasceu em 25 de março de 1937 e chegou ao Brasil ainda jovem, aos 19 anos. Em busca de oportunidades, iniciou sua caminhada no Rio Grande do Sul, trabalhando como mascate e vendendo produtos de porta em porta. Mesmo enfrentando as dificuldades de um novo país e sem dominar o idioma português, demonstrou desde cedo determinação e disposição para vencer os desafios. Após se estabelecer em Lauro Müller, deu início a uma história que se confundiria com o crescimento do comércio local. Em abril de 1963, inaugurou a Casa São Paulo, atual São Paulo Magazine, empreendimento que se tornou uma das principais referências do setor na região. O sucesso dos negócios permitiu a expansão da empresa e, na década de 1980, novas filiais começaram a ser abertas. Durante entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias desta sexta-feira (5), o filho de Azmi, o empresário e ex-prefeito de Laguna, Samir Ahmad, relembrou a trajetória do pai e destacou o legado deixado por ele. “A gente se emociona em ver essa ligação do meu pai, um estrangeiro, uma pessoa que veio de fora, que tinha tudo para dar errado. Ele chegou em um outro país, falava outra língua e foi abraçado, acolhido. Fez sua história e deixou exemplo para todos nós”, afirmou. Samir ressaltou ainda que o legado do pai vai muito além dos negócios construídos ao longo das décadas. Segundo ele, Azmi deixou ensinamentos que marcaram familiares, amigos e colaboradores que conviveram com ele. “Deixou os ensinamentos para todos que passaram pela vida dele, para todos que estiveram à volta dele. Foram dezenas de colaboradores e colaboradoras que trabalharam com ele e que aprenderam alguma coisa. Todos que quiseram aprender tiveram essa oportunidade. Muitas dessas pessoas estiveram aqui no velório”, destacou. Reconhecido pelo espírito empreendedor e pela capacidade de superar obstáculos, Azmi Ahmad construiu uma história inspiradora para gerações de empresários da região. Sua trajetória é lembrada como exemplo de perseverança, trabalho e gratidão à comunidade que o acolheu e onde constituiu família, amigos e negócios. Com sua partida, Lauro Müller perde um dos personagens mais importantes de sua história empresarial, mas mantém vivo o legado de um homem que transformou desafios em oportunidades e ajudou a impulsionar o desenvolvimento econômico do município.
Você não gosta de tanto remake e remaster? Quer a volta das revistas e da mídia física? Tempo bom era quando o jogo vinha pronto e você sente falta de assoprar cartucho? Na tua época Nintendo era melhor que Sega? Então tá bom vovô, senta lá e fica quietinho, porque você (e eu) nos tornamos obsoletos! Poucas indústrias se reinventam com tanta rapidez e consistência quanto a indústria dos games. Nesse episódio faço um breve apanhado de onde viemos e pra onde estamos indo como indústria. Então pega a bengala, coloca a dentadura no copo d'agua e chama seu netinho pra dar o play pra você.
Em entrevista à Rádio Sideral, durante o programa Olho Vivo desta terça-feira (26), o gerente de Desenvolvimento de Produtos e Serviços do Sicredi, Rodrigo Kollet, e o gerente da agência Pessoa Física do Sicredi em Getúlio Vargas, Marcos Pioner, afirmaram que o consórcio consolidou-se como um mecanismo estratégico de poupança e investimento inteligente. No atual cenário de taxas de juros elevadas no mercado, a modalidade destaca-se não apenas para a aquisição de automóveis e imóveis, mas como um verdadeiro "coringa" para planejamento financeiro e alavancagem de recursos, tanto para pessoas físicas quanto para empresas e o agronegócio.
Pagar é um ato tão presente no nosso dia-a-dia que podemos não nos aperceber de como vai mudando. O mais recente “Relatório dos Sistemas de Pagamentos”, publicado hoje pelo Banco de Portugal, resume os principais desenvolvimentos nesta área em 2025. Um ano marcado pelo crescimento substancial das transferências imediatas, pela consolidação das inovações lançadas pelo Banco de Portugal e pelo teste à resiliência do sistema durante o “apagão” de 28 de abril. Tereza Cavaco e Hugo Mira, diretora e diretor-adjunto do Departamento de Sistemas de Pagamentos, explicam-nos o que 2025 trouxe de novo e o que podemos esperar para o futuro.
Inspirada no estilo barroco e valorizando o protagonismo feminino, a marca mineira Hisha, de Giovana Resende, foi destaque durante a Rio Fashion Week. A semana da moda carioca foi realizada em abril, no Pier Mauá.Reportagem: Beatriz CamargoEdição: Thiago Kropf
Vídeos curtos sobre espiritualidade (Lucidez.Religare)
Vídeos curtos sobre espiritualidade (Lucidez.Religare)
A lei da nacionalidade está novamente em foco. André Ventura sugere que “os portugueses têm o direito de decidir”, levantando a hipótese de um referendo. Passará a estratégia do partido Chega por insistir em trazer os contornos desta lei para a agenda? Tendo em mente que não estão reunidas as condições para ser criado um referendo, que tipo de mobilização o líder do Chega pretende? Ouça a análise de Miguel Prata Roque e de a Cecilia Meireles na versão podcast do programa Linhas Vermelhas, emitido na SIC Notícias a 11 de maio. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Entre acusações de homicídio e lucros de milhões, será que o Estado foi capturado por interesses corporativos? Ainda, a renúncia do presidente do TC pode desbloquear a nomeação dos juízes em falta.See omnystudio.com/listener for privacy information.
É um dos mais populares atores e autores de comédia em Portugal. Tornou-se conhecido por imitar de forma brilhante as mais variadas figuras públicas e pela sua escrita satírica. Este ano, Eduardo Madeira voltou à estrada com o seu solo mais pessoal de sempre. Neste “Grande entre os Assassinos”, revela episódios difíceis por que passou, com a lente da comédia: O sexo, a loucura, os excessos, as dores pessoais, e como acabou testemunha num processo de violência doméstica a envolver um antigo colega do meio artístico. Uma purga que há muito o ator precisava fazer. Ouçam-no nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois de meses de reuniões, o impasse nas leis laborais continua. Entre trocas de papéis e falta de propostas, o processo parece morto à nascença e segue agora para um novo drama no parlamento.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pequena, pobre e recém-independente nos anos 1990, a Estônia virou referência mundial em educação em apenas três décadas. Mas, afinal, o que acontece dentro das salas de aula estonianas? Este episódio conta com a participação do professor Guilherme Struecker, que mora na Estônia desde 2019, e dá aulas de Geografia, Ciências Humanas e Ciências Políticas para alunos do Ensino Médio.
Faaaaaala Santidade!Você conhece a história de São Charles Foucauld?São Charles Foucauld foi um homem francês que passou por uma profunda transformação de vida. Nascido em uma família nobre, ele teve uma juventude marcada por excessos e certa indiferença religiosa. Mas, em meio às buscas e inquietações do coração, ele encontrou Deus de forma decisiva e nunca mais foi o mesmo. A partir daí, sua vida tomou um rumo totalmente novo, guiado por uma fé simples, mas extremamente profunda.Depois de servir no exército e viajar por diversos lugares, Charles decidiu se entregar totalmente a Deus. Tornou-se monge trapista por um tempo, mas sentia que sua vocação o chamava a algo ainda mais radical: viver escondido, em silêncio e proximidade com os mais pobres. Foi assim que ele se estabeleceu no deserto do Saara, entre os tuaregues, no norte da África. Ali, levou uma vida de oração, trabalho e presença discreta, buscando imitar a vida oculta de Jesus em Nazaré. Seu maior desejo não era converter pelas palavras, mas pelo testemunho de amor, fraternidade e acolhimento.São Charles Foucauld acreditava profundamente que cada pessoa era um irmão ou irmã, independente de religião ou origem. Sua vida foi marcada pela simplicidade extrema, pela hospitalidade e por uma confiança total em Deus. Mesmo vivendo em um ambiente difícil e muitas vezes solitário, ele permaneceu fiel até o fim, deixando um legado espiritual que inspirou diversas comunidades e pessoas ao redor do mundo. Sua espiritualidade continua ecoando como um chamado à humildade e ao amor silencioso.Se você curte histórias de heroísmo, determinação e, é claro, uma boa dose de espiritualidade, então esse podcast foi feito especialmente para você! Vamos juntos desvendar os mistérios e as inspirações por trás de São Charles Foucauld.Ouça o nosso episódio e descubra tudo sobre a vida desse homem que escolheu o escondimento, a simplicidade e o amor como caminho de santidade. Quer saber como alguém pode transformar completamente sua vida e encontrar Deus no silêncio do deserto? Então, não perca essa!《"Gritai o Evangelho com a vida.”》Acompanhe conosco, aprenda com a história de São Charles Foucauld e compartilhe com os amigos! Esperamos um dia ter um episódio aqui sobre você também.=============CONTATOS===============Instagram: @sopelamisericordiaFacebook: /sopelamisericordiaE-mail: sopelamisericordia7@gmail.comYoutube: @sopelamisericordia
Comitê de Combate ao Terrorismo, do Conselho de Segurança da ONU, destaca mudança drástica na dinâmica da violência extremista; Região do Sahel consolidou-se como foco principal da insegurança global em 2025 com 1% de mortes por terrorismo.
Para onde é que foi a Cruz de Celas?Neste episódio, partilho uma sensação que me tem acompanhado sempre que vejo stand-up comedy: a de não estar completamente “dentro”. Falei também que gostava de ver mais gente no choupal, agora que está bom tempo
O Brasil enfrenta um cenário alarmante: em apenas quatro anos, o número de menores de 18 anos apontados como autores de crimes sexuais no Rio de Janeiro cresceu 93%. O caso recente de estupro coletivo na capital fluminense não é um fato isolado, mas o sintoma de uma crise profunda que une falência moral, influência de subculturas digitais e um ordenamento jurídico que parece incapaz de oferecer uma resposta proporcional à gravidade dos atos cometidos. Neste vídeo, analisamos como a frase "Não se arrependa de nada", exibida na camiseta de um dos agressores, simboliza o desprezo pelo Estado e pelas vítimas. Investigamos a fundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e como os conceitos de "ato infracional" e "medida socioeducativa" criam uma percepção de impunidade, onde crimes bárbaros são punidos com, no máximo, três anos de internação.
Passagens Complementares:Romanos 5,12-18| João 2,2Colossenses 1,19-22Colossenses 2,14-15Hebreus 2,14-17
Sílvia Baptista e o que fica por dizer Há uma pergunta que Sílvia Baptista faz, ocasionalmente, a si mesma. Não aos pacientes, a si. Quando alguém a irrita desproporcionalmente, quando a reação parece vir de um lugar mais fundo do que o incidente justifica, ela para. E pergunta: o que há nesta pessoa que há em mim? É um exercício pequeno, quase doméstico. Mas revela, melhor do que qualquer teoria, aquilo que a psicanálise é, no fundo: uma arte de se ver a si próprio no outro. De reconhecer, no que nos perturba lá fora, qualquer coisa que ficou por resolver cá dentro. Sílvia começou pelo jornalismo. Passou pela comunicação, pela escrita, pelas perguntas feitas a outros. E depois, a dada altura, fez a pergunta mais difícil a si mesma. Tornou-se paciente. E ficou. Não como quem não tem para onde ir, mas como quem descobriu, no divã, o território mais honesto que conhecia. Hoje, do outro lado da consulta, trabalha com aquilo que as pessoas não conseguem ainda dizer. "Na psicanálise não interessa o que as pessoas estão a dizer", explicou-me. "Interessa é o que não estão a dizer." É uma inversão radical. Numa cultura que premeia a articulação, a fluência, a capacidade de se apresentar bem — a psicanálise aposta precisamente no contrário. Acredita que o sentido habita o silêncio, o lapso, o sonho, o momento em que alguém quer dizer mãe e diz não. Acredita que a verdade escorrega pelas fissuras da narrativa apresentada. E a narrativa muitas vezes nem sequer é nossa. "Somos, até muito tarde, aquilo que dizem que somos." Os pais, os cuidadores, a família, contam-nos uma história sobre nós, e nós acreditamos. Não por ingenuidade, mas por necessidade. As crianças dependem absolutamente de quem as tem. Não têm como não acreditar. E assim chegamos à vida adulta carregando versões de nós mesmos escritas por outros, em circunstâncias que já não existem, para propósitos que já não servem. A terapia, neste sentido, não é uma cura. Sílvia foi clara nisto, e foi uma das coisas que mais me ficou. "Eu não acredito nas curas. A mente não é a preto e branco." O que a análise faz, o que pode fazer, no melhor dos casos, é tornar as coisas conscientes. Fazer ligações entre a dor de hoje e a sua origem. E devolver ao paciente uma narrativa que seja, pela primeira vez, genuinamente sua. "Isso", disse ela, "dá um alívio brutal." Há qualquer coisa muito contemporânea no que Sílvia descreve. Vivemos tempos em que todos publicamos versões editadas de nós mesmos, em que a palavra "autenticidade" se tornou um valor de marketing, em que a vulnerabilidade é exortada em conferências e monetizada em podcasts. Sílvia é crítica desta inflação. A vulnerabilidade, argumenta, não se pede. Não se convoca. Decorre da confiança, que por sua vez decorre da relação, que por sua vez precisa de tempo. "Exortar as pessoas à vulnerabilidade pode ser um ato muito narcísico de quem exorta." Dito assim, com aquela precisão clínica, soa a diagnóstico. Depois há o desejo. A conversa chegou lá a dada altura, e ficou. O desejo, em psicanálise, não é apenas o que queremos dos outros, é a força vital, o motor que nos empurra. E tem uma condição: nasce da falta. Só existe onde há ausência, onde há espera, onde há tensão entre o que é e o que poderia ser. Sílvia olhou para a geração mais nova com uma mistura de compreensão e inquietação. Têm casas para onde ir, telemóveis que comunicam em tempo real, acesso a tudo e a todos em qualquer momento. Nunca ficaram à espera de um telefonema que podia não chegar. Nunca entraram numa portada de prédio porque não havia outro sítio. E perderam, nessa abundância, qualquer coisa que ela não soube bem nomear mas que reconheceu sem hesitar: o prazer de não ter, e querer. "O prazer hoje é um fogacho", disse. "Serve para nos excitar naquele momento. Depois apagam." A metáfora é perfeita para o que vivemos. Não há falta, por isso não há desejo. Não há desejo, por isso não há prazer verdadeiro. Não há prazer verdadeiro, por isso precisamos de outro fogacho. A dopamina como substituto do amor. E o silêncio. Sílvia falou do silêncio como de um bem escasso. No consultório, sustenta-o. Espera. O paciente para, e ela espera. Sabe que o silêncio não é ausência, é elaboração. É o momento em que alguma coisa se organiza por baixo das palavras. Mas cá fora, o silêncio tornou-se insuportável. "Há pessoas que o único sítio onde encontram silêncio é na terapia." Quando disse isto, a sala ficou mais quieta por um segundo. Como se a frase precisasse de espaço para pousar. No final, quando a conversa tocava nos cinquenta minutos, perguntei-lhe como arrumava a cabeça após um dia inteiro a ouvir dores. Falou dos passeios com as cadelas, dos amigos, do namorado. E depois disse, sem hesitar, algo que não esperava de uma psicanalista: "Só há uma coisa que cura tudo. É o amor. O amor ao outro. O amor ao humano." Não o amor como conceito terapêutico. Não como técnica. O amor como facto. Como a única coisa que, no fim de tudo, funciona. Há qualquer coisa desconcertante em ouvir isso de alguém que passou a vida a ouvir o que não se diz. Porque sugere que, debaixo de todos os lapsos, de todos os padrões repetidos, de todas as histórias herdadas — o que as pessoas estão mesmo a dizer, o tempo todo, é que querem ser amadas. E que ainda não sabem pedir. Ler transcrição completa Sílvia Baptista00:00Na psicanálise não interessa o que é que as pessoas estão a dizer. Interessa é o que é que elas não estão a dizer. Ou seja, nesse caso, não interessa tanto o que é que a pessoa acha que tem. Interessa é o que é que a pessoa não tem e gostava de ter, mas também ainda não sabe o que é. A verdade é que há um desconforto, há um sintoma. Se o sintoma está lá, alguma coisa está lá. Não é só uma questão de birra. Jorge Correia00:36Imaginem que vão à consulta de psicologia, sentam-se e a terapeuta está à vossa frente e começam a falar. Contam a vossa semana, o stress do trabalho, as discussões com o parceiro, a sensação de que alguma coisa não está bem, mas não sabem bem o quê. E a terapeuta ouve. O que é que acham que ela está a ouvir? Não é o que estão a dizer, é aquilo que não estão a dizer. Foi isso mesmo que Silvia Batista me explicou quando nos sentamos para conversar. Silvia é psicanalista há mais de 20 anos, mas começou pelo jornalismo e isso, como vamos ver, não é um detalhe sem importância. A psicanálise tem uma ideia central que vai contra tudo aquilo que nos ensinaram. Desde pequenos aprendemos a articular, a explicar o que sentimos, a encontrar as palavras certas e depois chegamos a um consultório e descobrimos que as palavras certas podem ser precisamente o problema. Porque o que nos dói a sério, o sofrimento que nos traz até ali, não consegue sempre chegar à superfície em linguagem limpa. Aparece nos lapsos, nos sonhos, nos padrões que repetimos sem perceber porquê, no sagrado subconsciente, na história que nos contaram sobre nós e que muitas vezes não é a nossa. Essa foi a ideia que mais me ficou durante esta conversa, que nós temos uma narrativa sobre nós mesmos, uma versão do que somos, de onde viemos, do que nos aconteceu, mas o problema é que grande parte dessa narrativa foi escrita pelos outros. Pelos pais, pela família, pelas pessoas de quem dependíamos quando ainda não tínhamos escolha. E nós acreditamos. Claro que acreditamos. Eram as pessoas mais importantes do mundo. E o trabalho da terapia não é apagar essa história, é ajudar-nos a reescrevê-la com a nossa própria voz. Falamos também de algo que me parece cada vez mais urgente. O desejo. Não no sentido romântico, mas no sentido mais amplo. O que nos empurra, o que nos faz querer. A ideia é esta. O desejo precisa de falta para existir. Precisamos de não ter para querer ter. E aqui está o paradoxo da nossa época. Vivemos num mundo em que quase nada nos falta. Acesso imediato a tudo, entretenimento infinito, respostas instantâneas. Estamos, muitos de nós, profundamente apáticos. Não é coincidência. No fim desta conversa, perguntei-lhe algo muito simples. Como é que ela faz todos os dias, depois de ouvir dores e carregar histórias que não são suas, para conseguir sobreviver? E ela surpreendeu-me mais uma vez. Respondeu que só há uma coisa que cura tudo. É o amor. Não o amor como ideia, não como tema de conversa. O amor como prática concreta. Os amigos, a família, as pessoas que estão lá. Fiquei a pensar nisto depois de ela sair embora. Aqui está alguém que passou décadas a ouvir o sofrimento humano na sua forma mais bruta e a conclusão a que chegou, a única coisa que na sua experiência realmente funciona é o amor. Silvia Batista. Cá estamos. Psicanalista. Uma psicanalista da palavra e da voz, porque tu não és só uma psicanalista, tu dedicas muito do teu tempo a falar e a pensar sobre a questão da comunicação. Sílvia Baptista03:43Como é que é o teu dia-a-dia? O meu dia-a-dia é muito no consultório, a ouvir e a falar, mas muito mais a ouvir do que a falar. Curiosamente, a minha primeira formação é em comunicação. Eu venho da comunicação e venho do jornalismo. Então é daí que veio o teu segredo? Não, é… Bom, eu achei, houve uma altura que eu achava que queria ser jornalista, quando entrei para a faculdade e fiz o curso todo. Ainda fui uns anos jornalista e depois percebi que não era para mim. E depois passei por várias outras áreas até me tornar paciente de psicanálise. Jorge Correia04:26Foste fazer psicanálise? Sílvia Baptista04:27E depois fui estudar psicanálise e psicoterapia e cá estou. Jorge Correia04:31Todos os psicanalistas passam pelo divã primeiro? Sílvia Baptista04:33Sim, sim. Sempre? Absolutamente fundamental. Jorge Correia04:36E quanto tempo dura esse processo de formação? Sílvia Baptista04:38O de formação, eu diria até que não acaba. Obviamente há um processo base, que são quatro anos teóricos, mais uma porrada de horas de clínica e de supervisão e de intervisão. E depois vai depender muito da pessoa. Eu acho que não acaba,
O mundo entrou na era dos preços do petróleo de 3 dígitos. O Estreito de Ormuz, mais do que um mero exercício de guerra dos think tanks, agora é uma variável pertinente do cotidiano econômico. O Brent superou a faixa dos 110 aos 115 dólares; não é mais uma possibilidade , mas um preço real. E a dúvida não é mais o “se”, mas o “quanto tempo o sistema será capaz de conviver assim: 15, 45 ou 90 dias?”. Thiago de Aragão, analista político Nos primeiros 15 dias do bloqueio tudo é expectativa. Os preços explodem não porque hoje faltará petróleo, mas porque o mercado tenta precificar tudo que pode vir a faltar. É quando as grandes economias ainda podem montar a farsa da normalidade: liberando estoques estratégicos, realizando coletivas, falando em disrupção temporária. Mas esta normalidade tem um custo elevado. Com Ormuz fechado, cerca de 20% da produção de petróleo mundial e uma quantidade semelhante de gás natural liquefeito estão mais do que em risco. Dentro de poucos dias, o Brent se equilibra por volta de 110-115 dólares, e o WTI passa com facilidade o limiar de 100 dólares. O que representava nas crises anteriores o "pior dos momentos", constitui a nova base. Esse primeiro estágio ainda poderia estar sob controle com os instrumentos clássicos: vendas coordenadas de reservas estratégicas, linhas de crédito de emergência aos países mais vulneráveis e pressão diplomática em volta do cessar-fogo. Mas, enquanto governos ainda declaravam que isso era um "choque gerenciável", as companhias aéreas, o transporte marítimo, a petroquímica e a eletricidade nos países importadores já terão começado a recalibrar a sua trajetória a toda velocidade. O perigo ainda é considerado um desvio, mas o desvio já começa a mudar os hábitos de investimento, de produção e de consumo. Caos logístico Depois de um mês, a crise caminha para outra. Não se trata mais de um problema em interpretação da flutuabilidade, mas de funcionamento. As cadeias globais começam a perceber os efeitos de corrente: os navios deslocados, as refinarias mudando sua programação de carga, os contratos de fornecimento conquistados em disputa. O caos logístico assume, assim como a contagem estatística de barris fora do mercado. Estudos mais recentes que simulam um corte de quase 20% na oferta global de petróleo provocada pelo fechamento de Ormuz, indicam que, mantendo-se o fechamento por um trimestre, o WTI tenderia a média perto de 100 dólares. E isso significa que o Brent consistente estaria acima de 110-115 durante o período. Só que é isso, em tempos de estresse, com a média exibida, as faixas de 120-130 no Brent não são mais teatro dramático, mas sim o cenário provável. As casas de pesquisa, que realizaram cenários para a crise atual, reconhecem abertamente um intervalo de 120 a 150 para o Brent, caso o estreito seja mantido bloqueado por um tempo como 30 a 60 dias algo assim, mesmo com uso agressivo de reservas e redirecionamentos logísticos. Esta conta não é só a de energia: um choque desse tamanho, mantido por um trimestre, poderia levar a um número de alguns pontos percentuais a menos de crescimento global anualizado naquele trimestre, é nesse momento em que a crise entra com tudo na política doméstica. Os bancos centrais, já em anos de inflação alta, necessitam decidir se aceitam mais pressão inflacionária ou se eles elevam juros em choque de oferta. Os países emergentes começam a encarar a conta de transações com pânico discreto: energia importada mais cara, moeda sob pressão, reservas com perda. Se o lockdown superasse 90 dias, o problema se torna de energia para sistêmico. A lógica da interdependência global não-linear colapsa: quanto mais tempo fechado, mais efeitos colaterais acumulados em cadeias que inicialmente aparentemente não possuem petróleo em seus núcleos. Neste instante, os estoques estratégicos já foram extensivamente utilizados. O ordenamento da entrega do mercado através de leilões pontuais não serviria mais. Modelos que projetam cenários prolongados sinalizam de um mundo onde o Brent poderia ser de 150 a 200 dólares, no caso de o lockdown durar um trimestre completo e haver dano relevante às infraestruturas de exportação. O valor em si não é relevante, mas a mensagem é clara: trata-se de um nível em que as várias economias não podem mais repassar para o cliente o preço ou entram em racionamento ou explodem em tensões sociais. Risco geopolítico De um lado, o aumento dramático da pressão por uma resposta militar coordenada, para a reabertura do estreito, não mais em nome da "livre navegação" abstrata, mas em função da defesa da inflação, do emprego e, em alguns países, da força política. De outro lado, as aparências vão levar os governos a medidas que já estavam fora de uso: controles de preços, racionamento de combustíveis, subsídios seletivos, acordos aceitos entre produtores e consumidores. Simultaneamente, o sistema começa a se reestruturar: projetos de gasodutos antes marginalizados tornam-se urgentes, a produção não convencional nos Estados Unidos transforma-se na nova moeda geopolítica e outras rotas estratégicas (Suez, Cabo da Boa Esperança) tornam-se gargalos e, nessa medida, vulneráveis. Falar de Ormuz evoca a tentação de ver tudo como guerra de nervos de Teerã contra Washington. Mas, com o Brent a 3 dígitos, todos os governos que dependem de energia importada e já têm a sua reeleição ou sobrevivência indexada ao que ocorre em um corredor de 50 quilômetros entre Irã e Omã tornam-se os reais jogadores da mesa. A ironia é que, nesse ínterim, o sistema global apostou todas as suas fichas numa zona perigosa e acreditou que o risco geopolítico estaria sob controle. Agora, com o estreito fechado e no pico do preço para mais de 110 e 115 dólares, o mundo percebe que não apenas o petróleo ficou cercado ali, mas a própria ideia de uma globalização barata e previsível. Pelo menos até o momento, os números dão a medida do drama: um choque capaz de arrancar uma fração importante do crescimento global em apenas um trimestre, cenários que apontam o petróleo Brent para mais de 150 a 200 dólares se o fechamento do canal se tornar definitivo, e um mercado já precificando esse risco hoje, não em um futuro hipotético. O Estreito de Ormuz sempre foi um gargalo geográfico, mas em 2026, ele se tornou o retrato mais explícito do quão estreito se tornou o espaço de manobra da economia mundial.
No final de 2025, uma série canadiana de baixo orçamento tornou-se inesperadamente o assunto do momento em todo o mundo: Heated Rivalry acompanha a relação secreta entre dois jogadores de hóquei no gelo, rivais dentro do ringue, mas profundamente atraídos um pelo outro. A conversa começou por estar confinada ao BookTok. A série é uma adaptação ao pequeno ecrã de um romance popular no nicho de leitores do Tiktok – "Game Changers", de Rachel Reid. Mas rapidamente chegou a um público bem mais vasto: em poucas semanas, tornou-se a produção externa à HBO Max mais vista de sempre na plataforma. À primeira vista, a explicação parece simples: as cenas sexuais, que a série não se coíbe de mostrar e que são parte integrante da narrativa, e o lado “estético” do elenco. Como nota Manuel Oliveira, influenciador LGBT+: “a parte estética, ou seja, os três homens principais da série são extremamente lindos morrer, e isso como é óbvio que mexeu com a série”. Mas ainda que relevantes, esses factores não explicam o impacto emocional que Heated Rivalry teve nos fãs, e em particular no público feminino. O que verdadeiramente prendeu as pessoas foi a relação entre os protagonistas: comunicada, vulnerável e construída de igual para igual. Daniela Saltão, tiktoker de moda e beleza, mas também apaixonada por livros e séries, diz que foi a vulnerabilidade emocional das personagens que a prendeu – nos romances mais tradicionais entre um homem e uma mulher “acabamos sempre só por ver o lado da mulher mais vulnerável”, diz. Uma leitura partilhada também por Manuel Oliveira. Para o influencer, ver uma relação entre homens retratada com afecto, cuidado e diálogo — sem estereótipos, sem violência emocional, sem a habitual carga trágica — foi particularmente marcante. “Eu precisava desta série”, diz. Depois de décadas em que grande parte das narrativas queer foi “pesada e triste”, reflectindo histórias de perseguição e perda, foi reconfortante perceber que “conseguimos rever‑nos também na felicidade, no amor, na beleza”. Mas porquê agora? O que explica o sucesso de Heated Rivalry no momento cultural que vivemos? Neste episódio de Como Assim, conversamos com fãs e também com a jornalista Joana Amaral Cardoso, que acompanhou o fenómeno de perto e entrevistou o criador da série, Jacob Tierney, para perceber como uma história aparentemente de nicho acabou a unir públicos tão distintos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
As mulheres do nosso tempo estão vivendo algo que nenhuma geração feminina experimentou da mesma forma. Nunca houve tanta liberdade, tantas possibilidades e tanta voz. Mas, ao mesmo tempo, nunca existiram tantos desafios emocionais, pressões sociais e questionamentos internos.Neste episódio profundo e reflexivo, vamos falar sobre a jornada da mulher ao longo das gerações. Vamos olhar para a força silenciosa das nossas avós, que viveram em tempos de poucas escolhas. Vamos compreender a geração das nossas mães, que iniciou uma transição importante ao conquistar espaço no trabalho e na sociedade. E vamos refletir sobre o momento atual, em que as mulheres não estão apenas buscando espaço, mas estão redescobrindo sua identidade, sua essência e seu verdadeiro poder.Você vai entender por que tantas mulheres hoje sentem uma inquietação interna, uma sensação de mudança, como se algo dentro delas estivesse despertando. Essa sensação não é confusão — muitas vezes é consciência.O mundo está passando por grandes transformações coletivas. Inclusive na astrologia, ciclos importantes como a entrada de Plutão em Aquário indicam mudanças profundas nas estruturas sociais, nas relações humanas e na forma como lidamos com poder, liberdade e consciência.Nesse cenário, o feminino assume um papel essencial. Qualidades como intuição, sensibilidade, empatia e inteligência emocional começam a se tornar cada vez mais necessárias para o equilíbrio da sociedade.Este episódio é um convite para refletir sobre o verdadeiro poder feminino: um poder que não precisa competir, mas transformar. Um poder que une força e delicadeza, coragem e sensibilidade, independência e amor.Se você sente que está vivendo um processo de mudança interior, que sua forma de ver o mundo já não é a mesma ou que existe algo dentro de você despertando, esta conversa foi feita para você.Respire fundo, permita-se ouvir com o coração aberto e descubra por que as mulheres do nosso tempo podem estar vivendo uma das maiores transformações da história feminina.
Como transformar uma marca tradicional de família em uma potência de mídia e inovação? Neste episódio, Madeleine Lacsko recebe Sandra Chayo, a mente estratégica por trás do crescimento exponencial da HOPE.Formada em arquitetura, Sandra não entrou na empresa por privilégio, mas por vontade própria.Ela percorreu todas as áreas — do chão de fábrica à logística — para dominar cada detalhe do negócio fundado por seu pai, o libanês Nissin Hara.Nesta conversa, Sandra detalha como renovou o DNA da marca através de colabs icônicas com Bacio di Latte e SuperCoffee, além da parceria histórica de 9 anos com a nossa super modelo Gisele Bündchen.Descubra como o "toque da Sandra" uniu a tradição da lingerie com o dinamismo do marketing moderno e das grandes parcerias.Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/
https://soundcloud.com/rene-de-paula-jr/a-dor-de-dente-vem-de-um-peixe My first science video in 3 years https://youtu.be/B3m3AMRlYfc?si=WpGMbLON27uEE3CL (via Perplexity) is it true that some american generals are telling their troops that Trump is in a sacred mission that will bring the Armaggedon and with it the return of Jesus? https://www.perplexity.ai/search/is-it-true-that-some-american-jKKvMRrLQ9WaohAaGmOaoQ Why Evolution Made Your Teeth Hurt https://youtu.be/miPIUijJHdo?si=9YNyhV_OxBy86T2Y The Evolutionary Basis of Autism https://youtu.be/0mffmUA7d_4?si=Cyp8KX0-zb9ipcyG U.S. Abandons Citizens Across Middle East | Trump: The Big One Is Coming | Iran War Is “God’s Plan” https://youtu.be/UnupeA5oGRs?si=iuD5njRRPILw4zHL a app do radinho!!! http://radinhodepilha.com/radinho canal do radinho no telegram: http://t.me/radinhodepilha meu perfil no Threads: https://www.threads.net/@renedepaulajr meu perfil no BlueSky https://bsky.app/profile/renedepaula.bsky.social meu twitter http://twitter.com/renedepaula aqui está o link para a caneca no Colab55: https://www.colab55.com/@rene/mugs/caneca-rarissima para xs raríssimxs internacionais, aqui está nossa caneca no Zazzle: https://www.zazzle.com/radinhos_anniversary_mug-168129613992374138 minha lojinha no Colab55 (posters, camisetas, adesivos, sacolas): http://bit.ly/renecolab meu livro novo na lojinha! blue notes https://www.ko-fi.com/s/550d7d5e22 meu livro solo https://www.ko-fi.com/s/0f990d61c7 o adesivo do radinho!!! http://bit.ly/rarissimos minha lojinha no ko-fi: https://ko-fi.com/renedepaula/shop muito obrigado pelos cafés!!! http://ko-fi.com/renedepaula
O Brasil encerrou o último período com um recorde alarmante: quase 80% das famílias brasileiras possuem dívidas, o maior patamar desde 2011. Segundo dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), o cenário é ainda mais crítico para famílias de baixa renda e pequenos negócios, que enfrentam um ambiente de juros altos e queda na demanda. Neste vídeo, a Brasil Paralelo disseca os dados do Banco Central, Serasa e Confederação Nacional do Comércio para mostrar como o cartão de crédito deixou de ser um facilitador para se tornar um complemento de renda essencial para a compra de itens básicos, como alimentos. Analisamos também o "efeito dominó" na economia real, com mais de 8 milhões de CNPJs negativados e um aumento histórico nos pedidos de recuperação judicial.
Editorial: Ideologia de gênero se tornou o tabu inquestionável de nossa época
João Dias, técnico do INEM que atendeu a chamada do rapaz que ajudou a salvar a mãe, explica o processo que aciona os meios de socorro. Destaca a impressionante postura colaborativa do jovem de 9 anosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
FAÇA SUA PRÉ-MATRÍCULA PARA O VIVER DE RENDA: https://r.vocemaisrico.com/fd7d0f9a1eESQUEÇA AS PLANILHAS COM O MYPROFIT - CUPOM: PERINI10 https://r.vocemaisrico.com/89b2ac9805Nos últimos anos, a Havan se tornou um dos casos mais impressionantes do varejo brasileiro: uma empresa que saiu do zero e virou uma potência nacional, com milhares de colaboradores, lojas em escala e uma operação que exige execução e disciplina todos os dias.Mas o que quase ninguém vê é o caminho até aqui.No episódio 282 do Podcast Os Sócios, recebemos Luciano Hang para contar, sem filtro, a história por trás da Havan: a infância simples, o começo trabalhando em fábrica, a primeira loja pequena, as crises econômicas, a hiperinflação e as decisões que separaram “sobreviver” de “crescer”.Afinal, como se constrói uma empresa por décadas no Brasil — sem perder a mão na expansão?Como tomar decisão quando não existe “manual” e o erro custa caro?E o que realmente trava o crescimento de quem quer escalar: concorrência… ou burocracia, licenças e execução?Falamos também sobre bastidores de operação, cultura de trabalho, segurança no varejo, e o porquê de a Havan ter flertado com IPO — e recuado.Ele será transmitido nesta quinta-feira (05/02), às 12h, no canal Os Sócios Podcast.Hosts: Bruno Perini @bruno_perinie Malu Perini @maluperiniConvidados: Luciano Hang @lucianohangbr
No Zuga falamos de política, economia, cultura e liberdade.Sem cartilhas, sem medo do politicamente correto e sem pedir licença ao Estado.
Chamado de 'padre louco' e 'padre protestante' por outros padres e fiéis, José Manuel da Conceição abandonou sacerdócio e se converteu, em 1865, ao presbiterianismo.
Soja abaixo dos R$ 100/sx se tornou em mais regiões produtoras
Publicado originalmente em 7 de fevereiro de 2024.Assim que terminou a residência médica, o cirurgião Oscar Espellet Soares teve uma apendicite tardiamente diagnosticada que evoluiu para uma infecção generalizada. A experiência poderia ter matado o Oscar. Mas, em vez disso, mudou a vida dele para sempre. Em vez de se tornar mais um cirurgião atuando em Porto Alegre, ele arrumou a mochila e partiu para o norte do Brasil. Tornou-se um cirurgião nômade, criando pontes entre mundos diversos e mudando vidas nessa jornada.Episódios relacionados89: Viagem ao centro do mundo29: E se a gente fosse índio?Mergulhe mais fundoExpedição da saúde faz mutirão de cirurgias em aldeia da AmazôniaFicha técnicaApoio de produção e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini.
Enquanto outras raças têm características definidas, como a marcha para o Manga Larga e a velocidade para o Puro Sangue Inglês, o Quarto de Milha ganhou espaço por sua múltipla aptidão
Como um "meme ambulante" virou empresário de sucesso? Neste episódio, Toguro revela sua mente por trás da Mansão Maromba e do "saBOR energético" que conquistou o Brasil.☕#saborenergetico #toguro #influencer #empreendedorismo *Caffeine Army e Como Você Fez Isso?*- Cupom de desconto: COMOVOCEFEZISSO
Pelas 20h45, com 2505 das 3259 freguesias apuradas, Clara Ferreira Alves faz a sua primeira análise aos resultados que dão a vitória a António José Seguro na primeira volta das presidenciais deste ano. Neste espaço, conta ainda com a companhia dos comentadores António Vitorino, Sebastião Bugalho e Miguel Morgado. Para entender tudo o que está a acontecer nesta noite da primeira volta das eleições presidenciais, acompanhe em direto o Expresso, a SIC e a SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Para especialistas, é uma oração breve, fácil de guardar na memória e está ligada a outras duas importantes práticas da religião: a criação do terço e a reza do rosário.
Quem é Luana Lopes Lara e como uma bailarina de Joinville chegou ao MIT, fundou a Kalshi e tornou-se a mais jovem bilionária brasileira construindo a própria fortuna? Neste vídeo, contamos a trajetória que une disciplina do balé, raciocínio matemático, algoritmos e a criação de uma exchange de eventos que “permite negociar o futuro” com perguntas objetivas de sim ou não. Você vai ver: a formação na Escola do Bolshoi, a virada para Ciência da Computação e Matemática no MIT, o encontro com Tarek Mansour, o processo regulatório até a aprovação da CFTC, a tese dos mercados preditivos, a tração com investidores e como isso levou Luana ao status de bilionária aos 29. Mostramos também aplicações práticas (inflação, clima, emprego, cultura pop e esportes), o impacto para empresas e indivíduos e por que a história de Luana inspira milhares de jovens brasileiros. Ao final, conectamos essa transformação à pauta de descentralização do dinheiro e ao nosso Curso Introdutório de Bitcoin.
Vanda de Jesus começou por ajudar os pais no restaurante da família. Apostou no marketing e inovação na Microsoft e hoje é co-CEO do Dr. Finanças. E ainda, como equilibra o trabalho e a família?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O capitão da seleção visitou a Casa Branca no mesmo dia do príncipe regente saudita, acusado de ordenar a morte de um jornalista há oito anos. Ronaldo está a ajudar a lavar a imagem saudita no mundo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O capitão da seleção visitou a Casa Branca no mesmo dia do príncipe regente saudita, acusado de ordenar a morte de um jornalista há oito anos. Ronaldo está a ajudar a lavar a imagem saudita no mundo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado será instalada no Senado nesta terça-feira, 4, composta por ex-governadores, ex-ministro da Justiça, agentes de segurança pública e com a presença de uma oposição que pretende usar o colegiado como uma das frentes para pressionar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "A pauta nacional e do Congresso mudou, agora é muito focada em Segurança e esta é uma área onde a direita se locomove com muito mais conforto que a esquerda - que, tradicionalmente, é acusada de leniência e ser boazinha com bandido. Como a sociedade está muito exausta dos casos de violência, a pauta da Segurança se tornou sanguinária e com o carimbo da oposição. CPIs são, historicamente, contra o governo de plantão. Estamos em novembro e a instalação Comissão agora vai fazer com que ela se estenda até o ano que vem - eleitoral. Governo se sente desconfortável e a oposição ganhou uma bandeira", afirma Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Nvidia atingiu um marco histórico nesta semana. A empresa se tornou a primeira a ter um valor de mercado superior à US$ 5 trilhões. No episódio de hoje, o repórter Marcelo Fischer conversou com Sérgio Oliveira, editor do Canaltech, e com Roberto Kanter, professor dos MBA de Gestão Estratégica Econômica de Negócios da Fundação Getulio Vargas, para entender como a Nvidia ascendeu tão rapidamente e quais os impactos econômicos desse marco. Você também confere: Novidades do Galaxy Z TriFold; Samsung deve lançar celular ainda mais fino na linha Galaxy S26; CEO da Microsoft confirma que novo Xbox será um "PC híbrido"; Novas regras do YouTube sobre violência gráfica; App do Sora para criar vídeos com IA é liberado em mais países. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer e contou com reportagens de Vinícius Moschen, Bruno Bertonzin, Gabriel Cavalheiro, Diego Corumba e Bruno De Blasi, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na adolescência, a Isa passou por um perídio de descobertas. Aos 15 anos, ela teve o seu primeiro namoro, mas não deu certo. Depois, ela começou a ter sentimentos por mulheres. Assustada, ela guardou tudo dentro de si, acreditando que o sentimento passaria. Já na faculdade, ela conheceu a Jéssica, que lhe mostrou que amar outra mulher não era errado. Isa viveu o amor mais sincero da sua vida com uma mulher e quando esse ciclo acabou, ela saiu destruída, porém renovada. Assumida como bissexual, ela conheceu o Fernando, que parecia ser a pessoa certa, mas ele revelou um lado preconceituoso. Dizendo que a amava, ele começou a querer introduzir safadezas dentro do relacionamento, usando a desculpa da sua bissexualidade. Decepcionada, Isa terminou e vem alertar que o amor não é uma piada, é respeito e aceitação.
Em nenhum momento Jesus validou as diferentes religiões. Pelo contrário: a ideia de que “todos os caminhos levam a Deus” não tem fundamento na verdade.Pense comigo: se as religiões se contradizem em suas doutrinas, como poderiam todas levar ao único e verdadeiro Deus?A verdade é clara: existe apenas um Deus e somente um caminho para chegar até Ele.
Neste episódio Do Zero ao Topo, recebemos Igor Coelho, CEO e fundador do Grupo Flow, um dos hubs de conteúdo digital mais relevantes do Brasil. Criador do Flow Podcast, Igor relembra sua trajetória, os altos e baixos da empresa, o impacto da crise envolvendo o ex-sócio Monark – e como conseguiu profissionalizar e expandir o negócio mesmo diante das turbulências. Na conversa com Mariana Amaro, ele fala sobre os bastidores da criação do podcast, o aprendizado em meio a dificuldades e os desafios de liderar uma das marcas mais influentes do cenário digital brasileiro
Desde a infância, o esporte sempre esteve presente. No voleibol, chegou a disputar campeonatos paulistas nas categorias de base até os 17 anos, experiências competitivas que o colocaram em contato com os valores do esporte. Pouco depois, escolheu o caminho da Educação Física, profissão que abraçou de maneira integral. Tornou-se personal trainer em 1997, professor de ciclismo indoor em 1999 e, em 2004, fundou em Uberlândia a Academia Personal & Cia. O contato com o ciclismo de estrada veio apenas em 2011 e, no ano seguinte, sua primeira competição já foi o Race Across America, em uma equipe de 8 ciclistas. A experiência despertou nele a curiosidade e o fascínio pelas provas de ultradistância. Ao retornar ao Brasil, estava decidido a se dedicar à essa disciplina, iniciando uma trajetória de estudos, treinos e busca pela evolução. Nesse caminho conheceu Cláudio Clarindo, o maior expoente brasileiro da modalidade, que se tornou um mentor e inspiração. Desde então foram dezenas de competições, vitórias expressivas e muitos desafios. Entre seus principais resultados estão dois títulos em provas de 24 horas nos Estados Unidos, dois campeonatos mundiais por faixa etária no World Time Trial Championships, além do campeonato americano de 24h, em 2018. Participou de quatro edições do Race Across The West, conquistando o segundo lugar em duas ocasiões e vencendo em 2023 com o recorde do percurso. Em 2024, venceu outra prova emblemática da ultradistância, a Silver State 508. Este ano, finalmente debutou na prova dos seus sonhos, o RAAM, onde pedalou os 4.937 km em 11 dias, 8 horas e 55 minutos. Conosco aqui o empresário, educador físico, treinador e ultraciclista que se divide entre a família, o trabalho e os desafios de pedalar milhares de quilômetros em busca de provar para si mesmo que o impossível é apenas uma questão de perspectiva: o ribeirão-pretano Fábio Cavalheiro Silvestri. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Eu convido você a conhecer a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor e Santa Cruz Bikes no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Ela aprendeu a nadar ainda bebê e, dos nove aos dezenove anos, dedicou-se à natação competitiva, passando também pelo polo aquático, experiências que construíram a base que sustentaria sua trajetória. Ao mesmo tempo, cultivava uma curiosidade quase enciclopédica pelos esportes em geral, acompanhando resultados e estatísticas. Enquanto avançava nos estudos de Engenharia Civil, o ritmo intenso entre faculdade e trabalho em uma construtora a afastou momentaneamente das piscinas. Um episódio de estresse, porém, a levou de volta à atividade física, primeiro pela corrida e em seguida pelo ciclismo. Pouco tempo mais tarde, já disputava um triathlon sprint. O passo seguinte foi natural: em 2005 estreou no triathlon e, em 2006, brilhou ao conquistar o título mundial amador do Ironman 70.3 em sua faixa etária, resultado que despertou nela a vontade antiga de se tornar atleta profissional. Super dedicada, sua progressão foi consistente e rápida. Tornou-se tricampeã brasileira de longa distância, conquistou um top 10 no Mundial de Longa Distância de 2008 e a 5ª colocação no Ironman Brasil 2009. Ainda foi eleita atleta revelação e melhor triatleta de longa distância do país. Sua carreira, no entanto, sofreu uma reviravolta quando um grave acidente de bicicleta a afastou das competições por meses. Entre a reabilitação e a reconstrução, encontrou espaço para uma nova vertente: a comunicação. Atuou como colunista esportiva, comentarista, repórter e produtora de triathlon. O retorno às competições trouxe novas conquistas, mas também abriu portas para o empreendedorismo. Em um período em que se afastou do esporte, desta vez para realizar duas cirurgias, cofundou uma agência de marketing esportivo que desenvolveu projetos inovadores, entre eles a famosa Casa do Brasil em Kona. Nos últimos anos, ampliou ainda mais sua participação no ciclismo, em provas de estrada e de gravel, acumulando pódios em diversos eventos, ao mesmo tempo em que deu os primeiros passos como comentarista de ciclismo na ESPN e passou a integrar a equipe do podcast Gregário Cycling. Projetos autorais em redes sociais, como resumos de provas e coberturas dos Jogos Olímpicos de Tóquio e Paris, ampliaram seu alcance e deram uma nova voz ao esporte olímpico brasileiro. Conosco de volta, a engenheira com MBA internacional em Gerenciamento de Projetos, educadora física, ex-triatleta profissional que se tornou ciclista, comunicadora, fundadora da Flows Sports Marketing, podcaster, comentarista e narradora esportiva que se transformou na voz do ciclismo feminino no Brasil, a goianense Ana Lídia dos Santos Borba. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Eu convido você a conhecer a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor e Santa Cruz Bikes no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Para saber mais sobre como a Salesforce pode apoiar e mudar o seu negócio acesse: https://www.salesforce.com/br/?ir=1Neste episódio em parceria com a Salesforce, o Do Zero ao Topo conta a história de Luiz Felipe Gheller e Fabrício Milesi. Eles começaram com uma ideia simples, enfrentaram quebras logo nos primeiros meses e, mesmo assim, transformaram o Vakinha em referência nacional em crowdfunding. Neste episódio, você vai conhecer a história completa – desde a amizade no colégio, passando pelas dificuldades para empreender, até os desafios de escalar uma plataforma que hoje conecta milhões de pessoas. Prepare-se para insights sobre resiliência, criatividade e como transformar crises em oportunidades.Para saber mais sobre como a Salesforce pode apoiar e mudar o seu negócio acesse: https://www.salesforce.com/br/?ir=1
Jurandir Filho, Thiago Siqueira e Rogério Montanare batem um papo sobre a carreira de Christopher Nolan e como ele conseguiu ser considerado (hoje) o maior cineasta da atualidade, um diretor que conseguiu unir como poucos o respeito da crítica, o reconhecimento da indústria e o sucesso absoluto de público. Ele fez filmes que não apenas renderam prêmios, como também se tornaram fenômenos culturais, discutidos por anos após o lançamento.Hoje, Christopher Nolan é visto não apenas como um grande diretor de blockbusters, mas como o cineasta que melhor conseguiu unir arte e espetáculo no século XXI, uma combinação que o transformou, para muitos, no maior cineasta em atividade.Comentamos sobre: "Following" (1998), "Amnésia" (2000), "Insomnia" (2002), "Batman Begins" (2005), "O Grande Truque" (2006), "Batman - O Cavaleiro das Trevas" (2008), "A Origem" (2010), "Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge" (2012), " Interestelar" (2014), "Dunkirk" (2017), "Tenet" (2020) e "Oppenheimer" (2023).|| ASSINE O SALA VIP DO RAPADURACAST- Um podcast EXCLUSIVO do RapaduraCast toda semana! http://patreon.com/rapaduracast