Discussões em áudio sobre alfabetização, leitura e escrita. O Cealecast é o podcast do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale), órgão complementar da Faculdade de Educação da UFMG criado em 1990 para atuar tanto na teoria quanto na prática do campo da alfabetização. Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/cealeufmg Nosso site: http://www.ceale.fae.ufmg.br/

Em novembro, o Ceale Debate recebe a professora e pesquisadora Adriana Borges (FaE/UFMG) para uma conversa fundamental sobre a inclusão de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no contexto escolar. O encontro propõe refletir sobre práticas pedagógicas, políticas educacionais e recursos que podem orientar a atuação docente e fortalecer a participação de estudantes autistas na escola. A transmissão contará com a mediação da professora da Faculdade da Educação da UFMG e pesquisadora do Ceale, Mônica Araújo e será realizada ao vivo no canal do Ceale no YouTube.

Em 21 de outubro de 2025, o CEALE Debate realizará uma edição especial de celebração dos 30 anos do GPELL – Grupo de Pesquisa e Extensão do Letramento Literário. São três décadas de inúmeras pesquisas e atividades, dentre elas o Jogo do Livro, evento que coloca a literatura infantil e juvenil no centro do debate há 15 edições. Nesta atividade comemorativa, serão destacadas as contribuições históricas do Grupo para a literatura infantil e juvenil em suas diversas formas de expressão, o conceito de Letramento Literário e a formação de professores.

Ceale Debate/III Jornada Magda SoaresAlfaletrar: uma proposta para a formação inicial e continuada de professoresO Ceale Debate de setembro integra a III Jornada Magda Soares junto à Editora Contexto e promove uma reflexão sobre a obra "Alfaletrar", ao dar ênfase em suas contribuições para a formação inicial de docentes no curso de Pedagogia e para a formação continuada de professores da educação básica. O diálogo reúne pesquisadoras e professoras que abordarão aspectos teóricos e práticos da alfabetização e do letramento, bem como experiências de aplicação da obra em contextos escolares.O evento ocorre na terça-feira, dia 30/09, às 19h.Te aguardamos!

No Ceale Debate de agosto, o professor Dr. Júlio Araújo trará, com base em suas pesquisas, um diálogo sobre os algoritmos como textos invisíveis e performativos, que revelam estruturas de poder naturalizadas, como o racismo algorítmico. Ele defende a compreensão dos algoritmos como construções discursivas para analisar seus impactos sociotécnicos, especialmente na educação antirracista da BNCC. Para isso, propõe o Triângulo Discursivo da Textualidade Algorítmica (TDTA), com três dimensões: Texto-Prompt (TP), Texto-Algoritmo (TA) e Texto-Resposta (TR). A metodologia exemplifica um caso de racismo algorítmico no Linkedln e visa promover o letramento algorítmico, desenvolver pensamento crítico e fortalecer a consciência racial.

Esta pesquisa teve como objetivo investigar como crianças de cinco anos, ainda não leitoras, utilizam as letras iniciais para reconhecer palavras em uma escola municipal de Educação Infantil em Belo Horizonte/MG. A partir da análise de tarefas de leitura oral com palavras familiares e não familiares, verificou-se que as crianças frequentemente usam as primeiras letras como pistas para leitura, principalmente em palavras de valor simbólico, como seus próprios nomes. Além disso, a familiaridade com as palavras depende mais do significado atribuído do que da simples frequência de exposição. Os resultados reforçam a importância de práticas pedagógicas que valorizem o contato precoce com a língua escrita, respeitando as estratégias naturais das crianças na aquisição da leitura.

Nesta apresentação, Jaqueline Conte aborda o projeto que desenvolve no Doutoramento em Materialidades da Literatura, na Universidade de Coimbra, sobre a remediação – do impresso para o digital – da poesia portuguesa e brasileira para a infância. Apresenta as características e os objetivos do projeto, denominado Tear Poético, e mostra, em primeira mão, o site, em fase final de desenvolvimento.

Embora as avaliações de acompanhamento do desenvolvimento da fluência de leitura pelas crianças na alfabetização estejam sendo realizadas continuamente nas escolas há alguns anos, esse tema ainda é pouco expressivo na literatura do campo da alfabetização. Neste Ceale Debate, serão discutidos alguns (pré)conceitos pedagógicos que circulam sobre a fluência de leitura, assim como um panorama conceitual para compreensão das dimensões cognitivas e didáticas que impactam especificamente o processo de consolidação da alfabetização. A professora Patrícia Camini apresentará o trabalho que tem realizado no LÁPIS - Laboratório de Alfabetização da UFRGS, há 6 anos, com foco na aquisição e ampliação do repertório didático docente para desenvolver estratégias específicas de fluência de leitura, articulando-as ao desenvolvimento da compreensão.

No primeiro Ceale Debate de 2025, recebemos a professora Mônica Araújo para compartilhar sua pesquisa no campo da cultura escrita digital. Uma temática bastante atual, pois com as possibilidades de uso de sons e de modos visuais, como a imagem estática e em movimento, propiciadas pelas tecnologias digitais nas criações de obras literárias infantis, as crianças têm lido textos ficcionais de forma diferente da que liam no suporte impresso. Esse tipo de obra possui uma elasticidade de formatos, que vão desde as que se assemelham à literatura impressa às que se parecem aos jogos digitais. Por serem obras multimodais e interativas, há uma alta demanda cognitiva para que a criança consiga construir o sentido do texto a partir das várias camadas semióticas. Além do mais, ela necessita identificar as pistas dos potenciais que os modos semióticos da obra possuem para compreender seu funcionamento e participar dela. A reflexão metacognitiva em torno dos potenciais de cada modo semiótico, como o texto verbal, a imagem estática, a imagem em movimento e o som, pode ser propulsora de significados e contribuir para que a criança monitore cognitivamente as ações que pode realizar para compreender globalmente o texto e o funcionamento da obra lida, criando uma estratégia de leitura adequada para uma compreensão leitora competente.

Em novembro, no Ceale Debate, a professora integrante do Grupo de Pesquisa em Alfabetização (GPA/CEALE), Josiane de Assunção Marcelos, vai apresentar uma pesquisa-intervenção realizada no pós-pandemia, que tem como foco o processo de apropriação da escrita alfabética por crianças do 3º ano do Ensino Fundamental egressas do ensino remoto. O estudo foi realizado no Mestrado Profissional PROMESTRE/FaE/UFMG com orientação da professora e pesquisadora do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale), Valéria Barbosa Machado. A pesquisa investiga como o Programa de Escrita Inventada (PEI) pode contribuir para a superação das dificuldades na escrita alfabética entre crianças que tiveram a formação inicial impactada pelo ensino remoto.

No Ceale Debate de outubro, recebemos a professora Joanna de Castro Magalhães Assenção que, atualmente, integra a gerência de Educação de Jovens e Adultos da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte e apresentará resultados de sua pesquisa de mestrado sobre dificuldades no processo de aprendizado do Sistema de Escrita Alfabética na EJA. Será apresentado, também, o recurso educacional que é composto por jogos de consciência fonêmica direcionados a educandos(as) da EJA. A pesquisa foi realizada no Mestrado Profissional, PROMESTRE/FaE/UFMG, sob a orientação da Professora Francisca Maciel.

Em setembro, o Ceale Debate prestará uma homenagem especial à educadora Magda Soares, com foco em suas contribuições para a alfabetização, em conjunto com a II Jornada Magda Soares pela Alfabetização. O evento trará reflexões sobre o método de alfabetização defendido por Magda Soares, suas influências nas propostas pedagógicas voltadas para a alfabetização na escola pública brasileira, e os desafios e perspectivas trazidos pelas pesquisas no campo.

No Ceale Debate do mês de agosto, vamos receber as professoras Mariana Eller e Daniela Montuani para apresentarem a pesquisa de mestrado que teve como objeto de estudo o uso de letras móveis na alfabetização. Serão destacadas, especialmente, a potencialidade desse recurso didático no processo de alfabetização, perspectivas de professoras sobre o seu uso em turmas do 1° ano do Ensino Fundamental e reflexões sobre propostas didáticas e estratégias de mediação docente com as letras móveis.

No Ceale Debate de junho, vamos receber a professora Maria do Socorro Macedo, Coordenadora Geral de Alfabetização na Diretoria de Políticas de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos da SECADI-MEC, para conversarmos sobre o Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da EJA. O Pacto é uma política pública intersetorial do Ministério da Educação para a Educação de Jovens e Adultos e tem como objetivos: superar o analfabetismo e elevar a escolaridade de jovens, adultos e idosos; ampliar a oferta de matrículas da EJA nos sistemas públicos de ensino, inclusive entre os estudantes privados de liberdade; e ampliar a oferta da EJA integrada à educação profissional.

No primeiro Ceale Debate de maio, vamos receber a professora Sara Mourão, da Faculdade de Educação da UFMG, para falar sobre seus estudos referentes à condição docente de alfabetizadoras nos anos 2000, na Rede Estadual de Minas Gerais. A convidada apresentará dados dos estudos que nos permitem compreender a condição docente em suas dimensões objetivas e subjetivas, no recorte temporal proposto, na sua relação com o contexto das produções acadêmicas e das políticas educacionais para alfabetização. Ao que tudo indica não se pode enfrentar o problema do fracasso em alfabetização sem levar em consideração as condições objetivas de trabalho docente, as experiências anteriores e as crenças das/dos alfabetizadoras/es (componentes da condição docente) na implementação de propostas e/ou paradigmas de alfabetização no campo escolar.

O Ceale Debate de março 2024 abre as comemorações dos 30 anos desta importante ação de formação com a participação do professor Lourival José Martins Filho, docente da UDESC e Diretor de Formação da Secretaria de Educação Básica do MEC. Vamos dialogar sobre o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada que pretende, por meio da integração de toda a rede educacional, garantir o direito à alfabetização de todas as crianças do País.

O "Dicionário de autoras/es de cartilhas e livros de leitura no Brasil [Século XIX]" foi organizado pelas Professoras Diane Valdez [UFG], Claudia Panizzolo [UNIFESP], Ana Raquel Costa Dias [SME-Goiânia] e o Professor Juliano Guerra Rocha [UFJF], sendo editado pela Cegraf UFG, e disponibilizado de forma gratuita no site da Editora. A obra reúne 73 verbetes biográficos de escritoras/es de cartilhas e livros de leitura que foram produzidos e/ou circularam no Brasil, no século XIX. O projeto envolveu 80 pesquisadoras/es de todas as regiões brasileiras e de Portugal, sendo uma contribuição para a história da alfabetização e dos impressos escolares no Brasil. No Ceale Debate de Novembro, receberemos o/as organizador/as do Dicionário que abordarão o processo de elaboração dessa obra, bem como seus principais resultados.

O processo de alfabetização atravessado por práticas significativas de leitura literária cria memórias, abre frestas para questionamentos, amplia e potencializa as percepções sobre o mundo. No Ceale Debate de outubro, receberemos a professora Patrícia Barros, do Centro Pedagógico da UFMG, que irá compartilhar seu trabalho de ensino e sua pesquisa sobre a literatura infantil e representatividade negra na alfabetização.Que temas, imagens, autoras e autores estão presentes nas narrativas inseridas no ambiente escolar? A partir de práticas de ensino e pesquisa junto a crianças dos anos iniciais do Ensino Fundamental, Patrícia Barros apresentará reflexões sobre essa questão, destacando protagonismos e ausências em que a literatura e as relações étnico-raciais estão circunscritas no currículo de alfabetização.

Convidamos você a participar da I Jornada Magda Soares pela Alfabetização!Em parceria com o Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (CEALE) da Faculdade de Educação da UFMG, celebramos a trajetória dessa referência para a educação no Brasil que foi a professora Magda Soares.Magda Soares foi professora titular emérita da Faculdade de Educação da UFMG e pesquisadora do CEALE. Em 2017, recebeu o prêmio Jabuti de melhor livro de não ficção do ano com Alfabetização: a questão dos métodos, lançado pela Contexto.Venha celebrar a memória da professora conosco.Viva Magda!Terça, 12 de setembro19hNo YouTube da Contexto e do CealeCom certificado e sorteio de kits

O Ceale Debate de setembro é uma homenagem a Magda Soares e, por isso, será realizado no início do mês no dia em que, há 91 anos, nasceu uma das mais importantes intelectuais brasileiras da Educação. Para falar sobre a obra e o legado de nossa grande mestra, fundadora do Ceale, receberemos o professor Fernando Oliveira e a professora Cancionila Cardoso que apresentarão dossiê sobre as contribuições de Magda Soares para a alfabetização e letramento, publicado pela Revista da ABalf, e, também, o professor Gilcinei Teodoro Carvalho, atual diretor do Ceale, e a professora Isabel Frade que vão destacar a relação de Magda com o Ceale e apresentar a Edição Especial do jornal Letra A dedicado a Magda Soares.

O Ceale Debate retorna neste segundo semestre com diálogo sobre o recém-lançado “Letramentos acadêmicos como práticas sociais”, livro de autoria do professor Gilcinei Teodoro Carvalho e das professoras Maria Lucia Castanheira e Maria Zélia Versiani. Para o debate, receberemos o professor Gilcinei e a professora Maria Lucia que apresentarão a obra, o percurso de produção e abordarão questões relacionadas a concepções de letramento, práticas de letramento escolar/acadêmico e reflexões sobre o desafio de abordar o letramento como prática social.O convite para o diálogo é estendido ao público que pode acessar o livro gratuitamente pelo link bit.ly/livroletramentoacad e trazer suas contribuições.

Convidamos para assistir a live das professoras Ana Elisa Ribeiro e Cláudia Viana Coscarelli, que lançam seu novo livro Linguística Aplicada: Ensino de Português. O bate-papo será mediado pelo diretor do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (CEALE) da UFMG, Gilcinei Teodoro.A obra, repleta de exemplos e atividades, apresenta uma cronologia do desenvolvimento da Linguística Aplicada, mostrando como ela influenciou e segue influenciando nossas concepções de educação e, mais especificamente, de ensino de português nas escolas.O encontro acontecerá no dia 10 de julho, às 19h, e será transmitido no canal da Contexto e do CEALE. Você não pode perder!Nos vemos lá!

Quando o tema é o aprendizado da ortografia, a tendência, muitas vezes, é se avaliar e punir quem não obedece à norma, sem ter propiciado oportunidades para que os estudantes dela se apropriem de modo reflexivo, observando o que pode ser compreendido e o que precisa ser memorizado. No Ceale Debate de junho, vamos receber o professor Artur Morais e a professora Tarciana Almeida, autores do livro “Jogos para ensinar ortografia: ludicidade e reflexão”, para discutir propostas apresentadas na obra. Além dos fundamentos que norteiam o ensino proposto, serão abordados diferentes jogos criados para ensinar as regularidades de nossa norma ortográfica.

No Ceale Debate de maio, recebemos a professora Ana Ruth Miranda, da Universidade Federal de Pelotas, para compartilhar conosco estudos desenvolvidos pelo Grupo de Estudos sobre Aquisição da Linguagem Escrita (GEALE). Esses estudos tomam o erro como base de suas investigações e procuram, a partir de uma análise linguística, interpretá-lo como fonte capaz de revelar as hipóteses das crianças em fase de desenvolvimento de suas escritas alfabético-ortográficas. A compreensão sobre a natureza dos erros tem-se mostrado um elemento capaz de oferecer suporte a professoras(es) e pesquisadoras(es) para a interpretação das produções das crianças e para a definição de práticas pedagógicas que favoreçam os processos de aprendizagem ortográfica.

No Ceale Debate de abril recebemos a professora Eliane Ramos para falar sobre seus estudos e trabalhos com a educação inclusiva. A convidada discutirá questões relacionadas ao tema, como: você acredita que todas as pessoas podem aprender a ler e a escrever?; precisamos de novos métodos que partam de deficiências específicas ou precisamos tornar o ensino da alfabetização e do letramento mais acessível a todos os alunos? O objetivo dessa discussão é provocar reflexões sobre a importância de identificar e de combater o capacitismo no ensino da leitura e da escrita, na escola inclusiva.

No primeiro Ceale Debate de 2023, recebemos as professoras Maria do Socorro Nunes Macedo (UFSJ) e Maria Silvestre (Rede Municipal de Araripe - CE) que vão apresentar resultados de uma pesquisa nacional (AlfaRede) que vem acompanhando a alfabetização desde 2020, quando se iniciou a pandemia. Após o primeiro balanço sobre a alfabetização no ensino remoto emergencial, a AlfaRede voltou-se para a investigação do que ocorreu e está ocorrendo com a alfabetização no "pós-pandemia": quais as principais dificuldades enfrentadas pelas docentes?; qual o perfil da aprendizagem das crianças após quase dois anos afastadas da escola presencial?; como as professoras e as redes de ensino enfrentam o desafio de alfabetizar as crianças?; as tecnologias continuam presentes no ensino e de que modo?; como está a frequência das crianças? Essas e outras perguntas são objeto de análises de dados quantiqualitativos coletados em quase todos os Estados de todas as regiões do Brasil.

No Ceale Debate de novembro, recebemos as professoras Mônica Araújo (UFMG) e Isabel Frade (UFMG) e a mestranda Ludymilla Morais (UFBA) para apresentarem o e-book "Termos e ações didáticas sobre cultura escrita digital – NEPCED na Escola", que busca ofertar um repertório conceitual com verbetes relacionados ao campo da cultura escrita digital e ações didáticas a eles relacionadas. Lançado pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Cultura Escrita Digital NEPCED/CEALE, o livro é vinculado ao projeto de extensão NEPCED na Escola, que tem como objetivo promover a reflexão de gestores e professores sobre teorias relacionadas à cultura escrita digital para o planejamento de práticas pedagógicas de ensino da alfabetização, da leitura e da escrita utilizando o suporte digital.

No Ceale Debate de outubro, a professora Telma Ferraz Leal, da Universidade Federal de Pernambuco, vai compartilhar um pouco de suas pesquisas sobre diferentes tipos de heterogeneidade humana e seus impactos sobre os processos de ensino e de aprendizagem. Serão compartilhadas, também, estratégias didáticas para garantia do princípio da equidade na educação e do propósito de colaborar com a formação humana crítica dos estudantes.

O Ceale Debate de setembro faz uma homenagem à professora Magda Soares. Principal referência para os estudos sobre alfabetização e letramento e fundadora do Ceale, a professora Magda completa 90 anos com invejável atuação na educação básica com a parceria construída em Lagoa Santa e no campo acadêmico com publicação de importantes livros em que explicita pressupostos teórico-práticos e metodológicos do campo da alfabetização. Para esta homenagem, convidamos Anne-Marie Chartier, Artur Gomes de Morais, Isabel Cristina Frade e Sara Mourão Monteiro para um diálogo sobre a produção recente de Magda que continua a nos instigar a garantir o direito de todas as crianças aprenderem a ler e a escrever.

No Dia Mundial da Alfabetização, dia 8 de setembro, teremos uma live especial para celebrar os 90 anos de uma das maiores defensoras da Educação brasileira, referência no letramento e alfabetização: a professora Magda Soares!!Além da professora Magda, receberemos sete convidados, profissionais de referência da Educação. Eles falarão sobre a importância do trabalho e experiências que tiveram com a aniversariante. A mediação será do prof. Jaime Pinsky, fundador da Editora Contexto. A live será transmitida nos canais do Youtube da Contexto e do Ceale.Não perca!!Durante a Live, teremos cadastro para certificado de participação emitido pela Contexto. E, para marcar a data, nos dias 8 e 9 de setembro o kit com os livros da professora Magda estarão com 50% de desconto no site da Contexto: https://bit.ly/3pRhl0B Saber desse e outros eventos da Contexto, assine a Newsletter: https://bit.ly/2X2So4q

Para o primeiro Ceale Debate do segundo semestre, recebemos a professora Luciane Manera (UFJF). Na discussão, abordaremos questões didático-metodológicas e linguísticas que fundamentam nossa proposta metodológica de alfabetização. Um trabalho apoiado em diferentes materiais, jogos e atividades, porém alicerçado fortemente no livro infantil como suporte para a sistematização da alfabetização. Trataremos, ainda, do ensino do alfabeto para além da mecanização.

O Ceale Debate de junho encerra o Ciclo sobre Laboratórios de Alfabetização da rede AlfaLabs, com as professoras Silvana Zasso e Gabriela Nogueira, que apresentarão o LAPIL – Laboratório de Alfabetização e Práticas de incentivo à leitura, do qual são coordenadoras. O LAPIL, vinculado a Universidade Federal do Rio Grande - FURG é um espaço de encontro, de criação e de trabalho colaborativo. Acolhe docentes e estudantes da graduação e da pós-graduação, bem como professoras e professores da educação básica, interessados em estudar, socializar práticas, produzir materiais didáticos, ler e escutar histórias. Por meio do ensino, pesquisa e extensão desenvolve projetos no campo da alfabetização, visando contribuir com a formação inicial e continuada de professores.

A professora Liane Araujo apresentará o LAP como projeto/espaço de formação para a docência na Faculdade de Educação da UFBA, no campo da alfabetização, indicando, brevemente, os pilares e concepções que sustentam a proposta. Serão apresentadas as dimensões interligadas que o estruturam e que constituem o eixo das ações de ensino, pesquisa e extensão a ele vinculadas: dimensão material, simbólico-cultural e didático-pedagógica. E no âmbito dessas dimensões, serão abordadas algumas ações formativas e de pesquisa, em desenvolvimento e em projeto, inclusive com relato de ex-bolsista de iniciação científica.

A professora da UFRGS, Patrícia Camini, discutirá a dimensão formativa da atuação do LÁPIS - Laboratório de Alfabetização no desenvolvimento de ações colaborativas entre universidade e escolas para a produção de saberes específicos sobre a docência na alfabetização, estratégias pedagógicas e recursos didáticos. Serão apresentados percursos de criação do laboratório de alfabetização, ações de ensino, pesquisa e extensão e relatos de estudantes do curso de Licenciatura em Pedagogia e de professora da Educação Básica.

O Ceale Debate de março inicia o "Ciclo Ceale Debate Laboratórios de Alfabetização" que contará, ao longo dos meses de março, abril, maio e junho com a apresentação de quatro laboratórios que compõem a Rede AlfaLabs. Na abertura deste ciclo, as professoras Daniela Freitas Brito Montuani e Maria José Francisco de Souza apresentarão o percurso de constituição e as ações de ensino e extensão desenvolvidas no Laboratório de Alfabetização e Letramento – LAL do Ceale, refletindo sobre o seu papel na formação inicial e continuada de docentes e sobre os desafios na realização das ações previstas.

O trabalho pedagógico com o Sistema de Escrita Alfabética na Educação Infantil: o que e como queremos?É possível haver vida instigante, criativa e feliz para crianças e professoras no trabalho pedagógico com o Sistema de Escrita Alfabética na Educação Infantil? No primeiro Ceale Debate de 2022, a professora Ana Carolina vai argumentar que sim, é possível realizar esse trabalho sem desconsiderar a linguagem oral e a linguagem escrita como instrumentos de interação social e de constituição dos sujeitos numa sociedade letrada.

O Ceale Debate de novembro recebe o professor Marcos Bagno para uma conversa sobre língua, variação e ensino. Em sua trajetória de pesquisador e professor, Marcos Bagno tem defendido que "A variação é da própria natureza das línguas humanas, mas tradicionalmente é vista como um 'problema', como algo que precisa ser 'eliminado' para que se elabore uma 'norma' uniforme e homogênea. Essa visão tem sido contestada há pelo menos 50 anos, e isso tem impactado também o ensino de língua na escola".Coordenação Ceale Debate: Francisca Maciel e Maria José Francisco de Souza - professoras da Faculdade de Educação da UFMG e pesquisadoras do Ceale.

O Ceale Debate de outubro será uma homenagem às professoras e aos professores. Neste mês em que se comemora o Dia do Professor, receberemos as professoras alfabetizadoras Dulce Constantina, Kely Souto e Simone Pereira para uma conversa sobre vivências e aprendizados a partir de suas trajetórias como docentes: quando decidiram ser professoras e alfabetizadoras (ou quando seus caminhos as levaram a atuar na alfabetização/anos iniciais), quais os principais desafios de suas carreiras e as conquistas experimentadas nesse percurso.Coordenação Ceale Debate: Francisca Maciel e Maria José Francisco de Souza - professoras da Faculdade de Educação da UFMG e pesquisadoras do Ceale.

Transmitido ao vivo em 29 de set. de 2021.

No Ceale Debate de agosto, a professora Marileide Matias irá discutir sobre o processo de alfabetização que ocorreu na cidade de Angicos, no Rio Grande do Norte (RN), em 1963, conhecido como “40 horas de Angicos”, que teve como objetivo concretizar a proposta de alfabetização popular idealizada por Paulo Freire. Em 1962, o município recebeu um grupo de estudantes universitários de várias graduações da UFRN, com a responsabilidade de fazer um levantamento cultural da população angicana, para embasar o trabalho que seria feito em 1963, em parceria com o governo do estado. Segundo dados do IBGE, o cenário de pessoas com 15 anos ou mais não escolarizadas em Angicos superava os 70%. A metodologia desse processo de alfabetização, para aquele momento, era da palavra geradora surgida do universo vocabular dos participantes, o que se caracterizava como metodologia inovadora por se distanciar de processos metodológicos tradicionais de alfabetização escolar. Esse desenho diferenciado despertou curiosidades e impactos sociais e educacionais na sociedade norte-rio-grandense e no mundo, o que levou essa experiência a entrar nas agendas e pautas acadêmicas de instituições de nível superior do mundo inteiro até os dias de hoje.Coordenação Ceale Debate: Francisca Maciel e Maria José Francisco de Souza - professoras da Faculdade de Educação da UFMG e pesquisadoras do Ceale.

Magda Soares discute o conceito de alfabetização em Paulo Freire e defende a presença, em sua pedagogia, de letramento associado à alfabetização, embora esse termo não tivesse ainda entrado no vocabulário da educação em seu tempo de vida.Coordenação Ceale Debate: Francisca Maciel e Maria José Francisco de Souza - professoras da Faculdade de Educação da UFMG e pesquisadoras do Ceale.

Neste mês, o Ceale Debate tematiza interdisciplinaridade, autoria docente e aprendizagem da leitura e da escrita. Nossa convidada é a professora Flávia Helena Carneiro, que atua no 1º ciclo do ensino fundamental do Centro Pedagógico da UFMG, para compartilhar um pouco de sua experiência e suas reflexões sobre desafios e possibilidades do Ensino Remoto Emergencial, sobre os processos de criação e transformação de roteiros de estudos elaborados na pandemia e suas interfaces com o processo de alfabetização e letramento, trazendo para a cena os Projetos Didáticos Autorais Docentes.Coordenação Ceale Debate: Francisca Maciel e Maria José Francisco de Souza - professoras da Faculdade de Educação da UFMG e pesquisadoras do Ceale.

Quais os principais desafios enfrentados na gestão da educação básica em tempo de pandemia e quais as perspectivas para 2021?Para dialogar sobre essas questões, no Ceale Debate de abril, convidamos a secretária de Educação da prefeitura de Belo Horizonte (MG), Ângela Dalben, e a secretária de Educação da prefeitura de Cascavel (PR), Marcia Aparecida Baldini. Em foco, estão os principais desafios enfrentados na gestão da educação básica nas duas secretarias em 2020, devido à pandemia da covid-19, as soluções implementadas e quais são as perspectivas e os encaminhamentos para 2021.Coordenação Ceale Debate: Francisca Maciel e Maria José Francisco de Souza - professoras da Faculdade de Educação da UFMG e pesquisadoras do Ceale.

O primeiro Ceale Debate de 2021 recebe o professor Lourival Martins e a professora Adelma Mendes, atuais presidente e vice-presidente, respectivamente, da Associação Brasileira de Alfabetização (ABAlf), para dialogar sobre ações da Associação nos embates e debates sobre alfabetização e sobre espaços de participação de professoras(es) alfabetizadoras(es) nessas ações. Fundada em 2012, a ABAlf é uma organização que nasce com o objetivo de articular, acompanhar e fomentar pesquisas e políticas públicas no campo da alfabetização. Em função de seus objetivos traz para si atores e instituições que somam os mesmos ideais no campo da alfabetização. Por esse prisma, a ABAlf tem por princípios fundamentais o diálogo, a troca e o agir. Assim, quais são os diálogos que a Associação vem estabelecendo com as(os) alfabetizadoras(es)? Qual é o lugar das(dos) docentes dos anos iniciais na ABAlf? Essas são algumas das questões que serão levantadas na live de março do Ceale Debate.Coordenação Ceale Debate: Francisca Maciel e Maria José Francisco de Souza - professoras da Faculdade de Educação da UFMG. Francisca é a atual diretora do Ceale e Maria José é pesquisadora do Ceale.

Apesar dos avanços em relação aos conhecimentos sobre o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), principalmente nos últimos anos, alguns mitos ainda persistem. A deficiência intelectual e sua relação com o autismo é um desses mitos. Afinal de contas, todas as crianças com autismo têm deficiência intelectual? Qual a relação entre esses dois quadros? Outro aspecto importante é a chamada "maternidade atípica". Muitas mães assumiram o protagonismo na luta pelos direitos dos filhos. Mas, e os pais? E a "paternidade atípica"? E quando essa paternidade é assumida sem a figura materna? Quais são as dificuldades vividas nessa situação? E o ambiente escolar? O que pensam as professoras sobre o autismo? Quais as dúvidas que elas levam para as colegas que trabalham no Atendimento Educacional Especializado (AEE)? Como o AEE pode auxiliar a derrubar os mitos sobre os alunos com autismo nas escolas? Essas são algumas das questões que serão debatidas na live de novembro do Ceale Debate.Convidados:Alessandra Lara Lima Campanella - Professora da sala de Atendimento Educacional Especializado da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH)Nelson Henrique Rezende Pereira - pai de um casal de filhosAdriana Araújo Pereira Borges - Professora da Faculdade da Educação da UFMGCoordenação do Ceale Debate: professora Francisca Maciel (FaE/UFMG)

A caracterização do letramento como prática social é justificada pelos usos plurais de leitura e de escrita presentes em diversas atividades humanas. Essa diversidade tem produzido adjetivações para o letramento que, por um lado, indicam a complexidade das práticas sociais e, por outro lado, sinalizam uma dispersão derivada de classificações pouco fluidas. Nessa direção, pretende-se discutir no Ceale Debate de outubro possíveis aproximações e distanciamentos entre o que se considera ‘letramento escolar' e ‘letramento acadêmico'. Somado a essa discussão conceitual, inclui-se o debate sobre as escolhas pedagógicas que produzem certas políticas de ensino da chamada ‘escrita acadêmica' na escola e na universidade.Data: 27/10/2020Palestrante: Gilcinei Carvalho (FaE/UFMG)Coordenação Ceale Debate: Francisca Maciel (FaE/UFMG)

Após muitas pesquisas e estudos sobre alfabetização e letramento, Magda Soares, depois de se aposentar na UFMG, envolveu-se há já 12 anos em um trabalho voluntário de desenvolvimento profissional das professoras e professores da pré-escola e dos anos iniciais do ensino fundamental em uma rede municipal de educação (Lagoa Santa, MG). A vivência no cotidiano das salas de aula, em estreita interação com as/os professoras/es e com as crianças permitiu analisar e criar práticas de ensino à luz de teorias de desenvolvimento e aprendizagem, e formular uma ação educativa de alfabetização e letramento que tem revelado muito bons resultados. Neste Ceale Debate de setembro, vamos conversar com Magda sobre seu novo livro "Alfaletrar - Toda criança pode aprender a ler e a escrever", que pretende socializar essa ação educativa que ganhou a denominação de ALFALETRAR.Coordenação Ceale Debate: professora Francisca Maciel (FaE/UFMG)

Dia 11/08/2020, às 19h. O contexto atual de nossa sociedade, de pandemia em relação à COVID-19, convida-nos a muitas reflexões no campo da educação. Diante desse desafio, neste Ceale Debate de agosto vamos discutir as possibilidades do Diário de ideias, desenvolvido pela professora Luciana Muniz, como uma experiência metodológica potencializadora para favorecer a efetiva aprendizagem da leitura e da escrita, conectando as experiências da criança com as pessoas que estão próximas a ela, em um processo de leitura de mundo, conhecimento de si mesma, potencializando a qualidade de atuação com a leitura e a escrita no exercício protagonista da criança na sociedade. O eixo central do Diário de ideias consiste em um caderno personalizado no qual cada criança registra suas experiências de forma espontânea utilizando diferentes formas de expressão humana. As crianças escolhem livremente o que, quando e como desejam se expressar, enfatizando no processo de aprendizagem a importância do experienciar, registrar e compartilhar.A leitura e a escrita vão se constituindo como processos de expressão, comunicação e criação, pelo interesse e a disposição das crianças para se expressarem em um espaço próprio, como no Diário de ideias, que possibilita documentar o que vive em seu cotidiano, o que imagina e o que cria. Um resgate profundo do diálogo e das narrativas das crianças, da ampliação dos processos de comunicação e das relações afetivas. Promove, assim, interações dos familiares com os aprendizes e tantos outros com quem convivem, em um processo de aprendizagem compartilhada, e oportuniza a observação e o acompanhamento conjunto dos interesses, gostos, preferências, potencialidades, dificuldades e necessidades dos aprendizes.Coordenação Ceale Debate: professora Francisca Maciel (FaE/UFMG)

Palestra de Magda Soares para o Ceale Debate em 1997.

Neste episódio do Cealecast, a conversa propõe reflexões sobre as adaptações de obras literárias para crianças e adolescentes e suas contribuições para a formação de leitores e para as práticas pedagógicas na Educação Básica.A mediação é da professora do Centro Pedagógico da UFMG, doutora em Educação pela UFMG e pesquisadora do Ceale, Juçara Moreira Teixeira, com a participação do professor da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) e especialista em Literatura Infantil e Juvenil, Diógenes Buenos Aires de Carvalho.O diálogo aborda como os clássicos literários se transformam ao longo do tempo e ganham novas formas, linguagens e sentidos ao chegar ao público infantil e juvenil.Confira também no YouTube:https://youtu.be/xHCmABxkETU?si=5ZlFeTfWT4z7qeDAO Cealecast é o podcast bimestral do Ceale (Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita Magda Soares), da Faculdade de Educação da UFMG, sob coordenação da professora e pesquisadora Mônica Araújo.

De que forma a escola pode dialogar com as diferentes linguagens que fazem parte do nosso cotidiano?Neste episódio, a professora doutora da Faculdade de Educação da UFMG e pesquisadora do Ceale, Elizabeth Guzzo de Almeida, conversa com a professora das redes públicas do Rio de Janeiro e de Nova Iguaçu, doutora em Educação (UFRRJ) e autora do livro Relatos da Experiência 2.0: Vivências em Multiletramentos na Educação Básica, Cláudia Rodrigues do Carmo Arcenio, e com a professora e orientadora pedagógica da rede pública de Nova Iguaçu, doutoranda em Educação e pesquisadora em formação docente e alfabetização, Renata Melo, sobre como os multiletramentos abrem caminhos para novas formas de ensinar e aprender.

Neste episódio, o professor e pesquisador do Ceale, Josiley Francisco de Souza (UFMG) e o especialista na temática, José Helder Pinheiro Alves (UFCG) continuam a conversar sobre as múltiplas facetas da Literatura de Cordel. Desta vez, o foco é nas transformações contemporâneas e em sua relevância como ferramenta pedagógica. Uma conversa imperdível para quem ama cultura e educação!Ouça também no Youtube: Siga o Ceale nas redes sociais:Facebook: /cealeufmgInstagram: @cealeufmgSite: www.ceale.fae.ufmg.brE-mail para sugestões: cealecast@gmail.com